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JORNALISMO COMUNITÁRIO, DE FATO!

Novembro/2016/Ano 5/Edição 53 Está olhando o que?? É GRÁTIS!! PEGUE O SEU!

SEGURANÇA: UM ANO DEPOIS

Recorte da capa da Folha de setembro de 2015, com matéria sobre a travessia elevada no colégio

LEIA MAIS:

Emildo Coutinho

EDITORIAL PÁG. 2 INGLÊS PÁG. 2

CURTAS E RÁPIDAS PÁG. 2 TEATRO PÁG. 5 NOVELA PÁG. 6

PALAVRA CRUZADA Recentemente o Colégio Estadual Santa Cândida, na rua Theodoro Makiolka, no bair- PÁG. 6 ro Santa Cândida, foi contemplada com a construção de uma travessia elevada. A obra CORAÇÃO havia sido prometida a Mário Mezaque em 2015, após solicitação enviada à Prefeitura de DE

Curitiba, através da Regional Boa Vista em 2014. A Folha Curitibana havia divulgado, ESTUDANTE em sua edição de dezembro do ano passado, o trabalho de Mezaque em relação ao aumento PÁG. 7 de segurança nas escolas da região, bem como o comunicado por parte da administração pública dizendo que a obra seria executada em 2016. “Fiquei muito feliz quando vi o cum- HORÓSCOPO PÁG. 7 primento do que foi prometido”, disse Mezaque à Folha. Leia mais na página 3.

Aprenda a fazer um delicioso panetone caseiro com a receita que nossa colunista Elisama Mendes de Moraes pesquisou no site do TudoGostoso. Ótima dica para o Natal que está chegando! Veja a receita completa, com ingredientes e modo de fazer em nossa coluna sobre receita na página 8.

TudoGostoso

Solicitação para travessia elevada em escola é executada; Mário Mezaque havia pedido a obra em 2014 Aprenda a fazer panetone caseiro


2 Curitiba, novembro de 2016

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CURTAS E RÁPIDAS

EDITORIAL

Mais uma travessia elevada para escola da região

O assunto de capa desta Folha Curitibana é mais uma vitória para toda nossa comunidade ou, mais precisamente, estudantes do Colégio Estadual Santa Cândida e transeuntes da região. Tratase da travessia elevada que havia sido prometida a Mário Mezaque em dezembro do ano passado. Se consideramos que o pedido foi feito em setembro de 2014 foram mais de dois anos de espera! Mas valeu a pena. Nós, da Folha Curitibana, temos tudo registrado através de nossas edições, assunto da capa deste novo número do jornal. Nosso objetivo, que conta sempre com o apoio de homens de boa vontade, como Mezaque, é trabalhar para as comunidades da região, as vilas, os bairros, as ruas, as avenidas, as pessoas, os

Cartão de crédito

moradores, enfim, tudo aquilo que envolve o universo do verdadeiro jornalismo comunitário. Infelizmente, para que este trabalho seja desenvolvido, precisamos de recursos financeiros. E, com a crise que o país está passando, temos atrasado nossas publicações mensais diante da dependência de anúncios do Governo Estadual. Assim pensando, este novo número da Folha é uma vitória, visto que continuamos a circular, divulgando matérias exclusivas e especialmente elaboradas para este tabloide. Também temos orgulho de usarmos as mais diversas redes sociais para divulgar nosso trabalho, entra elas Facebook, YouTube e LinkedIn, sempre buscando beneficar nossos caros leitores e anunciantes.

Procura de pai desaparecido: a moradora da região, Carla Luana, está a procura do pai Maurício Diduch, desaparecido. Ele foi candidato a vereador em Curitiba em 1988. Carla também é filha Jucelia Taborda. Quaisquer informações podem ser enviadas à Folha Curitibana.

