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PNLD 2027 Anos Iniciais - Entrelaços - Língua Portuguesa - Volume 1

Page 1


LÍNGUA PORTUGUESA

COMPONENTE CURRICULAR: LÍNGUA PORTUGUESA

Angélica Alves Prado Demasi

Pós-graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo.

Licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila.

Professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino. Autora de livros didáticos para a educação infantil e para o ensino fundamental.

Cristina Tibiriçá Hülle

Pós-graduada em Psicopedagogia pela Pontifícia Universidade

Católica de São Paulo (PUC-SP).

Licenciada em Pedagogia pela PUC-SP. Bacharel e licenciada em Letras pela PUC-SP.

Professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino. Autora de livros didáticos para a educação infantil e para o ensino fundamental.

edição São Paulo – 2025

ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2a
LIVRO DO ESTUDANTE

Copyright © Angélica Alves Prado Demasi, Cristina Tibiriçá Hülle, 2025

Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira

Direção de conteúdo e performance educacional Cintia Cristina Bagatin Lapa

Direção editorial adjunta Luiz Tonolli

Gerência editorial Natalia Taccetti, Nubia de Cassia de M. Andrade e Silva

Assessoria Débora Diegues

Edição Rogerio Eduardo Alves (coord.), Andreia Pereira, Francielle Batista de Carvalho, Juliana Rochetto, Patricia Quero

Preparação e revisão Viviam Moreira (coord.), Adriana Périco, Anna Júlia Danjó, Elaine Pires, Fernanda

Marcelino, Fernando Cardoso, Giovana Moutinho, Paulo José Andrade, Rita de Cássia Sam

Produção de conteúdo digital Ana Luiza Martignoni Spínola (coord.)

Gerência de produção e arte Ricardo Borges

Design Andréa Dellamagna (coord.), Sergio Cândido (criação), Ana Carolina Orsolin

Projeto de capa Sergio Cândido

Imagem de capa Yeti Studio/stock.adobe.com

Arte e produção Rodrigo Carraro (coord.), Raquel Coelho

Diagramação Select editoração

Coordenação de imagens e textos Elaine Bueno Koga

Licenciamento de textos Erica Brambila

Iconografia Bruna Lambardi Parronchi, Leticia dos Santos Domingos (trat. imagens)

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Demasi, Angélica Alves Prado

Entrelaços : língua portuguesa : 1º ano : ensino fundamental : anos iniciais / Angélica Alves Prado

Demasi, Cristina Tibiriçá Hülle. -- 2. ed. -São Paulo : FTD, 2025.

Componente curricular: Língua portuguesa.

ISBN 978-85-96-06100-1 (livro do estudante)

ISBN 978-85-96-06101-8 (livro do professor)

ISBN 978-85-96-06102-5 (livro do estudante HTML5) ISBN 978-85-96-06103-2 (livro do professor HTML5)

1. Língua portuguesa (Ensino fundamental) I. Hülle, Cristina Tibiriçá. II. Título.

25-291569

CDD-372.6 Índices para catálogo sistemático:

1. Língua portuguesa : Ensino fundamental 372.6

Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427

Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD.

Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300

Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br

Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.

Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33

Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375

APRESENTAÇÃO

Caro professor,

Esta coleção se propõe a contemplar o processo de ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa reconhecendo a centralidade da apreensão da língua materna.

Nesse sentido, visa ao desenvolvimento cognitivo e linguístico dos estudantes para os usos da língua em situações comunicativas e à formação de leitores e escritores capazes de interagir, de forma autônoma, com diferentes esferas sociais, bem como alcançar a participação plena na sociedade.

Esta obra contempla os conteúdos de ensino mais relevantes para os anos iniciais do ensino fundamental desenvolvendo práticas de leitura e de produção de textos em um contexto real de aprendizagem, ou seja, em situações nas quais os estudantes precisem mobilizar conhecimentos prévios para aprender com os textos. Além disso, oportuniza o trabalho com oralidade e conhecimentos linguísticos contextualizados, bem como sugere situações didáticas nas quais os estudantes ponham em prática o conhecimento adquirido.

Bom trabalho!

ORGANIZAÇÃO GERAL DA OBRA

Esta coleção, destinada aos estudantes de 1o e 2 o anos do ensino fundamental, é composta de livro do estudante e livro do professor, nas versões impressa e digital.

Livros impressos

Livro do estudante

Cada volume está organizado em quatro unidades, divididas em capítulos. Ao longo dos capítulos, são trabalhados conteúdos voltados para a alfabetização e a sua consolidação em uma estrutura clara e prática para ser trabalhada em sala de aula.

Livros digitais

Livro do professor

Além do subsídio para o professor, este livro reproduz o livro do estudante na íntegra, em miniatura com respostas em magenta. Nas laterais e abaixo da reprodução do livro do estudante, apresenta informações para planejamento e rotina, objetivos, introdução à unidade e planos de aula, que ajudarão a desenvolver as propostas, bem como ampliações e aprofundamentos para enriquecer as abordagens pedagógicas.

Livro do estudante e livro do professor no formato digital, em HTML, o que permite o acesso ao material em diferentes aparelhos digitais: smartphones, notebooks e tablets, por exemplo.

Objetos digitais

Ao longo do volume, ícones indicam infográficos clicáveis que podem ser acessados pelo professor e pelos estudantes para enriquecer a aprendizagem de maneira dinâmica.

CONHEÇA SEU LIVRO DO PROFESSOR

Introdução à unidade

Abertura com a apresentação geral da unidade.

Objetivos pedagógicos

Objetivos pedagógicos da unidade.

Expectativas de aprendizagem

Relação do que se espera que os estudantes aprendam com o conteúdo.

BNCC

Códigos das habilidades da Base Nacional Comum Curricular trabalhadas. As descrições das habilidades estão na seção Planejamento e conteúdos.

Organize-se

Materiais que serão utilizados para a realização das atividades.

Encaminhamento

Orientações com o passo a passo para o desenvolvimento das atividades do livro do estudante, com explicações práticas para conduzir o trabalho em sala de aula.

+ Atividades

Sugestões de atividades, brincadeiras e jogos que ampliam as propostas do livro do estudante.

Conexão para os estudantes e Conexão para o professor

Duas seções que trazem indicações de livros, vídeos, filmes, sites, entre outros, para o professor e/ou para os estudantes.

Temas contemporâneos transversais

Indicação do Tema Contemporâneo Transversal (TCT) abordado.

Texto complementar

Transcrição de passagem de texto teórico para o repertório do professor.

SUMÁRIO

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 1

Unidade 1 – Primeiras letras 14

Unidade 2 – Hora de brincar 102

Unidade 3 – O importante é se comunicar 158

Unidade 4 – Cantigas e fábulas 214

Referências bibliográficas comentadas 271

Material complementar 273

ORIENTAÇÕES GERAIS VII

A BNCC e a coleção VII

Pressupostos teórico-metodológicos VIII

Sentido do texto: sistema alfabético, cultura do escrito e letramento IX

Língua oral: usos e formas X

Língua escrita: usos e formas X

Práticas de escrita XII

A pega do lápis XIV

Análise e reflexão sobre a língua XVII

Aprendizagem na diversidade XVII

Avaliações XIX

Diagnóstica, formativa e de resultado XIX

Nível de aprendizagem XX

Monitoramento dos estudantes: documentação pedagógica XXII

Planejamento e conteúdos XXIII

Conteúdos e cronogramas – 1o ano XXIII

Matrizes de rotina e de sequência didática XXV

Habilidades da BNCC – 1o ano XXVI

Referências bibliográficas comentadas XXX

LÍNGUA PORTUGUESA

COMPONENTE CURRICULAR: LÍNGUA PORTUGUESA

Angélica Alves Prado Demasi

Pós-graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo.

Licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila.

Professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino. Autora de livros didáticos para a educação infantil e para o ensino fundamental.

Cristina Tibiriçá Hülle

Pós-graduada em Psicopedagogia pela Pontifícia Universidade

Católica de São Paulo (PUC-SP).

Licenciada em Pedagogia pela PUC-SP. Bacharel e licenciada em Letras pela PUC-SP.

Professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino. Autora de livros didáticos para a educação infantil e para o ensino fundamental.

edição São Paulo – 2025

ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2a
LIVRO DO ESTUDANTE

Copyright © Angélica Alves Prado Demasi, Cristina Tibiriçá Hülle, 2025

Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira

Direção de conteúdo e performance educacional Cintia Cristina Bagatin Lapa

Direção editorial adjunta Luiz Tonolli

Gerência editorial Natalia Taccetti, Nubia de Cassia de M. Andrade e Silva

Assessoria Débora Diegues

Edição Rogerio Eduardo Alves (coord.), Andreia Pereira, Francielle Batista de Carvalho, Juliana Rochetto, Patricia Quero

Preparação e revisão Viviam Moreira (coord.), Adriana Périco, Anna Júlia Danjó, Elaine Pires, Fernanda

Marcelino, Fernando Cardoso, Giovana Moutinho, Paulo José Andrade, Rita de Cássia Sam

Produção de conteúdo digital Ana Luiza Martignoni Spínola (coord.)

Gerência de produção e arte Ricardo Borges

Design Andréa Dellamagna (coord.), Sergio Cândido (criação), Ana Carolina Orsolin

Projeto de capa Sergio Cândido

Imagem de capa Yeti Studio/stock.adobe.com

Arte e produção Rodrigo Carraro (coord.), Raquel Coelho

Diagramação Select editoração

Coordenação de imagens e textos Elaine Bueno Koga

Licenciamento de textos Erica Brambila

Iconografia Bruna Lambardi Parronchi, Leticia dos Santos Domingos (trat. imagens)

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Demasi, Angélica Alves Prado

Entrelaços : língua portuguesa : 1º ano : ensino fundamental : anos iniciais / Angélica Alves Prado

Demasi, Cristina Tibiriçá Hülle. -- 2. ed. -São Paulo : FTD, 2025.

Componente curricular: Língua portuguesa.

ISBN 978-85-96-06100-1 (livro do estudante)

ISBN 978-85-96-06101-8 (livro do professor)

ISBN 978-85-96-06102-5 (livro do estudante HTML5) ISBN 978-85-96-06103-2 (livro do professor HTML5)

1. Língua portuguesa (Ensino fundamental) I. Hülle, Cristina Tibiriçá. II. Título.

25-291569

CDD-372.6 Índices para catálogo sistemático:

1. Língua portuguesa : Ensino fundamental 372.6

Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427

Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD.

Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300

Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br

Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.

Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33

Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375

APRESENTAÇÃO

BEM-VINDO AO MUNDO DA LÍNGUA PORTUGUESA!

NAS PÁGINAS DOS LIVROS DESTA

COLEÇÃO, NÃO FALTAM HISTÓRIAS, BRINCADEIRAS E IDEIAS QUE VÃO FAZER

VOCÊ ENXERGAR TUDO DE UM MODO DIFERENTE.

É ESTUDANDO E APRENDENDO QUE VOCÊ VAI FAZER ESCOLHAS E SEGUIR O

SEU CAMINHO PELA VIDA TODA.

ESTÁ NA HORA DE COMEÇAR! VIRE A PÁGINA E BOA VIAGEM!

CONHEÇA SEU LIVRO

ABERTURA DE UNIDADE

VOCÊ VAI EXPLORAR

IMAGENS E TROCAR IDEIAS COM A TURMA. O QUE JÁ SEI

COMECE A UNIDADE DESCOBRINDO O QUE VOCÊ JÁ SABE.

OJÁQUE SEI

A) SÍMBOLOS DE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS. B) X LETRAS. C) NÚMEROS. D) SÍLABAS.

A) QUADRINHA. B) RECEITA. C) AGENDA. D) X LISTA.

VOCÊ ACHA QUE UMA LISTA PODE AJUDAR A LEMBRAR

COISAS QUE PRECISAMOS FAZER?

FOGO COMO DUAS ANDORINHAS NUMA TARDE DE VERÃO, SEREMOS SEMPRE AMIGOS, AMIGOS DO CORAÇÃO. [COMO DUAS ANDORINHAS]. S. L. S. N], [19--]. QUADRINHA

UMA CASA SÃO PAREDES, TELHADO, PORTAS, JANELAS, FUMAÇA DE FOGO ACESO, CHEIRINHO BOM

PANELAS.

COMO A LISTA DE FELPO ESTÁ ORGANIZADA?

EM ORDEM ALFABÉTICA

X EM ITENS NUMERADOS

FELPO FILVA, UM COELHO ESCRITOR, RECEBEU UM CONVITE PARA TOMAR CHÁ COM A COELHA CHARLÔ. ELE ESCREVEU UMA CARTA RECUSANDO O CONVITE, MAS SE ESQUECEU DE MUITAS COISAS QUE TINHA A DIZER.

O QUE SERÁ QUE FELPO FILVA FEZ PARA SE LEMBRAR DO QUE PRECISAVA DIZER NA CARTA SEGUINTE?

ACOMPANHE A LEITURA DESTE TRECHO. FELPO FILVA

DURANTE A SEMANA, ELE FEZ UMA LISTA COM OS ASSUNTOS QUE NÃO QUERIA ESQUECER NA CARTA SEGUINTE: Resposta pessoal.

EVA. FELPO

A LISTA AJUDA FELPO A SE LEMBRAR DE QUE TIPO DE COISAS?

COMPRAS DE MERCADO

NÚMEROS DE TELEFONE

NOMES DE COLEGAS

X TAREFAS A CUMPRIR VOCÊ ACHA QUE A LISTA AJUDOU FELPO A ESCREVER A CARTA SEGUINTE? EXPLIQUE. FELPO FEZ ESSA LISTA DE UMA VEZ SÓ OU AOS POUCOS? EXPLIQUE.

QUAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO VOCÊ USARIA PARA ENVIAR BEM RÁPIDO UMA LISTA PARA ALGUÉM? X CELULAR X COMPUTADOR

HORA DE LER E APRENDER TUDO O QUE O TEXTO TEM A ENSINAR.

VOGAIS

PALAVRAS EM AÇÃO

VAMOS PENSAR JUNTOS SOBRE A LÍNGUA PORTUGUESA.

OLHO NAS LETRAS

DE OLHO NAS LETRAS

HORA DE CONHECER E EXPLORAR AS LETRAS DO ALFABETO.

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA J 1

TRACE A LETRA N 2

TRACE

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR

E)

AS PARLENDAS A SEGUIR TÊM ESSES TÍTULOS?

Resposta pessoal.

DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DAS DUAS PARLENDAS.

Respostas pessoais.

PARLENDA? CONTE COMO ELA É. IDENTIFIQUE A ORIGEM DE CADA PARLENDA E PINTE OS NOMES DESSES LUGARES CONFORME AS CORES INDICADAS. SALADA, SALADINHA 1 SALADA, SALADINHA 2 EM QUE BRINCADEIRA ESSAS PARLENDAS SÃO RECITADAS? VAMOS BRINCAR RECITANDO ESSAS PARLENDAS? O PROFESSOR VAI EXPLICAR COMO SE BRINCA.

QUAIS SÃO OS PROBLEMAS CAUSADOS PELO LIXO QUE É JOGADO NA NATUREZA?

• QUAIS AÇÕES PODEM EVITAR ESSES PROBLEMAS?

VEJA O TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO DE ALGUNS MATERIAIS

NATUREZA.

LIXO NA NATUREZA

VOCÊ JÁ VIU LIXO JOGADO NOS RIOS, NO MAR, NAS MATAS?

O PROFESSOR VAI LER O TRECHO DE UM TEXTO QUE TRATA DO LIXO JOGADO NA NATUREZA. LIXO, NÃO PARAFUSO, SAPATO, CHINELO, GARRAFA, TAMPINHA, LÂMPADA, FRALDA, LATA DE ÓLEO, DE REFRIGERANTE... […] MUITAS PESSOAS QUE ANDAM PELAS PRAIAS, PELAS MATAS E ATÉ PELAS COMUNIDADES DAQUI ESPALHAM UMA QUANTIDADE IMPRESSIONANTE DE PORCARIAS, PRINCIPALMENTE COISAS DE PLÁSTICO, QUE DEMORAM MAIS DE CEM ANOS PARA SE DESINTEGRAR. E O QUE ACONTECE?

FICAM SUJOS, ÀS VEZES CONTAMINADOS.

LEO IDEIA PUXA IDEIA

Resposta pessoal. 1 Manual da criança caiçara Marie Ange Bordas. 2

OS BICHOS ENGOLEM E MORREM, A ÁGUA E OS TERRENOS

BORDAS, MARIE ANGE. MANUAL DA CRIANÇA CAIÇARA SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2011. P. 56.

O TEXTO LIDO FAZ PARTE DE UM LIVRO.

A) QUAL É O TÍTULO DESSE LIVRO?

B) QUEM ESCREVEU ESSE LIVRO?

O TEXTO LIDO TEM O OBJETIVO DE: CONTAR UMA AVENTURA.

FAZER UMA LISTA DO QUE VAI PARA O LIXO.

X MOSTRAR UM PROBLEMA.

A) CONTORNE OS TRÊS NOMES DE MATERIAIS QUE MAIS

DEMORAM PARA SE DECOMPOR. B) MARQUE UM NO MATERIAL QUE SE DECOMPÕE MAIS RAPIDAMENTE.

PRODUZAM CARTAZES PARA UMA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO NA ESCOLA SOBRE O DESCARTE CORRETO DO LIXO. NOS CARTAZES, INCLUAM LISTAS COM AÇÕES PARA EVITAR PROBLEMAS GERADOS PELO DESCARTE INCORRETO DO LIXO NA NATUREZA.

IDEIA PUXA IDEIA VOCÊ VAI CONHECER OUTROS ASSUNTOS E AMPLIAR SEUS CONHECIMENTOS.

QUE TAL CRIAR SEU PRÓPRIO TEXTO?

Resposta pessoal.

AFETO EMOÇÃO AFEIÇÃO AMIZADE DEDICAÇÃO COM A ESCREVO AMOR. COM E/A/D ESCREVO emoção/afeição/dedicação COM ESCREVO DO MEU CORAÇÃO.

3 RELEIA E REVISE A QUADRINHA COM A AJUDA DO PROFESSOR.

4 ESCREVA A QUADRINHA EM UMA

O QUE PODE OU NÃO SER LEVADO PARA A LUA. FORMEM UMA RODA.

• O JOGADOR QUE CRIOU A REGRA FALA UM ITEM QUE PODE SER LEVADO PARA A

ORALIDADE EM AÇÃO APRENDA A SE COMUNICAR EM DIFERENTES SITUAÇÕES. O QUE ESTUDEI VOCÊ VAI

NA MASSA!

BOXES

GLOSSÁRIO

APRESENTA O SIGNIFICADO DE PALAVRAS QUE TALVEZ VOCÊ AINDA NÃO CONHEÇA.

ATENÇ ÃO

INDICA MOMENTOS EM QUE VOCÊ DEVE PRESTAR ATENÇÃO EM ALGO, TOMAR CUIDADO OU PEDIR A AJUDA DE UM ADULTO.

ÍCONE

ATIVIDADE ORAL AS ATIVIDADES COM ESSE ÍCONE DEVEM SER FEITAS ORALMENTE. APROVEITE PARA TROCAR IDEIAS COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.

CONCEITO

DESTACA OS PRINCIPAIS CONCEITOS ESTUDADOS.

FIQUE LIGADO

SUGERE MATERIAIS QUE PODEM ENRIQUECER O ESTUDO DO CONTEÚDO.

DICA

TRAZ INFORMAÇÃO EXTRA SOBRE O QUE ESTÁ SENDO ESTUDADO.

PARA RETOMAR

RELEMBRA PONTOS IMPORTANTES PARA FAZER AS ATIVIDADES.

OBJETOS DIGITAIS

O ÍCONE AO LADO IDENTIFICA OS INFOGRÁFICOS QUE ESTÃO PRESENTES NESTE VOLUME. OS OBJETOS DIGITAIS APRESENTAM ASSUNTOS COMPLEMENTARES AO CONTEÚDO DO LIVRO, AMPLIANDO SUA APRENDIZAGEM.

INFOGRÁFICO CLICÁVEL

PALAVRAS EM AÇÃO – ALFABETO • RECONHECIMENTO DE LETRAS • ESCRITA DE PALAVRAS 56

LEITURA 2 – AGENDA DE CONTATOS ELETRÔNICA . . . . . . . .

. 60 DE OLHO NAS LETRAS – LETRAS N E Z 62

PALAVRAS EM AÇÃO – ORDEM ALFABÉTICA 64

HORA DO TRAÇADO .

MÃO NA MASSA! – ELABORAÇÃO DE AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA 70 ORALIDADE EM AÇÃO – CONVERSA TELEFÔNICA

IDEIA PUXA IDEIA – O USO DO CELULAR PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

QUE ESTUDEI

CAPÍTULO 3 LISTAS FABULOSAS

LEITURA 1 – TEXTO LISTA DE COISAS QUE PESSOAS DISTRAÍDAS DEVEM EVITAR, DE EVA FURNARI 76

DE OLHO NAS LETRAS – LETRAS F E V 80

PALAVRAS EM AÇÃO – VOGAIS E CONSOANTES

LEITURA 2 – TEXTO FELPO FILVA, DE EVA FURNARI 86 DE OLHO NAS LETRAS – LETRA X 88

PALAVRAS EM AÇÃO – PALAVRAS COM X 90

MASCULINO E FEMININO

90

HORA DO TRAÇADO 92

MÃO NA MASSA! – ESCRITA DE LISTA 94

ORALIDADE EM AÇÃO – BRINCADEIRA “VOU PARA A LUA E VOU LEVAR...”

IDEIA PUXA IDEIA – LIXO NA NATUREZA

O QUE ESTUDEI

98

LEITURA 2 – TEXTO INSTRUCIONAL QUEM COME MAMÃO VIAJA DE BALÃO!, DE ESTÉFI MACHADO

DE OLHO NAS LETRAS – LETRA P

PALAVRAS EM AÇÃO – PALAVRAS COM P E B

HORA DO TRAÇADO

MÃO NA MASSA! – ESCRITA DE INSTRUÇÕES DE MONTAGEM .

ORALIDADE EM AÇÃO – TUTORIAL DE MONTAGEM

AÇÃO – SÍLABAS E SEGMENTAÇÃO DE PALAVRAS

DE

1 – BILHETE DO TEXTO OPERAÇÃO RISOTO, DE EVA FURNARI

LEITURA 2 – MENSAGEM ELETRÔNICA

MÃO NA MASSA! – ESCRITA DE VERSOS DE CANTIGA

ORALIDADE EM AÇÃO – CANTIGA EM BRINCADEIRAS

IDEIA PUXA IDEIA – VAMOS NOS DIVERTIR!

O QUE ESTUDEI

CAPÍTULO 2 MUITAS FÁBULAS

LEITURA 1 – FÁBULA A RAPOSA E A CEGONHA, DE JEAN DE LA FONTAINE

PALAVRAS EM AÇÃO – SINÔNIMO E ANTÔNIMO

PALAVRAS COM LH, CH E NH

LEITURA 2 – FÁBULA A CIGARRA E AS FORMIGAS, DE JEAN DE LA FONTAINE

PALAVRAS EM AÇÃO – PALAVRAS COM RR E SS

COM GUE E GUI

PUXA IDEIA – A CIGARRA DA VIDA REAL E

OBJETOS DIGITAIS

INFOGRÁFICO CLICÁVEL – TODO MUNDO TEM DIREITO DE PARTICIPAR!

INFOGRÁFICO CLICÁVEL – O QUE FAZER COM O QUE SOBRA?

INFOGRÁFICO CLICÁVEL – COMUNIDADES RIBEIRINHAS

INFOGRÁFICO CLICÁVEL – COMO BRINCAR DE BOLINHA DE GUDE?

INFOGRÁFICO CLICÁVEL – CONHECENDO O MARACATU RURAL

INFOGRÁFICO CLICÁVEL – DESCOBRINDO OS SEGREDOS DA

INTRODUÇÃO

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

• Reconhecer letras do alfabeto, diferenciando vogais de consoantes, e pronunciar os nomes delas.

• Identificar nomes de pessoas e de objetos.

• Relacionar letras de imprensa e cursiva maiúsculas e minúsculas.

• Reconhecer as letras inicial e final de uma palavra.

• Identificar número de letras em uma palavra.

• Ler e compreender o texto com a ajuda do professor.

• Escrever palavras de maneira espontânea.

• Expressar-se em situação de intercâmbio oral.

Nesta unidade, os estudantes retomam os conhecimentos construídos ao longo da educação infantil. O objetivo é mobilizar esses conhecimentos de forma lúdica, incluindo o reconhecimento do alfabeto e das letras que formam o nome de cada estudante.

As propostas retomam o processo de alfabetização iniciado na educação infantil, de maneira que os estudantes possam começar a identificar nomes, o próprio e o dos colegas, e reconhecer objetos de uso cotidiano no espaço escolar para nomeá-los. Assim, inicia-se a exploração sistemática das letras do alfabeto, a diferenciação de vogais e consoantes, o reconhecimento de letras iniciais das palavras.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Analisar imagem e identificar a situação representada nela.

• Apresentar-se pelo próprio nome e identificar os nomes dos colegas.

UNіDADE 1 PRIMEIRAS LETRAS

• Expressar-se em situação de intercâmbio oral.

• Explorar o ambiente do espaço escolar e reconhecer seus objetos.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP21

• EF12LP01

• EF15LP09

ORGANIZE-SE

• Folhas A4.

• Lápis de cor e giz de cera.

• EF15LP10

• EF15LP11

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar a aula, promover uma roda de conversa, dispondo as cadeiras em círculo ou sentando-se no chão. Conversar com os estudantes sobre como se sentem nesse primeiro dia de aula. Perguntar sobre as expectativas para o 1o ano, ouvir e acolher as dúvidas e/ou alegrias e ansiedades deles.

Organizar com os estudantes uma lista de regras e regulamentos de boa convivência escolar e atuação cidadã — como manter o silêncio e a atenção durante as explicações do professor

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que a imagem mostra um estudante se apresentando para a turma na sala de aula.

1

2

O QUE VOCÊ ACHA QUE ESTÁ ACONTECENDO NESTA SALA?

QUE TAL VOCÊ SE APRESENTAR AOS COLEGAS?

Resposta pessoal. 3

CONTORNE OS OBJETOS QUE ESTÃO FORA DO LUGAR.

e exposições dos colegas, levantar a mão para pedir a palavra, manter o material completo, entre outras possibilidades —, além de combinados de organização da classe, elencando ações que devem ser seguidas para manter a sala de aula em ordem depois das atividades.

Iniciar a aula pela exploração conjunta da imagem de abertura, pedindo aos estudantes que comparem com a sala onde estão. Perguntar o que há de semelhante e diferente entre elas e anotar na lousa os itens apontados pelos estudantes que mostram as semelhanças e diferenças. Chamar a atenção para o cartaz com as letras, que

15

mostra o alfabeto completo em letra de imprensa (maiúscula e minúscula), e aproveitar o momento para perguntar quais letras eles conhecem.

Na atividade 1, após ler a pergunta, ouvir as hipóteses e ajudar a turma a concluir que as crianças estão se apresentando aos colegas.

Na atividade 2, orientar os estudantes a dizer o próprio nome. Estimular a participação de todos (é importante deixá-los à vontade para que se sintam acolhidos e se expressem com autoconfiança). Propor outras questões, por exemplo, perguntar quem já se conhece. Pode-se propor que eles destaquem e escrevam

seus nomes no prisma de mesa disponível no Material complementar . Listar os nomes no quadro, à medida que os estudantes forem se apresentando. Auxiliá-los a escrever o próprio nome se for preciso.

Na atividade 3, explorar os nomes dos objetos que aparecem na imagem e pedir aos estudantes que comentem quais estão fora do lugar e/ ou escondidos. Esclarecer que “fora do lugar” refere-se a algo que está em um lugar diferente do habitual.

Essas propostas permitem o desenvolvimento de competências socioemocionais relacionadas ao autoconhecimento e à autogestão. É importante observar de que maneira as crianças interagem e se expressam, para aprofundar o trabalho com determinadas habilidades socioemocionais. Ao final, pedir que os estudantes desenhem algo representativo do primeiro dia de aula. Expor as produções na sala e promover um momento para apreciá-las.

ATIVIDADES

Com os estudantes organizados em roda, propor uma brincadeira semelhante à batata quente, usando um objeto que represente a batata na brincadeira.

Entregar o objeto a um dos estudantes e orientá-lo a passar o objeto para o colega ao lado e, assim, sucessivamente. O professor é responsável por dizer “queimou”. Quem estiver com a “batata” na mão deverá nomear a letra inicial do nome de um colega e passar-lhe a “batata”. Por exemplo, ele diz “Maya começa com eme”. Todos repetem o nome em voz alta. O estudante citado deve pegar a “batata” e começar a brincadeira de novo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer letras, diferenciando-as de outros sinais gráficos.

• Reconhecer o gênero de texto que circula no campo de atuação da vida cotidiana.

• Localizar palavras que rimam entre si em uma quadrinha.

• Identificar a letra inicial dos nomes de imagens e escrever corretamente essas palavras.

• Escrever espontaneamente o nome de imagens.

• Relacionar a palavra que deve ser escrita com o contexto do poema.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP16

• EF12LP19

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação diagnóstica do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

Na atividade 1 (nível defasagem), é possível que algum estudante não consiga fazer a distinção solicitada; isso evidencia que ele ainda não entende o que são letras e não consegue distinguir entre letra e figura, nem entre os símbolos escritos e os sons da fala, mostrando que se encontra no nível pré-silábico. Pode ser também que haja estudante que confunda letra com sílaba, demonstrando que o alfabeto ainda não está claro, pois consegue compreender que há letras conectadas a sons, mas não consegue identificá-las como unidades individuais. Para melhorar o nível

O QUE JÁ SEI

OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR. 1

NESSA IMAGEM, HÁ:

A) SÍMBOLOS DE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS. B) X LETRAS.

C) NÚMEROS. D) SÍLABAS.

LEIA O TEXTO A SEGUIR COM A AJUDA DO PROFESSOR. 2

COMPRAR NO MERCADO:

• ARROZ

• MACARRÃO

• ÓLEO

ESSE TEXTO É UMA:

A) QUADRINHA. B) RECEITA.

C) AGENDA. D) X LISTA.

LEIA ESTA QUADRINHA COM A AJUDA DO PROFESSOR. 3

COMO DUAS ANDORINHAS NUMA TARDE DE VERÃO, SEREMOS SEMPRE AMIGOS, AMIGOS DO CORAÇÃO. [COMO DUAS ANDORINHAS]. [S. L.: S. N], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

de aprendizagem, promover exposição sistemática ao alfabeto, explorando posição das letras, formas e sons (princípio fônico), a fim de que o estudante entenda que cada letra do alfabeto representa sons. Para isso, recomenda-se estimular os estudantes a manusear o alfabeto móvel e as sílabas móveis disponíveis no Material complementar

A atividade 2 (nível intermediário) busca avaliar o conhecimento dos estudantes acerca de um gênero textual que será estudado na unidade. Por meio dela, o professor pode analisar o nível de leitura crítica e leitura ativa dos estudantes. Para respondê-la, o estudante deve observar pistas visuais, conteúdo e formato para inferir o gênero, evidenciando compreensão além da decodificação.

A atividade 3 (nível adequado) aborda um dos gêneros estudados na unidade: a quadrinha. A atividade busca verificar o conhecimento dos estudantes sobre a rima, sendo que, para isso, eles deverão ter desenvolvido habilidades de consciência fonológica, competência fundamental para a alfabetização, além de ser uma das bases para compreender a relação sons-letras.

4

• A PALAVRA QUE TERMINA COM SONS SEMELHANTES AOS SONS FINAIS DE CORAÇÃO É:

A) ANDORINHAS.

C) AMIGOS.

B) X VERÃO. D) DE.

COMPLETE CADA PALAVRA COM A LETRA QUE FALTA.

5

M AÇÃ A PAGADOR J ABUTI

ESCREVA O NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR.

6

LEIA O TRECHO DE UM POEMA E COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS PALAVRAS A SEGUIR.

CASA FOGO

UMA CASA SÃO PAREDES,

TELHADO, PORTAS, JANELAS,

FUMAÇA DE FOGO ACESO,

CHEIRINHO BOM NAS PANELAS.

BEATRIZ, ELZA. PARE NO P DA POESIA. SÃO PAULO: FTD, 2012. P. 11.

A atividade 4 (nível defasagem) busca analisar a capacidade do estudante de reconhecer qual letra corresponde ao fonema faltante. Além disso, visa melhorar a grafomotricidade e o reconhecimento da ortografia. Dessa forma, treina a escrita da letra correta, reforçando forma, direção e identificação de grafemas.

Caso haja algum estudante que não consiga perceber o fonema ausente ou escolhe letras ao acaso, é possível apresentar um grupo de letras para ajudá-lo na hora de completar a palavra. Novamente, o alfabeto móvel é um recurso essencial para apoiá-lo na tarefa, principalmente se houver na turma crianças com atraso no processo de alfabetização ou deficiência intelectual.

Na atividade 5 (nível intermediário), solicite aos estudantes que escrevam o nome de cada uma das figuras, sem ditar o nome delas, a fim de avaliar o que eles já conseguem escrever, observando como representam as palavras.

Analise se usam letras aleatórias, sílabas incompletas ou se há mistura de sílabas e fonemas; ou ainda se escrevem as palavras com imprecisões ortográficas, baseadas em fonemas, por

exemplo: NAVIU em vez de NAVIO. Incentivá-los a formar as palavras com as sílabas móveis antes de escrever.

A atividade 6 (nível adequado) permite que os estudantes escrevam palavras conhecidas, praticando a correspondência som-letra dentro da construção do texto, e busca contextualizar leitura e escrita, pois os estudantes vão identificar palavras por meio do contexto. Para isso, ler o trecho do poema com os estudantes, pois eles devem inferir qual palavra se encaixa nos espaços das lacunas. Essa também é uma forma de testar hipóteses sobre a escrita e a ortografia, avaliando o estágio de escrita (pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético).

É importante verificar se há estudantes que não conseguem completar os versos, mas principalmente como compreendem a grafia correta da palavra — se usam grafemas coerentes com os sons, se erram de forma sistemática ou adequada ao estágio alfabético.

Nas atividades 5 e 6, de escrita, observar a maneira como os estudantes seguram o lápis. Se necessário, fazer uma demonstração para a turma da pega com três pontos de apoio — dedo indicador, dedo médio e polegar — (pinça trípode), para que eles tentem reproduzir o movimento de apreensão. Não é preciso neste momento reforçar a pega, pois ela se desenvolverá com o tempo, mas é importante mostrar-lhes a maneira ideal e enfatizá-la aos poucos.

COLA LIMÃO
VACA

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido, apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Ler e compreender o texto, com a ajuda do professor e dos colegas, fazendo inferências.

• Recitar quadrinha.

• Reconhecer que a leitura de textos se faz da esquerda para a direita e de cima para baixo da página.

• Ler globalmente texto memorizado.

• Localizar informações explícitas no texto e compreender seu significado.

• Identificar rimas nas palavras.

• Escrever nomes seguindo pistas dadas.

• Identificar apelidos referentes a nomes apresentados.

• Perceber em apelidos letras iguais às letras iniciais dos nomes próprios.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP05

• EF01LP19

• EF12LP04

• EF12LP07

• EF12LP10

• EF15LP02

• EF15LP09

• EF15LP15

ENCAMINHAMENTO

Explorar oralmente as atividades 1 a 3 do capítulo, explicando aos estudantes que as quadrinhas são recitadas geralmente em jogos de adivinhações e brincadeiras. As atividades propostas permitem retomar o trabalho com as letras iniciais do alfabeto e fomentar a consciência fonológica dos estudantes, trabalhando o conceito de rima.

Recomenda-se recitar algumas quadrinhas com os estudantes e levantar conhecimentos prévios sobre esse gênero textual.

Caso os estudantes não conheçam quadrinhas diferentes, podem recitar a do

QUANTOS NOMES! capítulo 1

Respostas pessoais.

• VOCÊ COSTUMA RECITAR QUADRINHAS? SE SIM, QUAIS?

• O QUE É NECESSÁRIO FAZER PARA RECITAR UMA QUADRINHA?

LEITURA 1

Espera-se que os estudantes respondam que, para recitar uma quadrinha, é necessário falar os versos rimados em voz alta.

ACOMPANHE A LEITURA DESTA QUADRINHA. DEPOIS, RECITE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

1 DO CÉU CAIU UM LENCINHO

2 BORDADINHO DE ABC.

3 E NELE ESTAVA ESCRITO

4 “COMO EU GOSTO DE VOCÊ!”.

NÓBREGA, MARIA JOSÉ; PAMPLONA, ROSANE (ORG.). DIGA UM VERSO BEM BONITO!: TROVAS. ILUSTRAÇÕES: MARCELO CIPIS. SÃO PAULO: MODERNA, 2005. P. 38.

• QUANTAS LINHAS ELA TEM? 4 1

NUMERE AS LINHAS DA QUADRINHA.

CADA LINHA DA QUADRINHA É CHAMADA VERSO. A QUADRINHA É UM POEMA FORMADO POR QUATRO VERSOS.

18

livro. Ainda que nem todos se sintam à vontade para recitar, o importante, nesse momento, é estimular a integração da turma, incentivando os estudantes a recitar o texto coletivamente. Escrever a quadrinha na lousa antes de os estudantes recitarem e realizar a leitura com a turma, apontando cada sílaba lida por eles durante a leitura em voz alta em grupo, por exemplo.

É interessante observar como os estudantes procedem durante a leitura, se acompanham com o dedo as palavras, acompanham com os olhos ou apenas ouvem o professor. Sugere-se ler com entonação, enfatizando a rima e, ao final da leitura, comentar a quadrinha e propor questões orais sobre ela.

Perguntar aos estudantes se eles sabem o que significa “quadrinha popular” como forma de explorar os conhecimentos prévios da turma antes de introduzir a noção de verso. O conceito de verso apoia o estudo das quadrinhas. Depois de ouvir os estudantes, explicar que esse termo designa uma produção que tem origem na cultura popular, sem autoria conhecida. O texto também abre espaço para a prática da escrita. Perguntar a eles o que a frase do último verso indica: que

2

3

QUAL É O SIGNIFICADO DE ABC NO TEXTO?

Espera-se que os estudantes respondam que são as letras iniciais do alfabeto.

VOCÊ SABE O QUE É RIMA?

Resposta pessoal.

RIMA É A REPETIÇÃO DE SONS SEMELHANTES NO FINAL DE PALAVRAS DIFERENTES.

3. a) Os estudantes devem pintar a palavra você

A) PINTE NA QUADRINHA A PALAVRA QUE RIMA COM ABC.

B) CONTORNE A PALAVRA DA QUADRINHA QUE RIMA COM LENCINHO

Os estudantes devem contornar a palavra bordadinho

LIGUE OS LENCINHOS AOS NOMES

DOS SEUS DONOS. 4 DICA

CADA LENCINHO TEM A LETRA INICIAL DE UM NOME.

X EM SITES E BLOGS. 5

ONDE É POSSÍVEL ENCONTRAR OUTRAS QUADRINHAS?

X EM LIVROS DE LITERATURA.

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a pessoa gosta muito ou pouco de alguém? Espera-se que percebam que indica que a pessoa gosta muito de alguém. Pedir, em seguida, que copiem essa frase da quadrinha (“Como eu gosto de você”) e escrevam o nome de uma pessoa de quem gostam.

Destacar algumas palavras escrevendo-as na lousa e pedir aos estudantes que as encontrem no texto. Verificar se todos conseguem identificar as palavras e se reconhecem letras e palavras. Em seguida, orientar os estudantes a escrever os números nos quadrinhos ao lado dos versos.

Na atividade 1, orientar a turma a contar as linhas da quadrinha e ler para os estudantes o texto do boxe.

Na atividade 2, comentar que ABC é uma referência ao alfabeto. Em seguida, pedir aos estudantes que recitem em grupo “ABC” em voz alta. Recomenda-se reler a quadrinha para que eles percebam a outra palavra com que rima.

Na atividade 3, observar a apropriação que os estudantes fazem do conceito de rima. Caso haja crianças que ainda apresentem defasagem no processo de alfabetização ou deficiência

intelectual, incentive o uso de letras móveis para auxiliar a realização desta atividade.

Na atividade 4, explorar as letras dos lencinhos e verificar se na sala de aula há algum estudante cujo nome se inicia por uma dessas letras. Anotar os nomes na lousa e destacar as letras iniciais.

Na atividade 5 , comentar que as quadrinhas são transmitidas oralmente de geração a geração e, por isso, são conhecidas em diversas regiões. Aproveitar a atividade para estimular um momento de troca com a família, solicitando aos estudantes que busquem auxílio de um familiar para pesquisar quadrinhas na internet. Pode-se imprimir uma das quadrinhas e distribuí-la para leitura, com acompanhamento do professor. Em seguida, propor uma brincadeira de encontrar determinadas palavras na quadrinha. Explorar a letra inicial da palavra escolhida e também propor à turma a verbalização das palavras que rimam.

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

• Identificar os sons representados pelas letras pela associação de palavras com o mesmo som.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP11

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, recomenda-se ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica. Pedir que façam o traçado da letra no ar seguindo as indicações das setas. Em seguida, propor que façam o traçado da letra em outros suportes — na areia, no papel com o dedo e depois com o lápis no papel. Após a leitura do professor, solicitar aos estudantes que repitam o nome representado, a fim de praticar a pronúncia.

LETRAS A, E, I, O, U

1 DE OLHO NAS LETRAS

OBSERVE O MOVIMENTO NECESSÁRIO PARA ESCREVER A LETRA A. EM SEGUIDA, CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

ABACAXI

2

CUBRA OS PONTILHADOS E COMPLETE AS PALAVRAS COM AS LETRAS QUE FALTAM.

A) AMORA

B) ABACATE

MORA BACATE

C) ACEROLA

D) AMEIXA

CEROLA MEIXA

Explicar que há na página exemplos da letra em todos os formatos (imprensa e cursiva, tanto maiúscula quanto minúscula). Todas as vogais serão trabalhadas em atividades de traçado nesta seção, e o trabalho com a pronúncia e com a relação grafema-fonema de cada uma será retomado mais adiante, associado à leitura de textos. Neste momento, é importante incentivar o processo natural de aquisição da escrita, o reconhecimento visual da letra e a compreensão de que a escrita representa a fala. Ao final das atividades, sugere-se fazer um banco de palavras para consultar e afixar no mural da sala de aula.

Nas atividades 1 e 2, recomenda-se sondar com os estudantes as vogais que não aparecem na escrita das palavras amora e abacate. Espera-se que eles observem que as letras I e U não foram trabalhadas.

Nas atividades 3 e 4, recomenda-se sondar com os estudantes as vogais que não apareceram na escrita das palavras ema e Edite. Espera-se que eles observem que as letras O e U não foram trabalhadas.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 3

CUBRA OS PONTILHADOS E COMPLETE AS PALAVRAS COM AS LETRAS QUE FALTAM. 4

MA DITE

STRELA LEFANTE

21

14/09/25 15:58

Todas as atividades de traçado desta seção podem ser aprofundadas com práticas complementares que permitem avaliar a progressão dos conhecimentos dos estudantes e o desenvolvimento motor para a escrita. As atividades de escrita propostas ajudam a avaliar o movimento que o estudante é capaz de fazer para escrever, o controle da lateralidade, a noção espacial, o movimento de pinça e a pega do lápis.

ATIVIDADES

Propor à turma um jogo da forca para ser realizado coletivamente. Selecionar palavras iniciadas por vogais e grafá-las na lousa com lacunas em algumas ou em todas as vogais, sempre completando as consoantes, por exemplo: _M_R_ (para amora) ou _SC_L_ (para escola). Recomenda-se que a lista de palavras da brincadeira seja baseada em palavras que os estudantes já praticaram anteriormente.

Escrever as vogais em destaque na lousa e informar aos estudantes que deverão usar aquelas letras para completar as palavras do jogo. Para facilitar a descoberta das palavras pela turma, selecionar aquelas pertencentes a um mesmo campo semântico (frutas, brinquedos, cores, entre outras possibilidades) e informar isso aos estudantes ao explicar-lhes como proceder no jogo da forca.

ENCAMINHAMENTO

Algumas crianças, no início do processo da escrita, não compreendem de imediato a forma correta de pegar o lápis, algo que pode, ao longo dos anos, provocar incômodos ao estudante, como problemas de legibilidade da caligrafia ou sensação de desconforto ao escrever, que geram falta de vontade de executar a escrita. Por isso, é importante observar desde cedo como a criança interage com o objeto de registro, mostrando-lhe a maneira ideal de segurar o lápis, a chamada pinça trípode, em que se utilizam três dedos para pegar o objeto: polegar, indicador e dedo médio. Sempre que houver uma oportunidade, é importante mostrar à criança a maneira de segurar, sem, contudo, segurar a mão do estudante.

Essa é uma habilidade que a criança desenvolve aos poucos, com a prática, principalmente por meio de brincadeiras que estimulam o movimento de pinça, como abotoar e desabotoar a roupa, manusear massinha de modelar, usar pinça para pegar objetos e colocá-los em um recipiente, brincar com fantoches de dedos, abrir e fechar zíper, entre outras.

Nas atividades 5 a 10 , conduzir a atividade de traçado, observando se o estudante é capaz de seguir o traçado indicado ou se ainda há necessidade de praticar mais a escrita dessas vogais. Além disso, espera-se que eles sejam capazes de já associar o respectivo som a cada uma dessas vogais.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 5

IOIÔ

CUBRA OS PONTILHADOS E COMPLETE AS PALAVRAS COM AS LETRAS QUE FALTAM. 6

ATIVIDADES

Fornecer aos estudantes cartões com ilustrações de pessoas, animais, objetos e lugares, e solicitar que utilizem o alfabeto móvel disponível no Material complementar para escrever os nomes. É recomendável que esses nomes tenham apenas as consoantes e as vogais O e U. Pode-se apresentar nomes apenas com as consoantes preenchidas para que os estudantes completem com as vogais.

O alfabeto móvel é um recurso valioso para a aquisição do sistema alfabético, possibilitando construir hipóteses e modificá-las com facilidade, pois as letras podem ser movimentadas e mudadas de lugar. Outra atividade possível é o jogo da memória com letras.

JOGO da memória. c2025. Disponível em: https://www.divertudo.com.br/semplugin/memoria/memoria.html. Acesso em: 13 set. 2025.

PARA O PROFESSOR

• GUIMARÃES, Marisa Rosa. Um estudo sobre a aquisição da ortografia nas séries iniciais. 2005. Dissertação (Mestrado em Educação) — Universidade Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul, 2005. Disponível em: https://wp.ufpel.edu. br/geale/files/2010/11/ Marisa-Diserta.pdf. Acesso em: 12 ago. 2025.

• GIROTTO, Daniela. Brincadeira em todo canto: reflexões e propostas para uma educação lúdica. São Paulo: Peirópolis, 2013.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• LEMINSKI, Paulo. O bicho alfabeto. Ilustrações: Ziraldo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2014.

• MASUR, Jandira. A conversa das palavras. Ilustrações: Zeflávio Teixeira. 14. ed. São Paulo: Ática, 2009.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Apreciar canção observando rimas e sonoridade.

• Completar palavras utilizando vogais.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP13

• EF12LP18

ORGANIZE-SE

• Computador conectado à internet.

• Projetor de vídeo.

ENCAMINHAMENTO

Após as atividades 9 e 10, de escrita de traçado, sugere-se realizar uma revisão das vogais, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso deles.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 9

CUBRA OS PONTILHADOS E COMPLETE AS PALAVRAS COM AS LETRAS QUE FALTAM. 10

VA RUBU

RUCUM

AS LETRAS QUE VOCÊ ESCREVEU SÃO VOGAIS 24

Para isso, propor outras palavras que façam parte do dia a dia deles (nomes de pessoas da escola, objetos do dia a dia, brinquedos disponíveis na escola, comidas preferidas, entre outras possibilidades). Recomenda-se selecionar, entre essas palavras, aquelas que tenham uma estrutura silábica mais simples, com sílabas formadas por vogal-consoante (VC), ou mesmo com outras estruturas pouco complexas, como consoante-vogal (CV) ou consoante-vogal-consoante (CVC). Isso permite manter o foco na aprendizagem das vogais, sem avançar ainda em sílabas mais complexas. Somente no caso de já serem conhecidas pelos estudantes, é possível usar sílabas mais complexas, como vogal (V), consoante-consoante-vogal (CCV), consoante-vogal-vogal (CVV) e outras.

Escrever na lousa somente as consoantes de diferentes palavras, para que os estudantes preencham oralmente citando as vogais adequadas. É adequado incentivar a participação oral de toda a turma, o que propicia a opção de usar palavras suficientes para todos ou palavras que tenham lacunas de vogais suficientes para que cada um preencha ao menos uma lacuna. Se considerar necessário, pedir aos estudantes, ao final da atividade, que copiem no caderno essas palavras. Assim será possível observar se conseguem inserir as vogais necessárias e se conseguem fazer a leitura da palavra.

ACOMPANHE A LEITURA DA CANÇÃO. DEPOIS, CUBRA OS

PONTILHADOS DAS VOGAIS.

A E I O U

PROCURANDO BEM

EU SEI QUE TEM NO INÍCIO DO AMOR

EU VEJO

PROCURANDO BEM

EU SEI QUE TEM NO PÉ DO CAFÉ

EU VEJO

PROCURANDO BEM

EU SEI QUE TEM NO FIM DO PIAUÍ

EU VEJO

PROCURANDO BEM

EU SEI QUE TEM NAS PONTAS DO OVO

EU VEJO

PROCURANDO BEM

EU SEI QUE TEM NO MEIO DA LUA

EU VEJO

A E I O U. PUBLICADO POR: GRUPO TRIII. 2014. 1 VÍDEO (CA. 5 MIN). DISPONÍVEL EM: https://www.youtube. com/watch?v=IFm3SRDPZ60&list= RDIFm3SRDPZ60&start_radio=1. ACESSO EM: 7 JUN. 2025.

Os sites indicados nesta obra podem apresentar imagens e eventuais textos publicitários junto ao conteúdo de referência, os quais não condizem com o objetivo didático da coleção. Não há controle sobre esses conteúdos, pois eles estão estritamente relacionados ao histórico de pesquisa de cada usuário e à dinâmica dos meios digitais.

pode considerar procedimentos de leitura como a localização de informações explícitas, a inferência, a interpretação das ideias do texto e uma análise posterior dos elementos textuais.

Antes de ler a canção, proposta na atividade 11, recomenda-se exibir para a turma o vídeo Grupo Triii - A E I O U GRUPO Triii - A E I O U. Publicado por: Grupo Triii. 9 out. 2014. 1 vídeo (ca. 5 min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=IFm3SRDPZ60. Acesso em: 6 set. 2025.

Solicitar a eles que ouçam a canção com atenção uma primeira vez. Em seguida, mostrar-lhes maneiras de formar as vogais usando as mãos e os braços. Assistir novamente ao vídeo, chamando a atenção para as letras e explorando os gestos que o grupo faz enquanto canta, incentivando-os a imitar esses gestos durante a música. Espera-se que os estudantes percebam que eles estão imitando as formas das vogais com o corpo.

Na atividade 11, é fundamental trabalhar a compreensão do texto e a compreensão de leitura, para além do trabalho com o conhecimento alfabético e a consciência fonológica e fonêmica. Portanto, é importante explorar o que os estudantes compreenderam com base na leitura. Essa exploração

Para localizar e retirar do texto informações explícitas, solicitar aos estudantes que identifiquem quais palavras são formadas pelas vogais em cada trecho da canção. Espera-se que eles localizem as palavras amor, café, Piauí, ovo e lua. Em seguida, propor de maneira articulada a produção de inferências que fomentem a interpretação das informações do texto. Para isso, trabalhar com perguntas como “O que tem no início do amor?” — de maneira que os estudantes infiram que o verso se refere ao início da palavra, portanto, a vogal a. Fazer o mesmo com as demais vogais. É importante promover uma reflexão para que os estudantes percebam que, nas palavras da letra da canção, há outros elementos textuais que eles talvez não conheçam, como a acentuação gráfica. Nesse momento, recomenda-se trabalhar os sons de maneira comparativa, sem aprofundar questões ortográficas do uso do acento agudo. Para isso, sugere-se explorar os diferentes sons representados pelo acento nessas vogais (E × É e I × Í) em final de palavra, comparando-se a intensidade da pronúncia entre palavras, a exemplo de café e come, café e boné, café e nome, e assim por diante. As palavras listadas aqui são só exemplos e podem ser complementadas conforme a necessidade da turma.

ENCAMINHAMENTO

A atividade 12 fomenta a prática de escrita por meio do uso de riscadores de desenho, como lápis de cor. Recomenda-se observar as habilidades dos estudantes relacionadas a coordenação motora fina, traçado e pintura, verificar se pegam corretamente no lápis, se são capazes de realizar o movimento de pinça com a pega de três pontos e se já definiram a lateralidade no momento de realizar os registros em folha. Na atividade 13, trabalhar com os estudantes a leitura dessas palavras em voz alta, juntando as vogais para formar palavras. Tal proposta promove o desenvolvimento da competência de fluência de leitura oral.

Incentivá-los a formar palavras com as sílabas e trabalhar com eles o significado de cada palavra formada, promovendo o desenvolvimento de vocabulário.

PINTE OS PONTINHOS NA IMAGEM E ENCONTRE AS VOGAIS. 12
COMPLETE OS BALÕES COM AS PALAVRAS A SEGUIR. 13

PALAVRAS EM AÇÃO

LETRAS INICIAIS E FINAIS EM NOMES

CADA NOME TEM UMA PRIMEIRA LETRA (INICIAL) E UMA ÚLTIMA LETRA (FINAL).

ACOMPANHE A LEITURA DESTES NOMES.

FERNANDO

FERNANDA

A) QUANTAS LETRAS CADA NOME TEM?

Oito letras.

B) CONTORNE O GRUPO DE LETRAS QUE SE REPETE NESSES NOMES.

C) A LETRA FINAL DE CADA NOME REPRESENTA SOM: IGUAL. X DIFERENTE.

D) O QUE MARCA A DIFERENÇA ENTRE OS NOMES?

As letras finais O e A.

COMPLETE O NOME DE CADA CRIANÇA COM AS LETRAS A OU O

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

escrita, pois o nome próprio marca a identidade, a história de vida de cada indivíduo e funciona como uma das primeiras formas estáveis dotadas de significado. É valiosa fonte de informações para a criança, possibilitando-lhe a apropriação de vários saberes. Pedir aos estudantes que escrevam o próprio nome em um cartão. Recolher os cartões e redistribuí-los de modo que nenhum estudante receba o cartão com o seu próprio nome. Em seguida, pedir que colem os nomes em um cartaz, que deve ser afixado no mural, com as seguintes colunas: Nomes de meninas e Nomes de meninos

O prisma disponível no Material complementar para escrever o nome e colocar sobre a mesa é um recurso útil para auxiliar as crianças que ainda têm dificuldade de escrever o próprio nome. O professor pode escrever o nome do estudante para que ele copie no cartão nesta atividade e em outras situações. Observar se os estudantes conseguem fazer a leitura e seguir a classificação indicada. Esta atividade abre espaço para a realização da atividade 2.

RENAT O RENAT A

• Identificar letras iguais em palavras diferentes.

• (Re)conhecer nomes que terminam com determinada letra.

• Perceber a diferença que ocorre nos nomes ao trocar a letra final.

• Reconhecer nomes próprios masculinos e femininos pela exploração das letras finais.

• Escrever nomes próprios de maneira espontânea.

• Perceber a letra que falta para completar as palavras.

• Relacionar palavras à imagem e estabelecer ligação entre elas.

• Completar palavras utilizando vogais.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP13

• EF15LP09

ENCAMINHAMENTO

O trabalho com nomes próprios é um instrumento facilitador de aquisição da leitura e da

Esta seção volta-se ao reconhecimento das letras finais dos nomes próprios como indicativas de masculino e feminino. Na atividade 1, ajudar os estudantes a comparar as palavras para que identifiquem a semelhança dos sons da sílaba inicial (Fer) e da sílaba medial (nan) nas palavras Fernando e Fernanda. Em seguida, segmentar esses nomes próprios, de maneira que os estudantes possam perceber a diferença dos fonemas finais. É recomendável, para ampliação da atividade 1c, repetir o procedimento de pronúncia em voz alta de outros nomes, a exemplo dos pares Bruno/Bruna, Carlo/Carla, Danilo/Danila, e assim por diante.

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 3 , é importante apoiar estratégias de leitura que ajudem os estudantes na identificação das letras e dos nomes de pessoas. Recomenda-se fazer um trabalho com consciência fonêmica somente com as vogais. Perguntar, por exemplo, quais desses nomes começam com as mesmas letras e quais deles são nomes de meninas ou de meninos. Pedir em seguida aos estudantes que escrevam o nome de uma colega da turma que termine com a letra A e outro que termine com a letra O. Esta atividade permite que eles trabalhem a escrita de nomes e notem alguma regularidade no uso dessas vogais no final de nomes, ao mesmo tempo em que podem perceber que nem todos os nomes dos colegas terminam com essas letras.

Antes de realizar a atividade 4, chamar a atenção dos estudantes para o fato de que nem todos os nomes próprios masculinos terminam em O, assim como nem todos os nomes femininos terminam em A. Pode-se recorrer ao cartaz produzido com os nomes deles para fazê-los perceber isso, pois é possível que haja estudantes na turma cujos nomes sirvam de exemplo. Manter o painel de nomes do mural da classe é importante para que possam consultá-lo caso não consigam escrever espontaneamente os nomes.

O trabalho de traçado faz parte do desenvolvimento motor e a direção (esquerda para direita) auxilia o estudante a percebê-la na leitura e também na escrita. Sugere-se inserir os nomes dos funcionários da escola no cartaz e, se houver o correspondente no feminino ou no masculino, inseri-los também.

APENAS UMA LETRA DIFERENTE. 3

PINTE DA MESMA COR OS PARES DE NOMES QUE TÊM

CAMILO CAMILA MARCELA EDUARDA

PAULA MARCELO EDUARDO PAULO

Os estudantes devem pintar da mesma cor os pares: Camilo/Camila; Paulo/Paula; Eduardo/Eduarda; Marcelo/Marcela.

• QUAIS SÃO AS LETRAS DIFERENTES EM CADA PAR?

As letras finais A e O.

LIGUE CADA IMAGEM AO SEU NOME. 4 CASA

COLHER PENTE GARFO

CADEIRA ÓCULOS

Fazer uma lista de nomes de animais que os estudantes conhecem que comecem com cada uma das vogais. Explorar o nome de cada animal e as letras que o compõem. A atividade, além de aprofundar a capacidade dos estudantes em relacionar imagens e palavras, propicia um momento lúdico que favorece o desenvolvimento de vocabulário.

Na atividade 5, não é necessário diferenciar os pares de animais entre masculino e feminino.

Na atividade 6, é indicado explorar a imagem em primeiro lugar, levando os estudantes a descobrir os animais que aparecem na cena, relacionando texto e imagem. É importante identificar previamente as ilustrações e somente depois disso solicitar a eles que escrevam as respostas nos campos indicados. Avaliar se algum dos estudantes tem dificuldade em escrever as palavras identificadas.

TROQUE A LETRA FINAL DAS PALAVRAS E DESCUBRA OS NOMES DOS PARES DOS ANIMAIS.

6

CONTORNE OS ANIMAIS ESCONDIDOS NA IMAGEM.

A) ESCOLHA AS LETRAS QUE COMPLETAM OS NOMES DE ALGUNS DOS ANIMAIS QUE VOCÊ CONTORNOU.

A RARA E MA U RSO E LEFANTE

B) QUAIS DESSAS LETRAS VOCÊ NÃO USOU PARA COMPLETAR AS PALAVRAS?

I e O.

14/09/25 15:58

Em seguida, solicitar aos estudantes que completem os nomes desses animais com as vogais. Verificar se algum dos nomes levantados na lista anterior foi utilizado na atividade. A comparação de palavras ajuda o estudante a identificar letras e nomes. Na atividade 6b, retomar o trabalho com as vogais, deixando que os estudantes identifiquem quais letras não foram usadas para completar as palavras. Espera-se que notem que as vogais não usadas foram o I e o O. Se considerar adequado, solicitar a eles que contornem essas vogais na ilustração do item a da atividade.

ATIVIDADES

Para sistematizar o conceito estudado, dividir a turma em pequenos grupos e distribuir cartões, previamente confeccionados, com nomes próprios masculinos que tenham correspondência no feminino. Os cartões devem ser iguais para todos os grupos. Cada grupo escreve no cartão o nome feminino e, depois, compartilha sua versão de escrita com outro grupo. O momento de troca

é importante, pois permite aos estudantes construir e reconstruir sua hipótese de escrita. Distribuir cartões com nomes próprios femininos e seguir o mesmo procedimento.

CONEXÃO

• BUENO, Renata. Nome, sobrenome, apelido. Ilustrações: Mariana Zanetti. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2010. Esse livro conta histórias cheias de pessoas e bichos com seus nomes e apelidos. Além da leitura em conjunto entre familiares e estudantes, o livro também apresenta brincadeiras de desenhar.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Diferenciar símbolos, números e letras.

• Distinguir letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

• Ler e compreender texto do campo da vida cotidiana (calendário).

• Relacionar imagens às palavras correspondentes.

BNCC

• EF01LP01

• EF15LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP20

• EF12LP01

• EF12LP04

ORGANIZE-SE

• Calendários diversos, com diferentes layouts, impressos e digitais.

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar a leitura do texto, perguntar aos estudantes se eles conhecem um calendário e se sabem para que serve. Essa pergunta inicial abre espaço para explorar a função do calendário e seu modo de organização e articula o desenvolvimento das noções de números com os estudantes. Destacar a função social do calendário de organizar o tempo, planejar atividades, marcar datas significativas e orientar rotinas.

Para iniciar as atividades com o calendário, recomenda-se retomar o gênero textual estudado anteriormente, apresentando à turma uma quadrinha sobre os dias de cada mês. Recitar a quadrinha com a turma, apontando os meses no calendário.

REDE DE LEITURA

PÁGINA DE CALENDÁRIO

OBSERVE A IMAGEM. 1

Agosto 2027

Trinta dias tem setembro, abril, junho e novembro, fevereiro vinte e oito tem; se for bissexto mais um lhe deem, e os mais, que sete são, trinta e um todos terão.

[TRINTA dias tem setembro]. [19--]. Quadrinha popular. O elemento central “tempo” permite explorar a intertextualidade entre esses dois gêneros, que pertencem a esferas funcionais diferentes, para introduzir a exploração do novo gênero. Em seguida, pode-se propor uma abordagem interdisciplinar com o componente curricular Matemática realizando uma contagem, com recitação dos números na sequência de 1 a 31, conforme o mês, apontando igualmente os dias no calendário.

Nas atividades 1 e 2, explorar o calendário com os estudantes e verificar se reconhecem os números, as letras e se sabem para que servem. As atividades se sustentam em processos gerais de compreensão de leitura para localizar e retirar informação explícita de textos e para analisar e

Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado

• MARQUE UM NOS ELEMENTOS QUE COMPÕEM ESSA PÁGINA DE CALENDÁRIO.

X NÚMEROS

PESSOAS X PALAVRAS

ILUSTRAÇÕES

Resposta pessoal. 3

4

5

6

PARA QUE SERVEM OS NÚMEROS NA PÁGINA DE UM CALENDÁRIO? 2

MARQUE UM NOS TIPOS DE CALENDÁRIO QUE VOCÊ CONHECE.

CALENDÁRIO DE MESA

CALENDÁRIO DE PAREDE

CALENDÁRIO EM AGENDA

CALENDÁRIO DIGITAL

SUBLINHE O NOME DO MÊS NA PÁGINA DO CALENDÁRIO.

A) COM QUE LETRA COMEÇA ESSE NOME? A

B) QUAL É A ÚLTIMA LETRA DESSE NOME? O

PARA QUE SERVE UM CALENDÁRIO?

Espera-se que os estudantes respondam que um calendário serve para consultar os dias, as semanas e os meses de um ano.

A) NA SUA CASA, TEM UM CALENDÁRIO?

B) SE SIM, ONDE ELE FICA?

Resposta pessoal.

Resposta pessoal.

C) PARA QUE ELE É USADO NA SUA CASA?

Resposta pessoal.

TODOS OS CALENDÁRIOS TÊM A MESMA ORGANIZAÇÃO?

Espera-se que os estudantes respondam que não.

Espera-se que os estudantes respondam que indicam os dias do mês. 31

14/09/25 15:58

avaliar conteúdos e elementos textuais. Recomenda-se explorar esses processos considerando os conhecimentos prévios dos estudantes e suas hipóteses sobre a escrita, a fim de verificar se compreendem outras formas gráficas, como letras de abreviaturas, desenhos, números e símbolos. Na atividade 3, observar se todos conseguem identificar as letras sem dificuldade e auxiliar, se necessário. As demais atividades da página devem ser desenvolvidas oralmente. Se julgar necessário, peça que, depois, escrevam as respostas no caderno.

A atividade 4 pode ser desenvolvida com apoio da família. Solicitar aos estudantes que conversem com os familiares e verifiquem se na casa há um calendário. Em caso positivo, perguntar onde ele fica e para que as pessoas da casa utilizam esse calendário. Pode-se solicitar aos estudantes que, com apoio de um familiar ou responsável, registrem as respostas dessas questões em uma folha de papel (ou fotografem, se houver essa possibilidade) para compartilhar com os colegas.

Na atividade 5, providenciar antecipadamente alguns calendários com diferentes apresentações para explorar os elementos com os estudantes. Recomenda-se explorar também calendários digitais,

como os de computador e/ou de dispositivos móveis. O ideal é comparar o mesmo mês no calendário impresso, que é reproduzido na seção, e o digital. Caso não seja possível utilizar essas tecnologias em sala de aula, podem apresentar reproduções impressas das telas desses dispositivos aos estudantes. Se houver um computador ou outro dispositivo móvel disponível para usar em sala de aula, compartilhar com a turma as formas de composição do calendário. Há sites que registram calendários do ano, indicando datas comemorativas e feriados, para ver na tela ou para baixar e imprimir. Na atividade 6, auxiliar os estudantes a concluir que os números do calendário indicam os dias do mês. Explorar também os nomes dos dias da semana, que, em alguns calendários, podem aparecer abreviados.

ATIVIDADES

É possível ampliar o repertório dos estudantes propondo a construção de um calendário interativo registrarem as atividades escolares da semana ou as atividades pessoais feitas em dias específicos — tarefas extraclasse, como cursos, práticas esportivas e brincadeiras, e atividades familiares, como dias de visitas a parentes, dias de arrumação do quarto ou visitas ao dentista, por exemplo. Nesse sentido, sugerir aos estudantes que pesquisem um calendário, com apoio de um adulto. Nesse calendário, é importante manter a visualização do mês atual, em que os estudantes devem registrar tanto atividades já realizadas anteriormente quanto compromissos que ainda serão realizados futuramente no mesmo mês. O apoio da família na realização da atividade é fundamental.

Essa proposta pode ser compartilhada entre os estudantes.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender, com a ajuda do professor e dos colegas, texto do campo da vida cotidiana (quadrinha).

• Estabelecer expectativas com relação ao texto a ser lido com base nos conhecimentos que já têm.

• Expressar-se em situação de intercâmbio oral.

• Relacionar quadrinha e imagem para antecipar o conteúdo temático do texto.

• Reconhecer um nome próprio na imagem que acompanha a quadrinha.

• Reconhecer e apreciar nomes próprios como construção da identidade.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Escrever espontaneamente o nome.

• Identificar o número de letras das palavras.

• Identificar as letras inicial e final de um nome.

• Identificar letras iguais por comparação com as que formam os nomes dos colegas.

• Identificar a função social das quadrinhas.

