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Trabalho realizado para aprovação da disciplina de DIAGRAMAÇÃO. Eduardo Barbosa, 3M3, 26/11/2012, Pelotas RS - Curso de Comunicação Visual, Instituto Federal Sul-Rio-Grandense.

pers na Novembro, 2012

Você sabe usá-lo?

COMO SURGIU O BAURU? Conheça as origens e a receita original do tão conhecido bauru.

NÃO SABEM PESQUISAR

Estudo aponta: Geração digital não sabe pesquisar na internet.

INTERCAMBIO NA CLASSE C

Crédito facilitado leva estudantes da classe C para intercâmbio no exterior.

REVOLUÇÃO DIGITAL

Revolução digital por trás de muros em uma improvável vila de ar europeu. No Brasil.


COMO USAR SEU TEMPO LIVRE pág.8 Ter tempo livre e não saber o que fazer com ele. Você sofre deste problema? Então leia nossa super matéria e descubra como ser mais eficiente no dia-a-dia.

GERAÇÃO DIGITAL NÃO SABE NAVEGAR pág.3

Pesquisas apontam que estudantes jovens n’ao sabem tirar proveito das ferramentas de busca na internet.

COMO SURGIU O BAURU? pág.6 Criado por acaso em São Paulo para o mundo. Conheça as origens e a receita original do tão conhecido sanduíche brasileiro.

REVOLUÇÃO DIGITAL ENTRE MUROS pág.10

Em uma improvável vila de ar europeu em São Paulo, um grupo de jovens formam integram um grupo chamado Casa de Cultura Digital.

INTERCÂMBIO NA CLASSE C pág.4

Crédito leva estudantes da classe C para intercâmbio no exterior.

A

Revista Digital do Portal¹ Brasil, que a partir de agora se chama Revista Brasilis, é um espaço para quem busca conhecer melhor aspectos da cultura, da economia, da história e outros setores da vida do País. Com reportagens que utilizam recursos como vídeo, áudio, galerias de fotos e infográficos, permite ao internauta se aprofundar nos assuntos abordados sem perder o ritmo de navegação leve e agradável. A Revista é dividida em três seções. As Reportagens Especiais exploram projetos ou ideias de grande relevância no atual momento do País. Entre os assuntos já abordados estão o Projeto São Francisco, a Rede de Tecnologia Social e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá, no Amazonas. As Reportagens são reedições de materiais de publicações oficiais, aditivadas com material multimídia. Há também reportagens especialmente desenvolvidas para a Revista Digital, que também contam com esses recursos. ¹Trecho de editorial retirado da Revista Brasilis, <<http://revista.brasil.gov.br/editorial>>, para fins puramente ilustrativos.

Diretora de Redação Maria Rita Alonso² Redatora-Chefe Ana Cristina Gonçalves Diretora de Arte Roberta Monteiro Editora Assistente Fabiana Moritz Repórter Camila Leite, Designer Luiz Carlos Manoel ² nomes fictícios


REVISTA PERSONA

A geração digital não sabe

Navegar

Estudos recentes sugerem que os jovens não sabem pesquisar na internet.

BRUNO FERRARI

N

o início dos anos 1990, uma coleção de enciclopédias tinha o mesmo valor educacional que um microcomputador tem hoje em dia – eram ótimas ferramentas de pesquisa para os estudantes. Para quem tem menos de 20 anos, pode parecer incompreensível. Como uma coleção de livros de capa dura, grandes, pesados e difíceis de manusear, pode ser tão eficaz quanto os programas de busca da internet, que nos colocam a dois cliques de qualquer resposta? A geração que nasceu depois do surgimento da internet tem a sua disposição o maior volume de informação da história. Mas novos estudos sugerem que a intimidade dos jovens com o mundo digital não garante que eles sejam capazes de encontrar o que precisam na internet. Uma pesquisa da Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, mostra que a geração digital não sabe pesquisar. Acostumados com a comodidade oferecida por mecanismos de busca como o Google, eles confiam demais na informação fácil oferecida por esses serviços. O estudo mostrou que os estudantes usam sempre os primeiros resultados que aparecem após uma busca, sem se importar com sua procedência.

