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Nelson

TRATADO de PEDIATRIA

1 9 ª EDIÇÃO

WWW.ELSEVIER.COM.BR/EXPERTCONSULT

QUEM É EXPERT CONSULTA!

KLIEGMAN

Nelson Tratado de Pediatria é reconhecido mundialmente como a referência mais confiável para as melhores práticas de cuidados pediátricos. Esta 19a edição, atualizada, conta com dois novos editores e material online. Você terá a orientação que necessita para oferecer o que há de melhor aos seus pacientes.

• Explore o conteúdo que foi substancialmente enriquecido com a grande experiência clínica em pesquisa dos dois novos editores – Joseph W. St. Geme III, MD, e Nina F. Schor, MD, PhD – que contribuem para importantes subespe­ cialidades, entre as quais doenças infecciosas e neurologia pediátricas. • Oriente a transição das crianças com doenças crônicas para os cuidados de saúde de adultos por meio de discussões sobre as necessidades gerais de saúde dos pacientes com cardiopatias congênitas, diabetes e fibrose cística. • Identifique, diagnostique e trate afecções genéticas com mais eficiência usan­ do a seção que foi ampliada e faz extensa cobertura de doenças, distúrbios e síndromes.

- consulte a qualquer momento vários capítulos disponíveis online e na íntegra; - visualize rapidamente a lista completa de referências bibliográficas. A aquisição desta obra habilita o acesso ao site www.elsevier.com. br/expertconsult até o lançamento da próxima edição em inglês e/ou português, ou até que esta edição em inglês e/ ou português não esteja mais disponível para venda pela Elsevier, o que ocorrer primeiro.

STANTON ST. GEME SCHOR BEHRMAN

Nelson

• Fique atualizado sobre recentes avanços e temas atuais, como envenena­ mento por melamina, permanência prolongada da criança gravemente enferma em ventilação mecânica, identidade sexual e homossexualidade do adolescente, transtornos comportamentais específicos de cada idade e psicose associada à epilepsia.

Este livro tem conteúdo extra e gratuito no site www.elsevier.com.br/ expertconsult. Registre o código que está no verso da capa dentro deste livro e conheça uma nova maneira de aprender:

TRATADO de PEDIATRIA

Ao conteúdo da edição original foram incluídos assuntos pertinentes à realidade brasileira através de links e de notas sobre as principais normas e diretrizes de assuntos fundamentais como: calendário vacinal, alimentação no primeiro ano de vida, tratamento de doenças como a AIDS, tuberculose e hanseníase, aspectos específicos da legislação brasileira e, especialmente, as doenças que se tornaram raras nos países desenvolvidos e nos grandes centros, mas que ainda ameaçam um grande número de brasileiros, muitas das quais estão sofrendo mudanças em sua distribuição dentro do território nacional.

19ª ED I ÇÃO

VOLUME 1 Classificação de Arquivo Recomendada PEDIATRIA

WWW.ELSEVIER.COM.BR/EXPERTCONSULT

WWW.ELSEVIER.COM.BR/EXPERTCONSULT

Nelson

TRATADO de PEDIATRIA VOLUME 1

TRADUÇÃO DA

1 9 ª ED IÇÃ O

KLIEGMAN STANTON ST. GEME SCHOR BEHRMAN

www.elsevier.com.br/medicina

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Nelson Tratado de

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Nelson Tratado de

PEDIATRIA 19ª Edição Robert M. Kliegman, MD Professor and Chair Department of Pediatrics Medical College of Wisconsin Pediatrician-in-Chief Pamela and Leslie Muma Chair in Pediatrics Children’s Hospital of Wisconsin Executive Vice President Children’s Research Institute Milwaukee, Wisconsin

Bonita F. Stanton, MD

Joseph W. St. Geme III, MD

Professor and Schotanus Family Endowed Chair of Pediatrics Pediatrician-in-Chief Carman and Ann Adams Department of Pediatrics Children’s Hospital of Michigan Wayne State University School of Medicine Detroit, Michigan

James B. Duke Professor and Chair Department of Pediatrics Duke University School of Medicine Chief Medical Officer Duke Children’s Hospital and Health Center Durham, North Carolina

Nina F. Schor, MD, PhD

Nonprofit Healthcare and Educational Consultants to Medical Institutions Santa Barbara, California

William H. Eilinger Professor and Chair Department of Pediatrics Professor Department of Neurology Pediatrician-in-Chief Golisano Children’s Hospital University of Rochester Medical Center Rochester, New York

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Richard E. Behrman, MD

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© 2014 Elsevier Editora Ltda. Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por Saunders – um selo editorial Elsevier Inc. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros. ISBN: 978-85-352-5126-5 ISBN (versão eletrônica): 978-85-352-7588-9 ISBN (plataformas digitais): 978-85-352-6897-3 Copyright © 2011, 2007, 2004, 2000, 1996, 1992, 1987, 1983, 1979, 1975, 1969, 1964, 1959 by Saunders, an imprint of Elsevier Inc. Chapter 228: “Malassezia” by Martin E. Weisse and Ashley Maranich is in the public domain. This edition of Nelson Textbook of Pediatrics, 19th edition by Robert M. Kliegman, Bonita F. Stanton, Joseph W. St. Geme III, Nina F. Schor, Richard E. Behrman is published by arrangement with Elsevier Inc. ISBN: 978-1-4377-0755-7 Capa Mello e Mayer Design Editoração Eletrônica Thomson Digital Elsevier Editora Ltda. Conhecimento sem Fronteiras Rua Sete de Setembro, n° 111 – 16° andar 20050-006 – Centro – Rio de Janeiro – RJ Rua Quintana, n° 753 – 8° andar 04569-011 – Brooklin – São Paulo – SP Serviço de Atendimento ao Cliente 0800 026 53 40 atendimento1@elsevier.com Consulte nosso catálogo completo, os últimos lançamentos e os serviços exclusivos no site www.elsevier.com.br NOTA Como as novas pesquisas e a experiência ampliam o nosso conhecimento, pode haver necessidade de alteração dos métodos de pesquisa, das práticas profissionais ou do tratamento médico. Tanto médicos quanto pesquisadores devem sempre basear-se em sua própria experiência e conhecimento para avaliar e empregar quaisquer informações, métodos, substâncias ou experimentos descritos neste texto. Ao utilizar qualquer informação ou método, devem ser criteriosos com relação a sua própria segurança ou a segurança de outras pessoas, incluindo aquelas sobre as quais tenham responsabilidade profissional. Com relação a qualquer fármaco ou produto farmacêutico especificado, aconselha-se o leitor a cercar-se da mais atual informação fornecida (i) a respeito dos procedimentos descritos, ou (ii) pelo fabricante de cada produto a ser administrado, de modo a certificar-se sobre a dose recomendada ou a fórmula, o método e a duração da administração, e as contraindicações. É responsabilidade do médico, com base em sua experiência pessoal e no conhecimento de seus pacientes, determinar as posologias e o melhor tratamento para cada paciente individualmente, e adotar todas as precauções de segurança apropriadas. Para todos os efeitos legais, nem a Editora, nem autores, nem editores, nem tradutores, nem revisores ou colaboradores, assumem qualquer responsabilidade por qualquer efeito danoso e/ou malefício a pessoas ou propriedades envolvendo responsabilidade, negligência etc. de produtos, ou advindos de qualquer uso ou emprego de quaisquer métodos, produtos, instruções ou ideias contidos no material aqui publicado. O Editor CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ N349 Nelson, tratado de pediatria / Robert M. Kliegman... [et al.] ; [tradução de Silvia Mariângela Spada]. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2014. 4992 p. : il. ; 28 cm Tradução de: Nelson, textbook of pediatrics, 19th ed Apêndice Inclui bibliografia ISBN 978-85-352-5126-5 1. Pediatria. 2. Lactentes - Doenças. I. Kliegman, Robert M. II. Berhman, Richard E. 13-0264. 14.01.13

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Esta edição é dedicada à liderança, orientação intelectual e sabedoria editorial de Richard E. Behrman. O comprometimento monumental de Dick com o campo da pediatria se estende por mais de cinco décadas como editor, professor, pesquisador e clínico, contribuindo grandemente para o crescimento da profissão e a melhoria da saúde e do bem-estar das crianças em todo o mundo. Temos o privilégio de trabalhar com Dick e somos gratos a ele por seus sólidos conselhos e orientação.

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Revisão Científica e Tradução Supervisão da Revisão Científica e Adaptação para o Brasil Maria Tereza Gutierrez Pediatra. Doutora em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Ex-Diretora do Departamento de Pediatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

REVISÃO CIENTÍFICA Parte 1 O Campo da Pediatria Rogerio Pecchini Doutor em Medicina pela FCMSCSP. Diretor do Departamento de Pediatria e Puericultura da Santa Casa de Misericórdia São Paulo Parte 2 Crescimento, Desenvolvimento e Comportamento Maria Dulce Garcez Leme Cardenuto Especialista em Pediatria. Mestre em Medicina pela FCMSCSP. Especialista em Gestão em Saúde pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Maria Tereza Gutierrez Parte 3 Distúrbios Comportamentais e Transtornos Psiquiátricos Ana Regina Geciauskas Lage Castillo Médica Assistente do Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental (CAISM). Psiquiatra Infantil. Doutora em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), Departamento de Psiquiatria Parte 4 Transtornos de Aprendizagem Ana Regina Geciauskas Lage Castillo Maria Tereza Gutierrez Parte 5 Crianças com Necessidades Especiais Maria Tereza Gutierrez Parte 6 Nutrição Maria Tereza Gutierrez Mauro Borghi Moreira Medico Assistente do Departamento de Pediatria da Unidade de Endocrinologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Mestre em Medicina pela FCMSCSP Rogerio Pecchini Parte 7 Fisiopatologia dos Líquidos Corporais e Terapia Volêmica Maria Tereza Gutierrez Parte 8 Terapia Medicamentosa Pediátrica Marina Elisa de Arruda Sartori Mestre em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Médica e Professora Assistente do Pronto-Socorro Infantil (PSI) da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP) e FCMSCSP Parte 9 A Criança com Doença Aguda Ivan Pollastrini Pistelli Mestre e Doutor em Medicina pela FCMSCSP. Professor Assistente Doutor e Coordenador das Disciplinas de Emergências Pediátricas da FCMSCSP. Coordenador Médico da UTI Pediátrica do Hospital São Luiz – Unidade Morumbi. Membro do Departamento de Terapia Intensiva da Sociedade Brasileira de Pediatria. Membro do Departamento de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo Marina Elisa de Arruda Sartori Mestre em Medicina pela PUC-SP. Médica e Professora Assistente do Pronto-Socorro Infantil (PSI) da ISCMSP e FCMSCSP Maria Tereza Gutierrez Parte 10 Genética Humana Carla Franchi-Pinto Responsável pelo setor de Genética Médica do Departamento de Pediatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

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x ■ Revisão Científica e Tradução Parte 11 Distúrbios Genéticos do Metabolismo Carla Franchi-Pinto Walter Schilis Médico Pediatra. Coordenador Médico do Ambulatório de Especialidades Dr. Geraldo Paulo Bourroul da ISCMSP Parte 12 O Feto e o Recém-nascido Marcia Regina de S. A. Quedinho Mestre em Medicina pela FCMSCSP. Médica Assistente do Departamento de Pediatria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Marina Elisa de Arruda Sartori Rogerio Pecchini Parte 13 Medicina da Adolescência Maria Dulce Garcez Leme Cardenuto Maria Tereza Gutierrez Parte 14 Imunologia Maria Tereza Gutierrez Wilma Carvalho Neves Forte Coordenadora e Professora Adjunta da Disciplina de Imunologia do Depto. de Ciências Patológicas da FCMSCSP. Responsável pelo Setor de Alergia e Imunodeficiências do Depto. de Pediatria da Irmandade da Santa Casa de São Paulo. Doutora e Mestre pela FMUSP Parte 15 Distúrbios Alérgicos Luiz Fernando Bacarini Leite Médico Assistente do Setor de Alergia e Imunologia do Depto. de Pediatria da Santa Casa de São Paulo. Especialista pela Sociedade Brasileira de Alergia e Imunologia Maria da Conceição Santos de Menezes Médica Assistente do Departamento de Pediatria do Setor de Alergia e Imunodeficiências da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Mestre em Ciências da Saúde pela FCMSCSP. Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Especialista em Alergia e Imunopatologia pela Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). Especialista pela Sociedade Brasileira de Pediatria Wilma Carvalho Neves Forte Parte 16 Doenças Reumáticas na Infância Marcos Vinicius Ronchezel Reumatologista Pediátrico. Doutor em Medicina pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) Parte 17 Doenças Infecciosas Flávia Jacqueline Almeida Médica Assistente do Serviço de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de São Paulo. Professora Instrutora da FCMSCSP Maria Dulce Garcez Leme Cardenuto Maria Tereza Gutierrez Rodrigo José Sini de Almeida Médico Assistente do Pronto-Socorro Infantil da Santa Casa de São Paulo. Médico Assistente da Disciplina de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de São Paulo Parte 18 O Sistema Digestório Andrezza C. Mello Gastropediatra pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Camila Monteiro Seman Cuflat Professora Assistente da Disciplina de Gastroenterologia Pediátrica da ISCMSP Lygia de Souza Lima Lauand Médica Gastroenterogista Pediatra. Médica Segunda Assistente do Serviço de Pediatria da Santa Casa de São Paulo Maria Tereza Gutierrez Marina Elisa de Arruda Sartori Monica Maria Gomes Ferreira Graduada em Medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes. Segunda Assistente do Departamento de Pediatria e Puericultura da Santa Casa de São Paulo Parte 19 Sistema Respiratório Maria Tereza Gutierrez Parte 20 Sistema Cardiovascular Liane Hülle Catani Especialista pela AMB em Pediatria, Cardiologia Pediátrica e Medicina do Exercício e Esporte. Médica responsável pela Disciplina de Cardiologia Pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

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Revisão Científica e Tradução ■ xi

Parte 21 Doenças do Sangue Helena Reis Marcellino da Silva Especialista em Hematologia e Hemoterapia pela Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH). Especialista em Oncologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC). Médica Assistente do Serviço de Oncologia e Hematologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Luiz Fernando Bacarini Leite Maria Tereza Gutierrez Paula Bruniera Doutora em Medicina pela FCMSCSP. Professora Assistente e Chefe da Clínica de Onco-hematologia Pediátrica do Hospital Central da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Parte 22 Câncer e Tumores Benignos Paula Bruniera Parte 23 Nefrologia Eliana Biondi Medeiros Guidoni Professora Assistente da FCMSCSP. Médica Assistente do Serviço de Nefrologia Infantil da Santa Casa de SP Olberes Vitor Braga de Andrade Chefe do Setor de Nefrologia Pediátrica da Santa Casa de São Paulo. Mestre em Nefrologia pela UNIFESP. Doutor em Medicina (Pediatria) pela FCMSCSP. Médico do CTI Pediátrico do Hospital Israelita Albert Einstein Simone Paiva Laranjo-Martins Mestre em Pediatria pela FCMSCSP. Assistente de Nefropediatria do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo-IAMSPE. Assistente do Serviço de Nefropediatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Tais Helena Mastrocinque Médica Assistente e Instrutora de Ensino do Departamento de Pediatria e Puericultura da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Mestre em Medicina pela FCMSCSP. Nefrologista Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Nefrologia. Assistente do Setor de Nefrologia Pediátrica do Departamento de Pediatria e Puericultura da Santa Casa de São Paulo Vanda Benini Médica Assistente do Departamento de Pediatria da FCMSCSP, Setor de Nefrologia Pediátrica. Coordenadora dos Transplantes Renais Pediátricos da Santa Casa de São Paulo. Médica Responsável pelo Serviço de Nefrologia Pediátrica do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus de São Paulo. Mestre em Nefrologia pela Unifesp e Doutora em Pediatria pela FCMSCSP. Parte 24 Doenças Urológicas em Recém-nascidos e Crianças Daniela Patrícia Palmeira S. da Cunha Médica Assistente do Serviço de Cirurgia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia. Coordenadora do Ambulatório de Bexiga Neurogênica da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Responsável pelo Serviço de Cirurgia Pediátrica do Hospital São Luiz Itaim Maria Tereza Gutierrez Marina Elisa de Arruda Sartori Parte 25 Problemas Ginecológicos da Infância Maria Tereza Gutierrez Parte 26 Sistema Endócrino Carlos Alberto Longui Pós-doutorado em Medicina pelo NIH, EUA. Professor Adjunto de Endocrinologia e Ciências Fisiológicas da FCMSCSP. Chefe da Unidade de Endocrinologia Pediátrica Claudia Dutra Costantin Faria Mestre em Pediatria pela FCMSCSP. Doutor em Ciências da Sáude pela FCMSCSP. Médica Assistente da Clínica de Endocrinologia Pediátrica do Hospital Central da ISCMSP Cristiane Kochi Professora Adjunta da FCMSCSP. Médica Assistente da Endocrinopediatria do Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo Eduardo Calliari Médico Assistente na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Maria Tereza Gutierrez Renata Noronha Médica Assistente do Depto. de Endocrinologia Pediátrica da Santa Casa de São Paulo. Coordenadora da Endocrinologia Pediátrica do Hospital São Luís – Unidade Anália Franco Parte 27 O Sistema Nervoso Dirce Takako Fujiwara Pediatra e Especialista em Neurologia com Área de Atuação em Neuropediatria. Doutora em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Médica Assistente da Clínica de Neuropediatria do Hospital Central da ISCMSP

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xii ■ Revisão Científica e Tradução Fernando Norio Arita Graduado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo. Doutor em Medicina (Pediatria) pela FCMSCSP. Professor e Médico Assistente da Clínica de Neuropediatria do Hospital Central da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Juliana Paula Gomes de Almeida Médica Assistente do Departamento de Pediatria e Puericultura da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – Unidade de Neurologia Pediátrica. Mestranda em Ciências da Saúde pela FCMSCSP Maria Tereza Gutierrez Sergio Vranjac Médico Assistente do Departamento de Neuropediatria da ISCMSP. Mestre em Medicina pela FCMSCSP Parte 28 Distúrbios Neuromusculares Dirce Takako Fujiwara Fernando Norio Arita Juliana Paula Gomes De Almeida Maria Tereza Gutierrez Roberta Paiva Magalhães Ortega Médica Assistente do Departamento de Neurologia Infantil da Santa Casa de São Paulo Sergio Vranjac Parte 29 Distúrbios do Olho Marcia Regina de S. A. Quedinho Maria Tereza Gutierrez Monica Maria Gomes Parte 30 O Ouvido Marcia Regina de S. A. Quedinho Monica Maria Gomes Ferreira Parte 31 A pele Lucia de Fatima Porto Mendes Taino Graduada pela Faculdade de Medicina da Fundação do ABC. Residência Médica na FCMSCSP. Especialista em Reumatologia Pediátrica e Terapia Intensiva. Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria Marcos Vinicius Ronchezel Maria Tereza Gutierrez Marina Elisa De Arruda Sartori Monica Maria Gomes Ferreira Parte 32 Distúrbios Ósseos e Articulares Liane Hülle Catani Marcos Vinicius Ronchezel Mauro Borghi Moreira Parte 33 Riscos Ambientais à Saúde Regina Grigolli Cesar Professora Doutora pela FCMSCSP. Coordenadora da UTI Pediátrica do Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo. Coordenadora da UTI Pediátrica do Hospital AC Camargo Câncer Center. Membro da AMIB e Instrutora do PFCCS. Parte 34 Medicina Laboratorial Maria Tereza Gutierrez

TRADUÇÃO Alexandre Vianna Aldighieri Soares Especialista em Clínica Médica e Endocrinologia pelo Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione Ana Letícia Siqueira Pontes Médica Assistente da Clínica Conceptus – Unidade de Medicina Fetal, SP Andréa Del Corso Tradutora pela PUC-SP, especializada em Oftalmologia

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Revisão Científica e Tradução ■ xiii

Angela Manetti Armentano Rodrigues Graduada em Medicina Veterinária pela USP Antonio Francisco Dieb Paulo Especialista em Medicina Interna e Medicina do Trabalho pela Universidade Gama Filho Barbara de Alencar Leão Martins Médica Oncologista Carlos André Oighenstein Tradutor Cecília Cerqueira Café Mendes Bióloga. Mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP Cláudia Valéria Miranda Teles Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira Denise Costa Rodrigues Pós-graduada em Tradução pela Universidade de Franca (Unifran-SP) Douglas Arthur Omena Futuro Médico Ortopedista EZ2 Translate Empresa especializada em traduções técnicas Fabiana Conti Rosé Mestre em Clínica Médica/Hematologia pela UFRJ Giselle Guimarães Gomes Mestre em Ciências Biológicas/Biofísica pela UFRJ Gustavo Morgan Horta Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia José Eduardo Ferreira de Figueiredo Médico Karina Penedo Carvalho Mestrado em Morfologia e Doutorado em Biologia Humana e Experimental pela UERJ Luciane Faria de Souza Pontes (in memorian) Doutora em Ciências Biomédicas. Professora do Curso de Especialização em Histocompatibilidade da UERJ Maria dos Anjos Santos Rouch Pós-graduação em Formação de Tradutores pela PUC-RJ Maurício Saito Diretor da Clínica Conceptus, Unidade de Medicina Fetal, SP. Mestre em Ciências de Saúde pela Fundação Lusíada, SP Milton Saito Médico Assistente da Clínica Conceptus, Unidade de Medicina Fetal, SP Natalia Ribeiro Taddei Fonoaudióloga pela UFRJ. Tradutora pelo Curso de Formação de Tradutores da PUC-RJ Natalie Gerhardt Tradutora Nelson Gomes de Oliveira Médico Nilson Clóvis de Souza Pontes Especialização em Farmacologia e Assistência Farmacêutica pela HSM Education/Universidade Corporativa Amil Priscila Geller Wolff Médica com Pós-graduação Lato Sensu em Pesquisa/Alergia e Imunologia pela USP

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xiv ■ Revisão Científica e Tradução Raymundo Sepúlveda Martagão Gesteira Associate Member, American Academy of Pediatrics Rosana Maria Rangel dos Santos Médica Infectologista Pediátrica Savitri Gomes de Aguiar Médico pela UFF-RJ Vilma Ribeiro de Souza Varga Médica pela Universidade Estadual de Campinas, SP

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Colaboradores Jon S. Abramson, MD

Karl E. Anderson, MD, FACP

Joann L. Ater, MD

Chair, Department of Pediatrics, Wake Forest University School of Medicine, Winston-Salem, North Carolina

Professor, Departments of Preventive Medicine and Community Health, Internal Medicine and Pharmacology and Toxicology, University of Texas Medical Branch, Galveston, Texas

Professor, Division of Pediatrics, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

Mark J. Abzug, MD Professor, Department of Pediatrics-Infectious Diseases, University of Colorado School of Medicine, The Children’s Hospital, Aurora, Colorado

John J. Aiken, MD, FACS, FAAP Associate Professor of Surgery, Division of Pediatric General and Thoracic Surgery, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

H. Hesham A-kader, MD, MSc Professor, Department of Pediatrics; Chief, Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition; The University of Arizona, Tucson, Arizona

Prof. Cezmi A. Akdis, MD Director, Swiss Institute of Allergy and Asthma Research (SIAF), Davos, Switzerland

Harold Alderman, MS, PhD Development Research Group, The World Bank, Washington, District of Columbia

Ramin Alemzadeh, MD Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, MACC Fund Research Center, Milwaukee, Wisconsin

Evaline A. Alessandrini, MD, MSCE Director, Quality Scholars Program in Health Care Transformation, Divisions of Health Policy/Clinical Effectiveness and Emergency Medicine, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center; Professor, Department of Pediatrics, University of Cincinnati College of Medicine, Cincinnati, Ohio

Omar Ali, MD Assistant Professor, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Namasivayam Ambalavanan, MBBS, MD Associate Professor, Division of Neonatology, Departments of Pediatrics, Cell Biology, and Pathology, University of Alabama at Birmingham, Birmingham, Alabama

Peter M. Anderson, MD, PhD Professor, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

Kelly K. Anthony, PhD Assistant Professor, Durham Child Development and Behavioral Health Clinic and Department of Psychiatry and Behavioral Sciences, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Dan Atkins, MD Associate Professor of Pediatrics, University of Colorado School of Medicine; Professor of Pediatrics, Director, Ambulatory Pediatrics, National Jewish Health, Denver, Colorado

Erika F. Augustine, MD Senior Instructor of Neurology, Division of Child Neurology, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Alia Y. Antoon, MD

Marilyn Augustyn, MD

Chief of Pediatrics, Shriners Hospital for Children; Assistant Clinical Professor, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Director, Division of Developmental and Behavioral Pediatrics, Department of Pediatrics, Boston Medical Center, Boston, Massachusetts

Stacy P. Ardoin, MD, MS

Ellis D. Avner, MD

Assistant Professor of Clinical Medicine, Ohio State University and Nationwide Children’s Hospital, Columbus, Ohio

Director, Children’s Research Institute; Associate Dean for Research, Departments of Pediatrics and Physiology, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Carola A.S. Arndt, MD Professor of Pediatrics, Pediatric Hematology-Oncology, Mayo Clinic, Rochester, Minnesota

Stephen S. Arnon, MD Founder and Chief, Infant Botulism Treatment and Prevention Program, Center for Infectious Diseases, California Department of Public Health, Richmond, California

Stephen C. Aronoff, MD Waldo E. Nelson Professor and Chairman, Department of Pediatrics, Temple University School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

David M. Asher, MD

Parvin H. Azimi, MD Director, Infectious Diseases, Children’s Hospital and Research Center at Oakland; Clinical Professor of Pediatrics, University of California, San Francisco, California

Carlos A. Bacino, MD Genetics Service Chief, Texas Children’s Hospital; Associate Professor of Genetics, Department of Molecular and Human Genetics, Baylor College of Medicine and Texas Children’s Hospital, Houston, Texas

Robert N. Baldassano, MD

Chief, Laboratory of Bacterial and Transmissible Spongiform Encephalopathy Agents, Office of Blood Research and Review, Center for Biologics Evaluation and Research (CBER), U.S. Food and Drug Administration, Rockville, Maryland

Colman Family Chair in Pediatric Inflammatory Bowel Disease; Professor, University of Pennsylvania, School of Medicine; Director, Center for Pediatric Inflammatory Bowel Disease, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Barbara L. Asselin, MD

Christina Bales, MD

Associate Professor of Pediatrics and Oncology, Golisano Children’s Hospital at Strong Pediatrics, Rochester, New York

Fellow, Division of Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania xv

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xvi ■ Colaboradores

William F. Balistreri, MD

Michael J. Bell, MD

Samra S. Blanchard, MD

Director Emeritus, Pediatric Liver Care Center; Medical Director Emeritus, Liver Transplantation, Dorothy M.M. Kersten Professor of Pediatrics, Division of Gastroenterology, Hepatology and Nutrition at Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, University of Cincinnati College of Medicine, Cincinnati, Ohio

Associate Professor of Critical Care Medicine, Neurological Surgery and Pediatrics; Director, Pediatric Neurocritical Care; Director, Pediatric Neurotrauma Center; Associate Director, Safar Center of Resuscitation Research, University of Pittsburgh School of Medicine, Pittsburgh, Pennsylvania

Associate Professor of Pediatrics; Division Head, Department of Pediatric Gastroenterology, University of Maryland, School of Medicine, Baltimore, Maryland

Robert S. Baltimore, MD Professor of Pediatrics and of Epidemiology and Public Health, Department of Pediatrics, Section of Pediatric Infectious Disease, Yale University School of Medicine, New Haven, Connecticut

Manisha Balwani, MD, MS Assistant Professor, Department of Genetics and Genomic Sciences, Mount Sinai School of Medicine, New York, New York

Shahida Baqar, PhD Head, Immunology Branch, Infectious Diseases Directorate, Enteric Diseases Department, Naval Medical Research Center, Silver Spring, Maryland

Christine E. Barron, MD Assistant Professor, Department of Pediatrics, Warren Alpert Medical School at Brown University, Rhode Island Hospital, Providence, Rhode Island

Dorsey M. Bass, MD Associate Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Stanford University School of Medicine, Division of Pediatric Gastroenterology, Palo Alto, California

Mark L. Batshaw, MD Chief Academic Officer, Children’s National Medical Center, Chairman of Pediatrics and Associate Dean for Academic Affairs, George Washington University School of Medicine, Washington, District of Columbia

Richard E. Behrman, MD Emeritus Professor of Pediatrics and Dean, Case Western Reserve University School of Medicine; Clinical Professor of Pediatrics, University of California, San Francisco, and George Washington University, Washington, District of Columbia; Director, Non-Profit Health Care and Educational Consultants, Santa Barbara, California

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John W. Belmont, MD, PhD Professor, Department of Molecular and Human Genetics, and Pediatrics, Baylor College of Medicine, Houston, Texas

Daniel K. Benjamin, Jr., MD, MPH, PhD Professor of Pediatrics, Duke University; Chief, Division of Quantitative Sciences; Director, DCRI Clinical Research Fellowship Program, Duke University Health System, Durham, North Carolina

Michael J. Bennett, PhD, FRCPath, FACB, DABCC Professor of Pathology & Laboratory Medicine, University of Pennsylvania; Evelyn Willing Bromley Endowed Chair in Clinical Laboratories & Pathology; Director, Metabolic Disease Laboratory, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Daniel Bernstein, MD Chief, Division of Pediatric Cardiology; Director, Children’s Heart Center, Lucile Packard Children’s Hospital at Stanford; Alfred Woodley Salter and Mabel G. Salter Professor of Pediatrics, Stanford University, Palo Alto, California

Jatinder Bhatia, MD, FAAP Professor and Chief, Division of Neonatology; Vice Chair for Clinical Research, Medical College of Georgia, Augusta, Georgia

Zulfiqar Ahmed Bhutta, MD, PhD

Ronald Blanton, MD, MSC Professor, Center for Global Health and Diseases, Case Western Reserve University School of Medicine, Cleveland, Ohio

Archie Bleyer, MD Clinical Research Professor, Radiation Medicine, Oregon Health & Science University, Portland, Oregon

C.D.R. Lynelle M. Boamah, MD, MEd, FAAP Staff Pediatric Gastroenterologist; Assistant Pediatric Program Director, Naval Medical Center San Diego, San Diego, California

Steven R. Boas, MD Associate Professor, Department of Pediatrics, Northwestern University Feinberg School of Medicine; Medical Director, Cystic Fibrosis Center of Chicago, Chicago, Illinois

Thomas F. Boat, MD Professor of Pediatrics, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center; Executive Associate Dean for Clinical Affairs, University of Cincinnati College of Medicine, Cincinnati, Ohio

Walter Bockting, PhD Associate Professor, Department of Family Medicine and Community Health; Coordinator of Transgender Health Services, Program in Human Sexuality, University of Minnesota Medical School, Minneapolis, Minnesota

Mark Boguniewicz, MD

Husein Lalji Dewraj Professor & Founding Chair, Division of Women & Child Health, Aga Khan University, Karachi, Pakistan

Professor, Department of Pediatrics, Division of Pediatric Allergy-Immunology, National Jewish Health and University of Colorado School of Medicine, Aurora, Colorado

Leslie G. Biesecker, MD

Daniel J. Bonthius, MD, PhD

Chief, Genetic Disease Research Branch, National Human Genome Research Institute, National Institutes of Health, Bethesda, Maryland

Professor, Departments of Pediatrics and Neurology, University of Iowa School of Medicine, Iowa City, Iowa

James Birmingham, MD Clinical Assistant Professor, Michigan State University College of Human Medicine; Division Chief, Helen Devos Pediatric Rheumatology; Adult and Pediatric Rheumatologist, West Michigan Rheumatology, PLLC, Grand Rapids, Michigan

Laurence A. Boxer, MD Henry and Mala Dorfman Family Professor of Pediatric Hematology/ Oncology, University of Michigan School of Medicine, Ann Arbor, Michigan

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Colaboradores ■ xvii

Amanda M. Brandow, DO, MS Assistant Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Section of Hematology/Oncology/Bone Marrow Transplantation, Medical College of Wisconsin, and Children’s Research Institute of the Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Angela Jean Peck Campbell, MD, MPH Assistant Professor, Department of Pediatrics, Division of Infectious Diseases, University of Washington, Seattle Children’s Hospital, Seattle, Washington Parainfluenza Vírus

Wassim Chemaitilly, MD Assistant Professor of Pediatrics, Pediatric Endocrinology, University of Pittsburgh, Pittsburgh, Pennsylvania

Sharon F. Chen, MD, MS

Professor and Chair of Pediatrics, The Hebrew University-Hadassah School of Medicine, Jerusalem, Israel

Assistant Professor of Pediatrics, Tufts University, Attending Maine Medical Center, Division of Pediatric Gastroenterology, Portland, Maine

Instructor, Department of Pediatrics, Stanford University School of Medicine, Stanford, California; Attending Physician, Division of Pediatric Infectious Diseases, Lucile Packard Children’s Hospital, Palo Alto, California

David T. Breault, MD, PhD

Waldemar A. Carlo, MD

Yuan-Tsong Chen, MD, PhD

Division of Endocrinology, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Edwin M. Dixon Professor of Pediatrics; Director, Division of Neonatology, University of Alabama, Birmingham Hospital, Birmingham, Alabama

Professor, Department of Pediatrics, Genetics, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

David Branski, MD

Rebecca H. Buckley, MD J. Buren Sidbury Professor of Pediatrics, Professor of Immunology, Departments of Pediatrics and Immunology, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Cynthia Etzler Budek, MS, APN/NP, CPNP-AC/PC Pediatric Nurse Practitioner, Transitional Care Unit/Pulmonary Habilitation Program, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

E. Stephen Buescher, MD Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Eastern Virginia Medical School, Norfolk, Virginia

Gale R. Burstein, MD, MPH, FSAHM Clinical Associate Professor, Department of Pediatrics, State University of New York at Buffalo School of Medicine and Biomedical Sciences, Adolescent Medicine, Buffalo, New York

Amaya Lopez Bustinduy, MD Pediatric Infectious Diseases Fellow, Department of Pediatrics, Division of Infectious Diseases, Rainbow Babies & Children’s Hospital, University Hospitals of Cleveland, Case Western Reserve University School of Medicine, Cleveland, Ohio

Mitchell S. Cairo, MD Chief, Division of Pediatric Blood and Marrow Transplantation; Professor of Pediatrics, Medicine, Pathology and Cell Biology, Morgan Stanley Children’s Hospital of New York – Presbyterian, Columbia University, New York, New York

Bruce M. Camitta, MD Rebecca Jean Slye Professor, Department of Pediatrics, Hematology/Oncology, Medical College of Wisconsin, Midwest Center for Cancer and Blood Disorders, Milwaukee, Wisconsin

C0200.indd xvii

Rebecca G. Carey, MD, MS

Robert B. Carrigan, MD The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Mary T. Caserta, MD Associate Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Division of Infectious Diseases; Director, Pediatric Infectious Diseases Fellowship, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Ellen Gould Chadwick, MD Irene Heinz Given and John LaPorte Given Professor of Pediatrics, Feinberg School of Medicine, Northwestern University; Associate Director, Section of Pediatric, Adolescent and Maternal HIV Infection, Division of Infectious Diseases, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Lisa J. Chamberlain, MD, MPH Assistant Professor of Pediatrics, Division of General Pediatrics, Stanford University School of Medicine, Palo Alto, California

Jennifer I. Chapman, MD Attending, Pediatric Emergency Medicine, PEM Fellowship Director; Assistant Professor of Pediatrics, Children’s National Medical Center, George Washington University School of Medicine, Washington, District of Columbia

Ira M. Cheifetz, MD, FCCM, FAARC Professor of Pediatrics; Chief, Pediatric Critical Care Medicine; Medical Director, Pediatric ICU; Medical Director, Pediatric Respiratory Care & ECMO Programs, Duke Children’s Hospital, Durham, North Carolina

Russell W. Chesney, MD Le Bonheur Professor and Chair, Department of Pediatrics, University of Tennessee Health Science Center, Le Bonheur Children’s Medical Center, Memphis, Tennessee

Jennifer A. Chiriboga, PhD Pediatric and School Psychologist; Assistant Professor of School Psychology, Duquesne University, Pittsburgh, Pennsylvania

Robert D. Christensen, MD Director, Neonatology Research, Intermountain Healthcare; Director, Neonatology, Urban North Region, Intermountain Healthcare, McKay-Dee Hospital, Ogden, Utah

Andrew Chu, MD Fellow, Division of Gastroenterology, Hepatology & Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Michael J. Chusid, MD Professor and Chief, Pediatric Infectious Diseases, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Theodore J. Cieslak, MD Colonel, Medical Corps, USA; Department of Defense Liaison Officer, Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Georgia

Jeff A. Clark, MD Associate Professor of Pediatrics, Wayne State University School of Medicine; Associate Director PICU, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan

Thomas G. Cleary, MD Professor of Epidemiology, Center for Infectious Diseases, University of Texas School of Public Health, University of Texas Health Science Center — Houston, Houston, Texas Shigella; Escherichia coli

19/09/13 2:46 PM


xviii ■ Colaboradores

John David Clemens, MD

Barbara Cromer, MD

David R. DeMaso, MD

Director-General, International Vaccine Institute, Kwanak, Seoul, Korea

Professor of Pediatrics, Case Western Reserve University School of Medicine, Department of Pediatrics, MetroHealth Medical Center, Cleveland, Ohio

Psychiatrist-in-Chief and Chairman of Psychiatry, Children’s Hospital Boston; The Leon Eisenberg Chair in Psychiatry, Children’s Hospital Boston; Professor of Psychiatry and Pediatrics, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Joanna S. Cohen, MD Assistant Professor of Pediatrics and Emergency Medicine, Children’s National Medical Center, Washington, District of Columbia

Mitchell B. Cohen, MD Professor and Vice-Chair of Pediatrics; Director, Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition, Department of Pediatrics, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, Cincinnati, Ohio

James E. Crowe, Jr., MD Professor, Department of Pediatrics, Microbiology, and Immunology, Vanderbilt University Medical Center, Nashville, Tennessee

Natoshia Raishevich Cunningham, MS Doctoral Candidate, Clinical Psychology, Virginia Polytechnic Institute and State University, Cincinnati, Ohio

Mark R. Denison, MD Professor of Pediatrics, Microbiology and Immunology, Vanderbilt University Medical Center, Nashville, Tennessee

Arlene E. Dent, MD, PhD

Professor and Chief, UCLA — Pediatric Endocrinology, Los Angeles, California

Professor and Chair, Department of Pediatrics, University of Maryland School of Medicine, Baltimore, Maryland

Assistant Professor, Case Western Reserve University School of Medicine, Rainbow Babies & Children’s Hospital, Pediatric Infectious Diseases, RBC, Center for Global Health & Diseases, Cleveland, Ohio

Michael Cohen-Wolkowiez, MD

Toni Darville, MD

Nirupama K. DeSilva, MD

Assistant Professor, Department of Pediatrics, Duke Clinical Research Institute, Durham, North Carolina

Chief, Division of Infectious Diseases, Professor of Pediatrics and Immunology, Children’s Hospital of Pittsburgh at UPMC, Pittsburgh, Pennsylvania

Assistant Professor, Resident Program Director; Director, Pediatric and Adolescent Gynecology, University of Oklahoma-Tulsa, Tulsa, Oklahoma

Pinchas Cohen, MD

Robert A. Colbert, MD, PhD Senior Investigator; Chief, Pediatric Translational Research Branch, NIAMS, National Institutes of Health, DHHS, Bethesda, Maryland

F. Sessions Cole, MD Park J. White, MD, Professor of Pediatrics; Assistant Vice Chancellor for Children’s Health; Director, Division of Newborn Medicine, St. Louis Children’s Hospital, St. Louis, Missouri

Joanna C.M. Cole, PhD Clinical Psychologist, Department of Child and Adolescent Psychiatry; Director of Child Psychology Training, Boston Medical Center, Boston University School of Medicine, Boston, Massachusetts

John L. Colombo, MD

Steven J. Czinn, MD

Robert S. Daum, MD, CM Professor of Pediatrics, Microbiology, and Molecular Medicine, The University of Chicago Medical Center, Department of Pediatrics, Section of Infectious Diseases, Chicago, Illinois

Richard S. Davidson, MD Associate Professor of Orthopaedic Surgery, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

H. Dele Davies, MD, MS, MHCM Professor and Chair, Department of Pediatrics and Human Development, Michigan State University, East Lansing, Michigan

Peter S. Dayan, MD, MSc

Pediatric Pulmonology and Nebraska Cystic Fibrosis Center, University of Nebraska Medical Center and Children’s Hospital, Omaha, Nebraska

Associate Director and Fellowship Director, Division of Pediatric Emergency Medicine, Morgan Stanley Children’s Hospital of New York – Presbyterian, New York, New York

Amber R. Cooper, MD, MSCI

Michael R. DeBaun, MD, MPH

Assistant Professor, Department of Obstetrics and Gynecology, Division of Reproductive Endocrinology and Infertility, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Professor of Pediatrics and Medicine, J.C. Peterson Professor, Vice Chair for Clinical Research, Pediatrics Director, Vanderbilt-Meharry Center of Excellence in Sickle Cell Disease, Vanderbilt University, Nashville, Tennessee

Ronina A. Covar, MD

Guenet H. Degaffe, MD

Associate Professor, Department of Pediatrics, National Jewish Health, Denver, Colorado

Fellow — PGY 6, Department of Pediatric Infectious Diseases, University of Texas Houston Medical School, Department of Pediatrics, Houston, Texas

C0200.indd xviii

Robert J. Desnick, PhD, MD Dean for Genetics and Genomics; Professor and Chairman, Department of Genetics and Genomic Sciences, Mount Sinai School of Medicine; Physician-in-Chief, Department of Medical Genetics and Genomics, The Mount Sinai Hospital, New York, New York

Gabrielle deVeber, MD Professor of Paediatrics, University of Toronto; Senior Scientist, Hospital for Sick Children Research Institute; Director, Children’s Stroke Program and Staff Neurologist, Division of Neurology, Hospital for Sick Children, Toronto, Ontario, Canada

Esi Morgan DeWitt, MD, MSCE Assistant Professor, Division of Pediatric Rheumatology, Division of Health Policy and Clinical Effectiveness, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, Cincinnati, Ohio

Chetan Anil Dhamne, MD Fellow, Pediatric Hematology Oncology, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

Prof. Anil Dhawan, MD, FRCPCH Professor of Paediatric Hepatology, Pediatric Liver, GI, and Nutrition Centre, King’s College London School of Medicine, King’s College Hospital NSH Foundation Trust, Denmark Hill, London

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xix

Harry Dietz, III, MD

J. Stephen Dumler, MD

Stephen C. Eppes, MD

Victor A. McKusick Professor of Medicine and Genetics, Department of Pediatrics, Institute of Genetic Medicine; Investigator, Howard Hughes Medical Institute, Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland

Professor, Division of Medical Microbiology, Department of Pathology, Johns Hopkins University School of Medicine, Johns Hopkins Hospital, Baltimore, Maryland

Professor of Pediatrics, Jefferson Medical College; Division Chief, Pediatric Infectious Diseases, Alfred I. duPont Hospital for Children, Wilmington, Delaware

Michele Burns Ewald, MD

Lydia J. Donoghue, MD

Janet Duncan, RN, MSN, CPNP, CPON

CHM Department of Pediatric Surgery, Wayne State University, Detroit, Michigan

Nursing Director, Pediatric Palliative Care Division, Children’s Hospital Boston and Dana-Farber Cancer Institute, Boston, Massachusetts

Assistant Professor of Pediatrics, Harvard Medical School, Pediatric Emergency Medicine/Toxicology, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Patricia A. Donohoue, MD

Paula M. Duncan, MD

Jessica K. Fairley, MD

Professor and Chief of Pediatric Endocrinology and Diabetes, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Professor, Department of Pediatrics, University of Vermont, Burlington, Vermont

Fellow, Division of Infectious Diseases and HIV Medicine, Case Western Reserve University School of Medicine, University Hospitals Case Medical Center, Cleveland, Ohio

Mary K. Donovan, RN, CS, PNP Pediatric Nurse Practitioner, Shriners Hospital for Children, Shriners Burns Hospital, Boston, Massachusetts

John P. Dormans, MD Professor of Orthopedic Surgery, Department of Orthopedics, University of Pennsylvania, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Daniel A. Doyle, MD Associate Professor of Pediatrics, Thomas Jefferson University, Philadelphia, Pennsylvania; Staff Endocrinologist, Alfred I. duPont Hospital for Children, Wilmington, Delaware

Jefferson Doyle, MBBChir, MHS, MA(Oxon) Post-Doctoral Fellow, Institute of Genetic Medicine, Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland

Stephen C. Dreskin, MD, PhD Professor of Medicine and Immunology, Division of Allergy and Clinical Immunology, University of Colorado School of Medicine, Aurora, Colorado

Denis S. Drummond, MD, FRCS(C) The Children’s Hospital of Philadelphia, Professor of Orthopaedic Surgery, University of Pennsylvania, Philadelphia, Pennsylvania

Howard Dubowitz, MD, MS Professor of Pediatrics; Director, Center for Families; Chief, Division of Child Protection, Department of Pediatrics, University of Maryland School of Medicine, Baltimore, Maryland

C0200.indd xix

LauraLe Dyner, MD Assistant Professor, Lucile Packard Children’s Hospital at Stanford, Stanford University, Palo Alto, California

Michael G. Earing, MD Associate Professor of Internal Medicine and Pediatrics, Divisions of Adult Cardiovascular Medicine and Pediatric Cardiology, Children’s Hospital of Wisconsin, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Elizabeth A. Edgerton, MD, MPH, FAAP Division of Emergency Medicine, Children’s National Medical Center, Washington, District of Columbia

Marie Egan, MD Associate Professor, Departments of Pediatrics and Cellular and Molecular Physiology, Yale School of Medicine, New Haven, Connecticut

Jack S. Elder, MD Associate Director, Vattikuti Urology Institute; Chief of Urology, Henry Ford Health System, Department of Urology, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan; Clinical Professor of Urology, Case Western Reserve University School of Medicine, Cleveland, Ohio

Sara B. Eleoff, MD Clinical Instructor in Pediatrics, University of Rochester School of Medicine and Dentistry, Rochester, New York

Dianne S. Elfenbein, MD Professor of Pediatrics, Clinical Educator, St. Louis University School of Medicine; Director of Adolescent Medicine, Cardinal Glennon Children’s Medical Center, Department of Pediatrics, St. Louis, Missouri

Susan Feigelman, MD Associate Professor, Department of Pediatrics, University of Maryland School of Medicine, Baltimore, Maryland

Marianne E. Felice, MD Professor and Chair, Department of Pediatrics, University of Massachusetts Medical School; Physician-in-Chief, UMass Memorial Children’s Medical Center, Worcester, Massachusetts

Eric I. Felner, MD, MSCR Associate Professor of Pediatrics, Division of Pediatric Endocrinology, Children’s Healthcare of Atlanta (CHOA); Director, Pediatric Endocrinology Fellowship Program, Emory University School of Medicine; Adjunct Associate Professor of Chemical and Biomolecular Engineering, School of Chemical and Biomolecular Engineering, Georgia Institute of Technology, Atlanta, Georgia

Edward Fels, MD Pediatric and Adult Rheumatology, Rheumatology Associates, P.A., Portland, Maine

Thomas Ferkol, MD Professor of Pediatrics, Cell Biology and Physiology, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Jonathan D. Finder, MD Professor of Pediatrics, University of Pittsburgh School of Medicine; Clinical Director, Division of Pulmonology Medicine, Children’s Hospital of Pittsburgh, Pittsburgh, Pennsylvania

19/09/13 2:46 PM


xx ■ Colaboradores

Kristin N. Fiorino, MD

Paula Gardiner, MD, MPH

Charles M. Ginsburg, MD

Assistant Professor, Division of Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Assistant Professor, Department of Family Medicine, Boston University Medical Center, Boston, Massachusetts

Marilyn R. Corrigan Distinguished Chair in Pediatric Research; Senior Associate Dean, University of Texas, Southwestern Medical Center, Dallas, Texas

Luigi Garibaldi, MD

Associate Professor of Clinical Pediatrics, Pediatrics, Temple University School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Professor of Pediatrics; Clinical Director, Division of Pediatric Endocrinology, Children’s Hospital of the University of Pittsburgh Medical Center, Pittsburgh, Pennsylvania

Patricia M. Flynn, MD

Gregory M. Gauthier, MD, MS

Member, Department of Infectious Diseases, St. Jude Children’s Research Hospital; Professor, Departments of Pediatrics and Preventive Medicine, University of Tennessee Health Science Center, Memphis, Tennessee

Assistant Professor (CHS), Department of Medicine, Section of Infectious Diseases, University of Wisconsin – Madison, Madison, Wisconsin

David M. Fleece, MD

Joel A. Forman, MD Associate Professor, Departments of Pediatrics and Preventive Medicine; Vice-Chair for Education and Residency Program Director, Department of Pediatrics, Mount Sinai School of Medicine, New York, New York

Michael M. Frank, MD Samuel L. Katz Professor of Pediatrics, Professor of Medicine and Immunology, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Melvin H. Freedman, MD, FRCPC, FAAP Professor Emeritus, Department of Pediatrics, University of Toronto Faculty of Medicine; Honorary Consultant, Hematology-Oncology, Hospital for Sick Children, Toronto, Ontario, Canada

Abraham Gedalia, MD Professor & Chief, Division of Pediatric Rheumatology, Department of Pediatrics, Children’s Hospital of New Orleans, New Orleans, Louisiana

C0200.indd xx

Denise M. Goodman, MD, MS

Marc H. Gorelick, MD, MSCE

Michael A. Gerber, MD Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, Division of Infectious Diseases, Cincinnati, Ohio

K. Michael Gibson, PhD, FACMG Professor and Chair, Department of Biological Sciences, Michigan Technological University, Houghton, Michigan

Mark Gibson, MD Obstetrics and Gynecology, University of Utah School of Medicine, Salt Lake City, Utah Professor of Pediatrics, Chief of Infectious Diseases; Associate Chair for Academic Affairs, Department of Pediatrics, Infectious Diseases, Microbiology and Immunology, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Professor and Chief, Child Development and Community Health, Martin Stein Endowed Chair, Developmental- Behavioral Pediatrics, University of California, San Diego, California; Research Scientist, Center for Human Growth and Development, University of Michigan, Ann Arbor, Michigan

Professor of Pediatrics, Harvard Medical School; Professor of Immunology and Infectious Diseases, and Epidemiology, Harvard School of Public Health; Senior Associate in Infectious Diseases, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Respiratory Care, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan

Francis Gigliotti, MD

Sheila Gahagan, MD, MPH

Donald A. Goldmann, MD

Matthew J. Gelmini, LRT, RRT

Melissa Frei-Jones, MD, MSCI

Jared E. Friedman, MD

Department of Pediatrics, Vanderbilt University, Mertztown, Pennsylvania

Division of Critical Care Medicine, Children’s Memorial Hospital, Northwestern University Feinberg School of Medicine, Chicago, Illinois

Assistant Professor of Pediatrics, University of Texas Health Science Center at San Antonio, Division of Hematology-Oncology, CHRISTUS Santa Rosa Children’s Hospital, San Antonio, Texas New York State/American Program, Sackler School of Medicine, Tel Aviv University, Tel Aviv, Israel

Frances P. Glascoe, MD, PhD

Walter S. Gilliam, PhD Associate Professor in Child Psychiatry and Psychology, Yale School of Medicine, Child Study Center, New Haven, Connecticut

Janet R. Gilsdorf, MD Robert P. Kelch Research Professor and Director, Pediatric Infectious Diseases, University of Michigan Medical Center, Ann Arbor, Michigan

Professor and Chief, Pediatric Emergency Medicine, Medical College of Wisconsin, Children’s Corporate Center, Milwaukee, Wisconsin

Gary J. Gosselin, MD Instructor in Psychiatry, Harvard Medical School; Medical Director, Inpatient Psychiatry, Children’s Hospital, Boston, Massachusetts

Jane M. Gould, MD Attending Physician/Hospital Epidemiologist/Assistant Professor of Pediatrics, Pediatrics/Section of Infectious Diseases, Drexel University School of Medicine/St. Christopher’s Hospital for Children, Philadelphia, Pennsylvania

Olivier Goulet, MD, PhD Professor of Pediatrics, Pediatric Gastroenterology-Hepatology and Nutrition, Reference Center for Rare Digestive Diseases, Intestinal Failure Rehabilitation Center, Hôpital Necker-Enfants Malades/AP-HP, University of Paris V — René Descartes, Paris, France

Dan M. Granoff, MD Clorox Endowed Chair for Immunobiology and Vaccine Development, Senior Research Scientist and Director, Center for Immunobiology and Vaccine Development, Children’s Hospital Oakland Research Institute, Oakland, California

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xxi

Michael Green, MD, MPH

Joseph F. Hagan, Jr., MD, FAAP

Sabrina M. Heidemann, MD

Professor of Pediatrics, Surgery and Clinical & Translational Science, University of Pittsburgh School of Medicine, Division of Infectious Diseases, Children’s Hospital of Pittsburgh, Pittsburgh, Pennsylvania

Clinical Professor in Pediatrics, University of Vermont College of Medicine; Hagan and Rinehart Pediatricians, PLLC, Burlington, Vermont

Professor of Pediatrics, Wayne State University, Detroit, Michigan

Thomas P. Green, MD Founder’s Board Centennial Professor and Chair, Department of Pediatrics, Northwestern University Medical School, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Larry A. Greenbaum, MD, PhD Director, Division of Pediatric Nephrology, Emory University and Children’s Healthcare of Atlanta, Atlanta, Georgia

Director, Supportive Research and Development, Pediatric Dengue Vaccine Initiative, International Vaccine Institute, Seoul, Korea

Margaret R. Hammerschlag, MD Professor of Pediatrics and Medicine; Director, Division of Pediatric Infectious Diseases, SUNY Downstate Medical Center, Brooklyn, New York

Aaron Hamvas, MD

Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, University of Virginia Health System, Charlottesville, Virginia

Fred M. Henretig, MD Professor, Pediatrics and Emergency Medicine, The Children’s Hospital of Philadelphia, Division of Emergency Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Gloria P. Heresi, MD Professor, Pediatric Infectious Diseases, The University of Texas Health Science Center, Houston, Texas

Andrew D. Hershey, MD, PhD, FAHS

Pediatrics, University of Texas Medical Branch, Department of Pediatrics, Galveston, Texas

Professor, Department of Pediatrics, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis Children’s Hospital, St. Louis, Missouri

Andrew B. Grossman, MD

James C. Harris, MD

Clinical Assistant Professor of Pediatrics, University of Pennsylvania School of Medicine; Attending Physician, Division of GI, Hepatology, and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Professor of Psychiatry and Behavioral Sciences, Pediatrics, and Mental Hygiene; Director, Developmental Neuropsychiatry, Department of Psychiatry and Behavioral Sciences, Johns Hopkins Medical Institutions, Baltimore, Maryland

David C. Grossman, MD, MPH

Mary E. Hartman, MD, MPH

Jessica Hochberg, MD

Senior Investigator, Group Health Research Institute; Professor, Health Services; Adjunct Professor, Pediatrics, University of Washington, Seattle, Washington

Assistant Professor of Pediatrics, Pediatrics/Pediatric Critical Care Medicine, Duke Children’s Hospital, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Assistant Professor of Pediatrics, New York Medical College, Maria Ferari Children’s Hospital, Valhalla, New York

Alfredo Guarino, MD

David B. Haslam, MD

Professor of Pediatrics, University of Naples “Federico II”; Chief, Division of Infectious Disease, Department of Pediatrics, University of Naples “Federico II,” Naples, Italy

Associate Professor of Pediatrics and Molecular Microbiology, Division of Infectious Diseases, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Lisa R. Hackney, MD

Fern R. Hauck, MD, MS

Assistant Professor of Pediatrics, University of Rochester Medical Center, Pediatric Hematology/ Oncology, Rochester, New York

Professor of Family Medicine and Public Health Sciences; Director, International Family Medicine Clinic, Department of Family Medicine and Public Health Sciences, University of Virginia Health System, Charlottesville, Virginia

Marie Michelle Grino, MD

Gabriel G. Haddad, MD Chairman, Department of Pediatrics; Professor of Pediatrics & Neurosciences; Physician-in-Chief & Chief Scientific Officer, Rady Children’s Hospital-San Diego, Department of Pediatrics, University of California, San Diego, California

C0200.indd xxi

Scott B. Halstead, MD

J. Owen Hendley, MD

Professor of Pediatrics and Neurology, University of Cincinnati; Director, Headache Center; Associate Director, Neurology Research, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, University of Cincinnati, College of Medicine, Cincinnati, Ohio

Cynthia E. Herzog, MD Professor, Division of Pediatrics, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

Lauren D. Holinger, MD, FAAP, FACS Professor, Department of Otolaryngology — Head and Neck Surgery, Northwestern University Feinberg School of Medicine; Paul H. Holinger, MD, Professor, Head, Division of Otolaryngology, Department of Surgery, The Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Jeffrey D. Hord, MD Director, Pediatric Hematology/ Oncology; Professor of Pediatrics, NEOUCOMP, Akron, Ohio

Gregory F. Hayden, MD

B. David Horn, MD

Professor, Department of Pediatrics, University of Virginia School of Medicine; Attending Physician, University of Virginia Children’s Hospital, Charlottesville, Virginia

Assistant Professor of Clinical Orthopaedic Surgery, University of Pennsylvania School of Medicine, Division of Orthopaedic Surgery, Philadelphia, Pennsylvania

Joseph Haddad, Jr., MD

Jacqueline T. Hecht, MS, PhD

William A. Horton, MD

Director, Pediatric Otolaryngology/Head & Neck Surgery, Morgan Stanley Children’s Hospital of New York – Presbyterian, New York, New York

Professor and Vice Chair for Research, Department of Pediatrics, University of Texas Medical School at Houston, Houston, Texas

Director of Research, Shriners Hospital for Children; Professor of Molecular & Medical Genetics, Oregon Health & Sciences University, Portland, Oregon

19/09/13 2:46 PM


xxii ■ Colaboradores

Harish S. Hosalkar, MD

Patricia Ibeziako, MD

Marsha Joselow, BS, MFA, MSW

Attending Orthopedic Surgeon, Clinical Professor of Orthopedic Surgery, School of Medicine, UCSD; Co-Director of International Center for Pediatric and Adolescent Hip Disorders; Director Hip Research Program, Pediatric Hip and Trauma Specialist, AONA Faculty for Pediatric Orthopedic Trauma, Rady Children’s Hospital, UCSD, San Diego, California

Director, Pediatric Psychiatry Consultation Service, Children’s Hospital Boston; Instructor in Psychiatry, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

LICSW, Social Worker; Social Work Fellowship Director, Pediatric Advanced Care Team, Children’s Hospital Boston and Dana-Farber Cancer Institute, Boston, Massachusetts

Hidekazu Hosono, MD Pediatric Endocrinology Fellow, UCLAMattel Children’s Hospital, Los Angeles, California

Peter J. Hotez, MD, PhD Distinguished Research Professor & Chair, Department of Microbiology, Immunology, and Tropical Medicine, George Washington University, Washington, District of Columbia

Michelle S. Howenstine, MD Professor of Clinical Pediatrics, Section of Pediatric Pulmonology, Critical Care and Pediatric Allergy; Center Director, Cystic Fibrosis Center, James Whitcomb Riley Hospital for Children, Indianapolis, Indiana

Heather G. Huddleston, MD Assistant Professor, University of California, San Francisco, Division of Reproductive Endocrine and Infertility, Department of Obstetrics, Gynecology and Reproductive Sciences, San Francisco, California

Vicki Huff, PhD Professor, Department of Genetics, The University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

Denise Hug, MD Assistant Professor of Ophthalmology, University of Missouri – Kansas City School of Medicine, Kansas City, Missouri

