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Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 3 | Edição 19 | Mensal - Março 2012 Tiragem auditada por:

Nossos filhos e a A influência dos pais na crença religiosa das novas gerações

www.energiacoletiva.com Energia 1 Gente Fina: Célia Buck | CTL Jaú: começar de novo | A tradição Acesse: da Feira Livre | Motor:Revista nova Amarok


2 Revista Energia

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Editorial

Ano 3 – Edição 19 – Jaú, março de 2012 Tiragem: 10.000 exemplares Revista Energia é uma publicação mensal da Rádio Energia FM Diretora: Lúcia Barizza lucia@radioenergiafm.com.br Editora de Arte: Marina Titato editora@revistaenergiafm.com.br MTb. 46.839 Editora de Texto: Karen Aguiar redacao@revistaenergiafm.com.br Diretor Artístico: Márcio Rogério rogerio@radioenergiafm.com.br Gerente: Juliana Galvão gerencia@revistaenergiafm.com.br Criação de Anúncios: Raul Galvão arte@revistaenergiafm.com.br Repórteres Antonio Orselli Karen Aguiar Marcelo Mendonça jornalismo@revistaenergiafm.com.br Revisão de textos: Heloiza Zanzotti revisao@revistaenergiafm.com.br Criação e Diagramação: Marina Titato Colunista Social: Juliana Galvão social@revistaenergiafm.com.br Colunistas Alexandre Garcia Antonio Paulo Trementocio Adriana Roveroni Flávia Aldrovandi João Baptista Andrade Marcelo Macedo Mario Netto Wagner Parronchi Professor Marins Paulo Agnini Colaboraram nesta edição Érika Lopes Matheus Bardeli Nádia de Chico Comercial Silvio Monari Sérgio Bianchi Jean Mendonça Fotógrafos Cláudio Bragga Leandro Carvalho Impressão: Gráfica São Francisco Distribuição: Pachelli Distribuidora Revista Energia Rua Quintino Bocaiúva, 330 | 2º andar CEP: 17201-470 | Jaú - Fone: (14) 3624-1171 www.energianaweb.com.br

a fé não cai do céu

A concepção da palavra religião está ligada a uma força superior às demais, como o deus Sol, a deusa Lua, Zeus ou Odin, formando uma fé comum a muitos povos. Mas foram os hebreus (e depois os judeus) que introduziram a crença num único Ser Supremo (Jeová), criador de todo o Universo. O Cristianismo vem depois, com a figura de Jesus Cristo e seu insuperável magistério. Não importa qual seja a religião que sustenta sua crença. O que importa é que seus filhos conheçam a base religiosa da sua família, valores e exemplos que possam ajudar na formação. Foi assim que decidimos nossa matéria principal, que nos levou à estrela Beatriz Bonilha, o bebê que se transformou no anjo da nossa capa. Fomos também dar uma volta pela feira livre da rodoviária. Interessante que mesmo hoje, em plena sociedade da informação e da economia globalizada, as feiras persistem como um traço sociocultural que identifica regiões e realidades muito distantes. Esta edição traz ainda a vida de alguns “bichos”, estudantes universitários que saíram ou chegaram a Jaú. Mas você sabe de onde vem a tradição dos trotes universitários? De acordo com algumas pesquisas, o termo surgiu devido aos universitários verem os calouros como verdadeiros “bichos do mato” (resultando na utilização da expressão “bicho”). A aparência descuidada, barba e cabelos longos e unhas maltratadas, levavam os veteranos a, literalmente, transformar os novatos em pessoas educadas e de aspecto sadio. Surgia, então, o famoso “careca”: os veteranos raspavam o cabelo e barba dos principiantes, além de praticar os chamados “rituais de purificação”, por meio de banhos gelados. A violência gerada pelos “trotes universitários”, hoje estampada em diversas notícias, não é, portanto, tão nova assim. Mas os jauenses já estão reescrevendo a história. A prática do trote solidário adotada pelas universidades de Jaú já é realidade e orgulho para essa cidade que se destaca em tudo que abraça. Confira na matéria. Mais uma edição da Revista Energia chega até você cheia de surpresas, tradições, assuntos interessantes, moda, pessoas que se destacam, empresas que expõem seus produtos de forma especial para que você, leitor, tenha sensações incríveis cada vez que virar uma das próximas páginas! Curioso? Fique à vontade. Fizemos mesmo para você!

Elogios, críticas e sugestões leitor@revistaenergiafm.com.br Quero anunciar comercial@revistaenergiafm.com.br A Revista Energia não tem responsabilidade editorial pelos conceitos emitidos nos artigos assinados e informes publicitários.

Lúcia Barizza Diretora


ÍNDICE

NESTA EDIÇÃO 6 Calouros 18 Cidade 26 Tradição 28 Crianças 34 Comportamento 38 Esperança 42 Esporte 50 Capa 94 Auditagem 96 Mirim SEMPRE AQUI 10 Radar 12 Jurídico 16 Pense Nisso 22 Motor 30 Gente Fina 46 Raça do Mês 48 Garota Energia 56 Look de Artista 62 Moda 66 Antes e Depois 68 Varal 70 Look Kids 72 Fitness 74 Social Club 82 Gourmet 84 Boa Vida 86 Vale a Pena 88 Vinhos 89 Guia Cultural 92 Empresarial 98 Pergunte

26 Quaresma: Mitos e crendices

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Capa: A fé dos nossos filhos

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Gente Fina: Célia Buck

Nossa capa Beatriz B. Spirandeli Foto: Claudio Bragga Produção Gráfica: Marina Titato


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Calouros

Jaú e seus

“bichos”

Você com certeza já parou no sinal e algum jovem, todo sujo de tinta, veio lhe pedir uma moeda, não é?! Eles são os calouros, popularmente conhecidos como “bichos”, festejando o ingresso às universidades. Por Karen Aguiar • Fotos Leandro Carvalho

Raphaela Imbriani Bento foi aprovada em Farmácia - Bioquímica na USP de Ribeirão Preto Lana Cadamuro e Mayara Goffi, aprovadas na FATEC-Jahu

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o início do ano é comum a cena nas ruas e avenidas das cidades: jovens de rostos pintados com tintas coloridas, roupas detonadas e nomes das universidades estampados na testa. Em Jaú o clima não é diferente. Assim que começaram as aulas os bichos invadiram as ruas do centro, guiados por veteranos, em busca de moedas para as famosas confraternizações de início de ano letivo. Muitos dos trotes universitários registrados no país foram e ainda são muito violentos, mas os presenciados em Jaú compõem um clima de diversão e estreitamento de laços dos novatos com os “mais velhos”. A “bichete” – versão feminina do bicho - Lana Cadamuro, 17 anos, veio de Bernardino de Campos, a 300 km de Jaú, para estudar Gestão da Produção de Calçados na FATEC. A garota afirma que adorou participar do pedágio com os colegas e que as brincadeiras e pinturas no corpo só foram realizadas após consentimento. “Os veteranos e outros calouros estão sendo atenciosos e simpáticos comigo. Tem até os que ajudam a me virar aqui na cidade, já que ainda não conheço muita coisa. Aliás, estou adorando Jaú”. Para outra caloura, Mayara Goffi, 19 anos, de Bauru, a opção por estudar no campus da FATEC-Jahu é pela qualidade da instituição e evidência que o curso de Gestão da Produção de Calçados tem na área. “Gosto muito desse mercado e estar em Jaú, o pólo calçadista da região, tem tudo a ver. Sem contar que me senti muito bem acolhida na cidade”. Mayara também afirma que outra coisa que chamou sua atenção foi a limpeza e arborização do município. “Parece que todos aqui são muito ligados às questões ambientais, à natureza, noto que as pessoas aqui se preocupam mais com isso do que em outras cidades que conheci”. Em relação à adaptação e perspectiva sobre o curso superior, a caloura se mostra bem realista. “Como dizem: difícil não é entrar na FATEC, mas sim sair. Conciliar estudos, estágios, trabalho e ainda morar sozinha são grandes desafios, mas estou preparada para enfrentá-los”.

De acordo com a diretora acadêmica da FATEC, Isabela Nassif, somente no 1º semestre de 2012 ingressaram na instituição 280 alunos. Já os concluintes, no final de 2011, foram 120, vindos dos mais variados lugares do país: Rio de Janeiro, Espírito Santo e até Belém, no Pará. Na Fundação Educacional Raul Bauab, segundo o diretor acadêmico Hilton Garcia, nesse semestre foram mais de 500 alunos ingressantes, de Jaú e região. “Eles nos procuram pelos cursos como Administração de Empresas e Enfermagem, que têm boas notas nas avaliações do Ministério da Educação, e todo ano tem calouro chegando”.

De Jaú para a USP Nos trotes realizados na cidade aconteceram também os organizados por amigos, como os de Raphaela Imbriani Bento, 17 anos, que foi aprovada em Farmácia - Bioquímica na USP de Ribeirão Preto e saiu às ruas pintada, para arrecadar “uma graninha” para o churrasco de despedida. A caloura se diverte durante o pedágio e não deixa de lado o receio com a nova experiência. “É uma sensação muito estranha. Vou sentir muita falta daqui de Jaú, da minha família e amigos, mas ao mesmo tempo estou imensamente feliz em mudar de cidade”.

Os veteranos e outros calouros estão sendo atenciosos e simpáticos comigo. Tem até os que ajudam a me virar aqui na cidade, já que ainda não conheço muita coisa. Aliás, estou adorando Jaú. Lana

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Calouros Raphaela e as amigas, comemorando sua aprovação

A reinvenção do trote Nos últimos anos, mortes provocadas por trotes violentos levaram a uma condenação deste tipo de prática. As instituições de ensino tentaram eliminar ou amenizar a prática, incentivando ou instituindo o chamado “trote solidário”. Ou seja, as atividades assistencialistas que envolvem a coleta de alimentos não perecíveis e roupas, doados posteriormente para creches, asilos e orfanatos, bem como campanhas de doação de sangue para hospitais e centros de saúde. Todos saem ganhando. Em vez de intimidação, há uma real confraternização entre calouros e veteranos. E em Jaú o trote solidário é uma realidade constante. O ex-presidente do diretório acadêmico da Fatec-Jahu, Fernando

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Lana e Mayara com os integrantes da Associação Atlética Acadêmica

Salvador, conta que no último semestre a ação realizada pelos calouros da faculdade foi em parceria com o Hemonúcleo Regional de Jaú. “Foram arrecadados, em média, 50 litros de sangue. Dos 240 calouros que ingressaram na Fatec, nesta campanha, conseguimos mobilizar 100 doadores”. Segundo Salvador o objetivo da ação é fortalecer a consciência dos calouros pelas questões sociais do meio em que vive. E completa: “Esse é o papel da universidade, realizar mudanças dentro e fora do campus, agir na sociedade, saindo do âmbito acadêmico”. Em outra campanha os alunos arrecadaram cerca de 60 kg de alimentos não perecíveis, que foram destinados ao abrigo de crianças Bem Viver. Para o coordenador técnico do Hemonúcleo Regional de Jaú, Francisco

Martins da Costa Filho, esse tipo de mobilização dos diretórios das faculdades e dos alunos, em geral, é um ato de solidariedade, fraternidade e cidadania. “Essa iniciativa faz com que a atitude inicial de integração do calouro se faça valer, despertando o interesse desse doador a voltar para novas doações e continuar por um longo período esse ato de amor e atenção ao próximo”.

“É uma sensação muito estranha, vou sentir muita falta daqui de Jaú, da minha família e amigos, mas ao mesmo tempo estou imensamente feliz em mudar de cidade” Raphaela Revista Energia 9


Radar

Boa

Por Alexandre Garcia

O eleitor que se dane

Mal foi escolhido um novo ministro e se desconfia que foi escolhido mal. A Folha de São Paulo noticia que o deputado Aguinaldo Ribeiro tem duas rádios em nome de laranjas e que omitiu ser dono de quatro empresas, em sua declaração de bens. E segundo o Correio Braziliense, entre 2006 e 2010, quando era deputado estadual, seu patrimônio aumentou 167% com imóveis, gado e “três carros de luxo, inclusive um Frontier, de 127 mil reais”. (Desculpem, se o Nissan Frontier é o destaque em “carros

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de luxo”, então os coleguinhas não têm noção do que seja carro de luxo). Enfim, a política sempre realiza milagres patrimoniais. Gente que não tinha aonde cair morto, em três mandatos vira milionária. Só quando o político é escolhido ministro é que os repórteres se interessam pela vida dele. E em geral, descobrem coisas assim. Mas será que o chefe de governo não teria condições de saber o que é desabonador antes de tomar uma decisão? Para que serve a ABIN - a Agência Brasileira de Informações? É um órgão auxiliar da Presidência da República. Não custa pedir a ficha do indigitado. Descobre-se se é beberrão, se frequenta cassinos no exterior, se tem amantes, se já foi processado ou condenado, se está inadimplente nos bancos ou se sempre antipatizou-se com o partido que está no governo. Era assim quando a ABIN se chamava SNI. O Presidente não corria o risco de nomear a pessoa errada. A outra questão estranha é quando um membro do Legislativo, que não tem chefe, tem imunidade, tem poderes para fazer leis ou revogá-las e até para mudar a Constituição, decide abrir mão de tudo isso para ser um mero auxiliar do chefe do executivo, e se tornar um subordinado demissível. No caso, o deputado Aguinaldo chegou a abrir mão da liderança de seu partido, mostrando a desimportância do cargo. Aberração maior é o deputado desprezar a vontade de 86.400 eleitores da Paraíba, que lhe deram um mandato para agir em nome deles. Hoje são três senadores e dez deputados federais que servem de auxiliares da presidente, abandonando seus mandantes. Trocaram milhões de eleitores por uma única mandante, a chefe de outro poder. ­— Você é um ingênuo. Isso é costume brasileiro - me dirá o leitor. Eu apenas estou mostrando a aberração, embora saiba a razão dela. O parlamentar aceita o cargo de bom grado, porque vai administrar um gordo orçamento ministerial, vai ter o poder da caneta, vai poder nomear parentes e decidir prioridades nas aplicações do orçamento e, com isso, vai fortalecer o partido para a próxima eleição. Só que isso não se  chama serviço público; é a privatização do estado e do dinheiro público. Por isso que falta para a educação, a saúde, a segurança... O Legislativo é depreciado e o sistema político brasileiro fica cada vez mais fisiológico. E o eleitor que se dane.