• Recitar texto de memória.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF12LP01

• EF12LP02

• EF12LP04

• EF12LP07

• EF12LP18

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP09

ENCAMINHAMENTO

Antes de proceder à leitura da quadrinha, pedir aos estudantes que façam uma leitura dos elementos paratextuais (as imagens, o título da quadrinha, a fonte do texto, entre outras possibilidades) e expliquem o que compreenderam. Espera-se que eles observem que, ao lado da imagem, há

LEITURA 2

ACOMPANHE A LEITURA DA QUADRINHA.

ESCREVI TEU LINDO NOME NA PALMA DA MINHA MÃO.

PASSOU UM PASSARINHO E DISSE: — ESCREVE EM TEU CORAÇÃO.

[ESCREVI TEU LINDO NOME]. [S L.: S N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

uma página com uma atividade. Recomenda-se explorar a imagem e relacioná-la com o texto. Esse é um bom momento para pedir aos estudantes que explicitem suas expectativas com relação ao texto e às atividades das páginas.

Pedir aos estudantes que acompanhem a leitura com atenção. Proceder, em seguida, com uma leitura expressiva da quadrinha. Ler a quadrinha em voz alta, enfatizando a entonação e a rima. A ideia é levar a turma a reconhecer a sonoridade e o jogo de palavras da quadrinha. Durante a leitura, observar se os estudantes acompanham o texto ou se fazem comentários, demonstrando o reconhecimento de letras e/ou palavras. Se considerar adequado, após a primeira leitura em voz alta, solicitar a eles que leiam junto e repitam em voz alta praticando a pronúncia e trabalhando a fluência em leitura oral.

Incentivar a participação de todos e pedir que justifiquem por que acham bonito o nome preferido/escolhido. Aproveitar a oportunidade para orientar os estudantes a se expressar com clareza, tom de voz audível, atentos para que possam ser compreendidos pelos colegas.

CUBRA

2

DE QUE NOME VOCÊ MAIS

GOSTA?

• AGORA, ESCREVA, COMO SOUBER, O NOME DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA NA PALMA DA MÃO DA ATIVIDADE 1

Resposta pessoal. Resposta pessoal.

33

A atividade 1 trabalha com a fase de transição da educação infantil para o ensino fundamental de uma forma mais lúdica, embora cobrir o tracejado tenha como objetivo proporcionar um momento para o desenvolvimento motor. É importante que o estudante consiga seguir o pontilhado e fazer o traçado e, aos poucos, possa fazer os traçados sozinho. Atividades como as de cobrir tracejados e pontilhados e as de desenhar permitem não apenas a observação da imagem e a expressão das percepções da leitura de imagem, como também o desenvolvimento da coordenação motora fina dos estudantes. Observar como os estudantes seguram o lápis. Se necessário, mostrar-lhes a maneira correta de segurar, com a pega de três pontos, para que possam cobrir as linhas tracejadas mais facilmente.

representados por elas o estudante já conhece e escreve, além de mostrar quais ainda precisam ser desenvolvidos/ trabalhados. Recomenda-se solicitar a eles que expliquem o que escreveram, caso seja necessário averiguar o que pensaram ao escrever.

Atividades de escrita espontânea, em que o estudante escreve como souber, são fundamentais no início do processo de alfabetização.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• ROCHA, Ruth. Canções, parlendas, quadrinhas, para crianças novinhas

São Paulo: Salamandra, 2013.

Essa obra trabalha a oralidade dos estudantes por meio de canções, parlendas e quadrinhas. É ideal para as famílias incentivarem a leitura das crianças.

• BELINKY, Tatiana. Limeriques das coisas boas São Paulo: Formato, 2014. Além das quadrinhas, pode-se praticar a leitura usando limeriques, um tipo de poema curto de estrutura fixa. Esse livro trata das coisas boas da vida: amigos, amor, natureza, frutas, comidas gostosas e brinquedos.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

14/09/25 15:58

A atividade 2 foca a prática da escrita, solicitando aos estudantes que escrevam um nome que não é o deles e, desse modo, coloquem em prática o que aprenderam sobre criação/escrita de palavras. A escrita de palavras, neste momento, fornece dados para o professor sobre a fase de desenvolvimento do estudante. Por meio da escrita espontânea, podem observar quais letras e sons

• NÓBREGA, Maria José Nóbrega; PAMPLONA, Rosane. Diga um verso bem bonito! São Paulo: Moderna, 2005.

ENCAMINHAMENTO

Realizar novamente a leitura da quadrinha da seção Leitura 2 , estimulando os estudantes a recitar o texto coletivamente. Dessa forma, eles podem retomar o texto para realizar as atividades. Se achar pertinente, pode-se escrever a quadrinha na lousa enquanto os estudantes recitam.

A atividade 3 deve ser desenvolvida oralmente. Ela propicia a identificação da função social do gênero textual quadrinha. Ouvir as hipóteses dos estudantes e levá-los a perceber que a quadrinha é um poema composto de apenas quatro linhas (versos). Além disso, comentar que muitas quadrinhas, assim como a que leram aqui, expressam sentimentos e emoções.

Na atividade 3b , se considerar adequado, comentar que muitas quadrinhas são direcionadas a crianças porque elas se sustentam em uma estrutura mais simples, de fácil leitura, especialmente por quem está em fase de alfabetização ou está recém-alfabetizado, além de serem muito comuns em brincadeiras infantis; contudo, é possível que as quadrinhas sejam apreciadas por pessoas de qualquer idade, seja como brincadeira, seja como provérbios da cultura popular.

A atividade 3c pode ser ampliada com brincadeiras que usam quadrinhas para marcar o ritmo e o tom. Para isso, podem selecionar quadrinhas para brincar com os estudantes. O artigo indicado na seção Conexão pode servir como fonte de algumas quadrinhas e aprofundar os aspectos pedagógicos do trabalho com quadrinhas em sala de aula.

3

O TEXTO LIDO PELO PROFESSOR É UMA QUADRINHA.

A) POR QUE ELE É CHAMADO ASSIM?

B) A QUEM SÃO DIRIGIDAS AS QUADRINHAS?

Porque é um poema composto de apenas quatro linhas (versos). As quadrinhas são dirigidas, geralmente, às crianças.

C) EM QUE SITUAÇÕES ELAS SÃO RECITADAS?

Geralmente, as quadrinhas são recitadas em jogos e brincadeiras.

4

ACOMPANHE NOVAMENTE A LEITURA DA QUADRINHA.

ESCREVI TEU LINDO NOME

NA PALMA DA MINHA MÃO.

PASSOU UM PASSARINHO E DISSE:

— ESCREVE EM TEU CORAÇÃO.

[ESCREVI TEU LINDO NOME]. [S. L.: S. N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

A) CONTORNE NA QUADRINHA AS PALAVRAS QUE RIMAM.

B) MEMORIZE A QUADRINHA.

C) RECITE A QUADRINHA PARA UM COLEGA.

5

COPIE DA PÁGINA 32 O NOME QUE O MENINO ESCREVEU NA MÃO.

Maria.

A) QUANTAS LETRAS FORMAM ESSE NOME? 5

B) ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DESSE NOME. M

C) ESCREVA A ÚLTIMA LETRA DESSE NOME. A

D) ESCREVA OUTRO NOME COM A MESMA QUANTIDADE DE LETRAS.

Resposta pessoal.

Antes de realizar a atividade 5, explorar com os estudantes a compreensão do texto. Perguntar a eles: o que o menino escreveu na palma da mão é o nome de uma pessoa, de um objeto ou de um lugar? Orientá-los a relacionar o texto à ilustração, para descobrir que se trata do nome de uma pessoa. Explicar que pessoas, objetos e lugares têm nome e que Maria é o nome de uma pessoa. Em seguida, perguntar a eles: o que o passarinho disse ao menino? Espera-se que os estudantes respondam que o passarinho sugeriu ao menino que escrevesse o nome no coração.

Sondar com a turma qual é a interpretação da expressão “escrever no coração”. Espera-se que eles compreendam o sentimento de afeto, carinho ou amor de quem escreve no coração o nome de uma pessoa de quem gosta.

A atividade 4 permite explorar a sonoridade das palavras e, informalmente, levar os estudantes a identificar as rimas, o ritmo e o efeito de sentido que esses recursos oferecem à quadrinha. Se considerar adequado, a proposta da seção + Atividades permite ampliar o trabalho com as rimas.

ESCREVA UM NOME QUE VOCÊ CONHECE QUE COMECE

COM A LETRA M

Resposta pessoal.

• QUANTAS LETRAS TEM ESSE NOME?

Resposta pessoal.

AGORA, ESCREVA, COMO SOUBER, O SEU NOME.

Resposta pessoal.

• PINTE NO TREM A QUANTIDADE DE VAGÕES QUE

REPRESENTA A QUANTIDADE DE LETRAS DO SEU NOME.

Resposta pessoal.

PROCURE NO MURAL DA CLASSE UM NOME QUE COMECE

COM A MESMA LETRA DO SEU NOME E ESCREVA O NOME QUE VOCÊ ENCONTROU.

Resposta pessoal.

14/09/25 15:58

No encaminhamento da atividade 6, aproveitar para verificar se os estudantes usam letras/ grafemas que representam os nomes que escreveram espontaneamente. Recomenda-se trabalhar com a consciência de que as letras representam sons.

Ao propor a contagem de letras, a atividade 7 desenvolve noções de quantidade. Disponibilizar e incentivar o uso do alfabeto móvel para apoiar a realização dessas atividades de escrita, caso haja na turma crianças com atraso no processo de alfabetização ou deficiência intelectual.

Para um trabalho incipiente com o fonema, recomenda-se ampliar a atividade 8 explorando oralmente outros nomes que comecem com o mesmo som — entre nomes de estudantes da turma ou nomes de pessoas conhecidas deles. Essa exploração abre espaço para o trabalho nesta atividade. Nela, orientar os estudantes a buscar um nome com M no mural da classe. Se não houver, peça-lhes que citem nomes com M que conheçam.

ATIVIDADES

Formar duplas de estudantes e entregar, a cada dupla, cartões com palavras que tenham as mesmas sílabas finais ou palavras que rimem. Recomenda-se construir previamente uma lista e imprimi-la em cartões.

Determinar um tempo para que agrupem as palavras que rimam. Ganha o jogo a dupla que conseguir encontrar o maior número de rimas no tempo estabelecido.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• CESTARI, Wildman dos Santos. O gênero discursivo quadra popular: subsídios para leitura e escrita na escola. Entretextos, v. 15, n. 2, 2015. Disponível em: www.uel. br/revistas/uel/index. php/entretextos/article/ view/20833/19526. Acesso em: 12 ago. 2025.

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP11

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, recomenda-se ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica. Solicitar a eles que, após a leitura do professor, repitam esse nome, a fim de praticarem a pronúncia.

Explicar que o nome da letra é eme e que o som que ela representa é /m/. O mesmo será feito com as demais letras, sempre priorizando a realização dominante de cada uma delas nesse 1 o ano. Enfatizar o som que a letra representa ao pronunciá-la (é possível alongar: “mmmmmm”). É importante chamar a atenção dos estudantes para o fato de que o nome da letra não corresponde ao som que ela representa — ao contrário do que ocorreu com as vogais, estudadas anteriormente nesta unidade.

Se considerar interessante, é possível praticar o traçado da letra no ar ou em outros suportes para além do livro,

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA M

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

ACOMPANHE A LEITURA DO POEMA.

QUINTANA, MARIO. O BATALHÃO DAS LETRAS ILUSTRAÇÕES: MARILIA PIRILLO. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2019. P. 20. 2

COM M SE ESCREVE MÃO. E AGORA VÊ QUE ENGRAÇADO: NA PALMA DA TUA MÃO TENS UM M DESENHADO!

A) CONTORNE A LETRA M TODAS AS VEZES QUE ELA APARECE NO POEMA.

B) QUAL PALAVRA SE REPETE NO POEMA?

MÃO.

como folhas de papel, e outras superfícies, como areia, para fomentar o desenvolvimento da coordenação motora fina.

Antes da realização da atividade 1, retomar o traçado da letra M e pedir aos estudantes que observem as diferentes formas. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra de imprensa maiúscula e minúscula e letra cursiva (maiúscula e minúscula). É possível levantar hipóteses sobre o uso das letras maiúsculas e minúsculas e onde podemos encontrar a letra de imprensa e a letra cursiva.

CONTORNE OS ANIMAIS QUE TÊM NOMES QUE COMEÇAM

COM A LETRA M

COMPLETE AS PALAVRAS COM AS LETRAS QUE FALTAM.

THANUNSAK/SHUTTERSTOCK.COM

14/09/25 15:58

Na atividade 2, perguntar aos estudantes quais palavras eles conseguem ler e/ou reconhecer no texto. Chamar atenção também para o ão ao final da palavra mão e pedir que falem outras palavras que tenham esse som.

Na atividade 3, pedir aos estudantes que falem os nomes de cada animal e percebam o som da letra M inicial — mosca e minhoca — comparando-a com os outros nomes: baleia, coruja e ema.

Na atividade 4, se considerar adequado, é possível pedir aos estudantes que falem em voz alta, um de cada vez, outra palavra iniciada pela letra M, para além das palavras trabalhadas — médico, margarida, mola, meia. É relevante considerar apenas palavras em que não há relações complexas grafema-fonema, por exemplo, maçã, mãe, mapa, maré, medo, menina, mentira, mês, moça, moda, mora, mundo, muro, entre outras. Ao organizar a produção de listas, recomenda-se deixá-las visíveis e acessíveis aos estudantes, seja na lousa, seja em mural da sala de aula, a fim de desenvolver o vocabulário deles.

PARA OS ESTUDANTES

• QUINTANA, Mario. O batalhão das letras São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2019. Esse é o primeiro livro que o poeta Mario Quintana escreveu para o público infantil. Os poemas perpassam todo o alfabeto, envolvendo em poesia trabalhos tanto com as formas das letras quanto com seus sons. Por ser uma obra ilustrada, é interessante sugeri-la para um momento de leitura em casa, em que um adulto leia de maneira expressiva os textos para os estudantes.

baleia ema
coruja
mosca
minhoca
A) M ÉDIC O
B) M ARGARID A
C) M OL A
D) M EI A

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer nomes de pessoas e nomes de objetos.

• Relacionar imagens às palavras correspondentes.

• Reconhecer palavras iniciadas com a mesma letra.

• Identificar o número de letras das palavras.

• Reconhecer a função dos nomes.

• Identificar fonemas e a representação deles por letras.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF15LP09

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades, recomenda-se propor estratégias de leitura que ajudem os estudantes na identificação das letras e dos nomes de pessoas que aparecem na atividade 1 Perguntar, por exemplo, quais desses nomes começam com a mesma letra, quais deles são nomes de meninas e quais são nomes de meninos. Na atividade 1b, explorar oralmente a letra inicial em comum das palavras.

Na atividade 1, recomenda-se contar o número de letras com os estudantes.

A atividade 2 pode ser feita individualmente e servir como sondagem para o professor verificar se os estudantes conseguem relacionar as imagens às palavras. Perguntar a eles como chegaram às respostas.

PALAVRAS EM AÇÃO

NOMES · PALAVRAS TERMINADAS EM ÃO

ACOMPANHE A LEITURA. 1

MARINA MELINA MICAEL

MÔNICA MURILO

A) ESSAS PALAVRAS INDICAM: NOMES DE OBJETOS. X NOMES DE PESSOAS.

B) CONTORNE A LETRA INICIAL NOS NOMES.

C) PINTE A LETRA QUE VEM DEPOIS DE M EM CADA NOME.

Os estudantes devem pintar as letras A, E, I, O, U que sucedem a letra M nesses nomes. 2

LIGUE AS IMAGENS AOS NOMES CORRESPONDENTES.

Na atividade 3, chamar a atenção para as palavras e a terminação ÃO e mostrar que há um sinal gráfico no A, que transforma o som da vogal em um som nasal. Destacar que, neste caso, temos à + O para formar ÃO. Se considerar produtivo, pedir aos estudantes que tentem pronunciar as mesmas palavras tapando o nariz, a fim de que notem o fluxo nasal do ar para produzir esse som.

É possível expandir as atividades 2 e 3 ao relacionar imagens e palavras que as representam. Para isso, selecionar outras imagens de alimentos, de animais ou de objetos e preparar grupos de cartões com elas e com as palavras que as representam.

OBSERVE AS IMAGENS. DEPOIS, LEIA AS PALAVRAS EM VOZ ALTA. 3

A) LEÃO

C) PÃO

E) MAMÃO

B) MACARRÃO

D) LIMÃO

F) TUBARÃO

• CONTORNE DE AZUL OS NOMES DE ALIMENTOS.

Os estudantes devem contornar de azul macarrão, pão, limão e mamão

• CONTORNE DE AMARELO OS NOMES DE ANIMAIS.

Os estudantes devem contornar de amarelo leão e tubarão

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: João, Sebastião, Conceição. 4

ESCREVA UM NOME DE PESSOA QUE TERMINE COM ÃO

VOCÊ REPAROU QUE TUDO TEM NOME?

O NOME SERVE PARA INDICAR PESSOAS, ANIMAIS, OBJETOS, LUGARES OU ALIMENTOS.

14/09/25 15:58

Organizar os estudantes em grupos e distribuir os cartões para que cada grupo localize as imagens apontadas. Espera-se que os estudantes possam relacionar imagem e palavra, prestando atenção no som que produzem ao pronunciar essas palavras. Em seguida, o nome de cada objeto pode ser afixado ao lado dele.

Após a identificação, perguntar se todas essas palavras têm (ou não) a mesma terminação em ÃO. Espera-se que percebam as diferenças nas terminações das palavras. Além disso, é possível explorar os diversos nomes que fazem parte do universo dos estudantes — como nomes de objetos do cotidiano ou de familiares, pessoas da escola, ruas, cidades, animais, flores, alimentos, brinquedos e assim por diante.

Na atividade 4, explorar oralmente os nomes escritos pelos estudantes.

ATIVIDADES

Propor à turma o jogo Stop ou adedanha. Um estudante é designado para começar a recitar o alfabeto mentalmente e outro é designado para falar pare/stop. Ao falar stop, o estudante que estava recitando deve dizer a letra em que parou na récita e os demais devem falar palavras que iniciem com essa letra. Recomenda-se determinar um universo semântico: objetos, animais, comidas, cores, flores e assim por diante. Pode ser interessante anotar na lousa os nomes citados por eles.

Após algumas rodadas, propor que continuem a brincadeira no pátio, determinando novas regras: se o professor falar uma palavra com determinada letra, os estudantes devem dar um passo para a frente até chegar à outra “ponta” do pátio. O estudante que não conseguir identificar a letra inicial das palavras deve andar para trás. Vence quem chegar primeiro ao outro lado do pátio. Para que a brincadeira fique mais interessante, selecionar palavras que proporcionem um momento de reflexão ao estudante para verificar a letra inicial.

Uma forma de adaptar a brincadeira para crianças com defasagem no processo de alfabetização ou deficiência intelectual é determinar as letras previamente (dizer a letra para o grupo) e levar imagens/figuras para que essas crianças também consigam participar.

• Desenvolver a coordenação motora fina e a lateralidade por meio do controle do movimento gráfico, respeitando o sentido convencional do traçado.

• Memorizar o percurso gráfico de cada letra (sequência de traços), fortalecendo a memória visual e motora.

• Estabelecer relações entre som e letra, ao nomear as letras.

• Reconhecer letras em contexto de palavra, aplicando o conhecimento prévio do traçado e da forma gráfica.

• Compreender que as letras formam palavras com significado.

• Desenvolver atenção, concentração e planejamento motor, ao seguir instruções visuais e espaciais para completar a escrita.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP10

• EF01LP11

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA A . 1

TRACE A LETRA E . 2

E E E E E E E E E E E A A A A A A A A A A A

14/09/25 15:58

É importante acompanhar o traçado individualmente, verbalizando os movimentos (“começa em cima, desce, volta para cima...”). Recomenda-se a utilização de recursos multissensoriais (areia, giz, letras em relevo, alfabeto móvel disponível no Material complementar) para reforçar a aprendizagem.

Nas atividades 1 a 6 , incentivar a repetição do traçado com atenção, valorizando o esforço e o progresso de cada estudante.

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 7 , antes da escrita, explorar oralmente as imagens e os nomes de cada elemento representado com a turma. Perguntar: “Qual é o primeiro som dessa palavra? Que letra representa esse som?”. Reforçar a leitura após a escrita, promovendo a leitura com compreensão, ainda que em palavras isoladas.

ATIVIDADES

Se possível, preparar um “alfabeto de lixa” para as crianças utilizarem antes de iniciar o traçado das letras. Cortar as letras em folhas de lixa (encontradas em casas de material de construção) e colá-las em um cartão. Utilizar uma cor de cartão para as consoantes e outra cor de cartão para as vogais.

Indicar com setas, em cada cartão, o sentido da letra correspondente.

Pedir aos estudantes que passem o dedo indicador em cada letra, seguindo o sentido mostrado pelas setas. Em seguida, solicitar que procedam da mesma forma usando o dedo indicador e o médio juntos. Depois, os estudantes podem fazer a atividade com os olhos fechados. Perguntar o que sentem ao fazer isso.

Organizar a turma em círculo e distribuir massinha de modelar ou argila (se tiver à disposição). Pedir aos estudantes que moldem determinada letra com ela. Mostrar, em um cartão, qual é a letra. Depois, variar as letras, utilizando as letras iniciais dos nomes de cada estudante.

É possível, também, organizar uma caixa sensorial. Pode-se utilizar uma bandeja, uma forma de bolo ou uma tampa de caixa. Coloca-se nela areia, fubá, amido de milho ou farinha (o que tiver) e pede-se ao estudante que faça ali, com o dedo indicador ou com o indicador e o médio, o traçado da letra indicada em um cartão para que todos vejam.

TRACE A LETRA U . 5

TRACE A LETRA M 6

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

LEFANTE LHA RELHA NIFORME

ILHO

43

14/09/25 15:59

PARA O PROFESSOR

• RIBEIRO, Rosana Mendes; SILVEIRA, Thais Gomes Braga da (org.). Meu aluno precisa de adaptação curricular: e agora? Belo Horizonte: Artesã, 2024.

• Reconhecer características do gênero quadrinha e identificar as rimas nos versos.

• Recitar a quadrinha observando a entonação e as rimas dos versos.

• (Re)conhecer quadrinha e completá-la com as palavras que faltam.

• Planejar e produzir, com a ajuda do professor, uma quadrinha por meio de decalque (criação de novas rimas).

• Reler, revisar e editar, com a ajuda do professor e dos colegas, o texto produzido.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP13

• EF01LP16

• EF01LP18

• EF01LP19

• EF12LP04

• EF12LP05

• EF12LP07

• EF15LP03

• EF15LP05

ENCAMINHAMENTO

Relembrar as quadrinhas trabalhadas na unidade, recitando-as com a turma. Selecionar previamente outras quadrinhas e disponibilizá-las aos estudantes.

Antes do início da atividade 1, recitar a quadrinha e convidar os estudantes a repeti-la coletivamente até memorizá-la. Observar se conseguem localizar a palavra solicitada no primeiro verso com o apoio da imagem. Usar a mesma estratégia para a identificação das demais palavras. Ressaltar que o recurso de iniciar cada verso com a palavra com ajuda a manter o ritmo da quadrinha. Solicitar aos estudantes que escrevam as palavras que usaram para completar a quadrinha. Espera-se que eles escrevam as palavras amor, paixão, Maria e

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE QUADRINHA

1 COMPLETE OS VERSOS DA QUADRINHA COM AS PALAVRAS A SEGUIR.

AMOR CORAÇÃO MARIA PAIXÃO

COM A ESCREVO AMOR

COM P ESCREVO PAIXÃO

COM M ESCREVO MARIA

MARIA DO MEU CORAÇÃO [COM A ESCREVO AMOR]. [S L.: S N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

A) QUAL É O TEMA DESSA QUADRINHA?

1. a) Espera-se que os estudantes respondam que o tema é a expressão de um sentimento amoroso.

B) ESSE TEXTO É CHAMADO DE QUADRINHA PORQUE TEM: TRÊS VERSOS.

CINCO VERSOS.

X QUATRO VERSOS.

C) CONTORNE NA QUADRINHA AS PALAVRAS QUE RIMAM.

coração. Os estudantes devem perceber que a palavra que completa cada verso é indicada pela inicial citada no próprio verso. Além disso, as palavras que rimam precisam aproximar-se das que terminam com sons parecidos. Para que as identifiquem, além de ler a quadrinha escrita, recomenda-se pedir que falem em voz alta as palavras.

No último verso, os estudantes devem observar a rima formada, retomando as características do gênero. Explorar o significado das palavras do quadro e verificar se os estudantes conhecem todas. Evidenciar a eles que a palavra escolhida deve rimar com paixão e evidenciar um sentimento amoroso.

Ao concluir a atividade, pedir aos estudantes que fechem o livro e escrevam a quadrinha em uma folha avulsa. O texto escrito servirá como sondagem e verificação das hipóteses de escrita de cada estudante. Essa sondagem é fundamental para o planejamento de novas atividades.

Ao propor a atividade 2, explicar aos estudantes que esse é o momento de planejar o texto que vão produzir e orientá-los quanto à expressão de sentimentos que faz parte da escrita de

2 AGORA VOCÊ VAI ESCREVER UMA NOVA QUADRINHA.

Produção pessoal.

A) PLANEJE O SEU TEXTO COM A AJUDA DO PROFESSOR.

B) COMPLETE O SEGUNDO VERSO COM UMA DAS PALAVRAS A SEGUIR.

AFETO EMOÇÃO AFEIÇÃO AMIZADE DEDICAÇÃO

ATENÇ ÃO

A PALAVRA ESCOLHIDA DEVE RIMAR COM CORAÇÃO

C) AGORA, COMPLETE O TERCEIRO E O QUARTO VERSOS COM A PRIMEIRA LETRA DO NOME E O NOME DE ALGUÉM DA SUA FAMÍLIA. Resposta pessoal.

ATENÇ ÃO

NO SEGUNDO E NO TERCEIRO VERSOS, ESCREVA TAMBÉM A PRIMEIRA LETRA DE CADA PALAVRA ESCOLHIDA.

COM A ESCREVO AMOR.

COM E/A/D ESCREVO emoção/afeição/dedicação

COM ESCREVO

DO MEU CORAÇÃO.

3 RELEIA E REVISE A QUADRINHA COM A AJUDA DO PROFESSOR.

as atividades que mostrem avanços na escrita (mudança da escrita aleatória para a silábica, por exemplo); produções significativas (uma história inventada, um bilhete para a família); atividades que envolvem reflexão sobre a escrita etc. O portfólio é uma ferramenta poderosa para observar o progresso de cada estudante, planejar intervenções, comunicar-se com a família (durante reuniões, mostrar o portfólio para demonstrar os avanços) e também para autoavaliação da prática docente.

ATIVIDADES

4 ESCREVA A QUADRINHA EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA.

5 ILUSTRE A QUADRINHA.

Produção pessoal.

• DEPOIS, ENTREGUE A QUADRINHA AO FAMILIAR QUE VOCÊ ESCOLHEU.

14/09/25 15:59

quadrinhas. Ao final desta atividade, compartilhar as quadrinhas criadas pelos estudantes, pedindo a cada um que leia em voz alta sua produção.

Na atividade 3, ajudar os estudantes a reler e revisar o texto corrigindo o que for necessário. Também é importante verificar se compuseram uma rima de acordo com a proposta. Indicar aos estudantes as alterações a serem feitas e propor que editem o próprio texto, passando-o a limpo em folha avulsa, conforme indicado na atividade 4. Ao final, solicitar aos estudantes que ilustrem a quadrinha nessa mesma folha.

Ao término da atividade, pode-se inaugurar o portfólio individual dos estudantes com a quadrinha ilustrada e datada pelo professor. O portfólio é um importante recurso no processo de alfabetização. Trata-se de uma pasta individual onde se reúnem as produções escritas realizadas em folhas avulsas ao longo de um período (bimestre, trimestre ou semestre). Ele não tem o objetivo de guardar apenas as “melhores” produções, mas sim de mostrar a trajetória de aprendizagem de cada criança: seus avanços, estratégias, dúvidas e conquistas. É recomendável guardar

Propor aos estudantes que pesquisem quadrinhas na biblioteca da escola ou peçam aos familiares ou responsáveis que lhes ensinem alguns versos. Nesse caso, podem memorizar a quadrinha ou escrevê-la em uma folha avulsa, com a ajuda de um adulto. Sugerir que recitem as quadrinhas que aprenderam. Aproveitar o momento para trabalhar informalmente as rimas, pedindo aos estudantes que observem as letras finais e reconheçam aquelas que são iguais.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• BELINKY, Tatiana. Quadrinhas. Ilustrações: Yara Kono. São Paulo: Editora 34, 2014.

• OLIVEIRA, Rafael Soares. Pé de cobra, asa de sapo. São Paulo: Ática, 2011.

• MEIRELLES, Beatriz. Por favor...: aprendendo sobre boas maneiras. São Paulo: Scipione, 2006. Esse livro de quadrinhas trata de valores e de expressões de boas maneiras, que são “palavras que abrem portas”, como “bom dia”, “como vai?”, “desculpe”, “obrigado”.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Recitar uma quadrinha adequando postura e entonação.

• Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos).

• Avaliar a própria apresentação seguindo critérios estabelecidos.

• Escutar com atenção e respeito as apresentações dos colegas.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP05

• EF01LP16

• EF01LP18

• EF01LP19

• EF12LP02

• EF12LP03

• EF12LP05

• EF12LP07

• EF15LP05

• EF15LP12

• EF15LP13

ORGANIZE-SE

• Câmera filmadora ou dispositivo móvel com câmera.

ENCAMINHAMENTO

Perguntar aos estudantes o que é um sarau. Depois de ouvir as hipóteses dos estudantes, explicar que sarau é uma reunião festiva em que as pessoas ouvem músicas, cantam e declamam poemas. É importante agendar com a turma uma data para realização do sarau.

Para a realização da atividade desta seção, orientar os estudantes a escolher uma quadrinha — pode ser alguma presente no mural da turma, lida nesta unidade, que tenham pesquisado ou que conheçam e queiram recitar.

A recitação de quadrinhas possibilita o desenvolvimento de capacidades orais, uma vez que mobiliza a entonação e a musicalidade próprias do gênero. Também permite o resgate de elementos da cultura popular.

Incentivar os estudantes a realizar uma leitura e ajustar a entonação enquanto ensaiam a quadrinha. Se necessário,

ORALIDADE EM AÇÃO

SARAU DE QUADRINHAS

VAMOS FAZER UM SARAU?

VOCÊ VAI RECITAR UMA QUADRINHA PARA OS COLEGAS. REPITA SUA QUADRINHA VÁRIAS VEZES, ATÉ SABER DE COR. DURANTE A APRESENTAÇÃO:

PRONUNCIE

BEM AS PALAVRAS.

OLHE PARA AS PESSOAS QUE ESTÃO ASSISTINDO AO SARAU.

FIQUE LIGADO

USE UM TOM DE VOZ QUE TODOS CONSIGAM OUVIR.

FAÇA GESTOS E DEMONSTRE EMOÇÃO. DEPOIS DE RECITAR, AGRADEÇA A ATENÇÃO.

• ROMERO, SÍLVIO. QUADRINHAS BRASILEIRAS. SÃO PAULO: SCIPIONE, 2019. NESSE LIVRO, VOCÊ VAI ENCONTRAR QUADRINHAS POPULARES DE DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL.

fazer uma leitura em voz alta mostrando a eles como modelar o tom de voz e a entonação. Ressaltar a importância de saber de memória a quadrinha que vão recitar no sarau.

Esta atividade desenvolve a fluência em leitura oral, que depende da repetição de uma prática de leitura em voz alta. A fluência fomenta o desenvolvimento da velocidade, da precisão e da prosódia da leitura.

Orientar os estudantes a treinar a leitura, enfatizando a necessidade de que a apresentação tenha ritmo e tom de voz audíveis e boa articulação das palavras. Mostrar-lhes que é importante dar atenção às pausas, às entonações, ao ritmo da leitura, à facilidade de compreensão do texto falado. Salientar que, nesta atividade, eles devem recitar as quadrinhas de modo mais formal, diferentemente da leitura/recitação espontânea realizada durante as brincadeiras. Utilizar a câmera para que eles possam se ver e ouvir recitando e, assim, aprimorar e corrigir detalhes, como postura, dicção e entonação.

IDEIA PUXA IDEIA

ORIGEM DO NOME E DO SOBRENOME

A AUTORA MAÍSA ZAKZUK CONTA COMO SEU NOME FOI ESCOLHIDO. ACOMPANHE A LEITURA DO PROFESSOR.

POR QUE ME CHAMO ASSIM?

GABRIEL? PEDRO? MARIANA? VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU QUEM

ESCOLHEU O SEU NOME E POR QUÊ? [...]

A MINHA MÃE, PROFESSORA DE MÚSICA, ESCOLHEU O MEU NOME POR CAUSA DE UMA CANTORA DE QUEM ELA GOSTAVA MUITO.

ZAKZUK, MAÍSA. A ÁRVORE DA FAMÍLIA. SÃO PAULO: PANDA BOOKS, 2007. P. 16.

PESQUISE QUEM ESCOLHEU SEU NOME E DESCUBRA POR QUE VOCÊ TEM ESSE NOME.

Respostas pessoais.

do nome ajuda a criança a construir sua identidade, seus costumes e valores e se perceber como um ser integrado à família e à sociedade. É importante dar oportunidade aos estudantes de falarem a respeito da história de seu nome, do seu nascimento, da sua família e da interação com o meio em que vivem.

VEJA OS NOMES MAIS ESCOLHIDOS EM 2024 NO BRASIL.

MIGUEL HELENA GAEL

FONTE DE PESQUISA: NÃO TEM ENZO: LISTA MOSTRA NOMES PREFERIDOS DOS BRASILEIROS EM 2024. UOL, SÃO PAULO, 20 MAIO 2025. DISPONÍVEL EM: https://noticias.uol. com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/05/20/ nao-tem-enzo-lista-mostra-nomes-preferidosdos-brasileiros-em-2024.htm. ACESSO EM: 3 JUN. 2025.

A) CONTORNE O NOME MAIS ESCOLHIDO EM 2024 NO BRASIL.

B) QUANTOS COLEGAS NA TURMA TÊM ESSES NOMES?

Resposta pessoal.

C) COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, MONTE UM QUADRO COM TODOS OS NOMES DA TURMA.

Produção pessoal de acordo com os nomes dos estudantes da turma.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Desenvolver habilidades de leitura para compreender o texto.

• Descobrir a origem e a história da escolha do próprio nome e do sobrenome.

• Reconhecer o nome e o sobrenome como símbolos da identidade pessoal.

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, enunciados para seguir instruções.

• Escrever espontaneamente palavras e frases.

BNCC

• EF12LP02

• EF12LP04

ENCAMINHAMENTO

14/09/25 15:59

A atividade 1 desenvolve conhecimentos da própria história e é um momento relevante para discutir com os estudantes a importância do nome e do sobrenome como identidade e referência familiar. Nas atividades propostas, caso os estudantes não consigam escrever espontaneamente as informações, orientá-los a pedir ajuda aos familiares ou responsáveis. É interessante incentivá-los a pensar em outras questões que permitam saber mais sobre si mesmos, exercitando a capacidade de formular perguntas abertas sobre o assunto de interesse e fomentando a habilidade de inferência das respostas. Eles podem perguntar, por exemplo: quais outros nomes foram considerados? Qual é a inspiração para a escolha desse nome? Onde (em que cidade, em que estado) eu nasci? Caso o estudante não tenha acesso a pessoas que possam colaborar com as respostas, sugerir uma pesquisa sobre o nome dos familiares, ampliando o conhecimento de seu núcleo familiar.

Explorar o texto Por que me chamo assim? e as informações que ele apresenta, por exemplo, o nome e o sobrenome da autora, a forma como eles são escritos e o que ela conta no texto.

As atividades propostas nesta seção propiciam a integração com outras áreas de conhecimento. Elas desenvolvem o conceito de identidade, abordando a escolha do nome das pessoas e sua história (o que permite um trabalho interdisciplinar). Conhecer a história e a origem

A atividade 2 fomenta interdisciplinaridade com o componente curricular Matemática. Investigar, com os estudantes, se na turma há nomes que figuram na lista dos mais comuns e quantos são, a fim de produzir uma lista da realidade da turma.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas com relação ao texto a ser lido, apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Acompanhar a leitura do professor e buscar informações no texto.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Refletir, formular e expressar opinião.

• Praticar a escrita espontânea.

• Identificar vogais presentes em um nome.

BNCC

• EF12LP10

ORGANIZE-SE

• Cópia da certidão de nascimento.

ENCAMINHAMENTO

Solicitar com antecedência aos estudantes que tragam de casa informações sobre seu nascimento, como data, hora e local. Solicitar que tragam também, se possível, uma cópia da certidão de nascimento. Se considerar pertinente, enviar um bilhete às famílias com a solicitação e uma breve explicação da atividade.

Caso nem todos estejam com as respectivas cópias na aula, formar grupos para trabalhar a questão inicial da seção. Com suas certidões em mãos, espera-se que os estudantes as identifiquem como o primeiro documento que tiveram. Sugere-se organizar uma roda de conversa para explorar o documento coletivamente e levantar o que a turma sabe sobre ele antes de iniciar a atividade.

Explicar-lhes que a certidão de nascimento é um documento que garante o direito de todas as pessoas a ter nome e sobrenome. Comentar que, sem o registro de nascimento, a criança não existe legalmente; com ele, ela tem o direito de

REGISTRO DE NASCIMENTO

QUANDO UMA CRIANÇA NASCE, ELA É REGISTRADA E RECEBE UM DOCUMENTO CHAMADO CERTIDÃO DE NASCIMENTO, QUE É UM DIREITO DE TODOS OS BRASILEIROS.

OBSERVE AS INFORMAÇÕES DESSE DOCUMENTO.

NOME E SOBRENOME

LUGAR E HORA EM QUE A PESSOA NASCEU

DIA, MÊS E ANO DE NASCIMENTO

NOMES DOS PAIS

NOMES DOS AVÓS

CONTORNE O NOME E O SOBRENOME DA PESSOA.

2 Respostas pessoais.

VOCÊ ACHA QUE É IMPORTANTE TER NOME E SOBRENOME? POR QUÊ?

matricular-se na escola e participar de programas sociais, entre outros. Explorar o significado da palavra direito nesse contexto: o que é garantido por lei a cada indivíduo na vida em sociedade. Solicitar a cada estudante que analise as informações referentes ao dia, ao mês, ao ano e à hora do nascimento na própria certidão. Construir uma tabela ou um gráfico coletivamente com as informações dos estudantes. Se considerar adequado, retomar o trabalho com o calendário feito anteriormente e ampliar os conceitos de medidas de tempo, criando situações-problema com as informações que trouxeram, como: quem é o mais novo e quem é o mais velho da turma? Quem nasceu durante o dia e quem nasceu à noite? Quantos estudantes nasceram no mês de março? Comentar os nomes dos avós maternos e paternos e a pessoa que realizou o registro da criança.

Na atividade 1, realizar uma leitura conjunta com os estudantes da certidão de nascimento de cada um. Na atividade 2, ouvir as hipóteses deles e comentar a importância do nome e sobrenome como identidade e referência familiar. O sobrenome indica a origem da família.

ESCREVA SEU NOME.

Resposta pessoal.

VOCÊ SABE A ORIGEM OU O SIGNIFICADO DE SEU NOME?

Resposta pessoal.

PREENCHA AS INFORMAÇÕES DE SEU REGISTRO.

DATA DE NASCIMENTO: Resposta pessoal

LUGAR EM QUE NASCEU: Resposta pessoal

VOCÊ ACHA QUE É IMPORTANTE SABER ESSAS INFORMAÇÕES? POR QUÊ?

Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes respondam que informações como as que constam na certidão de nascimento são importantes porque identificam uma pessoa e também podem contar sua história.

ESCREVA O NOME DE UM COLEGA.

Resposta pessoal.

• QUAIS VOGAIS APARECEM NESSE NOME?

Resposta pessoal.

14/09/25 15:59

Na atividade 3, observar se algum estudante apresenta dificuldade e sugerir a utilização do prisma de mesa disponível no Material complementar. É interessante explorar a atividade 4 oralmente, para que os estudantes que souberem a origem de seus nomes possam compartilhar com a turma antes de responderem à questão. Se houver oportunidade, é possível fazer uma pesquisa na internet com a turma para buscar a origem de alguns nomes. Auxiliar os estudantes individualmente, se necessário, a localizar as informações na certidão para responder à atividade 5. Promova uma roda de conversa sobre a questão 6, incentivando os estudantes a se expressar. Somente depois de ouvir as opiniões da turma, formular com eles uma resposta coletiva e anotar no quadro. Para a atividade 7, pode-se retomar o painel com os nomes da turma ou propor a troca de prismas entre os estudantes para auxiliá-los na escrita e na identificação das vogais.

• GENTE tem sobrenome. Publicado por: Toquinho Oficial. 2018. 1 vídeo (ca. 3 min). Disponível em: https://youtu.be/ hDkp5gTwmio?si=DX M0irDyz0PmoEzT. Acesso em: 6 set. 2025. Essa canção trata, de modo poético, do fato de que todas as coisas têm nome, e que as pessoas devem ter nome e sobrenome como direito fundamental. O disco de que ela faz parte trata também de outros temas como o respeito, a alfabetização e a preservação da natureza.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender, com a ajuda do professor e dos colegas, texto do campo da vida cotidiana (quadrinha).

• Reconhecer características do gênero quadrinha e identificar as rimas nos versos.

• Aprofundar e/ou consolidar o reconhecimento de nomes próprios e de letras iniciais.

• Desenvolver e/ou aplicar habilidades de leitura para reconhecer nomes com a mesma letra inicial.

• Relacionar imagens e palavras.

• Reconhecer rimas.

• Compreender e interpretar texto lido com a ajuda do professor.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP05

• EF01LP19

• EF12LP04

• EF15LP03

• EF12LP19

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

Na atividade 1 (nível defasagem), o estudante deverá ler, com a ajuda do professor, e interpretar o texto identificando o nome de um lugar citado na quadrinha.

A atividade 2 (nível intermediário) objetiva avaliar a habilidade do estudante em reconhecer o que são palavras que rimam entre si. Avaliar se ele consegue entender que as rimas são marcadas por sons finais semelhantes e se reconhece qual é a palavra que tem som final parecido com voar . Se preciso, citar outras palavras que apresentem sons semelhantes.

ACOMPANHE A LEITURA DESTA QUADRINHA.

QUEM QUISER SABER MEU NOME DÊ UMA VOLTA NO JARDIM QUE O MEU NOME ESTÁ ESCRITO NUMA FOLHA DE JASMIM.

[QUEM QUISER SABER MEU NOME]. [S. L.: S. N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

• MARQUE O LUGAR CITADO NA QUADRINHA.

A) FOLHA

C) JASMIM

B) X JARDIM

D) NOME

LEIA O TEXTO A SEGUIR COM A AJUDA DO PROFESSOR.

VOA, VOA, PASSARINHO

SE TU JÁ QUERES VOAR; OS PEZINHOS PELO CHÃO

E AS ASINHAS PELO AR.

[VOA, VOA, PASSARINHO]. [S. L.: S. N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

• NESSE TEXTO, A PALAVRA QUE RIMA COM VOAR É:

A) VOA.

C) X AR.

LEIA A QUADRINHA A SEGUIR.

COMO PROVA DE AMIZADE, DE CARINHO E GRATIDÃO, TEU NOME, MAMÃE QUERIDA, EU TRAGO NO CORAÇÃO.

B) CHÃO.

D) ASINHAS.

Com a atividade 3 (nível adequado) de leitura, busca-se avaliar a habilidade do estudante em compreender informações explícitas apresentadas no texto. Observar se ele consegue perceber que a pessoa que fala na quadrinha diz que guarda o nome da mãe no coração. Observar também se ele não confunde “carinho e gratidão” no segundo verso com algo que a pessoa que fala na quadrinha deseja, e não o que ele quer demonstrar, ou ainda se associa a expressão “mamãe querida” a um desejo da pessoa que fala, em vez de uma forma carinhosa de se referir à própria mãe.

Na atividade 4 (nível defasagem), o estudante precisa relacionar as letras apresentadas no desenho às letras iniciais dos nomes dos animais e reproduzi-las nas lacunas corretas. Pedir à turma que leia em voz alta as palavras que devem ser completadas, a fim de que identifique qual é a letra inicial de cada palavra. Avaliar se conseguem relacionar corretamente as letras aos respectivos nomes. Caso demonstrem dificuldade, isso demonstrará que é necessário reforçar o estudo do sistema de escrita alfabética e a representação dos sons na escrita. Recomenda-se

[COMO PROVA DE AMIZADE]. [S. L.: S. N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

4

• A PESSOA QUE FALA NA QUADRINHA QUER:

A) MOSTRAR CARINHO PELOS FILHOS.

B) X GUARDAR O NOME DA MÃE NO CORAÇÃO.

C) RECEBER CARINHO E GRATIDÃO DA MÃE.

D) SER UMA MAMÃE QUERIDA POR SEUS FILHOS.

COMPLETE OS NOMES DOS ANIMAIS COM AS LETRAS QUE APARECEM NO CORPO DA JOANINHA.

5

ESCREVA A SEGUIR:

A) UM NOME DE PESSOA QUE COMECE COM M

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Mara, Micaela, Murilo, Moacir, Mônica,

Marina, Mauro, Maria, Marcelo.

B) UM NOME DE UM OBJETO QUE TERMINE COM ÃO.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: fogão, pião, avião, botão, pão.

6

RELEIA A QUADRINHA DA ATIVIDADE 1

• ESCREVA UMA PALAVRA QUE PODERIA SUBSTITUIR JASMIM NO ÚLTIMO VERSO DESSA QUADRINHA.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma palavra que rime com jardim, por exemplo, capim.

propor novas atividades que reforcem e aprofundem o conteúdo para minimizar as defasagens dos estudantes, até que demonstrem a desenvoltura esperada.

A atividade 5 (nível intermediário) trabalha a escrita espontânea de palavras com determinadas letras estudadas no capítulo. A ideia é avaliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no estudo do capítulo, com relação aos nomes de pessoas e de objetos iniciados e finalizados com as letras estudadas. Além disso, permite praticar a formação de palavras, observando a posição e a ordem correta das letras, elementos relevantes no processo de alfabetização.

No item a, orientar os estudantes a pensar em nomes que começam com a letra M, comentando que pode ser o próprio nome, de alguém da família ou de amigos. Perguntar: qual é o som que ouvimos no início do nome? No item b, proceder da mesma forma para as palavras terminadas em ÃO. Se necessário, pode-se ajudá-los a identificar as letras e a escrevê-las corretamente, reforçando a correspondência grafema-fonema.

Na atividade 6 (nível adequado), é recomendável trabalhar a questão oralmente, relendo com a turma o último verso da quadrinha e pedindo aos estudantes que listem palavras que terminem com o mesmo som de jasmim. Depois, ler com eles o enunciado e pedir que escolham uma das palavras mencionadas e a escrevam. Observe se conseguem citar outras palavras terminadas em IM e, depois, se apresentam alguma dificuldade em escrevê-las. Em todas as atividades de escrita, caso haja crianças que ainda estão em processo de alfabetização ou que tenham deficiência intelectual na turma, oferecer outras formas de realização do exercício com mediadores visuais. O alfabeto móvel, por exemplo, pode auxiliar no processo de fixação e aprendizado do conteúdo, pois aciona mais e diferentes áreas do cérebro. Permitir que façam o máximo de atividades que conseguirem e que as finalizem em casa, caso necessitem de mais tempo ou de um suporte maior durante a execução.

ATIVIDADES

Para complementar a avaliação do conteúdo estudado no capítulo, recomenda-se propor aos estudantes que desenhem um calendário em uma folha avulsa e escrevam o mês e o ano correntes. Antes, perguntar à turma o mês e o ano em que estão, para em seguida encaminhar a atividade. Observar se conseguem reconhecer a estrutura do calendário, representando seus elementos principais. A atividade envolve o uso funcional da escrita, unindo letras e números em um formato significativo do cotidiano.

• Ler e compreender, com apoio do professor, a agenda de contatos.

• Conhecer a organização de uma agenda de contatos e sua função.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Identificar as letras que compõem uma página de agenda de contatos.

• Identificar símbolos e ícones e (re)conhecer sua função na agenda.

• Reconhecer nomes iniciados com a mesma letra.

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Escrever espontaneamente letras e palavras.

• Reconhecer a ordem alfabética na organização de agenda de contatos.

• Fazer inferências diretas e relacionar informações.

• Estabelecer semelhanças e diferenças entre agendas de contatos impressa e eletrônica.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP10

• EF01LP20

• EF12LP02

TCT

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP09

• Ciência e Tecnologia

ORGANIZE-SE

• Agendas de contatos de diferentes modelos, impressas e eletrônicas.

ENCAMINHAMENTO

Apresentar aos estudantes ao menos uma agenda de contatos impressa para que possam manuseá-la, chamando a atenção para o modo como ela está organizada.

AGENDA DE CONTATOS capítulo 2

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que, na agenda,

anotamos os números de telefone, o endereço e o e-mail de pessoas conhecidas, de profissionais, de estabelecimentos comerciais, entre outros.

• VOCÊ SABE PARA QUE SERVE UMA AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA?

LEITURA 1

ACOMPANHE A LEITURA DESTA PÁGINA DE UMA AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA.

2555-2255

RUA DAS FONTES, 84.

JULIANA LIMA

88777-6666

88000-0000

juliana.lima@comunica.com.br

Disponibilizar também uma agenda de contatos digital. Discutir sua função social, em que situações é utilizada, tipos de suporte (celular, computador e tablet), importância no cotidiano e nas relações sociais. Trata-se de um uso pedagógico da tecnologia, para que os estudantes tenham contato com uma agenda digital, e não um incentivo para que tenham seus próprios dispositivos.

Antes de iniciar as atividades, pedir aos estudantes que contornem de cores diferentes as palavras, os números e os símbolos nos campos da agenda de contatos reproduzida nesta seção. Verificar se distinguem letras e palavras de outros sinais gráficos — como a numeração, a pontuação, os ícones e o caractere arroba. Caso apresentem dificuldade, é recomendável propor atividades que trabalhem essa diferenciação.

Verificar conhecimentos prévios dos estudantes perguntando para que serve uma agenda de contatos. Incentivar a conversa, salientando o respeito aos turnos de fala e propondo a construção conjunta de uma resposta. Basicamente a agenda de contatos serve para registrar telefones, e-mails e endereços de pessoas, profissionais e estabelecimentos comerciais. Caso haja na turma

A) OBSERVE OS QUADRINHOS COLORIDOS À DIREITA NA AGENDA. O QUE ELES APRESENTAM?

DESENHOS

FOTOGRAFIAS

X LETRAS NÚMEROS

QUAL É A FUNÇÃO DESSAS LETRAS?

Facilitar a localização dos nomes na agenda, conforme a ordem alfabética.

CONTORNE A LETRA QUE CORRESPONDE A ESSA PÁGINA

QUAL LETRA VOCÊ CONTORNOU? J

LIGUE CADA IMAGEM AO SEU SIGNIFICADO.

TELEFONE FIXO

que esses números indicam os telefones das pessoas e complementam a informação do endereço. Aproveitar a discussão para verificar se sabem alguns números de telefone (de casa, dos responsáveis etc.) e o próprio endereço.

CELULAR

E-MAIL

ENDEREÇO

NOME

estudantes com o costume de consultar agendas, perguntar-lhes como elas são — de papel, no celular, no tablet — e como funcionam.

11/09/25 20:53

Na atividade 1, proceder a leitura dos nomes da agenda de contatos, destacando o som inicial da letra J. É importante incentivar os estudantes a repetir esses nomes para estimular a percepção do som que a letra inicial representa. Observar se conseguem acompanhar a leitura, se identificam os nomes, se acompanham as palavras com o dedo, se leem baixinho e/ou se acompanham apenas com os olhos. Nesse processo, é possível verificar se eles reconhecem a letra J e explorar seu som.

Na atividade 1a, verificar se percebem qual é a lateral direita ao tentar localizar os quadrinhos coloridos. Perguntar o que podem ver na lateral esquerda, por exemplo. Espera-se que percebam a espiral da agenda. Depois que os estudantes identificarem as letras na lateral direita da agenda, recomenda-se explorar também os números que aparecem com as informações em cada nome. Perguntar para que servem e o que indicam. Espera-se que percebam

Na atividade 1b , perguntar aos estudantes se consideram fácil encontrar o nome de uma pessoa nesse tipo de agenda e por quê. Espera-se que digam que sim, pois os nomes são organizados de acordo com sua letra inicial. Alguns podem adiantar que as letras seguem a ordem alfabética, conceito que será apresentado nesta unidade. Depois, é possível explorar oralmente a ordem seguindo as abas da agenda. Na atividade 1c , observar se conseguem relacionar as letras iniciais dos nomes na página da agenda à letra destacada na aba lateral. Caso haja na turma crianças com atraso no processo de alfabetização ou deficiência intelectual, incentivar o uso do alfabeto móvel para auxiliar a identificação da letra em questão e a compreensão da ordem alfabética.

Na atividade 2, conversar com os estudantes sobre a função das imagens utilizadas na agenda de contatos: os símbolos indicam quais dados devem ser escritos em cada campo. Ajudar a diferenciar os ícones de telefone fixo e de telefone celular. Ao abordar o ícone do e-mail , explicar que designa o correio eletrônico, ferramenta que permite enviar e receber mensagens pela internet. Se considerar necessário, explorar a relação de sentido entre o e-mail e a carta, que serve de base ao elemento iconotextual da agenda.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Relacionar os fonemas às representações escritas.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Identificar os sons representados pelas letras.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF12LP17

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, recomenda-se ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica. Solicitar aos estudantes que repitam esse nome, a fim de praticarem a pronúncia. Explicar que o nome dela é jota e que o som que ela representa é /ž/. Questionar a turma sobre outras palavras que começam com esse mesmo som. Eles podem citar, por exemplo, jacaré, jabuticaba, jogo, julho, jujuba, jegue, entre outras. Anotar no quadro as palavras mencionadas, inclusive as que eventualmente estejam erradas, para levá-los a perceber a diferença de som, excluindo-as (como gelo ou gesso , por exemplo). Se considerar necessário, explicar que a letra J representa esse som diante de todas as vogais, mas que esse mesmo som pode também ser representado pela letra G quando acompanhado das vogais E ou I, assunto que será estudado em outro momento.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA J

1

2

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

JANELA J j J J J J

ACOMPANHE A LEITURA DESTE POEMA.

J É PARA JACARÉ

NUM FESTIVAL DA CANÇÃO O JACARÉ SENTIU FOME DURANTE A APRESENTAÇÃO:

ENGOLIU O MICROFONE E OS FIOS DA TELEVISÃO.

J É PARA JACARÉ

CAPPARELLI, SÉRGIO. TIGRES NO QUINTAL SÃO PAULO: GLOBAL, 2014. p. 65.

• CONTORNE O NOME DO ANIMAL TODAS AS VEZES QUE ELE APARECE NO POEMA.

Uma metodologia interessante para este momento é organizar a turma em grupos, formando círculos com as carteiras, ou sentando-se no chão, e desafiá-los a formar, com o alfabeto móvel, as palavras que listaram. É possível variar, propondo a mesma palavra a todos os grupos para ver quem consegue montar primeiro, ou propondo uma palavra diferente a cada grupo. Concluídas as construções, um grupo observa se a formação da palavra do outro está correta, apontando correções, se for o caso. Observar como os grupos se articulam e interagem, de que maneira procedem a verificação para a correção, se buscam a palavra no quadro e comparam-na, ou se a reconstroem ou a escrevem em outro suporte para compará-la. É importante deixá-los livres para encontrar suas próprias estratégias. Ao final, formar um círculo único e incentivá-los a compartilhar suas estratégias. Essa metodologia de aprendizagem baseada em equipes (TBL) permite observar e coletar dados relevantes para acompanhar o desenvolvimento da turma e embasar intervenções pontuais, além de proporcionar uma oportunidade de trabalhar competências socioemocionais relacionadas principalmente à autogestão e às habilidades de relacionamento.

FALE O NOME DE CADA IMAGEM.

• DEPOIS, CONTORNE A IMAGEM QUE TEM O NOME QUE COMEÇA COM A LETRA J .

LIGUE CADA IMAGEM AO SEU NOME. 4

11/09/25 20:53

Antes da realização da atividade 1, retomar o traçado da letra J e pedir aos estudantes que observem as diferentes formas. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula). É possível levantar hipóteses sobre o uso das letras maiúsculas e minúsculas e onde podemos encontrar a letra cursiva. Verificar se os estudantes percebem que, apesar das diferenças no traçado, é a mesma letra. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, depois com o dedo em cima da letra e, por fim, com o lápis.

Disponibilizar o alfabeto móvel para que encontrem a letra J e a manuseiem analisando seu formato. Explicar que a prática que vão realizar envolve escrever o traçado da mesma letra em diferentes formas. Nesse momento, atentar para a maneira como os estudantes seguram o lápis, demonstrando individualmente, se necessário, a pega de três pontos de apoio. Na atividade 2, comentar que os versos se referem a cada uma das linhas. Verificar como os estudantes acompanham a leitura, se compreendem os versos e identificam as palavras que

rimam. Após terem destacado a palavra jacaré, pode-se brincar com as partes da palavra: escrever na lousa JACARÉ e apagar a parte final. O que fica? JÁ. Explorar o significado de já/agora. Escrever de novo a palavra JACARÉ e apagar seu início, restando apenas RÉ, que significa andar para trás.

Na atividade 3 , recomenda-se pronunciar em voz alta as palavras que as imagens representam, a fim de que os estudantes identifiquem aquela que tem a letra J no nome.

Na atividade 4 , é importante orientar os estudantes a identificar as imagens e relacioná-las às palavras com diferentes formas de escrita. Se considerar adequado, escrever todas essas palavras também em letra bastão na lousa, para que eles possam fazer a mesma relação.

ATIVIDADES

Selecionar, para leitura em grupo e acompanhada pelo professor, um texto curto (quadrinha, poema, cantiga etc.) que contenha palavras com J . Recomenda-se retomar o trabalho com a letra J, pedindo que os estudantes identifiquem as palavras do texto que contenham essa letra e perguntando, em seguida, qual som essa letra representa nas palavras.

• Reconhecer e escrever letras seguindo a ordem alfabética.

• Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na ordem das letras.

• Reconhecer e completar letras que faltam em sequências alfabéticas.

• Distinguir vogais de consoantes.

• Identificar letras iniciais e finais em palavras.

• Escrever letras que antecedem e sucedem outras de acordo com a ordem alfabética.

• Identificar letras que diferem em pares de palavras semelhantes.

• Reconhecer as mesmas palavras escritas em letra de imprensa e letra cursiva, tanto maiúscula quanto minúscula.

BNCC

• EF01LP10

• EF01LP11

ENCAMINHAMENTO

Oferecer o alfabeto móvel disponível no Material complementar (é sempre bom lembrá-los de cuidar bem das fichas, para que possam ser utilizadas em outras atividades). Os estudantes devem perceber que ele se compõe de uma quantidade finita de letras e que as letras têm formatos fixos. Para organizar as letras, podem seguir a ordem do alfabeto caso já a conheçam. Explicar que o alfabeto é composto de 26 letras que servem para escrever todas as palavras de nossa língua. Essas letras têm um nome e representam pelo menos um som e que inicialmente

PALAVRAS EM AÇÃO

ALFABETO · RECONHECIMENTO DE LETRAS · ESCRITA DE PALAVRAS

VOCÊ JÁ APRENDEU QUE, PARA ESCREVER AS PALAVRAS, UTILIZAMOS AS LETRAS.

O CONJUNTO DE LETRAS DE UMA LÍNGUA É CHAMADO ALFABETO

ALFABETO EM LETRA DE IMPRENSA MAIÚSCULA

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

ALFABETO EM LETRA DE IMPRENSA MINÚSCULA

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z

ALFABETO EM LETRA CURSIVA MAIÚSCULA

vão aprender o nome delas. Recitar o alfabeto para a turma e, em seguida, falar o nome de cada letra, na ordem alfabética. Solicitar aos estudantes que repitam. Por fim, pedir-lhes que observem com atenção os dois alfabetos apresentados na página, a fim de que conheçam o traçado dos diferentes tipos de letra.

O trabalho didático relacionado ao alfabeto e à ordem alfabética é retomado nesta unidade em razão da importância desses conceitos no processo de alfabetização. É importante retomar esses conceitos e a prática pedagógica que os envolve para que os estudantes se apropriem da organização das letras e consigam perceber cada uma delas. Para encaminhar as atividades, verificar se os estudantes identificam as letras escritas no quadro da atividade 1.

ALFABETO EM LETRA CURSIVA MINÚSCULA

a b c d e f g h i j k l m

n o p q r s t u v w x y z

AS LETRAS DO ALFABETO SEGUEM UMA ORGANIZAÇÃO CHAMADA ORDEM ALFABÉTICA

AGORA É SUA VEZ! ESCREVA AS LETRAS QUE FALTAM PARA COMPLETAR O ALFABETO.

C D F G H I K L

A) CONTORNE DE AZUL A LETRA INICIAL DO SEU NOME NO ALFABETO QUE COMPLETOU.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a localizar as letras iniciais de seus nomes.

B) CONTORNE DE VERMELHO TODAS AS VOGAIS. AS LETRAS QUE VOCÊ NÃO CONTORNOU DE VERMELHO SÃO CHAMADAS CONSOANTES

O ALFABETO APRESENTA 26 LETRAS, QUE PODEM SER ESCRITAS NAS FORMAS DE IMPRENSA E CURSIVA, MAIÚSCULA E MINÚSCULA.

AS LETRAS A, E, I, O E U SÃO CHAMADAS VOGAIS E AS OUTRAS LETRAS SÃO CHAMADAS CONSOANTES.

57

Na atividade 1, espera-se que os estudantes notem as ausências das letras B, E, J, M, P, S, V, Z. Após o preenchimento, é importante ler o alfabeto em voz alta e solicitar que sigam a leitura com o dedo e repitam o nome de cada letra. Explorar os nomes das letras do alfabeto e comentar que cada letra tem uma forma. Essa etapa de leitura tem como objetivo permitir que os estudantes apresentem suas hipóteses sobre os nomes das letras e reescrevam-nas caso a ordem alfabética não tenha sido seguida. Na atividade 1a, os estudantes devem localizar a letra inicial de seus nomes. Observar se algum deles demonstra dificuldade e, nesse caso, auxiliar com o apoio do prisma de mesa disponível no Material complementar. Na atividade 1b, eles deverão relembrar o conceito de vogal para, então, introduzir o conceito de consoante. Retomar com a turma quais são as vogais e depois pedir que as localizem nos alfabetos. Ler com a turma o conteúdo do boxe.

11/09/25 20:53

Na atividade 2 , os estudantes devem localizar as letras inicial e final do alfabeto, fixando assim, aos poucos, a ordem alfabética. Na atividade 3 , eleva-se o nível de dificuldade paulatinamente, e eles devem escrever o próprio nome (se considerar oportuno, incentivar o uso do prisma de mesa como apoio para a escrita). Em seguida, devem identificar a primeira letra e buscar no alfabeto qual é a letra que a precede e a que a sucede. Sugere-se que você escreva seu próprio nome no quadro, identifique a letra inicial e mostre à turma qual letra, na ordem alfabética, vêm antes e depois dela. Depois disso, propor que a turma realize a próxima atividade. Na atividade 4 , são apresentadas algumas letras para que identifiquem a que vem antes e a que vem depois no alfabeto. Mais uma vez, o alfabeto móvel é um recurso importante de auxílio, sobretudo para os estudantes que ainda estão no processo de alfabetização ou apresentam deficiência intelectual. Manusear as letras facilita a percepção das possibilidades de utilizá-las para formar novas palavras. Continuando a progressão, na atividade 5 os estudantes devem comparar palavras semelhantes e identificar a letra que as diferencia. Antes de propor a atividade, ler os nomes com a turma, procurando enfatizar os sons iniciais para que percebam a diferença de sonoridade e a associem com a letra. Recomenda-se realizar no quadro o primeiro item e incentivar os estudantes a fazer os demais sozinhos. É interessante propor a eles que montem os pares de palavras com o alfabeto móvel e depois

OBSERVE O ALFABETO COM ATENÇÃO E RESPONDA.

A) QUAL É A PRIMEIRA LETRA DO ALFABETO? A

B) QUAL É A ÚLTIMA LETRA DO ALFABETO? Z

ESCREVA SEU NOME.

Resposta pessoal.

A) PINTE A LETRA INICIAL DO SEU NOME.

Resposta pessoal. 4

B) NA ORDEM ALFABÉTICA, TEM ALGUMA LETRA ANTES DA LETRA INICIAL DO SEU NOME? SE SIM, QUAL?

Respostas pessoais.

C) NA ORDEM ALFABÉTICA, TEM ALGUMA LETRA DEPOIS DA LETRA INICIAL DO SEU NOME? SE SIM, QUAL?

Respostas pessoais.

ESCREVA NOS QUADRINHOS A LETRA QUE VEM ANTES E

A LETRA QUE VEM DEPOIS DE CADA LETRA A SEGUIR, DE ACORDO COM A ORDEM ALFABÉTICA.

A) F G H

C) L M N B) A B C D) S T U

CONTORNE AS LETRAS QUE SÃO DIFERENTES EM CADA PAR DE PALAVRAS. 2 3

observem qual letra é diferente nas palavras, para em seguida contornarem, no livro, as letras responsáveis por essa mudança.

Recomenda-se que as atividades 6 e 7 sejam realizadas em duplas, alterando a disposição das carteiras com a ajuda dos estudantes, de modo que um possa ajudar o outro. Assim, mesmo que eles apresentem hipóteses diferentes, poderão refletir sobre a apropriação do sistema de escrita e avançar na aquisição da base alfabética. Na atividade 6, eles devem associar a imagem à escrita e identificar a correspondência entre a escrita em letra de imprensa maiúscula e cursiva. Na atividade 7, o desafio é trocar as letras iniciais para formar novas palavras. Sugere-se estabelecer um tempo para que as duplas realizem as atividades. Fazer a correção coletivamente, incentivando algumas duplas a darem suas respostas para a turma avaliar se está correta. É importante estabelecer regras claras para esse momento, para que sejam respeitados os turnos de fala e a correção pelos pares não seja de modo algum motivo de constrangimento,

MARQUE UM NAS PALAVRAS ESCRITAS COM LETRA DE IMPRENSA QUE CORRESPONDEM ÀS PALAVRAS

APRESENTADAS EM LETRA CURSIVA.

MALA X BOTE

X VACA X TALA XOTE

RESOLVA OS ENIGMAS. 7

JATO

TIRE O J E COLOQUE O M

• QUAL PALAVRA APARECE? MATO

MATO

TIRE O M E COLOQUE O P .

• QUAL PALAVRA APARECE? PATO

PATO

TROQUE O P PELA LETRA G .

• QUAL PALAVRA APARECE? GATO

59

pelo contrário, deve ser uma oportunidade de construção conjunta do conhecimento à qual eles devem se habituar. Essa metodologia possibilita o desenvolvimento de habilidades relacionadas às competências socioemocionais, como atenção plena, colaboração e comunicação. Após a correção, sugere-se propor outros desafios de formação de palavras com a substituição de letras, anotando no quadro e solicitando a um estudante que substitua a letra inicial para o restante da turma ler a nova palavra formada.

