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JC – Como é a estrutura de ensino da Escola e como funcionam os Centros de Pesquisa e as clínicas do Núcleo de Práticas Jurídicas? JF – A Escola tem uma estrutura muito peculiar. Tem a graduação, com alunos de tempo integral até o sexto período, pós-graduação e também os Centros de Pesquisas, com professores de tempo integral, sala, computadores para todos e cada um. É um grande esforço financeiro da presidência da FGV. Temos quatro Centros de Pesquisa: Tecnologia e Sociedade, Meio Ambiente, Reforma do Poder Judiciário, e Economia e Direito, com foco em regulação econômica. São centros nacionalmente globais. A escolha dos centros levou em consideração, a necessidade de inovação jurídica; a capacidade de trabalhar em áreas onde outras faculdades não atuassem intensamente; a disponibilidade de recursos humanos com características globais.

JC – Além da carga horária estendida, das atividades extracurriculares nos Centros de Pesquisa e do estímulo à internacionalização, a Escola preocupa-se em buscar a renovação contínua de sua prática didática. E parte deste processo são as pesquisas realizadas periodicamente com alunos e mestres. Qual a real influência deste instrumento na estrutura do curso? JF – As pesquisas periódicas são nossa bússola gerencial, didática e jurídica. Na pós-graduação, cada aula é imediatamente avaliada pelos alunos e monitor. Na graduação, a avaliação ocorre a cada semestre. As pesquisas nos orientam nas contratações e promoções, identificam deficiências de professor, alunos e gestores, apontam as tendências de inovação, informam sobre o mercado. Como diria Sócrates, o momento do “conhece-te a ti mesmo” da nossa escola.

Américo Vermelho Alunos da graduação no Supremo Tribuna Federal com o Ministro Ayres Britto 20

Justiça & Cidadania | Agosto 2012

Revista Justiça & Cidadania  

Edição 144 - Agosto 2012

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