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EDIÇÃO 65

Setembro / Outubro de 2011

Não se pode mudar aquilo que interiormente não se aceitou. (C. G. Jung)

A adoção é um encontro entre pais que querem ter filhos e filhos que precisam de pais.

“O significado da cruz do Cristo” pág. 3

“Conselhos para viver bem 120 anos” pág. 6

“O Filme dos espíritos” pág. 7


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Horácio Ramasine

“ÀS VOLTAS COM A ORAÇÃO” Segundo o grande Dr. Alexis Carrel: “A Oração é sempre seguida dum resultado, desde que seja feita em condições convenientes. “Nunca homem algum orou sem aprender alguma coisa”, escreveu Ralph Waldo Emerson. No entanto, o orar é considerado pelos homens modernos como um hábito que caiu em desuso, uma vã superstição ou um resto de barbarismo. Por isso, ignoramos quase completamente os seus efeitos. Quais são, de fato, as causas dessa ignorância? Em primeiro lugar, a raridade da oração… …O sentido do sagrado está prestes a desaparecer entre os civilizados, sendo provável que o número dos franceses que oram não vá além de 4 ou 5 por cento da população. Depois, a oração é muitas vezes estéril, visto que a maior parte daqueles que oram são egoístas, mentirosos, orgulhosos e fariseus incapazes de fé e de amor… …Por último, os seus efeitos, quando se chegam a produzir, escapam-nos muitas vezes. A resposta aos nossos pedidos e ao nosso amor é dada usualmente por uma forma lenta, insensível e quase inaudível. A débil voz que murmura essa resposta no mais íntimo de nós é facilmente abafada pelos ruídos do mundo, e os próprios resultados materiais da oração são obscuros, pois se confundem geralmente com outros fenômenos… …Poucas pessoas, mesmo entre os padres, tem tido ocasião de os observar por uma forma precisa; os próprios médicos, por falta de interesse, deixam muitas vezes sem estudo certos casos que se encontram ao seu alcance…” Pois é! Nada como um cientista para nos chamar às falas para esta importante “auto-ajuda de 1º grau”. Vivemos os momentos em que, como escrito simbolicamente no Apocalypse, 20, “Satanás (os espíritos satanizados, sem chifres ou rabos) que estiveram “presos” (sem reencarnarem) por mil anos, convinha que fossem soltos, mas por pouco tempo! Isto quer dizer que estão entre nós, ligados a nós e até, dormindo sob nossos tetos, muita vez ao nosso lado! Por isso, a oração é, agora, mandatória e profilática e, a despeito do vozeirão do Cid Moreira que gravou várias, basta a nossa voz e o nosso coração. A rigor, nem de palavras rebuscadas ou da perfeita concordância nominal ou verbal, mas da sinceridade autêntica e silenciosa do nosso coração! Falemos com Deus em secreto, em nosso quarto, louvando, pedindo e agradecendo. As respostas à nossa prece então virão. Oxalá saibamos compreendê-las!

LIVRARIA DO GEID Adquira livros espíritas e espiritualistas por um bom preço; são variados títulos e autores. A Marca da Besta – Editora Casa dos Espíritos R$ 49,00 Simplesmente Hercílio - Editora Conhecimento R$ 30,00 Diferenças não são Defeitos – Editora Dufaux R$ 40,00 Evangelho Segundo o Espiritismo, (Nova Tradução) Editora FEB – R$ 14,00 Livro dos Espíritos, O - Editora FEB – R$ 14,00 Nosso Lar - A Vida no Mundo Espiritual - Editora FEB – R$ 25,00 Entre a Terra e o Céu - Editora FEB – R$ 25,00 Espiritismo e Ecologia - Editora FEB – R$ 25,00 Estudando a Mediunidade - Editora FEB – R$ 17,00 Estudando o Evangelho - Editora FEB – R$ 16,00 Evolução em Dois Mundos - Editora FEB – R$ 20,00 Impermanência e Imortalidade - Editora FEB R$ 25,00

LANÇAMENTO

E que assim seja!

Editorial “ENTREGA-TE A DEUS” Joanna de Angelis psicografado por Divaldo Franco Editora InterVidas

IR E ENSINAR “Portanto, ide e ensinai . . . “ Jesus. (Mateus, 28:19) Estudando a recomendação do Senhor aos discípulos – ide e ensinai -, é justo não olvidar que Jesus veio e ensinou. Veio da Altura Celestial e ensinou o caminho de elevação aos que jaziam atolados na sombra terrestre. Poderia o Cristo haver mandado a lição por emissários fiéis . . . poderia ter falado brilhantemente, esclarecendo como fazer . . . Preferiu, contudo, para ensinar com segurança e proveito, vir aos homens e viver com eles, para mostrar-lhes como viver no rumo da perfeição . . . Para isso, antes de tudo, fez-se humilde e simples na Manjedoura, honrou o trabalho e o estudo no lar e, em plena atividade pública, foi o irmão providencial de todos, amparando a cada um, conforme as suas necessidades. Com indiscutível acerto, Jesus é chamado o Divino Mestre. Não porque possuísse uma cátedra de ouro . . . Não porque simplesmente exaltasse a palavra correta e irrepreensível . . . Não porque subisse ao trono da superioridade cultural, ditando obrigações para os ouvintes . . . Mas sim porque alçou o próprio coração ao amor fraterno e, ensinando, converteu-se em benfeitor de quantos lhe recolhiam os sublimes ensinamentos. Falou-nos do Eterno Pai e revelou-nos, com o seu sacrifício, a justa maneira de buscá-Lo. Se te propões, desse modo, cooperar com o Evangelho, recorda que não basta falar, aconselhar e informar. “Ide e ensinai”, na palavra do Cristo, quer dizer “ide e exemplificai para que os outros aprendam como é preciso fazer”.

