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Newsletter II 2018


Patrícia Boa Alma testemunho

Às vezes…às vezes é preciso ter sorte…é preciso ter sorte para encontrar o propósito do próprio ser. Há quem nem se lembre de o procurar mas a verdade é que todos nós precisamos dele. Então, existem pessoas que o procuram porque sabem que ele existe (acabando mais cedo ou mais tarde por encontra-lo) e existem pessoas que, sem nunca se terem questionado acerca da sua existência, acabam por se cruzar com ele neste caminho que é a vida. No início do ano percebi que me enquadrava perfeitamente naquele tipo de pessoas que nem desconfiam que o propósito exista ou sequer o que ele possa significar. Como? Como cheguei a esta conclusão? A resposta é fácil: fui abraçada. Fui abraçada quando menos esperava…nem reparei… foi tão rápido…tão espontâneo…tão natural…tão bom! Foi a Equipa d’África que me abraçou e acredito que nunca mais volte a abrir os braços para deixar de me abraçar, apenas o fará para abraçar as pessoas que com ela se cruzem.

ho. É preciso que acreditemos que o nosso próprio caminho existe mesmo quando não o vemos. Quando não o vemos é porque ainda não encontrámos a luz certa que o torna mais claro e percetível. Às vezes não é fácil encontrá-la mas ela acaba sempre por aparecer: se não somos nós que a encontra-mos sozinhos são os outros que fazem dessa procura uma das suas missões, um dos seus propósitos e nos ajudam a chegar a ela. Foi isso que algumas pessoas desta família chamada Equipa d’África fizeram comigo e as que não o fizeram, percorreram e estão a percorrer o mesmo caminho que eu: o caminho da descoberta do propósito que aos poucos e todos juntos vamos pondo em prática. A meu ver esse propósito é ajudar o próximo mas não só…é também ajudarmo-nos a nós mesmos a crescer e fazer deste mundo um lugar melhor perdendo aquele tempo (que ás vezes pensamos que não temos) para refletir e partilhar o que nos vai na alma com os outros. É ouvir e ser ouvido. É dar sem esperar receber. É…simplesmente…AMAR.

Obrigada Equipa d’África por me teres abraçado!

11.03.2018

Na verdade, acho que tudo o que precisamos é que nos iluminem o camin-


Qual era a expectativa em relação ao campo de trabalho no Bairro do Zambujal? Vitor:

Nós, enquanto CAZA, e eu parti-

uma descoberta boa para todos, não

fundador do CAZA

cularmente, já o ano passado tínha-

só nós enquanto CAZA mas também

mos tido esta experiência, e o que

o próprio centro e todas as pessoas

é engraçado, houve uma sintonia tal

que estão no centro, porque acabá-

que até os nossos próprios lemas se

mos por nos tornar um só indepen-

complementaram “Tamos juntos, a

dentemente de ser EA, CAZA, CEN-

transformar o mundo”. (...) A nível da

TRO, somos um só neste fim-de-se-

expectativa, acho que superou larga-

mana, e mesmo a Santa Casa da Mi-

mente aquilo que estávamos à espe-

sericórdia da Amadora que também

ra, e o que para mim é super inter-

proporcionaram a visita ao centro de

essante de salientar é que mesmo a

dia e aos cuidados continuados, por

Equipa d’África vindo, e nos receben-

isso é o que eu digo, é uma experiên-

do, acabamos por ter uma sintonia

cia tão boa que ainda agora começou,

que acaba por ser um experiência e

e que é para continuar.

Margarida:

A minha expectativa era em várias vertentes. Eu estive a ajudar a organizar,

voluntária da Associação Equipa d’África

portanto eu queria ver como é que ia resultar tudo o que nós tínhamos preparado em conjunto com o CAZA. Depois era conhecer o bairro, conhecer as pessoas, que nós sabíamos que no desfile de Carnaval íamos interagir com as pessoas do bairro e nós estávamos curiosos para ver como é que era. Depois era conhecer o que é que era o CAZA. E depois era o primeiro campo, saber como é que era estar com a equipa, ver como é que as atividades corriam, era isso tudo. (risos)

Uma entrevista...


