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EDITO R A


EDITOR A


© Publicado em 2016 pela Editora Isis. Revisão de textos: Rosemarie Giudilli Diagramação e capa: Décio Lopes

Dados de Catalogação da Publicação Elizarrarás, Guillermo G. O Tarô Egípcio/Guillermo G. Elizarrarás | 1ª edição | São Paulo, SP | ­Editora Isis, 2016. ISBN: 978-85-8189-069-2 1. Tarô 2. Arte Divinatória I. Título.

Proibida a reprodução total ou parcial desta obra, de qualquer forma ou por qualquer meio seja eletrônico ou mecânico, inclusive por meio de processos xerográficos, incluindo ainda o uso da internet sem a permissão expressa da Editora Isis, na pessoa de seu editor (Lei nº 9.610, de 19.02.1998). Direitos exclusivos reservados para Editora Isis

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Sumário

O que é o tarô?....................................................................... 7 História e Lenda................................................................... 10 Tubarajaytu.......................................................................... 15 Os Arcanos........................................................................... 18 Os Arcanos Maiores............................................................. 19 0 - O Louco........................................................ 22 I - O mago......................................................... 24 II - A Sacerdotisa................................................. 26 III - A Imperatriz.................................................. 28 IV - O Imperador................................................. 30 V - O Papa.......................................................... 32 VI - Os Enamorados............................................. 34 VII - O Carro........................................................ 37 VIII - A Justiça........................................................ 39 IX - O Ermitão..................................................... 42 X - A Roda da Fortuna........................................ 45 XI - A Força.......................................................... 48 XII - O Enforcado................................................. 51 XIII - A Morte........................................................ 54 XIV - A Temperança................................................ 56 XV - O Diabo........................................................ 58 XVI - A Torre.......................................................... 60 XVII - A Estrela........................................................ 62 XVIII - A Lua............................................................ 64 | 5 |


XIX - O Sol............................................................. 66 XX - O Juízo Final................................................. 68 XXI - O Mundo...................................................... 71

Os Arcanos Menores............................................................ 73 Paus........................................................................... 75 Copas......................................................................... 90 Espadas.................................................................... 105 Ouros...................................................................... 120 Ler o Tarô........................................................................... 136 A Pergunta............................................................... 138 A Tirada................................................................... 142 Acerca das cartas invertidas...................................... 144 Mais além do básico: os rituais................................. 145 Limpeza pós-leitura.................................................. 146 Trazer um diário....................................................... 146 Análise e leitura........................................................ 147 Algumas tiradas........................................................ 148


O que é o tarô?

Durante os últimos quarenta anos o mundo ocidental vem demonstrando interesse cada vez maior pelo tarô. O fascínio misterioso que exerce sobre muitos de nós não deixa de crescer. Para começar, sua história é já uma provocadora mestra de dados e especulação romântica, enquanto que seus símbolos continuam tendo um forte impacto sobre o observador. Até seu nome é difícil de classificar, porque ninguém sabe ao certo o verdadeiro significado da palavra “tarô” nem a língua da qual deriva. Há várias teorias a respeito, mas são apenas isso: meras teorias. Hipóteses surgidas da intuição, subjetivamente abstraídas do esoterismo, mas sem base etimológica definitiva. A maioria faz referência à língua hebraica, ao latim ou à antiga língua egípcia. Eis aqui alguns exemplos desses interessantes “bengalas de cego”: Tarô, palavra egípcia que, conforme S. L. Mc. Gregor Mathers poderia traduzir-se como “para consulta” ou “o que requer resposta”. Mathers foi o principal instigador e o teórico mais proeminente da Ordem Hermética da Aurora Dourada, sociedade ocultista a qual devemos o espetacular ressurgir do tarô nos fins do século XIX. Torah, que em hebraico significa “lei” e é o nome dado pelos judeus aos cinco primeiros livros do Antigo Testamento. Troa, que em hebraico significa “porta”. Orat, que em latim se traduz por “o que fala”. | 7 |


