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Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 4 | Edição 29 | Mensal - Janeiro 2013

Qualidade de vida e bem-estar Casaforte dá dicas de como conquistá-los em uma casa nova

casa no campo

Jauenses buscam refúgio em lares afastados da cidade

melhor idade Aposentados sim, descansando não

gente fina

José Rabachini de pedreiro a sorveteiro


2 Revista Energia


Editorial Ano 4 – Edição 29 – Jaú, janeiro de 2013

Boas energias

Tiragem: 10.000 exemplares Revista Energia é uma publicação mensal da Rádio Energia FM Jornalista responsável Marcelo Mendonça marcelo@radioenergiafm.com.br MTb. 59.385-5SP Diretora: Maria Eugênia Marangoni mariaeugenia@radioenergiafm.com.br Diretor artístico: Márcio Rogério rogerio@radioenergiafm.com.br Editora de texto: Karen Aguiar redacao@revistaenergiafm.com.br Criação de anúncios: Raul Galvão arte@revistaenergiafm.com.br

“Ano novo, vida nova. Iniciamos mais um ano com aquela vontade imensa de que tudo seja diferente, melhor, mais bonito. Sonhamos e acreditamos poder realizar nossos sonhos. E é isso que sempre nos impulsiona a prosseguir nas mais difíceis caminhadas.

Assistentes de redação: Bruna Ferreira e Juliana Midena

Revisão de textos: Heloiza Helena C. Zanzotti revisao@revistaenergiafm.com.br Diagramação BV Gráfica (14) 3622-2851 Projeto gráfico: Revista Energia Produção fotográfica Leandro Carvalho foto@revistaenergiafm.com.br Social Club social@revistaenergiafm.com.br Colunistas Alexandre Garcia João Baptista Andrade Marcelo Macedo Mário Franceschi Netto Paulo Agnini Professor Marins Giovanni Trementose Colaboraram nesta edição Caroline Pierim Heloiza Helena C. Zanzotti Ricardo Izar Jr. Comercial Jean Mendonça Joice Lopez Moraes Sérgio Bianchi Silvio Monari Fotógrafos Cláudio Bragga Leandro Carvalho

Foto: Cláudio Bragga

Repórteres Antonio Orselli Érika Lopez Karen Aguiar Marcelo Mendonça jornalismo@revistaenergiafm.com.br

E entre tantos sonhos, quantos de nós não imaginamos uma casa nova, construída do nosso jeito? Pois confira nesta edição da Revista Energia que é possível realizar esse sonho e veja como uma casa feita sob medida para você pode influenciar na sua qualidade de vida. E já que estamos falando em qualidade de vida, conheça também a história de pessoas que trabalham em Jaú, mas preferem morar no campo, longe da agitação urbana. Ainda nesta edição, a Casa Ronald McDonald Jahu, iniciando suas atividades este mês, já é uma realidade para crianças e adolescentes portadores de câncer, que vêm de muitas outras cidades para realizar o tratamento no Hospital Amaral Carvalho. E mais, histórias incríveis de aposentados que continuam trabalhando; e o sucesso da banda de heavy metal jauense que já conquistou o mundo. O ano está só começando, então, vamos esquecer as cobranças pelo que não fizemos, ou as culpas pelo que fizemos. É hora de anotar os aprendizados e perdoar os erros. Mais um ano está despontando no horizonte e seus dias estarão recheados de transformações e repletos de boas energias. Um ótimo começo de ano a todos e boa leitura!

Impressão: Gráfica São Francisco Distribuição: Pachelli Distribuidora Revista Energia Rua Quintino Bocaiúva, 330 | 2º andar CEP: 17201-470 | Jaú - Fone: (14) 3624-1171 www.energianaweb.com.br Elogios, críticas e sugestões leitor@revistaenergiafm.com.br Quero anunciar comercial@revistaenergiafm.com.br

Maria Eugênia

A Revista Energia não tem responsabilidade editorial pelos conceitos emitidos nos artigos assinados, anúncios e informes publicitários.

Revista Energia 3


ÍNDICE

NESTA EDIÇÃO 06 Conquista 16 Especial Profissões 18 Bem-estar 38 Lazer 78 Carreira 82 Melhor Idade 88 Animais SEMPRE AQUI 10 Radar 12 Jurídico 14 Pense Nisso 24 Raça do Mês 30 Motor 34 Gente Fina 42 Garota Energia 44 Unimed 51 Quem Fez Jahu 52 Capa 56 Look de artista 60 Varal 64 Look Kids 66 Moda 68 Fitness 70 Social Club 81 Boa Vida 85 Empresarial 86 Gourmet 87 Guia da Gula 90 Vinhos

06

Casa Ronald Jahu Conquista e esperança

34 Gente Fina: José Rabachini

60

56 Look de Artista

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Varal: Peças para arrasar em qualquer ocasião

Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 4 | Edição 29 | Mensal - Janeiro 2013

Qualidade de vida e bem-estar Casaforte dá dicas de como conquistá-los em uma casa nova

CASA NO CAMPO

Jauenses buscam refúgio em lares afastados da cidade

MELHOR IDADE Aposentados sim descansando não

GENTE FINA

José Rabachini de pedreiro a sorveteiro

Nossa capa: Casaforte Foto: Banco de Imagens Produção Gráfica: BV Gráfica


Conquista

Uma casa longe de casa Solidariedade e compaixão: Jaú obtém chancela internacional para apoio de crianças e jovens com câncer TEXTO Juliana Midena | Colaboração Karen Aguiar | FOTOS Leandro Carvalho 6 Revista Energia


P

roporcionar ‘um lar longe do lar’ para as crianças e adolescentes com câncer que precisam viajar para realizar o tratamento no Hospital Amaral Carvalho (HAC); foi com esta proposta que a Fundação Amaral Carvalho, em parceria e com autorização do Instituto Ronald McDonald, conseguiu construir em Jaú uma casa de apoio aos pacientes conhecida no mundo todo: a Casa Ronald McDonald. Inaugurada em novembro de 2012, a casa inicia suas atividades neste mês, o primeiro de 2013, representando a realização de um sonho dos idealizadores do projeto e também dos que serão beneficiados por ele. O Hospital Amaral Carvalho de Jaú atende pacientes de mais de 500 municípios do estado de São Paulo e de diversos estados do país. “É muito importante dar apoio na área de assistência social e acomodações dignas, para que as famílias se mantenham em nossa cidade durante o tratamento”, explica Dr. José Antonio Barata de Almeida Bueno, Presidente da Casa Ronald Jahu. A Casa Ronald McDonald Jahu é a sexta inaugurada em todo o país, as outras cinco estão localizadas nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Santo André, Campinas e Belém. No mundo já são 320 casas em 31 países. Com 64 leitos, sendo 8 deles destinados a pacientes transplantados, as acomodações são projetadas para atender a quantidade de pacientes que nós temos hoje”, confirma Antonio Luís Cesarino de Moraes Navarro, Superintendente da Fundação Amaral Carvalho. A casa de apoio também conta com salas de convivência com TV, brinquedoteca, adoleteca - espaço destinado aos adolescentes, com vídeo-games

e acesso à internet – e playground. Além de todo entretenimento, os pacientes também continuam com suas atividades escolares com uma alimentação saudável e balanceada. “Tudo aquilo que é necessário para que a criança possa, amanhã , ser um adulto saudável, é feito não só do ponto de vista físico, mas também cultural, mental, social. Esta sociabilidade é fundamental durante o tratamento”, complementa Antonio Luis. Campanhas pelo bem Referência nacional em tratamento contra o câncer e transplantes de medula óssea, também pela preparação dos funcionários e modernidade nos processos de tratamento, o Hospital Amaral Carvalho, que está há quase 100 anos em funcionamento, é também uma entidade filantrópica, não só por promover atendimentos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), mas por buscar sempre manter o bem-estar dos pacientes durante o tratamento. Também trabalhando em prol de melhores condições de vida para crianças e adolescentes com câncer, o Instituto Ronald McDonald, instituição sem fins lucrativos, promove campanhas ao redor do mundo para arrecadar fundos com o objetivo de buscar a qualidade de vida para estes pacientes. No balcão do caixa de todos os restaurantes da rede fastfood McDonald’s é possível encontrar um cofrinho estrategicamente colocado ali, na

Antonio Luís Cesarino de Moraes Navarro

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esperança de que os consumidores depositem moedas de troco para colaborar com a proposta do Instituto: ajudar na luta contra o câncer infantojuvenil. E esta é só uma das formas de arrecadação. A campanha mais conhecida, também realizada pelo Instituto, é o McDia Feliz, um dia no ano no qual todo o valor adquirido com a venda do lanche Big Mac é revertido a alguma instituição. De acordo com Barata, a ligação entre a Fundação Amaral Carvalho e o Instituto Ronald Mcdonald começou há mais de dez anos. Os franqueados do McDonald’s recebem uma indicação do Instituto sobre a instituição mais próxima que trata de câncer infanto-juvenil, e ele decide a qual destinará as arrecadações do McDia Feliz. Por este motivo, as cidades de Araraquara, Ourinhos e São Carlos também escolheram reverter suas arrecadações para o HAC de Jaú. Dedicação e realização O processo para construir a casa de apoio não foi algo imediato, como comenta Barata: “o Instituto Ronald McDonald identificou a cidade de Jaú como potencial candidata para o programa Casa Ronald McDonald. A partir daí, formalizou o convite e iniciou um processo que durou cerca de dois anos, envolvendo o Instituto Ronald McDonald, a Ronald McDonald House Charities (RMHC) e a McDonald’s Corporation”.Ele também explica que “após a primeira aprovação da RMHC, foram enviados documentos que atestaram a aptidão da Casa, atas, esta-

tutos, informações sobre pacientes e de qual localidade vêm, dados sobre planejamento, crescimento, ou seja, uma documentação completa”. Pelo empenho dos envolvidos com a questão, o projeto foi aprovado. “Vendo a nossa dedicação e a intenção de melhorar o atendimento das crianças, o Instituto resolveu nos apoiar”, esclarece Vanessa de Moraes, presidente da Comissão de Humanização da Fundação Amaral Carvalho. Com a autorização para o início, as arrecadações do McDia Feliz destinaram-se ao novo objetivo. “Desde 2006 toda renda do McDia Feliz é revertida para a construção da casa de apoio, e após 6 anos tivemos a felicidade de concluir o projeto” explica Vanessa de Moraes. E Barata completa: “com a Casa Ronald McDonald Jahu. Temos a certeza de que estamos concretizando um plano transformador”. A equipe Energia acompanhou a inauguração da Casa Ronald McDonald Jahu, e durante o último mês o contato com os envolvidos no projeto foi constante, tornando perceptível a satisfação e a grandeza desta conquista para a cidade. E é com satisfação que toda equipe da rádio e da revista vibra e se emociona com mais essa vitória jauense. Um novo lar abre as portas para acolher aqueles que precisam, com uma estrutura de qualidade, profissionais e voluntários dispostos a auxiliar no tratamento, cultivar sorrisos e sonhos, sem deixar a esperança se perder.

Vanessa de Moraes

José Antonio Barata

Àreas de brinquedoteca e refeitório da Casa Ronald Jahu: projetadas para receber crianças em tratamento e seus acompanhantes

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Radar

Boa

Por Alexandre Garcia

E

Politicamente incorreto

m 2012 o Correio Braziliense teve coragem de mostrar que é uma falsificação científica essa história de “Amazônia - Pulmão do Mundo”, que o “Buraco de Ozônio” teve motivos econômicos para substituir o CFC na indústria e que o “Aquecimento Global” apenas faz parte de ciclos da vida da Terra. Teve coragem, porque hoje as pessoas morrem de medo de contrariar o modismo do Politicamente Correto, que a sábia Lya Luft chamou de hipócrita na revista Veja: “...o politicamente correto, detestável na minha opinião, hipócrita e gerador de mais preconceito.” Pois, na minha opinião, acho que é o medo de sermos nós mesmos, o conforto de seguirmos a manada, a preguiça de pensarmos que nos leva a repetir como verdade o saco de bobagens com que nos hipnotizam. Recentemente, assumiu um novo presidente do Supremo e a militância do politicamente correto interpretou isso como uma vitória da cor da pele. Ninguém parou para pensar em como se resumiam na cor os méritos de Joaquim Barbosa. Embora a pele seja o maior órgão do corpo humano, os valores de um ser humano foram injustamente reduzidos a uma bobagem.  Andam confundindo Brasil com Estados Unidos ou África do Sul. Lá, havia leis que tratavam de forma diferente brancos e não brancos. Aqui, todos somos iguais perante a lei. O que nos torna diferentes são nossas qualidades. Alguns ganham mais outros menos pelo tamanho das aptidões. O ENEM mostra que os governos segregam ao oferecer má educação para quem não pode pagar escola privada. Com educação pública deficiente, aumenta a distância entre pobres e não pobres. Há

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algumas décadas, quando eu frequentava o grupo escolar, todos nos tornávamos iguais pela excelente qualidade do ensino. E chegávamos ao vestibular com mais preparo que os egressos de escolas particulares, geralmente jovens problemáticos, que os pais castigavam pondo no colégio privado. Hoje o estado quer camuflar sua omissão no ensino público inventando o paliativo humilhante da cota, como se fosse problema de cor de pele. E fomenta o racismo, desrespeitando a Constituição, que diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Na onda, criam-se leis municipais no Rio e São Paulo, criando feriado no “Dia da Consciência Negra”. E isso faz uma distinção pela cor da pele. Qualquer pessoa perceberia o absurdo se houvesse o Dia da Consciência Branca, ou o Dia da Consciência Asiática. Todas são distinções criadas pela cor da pele. O que é inconstitucional e politicamente incorreto.


