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Regulamento da Prova de Aptidão Profissional 2017/2020

Edição 2017-2020 | REVISÃO 02 03 de setembro de 2019


REGULAMENTO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL

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ÍNDICE Artigo 1º Âmbito e Definição da PAP ............................................................................................................3 Artigo 2º Conceção e Concretização do Projeto ...........................................................................................3 Artigo 3º Anteprojeto ....................................................................................................................................3 Artigo 4º Desenvolvimento do Projeto .........................................................................................................4 Artigo 5º Orientação e Acompanhamento do Projeto ..................................................................................5 Artigo 6º Avaliação Formativa do Projeto .....................................................................................................6 Artigo 7º Recital de PAP.................................................................................................................................6 Artigo 8º Avaliação Sumativa do Projeto ......................................................................................................7 Artigo 9º Datas e Prazos ................................................................................................................................7 Artigo 10º Propriedade dos Resultados do Projeto ......................................................................................8 Artigo 11º Júri de Avaliação da PAP ..............................................................................................................8 Artigo 12º Regras de Funcionamento do Júri ................................................................................................8 Artigo 13º Avaliação da PAP ..........................................................................................................................9 Artigo 14º Condições de Avaliação ................................................................................................................9 Artigo 15º Faltas ..........................................................................................................................................10 Artigo 16º Casos omissos.............................................................................................................................10

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Artigo 1º Âmbito e Definição da PAP 1 – A prova de aptidão profissional (PAP) consiste na apresentação e defesa, perante um júri, de um projeto, consubstanciado num produto, material ou intelectual, numa intervenção ou atuação, consoante a natureza dos cursos, bem como do respetivo Relatório Final de realização e apreciação crítica, demonstrativo de saberes e competências profissionais adquiridos ao longo da formação e estruturante do futuro profissional do aluno. 2 – O presente Regulamento aplica-se a todos os cursos de Nível II e IV. 3 – Do teor do presente Regulamento será dado conhecimento aos alunos, no início do curso, no final do 2.º ano e no início do 3º ano.

Artigo 2º Conceção e Concretização do Projeto 1 – O projeto de PAP compreende a preparação e realização de um recital de Instrumento, designado Recital de PAP, que diz respeito a uma apresentação pública a solo, para concretização de um concerto, que pode ter acompanhamento ao piano ou ainda a colaboração de outros instrumentos. 2 – Para além do Recital, o projeto de PAP integra ainda um relatório individual de PAP que se desenvolve ao longo do 3º ano letivo dos cursos e que terá que ser apresentado publicamente, perante um júri. 3 – Tendo em conta a natureza do projeto, este assenta nos seguintes objetivos: a) Desenvolver no aluno capacidades de seleção, de análise e de síntese, responsabilizando-o e preparando-o para o mundo do trabalho. b) Desenvolver o espírito de criatividade, autonomia e responsabilidade em todas as fases do Projeto. c) Permitir revelar aptidões pessoais dos pontos de vista técnico e humano, capazes de garantir a integração no mundo do trabalho. d) Fomentar apetência necessária para a elaboração e execução de projetos futuros. e) Fomentar a complementaridade entre o saber e o saber-fazer, enriquecendo conhecimentos teóricos, técnicos, práticos e artísticos. 4 – A concretização do projeto compreende três momentos essenciais: a) Conceção do anteprojeto (IMP.DP.031); b) Desenvolvimento do projeto devidamente faseado; c) Autoavaliação e elaboração do Relatório Final. 5 – O aluno deve proceder à sua autoavaliação, preenchendo a Ficha Autoavaliação (IMP.DP.036), nos três momentos de avaliação.

Artigo 3º Anteprojeto 1 – O Anteprojeto tem por base a apresentação, pelo aluno, de um esboço do seu Projeto, utilizando impresso próprio, indicando os temas / obras a desenvolver e interpretar, a fundamentação da escolha, a descrição sumária e o orientador da prova (IMP.DP.031 – Anteprojeto). 2 – O Anteprojeto inclui o contributo que cada professor irá dar ao aluno, sempre numa perspetiva de integração de saberes, que será registado no IMP.DP.032 – Equipa de Acompanhamento da PAP, que contempla o tipo de apoio prestado. 3 – O Anteprojeto deve ser entregue, pelo aluno ao Diretor de Curso, durante o mês de outubro, em data a fixar anualmente pela Direção Pedagógica e Artística. 4 – O Diretor de Curso, em articulação com a Direção Pedagógica e Artística, procede à apreciação do Anteprojeto, a qual será dada a conhecer ao aluno, no prazo de 15 dias úteis a contar da data da entrega. (IMP.DP.033 – Avaliação Qualitativa do Anteprojeto).