Saber é para sempre. Crer é Transitório. A beleza da escrita e a profundidade do conhecimento de alguém que ilumina a humanidade há séculos. Eis o que se encontra nesta obra da venerável Joanna de Ângelis, psicografada pelo excepcional orador, médium, autor e educador Divaldo Franco. Perguntas eternas, problemas atuais, desafios vindouros são abordados e elucidados com mestria, demonstrando a direção segura que conduz à iluminação interior. A ética de Jesus e a sua moral, o amor, a caridade, a verdade, a alegria, a simplicidade...a depressão, a morte, a agressividade, a intolerância, o egoísmo, o poder, o fanatismo...as conquistas da ciência e da tecnologia, o conforto e o prazer...Tudo isso e muito mais em 30 capítulos, acompanhados por mais de 470 notas explicativas e índice geral com mais de 860 entradas. Compreenda como ir além da crença, da transitoridade, para encontrar a sabedoria, a eternidade. O caminho está posto, a vida está a clamar: Entrega-te a Deus!

Livor Fonte Viva – Tema 116.

“ELO DA CORRENTE”: uma publicação do GEID - Grupo Espírita Irmão Demétrius Redação: Praia Congonhas do Campo, nº151 - Ilha do Governador - Rio de Janeiro CEP: 21910-410 -tel: (21) 3396-0374 - fax (21) 2467-6993

E-mail - elo@geid.org.br

Presidente: Horácio Ramasine Jornalista Responsável: Adriana Parreira DRT: 22.341/93 Redação: Adriana Parreira / Caio Ramasine Colaboradores: Horácio Ramasine / Pedro Cóssio Classificados e Distribuição: Patricia Oliveira e Ronaldo Côco Diagramação: João Maria Gomes Periodicidade: Bimestral – Tiragem 3000 mil exemplares Impressão: Folha Dirigida

Site: www.geid.org.br


3 A SUBIDA

MENSAGENS DA ESPIRITUALIDADE

A CRUZ DO CRISTO E A NOSSA CRUZ Antes da técnica importante, hoje, quero lhes falar fundamentalmente da Cruz do Cristo. A Cruz do Cristo, símbolo antigo, símbolo usado por diversas culturas, bem antes da chegada do Amantíssimo Yoshua (Jesus) entre nós, já preconizava e simbolizava a redenção que era assim percebida. A cruz usada pelo Cristo tem seu primeiro momento revelador quando Ele sensibilizou por todos os homens, o símbolo da expiação mesclado de redenção! Caracterizava-se aí, um símbolo máximo que temos tido dificuldades de compreender. Por isso, aos médiuns especificamente antes da técnica solicitada, necessária aos trabalhos espirituais, quero trazer uma figura simbólica que possa ser dirimida, decodificada pela retórica filosófica do Cristianismo verdadeiro: Quero falar-lhes da Cruz do Cristo como a única ponte para a redenção. A cruz disposta verticalmente, apontando o Céu onde lá estava pregado pelos homens o corpo do Cristo vivo, significa uma ponte para os estágios superiores da vida – o Céu verdadeiro. Quando esta cruz, após o último suspiro do corpo do Cristo, desceu e foi colocada na posição horizontal, permaneceu ainda, simbolicamente, uma grande ponte silenciosamente ensinada pelo Cristo por todo o tempo que esteve entre nós, agora apontando com sua extremidade como uma seta direcionada aos destinatários e aos respectivos destinos. Para os fracos a cruz é a fortaleza que protege; Para os fortes, a cruz é a ponte para a humildade que redime; Para os mentirosos a cruz é o símbolo que aponta e indica a verdade; Para os fracos a cruz é ponte para a proteção e o fortalecimento; Para os justos a cruz aponta o serviço da caridade extremada; para os doentes a cruz é a libertação, a remissão e a cura definitiva; e, para os déspotas e perseguidores da cruz é a grande oportunidade da remissão e o indicador maior do perdão possível! Para nós que sofremos, o nosso sofrimento é a nossa própria cruz que depura, restabelece, restaura e enobrece, porque possibilita a superação da doença corpórea, sujeitando-a apenas ao círculo fisiológico celular e separando-a definitivamente da luz do espírito. A cruz é assim o símbolo maior de todo aquele que se propõe a mediunidade. Ela é a cruz que serve de ponte para a melhor técnica, para a melhor vibração, para o melhor exercício mediúnico porque sendo assumida como cruz que pertence ao médium que trabalha, pode fazê-lo reconhecer que seguirá em frente com sua ponte a despeito da sua dor, apesar de seu sofrimento. A nossa humanidade ainda vive o egoísmo, os petitórios ainda se mantém em torno dos nossos próprios umbigos e ainda não sabemos preocuparmo-nos mais com o outro do que conosco. Assim a Cruz é a nossa salvação, traduzindo-se essa Cruz pelas dores que estão acontecendo e ainda virão, pelos sofrimentos inesperados que chegarão, pelas patologias inesperadas que chegarão, ainda assim a Cruz é pessoal, ninguém pode retirá-la, ninguém pode usurpá-la, porque é exatamente a Cruz, símbolo e ponte da eternidade dos espíritos que não pode ser subtraída. A Cruz é ainda o símbolo da presença de Deus no homem, porque pela sua Cruz supera sua própria dor. Enquanto eu não souber das necessidades que tenho de expurgar por dores e sofrimento os meus erros, ou seja, enquanto eu não assumir as minhas responsabilidades, enquanto eu não continuar trabalhando pelos que sofrem, através da minha mediunidade, esquecendo-me de mim, apenas seguirei pensando no peso da Cruz que carrego e não no tamanho da caridade que posso praticar. Não nos é dado ainda abrirmos mão de nossas cruzes individuais, porque são elas as pontes que nos levarão ao outro lado do vale da dor e nos fará superar os precipícios do sofrimento e as reencarnações expiatórias e probatórias às quais nos temos mantido atrelados, perdidos e sufocados. Procurem esquecer seus próprios problemas, procurem lembrar os problemas dos demais que os procuram. Procurem honrar a sagrada oportunidade que é concedida pela corrente de trabalhadores desta Casa para que sejam dignos de serem tidos e havidos como médiuns. Jesus, o médium do Cristo, não dispensou e não dividiu a sua cruz com nenhum de nós. Ele a carregou só, ele a envergou só, e ao envergá-la Ele apontou o único caminho através do qual nos livraremos um dia, com efeito, de nossas próprias cruzes. Pouco nos adianta a técnica da mediunidade, ou a melhor psicofonia, a pictografia soberba, pouco nos adianta a psicografia elevada, o manuseio dos plexos umerais com presteza, se antes não honrosamente empunharmos nossas cruzes. Ao chegarmos ao nosso trabalho não intentemos deixar de lado as nossas cruzes, as nossas pontes, elas serão as únicas libertadoras da nossa alma, são indivisíveis e intransferíveis. A técnica vem depois da liberdade. A liberdade anímica, consciencial, espiritual e moral vem depois da cruz. Elas nos chegarão após ultrapassarmos os abismos que criamos para as nossas vidas – as nossas cruzes. Antes da técnica atentem para as suas cruzes, não tentando dividi-las com outrem. O Pai é sábio! Não erra com os endereços, conhece os destinatários, reconhece os seus trabalhos e construções, sabe da construção de suas próprias cruzes. Pensem sobre isso, reflitam sobre isso. É por isso que ainda hoje, inconscientemente muitos há que carregam seus crucifixos minúsculos sobre o peito, por sobre o coração, vibrando sobre o timo, a nos lembrar de nossas próprias cruzes, de nossas próprias necessidades de superação. Não se envergonhem de suas cruzes, não as depreciem não as mal digam, não as blasfemem pois elas são os símbolos redivivos de travessias do mal para bem, da doença para a saúde, da prisão para a liberdade, da Terra para o Céu. Atentem para estas palavras. Que a cruz do Cristo que já se impõe luminosa sobre a testa de cada um daqueles que aceitam o Cristo e seu Evangelho possa lembrar-lhes do dever, da direção e do mapa do caminho do meio, do caminho perfeito do Tao Te Ching, que nos irá redimir. Transmito-lhes nossos abraços, nós que fazemos parte dos instrutores da nossa escola de médiuns, por isso abraço a todos em nome de todos os que nos ajudam a fazer este trabalho. Que a sublime luz do Divino Jesus acenda a Cruz da remissão no âmago da alma de cada um de vocês. Nós os amamos.

