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Atividade Física como terapia complementar

Parte III Prof° Msd. Amilton Vieira Laboratório de Plasticidade Muscular DCF/UFSCar


5. Resposta aguda e adaptações crônicas em resposta ao exercício


O exercício físico retira o organismo de sua homeostase, pois implica no aumento da demanda energética da musculatura exercitada e, conseqüentemente, do organismo como um todo. Para suprir a nova demanda metabólica, várias adaptações fisiológicas são necessárias e, dentre elas:


Sistema Cardiovascular


Sistema Cardiovascular O principal objetivo do sistema cardiovascular é garantir o fluxo sanguíneo adequado por toda a circulação, para que sejam atendidas as demandas metabólicas dos tecidos.


“O tipo e a magnitude da resposta cardiovascular dependem das características do exercício executado”. Tipo do exercício

Intensidade

Duração

Massa envolvida


Resposta Aguda


Adaptações crônicas


↓DC ↓FC repouso ↓ANS cardíaco e músculo-esquético Restaura sensibilidade do reflexo pressoceptor e cardiopulmonar Conclusão Mesmo agudo, o exercício físico tem um papel hipotensor de relevância clínica, principalmente para indivíduos hipertensos. O exercício deve ser indicado no tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial. (Véras-Silva et al., 1997; Negrão&Krieger, 1995; Silva et al., 1997)


Sistema Imunol贸gico


Sistema Imunológico É determinante no combate a microorganismos invasores, na remoção de células mortas e detritos celulares e no estabelecimento da memória imunológica distinção do “próprio do não-próprio”. As células primárias do sistema imune são as células branca dos sangue.


Células do sistema imune Tipo

Imagem

% no sangue dos adultos

Função

Neutrófilo

50-70%

Envolvidos na defesa contra infecção bacteriana e processos inflamatórios.

Eosinófilo

1-3%

Envolvidos nas infecções parasitárias e processos alérgicos.

Basófilo

<1%

Libera mediadores químicos alérgicos (histamina)

Linfócitos são mais comuns no sistema linfático. Os principais são: B: produzem anticorpos que se ligam ao patógeno para sua posterior destruição. Também responsáveis pelo sistema de memória T Auxiliares ou (CD4+): coordena a resposta imune. T citotóxicos (ou CD8+): possuem receptores específicos para um único patógeno. São capazes de destruir células infectadas quando apresentadas por outras células específicas (APC's). NK: não possuem receptores específicos para um patógeno, e sim para classes de patógenos diversos. Também são capazes de destruir células infectadas ou células tumorais. T inibidores: inibem todo o sistema imune. Acredita-se que estejam envolvidos na inibição de doenças auto-imunes.

Linfócito

20-35%

Monócito

6%

Diferenciam-se, sempre que necessário em Macrófagos, mas também fagocitam.

Macrófago*

0%

Monócitos são conhecidos como macrófagos quando migram do sangue para os tecidos. Sua função é a fagocitose de microorganismos considerados "invasores".


Resposta Aguda


Adaptações crônicas Animais treinados regularmente em leve ou moderada intensidade, quando comparados aos animais sedentários, apresentam maior proteção contra infecções (Davidson et al., 2006; Escribano et al., 2002; Fu et al., 2003; Hoffman-Goetz e Duerrstein, 2004).

Nascimento et al (2004) observaram aumento na função fagocítica de macrófagos alveolares de ratos submetidos a 6 semanas de natação (5x/sem, 60 min/dia).


Adaptações crônicas Pedersen et al. (1993) avaliaram ciclistas treinados por 4 anos e detectaram diminuição na incidência de infecções com conseqüente aumento da função imunológica. Nieman et al.(1995) demonstraram os efeitos do exercício moderado no aumento da resistência a infecções, verificando que mulheres que realizaram 45 minutos de caminhada (5x/sem - 15 sem) tiveram menor incidência ITRS.

Mackinnon LT (2000) a atividade citotóxica de células NK aumentaram em atletas não-competitivos após um período de treinamento de 8 meses..


Ler o Resumo do artigo


Função cognitiva Entende-se por função cognitiva as fases do processo de informação, como percepção, aprendizagem, memória, atenção, vigilância, raciocínio e solução de problemas.

Além disso, tem sido incluído neste conceito o funcionamento psicomotor (tempo de reação, tempo de movimento, velocidade de desempenho).