Winston W. Huh, MD Assistant Professor of Pediatrics, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Division of Pediatrics, Houston, Texas

Carl E. Hunt, MD Research Professor of Pediatrics, Uniformed Services University of the Health Sciences, Chevy Chase, Maryland

Anna Klaudia Hunter, MD Fellow, Department of Pediatrics, Division of Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

C0200.indd xxii

Richard F. Jacobs, MD, FAAP Robert H. Fiser, Jr., M.D. Endowed Chair in Pediatrics; Professor and Chair, Department of Pediatrics, University of Arkansas for Medical Sciences, Arkansas Children’s Hospital, Little Rock, Arkansas

Peter Jensen, MD President and CEO, The REACH Institute; New York, New York; Co-Director, Division of Child Psychiatry & Psychology, The Mayo Clinic, Rochester, Minnesota

Hal B. Jenson, MD, MBA Chief Academic Officer, Baystate Medical Center; Professor of Pediatrics, and Dean, Western Campus of Tufts University School of Medicine, Springfield, Massachusetts

Chandy C. John, MD Director, Center for Global Pediatrics; Professor of Pediatrics and Medicine, University of Minnesota Medical School, Minneapolis, Minnesota

Michael V. Johnston, MD Professor of Neurology, Pediatrics and Physical Medicine and Rehabilitation, Johns Hopkins University School of Medicine; Blum-Moser Chair for Pediatric Neurology, Kennedy Krieger Institute, Baltimore, Maryland

Richard B. Johnston, Jr., MD Professor of Pediatrics; Associate Dean for Research Development, University of Colorado School of Medicine — National Jewish Health, Aurora, Colorado

Bridgette L. Jones, MD Assistant Professor of Pediatrics, Pediatric Clinical Pharmacology and Allergy/Asthma/Immunology, Children’s Mercy Hospital and Clinics, University of Missouri – Kansas City School of Medicine, Kansas City, Missouri

Anupama Kalaskar, MD Pediatric Infectious Disease Fellow, Department of Pediatrics, University of Texas Health Science Center at Houston, Houston, Texas

Linda Kaljee, PhD Associate Professor, The Carman and Ann Adams Department of Pediatrics, Wayne State University, School of Medicine, Detroit, Michigan

Deepak Kamat, MD, PhD, FAAP Professor and Vice Chair of Education, Department of Pediatrics, Wayne State University School of Medicine, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan

Alvina R. Kansra, MD Assistant Professor, Division of Endocrinology, Diabetes and Metabolism, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Sheldon L. Kaplan, MD Professor and Vice-Chairman for Clinical Affairs; Head, Section of Infectious Diseases, Department of Pediatrics, Baylor College of Medicine; Chief, Infectious Disease Service, Texas Children’s Hospital, Houston, Texas

Emily R. Katz, MD Assistant Professor of Psychiatry and Human Behavior (Clinical), Alpert Medical School, Brown University; Director, Child and Adolescent Psychiatry, Consultation/Liaison Service, Hasbro Children’s Hospital/ Rhode Island Hospital, Providence, Rhode Island

James W. Kazura, MD Professor of International Health and Medicine, Center for Global Health and Diseases, Case Western Reserve University School of Medicine, Cleveland, Ohio

James F. Jones, MD

Virginia Keane, MD

Research Medical Officer/Chronic Viral Diseases Branch, Division of HighConsequence Pathogens and Pathology, National Center for Emerging and Infectious Diseases, Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Georgia

Associate Professor of Pediatrics, University of Maryland School of Medicine, Baltimore, Maryland

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xxiii

Gregory L. Kearns, PharmD, PhD

Young-Jee Kim, MD

Robert M. Kliegman, MD

Marion Merrell Dow/Missouri Chair of Medical Research; Professor of Pediatrics and Pharmacology, University of Missouri – Kansas City; Chairman, Department of Medical Research; Associate Chairman, Department of Pediatrics; Director, Pediatric Pharmacology Research Unit, Children’s Mercy Hospitals and Clinics, Kansas City, Missouri

Associate Professor of Pediatrics, Section of Pediatric Pulmonology, Riley Hospital for Children, Indianapolis, Indiana

Professor and Chair, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin; Pediatrician-in-Chief, Pamela and Leslie Muma Chair in Pediatrics, Children’s Hospital of Wisconsin; Executive Vice President, Children’s Research Institute, Milwaukee, Wisconsin

Desmond P. Kelly, MD

Stephen L. Kinsman, MD

Medical Director, Division of Developmental-Behavioral Pediatrics; Vice Chair for Academics, Children’s Hospital, Greenville Hospital System; GHS Professor of Clinical Pediatrics, University of South Carolina School of Medicine, Columbia, South Carolina

Associate Professor of Neurology, Pediatric Neurology, Department of Neurosciences, Medical University of South Carolina, Charleston, South Carolina

Associate Professor of Pediatrics, Division of Infectious Diseases, Virginia Commonwealth University School of Medicine; Attending Physician, VCU Children’s Medical Center, Medical College of Virginia Hospitals, Richmond, Virginia

Adam Kirton, MD, MSc, FRCPC

Patrick M. Kochanek, MD

Director, Calgary Pediatric Stroke Program; Assistant Professor of Pediatrics and Clinical Neuroscience, Faculty of Medicine, University of Calgary; Pediatric Neurologist, Alberta Children’s Hospital, Calgary, Alberta, Canada

Director, Safar Center for Resuscitation Research; Professor and Vice Chairman, Department of Critical Care Medicine; Professor of Anesthesiology, Clinical and Translational Science, and Pediatrics, University of Pittsburgh School of Medicine, Pittsburgh, Pennsylvania

Judith Kelsen, MD Attending, Pediatric Gastroenterology, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Kathi J. Kemper, MD, MPH, FAAP Caryl J. Guth Chair for Complementary and Integrative Medicine; Professor, Pediatrics and Public Health Sciences, Wake Forest University School of Medicine, Winston-Salem, North Carolina

Melissa Kennedy, MD Clinical Fellow, Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Eitan Kerem, MD Professor and Chair, Department of Pediatrics, Hadassah University Medical Center, Jerusalem, Israel

Joseph E. Kerschner, MD, FACS, FAAP CEO, Children’s Specialty Group; Senior Associate Dean of Clinical Affairs, Medical College of Wisconsin (MCW); Executive Vice President, Children’s Hospital and Health System; Professor and Interim Chair, Department of Otolaryngology (MCW), Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Seema Khan, MBBS Associate Professor of Pediatrics, Thomas Jefferson University, Philadelphia, Pennsylvania; Division of Gastroenterology, Nemours/Alfred I. duPont Hospital for Children, Wilmington, Delaware

C0200.indd xxiii

Charles H. King, MD Professor of International Health, Center for Global Health and Diseases, Case Western Reserve University School of Medicine, Cleveland, Ohio

Priya S. Kishnani, MD Professor of Pediatrics, Division Chief, Medical Genetics, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Nora T. Kizer, MD Gynecologic Oncology Fellow, Division of Gynecologic Oncology, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Martin B. Kleiman, MD Ryan White Professor of Pediatrics, Indiana University School of Medicine, Riley Children’s Hospital, Indianapolis, Indiana

Bruce L. Klein, MD Chief, Division of Transport Medicine, Children’s National Medical Center, Washington, District of Columbia

Bruce S. Klein, MD Gerard B. Odell Professor, Pediatrics, Medicine and Medical Microbiology and Immunology, University of Wisconsin-Madison, Madison, Wisconsin

Michael D. Klein, MD Arvin I. Philippart Endowed Chair in Pediatric Surgical Research; Professor of Surgery, Wayne State University, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan

William C. Koch, MD, FAAP, FIDSA

Eric Kodish, MD F.J. O’Neill Professor and Chairman, Department of Bioethics, The Cleveland Clinic Foundation; Professor of Pediatrics, Lerner College of Medicine, Cleveland, Ohio

Stephan A. Kohlhoff, MD Assistant Professor, Department of Pediatrics, SUNY Downstate Medical Center, Brooklyn, New York

Elliot J. Krane, MD Professor of Pediatrics and Anesthesia, Stanford University School of Medicine; Chief, Pediatric Pain Management Service, Lucile Packard Children’s Hospital at Stanford, Stanford, California

Peter J. Krause, MD Senior Research Scientist, Yale School of Public Health, New Haven, Connecticut

Richard E. Kreipe, MD Professor, Division of Adolescent Medicine, Department of Pediatrics, Golisano Children’s Hospital, University of Rochester School of Medicine, Rochester, New York

Steven E. Krug, MD Professor of Pediatrics, Northwestern University Feinberg School of Medicine; Head, Division of Emergency Medicine, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

19/09/13 2:46 PM


xxiv ■ Colaboradores

John F. Kuttesch, Jr., MD, PhD

Philip S. LaRussa, MD

Susanne Liewer, PharmD, BCOP

Director of Clinical Research, Division of Pediatric Hematology/Oncology and Stem Cell Transplantation, Penn State Hershey Children’s Hospital; Professor of Pediatrics, Pennsylvania State University College of Medicine, Hershey, Pennsylvania

Professor of Clinical Pediatrics, College of Physicians and Surgeons, Columbia University, New York, New York

Assistant Professor, Adjunct Title Series, Division of Pharmacy Practice & Science, University of Kansas School of Pharmacy; Assistant Clinical Professor, Adjunct Title Series, Division of Pharmacy Practice & Science, University of Missouri – Kansas City School of Pharmacy; Clinical Pharmacy Manager, Clinical Pharmacy Specialist, Stem Cell Transplant, Children’s Mercy Hospital, Kansas City, Missouri

Jennifer M. Kwon, MD, MPH Associate Professor of Neurology and Pediatrics, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Catherine S. Lachenauer, MD Assistant Professor of Pediatrics, Harvard Medical School; Associate in Medicine, Division of Infectious Diseases, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Stephan Ladisch, MD Bosworth Chair in Cancer Biology, Center for Cancer and Immunology Research, Children’s Research Institute; Children’s National Medical Center and Vice Chair, Department of Pediatrics; Professor of Pediatrics and Biochemistry/ Molecular Biology, George Washington University School of Medicine, Washington, District of Columbia

Stephen LaFranchi, MD Professor, Department of Pediatrics, Oregon Health & Science University, Portland, Oregon

Oren Lakser, MD

Brendan Lee, MD, PhD Professor, Department of Molecular and Human Genetics, Baylor College of Medicine; Houston, Texas; Investigator, Howard Hughes Medical Institute, Chevy Chase, Maryland

Chul Lee, PhD Professor, Department of Preventive Medicine and Community Health, The University of Texas Medical Branch, Galveston, Texas

K. Jane Lee, MD, MA Assistant Professor of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

J. Steven Leeder, PharmD, PhD Marion Merrell Dow/Missouri Endowed Chair in Pediatric Clinical Pharmacology; Chief, Division of Clinical Pharmacology and Medical Toxicology, Children’s Mercy Hospital, Kansas City, Missouri

Rebecca K. Lehman, MD Instructor of Neurology & Pediatrics, University of Rochester Medical Center, Division of Child Neurology, Strong Memorial Hospital, Rochester, New York

Assistant Professor of Pediatrics, Medical College of Wisconsin; Pediatric Pulmonologist, Children’s Physician Group — Illinois, Gurnee, Illinois

Michael J. Lentze, MD

Marc B. Lande, MD, MPH

Norma B. Lerner, MD, MPH

Associate Professor, Pediatric Nephrology, University of Rochester, School of Medicine and Dentistry, Rochester, New York

Chief, Section of Hematology, St. Christopher’s Hospital for Children, Philadelphia, Pennsylvania

Philip J. Landrigan, MD, MSc Ethel H. Wise Professor and Chairman, Department of Preventive Medicine; Professor of Pediatrics; Director, Children’s Environmental Health Center; Dean for Global Health, Mount Sinai School of Medicine, New York, New York

Gregory L. Landry, MD Professor, Department of Pediatrics, University of Wisconsin School of Medicine and Public Health, Madison, Wisconsin

Wendy G. Lane, MD, MPH Assistant Professor, Department of Epidemiology and Preventive Medicine and Department of Pediatrics, University of Maryland School of Medicine, Baltimore, Maryland

C0200.indd xxiv

Professor of Pediatrics, Zentrum für Kinderheilkunde, University Hospitals Bonn/Germany, Bonn, Germany

Steven Lestrud, MD Department of Pediatrics, Feinberg School of Medicine, Northwestern University, Chicago, Illinois

Donald Y.M. Leung, MD, PhD Professor of Pediatrics, University of Colorado Medical School; Edelstein Family Chair of Pediatric AllergyImmunology, National Jewish Health, Denver, Colorado

Chris A. Liacouras, MD Professor of Pediatrics, Division of Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, The University of Pennsylvania School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Andrew H. Liu, MD Associate Professor, Department of Pediatrics, National Jewish Health, University of Colorado School of Medicine, Aurora, Colorado

Stanley F. Lo, PhD Associate Professor, Pediatric Pathology, Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Franco Locatelli, MD Full Professor of Pediatrics, IRCCS Ospedale Bambino Gesù, University of Pavia, Rome, Italy

Sarah S. Long, MD Professor of Pediatrics, Drexel University College of Medicine; Chief, Section of Infectious Diseases, St. Christopher’s Hospital for Children, Philadelphia, Pennsylvania

Anna Lena Lopez, MD, MPH, FAAP Director, Scientific Affairs, Asia-Pacific, Pfizer, Inc., Hong Kong

Steven V. Lossef, MD Associate Professor of Radiology; Director, Pediatric Interventional Radiology, Children’s National Medical Center, Washington, District of Columbia

Jennifer A. Lowry, MD Division of Clinical Pharmacology and Medical Toxicology, Children’s Mercy Hospital; Assistant Professor, Department of Pediatrics, University of Missouri – Kansas City School of Medicine, Kansas City, Missouri

Kerith Lucco, MD Clinical Instructor, Obstetrics, Gynecology and Reproductive Sciences, UCSF, San Francisco General Hospital; Volunteer Clinical Faculty, UCSF, San Francisco General Hospital, San Francisco, California

G. Reid Lyon, PhD Distinguished Professor and Chairman, Department of Education Policy and Leadership, Southern Methodist University; Distinguished Scientist in Cognition and Neuroscience, Center for Brain Health, University of Texas, Dallas, Texas

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xxv

Prashant V. Mahajan, MD, MPH, MBA Division Chief and Research Director, Pediatric Emergency Medicine; Associate Professor of Pediatrics and Emergency Medicine, Carman and Ann Adams Department of Pediatrics, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan

Akhil Maheshwari, MD Associate Professor of Pediatrics; Director, Division of Neonatology, Department of Pediatrics, University of Illinois at Chicago, Chicago, Illinois

Joseph A. Majzoub, MD Professor of Pediatrics and Medicine, Harvard Medical School; Chief, Division of Endocrinology, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Asim Maqbool, MD Assistant Professor of Pediatrics, Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, University of Pennsylvania School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Wilbert H. Mason, MD, MPH

Diane F. Merritt, MD

Chief Medical Quality Officer; Former Head, Division of Infectious Diseases, Children’s Hospital of Los Angeles, Los Angeles, California

Professor, Obstetrics and Gynecology, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Christopher Mastropietro, MD

Ethan A. Mezoff, MD

Assistant Professor of Pediatrics, Wayne State University, Carman and Ann Adams Department of Pediatrics, Division of Critical Care, Children’s Hospital of Michigan, Detroit, Michigan

Research Associate, Division of Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, Cincinnati, Ohio

Kimberlee M. Matalon, MD, PhD Professor of Pediatrics, Biochemistry and Molecular Biology, University of Texas Medical Branch, Galveston, Texas

Reuben K. Matalon, MD, PhD Professor of Pediatrics and Genetics, University of Texas Children’s Hospital, Galveston, Texas

Robert Mazor, MD Clinical Assistant Professor of Pediatrics, Division of Critical Care Medicine, Seattle Children’s Hospital, Seattle, Washington

Ashley M. Maranich, MD

Susanna A. McColley, MD

Staff, Pediatric Infectious Disease, San Antonio Military Medical Consortium, San Antonio, Texas

Head, Division of Pulmonary Medicine; Director, Cystic Fibrosis Center, Northwestern University Feinberg School of Medicine, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Mona Marin, MD Medical Epidemiologist, Division of Viral Diseases, National Center for Immunization and Respiratory Diseases, Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Georgia

Margaret M. McGovern, MD, PhD

Marian G. Michaels, MD, MPH Professor, Pediatrics and Surgery, Division of Pediatric Infectious Diseases, University of Pittsburgh School of Medicine, Children’s Hospital of Pittsburgh, Pittsburgh, Pennsylvania

Alexander G. Miethke, MD Assistant Professor of Pediatrics, Division of Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, Cincinnati, Ohio

Mohamad A. Mikati, MD Wilburt C. Davison Distinguished Professor of Pediatrics; Professor of Neurobiology; Chief, Division of Pediatric Neurology, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Henry Milgrom, MD

Professor and Chair, Department of Pediatrics, Stony Brook University Medical Center, Stony Brook, New York

Professor, Department of Pediatrics, University of Colorado School of Medicine, National Jewish Health, Aurora, Colorado

Joan C. Marini, MD, PhD

Heather S. McLean, MD

E. Kathryn Miller, MD, MPH

Chief, Bone and Extracellular Matrix Branch, National Institute for Child Health and Development, National Institutes of Health, Bethesda, Maryland

Assistant Professor, Division of Hospital and Emergency Medicine, Department of Pediatrics, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Assistant Professor, Pediatric Allergy and Immunology, Vanderbilt Children’s Hospital, Nashville, Tennessee

Morri Markowitz, MD

Rima McLeod, MD

Professor of Pediatrics, Albert Einstein College of Medicine; Clinical Director, Division of Pediatric Environmental Sciences, The Children’s Hospital at Montefiore, Albert Einstein College of Medicine, Bronx, New York

Professor, Departments of Surgery (Visual Sciences) and Pediatrics (Infectious Diseases); Committees on Molecular Medicine, Immunology and Genetics, and Institute of Genomics and Systems Biology, University of Chicago, Chicago, Illinois

Kevin P. Marks, MD General Pediatrician, PeaceHealth Medical Group; Assistant Clinical Professor, Oregon Health & Sciences University School of Medicine, Eugene, Oregon

Stacene R. Maroushek, MD, PhD, MPH Assistant Professor of Pediatrics, Pediatric Infectious Diseases and General Pediatrics, Hennepin County Medical Center, Minneapolis, Minnesota

C0200.indd xxv

Peter C. Melby, MD Director, Center for Tropical Diseases; Professor, Internal Medicine (Infectious Diseases), Microbiology and Immunology, and Pathology, University of Texas Medical Branch, Galveston, Texas

Joseph John Melvin, DO, JD Assistant Professor, Child Neurology, Alfred I. DuPont Hospital for Children: Nemours Foundation, Wilmington, Delaware

Jonathan W. Mink, MD, PhD Professor, Departments of Neurology, Neurobiology and Anatomy, Brain and Cognitive Sciences, and Pediatrics, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Grant A. Mitchell, MD Professor, Division of Medical Genetics, Department of Pediatrics, CHU Sainte-Justine, University of Montreal, Montreal, Quebec, Canada

Robert R. Montgomery, MD Program Director, TS Zimmerman Program for the Molecular and Clinical Biology of VWD; Senior Investigator, Blood Research Institute; Professor of Pediatric Hematology, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

19/09/13 2:46 PM


xxvi ■ Colaboradores

Joseph G. Morelli, MD

Kathleen A. Neville, MD, MS

Theresa J. Ochoa, MD

Professor of Dermatology and Pediatrics, University of Colorado School of Medicine; Section Head, Pediatric Dermatology, The Children’s Hospital, Aurora, Colorado

Associate Professor of Pediatrics, Divisions of Pediatric Clinical Pharmacology and Medical Toxicology and Pediatric Hematology/ Oncology, Children’s Mercy Hospitals and Clinics, Kansas City, Missouri

Assistant Professor of Pediatrics, Universidad Peruana Cayetano Heredia, Lima, Peru; Assistant Professor of Epidemiology, University of Texas School of Public Health, Houston, Texas

Mary A. Nevin, MD, FAAP

Katherine A. O’Donnell, MD

Attending Physician, Pulmonary Medicine, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois; Assistant Professor of Pediatrics, Northwestern Feinberg School of Medicine, Chicago, Illinois

Instructor in Pediatrics, Harvard Medical School; Attending Physician, Medical Toxicology and Hospitalist Services, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Anna-Barbara Moscicki, MD Professor of Pediatrics; Associate Director, Division of Adolescent Medicine, University of California, San Francisco, California

Hugo W. Moser, MD† Professor of Neurology and Pediatrics, Johns Hopkins University; Director of Neurogenetics Research, Kennedy Krieger Institute, Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland

Kathryn D. Moyer, MD Pediatric gastroenterologist, NW Pediatric Gastroenterology, LLC, Portland, Oregon

James R. Murphy, PhD Professor, Department of Pediatrics, University of Texas Health Science Center, Houston, Texas

Timothy F. Murphy, MD UB Distinguished Professor, Departments of Medicine and Microbiology, University at Buffalo, State University of New York, Buffalo, New York

Thomas S. Murray, MD, PhD Assistant Professor, Yale University School of Medicine, Departments of Pediatrics and Laboratory Medicine, Sections of Infectious Disease and Medical Microbiology, New Haven, Connecticut

Mindo J. Natale, PsyD Senior Staff Psychologist; Director of Training; Pediatric, Adolescent and Sports Medicine; Neuropsychologist, Department of Pediatric Services, Division of Psychology; Developmental-Behavioral Pediatrics, Greenville Hospital System Children’s Hospital; Assistant Professor of Clinical Pediatrics, University of South Carolina School of Medicine, Greenville, South Carolina

Jane W. Newburger, MD, MPH Commonwealth Professor of Pediatrics, Harvard Medical School; Associate Chief for Academic Affairs, Department of Cardiology, Boston, Massachusetts

Peter E. Newburger, MD Ali and John Pierce Professor of Pediatric Hematology/Oncology; Vice Chair for Research, Department of Pediatrics, University of Massachusetts Medical School, Worcester, Massachusetts

Linda S. Nield, MD Associate Professor of Pediatrics, West Virginia University School of Medicine, Morgantown, West Virginia

Zehava Noah, MD Associate Professor, Department of Pediatrics, Northwestern University Feinberg School of Medicine, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Lawrence M. Nogee, MD

Jean-Marie Okwo-Bele, MD, MPH Director, Immunization, Vaccines and Biologicals Department, World Health Organization, Geneva, Switzerland

Keith T. Oldham, MD Professor and Chief, Division of Pediatric Surgery, Medical College of Wisconsin; Marie Z. Uihlein Chair and Surgeon-in-Chief, Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Scott E. Olitsky, MD Professor, Section of Ophthalmology, University of Missouri – Kansas City School of Medicine, Kansas City, Missouri

John Olsson, MD Brody School of Medicine, East Carolina University, Greenville, North Carolina

Susan R. Orenstein, MD

Robert L. Norris, MD

Walter A. Orenstein, MD, D.Sc. (Hon)

Professor of Surgery, Emergency Medicine, Stanford University Medical Center, Palo Alto, California

Stephen K. Obaro, MD, PhD, FWACP, FRCPCH, FAAP

James H. Walker Chair of Pediatric Cardiology, West Virginia University, Morgantown, West Virginia

Jayne Ness, MD, PhD

Makram Obeid, MD

Associate Professor of Pediatrics, Division of Pediatric Neurology, University of Alabama at Birmingham, Children’s Hospital of Alabama, Birmingham, Alabama

Child Neurology Resident, Division of Pediatric Neurology, Department of Neurology, College of Physicians and Surgeons, Columbia University, New York, New York

C0200.indd xxvi

Professor of Pediatrics; Director of Pediatric Integration, CTSC, University of New Mexico, Albuquerque, New Mexico

Professor of Pediatrics, Division of Neonatology, Johns Hopkins University School of Medicine, The Johns Hopkins Hospital, Baltimore, Maryland

Associate Professor of Pediatrics, Division of Pediatric Infectious Disease, Department of Pediatrics and Human Development, College of Human Medicine, Michigan State University, East Lansing, Michigan

William A. Neal, MD

Robin K. Ohls, MD

Professor Emerita, Pediatric Gastroenterology, University of Pittsburgh School of Medicine, Pittsburgh, Pennsylvania

Deputy Director for Immunization Programs, Vaccine Delivery, Global Health Program, Bill & Melinda Gates Foundation, Seattle, Washington

Judith A. Owens, MD, MPH Director, Pediatric Sleep Disorders Clinic, Department of Pediatrics, Hasbro Children’s Hospital, Providence, Rhode Island

Charles H. Packman, MD Clinical Professor of Medicine, University of North Carolina School of Medicine; Chief, Hematology-Oncology Division, Carolinas Medical Center, Charlotte, North Carolina

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xxvii

Michael J. Painter, MD

Larry K. Pickering, MD, FAAP

Leslie J. Raffini, MD, MSCE

Division of Child Neurology, Children’s Hospital of Pittsburgh, Pittsburgh, Pennsylvania

Senior Advisor to the Director, National Center for Immunization and Respiratory Diseases; Executive Secretary, Advisory Committee on Immunization Practices, Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, Georgia

Assistant Professor of Pediatrics, University of Pennsylvania School of Medicine; Medical Director, Hemostasis and Thrombosis Center, Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Priya Pais, MBBS, MS Assistant Professor, Pediatric Nephrology, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Wauwatosa, Wisconsin

Cynthia G. Pan, MD Professor of Pediatrics; Section Head, Pediatric Nephrology, Medical College of Wisconsin; Medical Director, Pediatric Dialysis and Transplant Services, Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Vijay Pannikar, MD Former Team Leader, WHO Global Leprosy Programme, Bangalore, Karnataka, India

Diane E. Pappas, MD, JD Associate Professor of Pediatrics, University of Virginia School of Medicine, Charlottesville, Virginia

Anjali Parish, MD Assistant Professor of Pediatrics, Division of Neonatology, Medical College of Georgia, Augusta, Georgia

John S. Parks, MD, PhD Professor, Department of Pediatrics, Emory University School of Medicine, Decatur, Georgia

Laura A. Parks, MD Assistant Professor, Department of Obstetrics and Gynecology, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Maria Jevitz Patterson, MD, PhD Professor, Departments of Microbiology/ Molecular Genetics and Pediatrics, Michigan State University, East Lansing, Michigan

Pallavi P. Patwari, MD Assistant Professor of Pediatrics at Northwestern University Feinberg School of Medicine; Assistant Director, Center for Autonomic Medicine in Pediatrics (C.A.M.P.), Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Timothy R. Peters, MD Assistant Professor of Pediatrics, Wake Forest University School of Medicine, Winston-Salem, North Carolina

C0200.indd xxvii

Misha L. Pless, MD Associate Professor of Neurology, Harvard Medical School; Chief, Divisions of Neuro-ophthalmology and General Neurology, Massachusetts General Hospital, Boston, Massachusetts

Laura S. Plummer, MD Assistant Professor, University of Missouri – Kansas City; Clinical Assistant Professor, Kansas University, Department of Ophthalmology, Children’s Mercy Hospitals and Clinics, Kansas City, Missouri

Craig C. Porter, MD Professor and Vice Chair for Faculty, Department of Pediatrics, Division of Nephrology, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Dwight A. Powell, MD Professor of Pediatrics, The Ohio State University College of Medicine, Nationwide Children’s Hospital, Columbus, Ohio

David T. Price, MD Pediatrics/Hospital and Emergency Medicine, Duke University Health System, Durham, North Carolina

Charles G. Prober, MD Professor of Pediatrics, Microbiology & Immunology; Senior Associate Dean, Medical Education, Stanford University School of Medicine, Stanford, California

Denia Ramirez-Montealegre, MD, MPH, PhD Pediatric Neurology Chief Resident, Department of Neurology, Division of Child Neurology, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Giuseppe Raviola, MD Instructor in Psychiatry, Harvard Medical School; Director, Patient Safety and Quality, Department of Psychiatry, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Ann M. Reed, MD Professor of Pediatrics; Chair, Pediatric Rheumatology, Mayo Clinic, Rochester, Minnesota

Harold L. Rekate, MD Chairman, Division of Pediatric Neurosciences, Barrow Neurological Institute; St. Joseph’s Hospital and Medical Center, Phoenix, Arizona

Megan E. Reller, MD, MPH Assistant Professor of Pathology, Division of Medical Microbiology, Department of Pathology, Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland

Gary Remafedi, MD, MPH Professor of Pediatrics, University of Minnesota; Director, Youth and AIDS Projects, Minneapolis, Minnesota

Jorge D. Reyes, MD

Professor, Division of Emergency Medicine, Department of Pediatrics, University of Washington School of Medicine, Seattle, Washington

Professor of Surgery, University of Washington; Chief of the Division of Transplantation Surgery, University of Washington Medical Center; Chief of Pediatric Transplantation, Seattle Children’s Hospital, Seattle, Washington

Elisabeth H. Quint, MD

Geoffrey Rezvani, MD

Clinical Professor, Department of Obstetrics and Gynecology, University of Michigan Health System, Ann Arbor, Michigan

Assistant Professor, Department of Pediatrics, Drexel University College of Medicine; Section of Endocrinology, Diabetes and Metabolism, St. Christopher’s Hospital for Children, Philadelphia, Pennsylvania

Linda Quan, MD

C. Egla Rabinovich, MD, MPH Associate Professor of Pediatrics; Co-Chief, Division of Pediatric Rheumatology, Pediatrics/ Rheumatology, Duke University Health System, Durham, North Carolina

19/09/13 2:46 PM


xxviii ■ Colaboradores

Iraj Rezvani, MD

Mary M. Rotar, RN, BSN, CIC

Professor of Pediatrics (Emeritus), Temple University School of Medicine; Adjunct Professor of Pediatrics, Drexel University College of Medicine, Section of Pediatric Endocrinology and Metabolism, St. Christopher’s Hospital for Children, Philadelphia, Pennsylvania

Infection Prevention and Control Coordinator, Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

A. Kim Ritchey, MD Chief, Division of Pediatric Hematology/ Oncology, Children’s Hospital of Pittsburgh of UPMC; Professor of Pediatrics; Vice Chair for Clinical Affairs, Department of Pediatrics, University of Pittsburgh School of Medicine, Pittsburgh, Pennsylvania

Frederick P. Rivara, MD, MPH Children’s Hospital Guild Endowed Chair, Professor of Pediatrics; Adjunct Professor of Epidemiology, University of Washington, Seattle, Washington

Angela Byun Robinson, MD, MPH Assistant Professor, Pediatric Rheumatology, Rainbow Babies & Children’s Hospital, Cleveland, Ohio

Luise E. Rogg, MD, PhD Fellow, Pediatric Infectious Diseases, Duke University Medical Center, Department of Pediatrics, Division of Pediatric Infectious Diseases, Durham, North Carolina

Genie E. Roosevelt, MD, MPH Associate Professor of Pediatrics, Section of Emergency Medicine, University of Colorado School of Medicine, Aurora, Colorado

David R. Rosenberg, MD Miriam L. Hamburger Endowed Chair of Child Psychiatry, Children’s Hospital of Michigan and Wayne State University; Professor and Chief of Child Psychiatry and Psychology, Wayne State University, Detroit, Michigan

Melissa Beth Rosenberg, MD Assistant Professor, Michigan State University, College of Osteopathic Medicine, Department of Pediatrics, East Lansing, Michigan

David S. Rosenblatt, MD Chair, Department of Human Genetics; Professor of Human Genetics, Pediatrics and Medicine, McGill University, Montreal, Quebec, Canada

Cindy Ganis Roskind, MD

Ranna A. Rozenfeld, MD Associate Professor of Pediatrics, Northwestern University Feinberg School of Medicine, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Sarah Zieber Rush, MD Assistant Professor of Pediatrics, The University of Colorado Denver, Center for Cancer and Blood Disorders, The Children’s Hospital, Aurora, Colorado

Colleen A. Ryan, MD Attending, Child and Adolescent Psychiatry Inpatient Service, Children’s Hospital Boston; Instructor, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Prof.MD, Hon. FRCPCH H.P.S. Sachdev, Prof.MD, Hon. FRCPCH Senior Consultant Pediatrics and Clinical Epidemiology, Sitaram Bhartia Institute of Science and Research, New Delhi, India; Adjunct Professor, Division of Population Health, St. John’s Research Institute, St. John’s National Academy of Health Sciences, Bangalore, India

Ramesh C. Sachdeva, MD, PhD, FAAP, FCCM Professor of Pediatrics (Critical Care and Sleep Medicine), Medical College of Wisconsin; Corporate Vice President and Chief Quality Officer, Children’s Hospital and Health System, Milwaukee, Wisconsin

Mustafa Sahin, MD, PhD Department of Neurology, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Robert A. Salata, MD Professor and Executive Vice Chair, Department of Medicine; Chief, Division of Infectious Diseases and HIV Medicine, Case Western Reserve University, University Hospitals Case Medical Center, Cleveland, Ohio

Denise A. Salerno, MD Professor of Pediatrics; Pediatric Clerkship Director; Associate Chair for Undergraduate Education, Department of Pediatrics, Temple University School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Edsel Maurice T. Salvana, MD, DTM & H (Diploma in Tropical Medicine, Hygiene) Associate Professor of Medicine, Section of Infectious Diseases, Department of Medicine, Philippine General Hospital, University of the Philippines Manila; Research Faculty, Institute of Molecular Biology and Biotechnology, National Institutes of Health, University of the Philippines Manila, Manila, Philippines

Hugh A. Sampson, MD Kurt Hirschhorn Professor of Pediatrics; Dean for Translational Biomedical Sciences; Director, Jaffe Food Allergy Institute, Mount Sinai School of Medicine, New York, New York

Thomas J. Sandora, MD, MPH Hospital Epidemiologist; Medical Director of Infection Prevention and Control, Division of Infectious Diseases, Children’s Hospital Boston; Assistant Professor of Pediatrics, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Tracy Sandritter, PharmD Clinical Pharmacy Specialist, Personalized Medicine, Children’s Mercy Hospitals and Clinics; Adjunct Associate Clinical Professor, University of Missouri – Kansas City School of Pharmacy, Kansas City, Missouri

Wudbhav N. Sankar, MD Assistant Professor of Orthopaedic Surgery, University of Pennsylvania School of Medicine; Attending Physician, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Ajit Ashok Sarnaik, MD Staff Intensivist, Children’s Hospital of Michigan; Assistant Professor of Pediatrics, Wayne State University School of Medicine, Detroit, Michigan

Ashok P. Sarnaik, MD Chief, Critical Care Medicine, Children’s Hospital of Michigan; Professor of Pediatrics, Wayne State University School of Medicine, Detroit, Michigan

Harvey B. Sarnat, MS, MD, FRCPC Professor of Paediatrics, Pathology, (Neuropathology) and Clinical Neurosciences, Divisions of Paediatric Neurology and Neuropathology, University of Calgary, Faculty of Medicine, Alberta Children’s Hospital, Calgary, Alberta, Canada

Assistant Clinical Professor of Pediatrics, Pediatric Emergency Medicine, Columbia University College of Physicians and Surgeons, New York, New York

C0200.indd xxviii

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xxix

Minnie M. Sarwal, MD, FRCP, PhD, DCH Professor, Pediatrics and Immunology; Medical Director, Pediatric Kidney Transplant, Stanford University, Palo Alto, California

Mary Saunders, MD

J. Paul Scott, MD

Richard J. Shaw, MB, BS

Professor, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, BloodCenter of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Professor of Psychiatry and Pediatrics, Stanford University School of Medicine; Medical Director, Pediatric Psychosomatic Medicine Service, Lucile Packard Children’s Hospital at Stanford, Stanford, California

Theodore C. Sectish, MD

Assistant Professor, Department of Pediatrics, Emergency Medicine, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Program Director, Children’s Hospital Boston; Associate Professor, Harvard Medical School; Executive Director, Federation of Pediatric Organizations, Boston, Massachusetts

Laura E. Schanberg, MD

George B. Segel, MD

Professor of Pediatrics; Co-Chief, Division of Pediatric Rheumatology, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Professor of Pediatrics and Medicine, Department of Pediatrics, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Mark R. Schleiss, MD

Kriti Sehgal, BA

American Legion Chair of Pediatrics; Director, Division of Infectious Diseases and Immunology; Associate Head for Research, Department of Pediatrics, University of Minnesota School of Medicine, Center for Infectious Diseases and Microbiology Translational Research, Minneapolis, Minnesota

Clinical Research Coordinator, Department of Orthopaedics, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Nina F. Schor, MD, PhD William H. Eilinger Professor and Chair, Department of Pediatrics; Professor, Department of Neurology; Pediatrician-in-Chief, Golisano Children’s Hospital, University of Rochester Medical Center, Rochester, New York

Bill J. Schroeder, DO Clinical Assistant Professor, Emergency Medicine/Pediatric Emergency Medicine, University of Illinois at Chicago, Advocate Christ Hospital/ Hope Children’s Hospital, Oak Lawn, Illinois

Robert L. Schum, PhD Professor, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin; Clinical Psychologist, Child Development Center, Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Gordon E. Schutze, MD, FAAP Professor of Pediatrics, Vice-Chairman for Educational Affairs, Department of Pediatrics, Section of Retrovirology; Vice President, Baylor International Pediatric AIDS Initiative at Texas Children’s Hospital, Baylor College of Medicine, Houston, Texas

Daryl A. Scott, MD, PhD Assistant Professor, Department of Molecular and Human Genetics, Baylor College of Medicine, Houston, Texas

C0200.indd xxix

Ernest G. Seidman, MDCM, FRCPC, FACG Professor of Medicine and Pediatrics, Canada Research Chair in Immune Mediated Gastrointestinal Disorders; Bruce Kaufman Endowed Chair in IBD at McGill Digestivelab, Research Institute of McGill University Health Centre, Montreal, Quebec, Canada

Janet R. Serwint, MD Professor of Pediatrics; Director of Pediatric Resident Education, Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland

Dheeraj Shah, MD (Pediatrics), DNB (Pediatrics), MNAMS Associate Professor, Department of Pediatrics, University College of Medical Sciences (University of Delhi) and Guru Tegh Bahadur Hospital, Delhi, India

Prof.MD Raanan Shamir, Prof.MD Chairman, Institute of Gastroenterology, Nutrition and Liver Diseases, Schneider Children’s Medical Center of Israel; Professor of Pediatrics, Sackler Faculty of Medicine, Tel-Aviv University, Petach-Tikva, Israel

Bruce K. Shapiro, MD The Arnold J. Capute, MD, MPH Chair in Neurodevelopmental Disabilities; Professor of Pediatrics, Johns Hopkins University School of Medicine; Vice President, Training, Kennedy Krieger Institute, Baltimore, Maryland

Bennett A. Shaywitz, MD The Charles and Helen Schwab Professor in Dyslexia and Learning Development, Pediatrics and Neurology, Yale University School of Medicine, New Haven, Connecticut

Sally E. Shaywitz, MD The Audrey G. Ratner Professor in Learning Development, Department of Pediatrics, Yale University School of Medicine, New Haven, Connecticut

Meera Shekar, Bsc, Msc, PhD Lead Health and Nutrition Specialist, World Bank, Human Development Network, Washington, District of Columbia

Elena Shephard, MD, MPH Assistant Professor of Pediatrics, Seattle Children’s Hospital, Seattle, Washington

Philip M. Sherman, MD, FRCPC Professor of Paediatrics, Microbiology, and Dentistry, Hospital for Sick Children, University of Toronto; Canada Research Chair in Gastrointestinal Disease, Toronto, Ontario, Canada

Benjamin L. Shneider, MD Professor of Pediatrics, University of Pittsburgh School of Medicine; Director of Pediatric Hepatology, Children’s Hospital of Pittsburgh of UPMC, Pittsburgh, Pennsylvania

Scott H. Sicherer, MD Professor of Pediatrics, Jaffe Food Allergy Institute, Mount Sinai School of Medicine, New York, New York

Richard Sills, MD Professor of Pediatrics; Director, Pediatric Hematology/Oncology, Upstate Medical University, Syracuse, New York

Mark D. Simms, MD, MPH Chief, Section of Child Development, Department of Pediatrics, Medical College of Wisconsin; Medical Director, Child Development Center, Children’s Hospital of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

19/09/13 2:46 PM


xxx ■ Colaboradores

Eric A.F. Simões, MBBS, DCH, MD

Rajasree Sreedharan, MD, MBBS

Jeffrey R. Starke, MD

Professor of Pediatrics, Division of Infectious Diseases, The Children’s Hospital, Aurora, Colorado

Assistant Professor, Medical College of Wisconsin, Pediatric Nephrology, Wauwatosa, Wisconsin

Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Baylor College of Medicine, Texas Children’s Hospital, Houston,

Thomas L. Slovis, MD

Raman Sreedharan, MD, DCH, MRCPCH

Merrill Stass-Isern, MD

Professor of Radiology and Pediatrics, Children’s Hospital of Michigan, Wayne State University Medical School, Detroit, Michigan

P. Brian Smith, MD, MPH, MHS Assistant Professor, Department of Pediatrics, Duke University Medical Center, Duke Clinical Research Institute, Durham, North Carolina Candida

Mary Beth F. Son, MD Instructor in Pediatrics, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Laura Stout Sosinsky, PhD Assistant Professor, Department of Psychology, Fordham University, Bronx, New York

Joseph D. Spahn, MD Associate Professor Pediatrics, Department of Pediatrics, National Jewish Health, Denver, Colorado

Mark A. Sperling, MD Professor of Pediatrics, Division of Endocrinology, Children’s Hospital of Pittsburgh, Pittsburgh, Pennsylvania

Robert Spicer, MD Professor of Pediatrics, University of Cincinnati; Medical Director, Cardiac Transplantation; Director, Cardiology Fellowship Program; Director, Pediatric Cardiology Training Program, Cincinnati Children’s Hospital, Cincinnati, Ohio

David A. Spiegel, MD

Attending Physician, Division of Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia; Clinical Assistant Professor of Pediatrics, University of Pennsylvania School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Shawn J. Stafford, MD, FAAP Assistant Clinical Professor, Pediatric Surgery, University of Arizona School of Medicine, Arizona Pediatric Surgery, Tucson, Arizona

Margaret M. Stager, MD Interim Chairman, Department of Pediatrics; Associate Professor of Pediatrics, Division of Adolescent Medicine, Case Western Reserve University School of Medicine, MetroHealth Medical Center, Cleveland, Ohio

Sergio Stagno, MD Katharine Reynolds Ireland Distinguished Professor and Chairman, Department of Pediatrics, University of Alabama at Birmingham, Birmingham, Alabama

Virginia A. Stallings, MD Professor of Pediatrics, University of Pennsylvania School of Medicine; Cortner Endowed Chair in Pediatric Gastroenterology; Director, Office of Faculty Development, Research Institute; Director, Nutrition Center, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Associate Clinical Professor, Department of Ophthalmology, Children’s Mercy Hospitals and Clinics, University of Missouri – Kansas City, Kansas City, Missouri

Barbara W. Stechenberg, MD Chief, Pediatric Infectious Diseases; Pediatrics Program Director, Baystate Children’s Hospital; Professor of Pediatrics, Tufts University School of Medicine, Springfield, Massachusetts

Leonard D. Stein, MD Professor of Pediatrics, Division of Allergy, Immunology, Rheumatology and Infectious Diseases, The University of North Carolina at Chapel Hill, Chapel Hill, North Carolina

William J. Steinbach, MD Associate Professor of Pediatrics, Molecular Genetics and Microbiology, Division of Pediatric Infectious Diseases, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Nicolas Stettler, MD, MSCE Associate Professor of Pediatrics and Epidemiology, Division of Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Barbara J. Stoll, MD George W. Brumley, Jr., Professor and Chair, Department of Pediatrics, Emory University School of Medicine, Atlanta, Georgia

Pediatric Orthopaedic Surgeon, Division of Orthopaedic Surgery, The Children’s Hospital of Philadelphia; Assistant Professor of Orthopaedic Surgery, University of Pennsylvania School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Lawrence R. Stanberry, MD, PhD

Gregory A. Storch, MD

Reuben S. Carpentier Professor and Chairman, Department of Pediatrics, Columbia University College of Physicians and Surgeons, New York, New York

Ruth L. Siteman Professor of Pediatrics, Washington University School of Medicine in St. Louis, St. Louis, Missouri

Helen Spoudeas, MD, MBBS, DRCOG, FRCP, FRCPCH

Charles A. Stanley, MD

Consultant/Honorary Senior Lecturer in Paediatric/Adolescent Neuroendocrinology at London Centre for Paediatric and Adolescent Endocrinology, Great Ormond Street and University College Hospitals, Neuroendocrine Division, London, United Kingdom

Jürgen Spranger, MD Professor, Im Fuchsberg, Sinzheim, Germany

C0200.indd xxx

Ronald G. Strauss, MD

Professor of Pediatrics, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Professor Emeritus, Departments of Pathology and Pediatrics, University of Iowa College of Medicine, Coralville, Iowa

Bonita F. Stanton, MD

Frederick J. Suchy, MD

Professor and Schotanus Family Endowed Chair of Pediatrics, Pediatrician-in-Chief, Carman and Ann Adams Department of Pediatrics, Children’s Hospital of Michigan, Wayne State University School of Medicine, Detroit, Michigan

Professor of Pediatrics; Vice Chair for Research; Chief of Pediatric Hepatology, Jack and Lucy Clark Department of Pediatrics, Mount Sinai School of Medicine, Mount Sinai Kravis Children’s Hospital, New York, New York

19/09/13 2:46 PM


Colaboradores ■ xxxi

Karen Summar, MD, MS

Ronald B. Turner, MD

Jon A. Vanderhoof, MD

Medical Director, Jane and Richard Thomas Center for Down Syndrome, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center; Assistant Professor of Pediatrics, University of Cincinnati, Cincinnati, Ohio

Associate Dean for Clinical Research; Professor of Pediatrics, University of Virginia School of Medicine, Charlottesville, Virginia

Lecturer in Pediatrics, Harvard Medical School; Professor Emeritus, Pediatrics, University of Nebraska College of Medicine, Omaha, Nebraska

Christina Ullrich, MD, MPH

Andrea Velardi, MD

Associate Professor of Pediatrics, University of Rochester; Medical Director, Starlight Pediatrics, Monroe County Health Department, Rochester, New York

Attending Physician in Pediatric Hematology/Oncology and Pediatric Palliative Care, Children’s Hospital Boston/Dana-Farber Cancer Institute; Instructor in Pediatrics, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Professor of Hematology, Division of Hematology and Clinical Immunology, University of Perugia, Perugia, Italy

Norman Tinanoff, DDS, MS

George F. Van Hare, MD

Professor and Chair, Department of Health Promotion and Policy, University of Maryland Dental School, Baltimore, Maryland

Louis Larrick Ward Professor of Pediatrics, Washington University in St. Louis; Director, Pediatric Cardiology, St. Louis Children’s Hospital, St. Louis, Missouri

Moira Szilagyi, MD, PhD

James K. Todd, MD Professor of Pediatrics, Microbiology and Epidemiology, University of Colorado School of Medicine and Colorado School of Public Health, Jules Amer Chair of Community Pediatrics; Director of Epidemiology, The Children’s Hospital, Aurora, Colorado

Lucy S. Tompkins, MD, PhD Lucy Becker Professor of Medicine (Infectious Diseases); Professor of Microbiology and Immunology, Stanford University School of Medicine, Stanford University Medical Center, Stanford, California

Richard L. Tower, II, MD, MS Assistant Professor of Pediatrics, Pediatrics, Hematology/Oncology/ BMT Section, Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin Anatomy and Function of the Lymphatic System; Abnormalities of Lymphatic Vessels;

Prof. Riccardo Troncone Professor of Pediatrics, Head, European Laboratory for the Investigation of Food-Induced Diseases, University Federico II, Naples, Italy

Amanda A. Trott, MD Resident, Department of Pediatrics, University of Texas Medical Branch, Galveston, Texas

David G. Tubergen, MD Medical Director, Host Program, MD Anderson Physicians Network, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

David A. Turner, MD Associate Director, Pediatric Critical Care Fellowship Program; Medical Instructor, Department of Pediatrics, Division of Pediatric Critical Care Medicine, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

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Jakko van Ingen, MD, PhD National Tuberculosis Reference Laboratory, National Institute of Public Health and the Environment, Bilthoven, The Netherlands; Department of Pulmonary Diseases, Radboud University Nijmegen Medical Center, Nijmegen, The Netherlands

Heather A. Van Mater, MD, MS Assistant Professor, Department of Pediatrics, Division of Pediatric Rheumatology, Duke University, Durham, North Carolina

Prof. Dr. Dick van Soolingen Head of the Tuberculosis Reference Laboratory, National Institute for Public Health and the Environment, Bilthoven, The Netherlands; Department of Pulmonary Diseases and Medical Microbiology, Radboud University Nijmegen Medical Centre, Nijmegen, The Netherlands

Elliott Vichinsky, MD Medical Director, Department of Hematology/Oncology; Adjunct Professor UCSF, Oakland, California

Linda A. Waggoner-Fountain, MD, Med Associate Professor of Pediatrics, Division of Infectious Diseases, University of Virginia, Charlottesville, Virginia

Steven G. Waguespack, MD, FAAP, FACE Associate Professor, Department of Endocrine Neoplasia and Hormonal Disorders, Department of Pediatrics, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

David M. Walker, MD Assistant Professor, Pediatrics (Emergency Medicine), Yale University School of Medicine; Clinical Instructor, Pediatric Nurse Practitioner Program, Yale University School of Nursing; Attending Physician, Pediatric Emergency Department, Yale-New Haven Children’s Hospital, New Haven, Connecticut

Heather J. Walter, MD, MPH

Professor of Pediatrics, Medical College of Wisconsin, Wauwatosa, Wisconsin

Professor of Psychiatry and Pediatrics, Vice-Chair of Psychiatry, Boston University School of Medicine; Chief, Child and Adolescent Psychiatry, Boston Medical Center, Boston, Massachusetts

Pankhuree Vandana, MD

Stephanie Ware, MD, PhD

Second Year Fellow, Child and Adolescent Psychiatry, Department of Child and Adolescent Psychiatry, Feinberg School of Medicine/ Northwestern University/Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Associate Professor of Pediatrics, Department of Pediatrics, Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, University of Cincinnati College of Medicine, Cincinnati, Ohio

Scott K. Van Why, MD

Douglas Vanderbilt, MD Assistant Professor of Clinical Pediatrics, Keck School of Medicine, University of Southern California; Children’s Hospital Los Angeles Developmental-Behavioral Pediatrics Fellowship Director, Los Angeles, California

Kimberly Danieli Watts, MD, MS Instructor of Pediatrics, Northwestern University Feinberg School of Medicine; Attending, Division of Pulmonary Medicine, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Ian M. Waxman, MD Medical Officer, U.S. Food and Drug Administration, Bethesda, Maryland

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xxxii ■ Colaboradores

Debra E. Weese-Mayer, MD

Perrin C. White, MD

Professor of Pediatrics at Northwestern University Feinberg School of Medicine; Director, Center for Autonomic Medicine in Pediatrics (C.A.M.P.), Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Professor of Pediatrics, UT Southwestern Medical Center; Director of Pediatric Endocrinology, Division of Pediatric Endocrinology, University of Texas Southwestern Medical Center, Dallas, Texas

Kathryn Weise, MD, MA

John V. Williams, MD

Program Director, Cleveland Fellowship in Advanced Bioethics, Department of Bioethics, Cleveland Clinic, Cleveland, Ohio

Assistant Professor, Pediatric Infectious Disease, Microbiology and Immunology, Vanderbilt University, Nashville, Tennessee

Martin E. Weisse, MD

Rodney E. Willoughby, Jr., MD

Chief, Department of Pediatrics, Tripler Army Medical Center, Honolulu, Hawaii; Professor of Pediatrics, Uniformed Services University, F. Edward Hebert School of Medicine, Bethesda, Maryland

Professor, Pediatric Infectious Diseases, Medical College of Wisconsin, Children’s Corporate Center, Milwaukee, Wisconsin

Lawrence Wells, MD Assistant Professor of Orthopaedic Surgery, University of Pennsylvania School of Medicine; Attending Orthopedic Surgeon, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Jessica Wen, MD Fellow, The Children’s Hospital of Philadelphia/University of Pennsylvania, Division of Gastroenterology, Philadelphia, Pennsylvania

Steven L. Werlin, MD Professor, Department of Pediatrics (Gastroenterology), The Medical College of Wisconsin, Milwaukee, Wisconsin

Michael R. Wessels, MD John F. Enders Professor of Pediatrics and Professor of Medicine, Harvard Medical School; Chief, Division of Infectious Diseases, Children’s Hospital Boston, Boston, Massachusetts

Ralph F. Wetmore, MD Chief, Division of Otolaryngology, The Children’s Hospital of Philadelphia; Mortimer Newlin Professor of Pediatric Otolaryngology, University of Pennsylvania School of Medicine, Philadelphia, Pennsylvania

Randall C. Wetzel, MB, BS, MBA, MRCS, LRCP, FAAP, FCCM

Samantha L. Wilson, PhD Assistant Professor, Medical College of Wisconsin; Member, Children’s Specialty Group, Brookfield, Wisconsin

Glenna B. Winnie, MD Director, The Pediatric Sleep Center, Fairfax Neonatal Associates, Fairfax, Virginia

Paul H. Wise, MD, MPH

Peter F. Wright, MD Professor of Pediatrics, Division of Infectious Disease and International Health, Dartmouth Medical School, Lebanon, New Hampshire

Terry W. Wright, PhD Associate Professor, Pediatrics and Microbiology and Immunology, University of Rochester School of Medicine, Rochester, New York

Eveline Y. Wu, MD Fellow, Pediatric Rheumatology and Allergy and Immunology, Duke University Medical Center, Durham, North Carolina

Anthony Wynshaw-Boris, MD, PhD Charles J. Epstein Professor of Human Genetics and Pediatrics; Chief, Division of Medical Genetics, Department of Pediatrics and Institute of Human Genetics, University of California, San Francisco, School of Medicine, San Francisco, California

Richard E. Behrman Professor of Child Health and Society; Professor of Pediatrics, Centers for Policy, Outcomes and Prevention/Health Policy/Primary Care and Outcomes Research, Stanford University, Stanford, California

Nada Yazigi, MD

Laila Woc-Colburn, MD

Ram Yogev, MD

Assistant Professor, Section of Infectious Diseases, Department of Medicine, Baylor College of Medicine, Houston, Texas

Joanne Wolfe, MD, MPH Director, Pediatric Palliative Care, Children’s Hospital Boston; Division Chief, Pediatric Palliative Care Service, Department of Psychosocial Oncology and Palliative Care, Dana-Farber Cancer Institute, Boston, Massachusetts

Cynthia J. Wong, MD Clinical Assistant Professor, Stanford University School of Medicine, Stanford, California

Laura L. Worth, MD, PhD

Chair, Department of Anesthesiology, Critical Care Medicine, Children’s Hospital of Los Angeles, Los Angeles, California

Associate Professor in the Division of Pediatrics Center, Medical Director for the Children’s Cancer Hospital at The University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

Isaiah D. Wexler, MD, PhD

Joseph L. Wright, MD, MPH

Associate Professor, Department of Pediatrics, Hadassah University Medical Center, Jerusalem, Israel

Senior Vice President; Professor of Pediatrics (Vice Chair), Emergency Medicine and Health Policy, Children’s

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National Medical Center, Washington, District of Columbia

Associate Professor of Clinical Pediatrics, University of Cincinnati Medical School, Division of Gastroenterology, Hepatology and Nutrition, Cincinnati Children’s Medical Center, Cincinnati, Ohio Professor, Department of Pediatrics, Northwestern University Medical School; Deputy Director for Clinical Research — Clinical Sciences, Children’s Memorial Hospital, Chicago, Illinois

Marc Yudkoff, MD W.T. Grant Professor of Pediatrics, University of Pennsylvania School of Medicine; Chief, Division of Child Development, Rehabilitation and Metabolic Disease, The Children’s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, Pennsylvania

Peter E. Zage, MD Assistant Professor, Division of Pediatrics, University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, Texas

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Colaboradores ■ xxxiii

Anita KM Zaidi, MBBS, SM, FAAP

Maija H. Zile, PhD

Barry Zuckerman, MD

A. Sultan Jamal Professor of Pediatrics and Child Health, and Microbiology; Chair, Department of Pediatrics and Child Health, Aga Khan University, Karachi, Pakistan

Professor, Department of Food Science and Human Nutrition, Michigan State University, East Lansing, Michigan

Joel and Barbara Alpert Professor and Chair, Department of Pediatrics, Boston University School of Medicine, Boston Medical Center, Boston, Massachusetts

Lonnie K. Zeltzer, MD Director, Pediatric Pain Program; Professor of Pediatrics, Anesthesiology, Psychiatry and Biobehavioral Sciences, David Geffen School of Medicine at UCLA, Los Angeles, California

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Prof. Dr. Peter Zimmer Abt. Allgemeine Pädiatrie und Neonatologie, Zentrum für Kinderheilkunde und Jugendmedizin, Universitätsklinikum Gießen und Marburg GmbH, Justus-LiebigUniversität, Feulgenstr, Gießen, Germany

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Prefácio A publicação desta 19ª edição de Nelson Tratado de Pediatria combina uma síntese importante da pediatria clínica com os maiores avanços em genômica, diagnóstico, imagens e terapêutica. A 19ª edição continua a representar “a obra-prima” no atendimento de recém-nascidos, crianças ou adolescentes normais e enfermos, apresentando tanto uma medicina baseada em evidências como a experiência clínica e a sagacidade de autores internacionais proeminentes. A promessa de que a medicina translacional, ou baseada na intervenção epidemiológica, irá melhorar a vida de todas as crianças é maior do que nunca. Os conhecimentos sobre o desenvolvimento humano, comportamentos e doenças, do nível molecular ao sociológico, aumentam em velocidade fantástica. Isso tem levado a uma maior compreensão sobre a saúde e a doença das crianças, bem como à melhora substancial da saúde para aquelas que têm acesso a atendimento médico. Esses avanços científicos animadores também oferecem a esperança de se abordar efetivamente doenças novas e emergentes que ameaçam as crianças e suas famílias. Infelizmente, muitas crianças ainda não são beneficiadas pelos avanços significativos na prevenção e no tratamento dos problemas relacionados à saúde, principalmente por falta de vontade política e pelo estabelecimento equivocado de prioridades. Além disso, muitas crianças passam pelos efeitos adversos da pobreza, da guerra e do bioterrorismo. Para que os nossos conhecimentos, que são cada vez maiores, beneficiem todas as crianças e jovens, os progressos da medicina e da boa prática clínica precisam estar sempre conjugados à efetivação dos direitos. Esta nova edição de Nelson Tratado de Pediatria se propõe a fornecer informações essenciais que médicos, preceptores, estudantes de medicina e outros profissionais envolvidos no atendimento pediátrico necessitam para compreender e abordar efetivamente a enorme variedade de problemas biológicos, psicológicos e sociais que nossas crianças e jovens podem enfrentar. Nosso objetivo é um texto abrangente, embora conciso, oferecendo uma leitura amigável, abraçando os novos avanços da ciência, bem como a arte consagrada pelo tempo, a prática pediátrica. A 19ª edição está reorganizada e revisada em relação à edição anterior. Houve o acréscimo de novas doenças e novos capítulos,

bem como expansão considerável ou modificação significativa de outros. Além disso, foram acrescentadas mais tabelas, fotografias, estudos por imagens e figuras ilustrativas, bem como referências atualizadas. Todos os assuntos foram minuciosamente revistos para a atualização e o aprimoramento de sua exposição e utilidade para os prestadores de atendimento à saúde pediátrica. Ainda que para a criança doente, sua família e seu médico, até o distúrbio mais raro tenha importância central, nem todos os problemas de saúde podem ser abordados com o mesmo grau de detalhes em um tratado geral de pediatria. Desse modo, há referências dos principais artigos e dos textos de subespecialidades, que devem ser consultados quando mais informações forem desejadas. O valor primordial da 19ª edição do Tratado se deve a seus colaboradores, todos especialistas e profissionais reconhecidos. Somos gratos a esses dedicados autores por seu trabalho árduo, conhecimentos, atenção e boas opiniões. Nossos sinceros agradecimentos também vão para Judy Fletcher e Jennifer Shreiner, da Elsevier, e a Carolyn Redman, do Departamento de Pediatria do Medical College of Wisconsin. Todos trabalhamos muito para produzir uma edição que será útil àqueles que prestam assistência a crianças e jovens e àqueles que desejam conhecer mais sobre a saúde das crianças de todo o mundo. Nesta edição, tivemos a assistência informal de muitos docentes e equipes dos departamentos de pediatria do Medical College of Wisconsin, Wayne State University School of Medicine, Duke University School of Medicine e University of Rochester School of Medicine. A ajuda destas pessoas e de muitos pediatras praticantes do mundo todo que despenderam tempo para nos oferecer um retorno atencioso e sugestões, que sempre são muito apreciadas e úteis. Por último, mas não menos importante, desejamos agradecer especialmente às nossas famílias, por sua paciência e compreensão, sem as quais este Tratado não teria sido possível.

