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acelera. Tem os olhos fechados. Inclino-me, coloco os lábios ao redor de seu membro e chupo de forma vacilante, deslizando a língua pela ponta. — Uau... Ana. — Ele arregala os olhos e sigo chupando forte. Mmm... É duro e suave ao mesmo tempo, como aço recoberto de veludo, surpreendentemente saboroso, salgado e suave. — Cristo, — ele geme, e volta a fechar os olhos. Movendo para baixo, eu o empurro dentro de minha boca. Ele volta a gemer. Ha! Minha deusa interior está encantada. Eu posso fazê-lo. Eu posso fodê-lo com minha boca. Volto a girar a língua ao redor da ponta, e ele se arqueia e levanta os quadris. Tem os olhos abertos, e eles despedem fogo. Volta a arquear-se apertando os dentes. Apoio-me em suas coxas e empurro a boca até o fundo. Sinto nas mãos que suas pernas se esticam. Agarra-me pelas tranças e começa realmente a mover-se. — Oh... querida... é fantástico, — ele murmura. Eu chupo mais forte e passo a língua pela ponta de sua impressionante ereção. Pressiono com a boca, cobrindo os dentes com os lábios. Ele respira com a boca entreaberta e geme. — Jesus. Até onde você pode chegar? — ele sussurra. Mmm... Empurro com força e sinto seu membro no fundo da garganta, e logo nos lábios outra vez. Passado a língua pela ponta. É como ter meu próprio picolé com sabor Christian Grey. Chupo cada vez mais depressa, empurrando cada vez mais fundo e girando a língua ao redor. Mmm... Não tinha nem ideia de que proporcionar prazer podia ser tão excitante, ao vê-lo retorcer-se sutilmente de desejo carnal. Minha deusa interior dança merengue com alguns passos de salsa. — Anastásia, eu vou gozar em sua boca, — ele adverte-me ofegante. — Se não quiser, pare agora. Ele flexiona os quadris outra vez, com os olhos muito abertos, cautelosos e cheios de desejo lascivo... e me deseja. Deseja a minha boca... oh meu Deus. Caramba. Agarra-me pelo cabelo com força. Eu posso fazer isso. Empurro ainda com mais força e de repente, em um momento de insólita segurança em mim mesma, descubro os dentes. Isso o derruba pela borda. Ele grita, fica imóvel e sinto um líquido quente e salgado deslizando pela minha garganta. Engulo isso rapidamente. Ugh... Eu não tenho certeza sobre isso. Mas basta um olhar para ele para que não me importe, ele gozou na banheira por minha causa. Sento-me para trás e o observo com um sorriso triunfal, que me eleva as comissuras da boca. Ele respira entrecortadamente. Abre os olhos e me olha. — Não tem ânsia de vômito? — pergunta-me atônito. — Cristo, Ana... isso foi.. realmente bom, de verdade, muito bom. Embora eu não esperasse. — Ele franze o cenho. —Sabe, você não deixa de me surpreender. Sorrio e mordo o lábio conscientemente. Ele me olha especulativamente. 121

50 tons de cinza  
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