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5 – No caso de haver necessidade de reformulação, o aluno deverá apresentar nova ficha no prazo máximo de cinco dias após a divulgação dos resultados.

Artigo 4º Desenvolvimento do Projeto 1 – O aluno deve organizar um dossiê da PAP, que entregará ao Diretor de Curso antes de cada momento de avaliação em data a fixar pela Direção Pedagógica e Artística. 2 – O dossier da PAP deve conter: a) Fichas PAP; b) Textos, partituras, recursos, suportes utilizados e todos os outros instrumentos considerados relevantes para a Prova. 3 – O desenvolvimento da prova implica uma estreita ligação com os contextos de trabalho. 4 – Poder-se-ão realizar estágios, masterclass, seminários, colóquios e workshops orientados por técnicos especialistas, na perspetiva de criação de espaços / momentos facilitadores / proporcionadores de projetos de qualidade. 5 – O Diretor de Curso, com conhecimento da Direção Pedagógica e Artística da escola, promoverá os contactos necessários com as instituições e empresas com vista a possibilitar / facilitar o desenvolvimento de projetos em contexto de trabalho. 6 – Da conceção do projeto, dever-se-á ter em consideração: a) O Projeto é o desenvolvimento do Anteprojeto; b) O aluno deve entregar o Projeto (IMP.DP.034 – Projeto) ao Diretor de Curso durante o mês de novembro/ dezembro em data a fixar pela Direção Pedagógica e Artística, a fim de ser avaliado; c) Deve constar no Projeto da Prova: 1. Identificação do aluno; 2. Tema/ título escolhido; 3. Orientador do Projeto; 4. Fundamentação da escolha do repertório; 5. Local de realização da prova de Recital; 6. Metodologias de pesquisa e seleção da informação; 7. Apresentação sumária das obras e compositores a interpretar; 8. Breve contextualização histórica e estética das obras / compositores; 9. Meios e Recursos necessários; 10. Logística; 11. Promoção e Divulgação. d) O aluno pode apresentar outros suportes, como por exemplo, desenhos, esquemas, fotografias, gravações áudio ou vídeo, que integram o Projeto; e) A avaliação do Projeto realiza-se em reunião da Equipa de Acompanhamento da Prova convocada para o efeito, pelo Diretor de Curso; f) O Diretor de Curso preencherá, para cada aluno, a IMP.DP.035 – Avaliação Formativa do Projeto, de acordo com o parecer da Equipa de Acompanhamento da Prova; g) Com base nessa avaliação, os Orientadores das Provas em conjunto com o Diretor de Curso analisam a viabilidade do Projeto, entregando ao aluno a Ficha supracitada, no prazo de 15 dias úteis a contar da data de entrega; h) Cumpre ao Professor Orientador da PAP e ao Diretor de Curso a supervisão e apoio para o adequado desenvolvimento da Prova; i) Cumpre a todos os elementos da equipa de acompanhamento apoiar adequadamente o desenvolvimento da prova; j) Simultaneamente, cabe ao aluno realizar a autoavaliação do projeto, mediante preenchimento da IMP. DP. 036 – Autoavaliação do Projeto, entregando o documento ao Diretor de Curso, que será tido em conta na ponderação sobre a avaliação.