Robert M. Kliegman, MD Bonita F. Stanton, MD Joseph W. St. Geme, III, MD Nina F. Schor, MD, PhD

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Apresentação da 19ª Edição Brasileira Nelson Tratado de Pediatria é a obra de referência para a pediatria no mundo todo. Mantendo sua tradição, a 19ª edição foi completamente atualizada e teve acréscimo significativo de conteúdo para garantir que o estudante e o profissional de saúde tenham acesso ao conhecimento mais recente e confiável para melhor diagnosticar e tratar seus pacientes. A pediatria é uma especialidade com inúmeras particularidades regionais. Por isso, a Editora Elsevier desenvolveu esta nova edição com adaptações para a realidade brasileira. Acreditamos que uma obra relevante e de porte internacional como o Nelson Tratado de Pediatria poderá agregar ainda mais valor aos pediatras brasileiros neste novo formato. A 19ª edição brasileira, portanto, une este texto de referência internacional a uma grande inovação: fazer a adaptação do conteúdo do livro a importantes particularidades da realidade brasileira. As adaptações para a realidade brasileira abordam normas e diretrizes próprias do Brasil em assuntos fundamentais através de links, como calendário vacinal, alimentação no primeiro ano de vida, tratamento de doenças como AIDS, tuberculose e hanseníase, aspectos pertinentes da legislação brasileira e, especialmente, as doenças que se tornaram raras nos países desenvolvidos e nos grandes centros, mas que ainda

ameaçam um grande número de brasileiros, muitas das quais estão sofrendo mudanças em sua distribuição dentro do território nacional. Todas as informações adaptadas foram indicadas pela supervisora da revisão científica de toda a tradução da 19ª edição da obra, Dra. Maria Tereza Gutierrez, que também foi a responsável pela revisão científica da edição anterior, da Elsevier Brasil. Dra. Maria Tereza Gutierrez foi responsável pelo pronto-socorro infantil da Santa Casa de São Paulo por mais de duas décadas, Diretora do Departamento de Pediatria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo no período de 2000 a 2005 e é Doutora em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Sem dúvidas, esta 19ªedição de Nelson Tratado de Pediatria será também referência de consulta para os profissionais que exercem a pediatria e para todos que se preparam para fazê-lo, além de trazer conteúdo abrangente e completo para profissionais de outras especialidades que se dediquem a tratar crianças e adolescentes.

A Editora

As adaptações têm início quando aparece a bandeira brasileira.

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Sumário PARTE I

PARTE III

O Campo da Pediatria

Distúrbios Comportamentais e Transtornos Psiquiátricos

Capítulo 1

Visão Geral da Pediatria

1

Bonita F. Stanton e Richard E. Behrman

Qualidade e Segurança na Assistência Médica Infantil

Capítulo 18 13

Ramesh C. Sachdeva

Capítulo 3

Ética na Assistência Médica Pediátrica Questões Culturais na Pediatria

13

David R. DeMaso e Heather J. Walter

19.1 Psicofarmacologia

13

Joseph F. Hagan, Jr. e Paula M. Duncan 17

Frederick P. Rivara e David C. Grossman

Visão Geral e Avaliação da Variabilidade

6.1 Avaliação do Crescimento e Desenvolvimento Fetal

26

O Recém-nascido O Primeiro Ano O Segundo Ano A Pré-escola

21.3 Enurese (Urinar na Cama)

26

Emily R. Katz e David R. DeMaso

21.4 Encoprese Capítulo 22 26 31 33

Susan Feigelman

A Crian��a em Idade Escolar

36

Susan Feigelman

Adolescência Capítulo 13 Avaliação do Crescimento Capítulo 12

71 73 75

Distúrbios de Ansiedade

77

Capítulo 24

Transtornos do Humor

82

Heather J. Walter e David R. DeMaso

24.1 Depressão Maior

82

24.3 Transtorno Distímico

85 87

Heather J. Walter e David R. DeMaso 39

45 45

Janet R. Serwint

Medicina do Sono

71

David R. Rosenberg, Pankhuree Vandana e Jennifer A. Chiriboga

24.2 Transtorno Bipolar

Laura Stout Sosinsky e Walter S. Gilliam

Judith A. Owens

Capítulo 23

Heather J. Walter e David R. DeMaso

Capítulo 15

Perda, Separação e Luto

Distúrbios de Hábito e Tiques

39

Frances P. Glascoe e Kevin P. Marks

Cuidados Infantis: Como os Pediatras Podem Apoiar as Crianças e as Famílias

70 70

Colleen A. Ryan, Gary J. Gosselin e David R. DeMaso

39

Capítulo 14

Capítulo 17

67

Heather J. Walter e David R. DeMaso

Virginia Keane

Triagem e Acompanhamento Desenvolvimental-Comportamental

21.2 Pica Emily R. Katz e David R. DeMaso

Susan Feigelman

Capítulo 16

Doenças Psicossomáticas

Patricia Ibeziako, Richard J. Shaw e David R. DeMaso

26

Susan Feigelman

Capítulo 11

66

Emily R. Katz e David R. DeMaso

John Olson

Capítulo 10

Capítulo 20

21.1 Transtorno de Regurgitação

Susan Feigelman

Capítulo 9

19.3 Hospitalização Psiquiátrica

Emily R. Katz e David R. DeMaso

Susan Feigelman

Capítulo 8

65

David R. DeMaso e Heather J. Walter

Transtornos de Regurgitação, Eliminação e Pica (Enurese, Encoprese)

Crescimento, Desenvolvimento e Comportamento

Capítulo 7

60

Capítulo 21

PARTE II

Capítulo 6

19.2 Psicoterapia

60

David R. DeMaso e Heather J. Walter

Capítulo 5

5.1 Controle de Lesões

Tratamento Psicológico de Crianças e Adolescentes David R. DeMaso e Heather J. Walter

Linda Kaljee e Bonita F. Stanton

Maximizando a Saúde Infantil: Triagem, Orientação Antecipatória e Aconselhamento

56

Capítulo 19

13

Eric Kodish e Kathryn Weise

Capítulo 4

Avaliação e Entrevista

Heather J. Walter e David R. DeMaso

Capítulo 2

Capítulo 25

Suicídio e Tentativa de Suicídio

87

Joanna C.M. Cole, Heather J. Walter e David R. DeMaso

Capítulo 26

Transtornos Alimentares

90

Richard E. Kreipe

Capítulo 27

Transtornos de Comportamento

Disruptivo

96

Heather J. Walter e David R. DeMaso 46

27.1 Transtornos Comportamentais Específicos da Idade

99

Heather J. Walter e David R. DeMaso xxxix

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xl ■ Sumário

Transtornos Globais do Desenvolvimento e Psicose na Infância

37.1 Abuso Sexual

Capítulo 28

100

Howard Dubowitz e Wendy G. Lane

Giuseppe Raviola, Gary J. Gosselin, Heather J. Walter e David R. DeMaso

37.2 Transtorno Factício por Procuração (Síndrome de Munchausen por Procuração)

28.1 Transtorno Autístico

100

Howard Dubowitz e Wendy G. Lane

Giuseppe Raviola, Gary J. Gosselin, Heather J. Walter e David R. DeMaso

28.2 Transtorno de Asperger

Capítulo 38 106

106

106

Giuseppe Raviola, Gary J. Gosselin, Heather J. Walter e David R. DeMaso

28.5 Psicose Associada à Epilepsia

Capítulo 39

106

Capítulo 40

Capítulo 41

Necessidades Nutricionais

Alimentando Lactentes, Crianças e Adolescentes Saudáveis

Desenvolvimento Neurológico Funcional da Criança em Idade Escolar e suas Disfunções

e Saúde

Capítulo 29

108

Desmond P. Kelly e Mindo J. Natale

Déficit de Atenção/Hiperatividade

108

Dislexia

112

Transtornos do Desenvolvimento da Linguagem e da Comunicação

114

Mark D. Simms e Robert L. Schum 122

Robert M. Kliegman

Deficiência Intelectual

170

Sobrepeso e Obesidade

122

Bruce K. Shapiro e Mark L. Batshaw

Vitamina A: Deficiências e Excessos

Deficiências e Excessos do Complexo Vitamínico B 46.1 Tiamina (Vitamina B1) 46.2 Riboflavina (Vitamina B2) 46.3 Niacina (Vitamina B3)

46.5 Biotina 130

46.6 Folato

34.1 Avaliação Médica de Crianças Imigrantes (Nascidas no Exterior) para Doenças Infecciosas

132

Stacene R. Maroushek 134

Moira Szilagyi e Sara B. Eleoff 135

Marilyn Augustyn e Barry Zuckerman

135

Isaiah D. Wexler e Eitan Kerem

C0215.indd xl

46.7 Vitamina B12 (Cobalamina) Capítulo 47

135

196 196 197

Vitamina C (Ácido Ascórbico)

198

Dheeraj Shah e H.P.S. Sachdev

Raquitismo e Hipervitaminose D

200

Larry A. Greenbaum

Capítulo 49 135

Douglas Vanderbilt e Marilyn Augustyn

Howard Dubowitz e Wendy G. Lane

195

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

Capítulo 48

Capítulo 36

Abuso e Negligência contra Crianças

193

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

36.2 Efeitos da Guerra sobre as Crianças

192

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

Mark D. Simms e Samantha L. Wilson

36.1 Bullying e Violência Escolar

191

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

Crianças com Necessidades Especiais

Impacto da Violência sobre as Crianças

191

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

46.4 Vitamina B6 (Piridoxina)

Cuidados Adotivos em Famílias

188

Maija H. Zile

H.P.S. Sachdev e Dheeraj Shah

PARTE V

Adoção

179

Capítulo 46

Capítulo 32

32.1 Disfluência (Gagueira)

Nutrição, Segurança Alimentar

Sheila Gahagan

Capítulo 45

G. Reid Lyon, Sally E. Shaywitz e Bennett A. Shaywitz

Capítulo 37

160

Harold Alderman e Meera Shekar

Capítulo 44

Natoshia Raishevich Cunningham e Peter Jensen

Capítulo 35

160

Asim Maqbool, Nicolas Stettler e Virginia A. Stallings

Capítulo 43

Capítulo 34

149

PARTE VI

Transtornos de Aprendizagem

Capítulo 33

Assistência Médica Pediátrica Paliativa

Christina Ullrich, Janet Duncan, Marsha Joselow e Joanne Wolfe

Nicolas Stettler, Jatinder Bhatia, Anjali Parish e Virginia A. Stallings

PARTE IV

Capítulo 31

149

Capítulo 42

Giuseppe Raviola, Gary J. Gosselin, Heather J. Walter e David R. DeMaso

Capítulo 30

Doenças Crônicas na Infância

Nutrição 106

Robert M. Kliegman

28.6 Alucinações Fóbicas Agudas da Infância

147

Lisa J. Chamberlain e Paul H. Wise

Giuseppe Raviola, Gary J. Gosselin, Heather J. Walter e David R. DeMaso

28.4 Esquizofrenia na Infância

146

Heather S. McLean e David T. Price

Giuseppe Raviola, Gary J. Gosselin, Heather J. Walter e David R. DeMaso

28.3 Transtorno Desintegrativo da Infância

Falha de Desenvolvimento

142

Deficiência de Vitamina E

209

Larry A. Greenbaum

Capítulo 50

Deficiência de Vitamina K

209

Larry A. Greenbaum

Capítulo 51

Deficiências de Micronutrientes

Minerais

211

Larry A. Greenbaum

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ xli

PARTE VII

Capítulo 62

Capítulo 52

Distúrbios Eletrolíticos e Acidobásicos

212 212

Larry A. Greenbaum

52.2 Regulação da Osmolaridade e do Volume

Capítulo 65

219

Terapia de Manutenção e Reposição Terapia de Déficits

65.2 Ventilação Mecânica no Longo Prazo

225

305 314 321

Cuidado Agudo da Vítima de Traumatismo Múltiplo

329

Capítulo 66 229

333

Cindy Ganis Roskind, Peter S. Dayan e Bruce L. Klein 242

66.1 Cuidados com Abrasões e Pequenas Lacerações

340

Joanna S. Cohen e Bruce L. Klein 245

Larry A. Greenbaum

Tratamento Hidroeletrolítico de Distúrbios Específicos

65.1 Ventilação Mecânica Ajit Ashok Sarnaik, Matthew J. Gelmini e Ashok P. Sarnaik

Larry A. Greenbaum

Capítulo 54

Desconforto e Insuficiência Respiratória

224

Larry A. Greenbaum

Capítulo 53

Choque

David A. Turner e Ira M. Cheifetz

Ashok P. Sarnaik e Christopher Mastropietro

Larry A. Greenbaum

52.7 Equilíbrio Ácido-base

304

Ashok P. Sarnaik e Jeff A. Clark

Larry A. Greenbaum

52.6 Fósforo

63.1 Morte Encefálica K. Jane Lee

212

Larry A. Greenbaum

52.5 Magnésio

296

Patrick M. Kochanek e Michael J. Bell

Capítulo 64

Larry A. Greenbaum

52.4 Potássio

Emergências Neurológicas e Estabilização

212

Larry A. Greenbaum

52.3 Sódio

279

Capítulo 63

Larry A. Greenbaum

52.1 Composição dos Líquidos Corporais

Emergências Pediátricas e Reanimação

Mary E. Hartman e Ira M. Cheifetz

Fisiopatologia dos Líquidos Corporais e Terapia Volêmica

Lesão por Afogamento e Quase Afogamento

Capítulo 67

341

Elena Shephard e Linda Quan

Capítulo 55

249

Capítulo 68

Lesões por Queimadura

349

Alia Y. Antoon e Mary K. Donovan

PARTE VIII

Capítulo 69

Terapia Medicamentosa Pediátrica Farmacogenética, Farmacogenômica e Farmacoproteômica Pediátrica

250

Kathleen A. Neville e J. Steven Leeder

Princípios da Terapia Medicamentosa

250

Jennifer A. Lowry, Bridgette L. Jones, Tracy Sandritter, Susanne Liewer e Gregory L. Kearns

Capítulo 58

Intoxicações

250

270

Paula Gardiner e Kathi J. Kemper

70.1 Sedação e Procedimentos Dolorosos

Capítulo 71

275

Mary Saunders e Marc H. Gorelick

376

72.1 Aconselhamento Genético

377

Brendan Lee

72.2 Controle e Tratamento dos Distúrbios Genéticos

Capítulo 61

379

Brendan Lee 278

Joseph L. Wright e Steven E. Krug

Capítulo 73

Abordagem Genética em Medicina

Pediátrica 278

Elizabeth A. Edgerton e Bruce L. Klein 278

Evaline A. Alessandrini

Jennifer I. Chapman e David M. Walker

Integração da Genética com a Prática

Brendan Lee

Capítulo 60

61.3 Princípios Aplicáveis ao Mundo em Desenvolvimento

360

Genética Humana Pediátrica

61.2 Resultados e Ajuste de Risco

Manejo da Dor Pediátrica

PARTE X Capítulo 72

61.1 Transportes Interinstalações para Pacientes Pediátricos Gravemente Feridos ou Doentes

360

Randall C. Wetzel

A Criança com Doença Aguda

Serviços Médicos de Emergência para as Crianças

360

Randall C. Wetzel

PARTE IX

Avaliação da Criança Doente no Consultório e na Clínica

359

Randall C. Wetzel

Lonnie K. Zeltzer e Elliot J. Krane

Capítulo 59

C0215.indd xli

Anestesia, Cuidados Perioperatórios e Sedação

70.2 Neurotoxicidade Anestésica

Katherine A. O’Donnell e Michele Burns Ewald

Ervas, Terapias Complementares e Medicina Integrativa

357

Capítulo 70

Capítulo 56

Capítulo 57

Lesões Causadas pelo Frio

Alia Y. Antoon e Mary K. Donovan

380

Daryl A. Scott e Brendan Lee

Capítulo 74

O Genoma Humano

383

Daryl A. Scott e Brendan Lee

Capítulo 75

Padrões de Transmissão Genética

383

Daryl A. Scott e Brendan Lee 278

Capítulo 76

Citogenética

394

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

19/09/13 3:30 PM


xlii ■ Sumário

76.1 Métodos de Análise Cromossômica

394

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

76.2 Síndrome de Down e Outras Anomalias do Número de Cromossomos

79.14 Lisina 399

Iraj Rezvani

404

Amanda A. Trott, Kimberlee M. Matalon, Marie Michelle Grino e Reuben K. Matalon

Karen Summar e Brendan Lee

76.3 Anomalias na Estrutura Cromossômica

79.15 Ácido Aspártico (Doença de Canavan)

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

76.4 Aneuploidia do Cromossomo Sexual

408

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

76.5 Sítios Frágeis de Cromossomos

411

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

76.6 Mosaicismo

Genética de Distúrbios Comuns

80.1 Distúrbios da ␤-Oxidação do Ácido Graxo Mitocondrial

412

80.2 Distúrbios dos Ácidos Graxos de Cadeia Muito Longa

412

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

Capítulo 77

Defeitos no Metabolismo dos Lipídios Charles A. Stanley e Michael J. Bennett

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

76.8 Dissomia Uniparental e Fixação

414

80.3 Distúrbios do Metabolismo e Transporte das Lipoproteínas 80.4 Lipidoses (Doenças de Depósito Lisossômico) Margaret M. McGovern e Robert J. Desnick

414

80.5 Mucolipidoses

415

Defeitos no Metabolismo dos Carboidratos 81.1 Doenças de Acúmulo de Glicogênio

Uma Abordagem dos Erros Inatos do Metabolismo

Priya S. Kishnani e Yuan-Tsong Chen

81.2 Defeitos no Metabolismo da Galactose

Capítulo 78

416

Iraj Rezvani e Geoffrey Rezvani

422

Priya S. Kishnani e Yuan-Tsong Chen

425

81.6 Distúrbios da Degradação e Estrutura das Glicoproteínas

81.5 Defeitos no Metabolismo da Pentose

Iraj Rezvani e David S. Rosenblatt 429 429

Iraj Rezvani 430

Iraj Rezvani e David S. Rosenblatt

79.7 Glicina

442

Iraj Rezvani

79.9 Prolina

442

Iraj Rezvani

79.10 Ácido Glutâmico

443

Iraj Rezvani

79.11 Distúrbios Genéticos dos Neurotransmissores

Iraj Rezvani e Marc Yudkoff

C0215.indd xlii

491

492 492 502 503

503 509

509

Mucopolissacaridoses

509

Jürgen Spranger

Distúrbios do Metabolismo das Pirimidinas

Capítulo 83

516

James C. Harris

Progeria

516

Michael J. Painter

Capítulo 85

Porfirias

517

Karl E. Anderson, Chul Lee, Manisha Balwani e Robert J. Desnick

Capítulo 86

Hipoglicemia

517

Mark A. Sperling

PARTE XII 445

Iraj Rezvani e K. Michael Gibson

79.12 Ciclo de Ureia e Hiperamonemia (Arginina, Citrulina, Ornitina)

Capítulo 82

Capítulo 84 438

Iraj Rezvani

79.8 Serina

482

Margaret M. Mcgovern e Robert J. Desnick

Iraj Rezvani

79.6 Valina, Leucina, Isoleucina e Acidemias Orgânicas Relacionadas

81.4 Defeitos no Metabolismo Intermediário dos Carboidratos Associados à Acidose Láctica Priya S. Kishnani e Yuan-Tsong Chen

Grant A. Mitchell e Iraj Rezvani

79.5 Triptofano

81.3 Defeitos no Metabolismo da Frutose

418 418

Iraj Rezvani e Joseph John Melvin

79.4 Cisteína/Cistina

470

Priya S. Kishnani e Yuan-Tsong Chen

Capítulo 79

79.3 Metionina

462

Priya S. Kishnani e Yuan-Tsong Chen Priya S. Kishnani e Yuan-Tsong Chen

79.2 Tirosina

456

Capítulo 81

Distúrbios Genéticos do Metabolismo

79.1 Fenilalanina

456

Margaret M. McGovern e Robert J. Desnick

PARTE XI

Defeitos no Metabolismo dos Aminoácidos

455

William A. Neal

77.1 Principais Abordagens Genéticas para o Estudo de Doenças Pediátricas Comuns John W. Belmont e Brendan Lee

453

Hugo W. Moser

John W. Belmont e Brendan Lee

77.2 Compreensão Atual da Genética dos Distúrbios Comuns em Crianças

453

Capítulo 80

412

Carlos A. Bacino e Brendan Lee

76.7 Síndromes de Instabilidade Cromossômica

79.13 Histidina Iraj Rezvani

O Feto e o Recém-nascido Panorama da Morbidade e da Mortalidade

Capítulo 87 447

532

Waldemar A. Carlo

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ xliii

532

Waldemar A. Carlo

93.3 Hemorragia Intracraniana-Intraventricular e Leucomalácia Periventricular

88.1 História na Pediatria Neonatal

532

Waldemar A. Carlo

532

93.4 Lesão Cerebral Causada por Inflamação, Infecção e Medicamentos

Capítulo 88

O Recém-nascido

Waldemar A. Carlo

88.2 Exame Físico do Recém-nascido Waldemar A. Carlo

88.3 Rotina de Sala de Parto e Atendimento Inicial

93.5 Encefalopatia Hipóxico-isquêmica Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

Waldemar A. Carlo

93.6 Coluna Vertebral e Medula Espinal

88.4 Cuidados no Berçário

538

Waldemar A. Carlo

Waldemar A. Carlo

93.7 Lesões de Nervos Periféricos

88.5 Vínculo de Pais e Lactentes

538

Waldemar A. Carlo

Capítulo 89

Gestação de Alto Risco

Capítulo 94 540

Waldemar A. Carlo

Capítulo 90

O Feto

90.1 Crescimento e Maturidade Fetais

541 541

Waldemar A. Carlo

541

Waldemar A. Carlo

545

95.3 Síndrome do Desconforto Respiratório (Doença da Membrana Hialina)

95.1 Transição para a Respiração Pulmonar 95.2 Apneia

Waldemar A. Carlo

90.3 Doenças Maternas e o Feto Waldemar A. Carlo

90.4 O Feto e a Exposição Materna a Medicamentos e Toxina

95.4 Taquipneia Transitória do Recém-nascido Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

547

95.5 Aspiração de Material Estranho (Síndrome da Aspiração Fetal, Pneumonia Aspirativa)

Waldemar A. Carlo

90.6 Radiação

548

Waldemar A. Carlo

90.7 Diagnóstico Intrauterino da Doença Fetal

548

Waldemar A. Carlo

90.8 Tratamento e Prevenção de Doenças Fetais

550

Waldemar A. Carlo

Capítulo 91

O Recém-nascido de Alto Risco

552

Waldemar A. Carlo

91.1 Gravidez de Gestação Múltipla

553

Waldemar A. Carlo

91.2 Prematuridade e Restrição no Crescimento Intrauterino

555 564

Waldemar A. Carlo

91.4 Recém-nascidos Grandes para a Idade Gestacional (GIG)

564

Waldemar A. Carlo

91.5 Transporte de Recém-nascidos

564

Waldemar A. Carlo

Manifestações Clínicas de Doenças no Período Neonatal

95.6 Aspiração de Mecônio 95.7 Hipertensão Pulmonar Persistente no Recém-nascido (Persistência da Circulação Fetal)

580

581 590

590 590

592

Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

95.8 Hérnia Diafragmática

594

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

95.9 Hérnia do Forame de Morgagni

597

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

95.10 Hérnia Paraesofágica

597

95.11 Eventração

597

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

95.12 Extravasamento Extrapulmonar de Ar (Pneumotórax, Pneumomediastino, Enfisema Intersticial Pulmonar, Pneumopericárdio)

597

Waldemar A. Carlo

95.13 Hemorragia Pulmonar

599

Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

Capítulo 96

Distúrbios do Sistema Digestório

96.1 Íleo Meconial na Fibrose Cística

565

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

565

96.3 Icterícia e Hiperbilirrubinemia no Recém-nascido

96.2 Enterocolite Necrosante Neonatal

Waldemar A. Carlo

93.2 Hemorragia Traumática, Epidural, Subdural e Subaracnoide

579

Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

Waldemar A. Carlo

93.1 O Crânio

579

Waldemar A. Carlo

564

Waldemar A. Carlo

Distúrbios do Sistema Nervoso

575

600

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

Capítulo 92

Capítulo 93

573

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

Waldemar A. Carlo

91.3 Recém-nascidos Pós-termo

573

Waldemar A. Carlo e Namasivayam Ambalavanan

546

Waldemar A. Carlo

90.5 Teratógenos

Doenças do Trato Respiratório

Waldemar A. Carlo

Waldemar A. Carlo

90.2 Sofrimento Fetal

Emergências na Sala de Parto

569

Waldemar A. Carlo

Capítulo 95

Waldemar A. Carlo

568

Waldemar A. Carlo

536

Waldemar A. Carlo

566

601 601

603

Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

96.4 Kernicterus 566

608

Namasivayam Ambalavanan e Waldemar A. Carlo

Waldemar A. Carlo

C0215.indd xliii

19/09/13 3:30 PM


xliv ■ Sumário

Capítulo 97 Distúrbios no Sangue 97.1 Anemia no Recém-nascido

612 612

104.2 Desenvolvimento da Identidade Sexual

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

104.3 Homossexualidade Adolescente

97.2 Doença Hemolítica do Recém-nascido (Eritroblastose Fetal)

Gary Remafedi 615

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

97.3 Pletora no Recém-nascido (Policitemia)

619

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

97.4 Hemorragia no Recém-nascido

620

Akhil Maheshwari e Waldemar A. Carlo

Capítulo 98

Sistema Geniturinário

621

Waldemar A. Carlo

Capítulo 99

O Umbigo Distúrbios Metabólicos

A Epidemiologia do Adolescente Problemas de Saúde

Capítulo 105

Prestação de Cuidados de Saúde para Adolescentes

Capítulo 106

106.1 Questões Legais

622

106.2 Procedimentos de Triagem

622

106.3 Promoção da Saúde 106.4 Transição para Cuidados de Adultos

625

Waldemar A. Carlo

Capítulo 108

Dismorfologia

Margaret M. Stager

629

Margaret M. Stager

108.1 Álcool 108.2 Tabaco 108.3 Maconha 629 629

Barbara J. Stoll

103.2 Modos de Transmissão e Patogênese

629

Barbara J. Stoll

103.3 Imunidade

631

Barbara J. Stoll

103.4 Etiologia da Infecção Fetal e Neonatal

632

Barbara J. Stoll

103.5 Epidemiologia de Infecções Neonatais de Início Precoce e Tardio

633

103.6 Manifestações Clínicas de Infecções Intrauterinas Transplacentárias 636 Barbara J. Stoll 639

Barbara J. Stoll

103.8 Tratamento 103.9 Complicações e Prognóstico 103.10 Prevenção

678 679 680 681 682

108.6 Cocaína

683

Margaret M. Stager

108.7 Anfetaminas

683

Margaret M. Stager 684

Margaret M. Stager

108.9 Esteroides Anabólicos Capítulo 109

A Mama

685 685

Barbara Cromer

Capítulo 110

Problemas Menstruais

685

Barbara Cromer

110.1 Amenorreia

647

Barbara Cromer

110.2 Sangramento Uterino Anormal 110.3 Dismenorreia 110.4 Síndrome Pré-menstrual

686 688 690 691

Barbara Cromer

Capítulo 111

Medicina da Adolescência

C0215.indd xliv

108.5 Alucinógenos

Barbara Cromer

PARTE XIII

Barbara Cromer

671

Margaret M. Stager

646

Barbara J. Stoll

Capítulo 104 Desenvolvimento do Adolescente 104.1 Desenvolvimento Físico e Social do Adolescente

108.4 Inalantes

Barbara Cromer

Barbara J. Stoll

667

Margaret M. Stager

644

Barbara J. Stoll

667

Margaret M. Stager

108.8 Opiáceos

Barbara J. Stoll

103.7 Diagnóstico

Abuso de Substâncias

627

Anthony Wynshaw-Boris e Leslie G. Biesecker

Capítulo 103 Infecções do Neonato 103.1 Patogênese e Epidemiologia

Comportamento Violento

Margaret M. Stager

Waldemar A. Carlo

667

Margaret M. Stager

627

Waldemar A. Carlo

Capítulo 102

665

Barbara Cromer

Capítulo 107 625

Waldemar A. Carlo

101.1 Recém-nascidos Filhos de Mães Diabéticas

664

Gale R. Burstein

100.1 Uso de Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina pela Mãe e Síndromes Comportamentais Neonatais

O Sistema Endócrino

663

Gale R. Burstein e Barbara Cromer

Gale R. Burstein

Capítulo 101

660

Gale R. Burstein

Waldemar A. Carlo

100.2 Síndrome Alcoólica Fetal

658

Gale R. Burstein

Waldemar A. Carlo

Capítulo 100

654

Walter Bockting

Contracepção

692

Barbara Cromer 649

111.1 Métodos de Barreira

694

Barbara Cromer 649

111.2 Espermicidas

694

Barbara Cromer

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ xlv

111.3 Métodos Combinados

696

Barbara Cromer

111.4 Métodos Hormonais

696 698

Barbara Cromer

111.6 Dispositivos Intrauterinos

Gravidez na Adolescência Estupro de Adolescentes Doenças Sexualmente Transmissíveis

Capítulo 126

702

Seção 4

705

Gale R. Burstein

Síndrome de Fadiga Crônica

Capítulo 115

714

James F. Jones e Hal B. Jenson

741

Laurence A. Boxer e Peter E. Newburger

699

Christine E. Barron e Marianne E. Felice

Capítulo 114

Distúrbios da Função dos Fagócitos

Capítulo 125

Dianne S. Elfenbein e Marianne E. Felice

Capítulo 113

739

Capítulo 124

699

Barbara Cromer

Capítulo 112

Eosinófilos

Laurence A. Boxer e Peter E. Newburger

Barbara Cromer

111.5 Contracepção de Emergência

Capítulo 123

Leucopenia

746

Peter E. Newburger e Laurence A. Boxer

Leucocitose

752

Laurence A. Boxer e Peter E. Newburger

SISTEMA COMPLEMENTO Capítulo 127 Sistema Complemento

753 753

Richard B. Johnston, Jr.

Capítulo 128 Distúrbios do Sistema Complemento 128.1 Avaliação do Sistema Complemento

753 753

Richard B. Johnston, Jr.

PARTE XIV

128.2 Deficiências Genéticas de Componentes do Complemento

Imunologia AVALIAÇÃO DO SISTEMA IMUNE Capítulo 116 Avaliação de Suspeita de Imunodeficiência Seção 1

715 715

Rebecca H. Buckley

OS SISTEMAS DE CÉLULAS T, B E NK Capítulo 117 Linfócitos T, Linfócitos B e Células Natural-Killer Seção 2

722 722

Rebecca H. Buckley

Defeitos Primários da Produção de Anticorpos

Capítulo 118

722

Rebecca H. Buckley

118.1 Tratamento dos Defeitos de Células B

Defeitos Primários da Imunidade Celular

727 728

Rebecca H. Buckley

Imunodeficiências Primárias de Anticorpos e Celulares Combinadas

730

Rebecca H. Buckley

SISTEMA FAGOCITÁRIO Capítulo 121 Neutrófilos

736

Richard B. Johnston, Jr.

C0215.indd xlv

757

TCTH de Fontes e Doadores Alternativos

Capítulo 130

760

Andrea Velardi e Franco Locatelli

Doença Enxerto Versus Hospedeiro Aguda (GVHD) e Rejeição

760

Andrea Velardi e Franco Locatelli

Complicações Infecciosas do TCTH

762

Andrea Velardi e Franco Locatelli

Efeitos Tardios de TCTH

763

Andrea Velardi e Franco Locatelli

Distúrbios Alérgicos Alergia e as Bases Imunológicas da Doença Atópica

Capítulo 134 737 739 739

Monócitos, Macrófagos e Células

Dendríticas

757

PARTE XV

Peter E. Newburger e Laurence A. Boxer

Capítulo 122

756

735

Rebecca H. Buckley

Seção 3

Seção 5 TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS Capítulo 129 Princípios e Indicações Clínicas

Capítulo 133

Rebecca H. Buckley

120.5 Imunodesregulação com Autoimunidade ou Linfoproliferação

755

Richard B. Johnston, Jr.

733

Rebecca H. Buckley

120.4 Tratamento de Imunodeficiência Celular ou Combinada

128.5 Tratamento dos Distúrbios do Sistema Complemento

Capítulo 132

Rebecca H. Buckley

120.3 Defeitos da Imunidade Inata

128.4 Desordens Secundárias do Complemento Richard B. Johnston, Jr.

730

Rebecca H. Buckley

120.2 Imunodeficiência Combinada (IDC)

755

Richard B. Johnston, Jr.

Capítulo 131

Capítulo 120

120.1 Imunodeficiência Combinada Grave (IDCG)

128.3 Deficiências de Proteínas Plasmáticas ou Controladoras do Complemento

Andrea Velardi e Franco Locatelli

Rebecca H. Buckley

Capítulo 119

753

Richard B. Johnston, Jr.

764

Donald Y.M. Leung e Cezmi A. Akdis

Capítulo 135

Diagnóstico de Doença Alérgica

764

Dan Atkins e Donald Y.M. Leung

Princípios do Tratamento de Doenças Alérgicas

Capítulo 136

768

Dan Atkins e Donald Y.M. Leung 739

Capítulo 137

Rinite Alérgica

774

Henry Milgrom e Donald Y.M. Leung

19/09/13 3:30 PM


xlvi ■ Sumário

Capítulo 138

Asma Infantil

780

Andrew H. Liu, Ronina A. Covar, Joseph D. Spahn e Donald Y.M. Leung

Capítulo 139

Dermatite Atópica (Eczema Atópico) Alergia a Insetos

Capítulo 160 801

Alergias Oculares

Capítulo 161

Urticária e Angioedema Anafilaxia

809

161.1 Púrpura de Henoch-Schönlein 161.2 Arterite de Takayasu 811

Doença do Soro Reações Adversas a Alimentos Reações Adversas a Drogas

868 871

161.3 Poliarterite Nodosa e Poliarterite Nodosa Cutânea 872 161.4 Vasculites Associadas ao ANCA Stacy P. Ardoin e Edward Fels

819

Stacy P. Ardoin e Edward Fels

161.5 Outras Síndromes Vasculíticas Capítulo 162

Síndromes da Dor Musculoesquelética

820

Kelly K. Anthony e Laura E. Schanberg

824

Kelly K. Anthony e Laura E. Schanberg

Hugh A. Sampson e Donald Y.M. Leung

Capítulo 146

867

Stacy P. Ardoin e Edward Fels

816

Scott H. Sicherer e Donald Y.M. Leung

Capítulo 145

862

Stacy P. Ardoin e Edward Fels

Hugh A. Sampson e Donald Y.M. Leung

Capítulo 144

Síndromes Vasculíticas

Stacy P. Ardoin e Edward Fels

Dan Atkins, Michael M. Frank, Stephen C. Dreskin e Donald Y.M. Leung

Capítulo 143

Doença de Kawasaki

Stacy P. Ardoin e Edward Fels

Mark Boguniewicz e Donald Y.M. Leung

Capítulo 142

860

Mary Beth F. Son e Jane W. Newburger

807

Scott H. Sicherer e Donald Y.M. Leung

Capítulo 141

Sarcoidose

Eveline Y. Wu e Esi Morgan DeWitt

Donald Y.M. Leung

Capítulo 140

Capítulo 159

162.1 Fibromialgia

Mark Boguniewicz e Donald Y.M. Leung

162.2 Síndrome da Dor Regional Complexa

874 876 876 878 879

Kelly K. Anthony e Laura E. Schanberg

162.3 Eritromelalgia

PARTE XVI

Doenças Reumáticas na Infância Capítulo 147

Capítulo 163

Avaliação na Suspeita de Doença

Reumática

829

Tratamento das Doenças Reumáticas

829

Esi Morgan DeWitt, Laura E. Schanberg e C. Egla Rabinovich

Capítulo 149

Artrite Idiopática Juvenil

839 839

James Birmingham e Robert A. Colbert

Capítulo 152

Lúpus Eritematoso Sistêmico

841

Stacy P. Ardoin e Laura E. Schanberg

152.1 Lúpus Neonatal

845

Stacy P. Ardoin e Laura E. Schanberg

Capítulo 153

Dermatomiosite Juvenil

846

Esclerodermia e Fenômeno de Raynaud Doença de Behçet Síndrome de Sjögren

Abraham Gedalia

C0215.indd xlvi

Capítulo 166

881 881 893

Prevenção e Controle de Infecção

895

Michael J. Chusid e Maria M. Rotar

Puericultura e Doenças Transmissíveis

Capítulo 167

896

Linda A. Waggoner-Fountain

Capítulo 170

Capítulo 168

896

Jessica K. Fairley e Chandy C. John

Febre

896

Linda S. Nield e Deepak Kamat

Febre sem Foco

896

Linda S. Nield e Deepak Kamat

Infecções em Indivíduos Imunocomprometidos

Capítulo 171 855

Abraham Gedalia

Amiloidose

165.1 Práticas de Imunização Internacional

854

Capítulo 157

Capítulo 158

881

Jean-Marie Okwo-Bele e John David Clemens

Capítulo 169

Abraham Gedalia

Síndromes Febris Periódicas Hereditárias

881

Walter A. Orenstein e Larry K. Pickering

853

Abraham Gedalia

Capítulo 156

MEDIDAS PREVENTIVAS Capítulo 165 Práticas de Imunização

850

Heather A. Van Mater e C. Egla Rabinovich

Capítulo 155

CONSIDERAÇÕES GERAIS Capítulo 164 Diagnóstico Microbiológico

Conselhos de Saúde para Crianças que Viajam para Outros Países

Angela Byun Robinson e Ann M. Reed

Capítulo 154

Doenças Infecciosas

Seção 2

James Birmingham e Robert A. Colbert

Artrite Reativa e Pós-infecciosa

PARTE XVII

Anita K.M. Zaidi e Donald A. Goldmann

Capítulo 150

Capítulo 151

880

Angela Byun Robinson e Leonard D. Stein

Seção 1 829

Eveline Y. Wu, Heather A. Van Mater e C. Egla Rabinovich

Espondilite Anquilosante e outras Espondiloartrites

Condições Diversas Associadas

à Artrite

C. Egla Rabinovich

Capítulo 148

880

Laura E. Schanberg

860

902

Marian G. Michaels e Michael Green

171.1 Infecções Associadas a Imunodeficiências Primárias

902

Marian G. Michaels e Michael Green

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ xlvii

171.2 Infecções Associadas a Imunodeficiências Adquiridas

Capítulo 188 902

Marian G. Michaels e Michael Green

171.3 Prevenção da Infecção em Indivíduos Imunocomprometidos

903

903

Patricia M. Flynn

ANTIBIOTICOTERAPIA Capítulo 173 Princípios de Terapia Antibacteriana Seção 3

190.2 Febre Entérica (Febre Tifoide) Zulfiqar Ahmed Bhutta

Capítulo 191 903 903 903

909

Estreptococos do Grupo B

Difteria (Corynebacterium diphtheriae) Listeria monocytogenes Actinomyces Nocardia

Guenet H. Degaffe, Gloria P. Heresi e James R. Murphy

196.2 Plesiomonas shigelloides

928

Pseudomonas, Burkholderia e Stenotrophomonas

928

Thomas S. Murray e Robert S. Baltimore

928

Thomas S. Murray e Robert S. Baltimore

197.1 Pseudomonas aeruginosa 197.2 Burkholderia

Haemophilus influenzae

928 928

Cancroide (Haemophilus ducreyi)

H. Dele Davies e Parvin H. Azimi

C0215.indd xlvii

970

971

972

973

973

973

197.3 Stenotrophomonas

974 974 976 976

Capítulo 198

Tularemia (Francisella tularensis)

977

Gordon E. Schutze e Richard F. Jacobs

Capítulo 199

Brucella

979

Gordon E. Schutze e Richard F. Jacobs 934

Capítulo 200

Legionella

981

Lucy S. Tompkins 939

Robert S. Daum

Capítulo 187

970

Thomas S. Murray e Robert S. Baltimore

Toni Darville

Capítulo 186

967

Capítulo 197

Dan M. Granoff e Janet R. Gilsdorf

Neisseria gonorrhoeae (Gonococos)

196.1 Aeromonas

928

Seção 5

Capítulo 185

Aeromonas e Plesiomonas

927

Richard F. Jacobs e Gordon E. Schutze

INFECÇÕES BACTERIANAS GRAM-NEGATIVAS Capítulo 184 Neisseria meningitidis (Meningococos)

964

Guenet H. Degaffe, Gloria P. Heresi e James R. Murphy Guenet H. Degaffe, Gloria P. Heresi e James R. Murphy

Richard F. Jacobs e Gordon E. Schutze

Capítulo 183

195.2 Yersinia pseudotuberculosis

Capítulo 196

Robert S. Baltimore

apítulo 182

Yersinia

924

927

960

Anupama Kalaskar, Gloria P. Heresi e James R. Murphy

195.3 Peste (Yersinia pestis)

E. Stephen Buescher

Capítulo 181

Capítulo 195

Anupama Kalaskar, Gloria P. Heresi e James R. Murphy

David B. Haslam

Capítulo 180

Campylobacter

919

Michael A. Gerber

Enterococcus

958

Gloria P. Heresi, Shahida Baqar e James R. Murphy

Anupama Kalaskar, Gloria P. Heresi e James R. Murphy

Capítulo 178

Capítulo 179

Cólera

914

Catherine S. Lachenauer e Michael R. Wessels

Estreptococos que não São do Grupo A ou B

953

Anna Lena Lopez

195.1 Yersinia enterocolitica

Michael A. Gerber

Capítulo 177

Escherichia coli

Anupama Kalaskar, Gloria P. Heresi e James R. Murphy

Michael A. Gerber

176.1 Febre Reumática

Shigella

910

Timothy R. Peters e Jon S. Abramson

Estreptococos do Grupo A

948

Theresa J. Ochoa e Thomas G. Cleary

Capítulo 194 908

Capítulo 175

Capítulo 176

Capítulo 192 Capítulo 193

James K. Todd

Streptococcus pneumoniae (Pneumococo)

947

Theresa J. Ochoa e Thomas G. Cleary

James K. Todd

174.3 Estafilococos Coagulase-Negativos

190.1 Salmonelose não Tifoide

903

James K. Todd

174.2 Síndrome do Choque Tóxico

Salmonella

Zulfiqar Ahmed Bhutta

903

James K. Todd

174.1 Staphylococcus aureus

943

Sarah S. Long

Zulfiqar Ahmed Bhutta

Mark R. Schleiss

Seção 4 INFECÇÕES POR BACTÉRIAS GRAM-POSITIVAS Capítulo 174 Staphylococcus

Coqueluche (Bordetella pertussis e Bordetella parapertussis)

Capítulo 190

Infecção Associada a Dispositivos

Médicos

943

Capítulo 189

Marian G. Michaels e Michael Green

Capítulo 172

Moraxella catarrhalis

Timothy F. Murphy

Capítulo 201

Bartonella

981

Barbara W. Stechenberg 942

201.1 Bartonelose (Bartonella bacilliformis)

981

Barbara W. Stechenberg

19/09/13 3:30 PM


xlviii ■ Sumário

201.2 Doença da Arranhadura do Gato (Bartonella henselae)

982

Barbara W. Stechenberg

201.3 Febre das Trincheiras (Bartonella quintana)

985

Barbara W. Stechenberg

201.4 Angiomatose Bacilar e Peliose Bacilar Hepática (Bartonella hensela e Bartonella quintana)

Capítulo 218

986

Margaret R. Hammerschlag

986

Margaret R. Hammerschlag

990

218.3 Conjuntivite e Pneumonia em Recém-nascidos

Stephen S. Arnon

Capítulo 203

Tétano (Clostridium tetani )

Stephen S. Arnon

Capítulo 204

Infecção por Clostridium difficile Outras Infecções Anaeróbicas

993

INFECÇÕES MICOBACTERIANAS Capítulo 206 Princípios da Terapia Antimicobacteriana

Seção 11

995

995

Jeffrey R. Starke

Hanseníase (Mycobacterium leprae)

1010

Dwight A. Powell e Vijay Pannikar

Capítulo 209

Micobactérias não Tuberculosas

INFECÇÕES POR ESPIROQUETAS Capítulo 210 Sífilis (Treponema pallidum)

1010 1014 1014

Maria Jevitz Patterson e H. Dele Davies

Capítulo 211

Infecções Treponêmicas não Venéreas

1021

Stephen K. Obaro e H. Dele Davies

211.1 Bouba (Treponema pertenue)

1021

Stephen K. Obaro e H. Dele Davies

211.2 Bejel (Sífilis Endêmica; Treponema pallidum subespécie endemicum)

1021

Leptospirose Febre Recidivante (Borrelia)

1022

1023

Stephen C. Eppes

INFECÇÕES POR MICOPLASMA Capítulo 215 Mycoplasma pneumoniae

1028 1028

C0215.indd xlviii

1036 1036

1036

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

220.2 Febre Maculosa do Mediterrâneo ou Febre Boutonneuse (Rickettsia conorii)

1041

220.3 Varíola por Riquétsia (Rickettsia akari)

1042

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

Doença de Tsutsugamushi (Orientia tsutsugamushi)

Capítulo 221

1043

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

Capítulo 222

Riquetsioses do Grupo Tifo

1044

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

222.1 Tifo Murino (Rickettsia typhi)

1044

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler 1045

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

Erliquiose e Anaplasmose

1046

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

Febre Q (Coxiella burnetii)

1049

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

INFECÇÕES FÚNGICAS Capítulo 225 Princípios de Terapia Antifúngica

1051 1051

Capítulo 226

Candida

1051

226.1 Infecções Neonatais

1051

P. Brian Smith e Daniel K. Benjamin, Jr.

226.2 Infecções em Crianças e Adolescentes Imunocompetentes

1052

P. Brian Smith e Daniel K. Benjamin, Jr.

Capítulo 216

Dwight A. Powell

1036

P. Brian Smith e Daniel K. Benjamin, Jr.

Dwight A. Powell

Micoplasmas Genitais (Mycoplasma hominis, Mycoplasma genitalium e Ureaplasma urealyticum)

1035

William J. Steinbach, Michael Cohen-Wolkowiez e Daniel K. Benjamin, Jr.

Capítulo 214

Seção 9

220.1 Febre Maculosa das Montanhas Rochosas (Rickettsia rickettsii)

Seção 12 1023

H. Dele Davies e Stephen K. Obaro

Doença de Lyme (Borrelia burgdorferi)

1035

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

Capítulo 224

H. Dele Davies e Melissa Beth Rosenberg

Capítulo 213

Psitacose (Chlamydophila psittaci)

INFECÇÕES POR CLAMÍDIA Capítulo 220 Febre Maculosa e Rickettsioses do Grupo de Transição

Capítulo 223 1021

Stephen K. Obaro e H. Dele Davies

Capítulo 212

1033

Stephan A. Kohlhoff e Margaret R. Hammerschlag

222.2 Tifo Epidêmico (Rickettsia prowazekii)

Stephen K. Obaro e H. Dele Davies

211.3 Pinta (Treponema carateum)

1033

Megan E. Reller e J. Stephen Dumler

Jakko van Ingen e Dick van Soolingen

Seção 8

218.4 Linfogranuloma Venéreo

995

Capítulo 207

Capítulo 208

1033

Margaret R. Hammerschlag

Capítulo 219

Stacene R. Maroushek

Tuberculose (Mycobacterium tuberculosis)

218.2 Infecções do Trato Genital

995

Michael J. Chusid

Seção 7

1031

Margaret R. Hammerschlag

Ethan A. Mezoff e Mitchell B. Cohen

Capítulo 205

Chlamydia trachomatis

Margaret R. Hammerschlag

218.1 Tracoma

INFECÇÕES BACTERIANAS ANAERÓBICAS Capítulo 202 Botulismo (Clostridium botulinum)

1031

Stephan A. Kohlhoff e Margaret R. Hammerschlag

985

Barbara W. Stechenberg

Seção 6

INFECÇÕES POR CLAMÍDIA Capítulo 217 Chlamydophila pneumoniae Seção 10

1030

226.3 Infecções em Crianças e Adolescentes Imunocomprometidos

1053

P. Brian Smith e Daniel K. Benjamin, Jr.

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ xlix

226.4 Candidíase Mucocutânea Crônica

1054

P. Brian Smith e Daniel K. Benjamin, Jr.

Capítulo 227

Cryptococcus neoformans

1054

Jane M. Gould e Stephen C. Aronoff

Capítulo 228

Malassezia Aspergillus

Luise E. Rogg e William J. Steinbach

229.1 Doença Alérgica (Síndrome de Hipersensibilidade) 1056 Luise E. Rogg e William J. Steinbach

229.2 Síndromes Saprofíticas (não Invasivas)

1057

Luise E. Rogg e William J. Steinbach

229.3 Doença Invasiva

1058

Luise E. Rogg e William J. Steinbach

Histoplasmose (Histoplasma capsulatum)

1060

Jane M. Gould e Stephen C. Aronoff

Blastomicose (Blastomyces dermatitidis)

1062

Capítulo 232

1063

Martin B. Kleiman

Paracoccidioides brasiliensis

1066

Jane M. Gould e Stephen C. Aronoff

Capítulo 234

Esporotricose (Sporothrix schenckii)

1066

David M. Fleece e Stephen C. Aronoff

Capítulo 235

Zigomicose (Mucormicose)

1067

Jane M. Gould e Stephen C. Aronoff

Capítulo 236

Pneumocystis jirovecii

INFECÇÕES VIRAL Capítulo 237 Princípios de Terapia Antiviral

1067 1067 1067

Sarampo

1067

Wilbert H. Mason

Capítulo 239

Rubéola

1073

Wilbert H. Mason

Capítulo 240

Caxumba

1076

Wilbert H. Mason

Capítulo 241

Poliovírus Enterovírus não Pólio

1079

Parvovírus B19

1086

Vírus Herpes Simples

1092 1095

Lawrence R. Stanberry

Capítulo 245

Infecção pelo Vírus Varicela-Zóster

1102

Philip S. LaRussa e Mona Marin

Capítulo 246

Vírus Epstein-Barr

1108

Hal B. Jenson

Capítulo 247

Citomegalovírus

Sergio Stagno

C0215.indd xlix

Vírus Sincicial Respiratório

1124

James E. Crowe, Jr.

Capítulo 253

Metapneumovírus Humano

1127

James E. Crowe, Jr.

Adenovírus

1129

John V. Williams

Rinovírus

1131

Capítulo 256

Coronavírus

1132

Mark R. Denison

256.1 Síndrome Respiratória Aguda Grave Associada ao Coronavírus

1132

Mark R. Denison

Capítulo 257

Rotavírus, Calicivírus e Astrovírus

1132

Dorsey M. Bass

Capítulo 258

Papilomavírus Humano

1135

Anna-Barbara Moscicki

Capítulo 259

Encefalite por Arbovírus na América

do Norte

1139

Encefalite por Arbovírus Fora da América do Norte

Capítulo 260

1142

Scott B. Halstead

260.1 Encefalite Equina da Venezuela

1142

260.2 Encefalite Japonesa

1143

Scott B. Halstead

260.3 Encefalite Transmitida por Carrapato

1144

Scott B. Halstead

Febre da Dengue e Febre Hemorrágica da Dengue Febril Hemorrágico

Capítulo 261

1145

Capítulo 262

Febre Amarela

1148

Capítulo 263

Outras Febres Virais Hemorrágicas

1148

Scott B. Halstead

William C. Koch

Capítulo 244

Capítulo 252

Scott B. Halstead

Mark J. Abzug

Capítulo 243

1123

Scott B. Halstead

Eric A.F. Simões

Capítulo 242

Vírus Parainfluenza

Angela Jean Peck Campbell e Peter F. Wright

Scott B. Halstead

Mark R. Schleiss

Capítulo 238

1119

Scott B. Halstead

Francis Gigliotti e Terry W. Wright

Seção 13

Vírus da Influenza

E. Kathryn Miller e John V. Williams

Gregory M. Gauthier e Bruce S. Klein

Capítulo 233

Capítulo 251

Capítulo 255

Capítulo 231

Espécies de Coccidioidomicose (Coccidioides)

1119

Peter F. Wright

Capítulo 254

Capítulo 230

Herpes-Vírus Humano 8

Mary T. Caserta

Capítulo 250 1056

1115

Mary T. Caserta

Capítulo 249 1056

Martin E. Weisse e Ashley M. Maranich

Capítulo 229

Roséola (Herpes-vírus Humanos 6 e 7)

Capítulo 248

1113

Capítulo 264

Vírus da Coriomeningite Linfocítica

(VCML)

1152

Daniel J. Bonthius

Capítulo 265

Síndrome Pulmonar por Hantavírus

1151

Scott B. Halstead

Capítulo 266

Raiva

1152

Rodney E. Willoughby, Jr.

Capítulo 267

Poliomavírus

1155

Gregory A. Storch

19/09/13 3:30 PM


l ■ Sumário

Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (Vírus da Imunodeficiência Humana)

Capítulo 268

Capítulo 286 1155

Ram Yogev e Ellen Gould Chadwick

Capítulo 269

Estrongiloidíase (Strongyloides stercoralis)

1175

Hal B. Jenson

Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis

1175

David M. Asher

TERAPIA ANTIPARASITAS Capítulo 271 Princípios da Terapia Antiparasitas DOENÇAS POR PROTOZOÁRIOS Capítulo 272 Meningoencefalite Amebiana Primária

1175 1175

Amebíase

1175 1175 1176

Edsel Maurice T. Salvana e Robert A. Salata

Capítulo 274 Giardíase e Balantidíase 274.1 Giardia lamblia

1178 1178

Chandy C. John

274.2 Balantidíase

1181

Chandy C. John

Cryptosporidium, Isospora, Cyclospora e Microsporidia

1181

Leishmaniose (Leishmania)

1188

1191

Edsel Maurice T. Salvana, Laila Woc-Colburn e Robert A. Salata

Babesiose (Babesia) Toxoplasmose (Toxoplasma gondii)

1195

DOENÇAS HELMINTHIC Capítulo 283 Ascaridíase (Ascaris lumbricoides)

1206 1215 1215

Arlene E. Dent e James W. Kazura

Ancilostomíase (Necator americanus e Ancylostoma spp.)

