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“Não se pede ao público para acreditar no terror impossível, mas sim no terror possível.”

Tod Browning

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4 Irving Thalberg


Quando Tod Browning começou a filmar, em 1915, tinham passado apenas duas décadas sobre a exibição pública, pelos irmãos Lumiére, do pequeno filme L’arrivée d’un train en gare de La Ciotat. Nessas imagens animadas com 50 segundos de duração, muito provavelmente a primeira exibição comercial de um filme, um comboio passava diagonalmente na tela em direção à sala que o via, dando a sensação aos espectadores que assistiram a essa exibição de que o comboio poderia sair da tela e ceifar a vida dos incautos e surpreendidos primeiros espectadores de cinema. Nessa exibição em Paris do filme dos irmãos Louis e Auguste instalou-se o pânico entre os espectadores que abandonaram as suas cadeiras para fugir do comboio filmado como se ele fosse, naquela sala, um objeto real e potencialmente perigoso.

den Meyer (MGM) fundada em 1924 pela fusão da Metro Pictures, da Goldwyn Pictures Corporation e da Louis B. Mayer Pictures. Esta última era liderada por Louis B.Meyer que recruta um jovem ambicioso acabado de sair da Universal, Irving Thalberg, que se vai tornar fundamental para a afirmação da MGM. A ascensão meteórica e o protagonismo de Thalberg na sociedade americana de então inspiraria F.Scott Fitzgeral a escrever The Last Tycoon em 1941. O cinema registou a história através de Elia Kazan, em 1976, com Robert De Niro no principal papel e sob o título nacional de O Grande Magnata. O produtor sai da Universal por causa dos atritos com Eric von Stroheim, um importante realizador de cinema de origem austríaca muito próximo de Carl Laemmle, imortalizado mais tarde na tela, como ator, no papel de mordomo de Gloria Swanson no filme O Crepúsculo dos Deuses/Sunset Boulevard (1950) de Billy Wilder. É assim na MGM que Thalberg, de forma mais vincada, consegue pôr em prática a sua estratégia comercial de aliar a produção de filmes à sua distribuição e terá, a nível comercial, o retorno dessa aposta. A MGM torna-se rapidamente a mais importante empresa cinematográfica americana possuindo, como se dizia publicitariamente na altura, “mais estrelas que o céu”.

Percebeu-se, logo ali, em finais de 1895, que as imagens animadas não continham em si apenas o deslumbramento tecnológico de nos mostrarem uma realidade, mas também de interferirem de forma absolutamente extraordinária com as nossas sensações. E o Cinema vive disso, e o Cinema é isso. Em França cria-se também no ano de 1895 a primeira empresa que produz e distribui filmes, a Gaumont, a empresa cinematográfica mais antiga do mundo. Mas os Estados Unidos da América, uma sociedade fervilhante e inventiva, não ficam atrás e surge a Universal Studios em 1912, fundada pelo alemão Carl Laemmle - ainda hoje em atividade e detida pela NBC - entre outras, como a Metro Gol-

A Universal na sua fase de crescimento e a MGM na afirmação rápida a partir da sua fundação são empresas moldadas por Thalberg, pela sua visão de que o cinema era uma indústria que servia as massas. Tod Browning vai trabalhar precisamente com estes dois grandes estúdios. 5


mais, uma poderosa e bem sucedida indústria. Thalberg afirmava sem particular incómodo que os filmes não são para se fazerem, mas fundamentalmente para se refazerem, o que estava em coerência com a sua visão do cinema-indústria e não propriamente do cinema-arte.

No início da indústria de cinema americana o realizador era apenas mais uma peça da engrenagem. Tirando o citado D.W.Griffith, Chaplin, Buster Keaton, King Vidor, Cecil B. DeMille, ou mesmo Stroheim, são poucos os filmes que tinham o nome do realizador como chamariz comercial. O cinema mudo era um reino quase exclusivo dos grandes produtores como Irving Thalberg com as principais divas do cinema como Mary Pickford, Louise Brooks, Lilian Gish, ou Greta Garbo que sobreviveu muito bem à passagem para o cinema sonoro, ou de atores como Chaplin, Keaton, que protagonizam os filmes que dirigem, de atores como John Gilbert, Valentino, Douglas Fairbanks, ou o memorável Lon Chaney, de que falaremos mais à frente devido à sua relação artística com Tod Browning. Os realizadores estavam lá para fazer com que as estrelas brilhassem, era essa a sua função e o seu trabalho era frequentemente adulterado, sem especial preocupação, por produtores que procuravam o sucesso numa arte que se tornava, cada vez