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Jurídico

Comprou um carro financiado? Então fique sabendo...

A maioria das pessoas já levou um susto ao notar que o valor financiado simplesmente dobrou, porém, diferentemente do que se afirma aos quatro cantos, o vilão da história nem sempre é a taxa de juros. 12 Revista Energia

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Por Wagner Parronchi

Muitas tarifas e taxas são embutidas no contrato de financiamento sem qualquer esclarecimento aos consumidores, aumentando o valor financiado e acarretando o encarecimento do empréstimo realizado. Para entendermos se há ou não ilegalidade ou abuso na cobrança de algumas tarifas e taxas embutidas no contrato de financiamento, primeiramente deve-se saber que o produto negociado pelas empresas financeiras é justamente a utilização do dinheiro no tempo, pelo qual o preço que pagamos são os juros cobrados a cada período no financiamento (mensalmente, por exemplo). Logo, os juros cobrados deveriam cobrir todos os custos operacionais da negociação, porém, as financeiras acabam embutindo no contrato diversas outras tarifas e taxas, tais como tarifa ou taxa de cadastro ou abertura de crédito - TAC, de registro de contrato ou gravame, de avaliação do bem, de lâmina, comissão de vendedores, serviços de terceiros, entre tantas outras denominações. Referidas tarifas e taxas servem para remunerar serviços essenciais da própria empresa financeira, sem qualquer contraprestação ao consumidor, sem que este tome sequer conhecimento de suas cobranças. Muitas vezes serviços estes que já são pagos pelos juros cobrados, encarecendo ainda mais o financiamento e aumentando demasiadamente os lucros das financeiras. O problema é que não conseguimos financiar um veículo sem nos sujeitarmos às regras da financeira, de tal forma que somente é possível a devolução de eventuais valores cobrados ilegalmente na Justiça. Fique atento e até a próxima edição.


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O ponto de encontro dos músicos No mercado há 18 anos, a Luggi Instrumentos Musicais se destaca cada vez mais no segmento. A história da marca começou na cidade de Barra Bonita, onde se consolidou como ícone no gênero. Todo músico que visita a Luggi fica encantado com a infinidade de opções que encontra além do atendimento de bons vendedores. Aliás, esse também é um dos pontos fortes da Luggi. “Ter uma equipe que ajuda o músico, seja ele iniciante ou profissional, durante a escolha do instrumento é essencial e é o nosso diferencial” conta Vanusa, gerente da loja. Além de todos os tipos de instrumentos, a loja também oferece acessórios como cordas, correias, baquetas, palhetas, pedestais, microfones e tudo mais para você montar ou equipar sua banda.

Integração Em sintonia com os melhores músicos da região, a Luggi passou a realizar workshops de instrumentos como o Batera Nervosa, onde músicos podem mostrar seu talento e ensinar àqueles que estão começando.

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Atenta ao mercado De olho na evolução do segmento gospel, a Luggi também oferece uma ampla linha de instrumentos para esse estilo musical. Sax, trompete e toda linha de sopro você encontra aqui.

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Informe Publicitário

di Casa Acabamentos Com 12 anos de tradição no mercado de acabamentos, a di Casa concentra esforços no atendimento especial e diferenciado, proporcionando aos clientes uma experiência que vai além do processo de venda. Com o foco no bom atendimento, o conceito da empresa se consolida com a conquista do mercado regional tornando-se, em poucos anos, referencial em excelência no quesito. Outra exclusividade da di Casa acabamentos é a valorização dos profissionais do meio como arquitetos, engenheiros, decoradores, azulejistas e construtores, fornecendo constantemente informações atualizadas de uso adequado dos produtos através de visitas às obras, atendimento pessoal e palestras de conscientização. Com a matriz em Botucatu e há quatro anos com a filial em Jaú, a di Casa acabamentos expandiu a abrangência com a finalidade de aproximar-se ainda mais dos clientes da região, levando a oportunidade de acesso às novidades do mercado do acabamento.

Foto: Leandro Carvalho

Os produtos personalizados, produzidos em seu próprio ateliê como bancadas, mandalas, pastilhas e azulejos de vidro, fornecem o máximo em exclusividade para os clientes mais exigentes, que estão em busca de uma construção com a essência de sua personalidade.

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nisso

Pense

Por Professor Marins

Pessoas que

“se acham”

Pessoas que “se acham” são aquelas que não cabem em si de tanta arrogância. Ouvi de uma dessas pessoas que disse: “Eu não só me acho. Eu me tenho certeza!” São pessoas que perderam a noção do ridículo e vivem exigindo que outras as sirvam como súditos de um tempo que não existe mais. Pessoas desse tipo são aquelas que se desprenderam da realidade; perderam qualquer noção de humildade. E é bom lembrar que a palavra hu-

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mildade tem sua origem em “húmus” (terra) e que, portanto, uma pessoa humilde é aquela que tem os pés no chão e sabe que ninguém chega ao pódio sozinho. Pessoas arrogantes e que “se acham” parecem acreditar poder vencer por si mesmas, sem a ajuda de ninguém. Daí o fato de que as pessoas arrogantes são sempre ingratas, ou seja, não são capazes de agradecer. A verdade é que essas pessoas quase sempre acabam solitárias, abandonadas. Não há quem suporte viver ao lado de quem não diz sequer um “muito obrigado!” Não há quem suporte viver ao lado de pessoas que vivem olhando para um espelho e se admirando o tempo todo. Não há quem suporte viver ao lado de pessoas que só falam de si e que exigem que seus desejos sejam atendidos sem qualquer consideração às dificuldades alheias. Pessoas arrogantes são malcriadas, sem educação, sem polidez. Não possuem nenhum grau de empatia. São incapazes de se colocar no lugar de outras pessoas e sentir o que elas sentem. Para elas, todo mundo é ignorante, preguiçoso, dotados de má vontade. Dirigem palavras duras e rudes, principalmente às pessoas simples, a quem não demonstram o menor respeito e consideração. Olhe no espelho e se pergunte: será que eu também não estou “me achando”? Será que não serei eu aquela pessoa que disse “não só me acho como me tenho certeza”? Será que não estou com problemas de relacionamento na vida pessoal e profissional, em casa, no emprego exatamente por causa de meus arroubos de arrogância? Procuro nutrir um genuíno sentimento de gratidão às pessoas, desde as mais simples?

Pense nisso. Sucesso!


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Cidade

“Varejão Municipal”

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É dia de

Feira

Por Matheus F. Bardeli • Fotos Leandro Carvalho

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á registros de que as feiras livres existem desde a antiguidade. Relacionadas aos festejos religiosos eram compostas, em sua maioria, por mercadores oriundos de diferentes regiões, que se reuniam justamente para comercializar produtos naturais de suas terras. A principal vantagem das feiras era a pluralidade de mercadorias ofertadas. A história da atual feira livre de Jaú começa em 1984, partindo do convênio com a CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), para Acesse: www.energiacoletiva.com

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Cidade

a instalação do famoso “Varejão”, destinado à venda de produtos hortifrutigranjeiros e outros considerados de primeira necessidade. Já em 1990, junto à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do município, foi criada a Feira Livre, a fim de vender produtos de qualquer natureza, de fabricação caseira e artesanal, produzidos por pessoas físicas – majoritariamente composta por produtores rurais da região. A RE foi até a feira conversar com o Sr. Irineu Barricelli Júnior, membro da comissão dos feirantes, a respeito da organização e funcionamento do “Varejão”. Segundo ele, a feira funciona apenas às quartas e domingos, das 6h às 12 horas, mas há feirantes que começam a montar suas barracas já por volta das 2 horas. “Existe um mapa de toda a extensão do Varejão Municipal, com as disposições e

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numerações de todas as barracas, o que possibilita tranquilidade na hora da montagem de toda a estrutura de trabalho”. Ele ainda explica: “não temos hierarquia, somos todos iguais e dividimos os trabalhos”. Sobre os produtos disponíveis, Irineu diz que muitos são orgânicos e a tendência é aumentar esse número, já que eles possuem uma barraca exclusiva para esse tipo de alimento no local. Em 2006, a feira foi renomeada para “Varejão Municipal Dona Edna Casotto”, em homenagem. Falecida no mesmo ano, além de fazer parte da comissão, Dona Edna organizava as festas comemorativas e comandava uma equipe que coletava alimentos entre os feirantes, com o objetivo de doar às entidades carentes do município. “A aprovação dos feirantes que entregam suas doações de coração, sempre com um sorriso no rosto, e a grati-

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Produtos comercializados na feira


dão de quem as recebe, é o que nos motiva ainda mais a continuar”, comenta Barricelli enquanto dá continuidade ao trabalho. Os feirantes recebem auxílio da prefeitura, tanto para a coleta e transporte das doações, como para o fechamento das ruas. Para garantir a idoneidade da própria feira, fiscais municipais determinam os preços, para que haja livre concorrência, fiscalizam as balanças, a qualidade e origem dos produtos. Consultado sobre o assunto, o secretário da Agricultura e Abastecimento José Eleutério Abreu Ribeiro, além de fornecer alguns dados para a matéria, comentou: “Vale a pena incentivar a comunidade a fazer as compras na feira livre, porque eles irão encontrar produtos de boa qualidade e um preço compensador”. O famoso Varejão Municipal faz parte da história da cidade. Vem crescendo ao longo dos anos e se tornando, cada vez mais, uma opção para os jauenses que prezam a escolha de seus alimentos e um bom passeio numa manhã de domingo.

Eduardo Accetti, fiscal da prefeitura

Sr. Irineu Barricelli Junior, membro da comissão dos feirantes

Cleide Aparecida Ribeiro, 62, é produtora rural. Vende seus cultivos na feira há mais de vinte anos, faça chuva ou faça sol. Faz parte da comissão dos feirantes e sempre ajuda a organizar as festas comemorativas do Varejão.

Agradecimento a Nicolau Vacari pelos contatos fornecidos.


Motor

Nova

Amarok

O melhor custo benefício Por Marcelo Mendonça

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Foto: Divulgação

A

pós lançar a picape Amarok, em maio de 2010, a Volkswagen veio ampliando sua linha de modelos. Ao todo já são sete, em várias versões, que se destacam pela segurança, conforto e, claro, pela capacidade de carga. Um dos modelos mais aguardados acaba de chegar às lojas. A Amarok cabine simples. E nós da RE fomos conferir de perto essa novidade, antes vista somente na Europa.


A picape voltada para o trabalho pesado tem tração 4x2 e 4x4, visual robusto e um expressivo torque no motor. Além do preço menor que o da cabine estendida, a nova Amarok ficou mais enxuta em requinte, sem perder a imponência. O visual externo da picape é mais espartano que a dupla, vindo com o para-choque traseiro na cor preta, assim como as maçanetas e retrovisores externos. As rodas padrão são de aço e de 16 polegadas, calçadas com pneus na medida 245/70R16, contando como opcional rodas de liga leve modelo tarumã.

Potência O motor 2.0 16 v turbo diesel agora de 122 cv. Mesmo sendo 41 cv mais manso, a picape impressiona pela força. O câmbio manual tem seis marchas, engates curtos e é bem escalonado.

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Fotos: Divulgação

Motor


Conforto, beleza e espaço de sobra Gostosa de guiar a Amarok agrada também pelo bom acabamento, sem rebarbas. Atrás do banco o modelo possui bom espaço para guardar malas ou sacolas. A caçamba com 1.814 litros abriga tudo e mais um pouco.

Boas notícias A Amarok, andando tanto na terra quanto no asfalto, consegue empolgar. E o carro não pula tanto quanto os outros do segmento. Além disso, com as mudanças, a picape teve seu consumo médio reduzido de 13,5 km/l para 14,5 km/l, mais uma boa notícia para quem adota o segmento. E engana-se quem acha que as novidades param por aí. A montadora pretende, no ano que vem, lançar também a versão automática da picape.

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Tradição

Curiosidades sobre a Quaresma Por Heloiza Helena C. Zanzotti • Fotos Leandro Carvalho

Quaresma, do latim quadragésima, é o período de 40 dias que antecede a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Cristo, comemorada no Domingo de Páscoa. E o jejum na Quaresma? A verdadeira Quaresma, com 40 dias de jejum e abstinência de carne, data do início do século IV. A Igreja propôs o jejum como forma de sacrifício e ainda é costume jejuar na Quaresma. Os sacrifícios podem ser escolhidos e são, geralmente, baseados em privação de algo de que se goste muito – não comer doces, não fumar, não consumir bebidas alcoólicas – ou em atitudes de caridade, como visitar um asilo ou destinar tempo para algum projeto beneficente.