1216

Tricuríase (Trichuris trichiura)

C0215.indd l

Capítulo 294

Infecções por Tênias Adultas

1230

Ronald Blanton

Cisticercose

1232

Ronald Blanton 1235

Ronald Blanton

Seção 1 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE DOENÇA GASTROINTESTINAL Capítulo 297 Fenômeno do Trato Digestório Normal

1238 1238

Chris A. Liacouras 1238

Raman Sreedharan e Chris A. Liacouras

A CAVIDADE ORAL Capítulo 299 Desenvolvimento e Anormalidades do Desenvolvimento dos Dentes

1247 1247

Norman Tinanoff

Distúrbios da Cavidade Oral Associados a Outras Condições

Capítulo 300

1249

Norman Tinanoff

Má Oclusão

1250

Capítulo 302

Fenda Labial e Palatina

1250

Norman Tinanoff 1218

Peter J. Hotez Arlene E. Dent e James W. Kazura

1230

Charles H. King e Amaya Lopez Bustinduy

Norman Tinanoff

Peter J. Hotez

Capítulo 285

Fascíolas (Hepática, Pulmonar e Intestinal)

Capítulo 301

Capítulo 284

284.1 Larva Migrans Cutânea

1228

Capítulo 293

Seção 2 1205

Rima McLeod

Seção 16

Esquistossomose (Schistosoma)

Charles H. King e Amaya Lopez Bustinduy

Principais Sinais e Sintomas dos Distúrbios do Aparelho Digestório

Peter J. Krause

Capítulo 282

Capítulo 292

Capítulo 298

Chandy C. John e Peter J. Krause

Capítulo 281

1227

O Sistema Digestório

Capítulo 279

Malária (Plasmodium)

Triquinose (Trichinella spiralis)

Arlene E. Dent e James W. Kazura

PARTE XVIII

Edsel Maurice T. Salvana e Robert A. Salata

Capítulo 280

Capítulo 291

1184

Capítulo 278

Tripanossomíase Americana (Doença de Chagas; Trypanosoma cruzi)

1225

Arlene E. Dent e James W. Kazura

1183

Peter C. Melby

Tripanossomíase Africana (Doença do Sono; Complexo do Trypanosoma brucei)

1223

Toxocaríase (Larva Migrans Visceral

e Ocular)

Equinococose (Echinococcus granulosus e Echinococcus multilocularis)

Edsel Maurice T. Salvana e Robert A. Salata

Capítulo 277

Outros Nematoides de Tecidos

Capítulo 296

Patricia M. Flynn

Tricomoníase (Trichomonas vaginalis)

1222

Arlene E. Dent e James W. Kazura

Capítulo 295

Capítulo 275

Capítulo 276

Capítulo 289 Capítulo 290

Martin E. Weisse e Stephen C. Aronoff

Capítulo 273

Filariose Linfática (Brugia malayi, Brugia timori e Wuchereria bancrofti) Arlene E. Dent e James W. Kazura

Mark R. Schleiss e Sharon F. Chen

Seção 15

1221

Arlene E. Dent e James W. Kazura

Capítulo 288

Capítulo 270

Seção 14

1220

Capítulo 287

Vírus Linfotrópicos T humanos

(I e II)

Enterobíase (Enterobius vermicularis)

Arlene E. Dent e James W. Kazura

Capítulo 303

Síndromes com Manifestações Orais

1251

Norman Tinanoff 1219

Capítulo 304

Cáries Dentárias

1252

Norman Tinanoff

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ li

Capítulo 305

Doenças Periodontais

1255

Norman Tinanoff

Capítulo 306

Traumatismo Dentário

1256

Norman Tinanoff

Capítulo 307

Lesões Comuns dos Tecidos Moles Orais

1257

1259

Norman Tinanoff 1259 1259 1259

Seema Khan e Susan R. Orenstein

310.1 Manifestações Clínicas Comuns e Auxílios para Diagnóstico

1259 1260 1260

Seema Khan e Susan R. Orenstein

311.2 Fendas Laringotraqueoesofágicas

1261

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Distúrbios de Obstrução e da Motilidade do Esôfago

1261 1262

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 314

Hérnia de Hiato

1263

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 315

1264

1267

Perfuração Esofágica Varizes Esofágicas

ESTÔMAGO E INTESTINOS Capítulo 320 Desenvolvimento Normal, Estrutura e Função Chris A. Liacouras

C0215.indd li

1278

Duplicações Intestinais, Divertículo de Meckel e Outros Remanescentes do Ducto Onfalomesentérico

Capítulo 323

323.2 Divertículo de Meckel e Outros Remanescentes do Ducto Onfalomesentérico

1279 1279

1279

Melissa Kennedy e Chris A. Liacouras

Distúrbios de Motilidade e Doença de Hirschsprung

Capítulo 324

324.2 Constipação Funcional 324.3 Megacólon Congênito Agangliônico (Doença de Hirschsprung)

1269 1269

Andrew Chu e Chris A. Liacouras

1269 1269 1270

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Seção 4

322.3 Má Rotação

324.5 Síndrome da Artéria Mesentérica Superior (Síndrome de Wilkie, Síndrome do Gesso, Síndrome de Compressão Duodenal Arteriomesentérica)

Seema Khan e Susan R. Orenstein

319.2 Ingestões Cáusticas

1276

Melissa Kennedy e Chris A. Liacouras

324.4 Displasia Neuronal Intestinal

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 319 Ingestões 319.1 Corpos Estranhos no Esôfago

322.2 Atresias Ileal e Jejunal e Obstrução

Kristin N. Fiorino e Chris A. Liacouras

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 318

1275

Christina Bales e Chris A. Liacouras

1268

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 317

322.1 Obstrução Duodenal

1281 1281 1282

1282

Kristin Fiorino e Chris A. Liacouras

Esofagite Eosinofílica e Esofagite

não DRGE

1275

Christina Bales e Chris A. Liacouras

Kristin N. Fiorino e Chris A. Liacouras

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 316

Atresia Intestinal, Estenose e Má Rotação

Kristin N. Fiorino e Chris A. Liacouras

Seema Khan e Susan R. Orenstein

315.1 Complicações Gastroesofágicas Doença do Refluxo

1274

Capítulo 322

324.1 Pseudo-obstrução Intestinal Crônica

Doença do Refluxo Gastroesofágico

(DRGE)

321.5 Gastropatia Hipertrófica

Chris A. Liacouras

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Dismotilidade

1274

Anna Klaudia Hunter e Chris A. Liacouras

323.1 Duplicação Intestinal

Capítulo 312

Capítulo 313

1274

Christina Bales e Chris A. Liacourus

Seema Khan e Susan R. Orenstein

Capítulo 311 Anomalias Congênitas 311.1 Atresia de Esôfago e Fístula Traqueoesofágica

321.3 Duplicação Gástrica Anna Klaudia Hunter e Chris A. Liacouras

321.4 Volvo Gástrico

Norman Tinanoff

O ESÔFAGO Capítulo 310 Embriologia, Anatomia e Função do Esôfago

1273

Anna Klaudia Hunter e Chris A. Liacouras

Capítulo 309

Seção 3

321.2 Obstrução Congênita da Via de Saída Gástrica Chris A. Liacouras

Capítulo 308

Radiologia Diagnóstica na Avaliação Dentária

321.1 Estenose Hipertrófica de Piloro

1272 1272

Anna Klaudia Hunter e Chris A. Liacouras

Norman Tinanoff

Doenças das Glândulas Salivares e Mandíbulas

Estenose Pilórica e Outras Anomalias Congênitas do Estômago

Capítulo 321

Íleo, Adesões, Intussuscepção e Obstruções em Alça Fechada

1285

1285

Capítulo 325

325.1 Íleo

1285 1285

Andrew Chu e Chris A. Liacouras

325.2 Adesões

1285

Andrew Chu e Chris A. Liacouras 1271 1271

325.3 Intussuscepção

1285

Melissa Kennedy e Chris A. Liacouras

325.4 Obstruções em Alça Fechada

1287

Andrew Chu e Chris A. Liacouras

19/09/13 3:30 PM


lii ■ Sumário

Capítulo 326 Corpos Estranhos e Bezoares 326.1 Corpos Estranhos no Estômago e no Intestino

1288 1288 1289

Judith Kelsen e Chris A. Liacouras

Capítulo 327

Doença Ulcerosa Péptica em Crianças

1289

Doença Intestinal Inflamatória

1292 1292 1293

Andrew B. Grossman e Robert N. Baldassano

328.2 Doença de Crohn (Enterite Regional, Ileíte Regional, Colite Granulomatosa)

Gastroenterite Eosinofílica

1298

Distúrbios de Má Absorção

1302 1302

David Branski e Riccardo Troncone 1309

Philip M. Sherman, David Branski e Olivier Goulet 1311 1312 1313 1313 1315

Raanan Shamir e David Branski

330.9 Deficiências Enzimáticas

1315

1317

1317

Peter Zimmer e David Branski

330.12 Má Absorção em Gastroenterite Eosinofílica

1320

330.13 Má Absorção na Doença Intestinal Inflamatória 1320

1320 1321

Zulfiqar Ahmed Bhutta

332.1 Diarreia do Viajante

C0215.indd lii

Tumores do Trato Digestório

1360

Capítulo 338

Hérnias Inguinais

1360

John J. Aiken e Keith T. Oldham

PÂNCREAS EXÓCRINO Capítulo 339 Embriologia, Anatomia e Fisiologia

1366 1366

339.1 Anormalidades Anatômicas

1366

339.2 Fisiologia

1366

Capítulo 340

Testes da Função Pancreática

1367

Steven L. Werlin

Capítulo 341

Distúrbios do Pâncreas Exócrino

1367

Steven L. Werlin 1367

Steven L. Werlin

Capítulo 343 Pancreatite 343.1 Pancreatite Aguda

1368 1368

Steven L. Werlin 1370

Steven L. Werlin

Pseudocisto do Pâncreas

1371

Steven L. Werlin

Tumores do Pâncreas

1372

Steven L. Werlin

Jorge D. Reyes

Zulfiqar Ahmed Bhutta

1360

Lydia J. Donoghue e Michael D. Klein

Capítulo 345

Capítulo 331

Gastroenterite Aguda em Crianças

1359

Shawn J. Stafford e Michael D. Klein

Capítulo 344

Ernest G. Seidman e David Branski

Capítulo 332

336.5 Prolapso da Mucosa Retal Shawn J. Stafford e Michael D. Klein

343.2 Pancreatite Crônica

Ernest G. Seidman e David Branski

Transplante Intestinal em Crianças com Falência dos Intestinos

1358

Capítulo 342

Anil Dhawan e David Branski

330.11 Problemas Inatos Raros que Causam Má Absorção

336.4 Hemorroidas

Tratamento da Insuficiência Pancreática

Michael J. Lentze e David Branski

330.10 Distúrbios Hepáticos e Biliares que Causam Má Absorção

1357

Steven L. Werlin

Jon A. Vanderhoof e David Branski

330.8 Desnutrição Crônica

336.3 Abscesso e Fístula Perianais

Steven L. Werlin

Ernest G. Seidman e David Branski

330.7 Síndrome do Intestino Curto

1357

Steven L. Werlin

Ernest G. Seidman e David Branski

330.6 Doença Imunoproliferativa do Intestino Delgado

1353 1353

Shawn J. Stafford e Michael D. Klein

Seção 5

David Branski e Raanan Shamir

330.5 Distúrbios de Imunodeficiência

1347

Shawn J. Stafford e Michael D. Klein

Capítulo 337

330.2 Enteropatia Sensível ao Glúten (Doença Celíaca) 1306

330.4 Infecções Intestinais e Infestações Associadas à Má Absorção

Capítulo 336 Afecções Cirúrgicas do Ânus e do Reto 336.1 Malformações Anorretais

336.6 Seio e Abscesso Pilonidais 1304

Michael J. Lentze e David Branski

330.3 Outras Síndromes de Má Absorção

Apendicite Aguda

Shawn J. Stafford e Michael D. Klein

David Branski

330.1 Avaliação de Crianças com Suspeita de Má Absorção Intestinal

1344

Shawn J. Stafford e Michael D. Klein

Andrew B. Grossman e Robert N. Baldassano

Capítulo 330

Capítulo 335

336.2 Fissura Anal

Andrew B. Grossman e Robert N. Baldassano

Capítulo 329

Dor Abdominal Funcional (Dor Abdominal Crônica não Orgânica) John J. Aiken e Keith T. Oldham

Andrew B. Grossman e Robert N. Baldassano

328.1 Colite Ulcerativa Crônica

1344

Helen Spoudeas e David Branski

Raman Sreedharan e Chris A. Liacouras

Samra S. Blanchard e Steven J. Czinn

Capítulo 328

1337

Capítulo 334

Samra S. Blanchard e Steven J. Czinn

327.1 Síndrome de Zollinger-Ellison

Diarreia Crônica

Alfredo Guarino e David Branski

333.1 Diarreia por Tumores Neuroendócrinos

Judith Kelsen e Chris A. Liacouras

326.2 Bezoares

Capítulo 333

O FÍGADO E O SISTEMA BILIAR Capítulo 346 Morfogênese do Fígado e do Sistema Biliar Seção 6

1372 1372

Alexander G. Miethke e William F. Balistreri 1336

Capítulo 347

Manifestações de Doença Hepática

1372

Lynelle M. Boamah e William F. Balistreri

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ liii

347.1 Avaliação de Pacientes com Possível Disfunção Hepática

Capítulo 363

Jessica Wen e Chris A. Liacouras

1379 1379

Jessica Wen e Chris A. Liacouras

1386

363.3 Peritonite Secundária Aguda Localizada (Abscesso Peritoneal)

Lynelle M. Boamah e William F. Balistreri

Capítulo 348 Colestase 348.1 Colestase Neonatal

363.1 Peritonite Primária Aguda

H. Hesham A-kader e William F. Balistreri

348.2 Colestase em Crianças Maiores Robert M. Kliegman

Capítulo 349

Doenças Metabólicas do Fígado

1386

William F. Balistreri e Rebecca G. Carey

349.1 Conjugação Deficiente Herdada de Bilirrubina (Hiperbilirrubinemia não Conjugada não Hemolítica Familiar)

Peritonite

1376

363.2 Peritonite Secundária Aguda

1414 1414 1415

Jessica Wen e Chris A. Liacouras 1415

Jessica Wen e Chris A. Liacouras

Capítulo 364

Hérnia Epigástrica

1416

John J. Aiken e Keith T. Oldham

364.1 Hérnia Incisional 1387

1416

John J. Aiken e Keith T. Oldham

Rebecca G. Carey e William F. Balistreri

349.2 Doença de Wilson

1389

PARTE XIX

1390

Seção 1

William F. Balistreri e Rebecca G. Carey

349.3 Cirrose Infantil Indiana William F. Balistreri e Rebecca G. Carey

349.4 Doença Neonatal de Acúmulo de Ferro

1390

Rebecca G. Carey e William F. Balistreri

349.5 Diversas Doenças Metabólicas do Fígado

Hepatite Viral

1391 1391

Nada Yazigi e William F. Balistreri

Capítulo 351

Abscesso Hepático

1402

Robert M. Kliegman

Doença Hepática Associada a Distúrbios Sistêmicos

1403

Kathryn D. Moyer e William F. Balistreri

Hepatopatias Mitocondriais

1403

Rebecca G. Carey e William F. Balistreri

Capítulo 354

Hepatite Autoimune

1406

Benjamin L. Shneider e Frederick J. Suchy

Lesão Hepática Induzida por Medicamento ou Toxina

1408

Frederick J. Suchy

Insuficiência Hepática Fulminante

Hipertensão Portal e Varizes Transplante Hepático

PERITÔNIO Capítulo 361 Malformações Ascite

362.1 Ascite Quilosa

C0215.indd liii

1417

1418

1418

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann 1418

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann 1418

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

365.8 Interpretação dos Gases Sanguíneos 365.9 Vasculatura Pulmonar na Saúde e na Doença

1413

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

365.11 Regulação da Respiração

1418

1413

Abordagem Diagnóstica das Doenças Respiratórias

1414

Capítulo 367

1419 1419 1419

Capítulo 366

1414

1419

Gabriel G. Haddad e Thomas P. Green

Síndrome da Morte Súbita Infantil

1419

Carl E. Hunt e Fern R. Hauck

1414

DISTÚRBIOS DO TRATO RESPIRATÓRIO Capítulo 368 Distúrbios Congênitos do Nariz

1414

Capítulo 369

Melissa Kennedy e Chris A. Liacouras Jessica Wen e Chris A. Liacouras

365.5 Interpretação dos Sinais Clínicos para Localizar o Sítio da Doença

365.10 Resposta Imune do Pulmão à Lesão

Melissa Kennedy e Chris A. Liacouras

Capítulo 362

1417

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

Jorge D. Reyes

Seção 7

365.4 Dinâmica das Vias Respiratórias na Saúde e na Doença

1413

Frederick J. Suchy

Capítulo 360

365.3 Mecânica Pulmonar e Trabalho Respiratório na Saúde e na Doença

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

Frederick J. Suchy

Capítulo 359

365.2 Parede Torácica Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

1413

Frederick J. Suchy

Doenças da Vesícula Biliar

1417

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

Capítulo 357

Capítulo 358

1417

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

365.7 Troca Gasosa na Saúde e na Doença 1410

Frederick J. Suchy

Doenças Císticas das Vias Biliares e do Fígado

365.1 Volumes e Capacidades Pulmonares na Saúde e na Doença

365.6 Relação Ventilação-Perfusão na Saúde e na Doença

Capítulo 355

Capítulo 356

1417

Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

Capítulo 352

Capítulo 353

DESENVOLVIMENTO E FUNÇÃO Capítulo 365 Regulação e Fisiopatologia Respiratórias Ashok P. Sarnaik e Sabrina M. Heidemann

William F. Balistreri e Rebecca G. Carey

Capítulo 350

Sistema Respiratório

Seção 2

1427 1427

Joseph Haddad, Jr.

Distúrbios Adquiridos do Nariz

1429

Joseph Haddad, Jr.

19/09/13 3:30 PM


liv ■ Sumário

369.1 Corpo Estranho

1429

Joseph Haddad, Jr.

369.2 Epistaxe

1430

Joseph Haddad, Jr.

Capítulo 370

Pólipos Nasais Resfriado Comum

379.1 Corpos Estranhos na Laringe Lauren D. Holinger

1432

Lauren D. Holinger

379.2 Corpos Estranhos na Traqueia

Ronald B. Turner e Gregory F. Hayden

Capítulo 372

Sinusite

1434

Diane E. Pappas e J. Owen Hendley

Capítulo 373

Faringite Aguda

1437

Gregory F. Hayden e Ronald B. Turner

Abscesso Retrofaríngeo, Abscesso Faríngeo Lateral (Parafaríngeo) e Abscesso/Celulite Peritonsilar Amígdalas e Adenoides

1443

1443

382.4 Anomalias Vasculares

1447

Lauren D. Holinger

1448 1448

1449 1449

1450

1453 1453 1453 1454 1454

383.2 Bronquite

Enfisema e Hiperinsuflação

1454 1454 1457 1458

Steven R. Boas e Glenna B. Winnie

Capítulo 385

Deficiência de ␣1-Antitripsina

e Enfisema

1460

Glenna B. Winnie e Steven R. Boas

Outras Doenças Distais das Vias Respiratórias

Capítulo 386

386.1 Bronquiolite Obliterante

1461 1461

Steven R. Boas

Lauren D. Holinger 1450

386.2 Bronquite Folicular

1461

Steven R. Boas

Lauren D. Holinger 1450

386.3 Microlitíase Pulmonar Alveolar

1461

Steven R. Boas

Lauren D. Holinger 1450

Lauren D. Holinger

378.11 Traqueomalacia e Broncomalacia

Capítulo 383 Sibilância, Bronquiolite e Bronquite 383.1 Sibilância em Lactentes: Bronquiolite

Capítulo 384 1449

Lauren D. Holinger

378.10 Cistos Embrionários do Intestino Anterior

382.7 Tumores Brônquicos

1449

Lauren D. Holinger

378.9 Estenose Traqueal, Fendas e Atresia

1453

Lauren D. Holinger

Denise M. Goodman

Lauren D. Holinger

378.8 Anomalias Vasculares e Cardíacas

382.6 Neoplasias da Traqueia

Kimberly Danieli Watts e Denise M. Goodman

Lauren D. Holinger

378.7 Fenda Posterior da Laringe e Fendas Laringotraqueoesofágicas

382.5 Outras Neoplasias da Laringe

1449

Lauren D. Holinger

378.6 Laringoceles e Cistos Saculares

1453 1453

Lauren D. Holinger

Lauren D. Holinger

378.5 Hemangioma Subglótico Congênito

382.3 Hemangioma Subglótico Congênito Lauren D. Holinger

Lauren D. Holinger

378.4 Membranas Laríngeas Congênitas e Atresia

1453

Lauren D. Holinger

1443

Capítulo 378

378.3 Paralisia das Cordas Vocais

382.1 Nódulos Vocais 382.2 Papilomatose Respiratória Recorrente

Genie E. Roosevelt

378.2 Estenose Subglótica Congênita

Broncomalacia e Traqueomalacia

Jonathan D. Finder

Lauren D. Holinger

Genie E. Roosevelt

378.1 Laringomalacia

1452

Lauren D. Holinger

Genie E. Roosevelt

Anomalias Congênitas da Laringe, Traqueia e Brônquios

1452

Lauren D. Holinger

Neoplasias de Laringe, Traqueia e Brônquios

Capítulo 377

377.2 Traqueíte Bacteriana

1452

Lauren D. Holinger

Capítulo 382

Thomas F. Boat e Thomas P. Green

377.1 Obstrução Infecciosas das Vias Respiratórias Superiores

Estenose Laringotraqueal e Estenose Subglótica

Capítulo 381 1440

Capítulo 376

Obstrução Inflamatória Aguda das Vias Respiratórias Superiores (Crupe, Epiglotite, Laringite e Traqueíte Bacteriana)

1452

Capítulo 380

380.2 Estenose Laringotraqueal Adquirida 1438

Ralph F. Wetmore

Sintomas Respiratórios Recorrentes ou Crônicos

1452

Lauren D. Holinger

Diane E. Pappas e J. Owen Hendley

Capítulo 375

379.3 Corpos Estranhos em Brônquios

1452

Lauren D. Holinger

380.1 Estenose Subglótica Congênita

Capítulo 374

1451

Lauren D. Holinger

1431

Joseph Haddad, Jr.

Capítulo 371

Corpos Estranhos em Vias Respiratórias

Capítulo 379

1450

Capítulo 387 Distúrbios Congênitos do Pulmão 387.1 Agenesia e Aplasia Pulmonares

1461 1461

Jonathan D. Finder

387.2 Hipoplasia Pulmonar

1462

Jonathan D. Finder

C0215.indd liv

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lv

387.3 Malformação Adenomatoide Cística

1462

Jonathan D. Finder

387.4 Sequestro Pulmonar

1463 1464

Jonathan D. Finder

387.6 Linfangiectasia Pulmonar Congênita

1465

Jonathan D. Finder

387.7 Hérnia de Pulmão

1465

Jonathan D. Finder

387.8 Outras Malformações Congênitas do Pulmão

1465

Jonathan D. Finder

Capítulo 388

Edema Pulmonar

1466

Robert Mazor e Thomas P. Green

Capítulo 389

Síndromes Aspirativas

1467

John L. Colombo

Capítulo 390

Aspiração Recorrente Crônica

1469

John L. Colombo

Doença Parenquimatosa com Hipersensibilidade Proeminente Infiltração Eosinofílica ou Lesão Mediada por Toxinas

1471 1471 1472

Oren Lakser

391.3 Pulmão de Paraquat

1472

Oren Lakser

391.4 Doença Pulmonar Eosinofílica

Pneumonia Adquirida na Comunidade Bronquiectasia

1472 1477

Oren Lakser

Capítulo 394

Abscesso Pulmonar

1478

Oren Lakser

Capítulo 395

Fibrose Cística

1479

1495

Thomas Ferkol

Doenças Intersticiais Pulmonares

1495

Young-Jee Kim e Michelle S. Howenstine

Capítulo 398

Proteinose Alveolar Pulmonar

1495

Aaron Hamvas, Lawrence M. Nogee e F. Sessions Cole

Distúrbios Hereditários do Metabolismo do Surfactante

401.1 Êmbolo e Infarto Pulmonar Mary A. Nevin

C0215.indd lv

1504

404.3 Pleurite Purulenta ou Empiema

1505

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

Capítulo 405

Pneumotórax

1507

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

Capítulo 406

Pneumomediastino

1510

Glenna B. Winnie

Hidrotórax

Capítulo 408

1511

Hemotórax

1511

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

Capítulo 409

Quilotórax

1512

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

Capítulo 410

Displasia Broncopulmonar

1514

Steven Lestrud

Doenças Esqueléticas que Influenciam a Função Pulmonar

1514

411.1 Pectus Excavatum (Tórax em Funil)

1514

Steven R. Boas

411.2 Pectus Carinatum e Fissuras Esternais

1515

Steven R. Boas

411.3 Distrofia Torácica Asfixiante (Distrofia Toracopélvica-Falangeana) 411.4 Acondroplasia 411.5 Cifoescoliose: Escoliose Idiopática do Adolescente e Escoliose Congênita

1515 1515

1516

Steven R. Boas

411.6 Anomalias Congênitas das Costelas

1516

Steven R. Boas

Insuficiência Respiratória Crônica Grave

Capítulo 412

1496

Zehava Noah, Cynthia Etzler Budek, Pallavi P. Patwari e Debra E. Weese-Mayer

412.2 Síndrome da Hipoventilação Central Congênita

1517

412.3 Outras Condições

1517 1518

1520

Zehava Noah e Cynthia Etzler Budek 1498 1498

Mary A. Nevin

401.2 Hemorragia Pulmonar e Hemoptise

1503

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

412.1 Doenças Neuromusculares

Embolia, Infarto e Hemorragia

Pulmonar

404.2 Pleurite Serofibrinosa ou Serossanguínea (Derrame Pleural)

Zehava Noah e Cynthia Etzler Budek

Mary A. Nevin

Capítulo 401

404.1 Pleurite Seca ou Plástica (Efusão Pleural) Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

1495

Aaron Hamvas, Lawrence M. Nogee e F. Sessions Cole

Hemossiderose Pulmonar

1503

Zehava Noah e Cynthia Etzler Budek

Capítulo 399

Capítulo 400

Pleurite, Derrame Pleural e Empiema

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

Steven R. Boas

Capítulo 396

Capítulo 397

Capítulo 404

Steven R. Boas

Marie Egan

Discinesia Ciliar Primária (Síndrome dos Cílios Imóveis)

1502

Steven R. Boas

Thomas J. Sandora e Theodore C. Sectish

Capítulo 393

Tumores Pulmonares

Susanna A. McColley

Capítulo 411 1472

Oren Lakser

Capítulo 392

1502

Glenna B. Winnie e Steven V. Lossef

Oren Lakser

391.2 Doença do Trabalhador dos Silos

Capítulo 403

Capítulo 407

Capítulo 391

391.1 Hipersensibilidade a Materiais Inalados

Atelectasia

Ranna A. Rozenfeld

Jonathan D. Finder

387.5 Cistos Broncogênicos

Capítulo 402

1501

412.4 Ventilação Mecânica a Longo Prazo

1522

Zehava Noah e Cynthia Etzler Budek

Doenças Extrapulmonares com Manifestações Pulmonares

Capítulo 413

1524

Susanna A. McColley

19/09/13 3:30 PM


lvi ■ Sumário

PARTE XX

Cardiopatias Congênitas Acianóticas: Cardiopatias com Shunt da Esquerda para a Direita

Capítulo 420

Sistema Cardiovascular BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Capítulo 414 Desenvolvimento do Coração Seção 1

1525 1525

Daniel Bernstein

414.1 Morfogênese Cardíaca Inicial

1525 1525 1525 1525

Daniel Bernstein

414.5 Diferenciação Cardíaca

1526

1526

Daniel Bernstein

1527 1527 1535 1535 1535 1539 1539

Daniel Bernstein

420.10 Fístula Coronária-Cavitária 420.11 Ruptura do Seio do Aneurisma de Valsalva

Cardiopatias Congênitas Acianóticas: Lesões Obstrutivas 421.1 Estenose da Valva Pulmonar com Septo Ventricular Íntegro 421.2 Estenose Pulmonar Infundibular e Ventrículo Direito com Dupla Câmara 421.3 Estenose Pulmonar em Combinação com Shunt Intracardíaco 421.4 Estenose Pulmonar Periférica 421.5 Estenose Aórtica 421.6 Coarctação da Aorta

1543

421.8 Coarctação com Outras Anomalias Cardíacas e Arcos Aórticos Interrompidos 1544

1559

1562

1547

1562 1562 1563 1565

1568

1568

Daniel Bernstein

421.9 Estenose Mitral Congênita

Daniel Bernstein

1568

Daniel Bernstein

421.10 Hipertensão Venosa Pulmonar

1568

Daniel Bernstein 1547

Daniel Bernstein

Capítulo 419

C0215.indd lvi

1559

Daniel Bernstein

417.6 IRM, AMR, TC e Estudos de Radionuclídeos Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

1559

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

Avaliação do Lactente ou Criança com Doença Cardíaca Congênita

1559

Daniel Bernstein

421.7 Coarctacção com Comunicação Interventricular

DOENÇA CARDÍACA CONGÊNITA Capítulo 418 Epidemiologia e Base Genética da Doença Cardíaca Congênita

1559

Daniel Bernstein

1543

Seção 3

1557

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

417.7 Diagnóstico Intervencionista e Cateterização Cardíaca

1557

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

417.5 Teste de Esforço

1554

Capítulo 421

Daniel Bernstein

417.4 Ecocardiografia

420.9 Defeito da Janela Aortopulmonar

1527

Daniel Bernstein

417.3 Dados Hematológicos

420.7 CIV Supracristal com Insuficiência Aórtica

1527

Daniel Bernstein

417.2 Eletrocardiografia

1552

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

415.4 Hipertensão Pulmonar Persistente do Recém-nascido (Persistência de Vias Circulatórias Fetais) 1527

Capítulo 417 Avaliação Laboratorial 417.1 Avaliação Radiológica

420.6 Comunicação Interventricular

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

Seção 2 AVALIAÇÃO DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Capítulo 416 História e Exame Físico

420.5 Defeitos Septais Atrioventriculares (Ostium Primum e Defeito do Canal ou Coxim Endocárdico Atrioventricular)

1527 1527

Daniel Bernstein

415.3 Circulação Neonatal

420.4 Drenagem Anômala Parcial de Veias Pulmonares 1551

420.8 Persistência do Canal Arterial

Daniel Bernstein

415.2 A Circulação Transicional

1551

Daniel Bernstein

Capítulo 415

415.1 A Circulação Fetal

420.3 Defeito Septal Atrial do Tipo Seio Venoso

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

Transição Circulatória de Fetal para Neonatal

1549

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

414.6 Alterações de Desenvolvimento da Função Cardíaca

420.2 Defeito do Ostium Secundum

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

414.4 Desenvolvimento do Arco Aórtico

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

414.3 Septação Cardíaca

1549 1549

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

414.2 Formação da Alça Cardíaca

420.1 Comunicações Interatriais

1547

Cardiopatias Congênitas Acianóticas: Lesões Regurgitantes

Capítulo 422

422.1 Insuficiência Valvar Pulmonar e Ausência Congênita da Valva Pulmonar

1569 1569

Daniel Bernstein

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lvii

422.2 Insuficiência Mitral Congênita

1569

425.11 Posições Anormais do Coração e Síndromes de Heterotaxia (Asplenia, Poliesplenia)

1570

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

422.3 Prolapso da Válvula Mitral Daniel Bernstein

422.4 Regurgitação Tricúspide

Capítulo 426 1570

Daniel Bernstein

Cardiopatias Congênitas Cianóticas: Avaliação do Recém-nascido Criticamente Doente com Cianose e Desconforto Respiratório

426.1 Anomalias do Arco Aórtico

Capítulo 423

426.2 Origem Anômala das Artérias Coronárias 1570

426.4 Ectopia Cordis 1571 1571 1576

Daniel Bernstein

424.3 Atresia Pulmonar com Septo Ventricular Intacto

1576

Daniel Bernstein

424.4 Atresia Tricúspide

1578

Daniel Bernstein

424.5 Dupla Via de Saída do Ventrículo Direito

1580

Daniel Bernstein

424.6 Transposição das Grandes Artérias com Defeito Septal Ventricular e Estenose Pulmonar

Capítulo 425

425.1 Transposição-D das Grandes Artérias

Capítulo 427 Hipertensão Pulmonar 427.1 Hipertensão Pulmonar Primária 427.2 Doença Vascular Pulmonar (Síndrome de Eisenmenger)

Princípios Gerais de Tratamento da Doença Cardíaca Congênita

ARRITMIAS CARDÍACAS Capítulo 429 Distúrbios de Frequência e Ritmo do Coração 429.1 Princípios da Terapia Antiarrítmica

1583 1583

429.2 Arritmias Sinusais e Extrassístoles 429.3 Taquicardia Supraventricular 429.4 Taquiarritmias Ventriculares George F. Van Hare

1585

1608 1608

429.5 Síndromes de QT Longo

1608 1611 1614 1614

George F. Van Hare

429.6 Disfunção do Nó Sinusal 1585

Daniel Bernstein

1616

George F. Van Hare

429.7 Bloqueio AV

1616

George F. Van Hare 1586

Daniel Bernstein

Capítulo 430

425.6 Dupla Via de Saída do Ventrículo Direito com Mau Posicionamento das Grandes Artérias (Anomalia de Taussig-Bing) 1586

Seção 5

Daniel Bernstein

Morte Súbita

1617

George F. Van Hare

CARDIOPATIA ADQUIRIDA Capítulo 431 Endocardite Infecciosa

1620 1620

Daniel Bernstein 1587

Daniel Bernstein 1588

Daniel Bernstein 1590

Daniel Bernstein

425.10 Síndrome de Coração Esquerdo Hipoplásico

1608

George F. Van Hare

425.3 Transposição das Grandes Artérias com Defeito Septal Ventricular

Daniel Bernstein

1603

Michael G. Earing

Daniel Bernstein

425.9 Ventrículo Único (Ventrículo com Dupla Via de Entrada, Coração Univentricular)

1600

Daniel Bernstein

George F. Van Hare

425.8 Truncus Arteriosus

1599

Capítulo 428

425.2 Transposição-D das Grandes Artérias com Septo Ventricular Intacto 1583

425.7 Drenagem Anômala Total de Veias Pulmonares

1598 1598

Daniel Bernstein

George F. Van Hare

425.5 Dupla Via de Saída do Ventrículo Direito sem Estenose Pulmonar

1597

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

425.4 Transposição-L das Grandes Artérias (Transposição Corrigida)

1597

George F. Van Hare

Daniel Bernstein

C0215.indd lvii

426.5 Divertículo do Ventrículo Esquerdo

Seção 4 1581

Daniel Bernstein

Cardiopatias Congênitas Cianóticas: Cardiopatias Associadas a Aumento do Fluxo Sanguíneo Pulmonar

1597

Daniel Bernstein

428.1 Doença Cardíaca Congênita em Adultos 1580

Daniel Bernstein

424.7 Anomalia de Ebstein da Valva Tricúspide

426.3 Fístula Arteriovenosa Pulmonar Daniel Bernstein Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

424.2 Tetralogia de Fallot com Atresia Pulmonar

1596

Daniel Bernstein

Capítulo 424

424.1 Tetralogia de Fallot

1594 1594

Daniel Bernstein

Daniel Bernstein

Cardiopatias Congênitas Cianóticas: Cardiopatias Cianóticas com Fluxo Sanguíneo Pulmonar Diminuído

Outras Malformações Congênitas Cardíacas e Vasculares

1593

1590

Capítulo 432

Cardiopatia Reumática

1624

Daniel Bernstein

Seção 6 DOENÇAS DO MIOCÁRDIO E DO PERICÁRDIO Capítulo 433 Doenças do Miocárdio

1626 1626

Robert Spicer e Stephanie Ware

433.1 Cardiomiopatia Dilatada

1628

Robert Spicer e Stephanie Ware

19/09/13 3:30 PM


lviii ■ Sumário

433.2 Cardiomiopatia Hipertrófica

1629

Robert Spicer e Stephanie Ware

433.3 Cardiomiopatia Restritiva

1631

Doenças do Pericárdio

Norma B. Lerner

1632

Norma B. Lerner

1633

1635

Robert Spicer e Stephanie Ware

Capítulo 435

Tumores Cardíacos

TERAPÊUTICA CARDÍACA Capítulo 436 Insuficiência Cardíaca 436.1 Choque Cardiogênico

1636

Norma B. Lerner

448.2 Deficiência de Vitamina B12 (Cobalamina)

1636

Daniel Bernstein 1636

1636

Anemia Ferropriva

1636

Outras Anemias Microcíticas

ANEMIAS HEMOLÍTICAS Capítulo 451 Definições e Classificação das Anemias Hemolíticas Seção 3

1653 1653 1656 1657 1657

George B. Segel

Esferocitose Hereditária

1657

George B. Segel

Eliptocitose Hereditária

1660

George B. Segel

Estomatocitose Hereditária

Capítulo 455

Outros Defeitos da Membrana

1637

Capítulo 456

1660 1660

Hemoglobinopatias

1660

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

456.1 Doença Falciforme

1661

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

Doenças do Sangue O SISTEMA HEMATOPOÉTICO Capítulo 440 Desenvolvimento do Sistema Hematopoético Seção 1

456.2 Traço Falciforme (Hemoglobina AS) 1646

As Anemias

1646

ANEMIAS DE PRODUÇÃO INADEQUADA Capítulo 442 Anemia Hipoplástica Congênita (Anemia de Diamond-Blackfan)

1646 1648

Síndrome de Pearson

1668

456.4 Distúrbios da Hemoglobina Instável

1668

456.5 Hemoglobinas Anormais com Afinidade do Oxigênio Aumentada

1669

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

456.6 Hemoglobinas Anormais Causadoras de Cianose 1670 Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

1648

Norma B. Lerner Norma B. Lerner

456.3 Outras Hemoglobinopatias Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

Norma B. Lerner

Seção 2

1668

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

Robert D. Christensen e Robin K. Ohls

C0215.indd lviii

1653

George B. Segel

PARTE XXI

Capítulo 443

1653

George B. Segel e Lisa R. Hackney

Marc B. Lande

Capítulo 441

1653

Richard Sills

Capítulo 454

Daniel Bernstein

Hipertensão Sistêmica

1652

Norma B. Lerner e Richard Sills

Capítulo 453

Daniel Bernstein

Capítulo 439

Capítulo 449

Capítulo 452 1636

438.1 Doença de Kawasaki 438.2 Fístulas Arteriovenosas

448.3 Outras Anemias Megaloblásticas Raras

Capítulo 450

437.1 Transplante Cardíaco Pediátrico

Seção 8 DOENÇAS DO SISTEMA VASCULAR PERIFÉRICO Capítulo 438 Doenças dos Vasos Sanguíneos (Aneurismas e Fístulas)

Anemias Megaloblásticas

Norma B. Lerner

1636

1652

Norma B. Lerner

1636

Capítulo 437

437.2 Transplantes de Coração-Pulmões e Transplantes de Pulmão

Capítulo 448

448.1 Deficiência de Ácido Fólico

Daniel Bernstein

Transplante Cardíaco Pediátrico e Transplante Cardiopulmonar Pediátrico

Anemia Fisiológica da Infância

Norma B. Lerner

Daniel Bernstein

1651

Norma B. Lerner

1635

Robert Spicer e Stephanie Ware

Seção 7

Anemias Diseritropoiéticas Congênitas

1651 1651

Norma B. Lerner

Capítulo 447 1634

Robert Spicer e Stephanie Ware

434.2 Pericardite Constritiva

445.2 Anemia da Doença Renal Capítulo 446

Robert Spicer e Stephanie Ware

434.1 Pericardite Aguda

Anemia da Doença Crônica e da Doença Renal

1631

Robert Spicer e Stephanie Ware

Capítulo 434

1650

Capítulo 445

445.1 Anemia da Doença Crônica

Robert Spicer e Stephanie Ware

433.5 Miocardite

Anemia Eritrocitária Pura Adquirida

Norma B. Lerner

Robert Spicer e Stephanie Ware

433.4 Ventrículo Esquerdo não Compactado, Displasia Arritmogênica do Ventrículo Direito e Fibroelastose Endocárdica

Capítulo 444

1650

456.7 Metemoglobinemia Hereditária

1670

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

456.8 Síndromes da Persistência Hereditária da Hemoglobina Fetal

1671

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lix

456.9 Síndromes Talassêmicas

1672

Michael R. DeBaun, Melissa Frei-Jones e Elliott Vichinsky

Capítulo 457 Defeitos Enzimáticos 457.1 Deficiência da PiruvatoQuinase

1675 1675

George B. Segel

457.2 Outras Deficiências Enzimáticas Glicolíticas

1675

George B. Segel

457.3 Deficiência da Glicose-6-Fosfato Desidrogenase e Deficiências Relacionadas 1676 George B. Segel e Lisa R. Hackney

Anemias Hemolíticas Resultantes dos Fatores Extracelulares — Anemias Hemolíticas Imunológicas

1678

AS PANCITOPENIAS Capítulo 462 As Pancitopenias Hereditárias Pancitopenias Adquiridas

1681 1682 1682 1689

1690 1690

Riscos das Transfusões de Sangue

1691

1691

1691

Predisposição Hereditária à Trombose

1705

Leslie J. Raffini e J. Paul Scott

Capítulo 473

Doenças Trombóticos em Crianças

1707

Leslie J. Raffini e J. Paul Scott

Capítulo 474

Deficiência de Vitamina K Pós-natal

Capitulo 475

Doenças do Fígado

Capítulo 476

Inibidores Adquiridos da Coagulação

1709 1710 1710 1710

Coagulação Intravascular Disseminada

1711

J. Paul Scott, Leslie J. Raffini e Robert R. Montgomery

Plaquetas e Distúrbios dos Vasos Sanguíneos

1712

478.1 Púrpura Trombocitopênica Idiopática (Autoimune)

1712

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery 1716

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.3 Destruição de Plaqueta não Imune

1691

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

1693

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.4 Síndrome Hemolítico-Urêmica 478.5 Púrpura Trombocitopênica Trombótica

1716 1716 1716

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.6 Síndrome de Kasabach-Merritt 1697

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

C0215.indd lix

Capítulo 472

478.2 Trombocitopenia Induzida por Droga

Capítulo 470

470.1 Deficiência do Fator VIII ou IX (Hemofilia A ou B)

1702

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

J. Paul Scott, Leslie J. Raffini e Robert R. Montgomery

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Doença de von Willebrand

Capítulo 478 1691

J. Paul Scott, Leslie J. Raffini e Robert R. Montgomery

Deficiências Hereditárias de Fatores de Coagulação (Desordens Hemorrágicas)

1702

Robert R. Montgomery e J. Paul Scott

Capítulo 477 1691

Seção 7

469.1 Avaliação Clínica e Laboratorial da Hemostasia

1702

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Ronald G. Strauss

DOENÇAS HEMORRÁGICAS E TROMBÓTICAS Capítulo 469 Hemostasia

1702

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Ronald G. Strauss

Capítulo 468

1702

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Ronald G. Strauss

Transfusões de Plasma

1701

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

473.1 Terapia Anticoagulante e Trombolítica

Capítulo 466

Capítulo 467

1701

Leslie J. Raffini e J. Paul Scott

Ronald G. Strauss

Transfusões de Neutrófilos (Granulócitos)

470.10 Deficiência de Fator XIII (Fator Estabilizador da Fibrina ou Deficiência de Transglutaminase)

Capítulo 471

Ronald G. Strauss

Transfusões de Plaquetas

1701

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

470.11 Deficiência de Inibidor do Ativador do Plasminogênio ou Antiplasmina

Seção 6

Capítulo 465

470.8 Deficiência Combinada dos Fatores V e VIII

1681

Jeffrey D. Hord

TRANSFUSÕES DOS COMPONENTES DO SANGUE Capítulo 464 Transfusões de Eritrócitos e Terapia com Eritropoetina

470.6 Deficiência de Protrombina (Fator II)

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Melvin H. Freedman

Capítulo 463

470.5 Deficiência de Fator X

1681

Amanda M. Brandow e Bruce M. Camitta

Seção 5

1701

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

470.9 Deficiência de Fibrinogênio (Fator I) 1681

Amanda M. Brandow e Bruce M. Camitta

Policitemia Secundária

470.4 Deficiência de Fator VII J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

George B. Segel

Capítulo 461

1701

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

470.7 Deficiência de Fator V

Capítulo 459

POLICITEMIA (ERITROCITOSE) Capítulo 460 Policitemia

470.3 Deficiências de Fatores de Contato (Desordens não Hemorrágicas)

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

George B. Segel e Charles H. Packman

Seção 4

1700

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Capítulo 458

Anemias Hemolíticas Secundárias a Outros Fatores Extracelulares

470.2 Deficiência do Fator XI (Hemofilia C) J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

1697

1717

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.7 Sequestro

1717

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.8 Síndromes de Trombocitopenia Congênita

1717

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

19/09/13 3:30 PM


lx ■ Sumário

478.9 Trombocitopenia Neonatal

1718

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.10 Trombocitopenia Devida aos Distúrbios Adquiridos que Causam Diminuição da Produção

1719 1719

O BAÇO Capítulo 479 Anatomia e Função do Baço

1719 1720

Esplenomegalia

1721 1721 1721

Amanda M. Brandow e Bruce M. Camitta

Hipoesplenismo, Trauma Esplênico e Esplenectomia

1721

Amanda M. Brandow e Bruce C. Camitta

O SISTEMA LINFÁTICO Capítulo 482 Anatomia e Função do Sistema Linfático

1721 1721

Richard L. Tower, II e Bruce M. Camitta

Capítulo 483

Anormalidades dos Vasos Linfáticos

1722

Richard L. Tower, II e Bruce M. Camitta

Capítulo 484

Linfadenopatia

1722

Richard L. Tower, II e Bruce M. Camitta

484.1 Doença de Kikuchi-Fujimoto (Linfadenite Histiocítica Necrosante)

1722

1744

Capítulo 491

Tumores Cerebrais na Infância

1744

Capítulo 492

Neuroblastoma

1751

Peter E. Zage e Joann L. Ater

Capítulo 493 Neoplasmas Renais 493.1 Tumor de Wilms

1755 1755

Peter M. Anderson, Chetan Anil Dhamne e Vicki Huff

493.2 Outros Tumores Renais Pediátricos

1758

Peter M. Anderson, Chetan Anil Dhamne e Vicki Huff

Capítulo 494

Sarcomas de Tecidos Moles

1758

Capítulo 495 Neoplasias do Osso 495.1 Tumores Malignos do Osso

1761 1761

Capítulo 496

Retinoblastoma

1764 1766

Peter E. Zage e Cynthia E. Herzog

Epidemiologia do Câncer da Infância e da Adolescência

Neoplasias Gonadais e de Células Embrionárias

Capítulo 497

Biologia Molecular e Celular do Câncer

1723 1726

1729

Cynthia E. Herzog

499.2 Linfangiomas e Higromas Císticos

1730

David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

489.1 Leucemia Linfoblástica Aguda 489.2 Leucemia Mieloide Aguda

1769

Capítulo 500 Tumores Raros 500.1 Tumores da Tireoide

1770 1770 1770 1770 1770

Steven G. Waguespack 1730

David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

Capítulo 499 Tumores Vasculares Benignos 499.1 Hemangiomas Cynthia E. Herzog

Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

As Leucemias

Neoplasias do Fígado

1726

A. Kim Ritchey

Princípios de Tratamento

Capítulo 498

Cynthia E. Herzog

Laura L. Worth

Princípios do Diagnóstico

1767

Cynthia E. Herzog e Winston W. Huh

Barbara L. Asselin

C0215.indd lx

1741

Ian M. Waxman, Jessica Hochberg e Mitchell S. Cairo

Carola A.S. Arndt

Capítulo 485

Capítulo 489

490.3 Efeitos Tardios em Crianças e Adolescentes com Linfoma

1722

Câncer e Tumores Benignos

Capítulo 488

490.2 Linfoma não Hodgkin

495.2 Tumores Benignos e Processos Ósseos Similares a Tumores

PARTE XXII

Capítulo 487

1737

Carola A.S. Arndt

Richard L. Tower, II e Bruce M. Camitta

Capítulo 486

490.1 Linfoma de Hodgkin Ian M. Waxman, Jessica Hochberg e Mitchell S. Cairo

1722

Richard L. Tower, II e Bruce M. Camitta

484.3 Doença de Castleman

1737

Carola A.S. Arndt

Richard L. Tower, II e Bruce M. Camitta

484.2 Histiocitose Sinusal com Linfadenopatia Maciça (Doença de Rosai-Dorfman)

Linfoma

Ian M. Waxman, Jessica Hochberg e Mitchell S. Cairo

John F. Kuttesch, Jr., Sarah Zieber Rush e Joann L. Ater

Capítulo 481

Seção 9

1737

Ian M. Waxman, Jessica Hochberg e Mitchell S. Cairo

Amanda M. Brandow e Bruce M. Camitta

Capítulo 480

1737

David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

Capítulo 490

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

Seção 8

489.5 Leucemia Mielomonocítica Juvenil 489.6 Leucemia do Lactente

1719

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.14 Distúrbios dos Vasos Sanguíneos

1736

David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.13 Anormalidades Congênitas da Função Plaquetária

489.4 Leucemia Mieloide Crônica David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.12 Distúrbios Adquiridos de Função Plaquetária

1736

David G. Tubergen, Archie Bleyer e A. Kim Ritchey

J. Paul Scott e Robert R. Montgomery

478.11 Distúrbios da Função Plaquetária

489.3 Síndrome de Down e Leucemia Aguda e Desordem Mieloproliferativa Transitória

500.2 Melanoma

1770

Cynthia E. Herzog 1735

500.3 Carcinoma Nasofaríngeo

1771

Cynthia E. Herzog

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lxi

500.4 Adenocarcinoma do Cólon e Reto

1771

Cynthia E. Herzog

500.5 Tumores Adrenais

1771

Steven G. Waguespack

500.6 Tumor de Pequenas Células Redondas Desmoplásico

Síndromes de Histiocitose da Infância

1771

Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva (Crescêntica)

1771

Capítulo 511

1772

Capítulo 512

Stephan Ladisch

501.1 Histiocitoses de Classe I

1774

Stephan Ladisch

501.3 Histiocitoses de Classe III

1775

Stephan Ladisch

PARTE XXIII

Nefrologia DOENÇA GLOMERULAR Capítulo 502 Introdução às Doenças Glomerulares Seção 1

502.1 Anatomia do Glomérulo

1776

513.1 513.2 513.3 513.4 513.5 513.6

Nefrite Intersticial Nefropatia Tóxica Necrose cortical Pielonefrite Nefrocalcinose Anomalias Vasculares

1789

1776

1792 1792 1792 1792 1792 1792 1792

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

513.7 Trombose da Veia Renal 513.8 Hipercalciúria Idiopática

Doenças Hematológicas Associadas à Hematúria

1792 1793

Capítulo 514

514.1 Nefropatia da Anemia Falciforme

1793 1793

Craig C. Porter e Ellis D. Avner 1776

514.2 Coagulopatias e Trombocitopenia

1794

Craig C. Porter e Ellis D. Avner 1776

Anormalidades Anatômicas Associadas à Hematúria 1794

Capítulo 515

515.1 Anomalias Congênitas

Capítulo 504

1779

1794

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

515.2 Doença Renal Policística Autossômica Recessiva 1794

504.1 Nefropatia de Imunoglobulina A (Nefropatia de Berger)

Craig C. Porter e Ellis D. Avner 1779

515.3 Doença Renal Policística Autossômica Dominante

1780

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

1781

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

504.2 Síndrome de Alport

515.4 Trauma

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

504.3 Doença da Membrana Basal Fina

515.5 Tumores Renais

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

Capítulo 505

Glomerulonefrite Associada

a Infecções 505.1 Glomerulonefrite Pós-estreptocócica Aguda 505.2 Outras Infecções Crônicas

1781 1781

Glomerulopatia Membranosa

1783 1784

Capítulo 507

1785

Scott K. Van Why e Ellis D. Avner

Glomerulonefrite Associada ao Lúpus Eritematoso Sistêmico

516.1 Causas Infecciosas de Cistite e Uretrite

1797 1797

516.2 Cistite Hemorrágica

1797

516.3 Exercício Vigoroso

1797

Priya Pais e Ellis D. Avner

Seção 3 CONDIÇÕES PARTICULARMENTE ASSOCIADAS À PROTEINÚRIA Capítulo 517 Introdução à Criança com Proteinúria

1797 1797

Priya Pais e Ellis D. Avner

Capítulo 508

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

1797

Priya Pais e Ellis D. Avner

Scott K. Van Why e Ellis D. Avner

Glomerulonefrite Membranoproliferativa

1797

Priya Pais e Ellis D. Avner

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

Capítulo 506

Causas de Hematúria de Origem do Trato Urinário Inferior

1796

Capítulo 516

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

C0215.indd lxi

Causas do Trato Urinário Superior de Hematúria

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

Doenças Glomerulares Isoladas com Hematúria Macroscópica Recorrente

1788

Capítulo 513

1776

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

Seção 2 CONDIÇÕES PARTICULARMENTE ASSOCIADAS À HEMATÚRIA Capítulo 503 Avaliação Clínica da Criança com Hematúria

Síndrome Hemoliticourêmica

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

502.3 Doenças Glomerulares

Doença de Goodpasture

Scott K. Van Why e Ellis D. Avner

1776 1776

Cynthia G. Pan e Ellis D. Avner

502.2 Filtragem Glomerular

1787

Scott K. Van Why e Ellis D. Avner

Scott K. Van Why e Ellis D. Avner

Stephan Ladisch

501.2 Histiocitoses de Classe II: Linfo-histiocitose Hemofagocítica (LHH)

1787

Scott K. Van Why e Ellis D. Avner

Capítulo 510

Cynthia E. Herzog

Capítulo 501

Nefrite da Púrpura de Henoch-Schönlein

Capítulo 509

1786

Capítulo 518

Proteinúria Transitória

1798

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

19/09/13 3:30 PM


lxii ■ Sumário

Capítulo 519

Proteinúria Ortostática (Postural)

1798

PARTE XXIV

1798

Doenças Urológicas em Recém-nascidos e Crianças

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Capítulo 520

Proteinúria Persistente

Priya Pais e Ellis D. Avner

520.1 Proteinúria Glomerular

1799

Priya Pais e Ellis D. Avner

520.2 Proteinúria Tubular

1799

Priya Pais e Ellis D. Avner

Capítulo 521

Síndrome Nefrótica

1799

Priya Pais e Ellis D. Avner

521.2 Síndrome Nefrótica Secundária

1804

Priya Pais e Ellis D. Avner

521.3 Síndrome Nefrótica Congênita

1805

Priya Pais e Ellis D. Avner

DISTÚRBIOS TUBULARES Capítulo 522 Função Tubular Seção 4

1805 1805

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

Capítulo 523

Acidose Tubular Renal

1806 1806

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

523.2 Acidose Tubular Renal Distal (Tipo I)

Diabetes Insípidus Nefrogênico

1809

Nefrite Tubulointersticial Nefropatia Tóxica

1810 1810 1811

Necrose Cortical

1812

1814 1815 1816 1816 1820 1823

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

Capítulo 530

Transplante Renal

Minnie M. Sarwal e Cynthia J. Wong

C0215.indd lxii

Capítulo 537

Disfunção Miccional

1845

Capítulo 538

Anomalias do Pênis e da Uretra

1850

Jack S. Elder

Capítulo 539

Distúrbios e Anomalias do Conteúdo 1856

Jack S. Elder

Trauma do Trato Geniturinário

1862

Capítulo 541

Litíase Urinária

1862

Capítulo 542

Histórico e Exame Físico

1863

Kerith Lucco e Diane F. Merritt

Capítulo 543

Vulvovaginites

1863

Diane F. Merritt

Sangramento

1867

Laura A. Parks e Diane F. Merritt

Problemas da Mama

1868

Nirupama K. DeSilva e Diane F. Merritt

Síndrome do Ovário Policístico e Hirsutismo

1868

Mark Gibson e Heather G. Huddleston

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

529.3 Doença Renal Crônica Terminal

1845

Capítulo 546

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

529.2 Doença Renal Crônica

Bexiga Neuropática

Jack S. Elder

Capítulo 545 1812

Priya Pais e Ellis D. Avner

Capítulo 529 Insuficiência Renal 529.1 Lesão Renal Aguda

Capítulo 536

Capítulo 544

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Capítulo 528

1845

Problemas Ginecológicos da Infância

Craig C. Porter e Ellis D. Avner

Capítulo 527

Anomalias da Bexiga

Jack S. Elder

PARTE XXV

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

Capítulo 526

1836

1809

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

525.3 Outras Anormalidades Tubulares Hereditárias do Transporte Tubular

Obstrução do Trato Urinário

Jack S. Elder

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

525.2 Síndrome de Gitelman

1832

Jack S. Elder

Capítulo 525

525.1 Síndrome de Bartter

Capítulo 535

Capítulo 540

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

Síndromes de Bartter e Gitelman e Outras Anormalidades de Transporte Tubulares Hereditários

Refluxo Vesicoureteral

Jack S. Elder

1808

Russell W. Chesney

Capítulo 524

Capítulo 534

Escrotal

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

523.4 Raquitismo Associado à Acidose Tubular Renal

1827

Jack S. Elder

1808

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

523.3 Acidose Tubular Renal Hipercalêmica (Tipo IV)

Infecções do Trato Urinário

Jack S. Elder

Jack S. Elder

Rajasree Sreedharan e Ellis D. Avner

523.1 Acidose Tubular Renal Proximal (Tipo II)

1825

Jack S. Elder

Capítulo 533 1802

Anomalias Congênitas e Disgenesia

dos Rins Capítulo 532

Priya Pais e Ellis D. Avner

521.1 Síndrome Nefrótica Idiopática

Capítulo 531

1824

Neoplasias e Triagem de Vírus do Papiloma Humano em Adolescentes

Capítulo 547

1868

Nora T. Kizer e Diane F. Merritt

Anomalias Vulvovaginais e Müllerianas

Capítulo 548

1872

Amber R. Cooper e Diane F. Merritt

Atendimento Ginecológico para Meninas com Necessidades Especiais

Capítulo 549

1872

Elisabeth H. Quint

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lxiii

PARTE XXVI

Capítulo 559

DISTÚRBIOS DO HIPOTÁLAMO E DA HIPÓFISE Capítulo 550 Hormônios do Hipotálamo e da Hipófise

Capítulo 560

Seção 1

1874

Hipopituitarismo Diabetes insipidus

1874 1874 1879

1882

1884 1885

1887

1888

1889

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.6 Síndrome de McCune-Albright (Puberdade Precoce com Displasia Fibrosa Poliostótica 1889 e Pigmentação Anormal)

563.1 Nódulo Tireoidiano Solitário 563.2 Carcinoma Medular de Tireoide Seção 3 DISTÚRBIOS DA GLÂNDULA PARATIREOIDE Capítulo 564 Hormônios e Peptídeos do Cálcio Homeostasia e Metabolismo Ósseo

1890

1891

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly 1892

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly 1892

Hipoparatiroidismo

Pseudo-hipoparatireoidismo (Osteodistrofia Hereditária de Albright)

Capítulo 567

1913

1914 1914 1914

1917

Hiperparatireoidismo

1918

Daniel A. Doyle

DISTÚRBIOS DAS GLÂNDULAS ADRENAIS Capítulo 568 Fisiologia das Glândulas Adrenais Seção 4

568.1 Histologia e Embriologia

1920 1921 1921 1921

Perrin C. White

568.2 Biossíntese dos Esteroides Adrenais

1921

Perrin C. White

568.3 Regulação do Córtex Adrenal

1921

Perrin C. White

568.4 Ações dos Hormônios Esteroides Adrenais

1892

Perrin C. White

568.5 Medula Adrenal Capítulo 569

Insuficiência Adrenocortical

1921 1921 1922

Perrin C. White

Capítulo 558

Stephen LaFranchi

1913

Daniel A. Doyle

Perrin C. White

Stephen LaFranchi

Defeitos da Globulina de Ligação à Tiroxina

1912

Capítulo 566

1892

Stephen LaFranchi

557.1 Estudos do Hormônio da Tireoide

1911

Daniel A. Doyle

567.1 Outras Causas de Hipercalcemia

DISTÚRBIOS DA GLÂNDULA TIREOIDE Capítulo 557 Fisiologia e Desenvolvimento da Tireoide

1907

Daniel A. Doyle

Daniel A. Doyle

Seção 2

1907

Stephen LaFranchi

556.7 Puberdade Precoce Familiar Independente de Gonadotrofina no Sexo Masculino Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

C0215.indd lxiii

Carcinoma da Tireoide

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.9 Precocidade Medicamentosa

1906

Stephen LaFranchi

Capítulo 565 1889

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.8 Desenvolvimento Incompleto (Parcial) Precoce

1904

Stephen LaFranchi

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.5 Tumores Secretores de Gonadotrofina

Hipertireoidismo

562.1 Doença de Graves

Capítulo 563

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.4 Síndrome de Puberdade Precoce e Hipotireoidismo

Capítulo 562

562.2 Hipertireoidismo Congênito

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.3 Puberdade Precoce Subsequente à Irradiação Cerebral

