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JORNAL EDUCATIVO EMEB PROF. JOÃO BAPTISTA DE MACEDO – ANO 1

A Síndrome de Down na sala de aula

INCLUSÃO A inclusão muda paradigmas nas escolas O intuito deste texto é mostrar como podemos promover a inclusão escolar, sendo que algumas escolas ainda estão demarcadas por séries, supervalorizando os conteúdos programáticos e as notas das provas, bem como resistindo às mudanças propostas pelo paradigma da inclusão? Infelizmente esta ainda é a grande realidade na maior parte das escolas do ensino regular no Brasil. Como podemos mudar esta realidade? “INFELIZMENTE ESTA AINDA É A GRANDE REALIDADE NA MAIOR PARTE DAS ESCOLAS DO ENSINO REGULAR NO BRASIL”.

Devemos começar definindo o que é inclusão? Inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção independentemente de qual ou o grau da “deficiência física”, do “comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança” que sofre algum tipo de discriminação. Neste sentido, promover “a inclusão escolar é participar de um 3 de abril de 2014 [Edição 1, Volume 1]

A primeira regra para a inclusão de crianças com Down é a repetição das orientações em sala de aula para que o estudante possa compreendê-las. "Ele demora um pouco mais para entender", afirma Mônica Leone Garcia, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O desempenho melhora quando as instruções são visuais. Por isso, é importante reforçar comandos e solicitações com modelos que ele possa ver, de preferência com ilustrações grandes e chamativas, com cores e símbolos de fácil compreensão. A linguagem verbal, por sua vez, deve ser simples. Uma dificuldade de quem tem a síndrome, em geral, é cumprir regras. "Muitas famílias não repreendem o filho quando ele faz algo errado, como morder e pegar objetos que não lhe pertencem", diz Mônica. Não faça isso. O ideal é adotar o mesmo tratamento dispensado aos demais. "Eles têm de cumprir regras e fazer o que os outros fazem. Se não conseguem ficar o tempo todo em sala, estabeleça combinados, mas não seja permissivo."


emeb prof. joão baptista de macedo – ano 1

processo de mudança reorganizado a escola, onde estar incluído significa ter o direito de aprender junto, independente das condições físicas, lingüísticas, intelectuais, sociais e emocionais”. Portanto, podemos dizer que “a inclusão é um processo que requer muito mais do que transferir crianças da escola especial para a escola regular, mas também fazer parte dela. Nesta perspectiva, aqui no nosso país ainda estamos caminhando em passos bem lentos em direção desta realidade inclusiva.

DEFICIÊNCIAS ( Mario Quintana ) "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

Dia Mundial de Conscientização do Autismo é comemorado nesta quartafeira. Nesta quarta-feira (2) é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, decretada desde 2008, é lembrada com a iluminação azul, em que diversos monumentos espalhados pelo mundo se vestem com a cor. Evidências recentes sugerem que os primeiros sinais do autismo podem ser vistos em crianças bem novas, com 8 a 10 meses de idade: podem ser mais passivas, mais difíceis de acalmar ou não reagem quando alguém chama seu nome. Algumas crianças com autismo apresentam, por volta de um ano de idade, prejuízos de orientação ao estímulo social (ex: orientação social, de atenção compartilhada, de interação social e de antecipação, de balbuciar, de gestos, de pronúncias de palavras e de imitação). Alguns desses primeiros sinais podem ser notados pelos pais, outros podem apenas ser observados com a ajuda de um clínico especialista. No Brasil, o diagnóstico do autismo oficial é organizado pelo CID-10, código internacional de doenças, décima edição. No entanto, é importante saber que o diagnóstico do Autismo e de outros quadros do espectro é obtido através de observação clínica e pela história referida pelos pais ou responsáveis.

O jornal Educativo destina-se a todos os profissionais, familiares, comunidades, envolvidos neste processo tão grandioso sobre a inclusão.


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