Mudou alguma coisa neste fim-de-semana? Margarida:

Eu acho que mudou mesmo, porque eu senti que as portas ficaram abertas para nós...

Vitor: Margarida:

Escancaradas! Escancaradas mesmo, era mesmo isso que queria dizer...porque a oportunidade que tivemos de estar aqui, deu para conhecer e senti que fomos tão bem recebidos , e sinto que também há vontade em que nós voltemos, e acho que desta forma vamos voltar, e temos voltado para o zumba. O que ficou mais foi também a visita na casa das famílias eu acho que isso trouxe muito, e também deixámos lá um pouquinho de nós, e essa experiência foi ótima. (...).

Vitor:

Mesmo quando tu fazes atividades que fazes para fora, as visitas às família e o desfile de Carnaval, que foi numa zona do bairro que teoricamente é uma zona mais problemática e foi onde nós parámos, e tivemos pessoas de diversas culturas a participar, a dançar e a conviver connosco.

Margarida: Vitor:

E a interagir umas com as outras! Exatamente, e isso é muito bom, aliás é uma das coisas que nós enquanto CAZA defendemos. Nós crescemos aqui no Bairro, que é riquíssimo a nível cultural, e aquilo que tentamos promover é a interculturalidade. Aquilo que defendemos: tu tens a tua cultura eu tenho a minha, se eu aprender com a tua cultura e tu aprenderes com a minha enriquecemos os dois, e muitas das vezes isso não é fácil, não é algo que tu chegas e fazes, muitas das vezes tens que criar um meio para que as pessoas se sintam à vontade, para então darem de si. E o desfile o foi.

Uma entrevista...


E quando a EA se vai embora há alguma coisa que muda? Vitor:

Mudar muda sempre, acho que o simples facto de ficares com o coração cheio, já é uma mudança. E quando tu levas esse coração cheio a outras pessoas, a pessoas que não estão à espera, e quem nem tu estás a espera que essas pessoas lá estejam, isso muda. Acho que aquilo que a EA tem, e que o CAZA tem, existe uma sintonia plena, tão forte, que sem forçarmos a isso, levamos aquilo que defendemos às outras pessoas, e ás vezes não tem que ser uma mudança drástica, mas pode ser uma mudança no olhar no sorriso ou naquilo que ficou naquela pessoa, percebes? Eu tive dias depois, pessoas a abordarem-me a dizer “Agora só para o ano é que voltam a fazer?”, e havia pessoas que já estavam à vossa espera do ano passado, porque o ano passado também o fizemos. Porque o bom disto, é que tu não fazes nada de uma forma forçada, fazes espontaneamente. (...). É essa espontaneidade que faz com que as coisas sejam puras, ricas e bonitas.

O que foi ser EA durante o fim-de-semana? Margarida:

Vitor:

Eu penso ser EA durante o fim-de-semana durante este Campo de Trabalho, junto do CAZA, foi o que o Vítor respondeu à pouco, foi agir de forma natural, e eu acho que está aí a essência, ou seja, nós conseguimos deixar o nosso melhor porque talvez agimos com naturalidade, (...). Nós vínhamos para aqui todos entusiasmados, e demos o nosso melhor enquanto estávamos aqui, e mostrar que podem contar connosco sempre que precisarem. Olha, tornasse uma pergunta difícil, porque daquilo que vejo da EA, e das pessoas que a compõem, da essência da EA, não difere muito do CAZA, daquilo que defendemos, daquilo que somos, de onde queremos chegar. Secalhar não temos a vertente de missão exterior, sim porque a nossa missão é no local, mas no fundo somos movidos pelos mesmos valores, pelos mesmo princípios, pelas mesmas filosofias, portanto ser EA ou CAZA este fim-de-semana era exatamente a mesma coisa, eramos apenas um, era “Tamos Juntos a transformar o mundo”. O Zambujal, particularmente a nível do centro e das pessoas que compõem o centro, tem muito esta filosofia do bem acolher, do receber de braços abertos, independentemente de onde é que vens.

Uma entrevista...


