Page 311

— Agora vire-se, abaixe-se, e agarre os seus tornozelos. Eu pisco para ele, e sua expressão se escurece. — Não hesite, — ele censura baixinho, um sobre tom em sua voz, e ele coloca as bolas em sua boca. Porra, isso é mais sexy do que a escova de dente. Eu sigo as ordens dele imediatamente. Meu, eu posso tocar os meus tornozelos? Eu descubro que posso, com facilidade. A camiseta desliza pelas minhas costas, expondo meu traseiro. Graças aos céus eu fiquei de calcinha, mas eu suspeito que não será por muito tempo. Ele coloca sua mão reverentemente no meu traseiro e muito suavemente acaricia com toda a sua mão. Com meus olhos abertos, eu posso ver as pernas dele através das minhas, nada mais. Eu fecho meus olhos com força enquanto ele gentilmente remove a calcinha para o lado e lentamente percorre seu dedo para cima e para baixo no meu sexo. Meu corpo se prepara em uma mistura inebriante de antecipação selvagem e excitação. Ele desliza um dedo dentro de mim, e ele circula-o deliciosamente devagar. Ah, que gostoso. Eu gemo. A respiração dele para, e eu o escuto gemer enquanto ele repete o movimento. Ele retira seu dedo e muito lentamente insere os objetos, uma bola, lenta e deliciosa de cada vez. Oh uau. Elas estão na temperatura do corpo, quentes por causa das nossas bocas. É uma sensação curiosa. Quando elas estão dentro de mim, eu não posso realmente senti-las... mas, no entanto, eu sei que elas estão lá. Ele endireita a minha calcinha e se inclina para frente, e seus lábios beijam suavemente o meu traseiro. — Fique de pé, — ele ordena, e trêmula eu fico de pé. Ah! Agora eu posso senti-las... mais ou menos. Ele pega os meus quadris para me endireitar enquanto eu restabeleço o meu equilíbrio. — Você está bem? — ele pergunta, sua voz preocupada. — Sim. — Minha resposta está leve como uma pena. — Vire-se. — Eu viro e o encaro. As bolas puxam para baixo e involuntariamente eu aperto ao redor delas. A sensação me atordoa, mas não de uma maneira ruim — Como é a sensação? — ele pergunta. — Estranha. — Estranho bom ou estranho ruim? — Estranho bom, - eu confesso, ficando vermelha. — Bom. — Há um traço de humor perambulando em seus olhos. — Eu quero um copo de água. Vá e pegue um para mim, por favor. Ah. — E quando você voltar, eu devo te colocar no meu joelho. Pense sobre isso, Anastásia. Água? Ele quer água – agora – por quê? 315

50 tons de cinza