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am ília Cristã n o Século XXI Protegendo seu lar dos ataques do inimigo


\ ■ L iç õ e s ■MÊ B í b l i c a s MESTRE C o m e n tá rio: ELIIMALDO RTNOVATO Lições do 2 a Trimestre de 2 0 13

Lição 1 Familia. Criação de Deus Lição 2 O Casamento Bíblico

11

Lição 3 As Bases da Casa menta Cristão

1?

Lição 4 A Família Sob Ataque

24

Lição 5 Conflitos na Família

31

Lição € A Infidelidade Conjugal

39

Lição 7 0 Divórcio

46

Lição 8 Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais

54

Lição 9 A Família e a Sexualidade

61

Lição IO A Necessidade e a Urgência do Culto Doméstico

6S

Lição 11 A Família e a Escola Dominical

75

Lição 1 2 A Família e a igreja

33

Lição 1 3 Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor

90

L]Ooi-^ BIblio /s-S

I


L IV R A R IA S C P A D

í JÇÕES Bíb l ic a s MESTRE

Publicação Trim estral rilC a s a Publif. Jtíttrbi da< A f f t m b lc ia í <lt Deus P rtddenleda Convenção Geral

d u As-seiribleia.5 de Deus no brasil joié Wej igTon &ezerra da Costa

prciidclllccki C o n u lh » Administrativo José WellinglDn Costa Júnior Diretor Executivo Ruri-. d o ft io d r lg u É i t c S o u z a

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l.r<7^i:.^ lí1i',rjcA.s

A M A Z O N A & Ru a B v r u u . 3 6 - Ce rn ira - G 9 0 ‘ 0 -0 5 0 • M a n a u s ■ A M - Tclelatc: Í H ) 2 I 2 & -G 9 5 G - E-m all: m a ru u s Jc p a d .c e in .b r ■CereiiDe: P Jcaidadus Sjh c -os Silva

B A H IA i flfií. A jic ú n b C * f 1 « M a ja llià c i. * 0 0 ^ - Luja A - 402 EO-OOO - Rcuba - S a ta d u r - EA - T e k l u : \ 7 1! 2 10 4-S 30n E -r u ll: safcrcdurAcpad.ccim.br - iiuruinu: Mauru Lrcrnesi -da silva B R A S ÍL IA Cum crclal Sul - { j d -5 . U Leja 54 - Galeria Mova OuvMkx 7 D 3 D 5 -9 I4 - f t n rfk i C f T r iM v i: (£1 ;•2 I 0 7 -4 7 5 » E -r u ll: brasIllaiicpad.ijLim.br - -rereiiu;: M arce Auiúlki da Silva PARAM A: PuaSeiiadtw Xavrtei da Alva. 4 5 0 - C e iiu a t M c a - 3 C T1 0 OGO ■OmWba - PR ■Tel.:*s i j Z 1 1 7 - 7 « < } - E-mall: cui1dbaA<pad.cem.br te ren ce :M a la M a d o n a R m e n u ld a S Iv a

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P A R A : EJLG O IIV E IA - Av. C o v . J o s i M alcher IS 7 9 - C 4 m r o ■ G G i:e > Z 3 D -E d d ^ A -_íl.3 B II3 Z 2 2 -7 iHjS-Emall:-síercrtla*icpadbdtP^. ■ium.br - G cierne: Bcinúd:u dú Maiacs >. J A R A O G u n m a -L e n O u - s H S h lm a h a m a d a -íh u 3 0 4 -4 T J 7 J - 0 B Z I T ú l .: 2 7 1 S -4 S -* 0 4 B F a ií 141 ]f 2 7 B -4 4 -S I 3 1 C d U l a r JB I H « ■EÉHf-SGBfl E - r u l l : c p a d J p ^ K it m a ll.c c im - i^ e ie r r.e :> jy lin a 'A 'a -.a b t Barbo&a L I S B O A - C A P U : A v. A lm lra n u : G a g o G u u d iilic I 5 4 • I 7 0 0 -0 1 0 L I s L u j - P ^ in u g a l - i t f .: 1-2 I -4 4 2 - 9 19 0 r a x : 1 E l - í 1 -3 4 0 -9 1 6 1 - E -f \ í I I s : c a p u A c a p u .p c & s llv lu í^ c a p u . p i ■ S li^ : r t w a . c a p u .p l M A T O C R O S S O : L lv r a ila A s s e m b lè la de Deu& - Aa>. R u l^ -n s d e M e n d o rn ia , 3 .S 0 0 ■ G i a > J c T t m p l a - 7 S O « - 4 < » - Ctamre. ■ -r u l a b i - H T ■ TÉ le la a : (6 5 1 G 4 4 - 2 - J 6 ■ E - r u l l : h f c le ia e -tt z a i.c o f ^ .b r -nc-ruiioi H iL -lo jc r tí d a M v a M I N A S G E R A IS : kfcwa S lk » -F i ia J a ib a i L. D . E^rfeis. I 6 S I - U-l OZ ■S I » « u n g s j m i a c r u z - 3 B 0 1J-i s n -Ju t2 d e F « a •M G ■T e l.: I3 2 i Í2 I2 -7 2 4 B 'Te re n ce : D a n ie l P a m u s d u ■i lh ^ lr a S A O P A U L O : 5i:>rEP • P u a n c i l a n o P tta c c u , 1 01 - C c n c ro - Sta. E u rb a ra D Q e s i íi - S P - 13 * 9 0 -9 7 0 - I M L : (1 9 ! 3 4 5 9 ^ 2 0 0 0 l - f ^ u l l : v e i i d a s i i s u c i p .t c m .b f - G e t w i u : A M ô n lo R lb e lru S e rre s

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L E IT U R A B ÍB L IC A EM C LA SSE C é n e s i s 2 , 1 S -3 4

18 - F d isse o S E N H O R D eus: N ã o é bom que o h om em estejal i í ; f a r - lh e -e i umes a d ju t o r a l que esteja co m o d ia n te dele. 1í* - H a ve n d o , pois, o SEN H O R D e u s fo r m a d o d a t e r r a to d o a n im a l d o c a m p o e to d a ave\ dos céus, os tro u x e a A ddo,\ p a r a este v er co m o lh es c h a ­ m a r ia ; e t u d o o q u e A d ã o \ ch a m o u a to d a a a lm a v/vente, isso fo i o se u nome2 0 - E A d ã o p ô s os nom es a to d o o g a d o , e á s a v e s d o s ' céus, e a to d o a n im a i d o c a m ­ po; m a s p a r a o h o m e m n ã o se a c h a v a a d ju to ra q u e estivesse corno d ia n te dele.

21 - Então, o S E N H O R D eu s fe z c a ir u m son o p e s a d o sobre A d ã o , e este a d o rm e ce u ; e to ­ m ou u m a d a s su as coste la s e c e rro u a c a rn e em seu lugar.

22

- £ d a c o s t e la q u e o S E N H O R D e u s to m o u d o h o ­ m em fo r m o u u m a m u lh e r ; e tro u x e -a a A d ã o .

IN TE R A Ç Ã O P re z a d o p ro fe s s o r. Inicie a p r im e ir a a u la d e ste tr im e s t r e a p r e s e n t a n d o o te m a g e r a l d a s I ições Bíblicas e e x p liq u e q u e a s tre z e liçõ e s a n a lis a m a m a is im p o rta n te in s titu iç ã o c r ia d a p o r D eus n a fa c e d a Terra; a c é lu la m a te r d a s o cie d a d e — a fa m ília - Fa le ta m b é m a re s p e ito d o c o m e n t a r is ta , p a s t o r E lin a ld o R e n o v a to d e L im a , líd e r d a A s s e m b le ia de D e u s em Parn a m irim , RN, p r o fe s s o r u n iv e rs itá rio , b a c h a r e l em C iê n c ia s E c o n ó m ic a s e a u t o r de d iv e rs a s o b r a s e d ita d a s p e ia CPAD. O e n riq u e cim e n to e s p iritu a l q u e lhe a d v irá d o e stu d o de c a d a iiç ã o se rá s e n tid o em seu p r ó p r io l a r e n a s f a m í­ lia s de se us alunos- Q u e D eus a b en ço e n o ssa s f a m i fias.

O B JE TIV O S Após es:a aula, □ aluno deverá estar apLu a: C o m p r e e n d e r a ramília n o plano divino. C o n s c i e n t i z a r - s e das consequên­ cias da Queda para a i famílias. A n a l i s a r a constituição familiar ao longo dos anos. O R IE N T A Ç Ã O P ED A G Ó G IC A

Professoi, para introduzii o lição suge­ 2 3 - E d isse Ad ão: Esta é a g o r a rimos que reproduza : <infn"ne aí -?ua$ o sso d o s m eus o sso s e c a r n e possibilidades a tabela da página ao lado. d a m in h a c a r n e -, e s ta s e r á Im-ds a aula com a S e y m r U : Indagaça-u: c h a m a d a va ro a , p o r q u a n to d o "Quais ião os principais desafios da famii-d aluai?" Ouça os alunuí cum atenção. v a r ã o fo i to m a d a . Á medida, que forem falando, preenclia a 2 4 - P o rta n to , d e ix a rá o v a ­ primeira coluna do quadro. Em seguida rã o o seu p a i e a s u a m ã e e aFirmin qnp in.iitn1; são ns de^afiní da a p e g a r-s e -á à s u a m u lh e r, e farmilia e, poi isso, precisamos da sabe­ doria divina para venré ln^. Lngo aptí-ç s e rã o a m b o s u m a ca rn e . faça a segunda pergunta^ "tomo podemos vencer ttites dcsãfltu?1 Ouça as K i p a u u e preencha a segunda coluna do quadro. Eita alluldadii incentivará a participação ,^ativa dos alunos e a sua aprendizagem. 1

LfÇfiES l;1liLICA.S


humano abrigo e relacionamento. Atuaimente temos visto e vivido um tempo de escassez na área dos rela­ IN TR O D U Ç Ã O cionamentos. Estamos ficando cada A familia é a maii£ importante ve z mais superficiais, frios e distan­ tes uns dos outros. Por se multiplicar instituição criada por Deus para a sociedade. I\este trimestre Teremos a iniquidade o amor está esfriando (Mt 2 4 . 12). Por isso preci­ a oportu n idad c*iri par d e tratar de alguns te n a s samos investirem nosso P A L A V R A -C H A V E relacioname n Lu famí Iiar. que são extremamente Fa m ília : relevantes para que te­ Podemos dizer que o se­ G ru p o de p e sso a s gundo propósito divino nhamos uma vida. fami­ lig a d a s p o r para a criação da familia liar bem-sucedida. Kesta prim eira lição estuda­ c a s a m e n to , filia ç ã o foi fazer dela uin núcleo o u a d o çã o . pelu qual as bênçãos do remos a instituição da família no plano divino, Senhor seriam espalha­ das S o b r e toda a Terra (Gn 1.23). bem como a sua constituição ao 2. U m lu g a r de p r o t c ç io lonqo dos anos. Veremos também e s u s t e n t o . L m Deus perfeito i a &consequências da Queda na vida familiar. pneparou um lugar excelente para receber a primeira família. OJardir-i I - A F A M ÍLIA N O du Éden era uri local especial de P L A N O D IV IN O acolhimento, proteção e provisão. í 1. O p r o p ó s i t o d e D e u s . Adão e Eva tinham tudo de que precisavam para usufruir de uma Deu-i criou a Família com desígnios sublimes. O Criador r ã o fez o ser vida saudável e feliz {Gn l .29). ries desfrutavam da companhia de Deus h u m a n o para v i v e r na Solidão. Quando acabou de formar o homem, e nada lhes faltava. O propósito do o Senhor di&is: "Não é bom que o Senhor era que « d a ramília tivesse os recursos suficientes para sua ho m e m esteja só. Far-lhe ei uma adjutora, que esteja comq diante subsistência, pois a escassez e as privações trazem conflitos para as dele" (Gn 2.1S), Este texto bíblico ramílias. Porém, com a ajuda do Pai nos mostra o primeiro objetivo de Celeste estes Lonflitui podem Ser Deus ao criar a famflia. Fica evidente sanados, pois o Senhor é o nosso que a célula materda sociedade foi bom Pastor (bJ Deus deseja que criadaa partir da necessidade huma­ cada 'amília tenha a sua provisão na de ter companhia O propósito diária (Mt 6 . 1 I). E da mesma forma divino era estabelecer uma institui­ que Adão tinha a responsabilidade ção quo pudesse propiciar ao ser r

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A FAMÍLIA NA A T J A LID A DE

PftIMCIPAIS D ESAFIOS

C O M O PO O EM O S V E N C t-L O S

í IÇÔES ■■'.riíl TCAS

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de cuidar dojardim {Gn 2.3), Deus

3.4,5), e Adão seguiu pelo tfleimo caminho O casal poderia ter necu^elar par sua família, sado a sugestão d o Diabo, mas não 3. A p r im e i r a Família. Deus u fizeram, e depois de pecarem, ro r m o j Adão do pó da Cerra (Gn caíram na condenação divina. 2.7), Vendo que o ho m e m não Isso nos mostra que a familia, poderia viver sozinho, retirou Lim a desde a sua instituição, foi alvo dos costela de Adão e criou Eva, sua ataques do llnimigo- Satanás fez de companheira (Gn 2.22:. Isto mostudo para que o propósito de Deus Lra que diante do T o d o -Podero-so para as famílias fosse destruído. homem e mulher são iguais na sua Porém, Deus é soberano e Senhor, essência. Ambos vieram do pó da e seus propósitos jamais serão terra e u m dia au pó tornarão. Após frustrados ÍIÓ 42.2). Da semente da criar a mulher o Senhor ordenou o mulher nasceria □ Messias, aquElle casamento, estabelecendo então que esmagaria Satanás (Gn 3.15). a inais importante instituição de O propósito do Inimigo é matar, urna sociedade: afamilia (Gn 2.24). roubar e destruir, mas Jesus veio ao mundo para destruir os intentos do S IN O P S E D O T Ó P I C O ( ! ) Maligno (lo 10-10), 2.. O s re s u lta d o s da Q u e d a Deus criou a família com de­ n o re la c io n a m e n to fa m ilia r. sígnios sublimes. O Criador não fez Qual é a origem dos males que o ser humano para viver na solidão. atacam a família? O pecado. A vida familiar de Adão e Eva era perfeita, RESPONDA porêm o pecado troux eadiifunção 1. Q u a i o p ro p ó s ito de D eu s a o para u seiu da família. Depois da c r ia r a fa m ília ? Queda podemos ver sentimentos 2. O que o J a r d im d o Éden e r a comu u medo, a culpa e a vergonha, p a r a a p r im e ir a fa m ilia ? perturbando a convivência do casal {Gn 3.8-12). O pecado sempre faz II - A Q U E D A E AS o relacionamento familiar adoecer. S U A S C O N S E Q U Ê N C IA S Há muitos lares doentes, onde a Fa­ P A R A A F A M ÍLIA milia deixou há muito tempo de ser l ■ O a ta que d o In im ig o um local de acolhimento, proteçlo Satanás levou a mulher a desobe­ e cuidado devido aos pecados não decer à voz de Deus. Talvez, de Confessados e não abandonados. Essas transgressões causam culpa modo suave e envolvente, ele tenha falado: HÉ assim que disse Deus: s separam as familia5 da comunhão Mão comereis de toda a árvore do com Deus. jardim?" (Gn 3.1). Eva confirmou 3. A v id a Familiar depois d a a ordem d o Senhor (Gn 3 .2 ,3 ), Q u e d a - O pecado de um único ho­ mas cedeu á tenLaçSo do Maligno. mem trouxe consequências terríveis Este a iludiu, seduziu e a fez cair para toda a humanidade. Depois da no pecado da desobediência (Gn Queda a vida familiar já não seria

* deu a você a responsabilidade de

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I-Ik í j c a s


mais a mesma. A mulher teria filhos com muita dor (Gn 3-16) e o seu desejo, ou seja, sua vontade estaria submetida à vontade de seu marido. Adâo deveria comer agora seu pão diário com dores, pois u trabalho de arar a terra para ter sua subsistência garantida seria bem difícil (Gn 3. l 7). A Terra também foi afetada pelo pe­ cado, produlindo espinhos e tardos (Gn 3-13). A morte nsica também é uma consequência da transgressão do homem (Gn 3 . 19). Deus ama o pecador, mas nãu tolera o pecado. Como punição pela desobediência, Adão e Eva, foram e xpu lso; do Jardim do Éden (Gn 3 ? 0-2 4). A vida no Jardim . antes da Queda pode scr comparada à vida eterna que um dia desfrutaremos no céu. Tudo era bom, pois foi tudo pensado, planejado e criado por um Deus que preza pela excelência. Se tivessem permanecido na obediência, Adãoe Eva teriam sido felizes para todo o sempre. Todavia, Jesus Cristo veio ao mundo para resgatar as famílias da maldição do pecado- Cristo se fez pecado por nós. e na cruz levou as nossas iniquidadts sobre si (ls 53.4), Isso nos mostra o quanto Deus dese­ ja abençoar nossas familiar. S I N O P S E D O T Ó P I C O (2 > A famísia, desde a sua ins­ tituição, foi alvo dos ataques do Inimigo, S a ta n á s fez de tudo para que o propósito de Deus para as famílias fosse destruído. RESPONDA 3. Q u a l é a o rig e m dos m ates q u e a ta c a m a s f a m ília s ?

4. C ite as c o n s e q u ê n c ia s d o p e c a ­ d a p a r a a m u lh e r e p a r a a terra..

III - A C O N S T I T U I Ç Ã O F A M ILIA R A O L O N G O DOS SÉCULOS 1. F am ilia p a tria rc a L O m o­ delo f a n ilia r com o passar dos tempos está sujeito a mudanças. Já tivemos a familia patriarcal, monogâmica, consanguínea, etc, todavia isso não altera o valor, a importância da família. A família patriarcal é u n exemplo faniliar andii è permitido ao homem ter diversas esposas. EsLe modelo é visto em todo Antigo Testamento, mas não era o molde determ in a d o pelo Senhor. Deus o tolerou, p o ré m esta. n u n c a foi a sua vontade. No modelo de família patriarcal d pai (pater) e ra visto como o senhor da casa e da fam ilia. As esposas e os filhos não tinham liberdade de escolha, pois a palavra final era sempre do patriarca, 2 . A f a m íli a n u c le a r ( mr» n o g ã m i c a l . Este foi o modelo idealizado pelo Senhor: Um ho­ mem e uma mulher, unidos pelo matrimonio. A poligamia vai c on ­ tra o principio divino do marido e da esposa ser u m a só cat ne (Gn 2.24; Mt I 9.5). 3. A f a m ilia n a a t u a li d a d e A família está inserida dentro de

L i ç ò e ^B I dldca .s

(? 4 a

7


um contexto social, e portanto, sujeira a m udanças. Porém, os princípios divinos para as fam fi­ l i a i s ã o e t e r n o s e i m u t á v e i s (Mt 2 4 ,3 5 ). Os inimigos e desafios e n frentado s

p e la s

fa n ilia s

na

atualldade são m u ito s, todavia q u e r e m o s d e s ta c a r a p e n a i os e S p lr Í T U tiiS . Vejamos os p r i n c i p a i s inimigos da familia na atualidade: a ) A carne.. Aqui, referimo-nos à “carne" como a natureza carnal que ie opõe ao Espírito Santo e volta-se para tudo o que é contrário à vontade de Deus. Sabemos que há uma luta constante entre essas duas naturezas: a carnal e a espiri­ tual. O apóstolo Paulo experir 1 entou tal luta {Rm 7 . 1b. -24). Ela é tão intenda, que pode nos fa^er pensar que não há como sair vencedor ÍRm 7.24). Mas Deus. em Cristo Jesus, nos dá a solução. Ele nas livra “do pecado e da morte” (Rm 8.1,2). O apóstolo Paulo nos adverte: Andai em tspírico e não cum prireis a concupiscência da carne" (Cl 5 . 16), A família cristã precisa, na direção do Tspirito, combater a natureza carnaL Assiinr, evitará o adultério, os vícios e todas as mareias que visam des:ruí-lab) O m u n d o . Diz-nos □ após­ tolo d o am or: “N i o jm e is o m u n ­ do,, nem o que no m undo há. S.e al­ g u é m ama o mundo, o amor d o Pai n ã o está nele" i I Jo 2 . 1 i ) . Quanto I a este p o r t o não há meio-termo: I ou am am os a Deus ou am am os o I mundo. Mão há a miniima posslbiliI dade de servimos a dois senhores I (ML 6.24). Saiba, pois, que existe I vitória para quem escolher amar l a Deus. E Ele dará vi l ú ria á nossa

I

familia a partir da fé que deposi­ tarmos nEle ( l Jo 5.4), c.) O D iab o, A Palavra de Deus nos ensina uma ú ric a forma de vencermos o Mallqno: "Sujeitai-vos, pois, a Deusi resisti ao diabo, e ele fUgiráde vós" (Tg 4.7), Se a família suje itar-se a De u s e res isti r o Dia bo, este Fugirá, pois o segredo da nossa vitória contra Satanás começa com a nossa submissão a Deus, para que depois, sim, possamos reiistir ao Diabo. E quando resisri rmos ao adversáriu. não nos esqueçamos de usar a “armadura de Deus" (Ef 6.10-17), em especial, "o escudo da féH, to m o q uai pode rcm os "a pag ar todos os dardos inflamados do malicjno" {Ef &.I6), A familia cristã pre cisa verdadeiramente crer naquEie que a criou e usar a sua Palavra para dinecionar suas tomadas de decisões e sua vida espiritual. S I N O P S E D O T Ó P I C O <3> Os trés maiores desafios es­ pirituais da familia são: o m u n d o, a carne e o Diabo. RESPONDA 5. D e a c o r d o c o m a H ç à o r q u a is s ã o os p r in c ip a is in im ig o s e s p i­ r it u a is d a f a m ilia n a a t u a iíd a d e 7 CONCLUSÃO Nunca a familia foi táo desa­ fiada pelas forças do mal c o m o hoje. Porém, é na presença do Senhor q u e a familia garantirá a v itó ria ío b r e os desafios da sociedade atual, Busquem os ao Senhor ju n ta m e n te com toda a nossa casa.


r ---------------------------------------------------------------B I B L I O G R A F IA S U G E R I D A AD FI, Stephen. Seja o L íd e r q u e s u a F a m í lia P re cisa . I .ed. Rio de^aneiro: CPAD, 2009. SOUZA. Esírvam Angelo. ... e f e z Deus a f a m ilia : O p ad rão divino p a r a um lar feSi7. I_ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

S A IB A M A IS Revista Fnsinador Cristão CPAD, n" 54, p,36. R E S P O S T A S D O S E X E R C ÍC IO S 1 . O p ro p ò s i ln d i v ir m era e-sla.beU:cer .ima 'ístitL ição q u e pu desse p ro p ic ia r an ser h u m a n o atliriga e re lacionam ento , 2 , U m lcr.il especial d e a c o l h i m e r tu, p r o t # ç j o e pra vIsSd, 3. A. A rn.ilhEr leníi flh-oS i.Ljrn mulia d or { C r 3 , 16) e o seu desejo, ou sej?, sl-í-j vontade estaria su jm e tid a á vo n tace de Seu mandei. A l^rra t a m b é n foi afetada pelo pecado, pro du zin do e s p i m ( i 5 p r a r d n * . ( G n 3 , 18 )-

S . A carne, u rr a rido e. u Diabo.

A U X ÍL IO B IB L IO G R Á F IC O I S u b s id io Bibliológico "C riado para rclacionamentOS [...] A Bíblia começa nos d ize n ­ do que Deus em afinidade — Pai, Filho e Espirito Santo — criou o homem e a mulher para uma vida de relacionamentos mútuos e com Ele (Gn 1.1 6 , 17), Ambos refletem a glória de Deus. O homem foi cria­ do primeiro (Gn 2.7), seguido pela mulher, que foi tirada do homem (Gn 2 .21-23). A mulher foi criada, porque Deus declarou: JNão é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como dian­ te dele [ou seja, uma auxiliadora para satisfazer-lhe as necessidades]’ (Gn 2 . 18). Mas que necessidade tinha Adâo e c o n a qual não podia lidar no utópico Éden com seu ecossisO p e tâ d u . lema perfeitamente equilibrado e a at,mQS;era livre de substàntia-s tóxlcas? Solidão! Solidão foi a primeira emoção que Adáo teve com a qual não podia lidar [...]. A inda que no frescor do dia Deus viesse conversar com Adão, este precisava de alguém como ele mesmo — outro ser humano — . com quem pudesse se comunicar durante o dia. A mulher não foi criada para ser objeto sexual Antes, foi criada para ser ouvinte incem lvadora e c o m u n ic a d ora din â m ica . Era tão fundamental esse relacionamento, que o casal recentemente formado foi instruido a ensinar seus filhos a deixar pai e mãe e apegar-se aos seus respectivos cônjuges (Gn 2.24)" {CARL50N, Ravmond et al, P a s t o r P e n t e c o s t a l : T e o lo g ia e P r á t ic a s P a s t o r a is , 3.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.35-6).

1 ]c Di^Eilui rcws


L E IT U R A B ÍB L IC A EM C LA S S E G é n e s is 1 -2 7 ,3 1 ; 2 . I S , 2 0 -2 4 C è n c s is 1 2 7 - E c r io u D e u s o f tíw e m ã s u a im a g e m ; ã im a g e m d e l D eus o crio u ; m o c h o e fê m e a os c r io u .

31 - E viu D e u s zudo cju an tol tin h a feito, e eis q u e e r a m utto\ bom ; e fo i a ta rd e e a m a n h ã o d ia sexto.

