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Boletim

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Manual de Procedimentos Temática Contábil e Balanços Fascículo No 05/2014

// Auditoria

Trabalho de revisão efetuado por outros profissionais e conciliação das demonstrações contábeis (NBC TR nº 2.400/2013). . . . . . . . . . . 01

// Contabilidade Geral

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL). . . . . . 03

// Contabilidade Gerencial

O problema da burocracia informatizada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08

Veja nos Próximos Fascículos a Representações formais e avaliação de evidências no trabalho de revisão das demonstrações contábeis (NBC TR nº 2.400/2013) a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) a Análise e racionalização de reuniões


© 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE

Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) 2188-7900 (São Paulo) 0800-724-7900 (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Temática contábil e balanços : trabalho de revisão efetuado por outros profissionais.... -10. ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, 2014. -(Coleção manual de procedimentos) ISBN 978-85-379-2057-2 1. Balanços contábeis 2. Empresas Contabilidade I. Série.

14-00517

CDD-658.15

Índices para catálogo sistemático: 1. Administração financeira : Empresas 658.15 2. Análise de balanços : Empresas : Administração financeira 658.15 3. Balanços : Empresas : Administração financeira 658.15

Impresso no Brasil Printed in Brazil

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Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei no 9.610, de 19.02.1998, DOU de 20.02.1998).


Boletim

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Manual de Procedimentos Temática Contábil e Balanços

a Auditoria Trabalho de revisão efetuado por outros profissionais e conciliação das demonstrações contábeis (NBC TR nº 2.400/2013) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Uso do trabalho realizado por outros auditores 3. Conciliação das demonstrações contábeis com os registros contábeis 4. Procedimentos adicionais na hipótese de demonstrações contábeis distorcidas 5. Eventos subsequentes

1. INTRODUÇÃO

especialização em campo que não seja contabilidade ou em trabalhos de asseguração. Se o auditor utiliza o trabalho realizado por outro auditor ou especialista no curso da execução da revisão, ele deve tomar medidas apropriadas para estar convencido de que o trabalho realizado é adequado para os seus propósitos.

3. CONCILIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS COM OS REGISTROS CONTÁBEIS O auditor deve obter evidência de que as demonstrações contábeis estão de acordo com os registros contábeis da entidade ou estão conciliadas com esses registros.

Neste procedimento, discorremos sobre o uso do trabalho realizado por outros auditores na revisão das demonsO auditor deve obter trações contábeis. Paralelamente, evidência de que as tratamos também da conciliação demonstrações contábeis das demonstrações contábeis, estão de acordo com os dos procedimentos adicionais a registros contábeis da entidade serem observados na hipótese de ou estão conciliadas com demonstrações contábeis distorciesses registros das e dos eventos subsequentes. O trabalho tem como base a Norma Brasileira de Contabilidade - NBC TR nº 2.400/2013, que trata, especificamente, sobre trabalhos de revisão de demonstrações contábeis. Nota NBC TR - Revisão de Informação Contábil Histórica - são as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas à Revisão convergentes com as Normas Internacionais de Revisão emitidas pela International Federation of Accountants (Ifac).

2. USO DO TRABALHO REALIZADO POR OUTROS AUDITORES Ao executar a revisão, pode ser necessário que o auditor use o trabalho realizado por outros auditores ou o trabalho de indivíduo ou organização com

O auditor costumeiramente obtém evidências de que as demonstrações contábeis estão de acordo ou estão conciliadas com os registros contábeis, “amarrando” os valores e saldos das demonstrações contábeis aos respectivos registros contábeis, como, por exemplo, com o razão geral ou com um resumo ou relação, que reflita o acordo ou a conciliação dos valores das demonstrações contábeis com os registros contábeis subjacentes (tal como um balancete).

4. PROCEDIMENTOS ADICIONAIS NA HIPÓTESE DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DISTORCIDAS Se tomar conhecimento de assunto que o leve a acreditar que as demonstrações contábeis podem conter distorções relevantes, o auditor deverá planejar e executar procedimentos adicionais suficientes para permitir que: a) conclua se o assunto não é suscetível de causar distorções relevantes nas demonstrações contábeis como um todo; ou

Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/2014 - Fascículo 05 TC05-01


Manual de Procedimentos Temática Contábil e Balanços

b) determine se o assunto faz com que as demonstrações contábeis como um todo contenham distorções relevantes.

b) outros tipos de procedimentos como, por exemplo, teste substantivo de detalhes ou confirmações externas.

