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Design Gráfico: Rui Salgueiro Fotografia: Direitos Reservados

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Noiserv, , o Novo album O Verão Playstation Batman: da Minha Vida Arkham Origins

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Noiserv, solitário herói no mundo da música David Santos, voz e alma do projeto Noiserv, tem um novo álbum, Almost Visible Orchestra. Autêntico One Man`s Band, não recusa novos desafios. Para além dos concertos em palcos nacionais e internacionais, o teatro, as curtas-metragens e as bandas sonoras são experiências gratificantes que o inspiram na composição das músicas.

Quem já teve oportunidade de ouvir os anteriores registos, e agora este, fica com a noção de uma sonoridade diferente e particularmente interessante. De onde é que o David retira a inspiração para o processo criativo das músicas? As músicas surgem normalmente do nada sem haver uma inspiração concreta para a música em questão, e, de uma maneira geral, para todas elas. O que me inspira, certamente, é o meu dia-a-dia. Todas as vivências que vou tendo, todas as coisas que vou vendo, as pessoas com quem vou falando e com quem vou fazendo certo e determinado número de coisas. A minha própria vida é a minha inspiração. As músicas acabam por ser o reflexo daquilo que vivo, mas de uma forma musical. Através da conhecida rede social, Facebook, tem divulgado ao máximo as suas músicas. Na internet, colocou os dez passos para fazer um disco. Uma iniciativa bem interessante… Sim. Eu acho que é sempre importante um músico conseguir que as pessoas estejam um bocadinho dentro do processo que é fazer um disco e não apenas ouvirem as músicas no final. Claro que a parte mais importante é ouvirem o disco, e fi-

carem, ou não, satisfeitas com as músicas. Mas se houver uma forma de mostrar um bocadinho mais do que é o processo, do que é a cabeça do músico enquanto está a fazer a música, e todos os conceitos que envolvem o disco é uma mais valia. Não resisto a pegar também na capa do álbum, com um puzzle duplo. Como é que surgiu essa ideia? A ideia do puzzle é a ideia do conceito do que foram estas músicas e da forma como este disco foi feito. Há dois anos atrás, quando apenas tinha alguns rascunhos para estas músicas, aquilo não era mais do que um puzzle, (não de nove peças mas de cinco mil peças), que não estava minimamente construído. Eu olhava para aquilo e não me parecia ser um disco que pudesse ter uma união. Com o passar do tempo, com o afinar de cada uma das músicas, com a procura do arranjo correto (algumas dessas músicas têm cerca de 70 melodias), toda essa busca por esses sons é como se o puzzle tivesse ficado todo bem construído. Quando coloquei o puzzle na capa foi para, conceptualmente, as pessoas terem uma ideia do disco, mesmo sem o ouvirem. O pegar em diversos bocadinhos de músicas que tinham sido feitas em diversos momentos da minha vida, nos últimos anos, e fazer disso algo

que parecesse coeso. No fundo, um puzzle bem construído. Este projeto vai a caminho de uma década de existência, começou em 2005, desde essa altura foram várias as internacionalizações e já visitou palcos em diversos pontos do planeta. Essas vivências ajudaram-no de alguma forma a construir as novas músicas? Tudo aquilo que tenho feito, quer os concertos, as experiências em cinemas, em teatro, para além das minhas próprias músicas e dos concertos em Portugal, influenciam sempre a pessoa que sou e consequentemente as músicas que faço. Uma ou duas músicas deste disco foram feitas numa tournée de concertos pela Alemanha. Todas essas vivências, os muitos sítios em que se conhecem muitas pessoas, se fala com pessoas de países diferentes, acabam por ser experiências de tal forma gratificantes e que preenchem tanto, que mesmo inconscientemente acabam por ter uma contribuição muito forte para as músicas. Para um músico é gratificante participar em bandas sonoras e em peças de teatro, enquanto desafios diferentes? Claramente, são desafios diferentes. Em relação ao cinema e curtas metragens tenho vindo a fazer algumas coisas. Em teatro,