Jurídico

Por Giovanni Trementose

Cumprir aviso em casa dá multa

N

ão são raros os casos em que o empregador dispensa o empregado sem justa causa e determina que o mesmo cumpra o período de aviso prévio “em casa”. A Lei prevê apenas duas possibilidades de aviso prévio: trabalhado e indenizado. O cumprimento “em casa” não encontra previsão na legislação, equivalendo-se, portanto, à dispensa pura e simples do aviso prévio.

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Numa clara tentativa de burlar a legislação pertinente, o empregador simula um aviso prévio trabalhado, mas, por outro lado, determina que o empregado cumpra todo o período em sua casa. Isto porque quando o aviso prévio é trabalhado, o pagamento pode ser feito até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato, de modo que o empregador terá um prazo não inferior a 30 dias para efetuar o pagamento das verbas rescisórias, assim como previsto no art. 477, § 6º, letra “a”, da CLT. O que de fato ocorre é que ao determinar que o empregado fique em casa cumprindo o aviso, o empregador demonstra que não precisa de seu trabalho. Nesta circunstância, a regra aplicável é a prevista para o aviso prévio indenizado, ou seja, o pagamento das verbas rescisórias deve ocorrer até o décimo dia contado da notificação da dispensa, conforme previsto no item “b” do mesmo dispositivo legal. Sendo assim, caso o empregado seja submetido a tal situação, o mesmo terá direito à indenização prevista no art. 477, § 8º, da CLT, ou seja, multa equivalente a um salário por atraso no pagamento das verbas rescisórias. Portanto, fique atento e caso esteja sendo submetido a tal situação lembre-se de reunir provas acerca do ocorrido para, futuramente, poder pleitear judicialmente o que lhe é de direito.


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nisso

Pense

LUIZ MARINS Antropólogo e escritor. Tem 26 livros publicados e seus programas de televisão estão entre os líderes de audiência em sua categoria. Veja mais em www.marins.com.br

Por Professor Luiz Marins

10 coisas que fazem as pessoas realmente comprometidas

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uando perguntamos a qualquer empresário, presidente, diretor, gerente, supervisor, chefe, o que ele mais deseja de seus colaboradores, a resposta é imediata: “Gostaria que eles fossem mais comprometidos”. Quando perguntamos a amigos, professores, pais, filhos, membros de clubes e associações, o que eles mais sentem falta nas pessoas de seu relacionamento, a resposta é a mesma. “Gostaria que as pessoas fossem mais comprometidas”. Mas, afinal, o que é, de fato, “ser uma pessoa comprometida”? Veja 10 coisas que nos disseram: }1. Uma pessoa comprometida procura sempre colocar-se no lugar das outras; sentir o que as outras sentem; }2. Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo o que faz, no detalhe do detalhe; }3. Uma pessoa comprometida termina o que começa e não deixa as coisas pela metade; }4. Uma pessoa comprometida vem com soluções e não com mais problemas, quando tem uma tarefa a cumprir;

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}5. Uma pessoa comprometida pergunta o que não sabe e demonstra vontade de aprender. Vai fundo até dominar o que não sabe e deveria saber; }6. Uma pessoa comprometida cumpre prazos e horários; }7. Uma pessoa comprometida não vive dando desculpas por seus atos e nem procura culpados pelos erros cometidos; }8. Uma pessoa comprometida não vive reclamando da vida e falando mal das pessoas. Ela age para modificar a realidade; }9. Uma pessoa comprometida não desiste facilmente. Ela não descansa enquanto não resolver um problema. Ela vai atrás da solução; }10. Uma pessoa comprometida está sempre pronta a colaborar com as outras. Ela participa. Dá ideias. Você pode contar com ela. Pense se as pessoas avaliam você como uma pessoa verdadeiramente comprometida. Comprometa-se!

Pense nisso. Sucesso!


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Especial profissões

Cirurgião Dentista Por Érika Lopez | Foto Leandro Carvalho

Responsável por um sorriso bonito e dentes saudáveis

O

dentista é o responsável pela prestação de serviços odontológicos. Este profissional faz restaurações, combate doenças da boca e gengiva, realiza cirurgias para remoção de dentes, executa limpeza e clareamento dos dentes e atua na orientação da higiene bucal. O cirurgião dentista Antonio José Madalena Filho, proprietário do Instituto Odontológico Madalena (IOM), exerce a profissão há 26 anos, e o filho Marcelo Madalena herdou a paixão do pai pela odontologia. “Faz quatro anos que trabalhamos juntos, na nossa clínica multidisciplinar, juntamente com outros cirurgiões dentistas em especialidades diferentes”, diz o Dr. Madalena. A pessoa que quer seguir essa carreira precisa ter interesse pela área para manter-se atualizado, conhecimentos aprofundados sobre a odontologia, concentração e habilidade manual. Após a formação como cirurgião dentista (com duração de quatro a cinco anos, dependendo da faculdade), o profissional pode fazer especializações. Confira abaixo algumas áreas: Clínica geral (Restaurar e extrair dentes, Profilaxia (limpeza), próteses dentárias). Dentística restauradora (Restabelecer a forma e a função dos dentes, clarear e corrigir sua estética). Endodontia (Tratar alterações na polpa e na raiz dos dentes). Estomatologia (Diagnosticar e tratar doenças da boca). Implantodontia (Realizar cirurgias para instalação de implantes, próteses isoladas, parciais ou completas – dentaduras). Odontogeriatria (Cuidar da saúde bucal do idoso). Odontologia legal (Fazer exame e perícia judicial, elaborar atestados e laudos técnicos. Identificar cadáveres pela arcada dentária). Patologia bucal (Fazer exame laboratorial para identificar doenças). Periodontia (Cuidar das gengivas e dos ossos que dão sustentação aos dentes fazendo cirurgias, raspagens e outros procedimentos nos dentes).

DIVERSIDADE Algumas áreas nas quais um dentista pode atuar: Consultório odontológico particular; Serviço Público; Hospitais públicos e privados; Instituições de ensino.

MERCADO DE TRABALHO Quem faz a faculdade pensando em montar consultório pró16 Revista Energia

prio deve estar preparado para uma grande concorrência. Na opinião do Dr. Madalena, a odontologia tem espaço, dentro de suas especializações, pois é uma profissão que está em constante crescimento devido ao número de pesquisas realizadas na área, novos produtos e técnicas mais modernas lançadas. O bacharel pode ser professor universitário ou dar aulas em outras instituições, como associações. Outra opção é se tornar funcionário público.

SALÁRIO Segundo o Dr. Madalena, o salário depende da região que o profissional atua e do tipo de trabalho prestado, como clínica própria, terceirização de atendimento e concursos públicos.

ONDE ESTUDAR Araraquara e Bauru são as cidades mais próximas que possuem o curso. Em Araraquara, na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e outra particular. Em Bauru, a Faculdade de Odontologia (FOB) integra o Campus da Universidade de São Paulo (USP), juntamente com o Centrinho/HRAC e existe também outra opção particular na cidade. Dr. Marcelo Madalena e Dr. Antonio J. Madalena Filho


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Bem-estar

EU QUERO UMA CASA NO CAMPO... TEXTO Heloiza Helena C. Zanzotti | FOTOS Leandro Carvalho 18 Revista Energia


Cansadas do estresse das cidades, muitas pessoas optam por viver em sítios ou outros locais longe dos grandes centros

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Nádia Costa em seu refúgio

orar em uma chácara ou sítio é o sonho de muita gente. Uma propriedade com muito verde, longe da agitação urbana; uma casa rústica, mas confortável; animais circulando livremente e hábitos saudáveis de vida. Melhor ainda se este paraíso ficar perto do perímetro urbano, de modo que se possa trabalhar na cidade. Cansadas do estresse das cidades, muitas pessoas optam por viver em sítios ou outros locais longe dos grandes centros, embora continuem a exercer suas atividades profissionais. Este êxodo urbano é realizado por um perfil de morador que busca uma vida mais tranquila e em harmonia com a natureza. E, convenhamos, nada melhor que abrir a janela e deparar-se com uma linda paisagem. Em uma entrevista do psicólogo clínico e organizacional Jayme Panerai Alves para o portal NE10, ele explica que a fuga para a zona rural tem sua lógica nas cidades pouco humanizadas de hoje. “A cada dia é mais difícil conviver num grande centro urbano”, diz ele. O psicólogo afirma que o convívio com a natureza traz uma série de impactos positivos. “A comunhão com o meio ambiente acalma a circulação sanguínea, diminui a ansiedade e integra a pessoa com a natureza e os seus ritmos, que é algo que a cidade corta, com o seu excesso de concreto e asfalto”, aponta. Segundo pesquisa do censo 2010 do IBGE, no Brasil 29,37 milhões de pessoas moram na zona rural, ou seja, 15% da população total residente no país. Em Jaú, Revista Energia 19


este número é bem menor. De acordo com o mesmo censo do IBGE, nossa população rural fica em torno de 3,1%. E apesar da propensão de que esse número diminua, ainda há quem prefira ficar no campo. A experiência de morar no sítio e trabalhar na cidade faz parte da realidade de Elivaldo Laurentino Alves, 43, e sua esposa Flávia Maria Pedroso Alves, 35, ambos funcionários públicos. Casados há 6 anos, moram em uma propriedade rural a 6 km do centro de Jaú. Flávia conta que as terras já eram da família e mora ali desde que nasceu. “Depois que casamos continuamos morando aqui. Nossa casa fica embaixo de um jatobá de 68 anos. Na cidade não tem essa natureza, é tudo fechado”, diz Flávia. Elivaldo concorda e afirma que até pensou em mudarem para a cidade, mas que a esposa não quis. “Aqui são cinco casas, todas da família. Mãe, irmãos e primos. Não tem a agitação da cidade, aquela correria. Se fosse mais afastado seria complicado, mas é bem próximo, fica perto da rodovia e o acesso é fácil”. Sobre conciliar o trabalho em Jaú com a vida no campo, Flávia explica: “Levantamos às 6h, nada diferente de quem mora na zona urbana. Vamos juntos para o trabalho e almoçamos por lá mesmo. Eu levo o almoço e o Elivaldo almoça no serviço dele, que fornece refeição. Trabalhamos até 18h e voltamos para casa. É bem tranquilo”. Eles afirmam que nunca tiveram problemas com a segurança e que dificilmente saem nos finais de semana. “Todos os domingos reunimos as famílias para o almoço, que é sempre na casa da minha mãe”, diz Flávia.

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Elivaldo Laurentino Alves e Flávia Maria Pedroso Alves

Quem também decidiu viver longe da agitação urbana foi Nádia Luciana Garcia Costa, 25, auxiliar contábil. Ela mora com os pais, José Luciano e Cleusa, em um sítio localizado a aproximadamente 8 km do centro de Jaú. “Morei na cidade durante 20 anos e faz cinco anos que nos mudamos para o sítio. O principal motivo de nossa mudança para o meio rural foi a busca por melhor qualidade de vida e o contato direto com a natureza”, conta Nádia. “Trabalhar na cidade e morar no campo é uma experiência única. Assim

que acaba o expediente volto para casa com imensa satisfação”. Nádia conta que almoça todos os dias no sítio e afirma: “Nossos finais de semana são de grande felicidade, pois é quando podemos aproveitar integralmente tudo o que o meio rural nos proporciona: saborear as frutas diretamente no pé, cavalgar, usufruir toda paz e beleza que a natureza oferece, enfim, eu só vejo vantagens em morar no campo”. Entretanto, viver junto à natureza tem lá suas dificuldades como o distanciamento dos serviços de instituições bancárias, supermercados, farmácias e outros. Mas para quem continua a trabalhar na cidade esses problemas não existem. Seja numa grande metrópole ou em um sítio paradisíaco, sempre haverá prós e contras em morar num deles, mas para nossos entrevistados uma coisa é certa: a tranquilidade e a qualidade de vida do meio rural ninguém discute, e isso não tem preço.

TRABALHAR NA CIDADE E MORAR NO CAMPO É UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA. ASSIM QUE ACABO O EXPEDIENTE VOLTO PARA CASA COM IMENSA SATISFAÇÃO. Nádia

Em pé: Nilson, Cleusa e Nádia e a pequena Giovana. Sentados: Vinícius, Richard, José Luciano e o avô José


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DESIGN PUBLICIDADE INOVAÇÃO

CASE

Identidade Visual, você está fazendo isso certo? Profissionalmente, quando você se apresenta a alguém, este primeiro contato é formalizado por seu cartão de visitas, que, através do logo, material impresso e acabamento, transmite algo sobre você e sua empresa. Pequenos detalhes, ajudam a caracterizar sua marca e se aplicam em tudo que for relacionado a ela: documentos, papelaria, crachás, web sites e em toda forma de apresentação, seja impressa ou digital. Mas qual a importância da identidade? A identidade visual traduz, de certa forma, o que a empresa representa e seu posicionamento, facilitando a lembrança futura da marca e fazendo com que seus produtos e/ou serviços sejam reconhecidos pelos seus clientes onde quer que estes estiverem. A padronização de cores e formas presentes no logo, bem como as suas aplicações, são alguns dos elementos que reforçam a imagem visual da empresa e criam seu conceito e personalidade. Para manter esses padrões, é recomendada a elaboração de um manual de identidade visual, que servirá de guia para futuras aplicações da marca, evitando assim distorções, uso inadequado, etc. Neste manual são abordados itens de extrema importância, como o alfabeto que servirá de apoio, padrões de cores e normatizações do logo.

por DPI Agência

Para construir uma identidade visual adequada ao perfil da empresa e, consequentemente, da marca, é preciso conhecer a sua essência e seus objetivos. Quando há objetivos claros, a criação de uma identidade visual fica mais perceptível e mais próxima da realidade, possibilitando seu desenvolvimento. Um exemplo clássico da funcionalidade de uma boa identidade visual e da sua correta aplicação são as franquias. Independentemente da localização, elas mantêm um padrão visual que tornam as diferenças imperceptíveis ao frequentarmos uma rede de fastfood, seja aqui no Brasil ou nos Estados Unidos. Em resumo, uma identidade visual, quando bem elaborada e praticada pela empresa (sim, praticar a cultura da padronização é fundamental!), tornase responsável pela “imagem” da mesma, agregando valor, reforçando a imagem da marca e principalmente, fazendo a marca permanecer presente na lembrança. Isto se torna fundamental num mercado cada vez mais competitivo e equiparado, onde o cuidado gradativo com a sua marca pode pesar a seu favor no momento da escolha do cliente.

