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Design Gráfico: Rui Salgueiro

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x-wife em entrevista

A Década Dourada

A banda portuense, X-Wife, está a comemorar os dez anos de carreira, com uma série de concertos que começaram em Lisboa e vão terminar no Porto. João Vieira, o vocalista e guitarrista da banda, fala dos discos, da cumplicidade entre os músicos portugueses, e dos melhores momentos da história dos X-Wife. Uma das boas recordações da banda, foi a primeira parte do concerto da cantora Joss Stone, quando actuaram para cerca de 50 mil pessoas, na Praça do Comércio.

Um dos pontos fortes, em termos de promoção do último disco, foi a campanha radiofónica. O primeiro single teve muito airplay nas rádios… É verdade. Os singles são normalmente escolhidos pela editora, para ver o que funciona melhor nas rádios. As rádios acabam por ter um papel muito importante na promoção. Penso que foi um single bem escolhido. É fresco, aponta uma nova direcção, e, ao mesmo tempo, mostra que há uma linha de continuidade com os trabalhos anteriores. É cada vez mais difícil internacionalizar um projecto, onde por um lado está o custo das viagens e por outro a grande concorrência, pois todos os dias são conhecidos novos projectos? Essa pergunta dava para um documentário ou um programa de televisão. Vou tentar sintetizar o máximo possível. Hoje em dia é muito mais fácil editar um disco. Qualquer pessoa consegue gravar um disco, com uma qualidade razoável, em casa, com um software acessível. Já não são precisos os grandes estúdios para gravar bons discos. A criatividade acaba por ser o ponto mais importante num disco. Nasceram tantos projectos novos, por esta facilidade: as edições de autor, a Internet, as pessoas disponibilizarem a sua música. Antigamente, havia a filtragem muito maior por parte das editoras, hoje, qualquer pessoa pode editar. Depois, com a quantida-

de de projectos que há, torna-se difícil fazer com que as editoras estrangeiras tenham motivos para assinar com uma banda, que esteja a três ou quatro mil quilómetros. Os trunfos têm de ser as bandas apostarem numa sonoridade que tenha alguma coisa das suas raízes. Por exemplo, os Buraka Som Sistema, são das bandas nacionais que estão a ter sucesso lá fora. Acabam por fazer uma fusão de World Music, com música de dança. Estão a fazer algo diferente e de muito característico. No nosso caso, que estamos a fazer música que se faz nos Estados Unidos, Inglaterra, e outros países, a competição é muito maior. Ainda para mais com a grave crise que estamos a atravessar, também a nível de venda de discos, faz com que as editoras apostem cada vez menos em projectos que se tornam dispendiosos. Por falar no futuro, o vosso som tem grandes raízes rock. Como é que imagina a vossa música no futuro? Principalmente o rock clássico, com as mistura das novas sonoridades? O rock é o género musical que nunca vai passar de moda. O rock esteve sempre aí e esteve sempre bem representado por inúmeras bandas, que continuam a marcar. Há outros estilos de música que marcam décadas e depois passam completamente de moda. Mas, o rock acaba por ser um estilo musical quase como o jazz, a pop, a bossa nova. É um estilo que está sempre actual. Mesmo quando soa a rock dos anos 70 ou 80.

O vosso projecto conta com dez anos de carreira. Este aniversário tem um significado especial? É muito especial. Ainda no outro dia estávamos a começar, a gravar o primeiro EP e já se passaram dez anos. É especial por quatro pessoas estarem juntas durante tanto tempo a fazer música, a tocarem, andarem em viagem. Ainda nos manteremos juntos e com vontade de continuar a fazer música. Mas, ao mesmo tempo, também sinto que se fecha um ciclo. Há um trabalho que foi feito e há uma nova etapa. Há uma vontade de mudar e fazer coisas novas. São quatro discos bem conseguidos, cada um à sua maneira. Nota-se uma evolução de disco para disco, em termos musicais, de produção e sonoridade. É óptimo olhar para trás e ver que foram dez anos bem passados. Consegue escolher dois ou três pontos fortes de melhores memórias destes dez anos? A primeira vez que ouvi a nossa música, na rádio, foi um ponto muito forte. Há uns anos atrás, uma banda ter um contracto discográfico e passar na rádio era uma coisa muito especial. Hoje em dia está mais banalizado. Quando ouvi pela primeira vez uma música nossa na rádio foi uma sensação muito especial. Um segundo momento, posso dizer que foi a nossa chegada a Nova Iorque, na primeira vez que fomos lá tocar. Foi um período da nossa carreira de muita motivação, de muita frescura e inocência. E talvez o último momento tenha sido, no ano passado, quando tocámos na Praça do Co-