I

G é n e s is 2 18 - £ d is s e o S E N H O R D eu s: N ão é bom que o hom em j a só ; f a r-lh e -ei u m a a d ju t o r a l que e s te ja c o m o d ia n te dele. ' 2 0 - E A d ã o p ó s os n o m e s a to d o o g a d o , e á s a v e s d a s céus, e a to d o a n im a i d o c a m ­ po; m a s p a r a o h o m e m n ã o jé a c h a v a a d ju to ra q ue estivesse co m o d ia n te dele.

21 - E n tã o , o S E N H O R D e u s fe z c a ir u m sa n o p e s a d o so b re A d ã o , e. este a d o rm e c e u ; e. tom au u m a d a s s u a s c o s te ia s e c e rro u a c a r n e em s e ii lugar. »

- E d a c o s t e ia q u e o 5 E N H O R D e u s to m p u d o h o ­ m e m fo r m o u u m a m u lh e r; e t r o u x e -a a A d ã o .

Professor, n e sta tiçã o você e n s in a rá a re s p e ito d o c a s a m e n to . N o d e c o r r e r d a se m a na , le ia o tex to b íb lic o com a te n ç ã o e m ed ite n a b ê n çã o q u e é o m a trim ó n io . A u n iã o e n tre um h om em e u m a m u lh e r n ã o é so m e n te p a r a a p e r p e tu a ç ã o d a r a ç a h u m a n a , m as p a r a a fo rm a ç ã o d a fa m ília , a in s t i­ tu iç ã o m a is im p o rta n te d e u m a so cie ­ da de. O c a s a m e n to tem sid o a ta c a d o violen tam e n te p e lo D iabo. O n ú m e ro d e d iv ó rcio s, a té m esm o e n tre o s crentes, v e m a u m e n t a n d o . O m a t r im o n io é u m a a lia n ç a d iv in a , u m s a c ra m e n to in d issolú v el. A ig re ja d o S e n h o r Jesus, co m o " c o lu n a e fir m e z a d a v e rd a d e " deve t r a b a lh a r em f a v o r d a fa m ília , de fe n d e n d o o ca sa m e n to m o n o g ã m ico , h e te ro sse x u a l e indissolú v el.

O B JE TIV O S A p ó s esta aula, o aluno deve rã esta r apto a: A n a l i s a r os p rin cip ias da m s n í gam ia. E x p l i c a r os princípios da heterossexualldade. C o n s c i e n t i z a r - s e d a indissolubili­ dade do casam ento.

22

2 3 - r d is s e A d ã o : í~staé a g o r a o sso d o s m eus o s s o s e c a r n e d a m in h a c a r n e ; e s t a s e r á c h a m a d a v a ro a , p o r q u a n to d o v a r ã o f o i to m a d a ,

2 4 — P o r ta n to , d e ix a r á o v a ­ rã o o se u p a i e a s u a m ã e e a p e g a r-s e -ã à s u a m u lh e r, e s e rã o a m b o s u m a c a r n e .

12

IN TE R A Ç A O

l.pr(")E5 l;iiir:cA.s

O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A P r o f t u o r , p a r d a a u la d e h o je s u g e r i m u i

que re p ro d u z a o g ráfico da página se­ gui nm Em -L^rtullna. Le^-e-o para a classe p fixe-n e»m um lugar qUF podf*rá ser v is u a liz a d o por to d o s du rante o pe ríod o dps^e trlmesTre. D f a c o rd o c o m n g rã fico, e x p liq u e aos te u s alunos o que □ Palavra de Deus e n sin a a respe ito d o casam ento. Diga que o s prin cíp io s e prop ó sito s d o To d u -Po d e ru so pa 'ti o m atrim ónio n io m udaram e jam a is m udarão.


O Antigo Testamento descreve a poligamia e as suas tragédias na vida de Jató (Gn 29.21 -23,28-3 ; 30.1-10) e nados reis de krael (1 Rs l l t4,7-9)

original). O diácono também deve ser "marido de uma rrulher" (1 T m 3 . 12). A liderança deve ser o exemplo d-oi fiéis em tudo, e esse exemplo inclui 3. E m □ N o v o T e s t a m e n t o oa casamento <1 I m 4.1 2). poligamia é condenada por Jesu s e p e lo a p ó s t o l o P a u lo . Certa feita, S I N O P S E D O T Ó P I C O <1) 0 5 fari seu s aproxi niaram- se de Je su s A m onogam ia é o modelo de e interrogaram-no se era lícito ao união arquitetado pof Deus para a h o m e m repudiar a sua mulher" humanidade. p o r q u a lq u e r m o t iv o <Mt 19.3). Kote que eles não p erg untaram RESPONDA 'deixar suas mulheres"* A resposta - d o Senhor remonLa às origens do 1. Q u a l e> o rig e m á a p a la v r a m o ­ n o g a m ia ? tasamento e da própria criação (Ml 19.5.6 cí. Cn 2.24). Jeius refere-se 2. Q uem deu inicio à b ig am ia? apenas a "uma' esposa, e as epistolas 3. £> que Pauto ensinou aos casad os fundamentam-se nos evangelhos ao d a ig re ja de C o rin to ? tratar desse tema. II - O P R IN C ÍP IO D A a ) U m a e s p o sa e u m m a rid o . H E TE ROSSEX U A L ID A DE Mão há nada tão claro quanto á mo­ 1. “ Macho c fêm ea os criou11. nogamia nos ensinos do apóstolo Paulo. Aos corintlos, por exemplo, Deus criou "b homerr", Lm ser mas­ culino (C n l .26), e tam bém fez a ele ensinou que cada um deve ter a sua própria mulher e es La o Seu mulher, um !>er 'eminino (Cn 1.27). Em outras palavras, Deus não uniu próprio marido (I C o 7.1,?), numa prevenção clara úontra a prostituirão. dois machos ou duas fiémeas. Mão rle uniu um homem com uma m u­ b) A h a r m o n ia c o n ju g a l. Na epístola aos Efésios, Paulo ensina lher, demonstrando a natureza e o a submissão da esposa ao marido. padrão divino da heterossexual ida' A o m a rid o , ele exorta a a n a r a de. As Santas Escrituras são claras sua esposa, como Crisiu amou a au condenarem — assim como o adultério, a prostituição, a perversi­ f Igreja, sacrificando-se p o r ela íb47 . 5.25; Cl 3 .1 9 ). Aqui, a harmonia dade, a idolatria, a mentira, o falso te s te m u n h o etc. — a prática d o £ r o n ju g a l é u m dos f a t o r í í qu e | reforçam a monogamia, e a m b a i homossexualismo, quer masculino, quer feminino (Lv 18.22; Hm 1.26). g são valorizadas conforme o plano j -original de D e u para o casarnenio 2 . “ E se u n i r á á s u a m u ­ t entre um ho m e m e uma mulher. lh e r ” . Após realizar o primeiro ca­ c ) A m o n o g a m ia n a lid e ra n ça samento, o Criador disse: "Portanto, I crtstâ. Para os lideres da igreja, Paulo deixará v varão o seu pai e a sua I exorta: “Convém, pois, que o b ljp o mãe e apegar-ie-á à sua mulher, e J seja irrepreensível, maridlo de um a serão ambos uma carne" (Cn ^ m u lh e r 1' (I [ m 3 . 2 — sem grifos no Veja que o Ser hor é taxativo ao fa-


lar ao homem a respeito da sua v o ­ cação heterossexual: "apegar-se-á á sua mulher '. Por isso, olhemos para as Escrituras e olhemos para o o í l Io' da vida humana e, inequi­ vocamente, concordaremos: se não fiasse a união heterossexual, promo­ vida puf Deus, desde o princípio, a r a ç a h u m a n a n ã o Leria s u b u i í t i d o .

S I N O P S E D O T Ó P I C O (2 > Deus uniu o homem e a mulher para demonstrar o padrão divino da hete ro sse x uai idad e. RESPONDA 4. D e a c o r d o c o m a liç ã o , cjucrrt D eus u n iu p a r a e r n b a s a r a hete ras se xu a íid a d e ?

III - A I N D I S S O L U B I L I D A D E D O CASAM EN TO 1, U m a s ó c a r n e - A n m de proporcionar u n a vida conjugal abundante, o Criador planejou uma união histórica, indissolúvel e per­ manente (Gn 2.24). O matrimónio entre homem e t-iulher seria para sempre! Tristemente, u pecado ruiu □ princípio divino da continuidade do casamento, trazendo o divórcio e separando Familias. O plano de Deus, entretanto, ainda pode ser encontrado nas palavras de Jesus: "o que Deus ajuntou não separe o homem" {Mt 1n.G). 2. A p a r t a d e e n t r a d a p ara d d i v ó r c i o . Há si:ua;ões em que a falLa de união e de amor no ca­ samento, talvez m o tivados pela desobediência a Deus, pelo orgulho e pela falta de perdão, fa ze m a convivência do casal tornar-se uma

grande fachada. Por conveniência, o casal apnesenta-se à sociedade ou a igreja local numa aparente alegria matrimonial, mas na intimidade, a união tornou-se insuportável. É necessário que a Igreja esteja pronta para auxiliar os casais que passam por crises conjugais, e motivá-los 4 sempre a permanecerem unidos enr um amor não fingido, mas solidifi­ cado e resistente às cortrariedades I q ue possam existir no dia a d ia. S I N O P S E D O T Ó P I C O {3 > Foi o Criador quem planejou o matrimonio, uma união indissolúvel e permanente (Gn 2.24). RESPONDA 5. O q u e p o d e f a z e r a c o n v iv ê n ­ c ia n o c a s a m e n to to rn a r-s e u m a g ra n d e fa ch a d a ?

CONCLUSÃO O casamento heterossexual nunca foi tão atacado como no pre­ sente tempo. Em nossa sociedade, leis e normas que atentam coin:ra a l ei de Deus são elaboradas sob o argumento d e q L e c Ls:ado é laico. E deve ser mesmo* Mas entre ser laico e desrespeitar principios ordenados por Deus desde a criação há uma qrande distância. Meste aspecto, a l<jreja do Senhor Jesus deve ser a "coluna e firmeza da verdade" e guardládos principios morais e cristãos, denunciando o pecado e acalentando os corações ferido5 . Assirr, defender mos que o casamento monogâmico, heterossexual e indissolúvel deva ser incentivado, apoiado c honrado nas esferas púhli-cas de relacionamerto.

1 ]ÇL')I.r; Blbl [ O . 1;

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A U X ÍL IO B IB L IO G R Á F IC O Su b sid io T e o l ó g ic o

B IB L IO G R A F IA S U G E R tD A

"Da in d is s o lu b ilid a d e CILHAM, Anabel; Bill, C o n v e r ­ A natureza indissolúvel do casas Francas s o b re o C asa­ sarnento vem desde a sua origem: m e n t o - 7 ed- Rio de Janeiro: 'Portanto, deixará o varão o seu pai e C P A 0 , 2012. a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, SOUZA, Estevam Angelo, .—e e serão a m b o i uma só carne1 (Gn fe z D e u s a f a m íli a : O p a d rã o 2.24). O Senhor Jesus Cristo disse d iv in o p a r a u m fa r fe liz , I . ed. que essa passagem biblica significa Rio de Janeiro: CPAD, I 99-9. a indissolubilidade do casamento: 'Assim não sào mais dois, mas uma só [ carne. Portanto, o que Deus ajuntou S A IB A M A IS nâo separe o homem' (Mt I 9.5,6), É u n a união ínfima entre duas pesso­ Revista Ensinador Cristão CPAD, n" 54, p.37. as de sexos opostos que assumem p u blicamente o c o m p r o m is s o de vivenem juntas; ± uma aliança, solene, RE SPO STAS D O S EX ER C ÍC IO S um pacto sagrado, legal e social Não 1 . A palav-.n m o n o g a m i a v e m de existe no universo, entre os seres d-L.ii v o c i b u l u s g re g o s : m o n o s vivos inteligentes, um a intimidade (ú n i c o ) e g a m cii ( c a s a m e n to ), s i r i i maior do que entre marido e mulher, n c a n d o .im L-nico h o m e m para .ima exceto apenas entre as três pessoas .jr Ca mUlHer. Z. Lame-que, de- Me-Cu^a é n . da Trindade. 3 - Ans corinTin-s, n apó&tolo Paulc ■O voto solene de fidelidade um ensinou q ue cada mm d e v e te r a sua ao outro 'até aue a morte os separe’, própria m u lh e r e esc.i a seu p rú prlo que se o u v e dos nubentes numa m a rid o í l C o 7.1 ,2), nu m a p re ve n­ cerimónia de casamento, nãoé mera ção claira contra a prostltul-ção. formalidade. Isso tem implicações 4. [lurnern e rrulher. profundas diante de Deus: 'Porque 5 . A í.ili.-. l c . i n i i i « íJe amor. o StNHOR. foi testemunha entre ti e a m u lh e r da tua m o cid a d e ' [Ml 2.14). O compromisso que os noivos assumem é diante de Deui, indepen­ dentemente de o casal ser og não crente em Jesus. Isso d i l respeito ao casamento p e r si, vinculado de maneira intrinseca á sua natureza, pois assim Deus estabeleceu essa aliança 'até que a morte os separe'" (5 0A R E5 , Esequlas. C a s a m e n t o , D i v ó r c i o & Sexo à L u z d a B íb lia . l , e d - Rio de Janeiro: CPAD, 201 1, pp.16-7).

I i: òi* 1-1h í j c a s


L E IT U R A B ÍB LIC A EM CLASSE E fésios 5 .2 2 -2 8 ,3 1 ,3 3 2 2 - Vós, m ulheres, sujeitai-vos a vossa m arid o, com a a o Senhor;

2 3 - p o rq u e o m a rid o é a c a ­ be ça d a m ulher, c o m o tam b ém C r is t o ê a c a b e ç a d a ig re ja , se nd o ele p r ó p r io o s a lv a d o r d o corp o. 2 4 - D e s o rte cjue, cisslm com o a Igre ja e s tá suje H a a C rista, a s s fm ta m b é m a s m u lh e r e s se ja m em tu do s u je ita s a seu m a rid o . 2 5 - Vós, m a r id o s , a m a i vossa m u lh e r, co m a ta m b é m C ris ta a m o u a ig r e ja e a s i m e sm o se e n tre g o u p o r ela,

2 6 - p a r a a s a n tific a r, putri­

in te r a ç

Ao

I n ic ie a a u la p e d in d o a o s a lu n o s q u e c ite m a lg u m a s c a r a c t e r ís t ic a s d e u m c a s a m e n to be m -su ce d id o . À m e d id a em que fo re m cita n d o , a n a te ojs c a ra c t e r ís tic a s e m u m a fa lh a ou e s c r e v a - a s n a q u a d r o . A p ó s o u v ir os a lu n o s, e x p liq u e q u e tais c a r a c ­ t e r ís t ic a s o fe re c e m u m a id e ia d o s p ro p ó sito s de D e u s p a r a a v id a a d ois. ftesíofoe o fa to d e que, in s titu íd o p a r D eus, a c a s a m e n to tem o o b je tiv o de s e r a ba se d a fa m ília e, conse quente m ente, d e to d a a s o c ie d a d e . L e m b re q u e a Igreja deve fa z e r s o a r su a voz p ro fé tica , d e n u n cia n d o tu do q u e pode d e s t r u ir o ca sa m e n to m o n o g ã m ic a e hete rosse xu al.

O B JE TIV O S Após esta aula, o aluno deverá estar apta a :

fic a n d o - a c o m a la v a g e m d a á g u a , p e la p a la v ra ,

C o m p r e e n d e r qual é a verdadeira vontade divina para o casamento.

2 7 - p a r a a a p r e s e n t a r a si m e s m a ig r e ja g lo r io s a , se m m a c u la , nem ruga, nem c o is a sem e lh an te, m as s a n ta e Irre ­ pre en sív el.

C o n s c i e n t i z a r - s e da importância do amor mútuo e verdadeiro para se e&tabele-cer uma famílía.

28 A s s im devem o s m a rid o s | a m a r a s u a p r ó p r ia m u lh e r c a m a a s e u p r ó p r io c o r p o . Q u e m a m a a s u a m u lh e r am ase a s i m esm o.

31 - P o r isso, d e ix a rá a h o m e m seu p a i e s u a m ãe e se u n ir á à s u a m u lh e r ; e se rã o d o is n u m a ca rn e .

3 3 - A s s im ta m b é m vós, ca d a u m em p a r t ic u la r a m e a su a p r ó p r i a m u lh e r c o m o a s i m esm o, e a m u lh e r re v e re n cie o m a rid o .

18

I

I-1im jca.^

E n f a tiz a r a importância da fidelidade conjugal no caiamertto. O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A

Prnfe-çsnr, rpprnduza ramo puder d e s q u e m a abaix o:

1 C o r í n l i a s 7, 1 1 6: O r p la r io n a n iH it n c o n ju g a l e n tre o m a r id o t a m u lh e r <vv. 1 -7 ); o i s o lt e ir o s ( w . o c a s a m e n to c r ljt ã D e. o m is t o ( w . l Z lf j ); d casa­ m e n t o e O s e r v iç o c r is tã o (2 5 3 S K Explique que este capitulo é um tratado a resppitn dú m atrim onio e dn relarirjn.n imenio familiar. O objetivio do capitulo é rrmutrar aus coríntloi que d rrui imòtuo não e-sta^a e-jamais estará ultrapassado. Paulo rc jtltí íiL|.ii i Importância du casa­ mento, deitando l>em claro que ele é uma ali^tiçú divina t* Indissolúvel.


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IN TR O D U Ç Ã O

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lar, é preciso bu scar a vontade de Deus, cujos indicadores são: a ) A P a z d e D e u s n a c o ra ç ã o .

Um dos sinais da aprovarão divina quanto ao que fazemos, ou pre­ tendemos Fazer, é o sentimento de paz interior, que nos domina u i pensam entos e as emoçòes (Cl 3.15),

Por ser Lima IhStiLUlção criada por Deus para atender aos propósi­ tos dMnos, não é de se admirar que o matrimónio venha sendo ridicula­ rizado sistemática e violentamente pela mídia. Por isso, precisamos b) O c o m p o rta m e n to p e s s o ­ c o m preender a instrução divina al. Se alyuém não honra os pais, quanto ao casamento e aplicá-la como honrará o seu cônjuge? Se em nossa vida diária. Na o noivo não respeita a epistola aos Hebreus, as noiva, d e m o n s tra n d o PALAVRA CH AVE Escrituras ensinam: V e ­ um c iú m e d o e n t io a A m o r C o n ju g a l: nerado seja entre todos ponto de nâo lhe perO a m o r e n t r e OS O matrimónio e O leitn niLiir que cunverSe atè cô n ju g e s. sem m á c u l a ,f (1 3 .4 ). m e s m o com pessoas Tal verdade a respeito da própria família, Isso do casamento indica-nos q|Ue ele evidencia claramente que ele está deve ser respeitado, hon ra d o e “óra da aprovação d ivina. Tal rela­ valorizado. cionamento não dará certo. ç) N a t u r a l id a d e . P ro c u ra r I - A V O N TA D E DE DEUS “casa de profetas" para saber se o PARA O CASAM EN TO casamento é ou não da vontade de 1. U m p l a n o g l o b a l . T o m o Deus é m uitu periçjosu. Quando o relacionamento é da vontade expressão de sua vontade, o Cria­ divína,, um sente amor pelo outro, d o r ordenou, logo no princípio, que o hom em deixasse pai e n ã e sente falta do o u j o , considera o o se unisse à sua mulher, para que uutro, demonstra afetu pelo o u ­ a m bos fossem "uma carne" (Gn tro. Tud o flui naturalmente. Além 2 . 7 A). É exatamente o que a c o n ­ disso, us pais aprovam o namoro tece no ato conjugal, sendo e$ta e a igreja u reconhece. Estes indi­ a vontade de Deus para todas as cativos realçam que Deus está de pessoas, crentes ou nâo: que a acordo com esta união. hum a n id a d e crespa e, através da d) O s p r in c íp io s d e sa n tid a d e . união legítima entre um homem e Sabemos que as tentações sobre u m a mulher, mulLipllque-se o$. namorados e noivos sào fortes. 2. O s i n d i c a d o r e s d a v o n ­ Mas não devemos nos esquecer: t a d e d e D e u s . A o aconselhar os a santidade é um requisito básico j o v e n s em relação ao n a m o ro , para a Te li cidade conjugal. U m noivado e casamento, é preciso relacionamento que não leva em orieniá los para qut' tom em deci­ conta o prin cíp io d a castidade sões conS-cientes. Nesse particu­ já está fora da orientação divi

1 íçO i/-. Eilm r r A.i

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Ma. Portanto, -Se o nam oro ou o ' n o iv a d o é m a rc a d o p o r atos e práticas que ofendem a Deus. é sinal de que o re lac io n am en to já está fadado ao fracasso ( I Co 6.1 8-3 0 ). O sexo antes e fora do casamento é pecado (È k 2 0 .1 4 ; I Ts 4.3 ]. H a virgindade, tanto do rapaz, quanto da moça, continua a ser muito importante aos olhos de Deus.

S IN O P S E D O T Ó P I C O (1 ) Deus ordenou, logo no princí­ pio, que v homerr deixasse pai l mãe e se unisse à sua mulher, para que ambos sejarr "uma só carne". RESPONDA J . Q u a n d o o m a rid o se to rn a "u m a

o term o “como" é u m advérbio de modti Por conseguinte, u amor do esposo pela esposa deve ser como o a m o r de Cristo por sua. Igreja, t um a m o r sublinre e sem igual. 2. O a m o r ge ra u n iã o p le ­ n a . A união é o resultado d o a m or sincero. Logo, o esposo de v t estar unido à esposa de m od o a formar uma un idade, ou seja, "dois n uma (só] carne {Ft 5.31) Por isso, o apóstolo Paulo ensina: "O marido pague ã m ulher a devida benevo­ lência, e da mesma sorte a mulher, ao marido" {1 Co 7.3). Isto quer d iz e r igualdade e reciprocidade no casamento; marido e mulher são iguais nos haveres de um para com o outro. Isso exige d o casal união de pensamentos, de senti­ mentos e de propósitos.

sd c a rn e " C o m a esposa?

2. C ite petos tn en o s três in d ic a d o r e i d a v o n ta d e d iv in a n o r e la c io ­ n a m e n to .

II - O A M O R V E R D A D E I R O NO CASAM EN TO

I

S I N O P S E D O T Ó P I C O < 2) O marido que não ama a espo­ sa nâo pode dizer que obedece a Palavra de Deus. RESPONDA 3. C om o deve s e r o a m o r do m arido pela e sp o sa ?

III - A F I D E L I D A D E 1. O d e v e r p rim o rd ia l CO N JU G A L d o c a s a L O m a r i d o qu e nã o 1. Fato r in d is p e n s á v e l á ama a própria esposa nâo pode e s ta b ilid a d e no ca s a m e n to . d iz e r que obedece a Palavra de Alé m de p roporcionar segurança á Deus Ao contrário, ele peca por espiritua l e e m o c io n a l, a fid e ­ ® desobediência, pois amar é uma lidade é indispensável ao b om ordem divina. A Eíblia recomenda re la c io n a m e n to c o n ju g a l. Sem solenemente: “Vós. maridos, amai fidelidade, o casamento desaba. v o s s a m u lh e r, c o m o ta m b é m As estruturas d o m atrimónio não Cristo a m o u a igreja e a si m esm o foram preparadas para suportar u se entregou por ela" {Ft 5 .25).. O peso da infidelidade, cujos efeitos a m o r à esposa, ordenado pelas tscrituras, deve ser o mais elevado possível. É semelhante ao amor de Cristo pela Igreja: C o m o também Cristn a m o u a Igreja", Perceba que

20 I

l:'1ij.rJCA5


sobre Coda a família ião devas­ todos, sobretudo pelo cristão, é o tadores. □ adultério é T r e m e n ­ mesmo que o de Cristo pela Igreja. damente destrutivo tanto para o RESPONDA hom e m com o para a mulher íl Co 6. IS 20). 4. O que é indispensável à estabili­ 2. C u i d a d o c o m o s fa ls o sd a d e na casam ento? p a d r õ e s . O amor que se vê nos 5. Q u a l é o verdadeiro p a d rã o do filmes, novelas e revistas secu­ a m o r conjugaf? lares está longe de preencher os CONCLUSÃO requisitos da Palavra de Deus. É falso e pecaminoso- O verdadeiro Nosso deiEjo é que as Igre­ padrão do amor conjugal é u de jas promovam o crescimento das Cristo para com a Igreja Através crianças, a d o l e i C e n : e s , j o v e m e de Malaquias, o Senhor repreendeu casais na Palavra de Deus Enfim, severamente <_>s varões israelitas q u e toda a família seja edificada por $ua infidelidade conjugal (Ml em Cristo, Dessa maneira, d e - | 2,13-16). Biblicamente, o casamen­ m onstraremos o valor do casa­ to é uma aliança que deve perdurar mento bíblico e os perigos das até a morte de um dos tõnjuges. novas 'configurações familiianes" Não é um 'contrato" com prazo de defendidas e apoiadas pelos c|Ue^ validade, mas uma união perene, desprezam e debocham dos p r in -1 cuja fidelidade é um dos elementos clplos divinos. Portanto, que a indispensáveis para que os cônju­ Igreja faça soar sua v o z profética e ges sejam felizes denuncie as iniciativas que buscam § destruir o casamen-Q monogâmiS I N O P S E D O T Ó P I C O (3> c d , heterossexual e indissolúvel. O verdadeiro padrão do amor 5e a familia não for sadia, a socie r conjugal que deve ser seguido por dade será enferma.

Licoí-iEilbLtr/vs

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B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A C R U Z . Elaine.

S ó c io s , A m i g o s

& A m a d o s O í três p ila re s do casam ento. I , ed. Rio de Janeiro:

CPAD, 2005.

YQUNG, Ed. O s D e z M a n d a m e n ­ to s d o C a s a m e n t o : O q u e fa z e r e o (fue n ã o fa z e r p a r a m a n te r u m a a lia n ç a p o r io d a a vido.

