Issuu on Google+

Osasco, Abril de 2014

Abril 2014

FILIAL - Brasília

FILIAL - rIO DE JANEIRO

FILIAL - cAMPINAS Matriz


Feira e eventos - Automec

O Ekofiltro marcou presença em uma das maiores feiras do setor de peças, equipamentos e serviços voltados para veículos pesados e comerciais da América Latina.

Espaço sqg (qualidade) Colaboradores, após “ Auditoria Interna Realizada em 2014 onde foram identificadas 2 Não Conformidades e 9 Potenciais de Melhoria. Constatamos através dos resultados apresentados que a Engebras está atendendo aos requisitos estabelecidos na norma ISO 9001 e otimizando seus processos e produtos a cada dia. Agradecemos e contamos com o empenho e colaboração de todos, para que juntos possamos alcançar a qualidade total em nosso sistema”.

Qualidade só se conquista quando todos participam! Para alcançar qualidade é preciso trabalhar em equipe. Cada um controlando o que faz e todos controlando tudo. Assuma o seu papel neste projeto. Participe. Só assim é que percorremos bem os nossos caminhos.

A EMPRESA SOMOS NÓS.


Espaço recursos humanos

Aconteceram nos últimos dias algumas movimentações de colaboradores a seguir: Os senhores Claudio Barone e Ederson de Paiva agora fazem parte da equipe da área do DTTI e o Sr Guilherme Alecio assume a função de Supervisor Técnico, todos eles reportam-se para o Sr. Laercio Alves, na área do DCCO, o Sr. Adriano Rogério assume a função de Coordenador, e reporta-se ao Sr. Amauri Souza. Nesta fase de transição, contamos com a costumeira colaboração de todos.

Desejamos sucesso a todos em suas atribuições. Recursos Humanos

Campanhas internas


TRÂNSITO Mortes no trânsito caem 6% em São Paulo SÃO PAULO - Embora o número de mortes no trânsito da capital paulista tenha caído 6% em 2013 e chegado ao patamar mais baixo dos últimos oito anos, a cidade ainda mantém um sistema viário perigoso. Por exemplo, em comparação ao município de Nova York, nos Estados Unidos, onde 274 pessoas morreram, São Paulo registra quatro vezes mais mortes no trânsito, com 1.152 ocorrências no ano passado, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Consideradas as diferenças de tamanho - a cidade norte americana tem população de 8,3 milhões, 30% a menos do que os 12 milhões de paulistanos -, a proporção de mortes nas vias de São Paulo a cada 100 mil habitantes é quase três vezes maior. Tomando por base esse índice, no ano passado, 9,6 pessoas perderam a vida em acidentes na maior cidade do Brasil, enquanto em Nova York foram 3,3, segundo o último levantamento da cidade americana, que se refere a 2012.

As principais vítimas do trânsito na capital paulista continuam sendo os pedestres. Em 2013, dos mortos no tráfego da cidade, 514 andavam a pé - contra 540 no ano anterior. Os motociclistas estão na segunda colocação. No último ano, 403 deles perderam a vida em acidentes viários, ante 438 em 2012. Motoristas ou passageiros de automóveis integram o grupo cujas vítimas de um ano para o outro ficaram em um patamar estável: a queda foi de somente um caso, atingindo a marca de 200 em 2013. Já os ciclistas caíram de 52 para 35, a variação mais expressiva entre todos os grupos. O diretor de Planejamento da CET, Tadeu Leite Duarte, credita a redução de mortes no período a programas de educação lançados nos últimos anos, como o de respeito ao pedestre e o de redução de velocidade máxima nas avenidas. “Também nos concentramos com o governo do Estado na questão das blitze de alcoolemia ao volante. Temos que manter isso reforçado, porque se você deixa as regras soltas, elas podem se perder.”