1904

Stephen LaFranchi

Stephen LaFranchi

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

556.2 Puberdade Precoce Resultante de Lesões Cerebrais Orgânicas

561.3 Bócio Endêmico e Cretinismo

1884

Distúrbios do Desenvolvimento

556.1 Puberdade Precoce Central

1903

Stephen LaFranchi

Stephen LaFranchi

Luigi Garibaldi e Wassim Chemaitilly

Puberal

561.2 Bócio Intratraqueal

1884

Hidekazu Hosono e Pinchas Cohen

Capítulo 556

1903

Stephen LaFranchi

Capítulo 554

Fisiologia da Puberdade

561.1 Bócio Congênito

561.4 Bócio Adquirido

David T. Breault e Joseph A. Majzoub

Capítulo 555

Bócio

Stephen LaFranchi

Capítulo 553

Hiperpituitarismo, Estatura Alta e Síndromes de Crescimento Exagerado

1901

Stephen LaFranchi

David T. Breault e Joseph A. Majzoub

Outras Anormalidades do Metabolismo e Ação de Arginina Vasopressina

Tireoidite

Stephen LaFranchi

John S. Parks e Eric I. Felner

Capítulo 552

1893

Stephen LaFranchi

Capítulo 561

John S. Parks e Eric I. Felner

Capítulo 551

Hipotireoidismo

Stephen LeFranchi

Sistema Endócrino

1892

569.1 Insuficiência Adrenal Primária

1922

Perrin C. White

19/09/13 3:30 PM


lxiv ■ Sumário

569.2 Insuficiência Adrenal Secundária

1927

Perrin C. White

569.3 Insuficiência Adrenal na Terapia Intensiva

1928

Perrin C. White

Hiperplasia Adrenal Congênita e Distúrbios Correlatos

1928

1928

1933

1935

Aldosteronismo Primário Tumores Adrenocorticais

Feocromocitoma

1937

1939

DISTÚRBIOS DAS GÔNADAS Capítulo 576 Desenvolvimento e Função das Gônadas

1939

Hipofunção dos Testículos

1941 1941 1941

Omar Ali e Patricia A. Donohoue

C0215.indd lxiv

1966 1966 1966

Ramin Alemzadeh e Omar Ali 1966

Ramin Alemzadeh e Omar Ali

583.3 Diabetes Mellitus Tipo 2

1988

Ramin Alemzadeh e Omar Ali

583.4 Outros Tipos Específicos de Diabetes

1991

PARTE XXVII Capítulo 584

Avaliação Neurológica

1996

Anomalias Congênitas do Sistema Nervoso Central

Capítulo 585

1996

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.1 Defeitos do Tubo Neural

1996

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston 1941 1941 1941

585.2 Espinha Bífida Oculta (Disrafismo Espinhal Oculto)

1997

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.3 Meningocele

1997

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.4 Mielomeningocele

1998

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston 1942

Omar Ali e Patricia A. Donohoue

577.2 Hipogonadismo Hipogonadotrófico no Sexo Masculino (Hipogonadismo Secundário)

1965

Rebecca K. Lehman e Nina F. Schor

Omar Ali e Patricia A. Donohoue

577.1 Hipogonadismo Hipergonadotrófico no Sexo Masculino (Hipogonadismo Primário)

DIABETES MELLITUS EM CRIANÇAS Capítulo 583 Diabetes Mellitus

1960

O Sistema Nervoso 1939

Patricia A. Donohoue

Capítulo 577

1959

Ramin Alemzadeh e Omar Ali

Perrin C. White

Seção 5

582.3 DDS Ovotesticular

583.2 Diabetes Mellitus Tipo 1 (Imunomediado) 1939

Perrin C. White

575.2 Calcificação Adrenal

582.2 46,XY DDS

583.1 Introdução e Classificação

Perrin C. White

Capítulo 575 Massas Adrenais 575.1 Incidentaloma Adrenal

582.1 46,XX DDS

Seção 6 1936

Perrin C. White

Capítulo 574

1956

Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

573.1 Tumores Virilizantes Adrenocorticais e Feminizantes Adrenais

Distúrbios do Desenvolvimento

Sexual

1936

Perrin C. White

Capítulo 573

1955

Alvina R. Kansra e Patricia A. Donohoue

Patricia A. Donhouse

Perrin C. White

Capítulo 572

1954

Pseudoprecocidade por Lesões

Ovarianas

1935

Perrin C. White

Síndrome de Cushing

1949

Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

Capítulo 571

1949

Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

570.8 Hiperaldosteronismo Suprimível por Glicocorticoide

580.2 Hipogonadismo Hipogonadotrófico no Sexo Feminino (Hipogonadismo Secundário)

Capítulo 582 1934

Perrin C. White

570.7 Deficiência de Aldosterona Sintase

580.1 Hipogonadismo Hipergonadotrófico no Sexo Feminino (Hipogonadismo Primário)

Capítulo 581 1934

Perrin C. White

570.6 Deficiência de P450 Oxidorredutase (Síndrome de Antley-Bixler)

Hipofunção dos Ovários

Alvina R. Kansra e Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

570.5 Hiperplasia Adrenal Lipoide

Capítulo 580

Alvina R. Kansra e Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

570.4 Hiperplasia Adrenal Congênita Devida à Deficiência de 17-Hidroxilase

1948

Alvina R. Kansra e Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

570.3 Hiperplasia Adrenal Congênita Devida à Deficiência de 3 ␤-Hidroxisteroide Desidrogenase

Ginecomastia

Omar Ali e Patricia A. Donohoue

Perrin C. White

570.2 Hiperplasia Adrenal Congênita Devida à Deficiência de 11 ␤ -Hidroxilase

1948

Omar Ali e Patricia A. Donohoue

Capítulo 579

Capítulo 570

570.1 Hiperplasia Adrenal Congênita Devida à Deficiência de 21-Hidroxilase

Pseudoprecocidade Resultante de Tumores dos Testículos

Capítulo 578

585.5 Encefalocele 585.6 Anencefalia

1946

2000

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston 2001

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.7 Distúrbios da Migração Neuronal

2001

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lxv

585.8 Agenesia do Corpo Caloso

2003

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.9 Agenesia dos Nervos Cranianos e Disgenesia da Fossa Posterior

590.1 Ataxias 2004

Denia Ramirez-Montealegre e Jonathan W. Mink

2005

Denia Ramirez-Montealegre e Jonathan W. Mink

2006

Denia Ramirez-Montealegre e Jonathan W. Mink

590.2 Coreia, Atetose, Tremor

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.11 Hidrocefalia

590.3 Distonia

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.12 Craniossinostose

2009

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

Capítulo 586

Crises Epilépticas em Crianças

2015

Michael V. Johnston

2017

Michael V. Johnston

591.2 Encefalomiopatias Mitocondriais 591.3 Outras Encefalopatias Capítulo 592 2019

Mohamad A. Mikati

586.4 Crises Generalizadas e Síndromes Epilépticas Relacionadas

2022

Mohamad A. Mikati

586.6 Tratamento das Crises Epilépticas e da Epilepsia

2023 2031

Mohamad A. Mikati

586.8 Estado de Mal Epiléptico

2035

Mohamad A. Mikati

Capítulo 587

2037

Cefaleias

Síndromes Neurocutâneas

2043 2044 2044

Mustafa Sahin

589.1 Neurofibromatose

2044

Mustafa Sahin

589.2 Esclerose Tuberosa

2047

Mustafa Sahin

589.3 Síndrome de Sturge-Weber

2049

Mustafa Sahin

589.4 Doença de von Hippel-Lindau

2050

Mustafa Sahin

589.5 Síndrome do Nevo Linear

2050

Mustafa Sahin

589.6 Síndrome de PHACE Mustafa Sahin

C0215.indd lxv

592.3 Adrenoleucodistrofia

2067 2071 2071

592.4 Sialidose

2072

Jennifer M. Kwon

592.5 Distúrbios Variados

2072

Jennifer M. Kwon

Capítulo 593

Distúrbios Desmielinizantes 2074

593.1 Esclerose Múltipla

2074

Jayne Ness

593.2 Neuromielite Óptica

2075

2077

Nina F. Schor

Acidente Vascular Cerebral em Crianças

Capítulo 594

2078

Adam Kirton e Gabrielle deVeber

594.1 AVC Isquêmico Arterial (AVCIA)

2078

Adam Kirton e Gabrielle deVeber

594.2 Trombose de Seios Venosos Cerebrais (TSVC)

2080

Adam Kirton e Gabrielle deVeber

594.3 AVC Hemorrágico (AVCH)

2082

Adam Kirton e Gabrielle de Veber

594.4 Diagnóstico Diferencial de Eventos Análogos ao AVC

2083

Adam Kirton e Gabrielle deVeber

Infecções do Sistema Nervoso Central

Capítulo 595

2050

Charles G. Prober e LauraLe Dyner

2050

595.1 Meningite Bacteriana Aguda Fora do Período Neonatal

Mustafa Sahin

589.7 Incontinência Pigmentar

592.2 Lipofuscinoses Ceroides Neuronais

593.3 Encefalomielite Aguda Disseminada (EMDA)

Andrew D. Hershey

Capítulo 589

2066

Jennifer M. Kwon

2038

Andrew D. Hershey

588.3 Cefaleias do Tipo Tensional

2063

Jennifer M. Kwon

Nina F. Schor

Andrew D. Hershey

588.2 Cefaleias Secundárias

2059

2067

2037

Andrew D. Hershey

588.1 Migrânea

2059

Jayne Ness

Mohamad A. Mikati e Makram Obeid

Capítulo 588

2056

Jennifer M. Kwon

do SNC

Condições que Imitam

Convulsões

2053

Jennifer M. Kwon

Mohamad A. Mikati

586.7 Crises Neonatais

2051

Doenças Neurodegenerativas

da Infância 592.1 Esfingolipidoses

2021

Mohamad A. Mikati

586.5 Mecanismos das Crises Epilépticas

Encefalopatias

591.1 Paralisia Cerebral

Mohamad A. Mikati

586.3 Crises Parciais e Síndromes Epilépticas Relacionadas

2051

Michael V. Johnston Michael V. Johnston

Mohamad A. Mikati

586.2 Crises não Provocadas

Capítulo 591

2011

Mohamad A. Mikati

586.1 Crises Febris

Distúrbios do Movimento

Erika F. Augustine e Jonathan W. Mink

Stephen L. Kinsman e Michael V. Johnston

585.10 Microcefalia

Capítulo 590

2084

2085

Charles G. Prober e LauraLe Dyner

19/09/13 3:30 PM


lxvi ■ Sumário

595.2 Meningoencefalite Viral

2093

Charles G. Prober e LauraLe Dyner

595.3 Meningite Eosinofílica

2095

Charles G. Prober e LauraLe Dyner

Capítulo 596

Abscesso Cerebral Pseudotumor Cerebral

2096 2097

Misha L. Pless

Capítulo 598 Distúrbios da Medula Espinal 598.1 Medula Presa

2099 2099

Harold L. Rekate

598.2 Diastematomielia

2100

Harold L. Rekate

598.3 Siringomielia

2101

Harold L. Rekate

598.4 Tumores da Medula Espinal

2102

Harold L. Rekate

598.5 Lesões da Medula Espinal em Crianças

2104

Harold L. Rekate

598.6 Mielite Transversa

2105

Harold L. Rekate

598.7 Malformações Arteriovenosas Espinais

2105

Harold L. Rekate

2107

2110 2111 2113

Harvey B. Sarnat 2114

Harvey B. Sarnat

600.4 Miopatias Centronuclear, Minicore e Multicore

2115

Harvey B. Sarnat

600.5 Miopatias Miofibrilares

2115

Harvey B. Sarnat

600.6 Malformações Cerebrais e Desenvolvimento Muscular

2116 2116

Harvey B. Sarnat

600.8 Disgenesia Muscular (Síndrome de Proteus)

2116

Harvey B. Sarnat

600.9 Hipotonia Congênita Benigna

2116

Harvey B. Sarnat

600.10 Artrogripose

2117

Harvey B. Sarnat

Capítulo 601

Distrofias Musculares

Harvey B. Sarnat

C0215.indd lxvi

Capítulo 603

2127

Miopatias Metabólicas

2128

Harvey B. Sarnat

603.1 Paralisias Periódicas (Relacionadas ao Potássio) 2128 Harvey B. Sarnat

603.2 Hipertermia Maligna

2128

Harvey B. Sarnat

603.3 Glicogenoses

2129

Harvey B. Sarnat

603.4 Miopatias Mitocondriais

2129

Harvey B. Sarnat

603.5 Miopatias Lipídicas

2130

Harvey B. Sarnat

603.6 Miopatia por Deficiência de Vitamina E

604.1 Miastenia Grave

2130

2130 2130

Harvey B. Sarnat

604.3 Outras Doenças do Neurônio Motor

2134 2135

Neuropatias Hereditárias Sensitivo-motoras

Capítulo 605

2136

Harvey B. Sarnat

605.1 Atrofia Muscular Peroneal (Doença de Charcot-Marie-Tooth; NHSM Tipo I)

2136

Harvey B. Sarnat

605.2 Atrofia Muscular Peroneal (Tipo Axonal)

2137

Harvey B. Sarnat

605.3 Doença de Déjerine-Sottas (NHSM tipo III)

2137

605.4 Síndrome de Roussy-Lévy

2137

Harvey B. Sarnat

605.5 Doença de Refsum

2137

Harvey B. Sarnat

605.6 Doença de Fabry

2137

Harvey B. Sarnat

605.7 Neuropatia Axonal Gigante

2138

Harvey B. Sarnat

605.8 Neuropatia Congênita Hipomielinizante

2138

Harvey B. Sarnat

605.9 Neuropatia Tomacular (Hipermielinizante) Neuropatia Hereditária com Predisposição à Paralisia por Pressão

2117

Harvey B. Sarnat

2121

Harvey B. Sarnat

Harvey B. Sarnat

601.2 Distrofia Muscular de Emery-Dreifuss

Miopatias Endócrinas e Tóxicas

Harvey B. Sarnat

2117

Harvey B. Sarnat

601.1 Distrofia Muscular de Duchenne e de Becker

Capítulo 602

Harvey B. Sarnat

Harvey B. Sarnat

600.7 Amioplasia

2125

Harvey B. Sarnat

Harvey B. Sarnat

600.3 Miopatia Nemalínica

601.6 Distrofia Muscular Congênita

Harvey B. Sarnat

Harvey B. Sarnat

600.2 Desproporção Congênita das Fibras Musculares

2124

Harvey B. Sarnat

604.2 Amiotrofias Espinais

Capítulo 600

600.1 Miopatia Miotubular

601.5 Distrofia Muscular Facioescapuloumeral Harvey B. Sarnat

Distúrbios de Transmissão Neuromuscular e de Neurônios Motores

Harvey B. Sarnat

Distúrbios do Desenvolvimento dos Músculos

2124

Capítulo 604

Distúrbios Neuromusculares Avaliação e Investigação

601.4 Distrofias Musculares Cintura-Membros

Harvey B. Sarnat

PARTE XXVIII Capítulo 599

2121

Harvey B. Sarnat

Charles G. Prober e LauraLe Dyner

Capítulo 597

601.3 Distrofia Muscular Miotônica Harvey B. Sarnat

605.10 Leucodistrofias

2138 2138

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lxvii

Capítulo 606

Neuropatias Tóxicas

2138

Harvey B. Sarnat

Capítulo 607

Neuropatias Autonômicas

2139 2139

Harvey B. Sarnat

607.2 Outras Neuropatias Autonômicas

2141

Harvey B. Sarnat

Capítulo 608

Síndrome de Guillain-Barré

2141

Capítulo 609

Paralisia de Bell

Glaucoma na Infância

2144

Harvey B. Sarnat

Anormalidades Orbitais

Capítulo 625

Infecções Orbitais

2146

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 611

Exame dos Olhos

Lesões no Olho

2146

2148

Anormalidades da Pupila e Íris

2152

Distúrbios do Sistema Lacrimal

2155

Distúrbios da Conjuntiva Anormalidades da Córnea Anormalidades do Cristalino Distúrbios do Trato Uveal Distúrbios de Retina e do Vítreo

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

2197

2211

Lesões Traumáticas da Orelha e do Osso Temporal

Capítulo 634

Tumores da Orelha e do Osso Temporal

PARTE XXXI

2211

A Pele Morfologia da Pele

2213

Joseph G. Morelli

Capítulo 637 2167

2212

Joseph Haddad, Jr.

Capítulo 636 2164

Avaliação do Paciente

2213

Joseph G. Morelli

637.1 Manifestações Cutâneas de Doenças Sistêmicas 2213 Joseph G. Morelli

637.2 Reações Medicamentosas Multissistêmicas 2167

2170

2213

Joseph G. Morelli

Capítulo 638

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 622

A Orelha Interna e as Doenças do Labirinto Ósseo

2163

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 621

2194

Capítulo 633

Capítulo 635

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 620

Otite Média

2161

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 619

Otite Externa

Joseph Haddad, Jr.

Joseph Haddad, Jr.

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 618

2194

Joseph Haddad, Jr.

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 617

2186

Joseph E. Kerschner

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Anormalidades das Pálpebras

Malformações Congênitas

Capítulo 630

Capítulo 632

Capítulo 615

Capítulo 616

Perda Auditiva

Capítulo 631 2150

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Distúrbios do Movimento e Alinhamento Ocular

2186

Joseph Haddad, Jr.

Joseph Haddad, Jr.

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 614

Considerações e Avaliações Gerais

Capítulo 628

Joseph Haddad, Jr.

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Distúrbios da Visão

PARTE XXX

Capítulo 629

Capítulo 612

Capítulo 613

2182

O Ouvido

Scott E. Olitsk, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Anormalidades de Refração e Acomodação

2180

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Distúrbios do Olho Crescimento e Desenvolvimento

2179

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 627 PARTE XXIX Capítulo 610

2179

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 626

Harvey B. Sarnat

2179

Scott E. Olitsky, Denise Hug, Laura S. Plummer e Merrill Stass-Isern

Capítulo 624

Harvey B. Sarnat

607.1 Disautonomia Familiar

Anormalidades do Nervo Óptico

Capítulo 623

Princípios de Terapia

2213

Joseph G. Morelli

Capítulo 639

Doenças do Neonato

2216

Joseph G. Morelli 2172

Capítulo 640

Defeitos Cutâneos

2218

Joseph G. Morelli

Capítulo 641

Displasias Ectodérmicas

2220

Joseph G. Morelli

C0215.indd lxvii

19/09/13 3:30 PM


lxviii ■ Sumário

Capítulo 642

Distúrbios Vasculares

2221

Joseph G. Morelli

Capítulo 643

Nevos Cutâneos

2229

Joseph G. Morelli

Capítulo 644

Lesões Hiperpigmentadas Lesões Hipopigmentadas

Capítulo 646

Distúrbios Vesiculobolhosos

Joseph G. Morelli

2239

649.12 Acrodermatite Papular da Infância (Síndrome de Gianotti-Crosti)

649.11 Poroceratose

2239

Joseph G. Morelli

646.2 Síndrome de Stevens-Johnson

2240

Joseph G. Morelli

646.3 Necrólise Epidérmica Tóxica

2241 2242 2245

Joseph G. Morelli

646.6 Dermatite Herpetiforme

2246

Joseph G. Morelli

646.7 Dermatose por IgA Linear (Dermatose Bolhosa Crônica da Infância)

Distúrbios Eczematosos

2247 2247

Joseph G. Morelli

647.1 Dermatite de Contato

2250

Joseph G. Morelli

647.3 Pitiríase Alba

2250

Joseph G. Morelli

647.4 Líquen Simples Crônico

2250

Joseph G. Morelli

647.5 Dermatite Vesicular das Mãos e dos Pés (Eczema Disidrótico, Disidrose, Pompholyx)

Fotossensibilidade

2251 2252

Joseph G. Morelli

Capítulo 649 Doenças da Epiderme 649.1 Psoríase

2257 2257

Joseph G. Morelli

649.2 Pitiríase Liquenoide

2258

Joseph G. Morelli

649.3 Queratose Pilar

Capítulo 651

Doenças da Derme

Capítulo 652

Doenças do Tecido Subcutâneo

652.1 Paniculite e Eritema Nodoso 652.2 Lipodistrofia

2280 2280 2283

Distúrbios das Glândulas Sudoríparas

Capítulo 653

2284

Joseph G. Morelli

Transtornos dos Pelos

2287

Joseph G. Morelli

Capítulo 655

Distúrbios das Unhas

2291

Joseph G. Morelli

Capítulo 656

Transtornos das Membranas Mucosas

2295

Joseph G. Morelli

Capítulo 657 Infecções Bacterianas Cutâneas 657.1 Impetigo 657.2 Infecções Teciduais Subcutâneas 657.3 Síndrome da Pele Escaldada Estafilocócica (Doença de Ritter)

2297 2297 2298

657.4 Ectima

2301

Joseph G. Morelli

657.5 Outras Infecções Bacterianas Cutâneas

2302

Joseph G. Morelli

Capítulo 658

Infecções Fúngicas Cutâneas

2307

Joseph G. Morelli

Infecções Virais Cutâneas

Capítulo 660 Picadas e Infestações de Artrópodes 660.1 Picadas de Artrópodes

2313

Joseph G. Morelli

2260

Joseph G. Morelli

2260

Joseph G. Morelli

660.2 Escabiose 660.3 Pediculose Joseph G. Morelli 2261

2300

Joseph G. Morelli

649.7 Doença de Darier (Ceratose Folicular)

C0215.indd lxviii

2271

Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

2265

Joseph G. Morelli

2259

Joseph G. Morelli

649.6 Pitiríase Rubra Pilar

Distúrbios da Ceratinização

Capítulo 659

Joseph G. Morelli

649.5 Pitiríase Rósea

Capítulo 650

2259

Joseph G. Morelli

649.4 Líquen Espinuloso

2264

Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

Capítulo 648

649.13 Acantose Nigricans Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli 2251

Joseph G. Morelli

647.6 Dermatite Seborreica

2264

Joseph G. Morelli

Capítulo 654 2248

Joseph G. Morelli

647.2 Eczema Numular

2263

Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

Capítulo 647

2262

Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

646.5 Pênfigo

2262

Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

646.4 Distúrbios Mecanobolhosos

649.10 Líquen Plano

2236

Joseph G. Morelli

646.1 Eritema Multiforme

649.9 Líquen Estriado Joseph G. Morelli

Joseph G. Morelli

2261

Joseph G. Morelli

2234

Joseph G. Morelli

Capítulo 645

649.8 Líquen Nítido Joseph G. Morelli

660.4 Erupção do Banho de Mar

2315 2315 2317 2319 2320

Joseph G. Morelli

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lxix

Capítulo 661

Acne

2320

Joseph G. Morelli

Capítulo 662

Tumores de Pele

2326

Joseph G. Morelli

Capítulo 663

Dermatose Nutricional

2326

Joseph G. Morelli

667.3 Deformidades Torcionais

2345

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

667.4 Deformidades no Plano Coronal

2346

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

667.5 Deformidades Angulares Congênitas da Tíbia e Fíbula

2348

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

Discrepância no Comprimento dos Membros Inferiores

Capítulo 668 PARTE XXXII

PROBLEMAS ORTOPÉDICOS Capítulo 664 Crescimento e Desenvolvimento Seção 1

2329 2329

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

Capítulo 665

Avaliação da Criança Pé e Pododáctilos

2329 2333

2334

2334

2335

2336

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.6 Coalizão Tarsal

2338

2339

2339

2342

667.2 Avaliação

C0215.indd lxix

2352 2353

670.1 Displasia do Desenvolvimento do Quadril

2353

Wudbhav N. Sankar, B. David Horn, Lawrence Wells e John P. Dormans

670.2 Sinovite Monoarticular Transitória (Sinovite Tóxica) 670.3 Doença de Legg-Calvé-Perthes 670.4 Deslizamento da Epífise da Cabeça Femoral

2358

2359

2361

Wudbhav N. Sankar, B. David Horn, Lawrence Wells e John P. Dormans

Capítulo 671

A Coluna

2363

671.1 Escoliose Idiopática

2363

David A. Spiegel e John P. Dormans 2366

David A. Spiegel e John P. Dormans 2368

David A. Spiegel e John P. Dormans

671.4 Cifose (Dorso Arredondado)

2369

David A. Spiegel e John P. Dormans

671.5 Dor nas Costas em Crianças 2342 2342

Lawrence Wells e Kriti Sehgal Lawrence Wells e Kriti Sehgal

O Quadril

671.3 Escoliose Neuromuscular, Síndromes Genéticas e Escoliose Compensatória

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

Capítulo 667 Deformidades Angulares e Torcionais 667.1 Desenvolvimento Normal do Membro

2352

Wudbhav N. Sankar, B. David Horn, Lawrence Wells e John P. Dormans

671.2 Escoliose Congênita 2342

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.12 Sapatos

2351

David A. Spiegel e John P. Dormans

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.11 Pés Dolorosos

Capítulo 670

Wudbhav N. Sankar, B. David Horn, Lawrence Wells e John P. Dormans

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.10 Deformidades dos Pododáctilos

2351

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

2338

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.9 Feridas Puntiformes do Pé

2350

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

Wudbhav N. Sankar, B. David Horn, Lawrence Wells e John P. Dormans

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.8 Osteocondrose e Apofisite

669.3 Osteocondrite Dissecante

2337

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.7 Pé Cavo

2350

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

669.6 Subluxação e Deslocamento Patelar

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.5 Pé Plano Hipermóvel (Pé Plano Flexível)

2349

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.4 Tálus Vertical Congênito

669.2 Cistos Poplíteos (Cistos de Baker)

669.5 Síndrome da Dor no Joelho Idiopática Anterior do Adolescente

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.3 Pé Torso Equinovaro (Pé Torto)

669.1 Menisco Lateral Discoide

669.4 Doença de Osgood-Schlatter 2333

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.2 Pés Calcaneovalgos

O Joelho

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

Harish S. Hosalkar, David A. Spiegel e Richard S. Davidson

666.1 Metatarso Aduzido

Capítulo 669

Lawrence Wells e Kriti Sehgal

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

Capítulo 666

2349

Jared E. Friedman e Richard S. Davidson

Distúrbios Ósseos e Articulares

2371

David A. Spiegel e John P. Dormans

671.6 Espondilólise e Espondilolistese

2372

David A. Spiegel e John P. Dormans 2342

671.7 Infecção do Espaço Discal

2374

David A. Spiegel e John P. Dormans

19/09/13 3:30 PM


lxx ■ Sumário

671.8 Hérnia de Disco Intervertebral e Apófise Vertebral Deslizada

2375

679.7 Dor na Perna: Sensibilidade Pré-tibial, Fraturas de Estresse e Síndrome Compartimental Crônica

2375

Gregory L. Landry

David A. Spiegel e John P. Dormans

671.9 Tumores David A. Spiegel e John P. Dormans

Capítulo 672 O Pescoço 672.1 Torcicolo

679.8 Lesões do Tornozelo 2375 2375

David A. Spiegel e John P. Dormans

672.2 Síndrome de Klippel-Feil 672.3 Anomalias e Instabilidades Cervicais Capítulo 673

O Membro Superior

2378

Capítulo 681

Artrogripose

2381 2385

Harish S. Hosalkar, Denis S. Drummond e Richard S. Davidson

Capítulo 675

Fraturas Comuns

2385

2386 2387

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.3 Fraturas da Extremidade Superior

2388 2390

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.5 Tratamento Cirúrgico

2391

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.6 Complicações das Fraturas em Crianças

2391

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.7 Avaliação dos Resultados

Osteomielite Artrite Séptica

2392 2396

Sheldon L. Kaplan

MEDICINA DESPORTIVA Capítulo 678 Epidemiologia e Prevenção de Lesões Seção 2

2399

2404 2406 2407

Gregory L. Landry 2408

Gregory L. Landry

679.4 Lesões da Coluna Lombar

2410

Gregory L. Landry

679.5 Lesões do Quadril e da Pelve

2411

Gregory L. Landry

679.6 Lesões do Joelho Gregory L. Landry

C0215.indd lxx

Esportes Específicos e Lesões Associadas

Capítulo 684

2421

Gregory L. Landry

DISPLASIAS ESQUELÉTICAS Capítulo 685 Considerações Gerais Seção 3

2422 2422

Distúrbios que Envolvem as Proteínas da Matriz Cartilaginosa

Capítulo 686

2422

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Distúrbios que Envolvem Receptores Transmembrana

Capítulo 687

2426

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Distúrbios que Envolvem os Transportadores de Íons

2428

Distúrbios que Envolvem Fatores de Transcrição

Capítulo 689

2429

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Distúrbios que Envolvem Defeitos na Reabsorção Óssea

2430

Distúrbios de Defeitos Pouco Entendidos ou Desconhecidos

Capítulo 691

2431

Capítulo 692

Osteogênese Imperfeita

2435

Joan C. Marini

Gregory L. Landry

679.3 Lesões no Cotovelo

2420

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Gregory L. Landry

679.2 Lesões do Ombro

Complementos Ergogênicos

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Capítulo 679

679.1 Lesões da Placa de Crescimento

2419

Gregory L. Landry

Capítulo 690 2399

Gregory L. Landry

Tratamento da Lesão Musculoesquelética

Atletas do Sexo Feminino: Problemas Menstruais e o Risco de Osteopenia

Capítulo 682

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Sheldon L. Kaplan

Capítulo 677

2418

Capítulo 688 2392

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

Capítulo 676

Lesões Causadas pelo Calor

William A. Horton e Jacqueline T. Hecht

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.4 Fraturas da Extremidade Inferior

2416

Gregory L. Landry

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.2 Padrões das Fraturas Pediátricas

Lesões na Cabeça e Pescoço

Gregory L. Landry

Capítulo 683

Lawrence Wells, Kriti Sehgal e John P. Dormans

675.1 Características Particulares das Fraturas Pediátricas

2416

Gregory L. Landry

Robert B. Carrigan

Capítulo 674

679.9 Lesões do Pé Gregory L. Landry

Capítulo 680

David A. Spiegel e John P. Dormans

2415

Gregory L. Landry

2377

David A. Spiegel e John P. Dormans

2414

2412

Capítulo 693

Síndrome de Marfan

2438

Jefferson Doyle e Harry Dietz III

DOENÇA METABÓLICA ÓSSEA Capítulo 694 Estrutura Óssea, Crescimento e Regulação Hormonal Seção 4

2444 2444

Russell W. Chesney

Condrodistrofia Primária (Displasia Metafisária)

Capítulo 695

2444

Russell W. Chesney

Capítulo 696

Hipofosfatasia

2444

Russell W. Chesney

19/09/13 3:30 PM


Sumário ■ lxxi

Capítulo 697

Hiperfosfatasia

2444

Russell W. Chesney

Capítulo 698

Osteoporose

2444

703.4 Intoxicação por Melamina Capítulo 704

Terrorismo Biológico

e Químico

Russell W. Chesney

2452

Denise A. Salerno e Stephen C. Aronoff 2452

Theodore J. Cieslak e Fred M. Henretig

PARTE XXXIII

Capítulo 705

Riscos Ambientais à Saúde Efeitos Biológicos da Radiação em Crianças

705.1 Febre por Mordedura de Rato

Capítulo 699

2446

Thomas L. Slovis

Capítulo 700

Poluentes Químicos Intoxicação por Metais Pesados

2446 2446

Prashant V. Mahajan

Capítulo 702

Intoxicação por Chumbo

2446

Morri Markowitz

Intoxicação Alimentar não Bacteriana

2452 2452

Denise A. Salerno e Stephen C. Aronoff

703.2 Intoxicação por Solanina

2452

Denise A. Salerno e Stephen C. Aronoff

703.3 Intoxicação por Frutos do Mar

2455

Charles M. Ginsburg

705.2 Varíola do Macaco

2457

Acidentes com Animais Peçonhentos

Capítulo 706

2458

Bill J. Schroeder e Robert L. Norris

PARTE XXXIV

Medicina Laboratorial

Capítulo 703

703.1 Intoxicação por Cogumelos

2452

Charles M. Ginsburg

Philip J. Landrigan e Joel A. Forman

Capítulo 701

Mordeduras Humanas e de Animais

Charles M. Ginsburg

2452

Capítulo 707

Exames Laboratoriais em Pediatria

2464

Stanley F. Lo

Intervalos de Referência para Testes e Procedimentos Laboratoriais

Capítulo 708

2464

Stanley F. Lo

Índice

2465

Denise A. Salerno e Stephen C. Aronoff

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19/09/13 3:30 PM


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PARTE VIII

Terapia Medicamentosa Pediátrica

Capítulo 56

Capítulo 58

Farmacogenética, Farmacogenômica e Farmacoproteômica Pediátrica

Intoxicações

Kathleen A. Neville e J. Steven Leeder A variabilidade interindividual na resposta a doses semelhantes de determinado medicamento é uma característica inerente às populações adulta e pediátrica. O papel dos fatores genéticos na disposição e na resposta a medicamentos, a farmacogenética, resultou em muitos exemplos de como as variações nos genes humanos podem levar a diferenças interindividuais na farmacocinética e respostas a medicamentos em relação a cada paciente. Assim como em adultos, a variabilidade farmacogenética contribui para a ampla gama de respostas a medicamentos observadas em crianças de qualquer idade ou fase de desenvolvimento. Portanto, espera-se que as crianças beneficiem-se da promessa de uma medicina personalizada: identifi car o fármaco correto para o paciente certo na hora certa (consulte a Fig. 56-1 no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult). No entanto, os pediatras estão conscientes de que as crianças não são apenas adultos pequenos. Numerosos processos de maturação ocorrem desde o nascimento até a adolescência, e, utilizando as informações resultantes do Projeto de Genoma Humano e iniciativas relacionadas, deverão levar em consideração as mudanças nos padrões de expressão de genes que ocorrem ao longo do desenvolvimento para melhorar a farmacoterapia em crianças. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Capítulo 57

Princípios da Terapia Medicamentosa Jennifer A. Lowry, Bridgette L. Jones, Tracy Sandritter, Susanne Liewer e Gregory L. Kearns Diretrizes de regulamentação e oportunidades econômicas têm considerado pacientes pediátricos para a inclusão como sujeitos em ensaios clínicos de medicamentos pediátricos, mas a maioria dos medicamentos utilizados para tratar crianças e lactantes doentes não tem marcador de produtos completo e suficientemente aprovado para orientar o seu uso. Assim, o uso de medicamentos sem marcador, ou sem licença, em pediatria continua a ser a regra em vez de exceção. No entanto, todos os avanços terapêuticos importantes feitos em pediatria acontecem porque os médicos, na maioria das vezes, não prescrevem medicamentos em base de um “conhecimento genérico”. Ao contrário, informações científicas e técnicas publicadas na literatura médica revisada por colegas e achadas em compêndios de terapêuticas pediátricas têm sido usadas para apoiar a prescrição prudente, segura e eficaz de medicamentos. Muitas dessas informações resultaram de pesquisas no campo da farmacologia clínica pediátrica, explorando a associação do desenvolvimento (na maioria das vezes representada pela substituta de idade) tanto da disposição quanto da ação dos medicamentos. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Katherine A. O’Donnell e Michele Burns Ewald Dos mais de 2 milhões de exposições a intoxicações em seres humanos anualmente relatadas para o Sistema de Dados de Intoxicações Nacional do American Association of Poison Control Centers (AAPCC), mais de 50% ocorrem em crianças com menos de 6 anos de idade. Em sua maioria, essas exposições não são intencionais e refletem a propensão que as crianças dessa faixa etária têm de colocar praticamente qualquer coisa na boca. Mais de 90% das exposições tóxicas em crianças ocorrem em casa, e a maioria envolve apenas uma única substância. A ingestão é responsável pela grande maioria das exposições, com uma minoria que ocorre por via cutânea, inalatória e oftálmica. Aproximadamente 50% dos casos envolvem substâncias que não são fármacos, como cosméticos, itens de cuidados pessoais, soluções de limpeza, plantas e corpos estranhos. Preparações farmacêuticas são responsáveis pelo restante das exposições, sendo analgésicos, preparações tópicas, produtos para tosse e resfriados e vitaminas as categorias mais comumente relatadas. A maioria das exposições à intoxicação em crianças menores de seis anos pode ser tratada sem intervenção médica, pois o produto envolvido não é essencialmente muito tóxico ou a quantidade do material envolvido não é suficiente para produzir efeitos tóxicos clinicamente relevantes (Tabela 58-1). No entanto, uma série de substâncias são potencialmente muito tóxicas para crianças em pequenas doses (Tabela 58-2). Nos últimos anos, monóxido de carbono, opiáceos, antidepressivos e medicamentos cardiovasculares têm sido as principais causas de mortes relacionadas com intoxicações em crianças pequenas. Apesar de a maioria das exposições ocorrer em crianças menores de 6 anos, apenas 2% das mortes ocorrem nessa faixa etária. Além do caráter exploratório da ingestão em crianças pequenas, as medidas de segurança dos produtos, a educação para a prevenção da intoxicação, o reconhecimento precoce de exposições e o acesso contínuo aos centros de controle de intoxicações em base regional contribuem para os resultados favoráveis nesta faixa etária. A educação para prevenção de intoxicações deve ser parte integrante de todas as consultas pediátricas, começando na visita dos 6 meses de idade. O aconselhamento dos pais e de outros cuidadores sobre os potenciais riscos de intoxicação, como tornar um ambiente infantil “à prova de intoxicações” e o que fazer quando ela ocorre, diminuem a probabilidade de morbidade grave ou mortalidade decorrente da exposição. Materiais educacionais preventivos são disponibilizados tanto pela American Academy of Pediatrics quanto pelos centros regionais de controle de intoxicações. Os pais devem ser encorajados a compartilhar o número do telefone dos centros de controle de intoxicações com os avós, parentes e quaisquer outros cuidadores. As exposições a intoxicações em crianças de 6-12 anos de idade são muito menos comuns, envolvendo aproximadamente 6% de todas as exposições pediátricas relatadas. Um segundo pico de exposições pediátricas ocorre na adolescência. As exposições na faixa etária dos adolescentes são principalmente intencionais (suicídio ou uso indevido ou abusivo de substâncias) e, assim, muitas vezes resultam em uma toxicidade mais grave (Cap. 108). As famílias devem ser informadas e receber orientação prévia de que medicamentos de prescrição, medicamentos vendidos sem receita médica e até mesmo produtos de uso doméstico (p. ex., inalatórios) são fontes comuns de exposições do adolescente. Os adolescentes (13-19 anos de idade) foram responsáveis por 74 das 108 mortes relacionadas com intoxicações pediátricas em 2008 informados ao Sistema de Dados de Envenenamento Nacional. Os pediatras devem estar conscientes dos sinais de uso abusivo ou idealização de suicídio nesta população e intervir de maneira contundente (Cap. 108).

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Tabela 58-1 PRODUTOS COMUNS ATÓXICOS E MINIMAMENTE TÓXICOS* Abrasivos Aditivos para aquários Adoçantes (sacarina, aspartame) Alimentos vegetais (sem inseticidas ou herbicidas) Amaciantes de roupas Amido Antiácidos, não contendo salicilato Antibióticos, tópicos Antifúngicos, tópicos Argila (modelagem) Batom Bola de golfe (o interior pode causar danos mecânicos) Brinquedos flutuantes para banheiro Cimento de borracha Colas e pastas Condicionadores corporais Contraceptivo (oral) sem ferro Corticosteroides, tópicos Cosméticos de brinquedo para crianças Cosméticos Cremes e loções de barbear Cremes e pomadas para assaduras por uso de fralda Desinfetantes com iodo (a menos que a pessoa seja alérgica) Desodorante, axilas Detergentes: mãos, líquido para lavagem de louça Fósforos Fertilizantes (não inseticidas ou herbicidas) Gel de sílica Giz (carbonato de cálcio) Giz de cera Grafite (grafite, colorido) Graxa Incenso Jornal (ingestão crônica pode resultar em intoxicação por chumbo) Líquido de revestimento de foto polaroide Laxantes Loção de calamina Loções e cremes para as mãos Maquiagem Marcadores de ponta porosa Marcadores indeléveis Massa corrida Massa de vidraceiro Massinha de modelar (Play-Doh®) Óleo de banho (a menos que aspirado) Óleo mineral (a menos que aspirado) Óleos lubrificantes (a menos que aspirado) Óxido de zincoPacotes de desumidificação (p. ex., sílica) Pasta de dente (com e sem flúor) Pastilhas (sem anestésicos) Peróxido de hidrogênio (medicinal a 3%) Produtos para luminescência (varetas luminosas) Protetor solar Raticidas com varfarina (< 0,5%) Revistas Sabão e produtos de sabão (não cáusticos) Sabão para banho de espuma Tampas (pistolas de brinquedo, clorato de potássio) Tinta (preta ou azul, não permanente) Tinta de caneta esferográfica Tinta, látex para interiores, à base de água Tintas aquarela Tintas, aquarela Vaselina Velas (cera de abelha ou parafina) Xampu *O potencial de toxicidade depende da magnitude e quantidade de exposição. Esses agentes são considerados não tóxicos ou minimamente tóxicos para uma exposição de leve a moderada. O potencial de toxicidade aumenta com o aumento da quantidade de exposição.

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Tabela 58-2 MEDICAMENTOS POTENCIALMENTE TÓXICOS PARA

CRIANÇAS PEQUENAS EM DOSES BAIXAS* SUBSTÂNCIA

Antidepressivos tricíclicos Antimaláricos (cloroquina, quinina) Benzocaína ␤-Bloqueadores (␤-bloqueadores lipossolúveis [p. ex. propranolol] são mais tóxicos que os hidrossolúveis [p. ex. atenolol]) Bloqueadores do canal de cálcio Cânfora Clonidina Difenoxilato e atropina (Lomotil®) Fenotiazinas (clorpromazina, tioridazina) Hipoglicemiantes, orais (sulfonilureias e meglitinidas) Inibidores da monoamina oxidase Lindano Metil salicilatos Opioides (especialmente metadona, lomotil e suboxone) Teofilina

TOXICIDADE

Depressão do SNC, convulsões, arritmias cardíacas, hipotensão Convulsões, arritmias cardíacas Metemoglobinemia Bradicardia, hipotensão, hipoglicemia

Bradicardia, hipotensão, hiperglicemia Convulsões Letargia, hipotensão, bradicardia Depressão do SNC, depressão respiratória Convulsões, arritmias cardíacas Hipoglicemia, convulsões Hipertensão seguida de colapso cardiovascular tardio Convulsões Taquipneia, acidose metabólica, convulsões Depressão do SNC, depressão respiratória Convulsões, arritmias cardíacas

*“Pequena dose” geralmente implica um ou dois comprimidos ou 5 mL. SNC, sistema nervoso central.

ABORDAGEM AO PACIENTE INTOXICADO A abordagem inicial do paciente com uma intoxicação testemunhada ou suspeita não deve ser diferente da abordagem de qualquer outra criança doente, começando com a estabilização e rápida avaliação das vias respiratórias, respiração, circulação e nível de consciência (Cap. 62). A concentração de glicose sérica deve ser obtida no início da avaliação de qualquer paciente com estado mental alterado. História e exame físico precisos servem como base para um diagnóstico diferencial cuidadoso, que pode então ser mais refinado por meio de testes laboratoriais e outros testes diagnósticos.

AVALIAÇÃO INICIAL Anamnese A obtenção de uma história precisa, orientada para o problema, é de essencial importância. Intoxicações intencionais (tentativas de suicídio; uso indevido ou abusivo) são geralmente mais graves do que ingestões involuntárias e exploratórias. Em pacientes sem uma exposição testemunhada, características da história, como a idade da criança (criança ou adolescente), início agudo de sintomas sem pródromos, alteração repentina de estado mental, disfunção de múltiplos órgãos ou altos níveis de estresse familiar, podem sugerir um possível diagnóstico de intoxicação. DESCRIÇÃO DA EXPOSIÇÃO Para produtos domésticos e de trabalho, nomes (marca, genérico, químico) e ingredientes específicos, juntamente com suas concentrações, podem, muitas vezes, ser obtidos nos rótulos. Especialistas do centro de controle de intoxicação também podem ajudar a identificar os possíveis ingredientes e analisar a toxicidade potencial de cada componente. Em casos de suspeita de ingestão, os especialistas do centro de intoxicação podem ajudar a identificar pílulas com base em marcas, forma e cor. Se a vítima for encaminhada ao hospital para avaliação, os pais devem ser instruídos a levar os produtos, comprimidos e/ou recipientes com eles para ajudar a identifi car e quantifi car a exposição. Se uma criança for encontrada com uma pílula desconhecida em sua boca, a história deve incluir uma lista de todos os medicamentos no ambiente em que a criança vive (incluindo medicamentos que avós, cuidadores ou outros visitantes possam ter levado à casa). No

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252 ■ Parte VIII Terapia Medicamentosa Pediátrica caso de uma exposição desconhecida, um esclarecimento de onde a criança foi encontrada (p. ex., garagem, cozinha, lavanderia, banheiro, quintal, local de trabalho) pode ajudar a gerar uma lista de potenciais toxinas. A seguir, é importante esclarecer o momento da ingestão e obter uma estimativa da quantidade da substância ingerida. Em geral, é melhor superestimar a quantidade ingerida a fim de se preparar para o pior cenário. A contagem de comprimidos ou a aferição do volume restante de um líquido ingerido às vezes pode ser útil para gerar estimativas. Para exposições oculares, inalatórias ou dérmicas, a concentração do agente e do período de contato com o material deve ser determinada, se possível. SINTOMAS A obtenção de uma descrição dos sintomas experimentados após a ingestão, incluindo o horário de início em relação ao

tempo de ingestão e a sua progressão, podem ajudar a gerar uma lista de toxinas em potencial e para predizer a gravidade da ingestão. Juntamente com achados de exames físicos, relatar sintomas auxiliares na identifi cação por profi ssionais de toxíndromes , ou síndromes toxicológicas reconhecidas sugestivos de intoxicação por substâncias específicas ou classes de substâncias (Tabelas 58-3 e 58-4). HISTÓRICO MÉDICO PRÉVIO As doenças subjacentes podem tornar uma criança mais suscetível aos efeitos de uma toxina. A terapia medicamentosa usada concomitante também pode aumentar a suscetibilidade porque determinados fármacos podem interagir com a toxina. A gravidez é um fator precipitante comum nas tentativas de suicídio em adolescentes e pode influenciar tanto na avaliação da paciente quanto no subsequente tratamento. Um histórico de doença psiquiátrica pode tornar os pacientes mais propensos ao uso

Tabela 58-3 HISTÓRICO E ACHADOS CLÍNICOS NA INTOXICAÇÃO SINAL

ODOR Amêndoas amargas Acetona Álcool Gaultéria Alho SINAIS OCULARES Miose Midríase Nistagmo Lacrimejamento Hiperemia da retina SINAIS CUTÂNEOS Diaforese Alopecia Eritema Cianose (não responsiva ao oxigênio) SINAIS ORAIS Salivação Queimaduras Orais Gengivas SINAIS GASTROINTESTINAIS Diarreia Hematêmese SINAIS CARDÍACOS Taquicardia Bradicardia Hipertensão Hipotensão

SINAIS RESPIRATÓRIOS Depressão respiratória Taquipneia SINAIS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Ataxia Coma Convulsões Delírio/psicose Neuropatia periférica

TOXINA

Cianeto Álcool isopropílico, metanol, paraldeído, salicilatos Etanol Metil salicilato Tálio, arsênico, organofosforados, selênio Opioides (exceto propoxifeno, meperidina e pentazocina), organofosforados e outros colinérgicos, clonidina, fenotiazinas, sedativo-hipnóticos, olanzapina Atropina, cocaína, anfetaminas, anti-histamínicos, TCAs, carbamazepina, síndrome da serotonina, PCP, LSD, encefalopatia pós-anóxica Fenitoína, barbitúricos, sedativos hipnóticos, álcool, carbamazepina, PCP, cetamina, dextrometorfano Organofosforados, gases ou vapores irritantes Metanol Organofosforados, salicilatos, cocaína e outros simpatomiméticos, síndrome da serotonina, síndromes de abstinência Arsênico, tálio Ácido bórico, mercúrio elementar, cianeto, monóxido de carbono, disulfuram, escombrídeos, anticolinérgicos Metemoglobinemia (p. ex., benzocaína, dapsona, nitritos, fenazopiridina), amiodarona, prata Organofosforados, salicilatos, corrosivos, cetamina, PCP, estricnina Corrosivos, plantas contendo oxalato Chumbo, mercúrio, arsênico, bismuto Antimicrobianos, arsênio, ferro, ácido bórico, colinérgicos, colchicina, abstinência Arsênico, ferro, cáusticos, AINHs, salicilatos Simpatomiméticos (p. ex., anfetaminas, cocaína), anticolinérgicos, antidepressivos, teofilina, cafeína, antipsicóticos, atropina, salicilatos, asfixiantes celulares (monóxido de carbono, cianeto, sulfato de hidrogênio), abstinência ␤-Bloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, digoxina, clonidina e outros ␣2 agonistas centrais, organofosfarados, opioides, sedativos-hipnóticos Simpatomiméticos (anfetaminas, cocaína, LSD), anticolinérgicos, clonidina (início), inibidores da monoamina oxidase ␤-bloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, antidepressivos cíclicos, ferro, fenotiazinas, barbitúricos, clonidina, teofilina, opioides, arsênico, amatoxina de cogumelos , asfixiantes celulares (monóxido de carbono, cianeto, sulfeto de hidrogênio), veneno de cobra Opioides, sedativos hipnóticos, álcool, clonidina, barbitúricos Salicilatos, anfetaminas, cafeína, acidose metabólica (etilenoglicol, metanol, cianeto), monóxido de carbono, hidrocarbonetos Álcool, anticonvulsivantes, benzodiazepínicos, barbitúricos, lítio, dextrometorfano, monóxido de carbono, inalantes Opioides, sedativos hipnóticos, anticonvulsivantes, antidepressivos cíclicos, antipsicóticos, etanol, anticolinérgicos, clonidina, GHB, álcoois, salicilatos, barbitúricos Simpatomiméticos, anticolinérgicos, antidepressivos (especialmente TCAs, bupropiona, venlafaxina), isoniazida, cânfora, lindano, salicilatos, chumbo, organofosforados, carbamazepina, tramadol, lítio, sementes de ginkgo, cicuta aquática, abstinência Simpatomiméticos, anticolinérgicos, LSD, PCP, alucinógenos, lítio, dextrometorfano, esteroides, abstinência Chumbo, arsênio, mercúrio, organofosforados

PCP, fenciclidina; LSD, dietilamida do ácido lisérgico; TCA, antidepressivos tricíclicos; AINH, anti-inflamatórios não hormonais; GHB, hidroxibutirato gama.

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Tabela 58-4 SÍNDROMES POR INTOXICAÇÕES RECONHECIDAS SINAIS

SÍNDROME POR INTOXICAÇÃO

Simpatomiméticos Anticolinérgicos

Colinérgicos

Opioides

Sedativo-hipnóticos

Síndrome da serotonina

POSSÍVEIS TOXINAS Vital

Hipertensão, taquicardia, hipertermia Hipertensão, taquicardia, hipertermia Bradicardia (embora possa apresentar taquicardia), PA e temperatura geralmente normais Sinais vitais: Depressão respiratória (marca de toxicidade), bradicardia, hipotensão, hipotermia Depressão respiratória, FC normal a diminuído, PA normal a diminuída, temperatura normal a diminuída Hipertermia, taquicardia, hipertensão ou hipotensão (instabilidade autonômica)

Estado Mental

Pupilas

Pele

Ruídos Intestinais

Outros

Agitação, psicose, delírio Agitação, delírio, dificuldade na fala Confusão, coma, fasciculações

Dilatadas

Diaforético

Dilatadas

Seca

Normal a aumentados Diminuídos

Pequeno

Diaforético

Hiperativos

Depressão, coma

Puntiforme

Normal

Normal a diminuídos

Metadona, suboxone, morfina, oxicodona, heroína etc.

Sonolência, coma

Pequena

Normal

Normal

Barbitúricos, benzodiazepínicos, etanol

Agitação, confusão, coma

Dilatadas

Diaforético

Aumentados

Salicilatos

Taquipneia, hiperpneia, hipertermia, taquicardia

Agitação, confusão, coma

Normal

Diaforético

Normal

Abstinência

Taquicardia, taquipneia, hipertermia

Letargia, confusão, delírio,

Dilatadas

Diaforético

Aumentados

Diarreia, micção, broncorreia, broncoespasmo, vômitos, lacrimejamento, salivação

Hiperexcitabilidade neuromuscular: clônus, hiper-reflexia (membros inferiores > membros superiores) Náuseas, vômitos, zumbido, ABG com alcalose respiratória primária e acidose metabólica primária

Anfetaminas, cocaína, ecstasy, pseudoefedrina, cafeína, teofilina Anti-histamínicos, antidepressivos tricíclicos, atropina, estramônio, fenotiazinas Organofosforados, gases asfixiantes, medicamentos para Alzheimer

ISRSs, lítio, inibidores das IMAOs, linezolida, tramadol, meperidina, dextrometorfano

Aspirina, subsalicilato de bismuto (Pepto-Bismol®), metil salicilatos

Abstinência de opioides, sedativos hipnóticos, etanol

FC, frequência cardíaca; PA, pressão arterial; temp, temperatura; ISRSs, inibidores seletivos de retomada de serotonina; IMAO, inibidor da monoamina oxidase; ABG, gasometria arterial.

abusivo de substâncias, má utilização ou da ingestão intencional. A história do desenvolvimento é importante para garantir que o histórico fornecido seja adequado para um estágio de desenvolvimento da criança (p. ex., um relato de uma criança de 6 meses de idade que bebe grande quantidade de detergente para a roupa deve levantar um sinal vermelho). HISTÓRICO SOCIAL Compreender o ambiente social da criança ajuda a identificar fontes potenciais de exposição (cuidadores, visitantes, avós, festas ou reuniões sociais recentes) e fatores ambientais de estresse (bebê novo, doença de um dos pais, estresse financeiro) que possam ter contribuído para a ingestão. Infelizmente, algumas intoxicações ocorrem em cenários de negligência grave ou de abuso intencional.

Exame Físico Um exame físico dirigido é importante para identificar a toxina e avaliar a gravidade da exposição. Os esforços iniciais devem ser dirigidos para a avaliação e a estabilização das vias respiratórias, respiração, circulação e nível de consciência. Uma vez que a via respiratória estiver segura e o paciente estiver estável do ponto de vista cardiopulmonar, um exame físico mais extenso pode ajudar a identificar as características de toxinas específicas ou classes de toxinas. No paciente intoxicado, as principais características do exame físico são os sinais vitais, estado mental, pupilas (tamanho, reatividade, nistagmo), pele, ruídos hidroaéreos e odores. Juntos, esses achados podem sugerir uma toxíndrome (Tabelas 58-3 e 58-4), e podem guiar o diagnóstico diferencial e o tratamento inicial.

Avaliação Laboratorial Para algumas intoxicações (salicilatos, anticonvulsivantes, paracetamol, ferro, digoxina, metanol, lítio, teofilina, etilenoglicol,

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monóxido de carbono), as concentrações sanguíneas quantitativas são fundamentais para confirmar o diagnóstico e formular um plano de tratamento. Para a maioria das exposições, a aferição quantitativa não está prontamente disponível e não é suscetível de alterar o manejo. As triagens farmacológicas abrangentes e qualitativas variam muito em sua capacidade de detectar toxinas e, em geral, agregam poucas informações, particularmente se o agente for conhecido e os sintomas do paciente forem compatíveis com aquele agente. Se uma triagem farmacológica for requisitada, é importante saber que os componentes selecionados em uma triagem toxicológica e os limites inferiores de detecção variam de um hospital para outro. Além disso, a interpretação da maioria das triagens farmacológicas é prejudicada por resultados falso-positivos e falso-negativos. Triagens de opiáceos mais comuns na urina não serão positivas após a ingestão de um opiáceo sintético (p. ex., metadona, suboxone). Embora a presença de algumas drogas (p. ex., maconha) possa não ser clinicamente útil, pode identificar o uso de “drogas de entrada” e um adolescente em risco de abuso de substâncias. Uma consulta com um médico toxicologista pode ser útil para a interpretação de triagens farmacológicas, e ele pode solicitar níveis específicos de drogas ou metabolitos que podem ajudar no tratamento do paciente. Triagens toxicológicas podem ser indicadas na avaliação da criança negligenciada ou supostamente abusada, porque um exame toxicológico positivo pode adicionar peso substancial a uma denúncia de abuso ou negligência. Nestes casos e em qualquer caso com implicações médico-legais, qualquer triagem positiva deve ser confirmada com cromatografia gasosa/espectroscopia de massa (GC/MS), que é considerado o padrão-ouro para efeitos legais. O paracetamol é um medicamento amplamente disponível e um coingestivo geralmente detectado com o potencial de toxicidade grave. Considerando-se que os pacientes podem, inicialmente, ser assintomáticos e podem não relatar o paracetamol como um

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254 ■ Parte VIII Terapia Medicamentosa Pediátrica

Tabela 58-5 INDÍCIOS NA TRIAGEM LABORATORIAL PARA DIAGNÓSTICOS

TOXICOLÓGICOS ACIDOSE METABÓLICA Metanol, metformina Uremia Cetoacidose diabética Paraldeído, fenformina Isoniazida, ferro, dose maciça de ibuprofeno Etilenoglicol, etanol Acidose láctica (isto é, cianeto, monóxido de carbono) Salicilatos GAP OSMOLAR ELEVADO Álcoois: etanol, álcool isopropílico, metanol, etilenoglicol HIPOGLICEMIA Hipoglicemiantes, orais: sulfonilureias, meglitinidas Outros: quinina, frutos verdes de ackee Beta-Bloqueadores Insulina Etanol Salicilatos (tardios) HIPERGLICEMIA Salicilatos (precoce) Bloqueadores dos canais de cálcio Cafeína HIPOCALCEMIA Etilenoglicol Fluoreto RABDOMIÓLISE Difenidramina, doxilamina Síndrome neuroléptica maligna Estatinas Cogumelos (tricholoma equestre) Qualquer toxina causando imobilização prolongada (p. ex., opioides) ou excessiva atividade muscular ou convulsões (p. ex., simpatomiméticos) SUBSTÂNCIA RADIOPACA NA RUB Hidrato de cloral, carbonato de cálcio Metais pesados (chumbo, zinco, bário, arsênico, lítio, bismuto, como no Pepto-Bismol®) Ferro Fenotiazinas Massinha de modelar, cloreto de potássio Comprimidos de revestimento entérico Amálgamas dentários

Tabela 58-6 ACHADOS ELETROCARDIOGRÁFICOS NA INTOXICAÇÃO PROLONGAMENTO DO INTERVALO PR Digoxina Lítio PROLONGAMENTO QRS Antidepressivos tricíclicos Difenidramina Carbamazepina Glicosídeos cardíacos Cloroquina, hidoxicloroquina Cocaína Lamotrigina Quindina, quinina, procainamida, disopiramida Fenotiazinas Propoxifeno Propranolol Bupropiona, venlafaxina (raro) PROLONGAMENTO DE QTC* Amiodarona Antipsicóticos (típicos e atípicos) Arsênico Cisaprida Citalopram e outros ISRSs Claritromicina, Eritromicina Disopiramida, Dofetilida, Ibutilida Fluconazol, Cetoconazol, Itraconazol Metadona Pentamidina Fenotiazinas Sotalol *Esta é uma lista de seleção de toxinas importantes, mas outros medicamentos também são associados ao prolongamento do QTc. ISRSs, inibidores seletivos de recaptura de serotonina.

sugerir a presença de um bezoar, demonstrar comprimidos radiopacos ou revelar pacotes de drogas em um atravessador. A endoscopia pode ser útil após significativa ingestão cáustica. Mais testes diagnósticos são fundamentados no diagnóstico diferencial e no padrão de apresentação (Tabela 58-7).

RUB, radiografia de rim-ureter-bexiga.

PRINCÍPIOS DE TRATAMENTO coingestivo, o nível de paracetamol deve ser verificado em todos os pacientes que se apresentam após uma exposição ou ingestão intencional. Além disso, em qualquer situação clínica com potenciais implicações médico-legais, qualquer triagem de drogas positiva deve ser confirmada por um método mais sensível e específico (geralmente GC/MS). Com base na apresentação clínica, testes laboratoriais adicionais que podem ser úteis incluem eletrólitos e função renal (um ânion gap elevado sugere uma série de ingestões), osmolaridade sérica (alcoóis tóxicos), hemograma completo, testes de função hepática, exame de urina (cristais), co-oximetria, e um nível sérico de creatina quinase (Tabela 58-5).

Testes Diagnósticos Adicionais Um eletrocardiograma (ECG) é um teste rápido e não invasivo à beira do leito que pode fornecer pistas importantes para o diagnóstico e prognóstico. Os toxicologistas têm atenção especial aos intervalos de ECG (Tabela 58-6). Um intervalo QRS alargado sugere o bloqueio de canais de sódio rápidos, como pode ser observado após a ingestão de antidepressivos tricíclicos, difenidramina, cocaína, propoxifeno e carbamazepina, dentre outros. Um intervalo QT c alargado sugere efeitos nos canais de retificação de potássio e prenuncia o risco de torsades de pointes. Uma radiografia de tórax pode revelar sinais de pneumonite (p. ex., ingestão de hidrocarbonetos), edema pulmonar (p. ex., toxicidade por salicilato) ou um corpo estranho. Uma radiografia abdominal pode

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Os quatro princípios de tratamento do paciente intoxicado são descontaminação; aumento, da eliminação, antídotos e cuidados de suporte. Poucos pacientes satisfazem os critérios para todas essas intervenções, no entanto os médicos devem considerar cada opção em todo paciente intoxicado para não perder uma terapia potencialmente salvadora. Antídotos estão disponíveis para relativamente poucos venenos (Tabela 58-8), ressaltando a importância de meticuloso tratamento de suporte e monitoramento clínico. Os centros de controle de intoxicações têm uma equipe de profissionais de enfermagem, farmacêuticos e médicos especialmente treinada para fornecer auxílio no tratamento de exposição a venenos. Especialistas em intoxicações podem ajudar os pais na avaliação da toxicidade potencial e da gravidade da exposição. Ao fazer isso, eles podem ainda determinar quais as crianças podem ser facilmente monitoradas em casa e quais crianças devem ser encaminhadas ao departamento de emergência (DE) para avaliação e cuidados adicionais. A Academia Americana de Toxicologia Clínica tem gerado consensos para tratamentos não hospitalares para ingestão comum (p. ex., ferro, paracetamol, inibidores seletivos da recaptura da serotonina), que servem para orientar as recomendações do centro de monitoramento de intoxicações.