1-ed- Rio de Janeiro: CPAD, 301 I -


L E I T U R A B ÍB L IC A EM C LA S S E E f é s io s 5 .1 -6 1 - Sede, pois, Im ita dores de Deus, com o filh o s am ados; 2 - e a n d a i em am or, c o m o ta m b é m C ris to vos a m o u e se e n tre g o u a s i meínto p o r nós, em o fe rto e s a c r ifíc io a Deus, em c h e iro suave.

3 - M a s a p ro s titu iç ã o e tod a im p u r e z a o u a v a r e z a n e m a in d a se nom eiem e n tre r á , com o convém a santos; A - nem torpezas, nem p a rv o í­ ces, nem ch o ca rrtce s, q u e ndo convêm : m as, antes, a çõ e s de g ra ç a s .

5 - P o rq u e bem s a b e is isto : q u e n e n h u m f o r n ic a d o r , ou im p u ro , ou a v a re n to , o q u a l é id ó la t r a t tem h e r a n ç a no R eino de C risto e de Deus.

IN TER A Ç Â O Professor, n a lição de hoje estudarem os a respeito de a lg u n s a ta q u e s q u e as fa m ília s vêm e n fre n ta n d o na a tu a lidade. Tí j /s investidas s ã o lançad as p o r Satanás, o arqui-inim igo d a fam ília. O D iabo tem com o intento matar, ro u b a r e d e stru ir e ele tem conseguido re a liz a r os seus propósitos. Como "sai" e. "luz" deste m undo precisam os a n u n c ia r a Cristo, a q u tle que possui todo pod er p a ra des­ t r u ir a s obras d o M aligno. A Igreja do S en hor Jesus Cristo, a “coluna e firm e za d a verdade" (1 ím 3.1 5), deve lu ta r p a ra que os princípios éticos fundam entais da fam ília sejam preservados, pois somente assim n ã o perecerem os sob os ataques d o mal, antes, g lo rificarem o s a Deus.

O H JE TIV O S Após a aula, o aluno deverá estar apto a: A n a lis a r a posição do Estado na edu cagiu dos filhos.

6 - N inguém ™ s en g a n e co m

A ca u te la r-se das propostas sociais para destruíra família.

p a la v ra s vãs: p orq u e p o r essas coisas vem a ir a d e Deus sob re os filhos da desobediência-

Saber cartií podemos vencer a filo­ sofia mundana que é imposta sobre a famili<i_ O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A Professor, p?ra in t r o d u z ir a lição su gem n o s l ul: v-o ci pru rnu va u m debate e m classe. P ro p o n h a ? classe as seg uintes Questões: "O Estado de v e in teivir nas q . ip s r n e s fa m ilia r - s s ? " " Q u a l d e v e se i a

posição d o cristão d iante de leis q u e vão c ontra aã p r i r c í p i o i h íh li rn V ?1 O debate é urn v ali oso m é t o d o de a p r E n d lz a g e r n , puis fa vore ce a partici­ paçã o dos a lu n o s, t o r n a n d o a aula mais d in â m ic a e Ihterativa. E u larnbÉrn ^ ju d a ;i d e ^ m h r i r qua l p o r o n h e r i m ^ n l d p ré vio d o a lu n o a res peito de d e te r m in a d o te m a . O u ç a o s a lu n n - s C o m a t e n ç ã o e» f a ç a a i

considera çõ es que acha» necessárias. C o n c lu a lt*ndu á verdad-.' ptãtlca -.1. Il-çã-u.

L i ç ô e í LEbi íc a s

25


tambénr deve ajudar os pais nesta nobre missão, oferecendu uma educação religiosa de qualidade IN T R O D U Ç Ã O às crianças. Sabem os que Satanás tem 2. A taq u e À d is c ip lin a m o b iliz a d u os sistemas deste no lar. Em nossos dias existem mtindo para desestrutu rar a vida questionamentos relacionados à fairiliar. No entanto, a Igreja de aplicação da disciplina aos filhos. Cristo, como "salne "luz* da terra., Mas, segundo a Palavra de Deus, d e v e c o n fro n ta r, por aplicada com sabedo­ PALAVRA CHAVE interm édio da Palavra ria, a disciplina livra a de Deus, os aLaques c ria n ça da m o rte (Pv Ataque: do M a lig n o . Não pO' 2 3 . 1 3 ,1 4 ) . D is c ip lin a t^esta liçã o sig n ifica d e m o s n o ; e sq u e c e r é toda ação instrutiva os multas estratégias que estamos lu ta n d o e dlsclpuladarn, pois a contra p r in cip a d o s e e investidas d o D iabo palavra disciplina tem contra a s famílias. potestades {E f 6 . 1 2). a m esm a raiz da pala­ Se desejamos U m a vida vra disripulair. De fato, familiar vitoriosa, precisamos viver uma pessoa bem disciplinada é em total dependência do Senhor. um a pessoa bem educada, bem Carecemos da armadura de Deus dlsclpulada. Que os pais eduquem para que possamos enfrentar íis seus filhos nu temor e na admu lutas e desafios do nosso tempo. estação d o Senhor e que os Filhos honrem e obedeça aos pais con­ I - O S A T A Q U E S D O IN IM IG O forme ordena a Palavra de Deus. 1. A t a q u e á s c r ia n ç a s - AtuDevemos nos lemarar também de almente, em muitas escolas, tanto que devemos ser prudentes na da rede pública comu privada, v aplicação da disciplina aos nossos ensino m ale ria lis:a está sendo filhos, para nostrar-lhes, acima de valorizado e repassado de modo L U d o , a forma L a r r e L a de proceder continuo às crianças. A educação em toda a sua existência. que nossos filhos recebem é total­ i. Fa ls o s E n s i n o s . Há, em mente influenciada piMo materialis­ nossos dias, diversas novas teomo e o ateísmo. Os currículos, que logias que agridem diretamente a reúnen us conteúdos programáti' mensagem bíblica. De m odo aber cos, a serem transmitidas nas salas to, e às vezes sutil. "as portas do de aula, são fundam untados na fi' inferno" valem-se da teologia para losofia evolucionista, "udo começa atacara Igreja e consequente mente com a explicação sobre a origem às familiias. Satanás tem investido da matéria, da vida, d o homem, e e d iss em in a d o m u ito s ensinos de tudo que existe no universo. deLurpados, que uLilIzam-se até Os pais não podem negligenciara de partes das r scriruras, u:ilizadas educação de seus filhos, e devem sem a devida e correta Interpreta­ levá-los aos pés do Senhor. A Igreja ção, para confundir e afastar do li 1

26 I pçrti* l;1ij,rJCA.s


Senhor as famílias,, que :em sede de salvação, do caminho, da ver dade, e da vida, que é o próprio Jesus Cristo {Jo 14.6). inspirados per teologias liberais, há fanílias que não mais veeri a Bíblia, como a inspirada, inerrante e infalível Palavra de Deus. Todavia, a Biljlia é e continuará sendo a única regra de fé e prática do cristão. Alguns che­ gam a ensinar que a Bíblia limita-se a conter a Palavra de Deus. Cuida­ do' A Eiihlia é, de falo, a Palavra de Deus. Leia com alenfáo 2 Timóteo 3.16. H indispensável, que as familias cristas estudem e obedeçam fielmente as Sagradas Fscrituras, Mossas famílias precisam estar preparadas para enfrentarem as muitas teologias an:ibíhlicas que lem ie levantado no nosso Lempo, pois não podemos deixar brecha al­ guma ao adversário. Quer na igreja, quer em casa, vigiemos e onemos.

raro, estes ainda bebês, tssa é um a forma m onstruosa de d e s­ respeito para com a vida. C o n o p a i5, precisamos entender que os filhos são herança d o Senhor para que nós possamos cuidar, e ducar e c o n d u z i r ao Senhor. C o m o pais. so m o s r e s p o n s á ­ v e is p o r v e stir nossos rilhos, allmertiá-los, proporcionar-lhes um a educação de qualidade, in­ clusive para q ue estejam prontos para o mercado de trabalhu cada vez mais exigente, mas acima de tudo, é igualmente nossa obriqação transmitir a fé que uma vez nos foi d a d a 4 para que as próxim as gerações venham sua própria experiência com Deus. Portanto, sejamos exem plo para ei>:e m u n d o, zelando por nossos filhos e co n d u zin d o -o s a Cristo. 2. D e s r e s p e it a a o s pais. Q ato de honrar os pais sempre foi apreciado por DeU$. Q u a n ­ S I N O P S E D O T Ó P I C O (1 > do Ele deu a sua Lei aos filhos de Israel, antes de entrarem lua O alvo do Diabo é minar as ~erra Pror-iEtida, den:re os ir-ianfamiiias através dos falsos ensi­ dameritos constava a ordem de nos às crianças., da distorção da honrar pal e mãe. para que os Palavra de Deus e da ausência de filhos pudessem entrar na nova disciplina no lar. :e rra sabendo que entre suas r e s p o n s a b illid a d e s para c o m RESPONDA Deus estava o respeito para com í. C ite a lg u n s a ta q u e s e n fre n ta ­ aqueles que, por meio de u ri ato d a s p e la s fa m tlla s n a a tu a fid a d e . de amor, lhe trouxeram a vida. 2 . o que é d is c ip lin a ? Séculos d e p o i s ,Jesus reafirmou e5se m a n d a m e n to {Mt 19.19: Lc II - A T I T U D E S M U N D A N A S 1 8 . 2 0 , e Paulo acrescen:ou que P A R A D E S T R U IR A F A M ÍLIA h o n ra r pai e mãe foi o prim eiro 1 . O A b a n d o n o a o s F im­ a n d a m e n to com promessa (ET l h o s . Mão é in c o m u m ve rm o s 6 . 2 ) . Infelizmente, não são ra ­ em nossa sociedade pais que ros OS casos de filhos que não apenas desonram seus pais dea b a n d o n a m seus f ilh o s, não

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s o b e d e te n d o -lh e s . m a 4 Lambém esquecem deles na sua velhice, época e m q u e m ais p re c isa m de ajuda. Q u e esse p e n s a m e n to m u n d a n o j a m a l i prospe re envre servas de Deus. 3- O s e c u l a r i s m o . Segundo o D ic io n á r io Te o ló g ica {CP.AD) o S e t u la r i im o é a " d o u tr in a qu e Ignara os princípios espirituais na condução dos negócios h u m a ­ nos. Para o secularista, o h o n e m , e som ente o h o m e m , é a medida de iodas as coisas". Q u a n d o a fa mil ia se seculariza, os valores espirituais, bíblicos sâo despre­ za d os e os valores h u m a n o s e materiais são exaltados. C o m o cristãos 113 0 podem os r o s confor­ mar com o pecado, a iniquidade e a corrupção que deSLrói a vida familiar. Precisamos ser santos ein :oda a nossa maneira de viveir f I Pe 1 .1 5 ,1 6 ). Multas la m iliai estão sendo influenciadas, pela m íd ia , a v iv e r e m um estilo de vida materialista e hedonista. Nâo p o d e m o s j a m a i i rtoi esquecer que precisamos ser "sal da terra" e "Iu7 d o m undo" {Mt 5 -1 5 ,14 ). C o m o sal. p recisam o s ter u m a v id a lamiliar de tal Torma, que os qutí nos veem . ou nos o u v e m , sintam a nossa fam il ia fa^er dife­ rença marcante no am biente em q u e hos situamos. C o m o luz, p re ­ cisamos, co m nosso testemunho, c on trib u ir para dissiparas trevas d o pecado e n nossa volta. S I N O P S E D O T Ó P I C O < 2) O crente co m o saí e luz do mundo, representante do reino divi­

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l.r^rti* hlmJCA.s

no, náo pode permitir que atitudes mundanas destruam a família. RESPONDA 3, C ite a lg u m a s a titu d e s m u n d a ­ n a s p a r a d e s t r u ir a fa m ília . 4. O q u e é s e c u ta ris m o ?

III - O C U I D A D O C O N T R A A F IL O S O F IA M U N D A N A E A P O R N O G R A F IA Para a filosofia de vida mun dana, nâo há liirites para o ho ­ mem desfrutar d o prazer carnal- A internet, q u e te m sido usada como um grande m d o de comunicação, facilitou tam bém a propaganda e o estilo de vid a miserável e iujo, com a pornografia. C o m o reagira esse desafio? 1. O b s e r v a r a Paliavra d e D e u s . A Eííolia diz que o jovem só pode ter pureza em seu cam inho q u a n d o o b s e rv a r a Palavra de Heus {Sl I 19.9-1 1). C o m o não há idade para o pecado, este priincipl o ap 11ca-s e a q uai q u er t ri i :ãu 1ndependente de sua faixa-etária É indispensável que o adolescente, o jo ve m , ou o adulto, conheçam profundam emLe a Palav/ra de Deus. A s s i m , e s ta re m o s p r e p a ra d o s para enfrentar os ardis de Satanás (Ef 6.1 0 20). 2 . T e m p lo d o E s p írita S a n t o . Não é in t o m u m sofrermos tentações em todas as esferas da v id a , p rin c ip a lm e n te na se­ xual p o r causa da pornografia, Lào c o m u m em n o s s o s d ia s . Porém, d e ve m o s nos le m brar de que o n o s iu corpo é o :er-iplo d o rspírito Santo e o objeto de


g Io riflcação ao Altíssim o { I Co 6 .IS -2 Q ). r d evem os husrar d santificação para vencer desafio; com o a oferta de sexo imoral e sem com prom isso, que desfigura a santidade e desagrada a Deus. (Hb 12.14; 1 Pe 1-15). 3 . " N ã o p o r e i Coisa, m á d i a n t e d o s m e u s o l h o s " (SI 1 0 1 .3 ). "Coisa má" é tudo aquilo que, aos olhos de Deui, é reprovável. A p o r n o g r a f i a é u m a a t it u d e pecam inosa contra a santidade do corpo e contra o própriu Deus. Portanto, o 5 pais d e v e n sei os :uiores dos seus filhos, crlentandoos quanto ao que pode ser visto, ouvido e assistido. Nao podemos descuidar da educação dos nossos filhos. Zele por sua descendência. S I N O P S E D O T Ó P I C O (3 > Só p o d e re m os vencer a filo­ sofia de vida m u n d an a se ateníarm qs para a Palavra de Deus.

RESPONDA 5. O q u e a s u a f a m ília re m fe ito p a ra ven cer os a ta q u e s do M a ­ lig n o 7, CONCLUSÃO A l g u n s dos m a is te r r iv e is golpes cor»tra a família são m a ­ n i p u l a d o s p e la s a u t o r i d a d e s públicas., ou seja, justamente por aqueles que deveriam zelar pelo f o rta le cim e n to d a co n stitu iç ã o da família tradicional [Rm 13.4). Há urna onda do materialismo e do liberalism o social, am bos a serviço d o Diabo, p r e d o m in a n d o nas políticas públicas. Todavia, a Igreja do S e n h o rJ e ^ u s Cristo, a "coluna e firmeza da verdade" (I T m 3 .1 5 ), cerrará as fileiras de guardiã dos princípios éticos fundamentais d a fa r r ilia . Assim , não pereceremos sob os ataques contra a familia, mas ylorificare' los a Deus,

r e f l e x Ao

H d u m a o n d a d o m a t e r ia lis m o e d o lib e r a lis m o s o c ia l, a m b o s a s e rv iç o d o D ia b o , p r e d o m in a n d o n a s p o lític a s p ú b lic a s - Todavia, a Ig re ja d o S e n h o r Je s u s C risto , ‘a c o lu n a e fir m e z a d a v e rd a d e ' ff T m 3 - 15). c e r r a r á a s f ile ir a s de g u a r d iã d o s p r in c íp io s ético s fu n d a m e n ta is d a fa m ília - "

tlinaldo Renovato

í i ç ò e í BfBi íc a s

1


B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A LIMA, Ellnaldo Renovatc de. É t i » C r is tã : C o n fro n ta n d o a s q u e stõ e s m o r a is d o n o sso te m p o . 1 .ed- Rio de Janeiro: CPAD, 2002,

Y Q U N C , Ed- O s D e z M a n d a ­ m e n to s d o C a s a m e n to : O que f a z e r e o que n ã o f a z e r p a r a m a n te r urrta a lia n ç a p o r io d a a vida. I ed- Rio de Janeiro: CPAD, 201 I ,

S A IB A M A IS Revista hníinador Cristão CPAD, n° 54, p.3®.


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o n fl it o s n a

Fa m ília TE X TO ÁUREO

"Eu, porém , e s p e ra re i no SENHOR; esperei no Deus d a m in h a salvação; o m eu Deus m e o u v irá " (M q 7.7).

V E R D A D E P R Á TIC A Se buscarmos a graça de Deus e exer­ cermos o amor que Ele nos concedeu, poderemos resolver todos os confli­ tos que surgirem em nossa familia.

H I N O S S U G E R I D O S 235, 254. 3 1 8 L E IT U R A

D IA R IA

S egunda - Pv 3 1 .1 0 O valor da esposa virtuosa T e r ç a - P v 31.1 1 A confiança do esposo Q u a r t a - Ef 6 .4 Criando os filhos sabiamente Q u in ta - Ef 6 . 1 Respeito aos pais Sexta - E f 6 .2 Filhos honrando os pais S á b a d o - S I 1 19.1 I A família observando a Palavra L iç ô e a Bíb l ic a s

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IN TE R A Ç Ã O

Foi n o Éden que a fa m ília vivenciou seu p rim e iro e m a io r conflito. A con sequ ên ­ cia desta desordem é se n tid a até hoje em todos os lare s - Porém , Deus n ão f o i pego de s u rp re s a co m o p e ca d o d o hom em e j á n o Éden p ro v id e n cio u a solução p a r a as fa m ília s e p a ra a iniquidade: Jesus Cristo. O Filho de Deus veio a o m a n d o com o u m trebê e exp erim entou a v ida fam iliar. A tu a lm e n te , em Jesus, as fa m í­ lias podem re s o lv e r seus conflitos- Com o a m o r verdadeiro n o co ra çã o , que é resu ltad o d a g ra ç a divina, poderem os não som ente vencer, m a s e v ita r as co n ­ fusões- P a r a isto p re cisa m o s c o n v id a r Jesus a fa z e r d o nosso l a r s u a m o ra d a perm anente. Que o F ilh o d e D eus ten h a a p rim a z ia em nossos lares.


e s L Í m u l o S e situações que Se nos apresentam cotidianamente {C n 2Í1..2 f'i. Mas, pelo amor, podemos IN T R O D U Ç Ã O (e d e v e m o s ) v e n c e r to d a s as Os conflitos familiares vèrr nossas diferenças, a fim de que de te m p os imemoriais. Nu Éden. tenham os u m casamento feliz í I antes da Q ueda, havia um a m ­ Pe 4.8 ). b ie n te p e r f e it o : h a r m ó n i c o e 2. Fa to res que tra ze m c o n f li t o s . Diversos são os fato­ am o ro so . Mas o casal, o u v in d o □ tentador. perdeu a doce c o ­ res que desencadeiam conflitos m u n h ã o com Deus, e 110 lar ris alguns deles: PALAVRA CH AV E a c o n s e q u ê n c i a nãu a ) F e iít a d e c o n ­ podia ser ou:ra: o iní­ fia n ç a . O casamento só C o n flito : cio de sérkos conflitos tem sentiido quando é Em bate, discussão f a r r i liares. A boa nova estabelecido na plena a co m p a n h a d a cte para os n o s s o s dias confiança d o a m o r ver­ é saber da p o s s ib i li ­ in jú ria s e am eaças; dadeiro, pois u amor desavença. d a d e , em C r i s t o , de folga corr a ve rda d e equacionarmos os pro' { l C o l 3,&). Q u a n d o há a m o r entre o casal não há blemas q u e , às v e z e s , afetam □ família cristá. m otivos para desconfianças ou riúm es í l Co llá q u e im I - D E S E N TE N D IM E N TO pense que o ciúme desenfreado E N TR E OS C Ô N JUG ES é prova de amor. Ledo engano! I. T e m p e r a m e n t o s d i f eÉ­ lo u cu ra que pod e, Inclusive, r e n t e » . D e n tre os vários m o ­ colocar em risco a estabilidade tivos e xlsten:es para j us:lflcar c on ju g al. os d e s e n te n d im e n to s entre os b f T r a t a m e n t o g r o s s e ir o . cônjuges, a que mais se destaca O n d e o E s p irito S anto se f a z é o temperamento. Segundo 05 presente há perfeito amor, paz, psicólogos, tem p e ram en to "è a alegria e longanimidade, que é c o m b in a ç ã o de características a paciência para se suportar as inatas que herdamos dos nossos falhas alheias ^Cl S .2 Í). Uma das pais que. de forma Inconsciente, Formas de demonstrarmos u IYuafetam o nosso comportamento* to do Espirito é vista na maneira De acordo C o m o conceito p o p u ­ como usamos nossas palavras, la r p od em os d i^e r que o :e m pois a palavra branda joga para peram eniu é a maneira própria longe o f li ror. Mas os conflitos pela qual reagimos aos diversos entre os cônjuges suscitam ira, r

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A F A M ÍL IA E SEUS C O N F L I T O S PRINCIPAIS CON FLITOS DA FAM1LIA A TL AL

CO M O PODEMOS VENCÉ LOS

Liooi^BlULtos

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grave pecado contra Deus, è um a ofensa contra o cônjuge, filhos e filhas (Ler Pv 5.3'6). A infidelida' de contra o cônjuge é i infidelidade contra Deus. S l N O P S E D O T Ó P I C O < 1) Falta de confiança, tratamen­ to grosseiro, dívidas e infideíidade podem causar conflitos familiares.

RESPONDA 1. D e n tre os m otiv os d o s c o n flito s ódio e deitrulção {Pv 15.1). E a fa m ilia re s , q u a l se d e s ta c a ? forma com que tratamos uns aos 2. C ite pelo m en os trêí f a ia r e s que outros é vi iia por Deus t o m o uma tra z e m co n flito s. referência para designar quem é sábio □ li nâo, pois a sabedoria é II - A T I V ID A DES man^esta e n obras de mansidão P R O F IS S IO N A IS D O S PAIS (Tq 3 13). 1. A m u l h e r n o m e r c a ­ c) D ív id a s . As dividas ocasio­ d o d e t r a b a l h o . D e v i d o às nam muitos conflitos ^amiliares, m o d e r n a s d e m a n d a s s o c ia is , chegando até m esm o a te rm in a r a m u lh e r deixoll de Se dedicar u m re la l iona m e n lo C o n ju g a l. e x c lU i iv a m e n : ^ ás funções d o ­ Q u a n d o uma pessoa se endivida m é sticas, e p assou ta m b é m a não pensa em mais nada a não exercer funções em empresas e S e r nas dividas. Algum as pessoas organizações diversas, o c u p a n ­ até adoecem. Assim , precisamos do a maior parte d o seu tem po ouvir a Palavra de Deus e nada em atividades profissionais. Mas d e v e r a n in g u é m ( R n 13-8). e 5sa mudança tem tra zid o sérias Através de um planejamento efi­ consequências. Há mais de um a ciente, b om senso e autocontrole década, para cada d e z hom ens p o d em os tugiir das dividas. Faça qu e m o rria de infarto. apenas iS$o para o bem -estar da sua faum a m u lh e r sofria desse mal. milia (Pv 11. 15; 22.7,26)1 H o je , o n ú m e r u de m u lh e r e s cf) I n f id e lid a d e . Q u a n d o o qu e morre desse mal subiu para cônjuge encobre a sua conduta quatro. pecaminosa o pecado ve m a p ú ­ 2 , A a u s ê n c ia d o s país blico inesperadamente ÍLc 1 2 . 2 ). p r e j u d i c a a c r i a ç ã o d o s f ilh o s . O c a s a n e n to sofre u m d uro g o l ­ pe, os filhos ficam serr direçâo e Sem a presença dos pais, as crian­ ças ficam desorientadas. Muitas a família transtorna-se. É im p e ­ rativo que os c ô n ju g e i evitem, vezes elas convivem cum pessoas que não tém a m e n o r capaçltação a to d o o custo, o e nvolvim ento ^ x t^ c o i^ u g a ^ ^ lé n ^ d ^ ^ e i^ um para educá-las. Por outro lado,

l-pçcV.* I;1ij,í j c a .s


algumas crianças ficam o dia todo em rrente da t k t r ô n i c a ', a :elevlsão, ou com a "m estra eletrônica", a internet. Ali, ião "educadas" pelos heráiis a rtif i­ ciais, As figuras d o pai e da mãe presentes estão cada v e z mais escassas. Tal ausência é sentida quando os nossos filhos entram na a dolescência, u m a fase de novidades e mudanças b igaras. S IN O P S E D O T Ó P I C O (2 ) Os pais p o d e m tr a b a lh a r fora, todavia, não podem de scui­ dar da educação de seus filhes. A educação dos fiihos deve ser prioridade. RESPONDA 3, O q u e a c o n te c e à s c r ia n ç a s q u a n d o f ic a m sem a p r e s e n ç a d o s p a is 7

III - M Á E D U C A Ç Ã O D O S F IL H O S 1. E d u c a ç ã o p r e ju d ic a d a * A m e lhor escola ainda é o lar. P re c is a m o s e n s in a r a Palavra de n e u s aos nossos filhos na admoeStação d o Senhor {Ef S.4: Pv 2 2 .6). IInfeliz mente, o excesso de ocupação dos pais relegou a educação dos filhos às institui' çoes e d u c a c io n a is . Esp e ra n d o que tais entidades co n stru a m o caráter dos seus filhos, os pais ig n ora m a familia comu institui ção responsável pela form ação e spiritua l e m o ra l da c ria n ç a . Muitos não acom panham a rotina escolar dos filhos e sequer a fi­ losofia pedagógica adotada pela ínsLiLuilção de ensino.

