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BOLETIM

Epidemiológico HC-UFPR Informativo do Serviço de Epidemiologia, SCIH e Hospital Sentinela

julho de 2013 - Nº 14

HOSPITAL DE CLÍNICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

OrientaçÕES PARA O ENFRENTAMENTO DA GRIPE (INFLUENZA) NO HC-UFPR Página 2

Portarias &

PREVENINDO

Um cão Beagle, Antibióticos e um Bacilo Gram Positivo: Personagens de uma mesma história. Página 4

Notificações

Nota técnica SESA - Influenza - Médicos e Serviços de Saúde e Proto-

sob controle

Risco de Queda Página 5

colo de Tratamento de Influenza - 2013 do MS- SVS. Página 7

VÍRUS INFLUENZA

Acompanhe a vigilância na página 7


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BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HC- UFPR -julho de 2013

Epidemiológico ORIENTAÇÕES PARA O ENFRETAMENTO DA GRIPE (INFLUENZA) NO HC-UFPR Material elaborado pelo Comitê da Gripe do HC UFPR (SCIH, SEPIH, UEAA E UAD), para orientação dos profissionais de saúde da Instituição no atendimento dos casos de Sindrome Gripal e

Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), fortalecimento da Vigilancia de Influenza. O material está disponivel no link: “Folder Gripe” www.hc.ufpr.br/files/folder_gripe.pdf

Curitiba, Junho de 2013 ORIENTAÇÕES PARA O ENFRENTAMENTO DA GRIPE (INFLUENZA) NO HC DA UFPR - 2013 SÍNDROME GRIPAL: - Febre (medida T≥ ≥37.8 C axilar OU referida) + odinofagia OU tosse + 1 sintoma (mialgia, artralgia ou cefaléia) na ausência de outro diagnóstico específico. - Sinais de gravidade: alteração de consciência, dispnéia, taquipnéia, saturação O2 < 90%, esforço respiratório, hipotensão arterial, cianose, vômitos incoercíveis, toxemia, desidratação. - Grupos de risco: gestantes e puérperas, lactentes, idosos e portadores de doenças crônicas (doença pulmonar, cardiopatia, imunossuprimidos, diabéticos, etc.) CONDUTA: Oximetria sempre! Oseltamivir (EM TODOS OS CASOS – INCLUSIVE VACINADOS) Alertar para retornar em casos de sinais de gravidade Internar se sinais de gravidade ou a critério médico Encaminhar para UTI se instabilidade hemodinâmica, insuficiência respiratória ou disfunções orgânicas. AFASTAMENTO/ISOLAMENTO Crianças e imunossuprimidos: 14 dias (7 se houver uso de oseltamivir) Adultos: 7 dias (5 se houver uso de oseltamivir) SRAG (SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE) - Febre + tosse + disfunção respiratória (dispnéia, desconforto respiratório, taquipnéia ou SatO2 <95% em ar ambiente) CONDUTA: PRECAUÇÕES PADRÃO + GOTÍCULAS COLETAR AMOSTRA RESPIRATÓRIA – definindo-se indicação de internação COLETAR AMOSTRA PARA DIAGNÓSTICO PREFERENCIALMENTE ANTES DO INÍCIO DO OSELTAMIVIR - no PA (100) na sala de emergência: aspirado - no PA (100): com critério de internação (fora da sala de emergência): swab - em enfermaria/UTI: aspirado NOTIFICAR TODOS OS CASOS INTERNADOS/ÓBITOS AO SINAN SERVIÇO DE

EPIDEMIOLOGIA (Ramal 1035)

ORIENTAÇÃO PARA COLETA MATERIAL SWAB COMBINADO - Manter o tubo com o meio de transporte em geladeira - Coletar 3 Swabs de Rayon: narina E, narina D e orofaringe; - Acondicionar Swabs no mesmo tubo com o meio de transporte e identificar ASPIRADO: coleta por profissional capacitado conforme rotina da Unidade/Serviço.