No estudo, os pesquisadores pediram a um grupo de universitários que respondesse a algumas perguntas com a ajuda da internet. Mas fizeram uma pegadinha: fontes de informação que não apareceriam no topo da lista de respostas do Google foram apresentadas propositalmente como primeira opção. Os estudantes nem notaram a troca: usaram as primeiras respostas acriticamente. Outro estudo, realizado pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, pedia que 102 adolescentes que estavam se formando no ensino médio buscassem termos diversos em sites de pesquisa on-line. Todos trouxeram os resultados, mas nenhum soube informar quais eram os sites usados para obter as respostas: se veio da internet, já estava bom. A conclusão dos cientistas é que os estudantes de hoje confiam demais nas máquinas. Em princípio, esse comportamento faz sentido, porque os sistemas de buscas oferecem conteúdos cada vez mais relevantes. Mas gera uma efeito colateral preocupante: a perda da capacidade crítica. “Precisamos ensinar os alunos a avaliar a credibilidade das fontes on-line antes de confiar nelas cegamente”, diz Bing Pan, pesquisador da Universidade de Charleston. “As escolas deveriam ajudar os estudantes a julgar melhor as informações.”

LIÇÃO DE CASA Como tirar o melhor da internet em um trabalho de escola ou faculdade Procure guias que ensinem refinar as buscas usando aspas e códigos para atalhos.

Ao encontrar uma informação útil pata você, navegue em outros sites para saber se ela está correta.

Prefira os sites que estão na primeira página, mas verifique sua procedência.

Crie sua biblioteca de sites confiáveis para pesquisar. Faça anotações. Dá trabalho, mas ajuda a organizar os resultados da pesquisa e as informações relevantes.

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Nov. 2012 EDIÇÃO 0

Intercâmbio na

CLASSE C

Crédito facilitado leva estudantes da classe C para intercâmbio no exterior.

BRUNO FERRARI

O

estudante de administração Rafael Guilherme Pereira Alves, de 20 anos, viaja em janeiro para Dublin, na Irlanda, para um ano de intercâmbio no exterior. Ele vai fazer cursos de idiomas e viver a experiência de morar na Europa. Funcionário do setor financeiro de uma empresa de plano de saúde, Rafael recorreu a um empréstimo consignado para custear o curso. As possibilidades de acesso a financiamento, empréstimo consignado e parcelamento sem juros no cartão de crédito tem permitido a estudantes da chamada ”classe C” (famílias com

renda de R$ 1.126 a R$ 4.854, segundo definição do CPS/Ibre/FGV) a realizar o sonho de fazer um intercâmbio de até um ano no exterior em cursos de idiomas. Rafael vai gastar no total R$ 13 mil com o intercâmbio, incluindo o curso em uma universidade irlandesa, a passagem aérea, acomodação e mais 3 mil euros exigidos pelo programa para ele poder entrar na Irlanda. “Paguei o curso à vista com empréstimo e estou pagando o banco até a data da viagem”, explica o estudante, que vai pagar tudo em oito parcelas com 1,95% de juros ao mês.

Programas são parcelados em até dez vezes sem juros. Jovens vêem oportunidade para aprender inglês e progredir na carreira.


REVISTA PERSONA

Relações internacionais

Aumento da clientela

O intercâmbio na Irlanda permite ao estudante estudar e trabalhar. São seis meses de aula e outros seis com maior liberdade, podendo trabalhar e viajar pela Europa. Gustavo Ferreira da Silva, de 17 anos, também vai para Dublin. O estudante de primeiro ano do curso de geografia da Universidade Federal de Goiânia quer aprender inglês para no futuro trabalhar com relações internacionais em geopolítica.