O objetivo da coluna DESIGN, PUBLICIDADE e INOVAÇÃO é falar sobre comunicação de maneira democrática, abrindo espaço para quem queira perguntar, opinar, sugerir e interagir. Entre em contato conosco e participe da nossa comunidade! leitor@dpiagencia.com.br www.fb.com/dpidigital

“TER UMA IDENTIDADE VISUAL PADRONIZADA FEZ COM QUE NOSSO RESTAURANTE FICASSE MAIS CONHECIDO” O Nardo Restaurante já era tradicional na cidade, localizado ao lado do Shopping do Calçado há 19 anos – o que garantia uma clientela variada, por conta das visitas regionais que o Centro de Compras recebe. Mas eles queriam que os jauenses também conhecessem, que todos desfrutassem da sua famosa picanha, seus filés e o delicioso patê de alho. Com mais um ponto da cidade – agora no Centro – vieram até a DPI para que criássemos a Identidade Visual do novo Nardo Restaurante, que posteriormente seria aplicada em ambos. Criamos o logo do Nardo Restaurante e fizemos toda a ambientação do local – aplicações na decoração, nos pratos, uniformes, placas, cardápios... dando assim unidade e sofisticação à marca. “Ter uma identidade visual totalmente padronizada fez com que nosso Restaurante ficasse mais conhecido, mais marcado na memória das pessoas, e ajudou a trazer novos clientes, atraídos pela ‘cara’ do lugar.” – diz João Paulo. É importante lembrar que manter a identidade aplicada em todo o local e nas ações promovidas faz parte da garantia de sucesso do trabalho, pois reforça a marca na rotina do cliente e a mantém à vista para futuros clientes.


Raça

O

do mês

Sealyham Terrier

Texto: Juliana Midena | Fotos: Leandro Carvalho

Mércia Frugoli e a pequena Sunshine

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Sealyham Terrier teve origem no país de Gales, na Grã-Bretanha. O cão foi desenvolvido para a caça de pequenos animais como texugos, lontras e raposas. Sempre desempenhou bem seu trabalho, já que suas patas curtas facilitam a prática. Na medida em que o cãozinho se tornou popular, passou a ser visto como um ótimo companheiro de estimação. Com a pelagem branca e uma barba característica, que os deixa ainda mais encantadores, os cães Sealyham Terrier são ágeis e inteligentes (pelo instinto de caça), são amigáveis, companheiros e sabem demonstrar afeto aos donos. Adaptam-se bem a locais grandes, mas também podem viver tranquilamente em apartamentos, no entanto precisam de muito exercício e passear com eles é uma boa opção. Os cães desta raça são sociáveis tanto com adultos, quanto com crianças. São muito leais aos donos, possuem um latido semelhante ao de um cão de grande porte, capaz de intimidar aqueles que queiram perturbar. A grande parte dos Sealyham Terrier possui predisposição genética para problemas oftálmicos, dentre os quais podemos citar a luxação lenticular primária, que consiste em uma ruptura parcial ou total dos ligamentos suspensórios lenticulares, seguida frequentemente por glaucoma. Outro problema que afeta essa raça é o de pele, e requer cuidados como a escovação dos pelos de 2 a 3 vezes na semana. A escovação, nesse caso, é auxiliar na prevenção de alguns tipos de problema de pele como as dermatites, segundo a veterinária Samira G. Daniel. Na cidade de Jaú, a Sunshine é a única Sealyham Terrier de que se tem notícia. Mércia Frugoli explica que a família encontrou as qualidades que buscava em um cão: “procuramos em um livro de raças e escolhemos esta pelas características que constam nele, vimos que era um cão dócil, que poderia ficar dentro de casa”. As expectativas foram superadas, Sunshine já tem dois anos, é muito amável e tem energia de sobra. “Pelo tamanho parece ser frágil, mas não, ela é muito corajosa e está sempre em posição de caça; convive bem com todos e exige carinho o tempo todo. Apesar de ser muito agitada, ela não causa problemas”, comenta Mércia.


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Motor

Novo Fusca vem inspirado em esportivo nervoso O primeiro carro de uma longa geração mudou muito. Voltou com força e velocidade. Texto Marcelo Mendonça | Fonte www.vw.com.br

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Foto divulgação

V

ocê, já deve ter tido um fusca. Ou conhece alguém que tem ou já teve esse carrinho simpático. Pois bem! Ele passou por algumas modificações e chega para acelerar pra valer, com um estilo esportivo diferenciado, mas longe de ser aquele carro do povo, acessível a todos. O novo Fusca ainda é parecido com o New Beetle, e vem com preço de carrão, na faixa

de R$ 76.600 na versão manual e R$ 80.990 com câmbio automático. Desenvolvido através da plataforma do Jetta, ele herdou do sedã o motor 2.0 Tsi de 200 cv de potência, 15 cv a mais que o Mini Cooper S e 25 cv a mais que o Citroen Ds3. O carro possui seis velocidades, o que garante um bom desempenho de consumo fazendo, em média, 9,8 km/l. Apesar de ser o mesmo


propulsor do Jetta, o Fusca tem sonoridade mais aguda, em busca de semelhança com o Porshe. Aliás, é a marca de Stuttgart que serviu de inspiração para a nova geração do Fusca. . “Sabemos que o primeiro Fusca é um Porsche, por ter sido desenvolvido pelo fundador da marca de esportivos. Se procurarmos bem nessa nova geração, encontraremos lá no fundo um logo da Porsche nesse carro”, brinca Luiz Veiga, chefe de design da VW no Brasil, ao comentar as semelhanças do Fusca com os esportivos. Ao dirigi-lo, a direção se mostra com respostas rápidas, como se fosse a de um carro de corrida mesmo, o que sem dúvida empolga mais ainda o condutor. Os opcionais são volante multifunção (com comandos de marchas no caso do DSG), ar-condicionado automático de duas zonas de ajuste, retrovisor interno fotocrômico, limpador

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de para-brisa automático, teto solar panorâmico de controle elétrico, rodas de 18 pol com pneus 235/45, revestimento interno em couro (preto, bege, preto com azul ou vermelho com preto), faróis bi xenônio com luz diurna em leds, sistema de abertura de portas e partida do motor sem uso de chave, navegador integrado ao rádio e sistema de áudio Fender (marca norte-americana que é tradicional em guitarras e amplificadores) com potência de 400 watts. A garantia é de três anos. O carro foi destaque no último salão do automóvel, que você também conferiu aqui. O sucessor do New Beetle, apesar de ainda lembrar pelos traços, é outro carro. A montadora batizou com o nome de Fusca mesmo, talvez só para deixar no nome a lembrança daquele velho guerreiro, que é até hoje uma paixão nacional.


Informe Publicitário

Saúde e

beleza através da

musculação Gabriela Borgo

A

busca por saúde e por um corpo perfeito vem aumentando cada vez mais e uma das formas de se conseguir isso é através da musculação. A prática é hoje uma das atividades mais recomendadas pelos especialistas da saúde devido à sua versatilidade. Ela tonifica os músculos e também aumenta o metabolismo, fazendo com que queime mais calorias por dia, inclusive enquanto dorme. Porém, hoje, a musculação não é somente usada para fortalecer, os objetivos são diversos: saúde, estética e até competições. Suas vantagens também são muitas: aumenta a energia, fortalece os ossos, reduz o risco de osteoporose e melhora a resistência muscular.

Mailon Ferreira

Marcelo e Fábio Prado

Luiz Duarte

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Gente Fina

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José Rabachini quando soube que o Palácio do Sorvete em Jaú estava sendo vendido, não pensei duas vezes. Empacotei as coisas, coloquei a família no carro e viemos todos para cá.

S

De pedreiro a sorveteiro, José Rabachini trabalhava com massa de cimento. Continua mexendo com massa, mas agora de sorvete. Texto Antonio Orselli Fotos Leandro Carvalho

e tivesse esperado mais 15 dias para decidir dar um novo rumo na carreira, José Rabachini não seria o Zé do Palácio do Sorvete. Nascido em Itápolis, o “gente fina” deste mês chegou em Jaú em 1990 com uma ideia fixa na cabeça: se tornar empresário. Na cidade natal, José era um próspero construtor que começou como ajudante de pedreiro. Tempos depois tornou-se proprietário de uma pequena construtora e, ao lado de um sócio, chegou a ter quase uma dezena de empregados. Mas mexer com massa de cimento, areia, pedra e cal não proporcionava mais a alegria que ele tinha no começo dos negócios. Apesar dos inúmeros pedidos de clientes, Rabachini já estava pensando em mudar de ramo. “Eu já havia conversado com meu sócio sobre abrir uma sorveteria. Na verdade, a ideia inicial foi dele, mas aos poucos fui me programando para me transformar em sorveteiro”, relembra. No início do ano de 1990 Rabachini, a mulher Natalina e os dois filhos se mudaram para Jaú. “Eu já sabia da intenção da venda da sorveteria. Foi só questão de tempo para fechar o negócio”, conta. Mas, por sorte, o negócio foi concretizado no dia 1º de março, duas semanas antes do confisco bancário realizado pelo ex-presidente Fernando Collor de Melo: “Eu havia retirado o dinheiro exato para formalizar a compra. O que restou na conta do banco recebi muitos meses depois, em inúmeras parcelas”, relembra, rindo. Casado há 35 anos e com mais uma filha já nascida em Jaú, Rabachini foi o

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primeiro a vender sorvetes no sistema “self service” e ainda hoje, depois de quase 23 anos, continua a inovar no atendimento ao cliente. De pedreiro a sorveteiro? Eu mesmo nunca havia imaginado isso. Comecei como servente de pedreiro em Itápolis e, aos poucos, fui aprendendo a profissão. Com a ajuda de um sócio montamos uma pequena construtora e tínhamos boa clientela com a construção de casas. Entregamos dezenas delas durante o período em que trabalhamos juntos. Mas, confesso, tinha vontade de possuir um empreendimento próprio. E quando surgiu a oportunidade de mudar de cidade e atividade comercial? Em 1989 meu sócio sofreu um acidente automobilístico e faleceu. Nós nos dávamos muito bem, éramos grandes amigos, então, não foi fácil superar esse momento da vida. Tanto que no final daquele mesmo ano eu não queria mais trabalhar como construtor. Uma vez meu sócio disse que se não fosse pedreiro, seria sorveteiro. Aquilo ficou na minha mente. Terminei as entregas das casas que estavam em construção e já estava à procura de algo novo. Foi quando soube que o Palácio do Sorvete em Jaú estava sendo vendido. Não pensei duas vezes. Empacotei as coisas, coloquei a família no carro e viemos todos para cá. Não me arrependo nem um instante pela decisão que tomei. Se tivesse continuado como estava, talvez não fosse tão feliz como sou hoje.

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É verdade que, por pouco, a compra quase não foi realizada? Sim, é verdade. Eu decidi bater o martelo e comprar a sorveteria no dia 1º de março de 1990. Duas semanas depois, quando o (Fernando) Collor assumiu a Presidência da República, ele deu aquele baita calote nos bancos e sumiu com o dinheiro de todo mundo. Ainda bem que eu já tinha feito o saque


e pago o antigo dono. Mesmo assim, o que sobrou na conta do banco só recebi muitos meses depois, em inúmeras parcelas”, relembra rindo. O senhor foi o primeiro a vender sorvete no sistema “self service”. De onde veio a ideia? Um antigo fornecedor, amigo meu, um dia me falou que em Araraquara era um sucesso esse tipo de venda onde o consumidor pegava o próprio sorvete. Resolvi apostar e deu muito certo; tanto que, como fui o primeiro, consegui fidelizar muitos dos clientes que até hoje frequentam a sorveteria por causa deste tipo de atendimento. E a venda de convites para shows e baladas, quando passou a fazer parte dos itens da sorveteria? Tudo começou com a Rádio Energia. Um dia o Sílvio Monari (gerente comer-

cial da emissora) me procurou para vender convites da uma festa da rádio. Não me lembro qual era, mas sei que faz muito tempo. Desde então, nunca mais parei de vender os convites da Energia. Aqui se transformou numa espécie de bilheteria de shows (risos). Hoje vendo convites do Rancho Villa, Montana, Banawá, de casas de baladas da região. Tem fim de semana que tenho mais de meia dúzia de festas com convites sendo vendidos na sorveteria. É melhor ser sorveteiro do que pedreiro? Adoro as duas profissões. Foi como pedreiro que comecei a criar a minha família. E como sorveteiro, estou conseguindo preparar meus filhos para o futuro. Então, não tem uma que eu goste mais do que a outra, mas é claro que sou muito feliz com a profissão que escolhi.