4.1 Execução de procedimentos adicionais

4.3 Exemplo de avaliação do auditor

Procedimentos adicionais são requeridos se o auditor tomar conhecimento de assunto que o leve a acreditar que as demonstrações contábeis possam estar materialmente distorcidas.

O exemplo a seguir ilustra a avaliação do auditor quanto à necessidade de executar procedimentos adicionais e a sua resposta, quando ele acredita que procedimentos adicionais sejam necessários:

A resposta do auditor na execução de procedimentos adicionais com referência a item que ele tem motivo para acreditar que possa estar materialmente distorcido ou apresentado erroneamente nas demonstrações contábeis pode variar de acordo com as circunstâncias, sendo uma questão de julgamento profissional do auditor.

No curso da execução das indagações e dos procedimentos analíticos para a revisão, a análise das contas a receber pelo auditor mostra um valor significativo de contas a receber vencidas para as quais não existem provisões para perdas. Isto leva o auditor a acreditar que o saldo de contas a receber nas demonstrações contábeis possa estar materialmente distorcido. Dessa forma, o auditor indaga à administração se existem contas a receber não realizáveis que necessitariam ser mostradas pelo seu valor líquido de realização.

O julgamento do auditor, quanto a natureza, época e extensão dos procedimentos adicionais necessários para se obter evidência para concluir que uma distorção relevante não é provável de existir, bem como para determinar que uma distorção relevante exista, é guiado por: a) informações obtidas da avaliação dos resultados dos procedimentos já conduzidos pelo auditor; b) entendimento atualizado do auditor quanto à entidade e seu ambiente, obtidos ao longo do curso do trabalho; e c) visão do auditor sobre o grau de convencimento fornecido pela evidência para tratar dos assuntos que o levem a acreditar que as demonstrações contábeis possam estar materialmente distorcidas.

4.2 Função dos procedimentos adicionais Procedimentos adicionais são direcionados para o auditor obter evidência apropriada e suficiente que o possibilite formar uma conclusão sobre os assuntos que ele acredita que possam fazer com que as demonstrações contábeis estejam materialmente distorcidas. Os procedimentos podem ser: a) indagações ou procedimentos analíticos adicionais executados, por exemplo, em maior detalhe ou direcionados aos itens afetados (por exemplo, valores ou divulgações concernentes às contas ou transações afetadas conforme refletidas nas demonstrações contábeis); ou 05-02

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De acordo com a resposta da administração, a avaliação do auditor concernente à resposta pode: a) possibilitar ao auditor concluir que o saldo de contas a receber provavelmente não esteja materialmente distorcido. Nesse caso nenhum procedimento adicional é requerido; b) possibilitar ao auditor determinar que o assunto faça com que as demonstrações contábeis estejam materialmente distorcidas. Nenhum procedimento adicional é requerido e o auditor forma a conclusão de que as demonstrações contábeis, como um todo, estão materialmente distorcidas; c) levar o auditor a continuar acreditando que o saldo de contas a receber provavelmente está materialmente distorcido, porém sem fornecer evidência apropriada e suficiente para que ele determine que o saldo esteja de fato distorcido. Nesse caso, é requerido do auditor que execute procedimentos adicionais, incluindo, por exemplo, a solicitação que a administração faça uma análise dos valores subsequentemente recebidos para identificar contas a receber não realizáveis. A avaliação dos resultados dos procedimentos adicionais pode permitir ao auditor atingir a conclusão apresentada em “a” ou “b”. Em caso negativo, é requerido do auditor: c.1) continuar executando procedimentos adicionais até que ele consiga atingir uma das conclusões apresentadas em “a” ou “b”; ou Manual de Procedimentos - Jan/2014 - Fascículo 05 - Boletim IOB


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c.2) se o auditor não conseguir concluir que o assunto provavelmente não faça com que as demonstrações contábeis, como um todo, estejam materialmente distorcidas ou não conseguir determinar que elas estejam de fato distorcidas, então existe uma limitação no alcance da revisão e o auditor não tem condições de formar uma conclusão sem modificação sobre as demonstrações contábeis.

