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2009/2011 -REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MORADIA NOS FOROS DA MISERICÓRDIA -VENDAS NOVAS


2009/2011 -REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MORADIA NOS FOROS DA MISERICÓRDIA -VENDAS NOVAS


2009/2011 -REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MORADIA NOS FOROS DA MISERICÓRDIA -VENDAS NOVAS Trata-se de uma intervenção que recupera quase integralmente a moradia existente (demolindo apenas a parede a nascente), ampliando-a. O conceito da proposta surgiu da necessidade de unificação do espaço aproveitando a estrutura existente para a composição do desenho, e na vontade de manter o máximo da construção existente, criando o mínimo de impactes na envolvente, não aumentando a área de solo impermeabilizada. Procurámos criar uma im agem de leveza, conseguida através da criação de duas

consolas que se

estendem para Norte e Nascente, elevando-se sobre o talude inferior, reduzindo a ocupação do solo e consequentemente a superfície impermeabilizada. A eficiência energética

é assegurada pela

franca

iluminação natural em todos os espaços e pelo conforto térmico obtido através de um conjunto de estratégias

de

arquitectura

solar

passiva,

recorrendo a sistemas de aquecim ento apenas nos picos de frio, pela racionalização do consumo de água, pelo aproveitamento da água da chuva para rega

e

lavagens, e

pelo recurso

a

energias

renováveis para AQS e climatização. A classe energética obtida é classe A+.


2009/2011 -REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MORADIA NOS FOROS DA MISERICÓRDIA -VENDAS NOVAS No Verão a existência de espaços de sombra cria ambientes frescos, através da utilização de pátios, gelosias de madeira, vãos profundos e reentrâncias garantem simultaneamente o sombreamento e o arejamento, garantindo um controlo térmico interior. A associação destes elementos arquitectónicos, com a presença da água e vegetação, gera correntes de convexão do ar, que sustentam a formação de microclimas

através

da

própria

formalização

intencional da arquitectura. No Inverno, a vegetação de folha caduca e a orientação de envidraçados a Sul, Este e Oeste, permite a incidência directa dos raios solares nos envidraçados, captando e potenciando directamente o calor do Sol para o interior. Este esquema associa as variações diurnas e anuais, com esquemas de ventilação,

captação

estrategicamente

solar

colocada.

e Estes

vegetação recursos

arquitectónicos passivos conferem legitimidade e sentido

às

formas

e ambientes, associando

o

conforto estético ao ambiental, numa estratégia intencional de fomento da consciência ecológica.


2009/2011 -REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MORADIA NOS FOROS DA MISERICÓRDIA -VENDAS NOVAS


2009/2011 -REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MORADIA NOS FOROS DA MISERICÓRDIA -VENDAS NOVAS

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2011 -REMODELAÇ ÃO E AMPLIAÇÃO D E MORADIA NA AFEITEIRA – VENDAS NOVAS


2011 -REMODELAÇ ÃO E AMPLIAÇÃO D E MORADIA NA AFEITEIRA – VENDAS NOVAS


2011 -REMODELAÇ ÃO E AMPLIAÇÃO D E MORADIA NA AFEITEIRA – VENDAS NOVAS Remodelação

e

Ampliação

de

uma

moradia

localizada numa quinta. A premissa que serviu de base ao desenvolvim ento da proposta foi manter o máximo da moradia existente e reorganizar o seu interior de modo a dar resposta às expectativas dos

seus

proprietários.

integralmente

a

moradia

Manteve-se existente

quase

(demolindo

apenas algumas divisórias interiores), e cria-se um novo volume que se articula com o existente, e que se expande até à zona da piscina também existente. Partimos

de

uma

matriz

que

reconhece

os

principais valores energéticos e geométricos do lugar (clima, orientação solar, ventos dominantes e topografia),

e

reinterpreta

tradicionais

da

construção

alguns

elementos

mediterrânica, para

projectar um edifício bioclimático, cuja clareza formal

e

funcional

permite

a

adaptação

às

diversas funções que a moradia deve alojar. Reforça-se o isolamento da moradia existente, e organiza-se o seu interior em função das novas necessidades.


2011 -REMODELAÇ ÃO E AMPLIAÇÃO D E MORADIA NA AFEITEIRA – VENDAS NOVAS Para criar um espaço aberto e iluminado, e para dar aos habitantes a sensação de viver em íntima relação com a vegetação, a casa orienta-se para o interior do lote, e todos os espaços da casa têm relação directa com o exterior. O Hall de acesso articula ambos os volumes, e propicia abertura visual para a paisagem a Sul e poente.


2009/2012 - MORADIA UNIFAMILIAR EM MONTEMOR-O-NOVO (em construção)


2009/2012 - MORADIA UNIFAMILIAR EM MONTEMOR-O-NOVO (em construção) O terreno de características rurais, quase plano na zona mais elevada, e declive acentuado na periferia, com uma localização privilegiada que propicia uma vista deslumbrante sobre a cidade de Montemor-o-Novo, foi o ponto de partida do projecto. A moradia surgiu da procura da melhor exposição solar e vistas mais favoráveis. Surge-nos assim uma casa que se abre para o exterior, e que vive intensamente essa relação. Propomos a criação de três volumes que se adoçam ao terreno, articulando-se com a paisagem, integrando-se no terreno, de forma a fundir-se com o mesmo. Para isso contribuem as paredes com revestimento em alvenaria de xisto, que pela sua textura e variação cromática parecem pertencer ao local. O programa organiza-se em 3 volumes, que se baseiam numa geometria simples, onde o interior e o exterior se fundem. A sul localizam-se as zonas sociais. As salas de estar e refeições localizam-se no volume com orientação sul/norte, e as zonas de apoio: cozinha, despensa e instalação sanitária localizam-se no volume perpendicular ao da sala. Orientado a nascente, desenvolve-se o volume mais reservado, onde se localiza o escritório, quatro quartos e respectivas instalações sanitárias.