Função cognitiva A partir da 3ª década de vida ocorre uma progressiva perda de neurônios com o concomitante declínio da performance cognitiva. Colcombe et al., 2003

↓Função cardiovascular

↓ O2 Déficit cognitivo


Resposta Aguda Estado de alerta induzido pelo exercício físico e funções cognitivas

baseado na Lei de Yerkes-Dodson

Esta lei propõe a existência de uma relação entre performance cognitiva e exercício físico relação em “U” invertido entre cognição e performance.


Relação do “U” invertido


Adaptações crônicas

Objetivo: Determinar por meta-análise se o exercício físico é benéfico para pessoas com demência e prejuizos cognitivos. Estudos selecionados: 30 estudos totalizando 2020 pessoas.


Adaptações crônicas


Tecido Ă&#x201C;sseo


Tecido Ósseo Sua função priomordial é suportar a carga do corpo. Adaptação às solicitações mecânicas

Mecânico Dieta Hormônios Osteócitos 90-95%


Como o estímulo mecânico é detectado pelo tecido ósseo?


Amplificação do estímulo mecânico


Densidade mineral óssea É o resultado de um processo dinâmico de formação e reabsorção do tecido ósseo chamado de remodelação.

Idade

↓Função

ovariana

Fratura


“A osteoporose é reconhecida no mundo todo com um grave problema de saúde pública, causando 1.5 milhões de fraturas anualmente nos EUA”. Position Statement, 2006.

No Brasil, 2 mil pessoas morrem anualmente em consequência de suas complicações


Tratamento Terapia de reposição hormonal (HRT) tem sido prescrita para evitar a perda óssea e para minimizar os sintomas da menopausa, enquanto que agentes antireabsortivos tem sido prescrito com o principal tratamento para a osteporose (Maddalozzo et al., 2007). No entanto, a HRT não é universalmente aceita, principalmente devido ser contra-indicado a muitos pacientes, baixa adesão, relutância e aversão aos efeitos colaterais. Alem dos riscos a longo prazo de algum tipo de câncer e infarto do miocárdio (Zhang et al., 2007; Azoulay, 2004).

O exercício físico é uma alternativa, barata e eficiente na prevenção e tratamento dos efeitos deletérios da osteoporose (Benton, 2006).


Este artigo revisa os efeitos de diferentes modalidades esportivas e do TF na remodelação óssea e discute as possíveis relações da DMO com a força muscular e a composição corporal.

Ler Quadros 1 e 2 e o último parágrafo do artigo


Objetivo: Verificar o efeito do TF sobre propriedade física e biomecâmicas no tecido ósseo.

Ratas intactas 1. Int-Sed 2. Int-Ex-Agudo 3. Int-Ex-Crônico

Ratas OVX 1. OVX-Sed 2. OVX-Ex-Agudo 3. OVX-Ex-Crônico


Métodos Vídeos Animais de experimentação aparato e subida


Resultados

Agudo

Figura 1. Carga mรกxima


Resultados

Figura 2. Análise física, biomecânica e biométrica da tíbia esquerda


6. Adaptaçþes musculares ao treinamento resistido


Atividade Física como terapia complementar

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Como as pessoas ficam

+ fortes Mecanismo de ganho de forรงa


Integração da ativação neural e hipertrofia de fibra % de contribuição para os ganhos de força máxima

Estudos de curta duração

Estudos de longa duração

Fatores Neurais

FATORES NEURAIS Fatores Musculares

↓ Co-contração ↓ Inibição autogênica ↑ recrutamento de U.M. ↑ sincrônia

Tempo de treinamento (sem)


Co-contração articular

Adaptação ao treinamento

↓ oposição antagonista


Inibição autógena

Neurônio sensorial

Músculo

Tendão

Nível Medular

OTG

Adaptação ao treinamento

↑ limiar de ativação dos OTG


Integração da ativação neural e hipertrofia de fibra % de contribuição para os ganhos de força máxima

Estudos de curta duração

Estudos de longa duração

Fatores Neurais

Fatores Musculares

FATORES MUSCULARES  Hipertrofia em série  Hipertrofia em paralelo  Hiperplasia

Tempo de treinamento (sem)


Hipertrofia Temporária ↑ volume muscular durante e imediatamente após a sessão “edema”

Crônica ↑ miofibrilas ↑ sarcoplasma ↑ tecido conjuntivo


Hipertrofia

antes

Depois (6 meses)

Imagem da área de secção transversa por microscopia eletrônica


Sarc么meros

+ sarc么meros em paralelo

+ sarc么meros em s茅rie Russel et al, 2000


Hiperplasia Demonstrado em modelos animais com o uso do TF. Poucas evidências em humanos Apenas 1 estudo demonstrou > N° de fibras de alguns voluntários após 12 sem de TF. Sugerindo que seja possível somente em alguns indivíduos sob condições restritas de treinamento.


