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Editorial

As gentes de Lamego vivem, desde há muitas décadas, com particular devoção as Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios, cuja imponência fazem dela a maior Romaria de Portugal, numa comunhão de vontades e de valores que ultrapassa as fronteiras do concelho. Lado a lado com as manifestações públicas de Fé, é oferecido a todos aqueles que nos visitam um abundante conjunto de realizações populares que tornam estas Festas um momento verdadeiramente singular e ímpar que apela à capacidade de diálogo entre os lamecenses e todos aqueles que nos visitam. Por estes dias, os caminhos da fé encontram em Lamego terreno fértil. Milhares de pessoas acorrem aqui, todos os anos, em busca da religiosidade e paz de espírito que escasseiam na sua vida quotidiana, procurando encontrar um novo alento para a sua alma. Para os recebermos, voltámos a preparar uma programação de excepcional valor, merecendo especial atenção a Majestosa Procissão do Triunfo, na qual os andores armados sobre carros são puxados por juntas de bois, segundo uma tradição muito antiga, e a deslumbrante Marcha Luminosa que percorre as principais ruas da cidade, enchendo de cor e alegria o espírito de todos os espectadores. Cidade nobre e intemporal, Lamego proporciona e cada esquina uma intensa experiência sensorial e criativa. O Turismo Religioso assume, aliás, uma importância crescente na dinamização sócio-económica do concelho. Somos o centro histórico e cultural do Douro e, por esta razão, as potencialidades ao nível do turismo são enormes. Estou certo que as suas gentes serão capazes de garantir um bom acolhimento a todos aqueles que nos visitam. Para que este objectivo seja alcançado é necessário o envolvimento de todas as instituições locais: Câmara Municipal, Juntas de Freguesia, Bombeiros Voluntários, Forças de Segurança, Comerciantes, Associações Recreativas e muitas outras. A colaboração é a chave do sucesso. Quero, por último, aproveitar esta oportunidade para manifestar os meus sinceros agradecimentos ao trabalho desenvolvido pela Mesa Administrativa da Real Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios. Cabe, pois, a cada um de nós empenhar-se para que a Romaria de Lamego continue a ser “A Romaria de Portugal”. Francisco Lopes Presidente da Câmara Municipal de Lamego

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Lamego Cidade Monumental

A Região Demarcada do Douro onde se produzem os tão afamados vinhos do “Porto” e “Douro” abrange uma área compreendida por vários municípios ao longo do rio, incluindo o concelho de Lamego. O prestígio destes vinhos foi consagrado definitivamente com a produção de espumantes, há mais de 100 anos. Foi aqui que foi criado, nas Caves da Raposeira, em 1898, o primeiro espumante em Portugal, tendo-se ido buscar às castas originais de champagne a sua matéria prima. Cidade nobre, possuidora de casas solarengas, de igrejas e capelas de valor singular e de um imponente castelo, a arquitetura dos monumentos e das ruas seculares de Lamego contam histórias dignas de um povo batalhador. Lamego foi uma das primeiras cidades do país a ser sede de bispado, adquirindo um lugar privilegiado na História de Portugal devido ao seu imponente património artístico e beleza peculiar. Classificada por muitos como a cidade-luz, onde os sumptuosos jardins, as avenidas e colinas circundantes convidam ao lazer, Lamego propicia um contacto distinto com a natureza, o artesanato e a gastronomia. Aqui, onde o sabor e a tradição constituem um motivo de orgulho e um símbolo de conquista e memórias que a dinâmica do tempo tem permitido deliciar e vivenciar num reencontro de culturas. A viagem pelo passado permite redescobrir uma cidade riquíssima, onde cada lugar aos olhos de quem o visita testemunha a sua longa História. Cidade de uma cultura muito peculiar, tem divulgado o seu património além-fronteiras, através da mestria de artesãos naturais do concelho que preservaram ao longo da história a identidade lamecense e atraído inúmeros curiosos.

