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Temperança

Ellen G. White

2005

Copyright © 2013 Ellen G. White Estate, Inc.


Seção 12 — O desafio do momento

Os defensores da temperança deixam de cumprir todo o seu dever a menos que exerçam sua influência pela palavra e pelo exemplo — palavra, pena e voto — em favor da proibição e abstinência total. — Obreiros Evangélicos, 387, 388.


Capítulo 5 — A influência da pena Escritos sobre temperança — Temos uma obra a fazer juntamente com o ramo da temperança além de falar em público. Cumprenos apresentar nossos princípios em folhetos e em nossas revistas. [249] — Obreiros Evangélicos, 385. Todo adventista divulgá-los — A questão da temperança deve receber apoio do povo de Deus. A intemperança luta pela ascendência; cresce a satisfação própria, e são grandemente necessárias as publicações que tratam da reforma de saúde. Os escritos a esse respeito são a mão auxiliadora do evangelho, levando almas a examinar a Bíblia em busca de melhor compreensão da verdade. Importa fazer soar a nota de advertência contra o grande mal da intemperança; e para que isto possa ser feito, todo guardador do sábado deve estudar e observar as instruções contidas em nossas revistas de saúde, bem como os livros que tratam desse ponto. E devem fazer mais que isto; empregar diligentes esforços para pôr em circulação essas publicações entre seus vizinhos. — Conselhos Sobre Saúde, 462. Chegar ao povo onde ele se encontra — A circulação de nossas publicações sobre saúde é obra importantíssima, na qual devem ter vivo interesse todos os que crêem nas verdades especiais para este tempo. Deus deseja que agora, como nunca dantes, a mente do povo seja profundamente agitada para investigar a grande questão da temperança e os princípios que fundamentam a genuína reforma de saúde. A vida física deve ser cuidadosamente educada, cultivada e desenvolvida, para que mediante homens e mulheres seja revelada a natureza divina em sua plenitude. Tanto as faculdades físicas como as mentais, com suas afeições, devem ser tão bem exercitadas, que possam atingir a mais alta eficiência. Reforma, contínua reforma, deve ser mantida diante do povo. ... A luz dada por Deus acerca da reforma de saúde é para nossa salvação e salvação do mundo. Homens e mulheres devem ser informados com relação à habitação humana preparada por nosso Criador como Sua morada, e quanto à qual Ele deseja que sejamos mordo255


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mos fiéis. Estas grandes verdades precisam ser dadas ao mundo. Precisamos chegar ao povo onde ele se acha, e por exemplo e por preceito levá-los a ver as belezas do caminho melhor. ... [250] Ninguém pense que a circulação das revistas sobre saúde é questão de pouca importância. Todos devem lançar mão dessa obra com mais interesse, e fazerem maiores esforços nessa direção. Deus abençoará grandemente aqueles que dela se apoderarem com zelo; pois é uma obra que deve receber atenção neste tempo. Os pastores podem e devem fazer muito para estimular a circulação das revistas de saúde. Todo membro da igreja deve trabalhar tão diligentemente por essas revistas como pelas nossas outras. ... A circulação das revistas de saúde será poderoso instrumento no preparar o povo para aceitar aquelas verdades especiais que os devem aprontar para a próxima vinda do Filho do homem. — Conselhos Sobre Saúde, 445-447. Nosso povo lançar mão em toda parte — Onde quer que estiverdes, fazei brilhar a vossa luz. Passai nossas revistas e folhetos àqueles com quem tiverdes contato, quando viajando de carro, visitando, conversando com os vizinhos; e aproveitai toda oportunidade para dizer uma boa palavra a seu tempo. O Espírito Santo tornará a semente produtiva em alguns corações. Tenho palavras de animação a dizer em relação com o número especial [de temperança] do Watchman [Our Times], que a Southern Publishing House está para publicar. Regozijar-me-ei de ver nossas associações ajudarem nessa obra, tomando grande número dessa publicação para fazer circular. Não haja proibições quanto a esse esforço, mas levem todos a sério dar a esse número vasta circulação. Não poderia haver melhor ocasião do que agora para um movimento dessa natureza, quando a questão da temperança está suscitando tão amplo interesse. Que nosso povo de toda parte decididamente faça ver qual nossa posição quanto à temperança. Faça-se tudo quanto for possível para disseminar vigorosos e estimulantes apelos quanto ao fechamento dos bares. Seja essa revista uma força para o bem. Nossa obra em benefício da temperança deve ser mais viva, mais decidida. — The Review and Herald, 18 de Junho de [251] 1908. Nossa responsabilidade nesta hora solene — Repousa sobre nós, a quem Deus deu grande esclarecimento, a solene responsabi-