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Artigo 5º Orientação e Acompanhamento do Projeto 1 –O Professor Orientador do projeto conducente à PAP corresponde ao Professor da disciplina de Instrumento Principal do aluno. 2 –A equipa de acompanhamento pode ainda compreender os seguintes membros: a) Professor Acompanhante da PAP, selecionado de entre os professores da área de formação científica e sociocultural, de apoio à orientação e conceção do Relatório de PAP; b) Outros Formadores, como colaboradores; c) Coorientadores convidados, constituindo personalidades de reconhecido mérito científico / técnico / artístico, da área do Instrumento, género artístico ou compositores a interpretar. 3 – Aos professores orientadores e acompanhantes da PAP compete, em especial: a) Orientar o aluno na escolha do projeto a desenvolver, na sua realização, no repertório a apresentar e na redação do Relatório Final; b) Informar os alunos sobre os critérios de avaliação; c) Decidir se o projeto e o relatório estão em condições de serem presentes ao júri; d) Orientar o aluno na preparação da apresentação a realizar na PAP; e) Registar a classificação da PAP. 4 – O Relatório Final deve: a) Ser entregue e apresentado em data a fixar anualmente pela Direção da Escola, correspondendo ao 3º momento de avaliação do processo de PAP; b) Apresentar a seguinte estrutura: 1. Introdução (apresentação; objetivos; fundamentação da escolha; organização do relatório); 2. Revisão Bibliográfica / Fundamentação Teórica; 3. Metodologia; 4. Considerações finais; 5. Bibliografia. 6. Anexos, dedicatória, agradecimentos e prefácio assumem caráter facultativo. c) O Relatório Final deverá conter: 5 a 10 páginas para os alunos do Curso Básico de Instrumento (nível II); 10 a 15 páginas para os alunos dos Cursos Instrumentistas de Cordas e Teclas e Instrumentista de Sopros e Percussão (nível IV). d) Os alunos deverão entregar 1 relatório a cores (original) e 2 cópias para o Diretor de Curso e Orientador de PAP. 5 – Compete ainda ao Professor Orientador decidir se a prova de Recital se encontra em condições de ser presente ao júri. 6 – O Diretor de Curso, em colaboração com a Direção Pedagógica e Artística e com os demais órgãos e estruturas de coordenação e supervisão pedagógica, designadamente o Diretor de Turma, assegura a articulação entre os professores das várias disciplinas, de modo a que sejam cumpridos, de acordo com a calendarização estabelecida, todos os procedimentos necessários à realização da PAP, competindo-lhe ainda propor para aprovação, em assembleia pedagógica, os critérios de avaliação da PAP e datas de apresentação, depois de ouvidos os professores das disciplinas da componente de formação técnica/ artística. 7 – Sem prejuízo dos números anteriores, a Direção Pedagógica e Artística, em colaboração com os órgãos e estruturas de coordenação e supervisão pedagógica, é responsável pelo planeamento necessário à realização da PAP. 8 – Os professores orientadores e os diretores de curso poderão propor à Direção da Escola a constituição de coorientadores convidados, ligados a outras instituições, no âmbito dos projetos a desenvolver, tendo em vista um melhor conhecimento e aprofundamento acerca das temáticas /obras musicais constantes do projeto de PAP.

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Artigo 6º Avaliação Formativa do Projeto 1 – A avaliação formativa e contínua é feita pela Equipa de Acompanhamento da PAP, na avaliação do projeto e das sessões de acompanhamento, observando os seguintes parâmetros: a) Definição de objetivos; b) Planificação das tarefas e das atividades a desenvolver; c) Comunicação escrita e oral; d) Motivação, empenho e autonomia; e) Gestão do tempo e cumprimento da calendarização proposta; f) Iniciativa na solicitação de auxílio pedagógico; g) Recetividade às sugestões; h) Criatividade, inovação e espírito crítico; i) Bibliografia apresentada; j) Organização do trabalho; k) Trabalho desenvolvido até ao momento.

Artigo 7º Recital de PAP 1 – O Recital de PAP consiste na realização de uma prova de instrumento que pretende revelar o trabalho desenvolvido pelo aluno ao longo dos 3 anos de formação e terá lugar em sessão pública, a decorrer no mês de julho. 2 – O Recital de PAP deve focalizar-se na performance do aluno, devendo este evitar distrações e/ou a apresentação de demasiados suportes ou recursos (estéticos ou outros) que possam comprometer o Recital. 3 – O recurso a formatos de áudio e/ou de imagem deve apenas constituir-se como suportes auxiliares ou motivos para a recriação de ambientes e não para transmissão de informação referente aos conteúdos da apresentação oral. Os alunos não devem gravar a sua voz ou elaborar/projetar textos que se substituam à sua apresentação oral. 4 – Todo o material não didático e que não faça parte dos recursos existentes na escola, a utilizar na PAP, é da responsabilidade (e custos) dos alunos. 5 – Ao nível de procedimentos de protocolo, devem respeitar-se as orientações a seguir elencadas: a) Os agradecimentos constam, unicamente, do relatório e do programa de sala. Assim, os alunos não os devem realizar durante ou após a apresentação oral no Recital; b) A apresentação oral deve ser momentânea e presencial. Terá que incidir sobre as obras a executar e os compositores, de forma clara e objetiva. Pode ser realizada antes, durante ou no final da execução instrumental. A gestão da apresentação é da inteira responsabilidade do aluno e do Orientador de PAP; c) Nas situações em que exista entrega de flores ou de outros adereços aos alunos de PAP, tal só deve acontecer após o término de todas as execuções do Recital. 6 – Estabelece-se como orientação para o tempo de duração do Recital o seguinte: a) Alunos do curso Básico de Instrumento (nível II) – máximo de 20 minutos de música, com 30 minutos de performance; b) Alunos dos cursos de Instrumentista de Cordas e Teclas e de Sopros e Percussão (nível IV) – mínimo de 20 minutos e máximo de 45 minutos de música, com 60 minutos de performance. 7 – O cumprimento dos tempos acima mencionados é obrigatório.