A Central de Intercâmbio estima que entre 15% e 20% de sua clientela seja da classe C. A agência atende o público desde 2008, segundo o diretor comercial, Jan Wrede. Desde esse período, a empresa oferece financiamento em até 24 vezes, com parcelas entre R$ 100 e R$ 200.

A Irlanda foi a melhor opção”, afirma Gustavo, que estudou em escola pública no ensino médio. As agências de turismo que vendem pacotes de intercâmbio afirmam que nos últimos anos cresceu muito a procura de clientes da classe C. “O crescimento do poder aquisitivo permite a este público investir mais em qualificação. Jovem que termina a faculdade percebe que só a universidade não é diferencial, precisa ter segundo idioma. Viu que é acessível passar seis meses estudando em outro país”, diz Marcelo Albuquerque, diretor da IE Intercâmbio.

“O maior problema não é muito a questão financeira, mas o desconhecimento de que podem fazer”, disse Wrede. Segundo o diretor comercial, esses “novos consumidores”, como são chamados na agência, precisam de mais ajuda para tirar visto, para passar pela alfândega, comprar passagens e definir destino. “O desafio é tornar nossos produtos mais palatáveis para eles”, disse. Já a agência Student Travel Bureau (STB) ainda não tem clientes da classe C, segundo a CEO da empresa, Santuza Bicalho. O motivo é que o acesso a vistos de estudante ainda é difícil para esse público, de acordo com Santuza, já que é preciso histórico de estabilidade no emprego, renda e poupança. “A classe C está formando isso agora”, afirmou.

ONDE EU ME ENCAIXO? Entenda a definição das classes***

A B C

Renda familiar acima de

R$ 6.329 Renda familiar de

R$ 4.854 a R$ 6.329

D E

Renda familiar de

R$ 1.126 a R$ 4.854 Renda familiar abaixo de

R$ 705

Renda familiar de

R$ 1.126 a R$ 4.854

***(Fonte:

CPS/Ibre/FGV)

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Nov. 2012 EDIÇÃO 0

Como surgiu

N O BAURU? BRUNO FERRARI

o ano de 1931, Casimiro Pinto Neto, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido pelos colegas como “Bauru”. Numa noite, em 1934, procurou apressadamente, o cozinheiro do restaurante (Sr. Carlos), e “ditou” a receita do sanduíche: pão francês sem miolo, uma porção de queijo derretido

Pão Francês Uma unidade

Queijo 45 gr de queijo estepe 45 gr de queijo prato 45 gr de queijo suiço

Picles Quanto baste

Tomate Quanto baste

Rosbife 70 gr

RECEITA

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Corta-se um pão francês ao meio no sentido horizontal. Retira-se o miolo da parte superior . Na parte inferior coloca-se de 5 a 6 fatias de rosbife. Em cima do rosbife são colocadas 3 rodelas finas de tomate.

Em cima do tomate são colocadas 3 rodelas finas de pepino em conserva. Em uma forma ou frigideira aquecesse um pouco de água (300ml) sem deixar ferver. Coloca-se para derreter na água 10g de manteiga.


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em banho-maria, fatias de roastbeef, rodelas de tomate e pepino em conserva (picles). Segundo Casimiro, essa receita incluía os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme havia lido em um livreto de alimentação para crianças, da Secretaria de Educação e Saúde, escrito pelo Ex-prefeito Wladimir de Toledo Pisa, também freqüentador do Ponto Chic.

Quando estava comendo o segundo sanduíche “Quico” (Antônio Boccini Jr.), um amigo que era muito guloso, pegou de sua mão um pedaço do sanduíche e gostou. Aí, pediu ao garçom, um descendente russo chamado Alex, - Me vê um desses do “Bauru” -. Na mesma noite, outros freqüentadores pediram o novo sanduíche, dizendo que queriam um “igual ao do Bauru”. Nascia assim um dos mais famosos lanches do Brasil, hoje conhecido até em outros países.

