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Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 6 | Edição 53 | Mensal - Janeiro 2015

perfil Felipe Barbieri Comportamento Metas para 2015 Gente Fina Regina Moya


2 Revista Energia


Revista Energia 3


4 Revista Energia


Editorial

Foco na

atitude

Ano 6 – Edição 53 – Jaú, Janeiro de 2015 Tiragem: 10.000 exemplares Revista Energia é uma publicação mensal da Rádio Energia FM Diretora e Jornalista responsável Maria Eugênia Marangoni mariaeugenia@radioenergiafm.com.br MTb. 71286 Diretor artístico: Márcio Rogério rogerio@radioenergiafm.com.br Repórteres Heloiza Helena C. Zanzotti heloiza@radioenergiafm.com.br Tamara Urias tamara@revistaenergiafm.com.br

Mais um ano começando. Pessoas fazem planos, analisam o passado, observam experiências e traçam novas metas

Revisão de textos: Heloiza Helena C. Zanzotti revisao@revistaenergiafm.com.br Criação de anúncios: Well Bueno arte@revistaenergiafm.com.br Fotografia: Douglas Ribeiro foto@revistaenergiafm.com.br

A

qui, na Energia, não é diferente. Estamos constantemente buscando a excelência em nossas ações, a harmonia e o equilíbrio pessoal e profissional. E a cada início de um novo ano enxergamos novas oportunidades, novos caminhos, maneiras diferentes de fazer e de ser.

Diagramação Junior Borba (14) 99749.6430 Projeto gráfico: Revista Energia

Colaboraram nesta Edição Camila Perobelli Ludymila Nascimento Colunistas Alexandre Garcia Antonio Paulo G. Trementocio Eduardo Bauer Giovanni Trementose João Baptista Andrade Paulo Sérgio de A. Gonçalves Priscila Alessandra M. Perez Professor Marins Wagner Parronchi Comercial Carlos Alberto de Souza Joice Lopez Moraes Sérgio Bianchi Silvio Monari Impressão: Gráfica São Francisco Distribuição: Pachelli Distribuidora Revista Energia Rua Quintino Bocaiúva, 330 | 2º andar CEP: 17201-470 | Jaú - Fone: (14) 3624-1171 www.energianaweb.com.br Elogios, críticas e sugestões leitor@revistaenergiafm.com.br

Foto: Cláudio Bragga

Social Club social@revistaenergiafm.com.br

Nesta edição da RE falamos sobre objetivos, metas e como fazer para colocá-los em prática. Exploramos o mundo dos procedimentos estéticos mostrando que é possível cuidar da beleza sem arriscar a vida. E arriscar a vida é o que tratamos em outra editoria, sobre o frequente uso do celular no trânsito. No Gente Fina, Regina Moya conta como dedicação e trabalho levam a grandes conquistas. No Perfil você mergulha no mundo da magia de Felipe Barbieri. E tem muito mais esperando por você na primeira edição deste ano. E por falar em ano, 2015 dever ser o ano das atitudes, mais até que das ideias. Nada de amanhã vou começar... ou na semana que vem vou fazer. O que eu consigo fazer exatamente agora para ser melhor? Este ano será do agora. Foco na sua atitude e após ler nossa revista comece a mudar o seu mundo, faça, movimente-se agora, porque você é o que você faz, não o que você pensa. Encerro este editorial com a famosa frase do filme Batman Begins: “Não é quem eu sou por dentro e sim o que eu faço é que me define”. Um ótimo começo de ano a todos e boa leitura!

Quero anunciar comercial@revistaenergiafm.com.br A Revista Energia não tem responsabilidade editorial pelos conceitos emitidos nos artigos assinados, anúncios e informes publicitários.

Maria Eugênia


NESTA EDIÇÃO

16 Saúde 22 Trânsito 26 Raça 36 Comportamento 44 Beleza 48 Natureza 49 Empresarial 50 Água Parte II 54 Escolha Certa 57 Transformação Animal 64 Diversão 68 Visão 71 Imóveis 72 Legislação

SEMPRE AQUI

ÍNDICE

08 Perfil 11 Jurídico 12 Radar 14 Pense Nisso 15 Consultoria 18 Gente Fina 27 Garota Energia 30 Capa 35 Quem Fez Jahu 40 Look de Artista 47 Varal 56 Trabalho e Previdência 60 Social Club 66 Boa Vida 67 Guia da Gula Nossa capa: Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves Foto: Douglas Ribeiro Produção Gráfica: Junior Borba

27 Garota Energia

40 Look de Artista

Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 6 | Edição 53 | Mensal - Janeiro 2015

PERFIL Felipe Barbieri COMPORTAMENTO Metas para 2015 GENTE FINA Regina Moya


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maior showroom em materiais elétricos da região agora possui novo ambiente versátil, com três novas gôndolas modernas, adequando maior visibilidade, comodidade e segurança para os clientes. São novas caixas personalizadas, individuais para cada produto, facilitando na hora da escolha, compra e venda dos artigos. Na BBZ Materiais Elétricos é assim, tudo pensado para que você encontre o que precisa com mais rapidez e diversas opções de escolha. Trabalhando sempre com produtos da melhor qualidade, as melhores marcas e preços competitivos, na BBZ o atendimento é personalizado, e você conta com vendedores qualificados a orientá-lo para que você escolha a melhor solução para sua residência ou empresa. Visite a BBZ e confira estas e outras novidades.

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Perfil

Fascínio pelo

ilusionismo Cheio de projetos, o mágico de renome nacional mantém um canal no Youtube onde mescla mágica de rua com rock and roll

Texto Tamara Urias

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Fotos: Arquivo Pessoal


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elipe Barbieri iniciou os estudos de mágica em 2004. No ano seguinte já realizava suas primeiras apresentações. Algumas pessoas dizem que ninguém se torna mágico, mas nasce assim. Talvez isso explique o dom do mágico profissional Felipe Barbieri, 22. Independente das teorias, o jovem começou a praticar e estudar a arte do ilusionismo aos 12 anos por meio de livros e DVD´s relacionados à arte. Mas seu primeiro kit de mágicas veio antes, quando tinha apenas 8 anos de idade. Aos 13 anos fez o primeiro show de mágica na escola em que estudava. Dali seguiu apresentando-se em festas de aniversário e programas de TV regionais. Em 2007 deu um grande passo na carreira e ingressou na Academia Átila e Rosi de Artes e Ilusionismo. Dois anos mais tarde atingiu grande destaque na carreira participando de eventos de mágica nacionais e internacionais, e diversos programas de TV em rede nacional. Aos 18 anos uniu os números de mágica a textos e esquete de humor trazendo à tona uma grande paixão de criança: as idas ao circo onde assistia atento as apresentações dos palhaços e mágicos. Nos anos em que morou nos Estados Unidos fez apresentações para o público mostrando sua versatilidade e fluência em inglês. Contando com alguns diferenciais como iphone, ipad e outros gadgets em vários de seus números, o mágico mantém um clima intimista em suas apresentações. “Geralmente circulo entre os convidados como forma de fazê-los interagir e participar ativamente do show”, diz.

Ídolos O jovem se espelha em grandes nomes como David Copperfield, Lance Burton e Harry Houdini. Ao ser questionado sobre a razão que o levou a se tornar mágico profissional, enfático conta que as coisas foram acontecendo. “No começo era um hobby, mas as oportunidades foram aparecendo e fui abraçando. Cheguei a um ponto que mesmo que eu queira, não consigo mais me desvincular da mágica”. Começou fazendo festas infantis, mas logo viu que ali não era o seu lugar. Em função disso partiu para a mágica para adultos, colocando sempre um toque de humor nos seus shows, o que fez com que empresas se interessassem por seu trabalho. “Comecei a fazer shows corporativos em confraternizações de empresas, lançamento de produtos ou serviços e feiras empre-

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sariais, mas o que eu mais gosto de fazer é mágica na televisão ou vídeos para a internet, e esse é o meu foco nesse momento, sem deixar de lado as apresentações convencionais”.

Projeção Focado e bastante dedicado, Barbieri começou a participar anualmente de congressos por todo o Brasil, até que surgiu o primeiro convite para participar do Programa do Ratinho. “Esta não foi a minha primeira apresentação em rede nacional, mas foi a que mais impulsionou minha carreira, abrindo diversas portas, inclusive para a Virada Cultural de 2012, onde apresentei quatro shows”. Com carreira promissora, o mágico se apresentou em programas de destaque nacional, dentre eles o extinto “Qual é o Seu Talento” do SBT; esteve várias vezes no Programa do Ratinho, quatro vezes no Revista da Cidade, da TV Gazeta, e recentemente gravou o especial de natal do programa “Okay Pessoal”, do apresentador Otávio Mesquita, do SBT. Em 2014 ele fez um show beneficente na cidade chamado “Arte Solidária” cuja renda foi revertida para o canil da APAJA. “Foi muito legal, o público compareceu e ainda pude contar com a participação do meu amigo Marcos Polo e do grupo de teatro Epifania”. Em meio à reportagem, Barbieri faz questão de salientar que está aberto para colaborar em projetos sociais. “Eu não tenho mais tempo de organizar um evento como o Arte Solidária, mas se alguém tiver algo em mente pode entrar em contato comigo que ficarei muito honrado em poder participar”.

Planos Atualmente o mágico mantém um projeto chamado Magic N’ Roll, para o YouTube, que consiste em um canal de mágica de rua misturado com rock and roll. “Vamos gravar pelas ruas de São Paulo e Campinas, com pessoas normais, sem truques de câmera ou figurantes, além de buscar parcerias com grandes nomes do rock nacional”. A ideia, segundo ele, é que as pessoas vejam nos vídeos o que estão vendo ao vivo, misturando as emoções que só o rock and roll e o ilusionismo conseguem transmitir. Quem quiser conferir é só acessar o youtube.com/ magicnroll. Além disso, ele vai continuar com a série de mágicas de 15 segundos no instagram @felipe.barbieri, grande sucesso em 2014. 


Jurídico

Por Wagner Parronchi juridico@revistaenergiafm.com.br

Seguro de vida atenção aos prazos O seguro de vida é um serviço que tem por objetivo dar tranquilidade ao segurado e sua família no momento de maior dificuldade

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sso vale para quando ocorre a morte do segurado ou quando este, por qualquer motivo, tenha sua validez comprometida permanentemente, seja total ou parcial, a depender da cobertura do seguro que pode contemplar todas as hipóteses ou algumas delas, devendo sempre ser observada na apólice no momento da contratação, principalmente os itens de cobertura e de exclusão de riscos. No caso de invalidez, cabe ao próprio segurado receber a indenização e, em caso de morte, ao(s) beneficiário(s) por ele apontado(s) expressamente na apólice ou aos sucessores legais na ordem hereditária, caso tenha assim optado. Quando ocorre o sinistro (evento que dá ao segurado ou aos seus beneficiários o direito à indenização – morte ou invalidez), o segurado ou o(s) beneficiário(s) têm um prazo estipulado em lei para dar entrada no seguro de vida, sendo de um ano para o segurado e de três para o(s) beneficiário(s), findo o qual o direito estará prescrito e não poderá mais ser cobrado da seguradora. Após dar entrada no sinistro, referido prazo é interrompido até a data em que responder a seguradora, a qual tem 30 dias para efetuar ou negar o pagamento do seguro. Negado o pagamento, inicia-se novamente o prazo prescricional de um ou três anos para que o segurado ou seu(s) beneficiário(s) ajuíze(m) ação para cobrança da indenização devida.

Muitos acreditam na resposta da seguradora e deixam passar esse prazo, perdendo o direito à indenização, valendo ressaltar que boa parte das negativas das seguradoras não tem fundamento legal e é revertida pelo Poder Judiciário. Assim, sempre vale a pena verificar se a resposta da seguradora tem o devido fundamento e, não tendo, ajuizar a ação de cobrança do seguro é a melhor forma de ter o seu direito garantido. Finalizando, desejo a todos um 2015 repleto de saúde, paz, felicidades e que tudo se realize neste novo ano. 

Boa parte das negativas das seguradoras não tem fundamento legal e é revertida pelo Poder Judiciário


Radar

Por Alexandre Garcia

Ministério do ensino Recentemente a China lançou um satélite fabricado junto com o Brasil. Das quatro câmeras de alta definição que o equipam, uma foi desenvolvida e fabricada no nosso país

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inda assim, fiquei frustrado. Há 30 anos eu cobri, pela Manchete, um lançamento na Barreira do Inferno, perto de Natal, de um foguete estágio do VLS, veículo lançador de satélite, cujo objetivo era por o Brasil no clube de países que venderiam lançamentos e satélites. Nossa posição privilegiada em cima da linha do Equador já nos dava um ganho nessa corrida. Depois, ficamos ainda mais perto do Equador, com a base lançadora de Alcântara, que seria o nosso Cabo Canaveral. E agora somos meros coadjuvantes da China, num lançamento que usa o VLS chinês Longa Marcha - numa homenagem a Mao Tse Tung. Um VLS que já foi usado 200 vezes. Um astronauta brasileiro até foi levado ao espaço, há oito anos. De carona em veículo russo. A nossa ausência no espaço dá a medida da desimportância da ciência, tecnologia e o ensino em geral que grassa neste país. Um país que alega ter sido o pioneiro na conquista dos ares. Aliás, Santos Dumont precisou morar na França para conseguir decolar. Outra medida é o Prêmio Nobel. A Argentina conquistou cinco, três dos quais em ciências; o México,

três; o Chile, dois. Venezuela, Colômbia, Peru e Costa Rica também têm prêmio Nobel. Nossos vizinhos americanos do norte têm muitos: o Canadá 21 e os Estados Unidos 338. O Brasil, que foi descoberto na mesma época que os demais americanos, zero. Podem ter certeza que um Prêmio Nobel começa em casa. Pesquisa da OCDE (Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento) mostra que 67% dos jovens brasileiros que conseguem chegar ao fim do ensino fundamental não têm conhecimentos mínimos de Matemática esperados mundialmente para aquele estágio; 18,8% não tinham capacidade mínima de leitura e 54% não dominavam os conceitos básicos de ciências. No entanto, em pesquisa do IBOPE, 34% consideram o ensino público brasileiro ótimo ou bom; 44% regular e apenas 21% péssimo. Ou seja, estamos satisfeitos com os maus resultados no ensino fundamental, que só 71% dos matriculados concluem aos 16 anos. Depois disso, não há nada que nos dê esperança ou alento. No ensino público começam as diferenças que as cotas não serão capazes de consertar. O que prepara para o ensino é a educação. E essa não se encontra na escola. Educação é em casa. É lá que se aprende a respeitar os outros, a cultivar a verdade, a não ser egoísta, a se comportar em coletividade, a respeitar as leis, a cumprir compromissos, a ter disciplina, a obedecer, a ter curiosidade de aprender. É em casa que descobrimos o imenso prazer de aprender, que nos acompanha por toda a vida, a cada hora de cada dia. Professor não é tio nem tia. Muito menos pai e mãe. O nome do ministério está errado. Deveria ser Ministério do Ensino. 

