Issuu on Google+

Cultura língua e comunicação Dr 2 Contexto profissional Regresso ao campo

Com a visualização do documentário “regresso ao campo”, confirmo o que já algum tempo tenho assistido e ouvido na televisão. Hoje em dia, cada vez mais, preocupam-se com um estilo de vida mais saudável e tranquilo, por isso, naturalmente, escolhem o campo como lugar de eleição para viver.

A cidade pode oferecer muita qualidade de vida, mais acesso as necessidades de uma pessoa, disso não tenho duvidas, mas para mim, não há como o sossego e o ar puro do campo. Podemos ter os nossos alimentos mesmo ali à mão na horta, os vizinhos são mais próximos de nós, ajudam e fazem mais companhia para combater a solidão. Não tenho dúvidas que uma vida no campo tem mais qualidade a nível natural do que na cidade.


Sou da opinião que, havendo mais investimentos a nível privado e até público, com a remodelação de casas rurais, contratação de guias turísticos para acompanhamento de estrangeiros às localidades mais interiores, enfim, investimentos no turismo rural, iria com certeza ter um retorno a nível financeiro não só para quem investe, mas também para as aldeias e povoações que lá habitam.

Nós aqui na Madeira, temos tudo o que é preciso para fazer da nossa ilha um destino para os estrangeiros idosos terem uma casa de campo, trazendo com eles, dinheiro e por consequência economia que bem faz falta. Também vejo que muita gente, mesmo daqui do nosso país está a cansar-se da vida citadina e procura cada vez mais o campo como refúgio, querendo também dar mais qualidade de vida, a nível da saúde aos seus filhos. Até porque, com o actual estado do país, quem vive no campo também acaba por tirar partido do facto de poder poupar, produzindo os seus próprios produtos vindos da terra. E penso que o nosso futuro próximo, pelo menos o da Madeira passará mesmo pela auto-subsistência, o que não acho ser má ideia, porque assim será uma boa maneira de ganharmos


alguma saúde e aliviar mais os problemas psicológicos que pode trazer o stress da cidade. Quanto a mim, posso garantir que do campo não saio, porque, não haverá melhor qualidade de vida do que a rural.

Carlos Freitas Ponta do Sol, 9 de Março de 2012


Regresso ao campo