Após a audição, discutir as ideias da primeira estrofe: o que acontece quando crescemos um pouco e aprendemos a falar? Comentar que bê-á-bá, abecedário e ABC são termos usados para se referir ao alfabeto. Propor que copiem o alfabeto em uma folha avulsa e escrevam as palavras da canção correspondentes às letras ditadas, por exemplo: a – amor, b –bola, c – corpo, cara, coração, e assim sucessivamente. Retomar cada um dos nomes e discutir se eles têm o mesmo número de letras ou não, se há palavras que terminam com o mesmo som etc. No final da atividade, formar duplas para observar como cada um escreveu as palavras. Verificar como os estudantes comparam os segmentos sonoros e analisam a sequência das letras nas palavras. É importante ter o cuidado, ao formar as duplas, de juntar estudantes com diferentes conhecimentos e capacidades.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• FRANÇA, Eliardo; FRANÇA, Mary. Todas as letras. São Paulo: Global, 2012.

11/09/25 20:53

ATIVIDADES

Apresentar aos estudantes a canção Bê-A-Bá, de Toquinho e Elifas Andreato, que explora a ordem alfabética de forma lúdica.

BÊ-A-BÁ. Publicado por: Toquinho Oficial. 16 ago. 2018. 1 vídeo (ca. 4 min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QbtNb50AuD4. Acesso em: 7 set. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas com relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Identificar a função social do gênero textual agenda de contatos eletrônica.

• Escrever espontaneamente letras e palavras.

• Reconhecer a ordem alfabética na organização de agenda eletrônica.

• Analisar e avaliar dados apresentados na tela de uma agenda eletrônica.

• Localizar e retirar informação explícita de textos.

• Fazer inferências diretas e relacionar informações.

• Estabelecer semelhanças e diferenças entre agendas de contatos impressa e eletrônica.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP10

• EF01LP20

• EF12LP02

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP09

ORGANIZE-SE

• Agenda eletrônica de celular e/ou tablet ou computador

ENCAMINHAMENTO

Antes de proceder à leitura do texto da agenda de contatos eletrônica, chamar a atenção dos estudantes para a imagem da tela do telefone celular apresentada na página. Questionar se todos os celulares têm tela semelhante a essa. Ouvir as hipóteses e observar o que eles

LEITURA 2

Espera-se que os estudantes comentem que os nomes são organizados em ordem alfabética.

• COMO OS NOMES SÃO ORGANIZADOS NA AGENDA DE CONTATOS DE UM CELULAR?

1

OBSERVE A IMAGEM DE UMA AGENDA DE CONTATOS ELETRÔNICA.

PARA UTILIZAR A AGENDA ELETRÔNICA, BASTA SELECIONAR A LETRA INICIAL DO NOME QUE VOCÊ PROCURA!

conhecem a respeito da organização da agenda de contatos eletrônica. Ao abordar o uso de um recurso digital, é importante aproveitar a oportunidade para discutir com os estudantes o uso consciente e crítico das tecnologias digitais de comunicação, enfatizando que o tempo diário de telas (recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria) para crianças entre 6 e 10 anos não deve ultrapassar 1h-2h/dia, sempre com supervisão de pais, pessoas cuidadoras e responsáveis. Em seguida, explorar com a turma os elementos composicionais da agenda de contatos eletrônica. Fazer uma leitura conjunta, a fim de que eles observem as letras que aparecem à direita na tela. Espera-se que reconheçam a ordem alfabética na organização de agenda de contatos digital. Além de ouvir as hipóteses e/ou conhecimentos prévios, é fundamental que eles apreendam a organização dos nomes em ordem alfabética, o que amplia o contato deles com o alfabeto e com suas possibilidades de uso. Essa exploração inicial permite reforçar o trabalho com o conhecimento alfabético dos estudantes.

A) ESCREVA O NOME DE UM AMIGO OU AMIGA COMO SOUBER.

Resposta pessoal.

B) PARA PROCURAR O NÚMERO DE TELEFONE DELE OU

DELA, QUAL LETRA VOCÊ SELECIONARIA? Resposta pessoal.

OBSERVE AS IMAGENS. 2

2. a) São campos para preencher ao registrar um novo contato, como nome, telefone, e-mail, toque e outro (ou seja, outras informações).

A) O QUE SÃO OS ITENS DA AGENDA NA IMAGEM 1?

2. b) Espera-se que os estudantes respondam que, geralmente, a agenda de contatos de papel tem campos para nome, endereço, telefone fixo, celular e, algumas vezes, site ou e-mail

B) A AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA COSTUMA TER ESPAÇO PARA AS INFORMAÇÕES DA IMAGEM 2?

NA AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA (DE PAPEL) OU ELETRÔNICA, PODEMOS ANOTAR NOMES, ENDEREÇOS, TELEFONES E E-MAILS. NAS AGENDAS ELETRÔNICAS, TAMBÉM PODEMOS ESCREVER LEMBRETES, DATAS DE ANIVERSÁRIO E OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE OS CONTATOS.

11/09/25 20:53

Mostrar-lhes diferentes agendas digitais e incentivá-los a comparar semelhanças e diferenças entre as telas de comando e os modos de acesso. Essa navegação pode ser retomada como atividade para casa, orientando os familiares ou responsáveis para que naveguem e mostrem uma agenda de contatos digital. Ressalta-se que esse é um uso educacional do recurso digital, sem incentivar o uso de celulares pelas crianças, e deve ser realizado sempre sob a supervisão de um responsável.

Conversar com eles sobre outros recursos que utilizam e como fazem para usá-los. Os serviços de e-mail e os aplicativos de mensagens provavelmente são respostas que surgirão; é importante enfatizar que esses serviços e aplicativos só devem ser utilizados sob a supervisão de um adulto responsável. Perguntar-lhes por que consideram importantes esses outros recursos do celular. Em seguida, pedir que comentem quais são os meios que usam para procurar os contatos dos amigos e se utilizam a agenda de contatos do celular, caso afirmativo, de que modo o fazem.

Na atividade 1a , estimular os estudantes a escrever espontaneamente o nome de um amigo. Em seguida, na atividade 1b, perguntar-lhes qual letra precisariam selecionar na agenda para encontrá-lo. Recomenda-se ampliar essa pergunta explorando outros nomes, incluindo não só nomes de estudantes da turma, mas de pessoas da escola e outros nomes que eles conheçam.

Na atividade 2 , explorar com os estudantes as opções apresentadas para adicionar um novo contato ao celular. Esta atividade envolve a inferência de informações do texto. Caso haja dúvidas, comentar que a tecla TOQUE indica que podemos escolher qual será o som ou a música que tocará quando recebermos a chamada de determinada pessoa.

Na atividade 2a, recomenda-se explorar a relação entre a imagem 1 e a imagem 2 mostradas, de modo que os estudantes sejam capazes de inferir que o clique na tecla OUTRO, na imagem 1, leva à exibição da tela da imagem 2, que permite adicionar outras informações sobre aquele contato. Analisar com eles os dados complementares que o celular oferece para registrar um contato na agenda. É essencial certificar-se de que os estudantes entenderam as opções mostradas. No item da atividade 2b, conversar com eles sobre a questão proposta e ouvir as hipóteses deles sobre as diferenças e semelhanças entre agenda de papel e a digital.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras e suas formas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Ler com ajuda do professor poema com aliteração.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF01LP16

• EF12LP18

• EF12LP19

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, sugere-se ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas nas pautas caligráficas. Recomenda-se realizar, antes das práticas de escrita, uma leitura em voz alta do nome da letra (apenas o nome) para os estudantes repetirem. Se possível, incentivá-los a traçarem as formas dessas letras no ar, na areia, no livro e somente depois traçar com lápis na pauta. Recomenda-se realizar essas práticas de desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica e de conhecimento alfabético em diferentes momentos, para cada uma das letras. Explicar os nomes das letras ene e zê e trabalhar os sons que elas representam, elencando outras palavras iniciadas com as mesmas letras.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRAS N E Z

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 1

ACOMPANHE A LEITURA DOS VERSOS A SEGUIR. 2

NÁDIA É NADADORA. SÓ QUER SABER DE NADAR, NADAR E NADAR. MAIS NADA.

RIBEIRO, JONAS. ALFABÉTICO: ALMANAQUE DO ALFABETO POÉTICO. SÃO PAULO: EDITORA DO BRASIL, 2015. p. 48.

PINTE AS PALAVRAS ESCRITAS COM A LETRA N 3

Ajudá-los a diferenciar as letras entre de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula. Incentivá-los a encontrar as letras de imprensa maiúscula (bastão) no alfabeto móvel disponível no Material complementar e depois procurá-las no painel de nomes da turma no mural da sala de aula.

Na atividade 1, é interessante solicitar aos estudantes que pratiquem a escrita da letra, escrevendo palavras variadas iniciadas com N. A lista a seguir é apenas uma sugestão de palavras em que não há relações grafema-fonema complexas: nada, nariz, nata, natal, nativo, navio, nenê, nojo, nota, novo, nulo, nuvem. Se houver na turma crianças que ainda estão no processo de alfabetização ou tenham deficiência intelectual, é importante oferecer mediadores visuais para apoiar a realização desse tipo de atividade, como imagens impressas da lista de nomes mencionados e associá-las às letras usando o alfabeto móvel. Ao encaminhar o traçado da letra, demonstrar a pega de três pontos de apoio.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A

ZÍPER

ACOMPANHE A LEITURA DO TRECHO DE UM POEMA.

A ZEBRA OUVIU UM ZUMBIDO QUANDO ESTAVA A PASTAR. ERA A MOSCA QUE VOAVA ALI NO MESMO LUGAR.

BRIGUET, PAULO. O ZURRO DA ZEBRA. IN: BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO: ABECEDÁRIO. BRASÍLIA, DF: MEC, 2020. DISPONÍVEL EM: https://alfabetizacao. mec.gov.br/images/pdf/praticas_de_alfabetizacao_ abecedario.pdf. ACESSO EM: 5 JUN. 2025.

A) CONTORNE NO TEXTO AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM Z

B) DE ACORDO COM A ORDEM ALFABÉTICA, QUAL É A POSIÇÃO DA LETRA Z NO ALFABETO?

PRIMEIRA LETRA X ÚLTIMA LETRA

15/09/25 15:33

Na atividade 2, ler o texto em voz alta e observar como os estudantes acompanham essa leitura. Depois, propor perguntas para avaliar a compreensão dos estudantes a respeito do texto e como percebem o jogo de sentidos entre as palavras — nada (do verbo nadar)/nada (como pronome indefinido, “coisa nenhuma”, oposto de “tudo”).

Na atividade 3, ler as palavras dos quadros com a turma e verificar se identificam, durante a leitura, corretamente quais são as palavras escritas com N, para então realizar a atividade.

Na atividade 4, proceder como na atividade 1, agora com a letra Z. A lista a seguir é apenas uma sugestão de palavras em que não há relações grafema-fonema complexas: zaga, zarabatana, zebu, zelo, zero, zíper, zoológico, zumbido, zurro. Essas palavras podem apoiar a realização da atividade 5.

Na atividade 5, ler o poema com os estudantes, observando como eles acompanham a leitura. Durante a realização da atividade, observar se algum estudante demonstra dificuldade em identificar no texto o nome do animal e outras palavras com Z. A atividade de alfabetização associadas à leitura de poemas promove também a fluência em leitura oral dos estudantes; os poemas abrem espaço para a alfabetização da linguagem ao estimular a percepção das rimas. A sugestão de texto da seção Conexão apresenta uma reflexão a esse respeito.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• POEMAS para alfabetização: como as rimas podem contribuir com a alfabetização infantil?, 21 jan. 2021. Disponível em: https:// leiturinha.com.br/blog/ poemas-para-alfabeti zacao-a-importancia -das-rimas-no-aprendi zado-infantil/. Acesso em: 17 ago. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer a ordem alfabética.

• Organizar palavras em ordem alfabética.

• Reconhecer letras finais e identificar palavras que rimam.

• Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balão, letra e onomatopeia).

• Estabelecer a ordem alfabética ao falar palavras seguindo instruções de jogo.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP10

• EF01LP13

• EF12LP01

• EF12LP04

• EF12LP17

• EF12LP19

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP09

• EF15LP14

ENCAMINHAMENTO

Para as atividades desta seção, orientar os estudantes a consultar e a utilizar as fichas do alfabeto móvel disponível no Material complementar

Antes de realizar as atividades, fazer com os estudantes uma leitura da reprodução de tela do celular, chamando a atenção para a presença de números no teclado virtual. Nessa exploração inicial, pedir aos estudantes que digam os nomes dos números de um a nove, incluindo o zero. É possível escrever no quadro cada nome dos números enquanto os estudantes os recitam, em ordem e em voz alta.

ORDEM ALFABÉTICA PALAVRAS EM AÇÃO

PARA RETOMAR

VIMOS QUE AS LETRAS DO ALFABETO TÊM UMA ORDEM: A ORDEM

ALFABÉTICA. QUANDO SABEMOS ESSA ORDEM, FICA MAIS FÁCIL

ORGANIZAR PALAVRAS A PARTIR DAS LETRAS INICIAIS DE CADA PALAVRA.

VAMOS VER SE VOCÊ CONHECE OS NOMES DOS NÚMEROS QUE APARECEM NO TELEFONE? FAÇA O QUE SE PEDE.

A) PINTE DE VERDE O NÚMERO QUE TEM O NOME INICIADO

COM N

B) PINTE DE AZUL O NÚMERO QUE TEM O NOME INICIADO

COM Z 1 Os estudantes devem pintar de verde o número 9 e de azul o número 0.

C) COMPLETE OS NOMES DESTES NÚMEROS.

Na atividade 1, retomar os nomes dos números trabalhados na sensibilização e pedir aos estudantes que usem seus lápis de cor conforme a orientação. Caso seja necessário, proceder uma leitura em voz alta da orientação da atividade e relembrá-los dos sons iniciais dos números zero e nove, para trabalhar com a escrita das letras Z e N.

Na atividade 2, propor aos estudantes que façam a recitação da ordem alfabética antes de identificar as palavras cujas letras iniciais apareçam antes da letra T. Se considerar adequado, é possível levar os estudantes a identificar as letras iniciais de cada palavra. Para isso, pedir a eles que selecionem a ficha do alfabeto móvel disponível no Material complementar que representa a letra inicial de computador, perguntando em seguida se a letra C aparece antes do T na ordem alfabética. Fazer o mesmo para as demais palavras, levando-os a concluir que as letras A, L e N antecedem o T, enquanto o Z, de zero, aparece ao final da ordem alfabética.

D) ESCREVA ESSES NOMES NA ORDEM ALFABÉTICA.

PENSE NA ORDEM ALFABÉTICA E MARQUE UM NO GRUPO DE PALAVRAS EM QUE TODAS ELAS APARECEM ANTES DA PALAVRA TELEFONE. NOVE ZERO 2

COMPUTADOR ZERO PÁGINA

AGENDA LETRA NÚMERO X

LEIA A TIRINHA. 3

SCHULZ, CHARLES. PEANUTS. DISPONÍVEL EM: https://www.gocomics.com/peanuts/2012/06/18. ACESSO EM: 6 JUN. 2025.

A) ESCREVA NA ORDEM ALFABÉTICA AS LETRAS QUE APARECEM NA TIRINHA.

A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z.

B) O QUE ESSAS LETRAS DEMONSTRAM NA TIRINHA?

As letras do alfabeto demonstram que o cão levou um certo tempo para dormir. No último quadrinho, a letra Z demonstra que o cão conseguiu dormir, pois a letra z remete ao ronco.

Recomenda-se explorar a atividade 3 desenvolvendo a produção de escrita com os estudantes. Ao longo da leitura da tirinha, verificar se eles compreendem/observam a ordem alfabética das letras, incluindo a letra Z. Alguns estudantes podem dizer que o alfabeto está completo, outros podem excluir o Z do alfabeto, construindo o sentido da reprodução da onomatopeia no último quadrinho. É importante observar se eles compreendem o texto, com base nos recursos expressivos gráfico-visuais, de que a personagem está tentando dormir e usa a recitação das letras do alfabeto para tentar pegar no sono. Chamar atenção para os movimentos da personagem nos dois primeiros quadrinhos, tentando adormecer, e para o balão da onomatopeia no terceiro, indicando que a personagem conseguiu dormir.

Em seguida, retomar o trabalho com a ordem alfabética, pedindo que recitem todas letras na ordem correta. Na atividade 3a, explorar as letras e seus traçados diferentes que aparecem na tirinha. Se achar propício, desafiar os estudantes a falar uma palavra que comece com algumas dessas letras. Na atividade 3b, espera-se que os estudantes compreendam a onomatopeia Z, que indica que alguém está dormindo. A estratégia de leitura encaminhada anteriormente permite a eles concluir que a personagem está contando as letras do alfabeto para tentar dormir e, no último quadrinho, consegue.

CONEXÃO

• EDUAR, Gilles. Alfabeto de histórias. São Paulo: Ática, 2008. É possível recomendar a leitura desse livro em conjunto com um familiar ou responsável. Na obra, cada letra do alfabeto tem uma história engraçada e cheia de brincadeiras que permitem interação com o leitor.

14/09/25 16:33

ENCAMINHAMENTO

Propor aos estudantes uma brincadeira, que pode ser por fileira: o primeiro fala uma palavra e os demais, um a um, devem falar outra que apresente o mesmo som final. Pedir a um estudante de cada fileira que registre as palavras citadas pelos colegas do grupo. Essa lista fará parte do mural da sala de aula e os estudantes poderão acrescentar palavras conforme forem descobrindo outras com a mesma terminação. Esse tipo de proposta contribui para o desenvolvimento de vocabulário.

Na atividade 4 , oportunizar a recitação do alfabeto antes de iniciar o jogo. O objetivo desta atividade é explorar, de maneira lúdica, a ordem alfabética. Combinar com os estudantes modos de decidir quem vai começar o jogo. É importante orientá-los a consultar as fichas do alfabeto móvel disponível no Material complementar se tiverem dúvida quanto à ordem alfabética. Para o jogo, organize as carteiras junto com as crianças formando trios. Se for mais conveniente, pode-se afastar as carteiras, abrir um espaço no centro da sala de aula com os trios sentados no chão para jogar.

Na atividade 1 da seção Rimas , recomenda-se explorar com os estudantes as ilustrações que acompanham o diagrama. Esta atividade desenvolve a consciência fonológica e fonêmica dos estudantes ao fazê-los entender que todas as palavras do diagrama terminam com o mesmo som e identificar que a cada som que falam há uma letra correspondente para escrever nos espaços do diagrama. Se for necessário, explorar a dica destacando o som que rima.

VAMOS FAZER UM JOGO?

A) ANTES DE COMEÇAR, RECITE O ALFABETO.

B) FORME UMA RODA COM TRÊS COLEGAS E OUÇA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DO PROFESSOR. 4 Leia para os estudantes as instruções do jogo.

1. COMBINEM QUEM VAI COMEÇAR O JOGO.

2. O PRIMEIRO PARTICIPANTE FALA UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA A.

3. QUEM VEM DEPOIS DIZ UMA PALAVRA INICIADA COM A LETRA B

4. O PRÓXIMO FALA UMA PALAVRA INICIADA COM A LETRA C, E ASSIM POR DIANTE, SEGUINDO A ORDEM ALFABÉTICA.

5. QUEM NÃO SE LEMBRAR DE UMA PALAVRA INICIADA COM A LETRA EM JOGO, OU ERRAR A ORDEM DAS LETRAS, SAI DA BRINCADEIRA.

6. VENCE QUEM PERMANECER NO JOGO ATÉ O FINAL.

Durante a realização da atividade, é possível observar se eles colocam uma letra em cada quadrinho e como eles pensam em qual letra escrever. Muitas crianças soletram sílabas ou sons representados por consoante e vogal para descobrir que letra escrever. Essa informação mostra em que fase de alfabetização os estudantes estão.

Na atividade 2, perguntar aos estudantes do que se lembram sobre rimas ou o que eles sabem sobre o tema. Ler com os estudantes as instruções da brincadeira proposta. Verificar se todos compreenderam como será a brincadeira antes de iniciá-la. Se considerar adequado, promover uma primeira rodada para compreensão das regras. Durante a brincadeira, se não conseguirem falar mais palavras diferentes que terminem com o som ão, apresentar uma nova palavra para reiniciar as rimas.

RIMAS

COMPLETE AS CRUZADINHAS COM OS NOMES DAS FIGURAS.

DICA

TODOS OS NOMES TERMINAM COM AR.

VAMOS FAZER A BRINCADEIRA DAS PALAVRAS QUE RIMAM?

FORMEM UMA RODA E OUÇAM AS INSTRUÇÕES.

A) O PRIMEIRO PARTICIPANTE FALA A PALAVRA CORAÇÃO

B) O PARTICIPANTE SEGUINTE FALA OUTRA PALAVRA QUE TERMINE COM ÃO, ATÉ QUE TODOS TENHAM FALADO.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: balão/canção/avião/mão/não.

ATIVIDADES

20:53

Exibir o vídeo Samba do abecedário, de Márcio Coelho e Ana Favaretto. SAMBA do abecedário. Publicado por: Márcio Coelho: Tema. 13 nov. 2014. 1 vídeo (ca. 3 min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8kRHA5wVBBc. Acesso em: 7 set. 2025. Ao ouvir a canção, é possível ampliar as atividades realizadas nesta seção, com a ordem alfabética, com as letras iniciais de palavras e com as rimas (o som final das palavras). Além disso, a canção ajuda a desenvolver o vocabulário dos estudantes. Após a audição, pode-se perguntar se todas as letras foram contempladas. Espera-se que eles percebam a ordem alfabética cantada na música, marcada pelas palavras iniciadas com a mesma letra. É possível pedir aos estudantes que escrevam, como souberem, as palavras que rimam. Espera-se que notem, por exemplo, escola e Frajola. Se preferir, disponibilize a letra da canção para que os estudantes leiam enquanto a acompanham.

PARA OS ESTUDANTES

• CIÇA. Trincatrova. Rio de Janeiro: Globo, 2012. CONEXÃO

• Desenvolver a coordenação motora fina e a lateralidade por meio do controle do movimento gráfico, respeitando o sentido convencional do traçado.

• Memorizar o percurso gráfico de cada letra (sequência de traços), fortalecendo a memória visual e motora.

• Reconhecer letras em contexto de palavra, aplicando o conhecimento prévio do traçado e da forma gráfica.

• Compreender que as letras formam palavras com significado, ampliando a noção de função social da escrita.

• Desenvolver atenção, concentração e planejamento motor, ao seguir instruções visuais e espaciais para completar a escrita.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP10

• EF01LP11

ENCAMINHAMENTO

As atividades de traçado propostas visam desenvolver habilidades essenciais na aquisição da escrita alfabética, com foco no domínio gráfico, na consciência fonológica e na aplicação funcional das letras em contextos significativos. É importante acompanhar o traçado individualmente, verbalizando os movimentos (“começa em cima, desce, volta para cima...”). Recomenda-se a utilização de recursos multissensoriais (areia, giz, letras em relevo, alfabeto móvel disponível no Material complementar ) para reforçar a aprendizagem.

HORA DO TRAÇADO

J J J J J N N N N N N N Z Z Z Z Z Z Z

Nas atividades 1 a 3, incentivar a repetição do traçado com atenção, valorizando o esforço e o progresso de cada estudante. Nesse momento, é importante observar como os estudantes pegam o lápis e, se for o caso, reforçar a pinça trípode demonstrando, individualmente, a maneira ideal.

Na atividade 4, antes da escrita, explorar oralmente as imagens e os nomes de cada elemento representado com a turma. Perguntar: “Qual é o primeiro som dessa palavra? Que letra representa esse som?”. Reforçar a leitura após a escrita, promovendo a leitura com compreensão, ainda que em palavras isoladas.

AVIO ABUMBA

OANINHA UVEM

ATIVIDADES

Se possível, preparar um “alfabeto de lixa” para as crianças utilizarem antes de iniciar o traçado das letras. Cortar as letras em folhas de lixa (encontradas em casas de material de construção) e colá-las em um cartão. Utilizar uma cor de cartão para as consoantes e outra cor de cartão para as vogais.

Desenhar setas indicando o sentido do traçado de cada letra.

Pedir aos estudantes que passem o dedo indicador em cada letra, seguindo o sentido mostrado pelas setas. Em seguida, solicitar que façam a mesma coisa usando o dedo indicador e o médio juntos. Depois, os estudantes podem fazer a atividade com os olhos fechados. Perguntar o que sentem ao fazer isso. Organizar a turma em círculo e distribuir massinha de modelar ou argila (se tiver à disposição). Pedir aos estudantes que moldem determinada letra com ela. Mostrar, em um cartão, qual é a letra. Depois, variar as letras.

Se possível, também, organizar uma caixa sensorial. Pode-se utilizar uma bandeja, uma forma de bolo ou uma tampa de caixa. Coloca-se nela areia, fubá, maisena ou farinha (o que tiver) e pede-se ao estudante que faça ali, com o dedo indicador ou com o indicador e o médio, o traçado da letra indicada em um cartão para que todos vejam.

Outra atividade lúdica é levar tampinhas de garrafas de água ou botões grandes em quantidade suficiente para que os estudantes possam formar as letras sobre a mesa.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer e identificar as características da agenda: organização em ordem alfabética.

• Organizar agenda de contatos.

• Preencher agenda de acordo com a letra correspondente da página.

• Perceber a utilidade da agenda e utilizá-la quando necessário.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP17

• EF01LP20

• EF12LP06

• EF15LP01

• EF15LP05

• EF15LP06

• EF15LP07

• EF15LP09

• EF15LP10

ENCAMINHAMENTO

Considerar que a atividade de construção da agenda proposta nesta seção possibilita a reflexão sobre a função social da agenda e também acerca da escrita alfabética, uma vez que os estudantes devem escrever os nomes dos colegas, identificar a letra inicial e organizá-los em ordem alfabética.

Questioná-los se costumam conversar ao telefone diariamente, com quem e sobre o quê. Perguntar se sabem de cor o número do telefone das pessoas com as quais mantêm contato, se costumam consultar uma agenda ou buscam o nome na agenda do celular, por exemplo.

Na atividade 1, retomar a finalidade da agenda de contatos (impressa ou digital), a estrutura e as possibilidades de circulação da agenda.

MÃO

NA MASSA!

ELABORAÇÃO DE AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA

VAMOS PRODUZIR A AGENDA DE CONTATOS IMPRESSA DA TURMA?

1. a) Nomes, telefones, e-mails, endereços. Se for uma agenda eletrônica, podemos escrever também a data de aniversário e muitas outras informações sobre a pessoa.

1 CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE A UTILIDADE DA AGENDA DE CONTATOS.

A) O QUE PODEMOS ESCREVER NESSE TIPO DE AGENDA?

B) EM QUE ORDEM DEVEMOS ESCREVER OS NOMES DAS PESSOAS?

2 AGORA, VAMOS MONTAR A AGENDA? RECORTE A FIGURA DA AGENDA DA PÁGINA 273.

A) DE ACORDO COM A LETRA ESCOLHIDA PELO PROFESSOR, COMPLETE A PÁGINA DA AGENDA Em ordem alfabética. Resposta pessoal.

B) ENTREGUE PARA O PROFESSOR A PÁGINA PREENCHIDA PARA MONTAR A AGENDA.

Esclarecer a situação comunicativa envolvida: coletivamente, os estudantes produzirão uma agenda de contatos da turma para que possam consultar quando quiserem telefonar aos colegas. Na atividade 1b, perguntar aos estudantes por qual razão a agenda é organizada em ordem alfabética. Espera-se que concluam que é para facilitar a busca dos nomes. Ao concluir a atividade, propor o planejamento do texto a ser produzido. Para a realização da atividade 2, designar uma letra para cada estudante (ou grupo de estudantes, se considerar mais produtivo), de acordo com a quantidade de pessoas na turma. Explorar oralmente a organização da página e os itens que devem ser preenchidos. Estimulá-los a encontrar a maneira de organizar os nomes na agenda, recorrendo à ordem alfabética, se necessário.

ORALIDADE EM AÇÃO

CONVERSA TELEFÔNICA

1 QUAIS PASSOS SEGUIMOS QUANDO TELEFONAMOS PARA ALGUÉM? ACOMPANHE A LEITURA DO PROFESSOR E NUMERE A SEQUÊNCIA DE UM TELEFONEMA.

3 DIZER UMA SAUDAÇÃO QUANDO A PESSOA ATENDER AO TELEFONE (“ALÔ?”, “OI...”, “BOA TARDE!”).

2 PROCURAR O NÚMERO DE TELEFONE NA AGENDA PARA FAZER A LIGAÇÃO.

1 TER UM MOTIVO PARA TELEFONAR.

6 DESPEDIR-SE DA PESSOA.

5 FALAR E OUVIR ATENTAMENTE PARA SABER O MOMENTO DE CONTINUAR OU TERMINAR A CONVERSA.

4 DIZER O MOTIVO DO TELEFONEMA.

2 COM UM COLEGA, SIGA AS INSTRUÇÕES DO PROFESSOR PARA REPRESENTAR UMA CONVERSA AO TELEFONE.

3 VAMOS AVALIAR AS APRESENTAÇÕES DAS DUPLAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

FIQUE LIGADO

• VALÉRIO, GERALDO. ABECEDÁRIO DE BICHOS BRASILEIROS. SÃO PAULO: WMF MARTINS FONTES, 2016.

ANIMAIS QUE VIVEM NO BRASIL SÃO APRESENTADOS EM ORDEM ALFABÉTICA.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer uma conversa telefônica de acordo com o interlocutor e a situação apresentada.

• Reconhecer as situações em que se estabelecem as conversas telefônicas.

• Reconhecer a sequência lógica de uma conversa telefônica e ordenar as etapas.

• Avaliar a própria apresentação seguindo critérios estabelecidos.

71

14/09/25 16:33

• Escutar com atenção e respeito as apresentações dos colegas.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP17

• EF01LP20

oral do cotidiano. Os estudantes devem perceber que a conversa ao telefone tem uma finalidade e que a linguagem utilizada será empregada de acordo com seus interlocutores e os assuntos tratados. Ao explorar a intencionalidade da ligação, as formas de saudação e de despedida, a adequação da linguagem, o emprego de fórmulas de cortesia, as pausas interacionais na conversação, entre outras, aprende-se a interagir em diferentes situações de comunicação. Essa proposta colabora para o desenvolvimento de competências socioemocionais relacionadas às habilidades de relacionamento, especialmente quanto a se comunicar de forma efetiva.

Na atividade 1, fazer a leitura em voz alta de cada um dos passos. Ao final da leitura, perguntar o que devemos fazer primeiro e pedir que marquem o número na instrução. Proceder da mesma maneira até que tenham numerado todos os passos. A ordenação das etapas desenvolve noções de números e de raciocínio lógico, ao estimular a análise da ordem lógica de etapas em uma sequência.

Na atividade 2 , para a encenação da conversa telefônica, organizar a turma em duplas. Determinar os interlocutores e as situações de conversa ao telefone para cada dupla. Perguntar: quem fará o telefonema e quem o atenderá? De que maneira a pessoa que faz a ligação deve se dirigir à outra? O que falar para explicar o motivo do telefonema? O que a pessoa que atendeu pode falar? Como será a despedida?

• EF12LP06

• EF15LP05

• EF15LP09

ENCAMINHAMENTO

• EF15LP11

• EF15LP12

• EF15LP13

Esta seção desenvolve a habilidade de interagir e dialogar em uma situação comunicativa

Na atividade 3, é fundamental avaliar não só o desempenho na apresentação, mas também a compreensão das situações de conversa — incluindo elementos não verbais da interação, como a entonação — e o respeito às apresentações dos colegas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler texto com a ajuda do professor.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Compreender o que é tecnologia assistiva e a sua importância para a inclusão de pessoas com deficiência.

• Relacionar o avanço tecnológico à sua contribuição para a construção de um mundo mais inclusivo.

• Perceber diferenças no dia a dia das pessoas com deficiência e identificar as barreiras que elas enfrentam.

• Emitir opinião com base em argumentos consistentes.

BNCC

• EF01LP01

• EF12LP02

• EF12LP08

• EF15LP11

ORGANIZE-SE

• Dispositivo com acesso à internet.

• Cartolinas e lápis de cor e/ ou canetas hidrocor.

ENCAMINHAMENTO

O estudo do gênero textual agenda de contatos e as reflexões acerca do uso do telefone permitem abordar também a questão das tecnologias de comunicação no dia a dia. Nesta seção, os estudantes têm a oportunidade de refletir sobre as barreiras que as pessoas com deficiência enfrentam para realizar ações do cotidiano, como usar o telefone. A proposta favorece o desenvolvimento de competências socioemocionais relacionadas à consciência social, principalmente a habilidade de demonstrar empatia, colocando-se no lugar do outro e considerando suas perspectivas.

Antes de iniciar a leitura do texto, organize a turma em círculo, com as cadeiras, ou

IDEIA PUXA IDEIA

O USO DO CELULAR PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

ACOMPANHE A LEITURA DO PROFESSOR PARA CONHECER UM POUCO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO USO DOS SMARTPHONES PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

ACESSIBILIDADE NO MUNDO DIGITAL: COMO OS

SMARTPHONES CONTRIBUEM PARA INCLUIR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

VIVEMOS EM UM MUNDO CADA VEZ MAIS CONECTADO E DEPENDENTE DA TECNOLOGIA. PORÉM, MUITAS

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AINDA

ENFRENTAM BARREIRAS NO ACESSO AO MUNDO DIGITAL. FELIZMENTE, OS

SMARTPHONES TÊM AJUDADO A MUDAR ESSE CENÁRIO, OFERECENDO SOLUÇÕES

ACESSÍVEIS PARA PESSOAS COM DIFERENTES TIPOS DE DEFICIÊNCIA.

COM RECURSOS COMO LEITOR DE TELA, RECONHECIMENTO DE VOZ E AMPLIADOR DE TELA, PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL PODEM TER

ACESSO À INFORMAÇÃO E PARTICIPAR ATIVAMENTE DA COMUNICAÇÃO DIGITAL. JÁ AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA PODEM

UTILIZAR RECURSOS COMO LEGENDAS E ALERTAS VISUAIS PARA SE COMUNICAR DE FORMA EFETIVA.

ACESSIBILIDADE: TORNAR ALGO MAIS FÁCIL DE USAR PARA PESSOAS QUE TENHAM ALGUMA DIFICULDADE. BARREIRA: AQUILO QUE ATRAPALHA ALGUÉM DE FAZER ALGUMA COISA. MUNDO DIGITAL: CONJUNTO DE ATIVIDADES QUE ACONTECEM COM O USO DE CELULAR, COMPUTADOR OU INTERNET, COMO CONVERSAS, MENSAGENS, VÍDEOS E PESQUISAS. RECONHECIMENTO DE VOZ: QUANDO O CELULAR OU COMPUTADOR ENTENDE O QUE A PESSOA ESTÁ FALANDO.

SMARTPHONES: CELULARES QUE, ALÉM DE FAZER LIGAÇÕES, TIRAM FOTOGRAFIAS, MANDAM MENSAGENS E TÊM INTERNET.

afastando as mesas e sentando-se no chão para uma roda de conversa. Propor questões como: quais são as tecnologias de comunicação que usamos no dia a dia? De que modo elas são usadas? Como seria se não tivéssemos acesso a essa tecnologia? Quais são os benefícios que essas tecnologias nos trazem? É importante incentivar todos a se expressar, respeitando as opiniões divergentes e os turnos de fala. Ouvir ativamente as opiniões das crianças e propor novas questões com base em suas falas, sem qualquer julgamento; é importante deixar claro que não há certo e errado nessa conversa. Em seguida, perguntar-lhes se conhecem alguém com algum tipo de deficiência que impeça ou dificulte o acesso a essas tecnologias e como elas fazem. Caso não conheçam ninguém, sugerir um exercício de imaginação: pensem como as pessoas que não podem ver ou ouvir, por exemplo, fazem para usufruir dessas tecnologias? Elas ficam sem acesso aos benefícios que essas tecnologias proporcionam? Será que existem formas de facilitar o acesso dessas pessoas? Como conclusão da conversa, propor a leitura do texto da seção sobre acessibilidade. Recomenda-se realizar uma leitura em voz alta, observando se os estudantes acompanham a leitura

14/09/25 16:34

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes apontem que os smartphones facilitam não só a comunicação como o acesso a informações, além de apresentarem ferramentas úteis para o dia a dia, como alarme, relógio, aplicativos de bancos, entre outros.

ALÉM DISSO, OS SMARTPHONES TAMBÉM POSSIBILITAM A COMUNICAÇÃO EM TEMPO REAL, O QUE É ESPECIALMENTE ÚTIL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA QUE PRECISAM SE COMUNICAR COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE OU FAMILIARES EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA. [...]

SMARTPHONES: TRANSFORMANDO A VIDA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. 2023. DISPONÍVEL EM: https://www.vlibras.com.br/a-revolucao-dos-smartphones-no-universo-das-pessoas-com-deficiencia.

ACESSO EM: 6 JUN. 2025.

1 2 3

EM SUA OPINIÃO, QUAL É

A IMPORTÂNCIA DE UM

SMARTPHONE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?

DE ACORDO COM O TEXTO, PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

ENFRENTAM BARREIRAS NO ACESSO AO MUNDO DIGITAL. PARA VOCÊ, QUAIS SERIAM ESSAS BARREIRAS?

EM GRUPOS, ESCOLHAM UM RECURSO CITADO NO TEXTO E PESQUISEM SOBRE ELE: LEITOR DE TELA, LEGENDAS, RECONHECIMENTO DE VOZ, AMPLIADOR DE TELA E ALERTAS VISUAIS.

PESSOA COM DEFICIÊNCIA

VISUAL USANDO CELULAR NO MUNICÍPIO DE SOCORRO (SP), EM 2015.

A) CADA GRUPO VAI CRIAR UM CARTAZ E DESENHAR COMO O RECURSO AJUDA UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. B) COMPARTILHEM COM A TURMA OS CARTAZES PRODUZIDOS.

Produção pessoal. Produção pessoal.

2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes identifiquem, com apoio, dificuldades como não conseguir enxergar a tela, ouvir os sons do celular ou não conseguir usar os dedos para digitar.

com o dedo, com os olhos ou se repetem em voz baixa as palavras lidas. É importante avaliar se compreenderam o texto e ler com eles os termos do glossário, voltando ao texto para esclarecer eventuais dúvidas. Incentivá-los a comentar o texto e a fazer perguntas, caso não tenham compreendido algo.

integrantes dos grupos e como se articulam para a confecção do cartaz. Essa é uma oportunidade de desenvolvimento de importantes competências socioemocionais, principalmente com relação às habilidades de relacionamento: demonstrar cooperação, atuar em equipe para resolução colaborativa de problemas e defender os direitos dos outros (no caso, das pessoas com deficiência). Recomendar que coloquem seus nomes e identifiquem a turma nos cartazes. Sugere-se afixar os cartazes na sala de aula ou, se possível, em um espaço da escola a que outras turmas tenham acesso.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• PORTUGAL, Liana; LOPES, Mariana; BOMFIM, Priscila O. S. Por mais inclusão! Ciência Hoje das Crianças, 31 jan. 2025. Disponível em: https://chc.org.br/arti go/por-mais-inclusao/. Acesso em: 18 ago. 2025.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• ROCHA, Jessica Norberto. Museu para todos. Ciência Hoje, n. 384, Rio de Janeiro, jan./fev. 2022. Disponível em: https://cienciahoje.org. br/artigo/museu-paratodos/. Acesso em: 18 ago. 2025.

05/10/25 08:21

Propor as atividades 1 e 2, ainda com a turma organizada em círculo. Na atividade 1, observar a capacidade dos estudantes de construir argumentos para embasar suas opiniões. Se manifestarem opiniões divergentes, é importante mediar a discussão propondo questões e levando-os a avaliar os próprios argumentos. A atividade 2 exercita a habilidade de localizar informações explícitas no texto. Se for oportuno, podem-se reler trechos para elucidar pontos levantados pelos estudantes em suas respostas.

Para a realização da atividade 3, organizar a turma em grupos e auxiliá-los a realizar a pesquisa, atribuindo um recurso a cada grupo. Determinar um tempo para a pesquisa e distribuir os materiais para a confecção dos cartazes. Observar como se dá a troca de ideias entre os

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Comparar palavras a fim de verificar quais se repetem em um trecho do poema.

• Identificar informação em um trecho de poema.

• Inferir o objetivo ou a função de uma agenda de contatos.

• Identificar a vogal que completa o sentido de palavras.

• Organizar nomes próprios em ordem alfabética.

• Identificar palavras que rimam entre si.

BNCC

• EF01LP13

• EF15LP03

• EF15LP01

• EF01LP07

• EF01LP10

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma. Na atividade 1 (nível defasagem), é avaliada a habilidade do estudante de ler um trecho de poema e identificar corretamente uma palavra que se repete nele. Ler o trecho do poema em voz alta para a turma e fazer uma interpretação oral das informações que ele traz. Trabalhar as palavras que aparecem no trecho destacado, explorando as letras que formam cada uma delas, de maneira que consigam identificar a resposta da questão. Verificar se eles compreendem o que é repetir uma palavra, e se conseguem entender qual é a palavra que aparece várias vezes.

O QUE ESTUDEI

PINTE AS PALAVRAS COM A LETRA Z 1

zabumba SALADA

jacaré

AGORA, LEIA UM TRECHO DO LIVRO JACARÉ COM JACA: E

AGORA, JACARÉ? PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 2 E 3.

ELE PESCA E COME PEIXE.

SOBE NA PEDRA E TOMA SOL. DEPOIS, VAI PARA A ÁGUA E NADA, NADA, NADA, NADA, NADA.

RIOS, ROSANA. JACARÉ COM JACA: E AGORA, JACARÉ? PORTO ALEGRE: EDELBRA, 2019. P. 7.

A PALAVRA QUE SE REPETE NO TRECHO DESTACADO É:

A) PEIXE.

C) X NADA.

B) ÁGUA.

D) SOL.

A REPETIÇÃO DESSA PALAVRA INDICA QUE O JACARÉ:

A) NADOU POUCO.

B) X NADOU MUITO.

C) ESTAVA TENTANDO NADAR.

D) BEBE MUITA ÁGUA.

A atividade 2 (nível defasagem) possibilita avaliar a habilidade do estudante em interpretar informações de um trecho de poema. É importante que os estudantes compreendam que a repetição da forma verbal “nada” indica que a personagem realizou a ação de forma intensa. Durante a realização da atividade, avaliar se os estudantes conseguem compreender o sentido do verbo nadar no texto e qual é a ideia que ele transmite.

A atividade 3 (nível defasagem) confirma se o estudante percebeu que a repetição do verbo nadar (nada) intensifica essa ação, demonstrando que o jacaré nadou muito. Caso algum estudante conclua que o jacaré poderia estar tentando nadar ou que o nada indica uma ação negativa (que ele não nadou ou nadou pouco), perguntar o que o levou a concluir isso. A leitura em voz alta, dando ênfase ao verbo, pode ajudar os estudantes a compreenderem que se trata da ação de nadar potencializada.

C) Z E RO

E) J A RRA

ESTAS SÃO AS BONECAS DE MARIANA.

JADE MALU ZEZA B) N O VE A) N I NHO

• ESCREVA OS NOMES DAS BONECAS DE MARIANA EM ORDEM ALFABÉTICA.

Jade, Malu, Nicole, Zeza.

LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR E ESCREVA OUTRAS PALAVRAS

QUE RIMAM COM ELAS. Respostas pessoais. Sugestões de respostas.

A) PÃO: LIMÃO, CORAÇÃO, AVIÃO, PIÃO .

B) NATA: LATA, MATA, CATA, PATA

C) COR: FLOR, AMOR, DOR

D) GATO: RATO, PATO, FATO

A atividade 4 (nível defasagem) permite avaliar se o estudante consegue completar todas as palavras com as vogais corretas. Ler as palavras em voz alta com os estudantes, enfatizando o som das vogais para que eles tentem identificar qual é a vogal que deve completar a palavra. Verificar se completam a maioria das palavras corretamente.

15/09/25 15:36

O objetivo da atividade 6 (nível adequado) é verificar a habilidade do estudante em relacionar palavras com sons finais semelhantes, ou seja, que rimam entre si, desenvolvendo a habilidade de reconhecer rimas. Essa é uma etapa importante no desenvolvimento da leitura e da escrita, fundamental para que os estudantes avancem na compreensão dos sons que compõem as palavras. Para realizar a atividade, eles deverão pensar em palavras que terminam com as mesmas letras e os mesmos sons das palavras indicadas. Verificar se os estudantes conseguem compreender o que são rimas e se conseguem relacionar palavras que têm sons finais semelhantes. A atividade exige deles um conhecimento de vocabulário mais amplo. Assim, sugere-se desafiá-los a encontrar várias rimas para um mesmo termo, incentivando a construção de listas organizadas de palavras. Ao citarem palavras que rimam, perguntar, por exemplo: por que você achou que gato rima com pato ? Você consegue dizer o que ouviu igual no final dessas palavras? É importante encorajá-los a escutar e comparar sons, cultivando autonomia na reflexão fonológica.

Por meio da atividade 5 (nível intermediário), é possível avaliar o grau de aprendizagem do estudante sobre a ordem alfabética, conteúdo estudado no capítulo. Verificar se os estudantes compreendem a ordem das letras no alfabeto e se conseguem ordenar os nomes das bonecas seguindo essa ordem. Caso apresentem dificuldade, isso indica que eles não atingiram a consciência alfabética e fonêmica esperada, pois ordenar por ordem alfabética exige reconhecer a ordem das letras e o valor de cada letra inicial. Se a criança não consegue, pode significar que ela ainda não consolidou bem o alfabeto e suas sequências, indicando a necessidade de aprofundar esse trabalho.

D) J U MENTO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Desenvolver habilidades de leitura e compreensão ao ler o texto com o professor.

• Estabelecer relações entre texto e ilustração.

• Localizar informações no texto.

• Estabelecer relações de sinonímia.

BNCC

• EF01LP20

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP09

• EF15LP10

• EF15LP16

• EF15LP18

ENCAMINHAMENTO

Desenvolver a questão inicial incentivando os estudantes a relatar a situação de distração que viveram, ressaltando que os colegas devem escutar os relatos com respeito. Comentar que, muitas vezes, fazemos algo sem prestar atenção, pensando em outra coisa, e, então, pode ocorrer algum problema. Por exemplo, não lembrar onde guardou algo, calçar uma meia de cada cor ou sapatos diferentes, escovar os dentes com pomada etc.

Ler o título e a autoria do texto, antes de proceder à leitura. Essa proposta antecipa o trabalho que será realizado na atividade 3. Se considerar adequado, orientar os estudantes a ler os créditos do texto para identificar a resposta. Explorar os outros dados: local da publicação, editora, data, página.

Explicar que a obra Listas fabulosas , de Eva Furnari, apresenta ao leitor listas divertidas (e incomuns) criadas pelos membros do Clube das Listas, fundado pelo personagem Grômio. Para os

capítulo

LISTAS FABULOSAS

• VOCÊ JÁ FEZ COISAS ESTRANHAS PORQUE ESTAVA DISTRAÍDO? SE SIM, COMO FOI? Respostas pessoais.

LEITURA 1

ACOMPANHE A LEITURA DO PROFESSOR DESTA LISTA DIFERENTE.

LISTA DE COISAS QUE PESSOAS DISTRAÍDAS

DEVEM EVITAR

1. PINTAR AS UNHAS COM GELEIA DE MORANGO.

2. GUARDAR OS SAPATOS NA GELADEIRA.

3. ENCAPAR O CADERNO COM FOLHA DE COUVE.

4. CONFUNDIR LEITE CONDENSADO COM CREME HIDRATANTE.

5. FAZER SUCO DE BATATAS FRITAS.

6. CONFUNDIR COLA COM BABA DE LESMA.

7. PENTEAR O CABELO COM ESCOVA DE DENTE.

FURNARI, EVA. LISTAS FABULOSAS. ILUSTRAÇÕES DA AUTORA. SÃO PAULO: MODERNA, 2013. (SÉRIE MIOLO MOLE). P. 5 (ILUSTRAÇÃO); P. 16 (TEXTO).

estudantes que quiserem saber mais sobre a obra e a autora, solicitar que, em casa e com a orientação de um familiar ou responsável, acessem o site da autora: EVA FURNARI. c2015. Disponível em: http://www.evafurnari.com.br/pt/. Acesso em: 17 ago. 2025.

Promover uma leitura do texto para a turma. É importante incentivar os estudantes a realizar uma leitura independente, acompanhando com o dedo, repetindo as palavras em voz baixa ou lendo em conjunto com um adulto. É possível realizar uma leitura expressiva inicial e, em seguida, pedir aos estudantes que releiam o texto. Ao reler os itens, analisar com eles as ilustrações.

Esse momento abre espaço para treinar fluência em leitura oral e compreensão leitora. Pedir aos estudantes que, em casa, treinem a leitura do texto conferindo entonação adequada, lendo-o muitas vezes em voz alta para, depois, em sala de aula, ler para os colegas. Manter a leitura em voz alta sempre presente na rotina do estudante é uma estratégia para desenvolver fluência em leitura oral.

1

CONTE PARA OS COLEGAS O QUE VOCÊ ACHOU DA LISTA.

Resposta pessoal. 2

ESSA LISTA FOI PUBLICADA NO LIVRO LISTAS FABULOSAS.

A) QUAIS DESTAS PALAVRAS PODEM SUBSTITUIR FABULOSAS NO TÍTULO DO LIVRO?

X FANTÁSTICAS

ATERRORIZANTES

APAVORANTES

X INCRÍVEIS

X EXTRAORDINÁRIAS

ASSUSTADORAS

B) A LISTA QUE VOCÊ LEU COMBINA COM O TÍTULO DO LIVRO? EXPLIQUE.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que sim, pois se trata de uma lista imaginária, fora do comum.

QUAL É O NOME DA AUTORA DO LIVRO LISTAS FABULOSAS?

Eva Furnari.

• VOCÊ JÁ LEU OUTROS LIVROS DESSA AUTORA? QUAIS?

Respostas pessoais.

INVENTE OUTRAS COISAS QUE PESSOAS DISTRAÍDAS DEVEM EVITAR FAZER.

Resposta pessoal.

• COMPARTILHE COM OS COLEGAS O QUE VOCÊ INVENTOU.

É fundamental garantir a compreensão do texto. Uma lista como essa é mais curta e tem poucas palavras que podem ser desconhecidas. Se necessário, explorar seus sentidos após a leitura. Chamar a atenção para a disposição do texto em itens numerados. Na atividade 1, espera-se que percebam o aspecto lúdico. Ao longo da atividade 2, é interessante apresentar à turma o livro Listas fabulosas, de Eva Furnari, para explorar a capa, as ilustrações e conhecer outras listas do livro. Na atividade 2a, explorar palavras que não foram assinaladas. Ajudar os estudantes a perceber que elas caracterizam algo que causa medo, por isso não têm relação com a palavra fabulosas. Perguntar aos estudantes se as palavras aterrorizantes, apavorantes e assustadoras têm significados semelhantes e por que não podem substituir a palavra fabulosas. Substituir esse adjetivo por outro, como engraçadas, e solicitar que indiquem um sinônimo (nesse caso, poderiam dizer divertidas). Escrever na lousa alguns pares de substantivos e adjetivos conhecidos pelos estudantes e pedir que apontem um sinônimo para cada adjetivo (uma característica com significado igual ou semelhante). Na atividade

2b, levar os estudantes a refletir sobre o título do livro, perguntando: que outro tipo de lista poderia estar nesse livro? Espera-se que pensem em listas que poderiam ser caracterizadas como “fabulosas” e justifiquem por quê. Recomenda-se explorar, na atividade 3, as questões de autoria, envolvendo a localização do nome da autora da obra e das demais informações sobre a publicação, como editora e ano.

Recomenda-se que a atividade 4 seja desenvolvida em casa, com o apoio de um familiar ou responsável. Comentar com os estudantes que devem inventar outras coisas que pessoas distraídas devem evitar fazer. Em sala de aula, pedir que compartilhem com os colegas o que escreveram e o que desenharam.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• FURNARI, Eva. Você troca? São Paulo: Moderna, 1991.

11/09/25 10:11

• FURNARI, Eva. Não confunda. São Paulo: Moderna, 1991. Os livros apresentam jogos de palavras simples e criativos, possibilitando ao leitor brincar com as palavras por meio de rimas divertidas. Ambos trazem diversas palavras que permitem aprofundar a leitura e a pronúncia das letras trabalhadas nesta seção. A leitura também pode ser realizada por um familiar ou responsável.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer e identificar a função social do gênero textual lista.

• Localizar informações explícitas no texto para responder às questões.

• Reconhecer o significado e o sentido de determinadas palavras no texto.

• Relacionar o objetivo de leitura do texto lido a seus objetivos de leitura fora da escola.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP17

• EF01LP20

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP06

• EF15LP09

TCT

• Meio ambiente

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 5 , orientar os estudantes a identificar as quantidades numéricas e os nomes de alimentos que aparecem na lista. A atividade 5a possibilita um trabalho interdisciplinar com o componente curricular Matemática para reconhecer e compreender os números, analisando suas quantidades. Se considerar adequado, orientar os estudantes a ordenar esses números em ordem decrescente. A atividade 5b pode ser explorada comparando as listas das páginas 76 e 78 e observar que essa enumeração dispõe os itens sequencialmente na linha, um após o outro, o que dificulta sua identificação.

A atividade 6 retoma a lista da atividade anterior para que os estudantes compreendam a disposição característica

ACOMPANHE A LEITURA DESTA LISTA DE COMPRAS. 5

PARA QUE SERVEM AS LISTAS? A) 6

desse gênero, com itens organizados em tópicos escritos de cima para baixo. Recomenda-se que a atividade 6a seja realizada com o apoio de uma pesquisa sobre diferentes sequências de listas, como listas de materiais escolares ou de tarefas. Após a escrita, na atividade 6b, discutir com os estudantes a disposição gráfica da lista: como os nomes aparecem escritos? Formam uma coluna? Estão separados uns dos outros?

A atividade 7 pode ser realizada a fim de a desenvolver noções de consumo consciente. Explorar com os estudantes alguns aspectos desse tema, como a importância de comprar apenas o que é necessário, de listar somente produtos para atender às necessidades da família (evitando descarte e desperdício) e de planejar as compras para evitar agir por impulso. Caso considere adequado, pode-se criar colaborativamente uma lista de ações para consumir de maneira consciente. Esse trabalho pode ser desenvolvido em casa, com a ajuda de um familiar ou responsável, ser compartilhado em sala de aula.

A) B)

17/09/25 16:03

Podem ser incluídos itens como checagem do que já existe em casa para evitar a compra de itens repetidos; elaboração de lista de compras para não consumir por impulso; pesquisa de preços, promoções e ofertas para economia.

O trabalho com a atividade 7 colabora para o desenvolvimento de competências socioemocionais relacionadas à tomada de decisão responsável, ao discutir hábitos de consumo e incentivar escolhas conscientes que impactam a vida em sociedade.

ATIVIDADES

Propor aos estudantes elaborar coletivamente uma lista de compras com itens básicos de alimentação, considerando os hábitos de suas famílias. Registrar na lousa cada item eleito pela maioria, questionando a escrita das palavras. Em seguida, com a participação dos estudantes, reescrever a lista na lousa, organizando-a em ordem alfabética.

Organizar a turma em grupos de quatro estudantes e propor formar uma figura (animal ou objeto) com os materiais escolares disponíveis. Em seguida, solicitar que planejem e produzam, em colaboração com os colegas, uma lista com os materiais usados pelo grupo. Aproveitar o momento para intervir na escrita dos estudantes, promovendo momentos de reflexão sobre o sistema de escrita. Promover a socialização das produções de todos os grupos.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• BARUZZI, Agnese; NATALINI, Sandro. A verdadeira história de Cachinhos Dourados. Tradução: Gilda de Aquino. São Paulo: Brinque-Book, 2014. Nesse reconto do clássico infantil, a personagem principal é incumbida de ensinar o Bebê Urso a se comportar bem e, para isso, elabora uma “lista de boas ações” para o travesso ursinho.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• MOÇO, Anderson. Leitura de listas de títulos. Nova Escola, São Paulo, 1o out. 2011. Disponível em: https://novaescola. org.br/conteudo/2048/ leitura-de-listas-detitulos. Acesso em: 17 ago. 2025.

• VICHESSI, Beatriz. Alfabetização: utilize listas de compras para potencializar as aulas. Nova Escola, São Paulo, 16 nov. 2022. Disponível em: https://novaescola. org.br/conteudo/21399/ alfabetizacao-utilize-listas-de-compras-para-potencializar-as-aulas. Acesso em: 18 ago. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

• Identificar o som representado pelas letras.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas na pauta caligráfica — efe e vê. Solicitar que, após a leitura, repitam o nome, a fim de praticar a pronúncia do som que cada letra representa. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula).

Retomar a explicação de que os traçados das consoantes F e V também representam as mesmas letras em diferentes formas. Se considerar adequado, propor traçar no ar, na caixa de areia, com o dedo em cima da letra e depois com o lápis.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRAS F E V

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

ACOMPANHE A LEITURA DO TRECHO DO POEMA. O QUE COMEÇA COM F? A FOCA FURIOSA COM A FUINHA!

GUIMARÃES, TELMA. BICHODÁRIO. ILUSTRAÇÕES: MARCELO CIPIS. SÃO PAULO: FTD, 2016. P. 11.

A) PINTE DE AMARELO A LETRA F NOS VERSOS.

B) AGORA, COMENTE COM OS COLEGAS OUTRA PALAVRA INICIADA PELA LETRA F

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: faca/ fazer/feliz

CONTORNE A IMAGEM QUE TEM O NOME INICIADO POR FI

2. a) Os estudantes devem pintar a letra F em: F, foca, furiosa e fuinha

Após a escrita de traçado na atividade 1, sugere-se realizar uma revisão das vogais em combinação com a consoante F, com a finalidade de ampliar o repertório de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso da turma. Para isso, levantar outras palavras cuja escrita os estudantes queiram conhecer ou que façam parte do dia a dia.

A atividade 2 permite desenvolver a consciência fonológica e fonêmica ao trabalhar com o reconhecimento de sons repetidos no poema. Explicar que as repetições de sons consonantais — não é preciso indicar, neste momento, que se trata da figura de aliteração — produzem um efeito de ritmo no texto. Promover uma releitura com a turma, marcando a pronúncia do som /f/. Na atividade 2a, fazer a leitura do trecho do poema dando ênfase às palavras iniciadas com a letra F. Perguntar se os estudantes sabem o que é uma fuinha (animal mamífero de pequeno porte). Pedir que observem na ilustração como é uma fuinha. Solicitar então que pintem a letra F nas palavras.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

V V V

ACOMPANHE A LEITURA DESTES VERSOS.

COM O V TEM VINAGRETE COM VINAGRE OU COM LIMÃO, COM CEBOLA, COM TOMATE, COM ERVAS OU PIMENTÃO.

OBEID, CÉSAR. ABECEDÁRIO DE AROMAS: COZINHANDO COM TEMPERO E POESIA. SÃO PAULO: EDITORA DO BRASIL, 2017. P. 52.

A) ESCREVA AS PALAVRAS DO TEXTO QUE COMEÇAM COM V.

Vinagrete, vinagre.

B) ESCREVA UMA PALAVRA QUE COMECE COM:

• VA :

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: vassoura, vacina, vaso

• VE :

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: verde, verão, vestido

• VO :

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: vovô, vovó, você.

14/09/25 17:11

Na atividade 2b, orientar os estudantes a comentar com os colegas outras palavras que comecem com a letra F. Incentivar que falem em voz alta, destacando o som inicial, e registrar algumas sugestões na lousa, como faca, fazer e feliz. Caso considere necessário, ampliar o repertório com outras palavras que reforcem a identificação do fonema /f/ em posição inicial.

Na atividade 3, escrever na lousa as palavras que as imagens representam: faca, figo e farol.

Na atividade 4, sugere-se realizar uma revisão das vogais em combinação com a consoante V, com a finalidade de ampliar o repertório de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso da turma. Para isso, levantar outras palavras cuja escrita os estudantes queiram conhecer ou que façam parte do dia a dia e escrever na lousa.

A atividade 5 permite trabalhar com o reconhecimento de sons repetidos no poema. Após a atividade 5a, pedir aos estudantes que notem o efeito de ritmo no texto provocado pelas repetições de sons consonantais (aliteração). Promover uma releitura com a turma, marcando a pronúncia do som /v/. Na atividade 5b , aprofundar o trabalho com o som /v/ que a letra V representa quando pronunciada isoladamente (no momento de pronunciar, levar os estudantes a notar se é possível alongar: “vvvvvv”). Observar o som representado nas palavras do poema: vinagrete e vinagre . Se considerar necessário, apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia possa ser feito oralmente com a letra V inicial, selecionando palavras em que não haja relações complexas de grafema-fonema.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• (Re)conhecer o alfabeto e incluir as vogais que faltam.

• Completar palavras utilizando as vogais.

• Reconhecer palavras que começam com vogais ou consoantes.

• Escrever espontaneamente palavras.

• Distinguir letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF12LP01

• EF15LP09

ENCAMINHAMENTO

Explorar oralmente as letras do alfabeto. Relembrar com os estudantes que o alfabeto é composto de 26 letras e cada uma delas pode ser utilizada para escrever palavras. Ajudá-los a distinguir cada uma delas, diferenciando-as dos números e de outros símbolos. Pedir que coloquem as letras do alfabeto móvel (Material complementar ) em ordem alfabética. Essa atividade pode ser realizada em duplas.

Fazer a leitura do alfabeto apresentado na atividade 1 e deixar que os estudantes identifiquem quais letras estão faltando. Espera-se notar que faltam apenas as vogais. Orientar os estudantes a pronunciar em voz alta o nome de cada letra, seguindo a ordem alfabética que preencheram. É importante observar se os estudantes, além de saber de cor os nomes e a ordem das letras, sabem também onde encontrá-las no alfabeto, isto é, a posição que ocupam. Recomenda-se ampliar a atividade propondo questões como: a

1 PALAVRAS EM AÇÃO

VOGAIS E CONSOANTES

ESCREVA AS LETRAS QUE FALTAM PARA COMPLETAR A ORDEM ALFABÉTICA.

• QUAIS LETRAS VOCÊ ESCREVEU?

letras A, E, I, O, U

AS LETRAS A, E, I, O, U SÃO CHAMADAS VOGAIS AS OUTRAS LETRAS DO ALFABETO SÃO CHAMADAS CONSOANTES.

letra E vem antes ou depois da letra I? Entre quais letras se posiciona a letra U? Qual letra fica entre o P e o R? Diversas questões podem ser usadas para consolidar a ordem alfabética com os estudantes. Ao final, perguntar quem gostaria de ler o alfabeto, agora completo. É importante garantir que todos os estudantes possam participar, identificando e citando as letras que conhecem.

Na atividade 2, reforçar a noção de vogais e consoantes. Na escrita das vogais, observar como os estudantes realizam seus traçados. Cada atividade de escrita desta seção ajuda a avaliar os movimentos que os estudantes são capazes de fazer para escrever as letras bastão, o controle da lateralidade, a noção espacial, o movimento de pinça e a pega do lápis. Ao final, pedir que leiam em voz alta as palavras formadas.

Na atividade 3, caso os estudantes não consigam ler todas as palavras individualmente, é possível oferecer apoio. É importante que, além de desenvolver a fluência em leitura oral, os estudantes consigam observar as letras iniciais de cada palavra listada. Ao propor a realização das atividades 3a e 3b, orientar os estudantes a pintar as palavras de modo que possam ser lidas.

SUBLINHE DE AMARELO AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM CONSOANTE B) SUBLINHE DE AZUL AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM VOGAL

Os estudantes devem sublinhar de amarelo as palavras menino, pacote e vassoura

Os estudantes devem sublinhar de azul as palavras ameixa, ele e ovo AMEIXA MENINO PACOTE

ATIVIDADES

Esta proposta amplia o trabalho de identificação e diferenciação de consoantes e vogais realizado na atividade 2. Propor um desafio de perguntas aos estudantes, que podem ser organizados em duplas ou trios.

Com base na lista de chamada, apresentar uma lista com os nomes dos estudantes e pedir que escrevam esses nomes em duas colunas: uma com nomes iniciados por vogais e outra com nomes iniciados por consoantes. Recomenda-se manter os nomes organizados em ordem alfabética.

Em seguida, propor perguntas para que os grupos respondam com base nos nomes escolhidos. Questione-os: qual nome da turma tem o maior número de vogais? Qual nome tem mais consoantes? Qual nome tem mais letras? Qual nome tem menos letras? Qual é a letra inicial mais comum entre esses nomes? Essa letra mais frequente é uma vogal ou uma consoante?

Se considerar interessante, pedir aos estudantes que repliquem a atividade individualmente, em casa, com os nomes de familiares ou responsáveis.

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 4 , retomar o trabalho de identificação dos nomes das letras e suas formas, assim como a consolidação da ordem alfabética. Retomar também os nomes e os sons que as letras F e V representam, para que os estudantes as reconheçam como consoantes. Se considerar necessário, recomendar o registro das consoantes em uma folha de papel avulsa, na forma de imprensa, maiúscula e minúscula.

Na atividade 5 , aceitar outras respostas com palavras que comecem com F ou V, além das sugeridas como possibilidades. Recomenda-se apoiar e orientar os estudantes caso tenham dúvidas sobre as letras iniciais e abrir espaço para que as duplas façam perguntas sobre as palavras que desconhecem. Caso seja uma palavra iniciada pelas letras F ou V, escrevê-la na lousa. Caso essas letras apareçam no meio da palavra, retomar a orientação da atividade para reconsiderar a palavra e refletir se ela começa com as letras pedidas.

Na atividade 6, recomenda-se pedir aos estudantes que identifiquem o nome de cada figura. Solicitar que digam, em grupo, o que as imagens representam. Os estudantes devem identificar: vaso, folha, foca e vela. Para cada imagem, perguntar: qual é a letra inicial da palavra vela ? Espera-se que os estudantes respondam em voz alta: /v/. Fazer o mesmo com as demais imagens. Auxiliar a identificar a letra inicial das palavras e a cor que deve ser usada para pintar cada imagem, conforme as atividades 6a e 6b . Na atividade 6c ,

OBSERVE AS LETRAS DESTACADAS NO ALFABETO.

A B C D E F G

A) QUAL É O NOME DE CADA LETRA DESTACADA?

B) ESSAS LETRAS SÃO: VOGAIS. X CONSOANTES.

5

COM DOIS COLEGAS, COMPLETE O QUADRO A SEGUIR COM PALAVRAS QUE VOCÊS CONHEÇAM.

Resposta pessoal.

PALAVRAS QUE COMEÇAM COM F

Sugestões de resposta: fada, fita, foto, foca, furão, feijão.

PALAVRAS QUE COMEÇAM COM V

Sugestões de resposta: vaca, vila, vela, vovó, vatapá.

aproveitar o momento para reforçar a correspondência entre som inicial e grafema, destacando que as letras F e V ocupam a posição inicial das palavras.

Na atividade 7, o objetivo é que os estudantes soletrem o nome de cada letra para o colega. Exemplo: pronunciar efe, a, cê, a para formar a palavra faca. Se considerar adequado, escrever em fichas de papel outras palavras formadas por sílabas simples (CV), a fim de continuar realizando a atividade com novos exemplos. É possível reutilizar algumas das palavras que os estudantes registraram no quadro da atividade 5

OBSERVE AS FIGURAS.

A) PINTE DE AZUL AS FIGURAS COM NOMES QUE COMEÇAM COM F.

B) PINTE DE AMARELO AS FIGURAS COM NOMES QUE COMEÇAM COM V.

C) COMPLETE OS NOMES DAS FIGURAS QUE VOCÊ PINTOU. V ELA F OCA

PARA OS ESTUDANTES

• BENTLY, Peter. Caco Coelho adora ler. São Paulo: Caramelo, 2012. Caco passa o tempo todo lendo histórias fantásticas, enquanto seus amigos preferem brincar no quintal. Mas... começa a chover e eles não podem sair de casa. O livro trata do prazer da leitura e da união que ela promove.