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O amor à arte é evidente na elaboração dos artefactos, preparados com o engenho e a minúcia próprio dos artistas. Criam obras tradicionais em áreas muito distintas como a cestaria, a tanoaria, a olaria, a marcenaria, a cantaria, a tecelagem, as máscaras em madeira de amieiro, passando ainda pelo ferro forjado. Autênticos tesouros lamecenses. Na freguesia de Lazarim, as máscaras do Entrudo esculpidas em madeira de amieiro são um exlíbris, uma verdadeira obra de arte e um motivo de orgulho para a população lamecense. A festa do Entrudo está entre as mais emblemáticas da região e movimenta milhares de pessoas vindas de todo o país e até mesmo do mundo. As festas da cidade de Lamego, em Honra de Nossa Senhora dos Remédios, foram crescendo ao longo dos tempos até se tornarem uma das mais grandiosas do país, na qual os rituais religiosos e profanos se misturam numa harmonia perfeita. É oferecido um programa diversificado englobando exposições, concertos, desfiles, procissões, feiras, eventos culturais e desportivos de forma a atrair muitos veraneantes e foliões. Terra de sabores e tradições, Lamego também possui uma gastronomia ímpar, um paraíso de boa e diversificada comida, desde os pratos à doçaria tradicional. O coelho bravo, o cabrito assado, bem como os deliciosos petiscos de presunto, as bôlas (fiambre, presunto, vinha d’alhos, atum, frango, sardinha e bacalhau), os enchidos de porco, o biscoito da Teixeira, os “Lamegos”, entre outros, e as sumarentas frutas presentes nos pomares que se perdem de vista, ao longo das encostas solarengas das terras do Douro, são apenas algumas iguarias que deliciam o cliente mais exigente. A sabedoria aliada à arte de bem cozinhar e acompanhada com um bom e espirituoso vinho, ou por um excelente espumante, conferem à gastronomia lamecense a autenticidade e o requinte a qualquer refeição. Como vê, Lamego tem muitos atrativos para merecer a sua visita.


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A origem da «procissão de triunfo» Sucede que, até finais do século XIX, só há notícia de sete procissões com a imagem de Nossa Senhora dos Remédios : cinco «procissões de penitência» (em 1752, por causa da seca, em 1866, por causa da febre tifóide, em 1874, por causa da varíola, em 1878, por causa da filoxera, e em 1885, por causa da cólera) e duas «procissões de triunfo» (em 1761, na inauguração do Santuário, e em 1885, no âmbito da Festa). Foi preciso esperar por 1894 para que a «procissão de triunfo» entrasse definitivamente no programa da Festa. Curiosamente, nesse ano, a Procissão não ocorreu no dia 8 de Setembro, mas no dia 7 e esteve inclusive para decorrer no dia 6. Coube à Irmandade presidida pelo Coronel Joaquim José da Costa Júnior a iniciativa de promover a Procissão. A decisão foi tomada a 15 de Agosto daquele ano, ou seja, menos de um mês antes da Festa. Esta «procissão de triunfo» já partiu da Igreja do Convento das Chagas (a de 1885 tinha partido da Sé) e foi organizada pelo Cónego João José Teixeira Fafe. Além do «carro triunfal» de Nossa Senhora dos Remédios, desfilou igualmente um carro com a Sagrada Família. A Irmandade fez diversos convites, nomeadamente ao Presidente da Câmara e respectivos vereadores, aos Bombeiros Municipais e a outras entidades. Às forças militares foi pedido que formassem uma guarda de honra composta por 30 praças. As irmandades, as associações e o Asilo da Infância Desvalida também foram convidados. A Procissão percorreu as principais artérias da cidade, a caminho do Santuário. Só a partir de 1897 é que começou a parar na Igreja de Santa Cruz, seguindo para o Santuário no Domingo a seguir ao dia 8. Os andores foram, desde o início, puxados por juntas de bois. É o que se infere de um desentendimento que houve entre a Irmandade e o decorador dos carros e dos «arreios dos bois», João da Piedade Nunes. Este pediu 20 mil réis por quatro dias de trabalho, mas a Irmandade só lhe deu 10 mil réis.

