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C apa, por Ada Caperuto

Pensando o Brasil em longo prazo Em entrevista, Joaquim Falcão, diretor da FGV DIREITO RIO, fala sobre os dez anos de atividades da instituição, que tem por missão ser referência no Brasil em carreiras jurídicas públicas e no Direito Empresarial. Avançando no processo de internacionalização, a Escola persegue a proposta de formar lideranças para pensar o Brasil em longo prazo e destaca-se no ensino e na pesquisa jurídica.

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ecém indicado para membro do conselho executivo da importante Câmara de Comércio Internacional, em Paris, doutor em Educação pela Université de Génève, com Master of Laws (LL.M) pela Harvard University, o diretor da FGV DIREITO RIO, Joaquim Falcão, é ex-integrante do Conselho Nacional de Justiça, onde ficou de 2005 a 2009. No ensino, ele esteve à frente de importantes e inovadores projetos acadêmicos na PUC-Rio e na UFPE. O diretor também atua como docente na graduação e na pós-graduação da Escola que está completando dez anos de atividades. Com nota máxima no recredenciamento do Ministério da Educação (MEC) e alto índice de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a FGV DIREITO RIO foi a faculdade privada com melhores resultados no 6º ranking da instituição, cujo exame registra média de 80% de reprovação. 18

Com foco em pesquisas inovadoras e de elevado nível acadêmico, a instituição persegue a meta de formar lideranças pautadas pelo dever cívico de ajudar a consolidar o estado democrático de direito no País. A grade curricular diferenciada, as atividades extracurriculares, os quatro Centros de Pesquisa, o Núcleo de Práticas Jurídicas e a atuação internacional são alguns dos componentes que contribuem para que a FGV DIREITO RIO alcance esta meta. Nesta entrevista, o diretor da FGV DIREITO RIO, Joaquim Falcão, apresenta alguns dos diferenciais de ensino da instituição. Revista Justiça & Cidadania – A FGV possui, há muitos anos, um sólido nome no ensino na área de Administração e Economia. Como surgiu a proposta de criar um programa para a área de Direito? Joaquim Falcão – Três fatores nos ajudaram a decidir. A FGV tinha presença em Direito com o Instituto de Direito Público e Ciência Política, de Afonso Arinos e Themistocles Cavalcanti, com a Revista de Direito Administrativo, e com os cursos de extensão em Direito de Empresa. Mesmo com mais de 1.200 cursos de Direito no Brasil, acreditamos que existe um mercado não explorado para ensino e pesquisas inovadoras. O famoso excesso de oferta de advogados é para um determinado tipo de advogado apenas. Há espaço, e muito, para novos profissionais com nova formação. JC – Apesar de a Escola ser bem “jovem”, com apenas dez anos de atividades, já vem conquistando posição de destaque. Qual o peso de cada um dos atributos “força do nome” e “ensino diferenciado” nesta equação? JF – O nome, o brand FGV, é apenas uma promessa de ensino diferenciado que se faz ao mercado. O importante é cumprir a promessa.

Justiça & Cidadania | Agosto 2012

Revista Justiça & Cidadania  
Revista Justiça & Cidadania  

Edição 144 - Agosto 2012

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