De onde vêm as cinzas? Nas missas realizadas na Quarta-Feira de Cinzas, os participantes são abençoados com cinzas. E de onde vêm essas cinzas, afinal? Elas costumam ser obtidas pela queima do que restou dos ramos secos que foram abençoados e distribuídos no ano anterior, no Domingo de Ramos.

Não se sabe muito bem como o bacalhau virou o prato oficial da Semana Santa, já que a Igreja permite o consumo de qualquer tipo de peixe. A maioria dos pesquisadores acredita que isto ocorreu por se tratar de um alimento que se conserva por mais tempo. Por isso, era possível transportá-lo para regiões mais distantes. E ainda há a versão de que, na época em que a Igreja cismou de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes vermelhas durante a Quaresma, poucos sabiam que o Vaticano era proprietário da maior frota bacalhoeira. Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas tempera26 Revista Energia

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Imagens: esculturas da loja Flora Paraíso

Bacalhau... de onde vem este costume?


turas durante o inverno). Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares européias por ser nutritivo e barato.

Quaresma é tempo de quaresmeiras floridas? Sim, as quaresmeiras florescem no tempo da Quaresma, daí seu nome. O mais curioso são as flores roxas, como também as do maracujá, que parecem seguir, em tudo, a liturgia da Quaresma.

Você acredita?

Registramos, também, diversas superstições e crendices relativas à Quaresma e Sexta-Feira Santa, muitas ainda em uso, principalmente no meio rural. Confira algumas que a RE separou: O canto do galo é uma crença marcante. Durante a Quaresma, após o canto do galo às 4 horas da madrugada e até o alvorecer, não se deve sair de casa. Conforme a crença, essa era a hora das almas penadas saírem de onde se encontram As rádios não deviam tocar músicas, a não ser clássicas e fúnebres, às SextasFeiras Santas Durante toda a Quaresma era proibido realizar festas, comemorar aniversários, frequentar bailes, etc. Beber, embriagarse, faria com que a pessoa nunca mais recuperasse o juízo Na Sexta-Feira Santa não se corta unha, porque “dá unheiro”; não se varre a casa, para não varrer o Corpo de Deus; não se deve viajar, pois “acontece desastre” Na Sexta-Feira da Paixão, as mulheres chamadas Maria não deviam cortar nem pentear os cabelos. E os homens não deviam fazer a barba. Também o café devia ser tomado amargo, porque os judeus deram a Jesus ‘fel amargurado’ Quando chove tempestade é só queimar palha benta no Domingo de Ramos que a chuva vai embora Para não cair geada no cafezal é só enterrar nos quatro cantos, ao redor dele, círio bento na Semana Santa Na Quaresma, não se pode andar com as mãos para trás, para não ver o lobisomem Quem vai à procissão da Paixão com o namorado, casa com ele

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Crianças

Perguntas inesperadas Por Juliana Galvão • Fotos Leandro Carvalho

Ela está prestes a ser a rapidinha mais I-N-E-S-Q-U-E-C-Í-V-E-L da sua vida. Virá a seco e sem preliminar. Achou que todos os seus problemas sexuais estavam resolvidos? Espere, então, até ouvir a primeira pergunta do seu filho sobre sexo!

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ão, nem pense em vir com a historinha da cegonha, muito menos da sementinha. Por conta dessas mentirinhas já foram relatados casos em que crianças pegaram sementes ou pediram para que os pais comprassem um pacote de sementes para que, assim, ganhassem um irmãozinho ou até para ter o próprio bebê. Achou engraçado leitor? Então você não sabe os transtornos que fatos como esses podem causar, desde a infância até a vida adulta das pessoas. Imagine o que mãe pensa quando o filho pergunta “na lata” o que é lésbica? Parece engraçado, mas deve ser desconcertante! E hoje em dia as crianças evoluíram até no nível das pergun-

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tas. Antigamente perguntavam se eram as cegonhas que traziam os bebês ou como as crianças nasciam. Então, de que maneira podemos falar de sexo com nossos anjinhos, tão pequenos e indefesos? De onde vêm essas perguntas? Foi pensando nisso que a RE resolveu pesquisar, ajudar a solucionar essas questões e não deixar que você, você aí leitor, passe a ver seu anjinho como um verdadeiro pestinha! É brincadeira! Ele não é um pestinha. A psicóloga Maria Regina Canhos Vicentin garante que as crianças agem por imitação, ou seja, a criança acaba imitando o que viu, mas jamais tem a malícia de um adulto.


Revista Energia: Existe algum truque? Maria Regina: Claro que sim. O truque é manter-se firme, jamais inventar ou mentir, não esquivar-se da pergunta e não responder mais do que seu filho perguntar. O ideal é falar-lhe de sexo em conta-gotas, ou seja, na medida de sua curiosidade, segundo a idade. É conveniente falar de sexo com seu filho desde o momento em que ele começar a conhecer seu corpo e a dar nomes. Mais importante que responder ao seu filho, quando surgirem perguntas sobre a sexualidade, é a atitude que terá ao respondê-las. O tom da voz, a segurança das informações, o fato de estar tranquilo ou não, tudo isso é captado pela criança em forma de informação. RE: Como podemos respeitar o universo dos pimpolhos? Maria Regina: Quando vamos falar de sexo com as crianças, responder suas perguntas, devemos usar o vocabulário e teor adequados às condições de sua compreensão. Não adianta querer discutir o sexo dos anjos com crianças, elas não assimilarão as informações e não farão ideia do que você está falando. A conotação para as palavras varia de acordo com a idade. Dê a resposta adequada ao grau de maturidade. Para Maria Regina, antes das crianças, os próprios pais precisam se entender e também entender aquilo que ela quer saber, para que não se excedam na resposta. Para isso deixe que ela realize a pergunta até o fim.

Mãe, se foi a cegonha que me trouxe, como eu fui parar dentro da sua barriga? Tia, por que algumas pessoas namoram peladas? Eu também posso? Pai, como você coloca a “sementinha” dentro da mamãe?

Temos que conversar com as crianças dentro daquilo que elas têm condições de compreender. Maria Regina

Meninos X Meninas A eterna curiosidade da diferença dos sexos. Ela existe, sim, e é mais que natural. O ato não é sinônimo de sexualidade precoce, mas de autoconhecimento. O ideal é sempre ter um adulto supervisionando os pimpolhos.

Homossexualidade Explique que é uma pessoa que gosta de outra do mesmo sexo. O mais legal neste caso é discutir a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir como sofre quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade. Uma excelente causa para que as crianças, o futuro do nosso país, cresçam sem nenhuma atitude homofóbica e tornem a sociedade muito melhor. Fale com naturalidade com seus filhos e tenha sempre uma postura amiga. Assim eles terão condições suficientes de se tornarem adultos muito bem resolvidos!

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Gente Fina

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Um dia resolvi que devia dar uma nova vida para uma criança. Alguém que precisasse de um novo rumo

Célia Buck Por Antonio Orselli • Fotos Leandro Carvalho

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e você tem uma imagem sacra que precisa de uma nova pintura, um reparo mais técnico em uma rachadura ou até em partes quebradas, em Jaú existe alguém que é considerada hoje uma das melhores artistas no ramo da recuperação em todo o interior de São Paulo: Célia Buck. Formada em Artes Sacras em São Paulo, com especialização em Ouro Preto (MG), Célia é requisitada atualmente por dioceses de várias regiões do Estado. Além de artesã, a Gente Fina deste mês tem um outro lado que poucos conhecem e que agora você, leitor, irá conhecer: a Célia mãezona. Casada com Claudenir Buck, Célia era mãe de um casal de filhos quando apareceu em sua vida um garoto de 13 anos, vindo do norte do Paraná. O menino não tinha destino nem futuro, não fosse a alma caridosa da mãe do coração que se manifestou naquele primeiro encontro. De lá pra cá o casal Buck já perdeu a conta de quantas crianças já foram ajudadas a encontrar um caminho, sempre orientadas pela doutrina cristã.

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Gente Fina Revista Energia – Quando a recuperação de imagens sacras se tornou uma profissão em sua vida? Célia Buck – Eu tinha uma loja de chocolates, perto da farmácia do meu marido, e tinha uma boa clientela. Mas com o passar dos anos, a venda foi diminuindo, e pensei em diversificar, já que gostava desde criança de imagens sacras, então montei uma loja com artigos religiosos. Era algo que tinha como um hobby, pois sou católica praticante e sempre gostei de artigos relacionados à religião. Mas eu queria mais. Queria poder recuperar as imagens sacras. Então fui fazer cursos para me especializar e, quando me dei conta, já estava em Ouro Preto estudando arte barroca com mestres artesãos. Antes passei por São Paulo, onde estudei arte sacra e depois fiquei alguns períodos em Minas Gerais para aprender na prática

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pude recuperar peças que foram feitas há mais de setenta, oitenta anos. Hoje presto o mesmo tipo de serviço para muitas igrejas do interior de São Paulo RE – E a procura por este tipo de trabalho cresceu nos últimos anos? CB – Muito. Claro que ter uma loja de imagens no centro da cidade ajuda muito, mas o resultado das peças recuperadas acaba atraindo novos clientes. Na Igreja Matriz do Patrocínio já trabalhei com diversas imagens. O padre Celso Buscariolo – pároco da Matriz – confia no meu trabalho, e assim eu pude recuperar peças que foram feitas há mais de setenta, oitenta anos. Hoje presto o mesmo tipo de serviço para muitas igrejas do interior de São Paulo. RE – Além de empresária e artesã, você também se dedica a palestras para jovens e casais. Como encontra tempo? CB – Faço isso porque gosto. Gosto de conversar com a juventude, com os casais que estão começando uma vida. Hoje em dia os valores cristãos estão sendo deixados de lado. Se não existir a palavra de Deus no coração das pessoas, nada vai para frente. Seja no casamento, nos negócios, em tudo. Então uso as palestras para mostrar a importância da vida em Cristo, e como ela reflete na vida dos jovens e dos casais.

RE – Poucos sabem, mas o casal Buck já interferiu, e para o bem, na vida de mais de duas dezenas de crianças. Quando isso começou? CB – Na verdade, eu e meu marido sempre convivemos com crianças em casa, porque íamos muito ao Nosso Lar – abrigo infantil – para passear com os meninos nos finais de semana. Mesmo quando meu filhos nasceram, continuamos a levar os meninos para casa. Até que um dia resolvi que devia dar uma nova vida para uma criança. Eu ainda podia engravidar, mas queria um menino que precisasse de um rumo na vida. E um dia apareceu na porta de casa um garoto de 13 anos que havia passado por diversos times de futebol, e não havia conseguido o sucesso que esperava. Por sorte, veio parar no XV de Jaú, mas não tinha onde ficar, não tinha família, nada. Nosso filho também jogava no XV, naquela época, e vendo a situação daquele garoto nos contou o que acontecia. De pronto o levamos para casa e hoje tenho mais um filho, este do coração, que está agora com 19 anos. RE – Empresária, artesã, palestrante, mãe, o que mais pode acontecer na sua vida ainda? CB – Quero participar da restauração da Igreja Matriz. Quero contribuir de alguma forma, porque além da experiência de poder trabalhar com grandes profissionais, poderei retribuir as bênçãos que recebo de Deus desde que nasci. Revista Energia 33


Comportamento

“A raiva é um veneno que bebemos esperando que os outros morram.” (Willian Shakespeare)

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Doce vingança Estudo revela que os homens são impulsivos e as mulheres planejam, sim, o “troco” Por Érika Lopez • Fotos Leandro Carvalho

“V

ingança é um prato que se come frio”. Você concorda com esse famoso provérbio? E quem já escutou uma colega dizer que o ex não dava “conta do recado” ou o cara espalhar na rodinha de amigos que terminou o namoro porque a garota não “gostava da fruta”? Desses e de tantos outros casos, o sentimento vingativo rendeu um grande estudo produzido pela Universidade Ibero-Americana, no México. O psicólogo e autor da pesquisa, Oscar Galicia, constatou que, quando o assunto é a reação das pessoas à raiva, os homens tendem a partir mais facilmente para a reação física, enquanto as mulheres costumam expressar a mágoa de forma mais controlada, muitas vezes até premeditada. E é claro que também tem muita mulher que reage imediatamente e não espera a poeira abaixar. Muitas pessoas têm a seguinte opinião: você só se vinga de quem é importante. Outros acreditam que o orgulho ferido é motivo de vingança para ambos os sexos e que expressa poder sobre o outro. Calma! Isso não é uma ameaça! Mas sim o pensamento de Gustavo Pereira, sócio-proprietário de uma oficina especializada em vidros automáticos de Jaú, que costuma presenciar consequências muito frequentes com o título: vingança.

Como em um caso que ele presenciou no ano passado, em que uma mulher descobriu que estava sendo traída pelo marido e resolveu descontar no que ele mais tinha xodó: o carro! Com um tijolo, ela simplesmente quebrou o vidro traseiro e as janelas laterais. “Ela só não quebrou o resto porque antes o tijolo quebrou”. Revoltado, o marido exigiu a nota fiscal dos reparos com o valor total do prejuízo e entrou na justiça para ser ressarcido pela esposa. Que, no caso, deve ter virado ex. Outra história interessante é a de um fotógrafo conhecido de Porto Alegre. Todos os amigos do rapaz receberam uma ligação que comunicava a morte dele. Acredite! A ex-esposa ligou para todos os amigos do marido avisando que ele tinha acabado de morrer. Ataque cardíaco fulminante. Ela, inclusive, informou a capela e o cemitério. Colocou anúncio na rádio e nos jornais da cidade. Os amigos ainda estavam lamentando a morte prematura, quando receberam uma nova ligação. Era o falecido. Não era do além, mas do próprio escritório explicando que era trote da ex-esposa dele, que estava indignada com a separação recente. “Para mim, ele morreu”, dizia a suposta “viúva”.

