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Griseia, uma fadinha verde Edna Badú Edições OPB


GRISEIA, UMA FADINHA VERDE Edna Badú


Dedico esta obra à minha netinha Anna Laura T. Melim, minha netinha querida, que me inspirou esta criação;


FICHA CATALOGRAFICA


Agradecimentos Deus, sempre em primeiro lugar. Aos meus filhos amados Giselly e Edson Ao meu esposo de tantas lutas Amauri Aos meus familiares Aos Amigos que torcem por mim A OPB – Ordem dos Poetas do Brasil.


Prefácio Griseia , Uma Fadinha Verde é o livro infantil de estreia de Edna Badú, paulista, poetisa, artista plástica e ilustradora. A obra merece primeiramente os aplausos por trazer a cena um ambiente rico e também personagens pouco privilegiados nas histórias infantis: o sertão, o sertanejo e um simpático urubu chamado Turíbulo. Todos os elementos das boas e belas histórias infantis estão presentes, da boa moral ao humor. Igualmente as personagens. Chamo a atenção também para as belas ilustrações, repletas de poesia que somam para tornar o livro excelente fonte para a educação dos pequenos e ao mesmo tempo, um rico entretenimento. Os meus parabéns a esta bela e promissora estreia. Que novas obras venham para contribuir e enriquecer a literatura infantil brasileira.

Mauricio de Azevedo Poeta, escritor e fundador da OPB Ordem dos Poetas do Brasil


Projeto Araras - OBP

O que é a OPB O que é o Projeto Araras – OPB A importância da preocupação com o meio ambiente A importância de valorizar o Trabalho de Edna Badu, enquanto escritora e ilustradora. A opb, ao produzir o livro, cumpre a sua missão por meio do projeto Araras de incentivar a leitura e também a discussão sobre o meio ambiente. Elio B. Moreira Poeta e Escritor Secretario Geral da OPB Ordem dos Poetas do Brasil


Apresentação O universo da criança é rico autêntico e divertido, repleto de cores cheiros e sabores, No conto, Griseia é uma fadinha verde e bastante corajosa. As personagens interagem em um mundo fantástico, onde bruxas, fadas e duendes convivem com o mundo real. Griseia, a fadinha irreverente, sonha em ser promovida a fada ajudadora real e para isso não mede esforços, No caminho de suas aventuras encontra uma frágil menina cheia de problemas mas com muita coragem, Convido você caro leitor, a participar dessa aventura

Edna Badú


Capítulo 1 Ainda há esperança?

Ainda há esperança? Nossa aventura se desenrola em um lugar árido e


devastado, onde havia uma linda mata verdejante e cheia de vida. Era um lindo cenário para se viver, porém com os desmandos e a irresponsabilidade com o meio ambiente, tornou-se um lugar triste e de poucos recursos, em consequência disso veio a seca que ocorreu após várias queimadas e um vasto desmatamento. o povo da redondeza foi forçado a se mudar pra lugares mais promissores. Apenas uma pequena família persistiu em continuar ali. Seu Heitor , um agricultor, sua esposa e a pequena filha Laura, linda e inteligente. O tempo foi passando porém a situação se agravou e sua esposa morreu deixando o pobre homem sozinho pra criar e sustentar a pequena família. Devido aos parcos recursos, decidiu caçar pequenos animais para sobrevivência. Agora o cenário tornou se ainda mais desolador, sentindose triste e saudoso de todo aquele verde, da abundância de vida que havia ali, Reconhece que sua situação ficou ainda mais crítica, retrato de uma situação que a ambição humana pode causar. Pobre homem se vê obrigado a tomar a decisão mais difícil de sua vida. Enquanto isso na humilde de choupana Laurinha procura o pai. _Paizinho, tô com fome. -- Eu sei minha filha, mas confia em seu pai. - Vai dormir, que amanhã sem falta prometo que arranjo alguma coisa de comer, se Deus assim o permitir... O pai coloca carinhosamente sua filha na cama, despedindo-se com um beijo, depois sai cabisbaixo. Precisava deixá-la sozinha, com fome , sem recursos e ir a procura de alimentos. Pegando uma espingarda e com um pequeno cantil, sai devagarzinho nas pontas dos pés para não acordar a menina. Já é tarde da noite, sai de coração partido, por deixá-la faminta e sozinha. Ao entrar na mata ouve um barulho assustador, o melancólico murmurinho dos animais noturnos, soam como um