Descontaminação A maioria das intoxicações em crianças é decorrente da ingestão, embora a exposição também possa ocorrer por vias inalatória, dérmica e ocular. O objetivo da descontaminação é evitar a absorção

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Capítulo 58 Intoxicações ■ 255

Tabela 58-7 MEDICAMENTOS ASSOCIADOS AOS PRINCIPAIS MODOS

DE APRESENTAÇÃO CAUSAS TÓXICAS COMUNS DE ARRITMIA CARDÍACA Anfetamina Antiarrítmicos Anticolinérgicos Anti-histamínicos Arsênico Monóxido de carbono Hidrato de cloral Cocaína Cianeto Antidepressivos cíclicos Digitálico Freon Fenotiazinas Fisostigmina Propranolol Quinidina, quinina Teofilina CAUSAS DE COMA Álcool Anticolinérgicos Anti-histamínicos Barbitúricos Monóxido de carbono Clonidina Cianeto Antidepressivos cíclicos Hipoglicemiantes Chumbo Lítio Metemoglobinemia* Metildopa Narcóticos Fenciclidina Fenotiazinas Salicilatos AGENTES COMUNS CAUSANDO CONVULSÕES Cânfora, carbamazepina, monóxido de carbono, cocaína, cianeto Aminofilina, anfetaminas, anticolinérgicos, antidepressivos (cíclicos) Pb (chumbo) [também lítio], pesticidas (organofosforados), fenciclidina, fenol, fenotiazinas, propoxifeno Salicilatos, estricnina *Causas de metemoglobinemia: nitrito de amilo, tinturas de anilina, benzocaína, subnitrato de bismuto, dapsona, primaquina, quinonas, espinafre, sulfonamidas. De Kliegman RM, Mascdante KJ, Jenson HB, editors: Nelson essentials of pediatrics, ed 5, Filadélfia, 2006, Elsevier, p 208.

da substância tóxica. O método específico empregado depende das propriedades da toxina em si e também da via de exposição. Independentemente do método de descontaminação utilizado, a eficiência da intervenção diminui com o aumento do tempo de exposição. Assim, a descontaminação não deve ser rotineiramente empregada para todos os pacientes intoxicados. Em vez disso, decisões cuidadosas sobre a utilidade da descontaminação devem ser feitas para cada paciente e devem incluir a análise da toxicidade e propriedades farmacológicas da exposição, a rota de exposição, o tempo desde a mesma e os riscos e benefícios do método de descontaminação. A descontaminação dérmica e ocular começa com a remoção de qualquer roupa contaminada e material particulado, seguido pela lavagem da área afetada com água morna ou soro fisiológico. Os médicos envolvidos devem usar equipamentos de proteção adequados ao realizar a irrigação. A lavagem com água por um mínimo de 10 a 20 minutos é recomendada para a maioria das exposições, embora algumas substâncias químicas (p. ex., corrosivos alcalinos) necessitem de períodos muito mais longos de lavagem. A descontaminação dérmica, especialmente após a exposição a agentes aderentes ou lipofílicos (p. ex., organofosforados), deve incluir a limpeza completa com água e sabão. A água não deve ser usada para a descontaminação após a exposição a agentes altamente reativos, como o sódio elementar, fósforo, óxido de cálcio e tetracloreto de titânio. Após uma exposição inalatória, a descontaminação envolve levar

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o paciente para um local ao ar livre e administrar oxigênio suplementar, se indicado. A descontaminação gastrointestinal (GI) é um tema controverso entre os médicos toxicologistas, com numerosos estudos documentando acentuada variabilidade nas recomendações. Em geral, as estratégias de descontaminação GI têm maior probabilidade de serem eficazes na primeira hora após uma ingestão aguda. A absorção GI pode ser adiada após a ingestão de agentes que apresentam motilidade GI lenta (medicamentos anticolinérgicos, opioides), ingestão maciça de comprimidos, preparações de liberação prolongada e ingestão de agentes que podem formar benzoares farmacológicos (p. ex., salicilatos com revestimento entérico). Assim, a descontaminação do GI após mais de 1 hora da ingestão pode ser considerada em pacientes que ingeriram substâncias tóxicas com essas propriedades. Métodos descritos de descontaminação GI incluem vômito induzido com ipeca, lavagem gástrica, catárticos, carvão ativado e irrigação intestinal total (whole body irrigation — WBI). Destes, apenas carvão ativado e WBI são prováveis de apresentar benefícios clínicos significativos no tratamento do doente intoxicado. XAROPE DE IPECA O xarope de ipeca contém dois alcaloides eméticos que trabalham tanto no sistema nervoso central (SNC) como localmente no trato GI a fim de produzir vômitos. Na década de 1960, a Academia Americana de Pediatria (AAP) fez campanha para a disponibilidade sem receita médica de ipeca e na década de 1980 recomendou que ipeca fosse dada aos pais no momento da visita de 6 meses da criança ao pediatra, juntamente com uma discussão sobre estratégias de prevenção da intoxicação. Desde aquele tempo, estudos não conseguiram documentar um impacto clínico significativo do uso de ipeca e têm documentado múltiplos eventos adversos do seu uso. O vômito induzido por ipeca é especialmente contraindicado após a ingestão de cáusticos (ácidos e bases), hidrocarbonetos e agentes propensos a causar o início rápido de sintomas cardiovasculares ou do SNC. O uso abusivo de ipeca e a toxicidade cardíaca são descritos em alguns adolescentes com bulimia, e o xarope de ipeca tem sido utilizado em casos de transtorno factício por procuração. Após uma revisão das evidências e avaliação dos riscos e benefícios do uso de ipeca, a Academia Americana de Pediatria não recomenda o uso de xarope de ipeca. O artigo de posicionamento de 2004 da Academia Americana de Toxicologia Clínica (AACT)/Associação Europeia de Centros de Controle de Intoxicações e Toxicologia Clínica (EAPCCT) sugere que o uso de ipeca no DE seja abandonado. Uma nova revisão pela Associação Americana de Centros de Controle de Intoxicações em 2005 sugere que o uso de ipeca fora do hospital seja somente considerado sob consulta com um médico toxicologista ou centro de controle de intoxicação se todas as características a seguir forem atendidas: • Haverá um atraso de 1 hora antes de a criança chegar a um centro médico de emergência e o ipeca pode ser administrado entre 30 e 90 minutos da ingestão. • Existe um risco significativo de toxicidade grave para o paciente. • Não há contraindicações ao uso de ipeca (veja anteriormente). • Não há alternativa terapêutica disponível para diminuir a absorção GI. • O uso de ipeca não afetará negativamente a terapia mais definitiva que pode ser prestada no hospital. LAVAGEM GÁSTRICA A lavagem gástrica envolve a colocação de um tubo no estômago para aspirar os conteúdos, seguida de lavagem com líquido, geralmente soro fisiológico. Embora a lavagem gástrica tenha sido usada rotineiramente por muitos anos, dados objetivos não documentam ou sustentam uma eficácia clinicamente relevante. Isso é particularmente verdadeiro para crianças, uma vez que nestas apenas sondas com lúmen pequeno podem ser usadas. A lavagem é demorada, pode induzir a bradicardia por meio de uma resposta vagal à colocação de tubo, pode atrasar a administração de um tratamento mais definitivo (carvão ativado), e, na melhor das hipóteses, remover apenas uma fração do conteúdo gástrico. Assim, na maioria das situações clínicas, o uso de lavagem gástrica não é mais recomendado. Em consulta a um centro de controle de intoxicação ou toxicologista, a lavagem pode ser considerada no caso extremamente raro de uma criança que se apresenta muito rapidamente (30-60 min) após a ingestão de um agente altamente tóxico para o qual a terapia com

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PARTE XVII Seção 1

Doenças Infecciosas

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Capítulo 164

Diagnóstico Microbiológico Anita K.M. Zaidi e Donald A. Goldmann O diagnóstico laboratorial de doenças infecciosas está fundamentado em um ou mais dos seguintes procedimentos: exame direto de amostras por microscopia ou técnicas antigênicas; isolamento de microrganismos através de culturas; testes sorológicos para detectar o desenvolvimento

Seção 2

de anticorpos (diagnóstico sorológico) e identificação molecular do genoma de patógenos (DNA, RNA). Os clínicos devem selecionar os testes e tipo de amostra apropriados e, sempre que possível, informar ao microbiologista quais os agentes etiológicos suspeitos, porque esta informação facilita a seleção da abordagem mais econômica para o diagnóstico. Outras funções do laboratório de microbiologia incluem testar a sensibilidade a drogas antimicrobianas e assessorar o epidemiologista do hospital na detecção e no esclarecimento da epidemiologia das infecções hospitalares. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

MEDIDAS PREVENTIVAS

Capítulo 165

Práticas de Imunização Walter A. Orenstein e Larry K. Pickering A imunização é uma das medidas mais benéficas e de baixo custo para a prevenção de doenças. Como resultado de vacinação eficaz e segura, a varíola foi erradicada e a pólio está perto da erradicação em todo o mundo; o sarampo e a rubéola já não são endêmicos nos Estados Unidos. A incidência da maioria das outras doenças da infância preveníveis por vacinação obteve redução ≥ 99% na morbidade anual existente antes do desenvolvimento da vacina correspondente (Tabela 165-1). Uma análise das medidas eficazes de prevenção para uso extenso, recomendadas pela U.S. Preventive Services Task Force, relatou que a imunização na infância recebeu um escore perfeito, com base na carga de doença clinicamente evitável e no custo-benefício.

A imunização é o processo de induzir imunidade contra uma doença específica. A imunidade pode ser adquirida passivamente por meio da administração de preparações contendo anticorpos ou induzida ativamente pela administração de vacina ou toxoide para estimular o sistema imune a produzir uma resposta imune humoral e/ou celular prolongada. A partir de 2011, bebês, crianças e adolescentes são rotineiramente vacinados contra 16 doenças nos Estados Unidos. A vacina contra o papilomavírus humano HPV tem sido recomendada rotineiramente para meninas de 11-12 anos de idade, com nova dose para as mulheres por volta dos 26 anos. Uma das vacinas contra o HPV, a HPV4, é recomendada para uso opcional em pacientes do sexo masculino com idade entre 11-18 anos para a prevenção de verrugas genitais.

IMUNIDADE PASSIVA A imunidade passiva é adquirida com a administração de anticorpos pré-formados com a finalidade de conferir proteção transitória contra um agente infeccioso. Os produtos utilizados incluem imunoglobulinas

Tabela 165-1 MORBIDADE REPRESENTATIVA DO SÉCULO XX, CASOS EM 2009, E MUDANÇA DOENÇA

Varíola Difteria Sarampo Caxumba Coqueluche Poliomielite (forma paralítica) Rubéola Síndrome da rubéola congênita Tétano H. influenzae tipo b e não tipado (<5 anos)

CASOS ANUAIS DO SÉCULO XX ANTERIORES AO DESENVOLVIMENTO DA VACINA

CASOS DE 2009

29.005 21.053 503.217 162.344 200.752 19.794 47.745 152 580 20.000

0 0 71 1.991 16.858 1 3 2 18 213

REDUÇÃO (%)

100* 100* >99 >99 92 >99 > 99 >99 97 99

META DE COBERTURA PARA 2010 EM CRIANÇAS SAUDÁVEIS DE 19-35 MESES DE IDADE

— 4 doses, ≥90% 1 dose, ≥90% 1 dose, ≥90% 4 doses, ≥90% 3 doses, ≥90% 1 dose, ≥ 90% 1 dose, ≥90% 4 doses, 90% ≥3 doses, ≥90%

COBERTURA EM JULHO DE 2009

— 84% 90% 90% 84% 93% 90% 90% 84% 84%

*Registros baixos. Adaptada de Roush SW, Murphy TV; Vaccine-preventable Disease Table Working Group: Historical of comparisons of morbidity and mortality for vaccine-preventable diseases in the United States, JAMA 298:2155–2163, 2007; e Hinman AR, et al: Vaccine preventable diseases and immunizations, MMWR Morbid Mortal Wkly Rep 60:2011 (no prelo).

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882 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas (IG) administradas por via intramuscular (IM); preparações com IG específicas ou hiperimunes administradas por via IM; IG intravenosa (IGIV), preparações específicas ou hiperimunoglobulinas administradas por via IV; anticorpos de origem animal; anticorpos monoclonais; e IG humana subcutânea (SC), que foi licenciada para tratar pacientes com imunodeficiências primárias. A imunidade passiva também pode ser conferida naturalmente por meio da passagem transplacentária de anticorpos maternos durante a gestação. Os anticorpos maternos podem fornecer proteção durante o primeiro mês de vida de um bebê e durante a amamentação. A proteção contra algumas doenças pode persistir por até um ano após o nascimento. As principais indicações para a imunização passiva são fornecer proteção para crianças imunodeficientes com defeitos de linfócito B que têm dificuldade para produzir anticorpos; pessoas expostas a doenças infecciosas ou que estão sob risco iminente de exposição mas não há tempo suficiente para que desenvolvam resposta imune ativa à vacina; e pessoas com determinadas doenças infecciosas, como parte de um tratamento específico (Tabela 165-2).

Imunoglobulina Intramuscular A imunoglobulina (IG) é uma solução estéril que contém anticorpos, em geral derivados de um fracionamento com etanol frio, de grandes pools de plasma humano de adultos. As concentrações de anticorpos refletem a exposição a doenças infecciosas e a imunização dos doadores

Tabela 165-2 IMUNOGLOBULINAS E PREPARAÇÕES ANTISSORO

DE ANIMAIS PRODUTO

Imunoglobulina para injeção intramuscular

Imunoglobulina intravenosa (IGIV)

Imunoglobulina para hepatite B (IM)

Imunoglobulina antirrábica (IM) Imunoglobulina antitetânica (IM) Imunoglobulina para varicela-zóster (VZIG) (IM) ou IGIV IGIV para citomegalovírus Palivizumabe (anticorpo monoclonal) (IM) Imunoglobulina para vacínia (IV)

Botulismo IVIG humano Antitoxina da difteria, equina Antitoxina botulínica trivalente (A, B, E) e bivalente (A, B), equina

PRINCIPAIS INDICAÇÕES

Terapia de reposição nas imunodeficiências primárias Profilaxia da hepatite A Profilaxia do sarampo Terapia de reposição nas imunodeficiências primárias Doença de Kawasaki Trombocitopenia imunomediada Infecção pelo HIV em pacientes pediátricos Hipogamaglobulinemia da leucemia linfocítica crônica de célula B No transplante de células hematopoéticas em adultos para prevenir a doença do enxerto versus hospedeiro e infecções Podem ser úteis em uma variedade de outras condições Profilaxia pós-exposição Prevenção de infecção perinatal em lactentes nascidos de mãe HBsAg+ Profilaxia pós-exposição Profilaxia após lesões Tratamento do tétano Profilaxia pós-exposição de pessoas suscetíveis com alto risco para complicações da varicela Profilaxia da doença nos receptores de transplante soronegativos Profilaxia contra o vírus sincicial respiratório (VSR) para crianças (Cap. 252) Evitar ou modificar eventos adversos graves após vacinação antivariólica causada por replicação do vírus vacinal Tratamento de botulismo infantil Tratamento da difteria Tratamento de botulismo alimentar e de feridas

De Passive immunization. In Pickering LK, Baker CJ, Kimberlin DW, et al, editors: Red Book 2006: report f the Commitee on Infectious Diseases, ed 28, Elk Grove Village, IL, 2009, American Academy of Pediatrics.

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do plasma. A IG contém 15-18% de proteínas, predominantemente IgG, e é administrada por via intramuscular. O uso intravenoso da IG intramuscular humana é contraindicado. Não há casos conhecidos de transmisssão de agentes infecciosos, como da hepatite viral e HIV, através da IG. As indicações maiores para a IG são a terapia de reposição para crianças com distúrbios que levam à deficiência de anticorpos e a imunização passiva contra sarampo e hepatite A. Para a terapia de reposição, a dose habitual de IG é de 100 mg/ kg ou 0,66 mL/kg mensalmente. O intervalo usual entre as doses é de 2-4 semanas, dependendo das concentrações de IgG. Na prática, a IGIV substituiu a IGIM para essa indicação. A IG pode ser usada para evitar ou modificar o sarampo se for administrada em crianças suscetíveis nos primeiros seis dias após a exposição (dose usual de 0,25 mL/kg para crianças imunocompetentes, 0,5 mL/kg para crianças imunocomprometidas; dose máxima de 15 mL) e para evitar ou modificar a HepA se for administrada às crianças nos primeiros 14 dias após a exposição (dose usual de 0,02 mL/kg). A IG também pode ser administrada para profilaxia de HepA a pessoas que viajam internacionalmente para áreas endêmicas de HepA (0,06 mL/kg) e a crianças muito jovens para receber a vacina da HepA (<1 ano de idade). Em crianças com menos de 12 meses de idade, adultos com mais de 40 anos e crianças e adultos suscetíveis com imunodeficiências ou doença hepática crônica subjacente, é preferível utilizar a IG em relação à imunização para hepatite A. Em pessoas com idade entre 12 meses e 40 anos, a vacina da HepA é preferível à IG para a profilaxia pós-exposição e para a proteção de pessoas que viajam para áreas onde a HepA é endêmica. A reação adversa mais comum à IG é a ocorrência de dor e desconforto no local da injeção e, menos comumente, rubor, dor de cabeça, calafrios e náuseas. Reações mais graves são raras e incluem dor no peito, dispneia, anafilaxia e colapso sistêmico. Os pacientes com deficiência de IgA podem produzir anticorpos contra as quantidades mínimas de IgA presentes nas preparações de IG e desenvolver reações com a repetição das doses. Essas reações podem incluir febre, calafrios e síndrome semelhante ao choque. Como essas reações são raras, o exame para deficiências seletivas de IgA não é recomendado.

Imunoglobulina Intravenosa (IGIV) A IGIV é preparada a partir do plasma de doadores adultos através do fracionamento a álcool e é modificada para possibilitar o uso intravenoso. A IGIV é predominantemente IgG e é testada para se assegurar títulos mínimos do anticorpos contra difteria, HepB, sarampo e pólio. Preparações líquidas e em pó estão disponíveis. As principais indicações recomendadas da IGIV são o tratamento de reposição nas imunodeficiências; o tratamento da doença de Kawasaki, para evitar anormalidades da artéria coronária e encurtar o tempo de doença; a prevenção de infecções bacterianas graves em crianças com HIV; a prevenção de infecções bacterianas graves em pessoas com hipogamaglobulinemia na leucemia crônica de células B; a trombocitopenia imunomediada; e a profi laxia de infecções após transplante de medula óssea. Além disto, a IGIV pode ser útil para os pacientes com síndrome do choque tóxico grave, síndrome de Guillain-Barré e anemia por parvovírus B19. A IGIV é usada para muitos outros distúrbios com base na experiência clínica. Ela pode ser usada na prevenção pós-exposição da varicela se a IG varicela-zóster não estiver disponível. As reações à IGIV variam de 1-15%. Algumas dessas reações parecem estar relacionadas à velocidade de infusão e podem ser mitigadas com a sua redução. Essas reações incluem febre, cefaleia, mialgia, calafrios, náuseas e vômitos. Reações mais graves raramente são relatadas, e incluem reações anafilactoides, distúrbios tromboembólicos, meningite asséptica e insuficiência renal.

Preparações de Imunoglobulina Específicas Preparações de imunoglobulina hiperimune são derivadas de doadores com títulos elevados de anticorpos contra agentes específicos e projetadas para proporcionar proteção contra esses agentes (Tabela 165-2).

Preparações com Soro Hiperimune de Animais As preparações são derivadas de cavalos. A fração IG é concentrada com a utilização de sulfato de amônia, e alguns desses produtos são posteriormente tratados com enzimas para reduzir as reações a

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Capítulo 165 Práticas de Imunização ■ 883

proteínas estranhas. A partir de 2011, duas preparações com soro de cavalos estão disponíveis para seres humanos: a antitoxina diftérica, que é usada para tratar a difteria, e a antitoxina botulínica, que está disponível para uso em adultos com botulismo, mas que não deve ser utilizada em crianças, para as quais o uso de IGIV botulismo (Baby-BIG), uma antitoxina de origem humana, está licenciada nos Estados Unidos. Deve-se tomar muito cuidado antes da administração desses soros de animais em função de seu potencial para induzir reações alérgicas graves. Isso inclui fazer um teste de sensibilidade antes da administração, dessensibilização, se necessário, e tratamento das eventuais reações, como episódios febris, doença do soro e anafilaxia.

Anticorpos Monoclonais Os anticorpos monoclonais são preparações de anticorpos produzidos contra um único antígeno. Eles são produzidos em massa a partir de um hibridoma, criado pela fusão de uma célula B produtora de anticorpos com uma célula imortal de crescimento rápido, como uma célula de câncer. O principal anticorpo monoclonal usado em doenças infecciosas é o palivizumabe, que pode evitar doença grave pelo vírus sincicial respiratório (VSR) entre crianças com idade ≤24 meses com doença pulmonar crônica (DPC, também chamada de displasia broncopulmonar), com histórico de nascimento prematuro, cardiopatias congênitas ou doenças neuromusculares. A American Academy of Pediatrics (AAP) desenvolveu recomendações específicas para o uso de palivizumabe (Cap. 252). A IGIV-VSR, globulina hiperimune formulada para administração intravenosa, não é mais produzida nos Estados Unidos. Os anticorpos monoclonais também são usados na prevenção de rejeição a transplantes e no tratamento de alguns tipos de câncer e doenças autoimunes. Os anticorpos monoclonais contra interleucina 2 (IL-2) e fator de necrose tumoral  (TNF-) estão sendo usados como parte da abordagem terapêutica para pacientes com uma variedade de neoplasias malignas e doenças autoimunes. Os eventos adversos graves associados ao palivizumabe são, primariamente, alguns raros casos de anafilaxia e reações de hipersensibilidade. As reações adversas aos anticorpos monoclonais direcionados à modificação da resposta imune, como os anticorpos contra IL-2 ou TNF, podem ser mais graves, como a síndrome de liberação de citocina, com febre, calafrios, tremores, dor torácica, imunossupressão e infecções por vários microrganismos, incluindo micobactérias.

IMUNIZAÇÃO ATIVA As vacinas são definidas como microrganismos, inteiros ou partes deles, administrados para prevenir uma doença infecciosa. As vacinas podem consistir em microrganismos inteiros inativados (p. ex., pólio e hepatite A); partes do microrganismo (p. ex., coqueluche acelular, papilomavírus humano [HPV] e HepB); cápsulas de polissacarídeos (p. ex., vacinas polissacarídicas pneumocócicas e meningocócicas); cápsulas de polissacarídeo conjugadas com proteínas (p. ex., vacinas conjugadas Hib, pneumocócica e meningocócica), microrganismos vivos atenuados (sarampo, caxumba, rubéola, varicela, rotavírus e vacinas de vírus infl uenza vivo atenuado) e toxoides (tétano e difteria) (Tabela 165-3). Um toxoide é uma toxina bacteriana modificada que deixa de ser tóxica, mas ainda é capaz de induzir resposta imune ativa. As vacinas podem conter vários outros componentes além do antígeno imunizante. O líquido para suspensão pode ser água estéril ou solução salina, mas também um líquido complexo com pequena quantidade de proteínas ou outros componentes, provenientes do sistema biológico usado para cultivar os imunobiológicos. Agentes conservantes, estabilizadores e antimicrobianos são usados para inibir o crescimento bacteriano e evitar a degradação do antígeno. Esses componentes podem incluir gelatina, 2-fenoxietanol e agentes antimicrobianos específicos. Os conservantes são adicionados aos frascos com doses múltiplas de vacinas, principalmente para evitar contaminação bacteriana pela punção repetida do frasco. No passado, muitas vacinas para crianças continham timerosal, um conservante que contém etil mercúrio. Em 1999, foi iniciada a remoção do timerosal das vacinas para crianças, como medida de precaução, em função da ausência de dados sobre o perigo desse conservante. Isso foi realizado mudando-se a apresentação para dose única. As únicas vacinas com timerosal do programa recomendado para crianças pequenas são as preparações

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contra influenza. Os adjuvantes são usados em algumas vacinas para aumentar a resposta imune. Nos Estados Unidos, os únicos adjuvantes atualmente licenciados pela Food and Drug Administration (FDA) são os sais de alumínio e o ASO4, um adjuvante que contém hidróxido de alumínio e monofosforil lipídio A. As vacinas com adjuvantes devem ser injetadas profundamente na massa muscular para evitar irritação local, formação de granulomas e necrose associados à administração intradérmica ou SC. As vacinas podem induzir imunidade por estimulação da formação de anticorpos, da imunidade celular ou ambos. A proteção induzida pela maioria das vacinas parece ser mediada primariamente por linfócitos B, que produzem anticorpos. Esses anticorpos podem inativar toxinas; neutralizar vírus e evitar sua fixação a receptores celulares; facilitar a fagocitose e morte de bactérias; interagir com o complemento para lisar bactérias; e evitar a aderência às superfícies mucosas interagindo com a superfície celular bacteriana. A maioria das respostas do linfócito B necessita da assistência dos linfócitos T-helper CD4. Essas respostas dependentes do linfócito T tendem a induzir níveis altos de anticorpos funcionais com alta avidez, amadurecidos com o tempo, indo de uma resposta primária com IgM até a produção de IgG persistente por longo prazo, e induzir memória imunológica que leva a aumento da resposta com os reforços. As vacinas dependentes de linfócito T com porções de proteínas induzem boas respostas imunes mesmo em lactentes jovens. Em contraste, os antígenos polissacarídeos induzem respostas de linfócitos B sem ajuda dos linfócitos T. Essas vacinas independentes de linfócito T estão associadas a respostas imunológicas pobres em crianças com menos de dois anos de idade, imunidade de curta duração e ausência de aumento de resposta ou booster com a exposição repetida ao antígeno. Para superar os problemas das vacinas polissacarídicas simples, os polissacarídeos têm sido conjugados, ou covalentemente ligados, com carreadores de proteínas, convertendo a vacina em uma vacina dependente de linfócito T. Ao contrário das vacinas polissacarídicas simples, as vacinas conjugadas induzem anticorpos com maior avidez, memória imunológica que conduz a respostas de reforço com a exposição repetida ao antígeno, imunidade de longa duração e imunidade de rebanho pela redução de portadores do microrganismo. Até 2009, nos Estados Unidos, havia vacinas conjugadas licenciadas para evitar as doenças por Hib, pneumococos e meningococos. Os anticorpos séricos podem ser detectados em 7-10 dias após a injeção do antígeno. Em geral, os anticorpos produzidos inicialmente são classe IgM, que pode fixar complemento. Os anticorpos IgM tendem a diminuir à medida que os anticorpos IgG aumentam. Os anticorpos IgG tendem a atingir um pico aproximadamente um mês após a vacinação e, na maioria das vacinas, persistem por algum tempo após a série primária de vacinação. Respostas secundárias ou de reforço booster ocorrem mais rapidamente e resultam da proliferação rápida de linfócitos T e B de memória. A avaliação da resposta imune à maioria das vacinas é realizada pela mensuração de anticorpos séricos. Embora a detecção de anticorpos séricos em níveis considerados protetores após a vacinação possa indicar imunidade, a ausência de anticorpos detectáveis com o passar do tempo não significa necessariamente suscetibilidade a doença. Algumas vacinas podem induzir uma memória imunológica que leva a uma resposta anamnéstica ou de reforço com a exposição ao microrganismo, protegendo contra a doença. Em alguns casos, a resposta imune celular é usada para avaliar o estado imune. Para algumas vacinas (p. ex., pertussis acelular), não há correlação sorológica de proteção aceita As vacinas com vírus vivos atenuados recomendadas rotineiramente para crianças e adolescentes incluem as de sarampo, caxumba e rubéola (MMR), rotavírus e varicela. Além disso, uma vacina com vírus vivos atenuados de influenza adaptada ao frio (VVAI) está disponível como alternativa para a vacina contra influenza inativada, para uso em crianças de 2-18 anos de idade sem afecções que as coloquem no grupo de alto risco para complicações da influenza. Vacinas com vírus vivos atenuados tendem a induzir respostas imunes de longa duração. Elas se replicam, frequentemente, de maneira semelhante à que ocorre nas infecções naturais até que uma resposta imune interrompa a reprodução. A maioria das vacinas com vírus vivos é administrada com esquemas de 1-2 doses. O objetivo da repetição da dose, como segunda dose da vacina MMR, é induzir uma resposta imune inicial nas pessoas que não respondem à primeira dose.

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884 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas

Tabela 165-3 VACINAS ATUALMENTE DISPONÍVEIS NOS ESTADOS UNIDOS POR TIPO PRODUTO

Vacina de antraz adsorvida Vacina de bacilo Calmette-Guérin (BCG) Toxoides da difteria e tétano e vacina pertussis acelular (DTPa) DTPa com Haemophilus influenzae tipo b (DTaP/Hib) DTPa − hepatite B − vacina de pólio inativada (DTPa-HepB-VPI) DTPa com VPI e Hib (DTPa-VPI/Hib) DTPa e vacina de pólio inativada (DTPa-VPI) Vacina conjugada de Hib (Hib) Vacina da hepatite A (HepA) Vacina contra hepatite A e hepatite B (HepA-HepB) Vacina da hepatite B (HepB) Vacina Hib-hepatite B (Hib-HepB) Vacina contra o papilomavírus humano (bivalente) (HPV2) e (quadrivalente) (HPV4) Vacina de vírus influenza inativado (VTI) Vacina de vírus vivo atenuado de influenza, intranasal (VVAI ou LAIV, de life atenuated influenza virus) Vacina antiencefalite japonesa Vacina de sarampo, caxumba e rubéola (MMR) Vacina de sarampo, caxumba, rubéola, varicela (MMRV) Vacina meningocócica conjugada contra sorogrupos A, C, W135 e Y (MCV4) Vacina polissacarídea meningocócica contra sorogrupos A, C, W135 e Y (MPSV4) Vacina pneumocócica conjugada (13-valente) (VPC13)

Vacina de polissacarídeo pneumocócico (23-valente) (VPSP23) Poliomielite (inativada, com potência aumentada) (VPI) Vacinas antirrábicas (de célula diploide humana e de embrião de pinto purificada) Vacinas contra o rotavírus (VR5 e VR1) Vacina da varíola Toxoides do tétano e difteria adsorvidos (Td, tipo adulto) Toxoides do tétano e difteria adsorvidos e vacina pertussis acelular (Tdpa) Vacina tifoide (polissacarídea) Vacina tifoide (oral) Vacina de varicela Vacina da febre amarela

TIPO

Filtrado livre de células de componentes que incluem o antígeno protetor Cepa de micobactérias vivas atenuadas para prevenção da tuberculose em circunstâncias muito limitadas Toxoides da difteria e tétano e componentes purificados e detoxificados da Bordetella pertussis Polissacarídeos de DTPa e Hib conjugados ao toxoide do tétano DTPa com antígeno de superfície da hepatite B produzida por meio de técnicas recombinantes em levedura com vírus da pólio inteiros inativados DTPa com vírus da pólio inativados inteiros e polissacarídeo do Hib conjugado a toxoide tetânico DTaP com vírus da pólio inativados inteiros Polissacarídeo conjugado a toxoide do tétano ou proteína da membrana externa do meningococo do tipo B Vírus inteiro inativado Vacina combinada de hepatite A e B HBsAg produzida por meio de técnicas recombinantes em levedura Vacina combinada de hepatite B e Hib. O componente Hib é polissacarídeo conjugado à proteína da membrana externa de meningococo do grupo B Proteínas L1 do capsídeo do HPV tipos 6, 11, 16, 18 e para prevenir câncer do colo do útero e verrugas genitais (HPV4) e os tipos 16 e 18 para prevenir o câncer cervical (HPV2) Vacina trivalente (A/H3N2, A/H1N1 e B) e vacina inativada purificada contendo hemaglutinina (H) e neuraminidase (N) de cada tipo de vírus e outros componentes Vacina de vírus vivo atenuado trivalente, adaptada ao frio, termossensível, contendo os genes H e N de cepas selvagens reordenadas para ter os 6 outros genes de progenitor adaptados ao frio Vírus inteiro inativado e purificado Vírus vivos atenuados Vírus vivos atenuados Polissacarídeo de cada sorogrupo conjugado ao toxoide diftérico ou CRM197 Polissacarídeos de cada um dos sorogrupos Polissacarídeos pneumocócicos conjugados a uma forma não tóxica de toxina da difteria CRM197 Contém 13 sorotipos responsáveis por mais de 80% das doenças invasivas em crianças pequenas antes da liberação da vacina Polissacarídeos pneumocócicos de 23 tipos sorológicos responsáveis por 85-90% das doenças por bacteremia nos EUA Vírus inteiro inativado Vírus inteiro inativado Vacina pentavalente do rotavírus bovino (RV5); vírus vivos atenuados reordenados e vírus vivos atenuados humanos (RV1) Vírus da vacínia, um vírus pox atenuado que fornece proteção cruzada contra a varíola Toxoide do tétano com quantidade reduzida de toxoide da difteria em comparação ao toxoide diftérico usado para crianças com menos de 7 anos de idade Toxoide do tétano com quantidade reduzida de toxoide da difteria e vacina da coqueluche acelular, para serem usados em adolescentes e adultos e em crianças de 7-9 anos de idade que não foram devidamente imunizados com DTPa Polissacarídeo capsular Vi de Salmonella typhi Cepa viva atenuada Ty21a de Salmonella typhi Cepa viva atenuada 0ka Cepa viva atenuada 17D

Dados de Centers for Disease Control and Prevention: U.S. vaccine names (site). www.cdc.gov/vaccines/about/terms/USvaccines.html. Acessado em 4 de março de 2011.

As demais vacinas do esquema recomendado para crianças e adolescentes são vacinas inativadas. As vacinas inativadas tendem a exigir múltiplas doses para induzir uma resposta imune adequada, e é mais provável que necessitem de reforços para manter a mesma imunidade que as vacinas com vírus vivo atenuado. Entretanto, algumas vacinas inativadas parecem induzir imunidade de longa duração talvez por toda a vida, após um esquema primário, como a vacina anti-HepB e a vacina de pólio inativa (IPV).

SISTEMA DE VACINAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS Desenvolvimento de Vacinas O conhecimento científico básico sobre um microrganismo, sua patogenia e as respostas imunes consideradas de proteção é financiado primariamente por fundos governamentais para pesquisas acadêmicas,

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embora a indústria privada desempenhe um papel importante (Fig. 1651). A indústria privada em geral assume o papel principal de conduzir as potenciais vacinas através dos testes pré-clínicos em seres humanos, até os experimentos clínicos com seres humanos. Há três fases de ensaios clínicos pré-licenciamento: a fase I, envolvendo geralmente menos de 100 participantes para avaliar a segurança e a dosagem; fase II, envolvendo várias centenas de participantes ou mais para refinar a segurança e a dosagem, e fase III ou estudos principais, que pode envolver milhares ou dezenas de milhares de participantes. Os experimentos da fase III são a base principal para o licenciamento. Após desenvolvimento clínico bem-sucedido, o patrocinador o submete à FDA para o licenciamento da vacina. As estimativas de custo para o desenvolvimento de cada vacina chegam a 800 milhões de dólares ou mais. Após a liberação pela FDA, o monitoramento da segurança e eficácia pós-liberação é realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.

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Capítulo 165 Práticas de Imunização ■ 885

Vaccine development testing Desenvolvimento e testeand de vacinas

Submissão à FDA para a Biologics License Application (BLA) Comitê Consultivo de Vacinas e Produtos Biológicos Relacionados (VRBPAC) Comitê Consultivo Informa sobre as Práticas de Imunização (AICP)

Informa

FDA licensure Licenciamento FDA

CDC Consideração consideration do CDC

Recommendations for use Recomendações para uso published publicado in noMMWR MMRV

State laws Leis estaduais

Informa

AAP Board of Consideração doDirectors Conselho consideration de Diretores AAP

Comitê de Doenças Infecciosas (COID)

Recommendations for use Recomendações para uso publishedem in Pediatrics publicado Pediatrics

Uptake and financing Captação e financiamento

Figura 165-1 Desenvolvimento e testes de vacina

Publicpúblico sector Setor

Private sector Setor privado

Produção de Vacinas A produção de vacinas é primariamente responsabilidade da indústria privada. A maioria das vacinas recomendadas rotineiramente para crianças é produzida por apenas um fabricante de vacinas. Apenas as vacinas Hib, anti-HepB, HPV, rotavírus, VMC4, contra os toxoides da difteria e do tétano e coqueluche acelular (DTPa), e contra os toxoides do tétano e difteria, e coqueluche acelular (Tdap) para adolescentes e adultos, têm vários fabricantes. A VPI isolada tem apenas um fabricante, mas a VPI também está disponível na combinação de DTPa-HepB-IPV e DTPa-VPI de outro fabricante. A vacina contra influenza para crianças com idade ≤2 anos é produzida por dois fabricantes. As vacinas MMR, MMRV, varicela, VPC13 e Td também são produzidas por mais de um fabricante.

Política de Vacinação Há dois comitês importantes que recomendam as políticas de vacinação de crianças: Committee on Infectious Diseases (COID) da AAP (Red Book Committee) e Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Pelo menos uma vez por ano, a AAP, a ACIP e a American Academy of Family Physicians (AAFP) publicam um programa de imunização infantil e de adolescentes harmonizado (www.cdc.gov/vaccines/recs/ schedules/default.htm). O COID consiste primariamente em acadêmicos especialistas em doenças infecciosas pediátricas que mantêm contato com pediatras praticantes, organizações profissionais e agências governamentais como FDA, CDC e National Institutes of Health (NIH). As recomendações do COID devem ser aprovadas pelo Conselho Diretor da AAP. O ACIP é composto por 15 membros que são acadêmicos especialistas em doenças infecciosas (tanto de crianças como de adultos), médicos de família, profissionais de saúde pública estadual e municipal, enfermeiras e consumidores. O ACIP também tem extenso intercâmbio com as principais sociedades médicas, agências governamentais, assistência gerenciada e outros. As recomendações da AAP são publicadas no Red Book e nas edições da revista Pediatrics. As recomendações do ACIP, disponíveis em www.cdc.gov/vaccines/pubs/ACIP-list.htm, são oficiais apenas após aprovação do diretor do CDC, o que conduz à publicação no Morbidity and Mortality Weekly Report (MMWR).

Financiamento das Vacinas Cerca de 55-60% das vacinas rotineiramente administradas a crianças e adolescentes com menos de 19 anos de idade são compradas por meio de um contrato minucioso negociado pelo governo federal com os fabricantes de vacinas licenciadas. Há três fontes principais de recursos financeiros que podem comprar vacinas por meio desse contrato.

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nos Estados Unidos. (Modificada de Pickering LK, Orenstein WE: Development of pediatric vaccine recommendations and policies. Semin Pediatr Infect Dis 13[3]:148–154, 2002.)

A maior parte advém do programa federal Vaccines for Children (VFC). O programa VFC cobre as crianças com direito ao Medicaid, crianças sem qualquer seguro (não seguradas), índios americanos e nativos do Alasca. Além disso, crianças que têm seguro que não cobre a imunização (subseguradas) podem ter cobertura do VFC, mas apenas se forem a um centro de saúde federal qualificado (Federal Qualified Health Center – FQHC) (http://www.cms.gov/center/fqhc.asp). Ao contrário de outras fontes públicas de financiamento que exigem a aprovação discriminada dos fundos pelos corpos legislativos, os recursos para VFC são imediatamente disponibilizados para as novas recomendações desde que o ACIP vote a favor da vacina e a recomende para uso no VFC, o governo federal negocie um contrato e o Office of Management and Budger (OMB) forneça os recursos. O programa de VFC pode fornecer vacinas gratuitas para os provedores privados participantes. A segunda maior fonte de financiamento federal é o 317 Discretionary Federal Grant Program, para estados e locais selecionados. Esses recursos devem ser apurados anualmente pelo Congresso, mas, ao contrário da VFC, não tem exigências de elegibilidade para o uso. A terceira principal origem de recursos é a verba orçamentária do estado. O programa de VFC em si não cobre os custos de aplicação das vacinas. O Medicaid cobre as taxas de aplicação das crianças matriculadas nesse programa. Os pais das outras crianças elegíveis para o VFC devem pagar pela aplicação de seu próprio bolso, embora haja uma lei que estipula que ninguém elegível para o programa pode ter o acesso às vacinas negado porque não pode pagar a taxa de aplicação. A Affordalde Care Act pode fazer mudanças no financiamento.

Monitoramento da Segurança das Vacinas O monitoramento da segurança da vacina é responsabilidade da FDA, do CDC e dos fabricantes de vacinas, e parte essencial desse monitoramento depende dos relatos para o Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS). Os eventos adversos após imunização podem ser relatados por telefone ou através de um formulário VAERS que pode ser obtido em www.vaers.hhs.gov. Os relatos isolados de casos da VAERS podem ser úteis para a formulação de hipóteses sobre se as vacinas estão causando determinadas síndromes clínicas, mas em geral não são úteis para avaliar o papel das vacinas como causa do evento adverso. Isso ocorre porque a maioria das síndromes clínicas que acompanham a vacinação é semelhante às síndromes que ocorrem na ausência de vacinação. Para avaliação da causalidade, frequentemente são necessários estudos epidemiológicos que comparem a incidência do evento adverso após a vacinação com a incidência em não vacinados. Uma incidência mais alta em vacinados dá consistência à hipótese de reação vacinal.

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886 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas O Vaccine Safety Datalink (VSD) consiste em um registro de pacientes internados e ambulatoriais de algumas das maiores organizações de assistência dos Estados Unidos e facilita a avaliação da causalidade. Além disso, uma rede de avaliação da segurança da imunização clínica (CISA) foi estabelecida para aconselhar médicos da assistência primária sobre a avaliação e o tratamento dos eventos adversos (www.cdc.gov/ vaccinesafety/Activities/CISA.html). O Institute of Medicine (IOM) revisou independentemente uma variedade de considerações sobre a segurança das vacinas (disponível em www.iom.edu/imsafety e Tabela 165-4). O IOM não encontrou qualquer instância com evidências que favoreçam a aceitação da ligação causal postulada entre o evento adverso e a vacinação. O National Vaccine Injury Compensation Program (NVICP), instituído em 1988, é projetado para indenizar pessoas que sofreram lesões em função da administração de vacinas no programa de imunização na infância e adolescência. O programa é financiado por meio de um imposto de consumo de 0,75 dólar por doença evitada por dose. A partir de 2010, todas as vacinas rotineiramente recomendadas que protegem as crianças contra 16 doenças são cobertas por esse programa. O NVICP foi estabelecido para fornecer um sistema sem falhas. Existe uma tabela de lesões relacionadas e períodos de tempo. Todas as pessoas que alegam ter lesões em função da administração de vacinas têm de se registrar no programa. Se a lesão atender aos requisitos da tabela, a indenização é automática. Caso contrário, o reclamante tem a responsabilidade de provar a causalidade. Se a indenização for aceita, o reclamante não pode processar o fabricante ou o médico que administrou a vacina. Se o reclamante rejeitar o resultado do julgamento do sistema de indenizações pode recorrer ao sistema para casos de negligência, mas isso raramente ocorre. As informações sobre NVICP estão disponíveis no 1-800-338-2382 (Estados Unidos) e www.hrsa.gov/vaccinecompensation/. A lei exige que todos os médicos que administram vacinas cobertas pelo programa entreguem um guia de instruções, o Vaccine Information Statement (VIS), aos pais ou ao responsável pela criança em cada consulta antes da administração das vacinas. Informações sobre o VIS podem ser obtidas em www.cdc.gov/ vaccines/pubs/vis/default.htm.

Distribuição das Vacinas Para assegurar sua potência, as vacinas devem ser armazenadas nas temperaturas recomendadas antes e depois da reconstituição (www. cdc.gov/vaccines/recs/storage/default.htm). As datas de validade devem ser observadas e as vacinas vencidas devem ser descartadas. As vacinas liofilizadas frequentemente têm prazos de estocagem mais longos. Entretanto, o prazo de estocagem das vacinas reconstituídas geralmente é curto, variando de 30 minutos para a vacina da varicela até 8 horas para a vacina MMR. Todas as vacinas apresentam uma via preferencial de administração, que é especificada nas bulas e nas recomendações da AAP e ACIP. A maioria das vacinas inativadas, como DTaP, HepA, HepB, Hib, VII, VPC13, VMC4 e Tdpa, é aplicada por via intramuscular (IM). Em contraste, as vacinas de vírus vivos atenuados comumente usadas, MMR, MMRV e varicela, devem ser aplicadas por via subcutânea, e a vacina contra o rotavírus é aplicada por via oral. VPI e PSP23 (vacina polis-

Tabela 165-4 REGISTROS DO COMITÊ DE REVISÃO DA SEGURANÇA

EM IMUNIZAÇÕES DO INSTITUTE OF MEDICINE, 2001-2004 RELATÓRIO

Vacina de sarampo-caxumba-rubéola e autismo Vacinas contendo timerosal e distúrbios de neurodesenvolvimento Imunizações múltiplas e disfunção imune Vacina contra hepatite B e doenças neurológicas desmielinizantes Contaminante SV40 de vacina da pólio e câncer Vacinações e morte súbita inesperada na infância Vacinas de influenza e complicações neurológicas Vacinas e autismo

DATA DE LIBERAÇÃO

Abril de 2001 Outubro de 2001 Fevereiro de 2002* Maio de 2002 Outubro de 2002 Março de 2003 Outubro de 2003 Maio de 2004

*Revisões sobre a relação entre vacinas e asma, diabetes e infecções heterólogas. Dados de http://www.iom.edu/imsafety. De Cohn AC et al: Immunizations in the US: a rite of passage, Pediatr Clin North Am 52:669–693, 2005.

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sacarídea pneumocócica) podem ser administradas por via IM ou SC. Nas injeções IM, o músculo anterolateral da coxa é o local preferencial em lactentes e crianças pequenas. O comprimento recomendado da agulha varia com a idade e o tamanho da criança, indo de 1,5 cm para lactentes recém-nascidos, 2,5 cm para lactentes de 2-12 meses de idade e 2,5-3 cm para crianças mais velhas. Em adolescentes e adultos, o músculo deltoide do braço é o local preferencial para aplicação IM com comprimento de agulha de 2,5-3 cm, dependendo do tamanho do paciente. A maioria das injeções IM pode ser feita com agulhas 23-25. Para injeções SC, os comprimentos de agulha geralmente variam de 1,5-2 cm com agulhas 23-25.

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO RECOMENDADO Todas as crianças nos Estados Unidos devem ser vacinadas contra 15 doenças (Figs. 165-2 e 165-3) (cronograma atualizado anualmente disponível em http://www.cdc.gov/vaccines/recs/acip/default.htm). As meninas de 11-12 anos de idade também devem receber a vacina anti-HPV. Os meninos podem receber a vacina anti-HPV4 para evitar verrugas genitais, mas é opcional. A vacina anti-HepB é recomendada em um esquema de três doses que se inicia ao nascimento. A dose ao nascimento é crucial para crianças nascidas de mãe positiva para o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg) ou cujo estado imune seja desconhecido. A série da DTPa é composta por cinco doses. A quarta dose de DTPa pode ser administrada a partir dos 12 meses de idade, desde que tenham se passado seis meses da terceira dose e haja possibilidade de a criança não retornar aos 15-18 meses de idade. Uma dose de reforço, com a formulação para adultos, é recomendada aos 11-12 anos de idade. Adolescentes com 13-18 anos de idade que perderam a dose de reforço da Tdpa dos 11-12 anos de idade devem receber uma única dose de Tdpa se completaram a série DTPa/difteria, tétano e coqueluche (DTP). A Tdap pode ser dada com qualquer intervalo após a última Td. Existem três preparações licenciadas de vacinas com antígeno Hib isolado. A vacina conjugada com toxoide tetânico (PRP-T) é aplicada em uma série de quatro doses, e a vacina Hib conjugada com a proteína da membrana externa do meningococo (PRP-OMP) é recomendada em uma série de três doses. A terceira vacina Hib é licenciada como reforço para crianças de quinze meses a 4 anos de idade. A VII é recomendada para todas as crianças de seis meses a 18 anos de idade. As crianças com menos de nove anos de idade que estão sendo vacinadas pela primeira vez necessitam de duas doses com intervalo de pelo menos quatro semanas. Se essas crianças receberam apenas uma dose de VII na estação de gripe anterior, precisam receber duas doses na estação de gripe seguinte. No entanto, se as duas doses forem aplicadas em uma estação de gripe, apenas uma dose é necessária em cada estação subsequente. A VII em geral é administrada, nos Estados Unidos, em outubro ou novembro, embora possa trazer benefícios até mesmo quando administrada até fevereiro ou março, pois as estações da gripe tipicamente atingem o pico em fevereiro. A VPI deve ser administrada aos dois, quatro, 6-18 meses e 4-6 anos de idade. A PCV13 é recomendada aos dois, quatro, seis e 12-15 meses de idade. A dose final da série VPI deve ser administrada com idade ≥4 anos, independentemente do número de doses anteriores, e o intervalo mínimo entre a terceira e a quarta dose é de seis meses. A MMR deve ser administrada aos 12-15 meses de idade, com uma segunda dose aos 4-6 anos. A vacina contra a varicela deve ser dada aos 12-18 meses de idade e aos 4-6 anos. Nas crianças com 4-6 anos de vida, a utilização da vacina quadrivalente, contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (MMRV), é preferível em relação à aplicação da MMR e contra a varicela separadamente. No entanto, aos 12-15 meses de idade, na dose inicial, em função do aumento de convulsões febris associadas à MMRV, é preferível o uso da MMR e da vacina contra a varicela separadamente. A vacina da hepatite A, licenciada para administração em crianças com idade ≥12 meses, é hoje recomendada para administração universal aos 12-23 meses de idade e para determinados grupos de alto risco. As duas doses na série devem ser administradas pelo menos seis meses de intervalo entre elas. Uma série de duas doses de vacina meningocócica conjugada bivalente (VMC4) é recomendada para todos os adolescentes com 11-12 anos e aos 16 anos de idade. Além disso, a VMC4 deve ser administrada a pessoas de 2-55 anos de idade com afecções subjacentes que

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Programa de imunização recomendado para pessoas de 0-6 anos de idade — Estados Unidos, 2011 Para aqueles que ficaram para trás ou começaram tarde, ver o programa de atualização vacinas “catch-up” Vacina

Idade

Nascimento HepB

Hepatite B1

1 mês

2 meses

4 meses

6 meses

VR

VR 2

HepB

Rotavirus

15 meses

Veja nota 3 de rodapé

DTPa

DTPa

DTPa

Haemophilus influenza tipo b4

Hib

Hib

Hib4

Hib

Pneumocócica5

VPC

VPC

VPC

PCV

VPI

VPI

3

Difteria, tétano, pertussis

6

Vírus da pólio inativado

18 meses

19–23 meses

2–3 anos

4–6 anos

HepB VR

2

12 meses

DTPa

DTPa

VPSP

VPI

VPI Influenza (anualmente) Varicella

Influenza7 Sarampo, caxumba, rubéola8 9

Varicela

MMR

Veja nota de rodapé 8

MMR

Varicela

Veja nota de rodapé 9

Varicela

HepA (2 doses)

Hepatite A10 11

Meningocócica

Faixa de idade recomendada para todas as crianças.

Faixa de idade recomendada para certos grupos de alto risco.

Série HepA VMC4

Esse programa inclui as recomendações em vigor a partir de 21 de dezembro de 2010. Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser administrada na consulta subsequente, quando indicado e se possível. O uso de vacinas combinadas normalmente é preferível à aplicação separada de seus componentes com vacinas equivalentes. As considerações devem incluir a avaliação do fornecedor, a preferência do paciente e o potencial para eventos adversos. Os fornecedores devem consultar o Comitê Consultivo relevante sobre as práticas de imunização para recomendações detalhadas: http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/aclp-list.htm. Os eventos adversos clinicamente significativos que seguem a imunização devem ser relatados ao Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) em http://www.vaers.hhs.gov ou pelo telefone em 800-822-7967. O uso de nomes e fontes comerciais é apenas para identificação e não implica endosso pelo Departamento de Saúde e de Serviços Humanitários dos Estados Unidos.

1. Vacina da hepatite B (HepB). (Idade mínima: ao nascimento) Ao nascimento: • Administrar HepB monovalente em todos os recém-nascidos antes da alta do hospital. • Se a mãe for positiva para o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg), administrar HepB e 0,5 mL de imunoglobulina da hepatite B (IGHB) nas primeiras 12 horas após o nascimento. • Se o estado da mãe em relação ao HBsAg for desconhecido, administrar HepB nas primeiras 12 horas após o nascimento. Determinar o estado de HBsAg da mãe assim que possível e, se for HBsAg positiva, administrar IGHB (no máximo até 1 semana de vida).

Doses seguintes à dose de nascimento: • A segunda dose deve ser administrada com 1-2 meses de idade. A HepB monovalente deve ser usada nas doses administradas antes de seis semanas de vida. • Os lactentes nascidos de mãe HBsAg positiva devem ser submetidos à pesquisa de anticorpo anti-HBsAg, 1-2 meses após receber pelo menos 3 doses da série HepB, com idade entre 9-18 meses (em geral na consulta subsequente de puericultura). • É possível administrar 4 doses de HepB quando são administradas vacinas combinadas após a dose ao nascimento. • Os lactentes que não receberam a dose ao nascimento devem receber 3 doses de HepB com a idade de 0, 1 e 6 meses. • A dose final (terceira ou quarta) na série de HepB deve ser administrada até a idade de 24 semanas.

2. Vacina contra rotavírus (VR). (Idade mínima: 6 semanas) • Administrar a primeira dose na idade de 6-14 semanas (idade máxima: 14 semanas e 6 dias). Não iniciar a vacinação em crianças com 15 semanas ou mais de idade. • A idade máxima para a dose final na série é de 8 meses. • Se for administrada a Rotarix nas idades de 2 e 4 meses, a dose dos 6 meses não está indicada.

3. Toxoides da difteria e tétano e vacina de pertussis acelular (DTPa). (Idade mínima: 6 semanas) • A quarta dose de DTPa pode ser administrada a partir dos 12 meses de idade, desde que tenham se passado 6 meses desde a terceira dose.

4. Vacina conjugada de Haemophilus influenza tipo b (Hib). (Idade mínima: 6 semanas) • Se a PRP-OMP (PedvaxHIB® ou Comvax® [HepB-Hib]) for administrada com 2 e 4 meses de idade, a dose dos 6 meses de idade não está indicada. • A Hiberix® não deve ser usada nas doses de 2, 4 ou 6 meses de idade na série primária, mas pode ser usada como dose final em crianças de 12 meses até 4 anos.

5. Vacina pneumocócica. (Idade mínima: 6 semanas para vacina pneumocócica conjugada [VPC]; 2 anos para vacina polissacarídica pneumocócica [VPSP]) • A VPC é recomendada para todas as crianças com menos de 5 anos. Administrar 1 dose de VPC em todas as crianças saudáveis entre 24-59 meses de idade que não estiverem com a vacinação completa para a idade. • Uma série de VPC começada com a VPC sete-valente (VPC7) deve ser completada com a VPC treze-valente (VPV13). • Uma única dose complementar de VPC13 é recomendada para todas as crianças entre 14-59 meses de idade que tenham recebido uma série de VPC7 na idade apropriada. • Uma única dose complementar de VPC13 é recomendada para crianças entre 60-71 meses de idade com afecções médicas subjacentes, que tenham recebido a série de VPC7 na idade apropriada. • A dose complementar de PCV13 deve ser administrada em até 8 semanas após a dose anterior de PCV7. Consulte MMVR 2010:59(N. RR-11).

• Administrar a VPSP pelo menos 8 semanas após a última dose de VPC em crianças com 2 anos ou mais, com determinadas afecções médicas subjacentes, incluindo implante coclear.

6. Vacina de poliovírus inativado (VPI). (Idade mínima: 6 semanas) • Se 4 ou mais doses forem administradas antes dos 4 anos de idade, uma dose adicional deve ser administrada com a idade de 4-6 anos. • A dose final na série deve ser administrada com quatro anos e pelo menos 6 meses após a dose anterior.

7. Vacina da influenza (sazonal). (Idade mínima: 6 meses para vacina de influenza inativada trivalente; 2 anos para vacina de vírus influenza vivo atenuado [VVAI]) • Para pessoas saudáveis não grávidas com idade entre 7 a 18 anos (i. é., aquelas que não apresentam afecções médicas subjacentes que as predisponham para complicações da influenza), tanto a VVAI quanto a VII podem ser usadas. • Administrar 2 doses (com intervalo de pelo menos 4 semanas) em crianças com idade entre 6 meses e 8 anos que receberam a vacina contra a influenza sazonal pela primeira vez ou que foram vacinadas pela primeira vez durante a estação anterior de influenza mas receberam apenas 1 dose. • As crianças com 6 meses a 8 anos de idade que não receberam a vacina monovalente H1N1 no ano anterior devem receber 2 doses da vacina sazonal no ano subsequente. Consulte MMWR 2010;59(No RR-8):33-34.

8. Vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR). (Idade mínima: 12 meses) • A segunda dose pode ser administrada antes dos 4 anos de idade, desde que tenham se passado 4 semanas desde a primeira dose.

9. Vacina da varicela. (Idade mínima: 12 meses) • A segunda dose pode ser administrada antes dos 4 anos de idade, desde que tenham se passado 3 meses desde a primeira dose. • Para crianças entre 12 meses e 12 anos o intervalo mínimo recomendado entre doses é de 3 meses. No entanto, se a segunda dose for administrada pelo menos quatro semanas após a primeira, ela pode ser considerada válida.

10. Vacina da hepatite A (HepA). (Idade mínima: 12 meses) • Administrar 2 doses com pelo menos 6 meses de intervalo. • A HepA é recomendada para crianças com mais de 23 meses que vivam em áreas onde os programas de vacinação têm como alvo crianças mais velhas, com risco maior para infecção, ou para aquelas em que a imunidade contra hepatite A é desejável.

11. Vacina meningocócita conjugada quadrivalente (VMC4). (Idade mínima: 2 anos) • Administrar 2 doses de VMC4 com até 8 semanas de intervalo em crianças com 2-10 anos de idade e deficiência persistente de complemento ou asplenia funcional ou anatômica, e 1 dose a cada 5 anos subsequentemente. • As pessoas com infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) que foram vacinadas com VMC4 devem receber 2 doses com pelo menos 8 semanas de intervalo. • Administrar 1 dose de VMC4 em crianças de 2-10 anos de idade que viajam para países com doença altamente endêmica ou epidêmica e durante surtos provocados por um sorogrupo de vacina. • Administrar a VMC4 em crianças com risco contínuo para doença meningocócica que foram vacinadas com VMC4 anteriormente ou vacina polissacarídica meningocócica, três anos após uma primeira dose ter sido administrada com idade entre 2-6 anos.

Os Programas de Imunização Recomendados para Pessoas de 0-18 Anos de Idade são aprovados pelo Advisory Committee on Immunization Practices (http://www.cdc. gov/vaccines/recs/acip), pela American Academy of Pediatrics (http://www.aap.org) e pela American Academy of Family Physicians (http://aafp.org). Departamento de Saúde e Serviços Humanitários • Centers for Disease Control and Prevention

Figura 165-2 Esquema de imunização recomendado para pessoas com idade entre 0 e 6 anos — Estados Unidos, 2011. (De www.cdc.gov/vaccines/recs/ schedules/child-schedule.htm. Acessado em 14 de fevereiro de 2011.)