SOLETRE PARA UM COLEGA AS PALAVRAS A SEGUIR.

• DEPOIS, O COLEGA VAI SOLETRAR PARA VOCÊ.

FACA VOTO FIGO VIDA V ASO F OLHA

11/09/25 10:11

AZUL
AMARELO
AZUL
AMARELO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Localizar informações explícitas no texto para responder às questões.

• Reconhecer o significado e o sentido de determinadas palavras no texto.

• Expressar ideias acerca de um texto.

BNCC

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP09

• EF15LP16

• EF15LP18

ENCAMINHAMENTO

Antes da leitura do texto, é importante ler para os estudantes o contexto da história, resumido no início da página. Pedir aos estudantes que exponham suas hipóteses acerca da pergunta inicial, de modo que percebam que a escrita de uma lista foi a solução encontrada. Pedir que observem a ilustração, que pode dar uma pista do que Felpo fez. Levar os estudantes a observar a ilustração e perguntar o que acham que o coelho está fazendo e qual é a relação da imagem com o texto que será lido. Anotar as hipóteses deles na lousa, para verificar se serão confirmadas (ou não) após a leitura.

É fundamental proceder a uma leitura inicial em voz alta, para que os estudantes a acompanhem. Em seguida, pedir a cada um deles que leia um dos itens em voz alta, pois a leitura é um momento adequado para fomentar a fluência oral dos estudantes.

Recomenda-se também explorar o nome do personagem, para que retomem a pronúncia das letras iniciais estudadas anteriormente nesta unidade.

LEITURA 2

VOCÊ ACHA QUE UMA LISTA PODE AJUDAR A LEMBRAR COISAS QUE PRECISAMOS FAZER?

Resposta pessoal.

FELPO FILVA, UM COELHO ESCRITOR, RECEBEU UM CONVITE PARA TOMAR CHÁ COM A COELHA CHARLÔ.

ELE ESCREVEU UMA CARTA RECUSANDO O CONVITE, MAS SE ESQUECEU DE MUITAS COISAS QUE TINHA A DIZER.

O QUE SERÁ QUE FELPO FILVA FEZ PARA SE LEMBRAR DO QUE PRECISAVA DIZER NA CARTA SEGUINTE?

ACOMPANHE A LEITURA DESTE TRECHO.

FELPO FILVA

DURANTE A SEMANA, ELE FEZ UMA LISTA COM OS ASSUNTOS QUE NÃO QUERIA ESQUECER NA CARTA SEGUINTE:

1. AGRADECER O CONVITE E EXPLICAR, OUTRA VEZ, QUE VOU LEVAR MAIS DE UM ANO PARA, TALVEZ, ACEITÁ-LO.

2. MANDAR UMA HISTÓRIA UM POUCO ESQUISITA.

3. PEDIR PARA ELA MANDAR UM RETRATO.

4. PERGUNTAR SE ELA COLECIONA PROVÉRBIOS.

FURNARI, EVA. FELPO FILVA ILUSTRAÇÕES DA AUTORA. SÃO PAULO: MODERNA, 2006. P. 30.

Após a leitura do texto, checar se as hipóteses levantadas na questão inicial da Leitura 2 foram confirmadas ou não. Conversar com os estudantes sobre a finalidade das listas e recuperar o que sabem e/ou observaram na leitura anterior. Retomar em que momentos eles já fizeram uma lista e verificar se ela foi útil em alguma situação. Aproveitar a oportunidade para levar os estudantes a identificar a função social do gênero textual lista.

Na atividade 1, é importante orientar os estudantes a comparar os modos de organização da lista, observando que a lista em ordem alfabética é um critério diferente da lista em ordem numérica. Se considerar necessário, incentivar os estudantes a criar hipóteses para explicar em quais tipos de listas essas ordens são mais relevantes. Exemplos: em uma lista de nomes, o critério alfabético pode ser mais adequado; em uma lista de tarefas, a ordem numerada pode ser mais precisa para encadear etapas da tarefa. Se for propício, mostrar outros modos de organização de listas, como a de compras, em que a organização por tipos de itens listados pode ser mais adequada que a ordem alfabética e a ordem numérica.

COMO A LISTA DE FELPO ESTÁ ORGANIZADA?

EM ORDEM ALFABÉTICA

X EM ITENS NUMERADOS

A LISTA AJUDA FELPO A SE LEMBRAR DE QUE TIPO DE COISAS?

COMPRAS DE MERCADO

NÚMEROS DE TELEFONE

NOMES DE COLEGAS

X TAREFAS A CUMPRIR

VOCÊ ACHA QUE A LISTA AJUDOU FELPO A ESCREVER A CARTA SEGUINTE? EXPLIQUE.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que a lista ajudou Felpo a se lembrar de falar sobre os assuntos que anotou.

FELPO FEZ ESSA LISTA DE UMA VEZ SÓ OU AOS POUCOS? EXPLIQUE.

A lista foi feita aos poucos, o que pode ser concluído pela presença da expressão “durante a semana” no início do trecho.

QUAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO VOCÊ USARIA PARA ENVIAR BEM RÁPIDO UMA LISTA PARA ALGUÉM?

Na atividade 2, os estudantes devem assinalar o item que informa que a lista ajuda Felpo a se lembrar de tarefas a cumprir.

A atividade 3 solicita uma inferência de como a narrativa se desdobra. Esse tipo de atividade permite aos estudantes projetar suas hipóteses ao mesmo tempo que fomenta a curiosidade pela leitura. Só é possível ter certeza de que a lista ajudou a personagem pela leitura dos trechos seguintes ao do recorte reproduzido nesta seção de leitura. Se considerar adequado, é possível apontar que só daria para ter certeza de que a lista ajudou Felpo se os estudantes lessem a continuação da história, mas vale a pena confirmar as hipóteses deles comentando que, sim, a lista ajudou Felpo a se lembrar dos tópicos que queria usar em sua resposta à coelha Charlô.

Na atividade 4, se necessário, explorar os sentidos da palavra durante para a compreensão da noção de tempo decorrido nesse trecho do texto.

A atividade 5 tem como objetivo levar os estudantes a identificar onde uma lista pode circular, abordando assim uma das funções sociais desse gênero. Verificar se os

estudantes reconhecem os elementos representados na imagem, como o envelope de carta. Refletir sobre o motivo de a carta ser demorada — ela precisa ser colocada no correio e há um prazo para chegar até o destino, dependendo da distância do lugar de onde partiu.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• FURNARI, Eva. Felpo Filva. São Paulo: Moderna, 2006. A leitura do livro pode ser realizada por um familiar ou responsável. Orientar os adultos a conduzir a leitura de modo que os estudantes apreendam o contexto da narrativa, desde a situação inicial até o desfecho.

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

• Identificar os sons que cada uma das letras representa.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, recomenda-se ler em voz alta com os estudantes o nome da letra apresentada na pauta caligráfica. Após a leitura, solicitar que repitam esse nome, a fim de praticar a pronúncia do som que essa letra representa. Recomenda-se realizar, antes das práticas de escrita, uma leitura em voz alta do nome da letra (apenas o nome) para os estudantes repetirem. Se possível, incentivar os estudantes a traçar as formas dessas letras no ar, na caixa de areia, no livro e somente depois traçar com lápis na pauta.

Recomenda-se realizar essas práticas de desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica e de conhecimento alfabético em diferentes momentos.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA X

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

X X

ACOMPANHE A LEITURA DO POEMA COM ATENÇÃO.

XI... MAS FALTA UM TEMPERO PARA TER RIMA COM X, ENTÃO TRITURO CASTANHA, COM XERÉM EU SOU FELIZ.

OBEID, CÉSAR. ABECEDÁRIO DE AROMAS: COZINHANDO COM TEMPERO E POESIA. SÃO PAULO: EDITORA DO BRASIL, 2017. P. 56.

A) CONTORNE, NO POEMA, AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM X

XERÉM: CANJIQUINHA; MILHO MOÍDO GROSSO.

B) ESCREVA OUTRAS TRÊS PALAVRAS QUE SEJAM ESCRITAS COM A LETRA INICIAL X

Resposta pessoal. Sugestão de resposta: xícara, xale, xadrez, xarope.

Na atividade 2, propor a leitura do poema antes de trabalhar com a prática de escrita. A leitura da imagem, relacionada à leitura do texto, permite que eles produzam sentidos com base na relação da função do pilão com a ideia de triturar um tempero, explícita no texto. É possível perguntar, por exemplo, se os estudantes sabem o que a imagem representa: um pilão, usado para triturar alimentos. Em seguida, perguntar aos estudantes se eles sabem o significado de XI — pronunciar a interjeição de maneira alongada e com entonação (“XIIII”), a fim de produzir o sentido de desagrado. Se necessário, evidenciar na leitura do texto o desagrado pela falta de um tempero. Na atividade 2b, orientar os estudantes a escrever outras duas palavras que iniciem com a letra X. Se necessário, auxiliá-los lembrando palavras já conhecidas pela turma ou registradas anteriormente. É importante retomar que, apesar de a letra X ter diferentes sons, em todas as palavras propostas a escrita inicial é a mesma.

XILOFONE

LIGUE AS PALAVRAS ÀS IMAGENS CORRESPONDENTES.

A) XADREZ

B) XÍCARA

C) xadrez

D) xí�ara

E) XAROPE

F) ROXO

G) xarope

H) �o

COM DOIS COLEGAS, FAÇA UMA LISTA DE PALAVRAS QUE COMECEM COM A LETRA X .

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: xarope, xampu, xadrez, xereta, xale, xilofone, xilogravura.

• NAS PALAVRAS DESSA LISTA, QUAL LETRA APARECE LOGO DEPOIS DA LETRA X ?

Os estudantes devem responder de acordo com as palavras que escreveram, mas é importante que percebam que, após a letra X, sempre vem uma vogal.

Na atividade 3, é importante orientar os estudantes a identificar as imagens e relacioná-las às palavras com diferentes formas de escrita. Se considerar adequado, escrever todas essas palavras em letra bastão na lousa, para que os estudantes possam fazer a mesma relação.

14/09/25 17:11

A atividade 4 trabalha com a identificação de outras palavras que comecem com a letra X. Se considerar interessante, ampliar o vocabulário dos estudantes apresentando mais palavras iniciadas pela mesma letra. No item da atividade 4 , após os estudantes citarem as letras, perguntar: essas letras são vogais ou consoantes? Verificar se algum deles disse consoantes depois de X e verificar o que pensaram para chegar a essa conclusão. Explorar as listas de cada grupo e verificar se todos conhecem os significados das palavras. Pode-se elaborar um glossário para expor na sala de aula.

ATIVIDADES

Propor aos estudantes a produção individual de uma lista das “5 atividades” relacionadas ao que mais gostam de fazer (sozinhos, com os pais ou amigos), ao que mais gostam de comer, às brincadeiras ou aos brinquedos preferidos etc. Socializar as listas em uma roda de conversa, incentivando os estudantes a comentar semelhanças e diferenças nas preferências apresentadas. Essa atividade pode ajudá-lo na sondagem da hipótese de escrita dos estudantes.

• Reconhecer e escrever letras seguindo a ordem alfabética.

• Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na ordem das letras.

• Reconhecer letras finais nas palavras e identificar as vogais.

• Identificar os gêneros em nomes de animais.

• Relacionar palavra à imagem.

• Ler, compreender e reconhecer, com a ajuda do professor, palavras em diagrama.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

O trabalho didático relacionado ao alfabeto e à ordem alfabética é retomado nesta unidade para que os estudantes se apropriem da organização das letras.

Na atividade 1 , observar se os estudantes reconhecem e sabem nomear a letra X destacada no quadro alfabético. Se julgar necessário, utilizar o alfabeto móvel ( Material complementar ) e pedir aos estudantes que coloquem as letras do alfabeto em ordem e nomeiem cada uma delas à medida que a manusearem. Na atividade 1b , os estudantes devem identificar se a letra destacada é vogal ou consoante, consolidando a compreensão de que o alfabeto se organiza por essas duas categorias. É importante considerar que as letras W e Y, embora possam representar sons vocálicos em alguns

PALAVRAS EM AÇÃO

PALAVRAS COM X

OBSERVE A LETRA DESTACADA NO ALFABETO. 1

A) QUAL É O NOME DESSA LETRA?

LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR. Xis. 2

B) ESSA LETRA É UMA: VOGAL. X CONSOANTE.

XUATÊ: INSTRUMENTO MUSICAL INDÍGENA.

XALE XERÉM XILOFONE XOTE XUATÊ

• NESSAS PALAVRAS, DEPOIS DE X SEMPRE APARECE UMA: X VOGAL. CONSOANTE.

MASCULINO E FEMININO

ESCREVA A PALAVRA COELHO TROCANDO A VOGAL FINAL O PELA VOGAL A . Coelha.

• O QUE MUDOU AO TROCAR AS LETRAS? 1

Os estudantes devem perceber que foi formada uma nova palavra, com outro sentido: passou a designar a fêmea do coelho.

contextos, não são classificadas como vogais no alfabeto da Língua Portuguesa, mas, sim, como consoantes.

Na atividade 2 da seção Palavras com X, recomenda-se explorar o significado das palavras e verificar se os estudantes as conhecem: xale é um tipo de manta usada como agasalho; xerém é canjiquinha ou milho moído grosso; xilofone é um instrumento musical; xote é um estilo de dança popular comum no Nordeste e também o nome do estilo musical; xuatê é um instrumento musical, também conhecido como maracá.

Ainda na atividade 2, pedir aos estudantes que pesquisem ou escrevam outras palavras iniciadas por X. Em seguida, explorar as palavras escritas por eles e verificar se todos conhecem os significados delas. Se julgar necessário, pode-se fazer um glossário para expor na sala de aula. Perguntar quais letras aparecem depois do X nessas palavras pesquisadas.

Para considerar a inclusão, recomenda-se utilizar imagens de palavras que iniciem com a letra X, de modo que pistas visuais possam apoiar os estudantes com transtorno de

TROQUE A VOGAL O PELA VOGAL A NO FINAL DA PALAVRA CARTEIRO E DESCUBRA UMA NOVA PALAVRA. 2

C A R T E I R A

LEIA OS NOMES DOS ANIMAIS. 3

BOI CARNEIRO CAVALO BODE

A) CONTORNE NO DIAGRAMA OS NOMES DAS FÊMEAS

DESSES ANIMAIS.

B) COM QUE LETRA TERMINAM AS PALAVRAS DO DIAGRAMA?

Com a letra A

processamento auditivo ou dislexia. As pistas visuais favorecem o reconhecimento das palavras por meio de imagens.

11/09/25 10:12

Na atividade 1 da seção Masculino e feminino, chamar a atenção para o fato de que a palavra remete ao mesmo animal, porém do sexo feminino. Ampliar a atividade apresentando outras regularidades de palavras masculinas e femininas. Para isso, recomenda-se selecionar um campo temático (nomes de animais ou de pessoas, por exemplo) e dividir a turma em dois grupos: um deve dizer o nome no masculino e o outro, o correspondente no feminino. Expandir essa atividade perguntando aos estudantes se eles conhecem outros exemplos de nomes de animais no masculino e feminino e observar que há outras diferenças além do O e A no final. Além de constituir um exercício interessante para a ampliação do vocabulário, essa atividade permite perceber uma regularidade da língua relacionada à desinência de gênero. Na atividade 2, explorar com os estudantes o papel que a mudança de letra final produz no sentido das palavras. Em certas palavras, basta alterar uma letra para alterar seu sentido, mas

em outras palavras o sentido se mantém, mudando apenas o gênero. Espera-se que percebam a troca da letra final O pela letra A.

Propor uma discussão sobre os diferentes significados da palavra carteira. Destacar que a palavra pode ser o feminino de carteiro (muda-se o gênero, mas não o significado) ou assumir outros sentidos distintos, como objeto ou documento de identificação. Pedir que comentem as diferenças e semelhanças entre os usos, de modo que percebam como a mudança da letra final pode ou não alterar o significado da palavra.

Na atividade 3, espera-se que os estudantes observem que, nos exemplos apresentados, as palavras mudam, mas o sentido continua indicando os mesmos animais com gêneros diferentes. É importante destacar que o significado não foi alterado, uma vez que a palavra remete ao mesmo animal.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• VICHESSI, Beatriz. Por que há substantivos que podem ser usados tanto para o gênero masculino como para o feminino? Nova Escola, São Paulo, 1o abr. 2009. Disponível em: https:// novaescola.org.br/ conteudo/2591/porque-ha-substantivosque-podem-ser-usadostanto-para-o-generomasculino-como-parao-feminino. Acesso em: 17 ago. 2025.

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

• Identificar o som representado pelas letras.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas na pauta caligráfica — efe, vê e xis — e solicitar que repitam, a fim de praticar a pronúncia dos sons que cada letra representa. Em seguida, apresentar cada letra, informando que estão em letra de imprensa maiúscula. É importante destacar a correta direção do traço, aspecto fundamental para o desenvolvimento da escrita.

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA F 1

F F F F F F

V V V V V V X X X X X X

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS. 4

Explicar novamente que as letras F, V e X podem ser representadas por diferentes formas gráficas. Se considerar pertinente, sugerir atividades práticas de traçado, como desenhar no ar, passar o dedo sobre a letra, utilizar a areia como suporte e, por fim, registrar com o lápis na pauta. É importante observar como os estudantes seguram o lápis. Orientar sobre a pega de três pontos de apoio no lápis, conhecida como pega tripoide, ressaltando que essa posição favorece a fluidez no traçado das letras e dos algarismos. Se necessário, demonstrar individualmente a pega com três pontos de apoio, incentivando o estudante a observar a mão do professor e tentar reproduzir a posição. Na atividade 1, após o traçado da letra F, incentivar os estudantes a ler palavras conhecidas com essa letra, ampliando a percepção do fonema e reforçando a grafia. Na atividade 2, após o traçado da letra V, orientar a comparação entre os sons de F e V destacando semelhanças e diferenças para fortalecer a consciência fonológica. Na atividade 3, após o treino da letra X, explorar palavras iniciadas por essa letra, mostrando que ela pode representar sons diferentes em contextos distintos. Na atividade 4, após completar as palavras flauta, vaso, xale, flor, violão e xampu, explorar seus significados e apresentar outras sugestões com as mesmas letras iniciais, ampliando o vocabulário.

11/09/25 10:12

ATIVIDADES

Para uma atividade lúdica, levar tampinhas de garrafas de água ou botões grandes em quantidade suficiente para que os estudantes possam formar as letras sobre as mesas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer e identificar a função social do gênero textual lista.

• Reconhecer as características do gênero textual lista.

• Planejar, produzir, reler, revisar e editar, com a ajuda dos colegas e do professor, itens para uma lista em contexto determinado.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Considerar que a atividade de construção da lista proposta nesta seção possibilita a reflexão sobre sua função social e também sobre a escrita alfabética, já que os estudantes devem escrever listas de objetos organizados por categorias. O estudo do gênero textual lista favorece esse tipo de atividade de produção de escrita, pois permite que os estudantes listem não apenas palavras, mas pseudopalavras. As atividades com pseudopalavras possibilitam avaliar se os estudantes já escrevem os grafemas que representam esses fonemas — mesmo quando esses sons não formam uma palavra conhecida. Antes de iniciar a atividade de produção de escrita, recomenda-se propor um ditado de pseudopalavras, a fim de observar a relação que os estudantes estabelecem entre grafemas e fonemas.

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE LISTA

1 VAMOS RELEMBRAR.

A) O QUE É UMA LISTA?

1. b) Sua função é organizar, por exemplo, os produtos que uma família precisa comprar, os compromissos do dia, os itens que devem ser lembrados, os nomes dos estudantes da turma etc.

Espera-se que os estudantes respondam que a lista é uma relação de nomes de pessoas, objetos, ações etc.

B) PARA QUE SERVE UMA LISTA?

C) POR QUE ALGUMAS LISTAS SÃO ORGANIZADAS EM ORDEM ALFABÉTICA?

Espera-se que os estudantes respondam que a organização em ordem alfabética facilita a busca do que precisamos ou queremos encontrar.

2 IMAGINE QUE VOCÊ VAI ACAMPAR COM AMIGOS E UM RESPONSÁVEL.

• É IMPORTANTE FAZER UMA LISTA DO QUE LEVAR AO ACAMPAMENTO? POR QUÊ?

• COM UM COLEGA, PLANEJE UMA LISTA DE 8 ROUPAS E 8 ALIMENTOS PARA LEVAR AO ACAMPAMENTO.

• ANTES DE REGISTRAR AS LISTAS, CONVERSEM PARA CHEGAR A UM ACORDO.

2. Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes respondam que a lista é importante para ajudá-los a não se esquecer do que planejaram levar. É preciso lembrar também que estarão distantes da cidade, sem a possibilidade de fazer compras.

As atividades 1a e 1b têm como objetivo levar os estudantes a identificar a função social do gênero textual lista. Recomenda-se retomar com a turma esse gênero e sua função social, destacando que listas são utilizadas para organizar o que é necessário comprar, os compromissos do dia, as coisas que precisam ser lembradas ou os nomes dos estudantes de uma turma.

Em seguida, explorar em quais situações é necessário fazer uma lista e em quais situações é necessário que ela esteja em ordem alfabética — essa reflexão vai direcionar os estudantes para a resposta da atividade 1c. Conversar sobre tipos de lista, verificando a melhor forma de organização: lista dos combinados da turma, lista de passageiros, lista de contatos do celular, lista de compras no supermercado, em que a organização por tipo de produto é mais adequada.

O primeiro item da atividade 2 deve ser feito oralmente. Espera-se que os estudantes tenham compreendido a finalidade da lista na situação apresentada, devendo responder que a

3 AGORA, LISTE APENAS 4 ROUPAS E 4 ALIMENTOS QUE VOCÊ LEVARIA AO ACAMPAMENTO.

Resposta pessoal.

O QUE LEVAR

4 LISTE 3 BRINQUEDOS QUE GOSTARIA DE LEVAR.

Resposta pessoal.

• DESENHE ESSES BRINQUEDOS Produção pessoal.

11/09/25 10:12

lista é necessária para não esquecer o que planejaram levar. É preciso ressaltar que estarão distantes da cidade e, portanto, sem possibilidade de fazer compras. Os demais itens devem ser feitos no caderno ou em uma folha de papel avulsa pautada.

Na atividade 3, dependendo do número de estudantes, sugerir que formem trios ou grupos para realizar a proposta. Orientar os estudantes a separar roupas e alimentos na respectiva coluna, registrando quatro itens para cada uma dessas categorias.

É possível auxiliar os estudantes no planejamento do texto, ou seja, na escolha dos itens que vão compor a lista, chamando a atenção para o fato de que alguns não podem entrar na lista, pois não se encaixam nas categorias pedidas (roupas e alimentos).

Se considerar adequado, solicitar a cada grupo que indique um item de cada categoria para escrever na lousa. É importante verificar coletivamente os elementos em comum entre as listas, de modo que essas palavras possam ampliar o vocabulário dos estudantes.

Em seguida, ler as palavras anotadas na lousa e propor aos estudantes que repitam a pronúncia delas em voz alta. Ao final, orientar a releitura e a revisão da lista e, se necessário, a correção das palavras. Essas orientações também podem ser adaptadas para a atividade 4 em que a lista tem palavras diferentes. Nesse caso, sugerir que pensem em brinquedos que já fazem parte do cotidiano e que sejam possíveis de levar em uma viagem. Após a produção das listas, incentivar a socialização dos desenhos em roda de conversa, incentivando que comentem as escolhas feitas, apontem semelhanças e diferenças e expliquem os motivos de suas preferências. Essa etapa possibilita ampliar o vocabulário e valorizar a diversidade de interesses da turma.

• Participar adequadamente de uma brincadeira oral respeitando as regras e usando expressões de cortesia.

• Expressar-se em situação de intercâmbio oral com autoconfiança para engajar-se em brincadeira.

• Escutar os colegas e o professor com atenção.

• Avaliar a própria apresentação seguindo critérios estabelecidos.

• Escutar com atenção e respeito as apresentações dos colegas.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

As atividades desta seção possibilitam aos estudantes que se expressem em situações de intercâmbio oral, desenvolvendo boa articulação e utilizando tom de voz audível. Também favorecem o reconhecimento de aspectos como os turnos de fala e a importância de escutar o colega com atenção.

Antes de realizar as atividades, questionar os estudantes sobre as brincadeiras orais que eles conhecem. É provável que algumas das parlendas exploradas anteriormente neste volume sejam lembradas por eles, mas também podem surgir outros exemplos, como trava-línguas e adivinhas.

ORALIDADE EM AÇÃO

BRINCADEIRA “VOU PARA A LUA E VOU LEVAR…”

• VOCÊ SABE BRINCAR DE “VOU PARA A LUA E VOU LEVAR…”?

1 NESTA BRINCADEIRA, OS JOGADORES TENTAM DESCOBRIR A REGRA QUE O PRIMEIRO JOGADOR CRIA SOBRE O QUE PODE OU NÃO SER LEVADO PARA A LUA.

• FORMEM UMA RODA.

• O JOGADOR QUE CRIOU A REGRA FALA UM ITEM QUE PODE SER LEVADO PARA A LUA. Resposta pessoal.

• O COLEGA À ESQUERDA FALA OUTRO ITEM.

— EU VOU PARA A LUA E VOU LEVAR…

• O JOGADOR QUE CRIOU A REGRA RESPONDE SIM OU NÃO AO ITEM FALADO.

• A BRINCADEIRA SÓ TERMINA QUANDO ALGUÉM DESCOBRIR QUAL É A REGRA.

Na atividade 1, escolher um estudante para iniciar a brincadeira e combinar secretamente com ele a regra: todas as palavras que os demais participantes falarem devem começar com a letra inicial do nome desse estudante. O estudante escolhido deve dizer uma palavra que comece com a letra combinada e todas as palavras sugeridas devem ser anotadas na lousa, dividindo-as em dois grupos: o que se pode e o que não se pode levar à Lua. Essa estratégia ajuda a turma a descobrir a regra.

Se algum estudante disser uma palavra que comece com outra letra, quem iniciou a brincadeira deve responder: “Isso você não pode levar, mas pode levar...” — dizendo, então, uma palavra que comece com a letra combinada. É importante orientar os estudantes para que a brincadeira siga em ordem.

Em seguida, realizar a questão inicial da seção e, caso algum estudante conheça a brincadeira, incentive-o a contar como é. Considere que a brincadeira pode ter outros nomes, dependendo da região do país, como “Viagem à Lua”. Se houver oportunidade, exibir aos estudantes o vídeo indicado na seção Conexão, em que as personagens realizam a mesma brincadeira e tentam descobrir o que podem levar para a Lua.

UMA LANTERNA!

2 REGISTRE A REGRA: NA VIAGEM PARA A LUA, CADA UM PODE LEVAR ALGO QUE…

Resposta pessoal. Um exemplo de regra poderia ser uma palavra que comece com a letra inicial do nome do colega que iniciou a brincadeira.

FIQUE LIGADO

• FURNARI, EVA. FELPO FILVA. SÃO PAULO: MODERNA, 2006. FELPO É UM COELHO POETA QUE RECEBE MUITAS CARTAS DE SEUS FÃS. UM DIA RECEBE UMA CARTA DA COELHA CHARLÔ, COM CRÍTICAS E SUGESTÕES AO SEU TRABALHO. COMEÇA, ASSIM, UMA TROCA DE CORRESPONDÊNCIAS ENTRE OS DOIS. O QUE SERÁ QUE VAI ACONTECER?

• FURNARI, EVA. LISTAS FABULOSAS. ILUSTRAÇÕES DA AUTORA. SÃO PAULO: MODERNA, 2013. NESSE LIVRO, VOCÊ VAI ENCONTRAR MUITAS LISTAS MALUCAS E DIVERTIDAS!

11/09/25 10:12

Durante a dinâmica, explicar que, se alguém descobrir a regra, não deve revelá-la imediatamente, até que todos na roda tenham falado uma palavra. Ao final da primeira rodada, cada um deve compartilhar qual acredita ser a regra, e o primeiro jogador confirma se alguém acertou ou não. Caso ninguém acerte, a brincadeira segue para uma nova rodada, até que a regra seja descoberta.

Na atividade 2, antes da resposta, pedir aos estudantes a explicação de como chegaram à regra e incentivar a participação de todos.

ATIVIDADES

Realizar a brincadeira oral “Vou pra Lua e vou levar...”, estabelecendo diferentes critérios para o que pode ou não ser levado. Entre as possibilidades, é possível definir que os objetos comecem com a letra inicial do nome de cada participante ou que pertençam a um mesmo campo semântico, como alimentos, brinquedos ou animais.

PARA OS ESTUDANTES

• O QUE eu levo pra Lua? Publicado por: Quintal da Cultura. 18 maio 2011. 1 vídeo (ca. 5 min). Disponível em: https://www. youtube.com/watch? v=NL_d6LRtoHc. Acesso em: 18 ago. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Localizar informações explícitas no texto.

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, informações sobre o descarte inadequado de lixo.

• Inferir pelo contexto os significados de palavras desconhecidas.

• Refletir sobre os problemas ambientais causados pelo descarte inadequado de lixo.

• Conscientizar-se das ações necessárias para colaborar com a preservação do meio ambiente.

• Escrever espontaneamente palavras e frases.

BNCC

• EF12LP17

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

TCT

• EF15LP05

• EF15LP09

• EF15LP16

• EF15LP18

• Meio Ambiente

ORGANIZE-SE

• Cartazes e anúncios que tratem do descarte adequado do lixo.

• Papéis, cartolinas, lápis de cor, revistas e materiais para colagem.

• Imagens relacionadas ao tema (reciclagem e coleta seletiva).

ENCAMINHAMENTO

Promover a reflexão sobre descarte e acúmulo de lixo em locais inadequados (ruas, córregos, praias etc.). Pedir aos estudantes que elaborem hipóteses a respeito dos problemas causados pelo descarte de lixo na natureza. Essa proposta permite o trabalho interdisciplinar com o componente curricular Ciências. Realizar a leitura da questão inicial e conversar com a turma. Perguntar: o que é lixo? Lixo é tudo aquilo que descartamos. Questionar:

IDEIA PUXA IDEIA

LIXO NA NATUREZA

VOCÊ JÁ VIU LIXO JOGADO NOS RIOS, NO MAR, NAS MATAS?

Resposta pessoal.

O PROFESSOR VAI LER O TRECHO DE UM TEXTO QUE TRATA DO LIXO JOGADO NA NATUREZA.

LIXO, NÃO

PARAFUSO, SAPATO, CHINELO, GARRAFA, TAMPINHA, LÂMPADA, FRALDA, LATA DE ÓLEO, DE REFRIGERANTE... […] MUITAS PESSOAS QUE ANDAM PELAS PRAIAS, PELAS MATAS E ATÉ PELAS COMUNIDADES DAQUI ESPALHAM UMA QUANTIDADE IMPRESSIONANTE DE PORCARIAS, PRINCIPALMENTE COISAS DE PLÁSTICO, QUE DEMORAM MAIS DE CEM ANOS PARA SE DESINTEGRAR. E O QUE ACONTECE? OS BICHOS ENGOLEM E MORREM, A ÁGUA E OS TERRENOS FICAM SUJOS, ÀS VEZES CONTAMINADOS.

BORDAS, MARIE ANGE. MANUAL DA CRIANÇA CAIÇARA. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS,

1

O TEXTO LIDO FAZ PARTE DE UM LIVRO.

A) QUAL É O TÍTULO DESSE LIVRO?

B) QUEM ESCREVEU ESSE LIVRO?

2

O TEXTO LIDO TEM O OBJETIVO DE: CONTAR UMA AVENTURA.

FAZER UMA LISTA DO QUE VAI PARA O LIXO.

X MOSTRAR UM PROBLEMA.

existe algo que geralmente vai para o lixo, mas poderia ser reaproveitado? Muitos materiais jogados fora poderiam ser reutilizados ou reciclados.

Perguntar o que sabem sobre reciclagem e a separação de materiais. Caso a escola disponha de coleta seletiva, mostrar as lixeiras e incentivar a turma a descartar corretamente. Exibir o vídeo da canção sobre reciclagem.

RECICLAGEM: ratinho. Publicado por: Castelo Rá-Tim-Bum. 5 nov. 2016. 1 vídeo (ca. 2 min). Disponível em: https://youtu.be/-Sge4xbhLv4. Acesso em: 17 ago. 2025.

Durante a leitura, observar como os estudantes a acompanham. Explorar oralmente o significado das palavras desintegrar (decompor, misturar-se a algo), contaminados (que podem causar doenças) e de outras que possam não ter sido compreendidas. Verificar se conseguem inferir os significados pelo contexto.

Na atividade 1a, ajudar os estudantes a localizar as informações pedidas nos créditos do texto. Explicar o significado de caiçara, informando que o termo se refere aos habitantes do litoral que

2011. P. 56.
Manual da criança caiçara
Marie Ange Bordas.

3. Espera-se que os estudantes notem que os problemas são a sujeira, a contaminação da água e do solo e a ameaça à vida dos animais.

QUAIS SÃO OS PROBLEMAS CAUSADOS PELO LIXO QUE É JOGADO NA NATUREZA?

• QUAIS AÇÕES PODEM EVITAR ESSES PROBLEMAS?

Os estudantes podem citar, entre outras possibilidades: dar um destino adequado ao lixo; reciclar objetos sempre que possível; reutilizar objetos sempre que possível.

VEJA O TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO DE ALGUNS MATERIAIS NA NATUREZA.

PAPEL DE 3 A 6 MESES

MADEIRA PINTADA MAIS DE 13 ANOS

PANOS

DE 6 MESES A 1 ANO

NÁILON MAIS DE 20 ANOS

METAL MAIS DE 100 ANOS

VIDRO MAIS DE 1000 ANOS

PLÁSTICO MAIS DE 400 ANOS

BORRACHA TEMPO INDETERMINADO

ELABORADO COM BASE EM: BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. LIXO C2025. DISPONÍVEL EM: https://antigo.mma.gov.br/estruturas/secex_consumo/ _arquivos/8%20-%20mcs_lixo.pdf. ACESSO EM: 13 ABR. 2025.

A) CONTORNE OS TRÊS NOMES DE MATERIAIS QUE MAIS DEMORAM PARA SE DECOMPOR.

B) MARQUE UM NO MATERIAL QUE SE DECOMPÕE MAIS RAPIDAMENTE.

Os estudantes devem marcar papel.

PRODUZAM CARTAZES PARA UMA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO NA ESCOLA SOBRE O DESCARTE CORRETO DO LIXO.

• NOS CARTAZES, INCLUAM LISTAS COM AÇÕES PARA EVITAR PROBLEMAS GERADOS PELO DESCARTE INCORRETO DO LIXO NA NATUREZA.

Resposta pessoal.

13/10/25 21:40

vivem principalmente da pesca. Na atividade 1b, perguntar se consideram essas informações importantes e por quê. Além de necessárias, servem de referência para buscar outras obras do autor. Recomenda-se também explorar os demais elementos da publicação: cidade, editora, ano, página em que o texto se encontra no livro.

Na atividade 2, recomenda-se abordar os distratores que caracterizam o texto como um relato de problema. Se algum estudante tiver marcado como lista, mostrar que os trechos de enumeração têm a função de apresentar os problemas, mas não correspondem ao gênero lista.

Na atividade 3, os problemas são os animais engolirem o lixo e morrerem e a água e os terrenos ficarem sujos e contaminados. No item da atividade 3, auxiliar os estudantes que tiverem dificuldade.

A atividade 4 possibilita trabalhar com a noção de tempo de decomposição dos materiais. Explicar aos estudantes que o tempo de decomposição corresponde ao período que a matéria leva para se desfazer na natureza.

Na atividade 5, retomar a conscientização sobre o descarte correto de lixo e a reciclagem, organizando a turma em grupos e propondo a confecção de cartazes de conscientização. Orientar a pesquisa e a organização de informações e imagens para o cartaz.

Selecionar previamente cartazes e anúncios que tratam do descarte adequado do lixo para apresentar à turma e explorar características desse gênero textual: imagens, cores, tipos de letra e slogan. Orientar o planejamento, a distribuição dos elementos no espaço, a imagem (que deve prender a atenção do leitor), o slogan e o texto. Pedir que façam primeiro um rascunho e, depois de definidos texto, imagens e slogan, finalizarem a produção.

Recomenda-se mostrar este episódio do programa Quintal da Cultura: LIXO no quintal. Publicado por: Quintal da Cultura. 15 ago. 2011. Disponível em: https://youtu.be/TdaK-dFD3o0. Acesso em: 18 ago. 2025. Propor aos estudantes uma discussão sobre as atitudes adequadas e inadequadas quanto ao descarte do lixo retratadas no vídeo, relacionando-as ao texto lido. Ampliar os conhecimentos dos estudantes e desenvolver a consciência ambiental, explorando outras atitudes sustentáveis.

PARA OS ESTUDANTES

• KAPLAN, Sheila. Duda cata tudo. Rio de Janeiro: Rovelle, 2015. O livro possibilita refletir sobre a importância da coleta seletiva e do reaproveitamento de materiais.

• A RECICLAGEM e as crianças: conselhos de como explicar às crianças sobre a reciclagem de resíduos. 2018. Disponível em: https://br.guiainfantil. com/meio-ambiente/221a-reciclagem-e-ascriancas.html. Acesso em: 17 ago. 2025.

CONEXÃO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar as letras iniciais de palavras, reconhecendo vogais e consoantes.

• Identificar a forma de organização dos itens de uma lista.

• Reconhecer sequência de nomes em ordem alfabética, com base na observação de imagens.

• Completar o nome de palavras iniciadas com a letra V.

• Identificar e escrever o nome da palavra correspondente à imagem e escrever outras palavras iniciadas pela letra X.

• Escrever uma lista com itens que, geralmente, as pessoas levam em malas ao viajar.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP10

• EF01LP20

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

A atividade 1 (nível defasagem) tem como objetivo avaliar se os estudantes conseguem identificar o tipo de frutas. Ler as palavras em voz alta com a turma, enfatizando os sons das consoantes iniciais para que primeiramente tentem identificar qual é a letra no início de cada nome. Caso algum estudante não consiga realizar a identificação de forma satisfatória, considerar que ele possa estar com dificuldade de discriminar o fonema inicial da palavra (por exemplo, perceber que banana começa com /b/ e não com vogal), uma habilidade que costuma

O QUE ESTUDEI

LEIA A LISTA DE COMPRAS QUE FABIANA E VICENTE FIZERAM, PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 3.

• BANANA

• CAJU

• FIGO

B) 1 2 3

NESSA LISTA, TODOS OS NOMES DAS FRUTAS INICIAM COM:

A) VOGAIS.

C) NÚMEROS.

B) A LETRA X.

D) X CONSOANTES.

AS FRUTAS DESSA LISTA ESTÃO ORGANIZADAS:

A) PELO TIPO.

C) PELO TAMANHO.

B) X EM ORDEM ALFABÉTICA.

D) PELA QUANTIDADE.

DE ACORDO COM A ORDEM ALFABÉTICA, A FRUTA QUE APARECERIA NA SEQUÊNCIA DA LISTA É:

A) X

se desenvolver por volta dos 5 ou 6 anos. Para superar essas defasagens, é necessário propor atividades que reforcem o desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica, especialmente no reconhecimento de sons iniciais.

Com a realização da atividade 2 (nível intermediário), é possível avaliar a capacidade de compreender que as letras seguem uma sequência específica: A, B, C, D… Essa ordenação é utilizada em situações como a localização de palavras, a organização de listas e a consulta em dicionários, enciclopédias e catálogos. Caso algum estudante apresente dificuldades, promover atividades que integrem sons, letras e posição no alfabeto.

Na atividade 3 (nível adequado), os estudantes deverão reconhecer o local de inserção de uma palavra na ordem alfabética, relacionando as letras iniciais dos nomes das frutas à posição delas no alfabeto. Para isso, deverão observar as imagens, citar os nomes e identificar se as letras iniciais são vogais ou consoantes. O desafio da atividade consiste em perceber que, além de reconhecer o nome da fruta que vem na sequência da ordem alfabética, é preciso observar

6

COMPLETE OS NOMES DAS FIGURAS COM AS LETRAS QUE FALTAM.

A) V A R E T A S

B) V I T A M I N A

C) V I O L I N O

OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR E ESCREVA O NOME DELA.

• AGORA, ESCREVA MAIS 2 PALAVRAS INICIADAS PELA LETRA INICIAL DA PALAVRA QUE VOCÊ ESCREVEU.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: xale, xadrez, xampu, xarope, xerife.

FAÇA UMA LISTA COM 6 ITENS QUE VÍTOR NÃO PODE ESQUECER DE LEVAR À PRAIA.

Resposta pessoal.

14/09/25 17:12

que esse nome se inicia por vogal e não por consoante, como ocorre com as demais frutas da lista. Após a identificação da resposta, orientar os estudantes a refletirem sobre esse aspecto, reforçando a escrita e a compreensão geral do funcionamento do sistema alfabético.

A atividade 4 (nível defasagem) avalia se os estudantes conseguem identificar as letras iniciais dos nomes de algumas imagens: varetas, vitamina e violino. O objetivo é reforçar o estudo da letra V, de modo que consigam reconhecer o som que ela produz. Solicitar que citem os nomes das imagens em voz alta, enfatizando o som da consoante inicial para que, primeiramente, percebam que a letra V deve ser escrita nas lacunas indicadas. Além da letra inicial, os estudantes deverão também identificar as demais consoantes que completam as palavras.

Caso algum estudante apresente dificuldade em realizar a identificação de forma satisfatória, isso pode indicar desafios no desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica, especialmente no reconhecimento de sons iniciais.

A atividade 5 (nível intermediário) avalia se os estudantes conseguem identificar adequadamente palavras iniciadas pela letra X. Avaliar se conseguem, primeiramente, reconhecer que o nome da imagem (xícara) é formado pela letra X. Em seguida, solicitar que pensem em outras palavras iniciadas pela mesma letra, chamando a atenção dos estudantes para o som que ela representa. Caso apresentem dificuldades, providenciar imagens de palavras que comecem com X para apoiar essa identificação.

A atividade 6 (nível adequado) avalia se os estudantes conseguem produzir uma lista com seis itens que não podem ser esquecidos em uma viagem. A proposta não especifica se a lista deve estar em ordem alfabética. Orientar os estudantes a organizar a lista em ordem alfabética ou por outros critérios de classificação, como roupas de banho, itens de frio, entre outros.

Observar a escrita das palavras para verificar o desenvolvimento do processo de alfabetização e a organização das ideias. Esse tipo de tarefa envolve diferentes habilidades que precisam ser acompanhadas, como o planejamento textual, que exige pensar previamente nos itens e estruturá-los de forma coerente. Se necessário, auxiliar os estudantes com perguntas que ajudem no planejamento, como: “O que você levaria para determinado lugar se fosse viajar?”, de modo que reflitam sobre suas escolhas antes de escrever.

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

• Ler e compreender texto, com a ajuda do professor, e localizar informações explícitas.

• Identificar a função social do gênero textual parlenda, estabelecendo expectativas em relação ao texto e apoiando-se em conhecimentos prévios.

• Recitar parlendas para (re)conhecer as características do gênero e observar rimas, sonoridade e jogos de palavras.

• Ler e compreender texto instrucional reconhecendo o objetivo e as características do gênero.

• Reconhecer letras em suas formas de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula; traçar letras de imprensa maiúsculas.

• Escrever palavras por meio da troca de letra inicial e compreender diferenças de sentido entre palavras.

• Planejar, escrever, reler, revisar e editar, com a ajuda do professor e dos colegas, uma parlenda respeitando as características do gênero.

• Produzir coletivamente instruções de montagem, relacionando imagem e escrita. Nesta unidade, o foco está na leitura e na escrita de textos de tradição oral e do cotidiano utilizados em brincadeiras, como estratégia inicial de alfabetização.

As parlendas são, em geral, conhecidas pelos estudantes, o que facilita o (re) conhecimento das palavras que as compõem. Textos de memória, como as parlendas, apoiam o início do processo de aquisição da base alfabética, pois podem ser lidos pelos estudantes, ainda que não o façam do modo convencional. Aliadas às brincadeiras infantis, como

HORA DE BRINCAR

1. As crianças estão à beira de um rio praticando diferentes brincadeiras: pulando corda, empinando pipa, fazendo brincadeira de roda, jogando bola, jogando bolinhas de gude, brincando com um cachorro, andando de bicicleta, entre outros.

O QUE AS CRIANÇAS ESTÃO

FAZENDO NESTA IMAGEM?

DE QUAL DESSAS

BRINCADEIRAS VOCÊ MAIS GOSTA? POR QUÊ?

Respostas pessoais.

EM ALGUMAS DESSAS

BRINCADEIRAS, AS CRIANÇAS COSTUMAM

RECITAR TEXTOS. VOCÊ

CONHECE ALGUM DELES?

3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem parlendas ou cantigas frequentes em brincadeiras de roda, ao pular corda etc.

pular corda, brincadeira de roda e lenço atrás, as parlendas possibilitam um trabalho lúdico e estimulante para os estudantes do 1o ano. São pré-requisitos o conhecimento de parlendas, o respeito às regras de convívio social e os conhecimentos sobre sons representados pelas letras no fim de palavras, para que os estudantes reconheçam rimas das parlendas. Textos instrucionais, principalmente as regras de brincadeiras, já fazem parte do repertório dos estudantes, o que torna possível avaliar como lidam com instruções e como as

registram. Os textos apresentados possibilitam a observação das características do gênero, bem como a percepção da finalidade: dar instruções/informações.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer relação entre imagem e brincadeiras.

• Respeitar regras de convívio social em interações e brincadeiras.

PARQUE DAS CRIANÇAS, DE HELENA COELHO. 2009. ÓLEO SOBRE TELA, 30 CENTÍMETROS x 40 CENTÍMETROS.

BNCC

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

ENCAMINHAMENTO

• EF15LP18

Propor aos estudantes uma conversa sobre a imagem e verificar se reconhecem algumas das brincadeiras e atividades que representadas na obra de arte. Trabalhar com eles a parte da imagem em que as crianças estão brincando à beira do rio. Perguntar se eles já ouviram

ou se conhecem as populações ribeirinhas, que são os moradores tradicionais próximos às margens dos rios como nos da Região Amazônica. Perguntar se eles sabem com que as crianças ribeirinhas brincam. Espera-se que reconheçam um conjunto de atividades, como empinar pipa (raia, quadrado, papagaio ou pandorga), pular corda, jogar bola, brincar de roda, mergulhar no rio, entre outras. Solicitar aos estudantes, nesse primeiro momento, que relatem se já brincaram com algumas dessas brincadeiras. Pedir que compartilhem outras brincadeiras que conhecem e de que gostam,

que não estejam retratadas. Essa troca contribui para o fortalecimento das habilidades socioemocionais, como a empatia e a valorização da diversidade de experiências, além de incentivar o respeito a diferentes culturas e contextos sociais. Ao acolher diferentes perspectivas, os estudantes desenvolvem competências de respeito mútuo e responsabilidade social.

Na atividade 1, após questionar os estudantes, ouvir suas hipóteses e levá-los a concluir que as crianças estão realizando brincadeiras variadas. Se for produtivo, perguntar a eles que outras brincadeiras poderiam ser realizadas no ambiente retratado.

Na atividade 2, incentivar a participação de todos e deixá-los à vontade para que se sintam acolhidos e se expressem com autoconfiança.

Na atividade 3 , propor uma conversa sobre brincadeiras que usam parlendas, quadrinhas, músicas ou rimas como parte da brincadeira. O trabalho com rimas é importante para o desenvolvimento da consciência fonológica. Ressaltar a importância de escutar os colegas com atenção e respeito. Orientar a levantar uma das mãos quando quiserem se expressar.

16/09/25 09:02

Depois de explorar a imagem, comentar com os estudantes que há no Brasil uma grande diversidade de brincadeiras que mudam de regras ou de modos de brincar de acordo com a região ou a cidade. Fazer um levantamento dos modos de brincar que eles conhecem.

GALERIA
JACQUES
ARDIES, SÃO PAULO.

• Identificar a maior palavra que há em uma quadrinha.

• Reconhecer a função de um texto que circula no campo de atuação da vida cotidiana.

• Localizar palavras que rimam entre si em uma quadrinha.

• Identificar que, ao substituir uma letra de uma palavra, forma-se uma nova palavra distinta.

• Reconhecer o que são sílabas e formar palavras com sílabas embaralhadas.

• Identificar palavras iniciadas com P e B e conseguem escrever essas palavras com base em imagens.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP16

• EF12LP19

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação diagnóstica do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

A atividade 1 (nível de defasagem) visa verificar o conhecimento dos estudantes sobre a quantidade de letras das palavras. Nesta atividade, são apresentadas palavras extraídas de uma quadrinha para que eles as comparem e identifiquem qual delas é maior. É possível que, apenas pelo tamanho, eles façam a identificação; porém, é importante levá-los a verificar a quantidade de letras que compõem cada palavra. Caso haja estudantes que não consigam fazer essa

O QUE JÁ SEI

LEIA A QUADRINHA A SEGUIR, COM A AJUDA DO PROFESSOR, PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 3.

LARANJEIRA PEQUENINA, CARREGADINHA DE FLORES. EU TAMBÉM SOU PEQUENINA, CARREGADINHA DE AMORES.

[LARANJEIRA PEQUENINA]. [S L.: S N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

A PALAVRA COM MAIS LETRAS É:

A) FLORES.

C) AMORES.

B) LARANJEIRA.

D) X CARREGADINHA.

NA QUADRINHA, A LARANJEIRA PEQUENINA É CARREGADA DE QUÊ?

A) PEQUENINA

C) AMORES

B) EU

D) X FLORES

NESSA QUADRINHA, A PALAVRA QUE RIMA COM AMORES É:

A) PEQUENINA.

C) LARANJEIRA.

B) X FLORES.

D) TAMBÉM.

identificação, isso pode evidenciar que eles ainda não entendem o que são letras e, portanto, não consegue distinguir a quantidade de letras de uma palavra. Nesse caso, será preciso dar apoio de modo que desenvolvam a consciência fonológica, essencial para a associação entre letra e som. Para auxiliar nessa defasagem e melhorar o nível de aprendizagem, é importante promover atividades de formação de palavras com o auxílio do alfabeto móvel, explorando a posição das letras e a quantidade delas em cada palavra.

A atividade 2 (nível intermediário) busca desenvolver a capacidade de os estudantes interpretar um texto lido e de localizar informações explícitas nele, levando em consideração as palavras utilizadas na escrita da quadrinha.

A atividade 3 (nível adequado) busca verificar o conhecimento dos estudantes sobre a rima. Para isso, eles deverão ter desenvolvido habilidades de consciência fonológica, competência fundamental para a alfabetização, além de ser uma das bases para compreender a relação som-letra.

TROQUE A LETRA C DE CABO PELA LETRA R E ESCREVA A PALAVRA QUE VOCÊ FORMOU.

Rabo.

ESCREVA DUAS PALAVRAS QUE COMECEM COM LA

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: lata, laranja.

LEIA A QUADRINHA E COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS PALAVRAS A SEGUIR.

CORAÇÃO

BATATINHA QUANDO NASCE

ESPALHA RAMA PELO CHÃO

MENININHA QUANDO DORME

PÕE A MÃO NO CORAÇÃO

[BATATINHA QUANDO NASCE]. [S L.: S N.], [19--]. QUADRINHA POPULAR.

Analisar se organizam as sílabas na ordem correta, se escrevem sílabas incompletas ou misturam as sílabas; ou ainda se escrevem a palavra com imprecisão, faltando alguma letra. Verificar também se o lápis está devidamente posicionado nas mãos dos estudantes. Se necessário, sempre fazer uma demonstração para a turma da pega com três pontos de apoio (pega tripoide), para que eles tentem reproduzir o movimento de apreensão. Nesse momento não é preciso reforçar a pega, pois é algo que se desenvolverá com o tempo, mas é importante mostrar-lhes a maneira ideal e enfatizá-la à medida que forem desenvolvendo a coordenação motora fina e a escrita.

A atividade 6 (nível adequado) permite aos estudantes escrever palavras praticando a correspondência som-letra, pois eles vão identificar a palavra correta para completar cada lacuna da quadrinha escolhendo um dos termos que aparecem nos quadros. É importante ler com os estudantes a quadrinha, antes de completarem os espaços. Fazer a eles perguntas como: “O que é rama?” (conjunto dos ramos de uma planta); “Qual das palavras dos quadros tem rama para se espalhar pelo chão?”. Pedir que montem as palavras usando o alfabeto móvel e que, depois, as escrevam no espaço adequado.

11/09/25 20:57

Por meio da atividade 4 (nível de defasagem), o professor poderá avaliar o grau de compreensão dos estudantes acerca da composição de letras de palavras e verificar a habilidade de eles perceberem, manipularem e transformarem sons em palavras. Caso haja estudantes que não consigam realizar a atividade, isso pode ser um indicativo de que é preciso desenvolver a relação entre letra e som (grafema e fonema).

Ler para os estudantes o enunciado da atividade 5 (nível intermediário) e perguntar se eles sabem os nomes das partes de uma palavra (sílabas). Depois, solicitar que voltem à quadrinha, identifiquem uma palavra que comece com a sílaba LA (laranjeira) e forneçam oralmente outros exemplos de palavras que comecem com essa sílaba (laranja, lápis, lagoa, lago, lata) para depois registrá-las por escrito, verificando como escrevem espontaneamente as palavras.

Verifique se há estudantes que não conseguem compor as palavras, mas principalmente como compreendem a palavra.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Estabelecer relação entre imagem e brincadeiras infantis.

• Ler parlendas e relacioná-las ao contexto da imagem.

• Reconhecer que a leitura de um texto se dá da esquerda para a direita e de cima para baixo da página.

• Apreciar parlendas e observar rimas, sonoridade e jogos de palavras.

BNCC

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP02

• EF12LP07

• EF12LP18

• EF12LP19

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

ENCAMINHAMENTO

Verificar oralmente o que os estudantes sabem a respeito do gênero parlenda: jogos de palavras ritmados, que podem ser utilizados com diferentes finalidades, como introduzir ou acompanhar brincadeiras, selecionar competidores, provocar desafios, ajudar no aprendizado de números e letras, entre outras. Os jogos e as brincadeiras no contexto escolar proporcionam momentos de interação entre os colegas e ajudam a criar vínculos afetivos entre estudantes e professores, além de dinamizar a aprendizagem no decorrer do processo de alfabetização.

Explorar oralmente as questões iniciais do capítulo. Incentivar os estudantes a recitar os textos que conhecem. Verificar se sabem que esse tipo de texto se chama parlenda. Explorar também a imagem de abertura do capítulo, questionando os estudantes sobre qual é a situação representada e o que

capítulo

1

BRINCADEIRAS COM PARLENDAS

Respostas pessoais.

• VOCÊ CONHECE ALGUMA PARLENDA? SE SIM, QUAL?

LEITURA 1

ACOMPANHE A LEITURA DA PARLENDA.

UMA PULGA NA BALANÇA DEU UM PULO, FOI À FRANÇA. OS CAVALOS A CORRER, OS MENINOS A BRINCAR, VAMOS VER QUEM VAI PEGAR!

[UMA PULGA NA BALANÇA]. [S L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

as crianças parecem estar fazendo, levando-os a relacionar com as situações já vivenciadas por eles. Durante esse trabalho com a leitura da imagem da abertura, surge a oportunidade de trabalhar o tema inclusão. Proponha questões como: “Todas as crianças da imagem podem se divertir e participar de todas as brincadeiras? Se não podem, como podemos resolver o problema?”. Ao abordar o tema de forma geral, cria-se um ambiente de aprendizagem inclusivo, no qual todos aprendem a colaborar e a considerar diferentes necessidades, evitando constrangimentos e prevenindo situações de bullying.

Ler a parlenda com os estudantes e pedir que acompanhem a leitura seguindo as palavras com o dedo. Se considerar pertinente, perguntar se eles se lembram de que maneira se dá a leitura de um texto. Espera-se que eles reconheçam que os textos são lidos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página.

Recomenda-se realizar uma leitura em que o professor é um modelo de leitor, procedendo a uma leitura com expressividade, ritmo e musicalidade, para que depois os estudantes leiam

PARLENDAS SÃO JOGOS DE PALAVRAS RITMADOS QUE PODEM SER UTILIZADOS PARA COMEÇAR OU ACOMPANHAR BRINCADEIRAS, ESCOLHER COMPETIDORES, PROVOCAR DESAFIOS E AJUDAR A APRENDER OS NÚMEROS E AS LETRAS, ENTRE OUTRAS FINALIDADES.

Explore o ritmo e a musicalidade da parlenda observando se os estudantes conseguem acompanhar a leitura e se percebem as rimas.

11/09/25 20:57

coletivamente. Essa leitura coletiva pode ser um momento de acompanhamento do desenvolvimento da fluência em leitura. Recomenda-se avaliar como os estudantes acompanham a leitura: em silêncio, ou repetindo as palavras em voz baixa, ou acompanhando as palavras com o dedo. É possível pedir a cada criança que leia um verso ou a parlenda toda, a depender da fluência da turma. É fundamental deixar os estudantes à vontade para ler e observar como está a leitura: compreendem palavras ou o texto como um todo? Já recitam sabendo o texto de memória e nem consultam as palavras impressas?

Chamar a atenção dos estudantes para a autoria parlenda popular. Pedir a eles que expliquem quem poderia ser o autor da parlenda. Ouvir as ideias que eles têm a respeito da autoria da parlenda. Em seguida, observar com os estudantes que se trata de uma parlenda de autoria anônima, que passa oralmente de geração a geração. Explicar que a produção da parlenda tem origem na cultura popular, não há autoria conhecida, assim como as quadrinhas populares (apresentadas anteriormente neste volume). Por esse motivo, pode haver variações em alguns versos; depende de

quem conta/recita a parlenda e às vezes da região em que ela é contada/recitada.

Explorar o ritmo e a musicalidade da parlenda.

ATIVIDADES

Caso haja disponibilidade e interesse da turma, realizar a brincadeira de pegar (ou de pega-pega) em que essa parlenda é usada. As regras, caso seja possível compartilhá-las com os alunos, estão neste site: MAPA DO BRINCAR. c2025. Disponível em: https:// mapadobrincar.folha.com.br/ brincadeiras/pegar/. Acesso em: 21 ago. 2025.

Esta atividade permite trabalhar o desenvolvimento motor dos estudantes. Recomenda-se desenvolver a atividade em interdisciplinaridade com o componente curricular Educação Física.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• PRIETO, Heloisa. O jogo da parlenda. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2005.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• VIOLA, Lindsay. O que são parlendas e quais seus benefícios para os pequenos? 11 nov. 2022. Disponível em: https://leiturinha.com. br/blog/o-que-saoparlendas-e-quais-seusbeneficios-para-ospequenos/. Acesso em: 21 ago. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Buscar, selecionar e ler, com a ajuda do professor, parlendas.

• Apreciar parlendas e observar rimas, sonoridade e jogos de palavras.

• Re(conhecer) e identificar função social do gênero textual parlenda.

• Analisar características do texto.

• Perceber regularidades de parlenda.

• Desenvolver habilidades de compreensão do texto.

• Localizar informações explícitas no texto e (re)conhecer palavras.

BNCC

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP02

• EF12LP07

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

ENCAMINHAMENTO

Se considerar adequado, podem-se iniciar as atividades desta seção selecionando algumas parlendas com os estudantes e escrevendo-as coletivamente na lousa ou em folhas de papel avulsas para deixar à disposição na sala de aula. Podem-se escrever na lousa ou distribuí-las, reescritas em letras de imprensa, para os estudantes.

Esse tipo de retomada de leitura desenvolve a fluência em leitura oral, pois facilita a decodificação com base no reconhecimento dos versos e da musicalidade de parlendas. Ao ler com o apoio do professor, os estudantes podem ao mesmo tempo confrontar a escrita das palavras com suas hipóteses prévias e observar a correspondência entre letra e som.

As atividades 1 e 2 devem ser feitas oralmente. Na atividade 1, ler a parlenda Uma pulga na balança. Fazer uma

2

3

4

X ESCOLHER OU TIRAR PARTICIPANTES DE UMA BRINCADEIRA. 1

O TEXTO LIDO É UMA PARLENDA. RECITE A PARLENDA DA PÁGINA 106 NOVAMENTE.

Espera-se que os estudantes recitem a parlenda com expressividade, ritmo e musicalidade.

• DEPOIS, PINTE DA MESMA COR AS PALAVRAS QUE RIMAM.

Os estudantes devem pintar as palavras balança/França de uma cor e as palavras brincar/pegar de outra cor.

O QUE O ÚLTIMO VERSO DA PARLENDA INDICA?

Indica qual participante da brincadeira vai ser a pessoa a pegar.

AGORA, ACOMPANHE A LEITURA DE OUTRA PARLENDA.

TIC, TAC, CARAMBOLA, ESTE DENTRO, ESTE FORA!

[TIC, TAC, CARAMBOLA]. [S L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

• ESCREVA, COMO SOUBER, A PALAVRA QUE INDICA QUE O PARTICIPANTE DEVE SAIR DA BRINCADEIRA.

A palavra fora.

AGORA, ACOMPANHE A LEITURA DE MAIS UMA PARLENDA.

UM, DOIS, TRÊS, QUATRO. UM, DOIS, TRÊS, QUATRO.

QUANTOS PELOS TEM O GATO QUANDO ACABA DE NASCER? UM, DOIS, TRÊS, QUATRO.

[QUANTOS PELOS TEM O GATO]. [S L.: S. N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

• ESSA PARLENDA E A PARLENDA DA ATIVIDADE 3 SÃO RECITADAS PARA:

BRINCAR DE RODA.

PULAR CORDA.

releitura, procurando explorar a consciência fonológica dos estudantes marcando mais pausadamente as rimas. Explicar que, assim como as quadrinhas, as parlendas apresentam palavras que têm sons finais parecidos, as rimas. Chamar a atenção dos estudantes para a marcação das rimas das palavras durante a leitura e a recitação. É importante observar a maneira como cada criança faz a leitura para verificar se lê palavra por palavra ou cada verso de maneira expressiva ou não. Recomenda-se também explorar com os estudantes as diferenças entre os gêneros quadrinha e parlenda: a parlenda, ao contrário da quadrinha, não tem número fixo de versos; muitas parlendas têm palavras inventadas (geralmente são pseudopalavras ou onomatopeias) apenas para compor a rima, o que não ocorre nas quadrinhas. No item da atividade 1, pedir aos estudantes que marquem as rimas das palavras balança/França, brincar/pegar. Nesse momento, caso haja necessidade, explicar brevemente o som representado pela letra Ç. Essa letra será sistematizada e aprofundada mais adiante neste volume.

6

NA PARLENDA DA ATIVIDADE 4 , UM PARTICIPANTE PODE ENTRAR OU SAIR DA BRINCADEIRA SE NA VEZ DELE FALAREM O NÚMERO UM? EXPLIQUE.

Não. Espera-se que os estudantes compreendam que entra ou sai da brincadeira o participante que for apontado, ao final da parlenda, com o número quatro.

LIGUE OS PONTOS E DESCUBRA O ANIMAL QUE APARECERÁ.

• ESCREVA, COMO SOUBER, O NOME DO ANIMAL QUE SURGIU DEPOIS DE LIGAR OS PONTOS.

Gato.

• AGORA, RECITE ESSA PARLENDA PARA UM COLEGA. 7 Resposta pessoal.

PROCURE E ESCOLHA UMA PARLENDA PARA MEMORIZAR.

Na atividade 2, observar se os estudantes conseguem fazer a leitura dos versos sozinhos. Se for preciso, fazer a leitura em voz alta e pedir que acompanhem lendo os versos no livro. Certificar-se de que todos compreenderam a informação que consta do último verso. Ouvir os comentários e informar que a brincadeira é feita para escolher quem vai ser o pegador, por exemplo.

Na atividade 3, espera-se que os estudantes já tenham condições de ler os versos sozinhos, considerando que se trata de uma parlenda curta. Avaliar a fluência em leitura e a compreensão. Perguntar a eles: quem produziu essa parlenda? Espera-se que notem que essa parlenda também tem autoria anônima. Ao trabalhar o item da atividade 3, explorar a compreensão de textos pedindo aos estudantes que considerem o sentido da expressão “de fora” para compreender os versos. Solicitar que expliquem como chegaram à resposta e ouvir seus comentários. Espera-se que percebam que aquele que está fora saiu da brincadeira ou saiu da roda.

Na atividade 4, propor aos estudantes que acompanhem a leitura da parlenda fazendo gestos com os dedos conforme o número que estiver sendo pronunciado pelo professor. A atividade

possibilita aos estudantes identificar uma das funções sociais do gênero textual parlenda, ou seja, para que foi produzida. Organize os estudantes em uma roda, preferencialmente em um espaço amplo. Recite com eles a parlenda Quantos pelos tem um gato, mantendo o ritmo. Sempre que chegar à palavra “quatro”, apontar para um dos estudantes, que deverá se dirigir ao centro da roda. Repetir a sequência, indicando diferentes participantes a cada vez, até que todos tenham participado. Nesta atividade estão sendo trabalhados: atenção e escuta ativa, memória sequencial, ritmo e coordenação motora, respeito às regras e interação social.

Na atividade 5, espera-se que os estudantes entendam que não, ou seja, que o participante somente entra na brincadeira se for apontado no final da parlenda, no momento correspondente ao número quatro. Para que entendam a brincadeira, recitá-la e apontar, ao final do último verso, para um estudante, o qual deverá continuar na brincadeira ou sair dela.

Na atividade 6, observar se os estudantes ligaram os pontos corretamente. Depois, propor que pronunciem os números de 1 a 10, usando os dedos para representar cada um deles. Analisar a maneira como os estudantes fizeram os traços no momento de ligar os pontos. Esta atividade permite aprimorar o desenvolvimento motor. Se considerar interessante, pedir aos estudantes que pintem o gato. Esta atividade pode ser desenvolvida em interdisciplinaridade com o componente curricular Arte. Os gatos podem ser fotografados para fazer uma exposição virtual nos meios digitais disponíveis na escola.

Na atividade 7, orientar a busca e a seleção das parlendas em livros impressos ou em outros meios digitais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Relacionar fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF01LP18

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas na pauta caligráfica: erre e ele. Em seguida, pedir aos estudantes que repitam esses nomes, a fim de praticar a pronúncia. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula).

Retomar a explicação de que os traçados das consoantes também representa as mesmas letras, em diferentes formas. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, depois com o dedo em cima da letra e depois com o lápis.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRAS R E L

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

r R

r

R R R

ACOMPANHE A LEITURA DO TRAVA-LÍNGUA.

O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA.

[O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA]. [S. L.: S. N.], [18--]. PARLENDA POPULAR.

• QUAL LETRA MAIS SE REPETIU NESSE TRAVA-LÍNGUA?

A letra R

LIGUE AS PALAVRAS IGUAIS QUE ESTÃO ESCRITAS COM TIPOS DE LETRAS DIFERENTES.

Sugere-se realizar, após a atividade 1 de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com a consoante R em posição inicial da palavra, para ampliar o leque de palavras utilizadas e ampliar o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso deles. Para isso, levantar outras palavras cuja escrita os estudantes queiram saber ou que façam parte do dia a dia deles. Nesse momento, o objetivo é trabalhar a consoante R em posição inicial.

Na atividade 2, realizar a leitura do trava-língua em voz alta, de forma expressiva, e convidar os estudantes para uma leitura conjunta. Incentivá-los a perceber que alguns sons se repetem em muitas palavras, criando um ritmo característico. Explicar que essa repetição é o que torna o texto um trava-língua e o deixa mais divertido e desafiador de pronunciar. Em seguida, promover uma nova leitura, destacando com a turma a musicalidade das palavras e a cadência da frase. Para ampliar a compreensão, questionar quem roeu a roupa do rei e de quem era a roupa, incentivando a atenção ao sentido do texto e não apenas à sua sonoridade.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

LLEIA ESTA CANTIGA COM O PROFESSOR.