Qual é o teu olhar em relação ao bairro/EA ? Vitor:

É aquilo que eu costumo dizer, às vezes estamos à procura da felicidade plena, ser felizes para sempre, mas aquilo que conta são momentos da felicidade, e são nesses pequenos momentos que tu estás com quem tu gostas, com quem te sentes identificado, com quem te conhece e tu também conheces e se descobrem um ao outro, que tu vais tendo esses momentos de felicidade, que em suma, quando ficares velhinho, vais olhar para trás e vais balançar os momentos de felicidade e os momentos menos felizes, e aí é que tu vais ver, fui feliz ou não fui feliz. E esses momentos de felicidade às vezes, são momentos de um desfile, de visitar a casa de uma senhora, de fazer às vezes pequenos gestos, e é aí que está a essência da vida, e não é em bens materiais e em coisas supérfluas, como diz o fundador dos missionários da Consolata “O bem, deve ser bem feito, e sem barulho”, chegas ali, dás o teu cunho, deste e a marca ficou.

Uma entrevista...


Há sempre histórias curiosas quando se passa tempo nalgum lugar onde nós somos os estranhos. De entre algumas, lembro-me de ir ao mercado de Metoro com o meu mano Manuel para comprar “bagias” (nem faço ideia de como se escreve). São uns pastéis de feijão fritos que parecem pataniscas pouco maiores que uma noz!

Gonçalo Costa uma história de missão...

No mercado encontrámos uns miúdos com alguidares de plástico cheios dos pastéis, e outros alguidares com um molho vermelho. Pedimos cinco pastéis e perguntámos o preço. O miúdo só diz “mil”. Ora, se bem me lembro, o câmbio naquela altura era de 70 Meticais para 1 Euro. Mil Meticais são 14 Euros, mais coisa menos coisa. Eh, querem passar a perna ao turista, eu percebo. O estrangeiro é estúpido, mas nós não éramos estúpidos o suficiente para pagar 14 Euros por cinco pastéis. Fomos embora. No dia seguinte tentámos a sorte mais uma vez. Voltámos ao mercado e encontrámos outros miúdos. Repetimos o pedido e o moço, sem pestanejar diz só “mil”. O Manel é mais vivo que eu, confesso, e desenrolou uma série de estrebuchos que acabaram com “pagamos 15 Meticais, é pegar ou largar!”. Pagámos 15 Meticais - Não somos burros. Voltámos à casa para provar os pastéis e, nessa noite ainda contámos esta história a uma moça da comunidade. A moça esclarece: “mil refere-se ao cêntimo. É a expressão comum para 1 Metical”. Pagámos 15 Meticais - Não somos burros?

mil...


Umas semanas depois de termos chegado a Quissico, quando já nos sentíamos super em casa, comecei a ter o azar (ou a sorte - já irão perceber...) de pisar, e desculpem-me a expressão, cocó. Não foram uma, nem duas mas sim sete vezes. Sete! E num espaço de 6 meses. Era inacreditável e inexplicável a minha pontaria.

Filipa Mesquita uma história de missão...

A Susana, minha mana de missão (obrigada! :)), que fazia por ver o copo meio cheio, dizia-me sempre, não te preocupes, isso é bom, é sinal de dinheiro. Quando precisares, ele vai aparecer. Num domingo de Junho chegámos da missa na vila e quando entrámos em casa percebemos que tínhamos sido assaltados. Foi um misto de raiva e tristeza e uma sensação brutal de injustiça. Levaram-nos computadores que a EA tinha conseguido para o projeto da Biblioteca e pior ainda, percebermos que o próprio projeto estava “ameaçado”. Tínhamos ganho em Portugal um grande financiamento de livros para o projeto, que estava agora em risco porque não conseguiríamos garantir a segurança dos mesmos. Foi uma facada e durante dias sentimo-nos perdidos. Percebemos que era preciso termos uma estrutura de betão, com paredes, portas e janelas seguras, se queríamos que a Biblioteca perdurasse. Mas não tínhamos budget para tal e o valor que estimámos para a obra parecia-nos impossível de angariar num curto espaço de tempo. E eis que à sétima “pisadela”, o “milagre” aconteceu. Uma senhora, amiga das nossas famílias, mas que não nos conhecia directamente nem ao projeto, decidiu, quase espontâneamente, doar um valor à nossa missão. Coincidência ou não, o valor que caiu na conta era a quantia exacta que tínhamos estimado ser necessária para a construção da Biblioteca. Não era um acaso. Tinha que ser usado naquele projeto. Não hesitámos um segundo. Em conjunto com a EA e os Padres Palotinos, surgiu o projeto para a construção da Bilbioteca Palotina, e hoje, em cima do monte, lá está ela, a admirar as belas lagoas de Quissico e a proporcionar aos jovens da missão e da vila de Quissico, livros de várias áreas e um espaço para poderem estudar. :)