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Programa de Imunização Recomendado para Pessoas com Idade entre 7-18 Anos de Idade Estados Unidos, 2011 Para aqueles que ficaram para trás ou começaram tarde, ver a tabela abaixo e o programa de atualização de vacinas “catch-up” Vacina

Idade

7–10 anos

Tétano, difteria, coqueluche1 2

Papilomavírus humano Meningocócica3

2

ver nota de rodapé

VMC4

11–12 anos

13–18 anos

Tdpa

Tdpa

HPV (3 doses) (mulheres)

Série HPV

VMC4

VMC4

Faixa de idade recomendada para todas as crianças

Influenza VMC4 (anualmente)

4

Influenza

Pneumocócica

5

Pneumocócica Hepatite A6

Série HepA

Hepatite B7

Série HepB

Vírus da pólio inativado8

Série IPV

Sarampo, caxumba e rubéola9

Série MMR

Varicela10

Série Varicela

Faixa de idade recomendada para a imunização de atualização “catch-up”

Faixa de idade recomendada para certos grupos de alto risco

Esse programa inclui as recomendações em vigor a partir de 21 de dezembro de 2010. Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser administrada na consulta subsequente, quando indicado e possível. O uso de uma combinação de vacinas normalmente é preferível à aplicação separada de seus componentes com vacinas equivalentes. As considerações devem incluir a avaliação do fornecedor, a preferência do paciente e o potencial para eventos adversos. Os fornecedores devem consultar o Advisory Committee on Immunization Practices sobre as práticas de imunização para recomendações detalhadas: http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/aclp-list.htm. Os eventos adversos clinicamente significativos que seguem a imunização devem ser relatados ao Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) em http://www.vaers.hhs.gov ou por telefone em 800-822-7967. 1. Toxoides do tétano e difteria e vacina pertussis acelular (Tdpa) tipo adulto. (Idade mínima: 10 anos para Boostrix® e 11 anos para Adacel TM) • Pessoas com idade entre 11-18 anos que não receberam a Tdpa devem receber uma dose seguida por doses de reforço de Td a cada 10 anos. • Pessoas com idade de 7-10 anos que não estão totalmente imunizadas contra a coqueluche (incluindo aquelas que nunca tomaram vacina contra coqueluhe ou com estado vacinal desconhecido para essa doença) devem receber uma única dose de Tdpa. Consulte o programa de atualização vacinal “catch-up” se houver necessidade de doses adicionais de vacinas com toxoides do tétano e difteria. • A Tdpa pode ser administrada independentemente do intervalo de tempo desde a última vacina com toxoides do tétano e difteria. 2. Vacina do papilomavírus humano (HPV). (Idade mínima: 9 anos) • A vacina HPV quadrivalente (HPV4) ou bivalente (HPV2) é recomendada para a prevenção de pré-cânceres e cânceres cervicais em mulheres. • A HPV4 é recomendada para a prevenção de pré-cânceres e cânceres cervicais e verrugas genitais em mulheres. • A HPV4 pode ser administrada em uma série de 3 doses para homens com idade entre 9-18 anos para reduzir a probabilidade de verrugas genitais. • Administrar a segunda dose 1-2 meses após a primeira e a terceira dose 6 meses após a segunda (pelo menos 24 semanas após a primeira dose). 3. Vacina meningocócica conjugada quadrivalente (VMC4). (Idade mínima: 2 anos) • Administrar VMC4 com a idade de 11-12 anos com dose de reforço aos 16 anos. • Administrar 1 dose entre 13-18 anos de idade se não houver vacinação prévia. • Pessoas que receberam a primeira dose entre 13-15 anos devem receber uma dose de reforço entre 16-18 anos de idade. • Administrar 1 dose em estudantes recém-chegados não vacinados que vivam em alojamentos. • Administrar 2 doses com pelo menos 8 semanas de intervalo em crianças com 2-10 anos de idade e deficiência persistente de complemento ou asplenia funcional ou anatômica, e 1 dose a cada 5 anos subsequentemente • As pessoas infectadas pelo HIV que foram vacinadas com VMC4 devem receber 2 doses com pelo menos 8 semanas de intervalo. • Administrar 1 dose de VMC4 em crianças de 2-10 anos de idade que viajam para países com doença altamente endêmica ou epidêmica e durante os surtos causados por um sorogrupo da vacina. • Administrar VMC4 em crianças com risco continuado para doença meningocócica que tenham sido vacinadas anteriormente com VMC4 ou vacina polissacarídea meningocócica após 3 anos (se a primeira dose foi administrada na idade de 2-6 anos) ou após 5 anos (se a primeira dose foi administrada aos 7 anos de idade ou mais). 4. Vacina de influenza (sazonal) • Para pessoas saudáveis não grávidas com idade entre 7-18 anos (isto é, aquelas que não apresentam afecções médicas subjacentes que as predisponham a complicações da influenza), tanto a VVAI quanto a VII podem ser usadas.

• Administrar 2 doses (com intervalo de pelo menos 4 semanas) em crianças com idade entre 6 meses e 8 anos que recebem a vacina contra a influenza sazonal pela primeira vez ou que foram vacinadas pela primeira vez durante a estação anterior de influenza mas receberam apenas 1 dose. • As crianças com 6 meses a 8 anos de idade que não receberam a vacina monovalente H1N1 no ano anterior devem receber 2 doses da vacina sazonal no ano subsequente. Consulte MMWR 2010;59 (N. RR-8):33-34. 5. Vacinas pneumocócicas • Uma única dose da vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13) pode ser administrada em crianças com idade de 6-18 anos com asplenia funcional ou anatômica, infecção pelo HIV ou outra afecção imunossupressora, implante coclear ou fístula liquórica. Consulte MMWR 2010;59 (N. RR-11). • A dose de VPC13 deve ser administrada pelo menos até 8 semanas após uma dose anterior de VPC7. • Administrar a vacina polissacarídea pneumocócica pelo menos 8 semanas após a última dose de VPC em crianças com 2 anos de idade ou mais quando houver afecções médicas subjacentes, incluindo implante coclear. Uma única revacinação deve ser feita após 5 anos em crianças com asplenia funcional ou anatômica ou com afecção imunossupressora. 6. Vacina da hepatite A (HepA). • Administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 6 meses. • A HepA é recomendada para crianças com mais de 23 meses de idade que vivam em áreas onde os programas de vacinação têm como alvo crianças mais velhas com maior risco de infecção ou quando a imunidade contra a hepatite A é desejável. 7. Vacina da hepatite B (HepB). • Administrar a série de 3 doses em pessoas não vacinadas anteriormente. Para pessoas com vacinação incompleta, siga o programa de atualização vacinal “catch-up”. • Uma série de 2 doses (com pelo menos 4 meses de intervalo) de Recombivax HB® do tipo adulto é licenciada para crianças com 11-15 anos de idade. 8. Vacina de vírus pólio inativado (VPI). • A dose final da série deve ser administrada com 4 anos ou mais e com intervalo de pelo menos 6 meses após a dose anterior. • Se tanto a VPO como a VPI foram administradas como parte de uma série, um total de 4 doses deve ser administrado, independentemente da idade atual da criança. 9. Vacina de sarampo, caxumba e rubéola (MMR). • O intervalo mínimo entre as 2 doses de MMR é de 4 semanas. 10. Vacina da varicela. • Para pessoas com idade entre 7-18 anos sem evidências de imunidade adquirida (consulte MMWR 2007;56[N. RR-4]), administrar 2 doses se não houver vacinação anterior, ou a segunda dose, se apenas 1 dose tiver sido administrada. • Para pessoas com idade entre 7-12 anos, o intervalo mínimo recomendado entre as doses é de 3 meses. Contudo, se a segunda dose foi administrada pelo menos 4 semanas após a primeira dose, ela pode ser aceita como válida. • Para pessoas com 13 anos ou mais, o intervalo mínimo entre as doses é de 4 semanas.

Os Programas de Imunização Recomendados para Pessoas de 0-18 Anos de Idade foram aprovados pelo Advisory Committee on Immunization Practices (http://www.cdc.gov/vaccines/recs/acip), pela American Academy of Pediatriacs (http://www.aap.org) e pela American Academy of Family Physicians (http://aafp.org). Departamento de Saúde e Serviços Humanitários • Centers for Disease Control and Prevention

Figura 165-3 Esquema de imunização recomendado para pessoas com idade entre 7-18 anos — Estados Unidos, 2011. (De www.cdc.gov/vaccines/recs/ schedules/child-schedule.htm. Acessado em 14 de fevereiro de 2011.)

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as coloquem em situação de alto risco para doença meningocócica. Pessoas com afecções de alto risco devem receber duas doses de MCV4 com intervalo de dois meses seguidas de doses de reforço. As vacinas do papilomavírus humano bivalentes (HPV4 ou HPV2) são recomendadas em uma série de três doses para a prevenção de pré-câncer e câncer cervicais em mulheres. A HPV4 pode ser administrada em uma série de três doses para meninas e meninos de 9-18 anos de idade, para reduzir a probabilidade de aquisição de verrugas genitais. A segunda dose deve ser administrada 1-2 meses após a primeira; a terceira é administrada seis meses após a primeira. Duas vacinas contra o rotavírus estão disponíveis: RotaTeq (RV5) e Rotarix (RV1). Em ambas, a primeira dose pode ser administrada com, no mínimo, seis semanas de vida e, no máximo, 14 semanas e seis dias. A dose final da série deve ser administrada até os oito meses de idade, no máximo. A vacina RV5 é administrada em três doses com pelo menos quatro semanas de intervalo. A vacina RV1 é administrada em duas doses com pelo menos 4 semanas de intervalo. O esquema atual, excluindo-se a vacina contra influenza, poderia exigir até 31 injeções, com 22 delas antes dos dois anos de idade. A vacinação contra a gripe a partir de seis meses de idade poderia somar 20 injeções em 18 anos de idade. Para reduzir a carga de injeções, há várias vacinas combinadas disponíveis: DTPa-VPI/Hib (Pentacel, Sanofi Pasteur,, Swiftwater, PA), DTaP-IPV-HepB (Pediarix, GlaxoSmithKline, Research Triangle Park, NC), Hib (PRP-OMP) -HepB (COMVAX, Merck, West Point, PA), MMRV (ProQuad, Merck, West Point, PA), DTaP-VPI (Kinrix, GlaxoSmithKline) e DTaP/Hib (TriHIBit, Sanofi Pasteur). A pentacel é indicada para as primeiras quatro doses de DTaP e Hib, geralmente administradas aos dois, quatro, seis e 15-18 meses de idade, e reduz o número de injeções de 11 para quatro. A VPI pode ser administrada como parte da Pentacel, mas uma dose adicional de VPI está indicada no quarto aniversário ou depois. A Pediarix pode ser usada para as primeiras três doses das três vacinas, reduzindo o número de injeções de nove para três. A Comvax pode ser usada com uma série de três doses com dois, quatro e 12-15 meses de vida e potencialmente reduz o número de injeções de seis (ou oito se outra preparação Hib for usada) para três. A Kinrix é licenciada como reforço da quinta dose de DTaP e quarta dose de VPI; a TriHIBit é licenciada como a quarta dose das séries Hib e DTPa. Como uma dose da vacina da HepB é recomendada ao nascimento, quando as combinações são usadas, o que não pode ser feito antes de seis semanas de vida, pode ser usada uma série de quatro doses dessa vacina, contando a dose ao nascimento. O esquema de imunização recomendado para crianças e adolescentes estabelece uma consulta de rotina para adolescentes aos 11-12 anos de idade. Os reforços de VMC4 e Tdap devem ser administrados nessa consulta, e a vacina contra HPV pode ser iniciada. A vacina contra a gripe deve ser administrada anualmente. Além disso, a consulta dos 11-12 anos de idade também é o momento oportuno para revisar todas as vacinas que a criança recebeu anteriormente, para fornecer qualquer dose que não tenha sido administrada e revisar outros serviços preventivos apropriados para a idade. A consulta aos 11-12 anos de idade estabelece uma oportunidade importante para incorporar outras vacinas. Informações sobre o estado atual de novos licenciamentos de vacina e recomendações para o uso podem ser obtidas em http://aapredbook.aapublications.org/news/vaccstatus. shtml e www.fda.gov/BiologicsBloodVaccines/Vaccines/ApprovedProducts/UCM093833. Para crianças com atraso de pelo menos um mês em suas vacinas há programas de atualização disponíveis para crianças de quatro meses a 18 anos de idade (Fig. 165-4); também há um programa interativo de imunização para crianças <6 anos de idade em www.cdc.gov/vaccines/ recs/schedules/child-schedule.htm#catchup).

VACINAS RECOMENDADAS EM CIRCUNSTÂNCIAS ESPECIAIS Várias vacinas são recomendadas para crianças com maior risco de complicações por doenças preveníveis ou para crianças com maior risco de exposição a essas doenças. A VPC13 é recomendada para todas as crianças com <5 anos com afecções que as coloque em situações de alto risco para doença

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pneumocócica. Essa recomendação inclui as crianças com doença falciforme e outras hemoglobinopatias falciformes, incluindo as hemoglobinas SS, S-C ou S–-talassemia, ou crianças que são funcional ou anatomicamente asplênicas; crianças com infecção por HIV; crianças que têm doenças crônicas, incluindo doenças cardíacas e pulmonares crônicas (exceto asma), diabetes mellitus ou fístula liquórica. Também estão incluídas as crianças com afecções imunossupressoras, incluindo neoplasias malignas (p. ex., leucemia, linfoma, doença de Hodgkin), insuficiência renal crônica ou síndrome nefrótica; crianças que recebem quimioterapia imunossupressora, inclusive corticoterapia sistêmica de longa duração; e crianças que receberam transplante de órgão sólido. Além dessas, crianças com implantes cocleares devem ser vacinadas. Crianças com alto risco para doença pneumocócica também devem receber a vacina polissacarídea PSP23 para promover imunidade a sorotipos que não estão presentes na vacina conjugada 13 valente. A PSP23 em crianças com dois anos ou mais deve ser administrada menos de 6-8 semanas após a conclusão da série de VPC13. Duas doses de PSP23 são recomendadas, com intervalo de cinco anos entre as doses. A imunização de crianças com >5 anos sem vacinação prévia com afecções de alto risco deve ser realizada com uma dose de VPC13 ou uma dose de PSP23. A MCV4 é recomendada para pessoas com HIV, crianças com asplenia anatômica ou funcional, deficiências persistentes de componente do complemento ou de properdina e como parte de programas de controle de surto. A VMC4 é a preferida e está licenciada para crianças com 2-10 anos de idade, com afecções subjacentes de alto risco. Várias vacinas estão disponíveis para crianças com viagem programada para áreas do mundo onde determinadas doenças infecciosas são comuns, além das vacinas do programa oficial (Tabela 165-5). As vacinas para viajantes incluem febre tifoide, HepA, HepB, encefalite japonesa, VMC4 ou PSM4, raiva e febre amarela, dependendo da localização e circunstâncias da viagem. O sarampo ainda é endêmico em muitas partes do mundo. Crianças de 6-11 meses de idade podem receber uma dose de MMR antes da viagem. Entretanto, as doses de vacina contra sarampo recebidas antes do primeiro aniversário não devem ser computadas no esquema de MMR recomendado, que é de duas doses. Informações adicionais sobre vacinas para viajantes internacionais podem ser encontradas em www.cdc.gov/travel/content/ vaccinations.aspx. As recomendações de vacinas para crianças com imunodeficiências, tanto primárias (hereditárias) como secundárias (adquiridas), variam de acordo com o distúrbio de base, o grau do déficit imune, o risco de exposição à doença e a vacina (Tabela 165-6). A imunização de crianças com imunodeficiência pode motivar os questionamentos seguintes: a incidência ou a gravidade de algumas doenças evitáveis por vacinas são mais altas e, portanto, determinadas vacinas são recomendadas especificamente para determinados distúrbios; as vacinas podem ser menos eficazes durante o período de imunocompetência alterada e pode haver necessidade de repetição quando a imunocompetência é restaurada; por causa da imunocompetência alterada, algumas crianças e adolescentes podem apresentar maior risco de reações adversas após receber vacinas com vírus vivos. As vacinas de vírus vivos atenuados geralmente são contraindicadas nas pessoas imunocomprometidas. As exceções incluem a MMR, que pode ser administrada em criança com infecção por HIV, desde que a criança esteja assintomática ou tenha sintomas sem evidências de imunossupressão grave, e a vacina contra varicela, que pode ser administrada em crianças infectadas pelo HIV se a contagem de linfócitos CD4+ for de pelo menos 15%. A MMRV não é recomendada nessas situações. A imunocompetência alterada é considerada um risco para rotavírus; no entanto, a vacina é contraindicada em crianças com imunodeficiência combinada grave. Vacinas inativadas podem ser administradas em crianças imunocomprometidas, embora sua eficácia possa não ser a ideal, dependendo do déficit imune. Crianças com deficiência de complemento podem receber todas as vacinas, incluindo vacinas com vírus vivo atenuado. Em contrapartida, as crianças com distúrbios fagocíticos podem receber tanto vacinas virais inativadas como com vírus vivo atenuado, mas não vacinas com bactérias vivas atenuadas. Os corticosteroides podem provocar supressão do sistema imune. As crianças que recebem corticosteroides (dose ≥2 mg/kg/dia ou ≥20 mg/dia de prednisona ou equivalente) por 14 dias ou mais não devem receber vacinas com vírus vivos até que o tratamento seja

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Calendário de Imunização “Catch-up” para Pessoas com Iidade entre 4 Meses e 18 Anos que Iniciam Tardiamente ou Apresentam Atraso de 1 Mês ou Mais na Vacinação — Estados Unidos, 2011 A tabela abaixo fornece programas de atualização e intervalos mínimos entre as doses para crianças cuja vacinação está atrasada. Uma série de vacinas não precisa ser reiniciada, independentemente do tempo que se passou entre as doses. Usar a seção apropriada para a idade da criança. PESSOAS COM IDADE DE 4 MESES A 6 ANOS Intervalo Mínimo entre as Doses Dose 2 para Dose 3

Vacina

Idade Mínima para Dose

Dose 1 para Dose 2

Hepatite B1

Ao nascimento

4 semanas

8 semanas (e pelo menos 16 semanas após a primeira dose)

Rotavírus2

6 semanas

4 semanas

4 semanas2

Difteria, tétano, pertussis3

6 semanas

4 semanas

6 semanas

6 meses 8 semanas (como dose final) Essa dose é necessária apenas em crianças com 12-59 meses que receberam 3 doses antes dos 12 meses de idade

8 semanas (como dose final para crianças saudáveis) se a primeira dose tiver sido administrada com 12 anos ou mais de idade ou a idade atual for de 24-59 meses

4 semanas Se a idade atual for menor que 12 meses 8 semanas (como dose final para crianças saudáveis) Se a idade atual for 12 meses ou mais

Nenhuma dose extra é necessária Para crianças saudáveis se a primeira dose tiver sido administrada com 24 meses ou mais

Nenhuma dose extra é necessária Para crianças saudáveis, se a dose anterior tiver sido administrada com 24 meses de idade ou mais

8 semanas (como dose final) Essa dose é apenas necessária para crianças com 12-59 meses de idade que receberam 3 doses antes dos 12 meses de idade ou para criança de alto risco que receberam 3 doses em qualquer idade

4 semanas

8 semanas (como dose final) Se a primeira dose tiver sido administrada com a idade de 12-14 meses

4 semanas Se a primeira dose for administrada em idade de até 12 meses 6 semanas

6 meses3

4 semanas

Nenhuma dose extra é necessária se a 1ª dose for administrada com 15 meses de idade ou mais

Pneumocócica5

Dose 4 para Dose 5

4 semanas4 Se a idade atual for menor que 12 meses 8 semanas (como dose final)4 Se a idade atual for 12 meses ou mais e a primeira dose tiver sido administrada em idade de até 12 meses e a segunda dose for administrada com menos de 15 meses Nenhuma dose extra é necessária se a dose anterior tiver sido administrada com 15 meses de idade ou mais

4 semanas Se a primeira dose for administrada até os 12 meses Haemophilus influenzae tipo b4

Dose 3 para Dose 4

Vírus da pólio inativado6

6 semanas

4 semanas

Sarampo, caxumba e rubéola7

12 meses

4 semanas

Varicela8

12 meses

3 meses

Hepatite A9

12 meses

6 meses

6 meses6

PESSOAS COM IDADE ENTRE 7-18 ANOS Tétano, difteria/ tétano, difteria, pertussis10

Papilomavírus humano11

7 anos

4 semanas Se a primeira dose tiver sido administrada com menos de 12 meses de idade 6 meses Se a primeira dose tiver sido administrada com 12 meses de idade ou mais

4 semanas

Rotina de intervalos entre as doses conforme recomendado (mulheres)11

9 anos

Hepatite A9

12 meses

6 meses

Hepatite B1

Aonascimento

4 semanas

8 semanas (e pelo menos 16 semanas após primeira dose)

6 semanas

4 semanas

4 semanas6

Sarampo, caxumba e rubéola7

12 meses

4 semanas

Varicela8

12 meses

Vírus da pólio inativado6

6 meses Se a primeira dose tiver sido administrada com menos de 12 meses de idade

6 meses6

3 semanas Se a pessoa tiver menos de 13 anos de idade 4 semanas Se a pessoa tiver 13 anos ou mais de idade

1. Vacina da hepatite B (HepB). • Administrar a série de 3 doses nas pessoas não vacinadas anteriormente. • A idade mínima para a terceira dose de HepB é 24 semanas. • A série de 2 doses (com intervalo de pelo menos 4 meses) da Recombivax HB® tipo adulto está licenciada para crianças com idade entre 11-15 anos. 2. Vacina de rotavírus (RV). • A idade máxima para a primeira dose é de 14 semanas e 6 dias de idade. A vacinação não deve ser iniciada em crianças com idade de 15 semanas ou mais. • A idade máxima para a dose final na série é de 8 meses. • Se a primeira e a segunda doses foram com Rotarix, a terceira dose não está indicada. 3. Vacina de toxoides da difteria e tétano e pertussis acelular (DTPa). • A quinta dose não é necessária se a quarta dose tiver sido administrada com 4 anos de idade ou mais. 4. Vacina conjugada anti-Haemophilus influenzae tipo b (Hib). • Uma dose da vacina Hib deve ser considerada para as pessoas não vacinadas com 5 anos de idade ou mais que apresentem anemia falciforme, leucemia ou infecção por HIV ou tenham sido submetidas a esplenectomia. • Se as 2 primeiras doses foram de PRP-OMP (PedvaxHIB® ou Comvax®) e administradas com 11 meses ou menos, a terceira (e última) dose deve ser administrada entre 12-15 meses de idade, com intervalo de pelo menos 8 semanas após a segunda dose. • Se a primeira dose foi administrada com idade entre 7-11 meses, a segunda dose deve ser administrada pelo menos 4 semanas depois, com dose final na idade entre 12-15 meses. 5. Vacina pneumocócica • Administrar 1 dose da vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13) em todas as crianças saudáveis com idade entre 24-59 meses com qualquer programa de VPC incompleto (VPC7 ou VPC13). • Para as crianças com idade entre 24-71 meses com afecções médicas subjacentes, administrar 1 dose de VPC 13 se houver 3 doses de VPC aplicadas anteriormente ou administrar 2 doses de PCV13, com pelo menos 8 semanas de intervalo, se houver menos de 3 doses de VPC aplicadas anteriormente. • Uma única dose de VPC 13 é recomendada para determinadas crianças com afecções médicas subjacentes até os 18 anos de idade. Para detalhes, consulte as tabelas específicas para a idade. • Administrar a vacina polissacarídea pneumocócica (VPSP) para as crianças com 2 anos de idade ou mais com determinadas afecções médicas subjacentes, incluindo implante coclear, pelo menos 8 semanas após a última dose de VPC. Uma única revacinação deve ser administrada após

5 anos em crianças com asplenia funcional ou anatômica ou afecção imunossupressora. Consulte MMWR 2010;59 (N. RR-11). 6. Vacina de vírus da pólio inativado (VPI). • A dose final na série deve ser administrada com 4 anos ou mais e pelo menos 6 meses após a dose anterior. • Uma quarta dose não é necessária se a terceira dose tiver sido administrada com a idade de 4 anos ou mais e pelo menos 6 meses após a dose anterior. • Nos primeiros 6 meses de vida, a idade mínima e os intervalos mínimos são apenas recomendados se a pessoa estiver em risco de exposição iminente ao vírus da pólio circulante (isto é, se for viajar para uma região endêmica de pólio ou durante um surto). 7. Vacina do sarampo, caxumba e rubéola (MMR). • Administrar a segunda dose rotineiramente aos 4-6 anos de idade. O intervalo mínimo entre as 2 doses de MMR é de 4 semanas. 8. Vacina da varicela. • Administrar a segunda dose rotineiramente entre 4-6 anos de idade. • Se a segunda dose for administrada pelo menos 4 semanas após a primeira dose, ela deve ser aceita como válida. 9. Vacina da hepatite A (HepA). • A HepA é recomendada para crianças com mais de 23 meses de idade que vivam em áreas onde os programas de vacinação têm como alvo as crianças mais velhas ou têm maior risco de infecção, ou quando a imunidade contra a hepatite A for desejável. 10. Vacina de antitoxoides do tétano e difteria (Td) e vacina antitoxoides do tétano e difteria e coqueluche acelular (Tdpa). • As doses de Tdpa são contadas como parte da série Td/Tdpa. • A Tdpa deve ser substituída por uma única dose de Td na série “catch-up” para crianças com idade entre 7-10 anos ou com um reforço para as crianças de 11-18 anos de idade. Use Td nas outras doses. 11. Vacina antipapilomavírus humano (HPV). • Administrar a série em mulheres com idade entre 13-18 anos não vacinadas anteriormente ou que não tenham completado a série de vacinas. • A vacina HPV quadrivalente (HPV4) pode ser administrada em uma série de 3 doses em homens com idade entre 9-18 anos para reduzir a probabilidade de verrugas genitais. • Use os intervalos de dosagem da rotina recomendada para a série “catch-up” (isto é, a segunda e a terceira doses devem ser administradas respectivamente em 1-2 e 6 meses após a primeira dose). O intervalo mínimo entre a primeira e a segunda doses é de 4 semanas. O intervalo mínimo entre a segunda e a terceira doses é de 12 semanas, e a terceira dose deve ser administrada pelo menos 24 semanas após a primeira dose.

As informações sobre as reações relatadas após imunizações estão disponíveis em http://vaers.hhs.gov ou pelo telefone 800-822-7967. Os casos suspeitos de doenças que podem ser prevenidas por vacinas devem ser relatados ao departamento de saúde local ou estadual. As informações adicionais, incluindo precauções e contraindicações para imunização, estão disponíveis no National Center for Immunization and Respiratory Diseases em http://www.cdc.gov/vaccines ou pelo telefone 800-CDC-INFO (800-232-4636).

Departamento de Saúde e Serviços Humanitários • Centers for Disease Control and Prevention

Figura 165-4 Calendário de imunização “catch-up” para pessoas com idade entre quatro meses e 18 anos que iniciam tardiamente ou apresentam atraso de um mês ou mais na vacinação — Estados Unidos, 2011. (De www.cdc.gov/vaccines/recs/schedules/child-schedule.htm. Acessado em 14 de fevereiro de 2011.)

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Capítulo 165 Práticas de Imunização ■ 891

Tabela 165-5 IMUNIZAÇÕES RECOMENDADAS A VIAJANTES PARA PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO* DURAÇÃO DA VIAGEM IMUNIZAÇÕES

Revisão e cronograma completo da idade apropriada da infância e do adolescente (ver texto para detalhes) • As vacinas DTPa, poliovírus, pneumococo e Haemophilus influenzae tipo b podem ser administradas em intervalos de 4 semanas se necessário para completar o esquema recomendado antes da partida • Sarampo: 2 doses adicionais na 1ª dose se idade ≤12 meses • Rotavírus • Varicela • HPV • Hepatite B† • Tdpa • VMC4 Febre amarela‡ Hepatite A§ Febre tifoide|| Doença meningocócica¶ Raiva# Encefalite japonesa**

Breve, <2 Semanas

Intermediária, 2 Semanas-3 meses

Longo prazo Residencial, >3 meses

+

+

+

+ + ± ± ± ±

+ + + ± + ±

+ + + ± + +

DTPa, toxoides de difteria, tétano e pertussis acelular; +, recomendada; ± considerar. *Ver capítulos específicos das doenças para detalhes. Para outras fontes de informações, ver o texto. † Se não houver tempo suficiente para completar os seis meses da série primária, séries aceleradas podem ser administradas (ver o texto para detalhes). ‡ Para as regiões com infecção endêmica, consulte Informações de Saúde para Viagens Internacionais. § Indicada para quem viaja para áreas com taxas intermediárias ou altas de infecção endêmica pelo vírus da hepatite A. || Indicada para viajantes que consumirem alimentos e líquidos em áreas com saneamento precário. ¶ Recomendada para regiões da África com infecção endêmica e durante epidemias locais e necessária em viagens para a Arábia Saudita para peregrinação Hajj. # Indicada para pessoas com risco alto de exposição a animais (especialmente cães) e para as que viajam para países com infecção endêmica. **Para regiões com infecção endêmica (ver Informações de Saúde para Viagem Internacional). Para atividades de alto risco em áreas com surtos, a vacina é recomendada mesmo em viagens curtas. Modificada de Pickering LK, Baker CJ, Kimberlin DW, et al, editors: Red book 2009: report of the Committee on Infectious Diseases, ed 28, Elk Grove Village, IL, 2009, American Academy of Pediatrics, p 101.

interrompido por pelo menos um mês. As crianças que recebem as mesmas doses, mas por menos de duas semanas, podem receber vacinas com vírus vivo assim que o tratamento for suspenso, embora alguns especialistas esperem por duas semanas depois disso. As crianças que recebem doses mais baixas de esteroides podem ser vacinadas durante o tratamento. Crianças e adolescentes com neplasias malignas ou que se submeteram a transplante de órgão sólido ou célula-tronco hematopoética, tratamento imunossupressor ou radioterapia não devem receber vacinas com vírus e bactérias vivos, dependendo de seu estado imune. As crianças que recebem quimioterapia para leucemia podem precisar de reimunização, com doses únicas apropriadas à idade, das vacinas previamente administradas. Os lactentes pré-termo geralmente podem ser vacinados na mesma idade cronológica que os lactentes a termo, de acordo com o esquema de imunização infantil recomendado. Uma exceção é a dose ao nascimento da vacina anti-HepB. Os lactentes com peso ≥2 kg e estáveis podem receber uma dose ao nascimento. Entretanto, a vacinação anti-HepB deve ser adiada em lactentes com peso <2 kg ao nascimento por até 30 dias após o nascimento, se nascidos de mãe negativa para HBsAg. Todos os lactentes com baixo peso ou pré-termo nascidos de mãe positiva para HBsAg devem receber IG HepB e a vacina HepB dentro das primeiras 12 horas após o nascimento. Entretanto, esses lactentes devem receber três doses adicionais da vacina, com início aos 30 dias de idade (Fig. 165-2). Algumas crianças podem apresentar-se com situações que não são abordadas diretamente nos esquemas de imunização atuais. Há regras gerais que os médicos podem usar para orientar suas decisões sobre imunização em alguns desses casos. Em geral, as vacinas podem ser administradas simultaneamente no mesmo dia, se inativadas ou vivas. Vacinas inativadas diferentes podem ser administradas com qualquer intervalo entre uma e outra. Entretanto, em função das preocupações teóricas sobre interferência viral, vacinas diferentes com vírus vivos atenuados (MMR, varicela, VVAI), se não forem administradas no mesmo dia, devem ser administradas com pelo menos um mês de intervalo entre elas. Uma vacina com vírus inativado e outra com vírus vivo podem ser intercaladas com qualquer intervalo entre uma e outra. A IG não interfere nas vacinas de vírus mortos. Entretanto, a IG pode interferir na resposta imune à vacina do sarampo e, por inferência, na vacina da varicela. Em geral, a IG, se necessária, deve ser

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administrada pelo menos duas semanas após a vacina contra sarampo. Dependendo da dose de IG recebida, a MMR deve ser adiada por um período de 3-11 meses. Não é esperado que a IG interfira na resposta imune às vacinas VVAI ou rotavírus. Muitos microrganismos têm sido considerados para o potencial uso como armas de bioterrorismo. Para a maioria deles não há vacinas licenciadas disponíveis nos Estados Unidos, embora estejam sendo desenvolvidas algumas vacinas, como de toxoide botulínico, vírus ebola, peste e outros. Há vacinas disponíveis contra antraz e varíola (vacínia), mas não são recomendadas para crianças. Ambas são indicadas em situações pré-exposição, apenas para adultos selecionados com potenciais riscos ocupacionais de exposição (www.bt.cdc.gov/ fornece detalhes sobre os grupos com recomendação para vacinação).

PRECAUÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES A observação das precauções e contraindicações válidas é fundamental para assegurar que as vacinas sejam usadas da maneira mais segura possível e obter a imunogenicidade ideal. Quando uma criança comparece para vacinação com um distúrbio clínico considerado de precaução, o médico precisa avaliar os riscos e benefícios para aquela criança em particular. Se os benefícios superarem os riscos, a vacina ou vacinas em questão podem ser administradas. Uma contraindicação significa que a vacina não deve ser administrada em nenhuma circunstância. Uma contraindicação geral, para todas as vacinas, é a ocorrência de reação anafilática a uma dose anterior. A hipersensibilidade anafilática aos componentes da vacina também é uma contraindicação. Entretanto, se uma vacina for essencial, há protocolos de dessensibilização para algumas vacinas. Os principais constituintes preocupantes são as proteínas do ovo existente em vacinas cultivadas em ovos, gelatina, um estabilizador usado em muitas vacinas e agentes antimicrobianos. Os componentes sarampo e caxumba da MMR são cultivados em cultura de tecido de fibroblasto de embrião de galinha. Entretanto, a quantidade de proteínas do ovo na MMR é tão pequena que não exige qualquer procedimento especial antes da administração da vacina em pessoas com história de anafilaxia após ingestão de ovo. As vacinas, em geral, devem ser adiadas em crianças com doenças agudas moderadas a graves, independentemente da presença de febre, até que a criança se recupere. Entretanto, as crianças com doenças leves podem ser vacinadas. Os estudos com crianças subvacinadas documen-

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892 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas

Tabela 165-6 VACINAÇÃO DAS PESSOAS COM IMUNODEFICIÊNCIAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS PRIMÁRIA CATEGORIA

Linfócitos B (humoral)

IMUNODEFICIÊNCIA ESPECÍFICA

Deficiências graves de anticorpos (p. ex., agamaglobulinemia ligada ao X e imunodeficiência comum variável)

Deficiências menos graves de anticorpos (p. ex., deficiência seletiva de IgA e deficiência de subclasse de IgG)

Linfócitos T (mediada por células e humoral)

Complemento Função fagocítica

Defeitos completos (p. ex., DICG, síndrome de DiGeorge completa) Defeitos parciais (p. ex., a maioria dos pacientes com síndrome de DiGeorge, síndrome de Wiskott-Aldritch, ataxia-telangiectasia) Deficiência persistente de complemento, properdina ou fator B Doença granulomatosa crônica, defeito da adesão dos leucócitos e deficiência de mieloperoxidase

VACINAS CONTRAINDICADAS*

VACINAS RECOMENDADAS DE RISCO ESPECÍFICO*

EFICÁCIA E COMENTÁRIOS

OPV† Varíola VVAI BCG Ty21a (febre tifoide viva) FA VPO† BCG FA Outras vacinas vivas parecem ser seguras Todas as vacinas vivas‡§||

Pneumocócica Considere a vacinação de sarampo e varicela

Pneumocócica

Vacinas podem ser ineficazes

Todas as vacinas vivas‡§||

Pneumocócica Meningocócica Hib (se não for administrada na infância)

A eficácia de qualquer vacina depende do grau de imunossupressão

Nenhum

Pneumocócica Meningocócica Pneumocócica¶

Todas as vacinas de rotina provavelmente são eficazes Todas as vacinas inativadas são seguras e provavelmente eficazes; Vacinas de vírus vivos são provavelmente seguras e eficazes

Vacinas vivas bacterianas‡

Pneumocócica

A eficácia de qualquer vacina será incerta se ela depender apenas da resposta humoral (p. ex., PPSV, MPSV) IGIV interfere na resposta imune à vacina contra o sarampo e, possivelmente, vacina contra varicela Todas as vacinas provavelmente são eficazes; Resposta imune pode ser atenuada

SECUNDÁRIA IMUNODEFICIÊNCIA ESPECÍFICA

VACINAS CONTRAINDICADAS*

VACINAS RECOMENDADAS DE RISCO ESPECÍFICO*

Pneumocócica; Considere Hib (se não for administrada na infância) e vacinação meningocócica

MMR, varicela, rotavírus e todas as vacinas inativadas, incluindo a influenza inativada, podem ser eficazes#

Neoplasias malignas, transplantes, terapia imunossupressora ou radioterapia Asplenia

VPO† Varíola BCG VVAI Suspender MMR e varicela em pessoas gravemente imunodeprimidas Virais e bacterianas vivas, dependendo de estado imunológico‡§ Nenhum

Pneumocócica

Doença renal crônica

VVAI

A eficácia de qualquer vacina depende do grau de supressão imunológica Todas as vacinas de rotina provavelmente são eficazes Todas as vacinas de rotina provavelmente são eficazes

HIV/AIDS

Pneumocócica Meningocócica Hib (se não foi administrada na infância) Pneumocócica Hepatite B**

EFICÁCIA E COMENTÁRIOS

*Outras vacinas de rotina que são universalmente recomendadas ou deveriam ser, se não forem contraindicadas. † A VPO não é mais recomendada para uso rotineiro nos Estados Unidos. ‡ Vacinas bacterianas vivas: BCG e vacina oral Ty21a Salmonella typhi. § Vacinas de vírus vivos: MMR, MMRV, VPO, VVAI, FA, zóster, rotavírus e vacínia (varíola). A vacina contra a varíola não é recomendada para crianças ou para o público em geral. || Em relação à imunodeficiência por linfócitos T como contraindicação para a vacina contra o rotavírus, existem dados apenas para DCIG. ¶ A vacina pneumocócica não é indicada para crianças com doença granulomatosa crônica em situações além das recomendadas universalmente para VPC em relação à idade. Crianças com doença granulomatosa crônica não têm risco maior para doença pneumocócica. # Crianças infectadas pelo HIV devem receber imunoglobulina após exposição ao sarampo e podem receber vacina contra a varicela, sarampo e febre amarela se a contagem de linfócitos CD4+ for maior do que 15% (para vacina contra febre amarela, a contagem de linfócitos CD4+ entre 15-24% é uma precaução). **Indicada com base no risco de transmissão pelo sangue por meio da diálise. HIV/AIDS, vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida; BCG, vacina do bacilo Calmette-Guérin; DICG, doença da imunodeficiência combinada grave; FA, febre amarela; Hib, Haemophilus influenzae vacina do tipo b; IGIV, imunoglobulina intravenosa; MMR, vacina de sarampo, caxumba, rubéola; VPO, vacina oral contra poliomielite (vírus vivo); VPSM4, vacina meningocócica polissacarídia tetravalente; VPSP, vacina polissacarídia pneumocócica; VTI, vacina trivalente (inativada) de influenza; VVAI, vacina de vírus vivo atenuado contra influenza. Adaptada de American Academy of Pediatrics: Passive immunization. In Pickering LK, Baker CJ, Kimberlin DW, et al, editors: Red book 2009: report of the Committee on Infectious Diseases, ed 28, Elk Grove Village, IL, 2009, American Academy of Pediatrics, pp 74-75.

tam oportunidades perdidas porque uma doença leve não validada foi usada como contraindicação. Tabelas completas de contraindicações e impressões equivocadas da contraindicação podem ser encontradas em www.cdc.gov/vaccines/recs/vac-admin/contraindications.htm.

MELHORA DA COBERTURA VACINAL Os padrões para as práticas de imunização de crianças e adolescentes foram desenvolvidos para dar suporte à obtenção de níveis altos de cobertura ao mesmo tempo em que se fornecem as vacinas de maneira segura e eficaz, e orientação para os pais sobre os riscos e benefícios das vacinas (Tabela 165-7). Apesar dos benefícios que as vacinas têm para oferecer, muitas crianças são subimunizadas porque não recebem as vacinas recomendadas ou não as recebem nas idades recomendadas. Grande parte do problema

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de subimunização pode ser resolvida por meio de ações dos médicos. A maioria das crianças apresenta uma fonte regular de assistência médica. Entretanto, as oportunidades perdidas para vacinação por ocasião das consultas incluem falhas no fornecimento de todas as vacinas recomendadas que possam ser administradas de uma única vez, falha em fornecer as vacinas fora das consultas de rotina, sendo que os distúrbios que as crianças apresentam não são contraindicações para imunizações e o encaminhamento das crianças para clínicas de saúde pública em função da impossibilidade de pagar pelas vacinas. A aplicação simultânea de várias vacinas geralmente é segura e eficaz. Quando os benefícios da vacinação simultânea são explicados, muitos pais optam por esse tipo de imunização para não marcar uma consulta extra. O fornecimento de todas as vacinas necessárias simultaneamente deve ser a prática-padrão. Apenas as contraindicações e precauções válidas para a administração da vacina devem ser observadas. De maneira ideal, as imuni-

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Capítulo 165 Práticas de Imunização ■ 893

Tabela 165-7 PADRÕES DE IMUNIZAÇÃO PARA CRIANÇAS

E ADOLESCENTES DISPONIBILIDADE DAS VACINAS Os serviços de vacinação devem estar prontamente disponíveis. As vacinações devem ser coordenadas com outros serviços de saúde e fornecidas em consultórios quando possível. As barreiras para vacinação devem ser identificadas e minimizadas. Os custos para o paciente devem ser minimizados. AVALIAÇÃO DO ESTADO VACINAL Os profissionais da área de saúde devem revisar o estado vacinal e de saúde dos pacientes em cada consulta para determinar quais vacinas são indicadas. Os profissionais da área de saúde devem avaliar e seguir apenas as contraindicações clinicamente aceitas. COMUNICAÇÃO EFICAZ SOBRE OS RISCOS E BENEFÍCIOS DA VACINA Os pais ou responsáveis e os pacientes devem ser informados sobre os benefícios e os riscos da vacinação de uma maneira culturalmente apropriada e em linguagem de fácil compreensão. ARMAZENAMENTO ADEQUADO, ADMINISTRAÇÃO DE VACINAS E DOCUMENTAÇÃO DA VACINAÇÃO Os profissionais da área de saúde devem seguir os procedimentos adequados para armazenamento e manuseio das vacinas. Protocolos de vacinação por escrito e atualizados devem estar acessíveis em todos os locais onde as vacinas são administradas. As pessoas que administram vacinas e os funcionários que gerenciam ou apoiam a administração de vacinas devem estar bem informados e receber educação continuada. Os profissionais da área de saúde devem administrar simultaneamente tantas doses quanto possível das vacinas indicadas. Os registros de vacinação dos pacientes devem ser precisos, completos e facilmente acessíveis. Os profissionais de saúde devem relatar imediatamente, e com precisão, eventos adversos após vacinação ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas (VAERS) e estar cientes do programa separado, o National Vaccine Injury Compensation Program (VICP). Toda a equipe que tem contato com os pacientes deve estar adequadamente vacinada. COMPLEMENTAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A COBERTURA DA VACINAÇÃO Devem ser usados sistemas para lembrar aos pais ou responsáveis, pacientes e profissionais da saúde quando as vacinas devem ser aplicadas e convocar os que estão atrasados. As revisões dos registros dos pacientes ambulatoriais ou de consultórios e as avaliações das coberturas da vacinação devem ser realizadas anualmente. Os profissionais da saúde devem praticar abordagens fundamentadas na comunidade. De National Vaccine Advisory Committee: Standards for child and adolescent immunization pratices. Pediatrics 112:958–963, 2003.

zações devem ser fornecidas durante as consultas de rotina, mas é importante usar outras consultas para administrar as vacinas, se não houver contraindicações, particularmente se a criança estiver com a vacinação atrasada. Não há boas evidências de que o fornecimento das imunizações fora das consultas de rotina em última análise reduza a frequência a essas consultas. As barreiras financeiras para a imunização devem ser minimizadas. Nos Estados Unidos, a participação no programa de VFC possibilita aos médicos receberem vacinas gratuitas para seus pacientes que não podem pagá-las, o que ajuda na imunização desses pacientes em seu consultório. Comprovou-se que várias intervenções ajudam os médicos a aumentar a cobertura vacinal em suas práticas. Os sistemas para lembrar os pais da consulta marcada ou de convocação para crianças que faltam às consultas têm demonstrado repetidamente que melhoram a cobertura. As avaliações com feedback também são intervenções importantes. Muitos médicos superestimam a cobertura vacinal entre seus pacientes e, portanto, não têm motivação para fazer quaisquer mudanças em suas práticas visando melhorar o desempenho. A avaliação da cobertura vacinal dos pacientes atendidos por determinado médico e o feedback dos resultados podem ser um motivador importante para a melhora. Frequentemente, os departamentos de saúde pública podem ser contatados para fornecer avaliações e feedback. Alternativamente, os médicos podem realizar algumas autoavaliações. A revisão de aproximadamente 60 prontuários consecutivos de crianças de dois anos de idade pode fornecer uma estimativa razoável da cobertura. Outra ajuda é fazer com que um membro da equipe revise o prontuário de todo paciente que vai à consulta e coloque lembretes sobre a necessidade de imunização no prontuário para o médico.

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Alguns pais recusam a imunização de seu filho. Os pediatras devem tentar iniciar um diálogo com esses pais para entender suas razões para a recusa e tentar trabalhar com eles para superar suas preocupações com o tempo, no curso das consultas. A discussão deve ser fundamentada na razão da recusa e do conhecimento dos pais. Os pediatras devem referenciar os pacientes para fontes bem conceituadas de informações (Tabela 165-8) e discutir os riscos e benefícios das vacinas. As preocupações do médico sobre sua responsabilidade devem ser documentadas com o registro apropriado das discussões no prontuário. O Comitê de Bioética da AAP publicou diretrizes para lidar com a recusa dos pais em imunizar a criança. Os médicos também podem considerar um pedido aos pais para que assinem um comunicado oficial de recusa. Um exemplo de recusa à renúncia de vacinação pode ser encontrado em www.aap.org/immunization/pediatricians/ pdf/ReducingVaccineLiability.pdf. BIBLIOGRAFIA Disponível no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Práticas de Imunização Internacional 165.1

Jean-Marie Okwo-Bele e John David Clemens As vacinas são usadas para evitar doenças infecciosas em todo o mundo. Entretanto, os tipos de vacinas em uso, as indicações e contraindicações e os programas de imunização variam substancialmente. A maioria dos países em desenvolvimento segue os esquemas de imunização promulgados pela Organização Mundial da Saúde em seu Programa de Imunização; a atualização mais recente está disponível em www.who.intimmunization/policy/Immunization_routine_table2.pdf. De acordo com esse programa, todas as crianças devem ser vacinadas ao nascimento contra a tuberculose com vacina de bacilos de Calmette-Guérin (BCG). Muitas crianças também recebem uma dose da vacina de pólio oral (VPC), com vírus vivos atenuados nesse momento. As consultas para imunização devem ser programadas para seis, 10 e 14 semanas de vida, quando as vacinas DTP e VPO são administradas. A vacina contra o sarampo é administrada aos nove meses de idade. Quase todos os países em desenvolvimento já implantaram a vacinação contra HepB. Três opções de agendamento podem ser usadas dependendo das condições epidemiológicas e programáticas. A vacina HepB pode ser aplicada ao mesmo tempo que as doses da vacina DTP com seis, nove e 14 semanas de vida, muitas vezes em vacinas combinadas. Para evitar a transmissão perinatal, a primeira dose deve ser administrada o mais rápido possível após o nascimento (com menos de 24 horas) e com seis e 14 semanas de vida. As vacinas contra febre amarela e encefalite japonesa são recomendadas para os lactentes com nove meses de idade que residam em áreas endêmicas. Esforços substanciais têm sido feitos para incorporar as vacinas Hib nos 10 países em desenvolvimento elegíveis para o apoio da GAVI Alliance (Global Alliance for Vaccines and Immunisation), muitas vezes em vacina combinada com a DTP. Nos próximos anos, o apoio da GAVI Alliance vai facilitar a adoção das vacinas pneumocócicas conjugadas e contra rotavírus nos programas de imunização de paises em desenvolvimento. O aumento da cobertura com mais essas vacinas reduzirá consideravelmente a morbidade infantil em todo o mundo e a mortalidade por pneumonia, meningite e doença diarreica. Em 1988, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou o objetivo de erradicar a pólio do mundo até o final de 2000. Embora essa meta não tenha sido atingida, a transmissão endêmica da pólio foi restringida a três países no sul da Ásia (Índia, Paquistão e Afeganistão) e um país na África. Outros países tiveram surtos de casos importados. A principal estratégia tem sido o uso de VPC, tanto para imunização de rotina como para campanhas de vacinação em massa, pelo menos duas vezes ao ano, durante as quais todas as crianças com <5 anos são alvo de imunização, independentemente do estado prévio de imunização. A meta subsequente, uma vez atingida a eliminação da transmissão do vírus selvagem da pólio, é suspender o uso da VOP, que pode, raramente, provocar pólio vacinal e é capaz de sofrer mutações e retormar as características fenotípicas do vírus selvagem.

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894 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas

Tabela 165-8 SITES E RECURSOS SOBRE VACINAS ORGANIZAÇÃO

ASSOCIAÇÕES DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE American Academy of Family Physicians (AAFP) American Academy of Pediatrics (AAP) Programa de Apoio à Imunização Infantil AAP American Medical Association (AMA) American Nurses Association (ANA) Associação dos Funcionários Estaduais e Territoriais de Saúde (ASTHO) Associação de Professores de Medicina Preventiva (ATPM) National Medical Association (NMA) GRUPOS SEM FINS LUCRATIVOS E UNIVERSIDADES Albert B. Sabin Vaccine Institute Allied Vaccine Group (AVG) Programa de Vacinas das Crianças Every Child by Two (ECBT) Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI) Saúde na Net Foundation (HON) National Healthy Mothers, Healthy Babies Coalition (HMHB) Coalizão de Ação de Imunização (IAC) Instituto de Segurança para Vacinas (IVS), Johns Hopkins University Instituto de Medicina Aliança Nacional de Saúde Hispânica Rede Nacional de Informações de Imunização (NNii) Pais de Crianças com Doenças Infecciosas (PKIDS) The Vaccine Education Center at the Children's Hospital of Philadelphia The Vaccine Place ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS Centers for Disease Control and Prevention (CDC) Biblioteca de Imagens em Saúde Pública Saúde dos viajantes Vacinas e imunizações Segurança de vacinas Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) National Vaccine Program Office (NVPO) Recursos em Saúde e Administração de Serviços Programa Nacional de Compensação de Lesões por Vacinas Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID) Vacinas Organização Mundial da Saúde (OMS) Imunização, Vacinas e Produtos Biológicos

Os países da América Latina têm mantido a eliminação da circulação dos vírus do sarampo em sua população desde 2002. A estratégia adotada para conseguir cobertura alta da vacinação de rotina aos nove meses de idade foi uma campanha em massa, realizada ao mesmo tempo, que teve como alvo todas as pessoas de nove meses a 14 anos de idade, independentemente do estado prévio de imunização, e campanhas de seguimento para as crianças nascidas a partir da campanha anterior, geralmente a cada 3-5 anos. Enquanto isso, a mortalidade global por sarampo em todas as idades foi reduzida em quase 70%, passando de um número estimado de 757.000 mortes em 2000 para 242.000 em 2006. O maior percentual de redução da mortalidade, 91%, foi alcançado na África, que tem ampliado a implementação da estratégia de sucesso para a eliminação do sarampo iniciada nas Américas. Países da América Latina estão agora engajados em eliminar a rubéola entre seus habitantes, com estratégias que consistem tanto na imunização de rotina como em campanhas em massa. Os programas de imunização no mundo industrializado são substancialmente mais variáveis do que no mundo em desenvolvimento. As recomendações de imunização do Canadá são desenvolvidas pelo Canadian National Advisory Committee on Immunization (NACI), mas são implementadas de maneira um tanto diferente em cada província. O programa canadense é semelhante ao programa de imunização dos Estados Unidos (http://www.phac-aspc.gc.ca/im/is-cv/index-eng.php). A vacina meningocócica conjugada para o sorogrupo C (VMC-C) é

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SITE

www.familydoctor.org/online/famdocen/home.html www.aap.org/ www.aap.org/immunization/ www.ama-assn.org/ www.nursingworld.org/ www.astho.org/ www.atpm.org/ www.nmanet.org/ www.sabin.org/ www.vaccine.org/ www.path.org/vaccineresources/ www.ecbt.org/ www.gavialliance.org/ www.hon.ch/ www.hmhb.org/ www.immunize.org/ www.vaccinesafety.edu/ www.iom.edu/Activities/PublicHealth/ImmunizationSafety.asp www.hispanichealth.org/ www.immunizationinfo.org/ www.pkids.org/ www.chop.edu/service/vaccine-education-center/home.html www.vaccineplace.com/?fa=home

www.phil.cdc.gov/phil/home.asp www.cdc.gov/travel/ www.cdc.gov/vaccines/ www.cdc.gov/vaccinesafety/index.html www.hhs.gov/nvpo/ www.hrsa.gov/vaccinecompensation/ www.niaid.nih.gov/topics/vaccines/Pages/Default.aspx www.who.int/immunization/en/

recomendada em uma série de três doses aos dois, quatro e seis meses de idade. Uma única dose é recomendada após os 12 meses de idade se a criança nunca tiver sido imunizada ou tiver recebido menos de três doses quando lactente. A província de Ontário, no Canadá, tem recomendação de vacinação anual para todas as pessoas com seis meses de idade ou mais com a vacina trivalente de influenza. Há uma grande variação nas vacinas usadas e nos programas de vacinação recomendados na Europa. Os esquemas europeus de imunização podem ser revistos em www.who.int/vaccines/globalsummary/immunization/ScheduleSelect.cfm. Como exemplo, o Reino Unido desenvolveu um esquema de vacinação durante o final de 1980 que inclui consultas aos dois, três e quatro meses de idade, com a aplicação de uma combinação das vacinas DTPa-Hib-VPI. Após evidências de que a série de três doses de vacina Hib nessas idades era insuficiente para assegurar proteção de alta qualidade de longa duração, uma dose de reforço foi adicionada aos 12 meses de idade. A MMR é recomendada em um esquema de duas doses aos 13 meses e 3-5 anos de idade. Na segunda aplicação da MMR, é fornecido reforço da DTPa e VPI. Um reforço da Td/VPI é recomendado entre 13-18 anos de idade. A VPC7 é recomendada aos dois, quatro e 13 meses de idade. O Reino Unido foi o primeiro país a usar a vacina VMC-C durante uma campanha em massa de atualização de vacinas para crianças, adolescentes e adultos jovens. A eficácia da vacina no primeiro ano foi de 88% ou mais, e a imunidade de rebanho foi

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Capítulo 166 Prevenção e Controle de Infecção ■ 895

induzida com uma redução de aproximadamente dois terços na incidência entre as crianças não vacinadas. A VMC-C é administrada aos três, quatro e 12 meses de idade. Em setembro de 2008, a vacina contra o HPV passou a ser recomendada para meninas de 12-13 anos de idade. Em julho de 2009, a agenda do Reino Unido não incluiu a vacina contra HepB, varicela ou gripe na imunização infantil (ver www.immunisation.nhs.uk/). O esquema de imunização dos japoneses em 2009 foi substancialmente diferente do usado nos Estados Unidos. Os japoneses não usam a MMR e confiam em vacinas isoladas de sarampo e rubéola ou na combinação das MR. As crianças japonesas também são vacinadas rotineiramente contra pólio com VPO, contra difteria, tétano e coqueluche com DTPa, contra encefalite japonesa e contra a tuberculose com BCG (http://idsc.nih.go.jp/vaccine/dschedule/immEN050729rev. gif). Os adultos com 65 anos de idade ou mais recebem vacinas contra

influenza anualmente. O programa japonês também não inclui vacinas contra bactérias encapsuladas. Algumas crianças vêm para os Estados Unidos após terem iniciado ou concluído os esquemas de imunização internacional com vacinas produzidas fora do país. Em geral, as doses administradas em outros países devem ser consideradas válidas se tiverem sido administradas nas mesmas idades em que são recomendadas nos Estados Unidos. Quando houver doses perdidas, vacinas feitas em idade inadequada, perda dos registros de vacinação ou outras preocupações, os pediatras têm duas opções: administrar ou repetir as doses perdidas ou feitas inadequadamente ou realizar testes sorológicos e, se eles forem negativos, administrar as vacinas. BIBLIOGRAFIA Disponível no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

PRÁTICAS DE IMUNIZAÇÃO A partir do segundo semestre de 2012 houve a introdução da vacina pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B). Esta imunização reúne a antiga vacina tretavalente (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo b com a vacina contra a hepatite B. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade. GRUPO ALVO

Criança

IDADE

Ao nascer

BCG

Dose única

HEPATITE B

PENTA

VIP E VOP

PNEUMO 10

ROTAVÍRUS

MENINGO C

TRÍPLICE VIRAL

DUPLA ADULTO

Dose ao nascer

2 meses

1ª dose

1ª dose (com VIP)

1ª dose

1ª dose

3 meses

1ª dose

4 meses

2ª dose

2ª dose (com VIP)

2ª dose

5 meses

2ª dose 2ª dose

6 meses

3ª dose

3ª dose (com VOP)

3ª dose

9 meses

Dose inicial

12 meses

Reforço

15 meses

1° reforço (com DTP)

4 anos

Reforço (com VOP)

1ª dose Reforço

2ª dose

2° reforço (1)

Adolescente

10 a 19 anos

3 doses

Adulto

20 a 59 anos

3 doses (até 49 anos)

Idoso

60 anos ou mais

Gestante

FEBRE AMARELA

Uma dose a cada 10 anos

2 doses

Reforço a cada 10 anos

Uma dose a cada 10 anos

1 dose (até 49 anos)

Reforço a cada 10 anos Reforço a cada 10 anos

3 doses

3 doses(2)

(1)Se não houver recebido o esquema completo na infância. (2)Respeitar esquemas anteriores. Fonte: Portaria GM/MS, n° 1498, de 19 de julho de 2013.

Capítulo 166

Prevenção e Controle de Infecção Michael J. Chusid e Mary M. Rotar O programa de prevenção e controle de infecções (IPC) desempenha um papel cada vez mais importante na medicina pediátrica. Para serem totalmente eficazes, esses programas exigem uma infraestrutura funcional que abranja colaboração com o sistema público de saúde, vacinação generalizada, e uso de técnicas adequadas para prevenir a transmissão de infecções na população em geral e dentro das ins-

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tituições de saúde. O foco maior sobre a prevenção da infecção nosocomial é enfatizada pelo fato de que cinco dos 16 questionamentos da Comissão Mista de 2009 dos Objetivos Nacionais em Segurança do Paciente se relacionam com a prevenção da infecção associada aos cuidados de saúde (HAI): a higiene das mãos, a morte inesperada ou perda permanente de função associada com infecção relacionada aos cuidados de saúde, infecções da corrente sanguínea associadas a quadros sistêmicos, infecções de sítio cirúrgico, e infecções por germes multirresistentes. Além disso, agências governamentais e prestadores de seguros têm reduzido ou eliminado o pagamento às instituições de despesas associadas com certos HAIs. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

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896 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas

Capítulo 167

Capítulo 170

Puericultura e Doenças Transmissíveis

Febre sem Foco

Linda A. Waggoner-Fountain

Linda S. Nield e Deepak Kamat

Nos Estados Unidos, mais de 23,7 milhões de crianças com menos de cinco anos de idade frequentam alguma instituição de cuidados infantis. Essas instalações podem incluir algum tipo de cuidado rotineiro fora de casa, como berçários ou pré-escolas, ou realizam cuidados em período integral, como um centro de cuidados infantis ou mesmo a casa de outra pessoa. Independentemente da idade com que se matriculam em creches, essas crianças são mais propensas a infecções. A exposição a grupos numerosos de crianças aumenta a probabilidade de contrair doenças. As creches podem ser classificadas com base no período de permanência na instituição, na faixa etária das crianças atendidas, no estado de saúde dessas crianças, e na infraestrutura local. Nos Estados Unidos, definem-se como creches os centros de cuidados de crianças, as pequenas ou grandes casas de família que prestam cuidados às crianças, e as instituições que cuidam de crianças doentes ou com necessidades especiais. Os centros de cuidados de crianças são licenciados e fiscalizados por autoridades dos governos estaduais e atendem mais crianças do que as casas de família. Por outro lado, as casas de família que cuidam de crianças são classificadas como pequenas (1 a 6 crianças) ou grandes (7 a 12 crianças), podem funcionar em turnos ou em período integral, e sua clientela pode frequentá-las diária ou esporadicamente. As casas de família geralmente não são licenciadas nem registradas, dependendo das leis estaduais. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Febre sem foco refere-se à temperatura retal de 38 °C ou superior, a única característica presente. As expressões “febre sem sinais de localização” e “febre de origem indeterminada” (FOI) são subcategorias de febre sem foco.