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Artigo 8º Avaliação Sumativa do Projeto 1 – A avaliação sumativa divide-se nos seguintes momentos: a) 1.º momento; b) 2.º momento; c) 3.º momento. 2 – O primeiro momento avalia o projeto da PAP. O segundo momento avalia a dimensão prática e apresentação pública da prova, correspondendo ao Recital de PAP. O terceiro momento avalia a componente teórica através do Relatório Final da PAP. 3 – O dossiê da PAP deverá ser entregue ao Diretor de Curso, no prazo estabelecido em calendário pela Direção Pedagógica e Artística para a apresentação da Prova. 4 – O segundo momento avalia a apresentação pública da prova perante um júri. No intuito de preparar a referida apresentação será agendada e realizada uma simulação da mesma com o Orientador da Prova e o Diretor de Curso. 5 – Para efeitos de conclusão da Prova de Aptidão Profissional, o aluno tem de realizar, obrigatoriamente, todos os momentos do processo de PAP, incluindo a elaboração, entrega e apresentação do Relatório Final, que corresponde ao terceiro momento de avaliação. 6 – As dimensões teórica e prática da prova serão avaliadas, de acordo com os seguintes parâmetros: a) Avaliação pública do projeto de PAP: • Controlo logístico; • Inovação; • Capacidade de divulgação / promoção; • Criatividade artística; • Valorização do espaço e dos equipamentos; • Capacidade de comunicação / interação; • Programa de sala elaborado pelo aluno. b) Recital de PAP: • Execução: o Postura enquanto interprete; o Execução técnica; o Musicalidade / Expressividade. • Apresentação: o Postura / Comunicação; o Domínio / Qualidade dos Conteúdos; o Criatividade na Apresentação; o Programa de Sala apresentado pelo aluno / Materiais de Divulgação.

Artigo 9º Datas e Prazos 1 – Compete à Direção Pedagógica e Artística aprovar, sobre proposta do Diretor de cada Curso, o calendário de apresentação e defesa das PAP. 2 – O Calendário da PAP deverá ser divulgado a toda a comunidade educativa no início do ano letivo e, em particular, aos alunos que frequentem os terceiros anos dos cursos, em contexto de reunião com os diretores de curso. 3 – Até ao dia 31 de julho deverá ser concluída a avaliação da PAP, em sessão pública perante o júri constituído e reunido para o efeito. 4 – Em casos de impossibilidade por motivos decorrentes das datas de realização da Formação em Contexto de Trabalho, de impedimento justificado dos alunos ou impossibilidade de constituir os júris por falta dos elementos externos à Escola poderão

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ser marcadas datas posteriores a 31 de julho, desde que exista acordo com os alunos e não seja prejudicada uma possível candidatura destes ao Ensino Superior. 5 –Com a finalidade prevista no número anterior será atribuída prioridade de apresentação da PAP aos que comprovem ser candidatos ao Ensino Superior e tenham concluído o restante plano curricular.

Artigo 10º Propriedade dos Resultados do Projeto 1 – Todos os produtos resultantes da implementação do Projeto são propriedade da Escola. 2 – No final de cada ano letivo, o Relatório Final e as gravações áudio e vídeo das apresentações serão depositados na Biblioteca Escolar, passando a integrar o seu espólio, para efeitos de consulta pelos elementos da comunidade escolar.

Artigo 11º Júri de Avaliação da PAP 1 – O júri de avaliação da PAP é designado pela direção da escola e terá a seguinte composição: a) O Diretor Pedagógico, que preside; b) O Diretor Artístico; c) O Diretor de Curso ou seu representante; d) O Diretor de Turma; e) O Professor Orientador do projeto; f) Um representante das associações ou de instituições afins ao curso; g) Um representante das associações sindicais ou profissionais afins ao curso; h) Uma personalidade de reconhecido mérito na área da formação profissional ou dos setores de atividade afins ao curso. 2 – O júri de avaliação para deliberar necessita da presença de, pelo menos, quatro elementos, estando entre eles, obrigatoriamente, o Diretor Pedagógico/ Diretor Artístico ou o Diretor de Turma, e um representante de uma Associação ou de uma Instituição de setores afins ao curso ou uma personalidade de reconhecido mérito na área do curso, tendo o presidente voto de qualidade em caso de empate nas votações. 3 – Nas suas faltas ou impedimento o Diretor Pedagógico/ Diretor Artístico é substituído por um membro da Direção Pedagógica e Artística em exercício ou na impossibilidade/ inexistência deste, e pela ordem enunciada, pelo Diretor de Curso ou pelo Diretor de Turma, ou, ainda, no impedimento destes, por um professor a designar pelo Diretor Pedagógico da escola. 4 – O júri da PAP avalia a apresentação da Prova pública, de acordo com os parâmetros definidos. 5 – A decisão do Júri da PAP é soberana, sendo para tal exarada uma ata (IMP.EPABI.067).