MEU LIMÃO, MEU LIMOEIRO MEU PÉ DE JACARANDÁ UMA VEZ, TINDOLELÊ OUTRA VEZ, TINDOLALÁ

L L

[MEU LIMÃO, MEU LIMOEIRO]. [S L.: S. N.], [18--]. CANTIGA POPULAR.

A) QUANTAS VEZES A LETRA L APARECE NA CANTIGA?

Seis vezes.

B) FAÇA O QUE SE PEDE:

• CONTORNE DE AS PALAVRAS COM LI.

• SUBLINHE DE A PALAVRA COM LA .

• PINTE DE A PALAVRA COM LE

Os estudantes devem contornar as palavras limão e limoeiro

Os estudantes devem sublinhar a palavra tindolalá Os alunos devem pintar a palavra tindolelê

ESCREVA, COMO SOUBER, PALAVRAS QUE COMEÇAM COM L

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: laranja, leite, louro, luva, leão etc.

15/09/25 06:40

Antes da realização da atividade 3, recomenda-se aprofundar o trabalho com o som inicial /r/ que a letra R representa quando pronunciada isoladamente (no momento de pronunciar, é possível alongar: rrrrr). Observar o som representado nas palavras da parlenda: RATO, ROEU, ROUPA, REI, ROMA, falando-as em voz alta e dando ênfase ao R inicial. Se considerar necessário, apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia possa ser feito oralmente com a letra R inicial.

Após a atividade 4, revisar as vogais em combinação com a consoante L em posição inicial da palavra. Recomenda-se levantar outras palavras cuja escrita os estudantes queiram conhecer. Nesse momento, o objetivo é trabalhar a consoante L em posição inicial.

Na atividade 5, fazer uma leitura em voz alta e observar como eles acompanham a leitura. Depois perguntar se conhecem a cantiga e propor que sigam os versos da cantiga e cantem juntos. Caso haja disponibilidade, pesquisar e reproduzir a cantiga para eles a fim de que acompanhem a letra com a música. Em seguida, conversar com a turma sobre como algumas palavras do poema “soam parecidas” e parecem combinar entre si. Chamar a atenção para LIMÃO e LIMOEIRO, destacando como o início delas lembra um mesmo som. Pedir aos estudantes que repitam essas palavras em voz alta, percebendo como isso cria um efeito sonoro agradável. Em seguida, incentivá-los a encontrar outras palavras que conheçam e que tenham um som parecido no começo ou no meio, ampliando o repertório e a consciência sobre a sonoridade das palavras. Na atividade 6, apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia pode ser feito oralmente com a letra L em posição inicial em que não há relações complexas grafema-fonema.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender parlenda.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Escrever espontaneamente palavras.

• Ler, compreender e completar, com a ajuda do professor, palavras em diagrama.

• Identificar quantidade de letras nas palavras.

• Identificar letra inicial de palavras.

• Identificar nome por meio de instruções dadas.

• Escrever palavras com base na letra inicial.

• (Re)conhecer palavras com base no número de letras estabelecido para completar o quadro.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF12LP01

ENCAMINHAMENTO

Recomenda-se retomar com os estudantes a parlenda da Leitura 1 . É possível desenvolver uma prática de leitura em voz alta. Para isso, preparar previamente alguns cartões ou pedaços recortados de folha de papel avulsa com todos os versos da parlenda Uma pulga na balança, de maneira que cada verso ocupe um cartão ou recorte da folha de papel. Organizar a turma em grupos e orientar os estudantes a ordenar esses versos conforme a sequência em que a parlenda é falada. Promover uma leitura expressiva a fim de que os estudantes ouçam o verso e reconheçam, com base na leitura dos recortes, o trecho falado.

PALAVRAS EM AÇÃO

LETRAS INICIAIS · NÚMERO DE LETRAS

RELEIA ESTA PARLENDA.

UMA PULGA NA BALANÇA DEU UM PULO, FOI À FRANÇA. OS CAVALOS A CORRER, OS MENINOS A BRINCAR, VAMOS VER QUEM VAI PEGAR!

[UMA PULGA NA BALANÇA]. [S L.: S N.], [18--}. PARLENDA POPULAR.

A) A PALAVRA PULGA COMEÇA COM QUAL LETRA? CONTORNE.

T S R P F

B) QUAIS OUTRAS PALAVRAS DA PARLENDA COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Pulo e pegar

COMPLETE OS QUADRINHOS COM DUAS PALAVRAS DA PARLENDA.

A) C A V A L O S

B) M E N I N O S

• QUANTAS LETRAS TÊM AS PALAVRAS QUE VOCÊ

COMPLETOU?

7

Ao final, avaliar a sequência organizada pelos grupos e, se for necessário, reler com cada um a parlenda. Permitir ajustes e reorganizações para que os estudantes coloquem à prova as hipóteses de reconhecimento de som e de associação de grafema-fonema. Aproveitar esse momento de releitura da parlenda para observar a fluência leitora dos estudantes. Perguntar se todos conseguiram ler, e propor a todos, se necessário, que façam uma leitura em voz alta da parlenda enquanto acompanham o texto montado — apoiar a reorganização dos versos com os grupos que não tenham conseguido ordenar os versos adequadamente. Observar como esses estudantes reorganizam os versos conforme a leitura dos colegas. Para as demais atividades, recomenda-se ler todos os enunciados em voz alta e deixar que os estudantes as realizem individualmente ou em pequenos grupos. Em seguida, retomar cada atividade e perguntar-lhes o que responderam, levando-os a refletir sobre a escrita das palavras e as respostas dadas.

OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA. 3

AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO DE:

X PULAR ELÁSTICO. PULAR CORDA.

4

COMPLETE O DIAGRAMA COM OS NOMES DAS CRIANÇAS A SEGUIR.

DICA

OBSERVE O NÚMERO DE LETRAS DE CADA PALAVRA.

RICARDO LARA REGINA LUANA

R N G E A I

R R C O I D A

L A A U N

L R A A

• DESCUBRA QUAL CRIANÇA VAI COMEÇAR A BRINCADEIRA. O NOME TEM SEIS LETRAS! REGINA.

113

Na atividade 1a, após verificarem que a palavra PULGA começa com a letra P, os estudantes podem observar se há palavras da parlenda que começam com as demais letras apresentadas (T, S, R, F). Verificar se identificam na imagem a Torre Eiffel e se sabem onde fica (Paris, França). Se houver necessidade, retomar o trabalho com essas letras iniciais, propondo aos estudantes que digam outras palavras que começam com as mesmas letras identificadas na atividade. Na atividade 2, chamar a atenção dos estudantes para a contagem dos números de letras das palavras. Observar se eles são capazes de inferir as palavras com base na contagem e na letra deixada em cada palavra (a letra C na primeira, a letra M na segunda), de maneira que identifiquem essas letras nas palavras do texto. Explorar os nomes das letras inicial e final das palavras formadas nos quadrinhos (cê e eme). Perguntar aos estudantes quem tem o nome iniciado ou terminado por essas letras. Ao final, ler para eles as palavras CAVALOS e MENINOS.

Na atividade 3 , caso os estudantes não conheçam a brincadeira de pular elástico, é possível apresentar-lhes este vídeo, com as regras: COMO pular elástico?: educar para crescer. 10 jul. 2013. 1 vídeo (ca. 2 min). Disponível em: https://youtu.be/Wtegw8D1XA8. Acesso em: 21 ago. 2025. Se for propício, orientar os estudantes a realizar essa brincadeira em casa com o apoio dos familiares ou responsáveis. A parlenda desta seção pode ser cantada enquanto eles brincam com o elástico.

Na atividade 4 , explorar a maior e a menor palavra, quantas letras cada uma tem, quais são as letras iniciais e finais, quais letras se repetem etc.

ATIVIDADES

Como atividade complementar, escrever na lousa palavras sem as letras iniciais e solicitar aos estudantes que tentem descobrir quais são elas. Exemplos: __ATO (GATO, RATO, FATO, JATO, MATO); __ AMA (CAMA, LAMA, DAMA, FAMA, RAMA); __EDO (DEDO, CEDO, MEDO).

11/09/25 20:57

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender parlenda.

• Relacionar imagem à palavra que a designa.

• Escrever palavras com base em uma letra inicial.

• (Re)conhecer letras iniciais e finais nas palavras.

• (Re)conhecer palavras com base no número de letras estabelecido para completar quadro.

• Ler palavras novas com precisão na decodificação.

BNCC

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• EF01LP10

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ENCAMINHAMENTO

Organizar os estudantes em duplas e pedir a eles que pensem em suas brincadeiras preferidas e escrevam seus nomes com as letras do alfabeto móvel. Escrever na lousa os nomes das brincadeiras que eles citaram. Caso seja necessário, explicar algumas dessas brincadeiras e solicitar ao estudante que a indicou que conte aos colegas, se souber, como se brinca. Para cada uma das brincadeiras citadas, perguntar quais são as letras iniciais de cada uma delas. É possível que eles citem brincadeiras iniciadas por letras ainda não sistematizadas. Pode-se escrever o nome da brincadeira sem a preocupação de sistematizá-la, pois as demais letras serão trabalhadas ao longo do volume. Ao final, propor aos estudantes que escolham uma ou duas das brincadeiras citadas e usem as fichas do alfabeto móvel para escrever

DESCUBRA AS LETRAS QUE FALTAM PARA COMPLETAR AS CRUZADINHAS.

CREATUS/SHUTTERSTOCK.COM

DICA

VOCÊ VAI ESCREVER CINCO PALAVRAS.

• VEJA AS LETRAS INICIAIS QUE VOCÊ COMPLETOU NAS CRUZADINHAS. AGORA, ESCREVA UMA PALAVRA QUE COMECE COM CADA UMA DELAS.

Respostas pessoais.

LA: Sugestão de resposta: laranja.

LE: Sugestão de resposta: letra.

LI: Sugestão de resposta: livro.

LO: Sugestão de resposta: loja.

LU: Sugestão de resposta: luva.

os nomes delas. Pode ser que algumas dessas brincadeiras citadas antecipem palavras da atividade 6, por isso é recomendado deixar os nomes dessas brincadeiras escritos na lousa. Na atividade 5, recomenda-se explorar cada uma das imagens e orientar os estudantes a preencher as cruzadinhas. Apontar cada imagem e cada palavra das cruzadinhas, indicando que algumas letras estão faltando. Pedir aos estudantes que observem as lacunas e preencham as letras que faltam. Caso haja alguma dificuldade, orientar as crianças a escrever palavras que comecem com as sílabas LA, LE, LI, LO, LU. Pode ser interessante pedir a eles que, após o término da atividade, reescrevam essas palavras em uma folha de papel avulsa.

ACOMPANHE

A) DE QUAL DESSAS BRINCADEIRAS VOCÊ MAIS GOSTA?

Resposta pessoal.

B) CONTORNE O NOME QUE COMEÇA COM A LETRA R.

DESCUBRA OUTRO NOME DADO PARA PIPA. COMPLETE A PALAVRA COM UMA DAS LETRAS A SEGUIR.

A LETRA VAI SE REPETIR. DICA

• ESCREVA UMA PALAVRA COM CADA UMA DAS LETRAS QUE VOCÊ NÃO USOU EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA. Os estudantes devem escrever palavras que comecem com L , com S e com R

Na atividade 6, retomar algumas das brincadeiras citadas na atividade proposta anteriormente e pedir aos estudantes que identifiquem quais brincadeiras citaram que aparecem ilustradas. Pedir também que reconheçam quais brincadeiras foram citadas e não aparecem na atividade. Essa é uma forma de trabalhar o desenvolvimento de vocabulário. Após a realização da atividade 6b, voltar aos nomes das brincadeiras escritos anteriormente e retomar o trabalho com as letras iniciais, perguntando a eles quais delas começam com a letra R, e assim por diante, fazendo essa sondagem de identificação das letras iniciais com os estudantes para todas as letras iniciais. Na atividade 7, é importante verificar se eles sabem outros nomes dados para a brincadeira de pipa. Mencionar que, dependendo do lugar, a palavra PIPA pode ser chamada de PAPAGAIO, PANDORGA, RAIA ou ARRAIA. Essa é uma ótima oportunidade para trabalhar a variedade linguística regional, promovendo uma reflexão com os estudantes sobre o fenômeno da variação linguística. O item da atividade 7 tem como objetivo fazer um levantamento diagnóstico para se certificar de que os estudantes conseguem escrever palavras com essas letras.

ATIVIDADES

É possível ampliar as atividades sobre nomes de brincadeiras e brinquedos escrevendo novos nomes de brinquedos e brincadeiras (ainda não citados pela turma) sem as respectivas letras iniciais, para que os estudantes as identifiquem por inferência. Se possível, priorizar nomes de brinquedos e brincadeiras que sejam iniciados por letras já estudadas neste volume. A atividade pode ser realizada em pequenos grupos.

Pode-se sugerir a cada grupo que escreva em uma folha de papel avulsa alguns nomes de brinquedos e brincadeiras, sem incluir as letras iniciais, e trocar essa folha com outro grupo, para que este descubra quais são os nomes.

11/09/25 20:57

BOLA

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido apoiando-se em conhecimentos prévios.

• Ler e compreender parlendas, com a ajuda do professor.

• Desenvolver habilidades de leitura e (re)conhecer características da parlenda.

• Identificar função social do gênero textual parlenda.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Identificar variações nas parlendas apresentadas.

• Relacionar parlendas à região de origem.

BNCC

• EF01LP16

• EF01LP18

• EF01LP19

• EF12LP02

• EF12LP07

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF12LP19

ORGANIZE-SE

• Cordas para pular.

ENCAMINHAMENTO

Explorar oralmente as duas versões da parlenda Salada, saladinha. Perguntar aos estudantes se eles notam que as duas parlendas são exatamente iguais ou se há diferenças entre elas. Chamar a atenção para os ingredientes que aparecem nos textos: sal, pimenta, cebola, colorau. Se surgirem dúvidas, explicar que colorau é um pó avermelhado feito com as sementes da árvore urucum ou com pimentão seco, usado para temperar e/ ou colorir alimentos. É muito usado no Nordeste do Brasil. Se houver disponibilidade, exibir aos estudantes uma versão cantada dessa parlenda.

PALAVRA Cantada: brincadeiras de corda: Salada, saladinha. 17 jul. 2018. 1 vídeo (ca 1 min). Disponível em: https:// youtu.be/wbNEEQzKpLs. Acesso em: 21 ago. 2025. Após exibir o vídeo, promover

REDE DE LEITURA

VARIAÇÕES REGIONAIS DE PARLENDAS

1 Resposta pessoal.

ACOMPANHE A LEITURA DOS TÍTULOS DAS PARLENDAS. POR QUE VOCÊ ACHA QUE AS PARLENDAS A SEGUIR TÊM ESSES TÍTULOS?

• DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DAS DUAS PARLENDAS.

SALADA, SALADINHA 1

SALADA, SALADINHA

BEM TEMPERADINHA

COM SAL, PIMENTA

FOGO, FOGUINHO, FOGÃO!

SALADA, SALADINHA. [S L.: S N.], [18--]. PARLENDA POPULAR.

ORIGEM: MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO.

uma brincadeira de pular corda promovendo a interdisciplinaridade com Educação Física. A atividade prática de pular corda, em que o gênero parlenda é apreendido em sua situação de interação social, é desenvolvida na atividade 4.

Na atividade 1, proceder com uma estratégia de leitura para que os estudantes observem e interpretem os elementos paratextuais da parlenda, como o título, as ilustrações com o texto, as legendas das ilustrações. Incentivá-los a criar hipóteses sobre os motivos pelos quais há dois títulos parecidos e ilustrações com lugares diferentes. Perguntar se consideram que elas são diferentes ou não e pedir que expliquem os motivos. A atividade propicia aos estudantes fazer inferências com base em uma informação explícita, que é o título. Após a leitura dos títulos, ouvir as hipóteses sobre eles. Espera-se que observem os números 1 e 2 e concluam que cada uma delas tem “um jeito” ou então perceber que uma surgiu primeiro e a outra em segundo lugar (fazendo alusão aos números). O número foi usado para diferenciar uma da outra porque as parlendas apresentam variações.

SALADA, SALADINHA 2

SALADA, SALADINHA

BEM TEMPERADINHA

COM SAL, SEM SAL CEBOLA, COLORAU

PULA DENTRO, PULA FORA ESTICA A CORDA E VAI EMBORA.

SALADA, SALADINHA. [S L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

ORIGEM: MUNICÍPIO DE MARANGUAPE, ESTADO DO CEARÁ.

A) CONTORNE OS VERSOS IGUAIS NAS DUAS PARLENDAS.

B) POR QUE UMA MESMA PARLENDA PODE APRESENTAR VARIAÇÕES?

C) VOCÊ CONHECE OUTRA VARIAÇÃO DESSA PARLENDA? CONTE COMO ELA É.

Respostas pessoais.

2

3

4

1. b) Espera-se que os estudantes reflitam sobre o fato de que as parlendas, por serem de tradição oral, variam com o passar do tempo, bem como pelas influências culturais de cada região.

IDENTIFIQUE A ORIGEM DE CADA PARLENDA E PINTE OS NOMES DESSES LUGARES CONFORME AS CORES INDICADAS.

SALADA, SALADINHA 1

SALADA, SALADINHA 2

Os estudantes devem pintar de azul "município de São Paulo, estado de São Paulo".

Os estudantes devem pintar de vermelho "município de Maranguape, estado do Ceará".

EM QUE BRINCADEIRA ESSAS PARLENDAS SÃO RECITADAS?

Elas são recitadas enquanto as crianças pulam corda.

VAMOS BRINCAR RECITANDO ESSAS PARLENDAS? O PROFESSOR VAI EXPLICAR COMO SE BRINCA.

Após a leitura, verificar se as hipóteses levantadas foram ou não confirmadas. Explorar as referências (créditos) das parlendas. Comentar que as referências indicam a autoria e de onde determinado texto foi retirado: no caso, trata-se de parlenda de origem popular, sem autoria.

A atividade 1a fomenta a identificação de elementos que ficaram inalterados entre as duas parlendas. As atividades 1b e 1c devem ser feitas oralmente. Na atividade 1b, espera-se que os estudantes reflitam sobre o fato de que as parlendas, por serem de tradição oral, variam com o passar do tempo, bem como pelas influências culturais de cada região. Na atividade 1c, se julgar propício, ajudá-los a pesquisar outras parlendas que apresentam variações de uma região para outra. Essa proposta também pode ser desenvolvida em casa, com o apoio dos familiares ou responsáveis. Na atividade 2, espera-se que os estudantes busquem e identifiquem as informações sobre a origem das parlendas próximo dos textos. Ajudá-los a localizar essa informação próxima das ilustrações que acompanham as parlendas.

Para as atividades 3 e 4, recomenda- se providenciar cordas para a brincadeira — conforme indicado em Organize-se —, que deve ser feita no pátio. Recomenda-se organizar a turma em trios, para que não fiquem esperando por muito tempo, e incentivar a participação de todos, pois atividades como essa desenvolvem o repertório cultural, bem como habilidades físicas. Dois estudantes batem a corda para outro pular. Enquanto a brincadeira acontece, todos recitam os versos. Se quem estiver pulando errar, sai da brincadeira.

O ideal é recitar as duas versões da parlenda. Na primeira versão, o verso final — “Fogo, foguinho, fogão” — é a chave para aqueles que batem a corda acelerar o ritmo. Na segunda versão, os estudantes que batem a corda aceleram o ritmo depois de recitar toda a parlenda. Se quem estiver pulando errar, sai da brincadeira.

LEO TEIXEIRA

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Desenvolver habilidades de leitura e compreensão de texto ao acompanhar a leitura feita pelo professor.

• Ler e compreender parlenda, com a ajuda do professor.

• Localizar informações em uma parlenda.

• Identificar rimas e perceber as letras que formam a rima.

• Perceber regularidades da parlenda.

• Identificar informações no texto e (re)conhecer palavras.

BNCC

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP02

• EF12LP07

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

ENCAMINHAMENTO

Iniciar a leitura da página para que os estudantes observem o título da parlenda desta seção.

Em seguida, explorar oralmente a pergunta inicial do capítulo. Incentivar os estudantes a recitar os textos que conhecem e são usados em brincadeiras. Caso o professor conheça as brincadeiras citadas por eles, é possível ajudá-los a explicar aos colegas como é a brincadeira. Espera-se que os estudantes se lembrem de parlendas como “Um, dois, feijão com arroz”, de cantigas como “Um, dois, três indiozinhos...” ou de brincadeiras como a amarelinha. Se possível, levar a turma a um espaço aberto da escola e propor a realização de algumas das brincadeiras citadas por eles. Solicitar a alguns estudantes que se voluntariem para explicar a(s) brincadeira(s) aos colegas.

LEITURA 2

• VOCÊ JÁ PARTICIPOU DE ALGUMA BRINCADEIRA COM NÚMEROS? SE SIM, EXPLIQUE AOS COLEGAS Respostas pessoais.

Proceder com uma leitura da parlenda enfatizando as sílabas e o ritmo. Solicitar aos estudantes que acompanhem a leitura com o dedo. Além disso, durante a leitura, usar as mãos para fazer a contagem de 1 a 10 enquanto pronunciam cada número na parlenda, a fim de que os estudantes também desenvolvam noções de números. Em seguida, propor uma nova leitura, desta vez coletiva e compartilhada, em que a turma lê o texto em voz alta mantendo o ritmo de leitura. Se preferir, é possível exibir o vídeo A galinha do vizinho. PARLENDOTECA: A galinha do vizinho: parlendas. 1 ago. 2019. 1 vídeo (ca. 1 min). Disponível em: https://youtu.be/ZheGtcXEs3A. Acesso em: 21 ago. 2025. Antes de propor a realização da atividade 1, retomar com os estudantes a questão inicial para confirmar ou não as hipóteses. Se considerar adequado, conversar sobre a brincadeira em que essa parlenda é usada corriqueiramente.

VOCÊ JÁ CONHECIA ESSA PARLENDA? EM QUE BRINCADEIRA ELA É RECITADA?

Resposta pessoal. Essa parlenda pode ser recitada em brincadeiras de roda.

ESCREVA A PALAVRA QUE SE REPETE NA PARLENDA. Bota.

MARQUE UM NA PALAVRA QUE REPRESENTA A COR DO OVO DA GALINHA.

VERMELHINHO X AMARELINHO BRANQUINHO

COPIE DA PARLENDA A PALAVRA QUE RIMA COM AMARELINHO

Vizinho.

CONTORNE NA PARLENDA AS PALAVRAS QUE INDICAM QUANTIDADES.

OBSERVE A IMAGEM.

Produção pessoal. Os estudantes devem desenhar e pintar 10 ovos amarelos.

e pedir que representem a quantidade com um desenho, por exemplo. Na atividade 6, disponibilizar materiais de desenho para os estudantes completarem a página com a ilustração. A proposta propicia a interdisciplinaridade com Arte, permitindo o uso de técnicas visuais que ampliam as possibilidades criativas dos estudantes.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• NÓBREGA, Maria José; PAMPLONA, Rosane. Salada, saladinha. São Paulo: Moderna, 2005.  A obra é uma coletânea de parlendas, quadrinhas, adivinhas e trava-línguas que dão o tom de brincadeiras.

A) DESENHE NO QUADRO ACIMA A QUANTIDADE DE OVOS QUE A GALINHA BOTOU.

B) AGORA, PINTE OS OVOS DE ACORDO COM A COR INDICADA NA PARLENDA.

A atividade 2 desenvolve a capacidade dos estudantes de localizar informações explícitas no texto. Circular pela sala de aula enquanto os estudantes respondem às perguntas a fim de observar que recursos utilizam para localizar as informações solicitadas: observam as letras, leem a palavra, entre outros recursos que podem utilizar.

A atividade 3 também trabalha a identificação de informações explícitas no texto.

11/09/25 20:57

A atividade 4 trabalha o reconhecimento de sons finais de sílabas de palavras. Não é necessário ainda trabalhar com diminutivos nem com o conceito de sílabas. O fundamental é fazê-los perceber a rima das palavras VIZINHO e AMARELINHO.

As atividades 5 e 6 desenvolvem e aprofundam uma relação lúdica entre a leitura da parlenda e a interação dos estudantes com a ilustração do texto — a ilustração da página foi pensada para que eles completem o desenho com base na parlenda. Espera-se que, nesse momento, eles possam desenhar os dez ovos e pintá-los. Na atividade 5, observar se reconhecem os nomes dos números e se conseguem relacioná-los a eles. Podem-se escrever os números na lousa

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras em formato bastão.

• (Re)conhecer letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Relacionar fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Escrever palavras utilizando determinadas letras.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF01LP18

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica: esse . Solicitar que, após sua leitura, os estudantes repitam esse nome, a fim de praticar a pronúncia. Mostrar a letra e nomeá-la: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula). O trabalho com o reconhecimento das letras de imprensa e cursiva é desenvolvido na atividade 5. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, com o dedo em cima da letra e depois com o lápis. Sugere-se realizar, após a atividade 1 de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com a consoante S em posição inicial da palavra, para ampliar o

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA S

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

2

O PROFESSOR VAI RELER ESTA PARLENDA.

SALADA, SALADINHA 1

SALADA, SALADINHA

BEM TEMPERADINHA

COM SAL, PIMENTA FOGO, FOGUINHO, FOGÃO!

SALADA, SALADINHA. [S L.: S N.], [18--]. PARLENDA POPULAR.

A) O QUE É UMA SALADINHA?

3

2. a) Espera-se que os estudantes percebam que pode ser um pouquinho de salada ou uma maneira afetiva de referir-se à salada.

B) CONTORNE A LETRA S TODAS AS VEZES QUE ELA APARECE NA PARLENDA.

COM UM COLEGA, ESCREVA, COMO SOUBER, DUAS

PALAVRAS INICIADAS COM S .

Resposta pessoal.

leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir de proposta avaliativa do progresso deles. Para isso, levantar outras palavras cuja escrita os estudantes queiram conhecer ou que façam parte do dia a dia deles.

A atividade 2 permite desenvolver o reconhecimento dos sons repetidos na parlenda. Espera-se que os estudantes percebam que a letra S se repete em diversas palavras. Explicar que as repetições de sons representados por consoantes produzem um efeito de ritmo. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /s/ (SALADA, SALADINHA e SAL), soletrando cada som.

OBSERVE AS IMAGENS E FALE OS NOMES DAS FIGURAS.

JACARÉ

SAPATO SINO

• AGORA, PINTE AS IMAGENS QUE TÊM NOMES QUE COMEÇAM COM S

Os estudantes devem pintar: sapato, sino e sol. 5

PINTE DA MESMA COR AS PALAVRAS IGUAIS QUE ESTÃO ESCRITAS COM LETRAS DIFERENTES.

SIMONE sal sopa

SERELEPE sopa SINO sino suco suco serelepe

ATIVIDADES

Em sala de aula, apresentar mais uma parlenda que possa ser trabalhada em interdisciplinaridade com o componente curricular Educação Física. Aproveitar a oportunidade para organizar os estudantes em uma roda. Recomenda-se coletar a parlenda Um homem bateu em minha porta e reproduzi-la aos estudantes, seja em folhas de papel avulsas impressas, seja escrita na lousa, seja projetada, caso haja tecnologia disponível.

Explorar com os estudantes as palavras que eles reconhecem. Perguntar: “Qual é o verso que se repete e o que está escrito nele?”; “Qual é a função da repetição?”. Propor que tentem memorizar a parlenda e, depois, que leiam devagarinho, ou bem rápido, para comparar o ritmo recitado. Em seguida, pedir a eles que identifiquem as palavras iniciadas com a letra S e reproduzam o som representado por essa letra.

Recomenda-se brincar de pular corda para que os estudantes cantem junto essa parlenda em voz alta.

11/09/25 20:57

A atividade 3 promove o desenvolvimento da habilidade de escrever palavras iniciadas com S. Na atividade 4, o trabalho de associação de imagens com as palavras que elas representam permite aprofundar o trabalho com o som /s/ que a letra S representa quando pronunciada isoladamente. Observar o som representado nas palavras da atividade: SAPATO, SINO, SOL, falando-as em voz alta e dando ênfase ao S inicial. Se considerar necessário, apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia possa ser feito oralmente com a letra S inicial. Recomenda-se selecionar palavras em que não há relações complexas de grafema-fonema.

A atividade 5 explora a consciência visual da escrita e o reconhecimento de palavras em diferentes tipos de letra, ampliando a familiaridade com variações tipográficas presentes no cotidiano (livros, cartazes, embalagens etc.).

PARA OS ESTUDANTES

• GOMES, Lenice. Brincadeiras de A a Z. São Paulo: Mundo Mirim, 2013. CONEXÃO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar palavra correspondente à imagem.

• Formar novas palavras trocando a letra inicial.

• Ler, compreender e reconhecer, com a ajuda do professor, palavras em diagrama.

• Reconhecer que a alteração de uma letra no início da palavra pode modificar o significado da palavra.

• Ler palavras novas com precisão na decodificação.

• Produzir, em colaboração com um colega, diagrama com desafio aos colegas.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Recomenda-se iniciar o trabalho desta seção reforçando, com uma atividade lúdica, os conhecimentos dos estudantes sobre as letras iniciais das palavras. Aqui, o foco está nas consoantes. Sugere-se realizar uma brincadeira do tipo Barquinha carregadinha com palavras que comecem, por exemplo, com a letra S.

Dispor os estudantes em roda e dar início à brincadeira dizendo: “Lá vai a barquinha carregadinha de... sorvete!”. O estudante que está à sua direita deve falar uma palavra iniciada com a letra S, e assim sucessivamente. Aquele que não conseguir falar uma palavra com a letra inicial proposta é eliminado e só poderá voltar à brincadeira no próximo desafio.

Aproveitar para explorar os nomes das letras iniciais utilizadas nas palavras citadas. Escrevê-las na lousa e pedir aos estudantes que digam o nome de cada uma.

PALAVRAS EM AÇÃO

ESCRITA DE PALAVRAS

ESCOLHA UMA DAS TRÊS LETRAS ABAIXO PARA COMPLETAR O NOME DA IMAGEM.

• AGORA, TROQUE A LETRA INICIAL DESSA PALAVRA PELAS LETRAS QUE SOBRARAM. QUAIS PALAVRAS VOCÊ FORMOU?

< LIGUE CADA AVE AO NOME DELA. 2

• AGORA, ESCREVA OS NOMES DAS AVES SEGUINDO O NÚMERO DE LETRAS.

CINCO LETRAS: ARARA

SEIS LETRAS: TUCANO, CORUJA

A atividade 1 trabalha os conhecimentos alfabéticos dos estudantes ao incentivar que eles formem palavras com base na troca de uma só letra em uma palavra — as relações das letras iniciais M, S e B para formar MALA, SALA E BALA. Para além das palavras formadas na atividade, que fomentam também o desenvolvimento do vocabulário, é possível ampliar a atividade. Propor aos estudantes a construção de novas palavras com base em uma palavra dada, trocando apenas a consoante inicial. É interessante dar prioridade a palavras que sejam iniciadas por letras que os estudantes tenham trabalhado até esta unidade, mas é possível expandir para outras letras, pois o foco é o trabalho com a troca de letras e com o número de letras, não com o traçado delas.

A lista a seguir apresenta alguns exemplos: GALO (CALO, RALO, TALO), MICO (BICO, FICO, PICO, RICO, ZICO), VACA (CACA, LACA, MACA, PACA, SACA, TACA). O fundamental é adaptar a lista da atividade com base na realidade da turma. Registrar as sugestões na lousa, selecionando apenas palavras que existem na língua portuguesa. Verificar a compreensão do significado de

COMPLETE OS QUADRINHOS COM AS LETRAS DESTACADAS.

• DEPOIS, CONTORNE OS NOMES QUE TÊM O MESMO NÚMERO DE LETRAS.

DESCUBRA QUAL É A AVE.

• SEU NOME COMEÇA COM A LETRA P E TERMINA COM AS LETRAS ÃO

• TEM CINCO LETRAS NO NOME.

• SUA CAUDA TEM PENAS COLORIDAS.

A ave é o pavão.

• AGORA, DESENHE A AVE QUE VOCÊ DESCOBRIU.

Produção pessoal.

11/09/25 20:57

cada uma delas. Uma variação da atividade pode apresentar uma palavra sem a letra inicial. Dar pistas para ajudar os estudantes a descobrir a palavra: nomes de objeto ou de pessoa, ou de lugar; para que serve; onde se encontra, entre outras.

As atividades 2 e 3 podem ser desenvolvidas em interdisciplinaridade com o componente curricular Ciências. Organizar a formação de duplas e incentivar a troca de ideias entre os integrantes das duplas. Ambas as atividades permitem formular novas hipóteses sobre a escrita por meio da contagem de letras, possibilitando o avanço dos estudantes no processo de apropriação do sistema de escrita alfabética.

Na atividade 2, orientar os estudantes a identificar os animais retratados nas imagens e a relacioná-los às palavras correspondentes. Incentivar as crianças a contar as letras de todos os nomes das aves para realizar o item da atividade 2. Se considerar produtivo, ajudá-los a comparar quais das palavras têm mais letras e a calcular mentalmente quantas letras a palavra de seis letras

tem a mais do que a de cinco, por exemplo. Pode-se também chamar a atenção para o fato de que o som que a letra R representa é diferente do apresentado no trava-língua. Recomenda-se escrever na lousa outros nomes de animais que apresentem a letra R em outras posições.

Na atividade 3, observar como os estudantes tentam descobrir quais as letras que completam os nomes das aves. Para expandir a atividade, além das palavras dadas, escrever outras palavras na lousa e deixar lacuna nas vogais para que os estudantes completem. Dar pistas sobre o universo a que pertencem as palavras pode ajudá-los a descobri-las. Recomenda-se selecionar previamente uma lista de palavras do mesmo universo semântico. Em uma lista de animais, podem ser trabalhadas as palavras M__C__C__ e U__S__. Explicar que as duas palavras são nomes de animais. A primeira é de um animal que vive se balançando em árvores. A segunda é de um que dorme por muito tempo durante o inverno. Outras dicas como as letras que compõem as palavras: na primeira, dizer que faltam apenas vogais; na segunda, uma consoante e uma vogal nessa ordem. Os três primeiros itens da atividade 4 devem ser feitos oralmente. O foco no desenvolvimento de vocabulário se direciona para um trabalho de inferência de palavra por meio de dicas. Se considerar produtivo, solicitar aos estudantes que, com a ajuda de um familiar ou responsável, pesquisem informações sobre o pavão. Ao propor essa pesquisa para ser feita em casa, pedir a eles que descubram onde esse animal vive e do que se alimenta. Ao final da atividade de desenho, propor aos estudantes que compartilhem seu desenho com os colegas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar palavra correspondente à imagem.

• Reconhecer que alterações na ordem escrita de grafemas provocam alterações na composição e no significado da palavra.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

As atividades 1a e 1b desenvolvem o reconhecimento de noções de letras iniciais e exploram a mudança de sentido das palavras provocada pela substituição da letra inicial. Após pintar o desenho pontilhado, os estudantes saberão que a mudança do P inicial da palavra PATO por R forma a palavra RATO.

Na atividade 2 , propor aos estudantes que montem essas palavras usando o alfabeto móvel (Material complementar ) e, em seguida, troquem a ordem das letras para formar novas palavras de acordo com as imagens. Escolher uma palavra e fazer a troca da ordem das letras para exemplificar aos estudantes. Propor que trabalhem em duplas ou em trios e, ao final, solicitar que compartilhem as palavras formadas, registrando-as na lousa. Esclarecer aos estudantes o significado de maca, saca e tala.

LETRAS INICIAIS · FORMAÇÃO DE PALAVRAS

ESCREVA, COMO SOUBER, O NOME DESTA AVE. 1

A) TROQUE A LETRA INICIAL DESSE NOME PELA LETRA R PARA DESCOBRIR A PALAVRA FORMADA, PINTE OS ESPAÇOS MARCADOS COM PONTOS.

B) ESCREVA, COMO SOUBER, A PALAVRA QUE VOCÊ ENCONTROU.

Rato.

Propor aos estudantes que escolham uma das aves das ilustrações das páginas 122 e 123 e façam uma pesquisa sobre ela, consultando livros que compõem o acervo da biblioteca da escola e/ou sites indicados pelo professor.

Orientar a pesquisa de acordo com os tópicos seguintes: nome da ave, hábitat, alimentação e alguma curiosidade que chame a atenção dos estudantes. Se eles não souberem o que é hábitat, simplifique dizendo que é o local onde os animais, no caso, as aves vivem. O registro da pesquisa pode ser feito em um cartaz para ser afixado no mural da sala de aula. Além disso, os grupos podem conversar a respeito do que descobriram sobre as aves selecionadas.

PATO

TROQUE A ORDEM DAS LETRAS E FORME NOVAS PALAVRAS DE ACORDO COM AS IMAGENS.

11/09/25 20:57

PARA OS ESTUDANTES • APRENDENDO o alfabeto. Blumenau: Todolivro, 2001.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer letras de imprensa maiúsculas.

• Relacionar fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras em palavras.

• Completar palavras utilizando determinadas letras.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas na pauta caligráfica: o erre , o ele e o esse . Em seguida, pedir a eles que repitam esses nomes, a fim de praticarem a pronúncia. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letras de imprensa maiúsculas.

Se julgar oportuno, levar para a sala de aula as letras de imprensa minúsculas e na forma cursiva maiúsculas e minúsculas e mostrar aos estudantes para que façam um exercício de comparação. Retomar a explicação de que os traçados das consoantes R, L e S também representa as mesmas letras, em diferentes formas. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, com o dedo em cima da letra e depois com o lápis.

As atividades de escrita propostas ajudam a avaliar o movimento que os estudantes são capazes de fazer para escrever, o controle da lateralidade, a noção espacial, o movimento de pinça e a pega do lápis.

HORA DO TRAÇADO

R R R R R R L L L L L L L S

S S S S S S

CUBRA OS PONTILHADOS, COMPLETANDO AS PALAVRAS. 4

As atividades 1, 2 e 3 favorecem o reconhecimento visual e auditivo das letras R, L e S (maiúsculas e o desenvolvimento da coordenação motora fina para o traçado correto, associando grafema (letra) e fonema (som).

Na atividade 4, se achar conveniente, mostre imagens correspondentes. Caso haja na turma estudantes em diferentes etapas do processo de alfabetização, incentive o uso de letras móveis para auxiliar a realização desta atividade, monitorando-os.

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE PARLENDA

ACOMPANHE A LEITURA DESTA PARLENDA.

LÁ VAI A BOLA

GIRAR NA RODA PASSEAR DEPRESSA E SEM DEMORA

E SE NO FIM DESTA CANÇÃO VOCÊ ESTIVER COM A BOLA NA MÃO DEPRESSA, PULE FORA

[LÁ VAI A BOLA]. [S. L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

1 PINTE AS PALAVRAS QUE RIMAM.

Os estudantes devem pintar os pares de palavras demora/fora e canção/mão

2 AGORA É SUA VEZ! ESCREVA, COMO SOUBER, UMA PARLENDA DE QUE VOCÊ GOSTE.

Resposta pessoal.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Desenvolver habilidades de leitura ao acompanhar a leitura do texto feita pelo professor.

• Identificar a função social do gênero textual parlenda.

• Identificar rimas na parlenda.

• (Re)conhecer situação em que a parlenda pode ser utilizada.

• (Re)conhecer características da parlenda.

• Planejar, registrar, reler, revisar e editar, com a ajuda dos colegas e do professor, a reescrita de uma parlenda respeitando as características do gênero.

BNCC

• EF01LP01

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• EF01LP16

Deixar os estudantes observarem a parlenda por alguns momentos e explorar o que perceberam antes de ler. Iniciar a leitura observando se os estudantes acompanham e que todos a memorizem. Pedir a eles que recitem a parlenda em voz alta. Solicitar-lhes que sigam com o dedo a leitura da parlenda apresentada. Pedir que leiam como se estivessem participando da brincadeira.

Retomar com os estudantes seus conhecimentos sobre a situação em que podemos recitar essa parlenda e a função social desse gênero textual, além de suas características.

A atividade 1 pode ser realizada após sugerir aos estudantes a brincadeira de passar a bola. Pedir a eles que digam em voz alta as palavras que rimam. Se necessário, promover uma nova leitura conjunta com a turma para que todos ouçam a leitura em voz alta e possam reparar nas terminações das palavras com sons pronunciados de forma idêntica.

• EF01LP18

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• EF15LP01

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• EF15LP05

• EF15LP06

• EF15LP07

Na atividade 2, conversar com os estudantes antes da produção da parlenda e sugerir que escolham uma e a recitem para um adulto. Pode até mesmo ser alguma das parlendas que conheceram ao longo desta unidade. Depois, eles devem escrevê-la em uma folha de papel avulsa e trazê-la na aula seguinte. Cada texto será entregue a outro colega, que apontará possíveis incorreções de escrita ou incongruências de sentido. Apoiar os estudantes a ler as parlendas e, após a leitura em sala de aula, pedir a cada um que faça um breve apontamento oral sobre o que precisa melhorar. Registrar as correções na folha de papel avulsa, devolvê-la para revisão e, ao final, reunir os textos editados em um livro de parlendas da turma.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender instruções para brincadeira.

• Recitar parlenda durante uma brincadeira.

• Desenvolver atitudes de boa convivência e respeito aos colegas.

BNCC

• EF01LP02

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• EF15LP05

• EF15LP09

• EF15LP10

• EF15LP13

ENCAMINHAMENTO

Os estudantes podem recitar as versões que conhecem da parlenda Corre cutia. Verificar se existem variações e de que região elas são. Para a brincadeira proposta na seção, garantir um espaço aberto na sala de aula, movendo as carteiras. Outra possibilidade é fazê-la no pátio da escola. Os estudantes organizam-se em roda e sentam-se no chão. A atividade proporciona um momento lúdico no processo de aprendizagem. É importante fazer combinados com os estudantes antes da brincadeira a fim de garantir a boa convivência entre eles. Orientá-los a ouvir com atenção as instruções orais e a buscar soluções para os conflitos por meio do diálogo, trabalhando algumas competências socioemocionais.

Promover leitura em voz alta da parlenda e solicitar aos estudantes que acompanhem o texto com o dedo. Ler com a entonação e o ritmo de quem está participando da brincadeira. Incentivá-los a decorar a parlenda. Como esta atividade envolve a declamação de parlenda, é importante o professor servir de leitor modelo, enfatizando o ritmo, a expressividade, os

ORALIDADE EM AÇÃO

DECLAMAÇÃO DE PARLENDA

ACOMPANHE A LEITURA DA PARLENDA A SEGUIR.

CORRE CUTIA

NA CASA DA TIA. CORRE CIPÓ

NA CASA DA AVÓ.

LENCINHO NA MÃO CAIU NO CHÃO.

MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO.

[CORRE CUTIA]. [S L.: S N.], [18--]. PARLENDA POPULAR.

• AGORA, ESCUTE COM ATENÇÃO AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA A BRINCADEIRA.

FIQUE LIGADO

• LINARES, BEL; ALCY. MEIO-DIA MACACO ASSOBIA. SÃO PAULO: FORMATO, 2012. AS ILUSTRAÇÕES DO LIVRO PROPÕEM UM DESAFIO: DECIFRAR A QUAIS PARLENDAS ELAS SE REFEREM EM UM JOGO BEM DIVERTIDO.

gestos etc. Na produção oral, os aspectos paralinguísticos também importam, como os gestos e os movimentos do corpo. Quando os estudantes tiverem memorizado a parlenda, promover a récita marcando o ritmo da brincadeira com palmas.

Em seguida, explicar as instruções da brincadeira e esclarecer dúvidas. Os participantes devem se organizar em roda e sentar-se no chão. Explicar que, enquanto a parlenda é recitada, quem começa a brincadeira corre em volta da roda e joga um lenço (ou qualquer outro objeto macio da sala de aula) atrás de um dos colegas sentados. O estudante escolhido pega o lenço e corre atrás de quem o jogou, antes que ele se sente na roda. Se não conseguir alcançá-lo, será o próximo a jogar o lenço.

Ao final, incentivar os estudantes a conversar para dar opiniões se gostaram da brincadeira, se ela deu certo, se todos participaram.

IDEIA PUXA IDEIA

BRINCADEIRAS RIBEIRINHAS

NESTA SEÇÃO, VOCÊ VAI CONHECER UM POUCO DA CULTURA RIBEIRINHA. OS RIBEIRINHOS SÃO AQUELES QUE MORAM NAS MARGENS DOS RIOS, VIVEM COM BASE NA PESCA E NA AGRICULTURA E TÊM UMA FORTE LIGAÇÃO COM A NATUREZA.

CULTURAS LÚDICAS EM ÁREAS RIBEIRINHAS

MITOS E COSTUMES ANCESTRAIS SE MISTURAM NOS JOGOS DE CRIANÇAS QUE FAZEM DE FLORESTAS E MATAS PALCOS PARA O FAZ DE CONTA

POR CARTACAPITAL

01.12.2015 00H00

PARÁ, AMAZONAS, ACRE, RIO GRANDE DO SUL, ESPÍRITO SANTO, VALE DO JEQUITINHONHA, GOIÁS… EM QUE RECANTO DO BRASIL NÃO ENCONTRAMOS CRIANÇAS A BRINCAR? [...] AS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS QUILOMBOLAS, RIBEIRINHAS, DE COMUNIDADES INDÍGENAS E TANTAS OUTRAS REVELAM NÃO SOMENTE CULTURAS PARTICULARES, MAS UM UNIVERSO PERMEADO DE MITOS, COSTUMES ANCESTRAIS DOS GRUPOS NOS QUAIS NASCEM E SE DESENVOLVEM E, É CLARO, ABSOLUTAMENTE CONECTADO COM A NATUREZA E TODA A BELEZA, POSSIBILIDADES E MISTÉRIOS QUE A MESMA ESCONDE E REVELA.

[…]

TIBANCADA

HÁ NA BEIRA DOS RIOS, NA MAIORIA DAS CASAS, UMA ESPÉCIE DE PONTEZINHA

ONDE SE LAVA ROUPA. A MAIORIA DOS MORADORES A CHAMA DE “BATEDOR” E AS CRIANÇAS, DE TIBANCADA. É ALI QUE ELAS BRINCAM DE TRAMPOLIM.

LÚDICAS: LIGADAS A BRINCADEIRAS OU JOGOS.

ANCESTRAIS: QUE

PERTENCERAM A UM POVO ANTIGO, DE ONDE VIERAM OS COSTUMES E AS TRADIÇÕES.

PERMEADO: MISTURADO OU ESPALHADO EM TODO LUGAR.

REGIÃO CENTRO-OESTE — PORTO DA MANGA (CORUMBÁ)

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer e valorizar brincadeiras tradicionais de diferentes culturas brasileiras, com ênfase nas culturas ribeirinhas e indígenas.

• Identificar elementos culturais e ambientais presentes nas brincadeiras descritas no texto.

• Comparar brincadeiras de diferentes contextos, percebendo semelhanças e diferenças.

• Relacionar práticas lúdicas à realidade geográfica e cultural das comunidades onde ocorrem.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP09

ORGANIZE-SE

• Mapa do Brasil.

em lugares assim?”; “Vocês gostariam de viver em um local assim? Por quê?”. Quando as respostas vierem, aproveite para trabalhar competências socioemocionais como saber se comunicar, escutar os colegas e respeitar os diferentes pontos de vista e a capacidade de interagir com os outros estudantes.

ENCAMINHAMENTO

Ler em voz alta o texto “Culturas lúdicas em áreas ribeirinhas” para a turma. Pause em palavras do glossário (LÚDICAS, ANCESTRAIS, PERMEADO, DESTREZA) para explicar o significado de forma simples, relacionando com exemplos do dia a dia dos estudantes. Explique o que é um glossário e sua função. Pergunte: “Vocês conhecem alguma brincadeira que só existe no lugar onde vocês moram?”. Explique que, assim como eles têm suas brincadeiras, as crianças ribeirinhas têm jogos ligados ao rio e à natureza.

15/09/25 15:56

• EF01LP25

Se possível, mostrar aos estudantes imagens de rios, comunidades ribeirinhas e crianças brincando na água. Para isso, podem-se selecionar previamente livros e revistas ou páginas da internet que contenham essas imagens. Depois de mostrá-las, pergunte: “O que vocês veem nessas imagens?”; “Como acham que é viver

Releia as descrições de tibancada e do ariah pexih. Chame a atenção para a grafia e a sonoridade diferente da palavra ariah pexih, enfatizando que se trata de uma palavra originária da língua falada do povo indígena Suruí, de Rondônia, o tupi-mondé. Ariah pexih em tupi-mondé significa “pé de galo”. Mostre, se possível, fotos ou vídeos que ilustrem essas brincadeiras. Destaque os elementos em comum que essas brincadeiras têm: realizadas no rio, interação em grupo, relação com a natureza.

Mostre o mapa do Brasil e localize os estados e as regiões que foram citadas no texto, gerando um ponto de interdisciplinaridade com o componente curricular Geografia. Peça a eles que apontem no mapa o estado onde moram e digam se estão longe ou perto dos estados citados no texto.

Organize a turma em círculo e conduza as atividades 1, 2, 4, 5 e 6 oralmente, cuidando para que todos tenham sua vez de responder.

Na atividade 5, peça a cada estudante que compartilhe sua brincadeira favorita e explique onde ela costuma acontecer.

A atividade 3 pode ser considerada tarefa de casa e proporcionar um momento de interação do estudante com os familiares ou responsáveis. Na aula seguinte, ouvir o que eles trouxeram como resposta.

Na atividade 6, é possível retomar com os estudantes o gênero textual lista estudado no capítulo 3 da unidade 1.

ARIAH PEXIH

A BRINCADEIRA É FEITA EM GRUPO, NA ÁGUA. OS PARTICIPANTES PEGAM (COM A PONTA DOS DEDOS INDICADOR E POLEGAR) UM NA PARTE DE CIMA DA MÃO DO OUTRO. ELES FORMAM, ASSIM, UMA ESPÉCIE DE “TORRE” COM AS MÃOS EMPILHADAS.

TODOS BALANÇAM A “TORRE” DE MÃOS PARA CIMA E PARA BAIXO E CANTAM VÁRIAS VEZES: “ARIAH PEXIH, ARIAH PEXIH, ARIAH PEXIH”. (EM TUPI-MONDÉ, “ARIAH PEXIH” QUER DIZER “PÉ DE GALO”. É A LÍNGUA FALADA PELO POVO INDÍGENA SURUÍ.) QUANDO O GRUPO PARA DE CANTAR, TODOS SE AFUNDAM NA ÁGUA RAPIDAMENTE.

O JOGO TEM O POTENCIAL DE TRABALHAR RITMO, MUSICALIDADE, COORDENAÇÃO MOTORA, DESTREZA E PERCEPÇÃO CORPORAL, SEMPRE EM

GRUPO, TRAZENDO ELEMENTOS E VOCABULÁRIO DA CULTURA INDÍGENA LOCAL.

DESTREZA: FACILIDADE DE MOVIMENTOS.

REGIÃO NORTE — CACOAL (RONDÔNIA)

FRIEDMANN, ADRIANA. CULTURAS LÚDICAS EM ÁREAS RIBEIRINHAS. CARTA CAPITAL SÃO PAULO, 1o DEZ. 2015. DISPONÍVEL EM: https://www.cartacapital.com.br/educacao/culturasludicas-em-areas-ribeirinhas/. ACESSO EM: 3 JUN. 2025.

CRIANÇAS RIBEIRINHAS

BRINCANDO NO RIO UATUMÃ, NA COMUNIDADE

ABACATE DA RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL UATUMÃ, EM SÃO SEBASTIÃO DO UATUMÃ (AM), EM 2018. 15/09/25 06:42

1. Espera-se que os estudantes percebam que as brincadeiras ribeirinhas se conectam com a natureza porque as crianças brincam nas florestas, nas matas, na beira (e dentro) dos rios.

COMO AS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS RIBEIRINHAS SE CONECTAM COM A NATUREZA?

O QUE AS DUAS BRINCADEIRAS APRESENTADAS TÊM EM COMUM? POR QUE ISSO ACONTECE?

PERGUNTE A SEUS FAMILIARES QUAIS ERAM AS BRINCADEIRAS PREFERIDAS DELES E DE QUE MANEIRA ESSAS BRINCADEIRAS SE RELACIONAVAM COM O ESPAÇO ONDE MORAVAM.

• ANOTE AQUI OS NOMES DAS BRINCADEIRAS.

Respostas pessoais.

Ambas são realizadas no rio, na água. Isso acontece porque as crianças ribeirinhas vivem nas margens de rios. 3 4

APRESENTE PARA A TURMA AS BRINCADEIRAS PREFERIDAS DA SUA FAMÍLIA. DEPOIS, REFLITA COM OS COLEGAS SE ELAS AINDA SÃO AS MESMAS NOS DIAS DE HOJE.

Respostas pessoais. 5

AGORA, COMENTE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR QUAL É A SUA BRINCADEIRA FAVORITA.

Resposta pessoal. 6

COM O PROFESSOR, ELABORE DUAS LISTAS EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA: UMA COM AS BRINCADEIRAS PREFERIDAS DAS FAMÍLIAS E OUTRA COM AS BRINCADEIRAS FAVORITAS DA TURMA.

Produção coletiva.

11/09/25 20:57

PARA OS ESTUDANTES

• TOLEDO, Eymard.  Tio Flores: uma história às margens do rio São Francisco. São Paulo: VR, 2016.

• Identificar informação em uma parlenda por meio de leitura.

• Reconhecer palavras que rimam entre si em uma parlenda.

• Inferir informação implícita em uma parlenda.

• Escrever palavras com R inicial com as vogais A, E, I e O.

• Escrever palavras iniciadas pela letra S + vogais.

BNCC

• EF01LP02

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• EF01LP16

• EF01LP19

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

Em todas as atividades de escrita, caso haja estudantes em diferentes etapas do processo de alfabetização, oferecer outras formas de realização da atividade, com mediadores visuais, como o alfabeto móvel, por exemplo. Isso os auxiliará no processo de fixação e aprendizado do conteúdo, pois aciona diferentes áreas do cérebro. Permitir que façam o máximo de atividades que conseguirem e que finalizem em casa, caso necessitem de um tempo maior para concluir a tarefa ou de suporte maior durante a execução.

Na atividade 1 (nível defasagem), ler a parlenda para os estudantes, com entonação e ritmos adequados, pois eles deverão interpretar o texto identificando o elemento que está demorando a ficar pronto. Verificar se eles

O QUE ESTUDEI

LEIA A PARLENDA A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 3

A CASINHA DA VOVÓ TRANÇADINHA DE CIPÓ O CAFÉ TÁ DEMORANDO COM CERTEZA NÃO TEM PÓ [A CASINHA DA VOVÓ]. [S L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

SEGUNDO A PARLENDA, O QUE ESTÁ DEMORANDO PARA FICAR PRONTO?

A) A TRANÇA DE CIPÓ.

C) A VOVÓ.

B) A CASINHA.

D) X O CAFÉ.

A CASA DA VOVÓ DA PARLENDA É FEITA DE:

A) TRANÇA DE CABELO.

C) X CIPÓ.

B) CAFÉ.

D) PÓ.

AS PALAVRAS DA PARLENDA QUE RIMAM COM VOVÓ SÃO:

A) CASINHA E TRANÇADINHA.

C) CAFÉ E PÓ.

B) X CIPÓ E PÓ.

D) NÃO E PÓ.

conseguem desenvolver a capacidade de compreender o sentido global de um texto curto e identificar informações que estão claramente expressas na parlenda. Caso algum estudante não consiga fazer essa identificação, isso pode indicar que está com dificuldade de compreensão leitora e de foco na informação solicitada.

Na atividade 2 (nível adequado), avalia-se a habilidade de os estudantes inferirem uma informação implícita apresentada na parlenda. Avaliar se eles conseguem compreender que a pessoa que fala a parlenda diz que a casinha da vovó é trançadinha de cipó, ou seja, de um material extraído de árvores. Observar também se eles sabem o que é cipó e se não confundem o verso “trançadinha de cipó” com tranças de cabelo.

Na atividade 3 (nível intermediário), avaliar a habilidade de os estudantes reconhecerem o que são palavras que rimam entre si. Avaliar se conseguem entender que as rimas são marcadas por sons finais semelhantes e se reconhecem qual palavra tem som final parecido com vovó. No caso da parlenda lida, há duas palavras que rimam com a palavra indicada. Se

LEIA OUTRA PARLENDA PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 4 E 5.

RA, RE, RI, RO, RUA...

MACACO SAI DA CORDA QUE ESTA CORDA NÃO É TUA.

NÓBREGA, MARIA JOSÉ; PAMPLONA, ROSANE (ORG.). SALADA, SALADINHA: PARLENDAS. SÃO PAULO: MODERNA, 2005. P. 30. (COLEÇÃO NA PANELA DO MINGAU).

ESCREVA A PALAVRA DA PARLENDA QUE COMEÇA COM R

Rua.

ESCREVA UMA PALAVRA QUE COMECE COM:

A) RA: Resposta pessoal. Sugestões de resposta: rato, rápido, ramo.

B) RE: Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Renata, rede, revista.

C) RI: Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Ricardo, riacho, rima.

D) RO: Resposta pessoal. Sugestões de resposta: roda, rodela, rodovia.

LEIA ESTA PARLENDA.

SUBI NA ROSEIRA, QUEBROU UM GALHO

SEGURA (NOME DA CRIANÇA)

SENÃO EU CAIO

[SUBI NA ROSEIRA]. [S L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

A) ESCREVA AS PALAVRAS DA PARLENDA QUE COMEÇAM COM S

Subi, segura, senão.

B) AGORA, ESCREVA TRÊS PALAVRAS QUE TENHAM VOGAIS DIFERENTES DESSAS QUE VOCÊ ESCREVEU DEPOIS DE S.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: saia, sino, sorriso. Os estudantes

devem escrever palavras com s e as vogais a, i, o

necessário, citar outras palavras que apresentem sons semelhantes para trabalhar a semelhança entre sons finais.

15/09/25 06:42

A atividade 4 (nível defasagem) busca avaliar se os estudantes conseguem distinguir sílabas iniciadas com R com uma palavra iniciada com essa mesma letra. Para realizar a atividade, primeiro, ler a parlenda em voz alta e pedir aos estudantes que citem os termos que compõem o primeiro verso.

A atividade 5 (nível intermediário) visa avaliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no estudo do capítulo com relação às palavras iniciadas com a letra R + vogais, exceto a vogal U, que já aparece na palavra RUA, presente no primeiro verso da parlenda. A atividade permite praticar a formação de palavras por meio de sílabas citadas, observando a posição e a ordem correta das letras, elementos relevantes no processo de alfabetização.

É importante orientar os estudantes para que pensem em palavras que comecem com a letra R, comentando que podem ser nomes de pessoas, objetos, animais, flores etc. Se necessário,

ajudá-los a identificar as palavras e a escrevê-las corretamente, reforçando a correspondência grafema-fonema. Na atividade 6 (nível adequado), os estudantes deverão escrever três palavras iniciadas com a letra S. Antes, porém, precisarão compreender que as palavras devem ser iniciadas pela letra S + as vogais A, I e O, pois, na parlenda, há as palavras subi, segura e senão, iniciadas por S + E e U. Auxiliá-los nessa compreensão, solicitando que identifiquem essas palavras na parlenda. Depois, pedir a eles que identifiquem as vogais que vêm logo após a letra S em cada palavra e que verifiquem quais são as vogais que não foram usadas nas palavras. Para isso, orientá-los a recorrer ao alfabeto móvel ou ao alfabeto exposto na sala de aula.

ATIVIDADE

Atividade – Nível adequado

Nesta atividade (nível adequado), para concluir o capítulo, propor aos estudantes que criem, em uma folha de papel avulsa, uma página ilustrada para o Livro de parlendas e brincadeiras da turma . Cada estudante deverá escolher uma das parlendas estudadas, copiá-la (com o apoio do professor, se necessário) e ilustrar a brincadeira correspondente.

A atividade favorece a associação entre texto e imagem, o reconhecimento das características do gênero parlenda e o uso funcional da escrita. Ao final, as páginas poderão ser reunidas em um livreto coletivo e expostas no mural da sala de aula ou apresentadas a outra turma, acompanhadas da recitação das parlendas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Inferir conteúdo do texto com base no título e na estrutura textual.

• Localizar referências da publicação da obra citada.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Desenvolver fluência em leitura oral.

• Ler e compreender texto instrucional.

• Observar e reconhecer objetivo e características do texto instrucional.

• Inferir o assunto de um livro com base nas informações da capa.

BNCC

• EF01LP01

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

ORGANIZE-SE

• Projetor de vídeo.

• Imagens do personagem Visconde de Sabugosa.

• Algumas edições impressas dos livros de Monteiro Lobato.

ENCAMINHAMENTO

Perguntar aos estudantes se já vivenciaram alguma situação em que tiveram de ler orientações e segui-las para fazer algo. Incentivá-los a compartilhar suas experiências com os colegas. Antes de iniciar a leitura, solicitar aos estudantes que identifiquem o título (se necessário, ler com eles) e observem a organização e os elementos que compõem o texto. Com base na observação desses aspectos, questioná-los sobre o conteúdo do texto. O título Brincando com o milho sugere que o texto tratará de uma brincadeira ou de um brinquedo com o uso de espigas de milho. A organização em itens numerados

capítulo

2

LEIA AS INSTRUÇÕES

• VOCÊ CONHECE UM PERSONAGEM DA LITERATURA QUE É UM SABUGO DE MILHO?

LEITURA 1

Resposta pessoal. Verifique se os estudantes conhecem o personagem Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho, da obra Sítio do Picapau Amarelo, escrita por Monteiro Lobato.

ELE TEM

UMA AMIGA CHAMADA EMÍLIA, QUE É UMA BONECA DE PANO!

ACOMPANHE A LEITURA DO TEXTO A SEGUIR COM A AJUDA DO PROFESSOR.

BRINCANDO COM O MILHO VOCÊ SABIA QUE NAS ZONAS RURAIS, ISTO É, EM FAZENDAS E SÍTIOS, MUITAS CRIANÇAS AINDA FAZEM BRINQUEDOS USANDO O MILHO?

BONECA DE MILHO

1. PEGUE UMA

ESPIGA DE MILHO CUJOS GRÃOS

ESTEJAM BEM SECOS.

ATENÇ ÃO

2. ABRA-A COM CUIDADO, SEM ARRANCAR AS PALHAS. ESTE SERÁ O CABELO, QUE VOCÊ PODERÁ CORTAR DEPOIS COMO QUISER.

3. DEBULHE COM CUIDADO A PARTE DE CIMA, DEIXANDO GRÃOS QUE IRÃO FORMAR AS SOBRANCELHAS, OS OLHOS, O NARIZ E A BOCA.

ESTA ATIVIDADE DEVE SER FEITA COM A AJUDA DE UM ADULTO.

e as ilustrações podem ajudar os estudantes a perceber que se trata de um texto escrito para dar instruções.

Explorar a questão inicial e selecionar imagens do personagem Visconde de Sabugosa para exibi-las aos estudantes com o uso de um projetor. Se possível, apresentar à turma algumas obras de Monteiro Lobato em que o personagem aparece e realizar a leitura de alguns trechos.

Ao final da leitura, perguntar do que trata o texto e se já viram algum texto semelhante. Ouvir os comentários e organizar a conversa para que todos possam expor.

No caso dos estudantes com necessidades educacionais específicas, adapte a proposta a fim de garantir a participação de todos. Além das imagens do Visconde de Sabugosa projetadas para a turma, podem ser utilizadas figuras ampliadas ou cartões individuais, permitindo que cada criança manuseie o material. Para estudantes com deficiência visual, recomenda-se apresentar imagens em relevo ou oferecer descrições orais detalhadas. A leitura pode ser realizada em duplas ou em grupos, com o apoio do professor, que também pode ler o texto em voz alta para

DICA

4. CONTINUE DEBULHANDO, MAS DEIXE UMA VOLTA DE GRÃOS PARA PARECER O COLAR E DEPOIS OS BOTÕES DA ROUPA.

5. FAÇA UMA SAIA COM RETALHOS DE PANO E PRONTO!

O VISCONDE DE SABUGOSA, CÉLEBRE PERSONAGEM DE MONTEIRO LOBATO, ERA UM BONECO DE MILHO. E COMO ERA SABIDO!

CÉLEBRE: FAMOSO. DEBULHAR: TIRAR OU SEPARAR OS GRÃOS

PAMPLONA, ROSANE. ALMANAQUE PÉ DE PLANTA. SÃO PAULO: MODERNA, 2013. P. 28.

QUEM ESCREVEU O TEXTO?

Rosane Pamplona.

PARA QUE SERVE ESSE TEXTO?

O objetivo desse texto é ensinar a fazer uma boneca de milho.

MARQUE UM NOS QUADRINHOS COM AS ALTERNATIVAS CORRETAS SOBRE COMO O TEXTO APARECE NO LIVRO.

X AS INSTRUÇÕES SÃO DESCRITAS UMA A UMA.

X AS INSTRUÇÕES SÃO INDICADAS POR NÚMEROS.

AS INSTRUÇÕES NÃO SÃO ACOMPANHADAS DE IMAGENS.

CONTORNE OS NOMES DOS MATERIAIS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO DA BONECA DE MILHO.

ESPIGA DE MILHO

ZHEVASYLIEVA/SHUTTERSTOCK.COM

CANETAS COLORIDAS COPOS PLÁSTICOS BOTÕES DE ROUPA PALITOS DE SORVETE RETALHOS DE PANO

publicação e seu ano. Se possível, apresentar outro livro infantil e deixar os estudantes manusear e descobrir os dados da autoria, comparando com os da imagem do livro.

Na atividade 2 , explorar a organização do texto e retomar a função de um texto instrucional: dar instruções/ informações.

Na atividade 3, espera-se que os estudantes percebam que a última alternativa não deve ser assinalada porque, neste caso, as instruções são acompanhadas de imagens.

Depois de realizar as atividades 2 e 3, apresentar aos estudantes outros textos com instruções de construção de um brinquedo, escritos em tamanho A3, para que possam comparar com o texto do livro. Compartilhar as informações coletivamente.

Na atividade 4, explorar com os estudantes as características do texto instrucional e ajudá-los a reconhecer os materiais necessários para a construção da boneca de milho.

ATIVIDADES

11/09/25 21:20

ser acompanhado pelos estudantes. Na etapa de compreensão, é possível recorrer a perguntas guiadas e graduais, como: “quem apareceu na história?”, “O que o personagem fez?” ou “Você já viu o milho em outro lugar?”, para favorecer a participação dos estudantes com dificuldades cognitivas ou de linguagem. Garanta que todos possam se expressar — seja oralmente, por meio de desenhos, de gestos ou de cartões de resposta, de modo que cada criança contribua a seu modo para a construção coletiva da atividade.

As atividades propostas promovem a compreensão de textos, pois demandam a localização de informações explícitas e a análise de suas características.

Na atividade 1, espera-se que os estudantes identifiquem o nome da autora do livro ao ler a referência do texto. Se necessário, auxiliá-los a identificar as referências da publicação do texto. Explorar as outras informações, como o título da obra da qual o texto faz parte, a editora, o local, a data de publicação e a página correspondente. Explicar para que servem essas informações: mencionar o autor do texto, especificar onde o leitor pode encontrá-lo e informar o local de

Propor a construção de um brinquedo, em dupla, com o uso de materiais reutilizáveis. O link indicado a seguir oferece o passo a passo de como construir três brinquedos com material reciclável: ESPECIAL dia das crianças: aprenda a fazer três brinquedos com materiais recicláveis! Publicado por: PraEducar. 2020. 1 vídeo (ca. 6 min). Disponível em: https://youtu.be/q8ko83nWVYg. Acesso em: 25 ago. 2025. Essa atividade favorece o trabalho interdisciplinar com Arte.