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Lazer

Verão seguro para as crianças Texto Érika Lopez | Fotos: Leandro Carvalho

Michelle Perigolo Pengo e seu filho Eduardo Pengo Ruiz

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C

omo vivemos em um país tropical, a tentação de ter uma piscina em casa é muito grande. A possibilidade de se refrescar na água em dias de folga e finais de semana, reunindo os amigos, é um grande atrativo. Mas quem tem criança e piscina em casa precisa ficar atento. Segundo a Secretaria da Saúde, o afogamento é a segunda maior causa de mortes por acidente entre crianças e adolescentes de até 14 anos no Brasil, e só perde para acidentes de trânsito. Muitas crianças que se afogaram em piscinas estavam sob cuidado de um responsável. Um mero descuido é suficiente para que um afogamento ocorra. Revista Energia 39


CONFIRA ALGUMAS ORIENTAÇÕES do Corpo de Bombeiros para manter a segurança dos pequenos:  Instale uma cerca de tela ao redor da piscina. A cerca deve ser alta o suficiente para que as crianças não a pulem e deve permitir a visão através dela, de modo que a piscina possa sempre ser visualizada;  Verifique a cerca regularmente para detectar possíveis rasgos ou outras falhas que comprometam sua finalidade;  Ensine as crianças que elas nunca devem se aproximar da piscina sem a supervisão de um adulto responsável;  Evite brinquedos e outros atrativos próximos à piscina;  Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;  Telefones devem estar sempre por perto e os números de emergência bem visíveis.  Famílias que não possuem piscina em casa, mas vão viajar nas férias com os filhos, ou nadar em represas, rios, clubes, o ideal é conhecer bem o local. Caso contrário a atenção deve ser redobrada com buracos e barrancos, quando não há visibilidade. “Se estiver navegando com qualquer tipo de embarcação, todos devem estar usando coletes salva-vidas”, orienta o sargento do Corpo de Bombeiros de Jaú Antonio Donisete Milani.

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Sargento Antonio Donisete Milani


Alerta Total

A vendedora Michelle Perigolo Pengo mora há pouco tempo em uma casa com piscina e a atenção para com seu filho Eduardo Pengo Ruiz é 24 horas. “É a primeira vez que passo por essa experiência. Ele tem apenas três anos, então tenho o máximo de cuidado”, conta. O pai de Eduardo, Carlos Ifanger Ruiz, também conversa com o filho sobre os perigos de chegar perto da piscina sem a presença dele ou da mãe. Além disso, a porta da cozinha que dá acesso ao quintal sempre fica trancada para evitar um acidente. Na casa de Michelle sempre tem boias e colete salva-vidas apropriados para crianças dessa idade.

Como acontece o afogamento

Segundo especialistas, o afogamento ocorre em geral por asfixia, em virtude da aspiração de líquido, que obstrui as vias aéreas e é responsável por alterações nas trocas gasosas, que levam à hipoxemia (insuficiência das taxas de oxigênio no sangue) e acidose metabólica. A asfixia pode ser provocada ini-

cialmente por laringoespasmo, quando a pessoa, diante de uma situação de afogamento, prende a respiração e debate-se de maneira descoordenada até que, não conseguindo permanecer sem respirar, involuntariamente aspira grande quantidade de água e encharca os pulmões. Cerca de cinco minutos sem respirar é o suficiente para causar danos permanentes no cérebro. Os afogamentos acontecem de forma rápida e silenciosa, por isso, todo cuidado é pouco.

O que fazer

O Sargento Milani, do Corpo de Bombeiros de Jaú, alerta: em caso de afogamento, a primeira coisa que se deve fazer é ligar para a Corporação, pelo número 193. Simultaneamente, deite a criança sobre o lado esquerdo do corpo para ela expelir a água. Se não estiver respirando, faça respiração boca a boca e massageie o tórax dela. É muito importante que a respiração do pequeno seja recuperada o quanto antes, para evitar que ele sofra alguma lesão cerebral. Cautela e atenção. Aproveite as férias de verão com alegria e segurança.

Eduardo Pengo Ruiz


Energia Garota

Por Cláudio Bragga

Ana Elisa da Silva Apelido: Lisa Data de nascimento: 06/02/1996 Mulher Bonita: Angelina Jolie Homem bonito: Vin Diesel Música que gosta: Sou Humano (Bruna Karla) Perfume: Glamour Comida: Macarrão de Forno Filme: A Prova de Fogo  Não vive sem: Deus Frase: “Vencedor é aquele que entra na luta, seja para ganhar ou para perder”.

Ficha técnica:

Fotos: Cláudio Bragga Produção: Leandro Carvalho Locação: Floratta Fone: (14) 3626.5353 Looks: Garbin Modas Fone: (14) 3624.8635 Cabelo e make: Rafael Camargo Site: www.rc-hd.com.br Fone: (14) 3032.0121

Quer ser Garota Energia?

Acesse o nosso site e saiba como: www.energianaweb.com.br 42 Revista Energia


Ana Elisa da Silva Revista Energia 43


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Unimed com você

Programa de visita hospitalar ANS-nº 30676-2

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Destaques Gincana Solidária 2012 Mais de 2 toneladas de ajuda ao próximo Indicadores da ANS Unimed já mantém excelentes colocações

EXPEDIENTE Ano 4 - Edição 12 – Jaú, Janeiro de 2013 Informativo Saúde! é uma publicação da Unimed Regional Jaú Presidente: Antônio José Craveiro Faria Vice-Presidente: Dr. Paulo De Conti Superintendente: Dr. Paulo Fernando Campana Secretário: Dr. José Carlos Berto

Assessora de Marketing e Comunicação: Fernanda de Almeida | Conrerp 2ºr - 4092 Jornalista Responsável: Nádia De Chico MTB – 46538/SP Redação/Fotos: Fernanda de Almeida Gisele Magi Nádia De Chico

Diagramação: Revista Energia Distribuição: Revista Energia Informativo Saúde! Rua Álvaro Floret, 565 - Vila Hilst - Jaú/SP Cep: 17207-020 Central de Relacionamento: 0800 10 53 33 www.unimedjau.com.br Elogios, críticas e sugestões de pauta nadia.chico@unimedjau.com.br


PALAVRA do PRESIDENTE Prezado Leitor,

N

esta edição divulgamos importantes resultados alcançados durante o ano de 2012. O reconhecimento de nosso desempenho junto ao Sistema Unimed, a Agência Nacional de Saúde e as entidades da classe médica é fato incontestável. Junto ao Sistema Unimed soDr. Antonio José mos lembrados como uma das Craveiro Faria Singulares mais sustentáveis, Diretor Presidente tendo um grau de organização da Unimed Regional Jaú ímpar. Quanto à ANS, tivemos a publicação do último IDSS (Índice de Desempenho em Saúde Suplementar), e nele o nosso melhor desempenho desde que a agência adotou essa forma de análise. Segundo a ANS, dentre as 865 Operadoras de Planos de Saúde de médio porte, como a Unimed Regional Jaú, estamos ranqueados na posição 855. Isto é, estamos a 10 pontos de sermos a melhor delas. E por fim, somos uma das operadoras que mais valoriza o trabalho

de seus médicos, o que repercute em consistência e regularidade no atendimento aos nossos beneficiários. Muitas ações foram feitas ao longo destes anos para que esse sucesso fosse alcançado. A gestão adotada pela Diretoria e a participação dos cooperados, com a compreensão de executar uma Medicina digna dos médicos de todas as cidades que compõem nossa regional, contribuíram sobremaneira nestes resultados. Não bastasse isso, temos plena certeza que a contribuição de nossos colaboradores internos e externos foi fundamental para lograrmos esse patamar tão desejado. Tivemos um avanço extraordinário com a Certificação ISO 9001. Essa conquista deu-nos um senso de organização acentuado e tornou nosso colaborador participativo e com o espírito de cooperação. Hoje somos uma empresa que pode almejar sonhos e conseguir superar desafios maiores. E assim esperamos que seja nos próximos anos, para a Unimed Jaú e para toda a nossa comunidade. Muito Obrigado!

Dr. Antonio José Craveiro Faria

Confira as dicas para diminuir a ingestão de sódio Um dos primeiros passos para reduzir o consumo do nutriente é não acrescentar sal aos alimentos que já são temperados. Por exemplo, antes passar a mão no saleiro e salgar a batata frita, experimente-a. Gradativamente acostume seu paladar a menores porções de sal e priorize alimentos frescos.

Deixe de lado os temperos prontos Apesar de práticos, os temperos prontos são ricos em sódio. Para conferir o sabor especial aos pratos e não sobrecarregar sua saúde, prefira os temperos naturais. Alho, cebola, salsinha, limão, pimenta, alecrim e orégano são boas opções.

Compare o rótulo dos alimentos Antes de levar para casa um produto, leia a tabela nutricional e compare-a com outras marcas. A pesquisa da Anvisa identificou que, mesmo entre alimentos da mesma categoria, pode existir uma grande diferença na quantidade de sódio. A concentração do nutriente no queijo minas frescal, por exemplo, variou 14 vezes entre as marcas pesquisadas. Caso não haja tantas possibilidades de comparação, um bom parâmetro é que o teor de sódio não seja superior a 0,5g/100g de produto.

Evite os embutidos e farinha branca Molhos tipo ketchup e barbecue, conservas e alimentos embutidos, como presunto, salsichas e linguiças, além de algumas bolachas derivadas da farinha branca contêm alta concentração de sódio. Dê um tempo para os lanches regados a biscoito de polvilho e cream cracker. Prefira as opções integrais, com grãos e cereais. Fonte: Agência Unimed de Notícias – Unimed do Brasil

A Unimed é mais que um plano, é atenção à saúde. 46 Revista Energia


Unimed com Você

Assistente Social Débora Ribeiro visita na Santa Casa de Jaú

Programa de Visita Hospitalar

Q

uem nunca ficou ou nunca teve um familiar internado, não conhece, mas a Unimed Regional Jaú possui um programa de visitação hospitalar que agora, a partir de Janeiro de 2013, será ampliado com novos serviços. O Programa “Unimed com Você” trabalha com experiência e seriedade o serviço social hospitalar, a fim de minimizar as inseguranças geradas no período de internação do beneficiário, estabelecendo uma relação de confiança e parceria entre a Unimed e seus clientes. Formado por uma equipe de assistentes sociais, o Programa “Unimed com Você” atua diariamente nos hospitais credenciados em Jaú. Neste programa, a assistente social que faz a visita hospitalar, além de prestar todo apoio, também trabalha a conscientização sobre a cobertura contratual, rotinas e normas do hospital. Atua de maneira proativa, orientando os beneficiários dos planos Unimed quanto aos seus direitos junto aos prestadores de serviços. Para a Unimed Jaú este programa promove a eficácia e qualidade em reforçar a acessibilidade do cliente, visando sempre ao melhor atendimento.

Assistente Social Criscione Rossi visita no Hospital Amaral Carvalho

Ações desenvolvidas no Programa Unimed com Você:  Acompanhar todo o processo de internação, verificando o nível de satisfação quanto ao atendimento;  Informar sobre coberturas contratuais e recursos existentes;  Realizar visitas às mamães que acabaram de ganhar seus bebês, em que são orientadas sobre a inclusão dos recém-nascidos nos planos e realização de testes preventivos, além de ganhar um brinde personalizado;  Orientar sobre os serviços da Unimed que podem dar apoio durante a recuperação;  Liberação da remoção inter-hospitalar (conforme prescrição médica) para os beneficiários com planos regulamentados pela Lei 9656/98 comercializados pela Unimed Jaú com esta cobertura contratual.

INDICADORES DA ANS

Unimed Regional Jaú mantém excelentes colocações

É

público o rígido monitoramento que a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar impõe sobre as Operadoras de Planos de Saúde. Entre os controles feitos pela Agência dois programas se destacam: o IDSS (Índice de Desempenho em Saúde Suplementar) e o Programa de Monitoramento Assistencial. O IDSS avalia as Operadoras em 4 áreas: Atenção à Saúde, Estrutura e Operação, Econômico-financeira e Satisfação do Beneficiário; compondo indicadores cuja nota final varia de 0 a 1, sendo 0 o pior nível. Em 2012 (com informações de 2011), a Unimed Jaú ficou com a nota com 0,7459, a melhor nota desde que a ANS faz este monitoramento, apresentando uma melhoria de 13,4% sobre a nota anterior. Já o Programa de Monitoramento Assistencial tem o objetivo de apurar possíveis irregularidades entre as Operadoras de Planos de Saúde. Com este monitoramento, as Operadoras são agregadas em 4 grupos com maior ou menor grau de “risco assistencial”, indicador que serve de base para a ANS direcionar, por exemplo, fiscalizações locais. Neste programa, a Unimed Regional Jaú foi agrupada com o indicador “Verde” (o de menor risco assistencial) no qual estão presentes 865 Operadoras. A Unimed Jaú ocupa a posição 855, estando a apenas 10 pontos da melhor colocação deste grupo. Com estes resultados, queremos demonstrar aos nossos beneficiários a seriedade com a que a cooperativa vem sendo administrada, e confirmar seu objetivo de oferecer um nível de qualidade excelente e compatível com a expectativa de nossos clientes.

A Unimed é mais que um plano, é atenção à saúde. Revista Energia 47


Gincana Solidária 2012 Eu fiz um Natal feliz para muitos Os colaboradores da Unimed Regional Jaú realizaram durante os meses de Novembro e Dezembro a “Gincana Solidária 2012 – Eu fiz um Natal Feliz para Muitos”. Divididos em 5 equipes, eles arrecadaram 2,4 toneladas de alimentos, produtos de higiene, limpeza, brinquedos e inaladores através de doações pessoais, contatos com empresas e pessoas conhecidas, em um trabalho realizado em prol das pessoas mais necessitadas. A ação contou ainda com o patrocínio da Guaraná Seguros de Bauru e com o apoio especial do Redi Supermercados para a entrega das doações. As entidades beneficiadas foram: Nosso Lar, Pró-Meninas, Associação de Recuperação de Jovens Esperança, Asilo São Advocacia Feni A. P. Oliveira & Cia. Informática Ltda Angel’s Diver Antônio R. Minatel & Cia. Ltda Audiotec Computadores Ballerine Calçados Bar e Mercearia do Carlos Barilar Bell’s Pizza Bento Mina Felipe ME Calçados Carolli Cirúrgica Interior Clínica Espaço Fision Coala Essências Aromáticas Ltda Construmarques Consu Max Supermercados D’ Kouros Di Móveis e Decorações Doce Festa Dimeso Distribuições Eletrotécnica Jauense

Lourenço e Associação dos Autistas de Jaú. Confira abaixo as empresas que colaboraram com a Gincana Solidária dos colaboradores da Unimed Jaú, as quais agradecemos.