É em casa que se aprende a respeitar, a cultivar a verdade, a ter disciplina, a ter curiosidade de aprender


Informe Publicitário

Hora de

acreditar

As discussões sobre o comportamento do mercado imobiliário em 2015 têm sido tema de diversos eventos e palestras por todo o Brasil Marcelo Silveira de Campos Almeida Prado

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abemos que a economia é cíclica, o tempo todo atravessamos períodos de desenvolvimento e outros de menor atividade entre os diversos setores de trabalho. Apesar de o Brasil ter alcançado um bom desenvolvimento nos últimos anos, o biênio 2013-2014 foi marcado por dificuldades na economia internacional, o que acabou por refletir em nosso mercado que precisou qualificar melhor seus profissionais para torná-los mais aptos e competitivos. O ano de 2014 foi atípico, com as incertezas sobre o novo governo e a queda nas vendas durante o período da Copa do Mundo, acontecimentos que causaram impacto negativo sobre os negócios de modo geral. Agora é hora de arregaçar as mangas e, para isso, o brasileiro é criativo, guerreiro, batalhador. Espero para 2015 mais desenvolvimento, mais qualificação para que o crescimento seja real e não apenas especulativo. Vejo um ano positivo para o setor imobiliário, sabendo que é preciso respeitar o mercado, acreditar que já passamos pela fase mais complexa e que é hora de amadurecermos no trabalho. Se vendedores e compradores se mostraram inseguros quanto aos preços dos imóveis até o momento, isso deve mudar, pois estes preços já chegaram ao seu limite e agora está definindo equilíbrio de preço de mercado. A tendência é de estabilização, e com certeza os negócios serão feitos com mais segurança e confiança para ambas as partes. Proprietários já estão acreditando e começando a disponibilizar seus imóveis para venda dentro de uma realidade mais clara. E para quem pensa em adquirir um imóvel, a notícia é boa: além do fator moradia, ele é um dos investimentos mais seguros para aplicação. Em momentos de intempérie, aplicações como ações, ouro passam a ser especulativos, e quem não quer depender da sorte ou ter rendimentos baixos como poupança, o imóvel passa a ser uma ótima opção. Em momentos de início de estabilidade, como no que entraremos, a aplicação imobiliária trará as maiores seguranças nas suas reservas. 2015 será um ano bom para investir, um ano mais tranquilo, sem grandes acontecimentos previstos. No entanto, para que haja mais estabilidade e desenvolvimento com mais qualidade, também é preciso mais profissionalismo em todos os setores.

Foto: Douglas Ribeiro

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nisso

Pense

Por Professor Luiz Marins

LUIZ MARINS Antropólogo e escritor. Tem 26 livros publicados e seus programas de televisão estão entre os líderes de audiência em sua categoria. Veja mais em www.marins.com.br

Quem tem medo de 2015? Acabou 2014. E que ano louco! Um ano para ser esquecido por muitos e lembrado por alguns

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oi um ano para corações fortes. Copa do Mundo e eleições, competições e surpresas, escândalos por todos os lados. E como será 2015? Não quero ser um cavaleiro do Apocalipse, mas ele será mais difícil ainda. Teremos que ter ainda mais energia, muita garra e entusiasmo para vencer os desafios e as emoções que virão. Assim, terá medo de 2015 aquela empresa, aquele empresário e aquele profissional que ficar esperando a “crise” passar e não agir, dentro de suas possibilidades e condições para enfrentá-la, pois, com certeza, a crise mais cedo ou mais tarde passará, e precisamos estar preparados para acelerar quando a neblina passar. Agora é hora de sentar em cima do caixa. É hora de planejar bem investimentos e gastos. É hora de diferenciar ainda mais nossa empresa buscando encantar e surpreender nossos clientes, pois eles, igualmente, estarão mais seletivos e exigentes. Sei que isso é mais fácil dizer do que fazer. Mas temos que acreditar que não nos resta outro caminho para vencer em 2015. Assim, terá medo de 2015 aquela empresa que ainda esti-

ver inchada, gorda, lenta, burocratizada e aquele profissional acomodado, que não investe em si próprio, que fica reclamando em vez de agir em direção a seu aperfeiçoamento pessoal e profissional. Este novo ano nos mostrará com mais clareza ainda a verdade de que os competentes sobreviverão e vencerão – e terão mais uma vez o gosto da vitória. Conta uma velha história que um americano e um japonês (hoje seria um chinês) estavam caçando na África e ficaram sem munição. De repente, viram um enorme leão que se aproximava. O japonês tirou os sapatos e começou a calçar o seu tênis de corrida. Ao ver o japonês colocando seu tênis, o americano lhe disse, espantado: Você acha que de tênis correrá mais que o leão? Ao que o japonês lhe respondeu: Não preciso correr mais que o leão. Preciso apenas correr mais do que você! Eis aqui uma boa lição para o ano que se inicia. No mundo de hoje, extremamente competitivo, na “selva” em que vivemos, temos que correr, pois para que sobrevivamos num mundo em que não é o maior que vencerá o menor, mas sim o mais ágil que vencerá o mais lento, temos que ter a velocidade necessária para correr mais que nossos concorrentes deixando-os, e não a nós, como presas do mercado. Para isso temos que decidir com rapidez, empreender novas ideias, enfim, agir. Seja você patrão, empregado, profissional liberal ou autônomo, o momento não é o de ficar esperando para ver as coisas acontecerem. É hora se ser proativo e não apenas reativo. É hora de acreditar em sua capacidade de vencer obstáculos, de correr mais que o leão e de atingir o sucesso, e não só sobreviver. E para correr mais que o leão você tem que estar preparado e com o equipamento certo. Por isso, antes de sair correndo, lembre-se de se preparar bem, investir em você, estudar, ler e participar de todas as oportunidades que possam fazer de você um vencedor.  Pense nisso. Sucesso!

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Consultoria

Por Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves consultoria@revistaenergiafm.com.br

Feliz Ano Novo... será? A maioria das pessoas cria expectativas para o novo ano como deixar de fumar, deixar de beber, emagrecer, poupar

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as organizações ouvimos sempre frases do tipo “ano que vem compramos a máquina”; “no próximo ano vamos investir, ampliar as instalações, criar novos produtos”; etc. É como se no dia 31 de dezembro às 24h, como num passe de mágica, tudo que era velho fica novo e o que era impossível se torna viável. Não querendo tirar o efeito do feitiço, mas já derrubando o feiticeiro da cadeira, na verdade, o dia primeiro de cada ano é tão somente mais um dia no calendário, na vida das pessoas e das organizações; nada irá mudar, nadica de nada. Ter esperança é bom, mas trabalhar com a realidade é ótimo. O que ocorrerá no próximo ano será puro reflexo de tudo que fizemos até agora e o que faremos a partir de hoje. No final de cada ano o Papai Noel pergunta para as crianças: “Você foi bonzinho, tirou notas boas, respeitou seus pais?”. Se a resposta for “simmmmm”, então recebe um “Ah, nesse caso você merece um presente muito lindo”. Já o empresário deve perguntar-se: “Neste ano administrei direitinho, poupei certinho, respeitei os colaboradores e clientes, me preocupei com a qualidade e prazos de entrega, programei o fluxo de caixa para manter minhas obrigações em dia?” E se a resposta for “simmmmm”, pode pensar: “Ah, nesse caso o ano que vem será muito lindo”. Não existe milagre na administração, precisamos mexer as pedras do tabuleiro de damas da maneira correta e estar sempre prontos para a próxima jogada. Não dá para depender das forças do Além e do Universo, é trabalhar mesmo. Para o próximo ano minhas expectativas são as melhores, desde que você tenha seguido a cartilha como deveria seguir, e não serão tão boas quando se é negligente na administração. Isso não significa que deverá jogar a toalha, sempre há tempo para se recuperar e fazer diferente. Por incrível que pareça, elaborar uma

ideia, mudar as regras do jogo, torná-lo mais prazeroso, agir para implantar as mudanças só depende de uma pessoa: “você!”. Historicamente, no Brasil, há três meses de dificuldades em cada ano (isso não é uma regra), onde as vendas e os serviços caem, chamamos isso de épocas sazonais, devemos estar preparados para ela. Da mesma forma que a formiga junta alimento para passar o inverno que dura três meses, o empresário deve produzir mais, vender mais e prestar mais serviços, pensando na reserva para enfrentar este período, se necessário. Não deve acreditar na crise, deve é estar preparado para ela, caso venha. Como fazer isso? De maneira simplista e para que todos entendam, deve-se somar as despesas fixas, aquelas que faça chuva ou faça sol você terá que pagar todos os meses, e multiplicá-las por quatro: este será o valor que deverá estar disponível numa aplicação financeira para que a empresa possa administrar com segurança. Isto significa que, caso haja uma crise, a empresa estará preparada para o inverno (período sazonal). Mas, como fazer sobrar, se só falta? Incentivar seus colaboradores é um grande passo, para que possam prestar serviços com mais eficiência e qualidade; investir em propaganda; criar ideias novas para atrair os clientes; melhorar o cadastramento de seus clientes; melhorar as cobranças; presentear quem paga dentro do prazo; ou seja, criar diferenciais competitivos.  Eu PREFIRO UM FELIZ ANO NOVO, e você? Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves é administrador, contador, consultor, palestrante e professor universitário com MBA pela FGV – RJ em Gestão Estratégica de Pessoas; presidente  da AESC – Associação dos Escritórios e Profissionais da Contabilidade de Jaú e região - gestão 2004/2005; atualmente  diretor da AESC Jaú; proprietário do DinamCorp Corporação Empresarial e Contábil; proprietário da Prosol Unidade Jaú e consultor e orientador em desenvolvimento de softwares Prosol – São Carlos


Imagem: Internet

Saúde

Mais saúde para você Os produtos naturais vêm ocupando cada vez mais espaço na mesa dos consumidores brasileiros Texto Heloiza Helena C Zanzotti

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iver uma vida mais saudável está em alta e cresce o número de médicos e nutricionistas que prescrevem produtos naturais para seus pacientes, pois sua diversidade e propriedades benéficas são imensas. É claro que a preocupação com uma alimentação saudável garante que o mercado de produtos naturais tenha um futuro promissor. No Brasil houve aumento de 30% no consumo nos últimos três anos. E para quem ainda resiste à compra desses itens por causa dos preços, especialistas alertam: pagar por produtos que contribuem para a sua saúde evitam gastos imensos com remédios. Todos os dias surgem produtos novos que prometem milagres, e ficamos perdidos sem saber o que realmente é bom e funciona. Assim, a RE foi atrás de médicos e nutricionistas, e traz para você alguns produtos que todos devemos consumir. Sal do Himalaia Esqueça o sal comum e até mesmo o marinho, que está sendo cada vez mais processado. A melhor opção é o sal rosa do Himalaia. Ele vem mesmo do Himalaia e é colhido em depósitos milenares. Muitos estudiosos afirmam que este sal rosa é o 16 Revista Energia

mais puro que pode ser encontrado no planeta. Ele contém os mesmos 84 minerais e elementos que são encontrados no corpo humano, incluindo o cloreto de sódio, sulfato de cálcio, potássio e magnésio. Tem menos sódio e grande poder antioxidante e desintoxicante. Alguns benefícios deste sal: auxilia na saúde vascular e na função respiratória; reduz sinais de envelhecimento; melhora o sono; previne cãibras; aumenta a hidratação; fortalece os ossos; reduz a pressão arterial; desintoxica o corpo de metais pesados.

Na Universo Natural você encontra os melhores produtos para que a sua vida tenha sabor e muito mais saúde Óleo de coco Muito popular nos círculos de saúde alternativa, é o melhor substituto da gordura animal em margarinas, biscoitos, bolos, sorvetes e substitui até a manteiga de cacau. Tem maior grau


de digestibilidade e é rico em ácido láurico. O cuidado é utilizar o óleo de coco virgem, que tem efeitos positivos para a saúde como auxiliar no balanceamento das taxas de colesterol, atuando na prevenção e tratamento de doenças cerebrais e cardiovasculares, além de contribuir para um metabolismo saudável, ajudando a promover a perda de peso. Suco de uva integral Pesquisa inédita feita na USP de Ribeirão Preto e divulgada recentemente identificou na uva substâncias que ajudam no tratamento da doença Alzheimer. Estudos anteriores já comprovaram que a ingestão diária de suco de uva, que combina flavonóides e polifenóis, protege o sistema nervoso central dos danos causados pelo envelhecimento. Além de nutritivo, o suco de uva integral é fonte de fibras, vitaminas e outras substâncias necessárias para o bom funcionamento do organismo, como o magnésio. Castanhas, nozes, amêndoas Apesar do teor calórico, motivo pelo qual devem ser consumidas com moderação, as frutas oleaginosas possuem muitos minerais, proteínas, altos níveis de Ômega 3 e Ômega 9, e são cada vez mais valorizadas pelo seu papel de nutrir e prevenir doenças como as cardiovasculares. Sem falar nos nutrientes que você estará acrescentando na sua alimentação como proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio, além das gorduras insaturadas. Universo Natural A tendência de uma alimentação mais saudável na vida das pessoas ainda tem muito que evoluir. Pensando nisso, a Universo Natural trouxe para Jaú uma loja completa, cuja missão é proporcionar qualidade de vida através de alimentos e produtos naturais de primeira linha. Mais que administrar a loja, a proprietária Jane Moreira sabe que é importante conhecer os produtos e saber a ação de cada um deles no organismo humano. Quer um exemplo? Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderada ou grave. A intolerância à lactose não é uma doença, mas uma carência do organismo que pode ser controlada com alimentos corretos e medicamentos. Assim também a doença Celíaca, caracterizada pela intolerância ao glúten, atinge cerca de um em cada 600 brasileiros, segundo a associação dos Celíacos do Brasil (ACELBRA). Se antes estes dois grupos tinham dificuldades em encontrar os alimentos que podiam ingerir, agora na Universo Natural há grande diversidade de produtos específicos para estas dietas restritivas. 