Célula Satélite Lâmina Basal

Sarcoplasma


Lesão e reparo ↑ Carga

a)

b)

c) Vierck et al., 2000


Proliferação e diferenciação


Domínio Mionuclear

HAWKE, T.J., 2005


PNAS, 2010

Mem贸ria do m煤sculo


Atividade Física como terapia complementar

Parte V Prof° Msd. Amilton Vieira Laboratório de Plasticidade Muscular DCF/UFSCar


7. Prescrição e monitoramento da intensidade do exercício


Prescrição

“Conhecimento do avaliado”

“Prescrição” Estabelecer metas Curto Médio Longo prazo

Avaliação Médica Fatores Limitantes Aptidão física

“Qual é o seu objetivo?”

Lazer Estética Aptidão física Saúde


Avaliação Clínica Antes iniciar o programa de exercícios, ♂ >45 e ♀ > 55 anos e pessoas consideradas de moderado a alto devem passar por avaliação completa.  Risco moderado: pessoas que apresentam dois ou mais fatores de risco associados à DAC.  Risco Alto: pessoas com qualquer sintoma de doença cardiovascular, pulmonar ou metabólica.


Fatores de risco associados à DAC Fatores de risco positivos

Critério de definição

Infarto do miocárdio, revascularização coronariana ou morte súbita antes dos 55 anos do pai ou outro parente de primeiro grau do gênero masculino, ou antes dos 65 anos na mãe ou outro parente de primeiro grau do gênero feminino. Tabagismo Atualmente fuma cigarro ou ex-fumante que parou de fumar dentro dos últimos seis meses. Pressão arterial ≥ 140/90 mmHg, confirmada por avaliação em pelo menos duas ocasiões Hipertensão distintas, ou indivíduo em medicação anti-hipertensiva. Colesterol LDL > 130 mg/dL (3.4 mmol/L) ou colesterol HDL < 40 mg/dL (1.03 mmol/L), ou em Dislipidemia medicação redutora de lipídeos. Se apenas for possível obter o colesterol sérico total, use > 200mg/dL (5.2 mmol/L), e não LDL > 130 mg/dL. Comprometimento da Glicose sanguínea em jejum ≥ 100 mg/dL (5.6 mmol/L) confirmada por avaliações em pelo glicose em jejum menos duas ocasiões distintas. IMC ≥ 30 kg/m² ou perímetro da cintura > 102 cm para homens e > 88 cm para mulheres; ou Obesidade índice C/Q ≥ 0.95 para homens e ≥ 0.86 para mulheres. Pessoas que não participam de um programa regular de exercícios físicos ou que não atendam Estilo de vida sedentário às recomendações mínimas de atividade física. Histórico familiar

Fatores de risco negativos HDL-C sérico elevado

Critério de definição > 60 mg/dL (1.6 mmol/L)

Sinais e sintomas Dor ou desconforto no peito, pesoço, mandibula, braços ou qualquer outra representação de isquemia; Falta de ar em repouso ou leve esforço; Tontura ou síncope; Dispnéia paroxística noturna; Edema de tornozelo; Palpitações ou taquicardia; Claudicação intermitente; Sopro cardíaco diagnosticado; Fadiga incomum, diante de atividades habituais.