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Comportamento

Pense bem!

Na visão do psiquiatra jauense José Egberto Mattosinho, as opostas reações entre os sexos ocorrem porque a mulher é ardilosa e o homem impulsivo. “Pode ser uma questão de gênero entre os mamíferos, uma vez que as fêmeas são caçadoras e os machos defensores de territórios. Elas planejam como conseguir a caça, já eles precisam ser impulsivos e truculentos para defender o território”. O médico ainda recomenda:

“guardar rancor não acrescenta nada na vida das pessoas, só prejudica. Vingança só produz adoecimento físico, mental e da alma”.

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Cuidado! Os homens também podem ser vingativos

O jornalista Carlos*, que mora em uma cidade próxima a Jaú, já se vingou várias vezes das ex-namoradas. E tem até um caso em que ele se arrependeu do que fez. “Ela terminou o relacionamento comigo e, logo em seguida, começou a ficar com outro rapaz. Fiquei inconformado!”. Carlos quis atingir a ex fazendo com que o suposto pivô da separação perdesse o emprego, já que ele conhecia o dono da empresa onde o rapaz trabalhava. E conseguiu. O jornalista também conhece homens que já publicaram fotos ou vídeos íntimos na internet para se vingar.

* O nome do entrevistado foi trocado por motivos pessoais

As mulheres podem ser meigas, companheiras e muito compreensivas. Mas experimente fazer uma mulher de boba e você descobrirá do que ela é capaz!

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Esperança

Como uma clínica de recuperação está trazendo centenas de pessoas de volta à vida...

Capela religiosa erguida no centro do sítio de recuperação

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Viver a vida,

de novo Por Antonio Orselli • Fotos Leandro Carvalho

U

m lugar para recomeçar. A Comunidade Terapêutica Liberdade Guadalupe é este lugar para quem perdeu tudo o que tinha na vida por causa de álcool ou drogas. Criada por Leandro Aparecido Passo em 1999, até hoje já recuperou centenas de ex-dependentes químicos de Jaú e região. Com a ajuda preciosa da Ordem Premonstratense, a entidade é considerada uma das mais promissoras do interior do Estado na recuperação e reinserção de pacientes internados. Tanto que atraiu a atenção de pessoas ilustres da capital paulista, que preferem não ser identificadas, mas enviam mensalmente doações em espécie ou em equipamentos para o aprimoramento do tratamento.

Leandro Ap. Passo, a alma, cabeça e coração da CTL Guadalupe

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Esperança Leandro conseguiu algo impensável anos atrás: a internação totalmente gratuita para jovens e adultos acometidos pelo uso excessivo de álcool e drogas, ilícitas ou não. “No início, quando a clínica ainda estava instalada numa propriedade rural próxima ao Distrito de Potunduva, ainda éramos obrigados a cobrar uma taxa mensal para a manutenção dos internos. Aos poucos, com o fortalecimento da comunidade e o respeito que ganhamos junto à sociedade, parceiros foram aparecendo e hoje todo o tratamento, que dura seis meses, é concedido gratuitamente para os que precisam de ajuda”, conta Leandro. Pouco tempo depois da fundação, a Comunidade foi transferida para uma grande área de terra ao lado da estrada Jaú-Brotas, distante cerca de 10 km do centro da cidade. No local os recuperandos cuidam de animais, cultivam hortaliças e até executam alguns serviços em serralheria. “Eles têm a oportunidade de

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voltar à vida que tinham antes do vício com as atividades laborais. Hoje estamos construindo uma academia de ginástica e toda a estrutura metálica para a sustentação do prédio foi feita aqui mesmo na comunidade, com a ajuda dos internos. Quando eles saem, muitos têm condição de trabalhar em empresas do ramo a partir do que aprenderam aqui”. Além da academia de ginástica, a comunidade também conseguiu verba para uma piscina para o lazer dos internos. “Ao praticar esportes, seja na academia ou apenas se divertindo na piscina, eles podem se lembrar do prazer que há em coisas simples, e que não é preciso droga ou bebida para reproduzir a falsa sensação de prazer. A pessoa procura a droga para encontrar algo que perdeu ao longo da vida. Aqui a ajudamos a ter de volta as boas coisas da vida como estudar, trabalhar, ter uma família, enfim, viver a vida”, diz Leandro.

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Vista do dormitório que está sendo construída pelos próprios recuperandos

Regras para ficar Mas a chance de permanecer na comunidade até o final do tratamento impõe algumas regras que devem ser seguidas à risca. “Não permitidos indisciplina. Há um quadro de desempenho, como se fosse um boletim escolar. Ali registramos tudo de certo ou errado na conduta dos internos. A cada ‘ponto negativo’ por exemplo, o recuperando pode perder a visita da família em um fim de semana. Quanto maior o número de pontos negativos, menor a chance de permanecer até o final do tratamento”, esclarece o coordenador da comunidade. Mas a maioria fica até o fim, e alguns até voltam para ajudar. É o caso de Eugênio José Martins, 51 anos, um dos primeiros recuperandos. Ele passou pela entidade em 2001, ainda no antigo endereço no Distrito de Potunduva. Vítima de alcoolismo, Eugênio deixou para trás uma vida próspera como representante comercial por causa da bebida. Recuperado, um ano depois conseguiu emprego no Hospital Amaral Carvalho, onde permanece trabalhando até hoje. “Sempre que posso venho visitar o pessoal aqui na comunidade, participo de reunião, trago outras pessoas que estão na mesma situação que eu estava 10 anos atrás, porque sinto que tenho que retribuir por tudo que fizeram por mim”, diz. O fato de ser um ex-dependente químico é o grande trunfo de Leandro para motivar os demais a conseguir a recuperação. “Eu sei exatamente o que é quase perder a vida por causa de bebida e drogas. Quando vou conversar com eles, sei exatamente o que eles querem ouvir, e como manter a vontade de cada um em se manter limpo para ter a vida de volta”, finaliza.

A pessoa procura a droga para encontrar algo que perdeu ao longo da vida. Aqui a ajudamos a ter de volta as boas coisas da vida como estudar, trabalhar, ter uma família, enfim, viver a vida. Leandro Revista Energia 41


Esporte

Grande promessa no Tênis, o jauense Henrique Cunha está prestes a completar seus estudos fora do país. Depois de alguns anos morando em Durham, na Carolina do Norte, ele preferiu se dedicar à faculdade e teve que deixar as principais competições do esporte. Agora, quase formado, ele pensa em voltar.

Jogada

certa Por Marcelo Mendonça

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N

Fotos: Arquivo pessoal

a vida de um atleta existe a difícil missão de saber o momento exato de finalizar a carreira. E não é somente com isso que se depara um esportista de alto nível. Deixar o esporte, em seu melhor momento, para se dedicar aos estudos e pensar no futuro é uma decisão mais difícil ainda, e que necessita de muita coragem. Estudando economia na Universidade de Duke (EUA), o tenista Henrique Cunha, jauense de 22 anos, teve que tomar essa complicada decisão e contou para a RE que até hoje não se arrependeu. Vencedor do ATP de Queen’s, na Inglaterra, que o levou à sexta posição do ranking, Henrique disputa os jogos universitários e o Aberto de São Paulo nas próximas férias, e se mostra tranquilo e sem pressa para voltar a atuar nos importantes torneios de tênis.

O início “Comecei no tênis muito cedo, aos quatro anos, em Jaú mesmo. Meu pai jogava e um dia minha mãe me levou para o clube. Meu primeiro professor foi Vagner Luciano dos Santos, o Va”, conta o tenista. Campeão brasileiro nas categorias 12 e 14 anos, o jovem conquistou, também, três etapas do circuito COSAT na América do Sul (Venezuela, Equador, Bolívia) e duas etapas do circuito de ITF (International Tennis Federation), também na América do Sul, já com 18 anos.

me formo em maio de 2013 e depois vou voltar para valer às competições

Ídolo

Em sua curta e vitoriosa carreira, o tenista teve a honra de treinar com um dos ícones do esporte: Roger Federer. “Foi uma experiência única. Ele é meu ídolo. Aconteceu quando eu tinha 18 anos e fui classificado para jogar uma sequência de torneios na Europa, com o time da ITF. Eram mais ou menos 10 tenistas de vários países na equipe, e dois dos torneios que faziam parte desse circuito eram Roland Garros e Wimbledon juvenil. O técnico que acompanhou o time, Ivan Molina, é muito conhecido no esporte. Quando estava jogando Roland Garros, o Federer estava precisando de um canhoto para treinar e perguntou se ele conhecia algum juvenil à disposição. Foi aí que ele me indicou.” Henrique conta que nos primeiros minutos de treino estava até nervoso por treinar com o número um do mundo. “Depois fui ficando mais tranquilo e o treino foi bem legal. Ainda acabei treinando outra vez com o Federer, em Wimbledon.” Revista Energia 43


Esporte

A adaptação Segundo Henrique, o primeiro semestre fora do Brasil foi difícil, especialmente pela comida diferente e a cultura individualista dos americanos. Também foi difícil ter que viver longe da família. “Minha família é muito unida e sempre me apoiou. Nós nos vemos com frequência quando volto para o Brasil, durante minhas férias, ou quando eles vêm me visitar.”

Treinamentos e o futuro O tenista tem o tempo dividido entre aulas e treinos. “Geralmente, tenho duas ou três aulas por dia (uma de manhã e outra à tarde). Uma hora de treino na parte da manhã e três horas de treino no período da tarde”. É uma rotina cansativa, segundo ele. “Eu me formo em maio de 2013 e depois vou voltar para valer às competições”.

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Referências Perguntado sobre sua referência no esporte, Henrique não pensou duas vezes. “O Guga, com certeza, foi uma grande referência para mim. Ele teve uma grande influência na minha geração de tenistas”. Nos dias de hoje Henrique se espelha nos tenistas Rafael Nadal e, sem sombra de dúvidas, em Roger Federer e sonha, após a formação acadêmica, em brilhar nas quadras como os ídolos.

Fotos: Arquivo pessoal

Comecei no tênis muito cedo, aos quatro anos, em Jaú mesmo. Meu pai jogava e um dia minha mãe me levou para o clube. Meu primeiro professor foi Vagner Luciano dos Santos, o VÁ

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Raça

do mês

Victor e Lucas com Taygra, a boxer que é o xodó da família

Boxer

Por Karen Aguiar • Fotos Leandro Carvalho De origem alemã, o Boxer é um cão de tamanho médio, pelo raso e robusto. De estrutura curta, quadrada e ossos fortes. Movimenta-se com vivacidade, força e nobreza. O sucesso da raça em todo o mundo se deve a diversos fatores: seu porte médio que facilita sua adaptação a qualquer tipo de espaço, o aspecto forte e robusto, a pelagem curta (que demanda poucos cuidados) e, acima de tudo, à sua excelente performance como guardião. Na aparência o Boxer apresenta uma máscara preta no focinho e a pelagem dourada ou tigrada, com ocorrência de pequenas marcas brancas. Esta raça, como a maioria das outras, é obediente e fiel ao dono e ideal para a guarda da casa. Também é bastante inteligente e aprende

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com facilidade, sendo comumente utilizada pela polícia e como guia para cegos. Com um porte médio e robusto, o Boxer precisa de uma boa área disponível no lar, devendo também ser exercitado diariamente.

A boxer e o sertanejo Para o cantor Lucas Martins, 21 anos, a boxer Taygra e a música sertaneja são as duas paixões na vida do cantor. Em busca do sucesso, o jovem jauense precisou morar em várias cidades do Estado de São Paulo e afirmou que a maior dificuldade foi ficar longe da boxer que é o xodó da família: a mãe Maria Silvana de Almeida, o padrasto Pedro Vieira, peão de montaria e o irmão mais novo, Victor Ferreira Martins, que ainda está em dúvida se segue a carreira musical ou dos rodeios. “A Taygra sempre está com a gente, nos acompanha nos passeios à fazenda, ajuda a tocar os bois e até caça com o Pedro de vez em quando. Ela é mais do que da família, minha mãe a tem como uma filha”. A cachorrinha faz tanto sucesso que até já chegou a participar de um dos desfiles do Tiro de Guerra, na época em que Lucas serviu; animou a festa do último natal, vestida de rena e até já espantou ladrão da casa de um vizinho. “Ouvi barulhos estranhos na casa ao lado da minha e levei a Taygra até o portão para ver, ela saiu correndo em direção ao ladrão que se assustou e fugiu na hora.”


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Energia Garota

Por Cláudio Bragga

Mariane Malvez Carneiro

Apelido: Mary Data de nascimento: 28/11/1994 Mulher bonita: Sandra Bullock Homem bonito: Vin Diesel O que mais gosta em um homem: Corpo O que não tolera em um homem: Egocentrismo O que mais gosta no corpo: Sorriso Música que gosta: Moves Like Jagger (feat. Christina Aguilera) Perfume: Lady Million – Paco Rabanne Comida: Italiana Filme: Uma prova de amor Não vive sem... (oxigênio rs!) Deus e família. Frase: A maior vitória é a derrota de cabeça erguida. Sonho: Viajar, conhecer o mundo!