Foto: Douglas Ribeiro

Jane Moreira

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Gente Fina

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Ana Regina Moya Bonilha

“Cheguei a ficar até às três da manhã para conseguir entregar os trabalhos, pois na época o que mais fazíamos eram peças sob medida”

Texto Tamara Urias Fotos Douglas Ribeiro

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esde quando a editoria Gente Fina nasceu, muitas histórias de superação, aprendizados e exemplos foram elencados mês a mês, nos fazendo enxergar que não estamos sozinhos, sempre há alguém que compartilha o que vivemos. Para iniciar 2015 em grande estilo, a Revista Energia convidou uma Gente Fina que, dentre as muitas virtudes, destaca-se pelo empreendedorismo e responsabilidade social. Natural de Jaú, Ana Regina Moya Bonilha, 56, é filha de José Moya (in memoriam) e Enide Maria Zien Moya, e ao citar o nome deles o sorriso abre e os olhos brilham. É irmã mais velha de Sandra, Márcia e Renata. Vinda de família simples, Regina conta que teve uma infância intensa e proveitosa, da qual se recorda com nostalgia. “Adorava empinar pipa e jogar queimada, coleciono até algumas cicatrizes”, diverte-se.

Nesta época, junto com as irmãs e amigas, também confeccionava roupinhas para as bonecas, sem imaginar que a costura seria o pontapé para iniciar sua empresa. Sempre teve dificuldade em encontrar roupa de praia que se adequasse ao seu biotipo: quadril grande e busto pequeno. Em função disso, após um curso de lingerie decidiu fazer seu próprio biquíni a partir de um body vermelho que tinha. Sempre em busca do aperfeiçoamento, a empresária fez diversos cursos em órgãos como Sebrae e Senai. “Nós fomos aperfeiçoando a técnica e o maquinário, o rendimento melhorou e hoje temos dez costureiras”. A gama de produtos aumentou e além da moda praia sob medida e a pronta entrega, Regina trabalha com peças para mulheres mastectomizadas e moda fitness. O reconhecimento veio com o tempo e hoje seus produtos alcançaram status nacional em função de um convite inesperado: participar do concurso Revista Energia 19


Miss São Paulo e Miss Brasil. “Pediram algo que valorizasse o corpo das candidatas, mas que fosse chique e elegante. Enviei mais de dez modelos de maiôs até que chegássemos a dois modelos ideais, que foram usados no concurso e na gravação do perfil”. Formada em Administração de Empresas e Pedagogia, mãe de Lucas e Vitor, a empresária tem como hobby as viagens e a leitura. Mas também não abre mão do trabalho social, da academia e de acompanhar o marido Francisco Paulo Bonilha Filho nas competições de natação máster. Durante a entrevista que ocorreu em uma tarde chuvosa, Regina deixa uma importante lição que descrevo por meio da frase de Augusto Cury: “Os problemas nunca vão desaparecer, mesmo na mais bela existência. Problemas existem para serem resolvidos, e não para nos perturbar”.

Chegamos a 2015, o que você deseja deixar no ano que passou? A crise. Problema todo mundo tem e crise sempre teve e sempre terá. Mas temos que ter esperança. Quem está no comércio sabe que ele é cheio de altos e baixos, mas é preciso confiar e trabalhar para que as coisas melhorem. Vejo que o importante é, ao se levantar, pensar que aquele dia dará certo e sempre pedir proteção. Problemas existem, mas com a ajuda de Deus tudo passa. Não dá para ficar preso no medo em função de problemas ou fantasmas. O importante é trabalharmos juntos e buscar uma saída. Espero que 2015 seja um ano maravilhoso para todos os segmentos. Como se tornou microempresária? Trabalhei durante treze anos como escriturária em uma estatal na cidade. Quando tive o meu segundo filho, ele não ficava com minha mãe e muito menos com a empregada. Em função disso resolvi sair do trabalho para ficar com ele. Mas como não consigo ficar parada e como sempre gostei de costurar, decidi fazer um curso de lingerie. A partir de um body fiz um biquíni para mim, uma amiga viu e quis que fizesse um para ela. Aos poucos

A coragem me move e sempre tive muito apoio da minha família

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as pessoas começaram a me procurar para fazer sob medida. Comecei trabalhando no fundo da minha casa confeccionando peças baseadas nos modelos que as clientes traziam. O material era escasso, cheguei até a usar a parte de cima da meia calça para fazer o forro do biquíni. Hoje possuo meus próprios moldes e tenho numeração de bojo até o 54.

Como surgiu da oportunidade de participar do Miss Brasil e Miss São Paulo? Na época a Francine Pantaleão me indicou para figurinista. Decidi arriscar, fiz vários modelos que passaram por análises e um deles foi aprovado. No segundo ano (2014) foi mais fácil. Agora espero ser a substituta efetiva da marca Catalina. O que significa este feito para você? É uma realização. Um dia desses conversei com um jornalista da cidade e ele disse “Regina, quando você imaginou uma coisa desta?” Respondi que nunca. Sonhar a gente até sonha, mas não imagina que vai realizar assim, “num estalar de dedos”. É uma experiência muito bacana, conheci pessoas de todo o país. O Brasil tem muita mulher bonita, uma miscigenação incrível. Além disso, é uma vitrine dos meus produtos para o mundo. Existe dificuldade das pessoas valorizarem produtos da nossa cidade? Quando a pessoa busca mais que status de marca não, pois quem conhece os nossos produtos sabe da qualidade que eles possuem. Aqui nós atingimos todas as massas. Temos clientes que vão desde empresárias bem sucedidas à donas de casa. Após a participação nos concursos das misses, as pessoas me olham de outra forma, me reconhecem. Tanto que até nossas vendas no atacado aumentaram. Por que estar ligada a causas sociais? É uma forma de dar exemplo através da ação. Como somos vitrines, acredito que atraímos mais pessoas/empresários a fazerem isso. Não importa se o desfile do outro será maior ou menor,


o importante é fazer, ter em mente a responsabilidade social. Comecei fazendo desfiles nos quais a renda era revertida para a Entidade Ana Marcelina. Como são muitos os locais que precisam de ajuda, fomos ampliando e inserindo outras entidades em nossa lista. E isso já faz mais de 15 anos. Além dos desfiles, patrocino/apoio duas atletas.

Você sempre teve habilidade manual? Sempre gostei de costurar e tive um grande exemplo dentro de casa, a minha mãe. Com 13 anos eu quis aprender a fazer curso de corte e costura. Quando me casei fiz outro curso na área. E assim foi. Gosto dessa arte, todas as roupas que levei na lua de mel fui eu mesma que confeccionei. Já o meu vestido de noiva foi minha mãe, junto com minha tia. Você nunca teve medo de arriscar? Não, a coragem me move e sempre tive muito apoio da minha família. Meu pai tinha orgulho de nós e isso é muito bom, impulsiona! Quando eu vim para cá (endereço atual da empresa) comecei com um pequeno espaço no térreo e fazia tudo, cortava e atendia. Só depois de certo tempo contratei uma costureira. Cheguei a ficar até às três da manhã para conseguir entregar os trabalhos, pois na época o que mais fazíamos eram peças sob medida. Quando ampliamos o prédio e o transformamos em sobrado, coloquei um chuveiro na parte de cima, pois muitas vezes tive que tomar um banho para acordar, tamanha canseira. Teve um final de ano que no dia 23 de dezembro meu marido chegou a vir aqui para saber porque ainda eu não tinha ido para casa. Naquela noite ficamos até às 5 horas, fui para a casa e voltei no dia 24 para entregar as encomendas e viajar sossegada. Hoje temos uma estrutura melhor, trabalhamos com pronta entrega e não faço tantas peças sob medida. Qual seu desejo? Eu gostaria que um filho meu assumisse a empresa, mas como cada um está seguindo seu sonho, minha esperança é que a nora venha e me ajude (diverte-se). É gostoso saber que o que você construiu, alguém dará andamento. Tenho o sonho de ver o Brasil com menos violência, mais igualdade social, livre dessas doenças terríveis que têm aparecido, com ensino de qualidade para todos e isso não é demagogia de miss. Você contou que todo dia vai à igreja. Por quê? É uma forma de me fortalecer. Nós, seres humanos, passamos por tantos problemas que se estivermos firmes na fé, passaremos por eles mais facilmente e com certeza ficaremos mais fortalecidos. Creio em Deus e sou muito devota de Nossa Senhora, por isso tudo o que vou fazer antes entrego a ela, a minha vida é toda entregue a Eles. No ano de 2013, ao mesmo tempo em que fiquei feliz com o convite para o concurso de miss, bateu insegurança porque eu tinha que fazer peças (maiô e biquíni) para trinta meninas. Então eu pensava: Meu Deus, se for para ser bom que dê tudo certo. E graças a Deus deu.  Revista Energia 21


Trânsito

Segundos

fatais O celular é campeão em distrações ao volante, e se torna uma combinação perigosa que pode custar a sua vida

Texto Tamara Urias 22 Revista Energia


Imagem: Internet


E

ntre uma marcha e outra checa-se o e-mail, envia-se um whatsapp ou até dá uma espiadinha no facebook ou instagram. Esta cena é comum de se ver no trânsito, e não é preciso ir longe para presenciá-la. No Brasil, as implicações para esta atitude são multa de R$ 85 e quatro pontos na carteira de habilitação, conforme descrito no Código de Transito Brasileiro (CTB). O ato é classificado como infração média, assim como jogar lixo na rua ou dirigir com o braço para fora da janela. Os fones de ouvido e viva-voz também são proibidos, embora o último seja difícil de ser detectado. Celular e direção são uma mistura tão perigosa quanto conduzir um veículo alcoolizado. A medicina, a física e a matemática concluem que o desvio de atenção causado pelo uso do celular, mesmo que por segundos, pode ser fatal quando se está ao volante. De acordo com o Comandante da Primeira Companhia de Policiamento Rodoviário de Bauru, João Carlos Lemes, responsável por 55 municípios e uma extensão de aproximadamente 4 mil quilômetros, o número de acidentes causados pelo uso do celular enquanto se dirige aumentou. E acrescentou um dado importante: os homens são os que mais cometem a infração, mesmo diante da premissa de que as mulheres falam mais. A diferença é que elas são mais cautelosas. Para Lemes, a ansiedade de se falar ao telefone está se sobrepondo aos cuidados que o motorista deve ter com a própria vida e com a vida de terceiros. “A comunicação pode esperar, a vida não”, afirma. O que precisa? As punições brandas e insuficientes não desencorajam o uso. Para haver diminuição nas estatísticas, Lemes explica que seria necessário uma mudança cultural, além da modificação na legislação, como ocorreu na Inglaterra. “Eles tinham um padrão de fiscalização parecido com o nosso, até que a partir de 2007 houve uma alteração na lei, pois perceberam que só a autuação de

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trânsito e as punições administrativas não estavam resolvendo. Hoje, dependendo da gravidade do acidente e se ficar comprovado que o motorista estava usando o telefone celular enquanto dirigia, ele pode pegar prisão perpétua”. De acordo com ele, os motoristas deveriam entender que estímulos ao volante, como falar ao celular e até mesmo ouvir música, tira a concentração necessária e faz com que o motorista adote comportamentos perigosos. Um exemplo é a flutuação da velocidade, em que não se consegue manter uma constante. “Em alguns momentos ele vai muito rápido e em outros a velocidade é extremamente reduzida gerando riscos”. O dirigir até pode se tonar uma atitude mecânica, mas não manter a atenção causa acidentes. Outro fato que acontece é o não registro da sinalização de trânsito. E complementa que ao falar ao celular o motorista tem dificuldades, já que uma mão tem que segurar o aparelho e a outra trocar a marcha, então larga por alguns segundos o volante e esta ação é extremamente perigosa. “Ele não faz adequadamente a leitura do ambiente onde está, como as paradas obrigatórias ou respeitar as preferências, pois a sua mente está presa ao ato de se comunicar, e não de dirigir”. O correto Para ele, o comportamento adequado seria desligar o celular ao assumir o volante, já que de 90% a 95% das coisas que o motorista precisa fazer para ter uma direção segura dependem da visão, e com o aumento da tecnologia as pessoas perderam a noção do perigo. “Elas não se contentam em falar, querem trocar mensagens, baixar um vídeo ou encaminhar algo via aplicativo, o que tira totalmente a atenção. A visão da pessoa, que deveria estar concentrada na rodovia, está direcionada ao aparelho e muitas vezes ela acaba dirigindo de cabeça baixa”. Ao ser questionado se uma intensa campanha na mídia traria resultados positivos, ele diz que não, e acrescenta que todo


Foto: Divulgação

Comandante João Carlos Lemes

mundo sabe que falar ao celular dirigindo é errado e perigoso. “Ao perceber a presença de um policial rodoviário, o motorista chega a jogar o aparelho celular longe, pois sabe que a atitude é errada. Não falta informação, o que falta é a pessoa conter a ansiedade e se comportar de acordo com o conhecimento já adquirido”. O risco mora perto O Comandante explica que quando a pessoa está viajando, ela se vê em um ambiente estranho, por isso tem que manter a atenção no caminho e ler todas as informações da rodovia, para que não se perca. Esta sensação de não conhecer o ambiente leva a pessoa a dirigir de forma prudente, ao passo que quando o motorista acha que conhece perfeitamente o local onde está, ele diminui o seu grau de atenção nas informações dadas pela sinalização de trânsito, e muitas vezes usa o conhecimento do ambiente para burlar as normas. “Dificilmente encontramos um viajante andando na contramão. Já um residente, sim. Como ele conhece o ambiente, há um excesso de confiança e uma queda acentuada no nível de atenção que é indispensável para a segurança do trânsito. As estáticas provam que mais de 70% das vítimas fatais estavam a menos de cinquenta quilômetros de casa”, finaliza. Aprendendo a lição O telefone do comerciante Severino Gomes do Nascimento, 59, tocou enquanto ele estava com o carro parado no semáforo no centro de Jaú. Como aguardava o sinal ficar verde, decidiu atender a chamada. O sinal abriu, ele seguiu dirigindo e falando ao celular. O que ele não contava é que dias depois chegaria uma multa com perda de pontos na carteira de habilitação. “Como eu estava errado, não deu nem para recorrer”, afirma. Ao ser questionado se aprendeu a lição, enfático, Severino diz que após o episódio toda vez que o telefone toca, ele estaciona o carro para atendê-lo. Há um ano e meio, Roberta (nome fictício), 31, moradora em Barra Bonita, conta que estava com o carro parado na fila para atravessar a ponte que liga a cidade à Igaraçu do Tietê. Era final de tarde e chovia bastante. Preocupada que chegaria atrasada ao compromisso pegou o celular, ligou para quem a aguardava e resolveu dar uma espiadinha no facebook. Só não contava que nestes poucos minutos teria um grande prejuízo. “Não sei dizer certo o que aconteceu, foi tudo muito rápido, só senti o impacto. O carro estava engatado e devo ter me distraído mexendo no celular, soltei o pé e pisei fortemente no acelerador”. Com isso, seu carro bateu em uma Ford Pampa que, empurrada, bateu em um Astra que estava à sua frente. “Estourou o radiador do meu carro e o capô afundou. Tivemos que empurrá-lo para o estacionamento, pois não ligava mais. O farol da Pampa quebrou e o Astra teve um pequeno amassado na traseira”. Além do susto, reforçado pelo barulho da pancada, Roberta teve que desembolsar uma boa grana para cobrir o prejuízo.  Revista Energia 25