lamento, debaixo da escuridão da noite, apenas iluminada pelo brilho da lua. As sombras se tornam ameaçadoras, porém ao encher-se de coragem parte para a nova aventura. Procura alimento perto da casa, mas não encontra, perdendo a noção do tempo, entra na mata desconhecida. Amedrontado segura firme a espingarda, respira fundo.. Uma lágrima escorre pelo rosto marcado pelo sofrimento. - Puxa vida! diz o homem desolado. - Preciso encontrar algo de comer, senão minha filha não vai aturar muito, a cada momento fica mais ainda difícil manter nossa sobrevivência aqui. - Que saudade dos velhos tempos, daquela fartura, agora só sequidão meu Deus! Minha nossa! Caminhei tanto, acho que estou perto daquele tal lugar, que todos temem, a morada das bruxas malvadas. Receoso examina o local e exclama! - Ai meu paizinho, acho que estou deixando a fome devorar meus miolos! - Que ideia imbecil de procurar a caça assim tão longe! - Será que já estou no coração da mata, nunca me afastei tanto assim de nossa casa... Pensativo, faz uma pausa sentindo desespero e remorso, precisa a qualquer custo ajudar sua filha. - Se as histórias que contam forem verdadeiras, este lugar deve ser muito perigoso, mas não posso desistir. Enquanto isso, Na humilde choupana Laurinha desperta.

Amanhecendo no sertão...


O sertão pode voltar a ser verde Já é dia, muito confusa, Laurinha procura por seu pai, mas não o encontra em lugar algum. - Paizinho, onde você está paizinho? Depois de constatar que seu pai não está mais lá, teme que algo de ruim tenha acontecido com ele. Chora muito, mas por ser muito corajosa, resolve sair a procura do pai, seguindo sua trilha . Logo, a fome e o cansaço a alcança e resolve deitar um pouco numa pequena clareira a caminho da mata. Seu pai, porém, está bem mais longe e por ser a mata tão fechada, e seus numerosos sons, fica receoso e observa ao seu redor a procura de algo, qualquer coisa que possa servir de alimento, mas não encontra. - Este lugar pode estar cheio de fadas duendes, bruxas e tudo é bicho estranho! - Mas precisamos continuar procurando. Nesse momento ele avista algo que julga ser um peru. - Oia! Se é que tô enxergando direito, ta parecendo um peru, inclusive, não é uma beleza de peru, mas é grandão! Animado o homem benzeu-se, mira e atira, em direção de Turibulo, o urubu mascote das bruxas.


Extremamente cansado, caminha em direção ao pobre animal, que foi confundido com um peru. Com o susto Turibulo cai, o tiro porém passou bem longe do infeliz, que desmaia de susto. O caçador exclama feliz, pensando ter acertado um peru. - Que ótimo! desta vez não voltarei de mãos vazias para casa, enfim teremos um belo peru para o jantar! Ao despertar Turibulo fica cara a cara com o caçador e da um berro assustado, fazendo a maior cena, põe a mão no peito e começa a se estrebuchar. - Ai! como dói! acho que tô morrido. diz o urubu malandro. O homem averígua a caça e decepcionado, afastando-se do animal provavelmente moribundo, lamentando ter atingido o urubu por engano, e voltando a estaca zero. Muito triste e faminto lamentando a fatalidade ocorrida ao pobre urubu, caminha cabisbaixo mata a dentro, fica tão desolado que começa a cantar uma triste melodia. PÉ DE CHÃO Autoria de Edna Badu Tadinha da minha terra Que a formosura perdeu. Embu e capim cipreste, farturas que Deus me deu os pássaros todos enfeitados, perderam o som e o trinado e no riso da cacatua. Ate os rios chorosos secaram as flores sem cores ficaram unindo num mesmo tom, tão triste tão sufocado. Sem cor, sem vida, sem som. De pé no chão tão rachado,


seu lento e triste andar, Espinhos sofridos e cardos, destilam vis. Venenos sem par. E o sol de calor implacável, ferindo a quem deve amar. Devido ao barulho inesperado do tiro, as bruxas que estavam a fazer travessuras, sujando as fontes de água, destruindo as árvores. encantando pequenos animais se assustam. Mas, refeitas do susto, correm em direção ao pobre infeliz avistando o mascote atingido O caçador fica atemorizado ao lado do urubu. Malvadeza a bruxa mais malvada das redondezas resmunga. - Turíbulo, o que fizeram com você, seu peste? - Onde já se viu, servir de alvo para um mero caçador? - Vamos levante seu cabra preguiçoso! Turibulo dá um grande gemido faz manhã e finge desmaiar, para o desespero das bruxas que vão ao seu encontro. Manhoso demais, começa a fingir-se de morto, deixando as bruxas tão possessas, que começam a lançar sortilégios. Malvadeza, a bruxa mais velha e má, tia de Brunilda, exclama... - Ah! mas isso não ficará assim. quem foi o vesgo zóio torto ruim de mira? - Quem fez isso nunca mais voltará para casa, ficara encantado pra sempre, nunca mais esquecerá... e tenho dito.


Turibulo, enquanto é carregado abre só um olho, bem desconfiado, mas as bruxas não percebem a encenação e ele segue fingindo-se de morto. Brunilda é sobrinha de malvadeza, vive no mundo da lua, quase sempre não sabe o que realmente esta fazendo e bem desligada pergunta á malvadeza. - Sempre é muito tempo tia? Malvadeza responde irritada. - Eu acho que é desde quando a gente nasce ate quando a gente morre. Brunilda ri. - Então não é pra sempre, mas desse jeito pode demorar muito. Malvadeza perde a paciência. - Não é de sua conta, não me confunda. - Mas titia por que um castigo tão grande afinal, este urubu velho não presta pra mais nada mesmo. Neste momento Turíbulo dá um grito enorme, apontando o dedo-duro em direção ao pobre homem .