Artigo 12º Regras de Funcionamento do Júri 1 – Na apreciação da PAP o júri deve ponderar os seguintes elementos: a) As aprendizagens globalmente consideradas; b) Elementos fornecidos pelo Diretor de Turma; c) O espírito de iniciativa global; d) A criatividade e a capacidade de execução global; e) Os estágios realizados pelo aluno; f) Atividades extracurriculares; g) A qualidade do Projeto tendo em conta as temáticas de incidência e os elementos obrigatórios para a concretização do projeto.

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2 – Cada membro do júri atribui uma classificação individual, em impresso próprio (IMP.EPABI.062 – Avaliação Formal da PAP), para cada parâmetro.

Artigo 13º Avaliação da PAP 1 – A classificação final da PAP obtém-se pela média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações obtidas em cada um dos três momentos de avaliação da PAP. (1º momento – avaliação do projeto – 5%; 2º momento – Recital de PAP – 70%; 3º momento – Relatório Final da PAP – 25%). 2 – A avaliação do projeto resulta da média aritmética da classificação do Orientador de PAP e Diretor de Curso. 3 – A avaliação do Recital de PAP é da competência do Júri convidado para o efeito. Os parâmetros de avaliação do Recital de PAP têm a ponderação de 80% para os parâmetros associados à execução e 20% para os que estão associados à apresentação. O Diretor Pedagógico e o Diretor de Turma avaliam apenas os parâmetros definidos para a apresentação. 4 – A avaliação do 2º momento é feita individualmente pelo júri, sendo que as classificações do júri convidado e do Orientador da PAP são fixas. As classificações do restante júri serão reapreciadas após a conclusão de todas as performances, de modo a ponderar e comparar todas as prestações. A classificação do Júri convidado e do Diretor Artístico têm um peso de 2 vezes para a média final do 2º momento. 5 – No final da apresentação de todos os Recitais, após a ponderação, comparação e discussão do júri residente sobre todas as prestações, atribui-se a nota final a cada Recital de PAP (IMP.EPABI.066 – Avaliação do Recital de PAP). 6 – A classificação final do Relatório Final da PAP resulta da média aritmética da avaliação do Orientador de PAP, do Diretor de Curso e da Direção Pedagógica e Artística 7 – A não apresentação do Recital e/ou a não entrega do Relatório Final dentro do prazo estabelecido, determina a não aprovação do aluno nesta componente de formação. 8 – O incumprimento das datas estabelecidas no início do ano para a apresentação do anteprojeto, do projeto, do relatório e das fichas de autoavaliação implica penalizações na avaliação a determinar pelo Diretor de Curso em articulação com a Direção Pedagógica e Artística. 9 – Na avaliação da PAP, atendendo à lógica da avaliação modular, a notação formal, a publicar em pauta (IMP.EPABI.065), só terá lugar quando o aluno atingir a classificação de 10 valores, na escala de 0 a 20 valores. 10 – A classificação da PAP não pode ser objeto de pedido de reapreciação.

Artigo 14º Condições de Avaliação 1 – Poderão ser avaliados na PAP todos os alunos no final da frequência, pela primeira vez, do 3.º ano do curso que frequentaram e tenham o projeto implementado e concluído de acordo com as especificações anualmente definidas por cada direção de curso. 2 – No caso dos alunos que realizem a PAP sem terem concluído com aproveitamento todos os módulos das disciplinas/áreas que integram o plano curricular, a classificação final da PAP só será validada quando o aluno obtiver aproveitamento em todos esses módulos.

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Artigo 15º Faltas 1 – Os alunos que faltarem, não realizarem ou que, por razões não imputáveis à escola, não reúnam condições de apresentação poderão defender a PAP em data a fixar pela Direção Pedagógica e Artística, após auscultação dos intervenientes. 2 – Nas situações referidas no n.º 1 é obrigatória a (re) inscrição prévia nos Serviços Administrativos. Os alunos ficam, nestes casos, sujeitos ao pagamento de taxas de (re) inscrição, a fixar anualmente pela Escola.

Artigo 16º Casos omissos Os casos omissos no presente regulamento serão decididos pela Direção Pedagógica e Artística.

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