FEBRE SEM SINAIS DE LOCALIZAÇÃO Febre de início agudo, com duração de menos de uma semana e sem sinais de localização, é um dilema comum de diagnóstico em crianças com menos de 36 meses de idade. A etiologia e a avaliação de febre sem sinais localizados dependem da idade da criança. Tradicionalmente, os três grupos de idade são considerados: recém-nascidos ou crianças de até um mês de idade, bebês entre 1-3 meses de idade e crianças com mais de três meses até três anos de idade. Em 1993, foram publicadas orientações práticas para auxiliar o médico na avaliação de crianças saudáveis de 0-36 meses de idade com febre sem uma fonte. No entanto, com o advento e a ampla utilização das vacinas contra Haemophilus influenzae tipo b conjugada (Hib) e Streptococcus pneumoniae, as taxas de infecções com esses dois patógenos diminuíram substancialmente. Como consequência, as modificações para as orientações de 1993 foram defendidas como descrito posteriormente. Crianças em grupos de alto risco (Tabela 170-1) requerem abordagem mais agressiva e consideração de um diagnóstico diferencial mais amplo.

Tabela 170-1 PACIENTES FEBRIS COM RISCO AUMENTADO

PARA INFECÇÕES BACTERIANAS GRAVES GRUPO DE RISCO

Capítulo 168

Conselhos de Saúde para Crianças que Viajam para Outros Países Jessica K. Fairley e Chandy C. John Os riscos à saúde e as exigências para crianças que estejam prestes a viajar para outros países, em particular para aquelas com menos de dois anos de idade, são diferentes dos riscos para adultos. Nos Estados Unidos, as recomendações e as vacinas exigidas em viagens internacionais são especificadas em publicações elaboradas pelos CDC, e também estão disponíveis on-line em www.cdc.gov/travel/content/vaccinations.aspx. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Capítulo 169

Febre Linda S. Nield e Deepak Kamat

DEFINIÇÃO A febre é definida como a temperatura retal ≥38 °C; um valor >40 °C indica hipertermia. A temperatura corporal oscila em um intervalo definido como normal (entre 36,6 e 37,9 °C de temperatura retal), sendo que a temperatura mais alta é atingida no início da noite, e a mais baixa, pela manhã. Qualquer aumento anormal da temperatura corporal deve ser considerado sintoma de doença subjacente. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

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PACIENTES IMUNOCOMPETENTES Recém-nascidos (<28 dias)

Crianças 1-3 meses Lactentes e crianças 3-36 meses

Hipertermia (>40 °C)

Febre com petéquias

CONSIDERAÇÕES DIAGNÓSTICAS

Sepse e meningite causada por estreptococos do grupo B, Escherichia coli, Listeria monocytogenes; infecção pelo vírus herpes simples, enterovírus Doença bacteriana grave em 10-15%, incluindo bacteremia em 5%, infecção do trato urinário Bacteremia oculta em <0,5% das crianças imunizadas com Haemophilus influenzae tipo b e vacina pneumocócica conjugada; infecções do trato urinário Meningite, bacteremia, pneumonia, insolação, síndrome de encefalopatia por choque hemorrágico Bacteremia e meningite causada por Neisseria meningitidis, H. influenzae tipo b, Streptococcus pneumoniae

PACIENTES IMUNOCOMPROMETIDOS Doença falciforme Sepse, pneumonia e meningite causada por S. pneumoniae, osteomielite por Salmonella e Staphylococcus aureus Asplenia Bacteremia e meningite causadas por N. meningitidis, H. influenzae tipo b, S. pneumoniae Deficiência complementar ou de Sepse causada por N. meningitidis properdina Agamaglobulinemia Bacteremia, infecções sinopulmonares AIDS S. pneumoniae, H. influenzae tipo b e infecções por Salmonella Doença cardíaca congênita Endocardite infecciosa; abscesso cerebral com desvio da direita para a esquerda Cateter venoso central Staphylococcus aureus, estafilococos coagulase-negativos, Candida Malignidade Bacteremia com bactérias gram-negativas entéricas, S. aureus e estafilococos coagulase-negativos; fungemia por Candida e Aspergillus

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Capítulo 170 Febre sem Foco ■ 897

Recém-nascidos Recém-nascidos que apresentam febre sem foco são um desafio para avaliar por que eles mostram sinais de infecção limitados, o que torna difícil distinguir clinicamente uma infecção bacteriana grave de uma doença autolimitada viral. Respostas imunes imaturas nos primeiros meses de vida também aumentam o significado da febre no lactente jovem. Em geral, os recém-nascidos que apresentam febre e não parecem doentes têm um risco de 7% de ter infecção bacteriana grave. Infecções bacterianas graves incluem bacteremia oculta, meningite, pneumonia, osteomielite, artrite séptica, enterite e infecções do trato urinário. Embora os recém-nascidos com infecção grave possam adquirir patógenos da comunidade, eles estão principalmente em risco de início tardio de doenças bacterianas neonatais (estreptococos do grupo B, Escherichia coli e Listeria monocytogenes) e infecção por vírus do herpes simples adquirido perinatalmente (HSV). Orientações práticas recomendam que, se um recém-nascido teve febre relatada em casa por progenitor confiável, o paciente deve ser tratado como um recém-nascido febril. Se a roupa excessiva e os cobertores que cobrem a criança são suspeitos de falsamente elevarem a temperatura do corpo, o revestimento excessivo deverá ser removido e a temperatura retomada em 15-30 minutos. Se a temperatura do corpo é normal após as cobertas serem removidas, a criança é considerada afebril. Em razão da falta de fiabilidade dos achados físicos e da presença de um sistema imunológico imaturo, todos os recém-nascidos febris devem ser hospitalizados; sangue, urina e líquido cefalorraquidiano (LCR) devem ser coletados, e a criança deve receber antibióticos intravenosos empíricos. Estudos do LCR devem incluir contagens de células, glicose e níveis de proteína, bacterioscopia e cultura; HSV e reação em cadeia de polimerase para enterovírus devem ser considerados. Cultura de fezes e radiografia do tórax também podem ser parte da avaliação. Combinação de antibióticos como ampicilina e cefotaxima é recomendada. Aciclovir deve ser incluído se houver suspeita de infecção por HSV em decorrência da presença de pleocitose do LCR ou conhecida história materna de HSV genital, especialmente no momento do parto.

Um Mês a Três Meses A grande maioria das crianças com febre sem sinais de localização no grupo 1-3 meses de idade provavelmente terá uma síndrome viral. Em contraste com infecções bacterianas, a maioria das doenças virais tem um padrão distinto sazonal: infecções pelo vírus sincicial respiratório e pelo vírus influenza A são mais comuns durante o inverno, enquanto as infecções por enterovírus geralmente ocorrem no verão e no outono. Embora uma infecção viral seja a etiologia mais provável, febre nessa faixa etária deve sempre sugerir a possibilidade de doença bacteriana grave. Organismos a considerar incluem estreptococos do grupo B, L. monocytogenes, Salmonella enteritis, E. coli, Neisseria meningitidis, S. pneumoniae, Hib e Staphylococcus aureus. A pielonefrite é mais comum em lactentes do sexo masculino não circuncidados, recém-nascidos e lactentes com anomalias do trato urinário. Outras doenças bacterianas em potencial nessa faixa etária incluem otite média, pneumonia, onfalite, mastite e outras infecções da pele e dos tecidos moles. Lactentes febris com três meses ou menos e aparentemente enfermos (toxêmicos) necessitam de imediata hospitalização, iniciando-se a terapia antimicrobiana parenteral após a coleta de material (sangue, urina e LCR) para culturas. Ampicilina (para cobrir L. monocytogenes e enterococos) mais ceftriaxona ou cefotaxima é uma medida inicial antimicrobiana eficaz para crianças que parecem doentes sem achados focais. Esse regime é eficaz contra os patógenos bacterianos que geralmente causam sepse, infecções do trato urinário e enterites em lactentes jovens. No entanto, se houver suspeita de meningite devido a anormalidades liquóricas, deve-se administrar vancomicina para tratar possível S. pneumoniae resistente à penicilina, até que os resultados de cultura e testes de sensibilidade a antimicrobianos sejam conhecidos. Muitas instituições acadêmicas têm investigado o manejo ideal dos pacientes de baixo risco nessa faixa etária com febre sem foco (Tabela 170-2). A utilização de testes de diagnóstico viral (enterovírus, vírus respiratórios, rotavírus e herpesvírus) em combinação com os Critérios de Rochester ou critérios semelhantes pode melhorar a capacidade de determinar quais bebês estão em alto risco para infecções bacterianas graves (Tabela 170-2). Lactentes febris em que um vírus foi detectado estão em baixo risco ou não de infecção bacteriana grave. Crianças de 1-3 meses de idade que parecem estar bem podem ser cuidadas de forma segura usando critérios clínicos e laboratoriais de baixo ris-

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Tabela 170-2 CRITÉRIOS DE BAIXO RISCO EM CRIANÇAS DE 1-3 MESES

DE IDADE COM FEBRE CRITÉRIOS DE BOSTON Os bebês são de baixo risco se aparentam estar bem, têm exame físico normal, cuidador acessível por telefone, e os exames laboratoriais são os seguintes: • CBC: <20.000 leucócitos/mm3 • Urina: esterase de leucócitos negativos • LCR: contagem de leucócitos inferior a 10 × 106/L PROTOCOLO DE FILADÉLFIA Os bebês são de baixo risco se aparentam estar bem, têm exame físico normal, e os exames laboratoriais são os seguintes: • CBC: <15.000 WBC/mm3; banda: relação total de neutrófilos <0,2 • Urina: <10 WBC/HPF; nenhuma bactéria na coloração de Gram • LCR: <8 WBC/mm3; nenhuma bactéria no Gram • Radiografia de tórax: sem infiltrado • Fezes: no RBC, poucos ou nenhum WBC DIRETRIZES DE PITTSBURGH Os bebês são de baixo risco se aparentam estar bem, têm exame físico normal, e os exames laboratoriais são os seguintes: • CBC: 5.000-15.000 WBC, contagem absoluta, banda periféricos <1.500/mm3 • Urina (urina tipo I reforçada): 9 WBC/mm3 e nenhuma bactéria no Gram • LCR: 5 WBC/mm3 e coloração de Gram negativa, se sangra, WBC: RBC ≤ 1:500 • Radiografia de tórax: sem infiltrado • Fezes: 5 WBC/HPF com diarreia CRITÉRIOS DE ROCHESTER Os bebês são de baixo risco se aparentam estar bem, têm exame físico normal, e os exames laboratoriais são os seguintes: • CBC: 5.000-15.000 WBC/mm3, contagem absoluta de banda ≤1.500/mm3 • Urina: <10 WBC/HPF em 40× • Fezes: <5 WBC/HPF com diarreia CBC, hemograma completo; LCR, líquido cefalorraquidiano; HPF, campo de alta potência; RBC, células vermelhas do sangue; WBC: glóbulos brancos.

co, como indicado na Tabela 170-2; se progenitores confiáveis estão envolvidos e próximos, o acompanhamento é assegurado. Lactentes de 1-3 meses de idade com febre que apresentam bom estado geral, que apresentavam boa condição de saúde anteriormente, que não apresentam evidências de infecções de pele, ossos, articulações ou ouvidos e que apresentam leucometria global de 5.00015.000 células/L, contagem de bastões <1.500 células/L e exame de urina normal com resultados de cultura negativos (sangue e urina) provavelmente não têm infecção bacteriana grave. O valor preditivo negativo desses critérios (com 95% de confiança) para qualquer infecção bacteriana grave é >98% e >99% para bacteremia. De todas as infecções bacterianas graves, a pielonefrite é a mais comum e pode ser observada em lactentes de aparência geral boa que têm febre, sem foco, ou naqueles aparentemente enfermos. A análise de urina pode ser negativa nos lactentes com menos de dois meses de idade com pielonefrite. Bacteremia está presente em <30% das crianças com pielonefrite. A decisão de obter estudos de LCR na criança que aparenta estar bem, com idade de 1-3 meses, depende da decisão de administrar antibióticos empíricos. Se é planejada observação sem antibióticos, uma punção lombar pode ser adiada. Se a criança se deteriora clinicamente, uma avaliação completa de sepse deve ser realizada, e antibióticos intravenosos devem ser administrados. Se os antibióticos empíricos são iniciados, estudos de LCR devem ser obtidos, de preferência antes da administração de antibióticos.

3-36 Meses de Idade Aproximadamente 30% das crianças febris de três meses a três anos não apresentam sinais de localização da infecção. Infecções virais são a causa da grande maioria das febres na população, mas infecções bacterianas graves ocorrem e são causadas pelos mesmos patógenos listados para pacientes de 1-3 meses de idade, exceto para as infecções adquiridas no período perinatal. S. pneumoniae, N. meningitidis e Salmonella representam a maioria dos casos de bacteremia oculta. Hib era causa importante de bacteremia oculta em crianças antes da imunização universal com vacinas conjugadas Hib e continua comum em países subdesenvolvidos que não implementaram essas vacinas. Fatores de risco indicativos de maior probabilidade de bacteremia oculta incluem temperatura ≥39 °C, leucometria ≥15.000/L e valores elevados na contagem absoluta de neutrófilos, bastões, velocidade de

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898 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas hemossedimentação ou proteína C reativa. A incidência de bacteremia e/ou pneumonia ou pielonefrite entre crianças de 3-36 meses de idade aumenta quando a temperatura (especialmente >40 °C) e a contagem de leucócitos (especialmente >25.000) aumentam. Entretanto, nenhuma combinação entre exames laboratoriais e parâmetros clínicos é completamente precisa em predizer a presença de bacteremia oculta. O status socioeconômico, a raça, o sexo e a idade (dentro da faixa dos 3-36 meses) não parecem afetar o risco de bacteremia oculta. Sem tratamento, a bacteremia oculta devida a pneumococos pode resolver-se espontaneamente sem deixar sequelas, pode persistir ou acarretar infecções localizadas, como meningite, pneumonia, celulite, pericardite, osteomielite ou artrite supurativa. O padrão de sequelas pode estar relacionado tanto a fatores do hospedeiro quanto do microrganismo agressor. Em algumas crianças, a doença bacterêmica oculta pode representar os sinais precoces de grave infecção localizada e não um estado patológico meramente transitório. A bacteremia pelo H. influenzae tipo b está associada a maior risco de infecção localizada grave quando comparada à bacteremia pelo S. pneumoniae. Crianças hospitalizadas com bacteremia pelo H. influenzae tipo b frequentemente desenvolvem infecções focais, como meningite, epiglotite, celulite, pericardite ou infecções osteoarticulares, e a resolução espontânea de bacteremia é rara. Entre todos os pacientes com bacteremia pneumocócica (oculta ou focal) ocorre resolução espontânea em 30-40% dos casos, havendo maior taxa de resolução espontânea entre as crianças que apresentam bom estado geral. Infecções bacterianas importantes em crianças entre 3-36 meses de idade com sinais localizados incluem otite média, sinusite, pneumonia (nem sempre evidentes, sem radiografia de tórax), enterite, infecção do trato urinário, osteomielite e meningite. O tratamento de crianças febris com aparência toxêmica na faixa dos 3-36 meses de idade que não apresentam sinais focais de infecção inclui hospitalização e imediata instituição de terapia antimicrobiana após a obtenção de amostras de sangue, urina e LCR para cultura. Os critérios práticos de consenso publicados em 1993 recomendaram que lactentes de 3-36 meses que apresentem temperatura <39 °C e que não parecem toxêmicos podem ser observados em ambulatório sem a realização de exames laboratoriais ou a administração de agentes antimicrobianos. Para crianças que se apresentam não toxêmicas

com temperatura retal ≥ 39 °C, as opções incluem a obtenção de cultura de sangue e administração de antibioticoterapia empírica (ceftriaxona, dose única de 50 mg/kg, não excedendo 1 g); se a contagem de glóbulos brancos for >15.000/L, obtém-se cultura do sangue e inicia-se terapêutica antibiótica empírica; ou a obtenção de cultura de sangue e a observação em ambulatório sem antibioticoterapia empírica, com retorno para reavaliação no prazo de 24 horas. Uma padronização para as condutas em crianças febris com 3-36 meses que receberam as vacinas conjugadas contra H. influenzae tipo b e S. pneumoniae ainda precisa ser estabelecida, mas já se pode defender uma observação cuidadosa sem administração empírica de terapia de antibióticos. Uma vez completamente vacinadas, as crianças correm risco muito menor de bacteremia oculta e meningite como causa de febre aguda sem sinais de localização, e alguns defendem que os testes laboratoriais necessários nessa faixa etária, quando a temperatura é de >39 °C, são somente exame de urina e cultura de urina para os meninos circuncidados com menos de seis meses de idade, meninos não circuncidados e todas as meninas com menos de 24 meses de idade. Independentemente da opção de conduta (Tabela 170-3) a família deve ser instruída a retornar imediatamente caso a condição da criança piore ou surjam novos sintomas. A terapia antimicrobiana empírica para crianças em bom estado geral, com menos de 36 meses de idade, que não receberam as vacinas conjugadas contra S. pneumoniae e H. influenzae tipo b, que apresentam temperatura retal >39 °C e leucometria global >15.000/L é fortemente recomendada. Se as culturas de sangue são obtidas e S. pneumoniae é isolado do sangue, a criança deve retornar ao médico o mais rapidamente possível após o conhecimento dos resultados da cultura. Se a criança parece bem, está afebril e tem exame físico normal, uma segunda cultura de sangue deve ser obtida, e a criança tratada por 7-10 dias com terapia antimicrobiana oral. Se a criança apresentar-se doente e continuar com febre sem foco identificável de infecção ou se H. influenzae ou N. meningitidis estiver presente na hemocultura inicial, deve-se colher nova amostra de hemocultura da criança, avaliá-la para meningite (incluindo punção lombar) e tratá-la com internação hospitalar e administração de agentes antimicrobianos intravenosos. Se a criança desenvolver infecção localizada, o tratamento deve ser direcionado para os patógenos prováveis.

Tabela 170-3 TRATAMENTO DA FEBRE SEM SINAIS DE LOCALIZAÇÃO GRUPO

Qualquer criança de aparência toxêmica de 0-36 meses de idade e temperatura ≥38 °C Criança <1 mês e temperatura ≥38 °C Criança de 1-3 meses de idade e temperatura ≥38 °C

Criança 3-36 meses e temperatura 38-39 °C Criança de 3-36 meses e temperatura >39 °C

TRATAMENTO

Hospitalizar, culturas amplas, outros testes,* antibióticos parenterais

Hospitalizar, culturas amplas, outros testes,* antibióticos parenterais Processo de duas etapas 1. Determinar o risco com base na história, no exame físico e em estudos laboratoriais. Baixo risco: • História médica sem complicações • Exame físico normal • Estudos de laboratório normais • Urina: esterase de leucócitos negativos, nitrito e <10 WBC/HPF • Sangue periférico: 5.000-15.000 WBC/mm3; <1.500 bandas ou banda: a relação total de neutrófilos <0,2 • Estudos de fezes se há diarreia (sem RBC e <5 WBC/HPF) • Contagem de células LCR (<8 WBC/mm3) e Gram negativos • Radiografia de tórax: sem infiltrado 2. Se a criança cumpre todos os critérios de baixo risco, não administrar antibióticos, assegurar o acompanhamento em 24 horas e acesso a cuidados de emergência se a criança piora. O acompanhamento diário deve ocorrer até que as culturas de sangue, urina e LCR sejam finalizadas. Se qualquer cultura for positiva, a criança retorna para posterior avaliação e tratamento. Se a criança não cumpre todos os critérios de baixo risco, hospitalizar e administrar antibióticos parenterais até que todas as culturas sejam finalizadas e o diagnóstico definitivo determinado e tratado. Garantia de que o diagnóstico é provavelmente uma infecção autolimitada viral, mas aconselha-se voltar se há persistência de febre, temperaturas >39 °C e novos sinais e sintomas Processo de duas etapas: 1. Determinar o estado de imunização 2. Se recebeu vacinas pneumocócica conjugada e H. influenzae tipo b, obter estudos de urina (urina WBC, esterase de leucócitos, nitrito e cultura) para todas as meninas, todos os meninos <6 meses de idade, todos os meninos não circuncidados <2 anos, todas as crianças com infecções do trato urinário recorrentes Se não recebeu as vacinas pneumocócica conjugada e H. influenzae tipo b, gerir de acordo com as Diretrizes de 1993 (Baraff et al. Pediatrics 1993; 92:1-12)

LCR, líquido cefalorraquidiano; HPF, high-powered field (campo de alta potência); RBC, células vermelhas do sangue; WBC, células brancas do sangue. *Outros testes podem incluir radiografia de tórax, estudos de fezes, reação em cadeia da polimerase para herpes simples.

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Capítulo 170 Febre sem Foco ■ 899

Tabela 170-4 RESUMO DAS DEFINIÇÕES E CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DOS QUATRO SUBTIPOS DE FEBRE DE ORIGEM DESCONHECIDA CARACTERÍSTICA

FOI CLÁSSICA

FOI ASSOCIADA A CRECHES

FOI EM IMUNODEFICIENTES

Definição

>38,0 °C, >3 semanas, >2 visitas ou 1 semana em hospital

≥38,0 °C, >1 semana, não presente ou incubando na admissão

≥38,0 °C, >1 semana, culturas negativas após 48h

Localização do paciente Principais causas

Comunidade, clínica ou hospital Câncer, infecções, condições inflamatórias, não diagnosticadas, hipertermia habitual

Hospital de cuidados agudos infecções associadas a centros infantis, complicações pós-operatórias, febre medicamentosa

Hospital ou clínica Maioria devida a infecções, mas causa documentada em apenas 40-60%

Ênfase da história

Viagens, contatos, exposição a animais e insetos, medicamentos, imunizações, história familiar, doença da válvula cardíaca Fundo de olho, artéria temporal, abdome, linfonodos, baço, articulações, pele, unhas, órgãos genitais, reto ou próstata, veias profundas do membro inferior Imagem, biópsias, taxa de sedimentação, testes de pele

Operações e procedimentos, dispositivos, considerações anatômicas, tratamento com drogas Feridas, drenos, dispositivos, seios, urina,

Fase da quimioterapia, medicamentos administrados, drogas imunossupressoras subjacentes Dobras cutâneas, lugares IV, pulmões, área perianal

Imagens, culturas bacterianas

RXT, culturas bacterianas

Observação, gráfico da temperatura ambulatorial, investigações, evitar tratamentos com droga empírica Meses Semanas

Depende da situação

Protocolos de tratamento antimicrobiano

Semanas Dias

Dias Horas

Ênfase do exame

Ênfase de investigação

Tratamento

Curso de tempo da doença Tempo de investigação

FOI RELACIONADA AO HIV

≥38,0 °C, >3 semanas para pacientes ambulatoriais, >1 semana para pacientes internados, infecção pelo HIV confirmada Comunidade, clínica ou hospital HIV (infecção primária), micobactérias típicas e atípicas, CMV, linfomas, toxoplasmose, criptococose, síndrome inflamatória de reconstituição imune (IRIS) Drogas, exposições, fatores de risco, viagens, contatos, estágio de infecção por HIV Boca, seios, pele, linfonodos, olhos, pulmões, região perianal

Sangue e contagem de linfócitos; testes sorológicos; Rx tórax; exame de fezes; biópsias de pulmão, medula óssea e fígado para culturas e testes citológicos; imageamento do cérebro Protocolos de antivirais e antimicrobianos, vacinas, revisão de regimes de tratamento, boa nutrição Semanas a meses Dias a semanas

CMV, citomegalovírus; CXR, radiografia de tórax; FOI, febre de origem indeterminada. Adaptada de Mandell GL, Bennett, JE, R Dolin, editors: Mandell, Douglas, and Bennett's principles and practice of infectious diseases, ed 7, Philadelphia, 2010, Churchill Livingstone/Elsevier, 2010, p 780, Tabela 51-1.

FEBRE DE ORIGEM INDETERMINADA A expressão febre de origem indeterminada (FOI) deve ser reservada para crianças com febre documentada por profissional de saúde e para a qual a causa não pode ser identificada após três semanas de avaliação no ambulatório ou após uma semana de avaliação em hospital (Tabela 170-4).

Etiologia As principais causas de FOI em crianças são infecções e doenças reumatológicas (autoimunes ou do tecido conjuntivo) (Tabela 170-5). Distúrbios neoplásicos devem ser também seriamente considerados, embora a maior parte das crianças com doenças malignas não apresente febre como sinal clínico isolado. Se o paciente estiver recebendo qualquer droga, a possibilidade de febre medicamentosa sempre deve ser considerada. Febre medicamentosa é geralmente sustentada e não associada a outros sintomas. A suspensão da droga está associada à resolução da febre, geralmente dentro de 72 horas. No entanto, certas drogas, como os iodetos, são excretadas por período prolongado, e a febre pode persistir por até um mês após a interrupção da droga. A maioria das febres de origem indeterminada ou não reconhecida resulta de apresentações atípicas de doenças comuns. Em alguns casos, a apresentação de uma FOI é característica da doença, conforme ocorre com a artrite juvenil idiopática, mas o diagnóstico definitivo só pode ser estabelecido após observação prolongada porque inicialmente não existem achados associados nem específicos no exame físico, e todos os resultados de exames laboratoriais são negativos ou normais. Nos Estados Unidos, as doenças infecciosas sistêmicas mais comumente implicadas em crianças com FOI são salmonelose, tuberculose, riquétsia, sífilis, doença de Lyme, doença da arranhadura do gato, apresentações prolongadas atípicas de doenças virais comuns, mononucleose infecciosa, infecção pelo citomegalovírus (CMV), hepatite viral, coccidioidomicose, histoplasmose, malária e toxoplasmose. Causas infecciosas menos comuns de FOI incluem tularemia, brucelose, leptospirose e febre da mordedura do rato. A AIDS isoladamente, em geral, não é responsável por quadros de FOI, embora doenças febris muitas vezes ocorram em pacientes com AIDS em consequência de infecções oportunistas (Tabela 170-4).

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ARJ e lúpus eritematoso sistêmico (LES) são as doenças do tecido conjuntivo associadas mais frequentemente à FOI. Doença intestinal inflamatória, febre reumática e doença de Kawasaki são também comumente relatadas como causas de FOI. Se existir suspeita de febre factícia (inoculação de material piogênico ou manipulação do termômetro pelo paciente ou seus pais), a presença e o padrão da febre devem ser documentados no hospital. A observação contínua e prolongada dos pacientes, a qual pode incluir a vigilância eletrônica ou vídeo, é imperativa. A FOI que dura mais de seis meses é incomum em crianças e sugere granulomatose ou doença autoimune. É necessário proceder à avaliação em intervalos repetidos, incluindo histórico clínico, exame físico, avaliação laboratorial e estudos radiológicos.

Diagnóstico A avaliação da FOI requer histórico clínico e exame físico minuciosos suplementados por poucos exames laboratoriais de triagem, além dos exames radiológicos e laboratoriais indicados pelo histórico ou pelas anormalidades encontradas no exame físico ou na triagem inicial (Fig. 170-5). HISTÓRIA A idade do paciente é um parâmetro útil na avaliação do paciente com FOI. Crianças com mais de seis anos de idade, muitas vezes, apresentam infecção do trato respiratório ou geniturinário, infecção localizada (abscesso, osteomielite), ARJ ou, raramente, leucemia. Pacientes adolescentes apresentam maior probabilidade de ter tuberculose, doença intestinal inflamatória, processos autoimunes ou linfoma, além das causas de FOI encontradas em crianças menores. História de exposição a animais domésticos ou selvagens deve ser pesquisada. Infecções zoonóticas nos Estados Unidos estão aumentando em incidência e são muitas vezes adquiridas de animais de estimação que não estão abertamente doentes. A imunização de cães contra enfermidades específicas, como a leptospirose, é capaz de prevenir a doença canina, mas nem sempre impede o animal de carregar e disseminar leptospiras, que podem ser transmitidas aos contatantes no domicílio. Histórico de ingestão de carne de coelho ou esquilo pode fornecer uma pista para o diagnóstico de tularemia orofaringiana, glandular ou tifoide. Histórico de picada de carrapato ou viagem a áreas infestadas por carrapatos ou parasitas deve ser obtido.

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900 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas

Tabela 170-5 CONSIDERAÇÕES DIAGNÓSTICAS DA FEBRE DE ORIGEM INDETERMINADA EM CRIANÇAS ABCESSOS Abdominais Cerebrais Dentais Hepáticos Pélvicos Perinéfricos Retais Subfrênicos Psoas DOENÇAS BACTERIANAS Actinomicose Bartonella henselae (doença da arranhadura do gato) Brucelose Campylobacter Francisella tularensis (tularemia) Listeria monocytogenes (listeriose) Meningococcemia (crônica) Mycoplasma pneumoniae Febre da mordida de rato (Streptobacillus moniliformis; forma estreptobacilária de febre da mordida de rato) Salmonella Tuberculose Doença de Whipple Yersiniose INFECÇÕES LOCALIZADAS Colangite Endocardite infecciosa Mastoidite Osteomielite Pneumonia Pielonefrite Sinusite Espiroquetas Borrelia burgdorferi (doença de Lyme) Febre recidivante (Borrelia recurrentis) Leptospirose Febre da mordida de rato (Spirillum minus; forma espiralada de febre da mordida de rato) Sífilis DOENÇAS FÚNGICAS Blastomicose (extrapulmonar) Coccidiomicose (disseminada) Histoplasmose (disseminada) Clamídia Linfogranuloma venéreo Psitacose Rickettsia Ehrlichia canis Febre Q Febre maculosa Tifo transmitido por carrapatos VÍRUS Citomegalovírus Vírus da hepatite HIV Mononucleose infecciosa (vírus de Epstein-Barr) DOENÇAS PARASITÁRIAS Amebíase Babesiose Giardíase Malária Toxoplasmose Triquinose Tripanossomíase Larva migrans visceral (Toxocara)

Qualquer histórico de picada deve ser pesquisado. Ingestão de terra é uma pista particularmente importante para a infecção por Toxocara canis (larva migrans visceral) ou Toxoplasma gondii (toxoplasmose). Deve-se pesquisar hábitos dietéticos incomuns e viagens desde o nascimento da criança. Malária, histoplasmose e coccidioidomicose podem ressurgir anos após visitar ou habitar uma área endêmica. É importante identificar as imunizações administradas e as precauções

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DOENÇAS REUMATOLÓGICAS Doença de Behçet Dermatomiosite juvenil Artrite reumatoide juvenil Febre reumática Lúpus eritematoso sistêmico DOENÇAS DE HIPERSENSIBILIDADE Febre medicamentosa Pneumonite por hipersensibilidade Doença do soro Doença de Weber-Christian NEOPLASIAS Mixoma atrial Granuloma de colesterol Doença de Hodgkin Pseudotumor inflamatório Leucemia Linfoma Feocromocitoma Neuroblastoma Tumor de Wilms DOENÇAS GRANULOMATOSAS Doença de Crohn Hepatite granulomatosa Sarcoidose DOENÇAS FAMILIARES E HEREDITÁRIAS Displasia ectodérmica anidrótica Doença de Fabry Disautonomia familiar Febre hiberiana familiar Febre familiar do Mediterrâneo Hipertrigliceridemia Ictiose Crise de células falciformes DIVERSOS Doença de Addison Doença de Castleman Hepatite crônica ativa Neutropenia cíclica Diabetes insipidus (não nefrogênico e nefrogênico) Febre factícia Síndrome hemofagocítica Febre Hipotálamo-central Hiperostose cortical infantil Doença intestinal inflamatória Doença de Kawasaki Doença de Kikuchi-Fujimoto Febre do metal Pancreatite Febres periódicas Intoxicação Embolia pulmonar Tromboflebite Tireotoxicose, tireoidite

adotadas pelos pacientes contra a ingestão de água ou alimentos contaminados durante viagens ao exterior. Rochas, solo e artefatos originários de regiões geograficamente distantes e que foram coletados como lembranças podem servir como vetores de doenças. Um histórico farmacológico deve ser pesquisado com rigor. Ele deve citar informações sobre preparações de venda livre no comércio e agentes tópicos, inclusive colírios, que podem estar associados à febre induzida pela atropina.

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Capítulo 170 Febre sem Foco ■ 901

O histórico genético de um paciente também é importante. Os descendentes dos escoceses Ulster podem apresentar FOI porque têm diabetes insipidus nefrogênico. Disautonomia familiar (síndrome de Riley-Day), um distúrbio no qual a hipertermia é recorrente, é mais comum entre judeus do que entre outros grupos populacionais. Em pacientes descendentes de habitantes do Mediterrâneo, deve-se considerar a possibilidade de febre familiar do Mediterrâneo (FFM). Tanto a FFM como a síndrome de hiperimunoglobulina D são herdadas como distúrbios autossômicos recessivos. A síndrome periódica associada ao receptor do fator de necrose tumoral (TRAPS) e a síndrome de Muckle-Wells são herdadas como traços autossômicos dominantes. EXAME FÍSICO Um exame físico completo é essencial para encontrar pistas físicas para o diagnóstico subjacente (Tabela 170-6). A aparência geral da criança, incluindo a transpiração durante a febre, deve ser observada. A contínua ausência de suor na presença de temperatura corporal elevada ou oscilante sugere desidratação devida a vômitos, diarreia ou diabetes insipidus nefrogênico ou central. A ausência de suor deve sugerir também displasia ectodérmica anidrótica, disautonomia familiar ou exposição à atropina. Um exame oftalmológico cuidadoso é importante. Olhos vermelhos e lacrimejantes podem ser um sinal de doença do tecido conjuntivo, particularmente poliarterite nodosa. Conjuntivite palpebral em paciente febril pode indicar sarampo, infecção por vírus coxsackie, tuberculose, mononucleose infecciosa, linfogranuloma venéreo e doença da arranhadura do gato. Por outro lado, conjuntivite bulbar em criança com FOI sugere doença de Kawasaki ou leptospirose. Hemorragias conjuntivais petequiais sugerem endocardite infecciosa. Uveíte sugere sarcoidose, ARJ, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Kawasaki, doença de Behçet e vasculite. Coriorretinite sugere CMV, toxoplasmose e sífilis. Proptose sugere tumor orbital, tireotoxicose, metástases (neuroblastoma), infecção orbital, granulomatose de Wegener ou pseudotumor. O oftalmoscópio deve ser usado também para examinar anormalidades capilares da prega ungueal que estão associadas a doenças do tecido conjuntivo, como dermatomiosite juvenil e esclerodermia sistêmica. Coloca-se óleo de imersão ou geleia lubrificante sobre a pele adjacente ao leito ungueal, e o padrão capilar é observado com o oftalmoscópio na posição +40. Tabela 170-6 EXEMPLOS DE ACHADOS FÍSICOS SUTIS QUE TÊM

SIGNIFICADO ESPECIAL EM PACIENTES COM FEBRE DE ORIGEM INDETERMINADA LOCAL DO CORPO

ACHADO FÍSICO

Cabeça Artéria temporal Orofaringe

Sensibilidade do seio (sinus) Nódulos, pulsações reduzidas Ulceração

Fundi ou conjuntiva

Dente sensível Tubérculo coroide

Tiroide Coração

Petéquias, pinta de Roth Alargamento, sensibilidade Murmúrio

Abdome

Reto

Genitália

Extremidades inferiores Pele e unhas

Gânglios linfáticos da crista ilíaca alargada, esplenomegalia Flutuação perirretal, sensibilidade Sensibilidade prostática, flutuação Nódulo testicular Nódulo epididimal Sensibilidade de veia profunda Petéquias, hemorragia fragmentada, nódulos subcutâneos, clubbing

DIAGNÓSTICO

Sinusite Arterite temporal Histoplasmose disseminada Abscesso periapical Granulomatose disseminada* Endocardite Tireoidite Endocardite infecciosa ou marântica Linfoma, endocardite, glanulomatose disseminada* Abscesso Abscesso Periarterite nodosa Granulomatose disseminada Trombose ou tromboflebite Vasculite, endocardite

*Inclui tuberculose, histoplasmose, coccidioidomicose, sarcoidose e sífilis. De Mandell GL, Bennett, JE, R Dolin, editors: Mandell, Douglas, and Bennett's principles and practice of infectious diseases, ed 7, Philadelphia, 2010, Churchill Livingstone/Elsevier, 2010, p 785, Tabela 51-8.

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Algumas vezes, a FOI é consequência de disfunção hipotalâmica. Uma indicação desse distúrbio é a incapacidade de constrição pupilar devido à ausência do músculo constritor esfincteriano do olho. Esse músculo desenvolve-se embriologicamente quando a estrutura e a função hipotalâmicas também sofrem diferenciação. A febre resultante da disautonomia familiar pode ser sugerida mediante ausência de lágrimas, ausência de reflexo corneano ou por língua lisa na qual não há papilas fungiformes. Dor à palpação sobre os seios da face ou sobre a arcada dentária superior sugere sinusite. Candidíase oral de repetição pode ser um indicador de vários distúrbios do sistema imunológico. Febres intermitentes são achados comuns em pacientes com infecções pneumocócicas, estreptocócicas, maláricas e por riquétsias. Elas também são comuns em crianças com meningite meningocócica (que geralmente não se apresenta como FOI), mas raramente são encontradas em crianças com meningococcemia. Febres intermitentes são raramente vistas em infecções estafilocócicas ou por Salmonella. Hiperemia de faringe, com ou sem exsudato, sugere mononucleose infecciosa, infecção por CMV, toxoplasmose, salmonelose, tularemia, doença de Kawasaki ou leptospirose. Músculos e ossos devem ser palpados cuidadosamente. A dor em um ponto sobre um osso pode sugerir osteomielite oculta ou invasão da medula óssea por doença neoplásica. Dor sobre o músculo trapézio pode ser uma pista para um abscesso subdiafragmático. Dor muscular generalizada sugere dermatomiosite, triquinose, poliarterite, doença de Kawasaki ou infecção por micoplasma ou arbovírus. O exame retal pode revelar dor ou linfadenopatia perirretal, as quais sugerem abscesso pélvico profundo, adenite ilíaca ou osteomielite pélvica. Deve-se proceder à pesquisa de sangue oculto nas fezes, que, em caso positivo, pode indicar colite granulomatosa ou colite ulcerativa como causa da FOI. Picos de temperatura e calafrios de repetição são comuns em crianças com septicemia (independentemente da causa), particularmente quando em associação com doença renal, hepática ou biliar, endocardite infecciosa, malária, brucelose, febre da mordedura do rato ou coleção purulenta encistada. Deve-se observar o estado geral do paciente e a presença ou ausência de erupções cutâneas. Reflexos tendinosos profundos hiperativos podem sugerir tireotoxicose como causa da FOI. AVALIAÇÃO LABORATORIAL A avaliação laboratorial da criança com FOI e se a avaliação ocorrerá no internamento ou ambulatorial são determinadas caso a caso. Pode ser necessária a hospitalização da criança para a realização de estudos laboratoriais ou radiológicos que não estejam disponíveis ou sejam impraticáveis de se realizar em ambulatório, para observação mais cuidadosa ou para alívio temporário da ansiedade dos pais. O ritmo da avaliação diagnóstica deve ser ajustado ao ritmo de progressão da doença; a celeridade pode ser imperativa em paciente criticamente enfermo; porém, se a doença é mais crônica, a avaliação pode ser feita de maneira sistêmica e em ambulatório. Se não forem encontradas pistas no histórico clínico nem no exame físico do paciente que indiquem infecção específica ou área de suspeita, é improvável que estudos diagnósticos sejam úteis. Nesse cenário comum, vigilância continuada e repetidas reavaliações da criança devem ser empregadas para detectar novas descobertas clínicas. Apesar de a exigência de grande número de testes de diagnóstico em cada criança com FOI, de acordo com uma lista predeterminada, ser desencorajada, certos estudos devem ser considerados na avaliação. Hemograma completo com leucometria diferencial e exame de urina devem fazer parte da avaliação laboratorial inicial. Contagem absoluta de neutrófilos <5.000/L é uma evidência contra infecção bacteriana indolente diferente de febre tifoide. Por outro lado, pacientes com leucócitos polimorfonucleares de >10.000/L ou leucócitos polimorfonucleares não segmentados de >500/L apresentam alta probabilidade de ter infecção bacteriana grave. O exame direto do esfregaço sanguíneo corado pelos métodos de Giemsa ou Wright pode revelar microrganismos causadores de malária, tripanossomíase, babesiose ou febre recorrente. Uma taxa de sedimentação de eritrócitos (VHS) de >30 mm/h indica inflamação e a necessidade de uma avaliação mais aprofundada para doenças infecciosas, autoimunes ou malignas. VHS de >100 mm/h sugere tuberculose, doença de Kawasaki, doença maligna ou doença autoimune. VHS baixa não elimina a possibilidade de infecção ou ARJ. A proteína C reativa é outro reagente de fase aguda que se eleva e retorna ao normal mais rapidamente do que o VHS. Especialistas podem preferir selecionar a opção 1 da 2 porque não há evidência de que medir o VHS e a proteína C reativa no mesmo paciente com FOI seja clinicamente útil.

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902 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas Hemoculturas devem ser obtidas de maneira aeróbica. Hemoculturas anaeróbicas apresentam positividade muito baixa e devem ser obtidas apenas se existirem razões específicas para suspeitar de infecção anaeróbica. Hemoculturas múltiplas ou repetidas podem ser necessárias para a detecção de bacteremia associada a endocardite infecciosa, osteomielite ou abscessos profundos. Bacteremia polimicrobiana sugere infecção autoinduzida factícia ou patologia do trato gastrointestinal (GI). O isolamento de leptospiras, Francisella ou Yersinia pode requerer meios de cultura seletivos ou condições específicas não utilizadas de rotina. Uroculturas devem ser obtidas rotineiramente. O teste cutâneo com tuberculina deve ser realizado mediante injeção intradérmica de cinco unidades de derivado proteico purificado (PPD), que deve ser armazenado em condições refrigeradas adequadas. Exames radiológicos de tórax, seios da face, mastoides ou trato gastrointestinal podem ser indicados por achados específicos no histórico clínico ou no exame físico. O exame radiológico do trato gastrointestinal para doença intestinal inflamatória pode ser útil na avaliação de determinadas crianças com FOI que não apresentam outros sinais ou sintomas de localização. O exame da medula óssea pode revelar leucemia, neoplasia metastática, doenças por micobactérias, fungos ou parasitas e histiocitose, hemofagocitose ou doenças de armazenamento. Se um aspirado de medula óssea for realizado, deve-se solicitar cultura para bactérias, micobactérias e fungos. Testes sorológicos podem auxiliar no diagnóstico de mononucleose infecciosa, infecção por CMV, toxoplasmose, salmonelose, tularemia, brucelose, leptospirose, doença da arranhadura do gato, doença de Lyme, riquetsioses e, em alguns casos, ARJ. O médico deve estar ciente de que a confiabilidade, a sensibilidade e a especificidade desses testes variam; por exemplo, testes sorológicos para a doença de Lyme fora dos laboratórios de referência têm sido geralmente pouco confiáveis. Exames de medicina nuclear (radionuclídeos) podem ser úteis na detecção de abscessos abdominais e osteomielite, especialmente se o foco não pode ser localizado em determinado membro ou quando se suspeita de doença multifocal. Citrato de gálio (67Ga) localiza tecidos inflamatórios (leucócitos) associados a tumores ou abcessos. 99mTc fosfato é útil na detecção de osteomielite antes de radiografias simples demonstrarem lesões ósseas. Granulócitos marcados com índio (111In) ou IgG iodado pode ser útil na detecção localizada de processos piogênicos. A tomografia com 18F-fluorodesoxiglicose por emissão de pósitrons (PET-FDG) é uma modalidade de imagem útil em adultos com FOI e pode contribuir para o diagnóstico final em 30-60% dos pacientes. Ecocardiogramas são capazes de demonstrar a presença de vegetações nos folhetos das válvulas cardíacas, sugerindo endocardite infecciosa. A ultrassonografia pode identificar abscessos intra-abdominais no fígado, no espaço subfrênico, na pelve ou no baço. Ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC) (ambas com contraste) de todo o corpo permitem a detecção de neoplasias e coleções de material purulento sem a utilização de exploração cirúrgica ou radioisótopos. TC e RM são úteis na identificação de lesões de cabeça, pescoço, tórax, espaços retroperitoneais, fígado, baço, linfonodos intra-abdominais e intratorácicos, rins, pelve e mediastino. A aspiração e a biópsia de lesões suspeitas, orientadas por TC ou ultrassom, têm reduzido a necessidade de laparotomias ou toracotomias exploradoras. A RM é particularmente útil para a detecção de osteomielite quando se suspeita da doença em determinado membro. Os métodos de diagnóstico por imagem podem ser muito úteis na confirmação ou na avaliação de suspeita diagnóstica, mas raramente levam a uma causa não suspeitada e, no caso da tomografia computadorizada, a criança é exposta a grande quantidade de radiação. A biópsia, algumas vezes, é útil no estabelecimento do diagnóstico de FOI. Broncoscopia, laparoscopia, mediastinoscopia e endoscopia do trato gastrointestinal podem proporcionar visualização direta e material para biópsia quando estão presentes manifestações específicas de determinado órgão. Ao empregar qualquer um dos testes mais invasivos, o risco/benefício para o paciente deve ser sempre levado em consideração antes de se prosseguir.

Tratamento O tratamento final da FOI é adaptado para o diagnóstico subjacente. Em crianças, febre e infecção não são sinônimos; agentes antimicrobianos não devem ser utilizados como antipiréticos e, de maneira geral, deve-se evitar tentativas empíricas de medicação. Uma exceção pode ser o tratamento antituberculoso em crianças criticamente enfermas

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com suspeita de tuberculose disseminada. Tentativas empíricas de outros agentes antimicrobianos podem ser perigosas e obscurecer o diagnóstico de endocardite infecciosa, meningite, infecção parameníngea ou osteomielite. Após completa avaliação, antipiréticos podem ser indicados para controlar a febre e para alívio sintomático.

Prognóstico Crianças com FOI apresentam melhor prognóstico do que os adultos. O desfecho em uma criança depende do processo patológico primário, o qual é geralmente a apresentação atípica de uma doença comum da infância. Em muitos casos, nenhum diagnóstico consegue ser estabelecido, e a febre desaparece espontaneamente. Em até 25% dos casos nos quais a febre persiste, sua causa permanece incerta, mesmo após extensa avaliação. BIBLIOGRAFIA Disponível no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Capítulo 171

Infecções em Indivíduos Imunocomprometidos Marian G. Michaels e Michael Green Infecções e doenças desenvolvem-se quando o sistema imunológico do hospedeiro é insuficiente para protegê-lo adequadamente contra os potenciais patógenos. Em pessoas com sistema imunológico intacto, a infecção ocorre no contexto de inocência para o micróbio e ausência de imunidade específica preexistente contra o micróbio, ou quando barreiras protetoras do corpo, como a pele, são violadas. As crianças sadias são aptas a enfrentar a maioria dos agentes infecciosos com um arsenal imunológico capaz de evitar doenças significativas. Uma vez estabelecida a infecção, várias respostas imunológicas são postas em ação para controlar a doença e prevenir o seu reaparecimento. Por outro lado, as crianças imunocomprometidas podem não ter a mesma capacidade. Dependendo do nível e do tipo de defeito no sistema imunológico, a criança afetada pode não ser capaz de conter o patógeno nem de desenvolver uma resposta imunológica apropriada para prevenir sua recorrência (Cap. 116). Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Infecções Associadas a Imunodeficiências Primárias 171.1

Marian G. Michaels e Michael Green A identificação e o reconhecimento das imunodeficiências primárias só ocorreram quando o campo da biologia genética e molecular se expandiu rapidamente. Os mais de 120 genes que foram identificados explicaram mais de 150 imunodeficiências primárias diferentes. Esta seção destaca os problemas de doenças infecciosas associadas às principais formas de deficiência. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Infecções Associadas a Imunodeficiências Adquiridas 171.2

Marian G. Michaels e Michael Green As imunodeficiências podem ser adquiridas secundariamente como resultado de infecções ou em consequência de distúrbios subjacentes, como neoplasias malignas, fibrose cística, diabetes mellitus, doença falciforme ou desnutrição. Os medicamentos imunossupressores usados para prevenir a rejeição após transplante de órgãos ou a doença do enxerto versus hospedeiro (DEVH) após transplante de medula óssea (Cap. 131), ou para tratar neoplasias malignas também deixam o hospedeiro vulnerável

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Capítulo 174 Staphylococcus ■ 903

a infecções. Da mesma maneira, os medicamentos usados para controlar doença vascular de colágeno ou outras doenças autoimunes podem estar associados a aumento no risco de desenvolvimento de infecção. Qualquer processo que rompa as barreiras normais da mucosa e da pele (p. ex., queimaduras, cirurgia, cateteres) pode levar a aumento no risco de infecção. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

Prevenção da Infecção em Indivíduos Imunocomprometidos 171.3

Marian G. Michaels e Michael Green As infecções não podem ser totalmente evitadas em crianças com defeitos em um ou mais setores de seu sistema imunológico, embora algumas medidas possam diminuir os riscos de infecção. A reposição de imunoglobulina traz benefício para crianças com deficiências de células B primárias. Interferon-, sulfametoxazol-trimetoprim e agentes antifúngicos orais reduzem o número de infecções em crianças com doença granulomatosa crônica. Crianças com depressão da imunidade celular devido a doenças primárias, com infecção pelo HIV avançada ou crianças que tomam medicamentos imunossupressores beneficiam-se da profilaxia contra o P. jiroveci. Imunizações evitam muitas infecções e são particularmente importantes para crianças com sistema imunológico comprometido. Quando possível, as imunizações

Seção 3

Princípios de Terapia Antibacteriana Mark R. Schleiss A terapia antibacteriana em lactentes e crianças apresenta muitos desafios. Um problema aterrorizante é a escassez de dados pediátricos em relação à farmacocinética e dosagens ideais; recomendações pediátricas são, portanto (infelizmente), extrapoladas a partir de estudos em adultos. Um segundo desafio é a necessidade de consideração pelo clínico das diferenças importantes que existem entre os vários grupos etários com relação às espécies patogênicas responsáveis pelas infecções bacterianas pediátricas. A dosagem do antibiótico apropriada para a idade e a toxi-

Infecção Associada a Dispositivos Médicos Patricia M. Flynn Apesar do avanço terapêutico e da praticidade da maioria dos dispositivos usados em pacientes pediátricos, as complicações infecciosas são problemáticas. A patogênese das infecções relacionadas a dispositivos não é totalmente conhecida, porém muitos fatores são importantes, incluindo a suscetibilidade do hospedeiro, a composição do dispositivo, a capacidade de aderência do micro-organismo ao dispositivo em si ou ao biofilme que rapidamente se forma nele, e fatores ambientais que incluem a técnica de inserção e a manutenção do dispositivo. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

cidade também devem ser consideradas, levando-se em conta o estado de desenvolvimento e a fisiologia dos lactentes e das crianças. Finalmente, o estilo do uso de antibióticos tem algumas diferenças importantes em comparação ao uso em pacientes adultos. A antibioticoterapia específica é idealmente feita através do diagnóstico microbiológico, realizado com o isolamento do micro-organismo patogênico em um sítio estéril do corpo, com o suporte de testes de suscetibilidade aos antimicrobianos. Em função das dificuldades inerentes que podem surgir na coleta de amostras de pacientes pediátricos, e em função do maior risco de infecção bacteriana grave em lactentes jovens, grande parte da prática pediátrica com doenças infecciosas é fundamentada em diagnóstico clínico com uso empírico de agentes antibacterianos antes de, ou mesmo sem, eventual identificação do patógeno específico. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

INFECÇÕES POR BACTÉRIAS GRAM-POSITIVAS

Capítulo 174

Staphylococcus James K. Todd Os estafilococos são bactérias resistentes, aeróbias e Gram-positivas, que crescem aos pares e em conglomerados e estão presentes por toda parte como flora normal de humanos sobre fômites e na poeira. São resistentes ao calor e à secagem e podem ser recuperados de ambientes não biológicos semanas a meses após a contaminação. As cepas são classificadas como Staphylococcus aureus quando coagulase-positivas ou, então, como uma das muitas espécies de estafilococos coagulase-negativos (p. ex., S. epidermidis, S. saprophyticus, S. haemolyticus etc.). Frequentemente, o S. aureus produz um pigmento amarelo ou laranja e -hemólise em ágar sangue e o S. epidermidis, um pigmento branco com produção variável de hemólise; no entanto, a confirmação definitiva das espécies requer testes adicionais. O S. aureus tem muitos fatores de virulência associados

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Capítulo 172

ANTIBIOTICOTERAPIA

Capítulo 173

Seção 4

devem ser administradas antes de qualquer tratamento que possa comprometer o sistema imunológico da criança. Este capítulo está disponível na íntegra no site Expert CONSULT em www.elsevier.com.br/expertconsult.

a várias doenças graves, enquanto os estafilococos coagulase-negativos tendem a ser menos patogênicos, a não ser que um corpo estranho implantado (p. ex., cateter intravascular) esteja presente. A resistência antimicrobiana emergente tornou-se importante, especialmente em relação aos antibióticos -lactâmicos e, menos frequentemente, à vancomicina.

174.1

Staphylococcus aureus

James K. Todd O S. aureus é a causa mais comum de infecção piogênica da pele e tecidos moles, causando impetigo, furúnculo, celulite, abscesso, linfadenite, paroníquia, onfalite e infecção de feridas. A bacteremia (primária e secundária) é comum e pode estar associada com, ou resultar em, osteomielite, artrite supurativa, abscessos profundos, pneumonia, empiema, endocardite, piomiosite, pericardite e, raramente, meningite. Doenças mediadas por toxinas, incluindo intoxicação alimentar, escarlatina, síndrome da pele escaldada e síndrome do choque tóxico (SCT) são causadas por certos tipos de cepas do S. aureus. A resistência à meticilina é um problema global.

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904 ■ Parte XVII Doenças Infecciosas

ETIOLOGIA A doença pode ser decorrente de invasão tecidual ou de lesão causada por várias toxinas e enzimas produzidas pelos microrganismos. As cepas de S. aureus podem ser identificadas pelos fatores de virulência que produzem e classificadas por várias técnicas moleculares. A aderência do S. aureus às células das mucosas é mediada pelo ácido teicoico da parede celular; a exposição a sítios da submucosa ou subcutâneos aumenta a aderência ao fibrinogênio, fibronectina, colágeno e outras proteínas. As diferentes cepas de S. aureus produzem muitos fatores de virulência diferentes que têm um ou mais de quatro papéis diferentes: protegem o microrganismo das defesas do hospedeiro, localizam a infecção, causam dano ao tecido local e agem como toxinas afetando sítios teciduais não infectados. A maioria das cepas de S. aureus possui fatores que protegem o microrganismo das defesas do hospedeiro. Muitos estafilococos produzem uma cápsula de polissacarídeos frouxa, ou camada viscosa, que pode interferir na opsonofagocitose. A produção de coagulase e/ou fator de aglutinação diferencia o S. aureus do S. epidermidis e de outros estafilococos coagulase-negativos. O fator de aglutinação interage com o fibrinogênio para formar grandes aglomerados de microrganismos que interferem na efetividade da fagocitose. A coagulase causa a coagulação do plasma interagindo com o fibrinogênio, o que pode ter um papel importante na localização da infecção (formação de abscesso). A proteína A está presente na maioria das cepas de S. aureus, mas não nos estafilococos coagulase-negativos, e reage especificamente com as imunoglobulinas G1 (IgG1), IgG2 e IgG4. Está localizada na camada mais externa da bactéria e pode absorver imunoglobulinas séricas, dificultando a atuação dos anticorpos antibacterianos como opsoninas e inibindo, assim, a fagocitose. Outras enzimas produzidas pelos estafilococos incluem a catalase (que inativa o peróxido de hidrogênio, promovendo a sobrevida intracelular), a penicilinase ou -lactamase (inativa a penicilina a nível molecular) e a lipase (associada à infecção de pele). Muitas cepas de S. aureus produzem substâncias que causam destruição tecidual local. Numerosas hemolisinas imunologicamente distintas que atuam sobre as membranas celulares e causam necrose tecidual foram identificadas (-toxina, -hemolisina, -hemolisina). A leucocidina de Panton-Valentine (LPV), produzida por muitas cepas atuais de S. aureus e associada à doença invasiva da pele, combina-se com os fosfolipídios da membrana da célula fagocítica, provocando aumento da permeabilidade, extravasamento de proteínas e morte eventual da célula. Muitas cepas do S. aureus liberam uma ou mais exotoxinas. As exfoliatinas A e B são duas proteínas sorologicamente distintas que produzem complicações dermatológicas localizadas (p. ex., impetigo bolhoso) ou generalizadas (síndrome da pele escaldada, escarlatina estafilocócica) (Cap. 651). As exfoliatinas produzem a separação da pele por ruptura dos desmossomas e alteração da matriz intracelular no estrato granuloso. Uma ou mais enterotoxinas estafilocócicas (tipos A, B, C1, C2, D, E) são elaboradas por muitas cepas de S. aureus. A ingestão de enterotoxinas pré-formadas A ou B está associada à intoxicação alimentar, resultando em vômitos e diarreia e, em alguns casos, hipotensão profunda. Aos 10 anos de idade, todos os indivíduos têm imunidade contra pelo menos uma enterotoxina. A toxina da síndrome do choque tóxico-1 (TSCT-1) é associada à síndrome do choque tóxico (SCT) relacionada com menstruação e infecção estafilocócica focal. A TSCT-1 é um superantígeno que induz a formação de interleucina-1 e de fator de necrose tumoral, resultando em hipotensão, febre e envolvimento multissistêmico. A enterotoxina A e a B também podem estar associadas à SCT não menstrual.

com diferentes pacientes diminui a disseminação dos estafilococos de paciente para paciente. A disseminação através de fômite é rara. A doença invasiva pode se seguir à colonização. O uso de antimicrobiano ao qual o S. aureus seja resistente favorece a colonização e o desenvolvimento de infecção. Outros fatores que aumentam a probabilidade de infecção incluem ferimentos, doença de pele, derivação ventriculoperitonial, cateterismo intravenoso ou intratecal, tratamento com corticosteroides, desnutrição e azotemia. As infecções virais do trato respiratório, especialmente vírus influenza, podem predispor à infecção bacteriana secundária pelo estafilococos.

PATOGÊNESE O desenvolvimento da doença estafilocócica está relacionado à resistência do hospedeiro e à virulência do microrganismo (Fig. 174-1). A pele e as membranas mucosas intactas servem como barreiras contra a invasão pelos estafilococos. Defeitos nas barreiras mucocutâneas produzidos por traumatismos, cirurgias, materiais estranhos ao organismo (suturas, shunts, cateteres intravasculares) e queimad