5. EVENTOS SUBSEQUENTES Se tomar conhecimento de eventos, ocorridos entre a data das demonstrações contábeis e a do seu relatório, que requeiram ajuste ou divulgação, o auditor deverá solicitar à administração a correção de tais distorções. O auditor não tem obrigação de executar quaisquer procedimentos em relação às demonstrações contábeis após a data do seu relatório. No entanto, se, após a data do relatório, mas antes da data de divulgação das demonstrações contábeis, tomar conhecimento de fato que poderia causar alterações

no relatório se fosse conhecido antes da emissão do relatório, o auditor deverá: a) discutir o assunto com a administração ou com os responsáveis pela governança, conforme apropriado; b) determinar se as demonstrações contábeis precisam ser alteradas; e c) se for o caso, questionar a forma como a administração pretende tratar o assunto nas demonstrações contábeis. Se a administração não alterar as demonstrações contábeis nas circunstâncias em que o auditor acredita que precisam ser alteradas e o relatório de revisão já foi entregue à entidade, o auditor deverá notificar a administração e os responsáveis pela governança para não divulgarem as demonstrações contábeis a terceiros antes de serem feitas as alterações necessárias. Se as demonstrações contábeis forem, no entanto, posteriormente divulgadas sem as alterações necessárias, o auditor deverá tomar as medidas necessárias para evitar o uso por terceiros daquele relatório de revisão.

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a Contabilidade Geral Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Finalidade e vantagens 3. Conteúdo da DMPL 4. Exemplo de DMPL

1. INTRODUÇÃO A legislação do Imposto de Renda (RIR/1999, art. 274, caput) exige que todas as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real elaborem, ao fim de cada período de incidência do imposto, a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA). A Lei nº 6.404/1976, art. 186, § 2º (Lei das S/A), autoriza, por sua vez, a inclusão da DLPA na Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/2014 - Fascículo 05

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) quando esta for elaborada e publicada pela companhia. Desse modo, as empresas que elaborarem a DMPL estarão dispensadas de apresentar em separado a DLPA, uma vez que esta, obrigatoriamente, estará incluída naquela. Há que se observar, entretanto, que o Pronuncia­ mento Técnico CPC 26 (R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis, cujas regras foram recepcionadas, no âmbito do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), por meio da Resolução CFC nº 1.185/2009, alterada pela Resolução CFC nº 1.376/2011 e, no âmbito da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por meio da Deliberação CVM nº 676/2011, ao relacionar o conjunto completo das demonstrações contábeis (item 10), não menciona a DLPA. TC05-03


Manual de Procedimentos Temática Contábil e Balanços

Portanto, desde a entrada em vigor do Pronun­ ciamento Técnico CPC 26 (R1), caiu em desuso a prática de elaboração em separado da DLPA, passando esta a ser incluída obrigatoriamente na DMPL.

c.1) do resultado líquido; c.2) de cada item dos outros resultados abrangentes; e c.3) de transações com os sócios realizadas na condição de proprietário, demonstrando-se separadamente suas integralizações e distribuições realizadas, bem como as modificações nas participações em controladas que não implicaram perda do controle.

Observa-se, ainda, que, além da DLPA, o Pronun­ ciamento Técnico CPC sugere que a DMPL inclua também a Demonstração do Resultado Abrangente (DRA).

2. FINALIDADE E VANTAGENS A DMPL tem por objetivo demonstrar as modificações ocorridas durante o exercício em todas as contas que compõem o grupo do Patrimônio Líquido. Tratando-se de empresa que possui investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial, é importante que sua(s) coligada(s) e/ou controlada(s) elabore(m) a DMPL, já que isso torna bem mais simples o trabalho de apuração do resultado da equivalência patrimonial.

3. CONTEÚDO DA DMPL A DMPL deve incluir as seguintes informações: a) o resultado abrangente do período, apresentando-se separadamente o montante total atribuível aos proprietários da entidade controladora e o montante correspondente à participação de não controladores; b) para cada componente do Patrimônio Líquido, os efeitos da aplicação retrospectiva ou da representação retrospectiva reconhecidas de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro; c) para cada componente do Patrimônio Líquido, a conciliação do saldo no início e no final do período, demonstrando-se separadamente as mutações decorrentes:

Também devem ser informados na DMPL (ou em notas explicativas) o montante de dividendos reconhecidos como distribuição aos proprietários durante o período e o respectivo montante por ação. Notas (1) Os componentes do Patrimônio Líquido referidos na letra “c” incluem, por exemplo, cada classe de capital integralizado, o saldo acumulado de cada classe do resultado abrangente e a reserva de lucros retidos. (2) Para cada componente do Patrimônio Líquido, a entidade deve apresentar, ou na DMPL ou nas notas explicativas, uma análise dos outros resultados abrangentes por item. (3) As alterações no Patrimônio Líquido da entidade entre duas datas de balanço devem refletir o aumento ou a redução nos seus ativos líquidos durante o período. Com exceção das alterações resultantes de transações com os proprietários agindo na sua capacidade de detentores de capital próprio (tais como integralizações de capital, reaquisições de instrumentos de capital próprio da entidade e distribuição de dividendos) e dos custos de transação diretamente relacionados com tais transações, a alteração global no Patrimônio Líquido durante um período representa o montante total líquido de receitas e despesas, incluindo ganhos e perdas, gerado pelas atividades da entidade durante esse período.

