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Ă rea da capa


UNIDADE 2 24/56 A água salgada contém grande concentração de cristais de cloreto de sódio (sal). Como vimos anteriormente, as fibras de Nylon são muito finas e frágeis, individualmente. Em contato com as fibras de Nylon, os cristais pontiagudos do sal marinho podem causar danos que enfraquecerão o tecido, que pode perder mais de 25% de sua resistência.

Figura 11: Fotografia de cristal de sal marinho, obtida com

Figura 12: Tecidos como este

microscópio eletrônico com

são exemplos de uso de fibras

aumento de 500x.

de Nylon. Cristais de sal podem

Foto: John McLane (http://

romper estas fibras.

desotocameraclub.smugmug.

Foto: Flyout (http://commons.

com/Members/John-McLane/

wikimedia.org/wiki/File:RipStop.jpg)

Micro-Photos)

Os cristais de cloreto de sódio, uma vez alojados nas fibras de Nylon, agem como uma lâmina solta num recipiente de linhas, ou num tufo de cabelos, À medida que as linhas ou o cabelo são movidos, a lâmina entra em contato com um número cada vez maior de fibras, as quais são, por sua vez, seccionadas por sua presença. Testes de laboratório mostraram que o Nylon contaminado com água do mar, e deixado secar sem qualquer tratamento, apresentou reduções muito significativas em sua resistência.


Princípios de Metrologia Elétrica

UNIDADE 2 2/42

Unidade 2- Propriedade dos Condutores 1 - Condutores e Isolantes Quando um material, pelas suas próprias características, permite que cargas elétricas se desloquem com facilidade por ele como na fig. 1, diz-se que esse material é um bom condutor elétrico. Os condutores elétricos possuem átomos cuja mobilidade dos seus elétrons é alta, isto é, há um bom número de elétrons livres. Os metais são disparados os melhores condutores que existem. O uso do alumínio, do cobre, do ouro, da prata e de algumas ligas metálicas é inúmero no campo da metrologia elétrica. Em contrapartida, quando um material não permite a passagem de cargas como na fig. 2, dizemos que ele é um isolante elétrico. Os isolantes elétricos são constituídos de átomos que não possuem elétrons livres, isto é, os seus elétrons estão presos rigidamente ao núcleo. Exemplos de bons isolantes: papel, mica, vidro, parafina, porcelana, água pura,etc. O vídeo a seguir demonstra a diferença entre os condutores e isolantes.

Fig.1: Material Condutor

Fig.2: Material Isolante

Clique no vídeo acima


Extintores de Incêndio

Unidade IV 8/53

6. Câmara de Expansão (ou de Pressurização) É o espaço que deve ser deixado dentro dos aparelhos extintores de baixa pressão, destinado a acomodar o gás expelente (Fig. 08). O espaço ideal é de 20% da capacidade volumétrica do aparelho, sendo admissível até 25%.

Figura 08

7. Princípio de Funcionamento Qualquer que seja o tipo de pressurização do aparelho extintor, o gás expelente ocupará a câmara de expansão fazendo com que o agente extintor seja pressionado contra o fundo do aparelho. Ao ser acionada a válvula de disparo ou a pistola, o agente extintor fluirá através do tubo sifão em direção ao meio externo (Fig. 09). No caso do gás carbônico, a sua própria pressão propicia a sua expulsão através do tubo sifão. Figura 09


Extintores de Incêndio

Unidade IV 12/53

Como exemplo podemos citar o disco de segurança da válvula do extintor de dióxido de carbono, que se rompe a partir de 163 kgf/cm² até o extremo do teste hidrostático 190 ou 200 kgf/cm², ou a 45º C , que representa o limite máximo da faixa de temperatura de operação. É por isso que devemos ter o cuidado quando o extintor de CO2 fica exposto a temperaturas elevadas, como no pátio de aeronave de determinadas regiões, onde a temperatura ambiente pode facilmente chegar a 45°. c) Dispositivo para alívio de pressão remanescente Dispositivo de segurança que serve para aliviar a pressão remanescente dentro do extintor. Quando o pessoal de manutenção estiver desrosqueando a tampa ou a válvula de um extintor, antes de sua total remoção, os furos diametralmente opostos existentes na rosca das tampas (Fig. 16), ou as ranhuras existentes na rosca das válvulas (Fig. 17) e em algumas tampas (Fig. 18), permitirão a saída da pressão remanescente do extintor, evitando assim possíveis acidentes.

Figura 16

Figura 17

Figura 18


UNIDADE 1 15/70

Funcionamento do potenci么metro


Princípios de Metrologia Elétrica

UNIDADE 1 8/42

Os laboratórios integrantes do SISMETRA podem utilizar modelos próprios na confecção de seus certificados, devendo observar os seguintes requisitos: a) Não conter rasuras e ser emitidos com clareza, de forma a não deixar margem a dúvidas quanto à sua compreensão. b) Empregar terminologia compatível com a Portaria INMETRO no 029 de 10 Mar. 95. c) Observar as disposições estabelecidas neste procedimento.

Clique nos ícones para acessar o VIM As informações contidas podem ser datilografadas ou impressas por computador, devendo, porém, permanecer legíveis por um período mínimo de cinco anos. Durante a elaboração dos Certificados/ e Relatórios, deverá ser observado a fidelidade das transcrições dos dados, assim como dos resultados referentes aos cálculos.


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