PARA O PROFESSOR

• RONZONI, Diego. Oficina de brinquedos com material reciclado: trabalhos manuais para sala de aula. São Paulo: Girassol, 2011. Esse livro propõe atividades com materiais recicláveis, como papelão, plástico e latas, colaborando para a formação de crianças conscientes e ajudando na preservação da natureza, além de incentivar o desenvolvimento do potencial artístico de todos os envolvidos, seja a família, seja a escola.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Observar imagem e identificar os elementos que aparecem nela.

• Estabelecer relação entre imagem de capa de livro e os conteúdos abordados na obra.

• Realizar a construção de um boneco de milho.

BNCC

• EF15LP02

• EF15LP04

ENCAMINHAMENTO

Ao realizar a atividade 5, instigar os estudantes a observar os elementos verbais e não verbais que compõem a imagem. Questioná-los sobre o título da obra. Se necessário, explicar que um “pé de planta” corresponde a uma muda ou a um exemplar de determinada planta. Na atividade 6, combinar com a turma quando e onde vão construir os bonecos e quais estudantes serão responsáveis por trazer os materiais que utilizarão. Auxiliá-los

O TEXTO “BRINCANDO COM O MILHO” FAZ PARTE DO LIVRO ALMANAQUE PÉ DE PLANTA.

• OBSERVE A CAPA DESTE LIVRO.

A) QUAIS IMAGENS APARECEM NA CAPA?

Espantalho, abelha e plantas com seus frutos: mandioca, café, guaraná, milho e banana.

B) EM SUA OPINIÃO, QUAIS SÃO OS ASSUNTOS TRATADOS NOS OUTROS TEXTOS DESSE LIVRO?

AGORA, É O MOMENTO DE VOCÊ E SEUS COLEGAS CONSTRUÍREM UM BONECO DE MILHO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes infiram que o livro traz informações sobre diferentes tipos de plantas. 6 Produção pessoal.

• SIGAM AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR E DIVIRTAM-SE!

a listar os materiais e anotar na agenda a data para trazê-los. No link indicado em Conexão, há instruções para a confecção de uma boneca de sabugo de milho.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• OLIVEIRA, Anaizuede E. S. Brincadeira: boneca de sabugo de milho. São Paulo: Projeto Memórias; Universidade de São Paulo, c1990-2025. Disponível em: www.usp.br/memorias/ brincadeira.php?brincadeira=5. Acesso em: 25 ago. 2025.

PAMPLONA, ROSANE. ALMANAQUE PÉ DE PLANTA. SÃO PAULO: MODERNA, 2013.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA B

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 1

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: bezerro, bode, borboleta, barata, 2 bem-te-vi, besouro, entre outros. B b B b

ACOMPANHE A LEITURA DO TEXTO A SEGUIR.

QUE NOME DE BICHO INICIA COM B?

UM BOI BRAVO, UM BANDO DE BÚFALOS, UMA BALEIA BONITA!

GUIMARÃES, TELMA. BICHODÁRIO SÃO PAULO: FTD, 2016. P. 5.

A) QUANTAS VEZES A LETRA B APARECE NO TEXTO?

A letra B aparece oito vezes no texto.

B) ESCREVA, COMO SOUBER, O NOME DE OUTRO BICHO QUE COMECE COM A LETRA B

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Relacionar fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando as letras determinadas.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

ENCAMINHAMENTO

pronúncia do som que essa letra representa. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra de forma cursiva (maiúscula e minúscula).

Retomar a explicação de que os traçados da consoante B também representam a mesma letra, em diferentes formas. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, depois com o dedo em cima da letra e depois com o lápis.

Após a atividade 1, de escrita de traçado, sugere-se realizar uma revisão das vogais em combinação com a consoante B, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir de proposta avaliativa do progresso deles. Para isso, levantar outras palavras que eles queiram saber como é a escrita ou que façam parte do seu dia a dia.

A atividade 2 permite desenvolver a consciência fonológica e fonêmica, trabalhando com o reconhecimento de sons repetidos no poema. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /b/. Orientar os estudantes a notar o movimento da boca durante esta atividade de pronúncia (que fecha a saída de ar). Explorar o som representado nas palavras do poema: bicho, boi, bravo, bando, búfalos, baleia, bonita, falando-as em voz alta e dando ênfase ao B inicial.

11/09/25 21:20

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF15LP18

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica –bê. Solicitar aos estudantes que, após a leitura, repitam esse nome a fim de praticarem a

Se considerar necessário, apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia pode ser feito oralmente com letra B inicial. Lembrar-se de selecionar palavras em que não há relações complexas grafema-fonema. Recomenda-se explorar os significados das palavras que aparecem no glossário, recorrendo a pesquisas em dispositivos conectados à internet, caso estejam à disposição.

Também é importante explorar a compreensão de textos. Perguntar aos estudantes a qual trecho do texto a ilustração faz referência. Espera-se que notem que a ilustração representa a baleia bonita. Recomenda-se também chamar atenção para o uso de “palavras interrogativas”, destacando o pronome interrogativo que usado para formular essa pergunta.

Na atividade 3, observar se os estudantes conseguem relacionar as palavras às imagens corretas. Se houver dificuldade, explorar as imagens com eles, de maneira que reconheçam os nomes das figuras apresentadas nas imagens.

Na atividade 4, a consciência fonológica e fonêmica é associada à produção de escrita de palavras. É interessante pedir aos estudantes que primeiro pratiquem a escrita das sílabas e, em seguida, escrevam as palavras. Se considerar necessário, recomenda-se expandir a atividade com a realização de um ditado com outras palavras que tenham as mesmas sílabas.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• GEBARA, Ana Elvira L.

A poesia na escola: leitura e análise de poesia para crianças. São Paulo: Cortez, 2002.

LIGUE AS PALAVRAS ÀS IMAGENS.

BIFE BODE BULE

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: bala, bacia, beterraba, beco. 4

ESCREVA DUAS PALAVRAS INICIADAS COM BA E DUAS PALAVRAS INICIADAS COM BE

PALAVRAS EM AÇÃO

SÍLABAS

1. Espera-se que os estudantes associem a divisão das palavras em grupos de letras à maneira como geralmente essa parlenda é recitada. Cada grupo corresponde a uma emissão de som, garantindo a noção informal de sílaba.

PARA ESCOLHER QUEM SERIA O PEGADOR

NA BRINCADEIRA DE ESCONDE-ESCONDE, O ANIVERSARIANTE RECITOU ESTA PARLENDA.

MI-NHA MÃE MAN-DOU

ES-CO-LHER ES-TE DA-QUI, MAS CO-MO SOU TEI-MO-SO

ES-CO-LHI ES-TE DA-QUI!

[MI-NHA MÃE MAN-DOU]. [S L.: S N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

esconde-esconde em uma área aberta da escola. Usar a parlenda “Minha mãe mandou” para escolher qual dos estudantes vai ser o primeiro pegador, enquanto os demais se escondem. Pode-se acessar o site Mapa do Brincar para estipular/verificar as regras da brincadeira: MAPA DO BRINCAR. c2025. Disponível em: https://mapadobrincar. folha.com.br/brincadeiras/ esconder/regioes.shtml. Acesso em: 25 ago. 2025.

Minha, mandou, escolher, este, daqui, teimoso. 1 2

POR QUE AS PALAVRAS FORAM RECITADAS POR PARTES?

ACOMPANHE A LEITURA DESTAS PALAVRAS.

2 MI-NHA 2 ES-TE

2 MAN-DOU 2 DA-QUI

3 ES-CO-LHER 3 TEI-MO-SO

A) ESCREVA NOS QUADRINHOS QUANTAS PARTES CADA PALAVRA TEM.

B) JUNTE AS PARTES PARA ESCREVER CADA PALAVRA.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Relacionar sílabas à representação escrita.

• Reconhecer o número de sílabas em palavras de parlenda.

• Identificar na parlenda palavras com uma única sílaba.

• Formar palavras juntando sílabas.

• Segmentar oralmente as palavras em sílabas.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP12

ENCAMINHAMENTO

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP01

• EF15LP09

Perguntar aos estudantes se conhecem a brincadeira de esconde-esconde. Se houver possibilidade, propor a eles que brinquem de

Esta seção inicia o trabalho com o conceito de sílaba. Embora vários estudantes já venham desenvolvendo noções de divisão de palavras desde a pré-escola, é no início do ensino fundamental que essas questões se consolidam de maneira sistemática, envolvendo o reconhecimento de sílabas e à segmentação de palavras. Espera-se que, nesse momento, os estudantes já estejam familiarizados com algumas das estruturas silábicas mais simples, sílabas formadas por vogal-consoante (VC), consoante-vogal (CV) ou consoante-vogal-consoante (CVC).

A sistematização pode, assim, avançar para estruturas mais complexas, como aquelas formadas por vogal (V), consoante-consoante-vogal (CCV) e consoante-vogal-vogal (CVV). Ainda não é necessário avançar sobre as demais estruturas silábicas complexas, como as formadas por CCVC (de cris-tal ), CVCC (de pers-pec-ti-va) ou CCVCC (de trans-por-te). É importante focar no desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica dos estudantes. Recomenda-se ler as palavras dando especial atenção às pausas indicadas pela separação silábica. Ao evidenciar essas pausas na leitura, as crianças conseguem progressivamente tomar consciência das partes que compõem as palavras. A récita da parlenda é produtiva para marcar essa divisão das palavras.

Após a brincadeira inicial, com a leitura da parlenda, realizar uma segunda leitura e pedir aos estudantes que cada um leia uma parte das palavras da parlenda. Convidar alguns deles a recitar a parlenda, segmentando oralmente as sílabas. A recitação feita propiciará a observação de que cada unidade sonora enunciada corresponde a uma parte da palavra.

Na atividade 1 , ouvir as hipóteses dos estudantes a respeito da separação das palavras em partes. Recomenda-se apresentar de maneira breve o sinal gráfico que separa as palavras, o hífen, levando-os a distinguir as letras do alfabeto. Espera-se que associem a divisão das palavras em grupos de letras à maneira como geralmente a parlenda é recitada. Cada grupo corresponde a uma emissão de som, garantindo a noção informal de sílaba.

Se considerar produtivo, propor mais uma rodada de leitura conjunta da parlenda, dessa vez orientando os estudantes a colocar uma mão debaixo do queixo enquanto pronunciam pausadamente cada palavra e demarcam as sílabas de cada uma. A ideia é que eles observem quantas vezes abrem a boca para falar cada palavra, o que corresponde à emissão sonora de cada sílaba. Esta atividade dá início ao reconhecimento do número de sílabas das palavras.

Para identificar o número de partes em cada palavra da atividade 2 , orientar os estudantes a usar métodos diferentes de contagem de sílabas. Explicar a eles que podem levantar um dedo a cada parte que o professor falar e, depois, contarem os dedos para registrar nos quadrinhos ao lado de cada palavra o número de partes; ou podem bater palmas ao falar cada sílaba e contar o número de palmas para cada palavra.

3

4

UM COLEGA VAI RELER A PARLENDA EM VOZ ALTA PARA VOCÊ.

• ESCREVA AS PALAVRAS DA PARLENDA QUE SÃO FORMADAS POR APENAS UM GRUPO DE LETRAS. Mãe, mas, sou.

AS PALAVRAS PODEM SER DIVIDIDAS EM PARTES. CADA PARTE DA PALAVRA É CHAMADA SÍLABA

DESEMBARALHE AS SÍLABAS E DESCUBRA O QUE TINHA NA FESTA DE ANIVERSÁRIO.

Brigadeiro, pipoca, pirulito, laranjada.

A) QUAL DESSAS PALAVRAS TEM SEIS LETRAS E TRÊS SÍLABAS?

B) QUAL DESSAS PALAVRAS COMEÇA COM A LETRA B E TEM DEZ LETRAS?

C) QUAIS DESSAS PALAVRAS COMEÇAM COM A LETRA P? Pipoca. Brigadeiro. Pirulito e pipoca.

Na atividade 3, espera-se que os estudantes percebam que as palavras mãe, mas e sou são pronunciadas de uma só vez. Explicar que essas palavras são compostas de uma só sílaba — é dispensável, nesse momento, a nomeação das palavras em suas categorias de composição silábica. É preferível explorar oralmente o número de sílabas das palavras da atividade. Repetir a orientação de colocar a mão sob o queixo enquanto pronunciam pausadamente cada palavra.

Na atividade 4, orientar os estudantes a organizar as sílabas que estão embaralhadas. É possível desenvolver a atividade em dupla. Deixar que eles testem as hipóteses de escrita, ordenando as sílabas como quiserem, mesmo que formem apenas pseudopalavras. Se isso ocorrer, pedir que leiam a palavra formada pela junção das sílabas e expliquem os significados dela.

Para os estudantes com necessidades educacionais específicas, é importante flexibilizar as propostas, oferecendo alternativas de participação. Durante a contagem de sílabas, por exemplo, utilize recursos visuais, como cartões com símbolos ou cores diferentes para cada parte da palavra.

PALAVRAS COM P E B

ORDENE AS SÍLABAS E ESCREVA OS NOMES DAS FIGURAS. 1

A) CADA UMA DESSAS PALAVRAS TEM 4 LETRAS E 2 SÍLABAS.

B) CONTORNE A LETRA INICIAL DESSAS PALAVRAS.

• ESSAS LETRAS SÃO IGUAIS OU DIFERENTES?

Ao trocar a letra inicial, forma-se uma nova palavra, com novo significado. 2

consoantes. Sugere-se realizar uma brincadeira do tipo “Barquinha carregadinha” (proposta no capítulo 1 desta unidade) com palavras que comecem, por exemplo, com as letras P e B. Iniciamos, nesta unidade, o trabalho de reflexão sobre as consoantes surdas/sonoras, abordando a relação P/B.

C) O QUE ACONTECE AO TROCAR AS LETRAS INICIAIS B E P NESSAS PALAVRAS?

COMPLETE OS NOMES COM AS LETRAS INICIAIS B E P. Elas são diferentes.

EXPECTATIVAS

• Identificar palavras com determinado número de letras e sílabas.

• Identificar pronúncia das letras P e B e perceber a diferença na escrita.

• Relacionar imagem à palavra correspondente.

• Identificar o número de letras em uma dada palavra.

• Perceber a mudança que ocorre na palavra ao trocar a consoante inicial.

• Realizar contagem de sílabas em palavras.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

ENCAMINHAMENTO

• EF01LP11

• EF01LP12

• EF12LP01

• EF15LP09

Dispor os estudantes em roda e dar início à brincadeira dizendo: “Lá vai a barquinha carregadinha de... picolés!” ou “Lá vai a barquinha carregadinha de... brinquedos!”. O estudante que está à sua direita deve falar uma palavra iniciada com a letra usada, e assim sucessivamente. É essencial escrever na lousa essas palavras citadas pelos estudantes. Por meio dessa brincadeira, é possível aprofundar a reflexão das crianças sobre as partes sonoras das palavras.

Com base na lista de palavras citadas pelos estudantes e escritas na lousa durante a brincadeira, recomenda-se ler uma por uma demarcando sílabas. É ideal promover uma leitura em conjunto, em que os estudantes acompanham em voz alta a pronúncia do professor.

Recomenda-se iniciar o trabalho desta seção reforçando, com uma atividade lúdica, os conhecimentos dos estudantes sobre a letra inicial de palavras. Aqui, o foco está nas

Na atividade 1, chamar a atenção para a mudança do som ao pronunciar claramente as palavras pote e bote . Perguntar aos estudantes se há alguma diferença nos sons delas, pedindo na sequência que identifiquem que som é esse (o primeiro som, que é /p/ em pote e /b/ em bote). Evidenciar que, ao mudar uma letra, o som mudou e a palavra também mudou. Na atividade 2, reforçar a importância de grafar corretamente as palavras, já que a substituição de apenas uma letra gera um vocábulo diferente. Retomar os exemplos da atividade anterior e explorar as palavras pomba e bomba, bata e pata.

Apresentar outras palavras que comecem com a letra B e outras com a letra P para compararem os sons (como pelo e belo, penta e benta, praça e braça, e assim por diante). Aproveitar a oportunidade para desenvolver o vocabulário dos estudantes com a significação de palavras que eles desconheçam. Além de comparar os sons, sugere-se explorar a quantidade de sílabas de cada uma dessas palavras.

Na atividade 3 , propor uma leitura inicial do circuito, pedindo aos estudantes que identifiquem todas as imagens do labirinto (boneca, brigadeiro, pudim, bola, bolo, pizza, balão ou bexiga, bola, bicicleta). Espera-se que os estudantes notem que, em alguns caminhos, certos objetos se repetem. A atividade 3a trabalha a escrita de algumas dessas palavras — é possível escrever as demais na lousa em seguida. Depois que as palavras estiverem completas, solicitar aos estudantes que leiam em voz alta as letras de cada uma delas, a fim de poderem realizar a atividade 3b.

AJUDE BETO A CHEGAR À FESTA. PISTA: O CAMINHO CERTO TEM APENAS BRINQUEDOS! 3

A) COMPLETE OS NOMES DOS BRINQUEDOS QUE BETO ENCONTROU NO CAMINHO.

B) PINTE O NOME DO BRINQUEDO QUE TEM QUATRO SÍLABAS. Os estudantes devem pintar a palavra bicicleta.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• NÓBREGA, Maria José. Ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2013. (Coleção como eu ensino).

• SILVA, Ceris Salete Ribas da. O processo de alfabetização no contexto do ensino fundamental de nove anos. In: RANGEL, Egon de Oliveira Rangel; ROJO, Roxane Helena Rodrigues. Língua portuguesa: ensino fundamental. Brasília, DF: MEC, 2010. v. 19. (Coleção explorando o ensino). p. 37-64. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/docman/ abril-2011-pdf/7840-2011-lingua-portuguesa-capa-pdf/file. Acesso em: 25 ago. 2025.

• Fita crepe ou massinha de modelar.

• Projetor de vídeo.

LEITURA 2

ATENÇ ÃO

ESTA ATIVIDADE DEVE SER FEITA COM A AJUDA DE UM ADULTO.

LEIA COM O PROFESSOR AS INSTRUÇÕES DE MONTAGEM.

QUEM COME MAMÃO VIAJA DE BALÃO!

BALÕES DE BEXIGA E REDINHA DE FRUTAS

VOCÊ VAI PRECISAR DE:

2 BEXIGAS

2 COPINHOS

2 REDINHAS DE MAMÃO

BARBANTE

MASSINHA ADESIVA (ESSA MASSINHA É ENCONTRADA EM PAPELARIAS, E É

SUPERÚTIL NO DIA A DIA DAS CRIANÇAS! PERFEITA PARA PREGAR OS DESENHOS DOS PEQUENOS SEM ESTRAGAR AS PAREDES)

PRATINHOS

MODO DE FAZER:

ENCHA UMA BEXIGA E A ENCAIXE NA REDINHA. CORTE DOIS PEDAÇOS PEQUENOS DE BARBANTE PARA PRENDER A REDE NO COPINHO, QUE SERÁ O CESTO DO BALÃO. VOCÊ PODE FURAR E AMARRAR OU SÓ COLAR POR DENTRO DO COPINHO COM FITA-CREPE; PODE, TAMBÉM, COMO FIZ AQUI, USAR MASSINHA ADESIVA.

PARA PENDURAR, USE MAIS DOIS PEDAÇOS DE BARBANTE AMARRADOS NAS LATERAIS DA REDINHA.

AGORA É SÓ CURTIR E APROVEITAR A VIAGEM!

MACHADO, ESTÉFI. O LIVRO DA ESTÉFI: CRAFTS PARA FAZER EM FAMÍLIA. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2016. P. 120-121.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Utilizar habilidades de leitura para compreender texto instrucional.

• Localizar informações em texto instrucional.

• Observar e reconhecer objetivo e características de texto instrucional.

• Reconhecer características do gênero no texto lido.

• Compreender as instruções dadas no texto.

• Relembrar sequência numérica de 1 a 10.

BNCC

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

ORGANIZE-SE

143

15/09/25 16:31

• EF15LP09

• EF15LP10

• Computador conectado à internet.

• Projetor de vídeo.

• Bexiga (balão de festa de aniversário).

• Tesoura com pontas arredondadas.

• Rede protetora de frutos (mamão).

• Copinho plástico descartável.

• Projetor de vídeo.

ENCAMINHAMENTO

Recomenda-se selecionar previamente algumas imagens de brinquedos construídos artesanalmente e mostrálas à turma. Imprimir as imagens ou exibi-las com o uso de um projetor. Podese acessar o site: DIY: como fazer brinquedos artesanais c2025. Disponível em: https:// www.artesanatoereciclagem. com.br/13148-diy-comofazer-brinquedos-artesanais. html. Acesso em: 25 ago. 2025. Conversar com os estudantes sobre o processo de construção dos brinquedos, perguntando-lhes: “vocês acham que foi fácil ou difícil construir esse brinquedo?”; “Que materiais foram necessários?”; “Como será que o brinquedo foi montado?”; “Gostaram do resultado?”. Ao explorar a atividade 1, ouvir as hipóteses e incentivar os estudantes a compartilhar as ideias. Neste momento, trabalhar habilidades socioemocionais como: empatia, respeito às ideias diferentes, escuta ativa etc. Antes de proceder à leitura, explorar a silhueta do texto, ou seja, sua organização na página. Espera-se que mencionem outros textos instrucionais, como receitas culinárias ou manuais de jogos. Instigar os estudantes a levantar hipóteses sobre que tipo de informação haverá em cada parte do texto. Questioná-los se eles se lembram de ter visto outros textos semelhantes a esse. Em seguida, realizar a leitura com elas. Se considerar produtivo, solicitar a alguns voluntários que leiam em voz alta novamente o texto, incentivando a leitura autônoma. Caso seja possível, levar para a sala de aula os materiais necessários à construção do balão e mostrar à turma.

Na atividade 2 , verificar com os estudantes se algumas das hipóteses levantadas antes da leitura foram confirmadas. Perguntar se algum estudante havia pensado na redinha de mamão para fazer o balão e proporcionar um momento para essa conversa.

Na atividade 3 , explorar outras funções de textos instrucionais, como ensinar a preparar um alimento, montar um móvel, usar um aparelho eletrônico etc. Conversar com os estudantes sobre a importância de seguir as instruções corretamente para alcançar o objetivo final.

Nas atividades 4 e 5 , as funções diferentes que os números exercem no mesmo texto: indicar quantidade e ordenar as etapas, respectivamente. Esse trabalho ajuda a desenvolver noções de números com os estudantes.

Na atividade 5, auxiliá-los a organizar os materiais para construir o balão e reler em voz alta as instruções, para que possam segui-las passo a passo. Circular pela sala de aula e ajudá-los no que for preciso.

Na atividade 6 , incentivá-los a expor os motivos de terem gostado ou não da construção, se acharam fácil ou difícil. Ressaltar a importância de se expressar com clareza e respeitar o turno de fala dos colegas.

ATIVIDADES

Selecionar diferentes textos instrucionais, ilustrados e não ilustrados, e imprimir em tamanho A3. Explorar os textos com os estudantes, questionando-os sobre as funções e características e quais são os objetivos das instruções em cada um deles. Afixá-los no mural da sala de aula, de modo que os estudantes se familiarizem e se apropriem da estrutura e das características dos textos instrucionais com mais facilidade.

1 2

3

4

3. Espera-se que os estudantes concluam que a divisão do texto organiza em uma das partes os materiais para a construção e em outra parte, o modo de fazer, o que facilita a construção do balão.

VOCÊ GOSTOU DA IDEIA DESSAS INSTRUÇÕES? POR QUÊ?

Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes justifiquem os motivos por gostar ou não da ideia sugerida pela autora Estéfi Machado.

QUAL É O SIGNIFICADO DO TÍTULO QUEM COME MAMÃO VIAJA DE BALÃO?

Espera-se que os estudantes percebam que é uma dica, pois a redinha do mamão será utilizada na construção do balão.

POR QUE O TEXTO ESTÁ DIVIDIDO EM DUAS PARTES?

NUMERE AS ETAPAS DE MONTAGEM DO BALÃO.

4 PARA PENDURAR, USE MAIS DOIS PEDAÇOS DE BARBANTE AMARRADOS NAS LATERAIS DA REDINHA.

3 VOCÊ PODE FURAR E AMARRAR OU SÓ COLAR POR DENTRO DO COPINHO COM FITA-CREPE; PODE, TAMBÉM, COMO FIZ AQUI, USAR MASSINHA ADESIVA.

5 AGORA É SÓ CURTIR E APROVEITAR A VIAGEM!

1 ENCHA UMA BEXIGA E A ENCAIXE NA REDINHA.

2 CORTE DOIS PEDAÇOS PEQUENOS DE BARBANTE PARA PRENDER A REDE NO COPINHO, QUE SERÁ O CESTO DO BALÃO.

5

SIGA AS INSTRUÇÕES PARA CONSTRUIR O BALÃO.

Produção pessoal.

6 Produção pessoal.

COMENTE COM OS COLEGAS COMO FOI SUA EXPERIÊNCIA.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• LEBAILLY, Vanessa. Material reciclado. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. (Coleção brincar com arte).

• ONO, Mari; ONO, Roshin. Origami para crianças: animais da terra, do ar e do mar. Tradução: Alyne Azuma. São Paulo: Publifolhinha, 2015.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA

P

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 1

praticarem a pronúncia do som que essa letra representa. Mostrar cada uma das formas das letras e nomeá-las: letra de forma bastão (maiúscula e minúscula) e letra de forma cursiva (maiúscula e minúscula). Retomar a explicação de que os diferentes traçados da consoante P também representam a mesma letra, em diferentes formas. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, depois com o dedo em cima da letra e depois com o lápis.

2

ACOMPANHE A LEITURA DESTA PARLENDA.

PULA, PULA, PIPOQUINHA

PULA, PULA SEM PARAR

PULA, PULA, PIPOQUINHA

PRA CRESCER E ESTOURAR!

[PULA, PULA, PIPOQUINHA]. [S. L.: S. N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

A) SUBLINHE AS PALAVRAS QUE RIMAM.

PIPOCA

P P PERA P pipoca pipoca pipoca

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

B) PINTE DA MESMA COR AS PALAVRAS ESCRITAS COM O MESMO TIPO DE LETRA.

Sugere-se realizar, após a atividade 1, de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com a consoante P, a fim de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir de proposta avaliativa do progresso deles.

• (Re)conhecer letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Relacionar fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

PIPOCA pipoca

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

ENCAMINHAMENTO

145

A atividade 2 permite desenvolver a consciência fonológica e fonêmica, trabalhando com o reconhecimento de sons repetidos no poema. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /p/. Explorar o som representado nas palavras do poema: pula, pipoquinha , parar , pra , falando-as em voz alta e dando ênfase ao P inicial.

Na atividade 2a, antes de os estudantes sublinharem as palavras que rimam, ler com eles a parlenda enfatizando as palavras no fim dos versos para que observem as rimas no final das sílabas.

15/09/25 16:32

• EF01LP11

• EF01LP13

Na atividade 2b, explicar a dinâmica da atividade, de modo que os estudantes encontrem as palavras escritas com o mesmo tipo de letra, associando a escrita em letra de forma bastão e cursiva, maiúscula e minúscula.

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica — pê. Solicitar a eles que repitam o nome, a fim de

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender, em colaboração com os colegas, enunciados para realizar atividades.

• Relacionar imagens a palavras para escrevê-las e completar frases.

• Escrever palavras correspondentes a imagens.

• Escrever espontaneamente palavras.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP12

• EF01LP16

• EF01LP17

• EF01LP19

• EF12LP01

• EF15LP09

ENCAMINHAMENTO

Copiar na lousa o trava-língua seguinte e propor aos estudantes que o recitem o mais rápido que conseguirem, sem tropeçar nas palavras: “O pinto perto da pia / tanto mais a pia pinga / mais o pinto pia... / A pia pinga, / o pinto pia, / pia pinto. / O pinto perto da pia, / a pia perto do pinto”. Perguntar qual é a letra que predomina no início das palavras.

PALAVRAS EM AÇÃO

PALAVRAS COM P E B

1

146

2

ESCREVA DUAS PALAVRAS QUE COMECEM COM CADA SÍLABA INDICADA.

PA

Respostas pessoais. As respostas são sugestões.

Paloma, panela

PE pera, Pedro

PO pote, pomada

SUBSTITUA AS FIGURAS POR PALAVRAS. DEPOIS, COMPLETE AS FRASES.

A) ESTAS penas SÃO DO pavão .

B) A pipoca ESTAVA QUENTE E SALGADA.

C) MARINA TOCOU piano EM SEU ANIVERSÁRIO.

Propor aos estudantes que a atividade 1 seja realizada em dupla. Estimulá-los a encontrar outras palavras que comecem com a letra P, além daquelas usadas para completar a atividade, que são apenas sugestões. Explicar que podem escrever nomes de pessoas, de lugares e de objetos. Compartilhar as palavras formadas pelas duplas.

Na atividade 2, se houver necessidade, ajudar os estudantes a identificar as ilustrações antes da escrita dos nomes correspondentes.

Os trava-línguas são textos que colaboram para o desenvolvimento da consciência fonológica, aspecto importante para a compreensão do sistema alfabético. Eles pertencem à tradição oral e, em sua maioria, são curtos, com uma linguagem simples, formados por palavras em que se repetem consoantes. Encantam as crianças pela sonoridade, pelo ritmo e, principalmente, por desafiá-las a recitar com rapidez, sem tropeçar na pronúncia. Esta seção trabalha com trava-língua como texto que fomenta a consciência fonológica e fonêmica e o conhecimento alfabético de maneira lúdica.

TI O PO BO DO

A) ESCREVA NOS QUADRINHOS AS SÍLABAS LIGADAS ÀS FIGURAS. DEPOIS, LEIA O QUE ESCREVEU.

B) VOCÊ ESCREVEU UM TRAVA-LÍNGUA. PARA QUE SERVE UM TRAVA-LÍNGUA?

C) ESCREVA O TRAVA-LÍNGUA EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA COMO SOUBER. DEPOIS, RECITE O TRAVA-LÍNGUA PARA OS COLEGAS. Bote a bota no bote e tire o pote do bote.

3. b) Espera-se que os estudantes respondam que o trava-língua serve para divertir e criar uma competição para ver quem consegue recitar rapidamente sem trocar os sons.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar e escrever sílabas.

• Identificar palavras com determinado número de letras e sílabas.

• Organizar sílabas para formar palavras.

• Relacionar imagem à palavra correspondente.

• Recitar trava-línguas com entonação adequada.

• Reconhecer que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala.

• Ler, compreender e completar, com a ajuda do professor, palavras em diagrama.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

a fazer uma leitura em voz alta. Permitir que treinem a leitura até que sejam capazes de repetirem rapidamente e com entonação adequada. Aproveitar a atividade para fazer a leitura oral e pedir a eles que façam a leitura brincando para saber quem consegue ler/falar mais rápido. Essa leitura fomenta o desenvolvimento da fluência em leitura oral ao propor que eles tentem ler os textos cada vez mais rápido, incentivando que pratiquem a pronúncia e tornem a leitura um ato cada vez mais independente. No item da atividade 3b, espera-se que concluam: o trava-língua serve para divertir e criar uma competição para ver quem consegue recitar rapidamente sem trocar as letras. Na atividade 3c, propor aos estudantes que escrevam o trava-língua e também brinquem em casa, com a participação de um familiar ou responsável.

ATIVIDADES

15/09/25 16:32

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP12

ENCAMINHAMENTO

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP01

Na atividade 3, após a decodificação das sílabas e do preenchimento do diagrama, forma-se um trava-língua. Convidar os estudantes

Escrever na lousa o trava-língua a seguir e convidar os estudantes a brincar com essas palavras, falando-as rapidamente, sem tropeçar nas letras ou invertê-las: “Rola bola, bola rola, / rola pedra, pedra rola, / fala logo e não enrola / que teu pai é de Angola”. Deixá-los à vontade para recitar os versos até que consigam alcançar o objetivo proposto. Colocar em discussão qual é o assunto do trava-língua, questionando: “o que o locutor espera do interlocutor?”; “O que as expressões dos dois primeiros versos indicam?”. Espera-se que os estudantes percebam que o locutor aguarda que o interlocutor fale, sem demora, qual é o país de origem do pai. As expressões “rola bola, bola rola, rola pedra, pedra rola” podem indicar uma sucessão de acontecimentos que marcam o tempo, mostrando que o interlocutor está “enrolando” para responder.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar e escrever sílabas.

• Identificar palavras com determinado número de letras e sílabas.

• Organizar sílabas para formar palavras.

• Relacionar imagem à palavra correspondente.

• Reconhecer que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

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• EF01LP11

• EF01LP12

• EF01LP19

• EF12LP01

• EF15LP09

• EF15LP10

ORGANIZE-SE

• Folha de papel tamanho A3 ou cartolina.

ENCAMINHAMENTO

Nas atividades 1 e 2, é importante explorar o número de letras de cada sílaba, reforçando a noção de que a sílaba pode ser constituída por uma, duas, três ou mais letras que se pronunciam em uma única emissão sonora. Se necessário, exemplificar com a palavra grãos, que tem cinco letras e apenas uma sílaba. Levar os estudantes a refletir sobre o sistema de escrita. A formação de palavras ainda é inicial, por meio de contagem de sílabas. Não se trata, portanto, de formar palavras com base em radicais e afixos — o que começará a ser aprofundado em outros anos.

DESCUBRA AS SÍLABAS QUE ESTÃO FALTANDO EM CADA PALAVRA E COMPLETE OS DIAGRAMAS. 1

ESCREVA NOS QUADRINHOS O NÚMERO DE SÍLABAS DE CADA PALAVRA.

A atividade 1 pode ser ampliada com exemplos de outros frutos. Recomenda-se escrever as palavras na lousa seguindo a mesma estrutura de deixar lacunas de sílabas para que os estudantes infiram as sílabas a ser completadas.

Antes de realizar a atividade 2, solicitar aos estudantes que leiam em voz alta cada conjunto de sílabas. Pode-se aproveitar para explorar também as letras que compõem cada palavra ou sílaba, retomando o conceito de vogais e consoantes. Solicitar, em seguida, que leiam as imagens e pronunciem em voz alta os nomes dos frutos, a fim de que eles sejam capazes de identificar as palavras formadas ao desembaralhar as sílabas de cada uma delas. Incentivá-los a repetir esses nomes batendo palmas entre as sílabas. Ao final, eles devem escrever as palavras formadas embaixo das imagens correspondentes e contar os números de sílabas de cada uma.

3

CONTORNE A PRIMEIRA SÍLABA DE CADA PALAVRA.

• DEPOIS, JUNTE AS SÍLABAS INICIAIS DAS PALAVRAS DE CADA GRUPO E ESCREVA AS NOVAS PALAVRAS.

4

CABELO

NUVEM

DOCINHO CANUDO

GOIABA

ABACATE

BANANA

DADO GOIABADA

COMPLETE OS NOMES DAS FRUTAS COM AS SÍLABAS DOS CÍRCULOS.

AS SÍLABAS PODEM SE REPETIR.

• VOCÊ GOSTA DESSAS FRUTAS? SE SIM, DE QUAIS?

• DESENHE E PINTE SUAS FRUTAS PREFERIDAS NO CADERNO. Respostas pessoais. Produção pessoal.

BA, que é sílaba inicial em bala e sílaba final em loba. Se necessário, compartilhar a escrita na lousa para que eles possam visualizar as diferentes posições das sílabas. Explorar, novamente, alterações na ordem das sílabas para a formação de novas palavras. Com os cartões distribuídos a eles, podem-se formar, por exemplo, lava e vala. Instigar os estudantes a pensar em outros exemplos.

Na atividade 4 , incentivar os estudantes a ler em voz alta cada uma das palavras e, depois, segmentá-las oralmente, batendo palmas a cada sílaba. Nos itens da atividade, solicitar que compartilhem suas preferências com clareza. Ressaltar à turma que é importante ouvir com atenção a fala dos colegas. Por fim, pedir que façam a produção do desenho com suas frutas preferidas.

ATIVIDADES

15/09/25 16:34

Na atividade 3, antes da escrita das palavras formadas, pedir aos estudantes que leiam cada grupo de palavras segmentando oralmente as sílabas e, então, façam um traço colorido entre cada sílaba.

É possível expandir esta atividade com uma produção de escrita em grupos de três ou quatro estudantes e distribuir cartões com algumas das sílabas que não foram utilizadas na formação das palavras da atividade (ou escrever na lousa): BE, LO, CI, NHO, BA, CA, TE, NA, DO. Combinar um tempo de realização da atividade e deixá-los livres para que escrevam ao menos uma palavra com cada uma das sílabas. Outra sugestão é ordenar os cartões com as sílabas como em uma escada, colocando um cartão por linha e incentivá-los a tentar ler de cima para baixo o mais rápido que puderem. Após a leitura, incentivar que troquem a ordem das sílabas para formar outras palavras.

Ao final, compartilhar as respostas e aproveitar o momento para levar os estudantes a refletir sobre se a mesma sílaba pode aparecer em diferentes posições nas palavras, como a sílaba

Propor aos estudantes uma nova brincadeira de preenchimento de lacunas de letras em palavras, para consolidação do desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica. O jogo pode ser realizado individualmente ou em duplas. Lembrá-los de que as palavras têm as letras P ou B. Providenciar uma folha de papel tamanho A3 ou cartolina para fazer um quadro de palavras para consulta na sala de aula — cada dupla escolhe uma palavra do jogo da forca ou das atividades para registrar e fazer um desenho. As palavras do quadro de consulta podem ser organizadas em ordem alfabética.

• MACHADO, Ana Maria. O rato roeu a roupa. São Paulo: Salamandra, 2013. CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer letras de imprensa maiúsculas.

• Relacionar fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando letra determinada.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF01LP18

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas na pauta caligráfica: pê e bê. Em seguida, pedir aos estudantes que repitam esses nomes a fim de praticar a pronúncia dos sons que essas letras representam. Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra bastão (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula).

Recomenda-se repetir o mesmo trabalho com o fonema feito anteriormente, encurtando e alongando a pronúncia para que as crianças observem que o som representado por essas letras é o mesmo. Retomar a explicação de que o traçado das consoantes P e B também representa as mesmas letras,

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA P 1

P P P P P P

TRACE A LETRA B . 2

B B B B B B B 150

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

ETECA

em diferentes formas. Se considerar adequado, é possível propor traçar no ar, na areia, depois com o dedo em cima da letra e, por fim, com o lápis.

Sugere-se realizar, após a atividade 1 e a atividade 2, de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com a consoante P e B em posição inicial da palavra, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir de proposta avaliativa do progresso das crianças. Para isso, levantar outras palavras que eles queiram saber como são escritas ou que façam parte do dia a dia deles. Nesse momento, o objetivo é trabalhar as consoantes P e B em posição inicial.

Na atividade 3, os estudantes devem observar as imagens, identificar os objetos representados e completar as palavras, cobrindo as letras pontilhadas. A proposta favorece a associação entre imagem e escrita, propiciando que façam a correspondência com a grafia.

11/09/25 21:22

Para estudantes que apresentem dificuldades motoras, pode-se ampliar o tamanho das letras ou oferecer versões impressas em papel com letras maiores, facilitando o traçado. Em casos de dificuldades visuais, utilizar recursos contrastantes (canetinhas mais escuras ou reforço com traços mais grossos). Para crianças que necessitam de apoio cognitivo ou de atenção, realize a atividade em etapas: primeiro nomeando a figura com a turma, depois destacando o som inicial da palavra e, por fim, conduzindo o preenchimento das letras. Também é possível propor o trabalho em duplas, para que um colega auxilie no reconhecimento das letras e no traçado, garantindo a participação de todos.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• ARCANGELI, Donatella. TDAH: o que fazer e o que evitar: guia rápido para professores do ensino fundamental. Petrópolis: Vozes, 2022. Trata-se de um guia destinado a professores do ensino fundamental com estratégias para lidar com estudantes com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O livro oferece instruções para o enfrentamento de 15 comportamentos ou problemas típicos do transtorno.

EXPECTATIVAS

• Identificar e registrar, com o apoio do professor, instruções de montagem com base na observação de imagens.

• Reconhecer a função social dos textos instrucionais e sua organização em etapas.

• Produzir, de forma coletiva, instruções simples de montagem, articulando imagem e escrita.

• Utilizar recursos gráficos (lista de materiais, passos numerados) para organizar a informação.

BNCC

• EF15LP05

• EF12LP06

• EF01LP02

• EF01LP05

• EF01LP09

• EF01LP15

ENCAMINHAMENTO

Apresentar aos estudantes diferentes objetos e brinquedos feitos de papel ou de materiais recicláveis. Conversar sobre como eles são construídos e levantar hipóteses: “como será que este brinquedo foi feito?”; “Que materiais precisamos usar?”. Em seguida, mostrar as imagens do peixe de papel e perguntar se os estudantes conseguem imaginar o passo a passo para construí-lo.

Iniciar a atividade mostrando a lista de materiais necessários para a construção do peixe de papel e realizar a leitura em voz alta com os estudantes, destacando a função dessa lista como parte das instruções. Em seguida, observar coletivamente as imagens do passo a passo e incentivar os estudantes a descrever oralmente o que veem em

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE INSTRUÇÕES DE MONTAGEM

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ LEU TEXTOS QUE ENSINAM A

CONSTRUIR OBJETOS OU BRINQUEDOS. AGORA, VOCÊ VAI

ESCREVER, COM A AJUDA DO PROFESSOR, O PASSO A PASSO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PEIXE DE PAPEL.

1 VEJA O QUE VOCÊ VAI PRECISAR PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PEIXE DE PAPEL.

MATERIAIS

• ROLO DE PAPEL HIGIÊNICO

• COLA EM BASTÃO

• TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS

• CANETA DOURADA

• PAPEL COLORIDO

• CARTOLINA

• OLHOS DE PLÁSTICO

2 OBSERVE AS IMAGENS DO PASSO A PASSO. COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O MODO DE FAZER PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PEIXE DE PAPEL.

MODO DE FAZER

cada quadro. As ações podem ser registradas em frases curtas, compondo coletivamente o modo de fazer. Depois, incentivar a leitura em voz alta do texto produzido, valorizando a sequência lógica e a clareza das instruções. Para finalizar, retomar com os estudantes que os textos instrucionais servem para orientar a realização de uma atividade prática e, por isso, precisam ser claros e ordenados. Para os estudantes com necessidades educacionais específicas, é possível ampliar as imagens, oferecer materiais concretos para manipulação (tesoura adaptada, papéis já recortados), bem como apoiar a escrita coletiva com pictogramas ou cartões que representem os verbos de ação. Também é recomendável organizar a atividade em duplas, favorecendo a colaboração e a participação de todos os estudantes.

ORALIDADE EM AÇÃO

TUTORIAL DE MONTAGEM

ATENÇ ÃO

ESTA ATIVIDADE DEVE CONTAR COM A AJUDA DE UM ADULTO.

VOCÊ JÁ ESCREVEU AS INSTRUÇÕES DE MONTAGEM DE UM PEIXE DE PAPEL. AGORA, VOCÊ E OS COLEGAS PODEM FAZER UMA APRESENTAÇÃO DESSAS ETAPAS.

1. ORGANIZEM COM O PROFESSOR UMA DATA PARA A APRESENTAÇÃO.

2. O PROFESSOR VAI DIVIDIR A TURMA EM GRUPOS DE SEIS INTEGRANTES.

3. ESCOLHAM A FALA DE CADA UM DOS INTEGRANTES DO GRUPO.

4. SEPAREM O MATERIAL PARA A MONTAGEM. É POSSÍVEL FAZER OS PEIXES COM DIFERENTES CORES!

5. APRESENTEM AS INSTRUÇÕES E BOM TRABALHO!

6. SE FOR POSSÍVEL, O PROFESSOR PODERÁ GRAVAR AS APRESENTAÇÕES E POSTAR NO BLOG DA ESCOLA. PODERÁ TAMBÉM POSTAR AS FOTOGRAFIAS DOS TRABALHOS DOS GRUPOS.

FIQUE LIGADO

• MACHADO, ESTÉFI. O LIVRO DA ESTÉFI: CRAFTS PARA FAZER EM FAMÍLIA. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2016. O LIVRO TRAZ DIVERSAS SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA FAZER EM FAMÍLIA OU SOZINHO.

• CATAVENTO: MUSEU DE CIÊNCIAS. SÃO PAULO, C2025. DISPONÍVEL EM: https:// museucatavento.org.br/. ACESSO EM: 12 AGO. 2025. VALE A PENA VISITAR O MUSEU CATAVENTO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP)! UM LUGAR REPLETO DE EXPERIÊNCIAS COM DIVERSOS TIPOS DE MATERIAIS E MUITA DIVERSÃO!

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Organizar coletivamente uma apresentação oral com base em instruções de montagem já elaboradas.

• Participar de situações de fala em grupo, respeitando turnos e combinados.

• Desenvolver clareza na exposição oral, utilizando linguagem adequada à situação comunicativa.

• Valorizar a cooperação e o trabalho em grupo durante a realização da tarefa.

BNCC

• EF01LP06

• EF01LP07

para explicar algo para outras pessoas?”; “Como organizamos as falas para que todos participem?”. Essa discussão ajuda os estudantes a perceber a importância de planejar e dividir responsabilidades em uma apresentação. Organizar com os estudantes uma data para a apresentação dos grupos. Cada grupo decide como compartilhar as instruções: quem vai iniciar, quais falas cada integrante terá e como será feita a demonstração da montagem. Os materiais podem ser preparados com antecedência, permitindo que os peixes sejam montados com diferentes cores e variações criativas. Durante as apresentações, os estudantes compartilham oralmente as instruções, exercitando clareza, entonação e respeito aos turnos de fala. Finalizar a atividade registrando o momento com fotografias ou gravações e, se houver possibilidade, compartilhar no blog ou no mural da escola, valorizando o protagonismo dos estudantes.

É possível flexibilizar a participação daqueles com dificuldade de fala mostrando os materiais, manipulando as peças do peixe ou indicando imagens. Preparar cartões com símbolos ou palavras-chave para apoiar a memória e a organização da fala. Como a atividade já está sugerida em grupos, os estudantes podem apoiar os colegas com necessidades específicas, garantindo a participação ativa de todos.

15/09/25 07:07

• EF01LP09

• EF01LP015

ENCAMINHAMENTO

Iniciar a atividade retomando com os estudantes as instruções já escritas para a construção do peixe de papel na página anterior. Em seguida, dispor a turma em uma roda e propor uma conversa sobre apresentações orais, questionando: “o que precisamos fazer

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• (Re)conhecer algumas brincadeiras tradicionais indígenas e compreender seu valor cultural.

• (Re)conhecer os elementos que fazem parte das brincadeiras indígenas.

BNCC

• EF01LP01

• EF12LP01

• EF12LP03

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

ORGANIZE-SE

• Sulfite ou outro tipo de papel para a confecção de painel, fita adesiva e canetões.

ENCAMINHAMENTO

Questionar os estudantes sobre o que sabem sobre a cultura indígena. Perguntar se conhecem algum brinquedo ou alguma brincadeira que fazem parte dessa cultura e que digam sobre o que imaginam que o texto vai tratar. Em seguida, fazer a leitura do texto em voz alta e pedir a eles que acompanhem com o dedo. Ao final, retomar a conversa inicial a fim de confrontar as hipóteses levantadas.

Realizar a leitura do texto em voz alta, destacando palavras ou expressões que descrevem movimentos e elementos da natureza. Em seguida, retomar o que foi compreendido: quais brincadeiras apareceram, como são jogadas e o que elas têm em comum. Incentivar os estudantes a perceber que, para brincar, basta usar o corpo, a imaginação e os recursos disponíveis ao redor. Em grupos, os estudantes podem escolher uma das brincadeiras citadas para desenhar ou representar, compondo um painel coletivo que registre a diversidade cultural das brincadeiras indígenas. Esse painel pode ser exposto em um espaço da escola, valorizando a aprendizagem e o protagonismo dos estudantes.

BRINCADEIRAS INDÍGENAS

ACOMPANHE A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER DO TEXTO.

7 BRINCADEIRAS INDÍGENAS PARA CONHECER

E CURTIR

COM AS CRIANÇAS

DAS PETECAS À OBSERVAÇÃO DOS ANIMAIS, AS BRINCADEIRAS QUE SURGIRAM NAS COMUNIDADES ORIGINÁRIAS ENSINAM QUE, PARA SE DIVERTIR, BASTA ESTAR ANIMADO E TER CRIATIVIDADE. ASSIM, AS CRIANÇAS INDÍGENAS BRINCAM NAS COMUNIDADES RELEMBRANDO O QUE A INFÂNCIA TEM DE MELHOR: A LIBERDADE.

VAMOS BRINCAR?

1. PETECA

FEITA COM AREIA, COURO E PENAS, A PETECA É UM BRINQUEDO VERSÁTIL DA CULTURA INDÍGENA E PODE RENDER MUITAS BRINCADEIRAS. CONTUDO, A MAIS TRADICIONAL É LANÇAR A PETECA COM A PALMA DA MÃO PARA A PESSOA DA FRENTE APARAR TAMBÉM COM A PALMA DA MÃO, JÁ DEVOLVENDO O LANCE. MAS, SE TIVER MAIS GENTE PARA BRINCAR, BASTA FORMAR UM CÍRCULO E JOGAR A PETECA PARA CADA UM, SEM DEIXÁ-LA CAIR.

3. CABO DE GUERRA

[...] BASTA DIVIDIR DOIS GRUPOS COM O MESMO NÚMERO DE PARTICIPANTES. O PRIMEIRO DE CADA

POVO ORIGINÁRIO: PRIMEIROS HABITANTES DE UM LUGAR, COM CULTURA E TRADIÇÕES PRÓPRIAS

SUPORTE: ALGO QUE DÁ APOIO.

FILA SEGURA UM LADO DA CORDA SEGUIDO DOS DEMAIS. [...]. A BATALHA COMEÇA QUANDO OS GRUPOS PUXAM A CORDA ATÉ UM DELES ULTRAPASSAR A LINHA. DESSE MODO, PARA VENCER, É PRECISO FORÇA E MOVIMENTOS COORDENADOS DAS EQUIPES. [...]

7. HEINÉ KUPUTISÜ

[...] NESTA BRINCADEIRA, QUE É POPULAR ENTRE OS KALAPALO, NO ALTO XINGU, CADA PARTICIPANTE PRECISA CUMPRIR O TRAJETO FORMADO POR RETAS E CURVAS DESENHADAS NO CHÃO COM UMA PERNA. NÃO VALE TROCAR DE PERNA. POR FIM, GANHA QUEM CONSEGUIR IR MAIS LONGE.

7 BRINCADEIRAS INDÍGENAS PARA CONHECER E CURTIR COM AS CRIANÇAS. LUNETAS, 19 ABR. 2024. DISPONÍVEL EM: https://lunetas.com.br/brincadeiras-indigenas-paraconhecer-e-curtir-com-as-criancas/. ACESSO EM: 3 JUN. 2025.

1

2

SEGUNDO O TEXTO, A PARTIR DAS BRINCADEIRAS QUE SURGIRAM NAS COMUNIDADES ORIGINÁRIAS, O QUE É NECESSÁRIO PARA SE DIVERTIR?

Para se divertir, segundo o texto, basta estar animado e ter criatividade.

O QUE VOCÊ ACHOU QUE É BASTANTE COMUM NAS BRINCADEIRAS DOS POVOS ORIGINÁRIOS?

Resposta pessoal. Respostas possíveis: correr, pular, usar o próprio corpo

e os elementos da natureza.

11/09/25 21:22

Podem-se utilizar imagens ampliadas das brincadeiras para estudantes com necessidades educacionais específicas, permitindo a dramatização com o apoio de colegas e oferecendo recursos táteis ou sonoros para favorecer a participação. Podem-se também propor registros por meio de desenhos, colagem ou gestos, garantindo que cada estudante contribua com o painel coletivo de acordo com suas possibilidades.

Na atividade 1, conduzir a conversa de modo que compreendam que as crianças indígenas, assim como todas as crianças, gostam de brincar, de se divertir, e que, para isso, inventam brincadeiras que são transmitidas de geração em geração. Para a realização da atividade, se necessário, reler o texto enfatizando o trecho no qual está a resposta. Acompanhar se os estudantes conseguem copiá-la respeitando as características do trecho.

A atividade 2 requer que os estudantes infiram a resposta. Se eles não chegarem a uma conclusão próxima dos verbos de ação (correr, pular) nem de que as crianças indígenas utilizam o próprio corpo e a natureza em suas brincadeiras, conduzi-los por meio de perguntas como: “que materiais as crianças indígenas utilizam em suas brincadeiras?”; “De onde elas adquirem esses materiais?”; “Além da peteca e da corda (utilizada no cabo de guerra), as crianças utilizam outros instrumentos em suas brincadeiras? Se sim, quais?”

• Identificar entre os elementos de um texto instrucional a parte que se refere ao título.

• Identificar a finalidade de um texto instrucional.

• Identificar nomes de brinquedos, iniciados pelas letras P e B, representados em ilustrações.

• Escrever nomes de brinquedos, iniciados pelas letras P e B, que conhecem.

• Identificar a quantidade de sílabas que as palavras têm e completar trecho de poema com uma palavra com P ou B.

BNCC

• EF15LP01

• EF12LP04

• EF01LP08

O QUE ESTUDEI

LEIA COM A AJUDA DO PROFESSOR O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 3

MATERIAL

AVIÃOZINHO

• FOLHA DE PAPEL BRANCO OU COLORIDO. COMO FAZER

• DOBRE A FOLHA AO MEIO NO SENTIDO VERTICAL E REFORCE A MARCA DA DOBRADURA.

• EF01LP02

• DOBRE OS CANTOS SUPERIORES DA FOLHA PARA DENTRO, FAZENDO UM TRIÂNGULO NA PARTE DE CIMA DO PAPEL.

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

Na atividade 1 (nível defasagem), avalia-se a habilidade de os estudantes lerem um texto instrucional e compreenderem as partes que o compõem, identificando a parte que se refere ao título do texto.

Verificar se eles compreendem as partes que compõem o texto lido e que o título sempre é o primeiro elemento composicional que aparece em um texto.

Caso haja algum estudante que mostre dificuldade nessa identificação, isso pode indicar que o título está separado do conteúdo principal e tem função diferenciada: apresentar o tema. Além disso, pode ser um indicativo de problemas de atenção ou de memória visual, que impedem o reconhecimento dos elementos composicionais do texto. Para

• DOBRE NOVAMENTE A FOLHA AO MEIO.

• DOBRE AS LATERAIS PARA BAIXO, PARA FAZER AS ASAS. AVIÃOZINHO. C2025. DISPONÍVEL EM: https://mapadobrincar.folha.com.br/brincadeiras/ construir/173-aviaozinho. ACESSO EM: 24 JUL. 2025.

O TÍTULO DO TEXTO É:

A) MATERIAL.

B) X ENSINAR A FAZER UM AVIÃOZINHO DE PAPEL. 1 2

C) X AVIÃOZINHO.

ESSE TEXTO FOI CRIADO PARA:

B) COMO FAZER.

D) MAPA DO BRINCAR.

A) MOSTRAR COMO FAZER UM TRIÂNGULO.

auxiliá-los a superar essa deficiência, adotar intervenções específicas na leitura de títulos, com diferenciação visual e ampliar o repertório textual.

Por meio da atividade 2 (nível intermediário), os estudantes deverão apontar o objetivo para o qual o texto instrucional foi criado, identificando, assim, a função social desse gênero textual. Explorar o gênero com os estudantes, analisando os elementos que o compõem. Caso haja estudantes que não consigam fazer essa identificação, isso pode ser um indicativo importante de déficit no desenvolvimento da competência leitora, pois não conseguem perceber que esse tipo de texto existe para ensinar algo. Ler o texto com os estudantes, destacando a intenção do texto, e trabalhar outros exemplos de textos com eles para ajudá-los a reconhecer os objetivos de cada um deles.

Na atividade 3 (nível adequado), os estudantes deverão indicar o número de vezes que a folha foi dobrada, localizando informações explícitas no texto, além de (re)conhecer palavras e números.

C) INFORMAR O QUE É UMA DOBRADURA.

D) INFORMAR AS CORES DO PAPEL QUE SERÃO USADAS.

QUANTAS VEZES A FOLHA É DOBRADA DURANTE A MONTAGEM DO AVIÃOZINHO?

A) UMA VEZ

C) TRÊS VEZES

B) DUAS VEZES

D) X QUATRO VEZES

ACOMPANHE A LEITURA DESTE TRECHO DE POEMA PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 4 A 6.

POESIA É BRINCAR COM PALAVRAS COMO SE BRINCA COM BOLA, PAPAGAIO, PIÃO.

PAES, JOSÉ PAULO. POEMAS PARA BRINCAR SÃO PAULO: ÁTICA, 2016. NÃO PAGINADO.

Resposta pessoal. . 4 5 6 7

CONTORNE OS NOMES DOS BRINQUEDOS QUE APARECEM NO POEMA.

ESCREVA OS NOMES DE DOIS BRINQUEDOS DE QUE VOCÊ

GOSTA E NÃO APARECEM NO POEMA QUE COMECEM COM P E B.

Resposta pessoal. Sugestão de resposta: boneca, bicicleta; patinete, peteca.

QUAL É A PALAVRA DO POEMA QUE TEM MAIS SÍLABAS?

Pa-pa-gai-o (4 sílabas).

COMPLETE A FRASE COM UMA PALAVRA COM P OU B POESIA

É BRINCAR COM

A atividade 4 (nível defasagem) avalia se os estudantes conseguem identificar nomes de brinquedos em um poema. Primeiro, pedir que citem em voz alta os nomes dos brinquedos e prestem atenção ao som inicial de cada palavra. Durante a leitura, enfatizar o som das consoantes iniciais para que tentem identificar qual é a palavra que devem escrever e como ela é iniciada. Com a aplicação da atividade 5 (nível intermediário), é possível avaliar o conhecimento dos estudantes sobre palavras iniciadas com P ou B, conteúdo estudado no capítulo. Caso apresentem dificuldade, pedir que citem nomes de brinquedos que conhecem e anotá-los na lousa. Depois, solicitar que identifiquem quais desses nomes são iniciados por P ou B e escrevam no espaço indicado. Verificar se, ao escreverem as palavras, não trocam as letras P e B, visto que se trata de letras com sons parecidos (/p/ e /b/), indicando um déficit na consciência fonológica e fonema-grafema.

A atividade 6 (nível adequado) visa verificar a habilidade de os estudantes identificarem entre determinadas palavras qual tem o maior número de sílabas. Para esta atividade, pedir que

citem as palavras em voz alta e, se necessário, que usem o recurso das palmas para a contagem das sílabas.

Na atividade 7 (nível adequado), os estudantes deverão completar um verso do poema com uma palavra iniciada por P ou por B, promovendo uma reescrita textual adequada.

ATIVIDADES

Esta atividade (nível adequado) propõe a reescrita criativa do poema de José Paulo Paes, com palavras iniciadas por P ou por B, produzindo variações com base no texto original, ampliando o repertório lexical e favorecendo o uso da escrita em contexto lúdico, além de valorizar a produção de texto dos estudantes. Pedir a eles que substituam os termos palavras, bola, papagaio e pião por outras palavras começadas com P ou B. Representar na lousa o poema usando um fio longo no lugar das palavras que serão substituídas. Ao final da atividade, ler e recitar com os estudantes os poemas reescritos.

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

• Ler e compreender texto, com a ajuda do professor, e localizar informações explícitas.

• Estabelecer expectativas em relação ao gênero textual convite, apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Compreender textos não verbais e (re)conhecer sua função no convite.

• Identificar a função social do gênero textual convite, em seus diferentes meios de divulgação, e reconhecer sua organização.

• Identificar a função social do gênero textual bilhete e reconhecer sua organização.

• Planejar e produzir, com os colegas e o professor, convites impresso e oral.

• Reconhecer e traçar letras bastão.

• Reconhecer que palavras são formadas por sílabas, segmentar palavras em sílabas e contá-las.

• Identificar a pronúncia das letras T e D e perceber a diferença na escrita. Esta unidade visa desenvolver a competência leitora e escritora por meio das práticas sociais comunicativas convite e bilhete. Os convites, em suas diversas formas, pessoais ou públicas, são textos curtos, carregados de significados, que possibilitam ressaltar o aspecto comunicativo da linguagem. Podem apresentar uma linguagem formal ou informal, de acordo com o destinatário e o tipo de evento. A linguagem informal é usada espontaneamente pelas pessoas e nem sempre obedece às regras gramaticais estabelecidas que caracterizam a linguagem formal; por isso, é importante

3

O IMPORTANTE É SE COMUNICAR

2. No convite, há a identificação de quem convida, o motivo do convite, o local, o dia e o horário do evento. No bilhete, a mãe lembra sua filha de que, em determinados dia e horário, acontecerá o piquenique para o qual foi convidada. No convite, há diferentes cores e ilustrações e, no bilhete, não.

PARTICIPE DO PIQUENIQUE DA TURMA

DIA: 14 DE MAIO

HORÁRIO: 10 HORAS

LOCAL: PARQUE DO SOL, PORTÃO 2

TURMA DO 1o ANO

explorar as diferentes situações de comunicação e levar os estudantes a perceberem o tipo de linguagem adequado a cada uma delas. As características do gênero são exploradas nos diversos convites apresentados na unidade. O bilhete é uma mensagem breve, que traz o essencial tanto na forma quanto no conteúdo, para possibilitar uma comunicação rápida. É geralmente escrito em papel, à mão, em linguagem informal.

Os estudantes têm a oportunidade de aprofundar a competência e a fluência leitora ao trabalhar com bilhetes e convites, gêneros textuais sobre os quais podem lançar mão de seus conhecimentos prévios. Além disso, eles devem compreender textos não verbais e (re)conhecer sua função no convite, como mapas, ícones, símbolos e ilustrações. A produção escrita demanda pré-requisitos como o reconhecimento de letras e seu traçado e aprofunda as hipóteses de alfabetização dos estudantes a respeito das sílabas.

O QUE AS IMAGENS A E B MOSTRAM?

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ELAS? 1 2

A imagem A representa um convite para o piquenique da turma do 1º ano, e a imagem B, um bilhete de uma mãe para sua filha lembrando-a desse evento.

FILHA, NÃO SE ESQUEÇA DE QUE, NO DIA 14 DE MAIO, ÀS 10 HORAS, VOCÊ TEM O PIQUENIQUE DA TURMA! BEIJOS DA MAMÃE.

A exploração da imagem de abertura desta unidade favorece a integração dos estudantes e oferece oportunidade para a expressão oral de cada um. Incentivar as crianças a falarem a respeito dos modos de convidar pessoas para festas, eventos, passeios e afins hoje em dia. Espera-se que os estudantes notem que os dispositivos móveis apresentam diferentes meios para conversar com as pessoas e convidá-las para variadas situações. Incentivar que expressem o que sabem sobre o gênero bilhete e no que se diferencia de um convite.

Pedir aos estudantes que observem as cenas com atenção e descrevam o que veem. Espera-se que consigam relacionar a imagem ao convite. Em seguida, ler os textos para eles. O momento de exposição/escuta das hipóteses deve ser mediado pelo professor de modo que todos possam se expressar e ouvir o colega, respeitando os turnos de fala, conforme os combinados estabelecidos no início do ano.

Na atividade 1 , ouvir as hipóteses dos estudantes e analisar com a turma as imagens do convite e do bilhete observando semelhanças e diferenças entre eles.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, texto do gênero textual convite.

• Localizar informações explícitas no texto.

• (Re)conhecer a organização de um convite.

• Identificar a função social do gênero textual convite.

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, texto do gênero textual bilhete.

17/09/25 16:09

• Reconhecer a organização de um bilhete.

BNCC

• EF01LP20

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP09

Na atividade 2 , explorar oralmente as diferenças na forma e na escrita das duas mensagens: o convite é impresso, o bilhete é escrito à mão. No convite, há a identificação de quem convida, o motivo do convite, o local, o dia e o horário do evento. No bilhete, a mãe lembra sua filha de que, em determinados dia e horário, acontecerá o piquenique para o qual foi convidada.

EXPECTATIVAS

DE APRENDIZAGEM

• Ler e compreender uma parlenda.

• Reconhecer características do gênero parlenda.

• Ler um texto segmentando as palavras em sílabas.

• Relacionar as sílabas à representação escrita.

• Reconhecer palavras iniciadas com a letra M

• Escrever espontaneamente palavras.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP09

• EF01LP16

• EF01LP18

• EF01LP19

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação diagnóstica do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

A atividade 1 (nível defasagem) visa verificar se os estudantes conseguem reconhecer o gênero textual parlenda (jogo de palavras ritmado, muitas vezes sem sentido lógico, que pode ser utilizado com diferentes finalidades: introduzir ou acompanhar brincadeiras, selecionar competidores, provocar desafios, ajudar a aprender os números e as letras, entre outras).

Caso algum estudante assinale o item d (quadrinha), pergunte o que ele pensou para chegar a essa conclusão. Talvez ele tenha sido influenciado pelo fato de o texto se apresentar em quatro versos.

O QUE JÁ SEI

LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 6.

UM, DOIS, TRÊS, VOCÊ É MEU FREGUÊS. SE NÃO ESCOLHER LOGO, VAI PERDER A VEZ.

[UM, DOIS, TRÊS]. [S L.: S N.], [18--].

ESSE TEXTO É:

A) UM BILHETE.

C) X UMA PARLENDA.

B) UMA LISTA.

D) TRÊS SÍLABAS 1 2

D) UMA QUADRINHA.

QUANTAS SÍLABAS TEM A PALAVRA FREGUÊS?

A) UMA SÍLABA

C) SEIS SÍLABAS

B) X DUAS SÍLABAS

Na atividade 2 (nível intermediário), avalia-se a capacidade de os estudantes conseguirem apontar em quantas partes as palavras se dividem e, assim, identificarem quantas sílabas tem a palavra freguês. Caso algum estudante demonstre dificuldade, sugere-se recitar a parlenda segmentando oralmente as sílabas das palavras e demarcando-as com palmas, por exemplo. Isso propiciará a observação de que cada unidade sonora enunciada corresponde a uma parte da palavra.

Neste caso, a atividade 3 (nível adequado) possibilitará uma reflexão sobre a função social da parlenda, ou seja, para que ela foi produzida. Isso permitirá rever a resposta dada anteriormente, percebendo que se trata de um texto para escolher os participantes de uma brincadeira.

Na atividade 4 (nível defasagem), avalia-se a capacidade de os estudantes diferenciarem a quantidade de letras que compõem uma palavra da quantidade de sílabas. Caso algum estudante demonstre dificuldade, escrever algumas palavras da parlenda na lousa (perder, freguês e escolher, por exemplo) e contar com ele as letras de cada uma, para possibilitar a identificação

ESSE TEXTO É CANTADO EM UMA BRINCADEIRA PARA:

A) ESCOLHER QUEM VAI CONTAR ATÉ TRÊS.

B) ESCOLHER QUEM É O FREGUÊS.

C) ESCOLHER QUEM PERDE A VEZ.

D) X ESCOLHER OS PARTICIPANTES.

ESCREVA A PALAVRA DO TEXTO QUE TEM 6 LETRAS.

Perder.

ESCREVA AS PALAVRAS DO TEXTO QUE COMEÇAM COM A LETRA V.

Você, vai, vez.

ESCREVA UMA PARLENDA QUE VOCÊ CONHECE.

Resposta pessoal.

dos grafemas que compõem as palavras.