3.1 Exemplos de eventos que alteram o Patrimônio Líquido Os itens que compõem o Patrimônio Líquido podem sofrer alterações por diversas razões. Algumas mudanças afetam, de fato, o valor do Patrimônio Líquido, enquanto outras representam apenas fatos permutativos, ou seja, transferências realizadas entre elementos classificados nesse grupo sem alteração de seu valor. Eis alguns exemplos no quadro a seguir:

Exemplo Eventos que alteram o valor do Patrimônio Líquido

Eventos que não alteram o valor do Patrimônio Líquido

Acréscimo em decorrência da apuração de lucro, ou redução em decorrência da apuração de prejuízo

Aumento de capital mediante a utilização de lucros ou reservas

Redução em face do pagamento de dividendos

Compensação de prejuízos mediante a utilização de reservas

Redução em virtude do pagamento ou crédito de juros sobre o capital próprio

Reversões de reservas patrimoniais para a conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados (conta transitória)

Acréscimo em decorrência do recebimento de doações ou subvenções para investimentos (após transitarem pelo resultado)

Constituição de reservas mediante a destinação do lucro líquido do exercício

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TC

Manual de Procedimentos - Jan/2014 - Fascículo 05 - Boletim IOB


Manual de Procedimentos Temática Contábil e Balanços

Eventos que alteram o valor do Patrimônio Líquido

Eventos que não alteram o valor do Patrimônio Líquido

Acréscimo em face de subscrição e integralização de capital Acréscimo em decorrência da reavaliação de ativos (quando permitido por lei*) Acréscimo em decorrência do recebimento de valor maior que o valor nominal das ações integralizadas, ou o preço de emissão das ações sem valor nominal Acréscimo pelo valor de alienação de partes beneficiárias ou bônus de subscrição Acréscimo em face do recebimento de prêmio na emissão de debêntures (após transitar pelo resultado) Acréscimo pela venda de ações próprias mantidas em tesouraria ou redução pela aquisição de ações próprias Redução pela reversão de Reserva de Lucros a Realizar para a conta de Dividendos a Pagar Acréscimo ou redução por ajustes de exercícios anteriores Acréscimo ou redução por outros resultados abrangentes Redução em decorrência dos gastos com a emissão de ações Ganhos ou perdas acumulados na conversão Ajuste de avaliação patrimonial Nota Desde 1º.01.2008, a legislação societária (Lei nº 6.404/1976, art. 182, § 3º) não admite mais a reavaliação dos elementos do Ativo para as sociedades por ações. Assim, ao dar nova redação à letra “d”, § 2º, do art. 178 e ao § 3º do art. 182, e ao revogar o § 2º do art. 187 da Lei nº 6.404/1976, a Lei nº 11.638/2007 eliminou a possibilidade de as sociedades por ações efetuarem reavaliações espontâneas do seu Ativo Imobilizado. O art. 6º da Lei nº 11.638/2007 deu, ainda, a opção às companhias de manterem os saldos existentes dessa reserva, que deverão ser realizados de acordo com as regras atuais (no caso das companhias abertas, nos termos da Deliberação CVM nº 183/1995), ou de estornarem esses saldos até 31.12.2008.

4. EXEMPLO DE DMPL Reproduzimos, a seguir, exemplo de DMPL (e respectivos adendos) constante do Apêndice A do Pronunciamento Técnico CPC 26 (R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis, que, além das mutações do Patrimônio Líquido, contempla também a apresentação dos dados da DRA: DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31.12... Participação Reservas de Outros Patrimônio Lucros ou dos Não Patrimônio Capital Capital, Opções Reservas Resultados Líquido dos Prejuízos Controladores no Líquido Social Outorgadas de Lucros Abrangentes Sócios da Acumulados Patrimônio Líquido Consolidado Integralizado e Ações em (2) (3) Controladora das Controladas Tesouraria (1) Saldos Iniciais Aumento de Capital

1.000.000,00

80.000,00

300.000,00

500.000,00

(50.000,00)

(100.000,00)

0,00

270.000,00 1.650.000,00

158.000,00

1.808.000,00

350.000,00

32.000,00

382.000,00

Gastos com Emissão de Ações

(7.000,00)