Raça do mês

Dálmata Por Heloiza Helena C. Zanzotti | Foto Douglas Ribeiro

Famosos após o desenho animado “101 Dálmatas”, conheça essa raça simpática e inteligente

S

impatia e vivacidade, além da beleza, fazem do Dálmata um cachorro apreciado em todo o mundo. No século XIX, os Dálmatas eram usados como cães guias dos cavalos que puxavam os carros de bombeiros norte-americanos, daí a crença que muitos possuem até hoje de que os Dálmatas adoram cavalos. Extremamente social, destacam-se por sua inteligência e fidelidade ao dono, precisam de companhia humana, de atenção e não é bom deixá-los sozinhos por longo tempo, pois ficarão entediados e deprimidos. O Dálmata é extremamente sensível e não é recomendado para casas com crianças pequenas, pois tem certa tendência à indisciplina, entretanto, se acostumado, convive bem com outros animais domésticos. Possui o faro desenvolvido, é desconfiado com estranhos e é um excelente cão de guarda, só latindo quando absolutamente necessário. O Dálmata é bastante exigente no que diz respeito ao nível de exercício diário, são cães velozes e resistentes, podendo correr um dia inteiro a um ritmo moderado. Fisicamente podem atingir os 61 cm e pesar 25 kg. Murilo Ronchesel, 26, publicitário, e Maria Fernanda Gregio Ronchesel, 35, podóloga, são proprietários da Lhia, uma Dálmata de 3 anos. Murilo adquiriu a Lhia em 2011 de um canil especializado em São Paulo, após longa pesquisa na internet. “Quando falamos em Dálmata, a primeira coisa que vem à cabeça é o filme 101 Dálmatas. Quando cresci e tive a oportunidade de escolher um cachorro de raça, logo pensei nele. Além disso, é o cachorro dos bombeiros, o que desperta mais o desejo das crianças em tê-lo, e comigo não foi diferente”, conta. Pouco tempo depois Murilo começou a namorar a Maria Fer-

26 Revista Energia

Emerson Caramano e Doroty

nanda, e diz que a Lhia a adotou. “Quando nos casamos, ela ficou sendo nossa mascote”. Ele afirma que ter um Dálmata é apaixonante. “Ele tem um porte bonito, é inteligente, elegante, um pouco arteiro, mas de fato um bom companheiro”. Murilo conta que a Lhia não gosta de ficar sozinha. “Ela fica triste e estávamos com esse problema. Moramos por um tempo na casa do meu avô, onde havia um cachorro que fazia companhia para ela. Quando nossa casa ficou pronta e nos mudamos, a Lhia ficou chorona, então resolvemos comprar outra cachorra, a Xica, uma fêmea da raça Pastor Alemão. Depois da chegada dela a Lhia ficou outra, tem companhia o dia todo. Ela adora brincar, estar perto de nós e é muito gostoso ver o carinho dela com a gente”.  Murilo Ronchesel, Lhia e Maria Fernanda Gregio Ronchesel


Energia Garota

Por Paula Mesquita

Revista Energia 27


Garota Energia na Edição 33, em maio de 2013

Jeniffer Coutinho

Tel.: (14) 3626 3850 Rua Campos Salles, 256 - Centro Jaú/SP Paula Mesquita Modas


Ficha técnica:

Fotos e Produção: Douglas Ribeiro Looks e Acessórios: Paula Mesquita Beleza: Pro Hair Cabelo e Estética Fone: 3416 2576 Locação: Borracharia Curva do S Revista Energia 29


Capa

A alma do seu

negócio Muitas pessoas ou empresas fracassam por absoluta falta de conhecimento em gestão e suas práticas. Ou, tendo conhecimento, muitos não conseguem implantar as mudanças necessárias

Texto Heloiza Helena C Zanzotti Fotos Douglas Ribeiro 30 Revista Energia


Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves


Hall de entrada

G

astar menos do que se ganha, investir no momento oportuno, contar com reservas financeiras para momentos de crise, conhecer o mercado em que se atua, identificar falhas na gestão, aumentar a rentabilidade da empresa, diminuir impostos. Capaz de diagnosticar erros, avaliar profissionais e orientá-los sobre a melhor maneira de alcançar seus objetivos, a assessoria e consultoria empresarial têm sido a grande jogada nos dias atuais.

Fazendo a diferença É fato: pessoas e empresas que não conseguirem se adaptar e adotar novas tecnologias que atendam as necessidades do mercado acabarão ficando para trás. Atualmente, não basta ter um pouco de capital, uma boa ideia e abrir o próprio negócio. É necessário avaliar a concorrência, traçar estratégias, administrar corretamente as finanças pessoais e planejar o futuro. Muitas pessoas passam a vida toda sem saber para onde ir, sem gerar resultados, sem saber como alcançar suas metas. A elaboração de um plano de negócios é fundamental e é nessa hora que um bom trabalho de consultoria pode fazer a diferença. E o investimento em um serviço de consultoria pessoal e empresarial tem retorno garantido, pois no mínimo ele gera redução de despesas e aumento nos lucros. Está no vermelho? De repente você se vê sem dinheiro em caixa, salários de funcionários em atraso, contas vencendo e o que você tem a receber não entra, ou não dá para colocar as finanças em ordem. Muitos já passaram por essa situação e alguns até fecharam seus negócios. A verdade é que períodos de crise fazem parte do cotidiano de todos nós. Entretanto, é possível tirar seu empreendimento do vermelho, por pior que seja a situação. Um trabalho eficiente de consultoria saberá identificar as principais falhas do negócio, corrigir os erros cometidos na gestão e elaborar uma proposta de solução, orientando e acompanhando 32 Revista Energia

todo o processo de reabilitação. E mais, poderá levar seu negócio a um patamar seguro, equilibrado, o que reflete diretamente em uma vida pessoal mais tranquila. DinamCorp - Corporação Empresarial e Contábil Ser reconhecida entre as melhores empresas do segmento no mercado nacional é a visão do DinamCorp, que atua desde 1994. Com foco no desenvolvimento pessoal e gestão empresarial, a empresa está constantemente inovando e desenvolvendo soluções diferenciadas para cada cliente, construindo uma relação de confiança e fidelidade. Para o DinamCorp, o cliente e seu negócio devem estar em perfeita harmonia, desse modo são pensadas e desenvolvidas metodologias que visam ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, com a finalidade de atingir por completo seus objetivos. Visão de empreendedor À frente da empresa, o fundador Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves iniciou sua trajetória bem cedo, aos 9 anos de idade, quando começou a trabalhar na área contábil como funcionário do escritório de contabilidade do seu tio, adquirindo experiência por todos os departamentos pelos quais passou, tendo chegado à gerência. Em 1992 resolveu mudar para aprender mais em empresas de outros segmentos mantendo-se na área contábil, porém com visão administrativa. Dois anos depois atendeu o primeiro cliente de seu próprio negócio, o qual permanece até hoje no quadro da empresa. “Esse cliente precisou sentar-se na cama do meu filho, pois não possuía nem cadeiras, minhas instalações ainda eram bem precárias, havia apenas uma calculadora usada e uma escrivaninha”, conta Paulo. Mesmo assim o empreendedor resolveu abrir as portas do Dinâmico Escritório Contábil, que funcionava em sua própria residência. Persistência e competência Com a empresa prosperando, Paulo sentiu a necessidade


de desvincular o trabalho de sua casa, e encontrou para locação o imóvel onde hoje fica a matriz da empresa. Porém, em um impulso fez uma proposta de compra do imóvel, mesmo sem recursos suficientes, mas com grande bagagem e vontade de vencer. Assim o Dinâmico ganhou uma nova casa, onde Paulo Gonçalves e sua esposa Célia Cristina começaram a planejar os investimentos e projetos futuros. Com muita persistência e trabalho venceram as dificuldades e em 2012 o Dinâmico Escritório Contábil transforma-se em DinamCorp - Corporação Empresarial e Contábil, com quatro segmentos: Contabilidade, Consultoria, Cursos e Palestras e Tecnologia da Informação. Logomarca Absolutamente tudo no DinamCorp é feito com critério, inclusive sua logomarca, que utiliza as cores laranja, preto e verde, onde o laranja representa sucesso, agilidade mental, prosperidade. Segundo Paulo, é sempre estar em busca de novos caminhos, mas sem perder os laços criados com clientes e colaboradores. A cor preta representa o respeito, a dignidade, a sobriedade e quando usada com cautela transmite a sensação de elegância, distinção e nobreza. Paulo explica que é assim que procuram tratar clientes, parceiros, fornecedores, comunidade, governos, sindicatos, etc. Já o verde traz esperança, vigor, calma, associado a coisas grandiosas e ao aprimoramento incessante da equipe. Os quatro pontos nas extremidades simbolizam os segmentos da empresa: contabilidade, consultoria, cursos e palestras, soluções em softwares; enquanto os traços artísticos remetem à modernidade, demonstrando a preocupação em estar sempre buscando o melhor e o que há de mais atual para atender a todos com qualidade e eficiência. Prosol Tecnologia A informática é a grande aliada dos empresários, e pode facilitar todos os registros com adoções de programas de fácil manuseio, aplicação rápida e retorno imediato. No DinamCorp, o cliente conta com toda a estrutura da Prosol Tecnologia como departamento comercial, suporte técnico, implantação, treinamento. Os sistemas Prosol vêm se destacando desde 1987 entre os melhores sistemas voltados para o segmento contábil. São leves, rápidos, inteligentes e muito eficazes, eliminando o retrabalho, reduzindo custos em até 50% e melhorando a qualidade de vida dos funcionários continuamente. Cursos e Palestras O conhecimento, em função da velocidade das mudanças, precisa ser constante e cada vez mais rápido. Desde 2012 o DinamCorp oferece cursos de formação em diversos segmentos administrativos e contábeis. Profissionais de mais de 18 cidades já se formaram e aumentaram seus conhecimentos, agregando diferenciais competitivos para as empresas onde atuam, bem como para quem almeja uma carreira de sucesso no mercado de trabalho. Os próximos cursos, Formação em Departamento Fiscal com ênfase em analista fiscal, e Departamento Pessoal com ênfase em RH, estão previstos para fevereiro de 2015 e as inscrições estão abertas. Serão ministrados pelo próprio Paulo Gonçalves, há 35 anos na área contábil, contador, administrador, consultor, palestrante, professor universitário, MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV-RJ, Presidente da Aesc Jaú - Associação dos Escritórios de Contabilidade de Jaú e Região gestão 2004/2005, atualmente Diretor da Aesc Jaú, proprietário do DinamCorp Corporação Empresarial e Contábil e Diretor e Consultor da Prosol Unidade Jaú. Durante o curso haverá participação de outros profissionais da área.

Sala Coffee Break Auditório I

Anfiteatro

Estacionamento


Sala de suporte técnico

Estrutura O DinamCorp possui, em seu quadro funcional, profissionais altamente qualificados, pós-graduados e comprometidos com a empresa e seus clientes. Para o DinamCorp, sua equipe é a essência de tudo, e é com a contribuição de cada um que todos atingem a excelência. Os profissionais participam ativamente de todos os processos e encontram no DinamCorp os meios e apoio necessários para seu crescimento pessoal. Todos os atendimentos são agendados e a estrutura física atende aos mais altos padrões de qualidade. Além disso, a instituição dispõe para locação de amplas salas com capacidade para 110 e 55 pessoas, onde podem ser realizados cursos e eventos corporativos, com todo conforto e totalmente equipadas, além do estacionamento para 25 veículos. Benefícios Os benefícios que uma consultoria pode trazer para você e sua empresa são inúmeros, destacando-se o trabalho persona-

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lizado, focado no diagnóstico organizacional e na resolução de problemas que a empresa não consegue perceber e solucionar. Atualmente, essa importante ferramenta é cada vez mais utilizada, seja para ampliar um negócio, para melhorá-lo, para reabilitá-lo e outras tantas necessidades. E o DinamCorp toma conta de tudo para você, desde a contabilidade e consultoria, até a qualificação do pessoal. E segundo o Sebrae, as análises e estudos produzidos por uma boa consultoria oferecem amplos benefícios para seus clientes, trazendo assertividade nas decisões, maior rentabilidade para a empresa e tranquilidade para seus proprietários. 