Na atividade 5 (nível intermediário), os estudantes terão de reconhecer palavras iniciadas com a letra V. Como se trata de um trabalho de identificação, eles deverão retomar a leitura da parlenda e colocar em prática a capacidade de identificar fonemas e a sua representação por letras. Caso haja estudantes que não consigam realizar a atividade, isso pode ser um indicativo de que é preciso desenvolver a consciência fonológica e fonêmica e fortalecer a relação entre letra e som (grafema e fonema). Para isso, pode-se trabalhar com outras palavras em que seja feita a composição de palavras usando letras móveis.

Na atividade 6 (nível adequado), o estudante irá escrever de memória ou copiar uma parlenda que já tenha lido no livro. Além de exercitar a escrita, ele deverá mostrar ser capaz de reconhecer o gênero textual em questão para não confundir com uma quadrinha ou um poema, por exemplo. Caso algum estudante escreva outro gênero de texto, retomar a reflexão sobre a função desse texto, auxiliando-o a concluir que não se enquadra nas características de uma parlenda.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas em relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, o texto do convite.

• Localizar informações explícitas no texto.

• (Re)conhecer e identificar a função social de um convite.

• Identificar informações no convite.

• Explorar um calendário e as informações não verbais.

BNCC

• EF01LP20

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP04

• EF15LP09

• EF01MA17

ENCAMINHAMENTO

Iniciar perguntando aos estudantes quem já recebeu ou mandou um convite de festa de aniversário. Explorar a forma, o suporte ou a situação em que o convite foi enviado ao destinatário: em mãos, por correio, por aplicativo de mensagens ou por e-mail. Comentar que é possível utilizar o celular para enviar uma mensagem convidando para uma festa. Ler a questão inicial do capítulo e ouvir as hipóteses dos estudantes. Eles podem citar informações reais para criar esse convite ou inventar algum motivo. É possível também que eles criem oralmente um convite imaginário. Se necessário, ajudá-los a relembrar dos elementos composicionais, das imagens e do leiaute de um convite.

É possível propor aos estudantes que observem o texto

capítulo

1

CONTO COM SUA PRESENÇA!

• COMO PODEMOS FAZER UM CONVITE A ALGUÉM?

Resposta pessoal.

LEITURA 1

CAMPO MOURÃO. FÉRIAS NO CAMPO 2023. 1 CARTAZ. DISPONÍVEL EM: https://prosapoemapastel.com/wpcontent/uploads/2023/04/convite.jpg. ACESSO EM: 27 JUN. 2025.

antes de começar a leitura e comentem o que notaram e o que acham que vão ler. Perguntar: que informações esse texto pode apresentar? Espera-se que percebam alguns indícios apoiados por letras ou palavras que já conheçam, e, assim, possam inferir algumas informações antes da leitura feita pelo professor.

Em seguida, propor a leitura do texto em uma estratégia de acompanhamento de leitura. Caso os estudantes já estejam começando a ler com fluidez, é possível sugerir que cada estudante leia um trecho (repetindo a leitura caso haja mais estudantes do que trechos disponíveis) ou que eles leiam em voz alta em pequenos grupos, de modo que todos possam ler partes.

Recomenda-se também explorar os elementos das imagens e o leiaute do convite, com indicação de horário, que ajuda a trabalhar noções de números. Avaliar se os estudantes são capazes de identificar no texto o nome próprio, a data, o horário e o local.

ACOMPANHE A LEITURA DO CONVITE.

VOCÊ JÁ ESCREVEU OU RECEBEU UM CONVITE? SE SIM, COMO FOI ESSA EXPERIÊNCIA?

Respostas pessoais. Incentive os estudantes a partilhar com a turma suas experiências e a respeitar a vez e as experiências dos colegas. 2

EM SUA OPINIÃO, PARA QUAIS OCASIÕES PODEMOS ESCREVER UM CONVITE?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes apontem respostas como festas de aniversário, formaturas, casamentos, chás de bebê, inauguração de algum lugar, atividades escolares, entre outras. Avalie a coerência das respostas.

VOCÊ ACHA QUE TODOS OS TIPOS DE CONVITE DEVEM APRESENTAR AS MESMAS INFORMAÇÕES? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA.

AO OBSERVAR O CONVITE, DE QUE ASSUNTO O LIVRO DEVE TRATAR?

A julgar pelo título, espera-se que o livro trate sobre como é passar as férias no campo.

O CONVITE QUE VOCÊ LEU É PARA QUAL TIPO DE EVENTO?

UMA FESTA DE ANIVERSÁRIO

UM CASAMENTO

X UM LANÇAMENTO DE LIVRO

UMA FORMATURA

QUEM É A PESSOA RESPONSÁVEL PELO CONVITE QUE VOCÊ LEU?

A autora Silvia Fernandes.

QUEM SÃO OS CONVIDADOS DO EVENTO?

Espera-se que os estudantes compreendam que o evento de divulgação do livro é destinado a famílias que tenham crianças. 1

3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que determinadas informações como local, data e horário são básicas e devem aparecer em qualquer tipo de convite. No entanto, há outras informações que dependem do tipo de evento. Um casamento, por exemplo, pode apresentar no convite o tipo de traje a ser utilizado no dia do evento. 163

Pedir que os estudantes compartilhem com os colegas seus conhecimentos e experiências nas atividades 1, 2 e 3. Avaliar a coerência das respostas e intervir sempre que considerar necessário.

11/09/25 21:36

Na atividade 4, retomar com a turma os diferentes tipos de eventos em que convites são utilizados e, se possível, promover uma conversa sobre as variações que eles podem apresentar conforme a ocasião.

Nas atividades 5 e 6, conduzir os estudantes à compreensão de que a autora Silvia Fernandes faz um convite para que as pessoas participem do lançamento de seu livro.

Por fim, retomar com a turma o texto verbal do convite, de modo que, ao realizar a atividade 7, os estudantes compreendam que ele é direcionado a famílias ou responsáveis que tenham crianças com as quais convivem.

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 8 , levar a turma a observar novamente o convite para responder às questões. No item a, em caso de necessidade, ajudar a localizar a informação na imagem e sugerir que a contornem com o lápis. No item b, perguntar à turma o mês e sugerir que o sublinhem, antes de escrever. No item c, orientá-los a localizar o dia da semana em que o evento aconteceu.

Na atividade 9 , para contemplar a habilidade EF01MA17 de Matemática , relacionar essas observações aos períodos do dia: pedir que identifiquem, com base no convite, o horário, se o evento ocorre de manhã, à tarde ou à noite e registrem esse período no calendário (com símbolo ou cor). Em seguida, solicitar que citem outras atividades do cotidiano da turma em cada período do dia e marquem um dia para cada exemplo no mês observado, como: “aula de Educação Física — manhã”, “hora do lanche” — tarde”. Finalizar pedindo que leiam o nome do mês por extenso, contem quantas semanas completas ele tem e indiquem os dias que compõem os fins de semana.

Para a realização da atividade 10, se necessário, apresentar aos estudantes algumas imagens de bibliotecas municipais para que tenham uma referência.

Nas atividades 11 e 12, perguntar aos estudantes como eles chegaram às respostas (quais estratégias utilizaram) e o que pensaram para chegar a elas. É importante que comecem a observar os recursos que utilizam para compreender o que leram.

Realizar a atividade 13 coletivamente, ou seja, escolher com os estudantes um evento que a escola costuma realizar e, a partir disso, completar as informações do convite.

OBSERVE NOVAMENTE AS INFORMAÇÕES DO CONVITE E ESCREVA:

DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR O LUGAR ONDE O EVENTO ACONTECEU 8 9 10 Os estudantes devem desenhar uma biblioteca.

A) O DIA EM QUE O EVENTO ACONTECEU.

Dia 4.

B) O MÊS EM QUE O EVENTO ACONTECEU.

O evento aconteceu no mês de maio.

C) O DIA DA SEMANA EM QUE O EVENTO ACONTECEU.

O evento aconteceu em uma quinta-feira.

CONTORNE NO CONVITE O HORÁRIO EM QUE O EVENTO ACONTECEU.

RELEIA O SEGUINTE TRECHO DO CONVITE.

A) ESSE CONVITE É DESTINADO PRINCIPALMENTE A:

TODAS AS CRIANÇAS QUE GOSTAM DE LITERATURA.

X ADULTOS QUE TÊM CRIANÇAS EM SUA FAMÍLIA.

B) MARQUE UM NA FRASE QUE PODERIA SER USADA NO LUGAR DE “TRAGAM SUAS CRIANÇAS!”. SÓ VENHA SE TIVER CRIANÇAS!

X AS CRIANÇAS SÃO BEM-VINDAS!

AS PESSOAS QUE NÃO TÊM CRIANÇAS PODEM IR AO LANÇAMENTO DO LIVRO?

Sim, pois o evento é público.

IMAGINE QUE VAI ACONTECER UMA FESTA NA ESCOLA E VOCÊ GOSTARIA DE CONVIDAR ALGUÉM. COMPLETE O CONVITE A SEGUIR COM AS INFORMAÇÕES SOBRE ESSE EVENTO.

Respostas pessoais.

A FESTA ESTÁ CHEGANDO!

A FESTA VAI SER NO DIA , ÀS HORAS. ENDEREÇO:

ESTOU ESPERANDO VOCÊ!

ASSINADO:

11/09/25 21:36

PARA OS ESTUDANTES

• MACKINTOSH, David. Tadeu Bartolomeu é novo na escola. São Paulo: Caramelo, 2012.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras em sua forma bastão.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando as letras determinadas.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Falar em voz alta os nomes das letras apresentadas nas pautas caligráficas: GÊ e CÊ . É possível propor que os estudantes façam o traçado das letras no ar, na areia, com o dedo em cima da letra e depois com o lápis.

Para crianças com dificuldades motoras ou necessidades específicas, utilizar recursos de apoio como o alfabeto móvel (material complementar), cartões táteis ou exercícios de contorno em maior escala antes de passar para o livro ou caderno. O uso de lápis triangular ou adaptadores ajuda a estabilizar a mão. Reforçar a pega tripoide. O lápis deve ser segurado com o polegar e o indicador, apoiando-se no dedo médio, enquanto os demais dedos ficam relaxados.

Incentivar a cooperação: quem já domina melhor o traçado pode ajudar os colegas com dificuldades. Isso cria um ambiente de confiança e motivação.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRAS G E C

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

2

LEIA ESTES VERSOS.

SABE ATÉ FALAR O GAIO, COLORIDO PAPAGAIO

BELINKY, TATIANA. UM ZOOLÓGICO DE PAPEL SÃO PAULO: BEST BOOK, 2009. P. 16.

A) CONTORNE AS LETRAS G QUE APARECEM NOS VERSOS.

B) ESCREVA COMO SOUBER OUTRA PALAVRA QUE INICIE COM A LETRA G

Sugestão de resposta: galinha.

3

ESCREVA COMO SOUBER AS PALAVRAS QUE O PROFESSOR VAI DITAR.

Sugestões de palavras para o ditado: gato, goma, gaveta, gula.

Realizar, depois das atividades de escrita de traçado (atividades 1 e 4), uma revisão das vogais em combinação com G e C, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso deles. Para isso, levantar outras palavras que os estudantes queiram saber como são escritas ou que façam parte do dia a dia deles.

A atividade 2 permite promover uma leitura dos versos marcando a pronúncia do som /g/. Aprofundar o trabalho com o som /g/ que a letra G representa. Explorar o som representado nas palavras do poema (gaio), falando-as em voz alta e dando ênfase ao G inicial. Explorar os significados dessa palavra usando um dicionário.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

CARAMBOLA C

C C

LEIA ESTE TRAVA-LÍNGUA COM A AJUDA DO PROFESSOR.

A CARA DA CORA QUANDO CORA

DEIXA CLARO

QUE MAIS CLARA

DO QUE A CARA DA CORA

SÓ A CARA

DA CLARA CLARA.

JOSÉ, ELIAS. QUEM LÊ COM PRESSA TROPEÇA: O ABC DO TRAVA-LÍNGUA. BELO HORIZONTE: LÊ, 2012. NÃO PAGINADO.

• CONTORNE COM LÁPIS DE COR AS PALAVRAS ESCRITAS

COM CA E CO

CONTORNE AS PALAVRAS QUE APRESENTAM A SÍLABA CU 5

CUTIA cola

Apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia pode ser feito oralmente com letra G inicial. É relevante que os estudantes notem que esse som que a letra G representa é sempre acompanhado das vogais A, O e U (GA, GO, GU) e que as demais vogais produzem sons diferentes — no caso, o som de /ž/ em GE e GI.

Na atividade 3, a consciência fonológica é associada à produção de escrita de palavras. Pedir aos estudantes que pratiquem a escrita das sílabas e, em seguida, escrevam as palavras. Expandir a atividade com a realização de um ditado com outras palavras que tenham as mesmas sílabas. Verificar se conseguem escrever todas elas, quais letras já conhecem e quais escrevem. Proporcionar outros momentos de reconhecimento de letras e palavras para que possam escrever e avançar no processo de escrita.

Na atividade 4, é importante desenvolver o mesmo trabalho já feito com outras consoantes. Promover a leitura da palavra carambola, marcando com a turma a pronúncia do som /k/. Aprofundar o trabalho com o som /k/ que a letra C representa.

Na atividade 5, propor aos estudantes que façam a leitura do trava-língua silenciosamente e observar se conseguem ler sozinhos e como fazem a leitura. Avaliar se conseguem ler apenas com os olhos, se pronunciam baixinho as palavras ou se leem silenciosamente. É importante trabalhar a compreensão com perguntas como: de quem é a cara citada no trava-língua? Como é essa cara? Ainda na atividade 5, pedir que identifiquem os nomes de pessoas no poema (Cora e Clara). Para ampliar o vocabulário, explorar as diferenças entre as duas ocorrências de Cora: o substantivo próprio e o verbo corar na terceira pessoa do presente do indicativo. Na atividade 6 , solicitar aos estudantes que leiam as palavras em voz alta antes da atividade e levá-los a perceber as letras que formam a sílaba inicial de cada uma delas. Pedir a eles que leiam cada grupo de palavras segmentando oralmente as sílabas e, então, façam um traço colorido entre cada sílaba.

• Completar palavras com vogais.

• Segmentar oralmente palavras em sílabas.

• Identificar quantidade de sílabas em uma palavra.

• Segmentar palavras em uma frase.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Relembrar quais são as vogais e quais são as consoantes, incentivando os estudantes a recitar a ordem das letras no alfabeto. Depois, pedir que recitem somente as vogais do alfabeto.

Para complementar a atividade 1, solicitar aos estudantes que falem nomes de animais que rimem com galinho . Respostas possíveis: gatinho, patinho, cãozinho etc. É possível separar imagens de filhotes desses animais e mostrá-las aos estudantes enquanto pergunta a eles: galinho rima com gatinho ? Galinho rima com patinho? Fazer essas mesmas perguntas em todos os nomes de animais que os estudantes tenham falado. Por fim, mostrar uma imagem de filhote de coruja e perguntar se galinho rima com corujinha . Espera-se que eles notem que não há rima nesse caso.

PALAVRAS EM AÇÃO

SÍLABAS E SEGMENTAÇÃO DE PALAVRAS

1

LEIA ESTES VERSOS DE UMA CANTIGA POPULAR.

HÁ TRÊS NOITES QUE EU NÃO DURMO, O LÁ LÁ POIS PERDI O MEU GALINHO, O LÁ LÁ

[MEU GALINHO]. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

• QUAL É O NOME DO ANIMAL QUE APARECE NESSES VERSOS?

2

• QUAL É O NÚMERO DE SÍLABAS DE CADA UMA DESSAS PALAVRAS? ESCREVA NOS QUADRINHOS.

Na atividade 2, orientar os estudantes a preencher os quadrinhos com a letra inicial. Explore a pronúncia dessas palavras em voz alta, marcando o som inicial. Em seguida, recomenda-se explorar as sílabas iniciais GA, GO, GU e propor que falem outras palavras que comecem com essas sílabas. Podem-se escrever essas palavras na lousa ou fazer uma lista para consulta e afixá-la no mural da sala de aula. O item da atividade 2 pode ser expandido com a contagem de sílabas das palavras que foram escritas na lousa ou afixadas no mural.

SEGMENTAÇÃO DE FRASES

LEIA OUTRO VERSO DA CANTIGA. [MEU GALINHO]. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

A) SEPARE CADA PALAVRA COM UM TRAÇO COLORIDO.

B) CONTE AS PALAVRAS DO VERSO. QUANTAS PALAVRAS ELE TEM?

• AGORA, ESCREVA O NÚMERO DE PALAVRAS. 5

C) QUAIS DESSAS PALAVRAS TÊM DUAS SÍLABAS?

Ele, branco.

D) QUANTAS SÍLABAS TEM A PALAVRA AMARELO? 4

LEIA, COM A AJUDA DO PROFESSOR, OS TÍTULOS DAS CANTIGAS. DEPOIS, SEPARE AS PALAVRAS.

Na atividade 1 da seção Segmentação de frases, recomenda-se iniciar o trabalho com a separação de palavras primeiro de forma oral. Sugere-se combinar com os estudantes de eles levantarem um dedo das mãos para cada palavra falada, mas é possível também estabelecer outros combinados, como os estudantes dizerem o número de palavras em voz alta assim que o professor terminar de pronunciar a frase. Recomenda-se expandir a atividade com outras frases variadas, sejam versos da cantiga ou frases de estrutura simples. Exemplos: Quero brincar. (2 palavras); Estou com fome. (3 palavras); Os estudantes estão felizes. (4 palavras). Verificar se eles percebem a formação das palavras.

Na atividade 2, pedir que leiam em voz alta o que descobriram separando as palavras. Chamar a atenção para as sílabas iniciais das palavras com a letra C (canoa e cachorrinho). Verificar se percebem que faltaram títulos de cantiga com CO e CU e pedir que falem palavras iniciando com essas letras.

ATIVIDADES

Pedir aos estudantes que escrevam cinco nomes de animais que conhecem e/ou dos quais gostam. Verificar a escrita e pedir que identifiquem a quantidade de sílabas e de letras em cada sílaba. Além disso, podem-se escrever coletivamente as palavras que cada um anotou, separando-as em grupos de acordo com o número de sílabas.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• MONTEIRO, Sara M.; SOARES, Magda. Processos cognitivos na leitura inicial: relação entre estratégias de reconhecimento de palavras e alfabetização. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 40, n. 2, p. 449-466, abr./jun. 2014. Disponível em: www. scielo.br/j/ep/a/nn9b37 JZD3xhp7kKsWRJjgh/ ?lang=pt. Acesso em: 17 ago. 2025.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• COLETÂNEA Cantigas Populares. Publicado por: Palavra Cantada. 2019. 1 vídeo (22 min). Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v=Q8ou8bcWITU. Acesso em: 22 ago. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer a função social do convite como gênero textual.

• Localizar informações explícitas em convites (nome do evento, data, local, atrações).

• Estabelecer relação entre texto verbal e imagens em um convite.

• Compartilhar experiências pessoais relacionadas a festas populares.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Iniciar a aula perguntando aos estudantes se já viram algum convite anunciando uma festa e onde o encontraram. Em seguida, incentivá-los a compartilhar experiências pessoais sobre festas populares, como feiras, quermesses ou festas juninas. Depois, apresentar o convite da Festa das Colheitas e estimular a observação das imagens antes da leitura do texto.

Recomenda-se selecionar previamente algumas datas comemorativas de festas locais e regionais do lugar onde os estudantes moram. Entre essas datas, podem ser incluídos eventos sazonais, festas de espaços comunitários, celebrações de datas especiais voltadas ao público.

Perguntar também se onde moram existe alguma festa relacionada a colheitas. Verificar se eles sabem por que essas festas costumam acontecer anualmente e se conhecem festas de rua que ocorrem em datas especiais.

A atividade 1 desenvolve a fluência de leitura dos

LEITURA 2

OBSERVE O CONVITE E ACOMPANHE A LEITURA DELE.

EM: https://www.festadauva. com.br/noticia-detalhe/festa-das-colheitas-2025-apresenta-cartaz-e-tema-do-evento. ACESSO EM: 27 JUN. 2025.

estudantes ao trabalhar com a localização de informações. Espera-se que eles notem que o destaque das letras em tamanho grande e em cor verde, no topo do convite, chamam a atenção do leitor e já indicam o nome da festa. É importante explorar também os recursos expressivos gráfico-visuais das cores, as imagens empregadas em primeiro e segundo planos e molduras do convite.

Promover um momento para que os estudantes possam partilhar suas opiniões acerca da atividade 2.

Ler o trecho presente na atividade 3 e verificar se os estudantes, no item a, conseguem copiar a resposta mantendo a grafia correta das palavras. No item b, espera-se que compreendam que, embora a data de divulgação seja de 07 a 23 de março, a festa aconteceu somente às sextas, aos sábados e domingos.

Se necessário, retomar a leitura do convite para que os estudantes localizem as atrações com mais facilidade na atividade 4.

FESTA DAS COLHEITAS. CAXIAS DO SUL, 2025. 1 CARTAZ. DISPONÍVEL

ESSE É UM CONVITE PARA QUAL FESTA?

Para a Festa das Colheitas.

A QUEM SE DESTINA O CONVITE?

A todas as pessoas que desejem ir à festa, pois é uma festa pública.

RELEIA O SEGUINTE TRECHO DO CONVITE.

A) EM QUAL LUGAR O EVENTO ACONTECEU?

No Centro de Eventos do Parque da Festa da Uva, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.

B) SEGUNDO ESSE TRECHO, A FESTA ACONTECEU:

TODOS OS DIAS DA SEMANA. X APENAS ÀS SEXTAS, AOS SÁBADOS E AOS DOMINGOS.

PINTE AS ATRAÇÕES QUE A FESTA TERÁ. 4

ATRAÇÕES CULTURAIS

EXPOSIÇÃO DE ANIMAIS

PARQUE DE DIVERSÕES

PRODUTOS COLONIAIS

GASTRONOMIA ARTESANATO

VOCÊ JÁ PARTICIPOU DE ALGUMA FESTA POPULAR COMO A DIVULGADA NO CONVITE? SE SIM, COMO FOI? 5 Respostas pessoais.

171

Na atividade 5, permitir que os estudantes compartilhem suas experiências e falem sobre as festas que acontecem na cidade onde moram ou outras que sejam bem conhecidas por eles. Para garantir a participação de todos, recomenda-se que estudantes que estejam com maior dificuldade no processo de aprendizagem da leitura e da escrita recebam apoio com recursos visuais de fácil reconhecimento, como pictogramas ou imagens que representem local, data e atrações da festa. É importante também oferecer alternativas de resposta oral, em vez de exigir exclusivamente a escrita, além de promover o trabalho em duplas solidárias. Para estudantes com deficiência visual, recomenda-se a descrição oral detalhada dos elementos gráficos e, se possível, a adaptação de uma versão tátil simplificada, com colagens que representem a cena. Estimular a cooperação durante a leitura e interpretação coletiva, reforçando a ideia de que festas populares representam momentos de convivência, colaboração e valorização da diversidade cultural. Dessa forma, as crianças desenvolvem empatia e aprendem a apreciar diferentes tradições, fortalecendo tanto o aprendizado cognitivo quanto o socioemocional.

11/09/25 21:36

• Traçar letras em sua forma bastão.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Completar palavras utilizando as letras determinadas.

• Relacionar palavras à imagem e estabelecer ligação entre elas.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, falar em voz alta, para os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica — QUE Mostrar cada uma das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula).

Propor a eles que repitam o traçado no ar e em cima da letra, e depois com o lápis.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA Q

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA. 1

2 3 Q q Q q

LEIA A ADIVINHA. O QUE É? O QUE É? COMEÇA COM Q ACABA COM É É A VOZ DO PATO QUÉ-RÉ-QUÉ-QUÉ...

ROCHA, RUTH. PALAVRAS, MUITAS PALAVRAS. 15. ED. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2013. P. 37.

A) DE QUEM É A VOZ?

A voz é do pato.

B) NO TEXTO, CONTORNE AS PALAVRAS COM QUE E QUÉ. PINTE DA MESMA COR AS FORMAS DIFERENTES DE GRAFAR A MESMA PALAVRA.

Sugere-se realizar, após a atividade 1 de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com a consoante Q em posição inicial da palavra, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso deles. Para isso, levantar outras palavras que os estudantes queiram saber como são escritas ou que façam parte do dia a dia deles.

A atividade 2 permite desenvolver a consciência fonológica e fonêmica trabalhando com o reconhecimento de sons repetidos na adivinha. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /k/. Na atividade 2a, pode-se explorar o som de outros animais. A atividade 2b é propícia para aprofundar o trabalho com o som /k/ que a letra Q representa quando pronunciada isoladamente. Orientar os estudantes a notarem o movimento da boca durante a atividade de pronúncia (que fecha a saída de ar). Espera-se que notem que não é possível fazer essa pronúncia prolongada, por se tratar de uma consoante que não é um fonema contínuo. Observar o som representado nas palavras: QUE, QUÉ, falando-as em voz alta e dando ênfase ao Q inicial.

PARA OS ESTUDANTES

quimono

MOSQUITO

quiosque

Caíque baquetas 4

• SIMAS, Mônica; DIAS, Vera Lúcia. Brinquedos cantados. São Paulo: Callis, 2012. v. 1-2.

ESCREVA PALAVRAS QUE TENHAM AS SÍLABAS QUE OU QUI. 5 Resposta pessoal.

PALAVRAS COM QUE

Sugestões de resposta: querida, parque, pequeno, piquenique.

ESSAS SÍLABAS PODEM APARECER NO INÍCIO OU NO MEIO DA PALAVRA. DICA 173

PALAVRAS COM QUI

Sugestões de resposta: aquilo, quiabo, quilo, aqui.

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Se considerar necessário, apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia possa ser feito oralmente. Pode ser interessante também, após esse trabalho com uma variedade de palavras, pedir aos estudantes que percebam quais vogais sempre acompanham a consoante nessas palavras — espera-se que notem a presença de UE após o Q

Na atividade 3, verificar se os estudantes conseguem reconhecer sílabas iguais em palavras diferentes escritas com letras distintas (cursiva e de imprensa).

Na atividade 4, observar se os estudantes conseguem relacionar as imagens às palavras e estabelecer ligação entre elas. Relembrar aos estudantes o uso da letra maiúscula em nomes próprios. Esta atividade propicia que os estudantes escrevam palavras e desenvolvam a produção escrita.

EXPECTATIVAS

• Relacionar imagem à palavra.

• Reconhecer letras finais nas palavras e identificar as vogais.

• Utilizar vogais para formar palavras.

• Identificar os gêneros em nomes observando as letras finais na formação do masculino e do feminino.

• Ordenar sílabas para compor palavras.

• Agrupar palavras de acordo com o número de sílabas.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Na atividade 1, os estudantes podem utilizar o alfabeto móvel ( material complementar) e formar os nomes dos animais mostrados antes de escrevê-los. Dessa forma, é possível observar quantas letras compõem cada sílaba. Também pode-se propor que escrevam outras palavras com uma dessas sílabas. Em seguida, propor aos estudantes que, em grupos, listem essas palavras de acordo com o número de sílabas dos nomes: uma, duas, três, quatro ou mais sílabas. Verificar se eles conseguiram atender ao que foi pedido, escrevendo os nomes dos animais e identificando as sílabas. Essa segunda parte introduz o trabalho de sílabas e segmentação de palavras.

Antes da atividade 1 de masculino e feminino, recomenda-se reforçar o trabalho com a fluência em leitura oral dos estudantes, fomentando que eles leiam palavras e trabalhem sua pronúncia. Na

PALAVRAS EM AÇÃO

MASCULINO E FEMININO

LEIA OS NOMES A SEGUIR. 1

COELHA

A) ESSES NOMES TERMINAM COM VOGAL.

• QUAL NOME TERMINA COM A VOGAL A ?

Coelha.

B) QUAL PALAVRA SE FORMARÁ SE A VOGAL A FINAL FOR SUBSTITUÍDA POR O?

Coelho.

C) ESCREVA O NOME QUE TERMINA COM A VOGAL O

Gato.

• AGORA, TROQUE A VOGAL O FINAL PELA VOGAL A .

Gata.

D) SERÁ QUE OS NOMES CAMA E CADEIRA PODEM SER

MODIFICADOS COMO OS OUTROS?

Espera-se que os estudantes respondam que cama e cadeira não podem ser modificados.

atividade 1a, ler com os estudantes os nomes apresentados nas imagens e pedir que observem a terminação de cada palavra. Conduzi-los a perceber que coelha termina com a vogal A. Incentivá-los a falar em voz alta a resposta.

Na atividade 1b, orientar a turma a substituir a vogal final A de coelha pela vogal O. Mostrar que a palavra formada será coelho e explicar que se trata da forma masculina do animal. Incentivar que repitam em voz alta as duas formas, percebendo a diferença.

Na atividade 1c, pedir que localizem a palavra que termina com a vogal O e registrem gato. Retomar a imagem do animal para reforçar a associação entre palavra e referente. Conduzir os estudantes a trocar a vogal final O por A, formando a palavra gata. Incentivar a leitura oral e a comparação entre as duas formas, masculina e feminina.

Na atividade 1d, apresentar as palavras cama e cadeira e provocar a reflexão: será que elas podem ser modificadas da mesma forma que gato e coelha? Espera-se que percebam que não, pois se referem a objetos e não têm variação de gênero marcada por vogal final. Concluir

2

REESCREVA AS FRASES TROCANDO GATO POR GATA E COELHA POR COELHO , FAZENDO OS AJUSTES NECESSÁRIOS.

O GATO QUERIA BRINCAR COM O RATO.

A gata queria brincar com o rato.

A COELHA CORREU RAPIDAMENTE.

O coelho correu rapidamente.

SÍLABAS · SEGMENTAÇÃO DE PALAVRAS E DE FRASES

1

DESEMBARALHE AS SÍLABAS E DESCUBRA NOMES DE OUTROS ANIMAIS.

DICA

CADA PALAVRA TEM SÍLABAS DA MESMA COR.

LA RI GO E TE LE FAN

HI PÓ GA TO MO PO TA

• ESCREVA OS NOMES QUE VOCÊ DESCOBRIU DE ACORDO COM O NÚMERO DE SÍLABAS.

DUAS SÍLABAS gato

TRÊS SÍLABAS gorila

QUATRO SÍLABAS elefante

CINCO SÍLABAS hipopótamo

175

explicando que nem todas as palavras mudam de masculino para feminino dessa maneira, reforçando a diferença entre seres animados e objetos inanimados.

11/09/25 21:36

Na atividade 2, os estudantes devem perceber que as palavras que aparecem antes desses nomes (os artigos) também devem ser modificadas.

Na atividade 1 (de Sílabas — Segmentação de palavras e de frases), recomenda-se pedir aos estudantes que contem quantas sílabas partilham das mesmas cores. Espera-se que eles notem que cada uma das palavras, identificadas por sílabas colocadas em círculos de mesma cor, são formadas por duas, três, quatro ou mais sílabas. Antes de escreverem as palavras, pedir que digam em voz alta cada uma das palavras.

Propor uma atividade para casa, que tenha apoio de familiares ou de responsáveis, em que os estudantes devem pesquisar informações sobre algum dos animais citados na atividade para compartilhar com os colegas na próxima aula. Depois, propor uma roda de conversa com a turma sobre essa temática, sendo possível também evidenciar a interdisciplinaridade com Ciências da Natureza.

ATIVIDADES

Selecionar um campo temático (nomes de animais ou nomes de pessoas, por exemplo) e dividir a turma em dois grupos. Um grupo deve dizer o nome no masculino e o outro deve completar com o correspondente no feminino. Além de constituir um exercício interessante para ampliação do vocabulário dos estudantes, permite perceber uma regularidade da língua relacionada à desinência de gênero.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Segmentar palavras em frases.

• Compreender a importância dos espaços entre palavras escritas.

• Identificar a quantidade de letras e sílabas em palavras curtas.

• Desenvolver consciência fonológica e ortográfica.

BNCC

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ENCAMINHAMENTO

Retomar a importância dos espaços entre as palavras na escrita. Escrever no quadro uma frase sem espaços, como FESTADASCOLHEITAS, e perguntar aos estudantes se conseguem ler com clareza. Em seguida, mostrar a mesma frase segmentada corretamente — FESTA DAS COLHEITAS — destacando como os espaços ajudam a organizar a leitura. Essa comparação ajuda os estudantes a compreenderem a função da segmentação na escrita. Para motivá-los ainda mais, o professor pode convidar a turma a bater palmas ou levantar os dedos das mãos cada vez que identificarem uma nova palavra durante a leitura oral.

2

SEPARE COM UM TRAÇO AS PALAVRAS DAS FRASES DO CONVITE.

FESTAIDASICOLHEITAS

AICULTURAIITALIANAITRANSFORMADAIEMIFESTA

CENTROIDEIEVENTOSIDOIPARQUEIDAIFESTAIDAIUVA

• COPIE AS FRASES APLICANDO OS ESPAÇOS.

Festa das Colheitas.

A cultura italiana transformada em festa.

Centro de Eventos do Parque da Festa da Uva.

3 CAJÁ LETRAS 4 SÍLABAS 2

OBSERVE OS NOMES DAS FRUTAS APRESENTADAS A SEGUIR. DEPOIS, NUMERE A QUANTIDADE DE LETRAS E DE SÍLABAS.

5 SÍLABAS 2

A atividade 2 consolida a habilidade de reconhecer a separação das palavras na escrita. Antes de os estudantes separarem as palavras, verificar se conseguiram identificá-las. Ao final, propor que leiam novamente as frases do convite, levantando um dedo para cada palavra. Pode-se seguir esse procedimento para cada frase. Em seguida, marcar o traço em cada palavra. Ao final, chamar a atenção dos estudantes para as frases do convite. Depois, orientá-los a copiar as frases aplicando os devidos espaços, reforçando a ideia de que na escrita cada palavra deve ocupar seu lugar.

Na atividade 3, mostrar as imagens dos frutos (pequi, caju e cajá) e pedir aos estudantes que contem as letras e as sílabas de cada palavra. Para marcar a contagem de sílabas, podem-se utilizar palmas ou batidas leves na mesa. Registrar na lousa o número de letras e sílabas e comparar os resultados com a turma, destacando que palavras diferentes podem ter a mesma quantidade de sílabas ou letras.

CA DERNO

KATERINAMAKSYMENKO/ SHUTTERSTOCK.COM

QUI ABO

CA MA

GAN SO

GAR FO

QUA TI

Na atividade 4, apresentar as imagens e pedir aos estudantes que completem as palavras com as sílabas que faltam. Trabalhar oralmente a pronúncia antes da escrita, destacando as sílabas iniciais e finais (por exemplo: CA – DERNO; QUI – ABO). Estimular os estudantes a fazer a leitura em voz alta depois de completar, fortalecendo a associação entre som e grafia. Explorar também o significado de cada palavra, relacionando com os objetos e animais mostrados nas imagens, para ampliar o vocabulário.

11/09/25 21:37

• Traçar as letras do alfabeto que apresentam o mesmo movimento inicial de escrita.

• Desenvolver habilidades motoras para traçar letras cursivas.

BNCC

• EF01LP11

ENCAMINHAMENTO

É recomendável grafar em um papel alguma letra que determinado estudante esteja com dificuldade em traçar, para que ele possa visualizar novamente o traçado.

Nas atividades 1 , 2 e 3 , apresentar aos estudantes as letras destacadas (C, G e Q) e incentivá-los a observar os movimentos indicados pelas setas. Mostrar como o traçado começa e termina. Enfatizar a direção correta e a importância de seguir o movimento contínuo da mão. Em seguida, fazer uma demonstração na lousa em tamanho ampliado para que acompanhem visualmente o gesto gráfico.

Orientar a turma a iniciar os exercícios passando pelas letras pontilhadas, repetindo o movimento até adquirir segurança. Depois, pedir que realizem o traçado em tamanho regular, mantendo o alinhamento nas linhas e respeitando os espaços gráficos. Chamar a atenção para as semelhanças e diferenças entre as letras: C e G compartilham o mesmo movimento inicial, mas o G acrescenta um fechamento; já o Q se parece com o O, mas recebe a pequena haste.

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA C 1

TRACE A LETRA G 2

TRACE A LETRA Q . 3

Escrever na lousa e associar cada letra a palavras conhecidas, como casa, gato e queijo. Incentivar as crianças a dizerem a palavra em voz alta enquanto escrevem sua letra inicial, integrando som, significado e gesto gráfico.

Na atividade 4, mostrar as imagens (cadeira, garrafa, queijo, goleiro e quintal) e pedir aos estudantes que as nomeiem. Orientá-los como cobrir a letra pontilhada para completar as palavras. Ler as palavras em voz alta com a turma após completarem os pontilhados e destacar as letras iniciais de todas as palavras.

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

ADEIRA ARRAFA

UEIJO

OLEIRO

UINTAL

14/09/25 11:16

Para estudantes com dificuldades motoras ou necessidades específicas, utilizar recursos de apoio como o alfabeto móvel (Material complementar), cartões táteis ou exercícios de contorno em maior escala antes de passar para o livro ou para o caderno. O uso de lápis triangular ou adaptadores ajuda a estabilizar a mão.

Reforçar a pega tripoide: o lápis deve ser segurado com o polegar e o indicador, apoiando-se no dedo médio, enquanto os demais dedos ficam relaxados. É importante mostrar o gesto aos estudantes e, se necessário, corrigir gentilmente a posição da mão, sem constrangimentos, para que o movimento seja confortável e eficaz.

Incentivar a cooperação: quem já domina melhor o traçado pode ajudar os colegas com dificuldades. Essa prática favorece a criação de um ambiente de confiança e motivação.

ATIVIDADES

Solicitar aos estudantes que recortem de revistas, jornais e folhetos (ou mesmo de páginas impressas com conteúdo da internet) e tragam para a sala de aula variadas formas de escrever as letras do alfabeto.

Pedir que organizem as letras em um cartaz, juntando aquelas que se repetem, por exemplo: as letras C, G e Q. Depois que fizerem os cartazes, mostrar as diferenças e as semelhanças entre as letras. Fazer perguntas como: podemos escrever a mesma letra de maneiras diferentes? Qual letra foi escrita de mais formas? Se uma mesma letra apresenta diversas formas de escrever, nós as lemos de maneira diferente?

Escrever as observações dos estudantes e criar um cartaz com essas descoberta. Em seguida, expor na sala de aula para que seja consultado futuramente. Incentivá-los até que concluam que todas as letras que compõem um cartaz, mesmo tendo formas diferentes, representam a mesma letra.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer e identificar a função social do gênero textual convite.

• Localizar informações explícitas no convite.

• Ler um convite e identificar os elementos que o compõem.

• Planejar, produzir, reler, revisar e editar, com a ajuda do professor e dos colegas, convite para um evento na escola.

• Organizar as informações necessárias para produzir convite.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP17

• EF01LP20

• EF12LP03

• EF12LP04

• EF12LP06

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• EF15LP07

• EF15LP08

ENCAMINHAMENTO

Providenciar previamente algumas folhas de papel avulsas para a confecção dos convites. Neste momento, espera-se que os estudantes tenham se apropriado da situação de comunicação e das características estruturais que se repetem nos diferentes tipos de convite.

Para a produção textual proposta na atividade 1, os estudantes precisarão considerar a situação comunicativa do gênero em estudo: qual é o motivo do convite, para quem vão escrever — ou seja, quem será convidado —, o que vão escrever e como deve ser a escrita: formal ou informal. Explorar todas essas informações oralmente com a turma ao apresentar a proposta de produção textual. Utilizar nesse momento uma disposição das carteiras de maneira a incentivar a comunicação e a troca de ideias entre os estudantes.

Recomenda-se que, ao final, os estudantes também ilustrem o convite.

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE CONVITE

1 VAMOS PLANEJAR UM CONVITE PARA UM EVENTO NA ESCOLA!

A) DÊ SUA SUGESTÃO PARA O MOTIVO DO CONVITE.

B) COMBINE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR O DIA, O HORÁRIO E O LOCAL DO EVENTO.

2 ANTES DE ESCREVER O CONVITE, PLANEJE OS DETALHES.

A) QUEM SERÁ CONVIDADO?

B) QUAL É O MOTIVO DO CONVITE?

Respostas pessoais.

C) QUAIS SÃO O DIA, O HORÁRIO E O LOCAL DO EVENTO?

D) QUEM ESTÁ CONVIDANDO?

E) COMO O CONVITE SERÁ ENTREGUE?

180

Nessa produção, é fundamental que os trabalhos escritos sejam contextualizados e circulem socialmente. Isso significa que, se o convite for feito para um evento imaginário, é importante que a pessoa convidada seja real — um conhecido, um amigo, um familiar ou responsável do estudante. É importante garantir que todos tenham convidado alguém.

Caso o evento seja real e esteja integrado ao calendário escolar de festas e celebrações, estimular os estudantes a darem sugestões e escolher esse tema coletivamente. Ele pode envolver desde cerimônias amplas até eventos mais simples, por exemplo, o lançamento de um livro da turma, um sarau, uma exposição de arte ou uma feira de ciências. É importante que, nesse caso, o convite seja produzido seguindo a data, o horário e o local do evento.

Nas atividades 2a, 2b, 2c, 2d e 2e, retomar os elementos de planejamento da produção de um convite: os convidados, o motivo, a data, o local do evento. Além disso, podem-se planejar outros aspectos, que serão realizados posteriormente, como o tipo de letra utilizado e as ilustrações que deverão ser produzidas para compor o convite.

3 AGORA, VAMOS ELABORAR O CONVITE.

• UTILIZE O ESPAÇO A SEGUIR PARA FAZER O RASCUNHO DO CONVITE. Produção pessoal.

4 RELEIA E REVISE O CONVITE.

Produção pessoal. Cada estudante deve fazer seu próprio convite.

5 COM UM COLEGA E COM A AJUDA DO PROFESSOR, FOTOGRAFEM O EVENTO E MONTEM UM ÁLBUM.

Produção coletiva.

• ELABOREM LEGENDAS E PUBLIQUEM AS IMAGENS NOS MEIOS DIGITAIS DA ESCOLA. PEÇAM A AJUDA DO PROFESSOR.

181

Verificar, com os estudantes, se o convite planejado apresenta todos os elementos característicos desse gênero textual.

11/09/25 21:37

Na atividade 3, solicitar que os estudantes façam a produção do convite no espaço designado no livro do estudante.

Na atividade 4, os estudantes devem ter em mente que a produção de escrita deve garantir que o convidado entenda todas as informações. Dessa forma, pedir a eles que releiam o texto, confiram as palavras que escreveram, comparando-as com o texto coletivo, e façam as intervenções necessárias. Essa etapa de revisão pode envolver o uso de ferramentas digitais que estiverem disponíveis ou ser feita em grupos de estudantes, com base na revisão dos rascunhos. Após a revisão, o convite pode ser digitado e impresso.

A atividade 5 amplia a produção do convite, com o registro do evento para o qual o convite foi produzido. Ajudar a turma a fotografar o evento e montar um álbum de fotografias — impresso ou digital. Desenvolver com os estudantes as legendas das imagens, identificando as pessoas

que participaram, o evento e os lugares que foram fotografados. Em caso de fotos de pessoas, é fundamental pedir previamente autorização dos presentes para divulgação das imagens. Aproveitar para explicar que as fotografias, os textos e os desenhos são criações de quem fez. Por isso, não podemos usar imagens ou textos da internet ou de outras pessoas sem pedir autorização, porque eles também têm dono.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Planejar e produzir, com os colegas e o professor, convite oral.

• Reconhecer semelhanças e diferenças entre convite escrito e convite oral.

• Planejar e produzir, com os colegas e o professor, perguntas para uma entrevista e registrar as respostas do entrevistado.

• Escutar as diferentes opiniões e aguardar a vez para falar sobre os assuntos em discussão.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP17

• EF01LP20

• EF12LP03

• EF12LP04

• EF12LP06

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP04

• EF15LP05

• EF15LP06

• EF15LP07

• EF15LP09

• EF15LP10

• EF15LP13

ENCAMINHAMENTO

Nesta seção, trabalha-se o convite oral, sua finalidade e suas características (cumprimento inicial, apresentação do convite, data e horário do evento objeto do convite, agradecimento e despedida). Verificar, entre os estudantes quem já recebeu um convite oral para algum evento. Propor que contem quem convidou, se o convite foi feito pessoalmente ou por telefone, qual era o evento, onde seria realizado e em que horário. Pedir que reproduzam o que a pessoa disse ao fazer o convite.

Na atividade 1, explorar a diferença entre um convite escrito e um convite oral, levando os estudantes a relacionarem fala e escrita e perceberem as diferenças entre essas duas linguagens.

ORALIDADE EM AÇÃO

CONVITE ORAL · ENTREVISTA

1. Espera-se que os estudantes percebam que as estratégias são diferentes. No convite oral, é preciso atentar para o tom de voz, a postura corporal (se for feito pessoalmente), o uso da linguagem, o cumprimento e a despedida. Além disso, outro assunto pode surgir durante a conversa, e as pessoas envolvidas precisam interagir. No convite escrito, a preocupação volta-se para o texto, sua forma e suas características.

1 EXISTE DIFERENÇA ENTRE FAZER UM CONVITE POR ESCRITO OU UM CONVITE ORAL?

2 VAMOS CONVIDAR UMA PESSOA PARA CONVERSAR SOBRE AÇÕES COMUNITÁRIAS QUE BENEFICIAM O BAIRRO?

• O CONVITE SERÁ FEITO ORALMENTE POR UM ESTUDANTE.

ATENÇ ÃO

O ESTUDANTE QUE FARÁ O CONVITE DEVE USAR UMA LINGUAGEM ADEQUADA À SITUAÇÃO E SEGUIR ESTES PASSOS:

• CUMPRIMENTAR O CONVIDADO.

• EXPLICAR O MOTIVO E A FINALIDADE DO CONVITE.

• DIZER QUEM ESTARÁ PRESENTE NO DIA.

• COMBINAR HORÁRIO E DATA.

• INFORMAR O ENDEREÇO DE ONDE SERÁ O ENCONTRO.

• AGRADECER E SE DESPEDIR.

Organizar a ação proposta na atividade 2. Verificar se os estudantes compreendem o que é uma ação comunitária: atitudes e/ou atividades coletivas em benefício público — da cidade, do bairro ou da escola. O convidado pode ser um(a) voluntário(a) envolvido(a) em ações como a criação de hortas ou espaços de lazer comunitários, ser membro de Sociedade de Amigos do Bairro etc. Verificar se os familiares dos estudantes estão disponíveis para o encontro. Assim que decidirem quem será o convidado, fazer um contato prévio para explicar a proposta. Definir o estudante que fará o convite oralmente e de que maneira será feito (pessoalmente ou por telefone) e a data da visita. O professor deve estar presente nesse momento. Se o convite for por telefone, pode-se usar o recurso de viva-voz.

Conversar sobre a linguagem a ser utilizada nessa situação: deve ser mais formal e respeitosa, por se tratar de uma pessoa mais velha e fora do círculo de intimidade dos estudantes. Assim, o porta-voz da classe deve usar formas de tratamento mais adequadas para o convidado, como senhor/senhora em lugar de você

COM UM COLEGA, DECIDA QUAIS SERÃO AS PERGUNTAS PARA O CONVIDADO.

Sugestões de perguntas: Como é o seu trabalho? Quais ações comunitárias seu grupo já realizou? Quais ações o(a) senhor(a) considerou mais importantes para o bairro? Quais ações ainda podem ser realizadas?

• FIQUEM PREPARADOS PARA A ENTREVISTA.

• ANOTEM AS RESPOSTAS DO CONVIDADO.

• SE FOREM AUTORIZADOS, GRAVEM O QUE ELE RESPONDEU.

FIQUE LIGADO

• KELLY, EMMA; PLACE, MARIE-HÉLÈNE. BALTAZAR E A FESTA DE ANIVERSÁRIO. SÃO PAULO: COMPANHIA EDITORA NACIONAL, 2000. BALTAZAR FICA TRISTE QUANDO NÃO É CONVIDADO PARA UMA FESTA DE ANIVERSÁRIO. ELE PROCURA UM AMIGO PARA DESABAFAR E DESCOBRE QUE ESSE AMIGO NUNCA TEVE UMA FESTA DE ANIVERSÁRIO.

• WEBB, STEVE. VIVIANA: RAINHA DO PIJAMA. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2006. VIVIANA CONVIDA ALGUNS ANIMAIS PARA UMA FESTA DO PIJAMA. ELA QUER PREMIAR O PIJAMA MAIS “ANIMAL”. QUEM SERÁ O VENCEDOR?

183

Na atividade 3, os estudantes já devem saber quem é o convidado e a qual associação ou grupo está ligado. Orientar a formulação das perguntas, chamando a atenção para a escrita de cada uma delas. Explorar de maneira informal o sinal de pontuação característico das perguntas (ponto de interrogação). Organizar um registro das informações importantes que o convidado forneceu. Após a atividade, pedir a um integrante de cada grupo que leia as perguntas elaboradas para a turma. Ajudar a selecionar as perguntas mais interessantes e coerentes com o assunto que será abordado. Registrar as perguntas finais em uma cartolina e afixar o material produzido no painel da classe. Comentar que o encontro com o convidado poderá ser gravado por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, que estiverem disponíveis na escola. Lembrar os estudantes de pedirem autorização sempre que forem gravar ou fotografar uma pessoa. Escolher quais tecnologias utilizarão (tablet, filmadora, gravador) e quais plataformas são mais eficazes para a situação comunicativa. O resultado pode ser divulgado no site da escola ou em blog, com a permissão dos responsáveis pela instituição escolar.

11/09/25 21:37

Estimular os estudantes a ampliarem o conhecimento perguntando se já assistiram a uma entrevista, ou seja, a uma conversa entre duas ou mais pessoas sobre determinado assunto, em que o entrevistador pergunta e o entrevistado responde. Ouvir as experiências vividas por eles e, em seguida, propor que ouçam ou assistam a uma entrevista cujo assunto se relacione com ações que colaboram para a sociedade e para o meio ambiente. Uma sugestão é a entrevista a seguir. MATTAR, Hélio. Consuma apenas o necessário Entrevistadores: Fernando e Jorge Abrahão. 3 jun. 2018. Podcast. Disponível em: https://cbn.globoradio.globo. com/media/audio/187817/consuma-apenas-o-necessario. htm?_gl=1*1m7ndbb*_ga*M TU4MDU1ODAzNi4xNzU4M zgwNDAx*_ga_NWTRTWY 1TF*czE3NTg5MzA0NTYkbzEk ZzEkdDE3NTg5MzA1NTYka jYwJGwwJGgw*_ga_66QBBB G3XB*czE3NTg5MzA0MzMkb zEkZzEkdDE3NTg5MzA1N TYkajE2JGwwJGgw. Acesso em: 18 ago. 2025.

Após ouvirem a entrevista, perguntar a eles: quem participou da entrevista? Qual é o assunto da entrevista? O que vocês acharam da função do entrevistador e do entrevistado?

Após a reflexão, definir com os estudantes quem serão os entrevistadores e qual será a sequência das perguntas. Além disso, é importante retomar os combinados afixados no mural da classe, a fim de garantir a cooperação e o respeito entre as pessoas envolvidas no acontecimento.

CONEXÃO ATIVIDADES

PARA OS ESTUDANTES

• BRENMAN, Ilan. A festa de aniversário. Ilustrações: Fernando Vilela. São Paulo: Panda Books, 2017.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer e valorizar festas populares brasileiras como manifestações culturais.

• Estabelecer relação entre imagem, escrita e texto oral em atividades de interpretação.

• Compartilhar experiências pessoais relacionadas a festas da comunidade.

• Produzir registros (escritos, desenhos e cartazes) que representem festas populares.

• Desenvolver oralidade ao relatar vivências e preferências, respeitando a fala dos colegas.

• Trabalhar coletivamente em atividades de grupo, construindo materiais de divulgação (cartazes).

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP07

• EF01LP09

• EF01LP19

• EF12LP01

• EF15AR04

ENCAMINHAMENTO

Conduzir toda a atividade 1 oralmente. Depois, realizar um breve comentário sobre cada uma das festas listadas na atividade 2:

• Festa junina: costuma ser realizada no mês de junho em todas as regiões do país com o objetivo de resgatar tradições como danças, trajes, comidas e brincadeiras.

• Carnaval: é a maior festa popular do país que acontece 40 dias antes da Páscoa. De modo geral, é marcado por desfiles de escolas de samba, blocos de rua e eventos ligados à música popular.

IDEIA PUXA IDEIA

FESTAS POPULARES

OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR COM ATENÇÃO. 1

FESTA DE PARINTINS, NO MUNICÍPIO DE PARINTINS, NO ESTADO DO AMAZONAS. NA PRIMEIRA IMAGEM, BOI CAPRICHOSO. NA SEGUNDA IMAGEM, BOI GARANTIDO, EM 2024.

FAMOSOS BONECOS GIGANTES DO CARNAVAL DE OLINDA, NO MUNICÍPIO DE OLINDA, NO ESTADO DE PERNAMBUCO, EM 2025.

TRADICIONAL FESTA DE SÃO JOÃO DE CAMPINA GRANDE, NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE, NO ESTADO DA PARAÍBA, EM 2022.

CARNAVAL A CAVALO EM BONFIM, ESTADO DE MINAS GERAIS, EM 2019.

• Bumba meu boi: é uma festa tradicional das regiões Norte e Nordeste brasileiras que conta a história de um boi que é morto e ressuscitado.

• Folia de Reis: é uma festa religiosa que celebra o nascimento de Jesus e a contemplação dos reis magos. Nela acontecem dramatizações, músicas e danças sobre esse momento.

A) VOCÊ CONHECE ALGUMA DAS FESTAS RETRATADAS NAS IMAGENS? SE SIM, QUAL?

Respostas pessoais.

B) QUAL DESSAS FESTAS VOCÊ GOSTARIA DE CONHECER? POR QUÊ?

Respostas pessoais.

C) PARA VOCÊ, QUAL É A IMPORTÂNCIA DAS FESTAS POPULARES?

Resposta pessoal. Leve os estudantes a compreender que as festas populares fortalecem o vínculo entre as pessoas e transmitem valores e tradições que refletem a identidade de um povo.

2

3

CONTORNE A SEGUIR OS NOMES DAS FESTAS POPULARES QUE VOCÊ CONHECE.

Resposta pessoal.

FESTA JUNINA CARNAVAL BUMBA MEU BOI

QUAIS FESTAS POPULARES ACONTECEM NA CIDADE E NO ESTADO ONDE VOCÊ MORA?

Resposta pessoal.

4

QUE TAL CRIAR, COM OS COLEGAS, UM CONVITE DIVULGANDO AS FESTAS POPULARES QUE ACONTECEM NA CIDADE OU NA REGIÃO ONDE VOCÊS MORAM?

Produção pessoal.

COM A AJUDA DO PROFESSOR E DOS COLEGAS:

A) ELABOREM TEXTOS COM O NOME DAS FESTAS E UMA BREVE EXPLICAÇÃO SOBRE ELAS.

B) CRIEM DESENHOS QUE ILUSTREM AS FESTAS.

C) COLEM OS CARTAZES EM LOCAIS ONDE HAJA GRANDE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS.

11/09/25 21:37

• Congada: é uma celebração afro-brasileira que mistura as tradições africanas com elementos da cultura portuguesa e da religião católica.

Na atividade 3, comentar com os estudantes sobre as festas regionais que acontecem na cidade ou estado onde moram. Se possível, exibir vídeos e levar fotografias para que eles possam conhecê-las mais profundamente.

Na atividade 4, auxiliar a turma a confeccionar cartazes. Para isso, faça os textos coletivamente na lousa e selecione os estudantes para fazerem desenhos que ilustrem as festas mencionadas. Depois, selecione os locais onde esses cartazes devem ser fixados.

FOLIA DE REIS CONGADA

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar o nome de um evento em um convite.

• Inferir uma informação implícita em um convite.

• Analisar os elementos de um convite e verificar informações que contribuiriam para melhorar sua compreensão.

• Identificar palavras e escrevê-las em sílabas.

• Completar palavras identificando as sílabas que as compõem.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP12

• EF12LP01

• EF12LP03

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

Na atividade 1 (nível defasagem), avalia-se a habilidade de os estudantes inferirem uma informação implícita apresentada no convite, que convida a população para participar do evento divulgado. Observar também se os estudantes conseguem localizar a palavra Arraiá no convite. Caso algum estudante tenha dificuldade em distinguir a palavra, é possível circulá-la para ajudar sua identificação.

A atividade 2 (nível adequado) requer dos estudantes a habilidade de identificar o nome completo do evento para o qual as pessoas estão sendo convidadas. Caso algum estudante não consiga fazer essa identificação, isso

O QUE ESTUDEI

ACOMPANHE A LEITURA DO CONVITE PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 6.

O EVENTO DO CONVITE É UM:

A) ESPETÁCULO DE TEATRO.

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO VALÉRIO DO SUL. ARRAIÁ ESCOLAS MUNICIPAIS E ESTADUAL SÃO VALÉRIO DO SUL. 2025. 1 CARTAZ. DISPONÍVEL EM: https://www.facebook. com/saovaleriodosulrs/photos/-conviteespecial-festa-junina-2025-as-escolasmunicipais-e-a-escola-estaduals%C3%A3/1036570751934128/?_rdr. ACESSO EM: 26 ago. 2025.

pode indicar que está com dificuldades de compreensão leitora, que envolvem decodificação e compreensão, pois pode não entender que o nome do evento abarca também as escolas municipais e estadual da localidade. Auxiliar os estudantes chamando a sua atenção para as palavras logo abaixo de Arraiá, perguntando o que elas indicam, por que estão logo abaixo dessa palavra.

A atividade 3 (nível adequado) visa avaliar se os estudantes conseguem compreender que a frase “Venha curtir com a gente!” é um convite a todas as pessoas que lerem o convite. Observar também se eles não confundem com o nome da Comunidade São Roque e com o título do convite, compreendendo de forma equivocada que estes seriam os públicos para os quais o convite é destinado. Os estudantes deverão analisar o convite e identificar elementos que faltam e que ajudariam a esclarecer melhor o público leitor sobre o evento. Fazer uma nova leitura das informações do cartaz, direcionando os estudantes para as informações que cada elemento traz. Instigá-los com perguntas como: é possível saber exatamente onde vai ser o evento? Uma pessoa que não mora na localidade acharia com facilidade o local e a data do evento? Auxilie-os nessas constatações

O NOME DO EVENTO DIVULGADO NESSE CONVITE É:

A) COMUNIDADE SÃO ROQUE.

B) EDUCAÇÃO SECRETARIA MUNICIPAL.

C) ESCOLA MUNICIPAL SÃO VALÉRIO DO SUL.

D) X ARRAIÁ ESCOLAS MUNICIPAIS E ESTADUAL SÃO VALÉRIO DO SUL.

QUEM PODE PARTICIPAR DO EVENTO SÃO:

A) AS PESSOAS DA COMUNIDADE SÃO ROQUE.

B) X TODAS AS PESSOAS QUE LEREM O CONVITE.

C) OS FUNCIONÁRIOS DA SECRETARIA MUNICIPAL.

D) AS ESCOLAS MUNICIPAIS E ESTADUAL DE SÃO VALÉRIO DO SUL.

ESCREVA O DIA E O MÊS DO EVENTO.

21 de junho.

ESCREVA A PALAVRA DO CONVITE QUE COMEÇA COM CO. Comunidade.

• AGORA, SEPARE ESSA PALAVRA EM SÍLABAS.

CO-MU-NI-DA-DE

ESCREVA O NOME DO LUGAR EM QUE O EVENTO ACONTECEU.

Salão da Comunidade São Roque.

e, se preciso, escrever as respostas na lousa para que possam copiá-las.

A atividade 4 (nível defasagem) busca avaliar se os estudantes conseguem localizar uma informação no convite. Chamar a atenção para a cor utilizada nos números e pedir que circulem o dia no cartaz.

A atividade 5 (nível intermediário) visa avaliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes com relação às palavras iniciadas com a letra C e também à separação silábica. A atividade permite praticar a formação de palavras, observando a posição e a ordem correta das letras, elementos relevantes no processo de alfabetização.

Se necessário, ajudá-los a identificar a palavra comunidade e escrevê-la corretamente, reforçando a correspondência grafema-fonema. Acompanhar a realização da atividade de modo a observar se conseguem fazer a separação correta da palavra.

Na atividade 6 (nível adequado), os estudantes deverão analisar o cartaz e identificar o local do evento. Fazer uma nova leitura do convite, direcionando os estudantes para as informações

que cada elemento traz. Instigá-los com perguntas: como é possível saber onde vai ser o evento? Chamar a atenção para o símbolo vermelho que indica a localização, um ícone comum nos meios digitais, mas que pode não ser muito conhecido pelos estudantes. Auxiliá-los nessa identificação e, se preciso, escrever a resposta na lousa para que possam copiá-la.

ATIVIDADES

Nesta atividade, os estudantes vão trabalhar o reconhecimento de palavras do convite da atividade 1 com base em diferentes recursos sensoriais e expressivos. Proponha que escolham uma palavra do convite. Em seguida, cada estudante poderá representar essa palavra da forma que conseguir:

• ditando oralmente para o professor ou um colega que escreva;

• usando o alfabeto móvel (Material complementar) para montar;

• escrevendo com apoio de guia de linha ou letras pontilhadas;

• desenhando algo que represente a palavra;

• marcando com palmas ou batidas o número de sílabas.

Registre as diferentes formas de participação, valorizando cada resposta. Para crianças portadoras de deficiência visual, disponibilizar letras em relevo ou em EVA; para crianças portadoras de deficiência auditiva, use gestos, Libras ou imagens de apoio; e, para as que apresentam dificuldades motoras, permitir o uso de lápis adaptados, carimbos de letras ou o apoio de um colega. O essencial é oferecer estratégias variadas para que todas as crianças expressem sua aprendizagem.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler bilhetes e identificar as informações pedidas.

• Explorar a utilização da letra cursiva na escrita dos bilhetes.

• (Re)conhecer características do gênero bilhete: remetente, destinatário, assunto/motivo, assinatura e data.

BNCC

• EF01LP03

• EF01LP07

• EF01LP09

• EF01LP11

• EF01LP13

• EF12LP04

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP09

• EF15LP18

ORGANIZE-SE

• Computador conectado à internet.

• Projetor de vídeo.

ENCAMINHAMENTO

Retomar com os estudantes as características do gênero textual em estudo. Explorar o título do capítulo e levá-los a pensar para quem e em quais situações se escreve um bilhete.

Depois de explorar a questão inicial do capítulo, ler os bilhetes para os estudantes em voz alta e, em seguida, propor que façam uma leitura coletiva dos bilhetes. Chamar a atenção também para a letra de imprensa e a letra cursiva, maiúsculas e minúsculas, usadas na escrita dos bilhetes. Auxiliá-los na leitura verificando se compreendem os textos escritos nessas grafias e ajudá-los, sobretudo, na leitura de palavras que tenham relação grafema-fonema que ainda não aprenderam, como dígrafos. Incentivar a compreensão da leitura dos bilhetes fazendo perguntas como: onde estão esses bilhetes? Por que essas pessoas deixaram esses bilhetes? Para quem essas pessoas deixaram esses bilhetes? Qual é a função de cada um?

capítulo

2

BILHETES PARA TODOS

• QUAL É A FUNÇÃO DE UM BILHETE?

Espera-se que os estudantes citem, entre outras possibilidades, informar alguém sobre algo, fazer um convite ou um pedido e dar um aviso.

LEITURA 1

VOCÊ VAI LER AGORA COM O PROFESSOR DOIS BILHETES QUE FORAM DEIXADOS EM UM QUADRO DE AVISOS DA PENSÃO DA TIA AMBRÓSIA.

NESSE QUADRO, TIA AMBRÓSIA E OS HÓSPEDES COLOCAM OS BILHETES QUE ESCREVEM UNS PARA OS OUTROS.

PENSÃO: PEQUENO HOTEL QUE PODE SERVIR DE MORADIA.

FURNARI, EVA. OPERAÇÃO RISOTO SÃO PAULO: ÁTICA, 1999. P. 22.

Ressaltar para os estudantes a função desses bilhetes: informar alguém sobre determinado assunto. Explorar também a função do quadro de avisos: facilitar a comunicação entre as pessoas. Depois, retomar com os estudantes a questão inicial para verificar se as pressuposições feitas foram ou não confirmadas.

Explorar o glossário e formular algumas frases que contextualizem a palavra pensão para os estudantes. Se julgar pertinente, solicitar a eles que formulem algumas frases oralmente com essa palavra.

Na atividade 1, auxiliar os estudantes a localizar a informação solicitada identificando qual é o primeiro bilhete e qual é o segundo. Verificar se inferem que Tia, no bilhete de Nicolino, refere-se a Tia Ambrósia.

Na atividade 2, observar se os estudantes reconhecem a palavra usada para a despedida do primeiro bilhete e levá-los a perceber que o uso da palavra Beijos indica intimidade e proximidade com o destinatário da mensagem. Perguntar a eles se usariam essa palavra para se despedir e

PREENCHA OS ESPAÇOS A SEGUIR.

PRIMEIRO BILHETE

QUEM ESCREVEU PARA QUEM ESCREVEU

Tia Ambrósia Hóspedes

SEGUNDO BILHETE

QUEM ESCREVEU PARA QUEM ESCREVEU

Nicolino Tia Ambrósia

QUE PALAVRA NICOLINO USA PARA SE DESPEDIR?

Nicolino usa a palavra beijos

A GRAFIA DOS DOIS BILHETES É IGUAL OU DIFERENTE? EXPLIQUE. LIGUE CADA INFORMAÇÃO AO BILHETE CORRESPONDENTE.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes observem que a grafia da letra utilizada na escrita do bilhete de Nicolino é diferente da grafia utilizada por Tia Ambrósia. A letra de Tia Ambrósia é de imprensa e a de Nicolino é cursiva.

VOU PASSAR O DIA NO LABORATÓRIO.

FUI VISITAR UM PARENTE.

Na atividade 5, incentivar os estudantes a compartilhar suas experiências e explorar com eles o fato de que também podemos receber mensagens de texto enviadas pelo celular, por correio eletrônico ou por redes sociais.

ATIVIDADES

Escrever na lousa um bilhete utilizando letras maiúsculas e minúsculas em diferentes formatos: cursiva e imprensa. Por exemplo:

Zeca, Não sei o que aconteceu na escola. De repente ouvi um barulho e, logo depois, todos os professores sumiram! Estou preocupado e confuso. Fui procurar alguém para nos ajudar. Volto já!

Leopoldo 15/5

BILHETE DE TIA AMBRÓSIA

BILHETE DE NICOLINO

VOCÊ JÁ ESCREVEU UM BILHETE PARA ALGUÉM? COM QUE FINALIDADE? 5 Respostas pessoais.

189

explorar com eles outras palavras e expressões usadas em despedidas mais formais, envolvendo diferentes destinatários (amigos, familiares, conhecidos, pessoas de cerimônia), como “até”, “abraço”, “até breve”, “atenciosamente”, “obrigada”. Comparar o primeiro bilhete com a despedida mais formal de Tia Ambrósia (“Fiquem à vontade.”) e seu significado (“Sintam-se em casa.”).

14/09/25 14:40

Na atividade 3, ressaltar para os estudantes as diferentes grafias de letras utilizadas em cada texto. Solicitar que falem a respeito do que sabem dessas grafias e como as nomeiam. A letra de imprensa foi utilizada no bilhete de Tia Ambrósia, e a letra cursiva, no bilhete de Nicolino. Para incentivar o desenvolvimento da compreensão de textos e a habilidade de inferir informações, perguntar se eles identificam o período do dia em que Tia Ambrósia, escreveu o bilhete. É provável que concluam que o bilhete foi escrito de manhã, o que se deduz pela frase “Volto na hora do almoço”.

Na atividade 4, observar se os estudantes conseguem fazer a correspondência entre as informações de cada bilhete e seus respectivos remetentes.

