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Abruptamente, ele se move, fazendo diversas coisas de uma vez. Retirando seus dedos, deixando-me querendo, abrindo sua braguilha, e me empurrando no sofá para que ele esteja deitado em cima de mim. — Mãos na cabeça, — ele comanda através de dentes apertados enquanto ele se ajoelha, forçando as minhas pernas a se abrirem mais, e se esticando para alcançar o bolso interno de seu casaco. Ele tira um pacote de papel de alumínio, olhando para mim, sua expressão obscura, antes de retirar seu casaco e deixando-o cair no chão. Ele rola a camisinha pelo seu impressionante comprimento. Eu coloco minhas mãos na cabeça, e eu sei que é para que eu não o toque. Eu estou tão excitada. Eu sinto meus quadris se movendo para cima para encontrá-lo... querendo-o dentro de mim, desse jeito... áspero e duro. Oh... a antecipação. — Nós não temos muito tempo. Isso será rápido, e é para mim, não você. Você entende? Não goze, ou eu vou te dar umas palmadas, — ele diz através de seus dentes cerrados. Puta merda... como eu vou parar? Com uma rápida estocada, ele está totalmente dentro de mim. Eu gemo alto, guturalmente, e me deleitando na plenitude de sua posse. Ele coloca as mãos em cimas das minhas, no topo da minha cabeça, seus cotovelos mantém meus braços abertos, e suas pernas me imobilizam por completo. Ele está em todo lugar, me sobrecarregando, quase sufocando. Mas é maravilhoso também, este é o meu poder, isso é que o eu faço com ele, e é uma sensação triunfante, hedonista. Ele se move rapidamente e furiosamente dentro de mim, sua respiração árdua em meu ouvido, e o meu corpo responde, se derretendo ao redor dele. Eu não devo gozar. Não. Mas eu estou encontrando-o em cada estocada, um contra-ponto perfeito. Abruptamente, e muito cedo, ele se enfia dentro de mim e quando ele encontra a sua liberação, o ar sibilando entre seus dentes. Ele relaxa por um momento, então eu sinto o peso delicioso inteiro dele em mim. Eu não estou pronta para soltá-lo, meu corpo implorando alívio, mas ele é tão pesado, e naquele momento, eu não posso empurrá-lo. Muito de repente, ele se retira, deixando-me dolorida e faminta por mais. Ele me olha carrancudo. — Não se toque. Eu quero você frustrada. É isso que você faz comigo ao não falar comigo, ao me negar o que é meu. — Seus olhos estão ardendo novamente, com raiva novamente. Eu concordo, ofegante. Ele fica de pé e retira a camisinha, fazendo um nó na ponta, e a coloca no bolso de sua calça. Eu olho para ele, minha respiração ainda errática, e involuntariamente eu aperto minhas coxas juntas, tentando encontrar algum tipo de alívio. Christian fecha sua

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50 tons de cinza  
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