No mesmo momento, as duas bruxas pulam pra trás, assustadas. - Oras cale a boca bruxinha sem noção! Turibulo começa a se estrebuchar, aumentando a aflição da bruxinha, o que faz com que o caçador se encolha todo assustado, morrendo de medo. Malvadeza caminha decidida e ameaçadoramente em direção do infeliz. - Agora você vai saber o que eu aço com quem mexe com meu queridinho. Pode começar a tremer! Nesse momento. Malvadeza, fica frente a frente com o caçador,. De repente. levanta sua vassourinha mágica, agita no ar e lança ameaçadores sortilégios. - Salamandras capengas, zóios de cabras magrela paralisa esse marvado, fio de uma mazela. Sem noção Brunilda interrompe Malvadeza. - Mas é pra sempre mesmo titia? - Este urubu está tão velho e mimado, só arranja confusão. Turibulo olha feio pra Brunilda, que desconfiada dá um passo pra trás,. Malvadeza termina o seu feio encantamento e o caçador fica estático, somente com os olhos arregalados.

A Bruxinha Brunilda


A bruxa Malvadeza, da um passo pra frente e num tom engraçado e desengonçado, pega depois o urubu pelo cangote, e o sacode. Depois simula levantá-lo, sacudindo novamente, pra frente e pra trás, enquanto o urubu põe a língua pra fora. Turíbulo está meio apavorado com o carinho fora de hora, da bruxa. - Oras cale a boca, não vê que eu gosto deste imprestável, mas vamos ao que interessa. Em seguida ela caminha em direção a ao caçador, que permanece aterrorizado. De repente, um clarão sai do caldeirão e todos os vilões ficam eufóricos, pulando de alegria. Brunilda se aproxima do caldeirão e além do susto


leva uma grande bronca de Malvadeza. - Brunilda! -Sim titia. - Por acaso você entende alguma coisa de feitiço paralisante? - Acho que não. Malvadeza berra! - Então o que você está fazendo aqui? Com o susto Brunilda cai dura e sentada para trás. Turibulo percebe que tem que acabar com o fingimento, com medo de sobrar mau humor pra ele também, e vai levantando desconfiado Aproveitando da situação, Turibulo finge chorar


- Ai, ai, ai!, ai! Mãezona, tá doendo minha asinha, pena, perninha, meu biquinho também, acho que doí tudo. Me pega no colinho. Apesar da atuação ser bela, não convence Malvadeza que irritada responde: _ Sai pra lá, já vi que voltou ao normal, deixe de


chorumelas, me ajude a levantar essa bruxinha sem noção. Brunilda faz o maior circo pra levantar depois de muitas palhaçadas finalmente se levanta, isso irrita ainda mais Malvadeza - Vocês já me irritaram um tanto demais ...que vou pensar num castigo pros dois, vamos peguem o infeliz desse caçador e vamos levá-lo pra minha caverna... Dando um sorriso bem assustador, - Preciso mesmo de uns objetos novos de decoração e esse servira direitinho pra desenfeitar meu cafofo. As bruxas saem levando o pobre caçador que nada pode fazer além de arregalar os olhos assustados, Turibulo continua debochando dele rindo muito. - Os pombos vão fazer cocô na cabeça dele, na cabeça dele NE... mãezona. Turibulo ri todo debochado. - Silencio! senão o próximo que servirá de "desenfeite" é você, seu desajeitado. Turibulo cochicha. - Mais uma dessa e ligo pro Ibama. - O que você disse? - O quanto a gente muito te ama, Turíbulo da uma piscadinha marota sem que Malvadeza perceba e todos saem rindo alto.


MUSICA: BRUXINHAS AUTORIA DE EDNA BADU No meio da floresta Que mora Malvadeza, bruxinha tão, mandona Com mania de grandeza só sabe reclamar, Só sabe reclamar, Refrão

- feitiços e sortilégio, não para de lançar. Turibulo sua mascote que vive a resmungar Fingido e tão astuto Só sabe aprontar Brunilda tão ingênua Que só faz confusão, entrega sempre o ouro Atrapalhando a missão No final tudo limpo ficará. Porque com suas vassouras ....


TerĂŁo que arrumar..