Entrega em uma das instituições beneficiadas: Nosso Lar

Escritório ARCCA Escritório Contábil Rio Branco Escritório de Contabilidade Morelli Farmácia Santo Expedito (Dois Córregos) Ferrarezi & Ferrarezi Suprimentos para impressão Galbier Galbier & Pegorari Ltda (Autoposto Pit Stop) Gracie Niquinho Jaú - Jiu Jitsu Gráfica D’MEC Gulana Bar Imobiliária IMCO Itabom Jaú Serve Supermercados João Guaraná (Unimed Seguros) João Spatti Kakaxuxa Presentes Mega Silk Minimercado Antoniolli New Star Papelaria O Boticário

P.B. Zanzini & Cia Ltda. Papermix Quality Printer Quintino Lanches Ramos & Campos Móveis Ltda EPP (Jaqueta) Restaurante Codatto Salve Zerbinatti ME Samapi Simão Doces SOS Cartuchos Supermercado Douglas Supermercado Lenharo Supermercado do Nena Supermercado Novo Horizonte Supermercado REDI Supermercados Minatel Tiliform Tomplast Visan Auto Adesivos Zanolla Copiadoras

AUTORIZAÇÕES ON-LINE Beneficiário dos planos Unimed Você sabia que todos os consultórios que atendem nossos planos já estão equipados para fornecer autorizações on-line de consultas e exames, sem necessidade de que venha à Unimed? Apenas os exames que precisam passar por Auditoria Médica é que precisam de sua presença na sede da Unimed. Peça à secretária do seu médico para fazer a autorização on-

-line dos exames solicitados no consultório, e dirija-se diretamente ao laboratório ou clínica onde irá realizá-los. Mesmo que precise aguardar um pouco no consultório, ganhará tempo em comparação a dirigir-se à Unimed. Para mais informações sobre os exames que precisam ser autorizados na Unimed, ligue: 0800-105333.

A Unimed é mais que um plano, é atenção à saúde. 48 Revista Energia


AMU Jaú realiza palestra para Portadores de Deficiência Visual e Clube da Leitura A Associação Mulher Unimed – AMU/ Jaú, por meio do Programa Vida Iluminada, promoveu a palestra: “Mobilidade para Pessoas Portadoras de Deficiência Visual, Recursos Ópticos e Não-Ópticos” na Unimed Jaú, reunindo representantes das Secretarias de Educação de cidades vizinhas, secretárias de consultório oftalmológico, diretoras da AMU/Jaú e voluntários. A palestra foi ministrada pelas pedagogas habilitadas em Deficiência Visual,

A presidente da AMU, Dra. Ana Clotilde De Conti iniciando o Clube da Leitura

Vanessa Aparecida Biz e Aparecida Biz e pelo professor especialista em informática para deficientes visuais, Anderson Mistreta, que é deficiente visual. De acordo com a diretora presidente da AMU, Dra. Ana Clotilde De Conti, as pessoas presentes tiveram interesse em saber como se comportar para ajudar um deficiente visual: “Como apresentar uma cadeira para a pessoa se sentar, como ajudá-la a atravessar a rua, como indicar direção e outras questões sobre o assun-

Os candidatos que participaram do Clube da Leitura para Deficientes Visuais

to foram esclarecidas pelos palestrantes”, conclui Dra. Ana. No dia 05 de Dezembro foi a vez do Clube da Leitura, realizado na sede da AMU. Os 12 candidatos deficientes visuais contaram as histórias lidas para as diretoras e voluntárias da AMU/Jaú. Ao final houve 3 vencedores que receberam prêmios em dinheiro. 1º lugar – Tiago Souza Esquerdo 2º lugar – Iara Cristina da Silva 3º lugar – José Donizete Marques

Diretoras da AMU reunidas com palestrantes do evento para portadores de Deficiência Visual

Programa Félix forma mais uma turma de Informática

O

s alunos da 16ª turma de Informática do Progama Félix de lavoura, onde cada vez mais os conhecimentos em informática são Dois Córregos receberam certificados de conclusão de cur- pré-requisitos necessários para um emprego digno. Esta parceria em so em três de dezembro. Este programa de inclusão digital é Dois Córregos já capacitou 329 alunos.” conclui De Conti. O Programa Félix assiste adolescentes entre 14 e 17,5 anos já capatrocinado pela Unimed Regional Jaú em parceria com a Sociedade Civil Projeto Coragem de Dois Córregos. dastrados no Projeto Coragem. Estiveram presentes na solenidade os assistidos do Projeto CoraO curso tem duração média de quatro meses. Nas aulas os alunos gem, a coordenadora Mara Silvia Haddad Scapim, o Diretor Vice-Pre- aprendem a utilizar o Windows, Word, Excel, Power Point e Internet. sidente da Unimed e Coordenador do Projeto Dr. Paulo De Conti, e o Monitor de Informática Éverton Fernando de Oliveira. “Hoje formamos mais 21 jovens e quanto mais capacitados eles estiverem maior é a chance de concorrerem no mercado de trabalho”, diz Mara. O Coordenador do Programa Félix, Dr. Paulo De Conti, considera a parceria com o Projeto Coragem bastante interessante. “Nesses 8 anos estamos não só fazendo a inserção desses jovens na informática, mas capacitando-os Dr. Paulo De Conti ladeado pelo monitor de Informática, Everton e pela Coordenadora Mara e todos os formandos da 16ª turma de formandos do Programa Félix. para atividades de trabalho no comércio, na indústria e

A Unimed é mais que um plano, é atenção à saúde. Revista Energia 49


QuemfezJahu

Octávio Celso Pacheco de Almeida Prado

Texto Heloiza Helena C. Zanzotti

Natural de Jaú, nasceu em 20 de agosto de 1923 no Pouso Alegre de Baixo, na fazenda Nova América que pertencia ao seu avô. De uma família de agricultores, casou-se em 1943 com Maria de Lourdes Moraes de Almeida Prado, com quem ficou casado por 64 anos. Tiveram 3 filhos: Ana Maria, Ude Maria e Octávio Celso Filho. Após seu casamento foi residir na Fazenda São José, mas acabou se mudando para Jaú em 1945, para a Rua Lourenço Prado, onde morou por 30 anos. Vereador por duas vezes, nos mandatos de 1964 a 1968 e de 1969 a 1972, também foi presidente da Câmara Municipal. Eleito prefeito pelo voto popular, exerceu o mandato de 1983 a 1988, sendo sempre reconhecido por tratar com igualdade as pessoas de todas as classes sociais. Em 1884, durante seu mandato como prefeito, as manifestações do movimento “Diretas Já” tomaram conta do país e Jaú não ficou de fora: Celso Pacheco havia recebido um telegrama do então governador de São Paulo, Franco Montoro, convidando-o para a concentração do dia 25 de janeiro, na Praça da Sé, e convocou para o dia 20 do mesmo mês a primeira manifestação em Jaú a favor das eleições diretas para Presidente da República. Anunciou, então, que a prefeitura fretaria quantos ônibus fossem necessários para que os jauenses participassem do comício em São Paulo. No entanto, o número de interessados foi pequeno e somente um ônibus foi para a capital, com cerca de 50 pessoas. Mas o prefeito Celso Pacheco estava lá. Sempre envolvido com política, sonhador, idealista, nunca deixou de lutar por uma Jaú melhor. Foi diretor do Aero Clube e também fez parte da Associação Rural de Jaú. Por iniciativa do deputado estadual Chico Sardelli, a Faculdade de Tecnologia de Jaú (FATEC) foi denominada como “Prefeito Octávio Celso Pacheco de Almeida Prado”, através da lei nº 13.901/09, sancionada pelo governador José Serra no dia 22 de dezembro de 2009. A RE conversou com a filha de Celso Pacheco, Ana Maria de Almeida Prado Franceschi, 67, professora, que confessou muito emocionada: “Ele foi muito marcante como pai, um avô maravilhoso e um esposo fora de série. Era um homem muito justo. Jamais erguia a voz e, desse modo, impunha muito respeito”. Ana Maria lembra uma frase que o pai dizia e que leva como exemplo de vida: “De um varredor de rua a um governante de Estado, eu receberei com a mesma atenção”. Ela também contou que o pai era são-paulino roxo, adorava futebol e ajudou muito o XV de Jaú, tendo participado de diversas ações em prol do time da cidade, juntamente com Zezinho

50 Revista Energia

Magalhães. Através de Ana Maria, pudemos conhecer um pouco mais nosso homenageado como pessoa. “Ele adorava os netos. Saía sempre sozinho com eles, os levava para a prefeitura e enquanto resolvia as coisas, as crianças ficavam brincando embaixo da sua mesa”, lembra ela. “Meu pai era muito vaidoso, adorava perfumes e seus lenços tinham que ser bem passados, impecáveis. Era um homem alegre, gostava muito de tocar violão com o neto Luiz Eduardo. Eles tocavam O Menino da Porteira em feiras e reuniões de família. E ele também compunha. Fez muitas músicas para minha mãe, por quem era muito apaixonado. Todas as semanas ele levava uma flor azul para ela, em homenagem à cor dos seus olhos”. E esse amor a RE comprovou no seguinte relato da filha: “Minha mãe faleceu em 22 de janeiro de 2009 e meu pai, que havia tido um derrame, ficou doente. Um mês depois estávamos juntos e ele me pediu para deixá-lo morrer, porque queria ficar junto com a esposa. E foi assim, ele faleceu neste dia, 25 de fevereiro de 2009. Um mês depois da minha mãe. Foi muito difícil para nós”. A morte de Celso Pacheco deixou a população consternada. Foram inúmeros os trabalhadores rurais e pessoas humildes que vieram prestar sua última homenagem a ele. Pelo decreto nº 5.836 do então prefeito Osvaldo Franceschi Júnior, foi declarado luto oficial no município pela “irreparável perda sofrida com o passamento do ilustre político de Jaú, cuja lacuna quer como cidadão, homem público e excelente chefe de família, será impreenchível”.


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Dedicação resulta em profissionalismo Após anos de estudos, Dr. Giovane Furlanetto investe seu conhecimento na cidade que tanto ama

N

ascido em Jaú, Giovane Sérgio Furlanetto iniciou sua graduação pela Faculdade de Odontologia de Lins – FOL em 2006. Assim que se formou, procurou ampliar ainda mais seus conhecimentos, ingressando na especialização logo em seguida. Durante dois anos cursou especialização em Implantes Dentários na Universidade Paulista, com o professor Dr. Gabriel Pastore e equipe, adquirindo assim o título de especialista em Implantes Dentários, e sobre esta área da odontologia Dr. Giovane explica: “O implante dental é um pino de titânio que substitui a raiz de um dente perdido.  O implante Giovane Sérgio Furlanetto

serve de apoio para a prótese (dente) que deve ser semelhante aos dentes naturais em estética e função. O implante dental pode ser indicado para repor a perda de todos os dentes, de alguns ou de apenas um dente”. Desde o início de 2012, Dr. Giovane viaja toda semana para Santo André, onde cursa residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial no Centro Hospitalar Municipal de Santo André – CHMSA, realizando também cirurgias e plantões. “A cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial é uma especialidade da odontologia que trata cirurgicamente as doenças da cavidade bucal e seus anexos, tais como: traumatismos e deformidades faciais (congênitos ou adquiridos)”, esclarece Dr. Giovane. Após sete anos morando fora, por conta dos estudos, em outubro de 2012 voltou a residir em Jaú definitivamente - ainda viajando para Santo André semanalmente - e instalou o seu consultório aqui na cidade. “Amo Jaú. Desde que saí de casa para iniciar meus estudos coloquei como meta me aperfeiçoar de maneira que, quando estivesse pronto com experiência teórica e clínica, voltasse para perto dos amigos e da família”, comenta Dr. Giovane. Para fazer parte de sua equipe em Jaú, selecionou especialistas em Ortodontia (aparelhos dentários), Endodontia (tratamento de canal), Prótese e Estética. Buscou, além da formação de cada um, encontrar competência e responsabilidade. Dr. Giovane preza para que seus pacientes sejam atendidos de maneira humanizada, para que se sintam à vontade na clínica, oferecendo-lhes também o que há de mais moderno referente à odontologia.


como

Capa

Você sabia que uma casa com ambientes climatizados, iluminados com luz natural e o ar circulando livremente por todos eles pode influenciar diretamente em sua qualidade de vida? Texto da Redação Itens como climatização, iluminação, circulação de ar devem ser pensados no projeto de uma casa, além do benefício alcançado pelo controle acústico, que permite que o som de um ambiente não interfira nos outros. O cuidado para com a saúde também é conquistado com a realização do controle, armazenamento, qualidade e temperatura da água, fazendo a diferença no seu dia a dia e de sua família. Confira na primeira edição de 2013 da Revista Energia as vantagens de comprar uma casa feita sob medida para você.

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uma nova casa pode melhorar a qualidade de vida de sua família?