Missão no Gavião, de duas semanas, em 2014, onde fui com mais 4 pessoas, o Carlos, o B.A. (Alexandre), a Joana Santos e a Raquel Amado. Nós grande parte do dia passávamos no lar a ajudar com as refeições e a fazer actividades com os idosos.

Paulinha Gala uma história de missão...

Houve um dia que decidimos fazer um pouco de ginástica com eles. Fomos à parte debaixo do lar que era onde estava o material, fizemos as actividades e depois no final quando já só faltavam algumas coisas eu fui arrumá-las. Assim que cheguei lá a baixo, arrumei os materiais mas depois em vez de voltar a subir, pus-me a explorar aquele espaço, porque para além de se arrumar lá os materiais aquilo tinha uma espécie de mini biblioteca. Tinha uma pequena prateleira com livros, uma mesinha e umas cadeiras ao lado para se estar. Uma dessas cadeiras tinha tão bom aspecto e parecia ser tão confortável que eu decidi sentar-me um bocado a descansar. Seriam só uns minutos, achei que ninguém se importaria... o problema é que a cadeira era tão tão confortável e eu estava tão cansada que acabei por adormecer…de repente ouvi alguém a pousar mais materiais perto onde eu estava, só que a biblioteca era semi escondida por isso se eu não me tivesse mexido, o Carlos (que era quem tinha ido lá abaixo) nunca me teria visto ou apanhada. Só que eu com o barulho acordei sobressaltada, dei um pulo e virei-me para a prateleira a fingir que estava a ver uns livros. O Carlos ouviu, foi lá e perguntou-me, “Paula, o que estavas a fazer, estavas a dormir?” e eu sempre virada de costas para ele respondi “Não não, estava só aqui a ver uns livros” tentando parecer convincente, e ele disse “então olha lá para mim” e quando eu me virei claramente que estava com cara de quem tinha estado a dormir e lá acabei por admitir que tinha adormecido. Ele começou-se a rir e disse “sabes que já demos os jantares todos, que já está na nossa hora de ir”, eu fiquei em pânico porque não tinha a noção de ter dormido tanto tempo. Depois ele disse que estava a gozar, que iam começar a dar os jantares agora. Pedi desculpas e lá nos rimos um bocado. E, claro que este acontecimento foi tema de conversa na oração desse dia.


Em Metoro, os Padres não adoravam cozinhar, era sempre o Gonçalo ou eu quem cozinhava, e um dia, quando chego à cozinha para ver o que fazia para jantar, está um dos Padres (o que percebe pior português), com uma panela ao lume. Eu perguntei se era o jantar, ele riu-se e disse que sim. Fiquei descansada, avisei o grupo e fomos à nossa vida.

Cuca Pires uma história de missão...

À hora de jantar, quando nos sentámos à mesa, pusémos a panela do Padre na mesa, e o Padre começou a rir sem parar. Nem conseguia dizer nada. O Gonçalo abre a panela, e para tentar ser simpático perante o que via, diz “chanfana!”. O Padre entre risos só consegue dizer “cachorro!! Não, não!! Cachorro!!!”. De repente fez-se luz. O Padre só cozinhava para o cão e achou que eu estava a brincar quando perguntei se era o jantar... Acabámos por ter que cozinhar depois de um ataque de riso de meia hora...