2009/2012 - MORADIA UNIFAMILIAR EM MONTEMOR-O-NOVO (em construção)


2007/2008 – Remodelação de Fachada Principal e Arranjos Exteriores do Instituto Geográfico Português - Lisboa A intervenção surgiu da necessidade requalificar a fachada principal do Instituto Geográfico Português, que se encontrava inacabada e exposta aos agentes atmosféricos, de forma a evitar a degradação da estrutura. De acordo com o solicitado, e por uma questão de restrição orçamental, manteve-se integralmente a estrutura de betão existente. O Edifício do Instituto Geográfico Português é um edifício centenário que já albergou diversas funções, e que sempre teve a capacidade de se adaptar às necessidades. No entanto, uma intervenção pouco cuidada do início dos anos 90 destruiu parte de um dos corpos, para criar uma estrutura moderna em betão, que ficou inacabada. Perante um contexto tão delicado, havia necessidade de devolver a dignidade ao edifício, no entanto tínhamos como restrição a obrigatoriedade de manter a estrutura existente e um orçamento reduzido, que obrigava a deixar inacabada a requalificação dos espaços interiores. Propusemos a criação de uma pele que permitiu reciclar e proteger a volumetria construída, protegendo-a dos agentes atmosféricos, conferindo-lhe dignidade e permitindo ao mesmo tempo a ventilação dos espaços interiores.


2007/2008 – Remodelação de Fachada Principal e Arranjos Exteriores do Instituto Geográfico Português - Lisboa Procurámos, desta forma, compatibilizar a estrutura existente com um revestimento que se integre e valorize o património edificado e a envolvente urbana, de modo a contribuir para o equilíbrio do conjunto, estabelecendo um diálogo contemporâneo com o edifício construído. Foi necessário criar uma estrutura autoportante para a criação das paredes exteriores, pois as lajes existentes encontram-se desfasadas, não permitindo a construção de paredes contínuas. Assim, optámos pela criação de uma estrutura em perfis de aço galvanizado leve que foi suspensa na laje e viga superior e fixada a todas as lajes, de forma a constituir um perfeito travamento da mesma, libertando o piso de entrada para a criação de amplos envidraçados. A escolha do sistema estrutural teve que ver sobretudo com a sua leveza, flexibilidade e rapidez de execução.

A resistência e ao mesmo tempo flexibilidade do Aço Leve Galvanizado, permitem suspender toda a estrutura das paredes exteriores, sem sobrecarregar a estrutura existente. Optámos por sistemas construtivos essencialmente secos, e por materiais naturais e recicláveis: madeira, OSB (constituído por fibras de madeira orientadas), painéis de gesso armado (constituídos por gesso e papel reciclado), reduzindo assim a contaminação do meio ambiente e as emissões de CO2.


2007/2008 – Remodelação de Fachada Principal e Arranjos Exteriores do Instituto Geográfico Português - Lisboa


2007/2008 – Remodelação de Fachada Principal e Arranjos Exteriores do Instituto Geográfico Português - Lisboa

Fachada Existente antes da Intervenção


2007/2008 – Remodelação de Fachada Principal e Arranjos Exteriores do Instituto Geográfico Português - Lisboa


2007/2008 – Remodelação de Fachada Principal e Arranjos Exteriores do Instituto Geográfico Português - Lisboa

A requalificação dos espaços exteriores, assegura a continuidade da intervenção, criando uma im agem de continuidade no seu tratamento. A utilização de material vegetal nesta área é de especial importância por ser um elemento fundamental para o conforto visual e higrotérmico.


2004/2005 – Remodelação de Cafetaria e Refeitório do Instituto Geográfico Português - Lisboa A intervenção surgiu da necessidade requalificar e ampliar o refeitório existente, conferindo-lhe nova organização espacial de modo a torná-lo mais confortável e funcional. Propõe-se a ampliação do espaço ocupando parte de uma sala de arrumos, e cria-se uma esplanada no pátio, que se encontra subaproveitado. Tentou-se, tanto quanto possível, reaproveitar o existente, tanto a nível de revestimentos como de equipamento. Mantiveram-se os pavimentos existentes, tendo sido reparados e acrescentados na zona ampliada, e reutilizaram-se os equipamentos existentes A organização espacial nasce de um sistema geométrico simples, de fácil leitura, que dá lugar a diferentes ocupações. Surgem assim espaços interiores e exteriores directamente relacionados, que sugerem

uma

relação

de

complementaridade,

criando

diversos

ambientes. Esta continuidade entre interior/ exterior permite ampliar visualmente o espaço interior.


2004/2005 – Remodelação de Cafetaria e Refeitório do Instituto Geográfico Português - Lisboa

A distribuição funcional foi consequência da necessária diferenciação entre zonas e da localização da cozinha e acessos que não podia ser alterada.


2004/2005 – Remodelação de Cafetaria e Refeitório do Instituto Geográfico Português - Lisboa


Ec portfolio 2012  

Porfolio de Elsa Caeiro, Arquitecta

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