Crédito estudantil

LÍNGUA ESTRANGEIRA

Um canal criado no YouTube pelo jornalista e professor de inglês Emildo Coutinho — editor desta Folha Curitibana — aborda, através de videoaulas as características do inglês falado ou coloquial. “São aulas de forma bem tradicionais”, explica ele, “isto é, uso giz e quadro escuro para abordar fonética e símbolos fonéticos, isto é, os sons que dificultam a compreensão por parte do aluno ou aprendiz”. A definição do canal já diz tudo: “você estuda inglês e não consegue entender o que os nativos falam ou ainda ver filmes sem legendas? Isso acontece porque não está sendo instruído quanto às reduções da fala, algo pouco — ou quase nada — ensinado no Brasil. Faça um curso focado exclusivamente no idioma como ele é pronunciado de fato e verá (ou melhor, ouvirá) a diferença!”. “É justamente isto”, continua Coutinho, “se não formos orientados quanto ao idioma realmente falado pelos nativos, em seu dia a dia, utilizando a língua como ferramenta de comunicação, de forma natural, jamais atingiremos

o status de verdadeiramente fluentes”. Segundo o professor, as mais diversas metodologias utilizadas no Brasil, por mais boas que sejam, não vão a fundo nesta questão. “Ensinar pronúncia utilizando símbolos da tabela fonética internacional é algo que assusta os professores ou instrutores de idiomas”, critica ele. “Com isso, quem perde é o aprendiz e, numa esfera maior, colabora para a ineficiência do brasileiro quanto ao domínio do idioma, fato comprovado não somente por brasileiros mas também por turistas que vizitam nosso país”. Coutinho explica que quando o estudante é orientado para os sons cuidadosamente explicados e trabalhados, ele logo vê a diferença e a frase “ninguém jamais me falou sobre isso” é constantemente dita. “Espero um dia ver o Brasil mudar este paradigma”, diz ele animado. “Não podemos, jamais, perder a esperança, afinal, somos um povo muito talentoso. Serviço: Gotcha — inglês falado; YouTube/Gotcha inglês falado; whatsapp 99761-6793; www.inglesfalado.com.br

Reprodução

Canal no YouTube dá dicas sobre a pronúncia do inglês falado Da redação

Um levantamento feito pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) pesquisou seis países latinos americanos e mostrou que a taxa cobrada no rotativo do cartão de crédito é dez vezes maior no Brasil do que no segundo colocado, o Peru. A pesquisa incluiu 181 cartões de dezessete instituições financeiras. Com essa realidade, se um consumidor tiver uma fatura de 1 mil reais e pagar apenas o valor mínimo, que é de 15%, em um ano ele terá uma dívida de 10 mil reais. Foi dada a largada na temporada de vestibulares para as universidades em 2017 e muitos já pensam na melhor forma de custear as mensalidades. Uma dessas opções é o financiamento PRAVALER, que já ajudou 80 mil alunos a concluírem a graduação. O estudante paga metade da mensalidade durante o curso e a outra metade após a conclusão. Assim, as mensalidades passam a caber no bolso e pode-se optar pelo curso que desejar, não o que se pode pagar, já que há pelo menos o dobro do tempo para quitar as mensalidades.

Educação pública

Imagem do canal no YouTube: dicas sobre o inglês coloquial

TELEFONES ÚTEIS Água e Esgoto.........................115 Ambulância........................... 192 Correios (Capital)........3003-0100 Corpo de Bombeiros...............193 Defesa Civil............................199 Delegacia da Mulher....3223-5323 Detran..........................3361-1212 Disque Denúncia.....................181 Guarda Municipal...................153

Polícia Rodoviária Estadual....198 Polícia Rodoviária Federal......191 Polícia Federal........................194 Polícia Civil............................197 Polícia Militar.........................190 Regional Boa Vista..... 3313-5710 SAMU....................................192 SIATE ....................................193 SOS Criança...........................156