A influência da pena

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lidade de chamar a atenção de homens e mulheres pensantes para a significação da embriaguez e do crime dominantes, com os quais eles se acham tão familiarizados. Devemos apresentar-lhes à mente os textos escriturísticos que descrevem claramente as condições que hão de existir justamente antes da segunda vinda de Cristo. ... Nestes tempos em que os jornais diários acham-se cheios de horríveis detalhes de revoltante embriaguez e crimes terríveis, há tendência de familiarizar-nos por tal forma com as condições existentes, que percamos de vista a significação dessas condições. Existe violência na Terra. Usa-se mais bebida intoxicante do que nunca dantes. A história dos crimes que daí resultam é amplamente dada pelos jornais. E todavia, apesar das muitas provas de crescente desrespeito à lei, os homens raramente se detêm para considerar seriamente o que essas coisas significam. Quase sem exceção, gabam-se os homens do esclarecimento e do progresso de nosso século. ... Quão importante é que os mensageiros de Deus chamem a atenção dos estadistas, dos editores, dos homens pensantes de toda parte para a profunda significação da embriaguez e da violência que ora enchem a Terra de desolação e morte! Como fiéis colaboradores de Deus, precisamos dar claro, decidido testemunho quanto à questão da temperança. ... Agora é nossa áurea oportunidade de cooperar com os seres celestes no esclarecer o entendimento dos que estão estudando o que quer dizer o rápido aumento do crime e da calamidade. Ao fazermos fielmente nossa parte, o Senhor abençoará nossos esforços para salvação de muitas almas preciosas. — The Review and Herald, 25 de Outubro de 1906. Ide com as mãos cheias de matéria para ler — Publicações quanto à reforma de saúde chegarão a muitos que não verão nem lerão qualquer coisa acerca de importantes assuntos bíblicos. A satisfação de todo apetite pervertido está fazendo sua obra mortífera. A intemperança precisa ser enfrentada. Com esforço unido, inteligente, [252] dai a conhecer os males de obscurecer as faculdades que Deus deu, com vinho e bebidas fortes. A verdade quanto à reforma de saúde precisa ir ao povo. Isto é essencial a fim de prender-lhes a atenção relativamente à verdade bíblica. Deus requer que Seu povo seja temperante em tudo. A menos que pratiquem a temperança, eles não serão, não poderão ser santi-


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ficados por meio da verdade. Seus próprios pensamentos e mentes se tornam depravados. Muitos dos que são considerados desenganadamente depravados, uma vez que sejam devidamente instruídos com relação a seus costumes contrários à saúde, hão de ser presos pela verdade. Poderão, assim, ser elevados, enobrecidos, santificados, idôneos vasos para uso do Mestre. Ide com as mãos cheias de matéria própria para ler, o coração cheio do amor de Cristo pela alma deles, procurando-os onde se encontram. — Manuscrito 1, 1875. Organizar e preparar para obra eficaz — Precisamos trabalhar no interesse da reforma de temperança, e tornar isto questão de vivo interesse. Esta é uma maneira por que nos podemos tornar pescadores de homens. Boa obra está sendo efetuada na circulação de nossa literatura. Organizai-vos em grupos para a prossecução de uma obra vigilante. Aprendei a falar de tal maneira que não deis escândalo. Cultivai a gentileza no falar. Deixai que a graça de Cristo em vós habite ricamente, dirigindo-vos uns aos outros palavras de animação. Faço veemente apelo a todo o nosso povo: Enfileirai-vos, enfileirai-vos. — Manuscrito 99, 1908. Fazei soar a advertência — O povo de Deus deve ser de espírito pronto, rápido para ver e aproveitar-se de toda oportunidade para levar avante a causa do Senhor. Têm uma mensagem a apresentar. Pela pena e pela voz devem fazer soar a nota de advertência. Apenas alguns darão ouvidos; alguns somente terão ouvidos para escutar. Satanás tem astuciosamente imaginado muitos meios de manter homens e mulheres sob sua influência. Leva-os a enfraquecer seus órgãos pela satisfação de apetite pervertido e pela condescendência [253] com os prazeres mundanos. A bebida intoxicante, o fumo, o teatro e as corridas — estes e muitos outros males estão entorpecendo as sensibilidades do homem, e fazendo com que multidões façam ouvidos moucos aos misericordiosos rogos de Deus. — The Review and Herald, 23 de Junho de 1903.