sariamente longas mas por pequenas histórias que eram mostradas em sequência em salas de espetáculos, cafés ou sociedades recreativas que tinham capacidade para albergar a parafernália técnica e o conjunto de curiosos que rejubilava com a novidade das imagens em movimento. Tod Browning começou assim. Entre 1915 e 1917 fez um conjunto de curtas-metragens que não ultrapassavam as duas bobines. O primeiro filme propriamente, com cinco bobines, é creditado, não sem alguma dúvida, à longa metragem Jim Bludso (1917) sobre a história de um engenheiro de uma companhia do rio Mississipi que se junta às forças da União na Guerra Civil Americana, contra a vontade da sua mulher de origem sulista. Nesse ano faria mais quatro filmes. No ano seguinte realizaria mais sete. A maior parte destes filmes encontram-se perdidos. Em 1919 realiza mais cinco filmes entre os quais The Wicked Darling com Lon Channey e Priscilla Dean, que é possível ainda hoje visionar devido ao facto de uma cópia do filme ter

As primeiras películas cinematográficas, os primeiros filmes, não passavam globalmente, e no seu início, por estruturas narrativas elaboradas e neces-

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Tod Browning

Tod Browning chegou à realização depois de se ter ligado ao cinema enquanto ator em pequenos papéis em filmes anódinos e, sobretudo, como assistente de realização de D.W.Griffith (1875-1948), no ambicioso e controverso filme Intolerância (1916), onde também participa como ator/figurante. D.W.Griffith é provavelmente o realizador mais marcante do cinema mudo americano e um dos percussores da linguagem cinematográfica da grande metragem, que foi naturalmente evoluindo até aos dias de hoje.


sido encontrada na Holanda e restaurada pelo Netherlands Film Museum. A bela Priscilla Dean contracena com Lon Chaney em The Wicked Darling (1919) e seria igualmente a grande estrela do filme A Virgem de Instambul (1920), um interessante sucesso comercial nos Estados Unidos e, talvez por isso, o primeiro filme de Tod Browning exibido em Portugal. A sua estreia em solo nacional foi no Cinema Condes, em Lisboa, a 5 de julho de 1921, numa sala que viria a ser demolida para dar lugar ao novo Cinema Condes, de 1952, uma obra muito elegante do arquiteto Raul Tojal, na Avenida da Liberdade, da qual ainda hoje podemos admirar a fachada que aloja presentemente o Hard Rock CafĂŠ de Lisboa. 7


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The Wicked Darling, 1919

A Vigem de Estambul, 1920


Lon Chaney (1883-1930) é o ator que marca a cinematografia de Tod Browning. Os primeiros filmes do ator originário de Colorado Springs são sob a direção de um desconhecido Joseph De Grasse, de origem canadiana, com quem faz mais de uma dezena de longas-metragens. Browning descobre-o em 1919, com o já referido The Wicked Darling (1919), e só volta a trabalhar com ele seis anos depois no palpitante The Unholy Tree/A Trindade Maldita (1925), onde Lon Chaney interpreta um duplo papel, entre os quais o de ventríloquo, e onde aparece pela primeira vez o ator anão Harry Earles, aqui com 23 anos, que seria um dos atores centrais no polémico Freaks/A Parada Dos Monstros (1932). Com Lon Chaney Tod Browning realizou 9 filmes, entre os quais o assombroso The Unknow/O Homem Sem Braços (1925), onde a tendência de Browning pelo bizarro e invulgar fazia já um caminho seguro e mais afirmativo que a sua anterior filmografia.

LLon Chaney é um ator absolutamente invulgar por fazer papéis inesquecíveis no cinema mudo como O Fantasma da Ópera (1925) ou O Corcunda de Notre Dame em Nossa Senhora de Paris (1926) de Wallace Worsley. O seu avô tinha uma escola para surdos-mudos para ajudar a sua própria filha que sofria desse problema. Os pais de Chaney conhecem-se na escola, são ambos surdos-mudos, casam, e Lon é o segundo filho do casal. Lon Chaney desenvolve um conjunto de capacidades como a expressividade, caracterização e flexibilidade que lhe vão dar um lugar muito especial no cinema, apesar da sua curta carreira. É ele a personagem imortalizada por James Cagney em The Man of a Thousand Faces/O Homem das Mil Caras (1957). Cabe a Chaney a responsabilidade de ele próprio se caracterizar para os papéis que lhe atribuem, criando imagens icónicas do cinema da altura. Ele e a sua mala de caracterização são inseparáveis. O ator ficará muito ligado ao cinema de 9


