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Sorte Grande de

Design Gráfico: Rui Salgueiro

João Só Phineas and Ferb:

Across The 2nd Dimension

Boss Ac The Beatles anda Apple USB por aí Stick

Morangos com Açúcar O Filme


João Só sem abandonados João Só canta, compõe em português e é produtor musical. O primeiro disco João Só e os Abandonados saiu em 2009. Três anos depois, sem “Os Abandonados”, mas com a parceria da Lúcia Moniz, reedita o tema Sorte Grande, do álbum Ela Só, de 2011. Sorte Grande disparou na Internet e na rádio. Cada vez com mais público, o músico nunca esteve menos só.

Como é que começa o seu percurso na música? Eu sempre toquei. Comecei a fazer canções aos 15 anos, tive as primeiras bandas, que não resultaram. Depois fui para a Valentim de Carvalho. O meu primeiro disco, com os Abandonados, saiu em 2009. Os Abandonados são uma entidade, mais ou menos, abstracta. Hoje em dia, não está nenhum “abandonado” comigo, que estava no princípio. São músicos contratados que têm outros projectos e então vai-se mudado. Mas tudo muito tranquilo. Lançamos o disco Ela Só, em 2011, e agora foi reeditado este single Sorte Grande, com a Lúcia Moniz. Foi uma boa oportunidade de trabalharmos juntos. Já tinha trabalhado anteriormente no disco dela, tinha feito umas letras. Foi uma coisa que fluiu naturalmente e correu muito bem. Estou muito contente com o resultado. Foi uma surpresa o feed-back tão positivo e rápido, após o vídeo chegar à Internet e sobretudo às rádios? É sempre uma surpresa. Apesar de haver algumas canções que se consegue prever, que as pessoas possam gostar mais, que de outras. Neste caso foi uma surpresa muito boa. A reacção das pessoas nos concertos tem sido fantástica. Temos tido mais espectáculos. Tenho estado com uma agenda absolutamente louca, a promover este single. Estou muito contente

por as pessoas gostarem desta música, que a mim me diz muito. Era das canções mais fortes do disco e fico contente que as pessoas gostem das mesmas músicas que eu, o que, às vezes, pode não acontecer. Cada vez que toco a música gosto ainda mais. Temos várias versões também em acústico e vários concertos. Vai ser muito giro trabalhar neste disco e estas novas versões. É caso para dizer, pegando no título do tema, foi a “Sorte Grande” regravar este tema e o sucesso deste single ter dado ainda mais visibilidade à sua carreira e origem a mais espectáculos para este verão de 2012... Exactamente. Tive muita sorte. Na minha vida profissional trabalho sempre na música 24 horas por dia. Produzo bastantes discos, estou o tempo todo a gravar em estúdio, com outros artistas. Faço muitas canções para outras pessoas e para mim. É uma grande alegria poder estar agora mais concentrado no meu trabalho como artista, compositor e cantor em nome próprio. Tem sido uma grande alegria. Já alguns anos que ando nesta luta e agora finalmente começa a dar os frutos mais visíveis. Esses frutos poderão ter haver com o Know-how adquirido com a experiência de estúdio e as parcerias dos últimos anos? Estas coisas acontecem quando as pessoas têm trabalho para trás. Foi o que aconteceu com a Sorte Grande. As pessoas foram

ver Sorte Grande, na Internet, gostaram e viram as minhas outras músicas como Meu Bem e A Marte. Associaram e perceberam que era tudo da mesma pessoa. As pessoas gostarem de João Só, João Só e os Abandonados e dos vários projectos em que estive, pela diversidade do material que tem sido feito. Isso é uma coisa que vou sempre querer manter na minha carreira: gravar muitas canções, ter um repertório diverso, para poder agradar ao máximo número de pessoas, sem me desagradar a mim próprio. A Lúcia Moniz é a mais recente convidada para colaborar no seu trabalho. No passado, outros nomes bem conhecidos da música portuguesa já o fizeram, como foi o caso do Mendes, dos “Azeitonas”. Para si torna-se mais agradável o trabalho na música com uma parceria? Sim. Aprende-se sempre muito. Na minha curta experiência de vida sempre fiz canções sozinho. O Mendes foi a primeira pessoa com quem trabalhei e reparti a função de compor e acho que correu muito bem. A mim disseram-me para descer à terra, ouvir muitas pessoas, aprender. Trabalhar com outras pessoas tem sido uma grande mais valia. Tem sido bem feito a nível de intervalos de tempo. Agora estou numa fase que tenho este single com a Lúcia, a dar concertos em nome próprio. Não sei quando será a próxima parceria, mas haverá de certeza. Pois, gosto muito de cantar e tocar com outras pessoas.