Capítulo 6 — O poder do voto Nossas responsabilidades como cidadãos — Ao passo que não nos devemos de maneira alguma envolver em questões políticas, é contudo nosso privilégio tomar decididamente posição em todas as questões relativas à reforma de saúde. Tenho dado a esse respeito muitas vezes, um claro testemunho. Em um artigo publicado na The Review and Herald, de 8 de Novembro de 1881, escrevi: ... “Há uma causa para a paralisia moral que há na sociedade. Nossas leis mantêm um mal que está minando seus próprios fundamentos. Muitos deploram os erros que sabem existir, mas consideram-se isentos de qualquer responsabilidade na questão. Não pode ser assim. Todo indivíduo exerce uma influência na sociedade. Todo votante tem voz — “Em nossa terra favorecida, todo votante tem alguma voz no determinar que leis hão de reger a nação. Não devem essa influência e esse voto ser lançados ao lado da temperança e da virtude?... “Podemos chamar os amigos da causa da temperança a unirem-se para o conflito e buscar repelir a onda do mal que está desmoralizando o mundo; de que proveito, porém, serão todos os nossos esforços enquanto a venda de bebidas alcoólicas for mantida por lei? Deve a maldição da intemperança repousar para sempre sobre nossa terra como uma praga? Deve ela cada ano assolar, qual fogo devorador, milhares de lares felizes? Pela voz, pela pena e pelo voto — “Falamos dos resultados, trememos pelos resultados, e cogitamos que podemos fazer com os terríveis resultados, ao passo que, com freqüência, toleramos e mesmo sancionamos a causa. Os defensores da temperança deixam de cumprir seu inteiro dever a menos que exerçam sua influência [254] por preceito e exemplo — pela voz e pela pena e pelo voto — em favor da proibição e da abstinência total. Não necessitamos esperar que Deus opere um milagre para efetuar essa reforma, removendo assim a necessidade de esforçar-nos. Cumpre-nos agarrar-nos com esse gigante inimigo, tendo como divisa: Nenhuma transigência e 259