Em 1895, a Procissão passou para o dia 8 de Setembro. Em 1901, foram cinco os andores que saíram, tendo sido este o número que se fixou a partir de 1916. Em 1904, chegou uma nova imagem expressamente para as procissões. Foi oferecida pelo industrial lamecense Maximiano da Costa Cardoso, a residir no Porto. Esta belíssima escultura em terracota, com 1,30m de altura, foi executada na Casa Fânzeres, de Braga. A partir de 1906, a imagem de Nossa Senhora dos Remédios começou a ir para a Igreja das Chagas no dia 6 de Setembro. Inicialmente, esta procissão (conhecida como «procissão das lanternas») faziase à noite. Em 1921, começou a sair de manhã. Desde 1894, só por três vezes não se fez a «procissão de triunfo»: em 1899 (devido à peste bubónica), em 1909 (na sequência de fortes chuvadas) e em 1912 (por decisão da Irmandade). A organização alegava dificuldades económicas para realizar a Procissão e, por isso, promovia peditórios na cidade. Nos primeiros anos, o


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orçamento da Procissão andava à volta de 200 mil réis, enquanto o Arraial custava 250 mil réis. Depressa a Procissão alcançou fama para lá de Lamego. Logo em 1903, na Estação de São Bento (Porto), foi colocado um painel de azulejo a evocála. É da autoria de Jorge Colaço e, nele, já se vêem os notabilizados — e amansados — bois a conduzir o carro de Nossa Senhora dos Remédios. A propósito da presença deste quadro numa estação de caminho-de-ferro, diga-se que o comboio foi um dos meios mais utilizados pelos peregrinos para se deslocarem à Festa. No entanto, também recorriam ao barco como se pode conferir neste excerto do cancioneiro lamecense: «Ó Senhora dos Remédios,/Dos Remédios de Lamego,/Todo o caminho fui bem,/ Só na barca tive medo». E, como é óbvio, até meados do século XX, muitos eram os que vinham a pé e subiam o Escadório de joelhos. O último grande sobressalto que se apoderou de Lamego a respeito da Procissão foi em 1925.

O Bispo D. Agostinho de Jesus e Sousa, dando cumprimento de orientações dimanadas da Santa Sé, publicou um decreto em que proibia «os bois nas procissões para condução dos andores». A Irmandade ficou apreensiva e toda a cidade terá entrado em alvoroço. Entre uma estrita obediência à lei e uma deliberada violação da lei, surge uma terceira via: tentar uma excepção à lei. Foi então que, por sugestão do Dr. Alfredo de Sousa, a Irmandade pediu ao Papa Pio XI que «fosse permitido serem tirados por bois […] os veículos adornados de emblemas e figuras bíblicas e místicas com estátuas de Santos, tornando-se por isso pesadíssimos e difíceis de transportar». O pedido foi aceite e a resposta saiu de Roma a 27 de Abril de 1925. Trazia a assinatura do Cardeal António Vico e de D. Alexandre Verde, respectivamente Prefeito e Secretário da Sagrada Congregação dos Ritos. E é assim que não sendo a única procissão do mundo com bois , esta deve ser uma das poucas — senão mesmo a única — autorizada a usar bois. Acontece que, nos tempos que correm, torna-se muito difícil encontrar bois disponíveis. A Irmandade tem de se desdobrar em contactos por diferentes zonas do país para garantir atempadamente os necessários pares de bovinos. De Penude continuam a vir duas juntas de bois para a Procissão. Outra vem de Dalvares, outra de Vidago e três vêm de Penafiel. O perfil da Procissão, apesar das naturais alterações, ficou desenhado logo nos começos. De ano para ano, foi-se convertendo numa poderosa manifestação identitária, com poderosas ressonâncias telúricas. Os de perto nunca a dispensaram e os de mais longe apressam-se a acorrer a ela em número crescente. Tal como é impossível conhecer Lamego sem visitar o Santuário da Senhora, também não é possível cartografar a fé das gentes de Lamego sem ver a Procissão da Senhora do Santuário. Padre João António Pinheiro Teixeira (1) É possível que tenha havido mais, mas a documentação disponível só permite certificar a existência de sete procissões. (2) As «procissões de penitência» eram organizadas sobretudo na Quaresma e também em momentos de aflição (períodos de seca ou epidemias desencadeadas por certas doenças), em que se pediam graças numa atitude de súplica. (3) As «procissões de triunfo» decorriam especialmente no Domingo de Ramos, assinalando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e, por extensão, a vitória do Crucificado. (4) Conhecem-se várias procissões com andores puxados por bois em Portugal (é o caso da Festa de São Pedro, em Pedrário, Sarraquinhos, Montalegre), no Brasil, na Espanha e na França, entre outros países.