O Ministério da Educação liberou em novembro mais R$ 44,3 milhões de assistência estudantil para atendimento de estudantes de baixa renda das universidades e institutos federais. A assistência garante igualdade de oportunidades, dando apoio para moradia estudantil, alimentação e transporte. O atual governo liberou, desde quando assumiu, R$ 788.904.480,22 para assistência estudantil em todo o Brasil, visando garantir a permanência acadêmica de estudantes de baixa renda nas universidades e institutos federais. O Plano de Assistência Estudantil (Pnaes) permite ao estudante melhoria do desempenho acadêmico e igualdade de oportunidades, oferecendo assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, saúde, inclusão digital, cultura, esporte, creche e apoio pedagógico. As ações do Pnaes são executadas pela própria instituição de ensino, que acompanha e avalia o desenvolvimento do programa.


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CAPA

Curitiba, novembro de 2016 3

Colégio Estadual Santa Cândida tem travessia elevada para aumentar a segurança de alunos e transeuntes Da reportagem local

Depois de mais de dois anos, houve a vitória: a travessia elevada em frente ao Colégio Estadual Santa Cândida. Solicitada por Mário Mezaque exatamente em 22 de setembro de 2014, em dezembro de 2015 ele recebeu um comunicado da Prefeitura de Curitiba dizendo que a obra seria realizada em 2016. O assunto foi divulgado por esta Folha Curitibana na ocasião (veja reprodução ao lado). Agora, prestes a findar 2016, vemos a execusão da obra. “Não importa, muitas vezes, o tempo levado, mas sim a benfeitoria realizada”, disse Mezaque animado com sua conquista. “Eu acredito que isso não venha desmerecer o reconhecimento da administração pública que tão gentilmente tem nos atendido sempre que precisamos”. Mezaque contou à reportagem da Folha que estava muito preocupado com a falta de segurança no referido colégio. “Este assunto, aliás, sempre foi uma de minhas grandes preocupações. Eu tenho duas filhas, sei o que é ficar preocupado com a segurança de um filho”, conta ele.

SINCEROS VOTOS

Desejos a todos um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!! Mário Mezaque Colunista da Folha

Desejo a você leitor desta Folha Curitibana, morador da região, comerciante, empresário — enfim, toda essa gente do bem que faz o Norte de Curitiba ser uma das melhores regiões da cidade — um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. Que em 2017 possamos ter uma vida melhor e ver nosso país em uma situação mais digna como ele merece. Vou continuar sempre acreditando em um futuro promissor, no qual todos, independentemente de religião, ideologias e estilo de vida, possam viver com mais segurança, mais tranquilidade e paz. A todos, mais uma vez, quero dizer que me sinto orgulhoso de fazer parte, de uma ou outra forma, da vida de vocês. Boas festas e paz para todos nós amigos, clientes e parceiros!!

Acima, texto publicado nesta Folha Curitibana sobre as travessias elevadas; abaixo, o obra executada no Colégio Santa Cândida Emildo Coutinho


4 Curitiba, novembro de 2016

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www.folhacuritibana.com.br TEATRO

Estudantes da região oferem peça teatral gratuitamente Gabriele Mikosz

Cena da peça Outra Chance Da redação Atenção escolas interessadas em levar cultura para seus alunos: o grupo teatral Sétima Cena, formado por estudantes da região e dirigido por Felipe Quadra, encena gratuitamente a peça Outra Chance em instituições de ensino. Escrita também por Felipe Quadra, a peça tem no elenco Ketlin Nichak (colunista desta Folha Curitibana), Layla Oliveira, Rodrigo Cruz, Jessica Tavares, Milena Martins, Rafaella Moraes e Flávia Soares. O espetáculo aborda o questionamento de uma enfermeira sobre o quanto somos egoístas com nossos problemas ao comparar situações do cotidiano de pessoas saudáveis com o dia a dia de quem frequenta o drama dos hospitais. Entre os casos que marcaram sua vida encontramos Glória, funcionária do hospital; Carmen e sua filha Amanda que precisa urgente de uma doação de medula óssea; Vera, uma paciente idosa e solitária; e a história de Eric e Dália que precisam vencer suas diferenças e superar a leucemia e a depressão respectivamente. “Que problemas podemos ajudar a resolver antes que o nosso corpo pare de pulsar?”, questiona o texto. O grupo tem página no Facebook e pode ser contactato através do Tim/WhatsApp 998711808. Fica aqui a dica escolas!!