SONHO E SOLIDÃO Laurinha, apos um breve cochilo, recomeça a chamar por seu pai. — Papai cadê você paizinho? — Apareça estou ficando preocupada, Senhor meu pai do céu. sei que nem sempre fui uma menina obediente, mas se souber onde meu paizinho da terra estiver, por favor me ajude a encontrá-lo. Preocupada começa a chorar suas lágrimas são tantas que molham a pequena fadinha Griseia, que acorda assustada e muito aborrecida, sem saber o que estava acontecendo. — Quem é você , o que é isso, não vê que me molhou todinha? — Como vou fazer pra ir á reunião anual das fadas? — Desse jeito nunca conseguirei meu certificado de fada ajudadora. Só para de reclamar quando é interrompida por Laurinha. — Oras minhas amoras! o que eu fiz pra merecer isso, primeiro meu papai some, agora essa fada destrambelhada dizendo asneiras aos meus ouvidos, que dia! — Dizendo asneira, eu, destrambelhada eu? Griséia começa a chorar copiosamente. — Todo mundo briga comigo. — Pare de chorar sua bobinha, como poderia brigar com você nem te conheço. Griseia se recompõe. — O que é você, alias por que você estava chorando? — Mas era você que estava chorando...Ah! deixa pra lá, sabe meu paizinho saiu pra procurar alimento e não voltou, estou só e faminta alias, morrendo de medo. — Você sabe que direção ele tomou? - Sim, naquela direção. Aponta em direção a casa das bruxinhas.


— Minha nossa! Seu caso e bem pior do que pensei, Se ele foi pra aquelas bandas, pode ter sido enfeitiçado pelas bruxas malvadas da floresta. Faz cara de esnobe. — Além de malvadas se vestem mal, um entojo. — Que horror uma fadinha futriqueira, diz Laurinha rindo muito. — Já vi que não foi com minha cara? — Não, e que estou tão nervosa e você não para de falar. — Nossa! Desculpe-me... acho que falo muito mesmo. — Mas que sei como posso te ajudar.

Existem no mundo pessoas muito bondosas... A fadinha Tira uma pequena pedrinha brilhante e


mágica de sua bolsinha, e olha através dela e vê a cena do pai de Laurinha encantado pelas bruxas. — Oh! — Más notícias, notícias más, quer saber ou quer esquecer? Griseia fala com Laurinha com olhar distraído. — Você é maluquete mesmo, não me admiro por ainda não ter sido condecorada, onde já se viu esquecer, do meu pai, família, da gente. — Vamos diga logo o que vê. Griseia fala assustada bem rapidinho. — No meio da floresta, encantado pelas bruxas. Coloca a mão na boca e diz: — Pelo meu elfo, falei. A menina se desespera e começa a chorar novamente, mas e interrompida pela fada. — Ah não! Pode parar! - disse que te ajudaria e vou. Corajosamente pega a mão de Laurinha e parte em direção à mata mal-assombrada. TODO MUNDO GOSTA DE SONHOS...


Ambas entram mais matas a dentro, ouvem-se ruídos e sons da floresta, ambas muito cautelosas, se posicionam no meio de uma clareira, temerosas, com o ambiente assustador, quando de repente um barulhos as perturbam ainda mais, vozes estridentes de bruxas. O barulho é grande e elas se escondem apressadamente atrás de uma moita . Logo surgem as bruxas em meio a uma clareira. Malvadeza ri muito alto. — Hahaha! viu o que dá mexer com meu queridinho? — Nunca mais sairá daqui seu intrometido, ficará desenfeitando o meu jardim para sempre, hahaha! ...Para sempre. — Mãezona eu não acho uma boa ideia deixar essa marvado ficar aqui, vai que ele cisma comigo de novo e ele nem combina com a decoração. — Oras Cale a boca,- Diz Malvadeza , bem furiosa - já disse, ainda estou pensando num bom castigo pra vocês dois.


Brunilda pergunta, meio escandalizada. — Eu também? Malvadeza não responde, apenas olha com ainda mais olhar ameaçador, e ambos ficam estáticos de medo. De repente, do nada Brunilda se esquece da ameaça e fala mais uma das suas.


— Mas titia, esse feitiço não é aquele que também pode ser quebrado pela flor de margarida hein titia? — Sim. - Então não é pra sempre? — Hahaha! Falei... Mas de que adianta se ninguém nunca saberá disso, a menos que... Malvadeza lança um olhar ameaçador a ambos. Brunilda e Turibulo respondem, temerosos ao mesmo tempo. — A menos que... A menos que um dos dois abram o bico. Mudando radicalmente, fingindo doçura. - Ah! mas tenho certeza que nenhum dos dois abrirá o bico, não é mesmo? Quase mudos, Turíbulo e Brunilda, respondem. — Humhummmm! — Imbecis não há a mínima chance de alguém descobrir nosso segredo. — Vamos. Tenho muitas marvadezas pra fazer hoje. Muito confiante Malvadeza. sai rindo e com um gesto imponente , mantendo todos, sob controle... Laurinha e Griseia aproveitam a saída das bruxas e saem detrás da moita. — Nossa! — Num sei como vamos tirar meu pai dessas? — Já sei, coisa, venha comigo. — Ah espera um pouco, primeiro devo esclarecer que não sou coisa, sou uma menina, deixa me apresentar,(abaixa faz uma mesura ) dizendo: — Meu nome é Laura, mas pode me chamar de Laurinha, e você o que é, como se chama? — Não vê que sou uma fadinha, meu nome é Griseia, pretendo em breve ser uma fada ajudadora real eu já lhe disse isso. — Mas deixemos de salamaleques, que seu pai esta correndo um grande perigo, ficando parado no meio da floresta. Ele está num lugar muito perigoso. — Agora sabemos como o feitiço pode ser desfeito, apenas encontrar uma flor de margarida.