8 | O Tarot Egípcio

Taor, que em egípcio antigo se refere a Taur, deus da escuridão. Rota, que significa “roda”; para alguns, tarô seria um anagrama dela. Ta-Rosh, palavra egípcia que significa “o caminho real”. Para aqueles que o conhecem bem, não se trata de um jogo, nem tampouco de um grupo de cartas desenhadas com o único propósito de descobrir os acontecimentos futuros, ainda que seja este o uso que, com frequência, se lhe dá. Na realidade, em muitos aspectos se encaixa em campos tão complexos como a religião e a psicologia. Quanto ao primeiro, é óbvio que o tarô, tal qual acontece nas religiões surgidas entre os humanos para encontrar respostas e significados, bebe das fontes da intuição e da revelação direta. E com relação ao segundo, haveria material para todo um livro. De fato, foram escritos vários a seu respeito. Para citar um rigoroso e de qualidade, mencionarei o ensaio de Sallie Nichols, “Jung e o tarô”, em cujas páginas se entrelaçam de maneira apaixonante duas grandes tradições: o tarô mágico e a psicologia arquetípica de Carl Gustav Jung. O que são as figuras do tarô senão símbolos arquetípicos? Jung falou muito sobre estes símbolos ou modelos que existem no inconsciente de todo o indivíduo e que contam com uma base histórica, linguística e psicológica, também tem muito a ver com a fantasia, a imaginação e o mundo dos sonhos. Estão justamente aí, na fronteira que delimita todos os espaços. Como disse Campbell: Os mitos representam a sabedoria da espécie, mediante a qual a humanidade amadureceu ao longo dos milênios. Como afirmou R. A. Johnson: Um mito é o sonho coletivo de um povo em certo momento da sua história. São, portanto imagens que não se podem traduzir em meras palavras e cuja mensagem transcende o pensamento lógico, o linear.


O que é o tarô? | 9

A leitura do tarô demonstra o imenso poder da imagem sobre o psíquico. Suas cartas são muito mais do que cartas, são portas que conduzem a outras esferas. Na realidade, o tarô é um livro de ensinamentos transcendentais, que pode ter uma importância vital para os pesquisadores sérios, aqueles decididos a esforçar-se em prol da iluminação espiritual e que desejam dedicar uma parte razoável de tempo e trabalho à descoberta do mais profundo sentido da vida. Os que se aprofundarem no seu estudo descobrirão que seu esforço merece uma valiosa recompensa. Pelo contrário, aqueles que busquem no tarô um método fácil e rápido de desenvolvimento espiritual se verão defraudados. Não existe método fácil. Neste campo não há varetas mágicas. O crescimento é sempre interior e este é exatamente o campo em que o tarô é efetivo. E sua função é dupla: por um lado, conserva e transmite um profundo ensinamento oculto e por outro, evoca respostas muito concretas na pessoa, isto é, desperta sua intuição. De fato, o que na realidade faz o tarô é nos subministrar uma linguagem simbólica com a que podemos nos comunicar com um nível de consciência diferente do que usamos na vida cotidiana. Um nível que não é limitado pelas percepções dos cinco sentidos físicos. Um nível a que podemos ter acesso a todo o conhecimento da humanidade, passado, presente e futuro.


Os Arcanos Maiores

Certamente, os nomes de todos e cada um dos Arcanos Maiores têm uma conotação esotérica. Os arcanos Maiores são os “grandes segredos”. Ao contrário dos menores que têm a ver com os sucessos de cada dia, os maiores representam conhecimentos transcendentais, marcos, aspectos espirituais do nosso próprio ser e assuntos que estão mais além do nosso controle. Os Arcanos Maiores são numerados de 0 (O Louco) ao 21 (O Mundo). Cada um deles tem um nome próprio e tradicionalmente se empregam os números romanos. Ainda que sejam bastante complexos, seu nome já insinua algo do seu significado básico. O Louco é alguém inocente e talvez um pouco aloucado. A Sacerdotisa é alguém com profundo conhecimento intuitivo. A Roda da Fortuna relaciona-se com as mudanças da sorte e com os ciclos da vida. A Lua está relacionada com os sonhos, as sombras e os enganos. Para Jung, os arcanos do 1 ao 11 (O Mago, A Sacerdotisa, A Imperatriz, O Imperador, O Hierofante, Os Amantes, O Carro, A Justiça, O Ermitão, A Roda da Justiça e A Força) representam a luta do indivíduo contra os demais, enquanto que o resto (O Enforcado, A Morte, A Temperança, O Diabo, A Torre, A Estrela, A Lua, O Sol, O Juízo Final, O Mundo e O Louco) simbolizam a luta do homem contra si mesmo. Em ambos os casos falam de luta, no sentido de evolução, mas não no sentido beligerante, mas no sentido de evolução ao longo do caminho. | 19 |