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Tod Browning e Lon Chaney


Tod Browning colaborando em 8 filmes no período 1925-1929. Chaney seria seguramente o Conde Drácula no Drácula (1931) de Browning caso não tivesse prematuramente falecido de um cancro na garganta em 1930. O desaparecimento de Chaney deu assim lugar a Béla Lugosi (1882-1956), o ator de origem húngara que se colou à imagem do Drácula durante muitos anos, tornando-o conhecido do grande público. Este filme de Browning foi determinante para as particularidades que se atribuem aos vampiros, segundo a obra de Bram Stoker. Por isso as técnicas anti-vampiro globalizaram-se através do filme de Browning: espetar uma estaca de madeira no coração para o matar, ou as medidas profiláticas do crucifixo ou dos alhos (no filme a planta é a acónita, conhecida como mata-lobos, uma planta venenosa), entre outras particularidades, são muito conhecidas hoje graças ao filme de Tod Browning e ao sucesso comercial que ele teve, sendo essas mesmas práticas mimetizadas até aos dias de hoje noutros filmes sobre a mesma temática.

Lon Chaney, em “The Wicked Darling ”, 1919

Lon Chaney, em “O Homem sem Braços”, 1927

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Charle Albert Brownin Jr nasce a 12 de julho de 1880 no seio de uma família próspera do ponto de vista económico, na cidade de Louisville (tal como D.W.Griffith), no estado de Kentucky. A cidade de Louisville é uma cidade grande para os padrões da altura e praticamente duplica a sua população entre 1880 e 1910, muito pela força económica do Rio Ohio e da indústria naval e comercial a ele associados. No entanto o espírito de Tod Browning é um espírito inquieto que não se acomoda a uma vida pacata e burguesa e, assim, sai de casa dos pais aos dezasseis anos para se juntar a companhias de circo que o encantam, e onde desempenhará papéis de palhaço, acrobata, apresentador e contorcionista. Chega mesmo a pertencer a uma das grandes companhias de circo da altura: a Rigling Brothers Circus, uma companhia muito reconhecida nos inícios do século XX e fundada por artistas de circo franceses e alemães emigrados nos Estados Unidos da América. Há mesmo quem afirme que foi a paixão por uma bailarina circense que o fez abandonar a sua cidade natal. Não existem certezas, existem apenas especulações mais ou menos cinematográficas sobre o caso; nem no seu mais dedicado estudioso, Elias Savada, um crítico de cinema que é membro da American Film Institute, uma conceituada organização americana que se dedica a estudar e documentar a história do cinema americano, se aventura nesse particular domínio.

Seja como for o cinema de Tod Browning é marcado por essas mulheres especiais que o circo nos trazia, as contorcionistas, as bailarinas, as partners de algum número especial. No cinema de Tod Browning elas são marcantes. Há duas em particular: a doce Nanon do The Unknown/ O Homem Sem Braços (1927) interpretada pela poderosa Joan Crawford, e a pérfida Cléopatra em A Parada dos Monstros/Freaks (1932), interpretada pela atriz russa Olga Baclanova que havia participado em alguns filmes russos antes de mudar para Hollywood. A atriz passa bem pelo cinema mudo, mas a sua forte pronúncia dita uma carreira curta e pouco fulgurante no cinema sonoro. Em Freaks, pelo contrário, a pronúncia acentua a maldade da personagem. A carreira circense de Tod Browning releva ou acentua a sua tendência para o espetacular e para o bizarro. Browning chega mesmo a fazer dupla com um hipnotizador, cabendo-lhe a ele o papel de cadáver hipnotizado que é enterrado e desenterrado passado horas para brutal espanto de plateias nos Estados Unidos e até mesmo na Europa onde o espetáculo chegou. Browning abraça uma vida errante alimentando-se do reconhecimento público. O cinema é por isso um passo natural. Faz pequenos papéis desde 1913. Dois anos depois que se dedica-se à sua paixão: a realização. 12


Olga Baclanova, em A Parada dos Monstros/Freaks, 1932

Joan Crawford e Lon Chaney, em The Unknown/ O Homem Sem Braรงos, 1927


O jovem Browning fez de cadáver que reaparecia passado muitas horas vivo, depois de devidamente enterrado, e graças a dispositivos que escapavam ao olhar do público e que o impediam de morrer como toda a gente achava que iria acontecer.

de Cannes em 1962, assim como Browning reaparecia intacto após o hipnotismo aparentemente mortal a que se havia sujeitado. Foi uns meses antes da sua morte que Freaks foi reabilitado e se tornou num filme de culto, até hoje.