Construir uma casa é tanto um sonho, quanto uma realização pessoal para o futuro morador. Hoje, no Brasil, um dos maiores investimentos realizados por muitos casais sem filhos e famílias chefiadas por jovens na faixa de 30 a 39 anos são imóveis. Analisar as finanças e organizar os investimentos são os primeiros passos em busca de realizar o sonho do novo lar e oferecer o maior bem-estar possível para si e seus familiares. Para tal objetivo o próximo passo é pensar em conforto, e (devemos admitir) que conforto compreende muito mais do que ambientes amplos e móveis requintados. Muitos itens específicos devem ser pensados durante a construção do seu imóvel, por esse mo-

tivo uma equipe de engenheiro, mestre de obras, pedreiros, pintores, eletricistas, arquiteto, paisagista precisa acompanhar esse processo.

Você deve estar se questionando sobre o tanto de tempo e dinheiro que deve ser dispendido para acompanhar esses profissionais e cada etapa da construção de sua nova residência, não é? Esqueça. Um projeto inovador de construção de casas sob encomenda a partir de um, que pode ser personalizado a seu

gosto, já faz parte do seu cotidiano. Esse novo conceito de construção são as Custom Home, ou seja, casas personalizadas. Estes imóveis levam um padrão pré-definido pela construtora, porém, são projetadas para um cliente específico e para um determinado local, pensadas a partir do número de pessoas que residirão no imóvel, das atividades realizadas diariamente por elas e dos interesses em promover confraternizações e reuniões entre amigos e familiares. Tudo ponderado exclusivamente de acordo com o perfil dos moradores. E com o foco em construir muito mais do que casas, mas sim grandes sonhos, a construtora Casaforte de Jaú é inovadora no conceito de casas personalizadas. Revista Energia 53


Como seria o modelo de casa ideal? Na concepção da Casaforte Construtora uma casa ideal parte de um projeto de espaços bem definidos, visando ao bem-estar e à sustentabilidade com alta eficiência energética ao propiciar ambientes climatizados, arejados, bem iluminados e que facilitem o dia a dia de seus moradores.

Espaço de lazer

Espaço de convivência

Espaço íntimo

Espaço de manutenção

Deve ser bem definido para recepcionar bem seus convidados, sem interferir no restante de sua casa.

Deve ser um espaço aconchegante, integrado, ideal para receber visitas íntimas e passar momentos de alegria com sua família.

Deve ser uma área reservada, de acesso restrito, onde ficam os quartos e guardam os objetos pessoais da família.

Deve ser um ambiente bem projetado, pois reserva a maioria dos itens de utilidades da residência tais como caixas de gordura e inspeção, lixeira, casa de gás, casa de ferramentas, etc.

economize! Uma casa ideal deve ser eficiente em energia elétrica, poupando recursos com luz artificial ao utilizar lâmpadas frias e principalmente a iluminação natural, poupando gastos com climatização ao diminuir a necessidade de ventiladores e ar-condicionado, além da possibilidade de utilização da energia solar para o aquecimento de seus banhos.

Natureza dentro do seu lar

Ar fresco por todos os ambientes

Água limpa para beber

A casa ideal deve oferecer ambientes que salientem a percepção de conforto, possibilitando o contato com a natureza e mantendo os índices de qualidade e umidade do ar elevados.

Uma casa bem projetada deve ter circulação livre de ar por todos os cômodos, melhorando a sensação térmica e levando para longe de sua casa a possibilidade de propagação de vírus e bactérias.

A casa ideal deve ter água filtrada e suficiente para consumo de sua família em todos os pontos da casa, inclusive nos períodos de falta de abastecimento. Água quente para lavar a louça, escovar os dentes em dias frios, sem falar dos banhos deliciosos.

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CASAFORTE?

COMO CONSEGUIR SUA

Nunca foi tão fácil ter uma casa nesses padrões ao seu alcance e usufruir de todos esses benefícios para sua família. Inovadora no conceito de Custom Homes, a Casaforte Construtora traz para Jaú e região este novo modelo de lar.

O que preciso ter para adquirir uma casaforte? Quer você tenha um terreno, esteja pensando em adquirir sua nova casa com recurso próprio ou através de financiamentos, a Casaforte em parceria com a Imobiliária Gabriel tem toda a estrutura para dar todo suporte do início ao fim.

Dúvidas? Para obter outras informações sobre o assunto, não perca as próximas edições da Revista Energia. Siga e envie perguntas, críticas e sugestões para nossa página no Facebook: www.facebook.com/construtoracasaforte Outras informações: www.casafortejau.com.br ou ligue para a Imobiliária Gabriel (14) 2104-0800

Conforto tanto no inverno quanto no verão

Iluminação

Passe mais tempo fazendo o que gosta

Uma casa que possui conforto térmico é uma casa com baixa capacidade de troca de calor do ambiente interno com o ambiente externo. Em momentos de picos de temperatura, altas ou baixas, a casa mantém-se estável, proporcionando um clima mais agradável no seu interior.

Durante o dia a casa ideal deve ser capaz de fazer uso da luz do sol para iluminar seus ambientes. Além de proporcionar economia, traz benefícios para sua saúde promovendo a produção de vitamina D na pele e diminuindo as chances de proliferação de vírus e bactérias. Durante a noite são usadas lâmpadas frias, que são as de baixo consumo de energia elétrica.

A casa ideal deve ser capaz de facilitar a execução das atividades do dia a dia, fazendo com que você gaste menos tempo nas tarefas do cotidiano como lavar, passar e cozinhar, e mais tempo para fazer o que você mais gosta e que realmente tem importância para você. Passando mais tempo com sua família, usufruindo de momentos de lazer, assistindo a um filme, brincando ou educando seus filhos. Revista Energia 55


Look de artista


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Fotografia Leandro Carvalho Modelo Brenda Carolina Beleza Rafael Camargo Style Vestylle Megastore Joias Érica Módolo

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Varal

Fotos Leandro Carvalho

Ana Maria Fitness:

Rua Marechal Bittencourt, 82 Fone: (14) 3624.7276 - Jaú Rua Tiradentes, 415 Fone: (14) 3652.6454 Dois Córregos

Arezzo:

Jaú Shopping Piso Superior Fone: (14) 3416.7737 60 Revista Energia

BM:

Jaú Shopping Piso Térreo Fone: (14) 3621.7002

Cintya Barros:

Rua Lourenço Prado, 841 Fone: (14) 3622.4945


Conexão Modas: Rua São Sebastião, 15 Fone: (14) 3622.8477

Gold Silver:

Jaú Shopping - Piso Térreo Fone: (14) 3416.1858

Érica Módolo:

Fone: (14) 8128.1900

M. Officer:

Jaú Shopping - Piso Térreo Fone: (14) 3416.0831

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Varal Menfis Modas:

Rua Tenente Navarro, 619 Fone: (14) 3626.8108

Santa Felicitรก:

R. Humaitรก, 1440 R. Sebastiรฃo Ribeiro, 658 Fone: (14) 3621.9078

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Look

kids

Por Leandro Carvalho

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Crianças

Luiza de Queiroz Ferreira Teixeira, Amanda de Queiroz Ferreira Teixeira e Pedro Augusto Sinicio Locação: Caiçara Clube de Jaú Fone: (14) 3601 2511

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Moda Por Caroline Pierim

moda@revistaenergiafm.com.br

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J

aneiro é sinônimo de promoção! Muita gente acaba não sabendo aproveitar de uma forma válida, comprando um monte de coisas porque está barato, mas sem avaliar se combina ou não com o seu guarda-roupa, é por isso que neste mês a Revista Energia traz algumas dicas para você! Procure peças chaves, ou seja, roupas e sapatos que nunca saem de moda, que podem até ser substituídos durante um pequeno prazo de tempo, mas sempre voltam a ser super tendências.

Itens como calças e camisas jeans, vestido preto básico, jaquetas de couro, blazers, saias floridas, calça de alfaiataria, entre outros. O truque é comprar peças totalmente versáteis que, sem dúvida, combinam com qualquer coisa, criando looks que podem ser usados tanto de manhã quanto à tarde, e até à noite, sem que pareça que você está repetindo a roupa.

Roupas e Acessórios: Hot Seven Rua Amaral Gurgel, 523 Centro - Jaú Fotos: Leandro Carvalho Modelo: Caroline Pierim

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Fitness

Por Marcelo “Tchelinho” Macedo Fotos Leandro Carvalho

Pole Dance Ana Claudia Turetta

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dança realizada em poste, mastro ou na barra, mais conhecida como Pole Dance, é uma nova onda fitness que vem invadindo cada vez mais o nosso país. Originária do Mallakhamb, na Índia, era praticada como uma espécie de ioga em um poste de madeira, desde o século XII. Chegou ao Brasil como uma espécie de dança em cabarés ou em casas de strip-tease, onde as mulheres se insinuavam para os homens. Mas com o passar do tempo isso foi mudando e hoje em dia o Pole Dance se constitui em uma modalidade física e esportiva que envolve a dança com e ao redor de uma barra de metal, trazendo movimentos de ginástica olímpica, ballet e dança em dimensões diferentes, incluindo posições estáticas e em movimento, podendo ser praticada por ambos os sexos. Em 2009 foi criada a Federação Brasileira de Pole Dance - ou FBPOLE, que é o órgão que legitima a prática da atividade no Brasil e trabalha a favor de novas diretrizes em prol do crescimento como modalidade física, lutando para que se torne um esporte olímpico. As aulas de Pole Dance trazem inúmeros benefícios, tais como: aumento da força de membros superiores e inferiores, tronco e abdômen; melhora da flexibilidade, coordenação motora e do equilíbrio. Os exercícios utilizam o próprio peso do corpo como resistência. Uma aula de Pole Dance chega a queimar cerca de 500 calorias e sua prática é dividida da seguinte forma, dependendo do nível em que o aluno se encontra: 68 Revista Energia


}Exercícios básicos: é a primeira fase do Pole Dance, onde o aluno tem o contato inicial com a barra, aprendendo todas as posturas de mãos, pés e tronco. É o nível em que são realizados giros. }Intermediário: a segunda fase, onde iniciam-se as inversões com um maior contato da barra com o corpo. }Avançado e Master: são posições de força, equilíbrio e flexibilidade. Nesse nível o aluno já possui esses fundamentos bem desenvolvidos, ou seja, o corpo já está apto para a prática dos movimentos mais complexos, com grande grau de dificuldade. A vestimenta adequada para a prática dessa atividade é o uso de um top e um short, quando for mulher, ou somente um short no caso dos homens, pois o atrito da pele junto à barra é fundamental para que a pessoa consiga se sustentar. Diante dessas informações, trazemos para você algumas posições dessa novidade fitness com a professora especialista Ana Claudia Turetta, deixando de lado o preconceito e reforçando a prática como uma atividade física!

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club

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ENLACE O casal André Luiz Ribeiro da Silva e Débora Cristina Antunes Ribeiro oficializou a união no dia 03 de novembro de 2012, junto com a benção de seus pais, na companhia de amigos e familiares, em uma emocionante cerimônia na Igreja Matriz. A recepção dos convidados aconteceu numa belissima festa no Salão do Caiçara Clube de Jaú.

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Fotos: Imagem.com

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1. André Luiz Ribeiro da Silva e Débora Cristina Antunes Ribeiro 2. Débora Cristina Antunes Ribeiro e José Carlos Antunes Ribeiro 3. Lorena Ribeiro Godoy, Débora e André, Clara Saccardo, Ana Luiza Grossi, Livia Saccardo e Pedro Grossi 4. Débora, Isabela Antunes Ribeiro e André 5. Josefa Cano da Silva, André e Rute Ribeiro da Silva 6. Os noivos com as madrinhas: Leticia Moralles Perim, Kelly Pertille Miato, Débora Moya Imasaki, Franceli Rizato da Silva, Rute N. Ribeiro da Silva (mãe do noivo), Camila Kojima, Glacy Ferrari, Leda B. Corpacci Ribeiro (mãe da Noiva), Michele Ribeiro Bastos, Raquel Antunes Ribeiro, Lúcia H. Ribeiro da Silva Morelli, Sandra Ribeiro da Silva, Gisele Romano Camilo Bragion e Maria Cecilia Asperti. 7. Os noivos com os padrinhos: Marcos Aurélio Henrique, Murilo Henrique Morelli, André Bastos, Antonio Campos Moreira, Silvino Ferrari, José Carlos Antunes Ribeiro (pai da noiva), Luiz Otávio Morelli, Paulo Sérgio da Silva, José Paulo Morelli, Paulo Fernando Morelli, Luiz Fernando Bragion, Matheus Imasaki, Gilberto Carlos Miato e Edinaldo Perim

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Social

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FRANCINE’S

Francine Pantaleão comemora mais uma vitória. Nossa miss São Paulo, arrasando também como empresária, inaugurou no mês passado a Francine’s Boutique. Vale a pena conferir, na Av. Décio Pacheco de Almeida Prado 500.

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1. Luiz Henrique Ramos, Francine Pantaleão e Lilian Sayuri 2. Tatiane Fabricio, Vânia Pantaleão e Murilo Pelizon 3. Emili Melgis, Marina Dionísio, Jaqueline Bergamasco e Gabriela Bergamasco 4. Francine Pantaleão e Rafael Camargo 5. Renan Pantaleão, Vânia Pantaleão, José Pantaleão e Pe. Celso Buscariollo 72 Revista Energia


Expo Kids

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A Expo Kids, que aconteceu em dezembro, marcou o lançamento do Buffet da Zoe. Com uma fantástica exposição que reuniu artigos de decoração, mostra de fotografia e buffets para festas infantis, o evento fez o maior sucesso!