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A este respeito, muitos estudiosos chegaram à conclusão de que os vinte e dois Arcanos Maiores constituem uma unidade compacta, formam um todo, contam uma história. Narram uma viagem que não é outra, senão a peregrinação do homem até sua meta espiritual, concluiria a expressão total do seu ser. Uma rota ascendente da ignorância à sabedoria. Margarita Arnal Moscardó o descreve assim no seu livro: O Tarô Egípcio. O espírito do Mago criou a mente para que nela a Sacerdotisa pusesse a sábia inteligência. A Imperatriz criou o corpo, cujo valor pôs o Imperador, que lhe deu movimento. Mas seria insuficiente se o Hierofante não houvesse criado a memória. Os Amantes apareceram para o regalo do prazer e o Carro o impulsionou com o afã de buscar. A Justiça ordenou seus pensamentos para que o ser tivesse equilíbrio. Mas o espírito do Ermitão encontrou-o demasiado inquieto e assim o dotou de calma. O espírito da Fortuna presenteou-o com a sorte. E a força, o domínio da Razão. O Enforcado proporcionou-lhe a dor e a Morte deu-lhe o sentido da transmutação. A Temperança regalou-o com amor. O Mal quis ser esplêndido e por isso lhe outorgou a Destruição (a Torre). Ao ver isto, o espírito da destruição quis regalar o novo ser com algo distinto e criou a capacidade de esquecer. O Destino (A Estrela) marcou-o com algumas leis que devia superar. Por isso a Lua ofereceu-lhe a dúvida e o Sol, o sorriso. O espírito do Juízo Final concedeu-lhe o dom da espera. Chegou o Mundo e o Louco sugeriu-lhe o conceito de liberdade. Quando numa leitura aparecem Arcanos Maiores, deve recordar que sempre representam sucessos ou experiências significativas, ou melhor, enviam uma mensagem direta ao seu ser mais profundo. E ao examinar a imagem, deverá levar em conta


Os Arcanos Maiores | 21

o nome da carta para que faça parte da sua interpretação. Alguns desses nomes encerram em si mesmos seu significado ao se referir a qualidades como A Força, A Temperança. Outros falam de personagens, como O Louco, O Mago, O Imperador ou O Ermitão e há também cartas com nomes vinculados à astrologia, como O Sol, A Lua ou A Estrela. Finalmente, alguns que só ao lê-los, fazem-nos sentir certa inquietação, como A Morte, O Enforcado. Além dos seus significados estruturais, com o tempo, as cartas do tarô desenvolveram o que muitos consideram significados “tradicionais”. Na explicação sobre cada arcano que inclui a continuação, levei em conta ambos os significados mais a essência simbólica e esotérica de cada figura, para facilitar-lhe assim compreensão mais profunda da visão e ajudar a desenvolver sua relação pessoal com as cartas. Estas, especialmente os Arcanos Maiores, podem ter muitos níveis de significado e, ao mesmo tempo, muitas formas de ver esses significados, pois cada artista mostra uma faceta particular. Por exemplo: O Hierofante tem a ver com o ensino tradicional. Dependendo do ponto de vista, seu significado pode ser de estancamento e inclusive repressão, ou também, de apoio e proteção. Cada pintor tem uma perspectiva, igual à sua resposta perante a imagem; o nome e o significado tradicional de cada carta são também únicos.