2. Q u e m s ã o 0 5 p r o f e s ­ s o r e s ? InTeI i^m e n ie , são grav/es os p r e ju íz o s á nação na área e ducacional. O s mestres" das crianças, hoje, são os artistas e as empresas, de telecomunicação. É com um ver as nossas crianças e adolescentes prostrados diante da TV, consumindo todo tipo de má educação. Mas é raro vê-los nos cultos dc oração e ensino da Pala­ vra. Que a igreja local invista nos professores de E ito la Dominical. Que os professores da Escola D o ­ minical se preparem eficazmente para o grande desafio de ensinar a Palavra de Deus num m undo que ja z no maligno (Rm 12.7). 3. F a l t a d e e s t r u t u r a e s p l r i t u a l e m o r a l . A a u sêncía de □ eus é o inim ig o num e ro u m do lar. É essencial que aqueles que constituem ^amília con vid e m Je­ sus, o' maior e d uca d or de todos os te m p o s , a estar presente em seu lar. É indispensável que os pais, com a assis:ência da Igreja, optem por servirem a Deus, c o n ­ trariando as propostas do m u n d o {Js 2-4.1 b). R ealizem os o culto d o m é s tic o e, j u n t a m e n t e com | os nossos filhos, estud e m os a fl Bíblia. Não nos esqueçamos: “Se I o Senhor não edificar a casa, e m J

1lcòl/i-BlUl [O.S

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REFLEXÃO "E m b o ra seja im p o s s ív e l p r e v e r os p ro b le m a s n o s re la c io n a m e n to s , n o c a s a m e n to c in c o á r e a s têm g e r a d o a m a io r ia d o s c o n flito s c o n ju g a is . M in h a e s p o sa e e u a s c h a m a m o s de p o n to s c r ític o s d o c a s a m e n to . São eles: c o m u n ic a ç ã o , seno, d in h e iro , filh o s e p a re n te s

Di'. Stephen Adei

'M 36 l.rçíV.s IíIw jca .s


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B IB LIO G R A F IA S U G E R ID A

A U X IL IO B IB L IO G R Á F IC O I

AD FI, Stephen. S eja o L í d e r q u e s u a F a m ília Precisa. I .ed. Rio dc Janeiro: CPAD, 2009. CANGEI , Kenneth O. & G A N C H , JefieyS. A p r e n d a a ser Pai com o Pai. T o rn a n d o -se o p a i que Deus q u e r que vocè seja. I .■ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

S u b s id io D e vo c io n a l

" Z e lo B í b lic a c o m o R e la c io ­ nam ento Nós acreditamos que o companheirii-smo permanece sendo o pro­ pósito primário do casamento. A p e ­ sar de todas as coisas maravilhosas que Deus criou no jardim d o Éden, elas. eram inadequadas para supriras necessidades de Adão. Nenhum dos animais, esplêndidos como devem S A IB A M A IS Ler sido antes da queda, podiam Revista Ensinador Cristão oferecer uma companhia adequada CPAD, n° 54, p .i S , | para ele. Naquele momento o Senhor criou a primeira família Em Génesis 2.1 S, Deus disse: 'Mão é bom que FtE5 P O S T A S D O S E X E R C ÍC IO S o hom em esteja só; far lhe-ei uma 1 * 0 t p m p p n in p n t c i. adjutora q u e esteja diante dele.' Aqui 2 . h ilta d e ro n fia n ra , tratam enfn está de novo — p a te rn id a d e segue g ro sse iro e dividas. a p a r c e r ia . P a t e r n id a d e d e p e n d e 3. Sem a presença dos pais. as de fid e lid a d e . O papel estratégico cr in ç a s fk a rn d esorien tadas. d o relacionamento marido/esposa 4. A forni lia. no casamento estabelece um ponto 5. Ct>r-i d cir-iur ^erdadElro nu caiação, p o de ie ii-os não ^ornerre central no alvo familiar. Tud o mais é rr â i e v ltir uS Cunfl tos,. secundário. Tud o o mais é inferior,

porque quando o companheirismo nác funciona, a famfila rtáo pode funcionar. hJòs, pais, perm anecem os no p ináculo estabelecido p o r Deus, em nossa unidade familiar, por isso somos ao m e sm o tem po gratos, temerosos e esperançosos no que se refere a nossa tarefa de liderança e ao nosso zelo divino {cuidado es­ tabelecido pela alliança) por nossos r e lac io n am en tos no c a s a m e n to ” {C A N C E L , Kenneth O. & G.ANCEL, Jefrey S. A p r e n d a a s e r Pai c o m d Pai; Torn an d o-se o p a i q u e D eu s q u e r q u e você seja. l . e d - Rio de Janeiro: CPAD, 2004, pp.72-3).

L o ò i ^ B I b l ic a s

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A U X ÍL IO B IB L IO G R Á F IC O II S u b s id i o B ib lio lò g ic o “Esta passagem [Ef 5. 19- 21] tem sido deturpada e fica quase irreconhecível em algumas interpretações. Muitas vezes ouço pes­ soas fazendo malabarismos com essa passagem em favor daquele versículo que diz que as esposas têm que se submeter aos seus maridos — que os homens são o cabeça da casa. Mas pegar esse versículo isolado da passagem anterior destróí o significado da Escritura. Nós podemos ser tentados a controlar os outros, para transformá-los em alguma espécie de imagem que nós formamos. Mas este tipo de intolerância não é o que Paulo está falando. A ideia de Paulo era que maridos e esposas devem submeter-se m u tu a m e n ­ te. Eles devem ser sensíveis às necessidades um d o outro e fazer o possível para alcançá-las. Eles precisam ver seus cônjuges co m o distintos, com o independentes deles, com necessidades peculiares, e não devem controlar ou d om inar o esposo, ou a esposa, ou dizer a eles co m o devem viver. Ta m b é m não devem viver inteiramente separados do seu parceiro. Paulo idealizou uma interação íntima e santa entre marido e mulher: 'Assim tam bém vós, cada um em particular, ame a sua própria m ulher com o a si mesm o, e a mulher reverencie o m a rido’ (Ef 5.33)" (HAWKINS, David. 9 E r r o s C r í t i c o s q u e T o d o C a s a l C o m e t e : Id e n tifiq u e a s A r m a d ilh a s e D e s c u b r a a A ju d a de D eus. 3.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.93).

-HS I j ç õ e s BI h u c a s


L E IT U R A B ÍB L IC A EM C L A S S E P r o v é r b i o s 5 .1 -5 ; M a te u s 5.2 7 .2S

P ro vé rb io s 5 1 - F ilh o m eu, a ie n d e â m in h a s a b e d o ria ; à m in h a r a z ã o in ­ c lin a o teu ouvido; 2 - p a r a q u e c o n s e r v e s os m e u s a v iso s, e os te u s lá b io s g u a r d e m o c o n h e c im e n to .

3 - P o rq u e o s lá b io s d a m u lh e r e s t r a n h a d e s t ila m f a v o s de mel, e o seu p a la d a r é m a is m a c io d o que o a ze ite ;

in te r a ç

Ao

C o m o v a i o seu c a s a m e n to p ro fe s s o r (a)? C.omo v a i a s u a f a m ília ? O a d u l­ t é r io é u m tie ca d o de c o n s e q u ê n c ia s d e s p r o p o r c io n a is a o b e m -e s ta r d a f a ­ m ília . S ofre o cô n ju g e fe r id o , os filh o s e to d a a fa m ília . Esta, ce rtam en te, n ã o c (? v o n ta d e d iv in a , p o r isso, a p re s e n ­ te liç ã o , a lé m de en t in a r a o s a lu n o s a re s p e ito d o p e rig o d a in fid e lid a d e c o n ju g a !, é u m a ó tim a o p o rtu n id a d e p a r a to d o s n-Áí fa z e r m o s u m a a u toan á lise . A f a m ília é o b e m m a io r que o S e n h o r nos co n ce d e u . P o r jííov vale to d o o e s fo rç o p a r a a p e r f e iç o a r o r e ­ la c io n a m e n to c o n ju g a ! e a p r o f u n d a r o co n v ív io com a fa m ília . P e n s e n is s o i

4 - m a s o s é u fim é a m a rg o s o co m o o a b s in to , a g u d o c o m o a e s p a d a d e d o is fio s.

OBJ E T IV O S

5 - Os seus pés d e sce m à m o r

A p ó s esta aula, □ a luno d e v e r á estar ap to a:

te; os se us p a sso s firm a m -s e no in fe rn o -

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M atQus 5

R e c o n h e c e r que u adultério é um grave pecado.

- O u v í ír e s q u e f o i d it o a o s a n tig o s ; N ã o c o m e te rá s a d u lté rio .

E l e n c a r as cotisequéncias da Infi­ delidade conjugal

2 8 - Eu p o r é m , v o s d ig o que

tivos c o n tra a infidelidade.

27

q u a lq u e r q u e a t e n t a r n u m a m u lh e r p a r a a c o b iç a r j á em seu c o ra ç ã o co m e te u a d u lté rio com ela,

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I I:' Ò I A 1-Ílif i r . V i

P o n t u a r a lg u n s c o n s e lh o s p r e v e n ­

O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A Prezado professor, reproduza o esquema da pã-glna seguinte na Iou sj ou ure cópias. Peça 305 alun os para escolherem um dos tiê s tem as relacionados a fim de d iscu ti­ rem cj aSSunrn em grupo. Na. sequência, pergunte até que ponto estas situações podem rnmprnmpler a psrabilidade dp mn relacionam ento conjugal. Ouça as respostas c fln a lk u a a tlv ld a d e afirm ando que podermos nos relacionar com diversas pessoas, pois, aFinj.1 de contas, 'uivemos n p ™ murtdn, mas d p w r r o s cn n h erer n nosso limite. A té onde podem os i> e não ir. A nossa mente e rnraçân d e w m estar guardados n o S e n h o t, pois, a sua Palavra é a n o n a bú^snla.


gravíssimo perante Deus, sendo condenado tanto no Antigo quanto IN T R O D U Ç Ã O em y Novo Testamento {Êx ?0.14; V iv e m o í num m undo canenDt 5 . 1S; Rm 13.9; Cl b . I D), £ um ato :e de valores éticos e princípios tão grave que no tempo da Lei M o­ saica, a pena para o adultério era o cristãos. Para as pessoas que nâo Seguem os desígnios divinos, a apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22). infidelidade conjugal <: 2. É preciso vigi vista como prática social­ P A L A V R A -C H A V E A infidelidade conjugal é mente aceitável. Porém, um processo m aligno I n f id e lid a d e : □s mandamentos divinos que tem início na mente. Procedhnento de sãu eternos. De acordo No começo, são apenas infiel, deslealdade, com a Bíblia, o adultério alguns pensam emui que traição, pÉrfidla. é e continuará a ser uma _________ surgem de “mansinho". ofensa ao próprio Deu1;. Se estes. porénr, não Lamentavelmente, mui:cs cristãos forem combatidos, acabam por e ^ ã o se deixando levar pelas as­ nos impregnar a alma e o coração, tutas ciladas do Diabo, fazendo da redundando em atos vergonhosos. T om e m os muito cuidado com o infidelidade conjugal um hábito. Nesta lição, refletiremos a respeito que vemos e pensamos (SI 101.3; desse terrível mal que vem infelici­ Fp 4.3). Tiifirn, vigiemos e oremos tando as famílias. constantemente para não cairmos nas íisTutíiq rilladas do Diabo (Ef I - A D U L TÉ R IO , 6.1 I). Jesus exortou-nos a respeito UM GRAVE PECADO da vigilância e da oração {Mt 25 - 4 1). 1. C o n c e i t o e o r i g e m da Davi, n e s m o iendo um homem p a la v ra - A palavra adultério vem segundo o coração de Deus [l Sm do latim aduiterium , que significa 13.14), não vigiou, ble cometeu "dormir em cama alheia". Segundo um adultério que o arrastou a um o D icio n á rio B íblico Wycliffe (CPAD), homicídio (2 Sm 1 I). Por isso, vigie. é a relação sexual entre uma pes­ 3- B u s c a r a p r e s e n ç a de soa casada com outra que não é o D e u s e n ão d e s p r e z a r o c ô n ­ seu cônjuge. Tal aLo é um pecado jug e * Sem a presença de Deus, r

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IN T rR N E T

\e bf m usada, a Internet pode ser uma hênçÂn. Lia p-roporcisna um mundo Imenso de ntií-dí. oportunidades, amizades: e empregos, è um espaço virtual que congrega pessoas de diversas origens e tipos. A M I Z A D E P R O F I S S IO N A L

Quando trahalhamns numa empresa ranhefemos diferentes pessoas. Naturalmente as aftnIdades aparecem e estabelecemos permanente rom unlcaç^o com el as. A ami zade profissional é urna consequência direta do nosso trabalho. R E L A C I O N A M E N T O N A I G R E JA

Na igreja, local lambem nos relacionamos com p^ssua-s distintas, No Dcp-arlamciHo dos Jovens, na UniAo l-emlnlna e outros.. A igreja loral ê uma «rima oportunidade de estabelecermos, laços fraternos de amizade com pessoas distintas.

L lÇ Ô E i EKELTCAS

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o casal torna-se vu ln erá ve l ás investidas do Maligno. Todavia, a comun hão diária com o Senhor, por intermédio da oração, da lei­ tura da Bíblia e d o jçju m , além de fortalecer-nas, ajuda-nos a Ler ur'i bom relacionamento com o cônju­ ge. A presença divina auxi lia-nos a suportar as crises. Muitos obreiros, por falta de or Ie n ta çáo, aca ba m de d ic and o-se e x c e s s iv a m e n te ao m in is té rio eclesiástico em d e trim e n to da fa m ília . O r e s u k a d o é que a esposa e os filhos d e ixa m de p re ce b e r a te n ç á o e c a rin h o . É b o m dedicar-se à Obra de Deus. A família, porém, mão pode ser esquecida, pois ela é u primeiro rebanho do pastor fl T m 3.1-7; ' 5.8; I C o 7 .3 2 -34 ). S IN O P S E D O T Ó P I C O (1 ) I O adultério è um grave peca­ ' d o. Por isso, o cônjuge deve vigiar, buscara presença de Deus ejamais desprezar o outro. RESPONDA í . D e fin a , d e a c o r d o com a lição, a p a la v ra a d u lté rio . 2. Nú Le i M o s a ica , q u a l eira a p e n a p a r a q u e m a d u lte ra v a ? II - A S C O N S E Q U Ê N C I A S D A IN F ID E L ID A D E 1. A f a s ta m e n to d e D e u s . A Palavra de Deus diz que "os lábios da mulher estranha desdlam favos de mel, e o seu paladar <: mais macio do que o azerc*" (Pv 5-3), O pecado, a princípio, pode ser aLé "prazenoso", mas o pneço a ser pago

12 l.r^rti* hlurjcA.s

é muito alto; nâo vale a pena; traz sofrimento e muita dor. A imoralidade sexual e a infide­ lidade destroem a família. Todos no lar são afetados de alguma forma. Alguns minutos de prazer ilícito podem llevar um homem, ou uma mulher, para o inferno, para a perdi­ ção eLernaíl Co 6.10). Deus é -santo e não aceita o pecado. O adultério divide a família, afasia o cônjuge da presença de Deus e impede as bênçãos divinas 4ls 59-1,2). 2- M o rte e s p i r i t u a l - O adultério leva à morte espiritual, ás vtzes até a morLe física. Quando nos afastamos de Deus morremos espiritualmente. A infidelidade conjugal fere as pessoas e destrói a alma (Pv 6.32). Davi arrependeuse, mas pagou um alto preço pelo seu erro. Se o Senhor não ouve as orações daqueles que tratam mal os cônjuges { I Pe 3,75, imagine como rle reage à infidelidade conjugal {Ml 2.16), J . U m la r d e s p e d a ç a d a . O adultério aflige toda a família. Os filhos, independentemente de sua idade, são sempre os maiores pre­ judicados . Em geral, ficam decep­ cionados com os pais e :endem a desconfiar sempre de todos. Alguns filhos acabam, além de carregarem mágoas de seu$. pais, le va n d o re sse n tim e n to s e d o r para suas fu:uras famílias. Seus relacionamentos são afetados. Por isso, Deus abomina a infidelidade, a deslealdade (Ml 2 . I S ) . Q marido deve amar a esposa, assim como a esposa precisa amar o marido {Ef 5.22-3 3). A falta de amor pre­ judica o casamento e abre brechas


á deslealdade. O amor entre os cônjuges deve ser incondicional, assim como o de Cristo pela Igre­ ja. - al amor tí um antidoto contra a deslealdade

S IN O P S E D O T Ó P I C O (2> A. infidelidade conjugal afasta a pessoa de Deus, mata a espiri­ tualidade: e dilacera o lar. RESPONDA 5 O r e f?í co n s e q u ê n c ia s d a in f i­ d e lid a d e .

III - C O N S E L H O S C O N T R A A IN F ID E L ID A D E 1. Fu ja d a s t e n t a ç õ e s . É preciso ser prudenLe e evitar o mal. Jesus ensinou os disdpulos a terem uma atitude de prudência e sensatez dlame das tentações (Mt 10.16; 26.4 1). Ante o perigo, façamos como José. Ele preferiu fugir a pecar contra Deus Temen do ao Senhor, rejeitou o pecado. E embora viesse a pagar um alto preço por sua fidelidade, roi h o n ­ rado por Deus no devido tempo (Gn 39— 4 l ) . Diante d o pecadu. fuja { I Ts 4 ,ij. 2. H o n r e o s e u c ô n j u g e . Há maridos que se e n vergonham de suas esposas. O profeta Malaquias advertiu o povo de Deus, para que ninguém ^osse "desleal para com a mulher da sua m o c i­ dade" {Ml 2 . 15). r nvelhecer junto á mulher amada é u m privilégio, “ ambém há mulheres que, com o passar d o te m p o, d e ix a m de se imeressar e honrar seus m ari­ dos. A Bíblia, porém, recomenda

a esposa a reverenciar o marido (Tf 5, 33) . Os m u i t o s afazeres levam a lg u m a s mulheres a se esquecerem de seu papel junto ao esposo. Honre seu cônjuge, dando-lhe o apreço e o respeito necessários. 3. A p r e c ie seu c ô n ju g e . Você aprecia seu c ô n ju g e 7 _ er apreço significa vê-lo como algo valioso. A Palavra de Deus nos diz que "onde estiver o vosso tesouro, ah estará ta m b é n o vosso coração" (Lc 1^ 34). Se o seu cônjuge é o seu :esouro, ou seja, uma joia que vocé proLege e zela com carinho e -. respeito, o adultério não terá vez em sua vida. Há esposas e maridos que cuidlari beri da casa, do carro, da conta bancaria, da igneja, mas * não Lèm cuidado nem interesse pelo seu c ônjuge. Valurize^o e alegrem-se juntos no Senhor. Não busque jamais beber áijua de outra 1 cisterna (Pv 5 . 1-2 3),

S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 )

t

Algu ns conselhos contra a in- | fidelidade no matrimónio: fuja das ■ tentações; honre o seu cônjuge e o aprecie.

RESPONDA 4. De a c c rd o com a Hçãc, q u a is conselhos pod em a ju d a r a e v ita r a in fid e lid a d e ? 5. Que co n se lh o você d a r ia p a r a a lg u é m que fo i in fie l p a r a com o seu cônjuge?

CO NCLUSÃO Muitas famílias têm sido des­ truídas por causa da infidelidade

L i ç õ e s E JÍb u c a s

13


B IB LIO C R A FIA S U G E R ID A

A U X ÍL IO B IB L IO G R Á F IC O

H LC H ES, R. Kent. D i s c i p l i n a s d o H o m e m C r i s t ã o . 3.ed. Riu de Janeiro: CPAD, 2004. HUGHES, Barbara. D i s c i p l i n a s d a M u l h e r C r i s t ã - 1.ed. Ria de janeiro; CPAD, 2005. HUGHES. Kent & Barbara. Disqi p ilh a s d a Fam ília C r is t ã . I .ed. ^ Riu de Janeiro: CPAD, ZQQ6.

S u b s id ia V id a C ris tã " U M A M E T A D E VI D A [...] [...] Nossa igreja e vangélica parece uma comunidade de casa­ mentos sãos. É tão boa na superfície — l u r i o s de estensão, segurança financeira, casas elegantes, igrejas dignas, pessoas bonitas e terapeu­ tas matrimoniais para quando hou­ ver uma lombada na estrada. Mas I como é que Deus mede nosso ca^ sarnento? Não é por esses padrões. S A IB A M A IS O c a s a m e n to de me u s pais Revista Tusinador Cristão escava muito longe do maravilhoso CPAD, n° 54. p.39. pacote evan g é lico que descrevi. C o n t u d o . havi a a u te n tic id a d e e beleza nas promessas feitas e m an­ RESPOSTAS DOS EXE.RCÍCIOS tidas por este casal rrabal hador que 1. Ê d relaçi-u iiiKUj.! o±ntfe u r u enfrentou o que pareciam probabi­ pe ss oa c a i a d a c o m outr a q.je lidades insuperáveis. O resultado nâo é o seu cônjuge. foi uma colheita de graça, e eu sou 2 . O apedrejam ento <Lv 2 0 . 10; parte disto. Os 22.2Z). Kent e eu Somos casados há 3 . Afaàfíi m érito de D e u i , m n r t e trinta e oito anos. Tem os quatro esjiri tL -a l e .im lar d e s p e d a ç a d o . 4. l"L.ja das t ^ r Tiç õ e s , nonre ofilhas adultas e dezesseis netos. s.e!L ( . i r .utj-e, af;rL'tn’ s « u cô n ju g e . Juntos tentamos vivenciar as direti' 5. ReSpuíia pesioal. vas da Palavra de Deus sobre casa­ mento. Nossas lutas foram muitos diferentes das de meus pais, mas mesmo assim nosso compromisso se fortaleceu, como o de meus pais, num a m o r profundo e permanente um pelo outro. Nosso compromisso m útuo em viver conforme o plano de Deus para marido e mulher nos capacitou a experimentar uma uni­ dade f e li z — algo raro e admirável neste murdlo arruinado" (HLJCHES, Barbara. D i s c i p l i n a s d a M u l h e r C r i s t ã - l. ed. Rio de Janeira: CPAD, 2 0 0 5 ,

p . 1 5 0 ) .

LiçÒEi BfBLTCAS

15


IN TE R A Ç Â O P r e z a d a p ro fe sso r, d iv ó rc io é o tem a d a liç ã o d e sta se m a na , t1 um a s s u n to la b o r io s a p a r a s e d e s e n v o lv e r. P o r is s o , te n h a m u ita a te n ç ã o e c u id a d o a o t r a t a r d e sse tem a, p o is è p o ssív e l que e x ista a lg u é m n essa s itu a ç ã o em s u a classe. Lem bre-se q u e o objetivo de m in is tra rm o s é í j í l liç ã o ê o de d e s c re ­ ver o q ue íjjs E s c ritu ra s S a g ra d a s tem a f a ia r sab re o assu n to. A s s im , terem os o re s p a ld o b íb lic o p a r a a g ir m o s q u a n to à re a lid a d e d o d iv ó rc io n a ig r e ja loca/. N o d e c o r r e r d a fiç à o p r o c u r e e n f a t i­ z a r q u e n o p r o je t o o r ig in a i d e D e u s. n ã o h a v ia e s p a ç o p a r a o d iv ó r c io .


mecanismos para lurná-lo mais

p ergun ta , Jesus explicou que M o i­ sés perm itiu dar carta de repúdio às n u lh e re s , “p o r causa da d u re za S I N O P S E D O T Ó P I C O (1 > d os vossos corações". U m a mulher a b a n d o n a d a pelo m a r id o ficaria A Lei d e M oisés n rio i n c e n ­ exposta á miséria ou á prostiiuiçao tivava o divórcio, mas d is p u n h a para sobreviver. C o m a carta de de m e c a n is m o s d iv e rs o s , c o m o divórcio ela poderia casar-se n o v a ­ objetfvo de g a ra n tir a d ig n id a d e m e n te . Deus não é radical no trato hum a n a . c o m os proble mas decorrentes do p e ca d o e com o ser h u m a n o , rile s t RESPONDA i mportava c o m as mulheres e sabia I . S e g u n d o a H ç d o . q u cil e r o o v qu a n to elas iriam sofrer c o m a p r o p ó s ito d a le i d o d iv ó rc io ? dlureza d o coração d o homenr. e tornou o trato desse assunto r ia is II - O E N S I N O D E J E S U S A d ign o para elas. R E S P E ITO D O D IV Ó R C IO Segundo e h iin u u o Senhur 1 . A p e r g u n ta d o s fa rise u s. Jesus, o d iv ó rcio é p e rm itid o P ro cura n d o in crim in a r Jesus, e s o m e n te no caso d e Infidelidade im b u íd o s d a ideia difundida pela c onjugal. escola do rabino Hilel (que defendia A o invés de satisfazer o d e ­ 0 direito de o h o m e m dar carta de sejo dos rariseus, q u e a d m i i a m o d ivórcio á m u lh e r "por q u a lq u e r dlivóircio "por q u a lqu e r m o t i v o ”; o m o tiv o ”), os rariseus questionaram: Mestre disse: T u vos d igo, p o ré m , "É lícito ao h o m e m repudiar sua q u e o u a l q u e r q u e r e p u d ia r SUa m u lh e r p o r q u a lq u e r m o tiv o 7" (Mt mulher, não s e n d o p o r causa de 1 9 . i b ) . Respondendo aos acusado­ prostituição, e casar c o n outra, res, Jesus relem brou u "princípio" c o r ie t e adultério; e u qu e casar divino para o casamento, qu ando c o m a repudiada ta m b é m com ete Deus fez o ser h u m a n o , "m acho e adultério" (M t 19.9). N u m a outra fênea", "ambos u m a [sò] carne" ícr. v e rs ã o bihlira, lê-se: “exceto por C n 2.24). Assim , o Mestre concluiu: c a u s a d e ln fld e lid a d e conj ugal" ou "Portanto, o que Deus ajuntou não relações sexuais ilícitas". Essa foi a separe o h o m e m " (M t 1 9.6b). Essa única condição que_,esus entendeu ser suficiente para o divórcio. é a douíriina originária a respeito da união entre u m h o m e m e uma 3. P e r m is s ã o p a r a n o v o ca­ m u lhe r; ela reflete o plano de Deus s a m e n t o . Pelo texto bíblico, está para o casamento, consld erando-o claro queJesus permite o dlivórcio, u m a un iã o indissolúvel, c o m a possi o ilidade de haver novo 2. O e n s i n o d e J c s u S . O scasamento, somente p o r parte do f a ris e us in s is tira m : E n tã o . por c ônjuge Fiel, vítima de prostituição, qLle m a n d o u Moisés dar-lhe caro u i n f id e lid a d e c o n j u g a l , n e u s :a d e d iv ó r c io e r e p u d lá -la 7- {Mt admite a reparação do casal, nào c o m o regra, mas c o m o exceção, e m j 19.7b;. R e sp o n d e n d o à insistente h u n j n o ( D t 24) .