mércio. Fizemos a primeira parte da Joss Stone e tocámos para 50 mil pessoas. São momentos que são merecidos, pois trabalhamos para isso. Os objectivos foram alcançados e estamos felizes com o resultado. A vossa prenda de aniversário vai ser um espectáculo ao vivo? Sim. Pensamos em fazer um espectáculo diferente. Vai ser uma retrospectiva de toda a nossa carreira. Vai incluir a caixa de ritmos, como iniciámos; vamos ter convidados que nos acompanharam e partilharam palcos connosco; passar música que nos influenciou nestes dez anos; e mais algumas surpresas. Criar um ambiente de celebração, e, não só, um concerto. Os convidados especiais serão mais um aperitivo extra para a noite e para o espectáculo? É também para mostrar que há cumplicidade e companheirismo entre os músicos portugueses. Em alturas difíceis, temos de nos juntar e apoiar uns aos outros. Reconhecer o trabalho dos outros e valorizá-lo. As pessoas que convidamos são pessoas que respeitamos muito e que, de certa forma, foram importantes para a nossa carreira. O espírito de parceria está cada vez mais presente entre os músicos portugueses? Portugal é um país muito pequeno. As bandas têm de colaborar umas com as outras, têm de se envolver em mais do que um projecto, se querem seguir uma carreira como músicos. Tem de

haver a tal cumplicidade e companheirismo. O que eu noto cada vez mais é colaborações entre vários músicos. Músicos que tocam em duas ou três bandas e vão tocar no disco de outros, ou nos concertos. Nunca se sentiu tanto o espírito de companheirismo, como agora. Além deste concerto vão existir mais iniciativas para comemorar os dez anos de carreira? Este é o primeiro concerto, de vários concertos, que vamos fazer dos dez anos. Calhou ser Lisboa, pois já estava combinado há bastante tempo. Vamos terminar esta tour no Porto, que é a nossa cidade. Foi aqui que a banda nasceu e cresceu e actuou pela primeira vez. Vamos tocar temas e algumas versões que nunca fizemos. Terminamos aqui no Porto, talvez para o fim do ano. Ao longo desta década tiveram sempre uma boa relação com os fãs? Acho que sim. Fomos sempre bastante terra a terra, disponíveis, tivemos sempre uma ligação bastante directa, sem grandes vedetismos. Uma relação muito normal. Fomos conhecendo as pessoas que nos foram ajudando, ao longo dos anos, que foram dando a conhecer a nossa música aos amigos, levaram-nos para os concertos. A relação com os fãs é algo muito importante e para respeitar. São eles que nos mantém no activo. As redes sociais também fazem com que seja fácil manter essa relação. i Entrevista: Hugo Rafael Fotos: Direitos Reservados Texto: Eugénia Sousa


As mais da discoteca  Hallux & Marcus Balada boa

 Pete Tha Zouk & Rae

Learn 2 love

 Martin Solveig Big in japan

 Swedish House Mafia vs

PlayStation3: London 2012

A proposta da PlayStation3 é para que vivas os Jogos Olímpicos intensamente. O London 2012 é um jogo com comentários dinâmicos, gráficos realistas e suporte para o 3D estereoscópico. Esforça-te para ganhares a medalha de ouro em 45 modalidades, incluindo eventos no modo Party Play e 12 modalidades que podem ser jogadas com o comando de movimento PlayStation®Move. A concorrência pode ser enfrentada online através da PlayStation®Network. As tabelas de classificação são actualizadas com a contagem pessoal de medalhas. i Género: desporto; Jogadores 1-8; Resolução HD: 1080i, 1080p, 720p; Som: Dolby 5.1 Data de lançamento: Junho 2012