Sistemas PROSOL

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QuemfezJahu

Texto Heloiza Helena C. Zanzotti

João Ribeiro de Barros

O

aviador jauense não poderia faltar nessa coluna. Nascido no dia 4 de abril de 1900, na Fazenda Irissanga, em Jaú, era filho do casal Sebastião Ribeiro de Barros e Margarida Ribeiro de Barros, e teve mais seis

irmãos. Iniciou seus estudos no Ateneu Jauense, instituição fundada por seu avô, e concluiu o ensino secundário no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo. Em 1918 entrou para o curso de Direito na Faculdade do Largo São Francisco, mas abandonou a faculdade no ano seguinte e foi estudar Engenharia Mecânica nos EUA. Muito inteligente, herdou do pai a paixão pela aviação e em 1923 obteve seu brevê, iniciando a carreira de piloto. Em 1926 começa a idealizar um projeto de atravessar o Atlântico a bordo de um hidroavião, em um voo sem escalas. Saiu em busca de ajuda, mas não obteve êxito. Decidiu, então, vender sua herança aos irmãos e com recursos próprios adquiriu na Itália uma aeronave avariada, uma Savoia-Marchetti S.55. João Ribeiro de Barros, junto com o mecânico Vasco Cinquini, iniciou a recuperação e melhora do aparelho, rebatizou-o com o nome Jahu (em homenagem à sua cidade natal) e assim que o aparelho ficou em boas condições para voar saiu de Gênova rumo a Cabo Verde, onde iniciaria sua aventura. Isso ocorreu em 18 de outubro de 1926, entretanto, por motivos nunca esclarecidos, a aeronave sofreu uma sabotagem, o que obrigou o aviador a fazer uma parada na Espanha. Ali descobriram que havia uma peça estranha no cárter do aparelho, areia e água no motor. Foi preso na Espanha e acusado de pousar sem permissão naquele país, mas

ganhou a liberdade por intercessão do cônsul do Brasil. Resolvido o problema e pronto para partir, novo obstáculo aparece: a malária. Doente, teve que adiar a viagem, que só foi iniciada em 28 de abril do ano seguinte. Junto com três tripulantes saiu de Cabo Verde às 4h30 e cruzou o Atlântico a bordo do Hidroavião Jahu, pousando às 17h em Fernando de Noronha. Dali seguiu parando em diversas cidades do litoral até chegar a São Paulo, onde foi recebido com grande festa. João Ribeiro de Barros ainda adquiriu outra aeronave na França, mas tendo recebido a notícia da morte da mãe, enviou o aparelho desmontado para o Brasil. Em Santos ele foi montado e batizado com o nome da mãe, Margarida, mas acabou confiscado pelo governo com o início da Revolução de 1930. Em 1932 participou da Revolução Constitucionalista como voluntário e durante o governo do presidente Getúlio Vargas foi preso em Jaú, na fazenda onde nasceu, acusado de publicar clandestinamente um jornal de oposição ao governo, mas foi solto dias depois, uma vez que nada foi provado. João Ribeiro de Barros não se casou, nem teve filhos. Morreu em sua fazenda no dia 20 de julho de 1947 devido a problemas hepáticos provocados pela malária da qual foi acometido anos antes. O Hidroavião Jahu foi restaurado e está exposto no Museu TAM, em São Carlos, SP. Graças aos seus feitos recebeu vários prêmios e homenagens, inclusive a denominação de importante rodovia estadual, a SP-255. Seu corpo está sepultado no cemitério municipal de Jaú.


Comportamento

Para 2015 eu

desejo... A cada ano objetivos e metas são traçados. Saiba o que fazer para não perdê-los de vista pelo caminho Texto Tamara Urias Fotos Douglas Ribeiro


Imagem: Internet

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A

frase que ilustra o título desta matéria é um dos primeiros pensamentos que paira na mente durante a passagem de ano e nos primeiros dias de janeiro. Milhares de desejos dão forma a uma lista imaginária, dentre os mais comuns estão encontrar um grande amor, exercitar-se mais, viajar a cada seis meses, vencer uma doença ou problema e até conseguir um novo emprego. Todo o processo de virada do calendário gera uma espécie de magia, que nos faz acreditar que naquele instante podemos tudo, ou seja, transformar a vida do jeitinho que se planeja. Entretanto, para isso acontecer é preciso ter foco e não deixar os objetivos guardados na gaveta. Mudanças e organização Segundo a psicóloga Ana Paula Reis Rossi, 25, com a chegada do fim de ano somos contagiados por um clima de mudança, que nos faz acreditar que coisas boas estão para acontecer, e tudo isso ainda é fortalecido por um item que nós, seres humanos, possuímos por natureza: esperança em dias melhores. É comum neste período traçar novos planos e retomar antigos, no entanto, com o passar do tempo o ser humano tende a abandonar seus planos e sonhos, e acaba se acostumando novamente com a rotina. Isso acontece porque as pessoas não entendem exatamente o que está por trás de seus sonhos, quais são os reais objetivos e a verdadeira busca pelas realizações. “Normalmente, quando algo sai errado na programação, os erros e obstáculos ficam superestimados e a capacidade de vencer fica desvalorizada, ocorrendo assim a desistência dos sonhos e planos”, explica a especialista. Para não acontecer isso é essencial organizar-se e fazer uma lista de objetivos para o ano vindouro, com prioridades e organização, para que as estratégias sejam definidas e os planos sejam postos em prática para a realização e sucesso dos Ana Paula Reis Rossi

Flávio Roberto Gazoli Borges

sonhos. “A virada do ano é um momento de reflexão. Percorra mentalmente o que poderia ter feito e não fez, e o que pode melhorar. Claro, podem ter surgido obstáculos que estavam fora de nosso controle e tenham impedido a realização como um desemprego inesperado, uma doença, a morte de um ente querido, a separação conjugal, etc”. Ana Paula ainda acrescenta que a maioria das pessoas acredita que pode tornar-se mais feliz com a mudança de ano, sem levar em consideração que a verdadeira mudança está dentro dela e não num novo ano ou no calendário. “Todos esperam que as mudanças simplesmente aconteçam, mas esquecem de que a participação de si mesmo é essencial para a concretização dos planos e sonhos”. Desafio A dica é fazer uma autoanálise, uma reflexão e retrospectiva do ano que acabou. Após isso, objetive-se e escreva uma lista para que você possa situar o caminho que deseja seguir neste ano. “Traçar metas a curto prazo é importante para vivenciar resultados e se fortalecer”, conta. Lembre-se de não subestimar sua capacidade de vencer; seja tolerante às frustrações que podem ocorrer. Tenha ousadia e coragem para arriscar-se e, se necessário, abandone velhos hábitos. Até lanço um desafio: trace um grande ou pequeno objetivo, retome um sonho ou faça uma lista, escreva em um pedaço de papel e guarde. E no próximo ano você me conta o que fez para realizá-lo. Quem acredita, alcança Em 2012, descontente com o trabalho na metalúrgica, Flávio Roberto Gazoli Borges, 27, decidiu fazer uma mudança em sua vida. Tudo começou quando a necessidade fez aflorar um desejo: tornar-se microempresário. Foi preciso coragem para trocar o certo pelo duvidoso. “Eu andava meio desanimado e queria mudar a minha rotina. Foi aí que decidi iniciar 2013 de maneira diferente. De inspetor de qualidade passei a microempreendedor”. Para tornar isso possível, Borges pegou as economias e foi para São Paulo buscar mercadorias para o seu negócio. “Foi uma troca muito positiva, hoje estou feliz com a mudança”. O empresário acrescenta que para tudo tem o costume

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de traçar planos e metas, e sempre que possível lê, para não perdê-las de vista. “Eu não acredito que as coisas aconteçam apenas pela sorte. Tenho plena convicção de que quando se busca algo com garra, o mérito vem. Sou prova disso. Ação, organização e foco são fundamentais para adquirir o sucesso de forma correta”. Se você acha que ele está satisfeito com o que conseguiu, engana-se. Sua intenção para 2015 é ampliar a loja, contratar mais funcionários, além de estreitar ainda mais a boa relação com clientes e com toda a comunidade. Foco no objetivo Para 2014 a jovem estudante Ana Laura Alves, 15, traçou como objetivo focar nos estudos, pois pretende passar em uma faculdade pública. Em função disso soube que algumas mudanças de hábitos no seu dia a dia deveriam ocorrer. “Já não era mais possível passar a tarde toda com os amigos; ir para a academia em qualquer horário ou sair quando quisesse, como antes”. Ana conta que com todo este processo aprendeu a organizar o seu tempo, e hoje titula o ano que passou como um período de conquistas. “Aprendi a equilibrar meus horários. Deixei de fazer algumas coisas que sei que podem esperar, outras ainda continuo fazendo, mas lembrando que nada pode se sobrepor ao que almejo”. Para conseguir organizar seus dias, a estudante contou com o apoio da família, amigos e do colégio onde estuda que, com seus projetos, pode incentivá-la ainda mais. “Os que tentaram me desfocar, dizendo que estava louca, só contribuíram para que eu ficasse ainda mais ligada no meu objetivo”. Para 2015 a estudante deseja continuar centrada e sabendo distinguir momentos de lazer com os de estudo. “O ano que vem quero prestar vestibular para o curso de Nutrição, mas também desejo me cercar de pessoas com o Thaís Bortolozzo

Ana Laura Alves

potencial de entender que existe momento para tudo, principalmente para se dedicar”, finaliza. Determinação em pauta Em função do ganho de peso que adquiriu durante a época em que cursava faculdade, a jornalista Thaís Bortolozzo, 27, decidiu traçar um desafio: eliminar 30 kg. Sua história de superação ganhou repercussão nacional. “Meu objetivo começou ainda em 2013, mas estendeu-se para o ano de 2014. Foi um longo e difícil processo que incluiu reeducação alimentar e atividades físicas intensas. Aos poucos fui me acostumando com a nova rotina saudável, que hoje tornou-se um hábito prazeroso”. Para atingir seu objetivo a jornalista teve que fazer algumas mudanças radicais, sobretudo na péssima alimentação que fazia até então. Do cardápio eliminou doces, frituras, refrigerante, fast food e até a cervejinha com os amigos nos finais de semana. “Hoje voltei a tomar socialmente, mas não com a mesma frequência e quantidade. Acredito que o segredo esteja no equilíbrio e na criatividade para fazer trocas inteligentes e não cair na rotina”. Até o momento Thaís eliminou 26 kg. Ela conta que estava bastante determinada, mas acrescenta que como gostaria que tudo ocorresse de forma natural e saudável, preferiu não estabelecer prazos. “É uma mudança para a vida toda, não dá para praticar por um curto período de tempo. Antes de tomar essa decisão eu achava que não tinha foco o suficiente para encarar esse desafio, mas me descobri mais determinada do que nunca imaginei”. Para 2015 ela já tem planos traçados. “Vou me casar, portanto, tenho uma motivação a mais para eliminar os 4 kg que ainda faltam. Se me sentir bem, paro por aí, se não, perco mais uns quilinhos. É tudo uma questão de estar saudável e feliz”, enfatiza. Para quem se inspirou na história da jornalista, pode segui-la no instagram @insthafit, onde ela mantem uma conta com dicas de alimentação e hábitos saudáveis.  Revista Energia 39


Look de artista

Fotografia Douglas Ribeiro Modelo Lara Derradi Beleza Pro Hair Cabelo e Estética Style Vestylle Megastore Locação Porto de Areia - Igaraçu do Tietê 40 Revista Energia


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Look de artista

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Beleza

Espelho, espelho

meu... Vinícius de Moraes já dizia: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”

Texto Heloiza Helena C Zanzotti

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ocê já fez as contas de quanto gasta por mês com artigos para beleza? Cabelo, unhas, hidratação, depilação, dietas, massagens, enfim, são muitas as necessidades femininas e masculinas, uma vez que os homens têm se cuidado mais a cada dia. A indústria estética no Brasil apresenta números milionários, já é o terceiro maior mercado do mundo e não para de crescer. Em busca de uma aparência perfeita, salões de beleza e clí44 Revista Energia

nicas de estética vivem cheios, multiplicam-se em uma velocidade vertiginosa, e é justamente aí que mora o perigo. Nem todos possuem profissionais devidamente habilitados, ambientes e equipamentos adequados, e os erros sucedem-se em igual velocidade. Cabelos queimados, reação a produtos duvidosos, cirurgias que deixaram marcas profundas, pessoas que perderam a vida tentando melhorar a aparência. Vale a pena colocar a saúde e a própria vida em risco em nome da beleza?


Na TV, na internet A mídia, especialmente a televisão, exerce uma grande influência sobre as pessoas. Juventude eterna, pele de bebê, corpo de modelo. Na verdade, objetivos difíceis ou impossíveis de alcançar, o que gera frustração, baixa autoestima, distúrbios e compulsões. A RE acompanhou o caso da modelo Andressa Urach, que ficou entre a vida e a morte devido a complicações por uma aplicação de hidrogel feita há cinco anos nas coxas. Menos sorte teve Maria José Brandão, de Goiânia, que depois de uma aplicação nos glúteos feita por pessoa não habilitada passou por graves intercorrências e morreu. O Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Dermatologia estão preocupados com a questão, em especial com o alto número de propagandas na internet que prometem resultados milagrosos, principalmente nesta época de verão e férias. Espelho, balança e depressão O espelho e a balança tornaram-se verdadeiros tormentos na vida de quem faz do culto ao corpo uma religião. E entre as pessoas que não estão satisfeitas com a aparência, há aquelas que não estão bem consigo mesmas e acreditam que uma cirurgia plástica ou algum procedimento estético vá resolver seus

problemas matrimoniais, profissionais e outros. Vivem, então, em uma busca incessante por um corpo perfeito, mal acabam um procedimento e já embarcam em outro, sempre achando que ainda falta alguma coisa para fazer. Pessoas assim precisam de acompanhamento psicológico para não entrar em depressão, pois a felicidade não é algo que se possa alcançar em uma mesa de cirurgia. Beleza e saúde Adriane Cristina Cavalheiro, 45, esteticista, já passou por diversas etapas nessa área e conta: “Há 13 anos realizei a Bariátrica, conhecida como cirurgia de capela. Não a considero uma cirurgia estética, pois eu pesava 140 kg, era diabética, tinha problemas de circulação, entre outros”. Ela afirma que após a operação ganhou saúde, vitalidade, amor próprio. Segundo Adriane, ela foi a primeira paciente de Jaú a submeter-se a esta cirurgia e lembra que eliminou 60 kg. Com isso veio a necessidade de outros procedimentos como a retirada de uma hérnia adquirida na Bariátrica e as cirurgias plásticas propriamente ditas. Ela conta que a de hérnia foi um sucesso total, mas a plástica deixou muito a desejar. Após vários anos até procurou outros cirurgiões plásticos, mas estes disseram que não realizavam determinado procedimento por não ser sua especialidade. Frustrada? De jeito nenhum. Ela explica: “Isso é profissionalis-

Imagem: Internet

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Para sua segurança Problemas como o acúmulo de gordura em áreas específicas do corpo são comuns, e a procura por procedimentos estéticos é cada vez maior. Embora muitos sejam relativamente seguros, os médicos alertam que nada substitui uma vida regrada com boa alimentação e atividade física. Adote sempre bons hábitos e siga o alerta do Conselho Federal de Medicina (CFM): procedimentos estéticos devem ser feitos somente em locais com infraestrutura adequada e com os equipamentos necessários para socorrer o paciente, caso haja algum tipo de complicação como alergias ou paradas cardiorrespiratórias. 