A sua carreira cinematográfica assemelhou-se a essa encenação mágica que ele experimentou nos primeiros anos em que esteve embrenhando no mundo do circo e da magia. Assim a carreira de Browning fez-se de alguns sucessos interessantes como The Unholy Tree/A Trindade Maldita (1925), que lhe valeu o epíteto que perdurou no tempo de Edgar Alan Poe do cinema, pelo crítico Richard Watts Jr do New York Herald Tribune, ou em sucessos ainda mais fortes como o sonoro Dracula (1931). Browning permaneceu sempre ancorado na carga muito teatral do cinema mudo e tudo desembocou no seu glorioso falhanço Freaks/A Parada Dos Monstros (1932). O filme que o enterrou. E isso aconteceu comercialmente (Freaks teve um orçamento de 316 mil dólares e rendeu sensivelmente metade), mas também em termos artísticos. Não será de estranhar então que um número da prestigiada revista francesa Cahiers du Cinéma sobre o cinema americano, datado de 1955, o tenha pura e simplesmente ignorado. Mas é precisamente em França que o filme faz a sua reaparição gloriosa, no Festival de Cinema

A base para Freaks é a novela de Tod Robbins Spurs escrita para a Munsey’s Magazine em 1923. Tod Browning apaixona-se pela novela e convence Thalberg a financiá-la. Robbins reescreve-a para o filme e tendo em conta um conjunto de personagens absolutamente bizarras que Ben Piazza, o diretor de atores, descobre numa viagem propositada por cidades americanas em que existem freaks. É assim que nos chegam personagens como o rapaz pela metade ou o torso humano, entre outros seres humanos com deformidades físicas verdadeiramente aterradoras, a que se junta outras bizarrias como o casal de anões Hans e Frieda. Thalberg na sua demanda por estrelas que contrabalançassem todo este desfilar de personagens deformadas aposta em Myrna Loy, uma estrela em ascensão, para o papel de Cleópatra, mas não teve sorte pois a atriz recusou o papel horrorizada com o argumento que lera. No entanto Thalberg estava apostado em concretizar o sonho de Browning. O realizador vinha de um fantástico sucesso com Dracula (1931) mas a Universal contraporia com o estrondoso 14


Dracula, 1931

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The Unholy Tree/A Trindade Maldita, 1925


A Parada dos Monstros/Freaks, 1932

16 A Parada dos Monstros/Freaks, 1932


Frankestein (1931) de James Whale. Era preciso ir mais além e Thalberg era homem para essa tarefa. Contudo as coisas começaram logo a correr mal nos estúdios da MGM. Perante um conjunto de novéis e deformados atores a frequentarem os espaços dos estúdios, os outros atores foram-se queixar a Louis B.Mayer que ficou furioso com o espetáculo que involuntariamente tinha lugar nos seus estúdios. Thalberg aguentou o embate e tentou esconder ao máximo os deformados atores de Freaks, desde logo pela montagem de uma tenda que os apartasses dos olhares dos outros. A cantina segregada foi uma das condições de base para que Freaks continuasse em rodagem.

Thalberg tinha de fazer alguma coisa e fez. Reduziu cerca de trinta minutos ao filme que nos chegou até hoje com aproximadamente uma hora. Retirou cenas como o desmembramento de Cleópatra (a futura mulher galinha que podemos ver também na cena final) ou a castração de Hércules pelos revoltados freaks. Ao que se sabe nas cenas finais do filme ouvia-se Hércules a cantar como um castrato. Thalberg sugere ainda a Browning um happy end com o casal de anões, num final que não existia na versão original. Nem assim o filme se salvou comercialmente. Curiosamente é em San Diego que o filme é um sucesso. O Diego’s Fox Theatre tinha ficado com a cópia inicial e passouO filme ficou pronto nos inícios do ano de 1932 e a -a sempre para largas plateias. A versão higienizada sua première restrita foi feita em San Diego para se de Freaks não teve a mesma sorte nos outros cinemas aquilatar, como hoje ainda acontece na indústria ame- americanos. ricana, da reação do grande público. O resultado foi desastroso. Alguns dos espectadores saíram da sessão O filme foi apenas reabilitado na Europa, passado três profundamente alterados e até um processo contra a décadas, e no ano em que Browning foi a enterrar, em MGM foi apresentado por uma senhora que culpou 1962. Mas essa sorte condiz com Browning: pelo mao visionamento da filme pelo seu aborto espontâneo. cabro e pelo seu desacerto com o tempo. 17