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,mortes-no-transito-caem-6-em-sao-paulo,1142782,0.htm


Trânsito Ônibus 100% elétrico entra em teste no Rio de Janeiro O primeiro ônibus 100% elétrico começa a rodar pelas ruas da cidade. O modelo ficará em testes durante um mês – podendo se estender por mais um –, na linha 249 (Água Santa–Carioca), da empresa Rodoviária A. O veículo, que leva 5 horas para ser recarregado, com Matias, que faz um trajeto porta até 80 passageiros, sendo 29 sentados, 50 em pé e um de 35 km. O veículo tem cadeirante. autonomia para rodar 250 km e fará cinco viagens por dia: três pela manhã e mais duas à tarde. À noite, ele vai para a garagem, onde foi instalado um sistema para recarregar as baterias, processo que leva cinco horas.

“É um veículo com emissão zero de poluentes, energia limpa e carregado na tomada. Estamos em fase de testes aqui e queremos ver a adaptação dele ao nosso trânsito, ao nosso clima, a duração das viagens, a frequência... Com essa experiência, é que vamos ver a possibilidade de expansão desses modelos. O futuro dessa tecnologia é muito promissor e entendemos que ela pode ser uma alternativa para o transporte do Rio”, explicou o presidente da Fetranspor, Lélis Teixeira.

O ônibus usa baterias de fosfato de ferro, considerada a mais limpa e segura, porque são recicláveis e à prova de fogo. Os motores elétricos ficam embutidos nas rodas do eixo traseiro e, como não têm combustão, o resultado são veículos bem silenciosos. Segundo o secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, o ônibus vai levar comodidade e conforto aos passageiros, além de ver sustentável. Caso o teste seja bem sucedido, a expectativa é viabilizá-lo comercialmente: “Se a avaliação for boa, o que precisaremos é de capacidade industrial e a viabilidade econômica do projeto se materializar, porque não é viável se for importado. Mas já existe a disponibilidade do fabricante [a empresa chinesa BYD] de instalar uma fábrica no Brasil, com apoio e incentivo dos governos, e aí sim podemos sonhar em ter esse veículo em larga escala no sistema de transportes do Rio”. O modelo que vai rodar em fase de teste não tem ar-condicionado, mas, caso venha a ser fabricado para o Rio, todos virão com o equipamento de fábrica. Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rio/noticia/100000673263/%C3%B4nibus-100-el%C3%A9trico-entra-em-teste-hoje. html

Mobilidade urbana: a teoria x a prática Uma coisa é fato e não há como ignorar. Algo precisa ser feito para tornar o trânsito viável nas grandes cidades brasileiras em termos de mobilidade. A teoria mais básica diz que se as pessoas trocarem o carro pelo transporte coletivo, o trânsito certamente melhorará e até o transporte público ficará mais eficiente. Ocorre porém, que na maioria das grandes cidades, a infraestrutura não cresceu na mesma proporção que a população e os usuários de transportes públicos e, como consequência, a capacidade instalada desses meios estão operando muito acima dos limites. Aí vem uma pergunta: como motivar as pessoas a trocarem os carros e todo o conforto por um meio de transporte que mal comporta seus usuários atuais?

Sem uma estruturação rápida e eficiente dos meios de transportes coletivos, essa troca simplesmente não irá acontecer. A Política Nacional de Mobilidade Urbana, que foi sancionada em janeiro de 2014 caminha exatamente nesta direção. Isto é, dá prioridade aos meios de transportes não motorizados e ao serviço público de transporte coletivo. Também deixa aberta a possibilidade de cobrança do pedágio urbano, justamente para haver um mecanismo que pressione o usuário de carro a migrar para o transporte coletivo. Na prática: vai ficar mais caro utilizar o carro, o poder público passará a ter uma nova fonte de receita e as pessoas continuarão no conforto dos seus veículos.