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nenhuma cessação de esforços de nossa parte até que seja obtida a vitória.” — The Review and Herald, 15 de Outubro de 1914. A escolha de homens certos — Homens intemperantes não devem, por voto do povo, ser colocados em posições de confiança. — The Signs of the Times, 8 de Julho de 1880. À mercê de homens intemperantes — São votados para posições oficiais, muitos homens cuja mente se acha privada de seu pleno vigor pela condescendência com bebidas espirituosas, ou constantemente obscurecida pelo uso do narcotizante fumo. ... A paz de famílias felizes, a reputação, a propriedade, a liberdade, e mesmo a vida, acham-se à mercê de homens intemperantes em nossas salas do legislativo e em nossas cortes de justiça. Por se entregarem à satisfação do apetite, muitos que uma vez foram retos, beneficentes, perdem sua integridade e o amor pelos semelhantes, e unem-se com os desonestos e libertinos, esposamlhes a causa, e partilham de sua culpa. Mal utilizada a sagrada prerrogativa como cidadãos — Quantos desmerecem sua prerrogativa como cidadãos de uma república — comprados por um copo de uísque para dar seu voto a algum candidato infame! Como classe, os intemperantes não hesitarão em usar de engano, suborno, e mesmo violência contra os que recusam ilimitada licença ao apetite pervertido. — The Review and Herald, 8 de Novembro de 1881. A responsabilidade dos cidadãos passivos — Muitos emprestam sua influência ao grande destruidor, ajudando-o pela palavra [255] e pelo voto a destruir a imagem moral de Deus no homem, não pensando nas famílias que são degradadas por causa de um apetite pervertido para a bebida. — Manuscrito 87, 1898. E aqueles que, mediante seu voto, sancionam o comércio das bebidas espirituosas, serão considerados responsáveis pela perversidade praticada pelos que se encontram sob a influência da bebida forte. — Carta 243a, 1905. Nossos pioneiros chegam a importante decisão — [Página do diário de Ellen G. White em 1859.] “Assisti à reunião ao anoitecer. Tivemos uma reunião franca, interessante: À hora de terminar, a questão de votar foi considerada demoradamente. Tiago falou primeiro, depois o irmão Andrews, e foi por eles considerado melhor pôr sua influência a favor do direito e contra o erro. Acham ser justo


O poder do voto

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votar a favor dos homens da temperança que ocupam lugares oficiais em nossa cidade em vez de, por seu silêncio, correrem o risco de verem os intemperantes ocuparem os postos. O irmão Hewett conta sua experiência de alguns dias antes, e acha que é direito dar o seu voto. O irmão Hart fala a favor. O irmão Lyon opõe-se. Ninguém mais faz objeção, mas o irmão Kellogg começa a achar que é direito. Há entre todos os irmãos sentimentos cordiais. Oh! que todos [256] procedam no temor de Deus! * “Homens favoráveis à intemperança estiveram no escritório hoje, exprimindo lisonjeadoramente sua aprovação à atitude de observadores do sábado que não votavam, e exprimiram esperanças de que eles ficassem firmes a sua orientação e, como os quakers, não dessem seu voto. Satanás e seus anjos maus estão atarefados neste tempo, e ele tem obreiros na Terra. Oxalá seja ele decepcionado, é a minha oração.” — E. G. White em seu diário, no domingo 6 de Março de 1859. A lição dos reinos antigos — A prosperidade de uma nação depende da virtude e inteligência de seus cidadãos. Para assegurar essas bênçãos, são indispensáveis hábitos de estrita temperança. A história dos reinos antigos acha-se repleta de lições de advertência para nós. O luxo, a satisfação do próprio eu e as extravagâncias, preparavam o caminho para sua queda. Resta ver se nossa própria república se deixará advertir por seu exemplo, evitando a sorte deles. — Obreiros Evangélicos, 388.

* Nota:

Em princípios do verão de 1881, na reunião campal de Des Moines, Iowa, foi apresentada aos delegados uma resolução, que reza: “Resolvido: Que expressemos nosso profundo interesse no movimento pró-temperança ora em andamento neste Estado; e que instruamos todos os nossos ministros a usarem sua influência entre nossas igrejas e junto ao povo em geral para induzi-los a envidar todo esforço coerente, pelo trabalho individual e na urna eleitoral, em favor da emenda proibitória à Constituição, a qual os amigos da temperança estão procurando conseguir.” — The Review and Herald, 5 de Junho de 1881. Alguns, porém, objetaram à cláusula que pedia ação à “urna eleitoral” e insistiam em sua supressão. A Sra. White, que assistia à reunião campal, retirara-se, mas foi chamada a dar seu conselho. Escrevendo sobre isso naquele tempo, diz ela: “Preparei-me e achei que devia falar sobre o assunto se nosso povo devia votar pela proibição. Disse-lhes: ‘Sim’, e falei por vinte minutos.” — Carta 6, 1881.