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ENVIO DAS AMOSTRAS: Encaminhar imediatamente em caixa com gelo - de 2ª a 6ª feira: para o Setor de Virologia - sab., dom., feriados e período noturno: para a coleta do lab. (ramal 7971)

MEDIDA - Preca paciente Compree de EPI houver r - Precau propaga mucosa Recome cirúrgic - Situaç broncosc Usar de

CUIDAD Ao cole profissio Manter o Transpo que seja Realizar

QUIMIO emergên complica Em prof medidas profissio avaliaçã

ORIENT • Higien paciente contamin mãos de álcool 7 • Prioriza • Se pac • Manter • Cobrir • Não co • Vacina

Referênci

Elabor


profissio COLETAR AMOSTRA RESPIRATÓRIA – definindo-se indicação de internação avaliaçã COLETAR AMOSTRA PARA DIAGNÓSTICO PREFERENCIALMENTE ANTES DO BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HC- UFPR -julho de 2013 espaçoINÍCIO DO OSELTAMIVIR ORIENT - no PA (100) na sala de emergência: aspirado • Higien - no PA (100): com critério de internação (fora da sala de emergência): swab paciente - em enfermaria/UTI: aspirado contam NOTIFICAR TODOS OS CASOS INTERNADOS/ÓBITOS AO SINAN mãos d álcool 7 ORIENTAÇÃO PARA COLETA MATERIAL • Prioriz SWAB COMBINADO • Se pac - Manter o tubo com o meio de transporte em geladeira • Mante - Coletar 3 Swabs de Rayon: narina E, narina D e orofaringe; • Cobrir - Acondicionar Swabs no mesmo tubo com o meio de transporte e identificar • Não co ASPIRADO: coleta por profissional capacitado conforme rotina da Unidade/Serviço. • Vacin

Epidemiológico

ENVIO DAS AMOSTRAS: Encaminhar imediatamente em caixa com gelo - de 2ª a 6ª feira: para o Setor de Virologia - sab., dom., feriados e período noturno: para a coleta do lab. (ramal 7971)

Referênc

Elabo

MEDIDAS PREVENTIVAS - Precaução padrão: principal medida de prevenção da transmissão entre pacientes e profissionais de saúde, a ser adotada no cuidado de todos os pacientes. Compreendem: higienização de mãos antes e após contato com paciente e o uso de EPI - avental e luvas (ao contato com sangue/secreções), óculos e máscara (se houver risco de respingos). - Precauções para gotículas: Gotículas são geradas por tosse, espirro e fala e se propagam por até 1 metro da fonte. Transmissão se houver contato da gotícula com mucosa de susceptível. Recomenda-se: manter o uso de precaução padrão mais o uso de máscara cirúrgica ao entrar no quarto. - Situações com geração de aerossóis - intubação, sucção, nebulização, broncoscopia, aspiração e necrópsias. Usar de máscara tipo respirador (N95 ou PFF2) durante o procedimento

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O HC

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uração rcíveis,

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CUIDADOS NECESSÁRIOS DURANTE A COLETA Ao coletar o aspirado utilizar máscara tipo respirador (N95 ou PFF2) para os profissionais de saúde durante o procedimento. Manter o paciente afastado de outros pacientes por, no mínimo 2 metros. Transportar o paciente com máscara cirúrgica, informando o serviço de destino para que sejam mantidas as precauções. Realizar a desinfecção concorrente sempre que houver contato com secreções.

ória ou

QUIMIOPROFILAXIA: evitar indicação indiscriminada devido ao risco de emergência de resistência! Indicada apenas para pacientes com alto risco de complicações e não vacinados. Em profissionais da Saúde, indicado apenas quando não há o uso adequado de medidas de precaução durante procedimentos invasivos (intubação) e quando o profissional NÃO É VACINADO! Se apresentarem sintomas, devem passar por avaliação médica imediata.

ratório,

o ES DO

ORIENTAÇÕES: Medidas que evitam a transmissão de doenças respiratórias: • Higienização frequente e rigorosa das mãos - antes e após o contato com o paciente, antes e após uso de EPIs, após tossir, após contato com superfície contaminada, após uso de banheiro, antes de alimentar-se. A higienização das mãos deve ser realizada com água e sabonete ou com fricção das mãos com álcool 70% desde que as mãos estejam visivelmente limpas. • Priorizar o atendimento dos pacientes com Síndrome Gripal e restringir visitantes. • Se paciente apresentar muita tosse, oferecer máscara cirúrgica. • Manter os ambientes bem arejados - evitar aglomerações. • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; evitar tocar olhos, nariz e boca; • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos ou copos; • Vacinação (EM ESPECIAL AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE)

erviço.

Referências bibliográficas: Protocolo de Tratamento de Influenza 2013: Ministério da Saúde, 2013

Elaborado por: SCIH

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Revisado por: Epidemiologia, Infectologia, UUEA e UAD

SEPIH - HC (41) 3360 1003 ou (41) 3360 1035 epidemio@hc.ufpr.br Médica Resp.: Suzana D. Moreira. Médica: Célia R. T. Pinto Enf.: Adeli P. de Medeiros, Rosa Helena S. Souza Técnica de Enf.: Regina Célia Julian Mendonça e Cristina Garcia Beckert Batista. Assessoria de Comunicação: Evelyn T. de Almeida. Téc. Gestão Pública: Juçara M. de Oliveira. Aux. Téc.: Monica K. Fernandes.