— Só tem um problema, não é época de margaridas. — E o que a gente faz então? — Por acaso, tenho umas sementinhas de margaridas na minha bolsinha mágica. Laurinha, pula de alegria, - Incrível Griseia, vamos logo plantar e salvar meu paizinho. - É você tem toda razão, vamos logo. Um barulho bastante forte, as interrompem por um momento, porém estão muito determinadas, e logo continuam plantando a sementinha .

Um barulho bastante forte, as interrompem por um momento, porém estão muito determinadas, e logo continuam plantando a sementinha .


Não devemos cultivar o medo! As bruxas chegam a tempo de ouvirem os planos das meninas, e se escondem atrás de uma moita, que nem percebem a presença das bruxas. Enquanto as duas se distraem plantando a sementinha, a bruxas cochicham atrás da moita. — Viu, viu titia, vão germinar a sementinha e estragar tudo. — Culpa sua! diz Malvadeza muito contrariada. — Não! — De novo é culpa dessa fadinha intrometida e de você também com essa boca enorme e esse cérebro tão pequeno. Brunilda imediatamente põe a mão na boca assustada. e Malvadeza se irrita ainda mais, e fica andando de um lado pro


outro. tentando achar uma saída. — O que eu faço, o que eu faço? - Já sei preciso de um plano maior, bem maior que todos, hahahaha! Brunilda diz sem noção, — Bem maior... — Mas como impedir que essa semente germine e floresça? Turibulo tem uma ideia. — Por que não raptamos a primavera? Brunilda rindo muito diz: — Que ideia mais tola. — Cale a boca, não vê que minha ideia é maravilhosa? Turíbulo fica contrariado. — Sua ideia? — Sua ideia é maravilhosa mesmo titia. Brunilda da uma piscadinha marota e Turibulo da mais uma opinião brilhantemente maldosa. — Eu sei mãezona ...onde mora a Primavera, eu sei hehehe! — Então vamos logo que estamos esperando? Todos saem guiados por Turibulo em direção da inocente Primavera. O ar é preenchido por um doce perfume. A linda e doce Primavera, com gestos suaves e altivos caminha lentamente, em direção á clareira, quando , sem imaginar, é surpreendida, subitamente pelas bruxas malvadas, que a amordaça e a envolve em cipós encantados. Ela tenta correr pra tentar se escapar, mas não consegue se livrar das bruxinhas, que a levam para o esconderijo no meio da mata. Assim que eles saem, chegam Laurinha e Griseia, e começam a sentir cheiros estranhos. — Hum...Laurinha você não está sentindo cheiro de bruxas? — Sim Griseia, nossa, mas que estranho! mas estou


sentindo cheiro de flores também. Ao plantarem a sementinha num vasinho, aguardam felizes que a semente germine. Enquanto isso, atrás delas, as bruxas passam com a Primavera toda enrolada em cipós e amordaçada. Griseia e Laurinha nem percebem, ficam no centro da clareira sentadas, aguardando que a semente germine, por horas e dias. — Puxa fadinha! faz dias que estamos aqui e nada da sementinha germinar, se não fosse sua comidinha mágica de fadas acho que estaríamos "perdidinhas". — Sou atrapalhadinha mas prevenida, diz Griseia sorrindo. — Ambas ficam curiosas pois notam que a semente não está germinando e perguntam. - Por que a semente não está germinando? — Deixe ver na minha pedrinha mágica. — Nossa! não acredito que elas fizeram isso! — Fizeram o quê? — Vamos logo, me diga. — Estamos com problemas, raptaram a nossa Primavera, que crueldade, sem a rainha das flores, nada de florzinha, afh — O que vamos fazer fadinha? — Que tal se a gente perguntasse ao Verão, talvez ele saiba onde encontrar sua prima, a Primavera. — Ou talvez consiga germinar a semente de margarida — Sei não, mas vale a pena tentar fadinha.

A menina Laurinha


MUSICA FEITIÇOS E ENCANTOS AUTORIA DE EDNA BADU.

Sentindo o perfume de fadas. Sentindo o cheiro de bruxas, Na floresta de sonho encantada, caminham nesta aventura, Griseia a linda fada. e Laurinha a doce ternura. Caminhos, difíceis percorrem em busca de solução salvar seu pai tão querido. de tão terrível opressão ficar pra sempre encantado por bruxas sem coração, enfim é a solução.

