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— Tem ideia do muito que a desejo, Ana Steele? — sussurra-me. Minha respiração fica presa. Não posso tirar meus olhos dos seus. Ele chega para perto e suavemente passa os dedos do meu rosto para o meu queixo. — Tem ideia do que eu vou fazer com você? — acrescenta, me acariciando o queixo. Os músculos de minha parte mais profunda e escura se esticam com infinito prazer. A dor é tão doce e tão aguda que quero fechar os olhos, mas os seus, que me olham ardentes, hipnotizam-me. Inclina-se e me beija. Seus lábios são exigentes, firmes e lentos ao se acoplarem aos meus. Ele começa a desabotoar a minha blusa me beijando ligeiramente a mandíbula, o queixo e as comissuras da boca. Tira-me a jaqueta muito devagar e a deixa cair no chão. Afasta-se um pouco e me observa. Por sorte, estou vestindo o meu sutiã azul céu, rendado, que fica estupendo em mim. Graças aos céus. — Oh, Ana... – ele respira. –Você tem uma pele preciosa, branca e perfeita. Eu quero beijar você centímetro por centímetro. Ruborizo-me. Oh, meu Deus... Por que ele me disse que não podia fazer amor? Eu farei tudo o que ele quiser. Ele agarra meu rabo de cavalo, o desfaz e ofega quando a juba cai em cascata sobre os ombros. — Eu gosto das morenas, — ele murmura e coloca as duas mãos entre meus cabelos, segurando em cada lado da minha cabeça. Seu beijo é exigente, sua língua e seus lábios, persuadindo os meus. Gemo e minha língua indecisa se encontra com a sua. Abraça-me e aproxima-me de seu corpo e me aperta muito forte. Uma mão segue em meu cabelo, a outra me percorre a coluna até a cintura e segue avançando, segue a curva de meu traseiro. Ela flexiona sobre a minha bunda e aperta gentilmente. Ele me aperta contra os seus quadris, eu sinto sua ereção, que empurra languidamente contra meu corpo. Volto a gemer sem separar os lábios de sua boca. Logo, não posso resistir às desenfreadas sensações, ou são hormônios, que me devastam o corpo. Desejo-o com loucura. Agarro-o pelos braços e sinto seus bíceps. É surpreendentemente forte... musculoso. Com um gesto indeciso, subo as mãos até seu rosto e seu cabelo. Santo Céus. É tão suave, rebelde. Acariciei com cuidado e Christian geme. Ele conduz-me devagar para a cama, até que a sinto atrás dos joelhos. Acredito que vai empurrar-me, mas não o faz. Ele solta-me, e de repente, cai sobre os joelhos. Sujeita meus quadris com as duas mãos e desliza a língua por meu umbigo, avança até o quadril me mordiscando e depois me percorre a barriga em direção ao outro lado do quadril. — Ah, — eu gemo. 101

50 tons de cinza  
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