Após derreter a manteiga mistura-se a água, em proporções iguais de cada tipo de queijo e deixa derreter até formar uma pasta homogênea. Na parte superior do pão (canoa) coloca-se o queijo derretido. A parte superior do

pão é colocada sobre a parte que já está preparada. Corta-se ao meio em diagonal e pode saborear o verdadeiro Bauru em sua forma original.

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Como usar seu TEMPO

?

LIVRE T

er tempo livre e não saber o que fazer com ele. Esse dilema pode parecer paradoxal numa sociedade tão acostumada a se queixar da falta de horas ociosas. Para muitas pessoas, no entanto, é isso o que acontece. Pesquisa de duas universidades americanas, a University of Cincinnati e a Baylor University, feita com 1.329 jovens concluiu que entrevistados com mais tempo livre se mostraram mais infelizes. A prática em consultório leva especialistas a lamentar que as pessoas não saibam como aproveitar os momentos sem a pressão do trabalho ou do estudo. Um deles, o psicanalista paulista Viktor Salis registrou esse fenômeno moderno no livro “As Orelhas do Rei Midas”. Segundo ele, essa é a causa de muitos casos de ansiedade e depressão que chegam ao seu consultório. O problema se agrava quando, mesmo com todo o tempo do mundo, os projetos pessoais não são tocados. “É comum os indivíduos gastarem suas horas livres com atividades secundárias, e isso gera muita frustração”, aponta o psicólogo paranaense Flávio Pereira. Nessas circunstâncias, o tempo ocioso, antes tão ansiado, vira fator de angústia.

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PRIMEIROS PASSOS O primeiro passo para aprender a usar o tempo livre é achar o equilíbrio entre estar muito ocupado e ter tempo de sobra. “Vivemos em uma sociedade em que o tempo é essencial e a percepção da falta dele está associada a níveis baixos de felicidade”, diz o relatório da pesquisa das universidades Cincinnati e Baylor. Os resultados do trabalho mostram que essas horas de sobra não são obrigatoriamente uma alavanca para o bem-estar. “Viver com quantidade equilibrada de tempo é o ideal.” Encontrar esse caminho não é nada fácil, e a cada dia surgem novos obstáculos. O professor de filosofia Eduardo Chaves, do Centro Universitário Salesiano, em São Paulo, diz que essa falta de habilidade em lidar com o tempo livre é muito comum. “Por isso, adolescentes em férias reclamam de tédio, apesar de antes terem contado os minutos até o fim das aulas”, exemplifica. O problema é mais grave quando acomete adultos, que elegem suas prioridades e não conseguem cumpri-las. Nesses casos, segundo Chaves, a solução se resume a uma palavra, vista por muitos como antipática: disciplina. “É preciso entender que disciplinar nossa rotina não é algo opressor, mas uma forma de exercer plenamente a liberdade”, afirma.

QUANDO COMEÇAR A SE PREOCUPAR? Não souber definir os objetivos principais com os quais você deve gastar seu tempo livre.

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Gastar mais tempo com atividades “secundárias” do que com as principais.


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“É preciso entender que disciplinar nossa rotina não é algo opressor, mas uma forma de exercer plenamente a liberdade” Eduardo Chaves, professor de filosofia

DEPOIMENTOS É o que falta à universitária carioca Ana Carolina Emellick, 20 anos. Até um mês atrás, ela tinha o dia completamente tomado e sonhava com o momento em que poderia se dedicar a seus interesses. Atualmente, mantém como único compromisso fixo a faculdade, apenas na parte da manhã, e não consegue tirar proveito das horas livres. “Num dia deixo de ir à academia porque fico mais do que deveria na internet, no outro não vou fazer compras porque dormi além da conta”, diz a jovem, que se confessa frustrada por não aproveitar o tempo como gostaria. Férias e aposentadoria são dois gatilhos para a angústia que ataca quem não sabe mais viver fora da pressão. Como Roberto Guilheiro, 58 anos, que quase foi à loucura com a ociosidade depois de vender a loja de automóveis na qual trabalhou por 15 anos, na zona sul do Rio de Janeiro. “Tento ocupar meu tempo com entretenimento e lazer, mas fico achando que estou perdendo alguma coisa”, conta ele, que pensa em abrir um novo negócio para resolver