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27 AGOSTO sábado

25 AGOSTO quinta-feira 10.00 Horas Leitura do convite à participação dos Cidadãos de Lamego e seu Termo feita pelo Arauto 17.00 Horas Inauguração da exposição de fotografia “SÃO ARVORES” de Alfredo Pereira da Costa Salão Nobre do TRC, Integrado nas Conferências Murganheira a realizar no dia 10 de Setembro no TRC

18.30 Horas Inauguração da exposição de pintura “PEDRAS SAGRADAS” do pintor artístico José António Gomes Ferreira Galeria de Exposições do Centro Multiusos de Lamego

21.30 Horas ABERTURA OFICIAL DAS FESTAS DA CIDADE 2016 Av. Dr. Alfredo de Sousa

22.00 Horas Espetáculo Musical - “The Lucky Duckies” No final do espetáculo sessão de fogo-de-artifício Av. Dr. Alfredo de Sousa

26 AGOSTO sexta-feira 18:00 Horas XXV Concentração Motard à Romaria de Nossa Senhora dos Remédios 1º Encontro Nacional Mulheres Motards Jardim do Campo

22.00 Horas Concerto de Daniela Mercury Centro Multiusos de Lamego

Bilhetes à venda em: www.ticketline.sapo.pt Loja Interativa de Turismo de Lamego Câmara Municipal de Lamego Caixa de Crédito Agrícola da Beira Douro- Lamego

10.00 Horas XXV Concentração Motard à Romaria de Nossa Senhora dos Remédios 1º Encontro Nacional Mulheres Motards Jardim da República 15.00 Horas Tarde da “Criança” Complexo Desportivo de Lamego

28 AGOSTO domingo 09.00 Horas CAMINHADA da ROMARIA Organização: “Caminhadas por Lamego” Mercado Municipal

10.00 Horas Douro Triatlo – Internacional Long Distance Triathlon Clube de Lamego

10.30 Horas XXV Concentração Motard à Romaria de Nossa Senhora dos Remédios 1º Encontro Nacional Mulheres Motards Jardim da República

17.00 Horas PROGRAMA SOMOS PORTUGAL DA TVI Av. Dr. Alfredo de Sousa

17.00 Horas Procissão de Nossa Senhora do Terço Itinerário: Rua da Seara, Rua da Cruz, Travessa da Rua da Cruz, Praça do Comércio, Rua de Almacave, Rua Cândido dos Reis, Av. 5 de Outubro, Câmara Municipal, Av. Dr. António José de Almeida e Rua do Cerdeiral