Ambas caminham em direção da floresta, encontra o Verão todo dourado, pomposo, orgulhoso. Griseia logo vem recebê-lo. — Caro senhor Verão! — Sabemos que es forte, nobre, orgulhoso. que seu calor nos aquece pode nos fazer o favor de germinar — Obrigado sei que sou tudo isso e um pouco mais, com licença deixe me examinar. Verão se aproxima da plantinha. — Ta bom Verão, você é o máximo mesmo bem quentinho, quentinho ate demais. — Dá pra ir mais pra lá, desse jeito vai torrar minha plantinha em vez de germiná-la! — Bem se não me deixarem vê-la não poderei ajudá-las, então sugiro que procurem meu primo o Outono. — Mas e você Verão, vai ou não nos ajudar?


— Bem, que gostaria muito de ajudå-las mas estou muito ocupado.


— Ocupado? Mas você não faz nada o ano inteiro, como assim ocupado? — Não faço nada! — Três quartos do ano, descanso, mas no final do ano quando apareço trabalho e muiiiito!

— Afinal a melhor estação é o verão. Laurinha muito contrariada, reclama do Verão. — Nossa! com isso é tanto calor que só da pra dormir com ventilador ligado, tem tanto pernilongo que nem dá pra descansar, aumenta a quantidade de baratas... bichinho filho da mãe. Griseia ,Chove pra caramba, causando enchentes derrubando casas, não dá nem pra ir a praia de tanta gente, sem contar que haja desodorante! - Isso é relativo, essas coisas acontecem o ano todo e outra quando estou trabalhando, além de tudo que faço de bom, sou a melhor estação do ano e a melhor época pra se tomar sorvete, menina reclamona! — Este ano você vai ver o calor que vai fazer na sua cidade. — Estou pagando pra ver. - Sério? — E quanto vai me pagar? — Foi só jeito de falar...a gente diz que paga pra ver quando duvida de algo. — Ah! então estou pagando pra ver sua florzinha germinar sem a Primavera. — O que você quer dizer com isso? — Não quero, estou dizendo. que as flores abrem na primavera. — Pensem nisso crianças. Agora preciso ir, deixemme exercer minha realeza. Griseia faz cara de desdém. — Pode ir seu rei. — Rei pirado, isso sim.


— O que disse menina? Laurinha dissimulando, fala anasalado. Atchim, resfriado, res-fri-a-do, entendeu? - Verão sai empinando o nariz. — Ufa!.. Laurinha, dessa vez foi por pouco!

Enquanto verão sai entra o Inverno, muito simpático cumprimenta o Verão. — Oi ... quanto tempo! Pegando muita praia? Verão fica contrariado e reage nada amistoso e o cumprimenta muito discreto. — Esse chato de novo... Oi. O inverno insiste em ser simpático. — Vem cá seu metido me da um abraço. — Longe de mim... vai pra lá, vou ficar resfriado.


Verão foge do inverno e sai resmungando enquanto as meninas seguem em direção ao Inverno. Griseia exclama animada. — Nossa! era você mesmo que procurávamos. Mas ao se aproxima do inverno , um vento muito gelado a faz se afastar. — Ai que frio, Senhor geladinho, sábio e bondoso, por favor pode nos ajudar a germinar nossa plantinha? — Peço que tenham calma, deixe me examinar. — Pode ou não pode? — Precisam se acalmar, estou tentando ver. — Então veja logo, por favor, a vida de uma pessoa depende disso. Inverno responde animado. — Tchan! Tchan, tchan ....eu posso. Ambas comemoram. Porém , o inverno se achando que estava sendo o máximo. — Pode? — Posso fazer um picolé de margarida, vocês vão querer? Muito desanimadas, respondem ao mesmo tempo. — Vamos querer é ir embora daqui, isso sim! — Nem sei porque perdemos tanto tempo, nem gosto muito do frio, brrr. — Não era do calor Laurinha? — Era, fadinha, mas mudei de ideia. O Verão é forte e simpático, eu posso ficar brincando ate mais tarde, não preciso ficar enrolada em um monte de roupas, o frio é muito chato ,só serve pra deixar o nariz escorrendo. — Laurinha, você é uma menina ...tenha modos! — Verdade! Menininha xarope, por falar em xarope, tenho um encontro com meus patrocinadores de xarope pra gripe e tosse.Tenho que partir... — Toma! por mim vocês vão ficar sem picolé de margarida.


— Tá vendo Laurinha! Perdemos a chance de tomar picolé de graça. — E você iria mesmo tomar picolé de margarida e perder a única chance de salvar meu pai? — Calma não se zangue. Na vida sempre tem um segundo plano, vem comigo. Cansadas e desnorteadas, ambas seguem em direção oposta e encontram o Outono, um velho e simpático velhinho . Laurinha começa logo com o lisonjeio. — Caro senhor, mestre de fazer os mais belos ocasos, que enche a terra de doces frutos, pode finalmente nos ajudar a germinar nossa florzinha? — Claro! Só um momento. O Outono examina o pequeno vaso muito atencioso — As folhas dela já caíram? Laurinha e Griseia observam a pequena planta e respondem. — Não! — Humm interessante. Ela está ficando amarelada? Examinam a plantinha novamente, e respondem. — Não! — Estamos tratando de germinar uma planta? — Sim! — Ela é uma flor? — Sim, Sim! — Por ventura não seria uma margarida? — Sim o senhor é porreta, Senhor Outono,é isso mesmo! Outono faz um sinal e pega a planta olhando desinteressado. — Desculpem! Não posso fazer nada... — Se não pode nos ajudar por que ficou nos enrolando? — Por nada eu só queria aparecer na história, sempre sonhei participar de um livro.