Ficha técnica:

Looks: Fox Rouparia Fone: (14) 3622.0829 Cabelo e make: Jessé Professionnel Fone: (14) 3624.9888 Locação: Bistrô Turquêz Fone: (14) 3622.6573 Quer ser Garota Energia? Acesse o nosso site e saiba como: www.energianaweb.com.br

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Nossos filhos e a Por Heloiza Helena C. Zanzotti • Fotos Claudio Bragga e Leandro Carvalho

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esde os primórdios da humanidade, a família tem sido a base principal da sociedade. Os costumes, comportamentos e até mesmo os cenários se modificam com o passar dos séculos. Mas o papel que a família exerce permanece essencial. E, nesse contexto, é preciso destacar a importância da educação religiosa dentro dos lares. A missão de educar um filho segundo os princípios cristãos e fazê-lo permanecer na fé depois de adulto continua valendo, embora essa tarefa seja cada dia mais complexa. Influências diversas dos meios de comunicação, das escolas, da internet, etc., podem provocar desvios de comportamento, gerando mudanças de interesse e de atitudes. Nesse sentido, é fundamental

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Capa

Matheus e Beatriz, filhos do casal JĂşlia e Paulo Henrique


descobrir a resposta para uma questão: qual o método mais eficaz para criar os filhos dentro de uma crença religiosa? Não há uma regra única e infalível para responder à pergunta, mas psicólogos, educadores, pais e pastores concordam em, pelo menos, um ponto: tudo começa na infância. “Quanto mais cedo conviver com a ideia de Deus, certamente isso será apreendido de forma mais profunda”, explica a psicóloga Elizabeth Pimentel, autora do livro “O poder da palavra dos pais” (Hagnos). Mas todos concordam que a etapa mais difícil de criar os filhos deságua na tão discutida adolescência. É nessa fase que os filhos têm muitos conflitos emocionais, são inseguros e inconstantes, e é também na fase da adolescência que o exemplo dos pais em relação à prática da fé cristã é colocado à prova pelos jovens, ou seja, os atos precisam condizer com o discurso dentro de casa. Segundo o biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins, ateu militante e autor do best-seller “Deus, um delírio”, dizer que uma criança tem religião é um erro, porque ela é jovem demais para se decidir por uma crença. Mas se os pais estão convictos de sua fé, os filhos se sentem seguros e desejam acompanhá-los em suas escolhas e decisões.

A RE conversou com alguns pais para saber como lidam com a educação religiosa dos filhos, como no caso do Dr. Paulo Henrique Spirandeli, 41, e sua esposa Dra. Júlia, 39, pais do Matheus, 9 anos, e da Beatriz de 9 meses, nossa capa desta edição. Ambos são católicos e dizem que desde cedo conversam com as crianças sobre religião, líderes religiosos e até já levaram o Matheus à Jordânia e Israel. Júlia diz que “as crianças são ávidas por conhecimento e todas as religiões têm histórias muito ricas”. Em relação à futura escolha dos filhos, eles afirmam acreditar na liberdade de escolha religiosa. “Nossa função é apresentar a religiosidade de forma saudável, sem discriminação”. Segundo Márcio José Costa, 40, e sua esposa Ana Lúcia, 31, católicos, pais do Bruno de um ano e cinco meses, a questão da religiosidade é trabalhada sempre através de exemplos. “Como nosso filho ainda é bem pequenino, julgamos ser esta uma fase de puro aprendizado. Toda noite rezamos em voz alta com ele, para que vá aprendendo a conversar com Deus e que, no futuro, isso possa se tornar um hábito”. Ao serem questionados sobre a liberdade de escolha do filho, afirmam que ensinarão que acreditam e o que creem. “Porém, caberá a ele decidir se irá seguir ou não, pois a religião tem que vir do coração, sem imposições”.

Os pais Ana Lúcia e Márcio com o pequeno Bruno

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Capa As crianças são ávidas por conhecimento e todas as religiões têm histórias muito ricas. Nossa função é apresentar a religiosidade de forma saudável, sem discriminação. Júlia e Paulo Henrique

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Odete Spatti

Quem concorda que tudo deve começar na infância é Odete Spatti, 56, espírita, mãe da Aline, 33, do André, 31 e de Beatriz, 20: “Através dos exemplos e ensinamentos plantamos na alma dos nossos filhos a semente da fé e da crença em Deus, mostrando que religião, muito mais que um dogma, deve ser feita de atitudes”. Odete ainda diz que a verdadeira religião é respeitar o semelhante e completa: “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”. Para ela, cada um é livre para fazer as próprias escolhas e em relação à crença dos filhos. “Com toda certeza as sementes que foram plantadas neles germinaram e deram muitos frutos”. A RE também conversou com o Dr. Abdala Atique, 67, da Igreja Presbiteriana do Brasil. Seus filhos Saulo, 36, Sarah, 35, João Marcos, 33 e Ana Marta, 29, seguem a mesma religião dos pais. Para ele, manter a crença religiosa dentro de casa depende da firmeza e fé de cada

Dr. Abdala Atique

família. “Os pais devem pegar nas mãos de seus filhos para, juntos, irem à igreja. Como não há muitos casais fazendo isso hoje em dia, a tendência realmente é diminuir o interesse dos filhos pela religião”. Para o médico, orientar os filhos dentro da palavra de Deus é uma determinação divina, e os pais devem exercer sua autoridade enquanto os filhos estiverem sob seus cuidados. Sobre a diminuição do interesse dos jovens pela religião, a RE consultou o sociólogo e cientista político Heraldo Bello da Silva Júnior. Ele explica que antes as famílias obrigavam os filhos a frequentar uma religião. “Hoje somos menos domesticados pela cultura e também temos que considerar nossa relação com o tempo. Somos mais cobrados, temos menos tempo para a vida social. Por isso há tanta gente isolada, pedindo desesperadamente o contato social em redes como Orkut e Facebook. E ainda há a questão do imediatismo, de que hoje todos querem viver o presente com intensidade, o que contribui para o desinteresse por instituições que prometem felicidade a longo prazo, como é o caso da maioria das religiões”. Por fim, seja qual for sua religião, com uma coisa todos concordam: “Religião se aprende com a prática dos pais”. Revista Energia 55


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Moda Por Flávia Aldrovandi

moda@revistaenergiafm.com.br

SPFW Inverno 2012

Mix de Texturas A combinação de várias texturas e cores foram destaque nos desfiles

Nos dias 19 a 23 de janeiro aconteceu a famosa semana da moda Brasileira – SPFW 2012, onde foram apresentadas as tendências para o Inverno 2012. Separamos as mais bacanas para você ficar antenada na estação mais fria do ano!

Veludo O tecido se destaca nas passarelas nacionais e internacionais

Metalizados Tecidos metalizados são uma das apostas da temporada de inverno

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Black Uma das cores predominantes do inverno, volta a ter destaque

Rendas Aparece de forma mais delicada e suave, sem exageros

Conjuntos Os combinados estão cada vez mais fortes, aposte nesta combinação!

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Tendências

Hering indica

Feminino

Blusa: 39,90 Vestido: 99,90 Casaco: 69,90

Masculino

Camisa: 99,00 Blusão: 89,90 Cinto: 59,90 Calça: 99,90

Nas compras acima de R$ 300,00 ganhe uma sacola personalizada Hering Store Hering Store - Jaú Centro: Rua: Amaral Gurgel, 242 Fone: 3624.6882 Jaú Shopping: Av. Dr Quinzinho, 511 Piso Superior 64 Revista Energia

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depois

Antes e

ANTES

DEPOIS

Por Cintya Barros

fiquei surpresa com a textura do cabelo, ficou muito natural

Juliana Prado

Estudante de Farmácia, 20 anos

Cabelo

A cabeleireira Cintya Barros fez uma escova liso molecular X-tenso Care L’oreal, à base de amônia, que proporcionou um efeito liso e de longa duração. Os fios ficaram mais fortes, macios e com movimentos naturais, sem o uso de formol. O Corte foi desfiado para dar um caimento natural ao cabelo longo.

Fotos: Leandro Carvalho

Maquiagem

Inspirada na cantora Adele, que ganhou 6 prêmios Grammy, a maquiadora Ana Caroline usou delineador em gel Fluidline MAC, que proporcionou um delineado preciso com acabamento suave. Para cobertura natural da pele foi utilizada a base Colorstay da Revlon. A máscara de Cílios Telescopic L’oreal Paris definiu o olhar marcante. O esmalte azul rip-rop Ana Rickman, utilizado pela manicure Camila, traz a última tendência da moda.

Produção

Juliana veste Fox Rouparia e D’artchela Calçados Femininos.

Serviço Cintya Barros Cabelo e Maquiagem Rua: Lourenço Prado, 841 Centro | Jaú Fone: 3622.4945

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Varal

Fotos Leandro Carvalho

Gold Silver:

Jaú Shopping - Piso Térreo Fone: (14) 3416.1858

M.Officer:

Jaú Shopping - Piso Térreo Fone: (14) 3416.0831

Erica Módulo:

Fone: (14) 8128.1900

Vestylle Megastore:

Rua Edgard Ferraz, 281 Fone: (14) 2104.3500

68 Revista Energia

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Arezzo:

Jaú Shopping - Piso Superior Fone: (14) 3416.7737

MMartan:

Jaú Shopping - Piso Térreo Fone: (14) 3416.1548

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Revista Energia 69


kids

Look

Por Leandro Carvalho

70 Revista Energia

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Crianças

Carolina Moscatto Gomes da Silva João Felipe Abílio Silva

Locação

Flora Paraíso Fone: (14) 3626.1760

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Revista Energia 71


Fitness

Por Marcelo “Tchelinho” Macedo

Mais do que estética Q

ue as mulheres mais gostam de um bumbum durinho não é nenhuma novidade. O que muita gente não sabe é que o bumbum tem uma função que vai além da estética! Além de gordura, o bumbum tem três músculos de cada lado, que são os glúteos. No quadro a baixo, você vê onde se situam o glúteo mínimo, o glúteo médio e o glúteo máximo, e quais as características de cada um deles.

Glúteo médio Glúteo mínimo Glúteo máximo

O glúteo mínimo é o menor e menos resistente. Fica na parte mais inferior e profunda da região O glúteo médio localiza-se mais acima do bumbum O glúteo máximo é maior e mais resistente. Fica logo acima da derme e é o que sente mais os exercícios localizados, embora os três fiquem durinhos se fortalecidos

72 Revista Energia

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Os glúteos estão ligados a toda a musculatura das pernas e tem a função de extensão de quadril. Por isso, quando eles estão fortalecidos, toda a estrutura da parte posterior da coxa fica mais firme. Diminuindo o risco de lesões como torções no joelho e os movimentos ficam mais bem coordenados. O fortalecimento desses músculos também evita a incontinência urinária, um problema comum em mulheres acima dos 40 anos. Isso acontece porque os glúteos trabalham conectados aos músculos do assoalho pélvico, que fica entre as coxas. Aumentar o tamanho do bumbum com ginástica é difícil, mas não é impossível. Como qualquer músculo, eles crescem por meio de exercício. Porém, o processo é lento e exige paciência. No braço ou na coxa, colocar carga faz com que os músculos se desenvolvam mais rapidamente, mas é mais difícil pôr carga nos glúteos.

a revista energia trouxe para você alguns exercícios para o fortalecimento dessa região:

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1

Quatro apoios Posição de quatro, com uma perna esticada, movimento para cima e para baixo da perna esticada.

2 3

Ponte Deitada de barriga para cima, com as pernas flexionadas sobre uma superficie mais alta, movimento levantar e abaixar o quadril.

extensão de quadril Posição em pé segurando em um bastão com uma das pernas esticadas para trás, movimento sobe e desce a perna esticada atrás.

agachamento Fotos: Leandro Carvalho

Posição em pé, movimento de agachar e levantar.

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Revista Energia 73


club

Social

Por Juliana Galvão

social@revistaenergiafm.com.br

Carnaval!

Lotação total em plena quarta-feira. Foi a sétima edição do “Dose Tripla”, organizado por Adriana Roveroni que reuniu apreciadores das boas artes. Também em clima de carnaval, com dias de muito calor, jauenses curtiram o feriadão.

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74 Revista Energia

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Fotos: Leandro Carvalho

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1. Mário Francheschi e Samanta Miras 2. Rafael Videira e Natasha Gonzales 3. Cila Cabral e Maria Cristina Cestari 4. Amedéia Milanese e Celina Neves Camargo 5. Dirceu Barbosa e Antonio Vieira 6. Regina Moya, Francisco Bonilha e Mirtes Bolsonario 7. Luciana Zen, Renata Ariano e Roberta Aguerra 8. Ludymila Nascimento e Ieda Sanchez 9. Well Bueno e Fábio Cestari

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Fotos: Leandro Carvalho

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Revista Energia 75


club

Social

Chic!

Sucesso a reinauguração do Bistrô Turquêz. Chiquérrimo, traz para Jaú sabores da alta gastronomia que atraem os amantes dos deliciosos pratos, gente de bom gosto da city.