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SCIH - Serviço de Controle de Infecção Hospitalar

Um cão Beagle, antibióticos e um bacilo gram positivo: personagens de uma mesma história Antibióticos são medicamentos seguros. Com o uso das formulações genéricas, tornaram-se medicações baratas. Além disso, estudos clínicos demonstram que são altamente eficazes. Nesse cenário, não nos causa estranheza que sejam medicamentos fáceis de serem prescritos além do necessário. E é nesse cenário de amplo uso de antimicrobianos que surge a importância de uma bactéria chamada Clostridium difficile. O Clostridium difficile, também chamado de “C dif” é um bacilo gram positivo formador de esporos que está relacionado com a ocorrência de diarréia após uso de antibióticos, doença de espectro amplo que pode ser apenas uma diarréia leve sem maiores implicações, até o extremo grave do quadro, o megacolon tóxico. Recentemente, nos Estados Unidos e Europa, houve grande preocupação com a ocorrência da doença causada por essa bactéria. Os esporos do C dif são transmitidos de um profissional ao outro (ou a outro paciente) através do contato com mãos e objetos como estetoscópios e materiais médicos, devem ser retirados do ambiente com uso de hipoclorito de sódio, tem diagnóstico laboratorial difícil, já que os testes são pouco sensíveis e pouco disponíveis e seu tratamento não é tão eficaz quanto se desejava. Além disso, os esporos de C dif não são removidos das mãos com o uso de álcool gel apenas, sendo necessária a higienização das mãos com água e sabão. Pacientes submetidos a tratamento com qualquer antibiótico, em especial com ampicilina, estão sob risco de diarréia por C dif. Porém há relatos de caso de doença por essa bactéria na comunidade, sem uso de antibióticos. Outros fatores de risco são uso de medicação antineoplásica e possivelmente inibidores de bomba de prótons. Como mencionado, o espectro da doença varia de diarréia leve ao quadro de megacólon tóxico. Neste último, o paciente apresenta diarréia ou íleo, associados a dor, febre e outras manifestações sistêmicas que denotam quadro grave e com risco de morte. Deve-se suspeitar de doença por C dif nos pacientes com fator de risco que apresentem diarréia. Pacientes com fezes formadas não devem ser pesquisados para toxina do C dif, exceto em casos de estudos epidemiológicos.

Caso a suspeita clínica seja grande e/ou se confirme a doença, o tratamento é feito com antibióticos também, sendo metronidazol e vancomicina os mais utilizados. Além disso, faz parte do tratamento, sempre que possível, suspender o antibiótico “agressor”, ou seja, aquele que trouxe o risco da doença ao paciente. O uso criterioso dos antibióticos é também uma estratégia racional para se evitar a diarréia por C dif. Pacientes com quadro de diarréia por C dif devem permanecer em isolamento de contato, no período da diarréia. Suas fezes devem ser sempre encaminhadas para exame quando estiverem diarréicas e o tratamento deve ser instituído empiricamente até o resultado dos exames. E onde o Beagle entra na história? Como é difícil estabelecer um “gold-standard”para diagnóstico de doença por C dif, existem vários testes para melhorar a estratégia diagnóstica, porém sem elevada sensibilidade. No passado, alguns profissionais de saúde referiram que o odor das fezes dos pacientes com infecção por C dif era característico e essa particularidade poderia auxiliar no diagnóstico. Assim, na Holanda, um cão da raça Beagle foi treinado para sentir o odor das fezes dos pacientes e detectar aqueles que eram casos com confirmação laboratorial de C dif. Um estudo para avaliar a chance de acerto do cão Beagle Cliff mostrou que sua acurácia foi alta. Porém isso ainda é um caso isolado. O Hospital de Clínicas da UFPR oferece teste para C dif para pacientes com suspeita clínica. Caso você atenda algum paciente com suspeita (fezes diarréicas ou íleo, no caso do megacólon tóxico relacionado a algum dos fatores de risco citados), encaminhar exame para bacteriologia e instituir tratamento empírico. Nós, do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do HC, estamos a disposição para esclarecimentos. Dra Mônica Gomes da Silva, MSc Infectologista do SCIH do HC-UFPR Professora do Departamento de Clínica Médica da UFPR

Caso haja suspeita clínica, no Hospital de Clínicas, a bacteriologia realiza teste por imunoensaio para pesquisa de toxinas A e B de C dif. Esse teste, quando negativo, não exclui a doença, mas deve ser solicitado nas suspeitas para nos ajudar a confirmar os casos.