22.00 Horas III Subida da Olaria - Parente Ótica Médica Rua da Olaria – Organização LAMEGOBIKE

29 AGOSTO segunda-feira 21.30 Horas Espetáculo musical Fados de Coimbra com o grupo “Quarteto Coimbra” Largo da Sé


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30 AGOSTO terça-feira 21.30 Horas Espetáculo de Dança com a Escola de Dança “ARTDANCE”- (PRÉ) CONCEITO- “O RETRATO SOCIAL” Parque Isidoro Guedes

31 AGOSTO quarta-feira 21.30 Horas Show Case da Rádio Douro Nacional Av. Dr. Alfredo de Sousa

01 SETEMBRO quinta-feira 12.00 Horas TRC – ZIGURFEST 2016 Festival de Música Moderna de Lamego Rua da Olaria/Teatro Ribeiro Conceição

21.30 Horas Dia das Bandas Filarmónicas Sociedade Filarmónica Fafense - Banda de Revelhe Associação Filarmónica de Magueija Av. Dr. Alfredo de Sousa

02 SETEMBRO sexta-feira

16.00 Horas TRC – ZIGURFEST 2016 Festival de Música Moderna de Lamego Rua da Olaria/Teatro Ribeiro Conceição

17.30 Horas Percurso Pedestre “Varandas do Douro à Serra” Amigos de Ferreiros - Associação Cultural e Desportiva 21.30 Horas XLVIX Festival Nacional de Folclore - Rancho Tradicional de Cinfães - Ass. Folc. Cantarinhos da Triana- Gondomar - Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé - Grupo Folclórico de Torre de Bera- Coimbra - Rancho Regional de Fafel - Lamego Av. Dr. Alfredo de Sousa Organização: Rancho Regional de Fafel

04 SETEMBRO domingo Encontro de Antigos e Atuais Moradores da Rua da Olaria 10.00 Horas - Concentração no Largo da Olaria 11.00 Horas - Missa na Sé 13.00 Horas - Almoço de Confraternização DIA DO DESPORTO

16.00 Horas TRC – ZIGURFEST 2016 Festival de Música Moderna de Lamego

10.30 Horas 7.ª Marcha e Corrida da Mulher Duriense

Rua da Olaria/Teatro Ribeiro Conceição

Centro Multiusos de Lamego

20.00 Horas Jantar Concerto Solidário- Liga dos Amigos do Hospital Quinta da Pacheca

21.00 Horas Inauguração da VIII Exposição de Objetos Escutistas Solar da Porta dos Figos - Bairro do Castelo, 02 a 04 setembro

22.00 Horas Concerto Inaugural do Órgão da Igreja das Chagas Igreja das Chagas Organização: St.ª Casa da Misericórdia de Lamego

03 SETEMBRO sábado 14.00 Horas XXII Campeonato Mundial Ultimate Full Contact WUFC Organização: Federação Portuguesa de Full Contact Centro Multiusos de Lamego

Organização: Centro Municipal de Marcha e Corrida de Lamego Mais informações: www.cm-lamego.pt www.facebook.com/marchaecorridalamego

16.00 Horas Jogos Eurovisionsports Estações de Televisão e Radio da EBU Desfile das 12 delegações internacionais Av. Dr. Alfredo de Sousa Organização: Casa de Pessoal da RTP

21.30 Horas Espetáculo de Música e Dança Tradicional com os Grupos: Tiszafüredi Ifjúsági Fúvószenekar & Tiszafüredi Mazsorettcsoport ( bailarinas) - HUNGRIA Grupo Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Ferreirim - Lamego Av. Dr. Alfredo de Sousa


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05 SETEMBRO segunda-feira 21.30 Horas Noite de Fados com a fadista “Cristina Marques” Parque Isidoro Guedes