Disse-nos o Senhor: - “Quando quiser encontrar-me Tome a sua cruz e siga-me onde eu for...”“. E um homem que o seguiu, sem queixa e sem alarme, Observou que o lenho o constrangia... Caminhou, mas não mais na antiga estrada. A cruz era pesada Na marcha, dia-a-dia... Perdeu de vista a risonha paisagem, Na qual usufruíra o amor de sua gente... Precisava escalar rude montanha na viagem E se reconhecia, a sós, agarrando-se à frente. Embora a cruz lhe desse chagas e cicatrizes, Conseguia falar, fraternalmente, Reconfortando os tristes e infelizes... Levantava os caídos, Doava nova força aos fracos e aos doentes. Consolava os leprosos esquecidos, Regenerava os delinquentes... Em muitos trechos da subida, Tratavam-no por louco e davam-lhe pedradas... Depriam-lhe a vida... Quanto insulto e suplício nas estradas!... No entanto, ele subia... Trazia o Cristo em luz na própria mente. Não tinha acessos de melancolia E sim uma alegria diferente... Mas chorava, por vezes, de cansaço, Refazia-se, vendo o Azul do Imenso Espaço E ouvindo a voz do Céu na voz dos passarinhos... Alcançando, porém, o cimo da montanha Notava-lhe os pés rasgados e sangrentos, E o corpo lacerado De atrozes sofrimentos... Mesmo assim, agradeceu ao Cristo Amado A viagem temível... Para atingir o topo de alto nível... Chegando ali, porém, vê, com assombro e atenção, Que a Terra já não tem com ele ou sobre ele O poder de atração... Sentia-se envolvido em súbita leveza, Respirando, feliz, a paz da natureza... Reconhece que o tronco vertical do grande lenho, E que os braços da cruz Eram asas de luz... Tentou andar, mas, sem querer, Na alegria sublime que o invade, O homem que seguira os passos do Senhor, Planou além, no Além, buscando a Imensidade Inflamado de amor. MARIA DOLORES

Carlos Torres Pastorino Mensagem psicofônica recebida por Horácio Ramasine em reunião realizada em 29/07/2011 Livro “DÁDIVAS DE AMOR” EDITORA FEB Psicografado por Francisco Cândido Xavier

Escola Jaya de Yoga Saúde física, mental e emocional. Ambos os sexos, adultos, crianças, 3ª idade e gestantes. Práticas diárias, manhã, tarde e noite.

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4 COMO PROCEDER 1. Procure o Juizado da Infância e da Juventude mais próximo de sua casa para entrar no Cadastro Nacional de Adoção (se preferir, você pode contratar um advogado de Família de sua confiança, especializado em processos de adoção). Ligue antes para saber quais documentos levar – eles variam entre os juizados. Pessoas solteiras, divorciadas e judicialmente separadas também podem adotar, desde que sejam maiores de 18 anos (artigo 1618 do Código Civil) e pelo menos 16 anos mais velho que o adotado (art. 1.619) . A Justiça ainda não prevê adoção por casais homossexuais, mas é cada vez mais comum pais do mesmo sexo conseguirem registrar a criança no nome dos dois após decisões judiciais. 2. No cadastro, indique o perfil da criança que deseja. Você pode escolher o sexo, a idade (no caso de crianças maiores de 3 anos, é chamada de adoção tardia), o tipo físico e as condições de saúde. Pense com calma e converse com outros pais para saber o que é bacana e o que não é em cada escolha.