Curitiba, novembro de 2016

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6 Curitiba, novembro de 2016

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Personagens fictícios e reais se misturam – desde Lodovico Geronazzo até os dias de hoje – para contar uma saga através da qual não faltam lendas, “causos”, boatos e mistérios sobre uma floresta, mesclados com estórias de amor e paixão, em um tempo quando as longas estradas de campo começaram a cortar as terras do Boa Vista e região, ligando as chácaras e os loteamentos. Alguns capítulos trazem ilustrações feitas pelo artista plástico, escritor, poeta e professor de arte Esleonir Martins. Não percam, em cada número da Folha Curitibana, a novela transcorrerá. Capítulos anteriores podem ser lidos no site www.folhacuritibana.com.br Capítulo 53 Gina voltou para casa, finalmente. Durante alguns dias tudo parecia estar em seu devido lugar. Angela ficava observando a filha, muitas vezes de longe, com uma imensa alegria interior, um sentimento recorfortante de ter sempre perto alguém muito amado e que se quer proteger a todo instante. Meu pai continuava sabendo de tudo isto através das histórias de D. Olga Strabisky. Já tinha voltado a trabalhar e logo chegou o Natal. Liguei para desejar-lhe boas festas. Fiquei triste ao saber que estava sozinho. — Nossa, pai! Por que não procurou passar com alguém, do trabalho, parente, sei lá... — Tô bem, filho, não se preocupe comigo. Detectei no tom de sua voz um quezinho de rancor pelo fato de não ter incentivado o abandono do emprego concursado para se aventurar em uma nova vida nos States. — Me preocupo sim, pai — e fui direto ao assunto — não adianta cê ficar chateado comigo. Podemos conversar melhor sobre sua vinda, a situação aqui tá complicada após o 11 de setembro, mas quem sabe pode vir passear e sentir a coisa como é, entende? Continuamos conversando, trocando ideias e logo ele pareceu mais natural. Me contou as novas histórias da velha polonesa e o quanto apreciava estar com ela. Falou sobre os colegas na Prefeitura, as picuínhas internas e eternas, a política do prefeito, a cidade, as avenidas, as ruas... — Ai, pai, não imagina a saudade que tenho... — Imagino sim, filho; você é como eu, ligado afetivamente ao lugar onde nasceu, o chão em que pisou, as ruas em que andou, os prédios e construções que estava acostumado a olhar. Também falei de meus amigos brasileiros. E do quanto estávamos sofrendo com a política de tortura psicológica que o governo Bush estava fazendo sobre a população. — Lembra o discurso de Ritler, pai!! Falamos sobre outras coisas e voltamos a falar sobre assuntos já abordados antes, como as típicas conversar jogadas fora. Até que retornamos a D. Olga Strabisky. — Escuta só tudo o que ela me disse, filho...