06 SETEMBRO terça-feira 22.00 Horas GRANDIOSA MARCHA LUMINOSA Percurso: Início junto à Câmara Municipal, Rua Marquês de Pombal, Praça do Comércio, Rua de Almacave, Rua Cândido dos Reis, Av. 5 de Outubro, Av. Dr. Alfredo de Sousa, Rua Dr. Justino Pinto de Oliveira, Rua D. João da Silva Campos Neves, Rua do Columela e Av. 5 de Outubro 07 SETEMBRO quarta-feira GRANDE FEIRA FRANCA Na “Carreira das Tílias”

12.00 Horas XII Encontro/Convívio dos Amigos de Fafel, Ponte de Pau e Oliveiras

08 SETEMBRO quinta-feira DIA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS 10.00 Horas Missa Festiva em Honra da Padroeira Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

16.00 Horas MAJESTOSA PROCISSÃO DE TRIUNFO A Procissão sai da Igreja das Chagas, percorrendo algumas das principais ruas da cidade, e termina na Igreja de Santa Cruz. 09 SETEMBRO sexta-feira 22.00 Horas Espetáculo com o grupo lamecense “SEMBLANTE” No final do espetáculo sessão de fogo piro musical Jardim da República

24.00 Horas ENCERRAMENTO DAS FESTAS DA CIDADE EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS 2015 Sessão de fogo de estoira nos quatro cantos da Cidade

PROGRAMA RELIGIOSO

Capela de Stº António de Fafel – Seguido de Almoço.

30 AGOSTO A 7 SETEMBRO Novena

16.00 Horas BATALHA DAS FLORES (O mesmo programa e percurso da Marcha Luminosa da noite anterior)

06.00 Horas Angelus e Oração da manhã Exposição do Santíssimo Sacramento, com recitação do terço e bênção

24.00 Horas Sessão de Fogo-de-artifício pela Artifícios Durante o dia e noite grupos de bombos, tocatas, zés pereira, grupos de concertinas e bandas de música levam a Festa a toda a cidade

07.00 Horas Celebração da Eucaristia, com pregação pelo Cónego João António Teixeira

DE 7 PARA 8 DE SETEMBRO GRANDE NOITE DA ROMARIA DE PORTUGAL Arruadas por rusgas populares que alegremente percorrem a cidade cantando temas populares e cantigas ao desafio, pelo rufar típico dos bombos e alegres toques de concertinas 22.00 Horas Arraial popular Baile com o Grupo Musical “MK Music”

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

06 SETEMBRO terça-feira 08.00 Horas Procissão da Imagem de Nossa Senhora dos Remédios do Santuário para a Igreja das Chagas 08 SETEMBRO quinta-feira

Largo da Capela do Espirito Santo

10.00 Horas Missa Festiva em Honra da Padroeira

23.00 Horas Arraial popular Baile com o Grupo Musical “USKADKASA”

16.00 Horas Majestosa Procissão de Triunfo

Jardim da República

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Da Igreja das Chagas para a Igreja de Santa Cruz.


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Dia das Filarmónicas

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// 01 SETEMBRO, 21H30

BANDA FILARMÓNICA DE MAGUEIJA

BANDA FILARMÓNICA DE MAGUEIJA, tem a sua sede na freguesia de Magueija, concelho de Lamego e este ano decorrem as comemorações do seus 190 anos. Criou-se em 1824. No ano de 2015, a Filarmónica de Magueija associou-se às comemorações do Dia de Portugal, em Lamego, pois foi convidada pela Presidência da República, para tocar o Hino Nacional na sessão solene e um dos andamentos das “Canções Portuguezas - Pastoral” do compositor português José Vianna da Motta, cantado pela Soprano Elisabete Matos. A Filarmónica é a maior embaixadora da freguesia de Magueija. É composta por 55 elementos, essencialmente jovens, o que possibilita a abordagem de vários tipos de música e a criatividade na sua execução, tornando-se assim do agrado de vários públicos. A  Filarmónica de Magueija tem a sua escola de música, que este ano conta com 26 alunos nos mais diversos instrumentos - que tem a função de ensinar e incentivar o gosto pela música, preencher os tempos livres dos jovens e promover a renovação contínua da Filarmónica. O seu maestro e diretor artístico é o Prof. Gualberto Rocha, natural da freguesia de Magueija e trompetista conceituado. A ele se deve todo trabalho de formação musical, a realização anual do Masterclass de Sopros e Percussão da Filarmónica de Magueija e a constituição do grupo musical The River Brass Band, formado por elementos da Filarmónica, na área do Jazz, Dixie e Blues (criado em Set. de 2010). O ano de 2015 marca a história da Banda. A 4 de Janeiro de 2015, no concerto de Ano Novo, promovido pela Filarmónica no teatro Ribeiro Conceição a Câmara Municipal atribuiu a medalha de mérito, grau ouro, à Filarmónica como forma de reconhecer todo seu trabalho em prol da cultura musical e filarmónica na nossa região. Este concerto foi gravado ao vivo sendo este o mais recente dos cinco concertos já gravados em DVD pela Filarmónica.