Capítulo 7 — O chamado à ceifa É tempo de trabalharmos — Agora, irmãos e irmãs, não é tempo de trabalharmos? Não é tempo de despertarmos as capacidades a nós dadas por Deus, adquirirmos o santo zelo que até aqui não tivemos? E não é tempo de erguer-nos como Calebe, ir à frente, alçar a voz e clamar contra os relatórios que estão circulando ao nosso redor? Não somos nós capazes de possuir a terra? Em Deus somos capazes de realizar poderosa obra no sentido da temperança. — Manuscrito 3, 1888. Quem ajudará? — Em todo o nosso redor encontram-se as vítimas do apetite depravado, e que fareis por elas? Não podeis, por vosso exemplo, ajudá-los a porem o pé na senda da temperança? Podeis ter um senso das tentações que estão sobrevindo à juventude a crescer ao nosso redor, sem buscar adverti-los e salvá-los? Quem se colocará ao lado do Senhor? Quem ajudará a rechaçar esta onda de imoralidade, de misérias e ruínas, que está enchendo o mundo? [257] — Christian Temperance and Bible Hygiene, 40. Nossa época de oportunidade — O mundo está sendo escravizado por intemperança de toda sorte, e os que são nestes dias verdadeiros educadores, os que instruem no sentido da abnegação e do sacrifício, receberão a sua recompensa. Agora é nosso tempo, agora é nossa oportunidade para realizar uma obra abençoada. — Medicina e Salvação, 25. Somos responsáveis — Somos tão responsáveis por males que poderíamos haver reprimido em outros pela reprovação, pela advertência, pelo exercício da autoridade paterna ou pastoral, como se fôssemos nós mesmos culpados desses atos. — Testimonies for the Church 4:516. Reavivar a obra da temperança — A causa da temperança necessita ser reavivada como ainda não o foi. — The Review and Herald, 14 de Janeiro de 1909.

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O chamado à ceifa

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Anos atrás considerávamos a difusão dos princípios de temperança como um de nossos mais importantes deveres. Assim deve ser hoje em dia. — Obreiros Evangélicos, 384. Caso a obra pró-temperança fosse levada avante por nós como foi iniciada trinta anos atrás;* caso em nossas reuniões campais apresentássemos diante do povo os males da intemperança no comer e no beber, e em especial os males de tomar álcool; fossem essas coisas apresentadas em relação com os sinais da próxima vinda de Cristo, haveria uma sacudidura entre o povo. Se mostrássemos zelo proporcional à importância das verdades que temos em mãos, poderíamos ser instrumentos em salvar centenas, ou milhares da ruína. — Testimonies for the Church 6:111. Caso fizéssemos compreender a nosso povo quanto se acha em jogo, e buscássemos redimir o tempo perdido, pondo agora alma e coração e energias na causa da temperança, grande bem se manifestaria em resultado. — Carta 78, 1911. Com Deus, somos maioria — Dizeis: Estamos em minoria. [258] Não é Deus uma maioria? Se estamos ao lado do Deus que fez o céu e a Terra, não estamos nós do lado da maioria? Temos os anjos, magníficos em poder, ao nosso lado. — Manuscrito 27, 1893. Com nossas débeis mãos humanas, não podemos fazer senão pouco; temos, porém, infalível Ajudador. É preciso não esquecermos que o braço de Cristo pode alcançar às profundezas da miséria e degradação humanas. Ele nos pode dar auxílio para vencer mesmo esse terrível demônio da intemperança. — Christian Temperance and Bible Hygiene, 21. Os campos prontos para a ceifa — Em todo lugar, deve a questão da temperança ser tornada mais preeminente. A embriaguez e o crime que sempre a acompanham, demandam que ergamos a voz para combater esse mal. Cristo vê abundante messe esperando por ser recolhida. Almas estão famintas da verdade, sedentas da água da vida. Muitos se encontram no próprio limiar do reino, só à espera de serem recolhidos. Não pode o povo que conhece a verdade enxergar? Não ouvirão a voz de Cristo dizendo: “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que Eu vos digo: Levantai * Publicado

primeiramente em 1900.


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os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.” [259] — Carta 10, 1899.

Leitura da Semana [Semana 20]  

Leitura da Semana do Livro Temperança, de Ellen G. White, para o Projeto Entrando na Linha.

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