ACSM, 2006


Avaliação Médica

= ECG “normal” Sugestivo de isquemia do miocárdio (DAC)


Porcentagem da FC correspondente ao percentual do VO2max Percentual da FCmax

Percentual do VO2max

50 60 70 80 90 100

28 42 56 70 83 100 Heyward, 1991


CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO (VO2MAX) VO2pico =

é o maior valor de VO2 atingido durante um teste de esforço progressivo no qual não tenham sido atingidos todos os critérios para o estabelecimento do VO2max

Indivíduos com doenças cardiovasculares ou DPOC


Nível de aptidão física do AHA para ♀ VO2max ml/kg/-1min-1 Faixa etária

Muito Fraca Regular fraca

Boa

Excelente

20-29

< 24

24-30

31-37

38-48

> 49

30-39

< 20

20-27

28-33

34-44

> 45

40-49

< 17

17-23

24-30

31-41

> 42

50-59

< 15

15-20

21-27

28-37

> 38

60-69

< 13

13-17

18-23

24-34

> 35 ACSM, 2000


Nível de aptidão física do AHA para ♂ VO2max ml/kg/-1min-1 Faixa etária

Muito fraca

Fraca

Regular

Boa

Excelente

20-29

< 25

25-33

34-42

43-52

> 53

30-39

< 23

23-30

31-38

39-48

> 49

40-49

< 20

20-26

27-35

36-44

> 45

50-59

< 18

18-24

25-33

34-42

> 43

60-69

< 16

16-22

31-40

> 41 ACSM, 2000


PROTOCOLOS DE TESTE Necessidade de manter o teste por 12 minutos (8-12min)

Incrementos diferentes para os diversos níveis de aptidão física


Indicações Gerais para a Interrupção do Teste de Esforço Físico para Adultos Aparentemente Saudáveis 1. Início de angina ou sintomas anginosos

2. Queda significativa (20 mmHg) da PAS ou falha na elevação da PAS c/ aumento na intensidade de exercício 3. Aumento excessivo da PA: PAS > 260mmHg ou PAD >115 mmHg 4. Sinais de má perfusão: tontura, confusão, ataxia, palidez, cianose, náuseas ou pele fria e úmida 5. Não-aumento da freqüência cardíaca com o aumento da intensidade de exercício 6. Alterações perceptíveis do ritmo cardíaco

7. Solicitação da interrupção do teste pelo indivíduo 8. Manifestações físicas ou verbais de fadiga severa

9. Falha no equipamento

ACSM, 2000


TESTES PARA PREDIZER O VO2max Protocolo de Balke e Ware (1959) - cicloergômetro

Estágios múltiplos (2 min) iniciando sem carga, utiliza-se o peso corporal e última carga do teste (em watts);

Incremento de 25W para não atletas e 50W para atletas ou indivíduos bem treinados


TESTES PARA PREDIZER O VO2max

VO2max ml.kg-1.min-1 = 200 + (12 x W) P (Kg) W = Ăşltima carga em watts no teste

P = peso corporal em Kg

Fonte: Balke e Ware, 1959


TESTES PARA PREDIZER O VO2max Exemplo: IndivĂ­duo atingiu 300 watts de carga final e pesa 80Kg

VO2max ml.Kg-1.min-1 = 200 + (12 x 300) 80

VO2max = 47,5 ml/Kg-1/min-1


TESTES PARA PREDIZER O VO2max Protocolo de Balke – esteira (McArdle et al., 1992)

Velocidade constante (5km/h), estágios de 1min c/ aumento de 1% na inclinação; VO2max ml.kg-1.min-1 = 14,909 + (1,444 x tempo de duração) Quando aplicado em indivíduos altamente treinados o tempo do teste aumenta consideravelmente


Prescrição de exercícios


Guia

para prescrição do exercício. Quantidade e qualidade do exercício para o desenvolvimento e manutenção das capacidades cardiorrespiratória, muscular-esquelética e neuromotora em adultos aparentemente saudáveis


Princípio da Progressividade

Avaliação periódica

↑ gradual da Intensidade/duração Periodização ou variação Especificidade


Tipo de exercício ↑ Aptidão cardiorrespiratória  Envolvendo os maiores grupos musculares de maneira contínuo e rítmica.

↑ Aptidão muscular  Envolvendo musculares

os

maiores

grupos


Tipo de exercício ↑ Flexibilidade  Exercícios que envolvam todas as maiores unidade músculo tendinosa

↑ Aptidão Neuromotor  Exercício que envolvam habilidades motoras (equilíbrio, agilidade, coordenação); treinamento proprioceptivos para melhora e manutenção da função física e redução do risco de quedas


Frequência ↑ Aptidão cardiorrespiratória ≥5d/sem moderado ≥3d/sem vigoroso Ou a combinação

↑ Aptidão muscular  Cada grupo muscular deverá ser treinado de 2-3x/sem


Frequência ↑ Flexibilidade  2-3x/sem é efetivo para melhorar a ADM, com maiores ganhos ocorrendo com o treino diário.