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0 - O Louco

O espírito Imagem: o jovem tratamundo viaja livre e temerário com um fardo ao ombro e um cetro na mão. Um crocodilo trata de frear sua marcha, mas ele caminha confiante e enérgico. O Louco é a personificação da inocência absoluta. O zero é o nada, mas também é o símbolo das infinitas possibilidades. Como não há experiência prévia, todas as suas ações são puras; ignora as dificuldades, desconhece o que se vai encontrar na sua viagem, mas abraça qualquer acontecimento que saia do seu ritmo e estes desafios o farão amadurecer.


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Este arcano representa o potencial ilimitado. Uma mente sem prejuízos transborda entusiasmo, não conhece o medo, nem as dúvidas. É um homem criança que vive o aqui e agora, que não reprime sua criatividade e que deixa voar sua imaginação, confiando nos instintos. A aparição desta carta numa tirada fala-nos de uma situação inesperada e inédita em que qualquer coisa pode acontecer e na qual há que se deixar levar pleno de entusiasmo e energia. Pode ser que os demais o observem com inquietação e não entendam os riscos que está assumindo, mas deve deixar-se afetar; olha no seu interior e se surpreenderá ao descobrir que não há temor e que pode confiar no seu coração. É tempo de aventuras. O Louco anima-o a seguir seus impulsos. Suas ideias extravagantes; é um ser original e criativo, mas também o avisa do perigo de cair na dispersão e nas excentricidades sem fundamento. A fronteira é muito fina, não obstante, se é fiel a si mesmo, a distinguirá. Palavras-chave: impulsividade, inocência, aventura, criatividade, imaginação, viagem, pioneiro, originalidade, descobrimentos, genialidade, pureza, independência. Carta invertida: cuidado com os atos irreflexivos, se a carta aparece invertida, os riscos são reais e o otimismo pode degenerar em irresponsabilidade. Também adverte de que não é o mesmo a inocência que a ingenuidade ou o aturdimento. Perigo por imprudência. Irresponsabilidade.


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I - O mago

A vontade Imagem: o Mago, em pé, com a vara mágica ao alto recebe os poderes do Universo e os canaliza na Terra. A pedra cúbica frente a ele simboliza o alto, o sólido, o trabalho intenso. Número: um. O princípio, o elemento masculino criador, a originalidade, a iniciativa. Primeiro é o pensamento e logo a vontade o converte em acontecimento. Tudo o que existe foi pensado antes, foi nomeado antes. O Mago primeiro imagina e logo cria. Sua realidade é a que ele escolhe. Para criá-la só necessita de vontade, decisão e confiança.


Os Arcanos Maiores | 25

A aparição desta carta na tirada indica que se atuamos como o Mago – com decisão e enfoque – podemos converter nossos sonhos em realidade. E nessa empresa o universo conspirará a nosso favor, indicando-nos os passos que devemos seguir mediante sincronia, coincidências, sinais vários e encontros fortuitos e oportunos. Qualquer novo projeto, seja no campo que for, chegará a bom termo, graças à vontade e à cumplicidade do cosmos (o empenho unido à fé inquebrantável). O consulente tem ao seu alcance todos os meios para materializar ideias e propósitos. Se realmente sabe o que quer e porque o quer, sem titubeio ou dúvidas, é o momento de agir. As criações no plano mental se verão refletidas no plano físico. O desejo e a certeza gerarão a atitude correta e, portanto, o êxito. Palavras-chave: vontade, impulso, potencial, pensamento racional, criatividade, comunicação, ação. Carta invertida: incapacidade, negligência, bloqueio das energias criativas, medo de sair da zona de conforto. Indecisão e preguiça. A carta pode indicar que ainda que tudo esteja a favor, e tenha as habilidades e os medos, não está tirando partido, não está canalizando. Também pode advertir sobre um comportamento excessivamente mental e calculador que degenera em fria manipulação (neste sentido pode falar do próprio consulente, ou melhor, adverti-lo sobre alguém).


Paus Simbolizam a energia masculina, o cetro, o poder e a força. Seu elemento é o fogo. Sua interpretação tem a ver com assuntos relacionados com o aspecto profissional, o mando, o trabalho, o esforço e os instintos primários.


76 | O Tarot Egテュpcio

テ《 de Paus

Indica nova atividade, novo negテウcio, retumbante energia criativa que hテ。 de canalizar-se de maneira concreta. Entusiasmo, iniciativa.