1

1. Patrícia Martins e Rômulo Cavalcante 2. Roberta Arruda Botelho, Wilson Ferruci, Paula Campana Contador e Elza Arruda Botelho 3. Gustavo Messenberg e Diego Maruschi 4. Claudia Gregori Armentano e Breno Lis Lobo 5. Amanda Gonzales e Andre Segolin

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76 Revista Energia

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Dia quatro do último mês, Mariana Fassina Ferrucci e Gabriel Ferrucci se casaram. Os lindinhos receberam convidados (que estavam animadíssimos) para festa de arromba que rolou até de manhã.

Fotos: FotoShow

Felizes

1 2 3 1. Os noivos: Gabriel Ferrucci e Mariana Fassina Ferrucci 2. Avós e primos: Rafael Ferrucci, Natalia Quevedo, Marina Ferrucci Cristianini, Luciana Castro Ferrucci, Bruno de Castro Ferrucci, Celsio Ferrucci, os noivos, Irma Penesi Ferrucci, Guilherme Ferrucci e Tatiana Quevedo. 3. O noivo com os amigos 4. A avó da noiva, Antonia Peres Santo 5. Bruno de Castro Ferrucci, Aline Prado, Gabriel de Castro Ferrucci, Mariana Santo Fassina Ferrucci, Caio Almeida Prado Fiorino e Luciana de Castro Ferrucci

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Revista Energia 77


club

Social

e.

Canal Por Juliana Galvão

Festa!

Festão com direito a máscaras, perucas e outros assessórios, Mariana Camargo de Mello, Kelly Prado, Fabiano Haddad Brandão, Ana Elisa Neuber Deligi Toledo, Giovanna Mott, Adriano Segantin, Marília Segantin, comemoraram o aniversário no maior ritmo de carnaval. Anfitriões e convidados se esbaldaram!

e.

Ruivão

Nando Reis andou declarando seu amor pela city no twitter. O Ruivão que passou parte da sua juventude e tem parentes por aqui, falou do carnaval do Caiçara Clube com muita saudade.

Vamos salvar vidas?!

O Blog Modorusso.com, em nome do Hemonúcleo do Hospital Amaral Carvalho (com a ciência de seus diretores) lançou “campanha de doadores de sangue” que será realizada no dia 10/03 de 2012 das 7h30 até 12h30. Nos outros dias você pode doar nos seguintes horários: Segunda, terça, quinta e sexta das 7h30 às 12h e 14h às 16h30 | Quarta: 7h30 às 12h e 14h as 20h | Sábados: 7h30 às 12h. Vale lembrar que o hospital necessita da doação de todos os tipos de sangue, em especial o O-. Sua doação pode salvar vidas, pense nisso, e bora doar pessoal!

Despedida!

No último dia 1, a designer Marcela Amaral embarcou para Londres (Inglaterra) onde realiza temporada de cursos na capital inglesa. Na foto, Marcela se despede dos amigos, Ana Beatriz e Nina Almeida Prado, Karen Aguiar e Lorenzo Pontes, em festa realizada na Fazenda Vista Alegre em Bocaina. Quem também aproveitou a ocasião para receber felicitações da turma foi Ana Beatriz Almeida Prado que conquistou vaga no congresso da Weed Science Society Of America em Reno, Nevada, EUA. Ana Beatriz é agrônoma e ganhou a vaga no mestrado que realiza na ESALQ - USP. A bela viaja no dia 10 de março com as despesas pagas pela universidade. Não é o máximo?!

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e.

Jauense na Vitória’s

Descoberta por scouter (olheiro), Caroline Pirem anda arrasando! A lindona que agora faz parte do casting da agência Daphne aguarda nada menos que o resultado do teste para ser a nova Angel da Vitória’s Secret. Se isso acontecer, a Jauense que já pousou para RE e dá a maior força na nossa distribuição (além de linda é uma simpatia) irá para Cancun, no México. Boa sorte Carol!!!

Ah, o verão!

União!

No dia 11 de fevereiro casaram-se Rodrigo Rafael Olmedo e Alessandra Maria Cardoso.

O músico Laerth Masiero, que normalmente aproveita o verão europeu para tocar, cantar e divulgar seu cd, recebeu convite para estender sua estadia por lá e passar o inverno tocando na França e na Suiça, em lugares que possuem turismo nesta estação. A resposta? Dificilmente trocaria o verão brasileiro pelo inverno Suiço/Francês. Bem-vindo ao time de “apreciadores de verão”, Laerth!

Competência e Qualidade!

A Gigliotti Seguros foi duplamente premiada. Recebeu o Prêmio Cobertura, Oscar do mercado segurador, no ano de 2011, com o case Crescimento Sustentável no Interior de São Paulo. O Prêmio Cobertura é organizado anualmente pela Revista Cobertura, a numero 1 do ramo de seguros no Brasil. Também foi eleita destaque do interior de São Paulo, pela americana Liberty Mutual e recebeu o prêmio em Istambul, Turquia.

Investimento

Sempre focada, a diretoria da Associcana realizou palestra sobre as perspectivas do mercado de açúcar e álcool para a safra de 2012/2013. Dr Luiz Carlos Correa Carvalho foi o palestrante. Acesse: www.energiacoletiva.com

Revista Energia 79


As melhores marcas você encontra só aqui no Jaú Shopping

arezzo

(14) 3416.7737

Democrática, a nova coleção da Arezzo pretende agradar a todos os gostos. O clássico bico fino vai estar em alta, mas o sapato boneca – Mary Janes é a novidade da estação. As ankle wedges - anabelas + ankle boots trazem conforto e estilo. Muito brilho, snake print para dar ares de femme fatalle e muita cor! Inverno sim, mas absolutamente up!

ri happy

(14) 3416.3009

O esperado Festival de Brinquedos da Ri Happy está de volta. Durante todo o mês de março, todas as lojas da rede vão oferecer até 60% de descontos em mais de mil produtos de várias marcas para todos os gostos e idades. Na Ri Happy você encontra o presente ideal. Não perca tempo. Venha nos visitar! Piso superior do Jaú Shopping.

QUATRO PATAS (14) 3621.6882

Fotos: Leandro Carvalho

Seu animalzinho está precisando de um banho? Leve-o para a Quatro Patas, no Jaú Shopping. Com horários também aos domingos. E além do serviço de banho e tosa você ainda encontra uma variedade de produtos, além da venda exclusiva de filhotes de Gato Persa Exótico e Persa Himalaia. Venha para Quatro Patas no Jaú Shopping!

MMartan

(14) 3416.1548

A coleção Outono-Inverno 2012 da M. Martan está chegando! Inspirada nas cores, estampas e texturas da moda para a estação. Com produtos elegantes e exclusivos que vão agradar em cheio os clientes mais exigentes! Visite nossa loja, no piso térreo no Jaú Shopping. M. Martan a moda que veste a sua casa. 80 Revista Energia

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M. Officer (14) 3416.0831

Contraste é a palavra chave desta estação. Mix de tecidos, texturas e estilos são o que vão compor os looks de outono - inverno 2012. Peças masculinas com femininas, snake print e couro, serão grandes apostas para a estação. A novidade é a tendência Mullet – peças mais curtas na frente e compridas atrás. Basta saber combinar e abusar. E uma dica: neste inverno use saia longa com bota montaria!

GOLD SILVER (14) 3416.1858

Toda mulher é joia rara, Ritas, Robertas, Jéssicas, Iaras... senhora ou menina, negra, clara. Sexo frágil? Que nada! Mulher rala! Faz sala, é mãe, namorada... força bruta em pedra lapidada. Mês da mulher na Gold Silver, tudo em 10x sem juros. 08 de março: uma grande oportunidade de demonstrar à mulher da sua vida que ela é uma joia rara. Gold Silver. Sempre presente. No Jaú Shopping, piso térreo.

INTYMYDADE MODA ÍNTIMA

(14) 2104.2336

Para você que procura os melhores itens em moda íntima, biquínis, meias e pijamas o lugar certo é a Intymydade Moda Íntima, no Jaú Shopping. Faça-nos uma visita e aproveite para conhecer a coleção outono – inverno 2012. E ainda! Pijamas e biquínis da coleção primavera – verão com 30% de desconto. Você vai se surpreender!

VIVO

(14) 2104.2334 A nova loja da Vivo conta com um amplo espaço, ambiente climatizado e profissionais treinados para melhor atendê-lo. Venha conhecer nosso novo espaço, no piso térreo do Jaú Shopping, loja próxima à portaria C e aproveite para conferir todos os planos e promoções que a operadora oferece. VIVO conexão como nenhuma outra.

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Revista Energia 81


Gourmet

Por Mario Netto

Mario Franceschi Netto Formado pelo SENAC, já trabalhou no Grande Hotel Águas de São Pedro, Café de la Musique em São Paulo e, atualmente, faz o curso Master de cozinha em Parma, na Itália, no instituto ALMA.

Risoto Ciao a tutti, Esse mês a receita é de risoto, prato muito difundido em todo o norte da Itália, da Ligúria ate Friuli Venezia Giulia, mas o estado que mais se destaca nesse tipo de preparo do arroz é a Lombardia, cuja capital é Milão. Existem vários tipos de arroz para se fazer risoto: o carnaroli, o arbório, o violone nano, o originário, entre outros. Todos esses tipos de arroz possuem uma mesma característica, a de soltar muito amido, que é o responsável pela cremosidade do prato. Hoje trago para vocês a receita do “risotto allo zafferano, ou risotto alla milanese”, ou seja, o risoto ao açafrão. Esse é um dos pratos mais famosos da gastronomia Lombardia e é apreciado em todo o norte da Itália, desde os mais jovens até os mais idosos, por ser uma receita fácil de fazer, saborosa e leve ao mesmo tempo. Dessa receita “base” de risoto encontramos várias versões, que são preparadas por chefs pelo mundo afora. É muito comum encontrar essa receita com frutos do mar, alcachofra, cogumelos (principalmente com o cogumelo porcini), com lagostim, linguiça, ou até mesmo uma receita tradicional do interior da Lombardia, que contém cérebro de boi nos ingredientes. Hoje eu trago para vocês a receita base e cada um que seja feliz com os ingredientes que quiser adicionar. Vvamos ao que interessa...

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Ingredientes Para 4 pessoas: 1 litro de caldo de carne 125g de manteiga de qualidade 1 cebola média 150g de queijo Grana Padano ralado 350g de arroz Carnaroli ou Arboreo 200 ml de vinho branco Uma pitada de açafrão em filamento (opcional) 1 saquinho de açafrão em pó.


modo de Preparo Pique finamente a cebola. Em uma panela faça derreter, mas sem fritar, 80g de manteiga. Junte a cebola até que ela fique transparente e mole (sem cor), mexendo continuamente. Logo após, acrescente o arroz e faça com que ele absorva a manteiga. Frite, mas sem pegar cor. Essa passagem é muito importante porque é nela que o arroz vai ser preparado, para mais tarde soltar o amido responsável pela cremosidade. Aumente o fogo e acrescente o vinho branco. Mexa até que o álcool do vinho evapore. Em seguida, acrescente 2 conchas de caldo de carne (o caldo de carne tem que estar fervendo para não abaixar a temperatura do arroz), e mexa sempre. Quando o arroz tiver absorvido o caldo adicione mais duas conchas de caldo (esse procedimento deverá ser repetido até que o arroz fique cozido, o que demora mais ou menos uns 17 minutos, que é o tempo de preparação. Na metade do tempo de cozimento, em um copo, misture o açafrão em pó com um pouco de caldo e adicione o líquido ao arroz, mexendo sempre. Quando o arroz já estiver cozido (o ponto certo é al dente, mas nada impede que se faça o arroz mais mole), tire a panela do fogo, acrescente o queijo ralado e o restante da manteiga. Mexa energicamente até que o risoto fique bem cremoso, deixe-o descansar por alguns segundos e está pronto para ser servido!!! Nesse ponto, se quiser, pode-se acrescentar o açafrão em filamentos.

BUON APPETITO A TUTTI, SALUTI I ARRIVEDERCI!

Mais de 15 opções gastronômicas em ambiente climatizado e seguro. Amplo estacionamento com serviço de manobrista. Um lugar especial para a família e os amigos se divertirem!

Todos os dias, das 10h às 23h Avenida Dr. Quinzinho, 511 Fone: (14) 2104.2300

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Revista Energia 83


vida

Boa

Por João Baptista Andrade

Comida e receitas adaptadas

Todo cozinheiro tem lá as suas receitas secretas e/ ou aperfeiçoadas constantemente, ao longo de muitos anos de prática. Alguns fazem uso de fórmulas avoengas ou de tradições regionais clássicas. Quem nunca levou uma bronca do cozinheiro quando tentou colocar mais sal ou mais queijo na massa? Outros são tranquilos e despretensiosos, com cardápios mais simples, muito embora sejam mais do que capazes de produzir resultados igualmente maravilhosos. Eu ainda me lembro do cheiro da carne de panela que a senhora minha mãe fazia... Acontece que este escrevinhador canhestro tem uma amiga que é uma fada francesa, Sophie Labruhe, que produz uma ratatouille de se comer ajoelhado e rezando baixinho de tão boa. Feito o personagem Anton Ego, do desenho animado “Ratatouille” (se ainda não viu, assista logo!), na cena em que ele prova algo que realmente vale pena ser comido. Nesses dias de hoje, onde as crianças são cada vez mais adultas, é maravilhoso ser adulto e dedicar-se a prazeres inerentemente infantis. Mais do que óbvio que sou incapaz de repetir a receita perfeita que ela faz com naturalidade. Mesmo assim, a minha versão de tal receita, adaptada aos matos de Joaquim Egídio e perpetrada no fogão à lenha (um luxo singelo?), me traz recordações tão maravilhosas e felizes que eu me flagro entre pasmado e pleno, pelo simples fato de poder degustá-la com um pedaço de pão, ou um pouco de couscous e um copinho de vinho. E entre berinjelas, abobrinhas, pimentões, tomates, cebolas, uns dentes de alho e herbes de Provence, faço uma comunhão com meus amigos franceses distantes enquanto eles velejam ao redor do mundo. Diz a infinita sabedoria popular da gloriosa Monte Alto, onde nasci, que quem fala sozinho dá bom dia a cavalo. Quando eu cozinho sozinho tenho o hábito de perguntar, em voz alta, coisas do tipo: “está bom de sal?” ou “que tal o ponto?”. Acho que é uma forma de autoajuda, sei lá. Pode até ser que daqui alguns anos eu acabe desenvolvendo a mania de conversar com os cavalos da fazenda. Mas eu não sei comer a minha ratatouille adaptada sem estalar a língua, lamber os beiços e sorrir como se todos os meus queridos do veleiro Kotik estivessem sentados ao redor da mesa conversando comigo.