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Adriane Cristina Cavalheiro Tálita Aparecida Rosa Martins

Foto: Arquivo Pessoal

Sonho e limite Tálita Aparecida Rosa Martins, 31, gerente de setor, queria reduzir gordura localizada, procurou clínicas mais conhecidas e diz que os resultados foram ótimos. Ela passou pela carboxiterapia, tratamento realizado através da infusão de gás carbônico em diferentes camadas da pele. Mais tarde, Tálita resolveu fazer a criolipólise, método que utiliza baixas temperaturas para acabar com a gordura localizada. Um aparelho é colocado na superfície da pele, congelando as células de gordura a temperaturas negativas para serem destruídas. Entretanto, desta vez ela optou por uma fisioterapeuta que conheceu através do facebook e acabou tendo problemas. “Tive queimadura de segundo grau, tratei com um cirurgião plástico e devo ficar até março de 2015 em recuperação, ainda correndo o risco de ficar com uma cicatriz horrível na barriga. Infelizmente a pessoa não me deu nenhum suporte e não devolveu o valor pago conforme combinado”.

Foto: Douglas Ribeiro

mo e é de profissionais assim que precisamos. Conscientes”. Como esteticista, ela também fez diversas drenagens, peelings, rejuvenescimento com rádio frequência e outros, mas cirurgia plástica no rosto ela afirma que não, obrigada.


Varal

Fotos Douglas Ribeiro

Dona Onça

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Natureza

Por Priscila Alessandra Modenese Perez natureza@revistaenergiafm.com.br

Plantas em ambientes internos Plantas são muito utilizadas na decoração das casas, mas o interessante é saber que elas vão muito além da estética

A

s plantas trazem benefícios indispensáveis à nossa saúde: renovam as energias do ambiente, melhoram nosso estado de espírito e o ar que respiramos. É comprovado que pessoas doentes com plantas ao seu redor tiveram uma recuperação mais rápida. Também para os alérgicos à poeira, as plantas beneficiam: reduzem em torno de 20% as partículas de pó suspensas no ar. Por melhorar a qualidade do ar, elas aumentam o conforto térmico, ou seja, resfriam o ambiente diminuindo a temperatura. Onde há planta o ar fica mais úmido e fresco, mais leve, mais agradável. Portanto, para quem vive em lugar muito quente ou seco, ter um cantinho com plantas é muito recomendado, e você ainda economiza energia com o uso menos frequente de ventiladores e ar condicionado. Plantas também são ótimas para diminuir ruídos. Em lugares fechados elas têm o poder de abafar o som. Se você mora em um local com muito barulho externo, experimente colocar um vaso de plantas próximo à janela; se tiver varanda coloque-a neste local, ela vai filtrar boa parte do ruído externo. E use plantas altas para formar uma parede viva, que funcionará como uma barreira contra o som. Não basta colocar a planta em qualquer lugar da casa. Ela pode se ressentir com a falta de ventilação ou luminosidade, afinal, é um ser vivo. Escolha locais próximos às janelas, com boa incidência de luz solar e ventilação e evite lugares onde o vento é forte, basta um local arejado. As que melhor se adaptam aos ambientes internos são as do

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tipo folhagens, pois necessitam de menos luz para fazer fotossíntese. Já aquelas com flores são mais indicadas para ambientes abertos como a varanda, uma vez que necessitam de boa ventilação e maior iluminação. Você pode ter plantas onde lhe agradar mais. No banheiro e no lavabo há plantas que se adaptam bem. Na cozinha, vasinhos pequenos e arranjos simples. Gosta de originalidade? Pegue aquele utensílio esquecido e use-o como vaso. Pode ser xícara, bule ou qualquer outro item que achar interessante. Já na sala ou no escritório, as folhagens ficam um charme. E quanto a colocar plantas no quarto? Bem, é fato que durante a noite elas consomem oxigênio e liberam gás carbônico, assim como nós. Mas nós consumimos muito mais oxigênio que uma planta, então, é um mito dizer que elas fazem mal à saúde. Se fosse assim, seria um perigo ter outra pessoa dormindo no mesmo quarto. Entretanto, algumas espécies liberam durante a noite substâncias repelentes para se protegerem de insetos. E há ainda as que exalam perfume para atrair insetos para a polinização, como é o caso da dama-da-noite. Essas substâncias podem causar irritação nas mucosas, enjoos, etc. Antes de comprar, pesquise sobre aquela que você deseja colocar em seu quarto. Orquídeas, cactos, bonsais são alguns exemplos que ficam bem ao seu lado. Mas não esqueça que seu quarto deve ser bem ventilado e ter alguma luminosidade durante o dia. Que sua casa seja muito florida!  Até breve.


Empresarial

Por Antônio Paulo Grassi Trementocio empresarial@revistaenergiafm.com.br

Acorde e aja enquanto é tempo Iniciamos 2015 com grandes preocupações, um momento nunca visto na história da atividade empresarial no país

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mbora todo empresário brasileiro seja otimista e persistente, ele não está tão esperançoso em mudanças que possam favorecer o momento econômico ou fiscal, pois o que assistimos através dos índices oficiais é desanimador. O empresário está de frente com a previsão de baixíssimo crescimento, elevação das já altas taxas de juros, principalmente as praticadas pelos bancos, além da natural dificuldade para obtenção do crédito. Esse cenário tem em seus efeitos colaterais situações muito desastrosas, pois afeta diretamente o consumo, e com o consumo em baixa as empresas não conseguem manter seu capital de giro e investir em crescimento. Pior que isso, não conseguem sequer manter o seu custo fixo para desenvolvimento de sua atividade. E o que deve o empresário fazer para enfrentar o caótico ano de 2015? Inicialmente, rever todos os setores da sua empresa, desde a aquisição de insumos até o planejamento fiscal-tributário, e reduzir tudo o que for possível, de forma radical. Todo endividamento deverá ser planejado, com fornecedores ou com os bancos, pois com a recessão precisamos priorizar o exercício da atividade com seus custos fixos mensais. Quanto aos investimentos, deverão ser feitos com muita cautela ou mesmo adiá-los até a certeza da estabilização da atividade. Gosto muito de utilizar uma parábola do maior psicólogo e consultor que já existiu: “...Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na vida sem uma das mãos do que, tendo as duas, ir para o inferno...”. Outro exemplo é o de um balão quando começa a cair, e aqui o balão é a empresa, precisamos muitas ve-

zes jogar fora diversos objetos, e isso inclui nosso orgulho, que impedem o balão de subir. Em 2015 reveja profundamente sua atividade empresarial, reparando todos os erros já cometidos e que vêm sendo perpetuados, e prepare os alicerces para o novo crescimento, agora sólido e real, para 2016. Não se esqueça de olhar para o seu endividamento, para o seu crédito, e tomar providências importantes, radicais e corajosas, para que sua empresa se adeque à realidade que se apresentará em 2015 e você possa sobreviver, pois veremos o funeral de muitas empresas que até então eram tidas como sadias, e que pagarão por suas péssimas gestões e conduta autoritária e orgulhosa de empresários que preferem privilegiar mais o que é supérfluo do que a própria sobrevivência. Caro empresário, o país precisa de você, da sua saúde empresarial e financeira. Procure ajuda profissional, há muitos consultores capacitados em nossa cidade e região. Não seja orgulhoso, reconheça seu limite. Faça um investimento que pode salvar a vida de sua empresa, de sua família e de muitos colaboradores que precisam do seu trabalho. Leve a sério o que aqui foi escrito. A crise está chegando e quem não se preparar vai fazer parte desse cemitério de empresas que muitas vezes sucumbem por falta de coragem e humildade. Quero agradecer ao meu parceiro e amigo Gustavo Schiavon Amaral, que auxiliou na preparação desta matéria. Desejo a você um 2015 de muita coragem, otimismo e humildade para reconhecer as situações que você precisa solucionar. 

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Ă gua Parte II

Imagens: Internet

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Livro de beber e outras

soluções A crise hídrica que atinge algumas das cidades mais importantes do mundo, incluindo São Paulo, tem sido tema de debates, programas de TV, congressos, estudos e pesquisas por todo o planeta Texto Heloiza Helena C Zanzotti Revista Energia 51


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ara começo de conversa, com uma coisa todos concordam: economia é a palavra de ordem. Economizar ao máximo, mudar hábitos, gerenciar o consumo. Em muitos países o governo faz marcação cerrada para combater o desperdício e a população tem a cultura do uso eficiente. Há cidades, por exemplo, onde lavar um automóvel na calçada pode dar até cadeia. Em entrevista para a revista EXAME, o americano David Sedlak, uma das maiores autoridades em tecnologias voltadas para a segurança hídrica das cidades, afirma que a crise também é resultado da falta de investimento em redes de abastecimento e tratamento de esgoto. Ele diz que o problema da falta de água nas torneiras é sério, mas existem soluções, e que é preciso agir para que a água potável não seja privilégio de poucos num futuro próximo. Dessalinização Considerada a cidade mais seca da Austrália, Perth obtém metade de sua água potável a partir do mar. Estudiosos explicam que as mudanças climáticas ocorreram bem antes do esperado, e que os reservatórios da cidade ficaram com a capacidade drasticamente reduzida. Desse modo foram construídas duas grandes estações para remover o sal da água coletada no Oceano Índico e torná-la potável. Ambientalistas não aprovam a iniciativa, e dizem que o processo é muito caro e demanda muita energia. Os moradores concordam com eles, pois já sentiram o impacto em suas contas de água, que dobraram de valor nos últimos anos.

P&G Sachê Além da falta da água, a dificuldade de acesso ao líquido que não esteja contaminado mata muitas crianças diariamente. Para solucionar este problema a organização não governamental World Vision Water decidiu agir para levar água potável a todas as pessoas no mundo, principalmente às que só têm acesso à água contaminada. Trata-se de um sachê purificador, que já evitou mais de 43 mil mortes causadas pelo consumo de água contaminada em 75 países. E a solução já chegou ao Brasil.

Produzido pela P&G, o incrível purificador tem baixo custo de produção e consiste em um sachê de 4 gramas capaz de transformar 10 litros de água contaminada em 10 litros de água potável, sem resíduos sólidos ou impurezas. Ele atende a todas as normas da Organização Mundial de Saúde e faz parte do programa Água Pura Para Crianças. O programa tem o apoio da rede Walmart e de parcerias como da Save The Children, ChildFund e Visão Mundial. O produto faz parte de uma ação social e não será comercializado. Livro para beber É isto mesmo que você leu. Pensando exatamente nas cerca de 3,4 milhões de pessoas que morrem a cada ano por doenças relacionadas ao consumo de água infectada, a agência DDB New York e a ONG Water Is Life criaram o Drinkable Book (Livro de beber). Trata-se de uma obra cujas folhas foram impressas com tinta atóxica e em papel que, na verdade, é um filtro coberto de íons de prata. Em suas páginas há informações sobre higiene, destinação correta do lixo e, claro, cuidados e riscos com a ingestão de água contaminada. Depois de lido, as páginas devem ser destacadas, uma por mês. Sobre cada página é despejada água e o resultado é fantástico: imediatamente o nível de bactérias é reduzido em 99,9%! Ele pode impedir a contaminação por doenças como a cólera, a febre tifoide e nem mesmo a terrível E. coli escapa. Cada livro pode purificar água para o consumo de uma pessoa por até quatro anos. A ONG já está trabalhando para conseguir financiar a distribuição global do livro, que deve começar ainda neste início de ano, e quem quiser ajudar ou obter mais informações pode escrever para info@waterislife.com.

Cada livro pode purificar água para o consumo de uma pessoa por até quatro anos


3,4 milhões de pessoas morrem a cada ano por doenças relacionadas ao consumo de água contaminada Quer estudar na Universidade da Nasa? Quem for criativo e encontrar uma solução inovadora e tecnológica para resolver o problema da falta de água pode participar do “Call to Innovation”, concurso realizado pela Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista) em parceria com a Singularity University, instituição localizada em uma base de pesquisa da Nasa, que capacita líderes com as mais modernas tecnologias para o enfrentamento de grandes problemas globais. O vencedor da melhor ideia ganha uma bolsa de estudos para o Graduate Studies Program da universidade americana da Nasa, que será realizado entre junho e agosto de 2015. O programa ainda inclui passagens de ida e volta, alimentação e estadia dentro das instalações da Nasa Ames, na Califórnia, Estados Unidos. O premiado também será contemplado com bolsa integral para um curso de MBA da Fiap. Podem participar do “Call to Innovation” brasileiros ou naturalizados com mais de 18 anos, residentes no país e que sejam estudantes universitários ou já graduados em qualquer área de conhecimento. Importante lembrar que o curso da Singularity é integralmente ministrado em inglês, então uma das exigências é que o participante tenha fluência no idioma. As inscrições podem ser feitas até 15 de março de 2015 pelo site da Fiap. O resultado do concurso será divulgado no dia 14 de abril, no site da faculdade.  Revista Energia 53


Escolha Certa

Ficha técnica:

Modelo: Camily Gonçalves Fotos e Produção: Douglas Ribeiro Looks e Acessórios: Nicolly Boutique Locação: Fazenda Santa Maria 54 Revista Energia


Os macacões aparecem nas mais diversas cores e modelos, e prometem ser a sensação do verão

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ersáteis e cheios de estilo, os macacões reaparecem como a peça hit da temporada. Super coringa, podem ser usados em diversas ocasiões, de dia ou à noite, em eventos formais ou informais, e podem ser combinados com sapato, sandália rasteira ou de salto alto. Por ser uma peça única, o macacão alonga e afina o shape, disfarçando as imperfeições e gerando um ar de sofisticação. As mulheres magras podem usar a peça nos mais diversos modelos, cortes e cores. Já para as gordinhas, a sugestão é dar preferência às peças com modelagem mais reta para as pernas e folgada para o corpo. Opte por cores escuras, mas se quiser usar estampas, dê preferência às de fundo escuro. Os modelos sem bolsos ou pregas em cores mais sóbrias são ideais. As tendências para a primavera-verão 2014/2015 são bem ecléticas. Eles aparecem coloridos, com cores quentes, em tons pastéis e off white. Para quem curte os modelos mais estampados, surgem em cores fortes: floral (delicadas e enormes, para todos os gostos), animal print, peixes, fotos, balões, folhas e geométricas. Os tecidos mais usados para a confecção dos macacões, jardineiras e macaquinhos são o jeans, chambray, algodão, linho, couro, nobres de alfaiataria. Se a peça for toda preta, abuse dos acessórios, afinal eles têm o poder de dar elegância e sofisticação ao look. Invista em cintos, lenços, maxi colares, maxi brincos e braceletes.