Como alternativa, a Política Nacional contempla a utilização de veículos não motorizados, entenda-se bicicletas. Na teoria esta alternativa é excelente, pois é politicamente correta e vai ao encontro das demandas ambientais atuais. No entanto, mais uma vez, a prática se confronta com a teoria. Espero algum dia ver a bicicleta fazendo parte harmonicamente do trânsito das grandes capitais e servindo como uma das alternativas para a mobilidade, porém esta realidade está muito longe da prática. Hoje, o uso de bicicletas como meio de transporte em massa ainda é inviável por questões como distância, geografia e velocidade. Naturalmente não há uma solução simples e pontual. São necessárias várias medidas e o conjunto delas é que nos aproximará de soluções

Fonte: http://www.campograndenews.com.br/artigos/mobilidade-urbana-a-teoria-x-a-pratica


VALE A PENA SABER Conheça o carro elétrico made in RS De longe, parece um carro de criança, daqueles de parque de diversão. De perto, mais ainda. Com pouco mais de um metro de largura e menos de 2 metros de comprimento, o modelo elétrico criado em Lajeado é pequeno mas tem ambição. À espera de incentivos, João Alfredo Dresch, 68 anos, inventor do veículo e empresário aposentado, pretende transformar sua criação no primeiro da categoria fabricado em escala comercial no país. A ideia surgiu durante uma viagem à Itália, em 2009, ao ver carros elétricos circulando. Dresch aproveitou para visitar fábricas e, mesmo sem conseguir arrancar detalhes sigilosos nem ter formação superior específica, decidiu criar o seu. – Não tive parâmetro, mas decidi que queria um carro elétrico compacto para uso próprio. Pedi ajuda a um amigo engenheiro e outro mecânico e, em 11 meses e meio, finalizamos – conta Dresch, que foi apelidado de Henry Ford do Vale do Taquari. Um molde em tamanho real foi feito de papelão, depois todo em madeira. Por último, foi revestido de fibra, para por fim ganhar estrutura de aço. – Quando ficou pronto, fui entrar no carro e não consegui. A porta tinha ficado pequena. Tivemos de cortar a parte da frente e aumentar o comprimento em uns 15 centímetros – relembra o bem-humorado inventor. No final de 2010, com investimento total de R$ 40 mil, o modelo estava pronto, pintado em “vermelho tangerina”, segundo descrição e escolha do próprio Dresch. Tinha ganho farolete de moto de baixa cilindrada, espelho de caminhão cortado ao meio e 14 baterias de jet ski, carregáveis em qualquer tomada 110 V ou 220 V. Duas horas conectado na luz rendem duas horas de autonomia nas ruas. Os bancos foram retirados de uma Meriva capotada, revestidos em couro vermelho e branco com o nome JAD, inicias do criador. Sem maçanetas – o que, segundo Dresch, dificulta furtos –, abre, tranca e fecha os vidros por controle remoto. O JAD tem as vantagens de qualquer carro elétrico: não polui, é isento de IPVA e tem baixo custo de rodagem, cerca de R$ 0,10 por quilômetro. Um popular gasta, em média, três vezes mais com combustível.

Ficha técnica: das,

Tamanho: 1,20 metro de altura, 1,05 metro de largura e 1,95 metro de comprimento Peso: 295 quilos Capacidade: duas pessoas Motor: elétrico, tem rolamento especial de 5 CV Velocidade máxima: 70km/h Equipamentos: cinto de segurança, freio a disco nas quatro roextintor de incêndio, freio de mão, estepe e carregador de bateria para tomadas convencionais 110 V ou 220 V Bateria: 14 baterias de gel, com vida útil de até cinco anos Autonomia: após duas horas carregando, o carro anda por duas horas Valor de venda: estimado entre R$ 15 mil e R$ 18 mil

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2014/01/conheca-o-carro-eletrico-made-in-rs-4406791.html


CULTURA Projeto Bike da Firma troca vale-transporte por bicicleta

É comum algumas empresas trocarem o benefício do vale-transporte por a opção de uma vaga no estaciona- mento. Mas, o laboratório de criação Señor foi muito além disso. Lá os funcionários têm direito a uma bi- cicleta para ser usada como o meio de transporte.