ADOÇÃO Perguntas e respostas 1. O que é adoção? É uma forma admitida pela lei de uma pessoa assumir como filho uma criança ou adolescente nascida de outra. A adoção só pode se dar por meio dos Juizados da Infância e da Juventude. Garante ao filho adotivo os mesmos direitos dos filhos biológicos, inclusive de herança. A adoção é irrevogável, ou seja, concedida pelo Juiz, não pode ser tornada sem efeito. 2. Todas as crianças e adolescentes que se encontram nos abrigos podem ser adotadas? Não, muitos deles ali permanecem em caráter provisório, sendo procurados e visitados por pais e parentes. São adotáveis aqueles cujos pais renunciaram à guarda dos filhos (desarmonia familiar, falta de recursos financeiros, falta de apoio e dificuldades para criar laços afetivos), os órfãos e os abandonados efetivamente, o que é verificado pelo Ministério Público e objeto de processo de perda do pátrio poder, hoje, poder familiar. 3. Quem pode adotar? Os solteiros, viúvos, separados judicialmente, divorciados e casados, maiores de 18 anos, que sejam 16 anos mais velhos que os adotados. Um cônjuge ou companheiro pode adotar o filho do outro. 4. É possível registrar como filho uma criança nascida de outra pessoa? Não. Essa conduta é ilegal, constitui crime, previsto no Código Penal e, descoberta, provocará o cancelamento do registro. O que se deve proceder é a adoção, por meio dos Juizados, com o que não haverá risco de perder a criança / adolescente nem mesmo para os pais biológicos. 5. Filhos adotivos dão mais problemas que filhos biológicos? Não. Estudos e pesquisas mostram que os problemas de famílias adotivas e biológicas são os mesmos. O certo é que a paternidade / maternidade exige uma preparação, uma doação verdadeira, e toda a criança / adolescente que é criada em ambiente saudável, com afeto, aceitação, segurança, educação, respeito e compreensão, tem condições de tornar-se um adulto equilibrado e feliz, seja ele biológico ou adotivo. 6. A criança / adolescente deve saber que é adotada? Sim e quem deve lhes revelar essa condição são os próprios pais, de forma natural e verdadeira, o mais cedo possível. É um direito seu conhecer a história de sua vida, a revelação irá gerar confiança nos pais adotivos e trará mais segurança em relação à adoção.

3. Entregues os documentos uma psicóloga do juizado agendará uma entrevista para conhecer seu estilo de vida, renda financeira e estado emocional. Ela também pode achar necessário que uma assistente social visite sua casa para avaliar se a moradia está em condições de receber uma criança. Teoricamente, o poder aquisitivo influencia, mas não é decisório. 4. A partir das informações no seu cadastro e do laudo final da psicóloga, o juiz dará seu parecer. Isso pode demorar mais ou menos, dependendo do juizado. Com sua ficha aprovada, você ganhará o Certificado de Habilitação para Adotar, válido por dois anos em território nacional. 5. Sua ficha pode não ser aprovada. O motivo pode ser desde a renda financeira até um estilo de vida incompatível com a criação de uma criança. Se isso acontecer, procure saber as razões. Você poderá fazer as mudanças necessárias ou até mesmo recorrer à Justiça e começar o processo novamente. 6. Com o certificado, você entrará automaticamente na fila de adoção nacional e aguardará até aparecer uma criança com o perfil desejado. 7. A espera pela criança varia conforme o perfil escolhido. Meninas recém-nascidas, loiras, com olhos azuis e saúde perfeita, a maioria dos pedidos, podem demorar até cinco anos. A lei não proíbe, mas alguns juízes são contra a separação de irmãos e podem lhe dar a opção de adotar a família toda. E não esqueça: a adoção depende do consentimento dos pais ou dos representantes legais de quem se deseja adotar, além da concordância deste, se tiver mais de 12 anos. A exceção fica para o caso de criança ou adolescentes cujos pais sejam desconhecidos, falecidos ou tenham sido destituídos do poder familiar (o antigo pátrio poder). 8. Você é chamado para conhecer uma criança. Se quiser, inicia-se o estágio de convivência. Quando o relacionamento corre bem, o responsável recebe a guarda provisória, que pode se estender por um ano. No caso dos menores de 2 anos, você terá a guarda definitiva. Crianças maiores passam antes por um estágio de convivência, uma espécie de adaptação, por tempo determinado pelo juiz e avaliado pela assistente social. 9. Depois de dar a guarda definitiva, o juizado emitirá uma nova certidão de nascimento para a criança, já com o sobrenome da nova família. Você poderá trocar também o primeiro nome dela. As relações de parentesco se estabelecem não só entre o adotante e o adotado, como também entre aquele e os descendentes deste e entre o adotado e todos os parentes do adotante. 10. E, por fim, lembre-se do mais importante: o vínculo de amor não depende da genética. Revista Crescer Editora Abril