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Trabalho e 1 Previdência Por Giovanni Trementose

empresarial@revistaenergiafm.com.br

Prazo prescricional do FGTS A prescrição concede maior segurança nas relações sociais, tornando inexigível a pretensão daquele que se mantém inerte na ação de pleitear direito violado

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Constituição Federal (CF), no art. 7º, XXIX, dispõe sobre a prescrição a ser aplicada às relações de trabalho. Assim, a partir da ciência da violação do direito, o trabalhador tem o prazo de cinco anos para exigir a sua satisfação, por meio do ajuizamento da ação competente, devendo respeitar, também, o prazo prescricional de dois anos, contado da extinção do contrato de trabalho. O FGTS é previsto no art. 7º, III, da CF, como direito dos trabalhadores urbanos e rurais e a Lei 8.036/90 prevê, especificamente quanto ao FGTS, a “prescrição trintenária” (30 anos). Desse modo, prevalecia o entendimento constante nas Súmulas 362 do TST e 210 do STJ, no sentido de ser “trintenária a prescrição do direito de reclamar contra o não recolhimento da contribuição para o FGTS, observado o prazo de 2 (dois) anos após o término do contrato de trabalho”. Apesar do acima exposto, o Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF), em 13/11/2014 com repercussão geral reconhecida, decidiu que o prazo prescricional aplicável às cobranças dos depósitos do FGTS é o previsto no art. 7º, XXIX, da CF, por

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se tratar de direito dos trabalhadores urbanos e rurais, expressamente arrolado no inciso III do referido dispositivo constitucional. Prevaleceu, assim, o entendimento de ser aplicável ao FGTS o prazo de prescrição de cinco anos. Assim sendo, uma vez respeitado o prazo prescricional de dois anos, que se inicia com o término da relação de emprego, somente são exigíveis os valores devidos nos últimos cinco anos que antecedem o ajuizamento da ação. Desse modo, “para aqueles [casos] cujo termo inicial da prescrição ocorra após a data do presente julgamento aplica-se, desde logo, o prazo de cinco anos. Por outro lado, para os casos em que o prazo prescricional já esteja em curso, aplica-se o que ocorrer primeiro: 30 anos, contados do termo inicial, ou 5 anos, a partir desta decisão.” (STF, Pleno, ARE nº 709.212/DF, voto, Rel. Min. Gilmar Mendes, j. 13.11.2014). Portanto, para o empregado não ter seu direito violado acerca do novo prazo prescricional para a cobrança do FGTS, cabe ao mesmo um acompanhamento constante acerca de seus depósitos fundiários junto à Caixa Federal, já que “dormientibus non succurrit jus” (o direito não socorre os que dormem).


Transformação

Animal

Fotos: Douglas Ribeiro

Antes

Depois

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uitas pessoas acreditam que levar seus pets frequentemente para a tosa seja apenas luxo, coisa de proprietários preocupados apenas com a estética do animal. A tosa é importantíssima para a saúde de diversas raças como Poodle, Schnauzer, Shitzu, Lhasa Apso, Cocker, entre outros, que precisam desse cuidado a cada 45 dias no máximo. Após esse período, a pelagem começa a ficar disforme e fraca, prejudicando movimentos e até mesmo a visão e audição dos bichinhos. Sônia Regina Escalize, dona do Poodle Pingo, 9 anos, não se descuida. Periodicamente ela leva Pingo até o Beto Banho e Tosa para manter sua pelagem bonita e muito saudável. Roberto Nálio, o Beto, colocou em prática sua habilidade, conhecimentos do padrão da raça e iniciou a tosa higiênica do Pingo utilizando a lâmina 10. A seguir fez a limpeza dos ouvidos, corte das unhas e o banho com shampoo branqueador e um condicionar para dar maciez. Após a secagem, Beto acertou os pelos com tesoura, tirou os nós e desembaraçou o pelo cuidadosamente. Finalizando, Pingo foi penteado e ganhou uma linda gravatinha que ficou o maior charme, não acham? 

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club

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Coach Esportivo Durante o mês de dezembro, Luiz Gustavo Scatambulo, Coach Esportivo, colocou em prática o projeto “Arcanjo” de corridas em esteiras. Idealizado para o cliente e atleta Rafael Arcanjo, durante sete dias o esportista ficou dentro de uma estrutura de vidro no Jaú Shopping, na tentativa de bater o recorde mundial. Foram percorridos 715 km na primeira tentativa de quebra de recorde do Guinness Book. Rafael buscou o trabalho de coaching com Scatambulo, que o desenvolveu direcionado ao seu potencial.

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1. Gustavo Scatambulo idealizador do projeto e Coach 2. Projeto “Arcanjo” 3. Fabio Cestari, Aline Cestari, Rafael Arcanjo Ferraz Simonetti Motta, Gustavo Scatambulo e Bianca Murari 4. Gustavo Profissional Coach e o atleta Rafael Arcanjo Ferraz Simonetti Motta 5. Rafael Arcanjo Ferraz Simonetti Motta, Fabio Cestari e Gustavo Scatambulo 6. Mateus Ramalho e Bárbara Conte

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club

Social

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Bar do Português Parada obrigatória de gente bonita, o Bar do Português é sempre convidativo para um chopp com amigos, namorada ou colegas de trabalho. Além de o ambiente ser extremamente alegre e acolhedor, as porções são de dar água na boca.

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1. Daina Amancio , Manuella Amancio, Paulo Henrique Vicente Junior e Paulo Takaki 2. Paulo Julian e Danielle Ronchi 3. Fran Nogueira Gabriela Santos, Mika Palma e Ivan Ricardo 4. Carolina Poentes e Thais Rabello 5. Adriana Silvestre e Pauliana Pultrini 62 Revista Energia


Jaú Shopping Durante todo o mês de dezembro, crianças e adultos puderam saborear deliciosos pratos na Praça de Alimentação. Além disso a promoção Natal sem igual Jaú Shopping continua imbatível: a cada R$ 100,00 em notas fiscais de compras, o cliente ganha um cupom para concorrer a um Uno Vivace 0 km. Ainda não está participando? Corre que dá tempo, a promoção vai até dia 11 deste mês. O posto de troca das notas e a urna para depósito dos cupons estão localizados no 1º piso do empreendimento. O sorteio acontecerá no dia 13 de janeiro às 15h.

1. Elinira Cassola e Andréia Jacob Ramos 2. Elaine Henrique, Jean Aguiar e João Aguiar 3. Simone Perroni, Luiza Perroni e André Munerato

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alturas Divers達o

Imagem: Internet

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Paix達o nas


Pipeiros de Jaú se reúnem nos finais de semana, mantêm viva a cultura e eliminam os acidentes provocados pela prática da atividade em locais inadequados Texto Ludymila Nascimento

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uem vê de longe todos aqueles pontinhos coloridos no céu não imagina que em um canto específico da cidade pessoas das mais diversas idades e classes sociais estão juntas para manter viva uma atividade milenar: soltar pipas. Lá compartilham suas experiências e habilidades, num show de criatividade e responsabilidade social. Todos os finais de semana os “Pipeiros de Jaú” se encontram em um espaço amplo, escolhido baseado em seus critérios de segurança (ausência de redes elétricas, árvores, residências e motociclistas), localizado no final da Rua Rui Barbosa, atraindo milhares de pessoas de todas as regiões do estado. Associação dos Pipeiros A atividade ficou tão popular e importante que já possui até uma classe representativa. Com pouco mais de meio ano de existência, a Associação dos Pipeiros de Jaú tem como principal objetivo proporcionar diversão à população de uma forma responsável, prova disso é que as ocorrências relacionadas à prática de soltar pipas na cidade foram reduzidas a zero, desde que eles passaram a se reunir no mesmo local. Marcelo Castilho Camargo, 36, presidente da Associação, contou que no início não havia grandes pretensões: “No período das férias escolares o número de pessoas que soltam pipas aumenta bastante, e para evitar que essa prática continuasse sendo realizada nos bairros, oferecendo riscos diversos, começamos a nos encontrar em um ponto comum. O número de pessoas foi crescendo expressivamente, chegando a mil pipeiros nos finais de semana normais, e até quatro mil nos finais de semana dos festivais, que atrai turistas”. José Luiz Sala, 48, empresário na cidade de São Paulo e primeiro lugar no campeonato de pipas realizado na França em 2012, é um deles. Em sua segunda visita ao Pipódramo de Jaú elogiou bastante a organização e ressaltou: “Sinto falta de um espaço como esse na capital”. Eliminando preconceitos Vendo a arte de soltar pipas ser reconhecida como esporte em vários países do mundo como França, Chile e China (país de sua criação), os “Pipeiros de Jaú” lutam para desmarginalizar sua atividade e conquistar o reconhecimento por aqui. Rodrigo de Barros Rizzo, 34, óptico, relata que essa é a uma

das grandes dificuldades enfrentadas por eles. “O Pipódramo é um ponto de encontro de trabalhadores que buscam lazer nos finais de semana, com muito respeito ao próximo. Nossos encontros reúnem famílias, oferecendo a todos os presentes um ambiente seguro e agradável”. Um exemplo disso é João Pedro Carraro, 7, que frequenta o Pipódramo há um ano, sempre na companhia do pai, Rogério Juliano Carraro, 34. “A maioria das crianças da minha idade gosta mais de ficar no computador do que de soltar pipas, e eles estão muito errados. Aqui eu faço amigos reais, que valem mais do que os amigos virtuais”, conta. Rogério, por sua vez, solta pipa desde os cinco anos, afirma que ver o filho envolvido na atividade o orgulha e que não existem motivos para preocupações: “Nunca tivemos nenhum acidente por aqui relacionado às pipas, as linhas até são cortantes, mas de uma forma leve, que afeta exclusivamente outras linhas, para cumprir o objetivo do esporte que é derrubar a pipa do adversário. A época do cerol, que era feito de vidro moído com cola, já foi. Hoje compramos tudo pronto para usar, inclusive os componentes ideais para soltar pipa você pode adquirir aqui mesmo, no Pipódramo”.

Um circuito paulista ou até mesmo nacional deve ser realizado em Jaú em 2015 Futuro O tesoureiro da Associação, Paulo Roberto Gonçalves, 37, confessa que apesar do sucesso dos eventos realizados e do apoio que recebem da atual administração do município na parte de higiene e limpeza, o Pipódramo utilizado hoje ainda é improvisado e um novo vem sendo preparado para o próximo ano, nas imediações da Fazenda Amadeu Botelho. Um circuito paulista ou até mesmo nacional também deve ser realizado em Jaú em 2015, assim que o novo point dos Pipeiros iniciar suas atividades. “Não vemos a hora de ter esse novo espaço, definitivamente longe de ruas e avenidas. Precisamos de um lugar isolado. Os grandes centros oferecem isso à sua população, e pelo número expressivo de amantes de pipas aqui na cidade, acreditamos que merecemos”.  Revista Energia 65


vida

Boa

Por João Baptista Andrade

Comida e Nutricionismo 2, a missão Sobrevivi, não me perguntem como, aos festejos de final de ano. Um pouquinho acima do peso, é verdade, mas saudável e inteiro. Mais importante ainda, feliz

R

etomando o tema... Para alimentar uma quantidade crescente de pessoas num planeta que permanece sempre com as mesmas dimensões, foi preciso aumentar a produção de nutrientes. Esforço válido e louvável quando se pensa que é possível acabar com a fome no mundo, certo? Errado! Produzir nutrientes não tem a menor relação com produzir comida. A esmagadora maioria dos produtos à venda nos supermercados modernos não é comida. São fórmulas e mais fórmulas baseadas, principalmente, em soja, milho e arroz. Até mesmo a sagrada cerveja nossa de todo final de semana (que deveria ser produzida apenas com água, cevada e lúpulo), hoje em dia leva milho e arroz na sua fabricação. E eu estou me referindo a marcas bem tradicionais e conhecidas. Pesquise um pouco mais e o leitor vai descobrir coisas aterradoras sobre o que nos fazem comer e beber. Mas, como sair dessa? Uma dica simples: faça as suas compras de pequenos produtores locais. Não tem nenhum na sua região? Tudo bem. Caminhe pelos corredores laterais dos supermercados. Lá você vai encontrar pães, grãos, frutas, legumes e verduras, carnes, peixes e assim por diante. Recuse qualquer coisa industrializada que traga afirmações sobre quantidades adicionais de fibras, pouco sódio, ômega qualquer coisa e que tais. Está bem. Você gosta de suplementos e probióticos? Eu também. Prefira os naturais como, por exemplo, o Kefir. Aqui em casa tomamos uma forma liofilizada que, além de prática, é 100% natural. Quem me lê sabe que eu como de tudo. E adoro. Se me perguntarem quais os elementos nutritivos de um prato qualquer eu vou fazer um silêncio de parvo por não saber a resposta. Mas é bem provável que eu seja capaz de contar a história das origens do prato, as combinações e/ou variações do mesmo em diferentes regiões, etc. Eu odeio comida industrializada. É apenas uma opinião, ok? Na minha casa eu decido o que entra ou não nos cardápios. Os profissionais da indústria que me 66 Revista Energia

perdoem (reclamações para a santa da Editora, que a tudo atura de forma zen budista). Não é preconceito, apenas uma preferência. Alface ou couve não são amontoados ou fontes de fibras; são verduras gostosas e neutras. Dá para entender. Menina, a minha cachorra, come ração. Super bem nutrida. Só que agora deu para matar as galinhas desavisadas do meu vizinho, o Pedro. Eu já nem tenho mais cara de pedir desculpas a ele. Cada vez que uma penosa comete o terrível engano de cruzar a cerca de bambu que separa os nossos respectivos quintais, a Menina faz o abate. É um furdunço. Claro que eu não deixo que ela coma a galinha, pois isso só iria reforçar o comportamento de caça dela. Mas quando eu vou retirar a presa, a bichinha me olha com cara perplexa como quem diz: “Idiota! Ração é nutrição. Isso é comida!”.