O que te levou a fazer missão? Um sonho que foi crescendo? Joana Marques: antiga voluntária da Associação Equipa d’África

Sim, foi mesmo isso. Começou por ser um sonho pouco definido e meio longínquo que eu mantinha no coração, embora meio tapado por outras coisas que se sobrepunham. Apesar disto, foi sempre um sonho que me foi acompanhando. Como disse um padre amigo meu “O que é de Deus permanece”, e este foi um sonho que a pouco e pouco foi ganhando forma e proximidade. A certa altura foi preciso perceber que sonho era este, se era simplesmente um apetite meu, ou se era um convite de Deus. Precisei de tempo e de ajuda para perceber o que era. Quando parti em Setembro como Leiga para o Desenvolvimento, parti na certeza que era um convite de Deus, para amar e servir neste missão concreta que me é confiada.

A Equipa d’África contribui nessa decisão? Joana Marques:

(risos) Claro que sim! Em primeiro lugar, foi na Equipa que aprendi o que é que é ser missionário. Não o conceito, mas na prática, como é que se vive missão no concreto da minha vida, e aprendi a viver os quatro pilares da EA, a Entrega, o Serviço, a Oração e a Vida em Comunidade. Aprendi, sobretudo, que cada um destes pilares não se esgota, cada um deles é uma infinidade, e podemos sempre aprofundar e crescer na forma com os vivemos. Foram, realmente, estes pilares que me ajudaram a sentir que amo e sirvo Deus, e por isso sou missionária. Foi também na Equipa d’África que aprendi a “abrir o coração”, que é a mesma coisa que aprender a estar disponível para o que Deus quer, e aprendi que este modo de estar deve ser uma constante na minha vida, é algo que devemos fazer todos os dias e em qualquer momento e que nos é constantemente pedido. Quando entrei para a EA ouvia dizer que (a Equipa d’África) era uma escola de vida, e agora digo com a mesma convicção que ouvia naquela altura que realmente é uma escola, que vai ensinando que vale a pena viver por amor! Foi a Equipa d’África que me educou neste caminho de missão.

Uma entrevista...


Conta-nos o que é viver este teu sonho? Joana Marques:

Não é fácil dizer-te como é o meu dia-a-dia porque é muito diferente todos os dias(risos). No entanto, há coisas que se mantêm. Primeiro, vivemos sempre a vida em comunidade. Depois, os tempos de oração em que todos os dias tenho um tempo de oração individual e um tempo de oração comunitária, maioritariamente ao fim do dia. Relativamente ao trabalho que desenvolvo, foram-me confiados três projectos pelos Leigos. O grupo comunitário, o Grupo Forte da Comunidade de Malanza e o Centro Cultural Comunitário. Dentro de cada um destes projetos vou tendo reunidos quer com o grupo, quer com a equipa de coordenação e gestão. Também temos algumas responsabilidades de pastoral. Tudo isto faz com que não haja um horário definido, a não ser os tempos de reunião dos grupos. Acima de tudo, estar em missão é procurar 24h estar e servir as pessoas, reconhecer a presença de Deus nas pessoas, e mais uma vez, saber que vivo em comunidade, em casa e com a população, e para a comunidade.

De que forma a EA se mantem presente? Joana Marques:

A EA mantem-se presente porque, em primeiro lugar, as coisas que vivi e aprendi na Equipa d’África me construíram, isto é a forma como eu sou e como vivo missão é muito fruto daquilo que a Equipa construiu em mim. Portanto, necessariamente está presente. Está também presente nas pessoas que me vão acompanhando e neste querer saber o caminho que a Equipa vai fazendo. Resumindo, a EA está presente por continuar a ser uma escola onde ainda vou aprendendo muita coisa, embora agora de uma maneira diferente da enquanto estava a fazer formação.

Tamos juntos? Joana Marques:

Tamos juntos, tamos mesmo!(risos) E isso para mim é mesmo uma certeza.

Uma entrevista...


Tamos Juntos!

Newsletter Junho '18  

Novidades deste nosso caminho de formação 2018! Com o testemunho da voluntária Patrícia Boa-Alma, uma entrevista com a voluntária Margarida...

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Novidades deste nosso caminho de formação 2018! Com o testemunho da voluntária Patrícia Boa-Alma, uma entrevista com a voluntária Margarida...

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