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5 ADOÇÃO À LUZ DO ESPIRITISMO O espiritismo é muito claro quanto à questão da adoção de filhos: é um ato de amor incondicional. "O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito" (Evangelho Segundo o Espiritismo - Kardec, A.) Somos todos adotados pois que ninguém é propriedade de ninguém. Nosso filho de hoje poderá ser nosso pai amanhã, assim estabelece a lei da Reencarnação. Um dos medos mais comuns das famílias adotantes é de que o filho adotivo venha a se tornar um marginalizado pois que já teve a rejeição materna e pode ser revoltado, e então, um marginal. Esse raciocínio se opera, primeiro devido ao preconceito de atribuir à criança uma herança de má índole, segundo porque se desconhece a Lei da Reencarnação. Ora, um filho biológico pode ser um espírito que reencarnou para resgate naquela família, causando-lhe muitos problemas; ao passo que, o filho adotivo, poderá ser um espírito afim, que vem para trazer felicidade. Ou vice-versa. Desta forma, ter um filho adotivo ou biológico sempre será para a família um meio de ressarcir débitos pretéritos, direta ou indiretamente, e sejam esses débitos dela (família) ou dele (filho). Jamais teremos nossas consciências em paz, enquanto houver as injustiças sociais, os preconceitos, as negações afetivas; adotar um filho, um amigo, um pai, uma mãe devem ser tarefas diárias para quem quer conquistar a sua própria evolução espiritual. Mas a adoção deve ser de coração, pois esse é laço indestrutível, permanente. "Nossos filhos não são nossos filhos, são antes, irmãos. Os corpos que têm são filhos dos nossos corpos, nada mais. Os chamados filhos adotivos são os filhos do coração, estão unidos à nos por indestrutíveis laços espirituais. Somos todos filhos uns dos outros." Marlene Nobre Lições de sabedoria

Depoimento “Obrigada, Obrigada, Muito Obrigada! Só poderia iniciar desse jeito, muito feliz, agradecida e emocionada por falar de uma historinha muito feliz... QUE este ano de 2011 foi oficialmente concretizada! Onde uma moça sem condições de criar uma bebezinha, a abandona aos 3 meses de idade muito doente e fraquinha, e uma mulher de um lindo coração com uma família espetacular,decide chamar essa bebezinha de filha! Aprendi com essa minha mãezinha querida que adoção e doação é a mesma coisa; significam um amor incondicional; e que ela já me dizia que a primeira me gerou na barriga e ela me gerou em seu coração. À minha mãe biológica, só tenho a agradecer por ter me "colocado" no caminho de Dona Nicinha, minha mãezinha que hoje, como diria minha filha, virou uma estrelinha e nos olha lá do céu. Agradeço a Deus, por esta linda oportunidade pois este gesto de amor salvou a minha vida...!” Danubia Capucho, médium do GEID

ADOÇÃO E HOMOSSEXUALIDADE Nesses tempos da nossa sociedade, está em voga uma questão muito séria, muito delicada, que é a adoção de crianças por casais gays, por casais homossexuais, homens ou mulheres. Dessa forma, surgem as discussões sociais quase sempre vazias, quase sempre despropositadas, porque o amor, ensinam-nos os Bons Espíritos, o amor não tem sexo. O amor é o amor. Como é que poderemos imaginar que será melhor para uma criança ser criada na rua, ao relento, submetida a todo o tipo de execração a ser criada, nutrida, abençoada por um lar de um casal homossexual? Muita gente assevera que a criança corre riscos. Mas como, se estamos acompanhando as crianças correndo riscos nas casas dos seus pais heterossexuais? Outros afirmam que a criança criada com homossexuais poderá adotar a mesma postura, a mesma orientação sexual, o que também é falso. A massa de homossexuais do mundo advém de lares heterossexuais. Então teríamos que concluir que são os heterossexuais que formam homossexuais. Logo, não temos que entrar nessa discussão, que é apenas tola e preconceituosa. Aquele que tenha amor para dar que o dê e, dessa maneira, estaremos colaborando com Deus na obra da Criação. Não importa qual seja nossa orientação sexual, importa qual seja a orientação do nosso sentimento, do nosso amor, do nosso coração. Há tantos casais hetero, duros, frios, indiferentes. Ninguém se preocupe com isso. Na medida em que as leis o permitam, adotem as crianças. Na medida que o coração o peça, adotem as crianças e que sejamos todos muito felizes. Raul Teixeira

A REALIDADE BRASILEIRA “Na realidade brasileira existem milhares de crianças e adolescentes em instituições de abrigos, sem o amparo familiar tão essenciais a sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. Por quanto tempo assistiremos a distância o crescimento destas crianças sem o apoio fundamental de uma família? Trabalhar para garantir-lhes o direito a convivência familiar e comunitária conforme o ECA preconiza e transformar a realidade propondo a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. É preciso caminhar além de nossos sonhos buscando encontrar aqueles que nos esperam. A única forma de fazer isto com dignidade e lutando para que em nossa sociedade nenhuma criança deixe de sonhar em ter uma família a fim de poder exercer o seu direito de ser tão somente, Criança. Maria Fabiana Toledo Bittencourt Psicóloga da ONG Quintal da Casa de Ana

HOMENAGEM AO 30º ANIVERSÁRIO DE DESENCARNAÇÃO DE HUBERTO ROHDEN O HOMEM REALMENTE ESPIRITUAL É bem assim o homem realmente espiritual: Não é um homem pacatamente virtuoso, uma alma dogmaticamente mansa e domesticada para encampar docilmente as crenças tradicionais. O homem integralmente espiritual é um intrépido aventureiro dos mundos ignotos, um genial sonhador do infinito, uma alma empolgada pela dinâmica inquietude metafísica dos insatisfeitos, dos insaciáveis, dos descontentes com o que “todos” sabem e fascinado pelo que todos ignoram... O homem espiritual, surdo aos barulhos da turba-multa dos profanos e às teses dos catedráticos, escuta intensamente vozes do grande silêncio que principia além de todos os ruídos estéreis. E o que esse silêncio anônimo lhe sugere é mais sedutor do que tudo o quanto os discursos e os sermões dos sabidos e afamados possam lhe dizer. Do livro Cosmorama Editora Martin Claret