(7.000,00)

(7.000,00)

Opções Outorgadas Reconhecidas

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Ações em Tesouraria Adquiridas

(20.000,00)

(20.000,00)

(20.000,00)

Ações em Tesouraria Vendidas

60.000,00

60.000,00

60.000,00

Dividendos

(162.000,00)

Transações de Capital com os Sócios Lucro Líquido do Período

250.000,00

(162.000,00)

(13.200,00)

(175.200,00)

251.000,00

18.800,00

269.800,00

250.000,00

22.000,00

272.000,00

Ajustes Instrumentos Financeiros

(60.000,00)

(60.000,00)

(60.000,00)

Tributos sobre Ajustes Instrumentos Financeiros

20.000,00

20.000,00

20.000,00

Equivalência Patrimonial sobre Ganhos Abrangentes de Coligadas

24.000,00

24.000,00

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6.000,00

30.000,00

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Manual de Procedimentos Temática Contábil e Balanços

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31.12... Participação Reservas de Outros Patrimônio Lucros ou dos Não Patrimônio Capital Capital, Opções Reservas Resultados Líquido dos Prejuízos Controladores no Líquido Social Outorgadas de Lucros Abrangentes Sócios da Acumulados Patrimônio Líquido Consolidado Integralizado e Ações em (2) (3) Controladora das Controladas Tesouraria (1) Ajustes de Conversão do Período

260.000,00

260.000,00

260.000,00

Tributos sobre Ajustes de Conversão do Período

(90.000,00)

(90.000,00)

(90.000,00)

Outros Resultados Abrangentes

154.000,00

Reclassificações para Resultado - Ajuste de Instrumentos Financeiros

10.600,00

Resultado Abrangente Total 140.000,00

78.800,00

(78.800,00)

Tributos sobre a Realização da Reserva de Reavaliação

(26.800,00)

26.800,00

1.500.000,00

93.000,00

340.000,00

Observações: a) o Patrimônio Líquido consolidado (última coluna) evoluiu de R$ 1.808.000,00 para R$ 2.520.400,00 em função de apenas dois conjuntos de fatores: as transações de capital com os sócios (R$ 269.800,00) e o resultado abrangente (R$ 442.600,00), o qual, por sua vez, é constituído por três componentes: resultado líquido do período (R$ 272.000,00), outros resultados abrangentes (R$ 160.000,00), mais o efeito decorrente de uma reclassificação (R$ 10.600,00). Cabe observar, todavia, que as reclassificações para o resultado do período na verdade não alteram o Patrimônio Líquido total da entidade, mas, por aumentarem ou diminuírem o resultado líquido, precisam ter a contrapartida evidenciada. No exemplo, há uma transferência de R$ 10.600,00 relativos a prejuízo que constava como outros resultados abrangentes para o resultado do período. Imediatamente antes da transferência, o resultado líquido era de R$ 260.600,00, que, diminuído do prejuízo de R$ 10.600,00, agora reconhecido no resultado, passou a R$ 250.000,00; e o saldo dos outros resultados abrangentes, que estava em R$ 404.000,00, passou para R$ 414.600,00. Assim, a transferência do prejuízo de R$ 10.600,00 dos outros resultados abrangentes para o resultado do período não muda, 05-06

TC

28.000,00

442.600,00

204.800,00

2.520.400,00

(140.000,00)

Realização da Reserva Reavaliação

Saldos Finais

160.000,00

10.600,00

10.600,00

414.600,00

Constituição de Reservas

6.000,00

0,00

382.600,00 2.315.600,00

efetivamente, o total do Patrimônio Líquido, mas como o resultado líquido é mostrado pelo valor diminuído dessa importância, é necessário recolocar esta na mutação do Patrimônio Líquido; b) na demonstração do resultado do período, na última linha será mostrado o valor de R$ 272.000,00 porque, a partir desse Pronunciamento Técnico CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, o lucro líquido consolidado do período é o global, incluída a parte pertencente aos não controladores no resultado das controladas, mas é obrigatória a evidenciação de ambos os valores: o pertencente aos sócios da controladora e o pertencente aos que são sócios apenas nas controladas, como se vê na mutação ilustrada (R$ 250.000,00 e R$ 22.000,00, respectivamente, na antepenúltima e na penúltima colunas); c) a mesma regra mencionada referida na letra “b” é aplicável à evidenciação do resultado abrangente total. No exemplo, R$ 414.600,00 correspondem à parte dos sócios da controladora e R$ 28.000,00 à parte dos sócios não controladores nas controladas, totalizando R$ 442.600,00 para o período; d) as mutações que aparecem após o resultado abrangente total correspondem a mutações internas do Patrimônio Líquido que não alteManual de Procedimentos - Jan/2014 - Fascículo 05 - Boletim IOB