a questão. O professor Eduardo Chaves diz que é preciso dar valor ao ócio. “Até para voltar ao trabalho renovado, com mais energia.” O psicanalista Viktor Salis critica o fato de que o período de ócio tenha deixado de ser encarado como processo criador. “É nesse espaço que você constrói sua personalidade e reflete sobre o mundo”, ensina.. A tecnologia poderia ser um grande aliado na otimização dos dias livres, mas gera um efeito contrário. “Com os apelos dos tablets, smartphones e outros aparelhos, as pessoas tenderão nos próximos anos a ter ainda mais dificuldade para gastar seu tempo de maneira proveitosa”, acredita o psicólogo Flávio Pereira. Por via das dúvidas, ele próprio tomou suas providências para não cair na armadilha. “Tenho um novo smartphone cheio de recursos e já descartei vários aplicativos que poderiam me fazer perder tempo à toa.” Evitar ceder às tentações tecnológicas é uma providência fundamental para valorizar o próprio tempo.

Adiar a realização de tarefas que considera mais importantes.

Se tornar freqüente a sensação de que chega o fim do dia sem realizar aquilo a que se propôs, mesmo tendo tempo para isso.


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Revolução Digital entre

MUROS

Revolução digital por trás de muros em uma improvável vila de ar europeu.

BRUNO FERRARI

E

scondida entre os galpões e prédios do bairro operário da Barra Funda, em São Paulo, há uma improvável vila de ar europeu, composta de 14 casas. A arquitetura é eclética, com paredes de tijolos aparentes convivendo com gárgulas medievais e colunas gregas. Na entrada, uma placa avisa aos “distintos residentes” a proibição de pessoas “estranhas” no local. Os “distintos residentes”, no caso, era parte da alta classe média da região que ergueu a construção em 1939, dando-lhe o nome de Vila Parque Residencial Savoia. Depois serviria como cenário de filmagens, incluindo o infantil Castelo Rá-Tim-Bum, da TV Cultura. Nos anos 80, quase virou cortiço.

Hoje, uma revolução tecnológica mais tarde, ela atende por Casa de Cultura Digital (CCD).São mais ou menos 40 pessoas, distribuídas em cerca de dez empresas, grupos ou como você quiser chamar. Há desde produtoras audiovisuais e escritórios de comunicação multimídia até ONGs e clubes de hackers – todas, claro, com os pés e o pensamento fincados na cibercultura. Dependendo do projeto da vez, o povo reúne as forças ou trabalha separadamente. “A CCD tem como propósito promover encontros, ideias, estimular a autonomia das pessoas, permitindo que elas possam viver de algo tão bacana quanto é o que elas acreditam. Na verdade, o grande projeto da casa é a própria casa, o encontro das pessoas que estão ali produzindo e criando novas soluções”, conta o jornalista Rodrigo Savazoni, diretor da Fli Multimídia e um dos idealizadores da casa. “Isso aqui é o resultado de décadas de ideias. É fruto direto da contracultura dos anos 60 e 70”, filosofa Cláudio Prado, responsável, dentre outras coisas, pelo Laboratório Brasileiro de Cultura Digital e também espécie de ideólogo de toda a turma.

“Isso aqui é o resultado de décadas de ideias. É fruto direto da contracultura dos anos 60 e 70” -CLÁUDIO PRADO

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VIVA A HISTÓRIA. VIVA O FUTURO.

Fotografia Rafael Martns


Um bauru para cada gosto Rua Pedro Os贸rio de Brito, 155, Centro. Pelotas, RS, 96010-610, Brasil. (53) 3303 5391 bauru@bauru.com


mauro diag bauru revista