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1. Fabiola Pontes e Rogério Pontes 2. Celia Cabrioli, Bruno Balan e Marcella Cabrioli 3. Paula Mesquita e Cláudio Mesquita 4. Cristian Mussio, Enzo Mussio e Tamires Mussio

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Social

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Oligoflora Em um coquetel com direito a desfile de moda, sapatos e acessórios, a equipe da Oligoflora Jaú recebeu clientes no último dia 12 de dezembro para comemorar um ano de muito sucesso em nossa cidade. 1. Driele Dante, Elisa Kakoi, Paula de Oliveira, Daniela Borges, Fernanda Delfino e Mariana Ricci 2. Jaqueline Gomes, Caroline Corteze, Isabel Bastos, Lucia Caramano e Isabela Firetti 3. Vera Garcia, Lucia Morelli, Arthur Mellado e Cibele Mellado 4. Elisa Kakoi, Paula de Oliveira, Fernanda Delfino e Mariana Ricci 5. Ana dos Santos, Elma dos Santos e Fátima Fagiam

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Flora Paraíso Sucesso total o Bazar de Natal da Flora Paraíso, que aconteceu em dezembro e reuniu diversos artesãos com trabalhos originais e de muito bom gosto.

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1. Betinha Masiero Murgel, Poliane Martins 2. Carlota Fiorelli, Claudio Morgado 3. Erica Módolo, Marina Titato 4. Izildinha Mattar, Cristina Mascaro e Ana Fabrício

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Unimed

Atletismo PCD:

No lugar mais alto do pódio

Dois dos atletas especiais, com deficiência visual, da equipe de atletismo PCD (Pessoas com Deficiência) assistidos pela Associação Mulher Unimed – Amu/ Jaú e patrocinados pela Unimed Regional Jaú alcançaram o lugar mais alto do pódio. Tiago Esquerdo ganhou o ouro na Corrida Pedrestre da Primavera, que aconteceu em Jaú em 28 de Outubro; e Cleiton conquistou a medalha de ouro na prova dos 1500 metros rasos dos Jogos abertos do interior, que aconteceu em Bauru no dia 21 de novembro de 2012. Os atletas Cleiton, Thiago, Osmar e Fábio junto com a técnica Lúcia.

Tênis de Mesa:

Jauenses trazem medalhas do Campeonato Brasileiro

A equipe da Associação Jauense de Tênis de Mesa de Jaú, patrocinada pela Unimed Regional Jaú, participou do 43º Campeonato Brasileiro de Tênis de Mesa realizado entre os dias 30 de outubro e 04 de novembro, no Clube de Campo de Piracicaba. A jauense e técnica da equipe Daniela Bassi ganhou em primeiro lugar na categoria Lady, e Sandra Silva ficou em terceiro.

As atletas Daniela Bassi e Sandra Silva Revista Energia 77


Carreira

Rock tipo exportação Jauenses exportam Heavy Metal para Europa, Ásia, América do Norte e preparam lançamento no Brasil Texto Antonio Orselli

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os dias de hoje não é qualquer artista ou banda que se mete a gravar um disco. Com a internet, as novidades não sobrevivem mais do que semanas, além de custar caro transformar notas musicais em produto de venda, pois, além do custo da gravação há a prensagem do disco, investimento em divulgação e distribuição do material, entre outros. Vencer todo esse calvário não é nem um pouco fácil. Imagine, então, atrever-se a cruzar o oceano para divulgar um disco de rock pesado? Parece ainda mais ousado. Mas não para a banda Vandroya.

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Aos 11 anos de estrada a banda resolveu lançar o seu primeiro disco, intitulado “One”, no mundo todo. A banda é formada por Daísa Munhoz (vocal), Rodolfo Pagotto (guitarra), Marco Lambert (guitarra), Giovanni Perlati (baixo) e Otávio Nuñez (bateria). Giovanni e Otávio são jauenses e, assim como João Ribeiro de Barros, pretendem alçar vôos mais longos e levar a sua identidade além do oceano. A grande questão é: como uma banda do interior de São Paulo conseguiu, já no primeiro disco, mandar sua música para quatro continentes? É bom considerar que o estilo musical do grupo é dos mais comuns em grandes centros

como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, onde existe uma estrutura de lugares para tocar, estúdios de ensaio e grande oferta de músicos e produtores especializados em metal. Ainda existe o estigma de que o interior só produz música sertaneja. “Nós temos boas composições, a banda tem uma sonoridade legal, então, não fazia sentido a gente não apostar tudo nisso. Procuramos profissionais que realmente fizeram do «One» um disco muito bom, desde a capa, a mixagem e masterização até a distribuição. Não somos mais que ninguém, trabalhamos muito e chegamos a um resultado. Daqui para frente temos que focar em dar sequência a todo esse processo. Sabemos que o caminho é duro e que vamos ter que abrir mão de várias coisas, mas vale a pena quando se ama o que se faz”, analisa Perlati. O disco intitulado “One” já foi lançado em dezembro no Japão e neste mês de janeiro na Europa e Estados Unidos. O próximo passo é consolidar o trabalho dando início à distribuição do disco no Brasil, onde a concorrência também é grande. O baterista Otávio disse que

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não conseguia acreditar quando foi concretizada a parceria para o lançamento do disco no Japão: “A notícia de que havíamos conseguido gravadoras para Europa, EUA e Japão foi recebida com uma mistura de surpresa e entusiasmo. Assinarmos com selos internacionais, logo no álbum de estreia é, sem dúvida, uma grande oportunidade. Já tivemos algumas críticas positivas lá fora e isso faz com que as expectativas sejam as melhores!”, afirma.

Cenário musical Poucas bandas conseguiram atravessar as fronteiras e galgar um espaço no segmento do heavy metal. Os principais exemplos são as bandas Sepultura, Angra, Shaman e Korzus que, por sinal, são as principais fontes de inspirações para os sonhos do Vandroya. “O Brasil é um celeiro de bandas. Todo dia tem show em algum lugar, sempre tem alguma banda compondo, escrevendo, gravando e produzindo algo. Essas bandas que foram longe são inspirações, espero um dia poder dividir os palcos com essas referências. Por enquanto estamos focados em mostrar nosso trabalho e, para isso, queremos que nossas músicas cheguem ao maior número de pessoas”, conta Giovanni.

Daísa Munhoz Uma das atrações do Vandroya é a líder da banda Daísa Munhoz. Em 2010 ela foi eleita a melhor vocalista do Brasil pela revista “Roadie Crew”, especializada no gênero e com circulação nacional, e também pela “Whiplash”, que é considerado o maior site de rock do Brasil. Ela é velha conhecida do público jauense por ter feito parte das bandas Inlakesh e Black Dog.

Lançamento 19 de dezembro no Japão gravadora Spiritual Beast 18 de janeiro na Europa e América do Norte Inner Wound Recordings 04 de fevereiro no Brasil gravadora Voice Music

Canais Site oficial – www.vandroya.com www.facebook.com/vandroya @vandroyaoficial www.myspace.com/vandroyaofficial


vida

Boa

Por João Baptista Andrade

Comida e Economia Que comida custa caro não é novidade. Comida boa, então, nem se fala. Portanto, aproveitar sobras, partes não tão nobres de vegetais ou carnes, não é mesquinharia. É obrigação. Se pensar que muita gente que habita esse planeta passa fome de maneira regular, desperdiçar alimentos é quase um crime de lesa-humanidade. Eu sou daqueles que aproveita tudo. E quando não posso fazê-lo, doo o que me excede, porque sei que em algum lugar alguém vai fazer bom uso daquilo que eu não fui capaz de consumir. Mas se o preclaro leitor ou leitora atentar ao título da coluna, perceberá que grafei economia com letra maiúscula, referindome à ciência (arte, maestria, atuação divinatória?) daqueles que se dedicaram ao estudo da mesma. Como cozinheiro, o que me encanta nos Economistas é a peculiaridade de, sistematicamente, descontarem os estoques. Explico: se no ano passado produziu-se um milhão de automóveis, e no ano vindouro produzir-se outro tanto, para os Economistas o crescimento foi igual a zero. Apesar do fato da frota ter crescido dois milhões de unidades, o que é muitíssimo diferente de zero... Voltando ao que interessa para a maioria dos viventes, o tal custo de vida (que só faz crescer como os escândalos políticos) nos obriga a optar por duas abordagens clássicas: ou bem se diminui o consumo, ou bem se usa a cachimônia para encontrar melhor uso para o nosso rico dinheirinho. Eu, por exemplo, só compro o que “está no tempo”, que é como se diz lá em Monte Alto acerca das safras agrícolas. É fácil, é bom e, ainda por cima, mais barato. Entretanto, o que me anda tirando do sério é essa moda dos vendedores de comida e bebida passarem a falar em economês, o idioma daqueles que se formaram em Economia (com “e” maiúsculo). Nas lojas de vinhos é ainda mais chato. Um garoto com idade para ser meu filho tenta explicar-me que tal ou qual rótulo

foi “pontuado” por algum crítico, ou revista, ou entidade. Então lá vou eu à faina de abastecer a casa com produtos de qualidade. Carnes, verduras, queijos, frutas e... vinhos. E me aparece um fulaninho que não bebeu um centésimo de tudo o que já provei nessa vida e tenta vender-me um determinado rótulo por causa de seu evidente “custo/benefício”. Ora bolas, vá amolar o boi! Como é que alguém pode definir qual vinho me traz mais benefícios? O preço de um vinho é uma decorrência direta do binômio-qualidade e preço. Se a qualidade é alta e o preço é módico, é uma boa compra. Ponto final! O mesmíssimo princípio se aplica a cebolas, tomates, alcaparras, pistaches, pães ou pinhões. Comida e bebida são coisas intrinsecamente caras porque todos nós precisamos comer de forma contínua, simplesmente para manter o corpo em funcionamento. Usar argumentos de Economistas para justificar a cobrança de preços acima da média do mercado é um expediente para enganar pessoas leigas e/ou arrogantes. Comer bem e beber bem são coisas boas. Pagar caro só para mostrar que pode é algo diferente. No primeiro caso, trata-se de um estilo de vida. No segundo, de uma rematada tolice. Para finalizar (e evitar processos contra a revista) tenho confrades apreciadores dos prazeres da mesa em todas as profissões. Incluindo alguns que não fazem nada e outros que são Economistas, todos muito queridos. Não se trata, portanto, de denegrir ou hostilizar uma categoria profissional em especial. O que está em discussão é porque alguns vendedores falam tão difícil sobre algo tão singelo quanto uma garrafa vinho ou um queijo importado. O fato de eu ser caipira não me obriga a escutar bobagens na hora de abastecer minha geladeira ou a adega lá de casa. Até a próxima.

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Melhor Idade

De volta ao batente Aposentadoria? Que nada... O negócio é trabalhar!

Texto Érika Lopez | Fotos Leandro Carvalho

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António Domarco Junior e Noemy Moraes aposentados que continuam ativos profissionalmente

ode ser que você, que é aposentado, tenha dinheiro suficiente para passar o resto de sua vida fazendo as coisas que imaginou, mas uma renda extra é sempre bem-vinda, não é? Estudos e pesquisas mostram que pessoas mais velhas que continuam trabalhando (principalmente aquelas que trabalham no que gostam) tendem a se sentir mais felizes e a viver mais. Sem contar que dados da Previdência Social apontam que 67% dos idosos que recebem aposentadoria ainda precisam fazer algum serviço para complementar a renda mensal. Aposentada há 20 anos, Noemy Moraes, 68, trabalhou a vida toda na área de vendas. Aos 18 anos começou a trabalhar como auxiliar de escritório na Coopersucar S.A., na cidade de São Paulo. Com empenho e dedicação foi promovida ao cargo de encarregada do setor de vendas do mercado interno. “Fiquei na empresa durante 30 anos, até me aposentar, porém, continuei trabalhando por mais dois anos na Coopersucar e pedi demissão. Eu estava muito cansada, queria ficar mais perto da família, passear, mas consegui ficar parada apenas seis meses”, conta.

Na ativa novamente

Noemy sentiu muita falta de trabalhar, principalmente em lidar com o público. Então, resolveu vender roupa por conta própria e ganhar, é claro, mais um dinheirinho. Por se caracterizar uma vendedora nata, conquistou uma grande clientela e suas vendas duraram seis meses. “Logo fui convidada a trabalhar novamente no Noemy Moraes

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mercado de açúcar e álcool por outra empresa, mas com o mesmo cargo que eu exercia na anterior. Essa firma adquiriu uma empacotadora em agosto de 1997, aqui em Jaú, eu viajava toda segunda de madrugada e voltava para São Paulo na sexta à noite”, explica Noemy. A aposentada viajou durante seis meses e resolveu se mudar para cá, pois por ser solteira, sua filha, na época com nove anos, ficava com a babá a semana toda e sentia muito a falta da mãe; além de se sentir desgastada com a rotina. Durante três anos Noemy permaneceu na empresa. Desligou-se devido a uma decisão de seu patrão, que decidiu transferir a firma para outra cidade. Assim, retornou aos trabalhos de vendedora.

Novo convite

Em 2005, Noemy recebeu outro convite de emprego, porém não mais na área em que atuou quase a vida inteira, mas em uma empresa automotiva, no departamento de cobranças, onde está até hoje. “Adoro o que eu faço e também a necessidade é grande. Não nos resta outra saída: continuar trabalhando! Sem falar o quanto me sinto disposta e ativa ao continuar exercendo uma profissão”, finaliza.