o ano que passou e este ano, fiz três peças maiores e foram as minhas primeiras experiências. Foi claramente um desafio que eu não sabia se ia conseguir superar ou se tinha capacidades para o conseguir fazer. Felizmente, correu tudo bem. Da parte do público e da crítica toda a gente gostou muito da minha contribuição. Foram desafios que me fizeram evoluir enquanto músico e enquanto imaginação de criação. É um ambiente totalmente diferente, não é a mesma coisa de me sentar com a guitarra. São dez autores à minha frente a dizer um texto e eu tenho de fazer uma camada de música, ou um ambiente sonoro. É uma dinâmica diferente de escrever uma canção. É quase um ponto a mais que aprendi.

qual é a minha base de dados de sons. Enquanto se usar um computador, acabo por ter uma panóplia tão grande de instrumentos que, me vou perder com o objetivo de ir buscar o som que quero. Eu sei os sons que tenho, o que os meus instrumentos fazem, a partir daqui vou construir os sons que consigo imaginar.

Na criação dos instrumentais utiliza diversos instrumentos ou é algo conseguido através de software? Nunca uso software para fazer as músicas. Todos os ambientes e aquilo que faço é com base em instrumentos verdadeiros. Quando se entra pelo mundo do computador e se usa software como instrumentos de música, acaba por haver um infinito número de possibilidades. Isso a mim assusta-me um bocadinho, não saber com o que se pode contar. Ao usar instrumentos verdadeiros sei quais é que tenho e

No dia-a-dia costuma cruzar instrumentos que por norma não são utilizados no processo criativo de músicas? Tudo o que tenho no estúdio (que é um espaço pequeno lá em casa) vejo como sendo instrumentos. Por exemplo, numa das minhas músicas como percussão uso o som de uma máquina fotográfica; numa outra canção usava o som de um tiro de uma pistola. São sons que, à partida, não são de instrumentos musicais. Mas tudo o que tem som pode ser visto como instrumento mu-

Ao usar apenas os instrumentos conhecidos é ainda mais gratificante chegar ao resultado final? Para qualquer músico conseguir dar um bom uso aos instrumentos que vai comprando ao longo dos anos é sempre gratificante. Para mim, que sou quase um colecionador de instrumentos, sempre que consigo usar um desses instrumentos, ou justifico uma compra numa música é sempre muito bom.


Fotos: Direitos Reservados

 Avicii True

O Verão da Minha Vida

O VERÃO DA MINHA VIDA conta a história de Duncan (Liam James), um rapaz de 14 anos e das férias de Verão - estranhas, divertidas, e por vezes dolorosas - que passa com a sua mãe Pam (Toni Collette), o seu arrogante namorado Trent (Steve Carell) e a filha deste, Steph (Zoe Levin). Embora Duncan tenha alguma dificuldade em descobrir o seu lugar, encontra um improvável aliado e mentor em Owen (Sam Rockwell), um despreocupado funcionário do parque aquático local, onde Duncan arranja emprego. i Título Original: The Way Way Back Realizador: Nat Faxon, Jim Rash Actores: Steve Carell, Toni Collette, Allison Janney País: EUA Ano: 2013 Género: Comédia/Drama Classe Etária: M12 Duração (minutos): 103

sical. Hoje em dia, acabo por não distinguir muito bem o que são os instrumentos musicais. O instrumento que domino menos é a bateria, porque é dos poucos que não tenho em casa. Acabo por usar os fechos de malas e portas para fazer as percussões. Não são instrumentos ditos normais, mas como fazem som ganham essa designação. O tema “I Was trying to Sleep When everybody Woke Up” apresenta um interessante naipe de convidados especiais, nomeadamente: Rita Redshoes, Luísa Sobral, Francisca Cortesão, entre outros. Foi interessante ter estas colaborações extra? Estas colaborações acabaram por se juntar todas nesta música, o segundo single. É um single que fala da importância das pessoas na nossa vida, sabermos que temos pessoas à nossa volta com as quais podemos contar. Quando percebi que essa era a temática que a música estava a tomar, (ao contrário das outras em que é tudo mais solitário), achei que faria sentido, num determinado momento, a minha casa ser “invadida” por um grupo de amigos, que cantam comigo o resto da música. Foi muito bom e deu um cunho especial a essa música. i Entrevista: Hugo Rafael (Rádio Condestável) Fotos: Direitos Reservados Texto: Eugénia Sousa