Pesquise um pouco e o leitor vai descobrir coisas aterradoras sobre o que nos fazem comer e beber Em 1980 o fast food (ugh!) chegou a Roma. Indignado, Carlo Petrini fundou o slow food. Um movimento que privilegia o bem comer não apenas em termos de sabor, mas também em termos de consciência cultural: “Uma defesa firme de um prazer material calmo é a única forma de se opor à loucura universal da vida rápida”. Onde eu assino? Saideira. Vai no Google e compare as imagens de Gillian McKeith, nutricionista escocesa nascida no mesmo ano que eu (1959), e Nigella Lawson, cozinheira, autora e apresentadora de TV, nascida em janeiro de 1960. Depois decida o que comer em seguida.  Até a próxima.


guia da gula

guia gastronômico

Fotos: Douglas Ribeiro

sabores para todos os paladares

Bar do Português

Café e Salgadaria Trigo de Ouro

Quem não abre mão da tradição, atendimento de primeira, deliciosas porções e chope no ponto, com certeza tem cadeira cativa no Bar do Português. Este mês o chef da casa preparou um delicioso carpaccio, o famoso antepasto italiano. As famosas lâminas finas de carne crua ganharam o paladar das pessoas, ainda mais quando acompanhadas do chope geladinho. Ainda não provou? Então corra, o Bar do Português é o único local na cidade que prepara este delicioso antepasto italiano. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira das 17h à 1h. (a cozinha fecha às 0h30). Aos sábados, das 11h00 às 23h (a cozinha fecha às 22h30) e aos domingos o Bar fica fechado.

Com uma grande variedade de produtos, atendimento de qualidade e ambiente acolhedor, o Café e Salgadaria Trigo de Ouro atende de segunda a sexta-feira das 8h às 18h30, e aos sábados das 8h às 17h. Localizada em ponto estratégico de Jaú, o Café e Salgadaria Trigo de Ouro oferece bolos e tortas inteiras e em pedaços, lanches na chapa, salgados assados, pão de queijo e sucos naturais, de polpa e detox. Vai organizar uma reunião em casa? Não se preocupe, o Café e Salgadaria Trigo de Ouro prepara deliciosos míni salgados. Para esta edição apresentamos o irresistível lanche natural e para acompanhá-lo peça um suco natural geladinho.

Av. Dudu Ferraz, 551 - Jaú - SP Tel. (14) 9611.4747 e (14) 9745 .0654

Rua: Edgard Ferraz, 305 - Centro - Jaú - SP Tel. (14) 3416.9110

Estilo Mineiro Tradição, variedade e qualidade são as palavras que norteiam os 17 anos do restaurante Estilo Mineiro em Jaú. Quer fazer uma deliciosa refeição em um ambiente familiar? O Restaurante Estilo Mineiro é o local certo. Localizado na área central de Jaú, o restaurante oferece os mais diversos e saborosos pratos quentes e frios, de comida caseira e mineira. Serve também as opções marmitex, self-service por quilo e à vontade. Cervejas, refrigerantes e suco natural de laranja também estão á disposição do cliente. O horário de funcionamento é das 11h às 14h30. Rua Edgard Ferraz, 762 - Centro - Jaú - Tel. (14) 3624.2194 Rua 7 de Setembro, 1090 - Centro - Bariri - Tel. (14) 3662.0849

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abertos Visão

De olhos bem

Todos os dias, sejam eles ensolarados ou nublados, e em qualquer estação do ano, você está exposto aos raios UV, que são prejudiciais à sua visão Texto Heloiza Helena C Zanzotti

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visão é considerada o mais importante dos cinco sentidos do ser humano. Ela nos permite enxergar o mundo que nos rodeia, as cores da natureza, as pessoas que nos são mais caras. Assim, é fundamental cuidar dela como de um bem muito precioso. Problemas visuais não têm idade nem classe social; atingem crianças, jovens, adultos e idosos. Em algum momento da sua vida, provavelmente você vá precisar de uma ótica e, imprescindível, ela deve ser de total confiança. Até mesmo na escolha de óculos de sol este cuidado deve ser tomado, afinal, muito mais que um simples acessório estético, óculos de qualidade proporcionam proteção aos olhos.

Raios UV-A e UV-B UV é a sigla para ultravioleta, que é um tipo de radiação eletromagnética, dividida em UV-A, UV-B e UV-C. Esses raios são invisíveis e estão presentes tanto no inverno como no verão. A radiação UV-A compõe a maior parte da radiação ultravioleta emitida pelo sol. Sua incidência é constante o ano todo e também está presente nas câmaras de bronzeamento artificial. Os raios UV-B são mais frequentes durante o verão e são responsáveis pelas alterações celulares que causam o câncer de pele. Já a radiação UV-C é totalmente absorvida pelo oxigênio e o ozônio da atmosfera, e os seres humanos teriam sérios problemas se ela atingisse a superfície terrestre.

O sol e seus perigos Do mesmo modo que a radiação ultravioleta pode causar danos à pele humana, ela também pode ocasionar ou intensificar problemas e doenças nos olhos. Infelizmente, muitas pessoas não estão cientes dos efeitos nocivos dos raios de sol, entretanto, essa é uma das maiores ameaças aos olhos. A RE conversou com Gustavo Bassan, optometrista, que explica que a exposição à luz solar pode aumentar o risco de desenvolvimento de catarata (lesão ocular que atinge e torna opaco o cristalino), degeneração macular (perda da visão em uma área localizada na porção central da retina) e pterígio (alteração na membrana transparente do olho). A exposição aos raios UV sem proteção, mesmo por curto período de tempo, pode causar danos permanentes aos olhos.

Como proteger seus olhos Ninguém está imune às lesões oculares e os efeitos da radiação UV são cumulativos. Quanto mais seus olhos se expõem a esses raios, maiores serão os riscos com o passar dos anos. É aconselhável, portanto, o uso de óculos escuros de boa qualidade, e que ofereçam proteção durante todo o ano. Proteger os olhos é tão importante como proteger a pele, reduzindo o risco de desenvolvimento de doenças oculares e tumores. Para proteção adequada, seus óculos devem bloquear de 99 a 100% das radiações UV; não distorcer imagens ou mudar as cores; ter lentes cinzas, verdes ou marrons e filtrar entre 75 e 90% da luz visível. Desse modo, já deu para perceber que é muito importante atentar para a qualidade das lentes dos óculos de sol. Como lembra Gustavo Bassan, procure saber a procedência, marca e

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Fique atento: a exposição aos raios UV sem proteção, mesmo por curto período de tempo, pode causar danos permanentes aos olhos

Imagem: Internet

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Gustavo Bassan

principalmente o grau de bloqueio UV. E se você usa óculos de grau, saiba que seus óculos escuros também podem ser feitos com o seu grau. Cópias não protegem Atualmente as cópias de óculos são bonitas e bem feitas, mas não garantem a proteção devida. Como não possuem garantia na fabricação, podem apresentar graus ou desníveis nas lentes, o que obriga o olho a corrigir a visão errada provocada por elas, causando sérios danos à visão. Além disso, óculos escuros sem proteção UV provocam dilatação da pupila e maior absorção ocular dos raios UV, prejudicando bastante a saúde de seus olhos.

Foto: Douglas Ribeiro

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Dicas de especialistas Lentes escuras ou óculos de sol devem ser comprados em estabelecimentos confiáveis e trazer informações sobre sua qualidade e filtros UV. Não se deve escolher óculos de sol pela cor da lente ou pelo custo dos óculos. A capacidade de bloquear os raios UV deve pesar mais que o preço. Usuários de lentes de contato com proteção UV devem usar óculos de sol. O tempo nublado não é garantia de proteção. A luz solar pode causar danos aos olhos em qualquer época do ano, e não apenas no verão. Lembre-se de usar óculos de sol até mesmo na sombra. Apesar de a sombra reduzir a exposição aos raios ultravioletas, seus olhos continuam vulneráveis aos reflexos solares. As crianças devem ser sempre protegidas da radiação UV. Proteja os seus olhos com chapéus e óculos de sol. Na hora de adquirir seus óculos de sol o primeiro cuidado é procurar uma ótica de confiança, para que a qualidade das lentes corresponda às suas necessidades de proteção. 


1 Imóveis Por Eduardo Bauer

imoveis@revistaenergiafm.com.br

Novo cenário e perspectivas no mercado imobiliário Indiscutivelmente, o ano de 2014 não foi dos melhores para a construção civil em geral

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lém da suposta bolha imobiliária que diziam estar para explodir, o Brasil recebeu a Copa do Mundo, tirando o foco dos possíveis compradores e, pouco tempo depois, realizou a eleição presidencial, momento que levou o mercado geral a muitas incertezas. Motivos que fizeram com que o setor imobiliário sofresse seus dois piores meses da última década (julho e outubro) e, consequentemente, a um ano de estagnação, para não dizer de leve queda. Segundo pesquisa realizada a pedido das loteadoras e incorporadoras brasileiras em outubro de 2014, 70% dos consumidores consideraram o preço dos imóveis muito caros. Porém, já em pesquisa recentemente realizada, 46% dos consumidores dizem sentir que os preços foram reajustados e os consideram justos. O fato é que os proprietários dos imóveis novos e usados tiveram que baixar o preço no segundo semestre de 2014 em até 15% para que pudessem realizar a venda, o que fez com que o mercado recuperasse forças e voltasse a fluir, crescer.

Em Jaú não foi nada diferente, com exceção do mercado de imóveis para consumidores de baixa renda, que puderam adquirir seu primeiro imóvel através do plano do governo federal “Minha casa, minha vida”, tendo milhares de novos lares na terra roxa no ano passado. Atualmente o mercado imobiliário tem boas perspectivas, tanto no cenário nacional quanto em Jaú, onde haverá diversas novas casas populares a serem entregues no nosso município, além de novos loteamentos em trâmite na Prefeitura, verticais e horizontais. Assim, certamente, a população terá muito mais opção e ofertas para este ano promissor que se inicia. Portanto, bons negócios a todos. 

O mercado imobiliário tem boas perspectivas, tanto no cenário nacional quanto em Jaú

Revista Energia 71


Imagem: Internet

Legislação

As Diretrizes Orçamentárias do Governo A Lei de Responsabilidade Fiscal (FRF) define como o governo federal, estados e municípios podem aplicar o dinheiro público

Texto Ricardo Izar |Colaboração Luís Filipe Nazar 72 Revista Energia


E

la estabelece os limites para essas despesas e tem como um dos objetivos evitar que os governantes gastem mais recursos do que dispõem mantendo, assim, as contas públicas em dia. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) orienta a preparação dos Orçamentos Públicos, definindo quais despesas serão ou não obrigatórias e, entre outros pontos, qual deverá ser a poupança a ser feita pelo país. Ou seja, a LDO é aquela que estabelece as metas e prioridades orçamentárias do governo, incluindo a previsão de despesas, e também serve de base para orientar a elaboração do Orçamento Geral da União. A LRF define, em seu artigo 4º, que um dos objetivos da LDO é o “equilíbrio entre receitas e despesas”. O parágrafo 1º desse mesmo artigo diz: “Integrará o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias o anexo de metas fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes”. Na hipótese de descumprimento da meta de superávit primário, nome técnico para a poupança no setor público, a irresponsabilidade fiscal é definida como crime de responsabilidade, motivo, inclusive, até para um eventual impeachment. A LDO fixou a meta de superávit primário para 2014 em R$ 116,1 bilhões. O governo já havia aprovado no Congresso autorização para descontar dessa meta até R$ 67 bilhões. Ocorreu, no entanto, o pior cenário: o governo perdeu o controle sobre os gastos e o Tesouro Nacional acumulou, até o mês de setembro de 2014, um déficit de mais de R$ 15,7 bilhões! Frente ao não cumprimento da Lei, o Palácio do Planalto pediu ao Congresso autorização para descontar da meta, sem limites, todos os investimentos que fez em obras do PAC e 100% da perda de receita que teve com as desonerações tributárias. Gastos que já somam R$ 130,4 bilhões. Ou seja, ao invés de descontar da meta de superávit os R$ 67 bilhões já previstos na LDO, o desconto passaria para R$ 130,4 bilhões. Como essa cifra é superior do que a própria meta de R$ 116,1 bilhões, a manobra de mudança na LDO tem um único objetivo: salvar a presidente Dilma do crime de responsabilidade previsto na Constituição Federal e na Lei 1.079. Seguindo as minhas convicções, e de forma contrária à orientação do meu partido que estava apoiando a base governista, votei contra essa manobra do governo para legalizar o seu excesso de gasto. Para 2015 o governo federal estabeleceu novas previsões econômicas, e a meta de superávit foi reduzida em R$ 30,7 bilhões em relação ao previsto inicialmente, em abril de 2014. O novo texto foi aprovado em votação simbólica, sem a chance da oposição se rebelar contra a medida. Pela nova redação, a meta de superávit primário ficou em R$ 55,3 bilhões, ante os R$ 86 bilhões iniciais. O texto inclui, ainda, o chamado orçamento impositivo, dispositivo que obriga o governo federal a pagar as emendas parlamentares individuais. O valor para cada parlamentar ficou fixado em R$ 16,3 milhões, o que somará R$ 9,7 bilhões ao longo do ano.

Seguindo as minhas convicções votei contra a manobra do governo para legalizar seu excesso de gasto Impor a redução na meta do superávit e oferecer como moeda de troca aos parlamentares a implementação do orçamento impositivo, medida que já deveria ser uma prática habitual, já que garante a igualdade entre os parlamentares da base governista e da oposição, é uma medida, no mínimo, antiética. Concluo enfatizando que a falta de planejamento ou excesso de gastos do governo não pode fundamentar a alteração para o aumento do limite de gastos, sob pena de tornarmos qualquer regramento referente ao cumprimento de metas inócuo, pois basta alterá-lo em caso de descumprimento. 

Deputado Federal Ricardo Izar Economista, coordenador para o Sudeste da Frente Parlamentar em Defesa do Consumidor de Energia Elétrica e membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal, Presidente da Frente Parlamentar de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, Membro do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados

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