CORAÇÃO DE ESTUDANTE

Perigo

Ketlin Nichak Colunista da Folha Se me fosse dada a frieza do fundo do oceano eu diria tudo que está há tanto tempo entalado em minha garganta, arranhando minhas cordas vocais e fazendo minha voz sair desanimada e rouca. Contaria sobre como nem de longe você é dono de todas as minhas preocupações, mas que, infelizmente, ocupa uma parte considerável da minha mente. Com essa voz rouca, eu tentaria gritar como não posso evitar escrever poemas ou construir cenas sobre isso. Nada disso é trágico. Só é uma infeliz inconveniência que estou sendo obrigada a sentir. Se me fosse dada a insensibilidade das pedras, eu bateria sua cabeça na parede em um piscar de olhos. Entre as minhas duas mãos tensas eu iria segurar seu rosto, enterraria meus olhos nos seus e faria essas coisas que pensa ao meu respeito se tornarem realidade. Poderia ser cruel sem remorsos. Teria a chance de fazer você engolir aquela vontade de gritar que guardo há anos, já

velha mas não menos intensa. Te faria aguentar o medo que você aparenta ter de mim. Mas não, minha insensibilidade se nega a chegar nesse ponto. Ah, se me fosse dada a coragem dos pássaros que morrem ao tentar voar, me calaria por alguns minutos e você poderia experimentar do meu silêncio. Pararia de compensar essas palavras que quero dizer com qualquer assunto apropriado. Me negaria a falar contigo se não fosse pra discutir esse seu medo que me faz calar. Não estou apenas complicando as coisas, as coisas já estão complicadas. Talvez te arrancasse da minha vida com raiz e tudo, ainda tem tempo, posso evitar grandes problemas no futuro. Porém, me falta a frieza, a insensibilidade e a coragem pra enfrentar aquilo aparentemente tão simples. Ketlin Nichak é estudante de teatro, faz parte do grupo teatral Sétima Cena e mora no Bacacheri. Pedro Henrique de Moraes Coutinho está no 3º ano do ensino fundamental na Escola Nossa Senhora de Nazaré, no Boa Vista

Pedro Henrique Desenhista da Folha


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Horóscopo

e buse de sua criatividade. Evite Amanda Astral críticas na relação. Número da Colunitsta da Folha sorte: 128. Cor: prata. Mensagem astral: “Tente sempre ser um pouco mais simpático do que o No amor diálogos e planos para necessário.” o futuro devem ser colocados em prática com fé e otmismo. Faça Siga com disposição para busum programa a dois para melhorar car seus desejos de crescimento, a relação. Número da sorte: 804. o campo profissional exige mais Cor: lilás. Mensagem Astral: “O estudos, pesquisas e concentramedo é uma jaula onde você fica ção. Número da sorte: 061. Cor: preso. A fé é a chave que o liberta. branca. Mensagem astral: “O ” rio atinge seus objetivos, porque aprendeu a contornar os obstácuDe mais mais atenção a quem los.” você ama. Não deixe de lado os assuntos afetivos. Controle o seu nervosismo com exercicios fi- No amor ao defender suas necessicos, massagens ou meditação. sidades poderá enfrentar atritos, Número da sorte: 180. Cor: ce- seja forte. Procure poupar e ecoleste. Mensagem astral: “Existe nomizar para sair do vermelho. um lugar especial no seu coração Número da sorte: 571. Cor: rosa. que somente Deus pode preen- Mensagem astral: “Um coração cheio de amor jamais envelhece.” cher.” Busque seus dons e talentos para ganhar um dinheiro extra e possivelmente você poderá ver um futuro promissor de onde nem esperava. Você estará mais sensual hoje, aproveite para apimentar a relação. Número da sorte: 767. Cor: laranja. Mensagem astral: “Mensagem Astral: A ambição é serva ou mestra. O segredo é saber o papel dela na sua vida.” No amor é melhor repensar a vida afetiva e dialogar com sinceridade para resolver conflitos. Cuidado com gastos desnecessários. Número da sorte: 089. Cor: rosa. Mensagem astral: “Uma longa viagem começa com um único passo.” Procure ser mais tolerante, porque as No amor pequenas discussões não devem ser levadas a sério. Pratique sua espiritualidade com meditação e orações se necessário procure ajuda profissional. Número da sorte: 640. Cor: prata. Mensagem astral: “O sol de seu sorriso pode afugentar as nuvens da vida de alguém hoje.” Tudo o que você fizer com fé e com pensamentos positivos lhe trará um resultado surpreendente. Algo que você deseja a muito tempo está mais proximo do que você imagina. Número da sorte: 45. Cor: marfim. Mensagem astral: “Amigo é a pessoa que sabe tudo sobre você e ainda assim te quer bem.” Um romance rotineiro pode estar precisando de novo ânimo use