L i c ô e s BEb l t c a s

I1.1


| v irtu d e d e práticas insuportáveis rela cionadas à se x u a lid a d e , que d e s f a z e m o p acto c o n ju g a l. D o contrário, u m servo y u u m a serva de Deus seria lesado duas ve^es: pelo D labo, q ue desirói casam e ntu i e, outra, pela c o m u n id a d e local, q u e condenaria L i m a v í :im a a passar o resto da vida em c o m pa n h ia de u m ímpiD, ou v iv e r sob o j u g o do celibato, que não faz parte do plano original d e Deus {G n 2.1 8). Todavia, em Jesus o crente tem forças para p e r d o a r e fa ze r o p o íã i v e l para restaurar seu casamento.

s e n casar o u q u e se recon cilie c o m v m a n d o ; e que o m a rid o não d e ix e a m u lh e r" (| C o z . I o , l l). tsta p a ss a g e m refere-se aos "ca­ sai i c r e m e i " , os quais n ã o d e v e m divo rcia r-s e , sem q u e haja a lgu m dos m o tiv o s prescritos na Palavra d e Deus (M t 19.9; I Co 7 . 15). Se há d e s e n t e n d im e n to s o c a m i n h o n ã o é o d iv ó rc io , m a s a re c o n c i­ liação a c o m p a n h a d a d a p e rd ã o sin c e ro ou o celibato p o r opção e não p or im p o s iç ã o e cie s iã s tk a .

2. Q u a n d o v m dos c ô n ju ­

g e s n ã o é c r e n t e . Paulo ensina que, se o c ô n ju ge não crente c o n ­ corda em v iv e r (d ig n a m e n t e ) com a crente, q u e este n ã o o d e ix e { I C o 7. I 2 - 1 4). □ crente a g i n d o co m sabedoria p o d e rá inclusive g a n ha r q d e scre n te p a r a je s u s {1 Pe 3. I ). 3 . O c ô n j u g e fiel n ão e s t á s u j e i t o ã s e r v i d ã o . O apóstolo, poném, ressalva: "Mas, se o d e s ­ crente se a p arta r aparte-se; porque S IN O P S E D O T Ó P I C O <2) neiLe caso o irmão, ou Irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus O Senhor Jesus co n d en a o cha m o u -n o s- p ara a p az. Porque, divórcio, ex.ee tuando àquele que d o n d e Sabei, ó mulher, Se salvarás foi motivado por prostituição. teu m a r id o 7 O u , d o n d e sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?" (1 RESPONDA C o 7 , 1 5,1 6). O u 5 eja, o cri stão fi el, 2. Q q u e a e s c o la de H ile l d e fe n d ia esposo ou esposa, nào é obriqado a c t r c a d o d iv ó rc io ? a v iv e r até a morte sob a servidão ,3. Q u a l a re s p o s ta d e Je s u s a o s de u m ím pio. Messe caso, ele oU fa ris e u s a re s p e ito d o d iv ó rc io ? ela., pode reconstruir a sua vida de a cord o com a vontade de D e u s (1 III - E N S I N O S D E P A U L O A C o 7 , 2 7 , 2 S , 39). Entretanto, a guar­ R E S P E ITO D O D IV Ó R C IO de □ t e m p o de Deus na sua vida.

1. A o s

c a s a i» cre n te s.

Paulo dl.í:; "To d a v ia , a o i casados, m a n d o , n ã o eu, mas o Senhor, que a m u lh e r se não aparte do maridlo. Se, porém , se apartar, q u e fiq ue

50

I

l;iH.rji::A.s

S I N O P S E D O T Ó P I C O <3) O apóstolo Paulo afirm a que a pessoa crente, q u a n d o a b a n d o n a -


REFLEXÃO “O d iv ó rc io é p o r n a tu r e z a

u m p e c a d o c o n tr a o p r in c íp io d iv in o de in d is s o lu b ilid a d e d o c a s a m e n to ."

Esequias Soares


a u x íl io

b ib l io g r á f ic o

I

S u b sid io Lexicográfico

V O C A B U L Á R IO R e p ú d io : Rejeitar a esposa le­

De o n d e Veio a ideia de galmente} divorciar-se. que a fornicação é o p e ca d o sexual ' entre solteiros? O citado D icloftârio B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A Patrística respo nde a essa p e rg u n ta ARRINGTON, French L.; STRONSe m seguida: 'Basilio, □ único entre TAD. Roger (Eds.). C o m e n t á r i o os Padres, j u n t o c o m Ambrosiáster, a m a n te r u m a d esigual conce p çã o B íblico P e n te co sta l: N o v o Tesde adultério, com hesitaçãoaplica o tam entc- l -ed- Rio de Janeiro: t e r m o de forn icação á União de um CPAD, 2003. h o m e m casado com u m a j o v e m não HENRY, Matthew. C o m e n t á r i o casada e reserva a palavra adultério B ib llc o N o v o T e s t a m e n t o : para os casos em qu e se traia de M a te u s a jo ã o . l.e d . Rio de u m a m u lh e r casada'. Diante disso, jahelro: CPAD, 200&. não se í u s t e n i a a Ideia de q u e o SOARES, Esequias. C a s a m e n ­ t e r m o p r o s titu iç ã o ', na clá usu la t o , D i v ó r c i o & Sexo à L u z de e xc e ç âo , aplica-se apenas aos da B íb lia - 1 ed. RI d de Janeiro: solteiros; t a m b é m não é ve rd a d e CPAD, 201 I . que 'fornicação' é o pecado sexual entre os solteiros. Essa interpreta' S A IB A M A IS ção n ã o resiste a exegese bíblica. T u d o é pecado, tu d o é prostituição, Revista Eminador Cristão c a s a d o s t a m b é m se p r o s t i t u e m , CPAD, n° 54, p.39. c o m o a prática da s o d o m ia pode ocorrer d e n tro do casam ento. N in ­ RESPOSTAS DOS EXERCÍCIOS g u é m p od e p r o v a r que pornela se aplica apenas a pessoas solteiras. 1. C om a a prática do d iv ó rc io havia qp I n r n a d n c n i n . i i n p m I f F:i p I, n N e n h u m a autoridade em língua g re ­ pro p ó sito da ei era le g u la m tn ta i ga afirma isso" (SOARES, Esequias. ta situação a Flrr de evitar os

C a s a m e n t o , D i v ó r c i o & Sexo à L u z d a B íb lia . I ,ed. Rio de Janeiro:

2 , D efend n o d ire ito de o l’ <nnpin

C P A D , 201 I , pp.4 S -49 > .

dar carta el-e d iv ó rc io á m u lh sr por

abu so s e preservar a fairiili^.

qu.i quer 3. Q l p M oisés p p rm iliu dar carta dl' re p .ic io ãs m uífieres, "por caLs;-i da dureza d n í vn&sos rtirsçôeâ". 4. "Todavia, a n ' raisadns, m.nndn, não eu, m as o Senhor, q u e a m u lh er j-e nà-o a p a r t E d o m a n d o . Se, porén ’ , se apsrtar, q.Je fiqu-e s-ern c a ia r uu qua ie r-e-curmille c c r^ i o m a r i d o ; e q . i e o m a r i d o n ã n

d e ix e a m ulher* (1 C o 7 . 10, l l }, 5. Pa ulo e n s i r i q u e. se o côn ju g e n in C rp rle r o n r o r d a pm v|vf*r (dignam ente) com o cren te, que esKi não o deixe (1 C o 7 - 1 í - 1 4). J 52

I r^c^E-S Ií 1i í U C A . s


Ih ITE R A Ç Â O Em liç ã e s a n te r io r e s v im o s q u e g r a n ­ d e p a r le d o s pais. n ã o a c o m p a n h a a v id a e s t u d a n t il d o s filh o s . Em q u e p e se à s d e m a n d a s a t u a is d a v id a da f a m ília c r is t ã , o q u e o í p a is c r is t ã o s têm fe ita p e la e d u c a ç ã o r e lig io s a d o s j e u i filh o s ? Ser e m p r im e ir o !u g a rt a f é c r is t ã n ã o f o r e n s in a d a e v iv e n c ia d a n o la r ; c e rta m e n te s e rã im p o s s ív e l a o s íTurios filh a s p e r e g r in a r e m p e lo c a m in h o d a r e t id â o . A E d u c a ç ã o C r is t ã é r e s p o n s a b ilid a d e d a d a p o r D e u s aos p a is.


td u c a ç ã o C ristã, poi$ o seu p r in ­ cipal o b j e i i v o é le va r <j crente a c o n h e c e r m a is a D e u s -(Os 6 . 3 ) , IN T R O D U Ç Ã O c o n trib u in d o para q u e o fiel tenha Educar os filhos não £ uma ta­ u m a v id a reta p e ra nte o S e n h o r e refa fádl. Deus, porém, confiou-nos a s o c ie d a d e . N e ss e p r o c e s s o , a essa Tarefa, e dela não podem oi fu­ partiripação da liderança é decisiva. gir. Irfelizmpnte, muitos Allás, e n s ín a r é u m dos pais estão te rce ir irando a P A L A V R A C H A V E deveres d o pastor (I - m educação de seus filhos, 3.2: 2 T m 2 .2 4 ). E d u ca ç á o : e isso tem enfraquecido 3- A cducação Prot.es st? d e a familia cristã. Para que* n a s e s c o l a s . V iv e m o s d e s e n v o lv im e n to cumpramos essatão no­ e m u n a sociedade p e r­ d a s c a p a c id a d e s bre missão é necessário n i s : ; i v a , ondle f a lt a m fís ic a , in te le c tu a l e que busquemos a sabe­ v a lo re i m orais e é t k o s . o ra ! d a c r ia n ç a e doria que somehLe Dei.s Ta nto nas escolas públi­ d o s e r h u m a n o em pode conceder-nos ( T g cas q j a n t o nas privadas l .b: 3.. I 7). A iind a qu e g e ra i, v is a n d o à s u a as crianças e os j o v e n s m e lh o r in te g r a ç ã o contemos com a aj j d a da estão e m c o n t a t o c o m in d iv id u a l e so cia l. igreja, a responsabilida­ filosofias atefstas, m a te ­ de de educar é dos pais. rialistas e p ra g m á tica s . Tais ensinos, nocivos á fé c r i sTã, j á I - E D U C A Ç Ã O . A M IS S Ã O fazem p arte d n currículo de muitas P R I O R I T Á R I A D O S P A IS escola s. Por Isso, os pais n ã o p o ­ 1. O q u e s ig n if ic a ed uca.r? d e m n e g li g e n c i a r a e d u c a ç ã o dos S e g u n d o o D icio n á rio Houalss "a seus filhos. Lies p re cis a m , c o m a p alavra e d u c a r v e m d o latim edu­ ajuda d a Igreja, ser Instruídos para co e. significa 'criar u m a criança': o rie n ta r seus filhos (Ef 6. l -4). Os cuidar, in s:rg ir . P o d e m o s definir resultados da educação divorciada educação c o m o ensino e instrução. d o s v a lo r e s cris tã o s p o d e m ser Não p o d e m o s jamais nos esquecer os piores p o s s iv e is : m ilh a r e s de q u e a Igreja d o S e n h o r tem u m a a d o le s c e n t e s g rá v id a s , a u m e n t o ^unçâo e d u c a d o ra . C o m o sal e I l. 2 das d o e n ç a s s e x u a lm e n t e t r a n s ­ d e s te m u n d o ela d e v e e d u c a r e missíveis, a u m e n T o d o n ú m e r o d e Instru ir s e g u n d o a Palavra de Deus rasos de A ID S , etc. (M t ?S-1 9 .2 0 ). C o m o crentes pre c is a m o s ser g u ia d o s e orientados S IN O P S E D O T Ó P I C O ( I ) se gun d o as Escrituras, pois ela nos Ed ucar é p ro p o rc io n a r uma protege das s u r ilt ^ a s d o M aligno. f o rm a ç ã o c o m pleta ao e d u c a n d o : 2. E d u c a ç ã o C r i s t ã . Se q u i ­ espiritual, m oral c* social. s e m o s uima s o c ie d a d e mellhor, m ais justa e solidária, p re d isa m o s: RESPONDA cortiu Igreja do Senhor, v a lo r i z a r o en sin o d a Palavra de D e us . Para I „ S egundo a liç ã o , o q ue s ig n ific a isso, é Im p re s cin d ív e l investir na “e d u c a r" ?

56

I i l' i r.-’. lílij,rjcA .s


2. O q u e de ve m os f a z e r jé q u e re ­ m os u m a so c ie d a d e m a is j u s t a e s o lid á r ia ?

II - A E D U C A Ç Ã O N O A N T IG O E EM O N O V O TESTAM ENTO 1. N o A n t i g o T e s ta m e n to A o rd e m do S e n h o r aos israelitas era p a ra que estes p r l o r lz a s s e m a e d u c a ç ã o . O s pai:, t i n h a m a r e s p o n s a b i lid a d e de e n s in a r os filh o s a re s p e ito d o s a t o ; do S e n h o r em fa v o r d o p o vo de Israel (51 7 3 - 5 ) A s s im os filhos, m e d ia r Le a te ite m u n ho dos pais. c o n h e c e r ia m a D eus e a p r e n d e riain a t e m ê - l o [D t 4 . 9 , 1 0 ) , N o livro de Jo s u é le m o s a r e s p e ito d o unemorial e r g u i d o c o m d o z e pedras reti radas d o rio J o rd ã o (Js 4 .2 Q -2 A ). Lste m e m o r ia l serviria p a ra l e m b r a r ao p o v o <j dia em q u e o S e n h o r os fe z passar a pés i e c o s p e l o rio. A o v e r e m e n e m e m o ria l, as crianças o u v iria m a sua h istória e a p r e n d e r ia m m ais sobre o D e t í ; de seus pais. É pre­ ciso qu e fa ça m o s o i r e s m o c o m nossas crianças, t e s t e m u n h a n d o d o p o d e r de D e u s às p r ó x i m a s g e r a ç õ e s , É p r e c is o a p r o v e i t a r cada m o m e r t o para m o s tr a r m o s a nossa gratidão a Deus, de m o d o que o nossa e x e m p lo de vida fale : a m o q u a n t o nossas pala vras. 2. Em o N ú v o T e s t a m e n t o . As s in a g o g a s La m b è m e r a m u m c e n t r o d e i n s T r u ç ã o o n d e os m e n in o s ju d e u s a p re n d ia m a respeito da Lei- M e s m o h a v e n d o e$$as "escolas" a educação no lar era prioritária. Jesus, co m o menino jd eu , provavelmente participou do e n s in o nas sinagogas, pois seus

pais c u m p r í a m o s rliuals Judaicos <|c 2.2 1- 2 4 , 3 5 - 4 2 ) . Em sua p ré adolescéncla, Jesus Já sabia de cor a Tn rá , c h e g a n d o a c o n f u n d ir os d o u to r e s no T e m p lo (Lc 2 .4 6 ,4 7 ) , Fm o Novo Tustamenlo vemos que a educação começava no lar, passava pela sinagoga,, e se fortalecia no lemplo. lemos tam bém o exem plo do jo v e m o b re iro T im ó t e o . O apóstnlo Paulo escreveu a Tim ó te o e x o rta n d o -u a pe rm an e ce r nai S a g r a d a s E s r r i T u r a s , que h a v ia a p r e n d i d o a in d a m e n i n o (2 T m l -5 ,6 ; 3 .1 4 -1 7 ) . 3. Na a t u a líd a d e . A Esco­ la D o m in i c a l é a m a io r e a mais acessível agência de educação re­ ligiosa das igrejas evangélicas, ria auxilia todas as faixas etárias na c o m pre e n s ã o das Sagradas r s c r r . turas. Porém, a Lscola D om inical não p o d e ser a única responsável pela fo rm a ç ã o espiritual e moral de nossas crianças, adolescentes e jo v e n s . A responsabilidade m aior cabe aos pais. Aliás, a e d uc a ç ão de n o s s o s filh o s d e v e com eçar, p r l u r i i a r l a m e n t e , em n o s s o lar, pois a s s im D eus r e c o m e n d a em sua Palavra (Ef G .l -4).

S I N O P S E D O T Ó P I C O <2) No A n t i g o Te s ta m e n to os is­ raelitas p r io r iz a v a m a e d u c a ç ã o s dos filhos em casa. Em o N o v o T e s t a m e n t o , as s in a g o g a s eram os centros de i n s t r u ç ã o para os m e n in o s a p re nd e re m a Lei.

RESPONDA 3. Q u a l é 0 m a io r e mass acesssvet a g ê n cia de e d u c a ç ã o re lig io s a das ig r e ja i evangélicas?

Lições tJíBLTCAS 57


Leve seus filh o s à ig re ­ j a . L a m e n ta ve lm e n te , m u i:o s pais

r i ll - A E D U C A Ç Ã O C R I S T A N A F A M ÍLIA

v ã o á Igreja s e m seus filhos. As c ria n ç a s e os j o v e n s d e v e m ser persuadidos, c o m amor, a ir à Casa d o S e n h o r . Se a in d a na i n fâ n c ia forem c on d uzid os à Casa d e D eus, q u a n d o j o v e n s darã o v a lo r a essa prática saudável (Mc I 0 . 13 - 16 ). A r ducação Cristã nomeça n o lar e é fortalecida na igreja, notada mento na Escola D o m in ic a l.

l. O s filhos são te r a n ç a do S e n h o r . O s pais precisam c uidar S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 ) d o s filh o s c o m ze lo , c a rin h o e a m o r, o f e r e c e n d o u m a e d u c a ç ã o d e q u a lid a d e , p o i i eles sào " h e ­ rança d o Senhor" e a nossa g ra n d e re c o m p e n s a (Sl 1 2 7 .3 ); p o ria n io , agradeça a Deus pelos seus iflhos. C o m o fo rm a de gra tid ã o , procur-e e n s in á -lo s e e d u c á -io s n o t e m o r d o S e n h o r { t f 6 . 1 - 4 ) . N ã o se ja n e g lige n te c o r i a e d u c a ç ã o dele s (Pv 22 ,6).

2-

h a f a m ilia , a E d u c a ç ã o C r i s ­ tã d e v e e s t a r e m i n e n t e m e n t e p tesente. r e s p o n d a

4. D e a c o rd o c a m a tição, q u a l E ra a o rd e m d a S e n h o r ff a r a os

israelitas?

5- Q u a l e r a q p ro p ó s ito d o m e m o ­ r ia l e rg u id o p o r Jo su é com ú í doze. O e n s i n o d a P a l a v r a dep e d ra s d o J o r d ã o ?

□ e u » n a l a r . O s p a is s ã o , p o r natureza, os prim eiros professores dos r ilh o s . A c r ia n ç a c o n h e c e a D e u s p r im e i r a m e n t e a tra v é s d o i pais, por isso, não dçixe de fazer o culto d a m é iiic o . Reserve ao m e r o i I 0 m in u to s p o r dia para l o u v a r e a d o ra r ao S e n h o r c o m seus filhos. T a is m o m e n t o s sã o e s p e c i a i s e a ju d a m a fortalecer a f a m lia. Não p e rm ita que a televisão ou q u a is ­ quer meios de distra ção iir peçam a sua fa rrilia de desfrutar desses m in u to s tão especiais.

CONCLUSÃO "Educação é d e v e r d o Estado e d ir e ito d o c id a d ã o " , p o r é m , a e d u c a ç ã o c o m e ç a n a fam ilia. Os pais r e c e b e ra m d e D e u s u m a das mais nobres missões; e d uc a r seus filhos. A queles q u e a m a m a o Se­ n h o r e a sua Palavra vã o fazer de t u d o para q u e seus filhos sejam e d u c a d o s s e g u n d o os p rin c íp io s b ib llco i. Somente asiim livraremos nossos f lh o s dos h o rrore s destes últim os dias.


V O C A B U L Á R IO M i s t e r : Urçjência. U t í l i t a r i s t a : Busca egoísta da prazer individual-

A U X Í L I O B IB L IO G R Á F IC O I S u b s íd io T e o l ó g i c o "E d u ca ç ã o C ris tã É a ciência magis^erial da Igreja Cristã que. f u n d a m e n ta d a n a Bíblia Sagrada, te m p o r ob jetivo s:

a) A instruçã o do ser hum ano no conhecim ento divino, a fim de

R E S P O S T A S D O S E X E R C ÍC IO S 1 . C r ia r u m a r r i . i n ç a ; r . j i d a r , in & -

trL ■. grejo d o S e ­ nhor, ualnr i i a r o e nsinn da Pal;iuna tle D e u s. A Escola D o m i n i c a l, 4 . Q.i.e 0 5 ^raeliT.Tí. p r i o i i z - a s i e m a d a E d u c a ç ã o C r is t ã : A missão edu­ ttdueaç5o d e seus fi hus. cativa da igreja e suas implicações 5. A s crian ças, ao verem ess-e bíblicas e. d o utriná ria s. I ,ed. Rio de n e m o r a . n u v iriam a s u a histó ria Janeiro; C P A D , 2 0 0 2 , p p .5 -6 ) . e a p re n d e ria m (nu s sab re u D iils V de íeuS p a i s .

2., ^r ec is am u s , c c r i t

v_

q u e ele volte a reatar a c o m u n h ã o c o m o Criador, e v e n h a a u&ufruir p le n a m e n te d os benefícios do Plano d e Salvação q u e D e u s estabeleceu e m seu a m a d o Filho. Q a p ó s to lo P a u lo c o m p r e e n d e u p e r f e i t a m e n ­ te o o b je tiv o d a Ed u c aç ã o Cristã: ‘A d m o e s t a n d o a t o d o h o m e m e e n s in a n d o a to do h o m e m e m to d a a sabedoria; para que apresentemos to d o h o m e m perfeito em Jesus C r is ­ to' (Cl 1,2 8 }. b) A educação do crente, para q u e este logre alcançar a perfeição p re c o n iz a d a nas Sagradas Escritu­ ras: JT o d a a E scritura é in sp ira d a p o r Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a c o r r e ç ã o , para a e d uc a ç ão na ju s tiç a , a fim d e que o h o m e m de D e us seja perfeito e p e rfe ita m e n te habilitado para to d a b o a obra' (2 T m 3 .1 6 , 1 7 ] . c} A p re p a ra ç ã o dos santos ., v is a n d o capacitámos a c u m p r i r in^ t e g r a l m e n t e os p re c e ito s d iv in o s da G ra n d e C o m is s ã o : 'F ro c u ra a p re se n ta r-te a D e u s a p ro v a d o , c o m o obreiro q u e não tem de que se e n v e r g o n h a r , que m a n e ja b e m a pala vra d a v e r d a d e 1 <2 T m 2 . 1 5 ) ” ( A N D R A D E , C la u d io n o r . T e o l o g i a

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59


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tornam-se vitimas da pornografia. O fácil acesso a esse tip o de material ve m roubando a alegria d a $ a lv a ç ã o de muiita g e n t e . Portanto, '.o m e m o í cuidado com o que v e m o s no c o m p u ta d o r íLeia SI 1 01 ,3). 2. F o r n i c a ç ã o é p e c a d o .

