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Ele ergue a mão e a traz para baixo em um tapa ressoante na junção das minhas coxas, meu traseiro e meu sexo. As bolas vão para frente dentro de mim, e estou perdida em um pântano de sensação. O ardor no meu traseiro, a plenitude das bolas dentro de mim, e o fato de que ele está me segurando. Eu contorço o meu rosto enquanto as minhas faculdades tentam absorver todos estes sentimentos estrangeiros. Eu noto que em algum lugar no meu cérebro ele não me bateu com tanta força como da última vez. Ele acaricia o meu traseiro de novo, trilhando sua palma pela minha pele e por cima da minha calcinha. Por que ele não tirou a minha calcinha? Então sua palma desaparece, ele a traz para baixo novamente. Eu gemo quando a sensação se espalha. Ele começa um padrão: esquerda para direita e então para baixo. As que vão para baixo são as melhores. Tudo se move para frente, dentro de mim... e entre cada palmada ele me acaricia, me massageia... para que eu possa ser massageada de dentro para fora. É uma sensação tão erótica e estimulante, e por alguma razão, porque isso é nos meus termos, eu não me importo com a dor. Não é tão doloroso... bem é, mas não insuportável. De alguma forma manejável, e sim prazerosa... até. Eu gemo. Sim, eu posso fazer isso. Ele pausa enquanto ele lentamente tira a minha calcinha pelas pernas. Eu me contorço nas pernas dele, não porque eu quero escapar os golpes, mas eu quero... mais, liberação, algo. O toque dele contra a minha pele sensível tudo era um formigamento sensual. Era irresistível, e ele começa de novo. Alguns tapas suaves novamente e então aumentando, esquerda para direita e para baixo. Ah, para baixo, eu gemo. — Boa garota, Anastásia, — ele geme, e sua respiração está entrecortada. Ele me dá mais dois tapas, e então ele puxa os pequenos fios presos nas bolas e as tira de dentro de mim repentinamente. Eu quase chego no clímax – a sensação é fora deste mundo. Movendo-se rapidamente, ele gentilmente me vira. Eu escuto ao invés de ver o rasgar do pacote de papel alumínio, e então ele está deitado ao meu lado. Ele pega as minhas mãos, erguendo-as acima da minha cabeça, e ele se aconchega em cima de mim, deslizando lentamente, me preenchendo onde os globos prateados estavam. Eu gemo alto. — Ah, bebê, — ele sussurra enquanto ele se move para trás, para frente, em um ritmo lento e sensual, me saboreando, me sentindo. Ele nunca havia sido tão gentil, e não demora nem um pouco para eu cair do precipício, espiralando em um orgasmo delicioso, violento e exaustivo. Enquanto eu aperto ao redor dele, isso incita sua própria liberação, e ele desliza dentro de mim, parando, falando meu nome de maneira ofegante com uma admiração desesperada. — Ana! 317

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