O período é favorável, entretanto não pense que você está seguindo na direção errada, apenas confie em Deus e faça a sua parte com esforço e o resultado virá em breve.. Número da sorte: 104. Cor: dourada. Mensagem astral: “Ou nós encontramos um caminho, ou abrimos um.”

Não queira que os resultados sejam imediatos, ou será tomado pela angústia com calma e perserverança as coisas se encaminham.. No amor não sufoque o par. Número da sorte: 223. Cor: cobre. Mensagem astral: “A verdade é a fortaleza dos inocentes.”

Apesar dos problemas a sua fé e esperança garantirão a tranqüilidade. No amor a rotina deve ser transformada, ouse de mensagens, palavras carinhosas e sedutoras e até mesmo um pouco mais picante para aquecer a relação. Número da sorte: 382. Cor: bordô. Mensagem astral: “Tudo aquilo que uma pessoa pode imaginar, outras podem tornar real.” Amanda Astral é astróloga e terapeuta naturalista (CRT-PR 1145); trabalha com cartas, búzios e tarot; contatos: 31557055/9742-0808; endereço: av. Marechal Deodoro, 51/605/ w w w.tendaes oterica.com/ Facebook:Amanda Astral/Pergunteparaamanda;colunista no jornal AcheiUSA:www.acheiusa.com

Curitiba, novembro de 2016 7

Ilusões perdidas

O jornalista Emildo Coutinho, editor desta Folha Curitibana, conta fatos de sua experiência profissional desde os tempos da formação acadêmica. Os textos serão publicados na versão impressa e também na fanpage do jornal, sempre levando em consideração os espaços disponíveis neste tabloide.

Através de contratos de trabalho, crachás e cartões vejo minha experiência como jornalista transcorrer e as ilusões se distanciando

Emildo Coutinho Editor da Folha Ao falar por telefone com o presidente do Sindicato dos Taxistas do Estado do Paraná (SINDITÁXI-PR) — instituição para a qual faço um jornal mensal, através de minha empresa — fico sabendo que há um crachá para mim, “contendo foto e profissão”, disse ele. O presidente envia a imagem do documento via Whats e quando vejo meu retrato, logo vem o gancho para este novo assunto nesta quase sempre dolorosa coluna Ilusões Perdidas. Sim, de contrato em contrato, de crachá em crachá, de cartões em cartões, tenho contemplado minha experiência profissional transcorrer, ao passo em que vou ficando mais velho, mais experiente e vendo as ilusões ficarem cada vez mais distante, onde deixei pedaços de mim em ninhos de cobras, dormindo com o inimigo e perdendo grandes oportunidades por falta de experiência e malícia. Selecionei alguns marcos, dentre muitos que tenho, afinal, o espaço aqui não é muito grande, especialmente para um assunto tão sem importância para você, caro leitor. Vamos lá:

Aos vinte anos fiz, por correspondência, este curso de Jornalismo de uma tal de Escolas Associadas de Cursos Livres. Atrasado em minha formação educacional e morando no cu do mundo, a paixão estava a pleno vapor.

Depois de conseguir sair da aldeia circundada por terra vermelha, perder dez quilos passando fome em Curitiba, trabalhando de dia e fazendo cursinho no Dom Bosco à noite, passei em vigésimo lugar para as quarenta vagas do

vestibular na Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Uma das versões da carteira de identidade profissional, expedida pela Federação Nacional dos Jornalistas. Orgulhoso, parei de usá-la quando vi que, além de ter que explicar do que se tratava, confundiam meu nome com o de meu pai.