Sabem os que o s e vo foi criado p o r Deus t o m u m p ro p ó s ito ele va ­ do, n o b re e saudável. Mo e ntanto, d e sd e a Q u e d a , a s e x u a lid a d e v e m sendo deturpada Não q u e re n d o Deus de m o d o irresponsável, P A LA V R A -C H A V E q u e o h o m e m v iv e s s e p e c a m in o s o e grotesco. só. d e u -lh e U m a esposa S e x u a li d a d e : A s s im , p o r ser ta m b é m (C n 2.1 S). Por Í S S u , o O co n ju m o dos u m te m a bíblico, tal a s ­ C â n t ic o d o s C â n t i c o s fen óm en os d a vida sun to deve ser a b o r d a ­ de S a l o m ã o e x a lt a o sexuai; Q u a lid a d e do n a Escola Dom in ica l. re la cio n a m e n to sexual sexual: Sexo. O o b je t iv o díista lição ___________ não entre solteiros, m as é a j u d a r ás f a m N i a s , entne u m h o m e m e u m a p ro p o rc io n a n d o -lh e s u m a visão m u lh e r d e v id a m e n te casados {C t bíblica e o rto d o x a a respeito desLe 4 . 1 -1 2 ; ET 5 .2 2 -2 5 ). Isso significa a s s u n to . Afinal, c o m o Igreja de que o sexo antes ou fora do casa­ C ris to , t e m o s d e ser santos e m m e n to desagrada a D e us . t q u e m to da a nossa m a n e ira d e ser v i v e n a p rá tic a d o p e c a d o n ã o

I - Q U ESTÕ ES SOBRE A SE X U A L ID A D E

herdará o Reino de D e u s (Ef 5 5),

3. P r a z e r n o c a s a m e n t o .

M uita gente acha q u e o rela cio­ I. U m m u n d o d o m in a d n o a m e n t o s e x u a l entre m a r i d o e p o lo e r o t is m o . V ivem os n u m a m u lh e r tem c o m o único objetivo a s ocie d a d e marcada, por u m e r o ­ procriação. Isso é u m erro. Na Eít i s m o tão m a l i g n o e ím p io , q u e blla. encontram os vários textos que n ã o p o u p a s e q u e r as c r ia n ç a s . incentivam o casal a desfrutar das N o s sa s fa rrilia s, p r in c i p a lm e n t e alegrias conjugais. Em Provérbiioã as crianças.] estão s e n d o exp osta s 5.1S*23, os cônjuges são e x o r ta ­ à e x p lo ra ç ã o d o sexo de m o d o in dos a u s u f r u ir e m da in tim id a d e te n so e irresp on sá ve l. O sexo err matrimonial. Por outno lado, o h o ­ si não é p e ca m in oso , pois fbl Deus m e m é a d v e rtid o contra “a mui her q u e m o c rio u . O D ia b o , p o ré m , erv estranha", a adúltera. Em seguida, c a r r e g o u -s e de tr a n s f o r m á -lu e m é in ce n tiva d o a v a lo riza r a uinião a lgo v e r g o n h o s o e vil, ris p o r q u e m a t r i m o n ia l e santa, e x a lt a n d o :e m o s de educar nossas crianças sem pre a m o n o g a m ia , a fidelidade e j o v e n s s e g u n d o os p r in c í p i o s e o a m o r (Ec 3 .9 ; Ct 4 . 1 12; 7.1-9). d a Palavra de DeUS. para q u e não s e ja m d e s tru id o s . S IN O P S E D O T Ò P Í C O (1 ) In f e l i z m e n t e há c r is t ã o s , inclusive obreiros, que, utilizando V iv e m o s n u m a s o c ie d a d e se i n d e v i d a m e n t e d a i n t e r n e t . d o m i n a d a p e lo e r o t i s m o e pela

f IÇÔEÍ £'(111 TC AS

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REFLEXÃO A p u r e z a s e x u a l em o N o v o T e sta m e n to ê ta n to p a r a o h o m e m q u a n to p a r a a m u lh e r "

blinaldo Fíenovato

s e x u a lid a d e d isto rc id a q u e n a d a Cem c o m a ética cristã.

I

RESPONDA /. Q u a l a d v e rtê n c ia d o S a lm o

! 0 1-3 p a ra o cristão? 2 . O sexo ê algo pecam inosa? Justifiaue a sua resposta3. O relacionam ento sexual entre m a rid o e m u lh e r com o obje­ tivo único a procriação? Cite um a referência bíblica que ju stifiq u e sua resposta, II - O V A L O R D A P U R E Z A SEXUAL AN TES DO CASAM EN TO 1. No- A n t i g o T e s t a m e n t o . A Bíblia e xa lta a p u r e z a na v i d a de u m j o v e m <S! I I 9 .9 -1 I ). A l i ­ á s , esse t e x t o é i n d is p e n s á v e l a tn d o s e r v o de D e u s . A s leis s o ­ bre a c a s t id a d e e ra m rig o r o s a s . Se u m a j o v e m , p o r e x e m p l a , t i v e s s e r e la ç õ e s s e x u a is antes d a c a s a m e n t o era a p e d r e j a d a . ctLè á m orLe (DL 2 2 . 2 0 , 2 1 ) . e o s a c e r d o t e só p o d e r i a se c a s a r co m u m a v irg e m íLv 2 1 .1 3 ,1 4 ), d e m o s t r a n d o q u e em Is ra e l, a v i r g i n d a d e era n e c e s s á r i a e v a l o r i z a d a p o r t o d o s (G n 3 4 .7 ) . 2. Em o N o v a T e s ta m e n to . D ou trina n d o us corim ios sobre a

f i d e l i d a d e a C r i s t o , P a u lo [az a lu s ã o au v a lo r d a v i r g i n d a d e : 'f o r q u e estou z e lo s o d e v ó s c o m z e lo de D e u s : porqu e vos to n h o p r e p a r a d o pa ra v o s a p r e s e n t a r c o m o u m a v irg e m pura a um m a r i d o , a saber, a C r is to " (2 C o I 1 .2 ). P or t o n ^ e g u i n i e , a. p u r e z a sexual em o N o v o T e s ta m e n to é t a n t o pa ra o h o m e m q u a n t o para a m u lh e r. A m b o s d e v e m m a m e r - s e castos e v ir g e n s a :é o casam ento.

S IN O P S E D O T Ó P I C O <2) N o A n t i g o e em o N o v o T e s ­ t a m e n t o , a p u r e z a s e xu a í de um j o v e m é e x a lta d a e v a lo r iz a d a .

RESPONDA 4. Cite u m texto bíblico em o N ovo Te s ta m e n to que fa ça a lu s ã o a virgin d a d e p a ra o hom em e p a ra a m uiher.

III - O S E X O Q U E A B ÍB L IA C O N D E N A 1. A p r á t i c a d o h o rtio s s e x u a lis r u o . De acord o c o m o D ic io ­ n á r io H o u a lss, h o m o s s e x u a lis m o é a p rá tic a a m o r o s a ou s e xu a l entne in d iv íd u o s do m e s n o sexo. O q u e a Bíblia t e m a d i z e r sobre esse assunto? No p r in c i p i o , o C r i a d o r n ã o u n iu d o is " m a c h o s ” n e m duas "fêmeiiii". A Bíblia è tia ra : "E c rla u D e u s o h o m e m à sua i m a g e m ; à I m a g e m d e D e u s o c r io u ; m a c h o e fê m e a os criniu" (G n I .27). Mais ad lante. a c res c e n ta o le x Lo biblir o : "E d iss e o S e n h o r D e u s : N ã o é b o m q u e o h o m e m eiLtsJa sò; far-lhe-ei u m a a d ju to ra q.Je esteja


c o m o diante d e l e ’ ( G n 2 .1 & }. Tai s p assagens m o stra m que Deus c r io u apenas d o is g é n e r o s b e m d i í t i n t o s : h o m e m e m u lh e r . Isto signíTica q u e o h o m o s s e x u a l i s m o é p e c a d o . N ã o re s ta d ú v id a ? É Lirni p e c a d o d e ta l f o r m a a b o m i ­

nável q u e até m e s m o o d in h e ir o p r o V e n l e n L e de Cal p r á L i c a n ã o d e v e ser i n t r o d u z i d o na C a s a de D e u s : '' N ã o L r a r á s s a l á r i o de p r o s t i t u i ç ã o n e m p r e ç o de s o d o m i t a á C a s a do Senhor. Le u D eus, p o r q u a lq u e r voto; p o r q u e U m a ± outra coisa são igua lm e n te abom ináveis ao Senhor, teu Deus"

( D t 23.1 8 - AftA). C u m p r e ressaltar, aqu i, qu e n ã o adnri tim os q u a l q u e r tip o de v/lolência c o n tra os h o m o s i e i i u ais. M e j m o p o r q u e , r u m p r t - n o s g a n h á -lo s p a r a j e s i i i . E, g r a ç a s a D e u s , há m u ito s e x - h o m o í s e y u als q u e , h o je , s e rvem fie lm ente ao S e n h o r ( l C o 6 , 1 1).

Z. E d u c a n d o os jo v e n s n a P a la v r a d e D e u s . C o m sase na Eíblia Sagrada, e n s in e m o s às nossas crianças, a d ole s ce n te s e jo v e n », que o seno é p e rm itid o por Deus para o p r a z e r de u m h o m e m e u m a m u lh e r u n id o s pelo m a tri­ m o n ia . O sexo Tura ou antes do casa m e n to é p e c a d o e contrário ao p lano de D e u s na v i d a de um casal crente. E n q u a m o Isso, p r o n il f lq u e m o - n o s a orar pelas a u to rid ad e s constitu íd a s, para q u e não insti­ t u a m leis c u j o ú n ic o o b j e t i v o é

p ro m o ve r o pecado e destruir a família tradicio nal. S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 ) A união heterossexual é o úni­ co modelo de casamento aprovado por Deus. Tal verdade condena o homossexualismo. RESPONDA

I

Ottí ííí íj í referências híbiicas. que. I m osire q ue Dews c riv u apemJs dots. I

géneros distintos: tiíjmcm e mulher. J CONCLUSÃO O casamento, de acordo com f a Palavra de Deus, é monogámicu, t heterossexual e indissolúvel, t não podemos fugir a esse padrão. Quanto ao ato sexual, só é lícito se praticado no casamento; antei e fora do matrimonio é pecado. Que iejamos, como servos do Senhor, exemplodemoderação, étira e,aci- , ma de tu d o , s a n t id a d e e p u r e z a e n us os aspectos de nossa vida.

L iç ÔES to lT C A S

'O5


B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A J O H N S O N , Gre<j; YORKEY, Mike.

A se g u n d a década do A m o r: R e n o v a n d o o c a s a m e n to u n te s a u e cs filh e s s a ia m p a r a v iv e r i u d j p r ó p r ia s vidas. I .edl. Rio

de Janeiro: CPAD, 1996. HEGSTROM, Paul. H o m e n s V i o ­ l e n t o s c as M u l h e r e s q u e o s A m a m : Q u e b ra n d o o cinlo do A b u s o F ís ic o e E m o cio n a l, l.ed. Rio de Janeiro: CPAD, iíOlO. MH l FR, Molly Ann. Meu M a r i d o te m u m S e g re d o : Encontrando a L ib e rta ç ã o p a ra o V icio Sexual.

I _ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2009.


68

L i ç õ e s Bí b u c a -S


L E IT U R A B ÍB L IC A EM C LA S S E

I IM T E R A Ç Ã Q

A nossa vida e s p iritu a l deve c o m e ç a r em c a s a f C e rta fe ita o S e n h o r Je s u s falou: "Mas tu, q u a n d o orares, e n tra no teu ap osento e, fe ch a n d o a tu a porta, D e u te ro n õ m io 1 1 o ra a teu Pai, que vê o q ue está oculto". 15 - Ponde, p o is, c s la s m in h a s A q u i, o S e n h o r Jesus en sin a que o nosso p a la v r a s n o i/asso c o r a ç ã o e aposento — em vez de grandes catedrais n a v o ssa a lm a , e a ta i- a s p o r — é u m excelente lu g a r p a ra bu scarm os s in a ! n a v o ssa m ã o , p a r a q u e a fa ce d o Senhor. N ã o h á n a d a m e lh o r e s te ja m p o r te s te ira s e n tre os d o que c u ltu a r o nosso Deus em fa m ília , ju n ta m e n te com os pais, filhos, netos, i/ossos olhos, s o b rin h o s, etc. D e fin itiv a m e n te , n ã o 1 9 - e e n s in a i- a s a v o s s o s podem os d e p e n d e r a p e n a s dos cultos filh o s , f a la n d o d e la s a s s e n ta ­ o fic ia is d e n o ssa s ig re ja s lo c a is p a r a d o em tu a c a ía , e a n d a n d o term os c o m u n h ã o co m o Pai. A nossa p e lo c a m in h o , e d e itan d o-te, e ca s a e tod a a fa m ília devem s e r u m a le va n ta n d o -te ; extensão da igre ja de Cristo. Pense nisso!

D e u t e r o n ô m í o 1 1.18-21; 2 T im ó te o 1 4 -17

2 0 - e e scre v e -a s nos tim b r a is de tu a c a s a t n a s tu a s p o rta s ,

21 - p a r a q u e se m u ltip liq u e m o s v o s s o s d ia s e o s d ia s d e * v o sso s filh o s n a t e r r a q u e o SENHOR, j u r o u a v o sso s p a is d a r-lh e s, co m o os d ia s d o s cé us s o b r e a te rra .

2

T im ó te o 3

1 4 - Tu, p o ré m , p e r m a n e c e n a q u ilo q u e a p r e n d e s te e d e q u e fo s t e in te ir a d o , s a b e n d o d e q u e m o tens a p re n d id o . 1 5 - £ q u e , d e sd e a tu a m e n i­ nice, s a b e s as s a g r a d a s le tra s, q u e p o d e m f a z e r - te s á b ia p a ra a s a lv a ç ã o , p e la fé q u e h á e m C r is to Je su s.

O B JE TIV O S Apás esta aula, □ aluno deverá estar apto a: C o n h e c e r a í bases bíblicas do Culto Dcrniéstico. O a s s i f í c a r as bênçãos provenientes do culto no lar. O r g a n i z a r a Culto Donéstico. O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A Prezado professor, ao concluir a lição deisa umana, íL^ctunosque faLj um convite para a classe. Convide-a para por em prática o que se aprendeu nesta lição. □ i a t r i b u a p â r a q i ; i l u n n a f o l h ; i I> d e p a p e l

oficio e peça que eles estabeleçam uma agenda semanal para n culto ccjTié-stircj 1 6 - Toda E scritu ra d iv in a m e n ­ em suas casas. Após elaborarem s agenda, peça que eles leriham u zkIg da cumprí-la. te in s p ira d a é pro veitosa p a ra No prazo de um mês, se pare um dia para ensinar, p a r a re d a r g u ir , p a r a es alunus testemunharem as experiências corrigir, p a ra in s tru ir em justiça, ppR-s-nai1; [irnranienle1; dt)?> culln*. domrnlil 7 - p a r a q u e o h o m e m d e cos realizados com t uc I;. a f a m i i-a. Boa aula! D e u s se ja p e r f e it o e p e r f e i­ ta m e n te in s t r u íd o p a r a to d a t o a o b ra.

[ I C Ò E Í :j.fiíi

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a Bícilia Sagrada destaca o valor do ensino divino cultivado no coração humano {Pv A .20-23), A Palavra de IN TR O D U Ç Ã O Deus deve ser o livro-texto dos A negligência para com oculto pais na educação dos seus filhios. doméstico tem esfriado espiritual­ pois ela "é viva e eficaz" e produz mente a familia cristã. A comunhão, um poderoso efeito na vida de que deveria ser intenda q u e m a o b s e rv a e a PAL A V R A S -C H A VE no lar. é substituída, pratica <Hb 4,12), hoje, pela televisão e A re s ta u ra ç ã o C u lt o : pelai lontjas horas de d a in s tru ç ã o d o m é s ti­ A d o ra çã o ou navegação na internetc a . A respeito do ensino hom enagem à Consequen Lemen:e, o d ivi nu a ser ministrado urna d iv in d a d e em culto ao Senhor em nos­ no lar, o Senhor ordena: q u a is q u e r de su a s sas casas, outrora tão “E estas palavras que fo rm a s . prioritário, praticamente hoje te ordeno estarão desapareceu. C o n o »e no teu coração; e as in­ não bastasse, muitos pais optaram timarás a teus filhos e delas falarás par terceirizar a formação espiritual assentado em tua casa. e andando e moral de seus filhos. Não querem pelo caminho, e deitando-te, e ter trabalho algum com as suas levantando-Le" { D l 6.6,7). Mais du crianças., adolescentes e jovens. E, que nunca, torna-se imperativo o para se justificarem, alegam falta ensino da Palavra de Deus no lar de tempo. O que será dessa nova fPv 22,6). Nossos filhos precisam geração sem o ensino cristão? aprender com a máxima urgência b n e cessário resga ta rm os a amar a Deus como Ele o requer: com urgência v culto doméstica. "Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, Caso contrário, nossas famílias de todo o teu coração, de toda a tua não poderão subsistir nestes dias almp e de todo o teu poder" {Dt 6.5). difíceis., mauiSe tenebrosos. 3. A p r á tic a da a d o r a ç ã o d o m é s tic a . Muitos casais supõem I - O C U L T O D O M É S TIC O que, pelu faLo de ainda não serem 1. A d o r a ç ã o e m f a m i l i a . pais, acham-se dispensados doculMoisés reuniu o p o vo e fez-lhe Lo domésLii_a. Na verdade, o cu Ilo saber a vontade de Deus através doméstico não apresenta qualquer dos estatutos e dos juízos divinos restrição no tocante á quantidade (Lv 19.3 7), O lar judlaico, por de membros em uma família. Por­ c onseguinte, t e r i a de ser urna tanto, quer você tenlia fnI hos, quer escola para as crianças aprendeneri não, a devoção na familia não pode a temer e a amar ao Senhor ÍDt esperar. A diferença está apenas 6. 7; 1 I . I S, I 9). Lamentavelmente, nu fato de que havendu filhos, a já não i s vê o m e s m o ^elo e Palavra deverá ser ministrada com determinação nas famílias cristã'; o obJeLlvo de alcançá-los também, a tuais. Não hâ uma cultura de com uma linguagem própria para adoração a Deus no lar. ["ntretantn, cada faixa e:ária. C l

70 Lrçifii* lí1iirjcA.s


S I N O P S E O O T Ó P I C O (1 > O Culto Doméstico prom ove a adoração em farnMia, a instrução doméstica e uma prática conscien­ te da com unhão cristãRESPONDA J . D e a c o r d o c o m a tiç ã o , q u a l deve s e r o iiv ro -te x to dos p a is?

2. O que a Senhor ordena a respeito d o ensino a ser m in is tra d o tio ta r?

II - O C U L T O N O L A R 1 - O r g a n iz a n d o o c u lto 2. C a n h a n d o o s q u e a in d a d o m é s t i c o . T e n d o e r i vista a n ã o s ã o c r e n t e s . Sempre é p o s­ prática d o CUl:o doméSTicO, a p ri­ sível que haja na família pessoas meira coisa a fa^er é definir urr que ainda nâo tenham aceitado dia e um horário em que todos a J e i u i c o m o seu S a lv a d o r e os m e m b ro s da família possam Se n ho r. A p e s a r d is s o , o culto participar. A liturgia não precisa d o m é stico não pode ser n e g li­ ser a m esm a da igreja, todavia □ genciado. Não deixe de convidar louvor, a mensagem e a oração os fam iliares d e s c r e m e i . com são elem e nto s imdispen sáveis. a m o r e sabedoria, para que par­ Procure não utilizar o m o m ento ticipem da adoração a Deus. Siga do culto para disru:ir problemas o e xem p o de Jú. rie não f o r ^ v a familiares o u de o u tra o r d e m . seu 5 filhos a servirem ao Senhor. Fa ;a esrudos bíblicos, incentive Mas, ainda pela madrugada, levan­ o ; Alhos a falarem acerca de s|Ja tava-se para oferecer holocaustos fé e ouça as instruções dos mais a Deus por todos eles Uó 1-^,5). ve lh o s , hsle é o m o m e n t o da Mão despreze os m o m e n to s de família cristã' Sejamos, portanto, comunhão com o Senhor no se li prudentes para edificarmos □ nos­ lar. Busque-o e adore-o de todo o so lar na rocha inabalável: Cristo coração {Mc 12.30). Jesus (Mt 7 .2 4 ,25 ; t r 2.20). 3- E u e m i n h a c a s a s e r v i n ­ M u deixe, de ler diariam en­ d o a o S e n h o r . A lg u n s crentes te a Bíblia com o seu cônjuge e negligenciam u culto dom éstico filhos. Programe a leitura diária por acharem -no antiquado e des­ para o ano todo. Et aproveite as necessário. A falta de te m p o e o dlatas comemorativas, como o Macansaço são as desculpas mais ral e os aniversários, para celebrar utilizadas, Fntretanro, há textos a Deus e n família e agradecé-lo hihlicos contundentes que e xor­ pelas vitórias conquistadas. U m tam os chefes de familiaa ensinar lar que assim procede jamai 5 será a Palavra de Deus a toda a su;* destruído. casa (Dt 6 .7 -9 ).

LiçÒES bfBLTCAS

7]


d o m é s :ÍL u , p o d e m o i apontar o fortalecimento tanto da vida social quanto da eipiriLual, proportlonan"A família que serve a Deus do-nos bênçãos extraordinárias- O apenas na igreja perde a livro de Ester é um exemplo do que I m aior parte do tempo, pois não ucorre quando instruímos os nos­ se e d ifica n a fé nem p ro sp e ra sos 'amiliares na Palavra de Deus. n a vida espiritual. Embora rainha e esposa do homem Esievam Angelo mais poderoso daquele tempo, ela jamais se esqueceu dos ensinos que lhe transmitira seu primo, MarO culto daméíticD foi eficaz na doqueu, poii os laços enire ambos eram fortes (Fr 2.5-7). No momento vida de Timóteo, Desde a mais tenra idade, ele era zelosamente instruido certo, ela saiu em defesa do povo de Israel, e Deus se manifestou em todo has Sagradas Escriturai por sua mãe, o Impériu Persa. Na união espiriiual Funice, e por sua avó, Loide- rt o resultado fel maravilhoso. O Jo\/em d o lar, sempre haverá lugar para Timóteo tornou-se um grande obrei­ Dellí operar e agir. abençoando a ro de Cristo ( I T m 1.2; 2 T m 1.2). todos (El 133.1,3). T o m e m o s com o e x e m p lo a 2. S a n tifica e p ro te g e a mesma atitude de Josué, tle deixou f a m í l i a . Ouvim os todos os dias n o tic ia s e s ta rr e c e d o r a s sobre claro que o povo de Israel deveria es' colher a quem deveria servir quando Lragédias familiares.. C o m o se não da entrada na Terra Prometida, mas bastasse, aumenta, a cada ano, o "ethou a questão quando dl$se que número de divórcios em lo d o o ele e sua familla serviriam ao Senhor m u n d o , r o que direr das drogas e da prostituição infantil que viti­ ' J 2^. I S>, motivando a m e sm a ati­ tude naqueles que o ouviam. mam milhões de crianças oriundas de lares d e s e s tru tu ra d o s ? Mas | S IN O P S E D O T Ó P I C O (2 ) quandu nos unimos para buscar a face do Senhor, através da devoção O culto doméstico deve ser doméstica. Satanás não enconLra prioridade em todo lar cristão. Ali, espaço para destrui r nossos filhos. a família adora a Deus e cresce em A família que verda d e ira m e n te graça e conhecim ento. serve a o S e n h o r não será abalada, pois o Senhor santifica-a e a guarda RESPONDA (Ef 6 I 6-1S) 3. Q u a is s â o o j d e s c u lp a s m a is 3. T o r n a a f a m í l i a p i e d o ­ u t iliz a d a s p o r a q u e le s q u e n e g li­ sa. Vemos que, em Israel, era CO' g e n c ia m a c u lto d o m é s tic o ? m u m a famí lia adorar ao Senhoir por ocasião da Páscoa (Éx l 2 . 14). III - B Ê N Ç Ã O S A D V I N D A S t gratíficante e p ro fu n d a rr e nte D O C U L TO D O M É S TIC O saudável a adoração a Deus em l. F o r t » l « c e os la ços f a m família: i­ “Nas tendas dos justos li a r e s . Com o resultados do culto há v o z de Júbilo e de salvação; REFLEXÃO

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a destra do Senhor faz pro eza s” (SI I 18.15). Pais e filhos o ra n d o , lendo a Bíblia e cantando alegremente, no lar, p roduzem uma atmosfera espiritual de grande valor perante Deus, a Igreja e a sociedade. S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 ) Podemos participar de algu­ mas b ê nçã os p r o m o v id a s pelo Culto Doméstico: Fortalecimento dos laços familiares; Santificação e proteção da família; além de um lar piedoso. RESPONDA 4. R e la c io n e as b ê n ç ã o s a d v in d a s d o c u lto d o m é stico .

5. Você tem s id o fie l n a r e a liz a ç ã o j d o c u lto d o m é s tic o 7

CONCLUSÃO O culto d o m é s tic o precisa ser urgentemente resgatado, pois o m undo quer impor sobre nos- I sas famílias condutas totalmente contrárias às recomendadas pelas Sagradas Escrituras. Se ensinarmos os preceitos do Senhor aos nossos filhos, eles jamais serão tragados por este século, cujo príncipe é o Diabo. Quando a familia é alicerçada na Palavra de Deus, a igreja local è fortalecida e a sociedade, como um todo, é beneficiada. Enfim, todos so­ mos abençoados. Não perca tempo, inicie hoje mesmo o culto doméstico e Jesus jamais deixará o seu lar.


A U X ÍL IO

b ib l io g r á f ic o

S u b s id io B ib lio ló g ic o HEu «i í h Este nome, que quer d ile r 'vi­ toriosa', aparece somente um a vez na Bíblia (2 T m 1.5). Eunite era a mãe de Tim óteo, e isso lhe confere certa importância. Ela, e sua mâe Lóide são descritas como mulheres de fé genuíha na Senhor, e tinham, aparentemente, incentivado uma fie semelhante na vida do jovtMTi T im ó ­ teo. Eunice era uma Judia devota, casada com u m grego. É improvável gue fosse uma fiel cristã antes da pri­ meira visita de Paulo a Derbe e Listra, onde vivia, mas tinha evidentemente ensinado, de maneira completa, as Escrituras do Antigo Testamento a Ti m óteo (2 T m 3 . 15) [... ]" { D icioná rio B íb lico W yd iffe . CPAD, 2009, p. 7 10). “ [™ | L ó id e Avó de Tim óteo e3 sem dúvida, mãe de Eunite, a máe de Tim óteo. Ela é mencionada apenas uma vez (2 T m 1.5). Aparentemente, a fami­ lia vivia em Listra, onde Paulo foi apedrejado. Lóide possuía u m a fé sincera em Deus, á qual juntaram-se tunice e Tim óteo, embora o marido de Eunice fosse yrego e, evidente­ mente, um h o m e m descrente (At 16 -1 )- Parece bem provável que ela tenha sido .ima judia religiosa antes da primeira visita de Paulo a Derbe e Listra e que ela, sua filha e seu neto se converteram ao cristianismo por causa do ministério de Pauln. Talvez as circunstâncias que cercaram o apedrejamento de Paulo e sua re­ cuperação tenham c o n t r i D u í d o para essa conversão" [PFEIFFER, Charles F.; VOS, Howard F_; REA,John {EdsJ. D ic io n á rio B íb lic o W y c liffe . I ,ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, tpp. 11 76-77). 74

1

ils, I;1ij, i j c a .s

B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A FFflFFFR. c h s r k s F.; VOS, Ho ward h.: REÀ, John ( E d í | Dicio­ n á r i o B íb lic o W y d i f f e . I.ed. Rio dejaneino: CPAD, 2009SOLIZAs Esíevam Angelo. ... e f e z D e u s 4 f a m í l i a : O p a d rã o d iv in o p a r a u m la r fefiz. I .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

S A IB A M A IS Revista Ensinador Cristão CPAD, n°54, p .4 1 .