À bientôt. PS.: Para Sophie e a saudosa Jujube.

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Revista Energia 85


a

pena

gastronomia

Filé Água Doce Quer degustar o melhor da culinária brasileira? Um delicioso Filé Água Doce? Pode ser mignon, de frango ou de tilápia à parmegiana? Huuum! Uma porção deliciosa que acompanha arroz branquinho e deliciosas batatas fritas, servindo até quatro pessoas.

Foto: Leandro Carvalho

água doce cachaçaria Você quer um lugar para impressionar aquela nova paquera? Ou comemorar uma data especial? Ou simplesmente reunir os amigos para uma confraternização? Todo esse tipo de ambiente você encontra em um só lugar: Água Doce Cachaçaria. Inaugurada na cidade em 2003, a Água Doce se consolidou no ramo justamente por oferecer todos esses ingredientes necessários para você se sentir confortável, bem atendido e saborear os mais diversos pratos e bebidas. Com um cardápio bem diversificado, destacam-se entre os favoritos dos clientes: as diversas porções e pratos servidos ou os deliciosos coquetéis e batidas, além de whiskys, vodkas e, é claro, variadas cachaças. A Água Doce Cachaçaria possui o tradicional Clube do Uísque e também o Doce Cantinho, espaço voltado para as crianças se divertirem enquanto você desfruta das especialidades e do bom ambiente. Seja qual for a ocasião, Água Doce Cachaçaria!

86 Revista Energia

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Anote!

A Água Doce Jaú está localizada na Rua Capitão José Ribeiro, 687 e atende de terça a quinta das 17h à meia-noite, às sextas das 17h à 1h. Aos sábados o atendimento é das 17h às 2h e aos domingos, para o almoço, o horário é das 11h30 às 14h. Venha conferir! Telefone: (14) 3621-4512 E-mail : jau@aguadoce.com.br


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Revista Energia 87


Vinhos

Por Paulo Agnini Especial para Revista Energia

Beaujolais Os vinhedos de “Beaujolais” se estendem de norte a sul, por cerca de 56 quilômetros sobre as baixas colinas de granito situadas na parte mais ao sul da Borgonha. Apesar da proximidade, as duas regiões nada têm em comum. Os climas são diferentes, as uvas e a vinificação também. “Beaujolais” é o nome do lugar e do vinho ali elaborado, na região situada ao norte de Lyon, na França. Diz-se que esse é o único vinho branco que, por acaso, é tinto. É uma referência justa e verdadeira, pois apesar da cor carmim viva, o “Beaujolais” é quase como um vinho branco na expressividade e na capacidade de nos ‘aliviar’. A personalidade do vinho se inicia com a uva “gamay”, a única utilizada na elaboração da bebida. Os sabores da uva tinta, da família das Vitis vinifera, são virtuosos e inconfundíveis: uma investida de cerejas e framboesas pretas, um toque de pêssegos, violetas e rosas, seguidos de um mínimo de condimentos apimentados que surge no retrogosto. Em muitos tintos, um forte sabor de tanino age como um manto sobre os sabores das frutas. Isso não acontece no “Beaujolais” porque a fruta, matéria-prima, tem naturalmente baixo teor de tanino, e neste caso o caráter profusamente frutado aparece com toda a intensidade. Porém, o caráter do vinho não provém exclusivamente da “gamay”, mas sim do processo de vinificação, uma tradição antiga: a maceração carbônica. Neste processo cachos de uvas são postos inteiros no tanque de fermentação e esta, literalmente, ocorre no interior de cada baga. Teoricamente, a maceração carbônica pode ser empregada com qualquer uva, mas parece ser particularmente bem sucedida com uvas super-frutadas, como a “gamay”. Depois disso o “Beaujolais” descansa em tanques em um período de seis a dez meses, antes de ser comercializado.

88 Revista Energia

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cultural

Guia

Por Heloiza Helena C. Zanzotti

Filmes

Livros O Preço do Amanhã

Em um futuro não muito distante, a ciência descobre um processo que interrompe o envelhecimento aos 25 anos, mas com este processo a pessoa possui apenas mais um ano de vida, a não ser que tenha dinheiro para pagar pelo tempo extra. Na busca por poder e tempo de vida, um homem (Justin Timberlake) é acusado injustamente de homicídio e se vê obrigado a sequestrar uma bela jovem (Olivia Wilde) para conseguir ganhar mais tempo e provar sua inocência.

Precisamos Falar Sobre Kevin - Lionel Shriver

Para falar de Kevin Khatchadourian, 16 anos - o autor da chacina que liquidou sete colegas, uma professora e um servente de um bom colégio Lionel Shriver arquiteta um romance em que Eva, a mãe do assassino, escreve cartas ao marido ausente. Nelas constrói uma reflexão sobre a maldade e discute um tabu: a ambivalência de certas mulheres diante da maternidade e sua responsabilidade na criação de um pequeno monstro.

Atividade Paranormal 3

O X da Questão - Eike Batista

O terceiro longa da franquia contará a origem dos acontecimentos dos primeiros filmes, quando as irmãs Katie e Kristi ainda eram crianças. Os pais das meninas são perseguidos por um espírito maligno em sua própria casa, onde vivem com elas. Em uma tentativa de desvendar esse mistério, eles instalam câmeras por toda a casa para capturar as ocorrências dessas estranhas atividades paranormais.

Ícone de sucesso no mundo dos negócios, neste livro Eike Batista conta sua trajetória desde a venda de seguros de porta em porta, na Alemanha, até a abertura de capital de suas empresas. O empresário, que acumula um patrimônio de US$ 30 bilhões, segundo a revista Forbes, tem a oitava maior fortuna do mundo. O “x” presente no nome de cada uma de suas empresas é símbolo da multiplicação de riqueza, ousadia, criatividade e capacidade de execução.

Os Muppets

Amores Proibidos na História do Brasil - Maurício Oliveira

De férias em Los Angeles, Walter, o maior fã dos Muppets em todo mundo, e seus amigos Gary e Mary descobrem um plano do explorador de petróleo Tex Richman para destruir o Teatro Muppets e perfurar um poço para extrair o petróleo do solo no local onde eles se apresentavam. Para montar o The Greatest Muppet Telethon Ever e arrecadar os US$ 10 milhões necessários para salvar o teatro, Walter, Mary e Gary ajudam Kermit a reunir os Muppets.

As dificuldades que importantes personagens da nossa história tiveram para efetivar suas paixões. Esses casais viveram cada um a seu modo, um romance proibido, apresentado pelo autor, o jornalista e pesquisador Maurício Oliveira. Os cenários são as ruas pouco iluminadas do Rio de Janeiro, a cabine de um navio e até um cemitério de São Paulo. Permeados por traições e separações, mas também por romance e muito desejo.

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Revista Energia 89


Informe Publicitário

Gostoso e irresistível Padaria Santo Antonio Especial para Revista Energia

O pão francês quentinho, com a manteiga derretendo, pode ser maldito para quem não quer engordar. Mas proibido mesmo é para os portadores da doença Celíaca, ou seja, pessoas que possuem intolerância ao glúten, uma proteína que provoca o ataque do sistema imunológico e danifica a estrutura da mucosa do intestino delgado, impossibilitando a absorção de nutrientes vitais nesses casos. A Doença Celíaca geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo, entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O tratamento da doença consiste em uma dieta totalmente isenta de glúten.

Mas o que é o glúten? O glúten é uma proteína encontrada em cultivos de ampla distribuição como trigo, aveia, centeio e cevada, além de estar presente no malte de cereais. Esses alimentos fazem parte da composição de alimentos variados como massas, pães, biscoitos, bolos, tortas, pizzas, molhos e temperos e de bebidas como cerveja e whisky. E pensando nas pessoas que sofrem com a doença é que a Padaria Santo Antônio tem uma produção especial do pão sem glúten, com o intuito de que os celíacos possam ter também o prazer de se deliciar com o típico pãozinho com manteiga derretendo no início ou final do dia.

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Informe Publicitário

Diabetes x Odontologia É cada vez maior o número de pessoas portadoras de diabetes, ou seja, que carregam mais açúcar no sangue do que o considerado normal. E muitas dessas pessoas nem imaginam que uma simples visita ao cirurgião-dentista pode contribuir para a descoberta da doença. Alguns sinais na boca auxiliam no diagnóstico: problemas gengivais, presença de aftas e úlceras, fissuras na língua (micro-cortes), mau hálito, dores na língua e mucosas, cáries, desgastes dos dentes e, principalmente, a boca seca. O diabetes está associado diretamente à baixa imunidade, já que a hiperglicemia – que é quando a corrente sanguínea está carregando mais açúcar do que deveria, afeta a função das células de defesa, permitindo que as infecções se propaguem com rapidez, causando um estrago ainda maior. “A higiene oral, nesses pacientes, deve ser ainda mais rigorosa, pois se um simples acúmulo de placa bacteriana não for tratado, irá surgir a gengivite (sangramento e inchaço nas gengivas), que poderá evoluir para periodontite, danificando as estruturas de suporte ao redor dos dentes, podendo até resultar na queda dos mesmos”, explica o Dr. Antonio José Madalena Filho. Segundo ele, como as células de defesa ficam prejudicadas com a hiperglicemia, as doenças evoluem mais rapidamente do que em uma pessoa saudável. A saliva é muito importante em todo esse contexto, tanto em qualidade quanto em quantidade, pois ela é responsável por proteger os dentes e a gengiva. Nos diabéticos ela é mais escassa (daí o sinal de boca seca), e carrega mais glicose, sendo que essa será digerida pelas bactérias, favorecendo a cárie. Quando as bactérias começam a agir, o nosso organismo recruta células de defesa. Nas pessoas diabéticas, essas células

Uma boca saudável também é sinal de saúde! Por isso, visite regularmente seu dentista. Ele pode ajudar no diagnóstico e tratamento de várias outras doenças que acometem o nosso organismo!

demoram mais tempo para chegar ao local e, quando chegam, já estão sem energia. “É importante enfatizar que mesmo quando as infecções já estão em nível avançado, é possível restabelecer a saúde oral. Uma alimentação saudável, associada ao acompanhamento odontológico a cada três meses, ajuda a regular essa glicemia.” De acordo com a Dra. Larissa Moreno, o acompanhamento médico-odontológico é de suma importância no tratamento. As pessoas portadoras de diabetes também apresentam maior predisposição a problemas gengivais e periodontais, maior susceptibilidade às infecções, perda precoce dos dentes e maior dificuldade na adaptação de próteses (principalmente as totais – também conhecidas como dentaduras, devido à diminuição da saliva). A EQUIPE DO IOM – INSTITUTO ODONTOLÓGICO MADALENA ESTÁ À SUA

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Revista Energia 91


Empresarial

Por Antônio Paulo Grassi Trementocio

Os juros abusivos do cartão de crédito no Brasil

A senha, por favor! Modernas, as “maquininhas” de cartão de crédito vão sossegadamente à sua mesa. Fácil, rápido e indolor. Diferente de quando chega a fatura. Dá medo de abrir. Você já sentiu isso? Os cartões de crédito são hoje o maior fator de endividamento do brasileiro. É preocupante, porque atinge principalmente os novos consumidores, de renda mais baixa. Qualquer um pode olhar em sua fatura e observar que elas chegam fácil a 340% ao ano. Os juros do cartão de crédito no Brasil são os mais altos, em comparação com cinco países da América do Sul e o México, conforme pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).

Taxas Anuais (em %) País Brasil Argentina Chile Colômbia Peru Venezuela México

Taxa básica 11,0 12,5 5,3 4,8 4,3 24,0 4,5

Inflação 6,5 (*) 9,7 3,7 4,0 3,0 28,0 3,2

Taxa real 4,23 2,55 1,49 0,77 1,21 -3,13 1,26

Taxa do Cartão de Crédito 237,9 50,0 40,7 28,5 40,0 29,0 36,2

Fonte: Banco Central do Brasil e pesquisa pela internet. (*) Taxa estimada para 2011.

