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KOSIK, Karel. “Dialética do concreto”. São Paulo: Paz e Terra, 2002. KURZ, Robert. “Dominação Sem Sujeito”. Documento eletrônico: http://obeco.planetaclix.pt/rkurz86.htm. Acesso em set. 2009. MARCUSE, Herbert. “A Ideologia da sociedade industrial; o homem unidimensional”. Rio de Janeiro: Zahar, 1973. MARX, Karl. “O Capital; crítica da economia política”, Livro 1, Volume 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. MARX, Karl. “Grundrisse”. Documento eletrônico: http://www.marxists.org/archive/marx/works/1857/grundrisse/ch01.htm. Acesso em: abr. 2010. MÉSZÁROS, Istvan. “A Teoria da Alienação em Marx”. São Paulo: Boitempo, 2006. MÉSZÁROS, Istvan. “Para além do capital”. São Paulo e Campinas: Boitempo e Editora da Unicamp, 2002. MORAES, Dênis de. “A Comunicação sob domínio dos impérios multimídias”. In: DOWBOR, Ladislau et al (ORGS.): “Desafios da comunicação”. Petrópolis-RJ: Vozes, 2000, p. 13-9. MORAES, Dênis de. “O Capital da mídia na lógica da globalização”. In: MORAES, Dênis de (org.). “Por uma outra comunicação”. Rio de janeiro: Record, 2003, p. 187-216. MORIN, Edgar. “Cultura de massas no século XX”. O Espírito do tempo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1975. RUBIM, Antônio Albino Canelas. “Comunicação e política”. São Paulo: Hacker, 2000. 1 Pós-doutorando em Estudos Culturais no Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da UFRJ; doutor em Ciências da Comunicação (ECA-USP); mestre em Comunicação e Cultura (ECA-UFRJ); professor da UFF (Niterói-RJ) e da ESPM (Rio de Janeiro - RJ). 2

Não desconhecemos as distinções desenvolvidas no âmbito da EPC entre as diversas modalidades de indústrias culturais, tampouco seu valor analítico. No recorte aqui proposto, entretanto, como se tentará demonstrar, é indiferente o uso da expressão no singular ou no plural, dado o nível de generalização no qual operamos. 3 MARX, Karl. “Grundrisse”. Documento eletrônico: http://www.marxists.org/archive/marx/works/1857/grundrisse/ch01.htm. Acesso em: abr. 2010. Na seqüência, Marx demonstra dialeticamente que o consumo e a circulação também determinam a produção. Porém, como é sabido, para Marx a produção possui um grau de determinação maior nessa interação dialética, pelo simples fato de que não pode haver circulação ou consumo sem produção, embora o contrário não seja verdadeiro. 4 KURZ, Robert. “Dominação Sem Sujeito”. http://obeco.planetaclix.pt/rkurz86.htm. Acesso em abr. 2010.

Documento

eletrônico:

5 A expressão “receptáculos precondicionados” é totalmente inaceitável à luz do que de melhor se produziu no campo dos estudos de recepção, para não mencionar a questionável legitimidade científica da noção de condicionamento. Não obstante a inadequação do termo, a ideia de fundo do raciocínio permanece válida, a nosso ver. 6 Na conceituação de Bourdieu e Passeron, AP [ação pedagógica] distingue-se de TP [trabalho pedagógico] por a primeira possuir um sentido mais geral e abstrato, enquanto o último refere-se a práticas específicas. 7 Esse último ponto já havia sido pioneiramente (creio) destacado por Edgar Morin, ainda nos anos 1960. Cf. Morin (1975, passim).

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