RESPOSTA5 DOS EXERCÍCIOS 1. A Palavra de D ií .is . 2. “ E estas palavras qu e hoje te arderei e^tarãfi nn Ipu rnraçãíi; f* as int ma rãs a teus Filhos e del?5 r"a i r á i assen tada em tua casa, t an dan do pelo cam inh o, e d e itr.id-o-ie, « l-evantandci-t*’ <L>L 6. / ) .

3. I j I [ j lc tempo a u cansaço. 4. Fortalecimento dos laços farriiI arei, íanlifira^ãn - f-rntpçãci da farri' ia e a uiedade na família. 5. R e sposta pessoal.


L E IT U R A B ÍB L IC A EM C LA S S E N e e m i a s 8.1 -7 1 - E chegado o sétimo mès. e es­ tando os filhos de Israeí nas jíjají ci­ dades, todo o povo se ajuntou como um só homem, n a praça, diante da Porta das Águas; e disseram a tsdras, o escriba, que trouxesse o li­ vro da Lei de Moisés, que o SE.WHOR tinha ordenado a Israel. í E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens com o de mulheres e de todos os sábios p a ra ouvirem, no prim eiro dia do sétim o mes.

3. - L leu nela , diante da praça, que está diante da Porta das Águas, des­ de a alva até ao meio-dia, perante homens, d mulheres, e sábias; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei.

4 - £ Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram p a ra aquele fim- e esta­ vam em pé ju n to a eie, à sua máo direita. Matitias, e Sema, e An a ias, e Urias, e Hilquias, e Maaseias; e ã sua m ão esquerda , Pedaias, e Misael, d Malquias, e Hasum , d Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.

5 - £ Esdras a b riu O liv ro perante os olhos de todo o povo; porque esta va a cim a de todo o povo; e, ab rindo-o ele, todo o povo se pôs em pê. E Esdras louvou 0 Senhor, o grande [teus; e todo o povo respon­ deu; Amém! Amém!, levantando as mãos: e inclinaram -se e adoraram o Senhor, com o rosto em terra.

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7 ■ E jesua, e Bani, e Serebias, e ja m im , e Acube. e Sabetai, e Hodias, e Maaseias, e Quelita, d A zaria s, e Jozabade, e H a n ã „ e Pelaías, e os le vitas ensinavam ao povo n a Lei; e o povo estava no seu posto. 76

I I:' ò i s Ií Ik l j c a .s

IN T E R A Ç Ã O P ro fe sso r, o que 0 E s c o la D o m in ic a ! s ig n i f i c a p a r a vpc.é? N a s p a la v r a s d o p a s to r A n to n io G ilb e rto 'a E sco la D o m in ic a l é a e s c o la de e n sin o b íb lic o d a Igreja, q u e e v a n g e liz a e n q u a n to e n s in a , c o n j u g a n d o a s s im o s d o is la d o s d a co m iss ã o d e Je su s à Ig re ja c o n f o r m e M a t e u s 2 & .2 Q e M a r c o s S5. S5, E la n ã o é u m a p a r te d a Ig re ja; c a p r ó p r ia Igreja m in is tra n d o e n sin o b íb lic o m etód ico". M ilh õ e s e m ilh õ e s de v id a s s ã o d is c ip u la d a s nos b a n c o s d a E scola D o m in ic a l. É, sem dúvid a, a m a io r a g ê n c ia de s e rv iç o v o lu n tá r io em to d o t e r r it ó r io n a cio n a l- £ você, p r e z a d o p ro fessor, de ve se o r g u lh a r p o r f a z e r p a rte d e s ta seleta equipe.

O B JE TIV O S Após esta aula, o aluno deverá esrar apto a: C o n h e c e r a origem da Escola D o ­ minical. A p r e e n d e r as finalidades da Tscola Dominical. C o m p r e e n d e r o q u a n to a Fscola Dominical fortalece a família.


dário tem as suas raízes desde o A n tig o Te stam ento, passando IN T R O D U Ç Ã O p o r Moisés ( D t 6 .7 ; I 1.1 8,1 9; A t íc o la Dorrinical é a maior 3 1,1 2,1 3), pela época dos sacerd o te i, reis e profetas de l$rael c m a is a c e s s í v e l a g ê n c i a de (Dt 2 4 , 8; I Sm 12.23; Jr 18.18; educação religiosa da igreja. O 2 C r I 5 . 3 ; 1 7. 7 - 9 ) , seu p r i n c i p a l o bj e : iP A LA V R A -C H A V E d u ra n te e após o c a ­ v o é levar as crianças, tiveiro babilón ico (Ne a d ol esc antes.. Jovens e E s c o la : 3), c h e g a n d o aos dias adultos a aprender e a Estab elecim ento p r a tic a r a Palavra de de Jesus, sendo Ele o p ú b lico o u p riv a d o M e S L re d o s m e i l r e i De u s. Por isso, ela ê onde se m inistra , (M c 2 . 1 , 2 ; 5. 2 , 6 , 3 4 ; u m fator determinante sistem aticam ente, 12.3 5 : L l 5.1 7; 2 4 . 2 7 ) na formação espiritual, ensino coietrvo. e da igreja do prim eiro m o ra l, s o c ia l e c u ltu ra l século até os nossos d a s fa m ília s , dias (Mc 6 .3 0 ; At 5.21 ,4 I ,4 ? ). A Escola L o rr in lc a l, quando 2. A o r i g e m d a E s c o la D o tiem estruui rada, torna-se um dos m in ic a l. A fase modei na da rscola meios mais eficazes de e v a n g e ­ lização. É notório que m issio n á ­ Dominical, assim com o a conhece­ mos, Leve início em um domingo rios, pastores e demais obreiros de 17S0. Q jornalista britânico, e obreirai, passaram pela Escola Robert Raikes, desejava escrever D o m in i c a l e c o n t i n u a m a f r e ­ um editorial sobre a melhoria do quentá-la zelosarr ente. pois nela sistema carcerário de sua cidade. u ta rále r tristãu é desonvolvido Ao perceber que muitas crianças segundo a Bíblia Sagrada. ficavam na rua falando palavrões e I - A O R IG E M D A E S C O LA brigando, mudou de ideia e escre­ D O M IN IC A L veu sobre como levar aqueles meni­ 1. R a í z e s b í b l i c a s d a E snos ­ à igreja, visando alfabetizá-los e evangelizá-los. A maioria das c o la D o m in ic a l. C o n fo rm e e n s in a -n o s o pastor A n to n io crianças não sabia ler nem escrever, G i l b e r t o e m seu M a n u a l d a pois durante a semana eram força­ das a trabalhar e n fábricas; algo r s c o l a D o m in ic a l, esse ed uca n r

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A L G U N S F A T O S H IS T O RI C O S P r i i m e i r a a c ã o d a E s c o l a D o m i n i c a l 2 (3/ 0 7 / 1 7130 R o b e rt R a ik e s e s ta b e le c e u o s s e g u in t e s c o m p r o m is s o s : E x p e r im e n t a r p o t trê s a r a s o tra ­ b a lh o e m an da m e nto:, Em s e g u id a , ele d ivu lgaria, a o m u n d o o s f r u t o s d a E s c o la D o m in ic a l. P u b lic a ç ã o

»

j o r n a l d o im p a c t o d o

m o v o t r a b a l h o tia v i d a dias. c r i a n ç a s

m / n / 17ea A s ig r e j a s p a s s a r a m a d a r a p o i o .ao t r a b a l h o d e R aikes.. 4 t s r o l a D o m in i c a l p a s s o u d a s c i s j í p a r t ir u la r e s p a r a o s Tem plos., o s q u a i s e n r h ia m - s e dt* c r ia n ç a s . A d a t a d e 3 d e N o v e m b r o d e I 7& 3 á e n t ã o c o n s id e r a d a o d ia n a t a líc io d a E s c o la D o m in ic a l. A n t r ç d r R .tilk cs j i

H j v í j r t - u n l ô e v s.r rrií-l hii n

a d a E s r n L i D n m in ir;*!

N o « n c a n lo , q u e m p o p u l a r i z o u c d i n a m i z o u o m o v i m e n t o fo i R o b c r l R a ik e s . E o a lu a i s te lt n n a d t e s c o la p ú b l ic a in s p ir o u i c n o m o v i m c n l o d a E s c o la D o m in i c a l

LicOv^BIulic/hS 7 7


bem comum durante a Revolução Industrial- El, no domingo, peram­ bulavam pelas ruas. a) O p ro je to . Raikes divulgou □ projeto de alfabetizar as crian' ças, e n sinando IH^es gram ática, matemática e a Bíblia. Apelou às pessoas a fim de que, voluntaria­ mente, a judassem -no a tirar as crianças das ruas, educando-as nos lanes e na igreja. b) S em ean d o liçõ e s d e vida.

As professoras voluntárias, além de allabeuiá-las, e n im a vam -lhe i noções de ética, mordi e histó­ rias bíblicas. Era um a verdadeira educação integral Qu a tro anos depois, após espalhar-se p o r vá­ rias cidades, a Escola Dominical já contava corr iíSO mil alunos. ; No Brasil. <ila foi fundada em 19 de agosto de 1S55 pelo casal de missionários escoceses. Ftobert e

I I 3

SINOPSE D O T Ó P I C O <1) A Fscola DominicaE ministra o ensino da Palavra de Deus de form a acessível a todos os alu nos contemplando as respectivas faixas etárias — do berçário aos adultos. RESPONDA 1. Cite v e rs íc u lo s a u e a p o n ta m p a r a a s ra íz e s b íb lic a s d a E sco la D o m in ica l. 2. O é a E sco la D o m in ic a l? II - F I N A L I D A D E S D A E S C O L A D O M IN IC A L

1. A u x i l i a r n o e n s i n o das. E s c r i t u r a s . O en sin o b íb lic o sistemático, e por faixas etárias, é de grande significado espiritual e moral para :oda a família. Por Isso, tem de ser ministrado por pessoas m a duras qu e a m e m Sarah Kalley. a Palavra de Deus, 3. O q u e é E s c o la D o m ■comunicar i­ pois; como instrui-nos o apósto­ n ica l. É uma escola que ministra lo Paulo, se o tio is o ministério “é ensinar, haja d e d ic a ç ã o ao ensino" { R n 12./). A família é beneficiada quando o ensino al­ cança os objetivos propostos na □ e n s in o da P a la vra de Deus formação cristã de todos us seus de to rm a acessível a todos os membros. Não há dúvidas de que alunos — desde o berçário aoâ a EiCola Dom inical é o m elhur adultos — contemplando todas as lugar para isso. 'aixas etárias. A Escola Dominical 2. A u x i l i a r na e v a n g e l i ­ é gratuita e conta com o apoio de z a ç ã o . É desejável que a Tscola homens e mulheres que, voluntaDoirinical resgate este supremo rlamehte. leclonam a Palavra de ubjetivo: evangelizar (Mc 15,15). Deus- r o maior trabalho que se Uma classe: pode incumbir-Se de pode realizar na Igreja. Os seui levar convites aos descrentes para professores e organizadores não virem à Iqreja n o d o m in g o seguintêm qualquer retorno Financeiro Le. ou para u culto vespertlnu. a não ser a alegria de saber que U m a gincana pode ser realizada, são instrumentos de Deus para

!

abençoar vidas através do ensino da Bíblia iáaq rada. Os que exercem e i :e m i n Istêrl o sabe m que e sta ê a

78 l.r<7^i:5 l;lij,ricA.s


concedendo pontos às dassei que T r o u x e r e m mais visita n te s não cortverr.ido:i á Escola Dor-iinical. - al iniciativa é uma óiim a forma dle a presentarm os o Evangelho aos que ainda não receberam a Cri 5 : 0 . 3- A u x i lia r n o d i s c i p u l a d o Jesus m a n d ou fazer discípulos e nào prioritariamente membros e congregados ^Mt 20.1 9). Por esse motivo, os que aceitam a Cristo devem ser eficazmente discipulad o t . Nesse lentldo, a Escola D o m i­ nical desempenha um importante e insubstituível papel. Portanto, que haja classes de discipulado para as crianças, adolescentes, jo ve n s e adultos. Mas acima de t u d o , nâo nos e sque ç a m o s de que, cum o discípulos de Cristo a nossa a vida é u m permanente discipulado (2 Co 3 . 18). S I N O P S E D O T Ó P I C O <2> A u x ilia r no ensino das Es­ crituras, na evangelização e no d is c ip u la d o , são a lg u m a s das finalidades da Escola Dominical. RESPONDA Quais, s ã o íis f in a lid a d e s d a E sco ia D o m in ic a l?

III - A E S C O L A D O M I N I C A L F O R T A L E C E A FA M ÍLIA I . As C ria n ç a s são b e m i n s t r u í d a s . D iz e m o s estudiosos que a per to n a lid a d e h u m a n a é d e fn id a até aos sete anos. O que aprsndemo5 nessa fase, refletirá decisivamente em nosso d e sen ­ volvim e n to psíquico, emocional.

afelivo-e social. inT uenclando-noi por roda a vida. Nesse aspecto, advertem-nos as Sagradas Escritu­ ras: "I ustri, i o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele" (Pv 2 2.6), Por conseguinte, a Es­ cola Dominical ajuda, e muito, no desenvolvim ento da personalida­ de infantil, pois encaminha cada criança no aprendizado cristão. 2. A j u v e n t u d e é p r e v e n i ­ d a c o n tra o p e c a d o . A ju ve n ­ tude é vitim a de m u ita i brutalidades sociais: álcool, drogas, se*o ilícito, d e lin q u ê n c ia , etc. Por iisso mesmo, nossos jo ve n s d e v e m frequentar a stlduam en:e a Escola D o m in i c a l , pois aqui são alertados contra todos esses males tão característicos de um a sociedade s e n De J$ , O salmista oferece u m carr inho seguro para que o jo v e m pnevina-se contra 05 males desse tempo; "C o m o pu­ rificará o jo v e m o seu caminho? Q b s e r v a n d o - o c o n fo r m e a tua palavra" {SI 119.9). 3. O s a d u l t o s f r u t i f i c a m . Por aceitar a Cristo na idade adulta e não haver receoido uma sólida forrração espiritual e moral d uran­ te a infância e juventudle, há cren­ tes que acabam não to r m a n d o Uma consciência clara e madura d a vida cristã. A Escola D o m in i­ cal, todavia, está apta a ajudá-los a formar o seu caráter cristão e estimulando-os à le i:u ra d a Bíblia Sagrada e. á prática da vida tristá em seu dia a diia íjo S.39). Assim, os adultos to rn a m -se aptas a dar muitos frutos na obra do Senhor tio 1 b. I - 1G>.

L içòeí Bíeltcas

/ '1


SINOPSE D O T O P I C O (B ) cria n ç a s são i n s t r u í d a s , v e n t u d e e p r e v e n id a c o n tra * p eca d o e os a d u lto s são in ce n fru tifica re m na o b ra tivados do Senhor. RESPONDA 4. P o r q u e o s j o v e n s c r is t á o s d e v e m f r e q u e n t a r a E s c o la D o ­ m in i c a í? 5. O q u e a E s c o la D o m in ic a l e s ta a p ta a f a z e r ?

CONCLUSÃO Nenhuma instituição de ensi­ no tem efeito tào benefico sobre a família como a Escola Dominical. Nos países onde ela e valorizada, sempre há testemunhos de pessoas que se tornaram uteis a sociedade e ao mundo. Portanto, a igreja pre­ cisa valorizar a Escola Dominical: a maior escola de formaçao crista do mundo. Os que são assíduos na Escola Dominical absorvem o ensino da Bíblia, e passam a ter uma c onduta pautada nos princípios elevados da Palavra de Deus.

REFLEXÃO “U m dos intuitos, pois, d a Escola D om in ical, é o de fa z e r de seus alunos, hom en s e m ulheres, v erd a d eiros cristãos, cu jas vidas se assem elhem em p a la v ra s e o b ra s a o id e a l a p re se n ta d o p o r Jesus, co n fo rm e lem os em R om an os 8.20.

Anionio Gilberto

80

L iç õ e s Bíb l ic a s


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23 de Ju n h o de 20 1 3

A Fa m íl ia

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Ig r e j a

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S e g u n d a - D t 6 .2 A família temendo ao Senhor T e r ç a - D t 6 .2 A família guardando a Palavra de Deus Q u a r t a - D t 6 .4 Há um uníco Deus na família Q u in t a - D t 6 .7 ,8 A família atentando para a Palavra Sexta - D t 6 . 1 8 A família fazendo o que é reto ao Senhor S á b a d o - S a l m o s 122.1 A família se alegra na Casa de Deus

I i ç ô e -s Bíb l ic a s

83


rL E I T U R A

B ÍB L IC A EM C LA S S E R o m a n o s 16 . 1-5,7,1 0,1 I . 1 3,1 5 ,2 4 1 - Recom endo-vos, jvais, Febe. n o sso ir m ã , a quaS se rve na ig re ja que está em C encreia,

2 - p a ra que a recebais no Se­ nhor, com o convém aos santos, e a aju d eis em q u a lq u e r co isa que de vós necessitar; p o rq u e tem h o sp ed ad o a m uitos, com o la m b em a m im mesmo.

3 - S au dai a P ris c ila e a Á q u ila, m eus coo p e ra d o re s cm C ris to

IN TE R A Ç Ã O A f a m ília e a ig r e ja lo c a l s ã o in s t it u i­ ções q u e se c o n fu n d e m , a m b a s fo ra m c r ia d a s p o r D e u s. A f a m ília tem a fin a lid a d e de p r e s e r v a r e d e s e n v o lv e r s o c ia l, m o r a l e e tic a m e n te to d o s e r h u m a n o . A ig r e ja lo c a l v is a e d u c a r e s p ir itu a lm e n te o h o m e m s e g u n d o a p r o c la m a ç ã o e a b s o r ç ã o d o E v a n g e lh o b e m c o m o a s o u tr a s e s fe r a s d a vida. F a m ília e ig r e ja lo c a l s ã o in s e p a r á ­ veis. U m a d e p e n d e d a o u tra , u m a é a e x te n s ã o d a o u tra . N ã o íe e x c lu e m j a m a is . A o c o n tr á r io , se c o m p le ta m e c a m in h a m ju n t a s .

Jesus,

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

5 - S a u d a i ta m b é m a ig re ja que está em i u d casa. S a u d a i

b ásico d a funcional idade da igreja local.

a Epéneto, m eu a m a d o r que é as p rim íc ia s d a Á sia em C risto. 7 - S a u d a i a A n d r ô n ic o e a Jú n ia , m eus p a re n te s e m eu s c o m p a n h e ir o s n a p r is ã o , os q u ais se d is tin g u ira m e n tre os a p ó sto lo s e q u e fo ra m an tes de m im em Cristo.

10

S audai a Apeles, a p ro v a d o em C risto. S a u d a i aos d a fa m i­ lia de A ristó b u ío .

11 - S au d ai a H e ro d iã o , m eu I parente. Saudai aos da fam ilia de

I

lia, a N ereu e a s u a irm ã , e a O fim pas, e a tod os os s a n to s que com etes estão.

2 4 - 4 g ra ç a de nosso S en hor J e s u s C r is t o s e ja com to d o s vós. A m é m 1

1

Identificar a fam ília co m o elem ento F a z e r da igreja um local de a co lh im e n ­ t o d as famílias..

C o m p r e e n d e r que a fn.milia deve Se envolver to m a Igreja local. O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A P r e i a d n p iV f e S S G r , p a r a r n n r l u i r a aula d e s t a s e m a n a p e ç a a o s a lu n o s , para. d e s c r e v e r e m t) q u e - e l e s p e r í a m i n b r e o re la c io n a m e n t o d a p r ó p r ia fa m ilia c o m a I g r e j a l o c a l . C u r r l u S e d ã tf u q u e p o d e m , m u d a r ne ste re la c io n a m e n to , R e p ro d u z a r e . s p u 4.t as n a l o u s a . E x p l i q u e q u e a fa m ilia ê u m e l e m e n ln i n d is p e n s á ve l a o

Narciso, os que estão no Senhor.a l g u m a s ,

13. - S a u d a i a Rufo, efeito no Senhor, í a sua m ãe e m inha. 1 5- - S a u d a i a Filó lo g o e a Jú-

8

PB JET1VQ S

4 — os q u ais pela m in h a vida ex­ puseram a sua cabeça: o que não só eu thes agradeço, mas tam bém iodas as igrejas dos gentios.

l - f Ç ^ E S l; 1 liL IC A . S

b e m estai d a ig r e ja lo ca l, e q u e falai d a igreja s e m p r i n r l i a r a fa m ilia é g n n r a r o õtnviu. D e s a f i e - o s a v i v e r e m -em f a m i l i a , a p e n s a r e m ec m -u é u rn a b ê r tç iu s e r v u a D e li s n u m a i g r e j a l o c a l j u n t a m e n t e c o m t o d a a f a m í l i a . Ekia a u l a !


destaca a relação do aspirante com a própria família: "Convém, pois, IN T R O D U Ç Ã O que o bispo [...] goveme bem a N u i r i r u n d o de inten sa s sua própria casa, tendo seus filhos mudanças e incertezas a igreja é em lujelçáo, com toda. a modés­ a única instituição em que o cris­ tia (porque, se alguém não sabe tão e sua família podem contar. governar a sua própria casa, terá Lares sofrem terríveis ataques cuidado da igreja de DeU£?)n (1 d o inim ig o , e muitas T m 3 .2 ,4,5). Aqui, ele famílias não têm resis­ P A L A V R A - C H A V E expressa o impacto do tido. sucumbindo moral relacionamento familiar R e la c io n a m e n to : e espif itua lm e n te ás com a funcionalidade C apacidade, em in v e s tid a s m a lig n a s . da igreja local. Famílias m a io r ou m en or Por isso a Igreja do desgovernadas, inevi:agrau, de re la cio n a r ie n h o r , representada velmente, geram uma se, conviver ou pela comunidade local, Igreja sem direção. ctnnunicar-$£ cóm é o ponto de apoio es­ 2 - A famtlta c o m o seus semelhantes. piritual e moral para a e * te i i sã o da i g r e j a . família. Ali se aperfei­ Além de a família ser o çoam os relacionamentos entre elemento básico da funcionalida­ os câryuges, pais e filhos, avós e de da iyreja local, ela é a própria netos. A família cristã se desen­ extensão desta. Descrevendo a volve no dia a dia da igreja local. respeito do culto doméstico, o sau­ doso pastor Este vam Angelo disse: I - F A M ÍLIA : O E L E M E N T O “5e a famiiliq quiser assi^rir a í<?tr B Á S IC O D A IG R E JA cultos a mais por semana, razendo l ■ S e m a f a m í l i a a ig re ja o culto domésLico, Lerá uma Igreja n ã o f u n c i o n a . Não p o d e m o s em casa". É verdade' Além de cul­ ignorar a importância da igreja tuar a Deus, a família representará locall junto ã família, p oisa saúde □ reino divino na vizinhança, no da igreja está dlretamente ligada bairro e no mundo. O próprio .eScii ao bem estar espiritual e moral falou: Porque onde estiverem dois da família. Lm a igreja cujas famí­ ou :rês reunidos em meu nome, aí lias estão arruinadas espiritual e estou eu no meio deles (Mt 1S.20). moralmente não terá condições Portanto, podemos fa^erde nossa de acolhcr os não crentes, nem família uma extensão da Igreja terá autoridade para atuar junto de Cristo e representar seu Reino à outras familias na comunidade neste mundo. em que está inserida. A família fortalecida na igreja S IN O P S E D O T Ó P I C O (1 } é ;ão importante que o apóstolo A família é o elemento bási­ Paulo aconselhou o pastor Timóteo co para a boa funcionalidade da a respeito dq qualidade de um can­ didato ao episcopado. O apóstolo igreja locai, r

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RESPONDA I , D e a c o r d o corri a liçã o , ífU£ im p o r tâ n c ia n ã o íe pnde ig n o r a r em re/aç3>o a f a m ília ? P. A lé m d e se r a elem en to b á s ic o d a fu n c io n a lid a d e d a igreja, a que é a f a m ília ? II - A I G R E J A A C O L H E N D O AS F A M ÍLIA S

eile relacionamento continue a abençoar vidas é preciso zelar pelos seguintes princípios: <l ) Na ígnçja local, a fairilia não deve se ^echar em si mesma: (2) Não deve haver motivações que desrespeitem a liderança constituída ou a qualquer outra pessoa; [3) A família deve investir tempo para se relacionar cori outras famillas também. 4. A f a m ilia d o o b r e i r o . O exercício do ministério não dispen­ sa o obreiro de 5ua responsabilida­ de como esposo e pai Infelizmente, em algumas igrejas locais, é co­ mum cobrarem da família do pastor um padrãu de perfeiçJio que nem o Tvangelho pneceitua. Prevenção ao pecado e vida de retidâo na presença de Deus e diante da so­ ciedade são atributos peculiares a toda família cristã. Porém, é pneciso reafirmar que a familia do pastur é igual à de qualquer ou:ra pessoa A esposa do pastor tem nome, e os filhos Lambém, e precisam dos mesmos cuidados que as demais famílias da igreja precisam.

