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diversão e desejo. Ele parece… gloriosamente… meu. Eu rastejo para cima da cama e me sento montada nele para retirar a sua calça jeans, corro meus dedos debaixo do cós, sentindo o cabelo em seu caminho para a felicidade. Ele fecha seus olhos e empurra os seus quadris. — Você terá que aprender a se manter quieto, — eu lhe repreendo e eu acaricio os pelos debaixo da sua cintura. Ele puxa a respiração e sorri para mim. — Sim, Senhorita Steele, — ele murmura com os olhos queimando e brilhando. —Em meu bolso, tem preservativo, — ele respira. Eu procuro em seu bolso lentamente, olhando o seu rosto, enquanto sinto ao redor. Sua boca está aberta. Eu pego duas embalagens de preservativo e as coloco ao lado de seus quadris. Dois! Meus dedos ansiosos alcançam o botão de seu cós e o abrem, apalpando um pouco. Eu estou mais que excitada. — Tão ávida, Senhorita Steele, — ele murmura, sua voz está atada com humor. Eu arrasto o zíper para baixo e agora eu estou enfrentado o problema de remover suas calças… hmm. Eu embaralho abaixo e puxo. O movimento é difícil. Eu franzo a testa. Como isto pode ser tão difícil? — Eu não posso me manter quieto se você vai morder seu lábio, — ele adverte, então, ele arqueia sua pélvis para cima, fora da cama, assim eu posso arrastar sua calça para baixo e sua cueca ao mesmo tempo, whoa… Livrando-se. Ele chuta suas roupas para o chão. Santo Deus, ele é todo meu para tocar é como se fosse Natal. — Agora o que você vai fazer? — Ele respira, com todo um rastro de humor nisso. Eu alargo a mão e o acaricio, assistindo sua expressão à medida que eu faço. Sua boca está aberta em formato de “O”, enquanto ele respira forte. Sua pele é tão lisa e suave… e duro… hmm, que combinação deliciosa. Eu me debruço para frente, meu cabelo caindo ao redor de mim e ele está em minha boca. Eu o chupo, duro. Ele fecha seus olhos, sacudindo os seus quadris embaixo de mim. — Puxa, Ana, continue, — ele geme. Eu me sinto tão poderosa, é um sentimento tão arrojado, provocando e provando-o com minha boca e língua. Ele está tenso embaixo de mim, enquanto eu deslizo a minha boca nele, empurrando para a parte de trás de minha garganta, meus lábios apertando… de novo e novamente. — Pare, Ana, pare. Eu não quero gozar. Eu me sento em cima, piscando para ele, eu estou arquejando, assim como ele, mas confusa. Eu estava no comando, não é? Minha deusa interior parece com alguém que perdeu seu sorvete. — Sua inocência e entusiasmo são muito cativantes, — ele ofega. — Você, em cima… é isso que nós precisamos fazer. Oh. 231

50 tons de cinza  
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