Os Arcanos Menores | 77

Dois de Paus

Associação profissional produtiva e harmônica. Aconselha a busca de um sócio, a formação de uma sociedade. Aliança, cooperação.


Copas Simbolizam a energia feminina e representa o receptivo, o intuitivo. Seu elemento é a água, que é a bússola dos sentimentos e das emoções, do amor e da arte.


Os Arcanos Menores | 91

Ás de copas

É o amor em todas as suas formas. É a carta do namoro: augura o começo de um romance ou a confirmação e reforço de uma relação já existente. Plenitude emocional. Amor amplo, não somente conjugal, mas também maternal, fraternal ou de qualquer outra expressão.


92 | O Tarot Egípcio

Dois de Copas

As almas gêmeas. Se o Ás é a carta do romance, o Dois é a carta da união profunda, do vínculo vital. A compenetração é plena em todos os planos: físico, intelectual e emocional. Dois seres em um. Prenuncia compromisso, matrimônio, vida em comum.


Espadas Seu elemento é o ar. É o naipe do mental, do intelecto, do saber e do ensino. Sua interpretação também se associa com conflitos e situações problemáticas (justiça, castigo).


106 | O Tarot Egípcio

Ás de Espadas

O estrategista. A mente analítica e lógica, tremendamente poderosa, uma arma quase invencível. O ás de espadas simboliza a força intelectual e assegura a vitória em qualquer projeto, seja do âmbito que for. Decisões lúcidas, pensamentos atinados e vontade.


Os Arcanos Menores | 107

Dois de Espadas

Calma inquietante que anuncia tormenta. Sobrevoa uma ameaça. Antagonismo, rivalidade, haverá batalha. Deve manter a mente clara e encarar o inimigo (seja ele real ou se trate de um demônio interior). Também pode referir-se a um dilema, a uma encruzilhada: “Qual das duas espadas escolheremos para o combate?”


Ouros Estão relacionados com o elemento terra e regem tudo o que é vinculado a assuntos materiais e questões práticas (o entorno físico, a situação econômica.)


Os Arcanos Menores | 121

テ《 de Ouros

O grande ciclo dourado que preside o naipe e desde que nos observa, o olho de Hテウrus irradia-nos tanta energia tal qual o astro-rei. Carta excelente que assegura prosperidade e テェxito. Essa テコnica moeda simboliza um sim enorme, um sim a tudo, seja qual for a pergunta. O consulente pode estar tranquilo, especialmente no que se refere a assuntos financeiros.


122 | O Tarot Egípcio

Dois de Ouros

Demasiados assuntos nas mãos, demasiadas direções no seu círculo (talvez dois trabalhos ou uma intensa vida familiar unida a uma atividade laboriosa frenética; talvez vários projetos em andamento). Que tudo funcione como é devido, requer um enorme esforço. Não é uma carta negativa porque indica que tem a situação sob controle, mas é, sim, um aviso: não poderá manter esse ritmo durante muito tempo, terá de escolher, priorizar e ir adiante.


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urante os últimos quarenta anos o mundo ocidental vem experimentando um interesse cada vez maior pelo tarô. O fascínio misterioso que exerce sobre muitos de nós não deixa de crescer. Para começar, sua história é já uma provocadora mestra de dados escassos e especulação romântica, enquanto que seus símbolos continuam tendo um forte impacto sobre o observador. Até seu nome é difícil de classificar, porque ninguém sabe a ciência certa, o verdadeiro significado da palavra “tarô” nem a língua de que se deriva. Há várias teorias a respeito, mas são apenas isto: meras teorias. Hipóteses surgidas da intuição, tidas como do esoterismo, mas sem base etimológica definitiva. A maioria faz referência à língua hebraica, ao latim ou à antiga língua egípcia.

EDI TOR A

O TARÔ EGÍPCIO  

Durante os últimos quarenta anos o mundo ocidental vem experimentando um interesse cada vez maior pelo tarô. O fascínio misterioso que exerc...

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Durante os últimos quarenta anos o mundo ocidental vem experimentando um interesse cada vez maior pelo tarô. O fascínio misterioso que exerc...

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