A ideia foi apelidada de Bike da Firma e está, atualmente, em um período de teste que já garante a expansão do projeto. Mesmo sendo ainda muito novo, com apenas oito meses de vida, os resultados já são bastante positivos. A fase inicial do Bike da Firma esteve restrita aos funcionários do Señor, mas como parte do teste, hoje ele está acessível a outras empresas. No momento, os funcionários e estudantes da Miami AD School/ESPM de São Paulo podem desfrutar das pedaladas do projeto. O funcionamento é simples. As empresas parceiras recebem a bicicleta customizada, que é dobrável e elétrica. A partir de então, os participantes precisam apenas baixar um aplicativo para iPhone e começar a pedalar. O sistema permite o cálculo, em tempo real, da quilometragem percorrida, juntamente com as informações pessoais de cada participante. Ao finalizar a pedalada, esse histórico já é contabilizado no site e entra na conta de cada um dos parceiros. Para estimular ainda mais o uso da bicicleta como meio de transporte, o Bike da Firma oferece recompensas a cada cem quilômetros rodados. As duas primeiras centenas já foram percorridas e entre as bonificações estão uma rodada de chopp e um curso básico de arquearia. O objetivo é chegar aos mil quilômetros. O projeto pode ser replicado para outras empresas, que se encarregam de pagar uma taxa mensal, enquanto o Bike da Firma se compromete com a estrutura e tecnologia necessárias para que os funcionários comecem a pedalar.

Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/projeto-bike-da-firma-troca-vale-transporte-por-bicicleta


Tecnologia O carro do futuro vai ler as emoções do motorista Uma parceira entre a Escola Politécnica Federal de Lausana, na França, e a PSA Peugeot Citroën deve criar um carro capaz de ler emoções. Com a tecnologia, os automóveis poderão reconhecer qual o humor do piloto do carro e interferir em casos de perigo. Uma pessoa muito nervosa dirigindo pode ser perigosa. A falta de concentração na estrada, por exemplo, poderia causar acidentes sérios. Outro uso para a a tecnologia é detectar caso o motorista esteja exibindo sinais de extremo cansaço. Em ambas as situações, o carro pode ser bloqueado para que o motorista não possa dirigir naquela situação. Para isso, a tecnologia que deve ser aplicada é o uso de câmeras de infravermelho. Localizadas em algum ponto do carro, elas devem ficar viradas de frente para o motorista para realizar a análise usando o computador de bordo. Outra empresa que também quer analisar o motorista em tempo real é a Volvo. A montadora está trabalhando em um sensor de atenção e de auxílio ao motorista. Em momentos em que ele seja captado distraído, um piloto automático pode ser ativado para evitar que ele saia da rota. Outra possível reação é usando um sistema de luzes para recobrar a atenção de quem estivar atrás do volante. Em casos extremos, como um motorista dormindo, o sistema pode acordá-lo. “Isso irá permitir que o motorista confie um pouco mais no seu carro e saiba que irá ter ajuda em um momento de necessidade”, diz Per Lanfors, engenheiro da Volto e líder do projeto em um comunicado da empresa sobre o assunto. Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/o-carro-do-futuro-vai-ler-as-emocoes-do-motorista


Tecnologia Tecnologia: A bateria que vai tornar casas autossuficientes Adélio Mendes, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), estudantes daquela instituição estão a desenvolver um sistema que tem como objetivo a autonomia energética de casas familiares.

Apesar de não revelar os materiais envolvidos, o professor responsável pelo projeto garante que está efetuado o pedido de registo de patente e que, “dentro de 7 a 10 anos, o sistema será colocado no mercado da tecnologia comercial”. Para que seja possível implementar estas baterias, as casas têm de estar equipadas com painéis solares de turbinas eólicas ou painéis térmicos para o aquecimento de águas sanitárias.

Para Adélio Mendes, uma das maiores vantagens é a possibilidade de armazenar não só energia elétrica como também energia térmica e apresentar uma eficiência energética de mais de 80%. Além disso, a bateria pode ser recarregada diretamente da energia do sol e o esperado é que os utilizadores paguem apenas três cêntimos por quilowatt/hora. Fonte: http://jpn.c2com.up.pt/2014/04/06/tecnologia_a_bateria_que_vai_tornar_casas_autossuficientes.html

Tiras Ilustradas



Engebras News - Abril 2014