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Equipe SCIH - Serviço de Controle Infecção do HC (41) 3360 18 42 scih@hc..ufpr.br Médicas: Célia Inês Burgardt e Médica Mônica Gomes da Silva. Enfermeiras: Christiane J. N. Stier, Janislei Giseli Dorociaki, Maria Cristina Paganini., Karin L. Bragagnolo e Maria Edutania S. Castro. Farmacêutica: Izelândia Veroneze.


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Gerenciamento de Riscos Queda é um evento frequente e limitante. Sua incidência e os ferimentos subsequentes são considerados problemas de saúde pública (PERRACINI, 2010; OMS, 2007). O risco de queda pode se potencializar em um ambiente hospitalar, uma vez que as quedas resultam da complexa interação entre fatores de risco comportamentais, ambientais, biológicos e socioeconômicos (OMS, 2007). As quedas constituem um evento grave e são identificadas facilmente como eventos adversos nas instituições de saúde (LEVINSON, 2012). Assim, como no ambiente externo, o grau de dano aos pacientes pode variar desde a ausência de consequências até o óbito do paciente. A redução de quedas é uma das metas internacionais para segurança do paciente (OMS, 2006). No Hospital de Clínicas da UFPR houve a preocupação de melhorar a segurança do paciente em relação a esta questão. Desde abril de 2012 foi instituído um Grupo de Trabalho, coordenado pela Assessoria de Gestão da Qualidade e Direção de Enfermagem, composto por enfermeiros das áreas da saúde do

ITENS História  de  queda  há   até  3  meses  atrás     Diagnóstico   Secundário   Deambulação   Dispositivo   Intravenoso   Marcha   Estado  Mental  

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adulto, da criança e da materno infantil, contando com a colaboração da Unidade de Infraestrutura. Este grupo tem por objetivos a elaboração, implantação e implementação do Protocolo de Prevenção de Quedas. As principais ações deste protocolo envolvem a avaliação de risco de queda do paciente, com a aplicação da Escala de Morse; a identificação de alto risco para queda, no leito e documentos do paciente (solicitação de exames, prescrições), com Placa e Carimbo; orientações ao paciente e acompanhante por meio de folders educativos e o compartilhamento das responsabilidades. A prevenção de quedas no ambiente hospitalar é considerada indicador 100% pertinente para qualificar a assistência de enfermagem. Apresentar resultados positivos é um desafio, pois as medidas a princípio parecem fáceis, mas na prática envolvem várias mudanças de comportamento da equipe multiprofissional. Autoras: Denise Rocha, Elide Vaccari, Gisela Assis, Ieda Cruz, Leila Seiffert, Otília Silva e Rosane dos Santos.

Escala Morse

OPÇÕES Não:00   Sim:25   Não:00   Sim:15   Normal/Restrito  ao  leito:00   Muleta/bengala/andador:15   Se  apóia  nos  móveis:30   Não:00   Sim:20   Normal/imóvel:00   Marcha  fraca:10   Marcha  prejudicada:  20   Orientado  para  a  sua  capacidade:00   Esquece  de  suas  limitações:15  

PONTUAÇÃO    

   

Fonte: MORSE, 2006

Equipe do Hospital Sentinela (41) 3360-7956 Cord. Luciane Aparecida Liegel, Enf. Leila Soares Seiffert, Farm. Cleni Veroneze, Enf. Néri Lúcia dos S. Solheid , Farm. Izelândia Veroneze, Bioq. Ana Cristina Matheus Medeiros, Enf. Mirela P.Veran, Enf. Leomar Albini, Adm. Cláudio Messias e Farm.Camila Dallabrida.


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Alerta & Eventos Alerta

O folder Gripe apresentado na página 2 e 3 está disponível para download também no seguinte link: www.hc.ufpr.br/files/folder_gripe.pdf É importante ressaltar que o CIEVS disponibiliza informes atualizados semanalmente através do link http://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=2811.