Knife Party - Antidote

 Rio feat. U-Jean

Planeta Vaca vencem em Corroios Os Planeta Vaca, de Penhascoso / Santarém, depois do segundo lugar no 8º Concurso de Bandas de Garagem em Setúbal, chegaram cheios de garra e entrega a um rock’n’roll a saltar dos poros e superiorizaram-se às 76 bandas que concorreram à 17ª Edição do Festival de Música Moderna em Corroios. No final, para além da banda vencedora estiveram também em palco a Circo de Atrocidades de Lisboa, e os Spinning de Vila Real. texto e Foto: João Vasco

Animal

 Calvin Harris feat. Ne-Yo Let´s go

 R.J.& Pitbull

U know if ain´t love

 Kourosh Tazmini

Can u feell

 Pedro Amorim Balança

Jean Elan feat. Cosmo Klein Feel alive

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Peter Gabriel actua em Portugal

LOL

LOL é a história de Lola (Miley Cyrus), uma adolescente que tem que lidar com o namorado que a traiu e com a sua mãe, com quem tem uma relação muito atribulada. i Data de estreia: 2012-06-21 Título Original: LOL Realizador: Lisa Azuelos Actores: Ashley Greene, Demi Moore, Miley Cyrus, Ashley Hinshaw, Thomas Jane, Douglas Booth País: EUA Ano: 2012 Género: Comédia/ Romance

O músico britânico Peter Gabriel vai actuar em Julho no 18.o Festival Super Bock Super Rock, perto da praia do Meco, Sesimbra, anunciou a organização através do Facebook. O músico, de 62 anos, fundador dos Genesis e que prossegue há várias décadas uma carreira a solo, estará no festival a 7 de Julho, terceiro e último dia do evento, no qual actuarão igualmente Aloe Blacc, The Shins e Skrillex. A última vez que Peter Gabriel atuou em Portugal foi em 2004, na primeira edição do festival Rock in Rio Lisboa, onde deu um concerto de grande impacto. A 18a edição do festival Super Bock Super Rock, organizado pela promotora Música no Coração, decorrerá de 05 a 07 de julho e conta no cartaz, que ainda não está fechado, com nomes como Incubus, Lana del Rey, Bloc Party, The Shins, Regina Spektor, M.I.A. e os portugueses Supernada e Wraygunn.

Making mirrors

 Keane

Strangeland

 Boss AC

AC para os amigo

 Foster the People Torches

 Lana Del Rey Born to die

 Mastiksoul Forever

Puro Golf

A golf é a nova linha de bolsas e capas de proteção para iPhone, da marca Puro. A linha existe em quatro versões: Golf, Golf IMD, Golf Booklet e Golf Flipper. São todas em eco-pele perfurada com um forro de veludo e adaptam-se às formas do iPhone 4/4S. Protegem e mantém todas as funcionalidades do ecrã acessíveis. Preços aproximados: 14,90 e 19,90 euros. Informações: Puro e Projecto Visual i

 Sean Paul Tomahawk techique Buraka Som Sistema 

Komba

 Madonna

MDNA

 Coldplay

MIB – Homens de Negro 3 3D

Nos seus 15 anos de serviço com os Homens de Negro, J viu algumas coisas inexplicáveis, mas nada - nem mesmo os extraterrestres - é tão estranho como o seu colega. Agora, a vida de K e o destino do planeta estão em jogo e o agente J terá que viajar no tempo, para mudar o passado. Então, descobre que existem segredos no Universo, acerca dos quais K nunca lhe falou. A vida do parceiro, a agência e o futuro da humanidade estão nas mãos de J. i Data de estreia: 2012-05-24 Título Original: Men in Black III Realizador: Barry Sonnenfeld Actores: Will Smith, Tommy Lee Jones, Emma Thompson, Josh Brolin, Alice Eve, Bill Hader País: EUA Ano: 2012 Género: Acção/ Comédia

Sony MA100

A nova gama de auscultadores “over year” da Sony, chegou a Portugal no início do mês de Maio. A linha foi pensada para uma utilização mista com emissões de televisão, jogos e música. São três os modelos dos auscultadores over year: MDR-MA500, MA300 e MA100. O modelo MA100 é a proposta mais simples e económica. Com uma unidade de cúpula com 40mm, almofadas “suaves”, um cabo com 2 metros de comprimento e ficha mini-jack simples. O preço aproximado do MA100, 30 Euros. Informações: Sony i

Mylo xyloto


Ensino Jovem  

Suplemento do Ensino Magazine dedicado aos jovens