↑ Aptidão Neuromotor  2-3x/sem é recomendado


Duração ↑ Aptidão cardiorrespiratória 30-60 min/dia (150 min/sem) de moderada atividade intencional 20-60 min/dia (75 min/sem) de exercício vigoroso Combinação é recomendada para a maioria dos adultos

↑ Aptidão muscular  No specific duration of training has been identified for effectiveness.


Duração ↑ Flexibilidade  Alongamento estático (adultos 1030; idosos: 30-60 segundos) FNP: 3-6s contração à 20-75% da CVM seguido por 10-30s de alongamento assistido.

↑ Aptidão Neuromotor  ≥ 20-30 min


Intensidade ↑ Aptidão cardiorrespiratória  Moderada a vigorosa para a maioria dos adultos Leve a moderado para descondicionados

↑ Aptidão muscular (↑ força)  Iniciantes: 60-70% de 1RM (moderado a pesado; Experientes: >80% de 1RM (pesado a muito pesado); Iniciantes idosos e sedentários: 4050% de 1RM (muito leve a leve).


Intensidade ↑ Flexibilidade  Até sentir desconforto leve

↑ Aptidão Neuromotor  An effective intensity of neuromotor exercise has not been determined


...E PARA EMAGRECER?


Qual a melhor intensidade do exercício físico para oxidação de gordura?

e no obeso?


A intensidade do exercício para a máxima oxidação de gordura em homens e mulheres (obesos) foi em 42% e 43% do VO2máx, respectivamente.


Equipamentos para a monitoração da intensidade

“Sonho de consumo” Lactímetro

Dinamômetro isocinético

Eletrocardiógrafo

Analisador de gases Dual-Energy X-Ray Absorptiometry (Dexa)


Equipamentos para a monitoração da intensidade

Frequencímetro

Fita métrica

Esfigmomanômetro Estétoscópio

Pesos

Adipometro

Escalas de esforço

Matemática


Frequência Cardíaca Alvo FC de Reserva - Karvonen (1957) FCT = % (Fcmax – Fcrep) + FCrep

FC Máxima - Sheffield et al. (1965) Sedentários FCM = 205 - (0,41 x idade)

FC Máxima - Tanaka et al. (2001) ativos FCM = 208 - (0,7 x idade)


Frequência Cardíaca Alvo


Classificação da intensidade INTENSIDADE RELATIVA Intensidade

FCR (%)

FCmáx (%)

EPE

Muito leve

< 30

< 57

<9

Leve

30-39

57-63

9-11

Moderada

40-59

64-76

12-13

Vigorosa

60-89

77-95

14-17

Próx. máxima

≥ 85

≥ 96

≥ 18

Máxima

100

100

20

Adaptado de ACSM: Guidance for prescribing exercise., 2011


Adipometria 7 dobras – peitoral, axilar média, trícipital, subscapular, abdominal, supra-ilíaca, coxa

♂ POLLOCK, 1985


Classificação


Perimetria


...e no exercĂ­cio resistido


Uma repetição máxima (1RM) Maior carga alcançada em um único movimento.

Preparação 3-5’ de atividades leves (envolvendo o grupamento muscular testado);

1’ alongamento leve; 8 reps a 50% de 1RM estimada; 3 reps a 70% de 1RM estimada; 5’ intervalo ↑ 2-10% da carga; totalizando  3-5 tentativas.

Brown e Weir, 2001


Classificação da intensidade INTENSIDADE RELATIVA Intensidade

1RM(%)

Muito leve

< 30

Leve

30-49

Moderada

50-69

Vigorosa

70-84

Próx. máxima

≥ 85

Máxima

100

Adaptado de ACSM: Guidance for prescribing exercise., 2011


Classificação da intensidade


Modelo preditivo

*

Repetições

% 1RM

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 15

100% 95% 93% 90% 87% 85% 83% 80% 77% 75% 70% 67% 65%

BAECHLE & EARLE, 2000


Atividade Física como terapia complementar

Parte V. Prof° Msd. Amilton Vieira Laboratório de Plasticidade Muscular DCF/UFSCar

Atividade física como terapia  

Parte II da aula ministrada em Amparo nos dias 16 e 17 de julho de 2011. Prof. Amilton Vieira

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