A Revolta dos Perús

Nos EUA, o perú é um prato típico do Dia de Ação de Graças. Só que os perús não acham muita piada a essa tradição. Dois perús, que por acaso não gostam nada um do outro, decidem pôr de lado as suas diferenças e embarcar numa grandiosa aventura. Eles vão viajar no tempo para tentarem mudar o rumo da história e impedir que o perú se torne um prato tão tradicional entre os americanos. i Data de estreia: 2013-12-12 Título Original: Free Birds Realizador: Jimmy Hayward Actores: Vozes de: Marta Borges, Telmo Ramalho, Pedro Borges País: EUA Ano: 2013

Macklemore & Ryan Lewis – Heist  Daft Punk – Random acess-memories Rudimental  Home  Kika Alive  Robin Thicke Blurred lines  Naughty Boy Hotel Cabanna Kings of Leon  Mechanical bull  Rihanna Unapologetic  One Republic Native

As mais da discoteca

PS3 Batman: Arkham Origins

É vépera de Natal na cidade de Gotham, todos os bandidos e vilões estão em busca da cabeça que vale 50 milhões de dólares - o misterioso Batman... Vive a experiência da ascensão do Cavaleiro das Trevas, num prólogo passado vários anos antes dos eventos de Batman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City. Enfrenta os mais perigosos vilões e assassinos de Gotham City, nos primórdios da carreira de Batman na luta contra o crime. i Tipo de média: Blu-ray Disc; Género: acção; Jogadores: 1; jogadores em rede: 2-8; Compatibilidade inter-plataformas: PS3 - PS Vita; Resolução HD: 720 p.

NINTENDO Professor Layton and the Azran Legacy

O Professor Layton recebe uma carta de um outro arqueólogo, o Professor Desmond Sycamore. Nessa carta, Sycamore afirma ter descoberto uma “múmia viva” e convida Layton a confirmar com os seus próprios olhos. Intrigado, o professor e os companheiros, Luke e Emmy, dirigemse para a cidade de Froenborg para investigarem esse caso insólito. O jogo contém o maior número de quebracabeças de qualquer outro da série. São mais de 150, os quebra-cabeças novos que encontras ao longo da história principal, a que podes juntar os 385 disponíveis diariamente, durante um ano, através da Nintendo Network. i

Carregador Sony USB CP-VLS

Os carregadores universais de bolso são uma solução prática para manter os gadgets portáteis sempre funcionais. O USB CP-VLS é constituído por uma fina caixa, com uma bateria de polímeros de lítio de 1400 mAh, que permite o carregamento total de um smartphone. O novo carregador universal USB demora até três horas a carregar totalmente a bateria. O preço aproximado é de 19,90 euros. i

Nike - Smartwatch

A famosa empresa de desporto Nike está a preparar um novo smartwatch, que deverá chegar aos mercados na primeira metade do ano de 2014. Ainda não se sabe se irá ser um sucessor dos anteriores produtos ou se integrará todas as funcionalidades da Nike, do Sportswatch e da Fuelband SE. i

 Avicii feat. Aloe Blacc

Wake me up  Armin Van Buuren feat Trevor Guthrie – This is what it feels like Icona Pop  I love it  Daft Punk Get lucky  No Maka feat. Taty Agressivo – Levanta a mão  Hallux Makenzo Ela é top  Capital Cities Safe and sound  David Guetta ft.Ne-Yo & Akon - Play Hard Calvin Harris feat. Ayah  Marah – Thinking about you  Diego Miranda feat. Peetah Morgan – Say yeah



Ensino Jovem nº190