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CONSELHOS PARA VIVER BEM 120 ANOS A vida é uma sucessão de desafios e, os desafios, de per si, são um motivo a mais para a viver e desfrutar. Mas, a vida é também bela e está cheia de pormenores, tornando-a merecedora desse desfrute: tanto o sorriso de uma criança, o olhar de uma mulher (ou de um homem, no caso da mulher), contemplar uma flor ou cheirar seu aroma, a mão que nos segura quando vamos cair no chão, aquele que se comove sinceramente com nossa mágoa, o desfrute de um livro ou uma obra de arte, quanto a satisfação pelo trabalho bem realizado. Eles todos, fazem parte da vida cotidiana e fazem com que a vida seja um dom incalculável do qual todos devemos desfrutar e desejar que perdure. Os cientistas tem feito as contas e julgam que o ser humano poderá viver de 120 a 140 anos. Outros mais otimistas ou ousados alongam mais essas cifras. Todavia, a expectativa de vida atingida até à data foi de 80 a 81 anos, no Japão. Além disso, poucas pessoas ultrapassaram 110 anos, sendo comprovado por meio de documentos. Enxergamos os adultos e constatamos que quando já tem uma dada idade apresentam insuficiências, deficiências e doenças que reduzem em pouca ou boa medida o desfrute da vida, chegando às vezes a ser sofrimento, dor e desespero para eles e os familiares. Para evitar moléstias e sofrimentos (provocados ou agravados em geral pelos erros cometidos no processo que chamamos de civilização da humanidade), sugerem-se a cada dia métodos e ações que, apesar do entusiasmo e da esperança que despertam, até o momento não conseguiram o objetivo e depois de um tempo, caem no esquecimento. Nós temos a certeza de que os avanços constantes da ciência e da técnica contribuirão cada vez mais para a consecução do objetivo: longevidade satisfatória. É fundamental contribuir para estes avanços de maneira decisiva, a fim de atingir este propósito. 1- O cérebro controla o corpo todo. Se você tem um objetivo e dá a ordem ao seu corpo e acredita firmemente nisso, consegue. Todos os médicos sabem que, quando um paciente quer sarar, consegue com sucesso. Ao contrário, quando um paciente, embora sofra uma doença leve, não quer enfrentá-la, complica-se e até morre. Se um atleta participa de uma competição pensando em vencer, com certeza conseguirá bons resultados. E se pensa no contrário, os resultados serão péssimos. Se a gente pensar e tiver a certeza de que viverá bem muitos anos, conseguirá possivelmente. Aquele que pensar que quando fizer 40, 50 ou 60 anos, estará mal, envelhecerá prontamente a partir do dia seguinte desses aniversários. E qual a diferença entre o dia anterior a esses aniversários e o dia posterior a eles? Portanto, o primeiro objetivo é querer viver bem 120 anos. 2- O homem é um animal de hábitos. É uma afirmação indiscutível e que se comprova facilmente. A pessoa que toma banho a cada dia, quando não o faz, sente-se mal ou “esquisita”. Se a gente bebe o café com açúcar, quando não a põe, não gosta dele. Quantos de nós temos que ir de manhã a outro lugar, quando reparamos que estamos indo para o trabalho, que é aonde vamos todos os dias, nessa hora? O hábito fez com que fizéssemos o mesmo percurso. Tudo isso demonstra-nos que, se quisermos, poderemos mudar de um hábito prejudicial para outro bom para a saúde, por exemplo, comer vegetais frescos não cozidos. 3- Atitude positiva perante a vida. Nós todos sabemos que o pessimismo deprime todos os mecanismos defensivos do homem. Ao contrário do que acontece com o otimismo, que aumenta as defesas. Não faz falta comentar o quanto importante é isso para a vida e para enfrentar com sucesso todas as atividades. 4- Órgão que não se exercita, atrofia. Este princípio é valido para todos os órgãos, aparelhos e sistemas do organismo. É necessário exercitar todo o corpo, desde o cérebro até os músculos, para o manter são e ativo.