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ram, efetivamente, seu total. Esse conjunto poderia, inclusive, ter o título “Mutações Internas do Patrimônio Líquido” ou semelhante, ou ainda ficar sem título como consta do exemplo;

e.2) Saldos finais: Reserva Legal, R$ 88.000,00; Reserva de Incentivos Fiscais, R$ 52.000,00 e Reserva de Retenção de Lucros (art. 196 da Lei nº 6.404/1976), R$ 200.000,00. Total: R$ 340.000,00;

e) os saldos das contas que compõem a 2ª, a 3ª e a 5ª colunas devem ser evidenciados em quadro à parte ou em nota adicional, a qual poderia ser assim divulgada:

e.3) Saldos finais: Reservas de Reavaliação, R$ 234.600,00; Ajustes de Avaliação Patrimonial, R$ 68.000,00 e Ajustes de Conversão Acumulados, (R$ 80.000,00). Total: R$ 382.600,00;

e.1) Saldos finais (iniciais): Reserva Excedente de Capital, R$ 80.000,00; Gastos com Emissão de Ações, R$ 7.000,00; Reserva de Subvenção de Investimentos, R$ 10.000,00; Ações em Tesouraria, R$ 50.000,00 e Opções Outorgadas Reconhecidas, R$ 60.000,00. Total: R$ 93.000,00; Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria (1) Saldos Iniciais Aumento de Capital

Reserva de Excedente de Capital 50.000,00

Gastos com Emissão de Ações (5.000,00)

(35.000,00)

Gastos com Emissão de Ações

f) os saldos de que trata a letra “d” podem, alternativamente, ser evidenciados em quadros, com suas mutações analiticamente evidenciadas:

Reserva de Subvenção de Investimentos 100.000,00

Ações em Tesouraria

Opções Outorgadas Reconhecidas

(70.000,00)

5.000,00

(15.000,00) (7.000,00)

(7.000,00) 30.000,00

Ações em Tesouraria Adquiridas

15.000,00

(12.000,00)

Reservas de Lucros (2) Saldos Iniciais

85.000,00

Reserva Legal 110.000,00

Outros Resultados Abrangentes (3) Saldos Iniciais

12.500,00 122.500,00

Reservas de Reavaliação 195.000,00

Ajustes Instrumentos Financeiros

30.000,00

(20.000,00)

(20.000,00)

60.000,00

60.000,00

(30.000,00)

Reserva p/ Expansão 90.000,00

Aumento de Capital Constituição de Reservas Saldos Finais

80.000,00 (50.000,00_

Opções Outorgadas Reconhecidas

Ações em Tesouraria Vendidas Saldos Finais

Contas do Grupo (1)

108.500,00 198.500

35.000,00

Reserva de Incentivos Fiscais 100.000,00

93.000,00

Contas do Grupo (2) 300.000,00

(100.000,00)

(100.000,00)

19.000,00 19.000,00

140.000,00 340.000,00

Ajustes de Avaliação Patrimonial

Ajustes de Conversão Acumulados

125.000,00

-50.000,00

Contas do Grupo (3) 270.000,00

(60.000,00)

(60.000,00)

Tributos s/ Ajustes Instrumentos Financeiros

20.000,00

20.000,00

Equiv. Patrim. s/ Ganhos Abrang. de Coligadas

24.000,00

Ajustes de Conversão do Período Tributos s/ Ajustes de Conversão do Período Reclassif. p/ Resultado - Aj. Instrum. Financ. Realização da Reserva Reavaliação Tributos sobre a Realização da Reserva de Reavaliação Saldos Finais

24.000,00 260.000,00

260.000,00

(90.000,00)

(90.000,00)

10.600,00

10.600,00

(78.800,00)

(78.800,00)

26.800,00

26.800,00

143.000,00

119.600,00

120.000,00

382.600,00

g) o exemplo supra é sucinto e não contém, apenas por simplicidade, muitas das demais informações obrigatórias na DMPL, como dividendo por classe e espécie de ação, informações comparativas etc.

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a Contabilidade Gerencial O problema da burocracia informatizada

nológica, as mesmas limitações que pesam sobre as atividades produtivas.

SUMÁRIO 1. Introdução 2. O problema 3. Tentativas de solução 4. Conclusão

Veja-se, por exemplo, o caso do transporte motorizado.