SOCIEDADE FILARMÓNICA FAFENSE - BANDA DE REVELHE

Constituída por 63 executantes, abarcando várias gerações (dos 10 aos 75 anos), a Sociedade Filarmónica Fafense (ou Banda de Revelhe, como é popularmente conhecida ) vai atuar na noite do primeiro dia de setembro. Do extenso reportório, constam obras clássicas e contemporâneas de todos os períodos e géneros musicais dos mais consagrados compositores. Sucessivas gerações de músicos desempenharam um papel vital no desenvolvimento social e cultural em consagração do projeto artístico modelar. Atualmente a Sociedade Filarmónica Fafense alberga no seu seio uma Escola de Música, uma Banda de Música e uma Orquestra de Sopros. Hoje é sobretudo uma força da cultura importante para a cidade de Fafe e fundamental para o País. Para ver no palco montado na Av. Dr. Alfredo de Sousa, durante as Festas dos Remédios!


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O TRC ZigurFest está finalmente de volta ao Teatro Ribeiro Conceição e à Rua da Olaria nos dias 1, 2 e 3 de Setembro. Já lá vão seis anos de um festival que é sobretudo o nosso presente para a cidade em que crescemos. Com a ajuda da Câmara Municipal e do Teatro Ribeiro Conceição, conseguimos trazer a Lamego mais de meia centena de músicos que nunca antes tinham passado pela cidade, como por exemplo os Sensible Soccers, Norberto Lobo e João Lobo, Niagara, Gala Drop, HHY & The Macumbas, You Can’t Win Charlie Brown, Mr. Herbert Quain, entre tantos outros habituados a pisar os maiores palcos do país. É por isso que chegamos à sexta edição com mais determinação, ambição e certezas de que o TRC ZigurFest é para durar para sempre. Nos dias 1, 2 e 3 de Setembro, o Teatro Ribeiro Conceição, a Rua da Olaria e alguns locais emblemáticos da cidade recebem uma jornada de quase 72 horas pelo passado, presente e futuro da música portuguesa. Este ano, reafirmamos a promessa de vos dar o melhor fim-de-semana do ano e a oportunidade de conhecer alguns dos nomes incontornáveis e emergentes da música portuguesa. Sem medo de arriscar e com uma programação ecléctica, o TRC ZigurFest é o local perfeito para sentir, ver e ouvir aquilo que vai dar que falar. Pop Dell’ Arte, Torto, Surma, Galo Cant’às Duas, Joana Guerra, Dragão Inkomodo, Luís Severo, Baleia Baleia Baleia , entre muitos outros, são alguns dos nomes já confirmados. Acompanhem todos os anúncios e novidades da 6ª edição através da página oficial do Facebook do TRC ZigurFest.


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Memรณrias da Romaria


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Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios 2016  

A Romaria de Lamego, dedicada a Nossa Senhora dos Remédios, é uma das maiores de Portugal, sendo o momento mais alto desta celebração a gran...

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