O disco que gravou com o Mendes ainda está disponível para download legal, na Internet. Esse tipo de iniciativas são extremamente úteis para dar visibilidade e promover os artistas portugueses? Mais que úteis são necessários. No caso do Mendes e João Só na minha cabeça só fazia sentido dar às pessoas uma coisa nova, que não desse muito trabalho e que fosse reconfortante, bem disposta. Tivemos a resposta do Henrique Amaro na altura e correu muito bem. Em conversa recente com o Mendes colocamos a hipótese de daqui a um ou dois anos retomarmos o projecto. Vai ser muito positivo se assim o fizermos.

Sim. O próximo disco já está todo composto. Agora é uma questão de a seu tempo gravar e ver quando sai. Mas não tenho pressa. Para si a composição é algo natural? As letras podem surgir a qualquer momento? É muito natural e sobretudo costumo escrever muito rápido. Quando as canções não são boas, não me lembro delas no dia a seguir ou umas horas depois. Normalmente, deixo-as de lado. Às vezes, há uma ideia boa ou outra que fica. Mas, quando não são boas, nem perco muito tempo com isso. É uma coisa muito natural, não sei de onde vem, mas vem com bastante frequência.

Este mais recente single está disponível no iTunes. No futuro, o comércio vai cada vez mais passar pela via digital? Sorte Grande tem sido a grande prova disso. Os discos em Portugal não vendem muito e Sorte Grande está a vender muito bem, tem estado sempre no top do iTunes e nas outras plataformas. Isso prova que talvez o futuro passe pelo digital. O disco vai ser reeditado em breve, com Sorte Grande como single. O disco é capaz de ter alguma procura. Mas, penso que o digital é o futuro. Apesar de me entristecer um bocadinho, porque gosto muito de comprar discos.

No seu dia a dia está em estúdio a trabalhar com outros artistas, como produtor. Como é que está a assistir à actualidade dos novos grupos que estão a surgir na música portuguesa? Assisto com muita alegria. Os vários trabalhos que tenho feito como produtor têm sido todos muito diferentes e têm corrido todos muito bem. É giro ver a postura de cada artista, de idades diferentes, e de árias diferente. Dá-me muito gozo trabalhar em estúdio e fazer arranjos. Ajudar esses artistas que me contratam e convidam a tirar o melhor de si, para os discos. i

Nesta altura já está a preparar mais originais para o terceiro disco?

Este texto não segue o novo acordo ortográfico.

Entrevista: Hugo Rafael (Rádio Condestável) Fotos: Direitos Reservados Texto: Eugénia Sousa


As mais da discoteca  Bryan Wilson & Sebastian Crayn´s – Uma noite

 David Guetta feat. Sia

She wolf

 Hallux & Marcus Bruto

 Lucenzo & Sean Paul

Phineas and Ferb: Across The 2nd Dimension

Phineas, Ferb e o Agent P juntam-se numa batalha para salvarem o mundo, do terrível Dr. Doofenshmirtz. Numa viagem por diferentes dimensões, em aventuras de combate e ação, há novas personagens para desbloquear. Podes explorar 24 níveis com oito personagens jogáveis que enfrentam batalhas de vilões, utilizando engenhocas que podem ser melhoradas. Para salvar o mundo terás de rasgar os céus com uma mochila a jato, coleccionar novos objetos e lutar. i Tipo de média:UMD ; Género: Acção/Aventura Jogadores:1; Modo Ad Hoc:Nenhuma; Modo de Infra-estrutura: Nenhuma.

Wine It Up

 Jean Elan feat. Cosmo Klein Feel alive

Boss Ac anda por aí Neste verão, um pouco por todo o país, Boss AC andou por aí. Foram 26 grandes concertos entre junho e 1 de setembro. Passou, entre outros lugares/concertos pelo Rock in Rio, Queima das Fitas em Évora, Lisboa (Intendente), Festival do Crato e Feira de São Mateus, para além de inúmeras e variadas festas das cidades. Encontrámo-lo em Cascais nas Festas do Mar. Boss Ac, filho da cantora cabo-verdiana Ana Firmino, é um dos pioneiros do rap em Portugal. Do seu álbum de estreia, em 1998, Mandachuva, até hoje, foi um longo e sólido caminho com uma afirmação na área do Hip Hop. São já cinco álbuns ao longo de 14 anos. Está na forja mais um, mas o que anda mesmo na boca de muitos jovens é o single Sexta-feira (Emprego Bom Já!) A 10 de Setembro está nas festas da cidade da Moita e a 21 do mesmo mês no Funchal no Festival Summer Closing. i