Todo metido, como se fosse a estação mais importante de todas. _Estou pensando seriamente em encerrar minha carreira de Outono e iniciar uma glamorosa carreira artística, fama, literatura teatro, cinema, televisão... — Não faça isso senhor Outono, Sem o senhor quem ira mandar os ventos fortes pros meninos soltarem pipas? Griseia ajuda Laurinha na argumentação - Quem fará a magia pros Ipês florescerem? O senhor já tem um papel e muito mais importante que uma pequena citação em um livro o senhor não acha? — Não tinha pensado ainda dessa forma, pequena fada, pelo jeito logo, será uma fada ajudadora real. Saindo vira-se e pergunta, — Aceitam um chá? Ambas perguntam meio intrigadas. — Chá de quê? — Semente de margarida. Contrariadas , as duas respondem ao mesmo tempo. — Não! Outono reflete um pouco e diz: — Vocês precisam de minha prima a Primavera. E bocejando. sai devagarzinho. Muito descontentes e desapontadas, afinal andaram tanto e nada conseguiram. Então resolvem vencer seus medos e enfrentarem as bruxas. — Vamos fadinha, que tal dar uma espiadinha, uma hora as bruxas bobeiam e entregam o ouro. Griseia a interrompe: - Ou descobriremos outro encantamento, pois está difícil encontrar uma estação que nos ajude.


Ambas saem pegando outra trilha, porém ouvem barulhos e se escondem. Em seguida entram as bruxas, o pai de Laurinha, Turibulo e a Primavera. E malvadeza está mais insuportável do que nunca. — Minha vingança será maligna, ninguém, jamais se atreverá a entrar em meus domínios! — Mesmo que a tenham a semente, será inútil sem a Primavera, hahahaha! - Mas titia se alguém descobrir que pra quebrar o feitiço é só usar o amor das crianças? — Só abre a boca pra dizer asneiras! — Não era pra ninguém saber que o amor das crianças também quebra esse feitiço. Caindo em si põe a mão na boca e diz: - Ops, acho que exagerei! Turíbulo continua fazendo manhas; — Ai como dói! Sem querer Laurinha pisa em falso e acabam fazendo um barulho enorme . Quem diria, acabam descobertas pelas bruxas. Quando Griseia e Malvadeza se confrontam, a fada usa a pedrinha mágica pra se defender. O feitiço volta e encantar Turíbulo, que cai como uma pedra. A fada e a bruxa dão um giro, e lançam um novo feitiço que desta vez cai sobre Laurinha que fica paralisada. A confusão é total. Num descuido agora é a fada perde a pedrinha mágica e é encantada pela bruxa . Meu Deus. Tudo parece perdido.


Enquanto isso a Primavera pula de um lado pro outro, tira a mordaça e grita. — Crianças, crianças! Crianças do mundo ouçam-me.... — Para quebrarem o feitiço, é só deixar florescer o amor pela natureza em seus corações... Vamos todos fazer o bem....


Nesse momento as crianças do mundo inteiro percebem o que está acontecendo e como num momento mágico, atendendo ao pedido da Primavera, enchem seu coração de amor e enviam em direção á floresta. - Veja Griseia e Laurinha – Exclama a bela Primavera - Os elos se rompem, o feitiço está sendo desfeito, a medida que o amor das crianças é compartilhado, as bruxas enfraquecem, perdendo todos os seus poderes. Laurinha está muito feliz e grita... _ Vejam....e do nosso pequeno vasinho está finalmente surgindo uma frágil florzinha, de margarida. A margarida começa a nascer espreguiça-se. Griseia chama a atenção de todos _ Ela está falando alguma coisa, encosta o ouvido e a escuta: - Por que vocês demoraram tanto? Ao desabrochar a florzinha, o pai de Laurinha é desenfeitiçado e com eles todos são desencantados. E a natureza magicamente em luz, vai cumprindo o seu papel. e enquanto as flores desabrocham, saindo também do encanto, um lindo som de vida ecoa na floresta. — Quase que te perdi paizinho...agora sei o quanto é importante cuidar da natureza, sem ela a vida não existe. — Sim filhinha agora sabemos o quanto é importante respeitar a natureza, Só com responsabilidade e amor a natureza preservaremos esse belo tesouro criado por Deus.