5- Qualquer excesso é prejudicial. Praticar exercício muscular em excesso é mau, porém, pouco exercício muscular é também mau. Pouco uso do cérebro conduz à diminuição de sua capacidade (usamos normalmente 20%), e quando é usado e exercitado habitualmente, desenvolve-se. 6- Há elementos prejudiciais para a longevidade satisfatória. Durante o desenvolvimento do ser humano, tem-se vindo inserindo elementos que são prejudiciais para a longevidade, por exemplo, o consumo de charutos, emprego de ingredientes aos alimentos, a aplicação de substâncias químicas para conseguir maiores produções de alimentos, sem ter em consideração as mudanças na qualidade e o efeito deletério a curto ou longo prazo. Outro exemplo é a diminuição da capacidade de fertilização dos espermatozóides nalgumas regiões do mundo. 7- O organismo humano (o aparelho mais perfeito) é capaz de compensar excessos esporádicos. Vamos pôr apenas um exemplo: A carne de porco, e ainda mais a gordura de porco, é prejudicial para o organismo, se é consumida habitualmente, mas se é comida uma vez por mês, o organismo é capaz de neutralizar os efeitos negativos. 8- Aproveitar as ações que realizamos todos os dias, modificando-as para que resultem em benefício do desfrute da vida. Como referimos atrás, a “civilização” introduziu um conjunto de hábitos, por exemplo, usamos o automóvel para nos deslocarmos, ainda que a distância seja curta. Se temos que subir quatro ou cinco andares, usamos o elevador e não a escada. Depois do almoço ou jantar, ficamos sentados a dialogar, a fumar, beber conhaque, embora haja um belo jardim ao redor com aves, pelo qual podemos dar os 300 passos aconselhados pelos gregos, depois da refeição. 9- Não se autolimite, nem permitia que o limitem. O costume fez com que, com o decurso dos anos, a gente se imponha restrições. Nossos familiares e os que nos cercam, contribuem também para nos imporem restrições, às vezes, por carinho ao tentarem nos proteger. Na verdade, à medida que temos mais idade, ganhamos maturidade e é bom que os excessos prejudiciais na juventude sejam eliminados. Mas no caso dos exercícios, devemos continuar a praticá-los, mesmo que tenhamos 50 ou 60 anos. Acontece o mesmo com a alimentação. Há pessoas que, quando completam uma dada idade, deixam de comer determinados alimentos ou não comem na alta noite. O que não se deve comer ou comer de vez em quando, é válido para todas as idades. Vale tanto para qualquer atividade. Se você sempre calçou os sapatos, agora não deve permitir que outra pessoa, por carinho, o faça. Não se autolimite e ainda menos permita que outros o limitem. Até o momento, tudo o que se tem feito para uma longevidade satisfatória tem sido ações parciais como: enxergar quais as deficiências que se vêm apresentando freqüentemente depois dos 60 anos e o quê fazer para demorar seu aparecimento ou aliviá-las. Para conseguir resultados ótimos é necessário realizar uma ação integral durante o desenvolvimento da vida. Em resumo, acho que o homem poderia viver 120 anos com uma vida útil e satisfatória se traçar pessoalmente essa meta e adotar as medidas necessárias e se forem aproveitados os avanços da ciência e da técnica. Como é sabido, o homem é capaz de fazer coisas ainda mais difíceis que pôr de parte maus hábitos. Só basta termos esse objetivo. Isso é o fundamental: vivermos satisfatoriamente uma vida longa para compartilhar com nossos semelhantes como seres sociais e desfrutar das belezas existentes. Vivendo bem cada ano, conseguiremos viver satisfatoriamente muitos anos. Lutando nós todos, juntos, resgataremos o esplendor perdido de nosso planeta, estabelecendo o equilíbrio entre homem feliz e meio ambiente sadio. PROF. DR. EUGENIO SELMAN Presidente da Associação Médica do Caribe (Ameca) e liderou o Comitê Organizador do Primeiro Congresso Internacional Longevidade Satisfatória.

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7 ALGUNS ASPECTOS DO CÂNCER SEGUNDO RAMATÍS “Se o simples fato de assumirmos bons propósitos e realizarmos numa só existência fosse suficiente para extinguir a carga deletéria fluídica armazenada durante séculos ou milênios no perispírito, é evidente que, além de uma visível incongruência na pedagogia sideral, as responsabilidades mais graves seriam resgatadas facilmente através de qualquer atitude pacifica interesseira para isso se conseguir. Mas o fato é que os próprios espíritos, em geral, preparam-se no Espaço para cumprir as suas expurgações mais severas quando encarnados e livrarem-se mais cedo da carga maligna que ainda lhes pesa na veste perispiritual. Aqueles que mais se exercitam para isso, no Além, atravessam a vida física exercendo severa vigilância sobre os seus atos, evitando qualquer probabilidade de nova perturbação psíquica e atentos à voz oculta dos seus mentores desencarnados. Alguns espíritos, quando encarnados, pressentem a aproximação de suas provas cancerígenas, e desde cedo desencantam-se das ilusões da vida material, haurindo forças na meditação e renunciando deliberadamente aos bens e ao conforto materiais. Transformam-se assim em criaturas serviçais e estóicas, procriando e atendendo com ânimo à sua prole consangüínea, enquanto as mais heróicas ainda chegam a criar os filhos alheios. Vivem cristamente e se tornam utilíssimas à coletividade, efetuando o máximo aproveitamento de todos os minutos disponíveis da existência e revelando grande capacidade de resistência moral. A moléstia as encontra preparadas para o cumprimento cármico, e às vezes não escondem a conformação espiritual de que estão sendo purificados. Daí justificar-se o fato de existirem seres santificados pela sua heróica maneira de viver e que, embora tendo semeado bênçãos e auxilio ao próximo, desencarnam sob as dores atrozes do câncer, como que desmentindo a bondade de Deus e a convicção de que o Bem compensa! O miasma cancerígeno que pesa na vestimenta do perispírito ao ser expurgado, sempre provoca lesões proverbiais do câncer, quer isto aconteça com um ser rebelde à sua prova cármica, quer com uma criatura decidida, útil e boa, que resolveu extinguir o seu residual mórbido. O certo é que, enquanto o espírito rebelde, durante o seu expurgo obrigatório, continua a produzir nova carga enfermiça para sofrer futuras expurgações dolorosas, a alma conformada efetua sua drenação tóxica exercitando-se sob a bondade, o afeto, a humildade, a renúncia e o amor ao próximo, evitando contrair de novo o mesmo débito que lhe produziu tão grande sofrimento. O menor resíduo tóxico astral que ainda existe no perispírito deve ser expurgado para a carne, e por esse motivo alguns seres muitíssimo elevados, ainda podem possuir remanescentes de toxicose psíquica. Há casos, também, em que a alma santificada, e que já dispõe de bons créditos junto à contabilidade divina, também se sacrifica voluntariamente para aliviar parte das dores dos seus pupilos, assim como o fez Jesus para salvar a humanidade terrena. E também o caso do grande e admirável santo da India, Sri Ramana Maharshi que, rodeado dos seus mais ardentes discípulos, que estavam ansiosos para encontrar o “caminho direto” da Consciência Cósmica, apiedou-se de suas angústias humanas e ocultamente participou-lhes do fardo cármico, atraindo para si parte da toxicidade perispiritual que eles possuíam, para mais tarde desencarnar de atroz tumor cancerígeno, que lhe devorava o braço e lhe exauria as forças orgânicas, mas sem o menor queixume ou protesto contra a sua dor!”