Primeiro trabalho registrado em carteira, como repórter em um jornal diário. Extrema ingenuidade ao conviver com colegas vaidosos, uma bicha católica e um judeu ardiloso. Resultado: despedido em pouco mais de três meses.

Neste trabalho, supostamente para fazer assessoria de imprensa para um deputado federal, virei também motorista, secretário e escravo. Conseguido através de minha mãe, que falou com a esposa do parlamentar, paguei mais de um ano de trabalho com meu sangue, meu suor e meu esperma.

Até chegar neste jornal diário, já tinha passado por várias outras experiências, pena que não ficou nenhuma carteirinha para minha coleção. Então, vou deixá -las de lado, afinal o assunto aqui são estes “souvenirs” de dores e desiluções. Mas o diário em questão foi um antro de cobras e as espécies mais peçonhentas delas: o gay enrustido e a fêmea mal-comida.

Quanto à esta tenho muito orgulho. Havia deixado o Brasil com a esperança de aqui nunca mais pisar os pés. Nos Estados Unidos, conquistei um espaço escrevendo em inglês para um jornal local. Na carteirinha da National Newspaper Association, meu exótico nome errado. Mas não importava, era um “jornalista internacional”, mesmo que fosse um cidadão de segunda classe. E, por último, o crachá que gerou todo esse veneno, amargura e rancores destilados sobre este texto. Fui! E levo comigo minhas carteirinhas. Emildo Coutinho é jornalista, fotógrafo, professor de inglês e editor da Folha Curitibana. Com 24 anos de profissão, formou-se em 1992 pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); atuou em diversos jornais e outros meios de comunicação de massa de Curitiba e no jornaAl norte-americano Beltsville News, em Washington D.C., Estados Unidos, onde foi colunista. Atualmente também cursa Letras Inglês -Português; emildocoutinho@ gmail.com


8 Curitiba, novembro de 2016

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RECEITA

Panetone caseiro é a dica para o Natal Elisama M. de Moraes Colunista da Folha Achei esta receita muito interessante no site da TudoGostoso, enviada por um usuário do site, cujo nome é Marcio. Vamos a ela: Ingredientes: 1 kg de farinha de trigo peneirada; 3 ovos (grandes); 1 copo (americano) de açúcar; 1 pitada de sal; 2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina; 250 ml de leite morno; 50 g de fermento biológico; 300 g de frutas cristalizadas (ou cubos de chocolate); 250 g de uva passa (de preferência sem sementes); 20 ml de essência de panetone (opcional); raspas de 1 limão. Modo de preparo: Bata no liquidificador os ovos, o açúcar, a manteiga ou margarina, o leite, o fermento e a essência, por cerca de 30 segundos. Em um recipiente grande, coloque a farinha peneirada, abra um furo no centro e acrescente os ingredientes batidos. Amasse bem até que a massa se solte das mãos. Em seguida, adicione as frutas, uvas passas e raspas do limão. Distribua a massa em formas para pudim com furo central, untadas com margarina, até a metade da assadeira.

Deixe crescer até dobrar de volume. Faça um corte em x em cima da massa, pincele gemas batidas e leve para assar até dourar. Também pode ser usada uma forma de papel própria para panetone (vendida em casas do ramo) untada com margarina. Elisama Mendes de Moraes é estudante de Letras e também amante da arte da culinária. Viveu por alguns anos nos Estados Unidos, na região de Washington D.C., onde trabalhou em cozinha e conheceu diversas culturas, pratos e sabores.

Imagem do panetone caseiro postada por Marcio no site TudoGostoso.

Novembro 2016  

Jornal do bairro Boa Vista, em Curitiba, e demais adjacentes (Bacacheri, Tingui, Santa Cândida, Barreirinha, São Lourenço e Cabral). Uma das...

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