Dificuldades

Há 17 anos Antônio Domarco Junior, 67, está aposentado por tempo de serviço, mas ainda contribui com Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Trabalhou durante muitos anos como motorista de caminhão de cana e achava que iria descansar com sua aposentadoria, mas conforme o tempo foi passando percebeu que o salário só baixava. “Eu desisti de contar com a aposentadoria que só diminuía, e já que eu sempre morei no sítio e tenho certo conhecimento na área rural, resolvi trabalhar como tratorista. Consegui ter a carteira assinada e estou há dez anos prestando serviço para uma fazenda agrícola”, conta. Não é apenas o esforço e o cansaço devido à idade que incomodam Antônio. Trabalhar no campo, com esse clima seco e quente é exaustivo, mas o tratorista sempre se lembra das contas que chegam no começo do mês, na família que precisa de uma renda maior e isso o encoraja a prosseguir. “É uma falta de respeito o que fazem com os aposentados. Trabalhamos mais de meio século e não somos reconhecidos, ainda bem que 84 Revista Energia

o trabalho dignifica o homem, pelo menos isso”, diz Antônio.

Aposentado Profissional

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Carteira

O trabalhador que teve vínculo empregatício, mas não teve as contribuições mensais recolhidas à Previdência Social, deve ter o seu tempo de serviço reconhecido para efeito de aposentadoria. Para o reconhecimento do direito é importante que a pessoa apresente sua Carteira Profissional. Muitos aposentados que trabalham e querem ser registrados podem obter esse benefício, exceto quando essa aposentadoria for por invalidez, ou seja, neste caso a Previdência não lhe permite exercer atividades. Consulte outras informações no site: http://www.mpas.gov.br/ A verdade é que passar o dia descansando, vendo TV, deixou de ser um objetivo na vida da maioria daqueles que estão prestes a se aposentar. E pesquisas comprovam que essa é a melhor decisão para quem quer uma vida longa e com mais qualidade. Prosseguir trabalhando, após a aposentadoria, traz benefícios de ordem física, psicológica e prática: segundo estudos médicos, manter a mente ativa é a melhor prevenção contra a diminuição das capacidades cognitivas do cérebro e contra doenças degenerativas como Alzheimer. O importante, dizem os especialistas, não é o que você vai fazer depois que se aposentar, mas o que você vai fazer para que NUNCA se sinta aposentado.


Empresarial

Por Antônio Paulo Grassi Trementocio

SPED – Obrigação legal importante para a empresa Inicio o ano de 2013 com este assunto de suma importância para a saúde fiscal e contábil da empresa: o SPED, uma ferramenta importante para a empresa e para o fisco. Através deste instrumento digital a vida fiscal e contábil da empresa fica disponível para análise e interpretação, fazendo com que as empresas tenham maior comprometimento e responsabilidade no fornecimento das informações. Vivemos num momento de grande importância no campo da informação, migrando do papel para o mecanismo digital. Tudo isso para que se possa adquirir maior velocidade, segurança, compartilhamento e confiabilidade. E um grande aliado e responsável por isso é a certificação digital, que atinge vários segmentos como o da contabilidade e, mais recentemente, do judiciário. O termo SPED significa Sistema Público de Escrituração Digital, que nada mais é do que uma solução tecnológica encontrada para oficializar os arquivos digitais das escriturações fiscal e contábil, criado pelo Decreto 6.022 de janeiro de 2007 e pela instrução normativa da Receita Federal do Brasil RFB nº. 787, de 19 de novembro de 2007. À primeira vista pode até parecer que o Sped é um problema sério para o empresário, que deverá apresentar todas as suas informações contábeis e fiscais ao fisco de uma forma geral, porém, ele tem utilidades muito positivas como aumentar a oportunidade de negócios; eliminar a concorrência nociva e desleal nas respectivas áreas empresariais; dar, através do documento eletrônico, validade jurídica para a empresa em todas as suas atuações; promover com segurança a guarda dos arquivos eletrônicos da escrituração digital; reduzir custos e agilizar as negociações comerciais, entre muitas outras. Na última edição de 2012 falamos do profissional da contabilidade e, citando-o novamente, podemos observar que o Sped veio atingir diretamente estes profissionais. A nova sistemática de dados criada pelo fisco obrigou-os, muito mais do que se aprimorarem no campo da informática, a integrar o seu conhecimento ao veículo eletrônico. Com o Sped as empresas terão maior e melhor qualidade nas informações, reduzindo seus custos administrativos de toda ordem, além de uma responsabilidade muito maior quanto à própria atividade, pois terá constantemente a visão

do fisco sobre a mesma, o que faz com que a legalidade e transparência façam parte da atividade empresarial. O Sped trouxe muitos desafios para todos os profissionais da área contábil-fiscal, mas também muitas oportunidades para aqueles que se aprimorarem e se especializarem nessa ferramenta digital. Mais do que isso, a ferramenta veio para afastar do mercado a concorrência desleal e nociva para as respectivas atividades empresariais, além de favorecer aquele empresário que deseja buscar, através de sua atividade, uma harmonia entre todos os setores de sua empresa, especialmente o setor contábil-fiscal. Você, empresário, fique atento a essa realidade do Sped, converse com seu contador, aprenda um pouco mais sobre essa ferramenta e, mais do que isso, exija do mesmo uma aplicação correta e competente, subsidiando o mesmo naquilo que for necessário. Desejo a todos um início de ano com muita força e paz, buscando sempre o caminho correto e legal para o seu sucesso e vitória.

Revista Energia 85


Gourmet Por Mario Netto

Mario Franceschi Netto Formado pelo SENAC Águas de São Pedro e pelo Instituto ALMA de Cucina Italiana, já trabalhou no Grande Hotel Águas de São Pedro, Café de la Musique em São Paulo, Ristorante Gellius em Oderzo Vêneto e, atualmente, trabalha no restaurante La Gazza Ladra em Módica, na Sicília.

Pasta asciuta Ciao, amici lettori!

Nesta edição vou falar da “pasta asciuta”, que se não for a comida mais amada dos italianos, está entre as três. Esta massa é amada do norte ao sul, leste ao oeste da Itália. Cada região faz de uma forma, mas sempre com produtos típicos, valorizando a cultura e os costumes regionais. Pode ser com um belo gorgonzola, com tomate, manjericão, mozzarella de búfala, com presunto cru e alcachofra ao alho e óleo, enfim, as combinações podem ser as mais diversas possíveis. A massa bem cozida perde as suas propriedades organolépticas e, dessa forma, não é possível senti-la em toda a sua plenitude de sabor, textura e forma. O responsável por essa revolução na cozinha italiana chama-se Gualtiero Marchesi, que levou a cozinha italiana à sua máxima expressão. O mestre Gualtiero foi o primeiro italiano a receber as três estrelas Michelin, que é o Oscar da gastronomia. Teve uma passagem pela França, onde trabalhou com os Irmãos Troigros. Ao voltar para Milão, abriu o seu próprio restaurante. Gualtiero Marchesi escreveu vários livros, sendo o mais conhecido: “A mesa posta: história estética da cozinha”. Bom, tudo isso me deu fome. Nada melhor do que uma bela “pasta asciutta” para ovacionar o grande mestre.

Ingredientes para 4 pessoas: 4 dentes de alho 2 colheres de sopa cheias de alcaparras dessalgadas 6 fundos de alcachofra 3 colheres de sopa de azeitonas pretas sem caroço 200 ml de creme de leite fresco 1/2 maço de salsinha 400 g de rigatone (tipo de macarrão) Sal e pimenta do reino Q.B (quanto baste) Óleo de oliva Q.B 86 Revista Energia

Modo de preparo Corte os fundos de alcachofra em tiras. Triture ou esprema os alhos. Numa panela, cubra o fundo com uma camada fina (rasa) de azeite e frite o alho até ficar bem fritinho. Junte a alcachofra e frite até dourar. Corte as azeitonas em fatias grossas e junte tudo na panela, inclusive as alcaparras, acrescentando o creme de leite e cozinhando em fogo médio por 3 min. Pique o meio maço de salsinha e coloque metade dele com o resto dos ingredientes na panela, tire-a do fogo e reserve. Cozinhe o macarrão em água salgada (o ideal é 100 g de massa para 1l de água) até que fiquem “al dente” e reserve uma concha da água do macarrão. Junte a água da fervura na panela com os outros ingredientes, deixe cozinhar por 2 min em fogo alto, depois acrescente o macarrão e cozinhe por mais 1 min, mexendo bem. Adicione o resto da salsinha e polvilhe com um belo parmiggiano ralado.

Ciao a tutti, Buon appetito!


guia da gula

guia gastronômico

sabores para todos os paladares

PONTO DA PIZZA O Ponto da Pizza oferece as melhores pizzas e os mais variados sabores de Jaú e região. Nesta edição o Ponto da Pizza apresenta a pizza vegetariana. Se você deseja um sabor saudável e ao mesmo tempo delicioso, essa é a escolha certa! A mistura de ingredientes como ervilha, milho, brócolis e palmito, somados a massa leve e saborosa que só o Ponto da Pizza tem, formam um sabor sem igual! Prove também essa delícia! A pizzaria abre de terça a domingo, das 18h30 às 23h30. Telefones: (14) 3622-1137, 3622-1778 e 3622-2344. Avenida Dudu Ferraz, 621

REI DA CAIPIRINHA No Rei da Caipirinha você encontra, além das mais diversas e deliciosas caipirinhas, vários tipos de porções e aperitivos. A dica da vez é o clássico frango à passarinho, bem sequinho, com um irresistível patê de alho. Tudo isso acompanhado da mais nova caipirinha, dica do Rei da Caipirinha (Jorge Thadeu): cachaça de limão, abacaxi, limão e um toque de hortelã. Um sucesso! Sempre com música ao vivo diferenciando sua noite no final de semana! Rei da Caipirinha fica na Av. Dr. Quinzinho abertos as sextas e aos sábados, das 20h as 3h. Tel: (14) 3416-2386 e (14) 9702-5098 Revista Energia 87


Animais

Fracionamento de medicamentos de uso veterinário Texto Ricardo Izar

O

Projeto de lei 3764/12 de minha autoria, que propõe a venda fracionada de medicamentos veterinários em clínicas, pet shops e demais estabelecimentos, foi aprovado no último mês de dezembro na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara (CAPADR). O projeto teve uma boa aceitação pelos demais deputados sem muitos entraves na tramitação e fico contente com a celeridade com que a propos88 Revista Energia


ta andou na Casa. Vejo que será um benefício para toda a população que cria animais e consome esses medicamentos. O Brasil possui o 3º maior mercado veterinário do mundo e com a aprovação deste projeto de lei, o custo do medicamento veterinário ficará mais barato com a aquisição do remédio unitário, pois a proposta é que não haja apenas uma única opção de compra de cartela inteira. Acredito que certos medicamentos podem gerar uma economia de cerca de 70%, porque existem remédios que são vendidos numa cartela de 18 ampolas e o consumidor poderá comprar somente uma, barateando o custo do tratamento. O fracionamento tem um importante papel para a promoção do uso racional de medicamentos, pois permite disponibilizar o produto adequado para uma finalidade terapêutica específica, em quantidade e dosagens suficientes para o tratamento. Isso evita que se mantenham sobras de medicamentos em casa, diminuindo a possibilidade de efeitos adversos e intoxicações, derivados da medicação sem a instrução de um médico veterinário. Um outro dado importante é que a venda de medicamentos veterinários fracionados representará um impor-

Deputado Federal Ricardo Izar Economista, coordenador para o Sudeste da Frente Parlamentar em Defesa do Consumidor de Energia Elétrica e membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal.

tante passo para a qualificação e para a orientação das ações e dos serviços farmacêuticos veterinários do país, e permitirá a ampliação do acesso da população mais carente aos medicamentos disponíveis no mercado. O relator do projeto, deputado Hélio Santos (MA), elogiou a iniciativa deste projeto de lei. O parecer de Santos foi aprovado na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara por unanimidade: “O fracionamento vem facilitar para que as pessoas adquiram remédios para o tratamento dos seus animais com menor custo. Portanto, é um projeto de grande relevância. Parabenizo o deputado pela iniciativa”, declarou o Dep. Hélio Santos. O projeto de lei 3764/12 será avaliado agora pela Comissão de Seguridade e Família e depois apreciado de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Vinhos

Por Paulo Agnini Especial para Revista Energia

A vindima 2012 na Itália A vindima 2012 na Itália foi um exemplo de como a mudança climática nos últimos anos esta influenciando a vitivinicultura. A presença de fenômenos extremos caracterizou o ciclo vegetativo, proporcionando um outono/inverno (2011-2012) com poucas chuvas e o início da primavera também bastante seco. Este fato desencadeou situações de estresse hídrico importantes em muitas regiões da Itália. Em algumas zonas, depois do período prolongado sem chuvas, verificaram-se eventos

de grande concentração pluviométrica. As temperaturas invernais foram as mais baixas dos últimos anos e tendencialmente aquelas de verão foram acima da média histórica. A Itália apresenta uma diversidade muito grande de ‘terroir’ e o andamento climático diferente do norte ao sul da bota. Em modo geral, as regiões que resistiram à falta de água e não foram alvo de chuvas tardias durante a maturação produziram uvas de ótima qualidade, mesmo que com quantidades muito reduzidas. Tanto é que a vindima 2012 na Itália é anunciada em muitas fontes como a menos produtiva desde 1950. Prestemos atenção na safra 2012, pois será um grande marco para vitivinicultura italiana e mundial. 

Ciao e arrivederci.

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COMECE O ANO

EM FORMA!

2012 FOI UM GRANDE ANO PARA A

EMBREEX PRÓ PHISICAL! Agradecemos aos clientes e amigos que estiveram conosco, e contamos com vocês na história que escreveremos em 2013. Que seja um grande ano para todos! AGORA TEMOS:

MUSCULAÇÃO // FISIOTERAPIA // NATAÇÃO // ARTES MARCIAIS MODA FITNESS (MASCULINO E FEMININO) Rua Quintino Bocaiúva, 580 • Centro • Jaú/SP • (14) 9654 8175 • (14) 3416 3533

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