1. A n a tu r e z a h u m a n a da ig r e ja - A etimologia da palavra igreja remonta a natureza humana do Corpo de Cristo. Mateus 1S. l 7 e Ates 15.4 expressam e k k i ê s i a \ i g r ç jaO como reunião de pessoas, povo ou assembleia em nome do Senhor ,esus. É uma iniLiuiição tompoSLa de seres humanos dotados de sen­ timentos, desejos e volição. Hesse caso, a igroja é "humana" em sua constituição e composição. 2- A d i m e n s ã o re la c io n a l d a ig r e ja . Onde há pessoas, há relacionam entos, A Santissim a Trindade nos mostra um Deus re­ lacional. A i trinai pessoas relarionam-se comunitária, intensa e espontaneamente. {Mc I .3-1 3; Jo S I N O P S E D O T Ó P I C O <2) 5.1 7 ,19 -26 ). Assim, a igreja ex­ pressa a dimensão relacional da A igreja local é Lima institui­ Santíssima Trindade entre os seus ção Composta de diiEíntoS seres m e m b ro s. t alii, que a família cris­ humanos. Aqui está a dimensão tã está habilitada a relacionar-se humana da Igreja. como Igreja de Cristo, tanto com ^ o Pai (Mc 12-30) como com o pró­ RESPONDA ximo (Mc 12.31]. Assim, a igreja 3. D e s c re v a a n a t u r e z a h u m a n a está pronta para acolher as famí­ d a ig re ja. lias e suas idiossincrasias. 3. O r e la c io n a m e n t o f a m i ­ III - A F A M Í L I A liar na igreja. Não há dúvidas de N A IC R E JA L O C A L que servir a DeUS numa iqireja local 1. A c o m ui n h ã o d a faiwi i lia. juntamente com toda a família é t uma bênção. No entantD, para que No Salmo 133.1 lemos: "Oh! Quão

8 6 l.r<7^i:5 l-lm c A s


bom e quão suave é que os Irmãos Por isso, a família chamada por vivam em união1". Apesar de al­ Deus é convocada a depositar v guns pregadores interpretarerr seu talento na causa do Evange­ lho. No eniinu. na pregação, na esLe texto de maneira, alegórica, música ou qu alquerouira ativida' dando a d e uma simbulogia espi­ ritual, neste versículo o salmista de que vise pregar o tvangelho e Davi se reTere á Tamílla de Irmáos edificar a Igreja de Crlstu. a familia de sangue em crise, ou, de acordo cristã deve estar lá- Não deixe de com Matthew Henry, o hoinerr se­ ir aos cultos, à Escola Domiiniçal e gundo o coração de Deus eitreve aos enconLtos da sua Igreja. Eita "esse salmo por ocasião da união rotina glorificará a Deus, e edih' entre as tribos quando todas elas cará você e a sua familia. se uniram unânimes para fazè-lo S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 ) rei'r I ucjio, o Salmo davídico pro nuncia a benção para uma família Toda a família deve se envol­ que anda em comunhão: Irmãos e ve r com as atividades da igreja. irmãs que vivem em paz no lar e Ali, é u espaço religioso ondu fora dele são tão valiosos quanto adorados a Deus c1 proclamamos o óleo que ungiu Arão, o sumo o Evangel ho de Jesu s. sacerdote. Numa casa pacifica e unida, as bênçãos do Senhor se RESPONDA manifestam. 4. Q ue b ê n ç ã o a s a lm o d a v id ic o z. E nvo lven do -se c o m o C o r p o de C r i s t o . A leitura bí­ p ro n u n c ia ? 5- Você e o s u a fa m tlig se e n v o l­ blica em classe, parLicularmenLe vem com a su a ig r e ja lo ca l? os versículos 7,1 1 , 1 2 . 1 3 e l 'i, destaca o exemplo de familiares CONCLUSÃO | unidos pela causa do Evangelho. O iNa lição desta semana vimos apóstolo Paulo muito se contentou com o esforço enpnegado em cada que a família é o elemento bási­ co da igreja local. Esta, por sua familia na causa do Reino de Deus. ve z, deve ser uma coiru n id a d e Quando a família sente-se alegre eir ir à igreja para adorar a Deus acolhedora de famflias carentes, r a família chamada por neus, ( é uma grande bênção (51 1 ? 2 .l ) . tem o privilégio de servir ao A l­ Ela participa ativamente do culto e não ie porta como mera assis­ tíssimo juntam ente com outras tente. São mom entos preciosos famílias num a igreja local. Aqui, som os ensinados, edificados e que influenciarão a família por toda a vida. exortados a representar o Reino de Deus neste m u n d o m o d e r ­ 3. T o d a a f a m i l i a n a casa no. Portanto, não perca tempo: de D e u s - A igreja local é o espaço rei i gloSo o n d e adoramos a Deu t e envolva-se com a sua igreja local, proclamamos o Evangelho. Nada puis esta precisa de vocc e toda a Su a f a n í l ia. pode i m p e d i r es:e i deár i o cristão. ■ L i. m m * *

L icòes Ed u c a s

67


a u x íl io

b ib l io g r á f ic o

I

Subsid io Vida Crista "Em plena época do Cristia­ nismo, à luz das ricas revelações bíblicas, fatos que ocorreram há milhares de anos tornam a se repe^ lir. Os desígnios de Deus se chocam com as atitudes dos homens, que não somente vivem no chamado 'século das luzes', mas ta m b é m dizem te r iluminados pelo Espírito Santo de Deus. Reportemo-nos aos exemplos das boas relações entre Jovens e velhos, de um período de 1500 a - C , com Moisés s Josué, até aos dias de Paulo e Tim óteo, ocasião em que a luz dos conhecim ento^ quer seculares, quer espirituais, era incompativelmente mais fraca e as revelações de Deus esporádicas. Se pela vontade e orientação de Deus, esses homens da Antiguidade foram capazes de evidenciar um relacio­ namento exemplar, por que entre os cristãos de hoje, constata-se a realidade dos abismos de gerações? Por que há tanta divergência até entre pais e filhos que têm em mãos a infalível Palavra de Deus7 Por que muitos pais, ao nascerem os filhos, re te b e m -n o s com desgosto? Por que tanta insubmissão aos velhos? Por que há filhos que se sentem Ião independentes dos pais, mes­ m o quando dependem deles para tudo7*(SOUZA, Este varri Ângelo. ...e f e z Deu s a f a m ilia : O p a d rã o d iv in o p u ra utv ta r fe liz - 1 .ed- Rio de Janeiro: CPAD, I 959, pp.2 5-1-52).

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■ "

88 I.pt^ ils Ií1kuca .s

V O C A B U L Á R IO Vo liçã o: Ato pelo qual a vonta­ de se determina a alguma coisa. I d i o s s i n c r a s i a s : Maneira de ver, sentir, reagir própria de cada pessoa.

B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A LIM A, Elinaldo Renovato d e r Ética. C r is t ã : C o n fro n ta n d o os Questões M ora is do Nosso Tempo. I .ed - Rio de Janeiro: ÇPAO, 2QQ2.

SOUZA, Estevam Angelo. f e z D e u s a f a m ília : o p a d rã o d iv in o p a r a u m la r fe liz . 1 .ed. R.io de Janeiro; CPAD, I 999. HUGHéS, Barbara; K.ent, D i s c i ­ p lin a s da F am ília C r is ta . 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

S A IB A M A I S Revista Ensinador Crlstàu CPAD. n°54, p.42.

RESPOSTAS DOS EXERCÍCIOS I. A fu ncionalida de da igreja local junrg 3 familia. 2 . È a p x t e r r s â n d a ig r e j a In c a l .

3 . A ig re ja é u m a i n s t i t u i r ã o c o m

poit,i He seres hum anos dotados de s e n tlm tn iu í, d íiftjo s e v a lid a , 4. Irm âoi e n rn ís vlvundo Em p íz é com o a prerios dade do ó le o que ungiu o s.im u sacivcloie Arão. S. Resposta pessoal.


L E IT U R A B ÍB LIC A EM CLASSE

[

J o s u é 2 4 . 14-1 8 ,2 2 ,2 4

14 - A g ora, púts, tem ei a o SE­ NH OR, e serví-o com s in c e rid a ­ de e com verdade, e d e ita i fo ra c í deuses a os Q uais se rv ira m vossos p a is dalém do rio e no Egito, e s e rv i a o SENHOR. 15 - P o rém , íe vos p a re c e m a l aos vossos olhos se rvir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais:se os deuses a quem ser­ viram w5s.s£>5 pais, que estavam dalém d o rio, ou os deuses dos am orreus, em cuja te rra habi­ tais ; porém eu e a m inha casa servirem os a o SENHORI C - Então, responde u o povo e disse: N u n c a nos a c o n te ça q u e deixem os o SENHOR p a ra se rvirm o s a o u tro s deuses; 17 - p o rq u e O S E N H O R é O nosso Deu i,- ele é o que nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da ca sa da servidão, e o que tem fe ito es­ tes g ra n d e s sinais a o s nossos olhos, e nos g u a rd o u p o r todo o c a m in h o que a n d a m o s e entre todos os povos pelo m eio do± q u a is passam os.

1S - £ o SENHOR expeliu de d ia n te de nós a tod as íjfif-trej, a té a o a m o rre u , m o ­ ra d o r da terra; tam b ém nói se rv ire m o s a o SENHOR, p o r ­ q u a n to é nosso Deus. 2 2 - E Jo su é disse a o povo: Sois te stem u n h a s c o n tra vós m esm os de que vós escolhes­ tes o SENHOR, p a ra o servir, f disseram : Somos testem unhas.

IN TE RAÇÃO C a ro professor, ch e g a m o s a o fim de m a is um trim e stre. f o m om en to de I p a ra rm o s e re fle tirm o s s o b re o ex e r­ cício m a g is te ria l deste sem estre q ue passou- C om o f o i ? C o m a p ro fe sso r, as objetivos fo r a m c u m p r id o s ? Temos a in d a m a is um sem estre p e la fre n te e p e n s a rm o s e re p e n sa rm o s a n o ííír p r á tic a de e n sin o é a u s p ic io s o p a ra c o r r ig ir m o s e rro s e v is lu m b ra rm o s a c e rto s no fu tu ra . P ro fe sso r, a s u a c ia s s e e s p e ra de você c o m p ro m e ti­ m e n to , s e r ie d a d e e c o n te ú d o . P o r isso, e sforça -te em e s tu d a r e p e n sa r a fé cristã , l eia, le ia sem p re. P o is a le itu r a é tre m e n d a m e n te lib e rta d o ra - 'C o n h e ce re is a v erda de, e e sta r*? lib e rta rá ''. R e flita !

OBJ E T I V O S Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: C o n h e c e r o exemplo de Noé. Im ita r a decisão de Josué. C o m p r e e n d e r a fidelidade dos recabitãSo r ie n ta ç

A o P E D A G Ó G IC A

P rezad o p ro fe s ío r , p ara in troduzir a lição d-eisa s-emana su g c rlm u s qut> reproduza., con form e a s su a s p o ssib ilid a d e s, o e s q u e ­ m a da p ágin a segu in te, Este a p re se n ta u m b rp v ie r e s u m o - d n s t r ê s p p r i n n a g e n j

cen trais da n o ssa licão. Explique a c ia sse que, >f*m e x c e ç â o , am b o s n í pprsnnaçiieni v ive ram num a so cie d ad e op osta ao s prineiplu s da SUa fé e Nem ptH i s i o d c l m i a n de se p osicion ar contra 35 im oralidades (Jjqutfltí é p o c a . Aflrrne q u e é assim qut* dpvem nS nns ram porEar diante1- dp um a

sociedade corruuta. Boa aula?

24 E disse o povo a Josué: Ser­ viremos a o SENHOR, nosso Deus, obedeceremos à sua voz.

1K

O l ^ B l U l [Ca.S

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d e i in d isp e n sá ve is de u m serv/o d e D e us : V a r ã o ju s to ", “reto em suas gerações" e que 'a n d a va com IN TR O D U Ç Ã O Deus" (Gn 6.9). Por isso m e s m u , o Neste trimestre estudamos 05 patriarca "achou graça aos olhos diversos males que têri assolado a do Senhor- (Cn 6.8). Todas essas família e vimos também que Deus é características revelaram-se intensa a única resposta para os e v isiv e lm e n te na v id a PAL A V R A S -C H A V E nossos dias. Por isso, de­ de Noé em m e io a uma vemos ter o Senhor .eius sociedade, perversa, v i o ­ Casa: lenta, im oral e in in i g a como o esteio e o centro La r; F a m ília . de nosso lar. Se. orarmos, do Santíssimo D e us . O jejuarmos, lermos a Bíblia e fizermos patriarca é um e x e m p lo para os o cul:o domésdco, teremos condi­ pais de família destes Últimos dias.

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ções de lutar contra as fonças do mal e vencê-las em nome de Jesus. Frequentemos assiduamente a içireja e não faltemos à Escola Dominical. A família que fielmente serve ao Senhor jamais será destruída. Vigiemos e oremos em todo o tempo, para que a nossa casa não seja alcançada pelas águas do dilúvio moral que encobre o presente século Digamos, pois, ouiadamehte: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor". I - O E X E M P L O D E C IS IV O E C O R A JO SO DE NOÉ l . N oé a n d o u c o m D e u s .

j à A v i d ^ d e N o ^ ^ ^ V Ê l ^ a i q u a lid a -

Z . V i v e n d o n u m a s o c ie d a ­ d e c o r r o m p i d a . A época de Noé foi marcada por um a imoralidade incontrolável e p o r u m a ausência L u m p l e l a de '.em or a D e u s (G n 6 , 1 I ; 12). Não poderia haver m u n d o pior. Q u a n d o analisamos a cham ada sociedade pós-moderina, depressa concluímos: não há dlfereni^. entre o nosso século e o século no qual vivia o santo patriarca. Eis ai um dos mais fortes prenúncios da iminente volta de Jesus (M t 2 4 .3 7 ,3 9 ). P ortanto, q u e o e x e m p l o de N o é nos inspire a confiar em Deus e a a gir c o m o rie requer de todos os s e u s filh o s . É h o ra d e lu ta r

P O S I C I O N A M E N T O S EM T E M P O S D E CRISE NOÉ E l t a n d o u ífcrt* D e u s V iv e u n u n ia s o c ic d a d c * a b s d L ila m e - n lJí c a d a p o r u m a im o r a lid a d e in t o n ir o lá u c l. A li, n ã o h a u ia [ # m w n J f l h .- iim u í i n m in a r a d w n A r i d e f.s n 1 a a n ca * .:u u n r i.!i 4 'in t I p d a d e a c W I í J í i tl-p ^-nnane-m n,i í,i. ,1. n Se-nhnr liv r o u

c o r r o m p ld u .. Es-La rtMra D e u s . M e s m o u s iir n N o é ju l z n d r [ l a j i p a t a a q u e la N n f e y g fa m ília d .:.ju i2c:..

JO S U É C an a -i e s la v a n u m t e m p o de la s s id ã o m n ra l e d o la tr ia to a t u r J n n e r ir o p o v o d e D eu s fo i in flu e n c ia d o p o r c s L t c u n m i D d a tre v a s . M a s J o s u íL n ã o d e ix o u d e sc p o s ic io n a r e, c a K q o ric a jm c n L c , a f ir m o u ; “S * v o s p a n e c* r tts l a o s v o s s o s o lh o s s e r v ir a o S c rlh o r, L -s e o lb ti i i r j r a q u e m sfc v a ls : [...); p o r í — e w e a m in h a ca sa í t i M K m n s ao S e n h o r*. K E C A B IT A S A s a c ie d a d e Ju d a ic a e s t a v a c o r r o m p id a e c a r r e g a d a d e v ic io s . In d ig n id a d e e in fid e lid a d e e r a ™ caracteristi-cas d ela N e s s e c o n t e n t o é q u e o p r-ofe taje re m ia s apre-senta c s R e c a b it a s . E s le s c o m p u n h a m u m a L r ib o n ò m a d c qut: h a v ia r e c e b id o d o v c u a n c c s l r a l o s p rin c íp io s da I l i d o P en h o r, P<i ssa ra itl ■s c d u £ 4 h lo s a n o s * M n e c a b iM S n ã o vc d o b r a r a m : in d ig n id a d e d a q u ^ l r re m p n . tl~-. h o n r a r a m a n S e n h o r e flrt-; s ^ u s an^e-srf.:i'..

9?

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por nos sas famílias, a fim de que ção espiritual, moral e ética de seus ■ Satanás não as destrua. filhos. Mão mais os educam com 9 3. A salvação d e N oé e sua amor e firmeza; não lhes Impõem 3 qualquer limite. r o que dizer da! fam ilia. Mo mundo antigo, apenas Noé e a sua família escaparam do violência doméstica? Não podemos cataclismo que devastou a Terra (Gn confundir disciplina com truculência /.I), A fé de Noé estendeu-se aos e brutalidade, pois a esse respeito a seus filhos, estes creram em Deus e Palavra de Deus é bastante clara: "E foram calvos do dilúvio. Mão havia vós, pa is, não provoq ue isa ira a y/osnada que pudesse salvá-los, a náo sos filhos. mas crlal-os na doutrina ser a firme decisão de dizer "siiV ao e admoestação do Senhor" (Ef 6.4], Senhor. Somente a graça de Deus, 2. O p e r i g o da o m is s ã o que alcançou o patriarca ea sua casa, d o s p a i s - A Palavra de Deus reco­ pode salvar o nosso lar da destruição menda aos pais que criem os seui moral e espiritual de nossos dias. filhos “na doutrina e admoestação d o Senhor" ( t f 6.4b). Isso significa S IN O P S E D O T Ó P I C O (1 ) que não podemos nos omitir. Veja mais uma vez o exemplo de Josué. Noé andou com Deus mesmo Ele não se omitiu, mas levou toda numa sociedade corrompida. Sua a sua casa * servir somente a Deus decisão e coragem é um exemplo Us 2 4 . 15j. De Igual modo, devemos para nós. educar nossos filhos. Essa decisão tem de ser prioritária em nossa RESPONDA vida. Assim agiu Josué, porque ele } . C ite as tju a lld a d e s ind ispensáveis sabia que, douLra forma, não have­ de servo de D eus n a v id a de Noé. ria esperança para o seu lar. 2. Q u a l e r a a m a r t a d a é p o c a d e Noé?

S IN O P S E D O T Ó P I C O (2 )

II - JO SU É - U M A D E C IS Ã O EX EM P LA R

O patriarca Josué não se o m i ­ tiu d la m e d a Idolatria que a m e a ­ çara as tribos israelitas Ele t o m o u 1, A f ir m e t o m a d a d e p o ­ u m a firme decisão j u n t a m eníe Com s iç ã o . JoSUé tom ou uma firme e a sua familia; servir ao Senhor.

decisiva posição, a fim de preser­ var a sua famíllla da Idolatria e da lassidão moral de Cantiã {, 1 24. I 5j. É um e x e m p lo que todo crente deve. Seguir. Caso C o n trá rio , nosso cônjuge e filhos serão destruídos pela iniquidade. Hã muitos lares que, apesar de serem conhecidos como cristãos, não mais servem a Cristo. Os pais já abdicaram de suas nesponsabilidades quanto à forma­

RESPONDA 3. O que a P a la v r a d e D eus re c o ­ m e n d a a o s p a is n a c r ia ç ã o dos se u s filh o s ?

III - O E X E M P L O D O S R E C A B ITA S 1. U m a f a m ili a e x e m p la r. A B íb lia de Estudo P e n tcco sta l afirma

L ic ò e s [JEbltcas

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que os recabitas eram um povo dam enLui. e fizestes conforme tudo quanto vos ordenou, assim di? o que “fazia parte de uma tribo n ó ­ made apare n "...ada com os queneui Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: e com Jctro, sogro de Muisés (cf. Nunca faltará varão aJonadabe, filho de Recabe:, que assista perante a mi­ _.z 1.16; I Cr ií.SS). Seu ancestral, . o n a d a b e (cf. 2 Rs 10.1 5 27), nha face todos os dias" Ur 3 5 .1 8 ,19). ordenara a seus filhos, mais de Quando da destruição de Jerusalém d u z e n to s anos antes, que não pelos baljilúnios, eles foram poupa­ bebessem nenhum lipo de vinho". dos por Deus ao passo que os judeus infiéis v/leram a perecer. Mals tarde, o próprio Deus to­ mou os recahita'; co m o exem plo, Se e n c a m in h a r m o s nossos para mostrar t o m o um a família filhos nas Sagradas Escrituras, eles ta m b é m serão preservados pode e deve comportar-se* Eles agiam com dignidade, moderação da tribulação que virá sobre este e fidelidade ao Senhor em meiu m u n d o que j a z no maligno. Por­ a u m a sociedade c o rro m p id a e tanto, instrua sua casa na doutrina e na admoestação d o Senhor. carregada de vícios (Jr 35.1 19).

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2. U m e x e m p lo d e fidelida­ S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 ) de, Aos seus filhos, Rtcabe trans­ Os recabitas são um exemplo mitira fielmente os princípio5 da Lei de fidelidade aos princípios ensi­ de Deus. Passados duzentos anos, nados pelo seu ancestral, Recabe. seus descendentes continuavam a observar-lhe as ordenanças e a RESPONDA « respeitar-lhe as tradições. Por isso, o Senhor resolveu mostrá-los tom o 4. Q u e m e r a m t>s re c a b ita s ? exemplo de fidelidade aos filhos de 5, Vocè tem In s tru íd o a sucj fa m ília Judá. Instruído por Deus, Jeremias n o P a t& v ra de D e u s ? leva-os a uma das câmaras do Santo CONCLUSÃO Templo e oferece vinho àqueles hot mens (Jr 35,1-14). Mas eles se recuDiante de todo o Israel, J o ­ i sam a beber, porque se mantinham sué tui decisivo: “Eu e a minha " obedientes á voz de Recabe: "Não casa serviremos ao Senhor". Se beberemos vin^io, porque1Jonadabe, nãu a girm o s da m esm a form a, filho de Recabe, nosso pai, nos m an­ corremos o risco de ver o nosso dou. dizendo; Nunca bebereis vinho, lar desttLiido pelo Maligno. O m o ­ nem vós nem vossos filhos; (...| Obemento nequer firmeza e coragem. I decemos, pois, à voz deJonadabe, O que estamos esperando? Neste - f ilh o de Recabe, nosso pai, em tudo m om e nto, reúna o seu cônjuge e quanto nos ordenou L...F (Jr 3 5-6,S}. filhos e renove os seus votos de t n virtude de sua obediência, fidelidade a Deus. Agin do assiri, os recabitas fo ra m g r a n d e m e n te você terá o Senhor Jesus com o o abençoados; "Visto que obedecestes seu hóspede permanente. O r e n o s a o m a ndam ento de Jonadabe, vosso e lutemos pela família cristã. V pai, e guardastes todos os seus man­


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B IB LIO G R A F IA S U G E R ID A P FriFFrR , C h a r k s F,; VOS, Howard h; PEA, .ohn (tds.). D i c io ­ n á r i o B íb lic o W y d i f f e . 1 .ed. R.io de Janeiro: CPAD. 2009. DEVER, Mark. A M e n s a g e m d o A n t i g a T e s t a m e n t o : U m a Ex­

A U X IL IO B IB L IO G R Á F IC O I S u b s íd i o T e o l ó g i c o

"N O É, UM SECUND O A D Ã O O pecado do ho m e m nos dias de N oé era a tr o z e d o lo ro so ao Senhor, que se arrependeu de ter criado o h o m e m . Ele d e te rriin o u enterrar o homem sob as águas do p o s iç ã o Teológica é H om ílética. mar da mesma maneira que enterra' 1 ed- Rio de Janeiro; CPAD, 2003. ra Adão sob a superfície da terra. As ZUCK, Roy É {Itd.). T e o l o g i a d o águas caóticas, que se submeteram A n t i g o T e s t a m e n to - l.ed . Riu obedientemente á mão do Criador de Janeira: CPAD. 2 00 9 . para que a terra seca aparecesse, agora seriam soltas pelo Criador como instrumento da ira vingativa S A IB A M A IS divina. Mas m esm o assim os propó­ sitos criativos originais não seriam Revista rn sina dor Cris 7.n0 CPAD, 11 a ^4. p . 4 2 . frustrados e reduzidos, porque Deus começaria n ovam ente com ou tro Adão, outra imagem que manteria o mandato da soberania. Claro que R E S P O S T A S D O S E X E R C ÍC IO S este Adão' era nada mais nada m e ­ 1. " V k r ã o j u s t o " , " r e t o e»n sua-ç g e ­ nos. que Noé. rações" t que "andava tum O i i l s ". Noé, e m b o ra justo e inocente, 2. Imoralidade incontrolável e . i m j a u -sé rcia rnm pleM a de t e m n r foi escolhido não por causa da sua a Deus. c o n d irã o reta, mas c o m o ob je to 3-, fl, Palavra de Teus. recomenda da graça eletiva de Deus (C n 6.S), auis fiáli qut ■:i iarn u i SeLiS HlhúS Essa eleição tinha óbvias Implica­ ‘ na doutrina e admoestação do ções salvifkas — ele foi salvo do Senhor". Dilúvio — , mas, além disso, t mais 4 . t r a m uiti p o v o qu e fazia parte fundam entalm ente, era a escolha de* umSL trib n nôm.ide» ap are n ta­ ci;-. c o m o s c | L e n « js e corri Jetru, pelo ajuste d o concerto para o qual s o g r o de M o i& é v Adão fora criado. Noé tinha de ser o S. K e í p u S l a p e j i M . começo de um novo empreendimen­ to de compromisso do concerto, um novo vice-regente por meio de quem os propósitos soberanos de Deus to rn a r-se -iiam re a lid a d e " í Z L C K , Roy E itd.]. T e o l o g i a d o A n t i g o T e s t a m e n t o - I .ed- Rio de Janeiro: CPAD. 2009, p.3S>,

1 ic òi^Blui t o s

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L iç õ es B íb l ic a s

2° Trimestre de 2013

Jo v e n s A

d u lto s

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liçao familia crista  

serve para toda a nossa vida

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