1. INTRODUÇÃO Este artigo trata do uso e do abuso de recursos de tecnologia avançada no desempenho das atividades burocráticas das empresas. Agrupando (sem muito rigor) as funções empresariais em três grandes categorias - produção, vendas e administração -, consideramos como atividades “burocráticas” todas as atividades de planejamento, registro e controle presentes em cada uma dessas três categorias. Assim, assumimos que as atividades ditas burocráticas constituem praticamente 100% da categoria administrativa, participando, de forma mais limitada, das funções de produção e de vendas. Neste texto, buscamos abordar um problema que se avoluma na medida em que crescem o número e a variedade dos recursos de informática utilizados pelas empresas no desempenho dessas atividades burocráticas: as perdas de produtividade do pessoal de escritório, por efeito da dispersão de atenção motivada pela multiplicidade dos recursos utilizados e das variadas solicitações por eles veiculadas. A evolução tecnológica sempre gera desmedidas expectativas com relação à possibilidade de uma ilimitada expansão da produtividade humana. Realimentando permanentemente essa expectativa, cada avanço tecnológico gera, de início, aumentos de produtividade que confirmam e justificam o otimismo que o precede. Todavia, como, neste mundo de relatividades, nada é absoluto, não tardam a se manifestar limitações à medida que se generaliza o uso das novidades continuamente urdidas pelo engenho e pela criatividade do homem. É como se um simulacro da impiedosa “lei dos retornos decrescentes” impusesse, à evolução tec05-08

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Saudado, no início da sua produção em massa, como o “redentor da tirania das distâncias” por reduzir, de forma significativa, o tempo de locomoção anteriormente requerido pelo transporte de tração animal, o automóvel e suas variações já não são tidos, atualmente, em tão elevada conta. Nos modernos e superpovoados centros urbanos, bem como na malha rodoviária que os cerca, a frota de veículos automotores já não consegue exceder, com a facilidade original, o desempenho medíocre do transporte em “lombo de besta” ou em veículos movidos pela força animal. A desmedida multiplicação dos veículos motorizados, incidindo sobre uma base que não se expande de forma proporcional (ruas, estradas, estacionamentos, pontos de assistência técnica e todos os demais itens da complexa infraestrutura exigida pelos “cavalos de aço”), aproximou gradualmente o seu desempenho daquele oferecido pelo transporte rodoviário anterior aos tempos de Henry Ford. Atualmente, faz parte da experiência do motorista uma crescente frustração com referência ao futuro do transporte terrestre rodoviário. Bloqueado em angustiantes congestionamentos de tráfego nas cidades e nas estradas, não é raro que esse desapontado motorista chegue a sonhar com os “bons tempos” do transporte a cavalo, mais ágil e flexível e, por isso mesmo, frequentemente mais rápido e menos dispendioso do que o disponibilizado pelas hodiernas engenhocas metálicas. Questões dessa natureza afetam a história da maioria (senão da totalidade) dos avanços tecnológicos da humanidade. Trata-se de problemas que diferem nos detalhes, mas que, em essência, representam situações e decorrem de causas muito semelhantes. No caso do objeto deste texto, a essência do problema (perda da produtividade inicial) e sua causa (generalização do uso da informática nas atividades empresariais burocráticas) são praticamente as mesmas. Manual de Procedimentos - Jan/2014 - Fascículo 05 - Boletim IOB


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2. O PROBLEMA O homem é, por natureza, psicologicamente instável, perdendo, com facilidade, o foco da sua atenção. Por isso, a distração é um componente infalível do trabalho humano, seja ele produtivo ou burocrático. Assim, a dispersão da atenção no dia a dia dos escritórios não surpreende ninguém, de modo que a sua supressão é um dos objetivos permanentes e prioritários dos administradores - eles próprios também sujeitos a toda sorte de distrações. Essas distrações são de duas naturezas principais - autogeradas ou geradas por outras pessoas. As distrações geradas por outras pessoas acontecem por via das interrupções causadas pelos contatos com outros funcionários e com os chefes imediatos, que geram desconcentrações com o intuito de obter ou trazer informações relacionadas com o serviço ou, simplesmente, para um bate-papo sobre assuntos de cunho e interesse essencialmente pessoais. Essa categoria de distração, em vez de declinar, tem sido indiretamente incentivada pela adoção crescente do chamado trabalho participativo que traz, entre as suas imposições, a necessidade de contatos cada vez mais frequentes entre os funcionários, facilitados pelo “layout aberto” (sem paredes) dos escritórios modernos. Entre as principais distrações autogeradas, identificamos, a par dos “voos imaginativos e emocionais” (aos quais todos estamos sujeitos em função da intensidade dos nossos desejos e das nossas preocupações pessoais), os desvios de foco provocados pelo uso indisciplinado dos múltiplos recursos digitais ora indispensáveis ao melhor cumprimento das atividades burocráticas.

