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Christian passa para eles, em mais alguns passos, estamos sobre um vasto gramado que leva até a baía… oh meu, é lindo. Seattle cintila no horizonte, é fresca, brilhante, a lua de maio abre um caminho de prata cintilante através da água em direção a um cais onde dois barcos estão atracados. Ao lado do cais está uma casa de barcos. É tão pitoresco, tão pacífico. Eu olho e bocejo por um momento. Christian me puxa atrás dele, e meus saltos afundam na grama macia. — Pare, por favor. — Eu estou tropeçando em seu rastro. Ele para e olha em mim, sua expressão é insondável. — Meus saltos de sapatos. Eu preciso tirar meus sapatos. — Não se preocupe, — ele diz, e ele se abaixa e coloca-me por cima de seu ombro. Eu grito ruidosamente com surpresa chocada, e ele me dá um tapa no traseiro. — Mantenha sua voz, — ele rosna. Oh não… isso não é bom, meu subconsciente está tremendo nos joelhos. Ele está louco sobre algo, poderia ser José, Geórgia, sem calcinha, mordendo lábio. Merda, ele é fácil irritar. — A onde nós estamos indo? — Eu respiro. — Casa de barcos, — ele estala. Eu agarro-me em seus quadris, por que estou de cabeça para baixo, ele anda a passos largos de propósito, no luar, através do gramado. — Por quê? — Eu sôo ofegante, saltando sobre seu ombro. — Eu preciso estar só com você. — Por quê? — Porque eu vou espancar e então foder você. — Por quê? — Eu suavemente choramingo. — Você sabe por que, — ele silva. — Eu pensei que você era um cara de age conforme o momento? — peço sem fôlego. — Anastásia, eu estou sendo agindo conforme o momento, confie em mim. Puta merda

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