Um suposto esquema de investimentos automatizados em criptomoedas chamado “Robô do Pix” surgiu recentemente no Brasil, mas uma análise mais meticulosa indica que se trata de um sistema reinventado de pirâmide financeira. Os alertas começam na consulta do CNPJ da empresa e se estendem para promessas de rendimentos garantidos e para a tentativa de convencer o usuário a “convidar amigos” para sustentar o golpe.
A validade de cada robô contratado é de trinta dias. No entanto, para os produtos de nível um para cima, duas cobranças são feitas. A primeira é referente ao aluguel do robô, cobrado mensalmente, enquanto a segunda seria um pagamento único chamado “preço de ativação”, uma espécie de investimento inicial pago na stablecoin USDT (criptomoeda lastreada no dólar).