Em seguida, retorna ao computador, para decifrar e responder o e-mail do chefe, distraindo-se, em seguida, com as mensagens do Facebook ou do Twitter que aparecem no canto da tela. Em artigo publicado, há meses, no Wall Street Journal, lê-se que, segundo estudos acadêmicos, “os funcionários de escritório são interrompidos - ou interrompem a si mesmos - mais ou menos a cada três minutos, com inúmeras distrações que não param de surgir, tanto em forma digital como humana.”. No mesmo artigo, uma professora de informática da Universidade da Califórnia que estuda a “distração digital”, afirma que “uma vez interrompido o raciocínio, pode demorar até 23 minutos para o funcionário voltar à sua tarefa”. Como se pode concluir, o prejuízo causado às empresas pela “distração burocrática” está longe de ser irrisório.

3. TENTATIVAS DE SOLUÇÃO Tendo em vista o possível efeito financeiro da queda de produtividade dos serviços de escritório (ainda não quantificada, mas de considerável magnitude), há uma crescente mobilização em torno do assunto, não só da parte das empresas afetadas, como também da parte das empresas de software que, farejando um mercado promissor, já desenvolvem produtos (de softwares de gerenciamento de tarefas até programas de análise e classificação de e-mails) com vistas à solução do problema. No âmbito das empresas diretamente afetadas, as tentativas de solução têm sido, por enquanto, pontuais e ainda sujeitas à confirmação de eficácia, quase todas passando pela racionalização do uso de e-mails e pela reabilitação do telefone como meio eficiente de comunicação.

É desse último grupo de distrações - aquele gerado pelo uso “destrambelhado” da informática que nos ocupamos neste texto, até porque os demais tipos de distração aqui citados parecem-nos praticamente incontroláveis.

Uma dessas empresas, tendo constatado que funcionários participantes de reuniões alheavam-se ao tema das discussões, para checar e responder e-mails, proibiram a entrada de equipamento eletrônico nas salas de reunião.

Observando um funcionário de escritório dos dias de hoje (escolhido a esmo), certamente notaríamos que ele parece absorto na leitura de um e-mail enviado pelo chefe, mas imediatamente se volta para o celular no qual lê e responde uma mensagem de texto.

Em outra empresa, na qual os funcionários se comunicavam quase exclusivamente por e-mail (qualquer que fosse a natureza do assunto tratado), foi estabelecido que o meio de comunicação fosse escolhido em função da complexidade e da importân-

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cia de cada mensagem - assuntos mais importantes e complexos deveriam ser tratados mediante contatos pessoais ou telefônicos, ficando os e-mails restritos a matérias mais simples e de menor urgência. Uma terceira empresa, tendo verificado que os seus funcionários passavam cerca de 2 horas por dia às voltas com os seus e-mails, decidiu eliminar, gradualmente, esse tipo de comunicação para finalidades internas. A partir de determinada data, o e-mail seria exclusivamente usado para finalidades externas, ficando a comunicação interna por conta do uso de uma rede social que a empresa está instalando.

4. CONCLUSÃO Conforme se depreende do exposto, as pessoas tendem a representar, nessa época de rápidas e drásticas inovações tecnológicas, o papel do aprendiz de feiticeiro - aquele personagem de ficção que ainda

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não estava preparado para utilizar com competência as “mágicas” que deixavam ao seu alcance. Em vista disso, tendemos a cair sob o império do simulacro da “lei dos retornos decrescentes”, a respeito de cujo funcionamento Paul Samuelson dizia, em sua “Introdução à Análise Econômica”, que “de início, a tendência contrária, devida a eficiências crescentes, pode neutralizar a tendência a retornos decrescentes. Mas, por fim, os retornos decrescentes levarão a melhor.”. Esperemos que essa tendência não se confirme no caso que é tema deste texto - até porque, talvez, ainda haja tempo para educar e disciplinar o “aprendiz de feiticeiro”, ensinando-lhe a usar com bom senso os avanços digitais, de forma a preservar os seus efeitos iniciais positivos.

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IOB - Temática Contábil - nº05/2015 -5ª Sem Janeiro