PORTARIAS & NOTIFICAÇÕES >> Nota técnica SESA - Influenza - Médicos e Serviços de Saúde http://www.hc.ufpr.br/files/nota_tecnica_medicos_28.06.13_1.pdf >>MS - SVS – Protocolo de Tratamento de Influenza - 2013 http://por talsaude.saude.gov.br/por talsaude/index.cfm?por tal=pagina.visualizarTexto&codConteudo=10408&codModuloArea=783&chamada=protocolo-de -tratamento-de -influenza-_-2013

eventos 13ª EXPOEPI - Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças Brasília – DF, em outubro de 2013 Informações: expoepi@saude.gov.br | 3213-8391 e 3213-8394 Capacitação COMITÊ DE ENFRENTAMENTO A SITUAÇÕES DE RISCO PARA VIOLÊNCIA DO HC/UFPR – 2013 Medos, Mitos e Verdades sobre a notificação da violência no adulto /Idoso Data : 2/8/2013 – das 8h à 17h Local : Auditório do Setor de Ciências da Saúde Informações: 41 3360 1035 | 41 3360 6256

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Agravos de Notificação Compulsória, 2013, no HC-UFPR

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CAPACITAÇÃO COMITÊ DE ENFRENTAMENTO A SITUAÇÕES DE RISCO PARA VIOLÊNCIA DO HC/UFPR – 2013

Programação

7:30 | 8:00 |

Inscrições Abertura Pedagoga Simone Cortiano Coord. da Rede de Proteção/Ctba Dr. Edison Novak - Diretor de Corpo Clinico do HC-UFPR

8:30 |

Mesa Redonda: A complexidade do conceito Adulto e da pessoa idosa no cenário da violência: Sinais de alerta Dra. Cléa Elisa Lopes Ribeiro Conceito de Violência e Instrumentos Legais para a Proteção da Pessoa Adulta e da Pessoa Idosa Dra. Luci Belão - Programa Mulher de Verdade e Integrante da Coord. da Rede de Proteção – CE /SMS/ Curitiba Sinais de Alerta de Violência na Pessoa Adulta e na Pessoa Idosa Dra. Telma Alves Rosa - Médica Integrante da Coord de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do CE SMS/Curitiba

2 de agosto de 2013 – das 8h às 17h de Ciências da Saúde HC-HFPR

2 de agosto de 2013 dasAuditório 8h às 17h do Setor Auditório do Setor de Ciências da Saúde HC-HFPR

10:30 | Intervalo - coffee 11:00 | Mesa Redonda: Dados Epidemiológicos – Criança-Adolescente - Adulto – Idoso Dra. Suzana Dal Ri Moreira Médica coord. Serviço de Epidemiologia –HC/UFPR Rede de Proteção e Fluxo da Notificação / Curitiba Pedagoga Simone Cortiano Fluxo de Notificação no HC-UFPR e no município de Curitiba Assistente Social Maria Alice Oliveira do Carmo. Fluxo Interno HC-UFPR: Dados Epidemiológicos da Criança, do Adolescente, da Pessoa Adulta e da Pessoa Idosa – Serviço de Epidemiologia –HC/UFPR Enf. Adeli R. P. de Medeiros

Medos, Mitos

Medos, Mitos

Verdades 11:30 sobre a notificação da violência | Rede de Proteção - Fluxo de Notificação - Violência no cenário da Criança e

Verdades sobre a notificação da violência no adulto /idoso

Adolescente: Dra. Raquel Pelissari 12:00 | Almoço 14:00 | Mesa Redonda: Vivências do Adulto e da pessoa idosa no cotidiano Coordenação: Psic. Tânia M. Dallalana Ms Psic. Rosemery Padilha – Terapeuta Familiar e Mediadora Dr. César Kubiack – Prof. de Clinica Médica da Universidade Positivo Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica Membro da Academia Paranaense de Clinica Medicina Assistente Social Neliane da Silva Bueno Hospital do Idoso Zilda Arns - HIZA Serviço de Atençao Domiciliar - SAD

no adulto /idoso

15:00 | Intervalo 15:30 | Mesa Redonda:O papel do Comitê de Enfrentamento a Situações de Risco para Realização Membros do comitê relatando sobre vivencias e a importância do Comitê para COMITÊ DE ENFRENTAMENTO A SITUAÇÕES DE instituição hospitalar Realização Coordenação: Psic. Tânia Madureira Dallalana RISCO PARA VIOLÊNCIA DO HC/UFPR 17:00 | Encerramento COMITÊ DE ENFRENTAMENTO A SITUAÇÕES DE RISCO PARA VIOLÊNCIA DO HC/UFPR

Boletim Epidemiologia HC-UFPR. Julho/2013 - Nº 14  
Boletim Epidemiologia HC-UFPR. Julho/2013 - Nº 14  

SRAG, atibiotics, Risc of falling

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