CURTAS-METRAGENS The Lucky Transfer (1915) The Slave Girl (1915) An Image of the Past (1915) The Highbinders (1915) The Story of a Story (1915) The Spell of the Poppy (1915) The Electric Alarm (1915) The Living Death (1915) The Burned Hand (1915) The Woman from Warren’s (1915) Little Marie (1915) Puppets (1916) The Fatal Glass of Beer (1916) Everybody’s Doing It (1916)

LONGAS-METRAGENS MUDAS Jim Bludso (1917) A Love Sublime (1917) Hands Up! (1917) Peggy, the Will O’ the Wisp (1917) The Jury of Fate (1917)

The Legion of Death (1918) The Eyes of Mystery (1918) Revenge (1918) Which Woman? (1918) The Deciding Kiss (1918) The Brazen Beauty (1918) Set Free (1918) The Wicked Darling (1919) com Lon Chaney e Priscilla Dean The Exquisite Thief (1919) com Priscilla Dean

The Unpainted Woman (1919) The Petal on the Current (1919) Bonnie Bonnie Lassie (1919) The Virgin of Stamboul (1920) estreou em Portugal, Condes, Lisboa, 5 de julho 1921 - A VIRGEM DE INSTAMBUL, com Priscilla Dean Outside the Law (1920) com Lon Chaney e Priscilla Dean No Woman Knows (1921) The Wise Kid (1922) Man Under Cover (1922) Under Two Flags (1922) estreou em Portugal, Condes, Lisboa, 3 de novembro 1925- SOB DUAS BANDEIRAS, com Priscilla Dean

Drifting (1923) estreou em Portugal, Condes, Lisboa, 19 de fevereiro


1927 NO TURBILHÃO, com Priscilla Dean The Day of Faith (1923) White Tiger (1923) Com Priscilia Dean The Dangerous Flirt (1924) Silk Stocking Sal (1924) The Unholy Three (1925) estreou em Portugal, Odeon, Lisboa, 19 de outubro 1927 A TRINDADE MALDITA, com Lon Chaney Dollar Down (1925)

The Mystic (1925) estreou em Portugal, Odeon, Lisboa, 18 de janeiro 1928 A FILHA DO CIGANO The Blackbird (1926) estreou em Portugal, Odeon, Lisboa, 20 de junho 1928 O LACRAU, com Lon Chaney The Road to Mandalay (1926) estreou em Portugal, Odeon, Lisboa, 10 de abril 1929, O HOMEM DE SINGAPURA, com Lon Chaney The Show (1927) estreou em Portugal, Odeon, Lisboa, 8 de maio 1929, O PALÁCIO DA ILUSÃO The Unknown (1927) estreou em Portugal, S.Luiz, Lisboa, 13 de fevereiro 1929, O HOMEM SEM BRAÇOS, com Lon Chaney London After Midnight (1927) estreou em Portugal, 21 de maio 1930, LONDRES DEPOIS DA MEIA-NOITE, com Lon Chaney The Big City (1928)

estreou em Portugal, Odeon, Lisboa, 25 de junho 1930, LADRÕES DE JÓIAS, com Lon Chaney

West of Zanzibar (1928) estreou em Portugal, Royal, Lisboa, 10 de julho 1930, EM PLENA SELVA, com Lon Chaney Where East Is East (1929) estreou em Portugal, Royal, Lisboa, 11 de junho 1931, ORIENTE, com Lon Chaney

LONGAS-METRAGENS SONORAS The Thirteenth Chair (1929) Outside the Law (1930) com Edward G.Robinson Dracula (1931) estreou em Portugal, Caleidoscópio, Lisboa, 16 de março de 1976, DRÁCULA, com Bela Lugosi Iron Man (1931)

Freaks (1932) estreou em Portugal, S.Luiz, Lisboa, 16 de maio 1933, A PARADA DOS MONSTROS Fast Workers (1933) Mark of the Vampire (1935) com Bela Lugosi

The Devil-Doll (1936) estreou em Portugal, Central, Lisboa, 19 de abril 1937 A BONECA DO DIABO Miracles for Sale (1939)


Profile for Cineclube Guimarães

Enquadramento #16: Tod Browning  

Revista Enquadramento, do Cineclube de Guimarães

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