- Se agirmos com sabedoria jamais faltará comida em nossas mesas. — Crianças respeitem a natureza, vocês serão o futuro, por isso tomem conta do presente, vocês são um presente de Deus, portanto .devemos sempre semear o bem. — Sim Heitor, você tem toda razão. Neste momento surge a rainha das fadas. — Acho que vocês já sabem por que estou aqui? — Vamos Griseia se aproxime. Muito receosa e temendo levar uma bronca, Griseia se aproxima desconfiada. — Vamos se aproxime não tenha medo querida, - Apenas quero lhe confiar pelo seu grande gesto de bravura, eu a Rainha das Fadas , te condecoro como Fada Ajudadora Real. E quanto a você, querida Laurinha, receberá uma pedrinha mágica, pra sempre estar em contato com o nosso reino, parabéns meninas, vocês mereceram. Muito assustado, Turibulo pergunta? — O que vai acontecer comigo, com Brunilda e Malvadeza? — Quanto a você seu manhoso e essas duas as bruxas malvadas , receberão para sempre... a missão de cuidarem da natureza. De agora em diante, suas vassouras servirão apenas pra varrerem a floresta. Todos riem, alias cuidar da natureza é a missão de todos nós. FIM


BIOGRAFIA Edna Regina Badú Teixeira, nascida aos 25/12/1956, na capital paulista. Cresceu na terra da garoa, onde morou ate os 18 anos, quando trocou a vida urbana pelo interior paulista, Membro da OPB - Ordem dos Poetas do Brasil, participou de uma coletânea de poesia da mesma , sendo que define sua poesia como lírica e reflexiva. Sempre gostou de escrever, mas de maneira descompromissada, e com preferência por textos teatrais e


poéticos.. Seu gosto pela Arte, sempre muito abrangente, fez com que experimentasse várias vertentes, desde teatro dança, pintura em tela, figurino, cenário, direção teatral. Ao logo de sua carreira, conquistou vários prêmios, com suas pinturas realistas. Também conquistou o segundo lugar como coreografa do Jori na Região de Araçatuba, Participou do Festara de Araçatuba com figurino direção e cenário teatral. A paixão inata pelas crianças a torna seu publico alvo principal. Atualmente, vive bem feliz, de maneira descomplicada e agradável em Taiúva, cidadezinha pequena e acolhedora do interior paulista, que escolheu para viver e servir de inspiração. Hoje se dedica a apenas a fazer o que gosta pintar , escrever prestar trabalhos como monitora de artes. Para Edna Badu, seu nome artístico, viver é pintar com cores fortes as palavras que guardamos no coração. ...............

CURRICULUM ARTÍSTICO Membro da SINAPESP Colégio Fênix: Trabalhei como monitora. Janeiro de 2009 – dezembro de 2010 (2 anos) monitorava os trabalhos artísticos realizados pelos jovens, na área de desenho, pintura, expressão corporal: Teatro experimental etc. Monitora de artes: Oficinas Cultuais do Estado de São Paulo. Curso de Pintura em tela - Centro comunitário com a professora Carmem Galli,


ASSAOC, Monitora da casa abrigo Lar Shalon, por cinco anos. Janeiro de 2008 – dezembro de 2010 (3 anos) Araçatuba Realização de oficinas de pintura em tela, desenho, fantoches etc. Cursos de Edna Regina Badu Teixeira 3° termo de artes visuais. Faculdade Uniesp, licenciatura de artes visuais Curso livre: Logística, Sest Senat, 120 horas. Projetos de Edna Regina Badu Teixeira 2008 – Oficina de iniciação ao desenho e pintura APAE de Araçatuba | ASSAOC. 2007 até 2008 Membros da equipe: Edna Regina Badu Teixeira 2007/2008 – Oficina de iniciação ao desenho e pintura | ASSAOC. 2007 até 2008 Membros da equipe: Edna Regina Badu Teixeira. 2008 – Oficina de iniciação | Santo Antônio do Araranguá | ASSAOC. 2008 – Arte educadora | Projeto PETI. Janeiro de 2008 até dezembro de 2008 Membros da equipe: Edna Regina Badu Teixeira Oficina de fantoches Pereira Barreto Membros da equipe: Edna Regina Badu Teixeira Certificados de Edna Regina Badu Teixeira Cursos: 2008 – Oficina de história da arte. ASSOC 2008 Oficina de restauro, Rose Fávaro ASSAOC Prêmios recebidos, Menção honrosa , Marinha bandeirante do Brasil, menção honrosa olhar Arte de Araçatuba, participação no 16 salão de Catanduva. Prêmio Postura, Ética e Talento Artístico: 1°Concurso de Artes revelação do universo digital promovido pelo Perfil no Facebook do GRUPO dos Artistas Plásticos no Brasil, Art Brasil 2015...

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Projeto Araras OPB Promovendo o Meio Ambiente

( Texto)


Elio Bittencourt Moreira Secretรกrio Geral da OPB - Ordem dos Poetas Do Brasil


Griseia uma fadinha verde  
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