MENSAGEM FINAL A nossa mensagem se endereça a toda criatura viva, principalmente aos enfermos e cancerosos, fazendoos ver a necessidade urgente de compreenderem que a saúde verdadeira é patrimônio indiscutível do espírito equilibrado. Há 2500 anos, os gregos já esposavam o conceito de que “alma sã em corpo são” era a solução ideal para a felicidade da vida humana, porquanto na alma se encontra realmente a origem da saúde e da enfermidade. Sem desmerecermos o valioso e abençoado esforço médico, frisamos, no entanto, que o êxito completo da saúde humana há de ser concretizado quando o médico, além de prescrever os medicamentos da farmacologia terrena, preceituar o cumprimento integral dos postulados do Cristo! E muito justo e bastante louvável o trabalho de pesquisas, experimentações e técnicas modernas no campo cirúrgico; o domínio das energias terapêuticas dinamizadas pela eletricidade e o progresso químico, destinados à cura do corpo físico e ao socorro do homem, para não tombar prematuramente na sua romagem terrena. Mas a sanidade humana definitiva há de se efetivar tanto mais cedo quanto o medico conjugar os seus esforços terapêuticos em favor da alma enfermiça! O principal escopo de nossas considerações é lembrar-vos que a riqueza terminológica dos conceitos da patologia do mundo, a eficiência do aparelhamento médico moderno, a multiplicação de hospitais, clínicas, sanatórios ou indústrias farmacêuticas, não são suficientes para eliminar do mundo o conteúdo mórbido que ainda afeta o organismo perispiritual da humanidade terrícola, cada vez mais enferma! O espírito que atualmente desce do Além para a carne, mal acorda no berço físico, já o perfuram com as hipodérmicas, submetem-no aos raios X, saturam-no de antibióticos, mineralizantes e vitaminas, enquanto, devido ao “medo das doenças que podem acontecer”, imunizam-no sob urna dezena de vacinas contra os prováveis perigos epidêmicos. Ante a mais singela perturbação gripal ou vacilação intestinal em adaptação à alimentação artificial, a farmacologia pesada cai em cima do recém-encarnado, violentando lhe todas as coletividades microbianas responsáveis pela harmonia celular. Conseqüentemente, cumpre-nos a série de advertências espirituais para que, além da angústia de sobrevivência na carne, a alma tranqüilize-se pela certeza de sua realidade imortal”.

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O PODER DA PRECE E SEUS EFEITOS

SEGUNDA-FEIRA Passe Fundamental: 15:30 às 21h Passe Curador: 16 às 21h Entrevistas Iniciais: 16:30 às 20:30h

A oração não é apenas um ato de culto, é também uma invisível emanação do espírito de adoração do homem - A FORMA DE ENERGIA MAIS PODEROSA QUE ELE É CAPAZ DE GERAR! A influência da Prece sobre o corpo e sobre o espírito, é tão suaceptível de ser demonstrada, como a das glândulas secretoras. Os seus efeitos podem ser medidos em termos de resistências físicas aumentadas, maior vigor intelectual, vitalidade moral e uma compreensão mais profunda das realidades nas quais se assentam as relações humanas... Se vos afizerdes ao hábito de orar com sinceridade, vereis como a vossa vida se modificará profundamente! A Prece marca com seus sinais indeléveis, as nossas ações, pois a oração é uma força tão real como a gravidade terrestre! No meu caráter de médico, tenho visto enfermos que, depois de tentarem, sem resultados, os outros meios terapeuticos, conseguiram se libertar da melancolia e da doença, PELO SERENO ESFORÇO DA PRECE! É ela, pois, a única força que parece capaz de superar as chamadas Leis da Natureza. Há muitas pessoas que se limitam a ver na prece, uma rotina formal de palavras; um refúgio para a timidez ou um mero apelo infantil, pelo desejo de coisas materiais. Concebê-la, no entanto, nestes termos, é menosprezá-la errôneamente. Bem compreendida em sua essência, a PRECE é uma atividade amadurecida, indispensável ao mais pleno desenvolvimento da personalidade; a definitiva integração das mais altas faculdades de que é dotado o homem! Só na PRECE, realizamos aquela completa e harmoniosa conjugação de corpo e alma, que dá à fraca argila humana, sua solidez inabalável! TODA VEZ QUE NOS DIRIGIMOS A DEUS, MELHORAMOS DE CORPO E ALMA! O sábio Emerson nos disse uma vez: "Ninguém jamais rezou, sem que houvesse aprendido alguma coisa" A PRECE póde ser feita em toda parte; no trem, no avião, no trabalho, na escola; tão bem como no retiro de um aposento particular ou entre a multidão que enche uma igreja. Não há atitude exigida, nem hora e nem lugar prescritos... Nas Escolas religiosas, existem crentes e pregadores célebres pela grandeza dos seus conhecimentos e teorias. São como a famosa VÊNUS de MILO - requisitada pelas suas linhas de grande pureza, mas sem braços para ajudar a ningúem! Dr. ALEXIS CARREL - Médico-Físico Prêmio NOBEL de Medicina, autor do livro: O Homem, esse desconhecido.

07 de Outubro nos cinemas O Filme dos Espíritos, é livremente inspirado em O Livro dos Espíritos, escrito por Allan Kardec, em 1857, a produção de longa-metragem surgiu a partir do Projeto Mundo Maior de Cinema que, em 2009, recebeu cerca de 100 roteiros de jovens diretores e roteiristas, de diferentes regiões do país; desse grupo, oito foram selecionados e produzidos. A etapa final do projeto foi a criação de um roteiro com a incumbência de através da produção de uma nova trama, reunir trechos de alguns dos curtas metragens, em um novo filme nasceu então o longa metragem O Filme dos Espíritos.

Palestra: 20h

Fonte: www.ofilmedosespiritos.com.br

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Jornal Espiritualista - Universalista do Grupo Espírita Irmão Demétrius - Ilha do Governador - Rio de Janeiro

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