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O mais impressionante é que a soma das taxas dos seis países não chega ao valor médio dos juros cobrados pelas operadoras de cartão de crédito no Brasil. Um absurdo! Infelizmente, o brasileiro que recorre ao financiamento por meio do cartão de crédito, o chamado crédito rotativo, está submetido a uma taxa média de juros de 237,9% ao ano – podendo chegar a 600%! Quase cinco vezes superior à da Argentina, que aparece na segunda colocação e cuja taxa média de juros, cobrada nas operações de cartão de crédito, chega a 50% ao ano. Se a nossa taxa fosse a metade da praticada hoje, ou seja, 119% ao ano, o que equivaleria a 6,75% ao mês, ainda seria maior que o dobro da segunda colocada. Se você deixar “rolar” uma dívida de R$ 1.000,00 hoje, no cartão de crédito, ao final do ano você deverá algo em torno de R$ 7.000,00! Uma pesquisa divulgada pela Boa Vista, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) apontou que, entre os inadimplentes do país, 64,1% têm dívidas no cartão de crédito. Não podemos mais aceitar passivamente esse quadro de tamanho abuso pelas Instituições Financeiras e Administradora de Cartões, devemos concretamente evitar a utilização do cartão de crédito em nossas vidas e, principalmente, buscar judicialmente a devolução de todos os valores pagos de forma abusiva. Já são comuns decisões judiciais que punem esse abuso e protegem o consumidor. Se você faz parte dos 64% “castigados” pelo cartão de crédito, informe-se, inconforme-se: faça sua parte!


Informe Publicitário

Materiais para Construção Não existe segurança maior para quem está pensando em construir ou reformar que contar com a qualidade e o atendimento de uma grande empresa de materiais de construção. Mas quando você pode contar com dois gigantes da construção, então, é ainda melhor. É sucesso garantido para sua obra! Na Pascano & Bela Vista Materiais para Construção você tem tradição e tecnologia no mesmo lugar, transformando as duas gigantes nas lojas mais queridas de Jaú e região. Qualidade de produtos e serviços, bom atendimento e economia são os nossos grandes diferenciais. Na Pascano & Bela Vista você encontra as melhores marcas do mercado: Suvinil, Tigre, Gerdau, Deca, Delta, Villagres, Sasazaki, entre outras. Os melhores produtos, do básico ao acabamento As lojas Pascano & Bela Vista Materiais para Construção oferecem produtos básicos em grande quantidade! Areia, pedra, ferro, cal e cimento, com os melhores preços e condições de pagamento. E uma frota que garante uma entrega rápida e eficiente do material na sua obra. Você encontra, também, as melhores opções em gabinetes, ventiladores, esquadrias, louças e metais, faixas, mosaicos e muito mais. Tudo em acabamento de primeira linha. Concreto Usinado de excelente qualidade Além da grande variedade de produtos, o cliente Pascano & Bela Vista tem à sua disposição serviços especiais e exclusivos. Uma equipe completa e especializada na produção de concreto usinado de excelente qualidade, fabri-

cado com equipamentos modernos. Tudo feito com qualidade total e sem desperdício! Madeira de primeira qualidade Madeiramento completo, de ótima resistência e durabilidade. Vigas, caibros, tábuas, testeiras, batente sob medida e muitas outras opções à sua escolha. Completa loja de tintas Uma loja completa com grande variedade de tintas e vernizes da marca Suvinil. Tintas anticorrosivas, com base de borracha, corantes, gel, imobiliárias, impermeabilizantes, industriais, entre outras. E com o SelfColor Suvinil, a Pascano & Bela Vista oferece um moderníssimo sistema de preparação de cores com mais de 1.200 opções, nos mais diversos acabamentos. Nós encontramos a cor dos seus sonhos! Pisos e Revestimentos Soluções completas em pisos e revestimentos cerâmicos, laminados, porcelanatos e esmaltados de alta qualidade, com medidas e cores diversas para atender o público mais exigente. Grande variedade de marcas e modelos: Eucafloor, Eliane, Duragres, Delta, Lef, Villagres, Gyotoku, Porto-Glass, Via Rosa e muitas outras. Caçambas e Andaimes O melhor serviço de caçambas para depósito de entulhos e andaimes metálicos para atender sua obra com maior segurança e praticidade. Pascano & Bela Vista Materiais para Construção: solidez e credibilidade essenciais para realizar os melhores negócios e oferecer grandes vantagens para o amigo cliente. Revista Energia 93


Auditagem “O segmento revista passou bem pela última crise econômica internacional e está mais consolidado para enfrentar adversidades no mercado”.

Fonte: Instituto Verificador de Circulação IVC /2012

Sílvio Saccardo fazendo a auditoria de uma das edições da Revista Energia

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Auditoria

e credibilidade Por Lúcia Barizza • Fotos Leandro Carvalho

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lanejar e realizar um trabalho de mídia hoje em dia não é coisa para amadores. O trabalho sério requer investimentos intelectuais contínuos e determinados. Antes mesmo de se pensar no conteúdo do que o leitor, ouvinte ou telespectador vai receber, é preciso demonstrar que o comportamento da empresa é sério, obstinado por resultados e números. Seus e de seus investidores. O mercado de revistas está em plena expansão. Isso mostra que estamos sim, diante de um país que está reagindo aos descasos com sua cultura. A verdade é que “QUEM LÊ MAIS, SABE MAIS”, e consegue objetivos muito maiores e mais rápidos em sua vida. O Brasil possui hoje, segundo dados dos institutos verificadores, 4.705 títulos de revistas dos mais variados gêneros. Estima-se que apenas 10% delas sejam auditadas.

A Revista Energia faz parte deste universo. A empresa que realiza nosso controle de auditagem é a Saccardo - especialista em auditorias e perícias, aqui mesmo de Jaú. Rua Floriano Peixoto, 182 Centro – Jaú/SP

O consultor Sílvio Saccardo explica a metodologia

“O serviço de auditoria de tiragem destina-se a veículos de comunicação impressos, jornais e revistas, com a finalidade de buscar reconhecimento e credibilidade junto ao mercado. A tiragem da Revista Energia é realizada pelo profissional ainda na gráfica onde são impressos os exemplares, antes da entrega para distribuição. Trata-se de uma contagem manual dos exemplares e a comparação com o documento fiscal emitido pela gráfica. Ainda são analisados os documentos fiscais da compra da matéria-prima utilizada na produção, para verificar se a quantidade adquirida está condizente com o volume de impressão proposto. Há ainda o cuidado com a checagem da distribuição da revista, que consiste em processo mais complexo, porque toda a logística inerente à produção e distribuição dos veículos de comunicação tem que ser verificada”.

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Trajetória

Funcionário da Legião Mirim, Eduardo Augusto Borges, que iniciou na Legião Mirim em 2005

Eu já fui Mirim Por Nádia de Chico • Fotos Leandro Carvalho

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Fernando Oliveira, executivo de vendas, 23 anos, também já foi Mirim. Oliveira entrou para a entidade em 2002 e permaneceu até 2005. Trabalhou na Secretaria de Transportes e Trânsito e no Serviço de Água e Esgoto do Município de Jaú (SAEMJA). “A Mirim me ensinou desde cedo a ter responsabilidade e comprometimento”, conta Oliveira acrescentando que todas as atividades disponibilizadas para os mirins foram essenciais para criar laços de amizades e aprender como trabalhar em grupo.

izem que no mundo dos negócios o que importa é o resultado, e não o que você já fez, de onde vem ou de que empresa é! Bom, não é assim que pensam os jauenses Pedro Luiz Moreli, Fernando Oliveira, Luiz Fernando Valenzola e Eduardo Augusto Borges. Todos já foram MIRINS e reconhecem que iniciar a vida profissional na Legião Mirim de Jaú foi muito importante para alcançarem os cargos profissionais que ocupam hoje.

Legião Mirim A Legião Mirim foi fundada em 14 de abril de 1960 e possui hoje 400 legionários registrados em carteira profissional, beneficiados com alimentação, atendimento no setor de assistência social e psicológico, participação no programa de aprendizagem e uniforme. De acordo com o funcionário da entidade, Eduardo Augusto Borges, que iniciou na Legião Mirim em 2005, os adolescentes desenvolvem atividades como aprendiz em diversos setores da cidade, tais como: Prefeitura Municipal, supermercados e escritórios. “A missão da Legião Mirim, segundo o estatuto, é o foco no fortalecimento da convivência familiar e social, tendo por finalidade promover o desenvolvimento dos jovens através de atividades que estimulem a participação cidadã e uma formação de valores, desenvolvendo habilidades gerais através do programa de aprendizagem”, conclui Borges, afirmando que graças à Legião Mirim, teve muitas vitórias na vida profissional e pessoal. Para ingressar na entidade é preciso ficar atento às inscrições que acontecem em janeiro e julho. O candidato deve ter 15 anos completos e estar frequentando regularmente a escola. A oportunidade é para ambos os sexos e a permanência máxima é de dois anos.

“A missão da Legião Mirim, segundo o estatuto, é o foco no fortalecimento da convivência familiar e social, tendo por finalidade promover o desenvolvimento dos jovens” Eduardo Augusto Borges

Profissionais de sucessos Pedro Luiz Moreli é jauense, tem 27 anos e há 13 anos trabalha na área de informática de um conceituado escritório de contabilidade na cidade. Moreli iniciou na Legião Mirim em 1998 e trabalhou por um ano na Delegacia de Ensino. “A Mirim me ensinou a ter responsabilidade, abriu muitas portas e eu fiz muitas amizades”.

Luiz Fernando Valenzola, vendedor de perfumes importados, 27 anos, trabalhou como Mirim na Delegacia de Ensino entre 1997 e 2000. “Trabalhar na Mirim desde muito novo me ajudou a não desviar minha vida para caminhos errados, como acontece hoje com muitos jovens. Eu ocupei meu tempo só com coisas boas”. Valenzola acrescenta que como trabalhou na Delegacia de Ensino, onde quase todos os funcionários eram professores, pode aprender o real significado do respeito, dos deveres e das obrigações de um funcionário.

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Pergunte...

... a RE responde!

Por Adriana Roveroni www.adrianaroveroni.com.br mande sua pergunta para:

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Sou descasado duas vezes. Agora estou namorando e acho que encontrei a mulher da minha vida. Ela é divertida, ótima companhia, inteligente e compreensiva. O problema são os dois filhos pré-adolescentes dela que não dão um momento de sossego. Eles são mimados e quando não conseguem o que querem esperneiam, gritam, fazem chantagem. Enfim, ultimamente só temos brigado. Como levar a relação adiante convivendo com os filhos da minha namorada? Ronaldo, 48 anos RE: Ronaldo, quando iniciamos um novo relacionamento já há uma série de adaptações que necessitamos fazer. Que ótimo que encontrou afinidades, companheirismo! Não podemos perder este foco: o objetivo de permanecer no relacionamento. Porém, quando entramos em uma relação em que há filhos, ex-marido, ex-esposa, o contexto complica um pouco mais. Maiores as adaptações! Você não comentou se tem filhos, mas vamos lá. Você já se colocou no lugar de “pai” destes pré-adolescentes? E se ela fosse sua primeira esposa? Você acredita que estas “crianças” não estariam, de alguma forma, interferindo no dia a dia da relação? Mesmo que os filhos fossem seus! Não sendo seus filhos, parece que já há uma predisposição (de ambos os lados) de “rejeição”. Mas lembre-se: todos estão procurando uma forma de adaptar-se a esta nova situação. Não há necessidade de brigar. Procure inverter a situação. Aproxime-se destas “crianças”. Procure ser amigo e não “rival”. Senão, a disputa continuará ocorrendo. Imagine como fica esta mulher? Dividida entre os filhos e seu “amor”? Procure esta aproximação. Acredite: você surpreenderá as “crianças” e, também, a mulher da sua vida. Estou namorando há um ano um rapaz por quem sou apaixonada. Ele também gosta muito de mim. 98 Revista Energia

O problema é que ele engravidou a ex-namorada antes de ficarmos juntos. Ele me contou tudo e decidi enfrentar a situação junto com ele. Mas desde que a criança nasceu não sei como resolver a situação comigo mesma. Estou muito insegura. Quando ele vai visitar o bebê eu fico muito mal, entro em depressão. Preciso superar isso, não quero terminar o relacionamento por causa dessa insegurança. Por favor, me ajude! Não sei o que fazer. Alexandra, 22 anos RE: Alexandra, você começa dizendo: estou apaixonada e “ele também gosta muito de mim”. Isso já reflete sua insegurança? Pense nisso. Se ele engravidou a ex-namorada antes de ficarem juntos, “o problema” já existia, e você aceitou. Correto? Como você disse: ele lhe contou tudo e você decidiu enfrentar a situação JUNTO! Se havia um bebê, claro que ele visitaria como PAI, e não como namorado da ex. É isso que você precisa lembrar quando os pensamentos negativos e hipotéticos contaminarem sua mente. Ele iniciou o relacionamento com você, mesmo após saber que ela (ex) estava grávida. Se o interesse dele fosse nela, ele ficaria na situação mais confortável. Mas, o que ele decidiu? Ficar com você! Lembre-se sempre disso também! “Fui eu a escolhida”. “Não tenho que competir com filho”. “Não é este o lugar que ocupo na vida dele”. A insegurança gera pensamentos negativos que influenciam neste mal estar, nesta “depressão” e, consequentemente, nos comportamentos que você tem com seu namorado. Então, foque nos fatos: Ele te escolheu enquanto mulher. A visita é para o filho, e não para a ex. Não deixe que hipóteses lhe tirem a paz. Não permita que estes pensamentos a façam brigar ou discutir. Você foi a mulher escolhida. Aliás, admire-o, por assumir seu papel como PAI. E mude sua atitude: incentive-o. Lembre-se que um dia ele poderá ser pai de um filho seu!


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