 Tim Royko feat Cosmo Klein – Everlasting now

 Avicii

Silhouettes

 Calvin Harris feat. Example We´ll be coming back

 The Wanted

Chasing the sun

 Jennifer Lopez feat. Pitbull Dance again

texto e Foto: João Vasco

 Fun

Hit and Run

Some nights

 Gotye

Charlie Bronson, ex-motorista de fugas, arrisca a identidade no Plano de Protecção de Testemunhas, para ajudar a namorada a chegar a Los Angeles. Uma corrida a alta velocidade, pelas estradas com a polícia e o ex-gangue de Charlie a persegui-los. i

Making mirrors

 Alanis Mourissette

Data de estreia: 2012-09-13 Título Original: Hit and Run Realizador: David Palmer, Dax Shepard Actores: Steve Agee, Tom Arnold País: EUA Ano: 2012 Género: Acção/ Comédia

The Beatles Apple USB Stick

A Apple Corp e a EMI vão lançar uma pen USB com toda a discografia dos Beatles. A pen, com a forma de maçã, tem 16GB de capacidade remasterizada digitalmente. Para além da discografia haverá fotos da banda, documentos de estúdio, pautas e mini-documentários, numa edição limitada a 30 mil unidades. As músicas dos 14 álbuns serão disponibilizadas em formato MP3 com resolução de 320Kbps. O preço aproximado é de 190 Euros. Informações: The Beatles Store i

Havoc and bright lights

 Linkin Park

Living things

 Maroon 5

Overexposed

 Keane

Strangeland

 The Killers Battle born Hallux feat. Marcus 

The house mix

 Chris Brown

Fortune

 Rita Ora

Morangos com Açúcar - O Filme

Os amigos de longa data reencontram-se. A alegria é geral e ninguém vai querer perder o grande festival de bandas. Num ambiente de grande festa, a energia da música dá ritmo aos amores e desamores de Verão. Uma coisa é certa, o Verão é agora! i Data de estreia: 2012-08-30 Título Original: Morangos com Açúcar - O Filme Realizador: Hugo de Sousa Actores: Lourenço Ortigão, Sara Matos, Rita Pereira, David Carreira, João Catarré, Pedro Carvalho, Pedro Teixeira, Isaac Alfaiate e Jessica Athayde Produção: Plural Entertainment Portugal Distribuidora: ZON Audiovisuais País: Portugal Ano: 2012 Género: Comédia Romântica/ Musical Classe Etária: M6 Duração (minutos): 93

Verbatim Bluetooth Audio Cube

A Bluetooth Audio Cube é a nova aposta da Verbatim em colunas de som sem fios, para ligar a dispositivos portáteis. Com um design em forma de cubo, com uma dimensão de 7cm de lado, surge numa caixa em tons escuros, com os botões de controlo colocados no topo do equipamento. Para reproduzir o som a partir de dispositivos sem Bluetooh tem uma entrada de 3,5mm (minijack). O preço aproximado é de 49,90 Euros. i

Ora


Boom Festival 2012

O Boom Festival 2012, festival internacional de música trance e cultura alternativa, contou este ano com 25 mil participantes que se juntaram na Barragem Marechal Carmona, em Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco. O Festival bienal decorreu dos dias 28 de Julho até 4 de Agosto e ultrapassou em número a última edição, em 2010, com cerca de 20 mil pessoas no público. Segundo os dados da organização estiveram 102 países representados, com os franceses em maior número, seguidos pelos ingleses e os alemães. Portugal ocupou o sétimo lugar no top dos 10 países que mais público levaram ao Festival. A Alquimia foi o tema escolhido para a edição do Boom 2012. Artur Mendes, membro da organização justifica a escolha “Alquimia materializa a ideia de transmutação e transformação que pensamos ser a chave para o futuro da humanidade.”. A sustentabilidade ambiental, um dos objectivos deste Festival ao longo das suas edições, foi uma vez mais uma prioridade. “Os objectivos de sustentabilidade ambiental foram mais do que cumpridos. Aumentámos o número de WCs compostáveis; 1/4 do festival foi off-grid (recorremos a energia solar, eólica e óleo vegetal usado); criámos a campanha “We Make Soil”, onde compostámos mais de 22 toneladas de resíduos orgânicos, que agora serão utilizados para fazer solo.” – diz Artur Mendes. O ambiente foi uma preocupação da organização, mas também do público “tivemos uma adesão incrível do público, que ajudaram o festival a estar imaculadamente limpo. Ao oitavo dia do festival são muito raros os recintos que fiquem tão limpos como o do Boom.” – afirma o organizador. A avaliação final do Festival é feita por Artur Mendes, que afirma “Balanço positivo, em termos de mensagem cultural, espiritual, e como momento de união de pessoas que pensam alternativamente à cultura dominante. Ali mostrámos que é simples viver harmoniosamente, que outro objectivo podemos ter?”. Texto e Fotos: Eugénia Sousa Este texto não segue o novo acordo ortográfico.

Ensino Jovem  

Suplemento do Ensino Magazine dedicado aos jovens

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