Pedir aos estudantes que observem os bilhetes e apontem semelhanças e diferenças entre eles. Ouvir as hipóteses de cada um deles e, em seguida, fazer a leitura dos bilhetes para a turma, incentivando-os a retomar as hipóteses iniciais para que possam reconstruir ou confirmar suas ideias. Espera-se que percebam que o conteúdo do bilhete é o mesmo e os formatos das letras são diferentes.

Chamar a atenção para as letras iniciais dos nomes próprios Zeca e Leopoldo e das palavras Não, De [repente], Estou, Fui e Volto. Questioná-los se elas se diferenciam das demais letras. Levantar o conhecimento prévio dos estudantes a respeito da diferença entre as letras maiúsculas e minúsculas e seus usos. Pode-se comentar que os nomes dados a pessoas são escritos com letra inicial maiúscula, como os nomes Zeca e Leopoldo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Completar palavras utilizando uma determinada letra.

• Noções de números e operações.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP11

• EF01LP13

ENCAMINHAMENTO

Antes de solicitar aos estudantes que façam as atividades de traçado, realizar a estratégia de nomeação de letras, que consiste em falar o nome da letra e mostrar a eles a escrita da letra no ar. Quando eles conseguirem nomear a letra e fazer o movimento dela, apresentar a atividade e solicitar que deslizem o dedo sobre os traçados das letras no livro, seguindo as setas. Solicitar a eles que observem as diferentes formas escritas e enfatizar que as quatro letras representadas são diferentes formas de escrever a mesma letra (D e T). Mostrar cada uma das grafias das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula). É possível levantar hipóteses sobre o uso das letras maiúsculas e minúsculas e onde podemos encontrar a letra de imprensa e a letra cursiva; verificar se os estudantes percebem que, apesar das diferenças no traçado, a letra é a mesma.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRAS D E T

1

2

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA

D d DADO D d D D D D

ACOMPANHE A LEITURA DO TRAVA-LÍNGUA.

O DOCE PERGUNTOU PRO DOCE: QUAL É O DOCE MAIS DOCE? O DOCE RESPONDEU PRO DOCE QUE O DOCE MAIS DOCE É O DOCE DE BATATA-DOCE.

[O DOCE PERGUNTOU PRO DOCE].

[S. L.: S. N.], [19--]. TRAVA-LÍNGUA POPULAR.

A) CONTORNE NO TEXTO A PALAVRA DOCE.

B) QUANTAS VEZES A PALAVRA DOCE APARECE NO TRAVA-LÍNGUA?

Aparece 10 vezes.

Na atividade 1, explorar o som representado pela letra D e observar se os estudantes conseguem relacionar o som representado à sua escrita. Depois, pedir que cubram os pontilhados das letras de forma maiúsculas e que continuem escrevendo. Na atividade 2, ressaltar que trava-língua é um conjunto de palavras que formam propositadamente uma frase difícil de pronunciar, com o objetivo de aperfeiçoar a dicção e a pronúncia das palavras por meio de um exercício divertido. Recitar o texto do trava-língua para eles várias vezes. Quando considerar pertinente, solicitar que o repitam com você e solicitar que tentem repetir o trava-língua e decorá-lo. A recitação deve começar devagar e aos poucos aumentar a velocidade até que eles falem o mais rápido que conseguirem. Na atividade 2a, verificar se os estudantes reconhecem todas as aparições da palavra doce. Na atividade 2b, reler o trava-língua com os estudantes, ressaltando o som provocado pela repetição da palavra e o som consonantal (aliteração) representado pela letra D. A atividade pode ser feita em interdisciplinaridade com o componente curricular Matemática. Antes de realizar a contagem do número de vezes que a

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

TORNEIRA

PALAVRAS COM A LETRA T. 4

ACOMPANHE A LEITURA DO TRAVA-LÍNGUA.

ALÔ, O TATU TÁ AÍ?

NÃO, O TATU NÃO TÁ, MAS A MULHER DO TATU TANDO, É O MESMO QUE O TATU TÁ!

T[ALÔ, O TATU TÁ AÍ?]. [S. L.: S. N.], [19--]. TRAVA-LÍNGUA POPULAR.

A) CONTORNE NO TEXTO A PALAVRA TATU.

B) PINTE DE AMARELO TODAS AS LETRAS T.

C) ESCREVA, COMO SOUBER, OUTRAS

Resposta pessoal. Sugestão de resposta: tubo, tomate, touro, talco, tia.

Os estudantes devem pintar de amarelo as 12 letras T que aparecem no trava-língua.

191

palavra doce aparece, retomar a sequência numérica de 1 a 10, pedindo a eles que recitem com você e representem os números com os dedos. Podem-se escrever os números na lousa e pedir aos estudantes que acompanhem a leitura.

14/09/25 14:40

Na atividade 3, solicitar que falem em voz alta o nome da letra e, em seguida, que cubram o pontilhado, seguindo as setas.

Na atividade 4, ler o trava-língua em voz alta para os estudantes e, depois, solicitar que tentem repeti-lo e decorá-lo. Na atividade 4a, verificar se os estudantes reconhecem todas as aparições da palavra tatu no trava-língua. Na atividade 4b, ressaltar o som que a letra /t/ representa e pedir que repitam as palavras que começam com TA. Na atividade 4c, incentivar a escrita espontânea de palavras com a letra T.

• Relacionar imagens a palavras que começam com D ou T.

• Completar palavras com as letras D ou T para formar nomes próprios.

• Perceber a diferença entre as unidades sonoras /t/ e /d/ e identificar a diferença de sentido das palavras de acordo com a letra usada.

• Escrever palavras com base em ditado.

• Aplicar corretamente as letras D e T na escrita.

• Reconhecer palavras que completam frases dadas.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP13

• EF12LP01

ENCAMINHAMENTO

Nestas atividades, trabalha-se com os pares de consoantes sonoras e surdas. O foco são as letras D e T, muitas vezes confundidas na escrita por alguns estudantes nesta etapa da escolarização. Como aquecimento, pedir aos estudantes cujos nomes tenham as letras D e/ou T que os escrevam na lousa. A turma pode sugerir outros nomes de pessoas com essas letras, ou de animais, objetos etc. Levar os estudantes a comparar as palavras e a reconhecer os elementos sonoros delas e suas respectivas representações gráficas.

PALAVRAS

EM AÇÃO

PALAVRAS COM D E T · ORGANIZAÇÃO DE FRASES

1

O PROFESSOR VAI FALAR OS NOMES DE ALGUMAS FIGURAS.

A) PINTE DE AS FIGURAS QUE TÊM A LETRA T NOS NOMES.

B) PINTE DE AS FIGURAS QUE TÊM A LETRA D NOS NOMES.

C) O PROFESSOR VAI DIZER OS NOMES DAS FIGURAS QUE VOCÊ PINTOU.

Na atividade 1, a cada palavra falada, os estudantes devem pintar a figura na cor correspondente. As palavras a serem lidas são: bode, pato, lata, fada, pote, dedo, tênis e dado. Na atividade 1c, ler as palavras em voz alta para os estudantes e, depois, solicitar a eles que as leiam em voz alta e pausadamente, a fim de trabalhar a consciência fonológica. Depois, solicitar que preencham o quadro com as respostas.

Na atividade 2, explorar os sons /d/ e /t/ representados pelas letras D e T. Solicitar que completem os nomes e, depois, leiam em voz alta para observar a sonoridade das letras empregadas nos nomes.

Na atividade 3, antes de os estudantes completarem as frases, ler com eles cada grupo de palavras, enfatizando a pronúncia das letras D e T. No caso de dedo e teto, há também uma variação na pronúncia do E: som aberto em teto e fechado em dedo

ATIVIDADES

• ESCREVA OS NOMES DAS FIGURAS NO QUADRO A SEGUIR.

PALAVRAS COM A LETRA D PALAVRAS COM A LETRA T bode pato fada lata dedo pote dado tênis

COMPLETE OS NOMES COM AS LETRAS D OU T

EDUAR D O MA T EUS TALI T A

GUS T AVO D ANIELA MARGARI D A

COMPLETE AS FRASES COM AS PALAVRAS ADEQUADAS.

A)

B)

C)

• MARCELO MACHUCOU O dedo .

• PINTEI O teto DO MEU QUARTO.

CORTA CORDA

• VOCÊ SABE PULAR corda ?

• ANA corta

VENDO VENTO

• EU vendo OVOS NAS FEIRAS.

• O vento DERRUBOU O VARAL. 2 3 TETO DEDO

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• MORAIS, Artur G. A norma ortográfica do português: o que o aluno pode compreender? O que ele precisa memorizar. In: MORAIS, Artur G. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2009. p. 27-36.

MAÇÃ PARA COMER.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

193

14/09/25 14:41

• FRANÇA, Mary. A bota do bode. São Paulo: Ática, 2019.

Propor aos estudantes a brincadeira “Se digo , não digo ”, usando palavras que se diferenciam apenas por uma letra, como: fila/vila, maca/vaca, mola/ bola, bola/bota, sapo/saco, pato / gato etc. Dar alguns exemplos e desafiar os estudantes a criar outros, individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, conforme considerar mais adequado. Solicitar a eles que escrevam essas palavras e incentivar as duplas a interagir e trocar ideias sobre as palavras que vão escrever. Se houver divergências na escolha e na grafia de alguma palavra, propor a cada um que a escreva da forma que considerar adequada. No final da atividade, compartilhar as respostas das duplas e permitir que exponham suas hipóteses de escrita. Comentar e verificar se os estudantes percebem que a troca de letra faz com que haja troca de som representado e, com isso, forma-se uma nova palavra.

Envolver os familiares propondo uma brincadeira de jogo da memória com a criança. Orientá-los a elaborar em casa um jogo com cartolina e duplas de cartas com imagens de objetos que tenham as letras D ou T nos nomes. As cartas podem ser desenhadas ou recortadas de materiais impressos. Essa proposta é uma maneira lúdica de desenvolver a capacidade de concentração e memória e a integração com a família ou os responsáveis.

• Ler e ordenar informações para formar as frases que compõem um bilhete.

• Utilizar recursos de leitura e inferir sentidos das frases para ordená-las e compor o bilhete.

• Identificar informações no bilhete organizado.

• (Re)conhecer características do gênero bilhete: remetente, destinatário, assunto/motivo, assinatura e data.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP13

• EF01LP14

ENCAMINHAMENTO

Organizar os estudantes em grupos para realizar uma atividade de formar frases. Confeccionar previamente cartões com frases em que as palavras estejam fora da ordem e distribuí-los aos grupos a fim de que reescrevam as palavras em uma folha de papel avulsa para formar a frase. Se considerar propício, pedir que façam o registro escrito das frases utilizando sinais de pontuação.

Na atividade 4, indicar a atividade como lição de casa a ser realizada com a família ou responsáveis. Se possível, informá-los antecipadamente sobre a atividade a ser realizada e ressaltar a importância de esta prática ser realizada em contexto familiar: a participação da família ou dos responsáveis incentiva o interesse da criança pela escrita e pela compreensão de texto, além de contribuir para o desenvolvimento de habilidades, atitudes e conhecimentos que facilitarão o processo de efetivação da alfabetização.

4

5

COM A AJUDA DE UM ADULTO, PESQUISE EM LIVROS E REVISTAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM ESTAS SÍLABAS.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: tarefa, tatu, talo, tala, tabuleiro.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: dado, dama, data. TA DA

AS CRIANÇAS ESCREVERAM UM BILHETE.

• ORGANIZE AS PALAVRAS DE CADA PARTE. DEPOIS, DESCUBRA O QUE ESTÁ ESCRITO.

FOMOS AO NÓS CINEMA COM A VOVÓ. MÃE,

Mãe, nós fomos ao cinema com a vovó.

VOCÊ DEPOIS PEGA A DO FILME? GENTE

Você pega a gente depois do filme?

DUDA BEIJOS, E TECA. 10/11

Beijos, Duda e Teca. 10/11

A) COMO VOCÊ CONSEGUIU ORDENAR AS PALAVRAS?

Resposta pessoal.

B) PARA QUEM É O BILHETE?

Para a mãe das crianças.

C) QUEM DEIXOU O BILHETE?

Duda e Teca.

D) QUAL É O MOTIVO DO BILHETE?

Avisar à mãe que foram ao cinema e pedir a ela que as busque na saída.

Solicitar que procurem em livros e revistas palavras que começam com as sílabas TA e DA. Aproveitar para trabalhar com eles a escada de fluência de leitura com palavras, como lata, pata, bata, mata etc. Para isso, escrever na lousa as palavras lata, pata, bata, mata, uma abaixo da outra, e desafiar os estudantes a ler rapidamente, treinando fluência de leitura oral.

Na atividade 5, escrever na lousa exemplos de frases desordenadas e perguntar aos estudantes se conseguem entendê-las: o que falta? O que é preciso para que a pessoa que lê consiga entender? Em seguida, coletivamente, escrever as frases na ordem correta. Auxiliar os estudantes nesta atividade fazendo perguntas para que identifiquem os elementos de cada frase. Por exemplo, ao lerem “Fomos ao cinema com a vovó.”, perguntar: quem foi ao cinema? (Nós). Então, como ficaria a frase? (“Nós fomos ao cinema”). Fazer o mesmo com as demais frases: onde entra a palavra mãe? Retomar também as características do bilhete, que geralmente começa com o nome do destinatário (no caso, a mãe). Na atividade 5a, incentivar a participação de todos na explicação de como conseguiram ordenar as palavras. Alguns estudantes podem responder que

SIGA A ORDEM DOS NÚMEROS PARA ORGANIZAR AS FRASES.

A) (2) ESCREVER (1) PRECISAMOS (4) QUE RECEBERÁ O BILHETE. (3) O NOME DA PESSOA

Precisamos escrever o nome da pessoa que receberá o bilhete.

B) (2) UMA MENSAGEM. (1) O BILHETE TEM

O bilhete tem uma mensagem.

C) (2) ESTÁ NA MENSAGEM. (1) O MOTIVO DO BILHETE

O motivo do bilhete está na mensagem.

D) (2) DEVE ASSINAR O NOME DELA (1) A PESSOA QUE ESCREVE O BILHETE (3) E COLOCAR A DATA.

A pessoa que escreve o bilhete deve assinar o nome dela e colocar a data.

QUAIS PALAVRAS DO BILHETE DA ATIVIDADE 5 APRESENTAM AS LETRAS D e T?

Gente, depois, do, Duda, Teca.

ATIVIDADES

Propor aos estudantes que se reúnam em trios. Cada grupo vai escrever um bilhete para outro grupo, sorteado previamente. Organizar um sorteio para que todos saibam para que grupo escreverão o bilhete antes do início da atividade. Definir com a turma um assunto para os bilhetes, como combinar uma brincadeira para o intervalo, pedir um material emprestado etc. Orientar os estudantes a escrever os nomes dos destinatários no início do bilhete e assinar os próprios nomes ao final, com a data.

Assim que os grupos escreverem os bilhetes, devem recortar as palavras e entregá-las embaralhadas ao outro grupo para que as coloquem em ordem e leiam o bilhete. Após a organização do bilhete, fazer a leitura em voz alta para que o grupo remetente confira a mensagem. Cada grupo deve colar o bilhete em uma folha de papel colorida para fixar no mural da sala de aula.

PARA O PROFESSOR

• KUIPERS, Alice. A vida na porta da geladeira. São Paulo: Martins Fontes, 2009. CONEXÃO

14/09/25 14:41

foram modificando a posição das palavras até encontrar sentido na mensagem; também podem dizer que a pontuação da frase ajudou. Nas demais atividades, aproveitar para rever a função social do bilhete. Nas atividades 5b, 5c e 5d, escrever o bilhete completo na lousa, na sequência correta, e perguntar aos estudantes: para quem é o bilhete? Quem escreveu o bilhete? Por qual motivo o bilhete foi escrito? Depois, solicitar que registrem as respostas.

Na atividade 6, comentar com os estudantes que essas frases apresentam algumas características de um bilhete. Organizar os itens e aproveitar para fazer um registro coletivo sobre as características do gênero para afixar no mural da sala de aula. Lembrar aos estudantes que devem colocar espaços entre as palavras ao escrever as frases na ordem correta.

Na atividade 7, solicitar aos estudantes que registrem as palavras encontradas e depois leiam cada uma delas oralmente. Por último, solicitar aos estudantes que registrem as palavras encontradas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer diferentes formas de comunicação utilizadas no cotidiano (mensagem de texto, áudio, imagem).

• Identificar o propósito e os elementos de uma conversa em aplicativo de celular.

• Estabelecer relações entre linguagem oral e escrita em situações de uso social.

• Ampliar o repertório de vocabulário ligado ao uso de tecnologia e comunicação.

BNCC

• EF01LP07

• EF15LP03

• EF15LP04

ENCAMINHAMENTO

Iniciar a Leitura 2 lendo em voz alta o diálogo da tela do celular da imagem. Em seguida, explorar a questão inicial, destacando a ideia de que esses recursos são usados para facilitar a comunicação a distância, mas que também fazem parte da vida diária, como combinar tarefas ou marcar compromissos. Orientar os estudantes a consultar o glossário. Incentivar a turma a criar o hábito de buscar o glossário ou perguntar sempre que tiverem dúvida sobre um termo, fortalecendo a autonomia na leitura.

Aproveitar para conversar brevemente sobre as regras de uso do celular na escola : explicar que, segundo o MEC e muitas secretarias de Educação, o celular não deve ser usado em sala de aula de forma livre, porque pode atrapalhar a concentração. Mostrar que, no entanto, os livros podem trazer simulações de aplicativos e conversas para que aprendam sobre diferentes formas de comunicação sem precisar usar o aparelho em aula ou o uso com a orientação do professor.

LEITURA 2

LEIA ESTA CONVERSA.

• VOCÊ JÁ VIU UM APLICATIVO DE CELULAR QUE TROCA MENSAGENS COM ALGUÉM? SABE COMO ELE FUNCIONA? Respostas pessoais.

APLICATIVO: PROGRAMA INSTALADO EM COMPUTADOR, TABLET OU CELULAR E QUE PODE TER VÁRIAS FUNÇÕES.

Dessa forma, os estudantes compreendem a diferença entre aprender com exemplos e utilizar o celular de fato.

Na atividade 1, orientar os estudantes a ler novamente o diálogo no celular, identificando os elementos da troca de mensagens e quem iniciou a conversa. Reforce que, em aplicativos, a ordem da leitura segue a sequência cronológica.

Conduzir a turma, na atividade 2, a localizar informações explícitas no texto, retomando a ideia de que mensagens curtas transmitem instruções ou recados importantes.

Incentivar os estudantes a relacionar ícones e horários com a situação comunicada na atividade 3. Mostrar como a linguagem visual e os símbolos reforçam o conteúdo escrito.

Na atividade 4, explicar que imagens também são usadas como forma de comprovar ações. Incentivar os estudantes a pensar em outras situações em que uma fotografia pode registrar ou confirmar algo.

QUEM INICIOU A CONVERSA?

A MÃE

X O FILHO

QUAIS FORAM OS PEDIDOS DA MÃE PARA O FILHO?

X ARRUMAR O QUARTO.

FAZER LIÇÃO.

X DAR BANHO NO TIGRÃO.

ESCOVAR O TIGRÃO.

QUAL É A IDEIA QUE CADA UMA DESTAS IMAGENS REPRESENTA?

A mãe mandou um beijo para o filho.

O filho demonstrou que não estava com muita vontade de fazer o que a mãe pediu.

POR QUE PAULINHO ENVIOU A FOTOGRAFIA PARA A MÃE?

Porque ele queria mostrar a ela que havia arrumado o quarto. 5

MARQUE UM NAS FORMAS COMO AS PESSOAS PODEM SE COMUNICAR.

X BILHETE

X E-MAIL

X CARTA

X TELEFONE

X MENSAGEM DE TEXTO

X MENSAGEM DE VOZ

A mãe aprovou a atitude do filho. 197

Utilizar a atividade 5 para promover a reflexão sobre as diversas formas de comunicação (fala, escrita, áudio, imagem, gesto). Aproveitar para ressaltar que todas são válidas e podem complementar-se no cotidiano.

16/09/25 11:51

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras de imprensa maiúsculas.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Utilizar as habilidades de leitura para compreender o poema apresentado.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Relacionar imagem à palavra que a designa.

BNCC

• EF01LP03

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP11

• EF15LP03

• EF15LP18

ENCAMINHAMENTO

Antes da atividade 1, nomear a letra e mostrar aos estudantes a escrita da letra no ar. Quando os estudantes conseguirem nomear a letra e fazer o movimento dela, apresentar a atividade e solicitar que deslizem o dedo sobre os traçados das letras no livro, seguindo as setas.

DE OLHO NAS LETRAS

LETRA H

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

HORTÊNSIA

H h

H h H H H H

LEIA ESTE POEMA. HUGO ESTÁ SONOLENTO DEITOU-SE NA HORIZONTAL HIBERNARÁ. É INVERNO.

RIBEIRO, JONAS. ALFABÉTICO: ALMANAQUE DO ALFABETO POÉTICO. SÃO PAULO: EDITORA DO BRASIL, 2020. P. 33.

A) CONTORNE NO TEXTO AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA H

B) NAS PALAVRAS QUE VOCÊ CONTORNOU, A LETRA H REPRESENTA ALGUM SOM?

Não representa som.

SIM X NÃO

Na atividade 1, solicitar aos estudantes que observem as diferentes formas escritas e enfatizar que as quatro letras representadas são diferentes formas de escrever a mesma letra (H). Mostrar cada uma das grafias das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula). É possível levantar hipóteses sobre o uso das letras maiúsculas e minúsculas, onde podemos encontrar a letra de imprensa e a letra cursiva e verificar se os estudantes percebem que, apesar das diferenças no traçado, a letra é a mesma. Depois, pedir que cubram o pontilhado da letra de imprensa maiúscula e que continuem escrevendo.

Na atividade 2, observar se os estudantes conseguem ler sozinhos e como fazem essa leitura. Depois do momento da leitura, fazer perguntas para verificar o entendimento do texto: que palavras são escritas com H? Quem está sonolento? O que significa deitar na horizontal? Qual é o significado de hibernar? Aproveitar para explorar a ilustração que acompanha o texto (a imagem de um urso). Na atividade 2a, verificar se eles reconhecem todas as palavras no poema que iniciam com a letra H. Na atividade 2b, explorar com os estudantes o fato de que a letra H em posição inicial e seguida de vogal não representa som. O som pronunciado é o da vogal que a sucede.

HORTELÃ

HIDRANTE

• QUAL DESSAS PALAVRAS É UM NOME DE PESSOA? Helena. hibisco

Na atividade 3, verificar se os estudantes conseguiram ligar as imagens aos nomes corretos e, sobretudo, se conseguem reconhecer qual é o nome de pessoa, entre todas as palavras apresentadas.

14/09/25 14:41

Pedir aos estudantes que olhem para os seus nomes escritos no prisma (Material complementar). Em seguida, perguntar: “Quem tem a letra H no nome?”. Incentivá-los a levantar a mão ou a mostrar a palavra para a turma.

Incentivar os estudantes a conversar com seus familiares ou responsáveis sobre a escolha do nome, solicitar que perguntem sobre a história do próprio nome, quem o escolheu e por quê. A exploração pedagógica do nome próprio é importante para a inserção das crianças no mundo das letras. Por ser uma palavra estável, o nome é um apoio seguro para o processo de alfabetização.

Depois, incentivar os estudantes a fazer um desenho sobre esse momento em família ou com os responsáveis. Se julgar interessante, propor a eles que esse registro seja colocado em um mural na escola.

PARA OS ESTUDANTES

• REYNOLDS, Peter H. O colecionador de palavras. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• (Re)conhecer a letra H no início das palavras.

• Identificar a letra que aparece após o H inicial.

• Escrever corretamente palavras iniciadas por H.

• Completar palavras em cruzadinhas.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP09

• EF01LP11

ORGANIZE-SE

• Livros, jornais, revistas e folhetos.

ENCAMINHAMENTO

Reunir os estudantes em roda e propor que cantem a canção Tem hora pra tudo, de A Turma do seu Lobato. É possível ouvi-la no link: TEM hora pra tudo. Publicado por: A Turma do seu Lobato. 2013. 1 vídeo (ca. 2 min). Disponível em: https://youtu.be/oHkd1EC-BPE. Acesso em: 18 ago. 2025. Depois, registrar um trecho da canção na lousa e ler as palavras em voz alta para eles. Ao ler a palavra hora, pedir aos estudantes que repitam a palavra com você e a digam lentamente, batendo palma para cada sílaba. Os estudantes devem bater duas palmas, uma para o som da sílaba HO e outra para o som da sílaba RA da palavra hora. Depois, repetir a prática individualmente utilizando outras palavras. Sugestões de palavras: hoje, hino, humano, horta, hospital, homem.

Na atividade 1, comentar com os estudantes que já viram essa palavra na página 188, na atividade sobre os bilhetes do quadro de hóspedes, e relembrá-los do significado. Pedir aos estudantes que leiam a palavra em voz alta. Após a leitura, auxiliar os estudantes a concluir que o H

PALAVRAS EM AÇÃO

PALAVRAS INICIADAS COM H

LEIA A PALAVRA HÓSPEDE EM VOZ ALTA.

• A LETRA H NESSA PALAVRA REPRESENTA ALGUM SOM?

COM A AJUDA DE UM ADULTO, PESQUISE E COPIE COMO SOUBER PALAVRAS INICIADAS COM H .

Resposta pessoal. Sugestão de respostas: homem, hoje, hora, horta, humano.

• NESSAS PALAVRAS, AS LETRAS QUE APARECEM DEPOIS DE H SÃO:

CONSOANTES. X VOGAIS.

LEIA A LISTA DE PALAVRAS INICIADAS COM H QUE O PROFESSOR VAI ESCREVER NA LOUSA.

• ESCREVA QUAIS DESSAS PALAVRAS COMEÇAM COM:

Resposta pessoal.

Resposta pessoal.

Resposta pessoal.

Resposta pessoal.

Resposta pessoal.

no início de uma palavra é sempre acompanhado de vogal e não representa som. O som emitido é o da vogal que o acompanha. A letra H em dígrafos será trabalhada mais adiante neste volume.

Na atividade 2, disponibilizar aos estudantes livros, jornais, revistas e folhetos para que pesquisem essas palavras e possam copiar as que encontrarem. É importante que haja incidência e diversidade de palavras iniciadas por H. Depois, orientá-los a compartilhar com a turma e registrar em uma lista, na lousa, as palavras faladas por eles. Filtrar as palavras estrangeiras ou as que possam trazer dificuldade ao trabalho. No final, fazer uma lista com algumas delas, se possível em uma cartolina, para afixar no mural da sala de aula. Essa lista será trabalhada na atividade a seguir.

Na atividade 3, trabalhar não só com a identificação das letras iniciais, mas também com o som que representam, que, nesse caso, são os sons das vogais que sucedem a letra H.

Na atividade 4, explicar que as cruzadinhas têm nomes que iniciam com a letra H. Recomenda-se orientar os estudantes sobre como se devem preencher cruzadinhas e verificar se compreendem o que precisam fazer para escrever as letras que compõem a palavra.

CONTORNE A FOTOGRAFIA INTRUSA. 5

• ESCREVA COMO SOUBER OS NOMES DOS ELEMENTOS DAS FOTOGRAFIAS.

Hiena, hélice, elefante. É A ÚNICA QUE NÃO TEM O NOME INICIADO POR H .

Na atividade 5, ajudar os estudantes a identificarem as fotografias, se for necessário.

14/09/25 14:41

ATIVIDADES

Dividir a classe em grupos e entregar uma palavra com a letra H inicial a cada grupo. Pedir aos estudantes que escrevam palavras da mesma família. Por exemplo: habitar — habitação, habitada; hora — horário; hóspede — hospedaria, hospedar, hospedagem; hospital — hospitaleiro, hospitalar, hospitalizar; humano — humanizar, humanitário, humanidade; humor — humorístico, humorado; história — historiador, histórico, historiografia. Se necessário, sugerir que consultem o dicionário para selecionar algumas palavras. Compartilhar as informações e escrever as palavras na lousa. Pedir aos estudantes que escolham duas palavras para escrever frases. Compartilhar as respostas entre os colegas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer a necessidade de deixar espaço entre as palavras.

• Identificar palavras e separá-las adequadamente para formar frases.

• Ordenar frases para compor mensagem.

• Identificar, em grupos de palavras, quais completam o bilhete.

• Sequência numérica de 1 a 10.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP12

• EF01LP14

ENCAMINHAMENTO

Escrever frases na lousa com as palavras aglutinadas como neste exemplo: “OLÁ, QUERIDOSESTUDANTES. COMOVÃOVOCÊS?”. Discutir com os estudantes se eles entenderam a mensagem e por quê. Observar se eles reconhecem a leitura do texto da esquerda para a direita. Sugerir a alguns estudantes que reescrevam as frases na lousa separando corretamente as palavras. Pedir que leiam em voz alta as palavras para verificar se eles identificaram cada uma delas.

Na atividade 1, observar se os estudantes conseguem separar corretamente todas as palavras ou se há dificuldade em reconhecer como devem ser separadas.

Após a realização da atividade 2, propor aos estudantes que leiam a mensagem em voz alta e, depois, escrevam a mensagem na ordem correta em uma folha de papel avulsa. A atividade pode ser feita em interdisciplinaridade com o componente curricular Matemática, pois trabalha-se com ordem de frases e escrita de números seguindo a ordem numérica.

Sugerir que troquem as folhas com o colega do lado para que um observe a produção do outro.

SEGMENTAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE FRASES

1

VITÓRIA ENVIOU UMA MENSAGEM PARA A AVÓ, MAS AS PALAVRAS FICARAM GRUDADAS.

A) SEPARE AS PALAVRAS COM UM TRAÇO COLORIDO.

2

VÓ,IPOSSOIDORMIRINA SUAICASAIAMANHÃ? TÔICOMISAUDADE... BEIJOIDAIVITÓRIA.

B) ESCREVA A MENSAGEM COM ESPAÇO ENTRE AS PALAVRAS.

Vó, posso dormir na sua casa amanhã? Tô com saudade... Beijo da Vitória.

NUMERE AS PARTES DA RESPOSTA DA AVÓ. 3 PODE SER NO FIM DE SEMANA? 1 QUERIDA,

Explorar a necessidade de escrever a frase em ordem e de separar as palavras para que a pessoa que receber a mensagem compreenda o recado. Comentar que algumas pessoas costumam abreviar palavras nas mensagens de texto, mas, se quem as recebe não estiver acostumado com a linguagem abreviada, poderá haver um problema na comunicação.

ATIVIDADES

Escrever na lousa o trava-língua “O tempo perguntou pro tempo” com as palavras aglutinadas e pedir a alguns estudantes que venham à lousa para fazer um traço entre as palavras. Em seguida, propor que reescrevam os textos com as palavras devidamente separadas.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• ELME, Lauro. Bobagens anônimas: um enigma para o exército do Condomínio Pérola. São Paulo: Autêntica, 2014.

SINAIS GRÁFICOS

LEIA O BILHETE COM A AJUDA DO PROFESSOR. 1

VOVÓ,

POSSO JOGAR BOLA COM O

VOVÔ QUANDO EU VOLTAR

DA ESCOLA?

JOÃO

20/05

• PARA QUEM JOÃO ESCREVEU O BILHETE?

X VOVÓ VOVÔ

OBSERVE AS PALAVRAS ACIMA NOVAMENTE. EXISTE ALGUMA DIFERENÇA NA ESCRITA DESSAS PALAVRAS?

Sim. Espera-se que os estudantes observem que a diferença está nos sinais gráficos que aparecem sobre a segunda vogal o nas palavras vovó e vovô

LEIA OS PARES DE FRASES. DEPOIS, OBSERVE AS PALAVRAS DESTACADAS. 2 3

• JOÃO É UM MENINO LEGAL!

• JOÃO E VOVÔ JOGARAM BOLA.

• A MENINA ESTÁ CHORANDO?

• ESTA MENINA É EDUCADA!

• QUAL É A DIFERENÇA ENTRE AS PALAVRAS DESTACADAS?

O SINAL ´ É CHAMADO ACENTO AGUDO.

O SINAL ˆ É CHAMADO ACENTO CIRCUNFLEXO.

Espera-se que os estudantes percebam que as palavras são escritas com as mesmas letras, sendo que uma delas é acentuada e a outra não é.

ENCAMINHAMENTO

quando a vogal final tiver som fechado. Na atividade 3, ler novamente as frases para os estudantes, ressaltando a diferença de entonação das frases afirmativas e interrogativas, e solicitar que observem os sinais gráficos que marcam essa diferença nos finais das frases. Questioná-los sobre o que há de diferente nas palavras destacadas e explicar que essa diferença se dá pelo uso do acento agudo nas palavras é e está. Para que percebam a diferença na pronúncia das letras E e A é importante que compreendam o sentido das palavras em cada contexto.

ATIVIDADES

203

17/09/25 17:02

Na atividade 1, ler o bilhete para os estudantes, enfatizando a diferença de abertura na vogal O em vovô e vovó servindo-lhes de modelo. Depois, propor que eles leiam o bilhete e, em seguida, façam algumas perguntas de compreensão do texto como: quem escreveu o bilhete? (João). Para quem João escreveu o bilhete? (Para a vovó). Com quem João quer jogar bola? (Com o vovô).

Na atividade 2, verificar o conhecimento dos estudantes sobre acento gráfico. Explicar que o acento é um sinal que se coloca sobre a vogal da sílaba tônica de algumas palavras. Explicar que o sinal ´ é chamado de acento agudo e o sinal ^ é chamado de acento circunflexo. Solicitar aos estudantes que leiam apenas as palavras vovó e vovô em voz alta para que percebam a diferença entre os sons representados pela letra O. Os estudantes devem perceber a relação entre os sinais (gráficos) ´ e ^ e os sons que a letra O apresenta nessas palavras. Explicar que o acento agudo é colocado quando a vogal final tiver som aberto, e o acento circunflexo,

Escrever na lousa palavras que apresentam acento e outras que não apresentam para que os estudantes copiem no caderno. Ler as palavras em voz alta, ressaltando a sonoridade das sílabas tônicas, e solicitar que acentuem as palavras com acento gráfico (agudo ou circunflexo) quando acharem necessário. Conferir se conseguiram escrever e acentuar corretamente as palavras e conversar para saber, também, por que algumas não foram acentuadas. Compartilhar as informações para que assimilem, aos poucos, as regras de acentuação. Sugestões de palavras (lembrar-se de escrevê-las sem acento): café, pó, chá, curió, pardal, você, hangar, jiló, ipê, cipó, ali, luar, cristal, azul, você, bambolê, pão etc.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• NÓBREGA, Maria José. O que as crianças não sabem quando erram?

In: NÓBREGA, Maria José. Ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2013. (Como eu ensino).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras na forma bastão.

• (Re)conhecer as letras na forma bastão.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou pequenos textos.

• Completar palavras utilizando a letra determinada.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP11

ENCAMINHAMENTO

Para aplicar as atividades 1, 2 e 3 de traçado, mostrar na lousa ou em um cartaz o movimento de cada letra, destacando as setas e a ordem dos traços. Antes de escreverem no livro, orientar os estudantes a acompanhar o traçado com o dedo no ar, favorecendo a memorização do movimento. Caminhar pela sala de aula para observar a postura do corpo e a forma de segurar o lápis, realizando intervenções quando necessário. Nesse momento, incentivar as crianças a segurar o lápis com a pinça dos dedos (polegar e indicador), apoiado no dedo médio, garantindo maior firmeza e controle. Reforçar a importância da regularidade do traçado, lembrando-os de que não é preciso ter pressa: mais importante do que a rapidez é manter a precisão dos movimentos e a clareza da letra.

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA D 1

TRACE A LETRA T . 2

TRACE A LETRA H . 3 D D D D D D D T T T T T T T H H H H H H H D D D D D D T T T T T T H H H H H H

Alguns estudantes ainda podem ter dificuldade em realizar a “pega” adequada. Nesses casos, utilizar recursos de apoio como adaptadores de lápis (borrachas de encaixe), giz de cera grosso ou canetinhas mais espessas, que facilitam a preensão. Também é útil propor atividades de motricidade fina, como amassar bolinhas de massinha, usar pregadores de roupa ou pinças para pegar objetos pequenos, fortalecendo a musculatura dos dedos. Essas práticas contribuem para que o estudante, aos poucos, desenvolva autonomia na escrita.

Na atividade 4, apresentar as imagens para contextualizar, perguntando aos estudantes se já viram um diamante, um tambor ou uma horta, e pedir que compartilhem suas experiências. Solicitar que completem as palavras, chamando a atenção para a letra inicial de cada uma delas (D, T, H). Incentivar a leitura em voz alta das palavras já completas, a fim de favorecer a associação entre som e grafia. Relacionar a atividade com o traçado realizado anteriormente, mostrando como as letras se repetem em diferentes contextos e reforçando a aprendizagem por meio da prática.

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

IAMANTE AMBOR

ATIVIDADES

Caça-letras no ambiente

Pedir a cada criança que observe objetos da sala de aula e tente identificar palavras que comecem com D, T ou H. Registrar na lousa as palavras mencionadas (exemplo: dado, tesoura, hora).

Se possível, organizar uma brincadeira rápida: cada estudante desenha um desses objetos e escreve a letra inicial.

Inclusão — adaptação para estudantes com necessidades específicas

Estudantes com dificuldades motoras finas : ofereça letras em tamanho ampliado para traçado ou utilizar alfabeto móvel ( Material complementar) para que formem as palavras sem depender apenas da escrita manual. Estudantes com deficiência intelectual : priorize o reconhecimento visual da letra (cartões, jogos de pareamento) e a associação com a imagem antes de exigir a escrita completa.

Estudantes com baixa visão : use canetas de ponta grossa ou letras ampliadas, além de reforçar oralmente cada palavra.

ORTA

Estudantes surdos ou com baixa audição: combine o registro escrito com o uso da Libras (se aplicável), mostrando o sinal de cada palavra ilustrada.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• BARBOSA, Regiane da Silva; BUZETTI, Miryan Cristina; COSTA, Maria Piedade Resende da. Educação especial, adaptações curriculares e inclusão escolar: desafios na alfabetização. São Carlos: Pedro & João, 2019.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Retomar os elementos que compõem um bilhete.

• Observar os diferentes assuntos que podem ser tratados em um bilhete.

• Identificar meios de enviar bilhete.

• Planejar a escrita e escrever um bilhete para um membro da família.

• Rever o bilhete produzido e editar a versão final.

BNCC

• EF01LP17

• EF12LP04

• EF12LP06

• EF15LP03

• EF15LP05

• EF15LP06

ENCAMINHAMENTO

Antes da produção dos bilhetes, é fundamental discutir os diferentes contextos em que são utilizados. Ao propor a escrita dos bilhetes em sala de aula, é importante tratar de situações reais de comunicação, como recados para os pais e para colegas da turma.

A produção proposta nesta seção envolve a participação dos familiares ou responsáveis dos estudantes; por isso, é importante comunicar previamente a família ou o responsável sobre a atividade que será realizada — a escrita de um bilhete para um familiar ou responsável — e pedir a colaboração para a situação de comunicação proposta, respondendo ao bilhete. Dessa forma, a produção terá um objetivo e os estudantes ficarão mais motivados.

Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de planejar e produzir um bilhete para um membro da família e, também, de redigir a resposta a um bilhete recebido. Nessas atividades, é importante manter a coerência com o assunto tratado e,

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE BILHETE

1 QUANDO QUEREMOS ESCREVER PEQUENAS MENSAGENS PARA ALGUÉM QUE NÃO ESTÁ POR PERTO, PODEMOS:

X DEIXAR UM BILHETE.

X ENVIAR UMA MENSAGEM DE TEXTO PELO CELULAR.

X ENVIAR UM E-MAIL

2 LEIA ESTAS MENSAGENS COM A AJUDA DO PROFESSOR. 10:15

MÃE, VOU ME ATRASAR PARA O JANTAR. ESTOU NA ESCOLA. BEIJOS.

CAMILA, POR FAVOR, AJUDE SUA IRMÃ A FAZER A LIÇÃO DE MATEMÁTICA. BEIJOS, PAPAI. 8/4

por isso, é fundamental discutir com os estudantes os diferentes contextos em que os bilhetes serão produzidos e como devem ser respondidos para que a comunicação seja estabelecida de forma clara.

Na atividade 1, explorar oralmente com os estudantes as diferentes formas de enviar uma mensagem.

Explorar o assunto de cada bilhete apresentado na atividade 2. Comentar que, nas mensagens enviadas pelo celular, nem sempre as pessoas escrevem o nome do destinatário, pois o texto vai diretamente para o celular dele. Além disso, se o nome estiver na lista de contatos, aparecerá automaticamente quem é o remetente da mensagem.

Na atividade 3, propor aos estudantes o planejamento do bilhete a ser produzido. Orientar a escolha de algum parente ou responsável que mora na mesma casa como destinatário, para facilitar a comunicação. Discutir com a turma finalidades possíveis do bilhete a ser escrito: pedir um favor, expressar um sentimento, fazer um combinado, dar um recado, entre outras.

• COMPLETE AS FRASES COM AS PALAVRAS ADEQUADAS.

FILHA BILHETE

MÃE

A) TALITA ENVIOU PARA A mãe UMA

MENSAGEM NO celular .

B) O PAI DEIXOU UM bilhete PARA A filha NO QUADRO DE AVISOS.

3 VAMOS PLANEJAR UM BILHETE PARA ALGUÉM DE SUA FAMÍLIA?

A) PARA QUEM VOCÊ QUER ESCREVER UM BILHETE?

Resposta pessoal.

B) QUAL SERÁ A FINALIDADE DO BILHETE?

Resposta pessoal.

C) ONDE VOCÊ VAI DEIXAR O BILHETE? POR QUÊ?

Respostas pessoais.

4 AGORA, ESCREVA COMO SOUBER UM BILHETE E INFORME:

Produção pessoal.

• A DATA E O NOME DA PESSOA QUE VAI RECEBER;

• O ASSUNTO;

• A DESPEDIDA;

• O NOME DE QUEM ESCREVEU.

5 COM A AJUDA DO PROFESSOR, RELEIA E REVISE O BILHETE PARA VERIFICAR SE A PESSOA VAI COMPREENDER A MENSAGEM.

CELULAR 207 14/09/25 14:41

Na atividade 4, retomar com os estudantes os elementos que compõem um bilhete e a função social dele, ressaltando que deve conter os elementos: destinatário, assunto/mensagem, despedida, assinatura e data. Se julgar pertinente, identificar com os estudantes os elementos que compõem os bilhetes apresentados na atividade 2, contornando-os em cores diferentes. Também é interessante abordar diferentes formas de despedida que se podem usar no bilhete (“Beijos”, “Um abraço”, “Até mais tarde”, “Saudades”, entre outras). Orientar a escrita dos bilhetes em uma folha de papel avulsa. Além disso, lembrá-los de anotar a data.

Na atividade 5, pedir aos estudantes que façam a releitura e a revisão dos textos. Rever, com cada estudante, o texto produzido, apresentando a possibilidade de reescrita da versão final. Orientar os estudantes a editar a versão final do texto, a entregar os bilhetes aos destinatários e a trazê-los de volta, com as respectivas respostas, na data combinada. Afixar as mensagens, lado a lado, no mural da classe.

ATIVIDADES

Sugerir que escrevam um bilhete com o objetivo de pedir a colaboração dos colegas de outra turma. Propor situações que os levem a refletir sobre a estrutura e a função do gênero como: para quem o bilhete será enviado? Qual é o assunto? Quem vai produzir? Onde o deixaremos? A turma vai produzir oralmente o texto do bilhete e o professor será o escriba. Chamar a atenção para o emprego dos sinais de pontuação e das letras maiúsculas no início das frases e nos nomes próprios, se houver.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• CRUZ, Flávia Aparecida M. de O. Produção de texto na alfabetização: análise de uma prática do primeiro ano do ensino fundamental. 2012. Dissertação (Mestrado) — Faculdade de Educação, Universidade Federal de São João Del-Rei, São João Del-Rei, 2012. Disponível em: www. ufsj.edu.br/portal2repositorio/File/mestra doeducacao/Disser tacao_Flavia_Apare cida_Mendes_de_Oli veira_Cruz.pdf. Acesso em: 20 ago. 2025.

• Comparar mensagens escritas e recados no celular.

• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as mensagens.

• Reconhecer os envolvidos na situação de comunicação.

• Preparar mensagem de voz de acordo com a situação de comunicação estabelecida.

• Compreender finalidades da interação oral.

• Reconhecer a importância da entonação ao transmitir uma mensagem.

BNCC

• EF01LP14

• EF01LP17

• EF12LP04

• EF12LP06

• EF15LP09

• EF15LP10

• EF15LP11

• EF15LP12

• EF15LP13

ORGANIZE-SE

• Aparelho celular.

ENCAMINHAMENTO

Nesta proposta, os estudantes terão contato com diferentes formas de mandar recados: o bilhete escrito e a mensagem de voz. A ideia é aproximá-los de situações de comunicação que fazem parte da vida cotidiana, ajudando-os a compreender para que servem esses gêneros textuais e como podem ser usados para transmitir informações de forma clara.

É importante lembrar que esta atividade tem caráter pedagógico e que os estudantes não devem usar seus próprios celulares nem ser incentivados a trazer aparelhos para a escola. Caso seja necessário mostrar como funciona uma mensagem de voz, recomenda-se utilizar apenas o celular do professor. Dessa forma, os estudantes podem observar, ouvir e refletir sobre esse tipo de comunicação de maneira segura e supervisionada.

ORALIDADE EM AÇÃO

MENSAGEM DE VOZ

1 RELEIA ESTA TROCA DE MENSAGENS ENTRE PAULINHO E SUA MÃE.

2. a) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes percebam que ela, provavelmente, queria falar seriamente com o filho.

2 DEPOIS QUE PAULINHO ESCREVEU QUE NÃO ARRUMARIA O QUARTO, SUA MÃE ENVIOU UMA MENSAGEM DE VOZ.

A) EM SUA OPINIÃO, POR QUE A MÃE DE PAULINHO PREFERIU ENVIAR UMA MENSAGEM DE VOZ?

B) ENVIAR MENSAGENS DE VOZ FACILITA A COMUNICAÇÃO? POR QUÊ?

Espera-se que os estudantes concluam que a mensagem de voz toma menos tempo que a mensagem escrita. Além disso, permite, pela entonação, expressar melhor os sentimentos.

Além de explorar as características dos bilhetes, os estudantes poderão comparar o que muda entre uma mensagem escrita e uma mensagem falada, identificando semelhanças e diferenças. Essa comparação ajuda a desenvolver habilidades de leitura, escrita e oralidade, ao mesmo tempo em que promove o aprendizado sobre os usos sociais da linguagem.

Esse trabalho também faz parte da formação em Educação digital. É um momento para mostrar às crianças que os recursos tecnológicos podem ser úteis para se comunicar, mas que devem ser usados com responsabilidade, sempre acompanhados por um adulto.

Assim, o professor garante que a atividade contribua não apenas para a alfabetização, mas também para a construção de uma postura crítica e cuidadosa em relação às tecnologias.

Na atividade 1, reler o texto das mensagens, explorando os diferentes interlocutores. Depois, propor aos estudantes que leiam as mensagens em dupla — um deles é a mãe e o outro é Paulinho. Circular pela sala de aula para ouvir as leituras e observar se já conseguem ler com desenvoltura ou precisam retomar algumas palavras.

3. Espera-se que os estudantes percebam que a mensagem de voz por aplicativo apresenta a identificação de quem a enviou, se estiver na lista de contatos. Se for uma mensagem de voz na caixa postal, é necessário que a pessoa deixe o nome (caso sua voz não seja conhecida pelo destinatário).

3 EM UMA MENSAGEM DE VOZ, A PESSOA PRECISA SE IDENTIFICAR?

4 PARA QUE A MENSAGEM SEJA COMPREENDIDA, COMO A PESSOA PRECISA FALAR?

Espera-se que os estudantes percebam que, para a mensagem ser compreendida, é preciso falar de modo claro, audível. O assunto também precisa ficar claro.

5 QUAL É A DIFERENÇA ENTRE MANDAR UMA MENSAGEM DE VOZ PARA UM AMIGO OU PARA UM ADULTO COMO O PROFESSOR, POR EXEMPLO?

Uma mensagem de voz para um amigo pode ser informal, ao passo que, para o professor, teria de ser mais formal.

PARA OS ESTUDANTES

• MUSEU DOS CORREIOS. Brasília, DF, c2025. Disponível em: https://www. correios.com.br/educa cao-e-cultura/museu -dos-correios. Acesso em: 20 ago. 2025.

• BALTSCHEIT, Martin. A história do leão que não sabia escrever São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.

6 COM UM COLEGA, ESCREVA, EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA, O QUE VOCÊS IMAGINAM QUE A MÃE DE PAULINHO FALOU NA MENSAGEM DE VOZ.

Produção pessoal.

• SIMULEM A GRAVAÇÃO DE UMA MENSAGEM DE VOZ COMO SE FOSSE UMA RESPOSTA DO MENINO.

Produção pessoal.

FIQUE LIGADO

• BALTSCHEIT, MARTIN. A HISTÓRIA DO LEÃO QUE NÃO SABIA ESCREVER. SÃO PAULO: WMF MARTINS FONTES, 2010. O LEÃO NUNCA SE IMPORTOU DE NÃO SABER ESCREVER, ATÉ O DIA EM QUE SE APAIXONOU. AÍ COMEÇA O PROBLEMA: COMO PODERIA ESCREVER MENSAGENS DE AMOR PARA SUA QUERIDA LEOA SEM A AJUDA DE ALGUÉM?

• GOMES, LENICE. A MENINA QUE BORDAVA BILHETES. SÃO PAULO: CORTEZ, 2017. EM UM PARQUE DE DIVERSÕES, A MENINA MARGARIDA OFERECIA BILHETES BORDADOS ÀS PESSOAS. SEUS DESENHOS REFLETIAM AS CORES, OS CHEIROS, OS SONS E A POESIA QUE SÓ A IMAGINAÇÃO PODE CRIAR.

• AHLBERG, JANET. O CARTEIRO CHEGOU. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2007.

CACHINHOS DOURADOS, LOBO MAU, A FAMÍLIA URSO E OUTRAS PERSONAGENS DOS CONTOS DE FADAS MANDAM E RECEBEM CARTAS E OUTRAS CORRESPONDÊNCIAS. QUANDO O CARTEIRO CHEGA, É UMA ALEGRIA. O QUE SERÁ QUE ELES ESCREVEM?

• MUSEU CORREIOS. C2025. DISPONÍVEL EM: https://www.correios.com.br/ educacao-e-cultura/museu-correios. ACESSO EM: 5 AGO. 2025.

LOCALIZADO EM BRASÍLIA (DF), O MUSEU GUARDA REGISTROS DE COMO ERA FEITA A COMUNICAÇÃO A DISTÂNCIA E A DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES ANTES DA CHEGADA DA TECNOLOGIA.

209

Nos itens da atividade 2, compartilhar as ideias de cada dupla para a mensagem da mãe e observar se a resposta enviada pelo filho foi coerente com o pedido ou comentário dela.

14/09/25 14:41

Na atividade 2a, comentar que, provavelmente, a mãe preferiu enviar a mensagem de voz porque assim ela poderia ser mais enfática e expressiva do que em uma mensagem de texto. Além disso, também pode ser que ela estivesse em alguma situação em que fosse mais fácil ou prático gravar um áudio do que escrever.

Verificar se eles percebem a função de uma mensagem em áudio. Retomar as hipóteses discutidas na atividade 4.

Na atividade 6, orientar os estudantes a escrever em uma folha de papel avulsa. Caso a escola tenha meios digitais disponíveis, pode-se fazer a gravação da simulação da mensagem com a ajuda e a orientação do professor.

• Reconhecer diferentes formas de comunicação e perceber como os sentidos (audição, olfato, tato, paladar e visão) contribuem para a compreensão do mundo.

• Desenvolver a atenção sons, cheiros, sabores e sensações táteis em situações de aprendizagem.

IDEIA PUXA IDEIA

• Identificar informações explícitas em texto jornalístico.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP10

• EF01LP19

• EF01CI01

• Relacionar experiência prática (jogo do “adivinhe o que é”) com o conteúdo lido, fortalecendo a compreensão leitora.

ENCAMINHAMENTO

Conversar com a turma sobre as várias formas de comunicação com o mundo. Destacar que também nos comunicamos e aprendemos com os cinco sentidos: audição, visão, tato, olfato e paladar. Mostrar como percebemos o ambiente de diferentes maneiras e valorizar exemplos trazidos pelas crianças. Este tema é interdisciplinar com o componente curricular Ciências

TEATRO NO ESCURO

HÁ VÁRIAS FORMAS DE SE

COMUNICAR COM O MUNDO, SEJA

USANDO A TECNOLOGIA, EM MENSAGENS DE ÁUDIO E TEXTO, OU MESMO COM A ARTE OU A CULINÁRIA. PARA ISSO, USAMOS NOSSOS SENTIDOS.

AO ESCUTAR MÚSICA, FAZEMOS USO DA AUDIÇÃO. AO OLHARMOS UM DESENHO OU UM QUADRO, USAMOS A VISÃO. QUANDO SENTIMOS O CHEIRO DO BOLO SAINDO DO FORNO, USAMOS O OLFATO. AO PROVARMOS O DOCE DO MORANGO, USAMOS O PALADAR E, QUANDO SENTIMOS O PELO MACIO DE ALGUM GATO, USAMOS O TATO.

Aproveitar para apresentar a notícia sobre o “ Teatro no escuro ”, explicando que, nesse tipo de espetáculo, a visão não é utilizada, e os outros sentidos ganham mais atenção.

Na atividade 1, orientar os estudantes a reler o trecho e identificar o que acontece de diferente na peça apresentada. Ajudá-los a perceber que a principal característica é o fato de ela ser realizada totalmente no escuro, reforçando a importância de atenção aos detalhes do texto.

AGORA, IMAGINE SÓ: UMA PEÇA DE TEATRO FEITA NO ESCURO, ONDE NINGUÉM VÊ NADA, E OS OUTROS SENTIDOS GANHAM MAIS ATENÇÃO.

LEIA A NOTÍCIA COM A AJUDA DO PROFESSOR.

ENXERGAR NADA.

[...] UMA OPORTUNIDADE PARA CRIANÇAS EXPERIENCIAREM NOVAS SENSAÇÕES, COMO IR A UMA PEÇA DE TEATRO E NÃO

TEATRO CEGO APRESENTA PEÇA NO ESCURO PARA CRIANÇAS DA GRANDE VITÓRIA

NO EVENTO, 1.440 CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 DE VIANA, CARIACICA, VILA VELHA, FUNDÃO, ARACRUZ E SERRA VÃO AGUÇAR AUDIÇÃO, OLFATO, TATO E ATÉ O PALADAR. O OBJETIVO É QUE ELAS POSSAM COMPREENDER A TRAMA DE MANEIRA LÚDICA, ÀS CEGAS.

A HISTÓRIA TEM INÍCIO COM O PÚBLICO SENDO CONVIDADO A PARTICIPAR DA FESTA DE ANIVERSÁRIO DE ESTELA, UMA MENINA COM DEFICIÊNCIA VISUAL,

Na atividade 2, conduzir uma conversa para que compreendam como é possível entender o que acontece na peça sem utilizar a visão. Incentivá-los a refletir sobre o papel dos outros sentidos — tato, audição, paladar e olfato — e pedir exemplos de situações do cotidiano em que cada um deles é usado.

Na atividade 3, propor a realização do jogo “Adivinha o que é?”. Organizar a turma em pequenos grupos e entregar a cada grupo um objeto ou alimento escolhido previamente. Orientá-los a tentar descobrir o que receberam sem utilizar a visão, explorando os outros sentidos. Em seguida, promover uma roda de conversa em que cada grupo relata suas descobertas e compartilha as sensações experimentadas. Relacionar a experiência com a leitura, mostrando que a proposta da peça de teatro no escuro é justamente estimular a atenção aos demais sentidos, o que amplia a forma de compreender o mundo.

1

2

INTERPRETADA POR UMA ATRIZ CEGA. AS CRIANÇAS ENTRAM COM AS LUZES ACESAS, NUM CENÁRIO DE FESTA DE ANIVERSÁRIO, SE ACOMODAM E O ESPETÁCULO TEM INÍCIO. EM DETERMINADO MOMENTO, ACABA A LUZ, E SOMENTE AS LUZES DAS VELAS DO BOLO ILUMINAM O LOCAL, ATÉ QUE UMA AMIGA DESASTRADA APAGA AS VELAS, E TODOS FICAM COMPLETAMENTE NO ESCURO, CONTOU O DIRETOR DA PEÇA, PAULO PALADO. COMO EM TODO ANIVERSÁRIO, CADA UMA DAS CRIANÇAS VAI RECEBER UM PEDAÇO DO BOLO DE ANIVERSÁRIO, MAS COM UMA MISSÃO: ADIVINHAR O SABOR. É UMA FORMA DE AGUÇAR O PALADAR, SEGUNDO PALADO. [...]

PARA OS ESTUDANTES

3

CAMIM, JULIA. TEATRO CEGO APRESENTA PEÇA NO ESCURO PARA CRIANÇAS DA GRANDE VITÓRIA. 2 maio 2025. DISPONÍVEL EM: https://www.folhavitoria.com.br/cultura/teatro-cegoapresenta-peca-no-escuro-para-criancas-da-grande-vitoria/. ACESSO EM: 26 JUL. 2025.

• FIDALGO, Lúcia. A menina que queria ver o mar. Rio de Janeiro: Manati, 2001. O livro aborda a deficiência visual e a descoberta do mundo por meio da imaginação e de outros sentidos, aproximando as crianças da realidade de quem percebe o mundo de forma diferente.

A peça é feita totalmente no escuro.

O QUE ACONTECE DE DIFERENTE NESSA PEÇA?

COMO SERÁ POSSÍVEL ENTENDER O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO PALCO?

ADIVINHA O QUE É?

AGORA VOCÊ VAI JOGAR. SIGA AS ORIENTAÇÕES.

Espera-se que os estudantes tenham percebido que não poderão “assistir” à peça, mas senti-la por meio dos outros quatro sentidos: tato, audição, paladar e olfato.

• ROCHA, Ruth. Todos os sentidos. São Paulo: Salamandra, 2012. O livro apresenta os cinco sentidos de maneira lúdica e acessível, ajudando os estudantes a compreender como eles funcionam no cotidiano.

• O DESAFIO DESSE JOGO É SE COMUNICAR COM OS COLEGAS, ASSIM COMO ACONTECE NA PEÇA, SEM USAR A VISÃO!

• FORMEM PEQUENOS GRUPOS COM OS COLEGAS. CADA GRUPO VAI RECEBER UM ITEM QUE O PROFESSOR VAI DAR. MAS ATENÇÃO: NÃO PODEM USAR OS OLHOS PARA DESCOBRIR O QUE É.

• TOQUEM, CHEIREM OU ESCUTEM COM ATENÇÃO. DEPOIS, CONTEM PARA OS OUTROS GRUPOS O QUE VOCÊS ACHAM QUE É.

14/09/25 14:42

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar o remetente de um bilhete, ou seja, quem escreveu o bilhete.

• Reconhecer as características do gênero textual bilhete.

• Inferir o assunto que deu origem ao bilhete.

• Identificar palavras que iniciam com as letras D e T.

• Escrever palavras iniciadas pela letra H.

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

Na atividade 1 (nível defasagem), avalia-se a habilidade de os estudantes identificarem a pessoa que escreveu o bilhete, verificando um elemento essencial que compõe o gênero textual. O bilhete é um texto que faz parte da vida cotidiana dos estudantes, por isso é importante que analisem como deve ser escrito e quais elementos devem aparecer de forma clara. Além do remetente, explore com a turma também o destinatário, a data em que foi escrito e a mensagem, elementos igualmente essenciais do texto estudado. Esse estudo possibilita que os estudantes tenham contato com a especificidade do gênero textual desde os anos iniciais, o que auxilia que consigam distinguir diferentes gêneros textuais em razão das formas composicionais deles.

Verifique se a turma compreende as partes que compõem o texto lido e que o remetente aparece sempre ao final do texto.

Na atividade 2 (nível intermediário), os estudantes

O QUE ESTUDEI

LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 5.

QUEM ESCREVEU ESSE TEXTO FOI:

DANILO, NÃO SEI O QUE ACONTECEU NO ZOOLÓGICO.

ALGUNS ANIMAIS SUMIRAM. ESTOU MUITO PREOCUPADO. FUI PROCURAR O SEGURANÇA PARA NOS AJUDAR. VOLTO JÁ!

TIAGO 10/5

UM DOS ANIMAIS. O SEGURANÇA.

DANILO. X TIAGO.

ESSE TEXTO É:

UMA CARTA. X UM BILHETE.

UMA MENSAGEM DE CELULAR. UM CARTÃO DE PRESENTES.

deverão identificar o gênero bilhete, analisando os elementos que compõem o texto lido. Explore o gênero com os estudantes, destacando as características dele: texto curto, presença de remetente (pessoa que escreve o bilhete) e de destinatário (pessoa que vai receber o bilhete), mensagem, despedida, assinatura e data. Caso haja estudantes que não consigam fazer essa identificação, isso pode ser um indicativo importante de déficit no desenvolvimento da competência leitora, pois não conseguem perceber que esse texto existe para comunicar/informar algo. Se possível, trabalhe outros exemplos de bilhetes para serem apresentados e ajudar no reconhecimento do gênero.

Por meio da atividade 3 (nível adequado), os estudantes deverão identificar o assunto do bilhete, ou seja, o que motivou a pessoa a escrevê-lo. Destaque que o bilhete é um texto fictício, que apresenta uma mensagem que foi criada para exemplificar o uso de bilhete no dia a dia. Ler o texto com os estudantes, analisando as informações que ele contém, a fim de que consigam identificar, entre as alternativas, a que identifica o assunto do bilhete. Caso haja estudantes que

O ASSUNTO QUE DEU ORIGEM AO TEXTO É:

X O SUMIÇO DOS ANIMAIS.

O SUMIÇO DO SEGURANÇA.

O FECHAMENTO DO ZOOLÓGICO.

A CHEGADA DE UM NOVO ANIMAL.

QUAIS PALAVRAS DO BILHETE INICIAM COM AS LETRAS D E T?

Danilo e Tiago.

• ESCREVA OUTROS DOIS NOMES DE PESSOAS INICIADOS COM D E OUTROS DOIS NOMES INICIADOS COM T.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Débora, Daniel, Diego, Daniele, Tatiane, Tomás, Túlio, Téo, Tereza, Talita, Teodoro.

POR QUE TIAGO ESCREVEU UM BILHETE PARA DANILO?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que Tiago deixou um

bilhete porque não encontrou o colega e precisava avisá-lo do ocorrido.

LEIA O BILHETE A SEGUIR. DEPOIS, REESCREVA O BILHETE SEPARANDO CADA PALAVRA. 3 4 5 6

ANTÔNIA, FUIPASSEARCOMMEUPAI.

ATÉMAISTARDE. ANDRÉ.

ANTÔNIA, FUI PASSEAR COM MEU PAI.

ATÉ MAIS TARDE.

ANDRÉ.

A atividade 5 (nível defasagem) avalia se os estudantes conseguem compreender o motivo pelo qual Tiago decidiu escrever um bilhete para o amigo. Promover uma conversa com os estudantes e permitir que exponham suas hipóteses. Caso algum deles não consiga responder, fazer perguntas como: Tiago e Danilo estavam juntos quando os animais desapareceram? Auxiliar a compreensão de que provavelmente não estavam e Tiago queria comunicar o fato ao colega e utilizou o recurso do bilhete para isso.

A atividade 6 (nível adequado) visa explorar o conhecimento adquirido pelos estudantes a respeito da segmentação de palavras em textos, por espaços em branco. Para isso, deverão ler o texto apresentado e identificar as palavras formadas, separando-as por espaços ao reescreverem o texto. Ficar atento se os estudantes conseguem identificar as palavras completas, se não faltam letras e/ ou sílabas. Caso isso ocorra, é possível que não consigam perceber que as palavras são unidades estruturadas e separadas por espaços, o que demonstra que não associam claramente fonemas às letras correspondentes e estão com dificuldades relativas à consciência fonológica e lexical.

14/09/25 14:42

não consigam fazer essa identificação, isso pode ser um indicativo importante de déficit no desenvolvimento da competência leitora e, para ajudar a solucionar essa dificuldade, é importante intensificar o estudo com atividades de leitura e compreensão textual. Para resolver a atividade 4, (nível defasagem), os estudantes deverão retomar a leitura do bilhete e identificar as letras iniciais de cada palavra, a fim de localizarem aquelas que iniciam com as letras D e T. Ler o bilhete com a turma, explorando com eles a letra inicial de cada palavra que compõe o texto. Em um segundo momento, eles devem demonstrar o conhecimento que têm acerca de palavras iniciadas com essas letras, escrevendo outros nomes com elas. Caso apresentem dificuldade, pedir que citem nomes de pessoas e analisar com a turma as letras iniciais de cada nome citado, anotando-os na lousa. Depois, solicitar que identifiquem quais nomes são iniciados por D ou T e escrevam no espaço indicado. Verificar se, ao escreverem as palavras, não trocam as letras D e T, visto que se trata de letras com sons parecidos (/t/ e /d/) indicando um déficit na consciência fonológica e na relação fonema-grafema.

INTRODUÇÃO À UNIDADE

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

• Ler e compreender texto, com a ajuda do professor, e localizar informações explícitas.

• Identificar a função social dos gêneros textuais cantiga e fábula.

• Desenvolver fluência em leitura oral e recitar cantiga em voz alta, observando rimas e sonoridade.

• Identificar elementos da narrativa, inferir o desfecho da história considerando seu desenvolvimento e transferir o aprendizado da fábula para o dia a dia.

• Reconhecer letras em sua forma cursiva, maiúscula e minúscula.

• Traçar letras em formato bastão.

• Identificar a função da cedilha sob a letra C em palavras.

• Ler e escrever corretamente palavras com os dígrafos RR e SS.

• Reconhecer os fonemas representados pelos dígrafos LH, CH e NH.

• (Re)conhecer palavras com GUE e GUI.

• Reconhecer e empregar palavras sinônimas e antônimas.

• Reconhecer o número de sílabas em palavras e relacionar as sílabas à representação escrita.

• Perceber a função dos sinais de pontuação na expressividade da leitura.

• Escrever espontaneamente frases mantendo as características da distribuição gráfica, o espaço entre as palavras e a pontuação.

• Planejar, produzir, revisar e editar fábulas com a ajuda dos colegas e do professor. O foco desta unidade são os gêneros textuais cantiga popular e fábula. O objetivo é

UNіDADE

4 CANTIGAS E FÁBULAS

QUEM TE ENSINOU A NADAR?

QUEM TE ENSINOU A NADAR?

CRIANÇAS BRINCANDO DE RODA EM COMUNIDADE URBANA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, NO ESTADO DE SÃO PAULO, EM 2015.

214

relacionar as práticas sociais do universo infantil às situações de aprendizagem, tornando o processo de aquisição da leitura e da escrita significativo.

Comum a todas as regiões do Brasil, as brincadeiras de roda são o ponto de partida para a abordagem das cantigas populares. O contato com textos que os estudantes já conhecem é uma forma de ajudá-los a construir novos saberes com base em brincadeiras infantis. As cantigas de roda fazem parte do folclore brasileiro e, além de seu valor como memória pessoal, familiar e social, constituem um recurso

valioso de aprendizagem pelas características formais do gênero, como repetição de palavras, ritmo, rimas e versos.

As fábulas — narrativas curtas em que as personagens são animais cujos comportamentos e personalidades encontram correspondência nas atitudes humanas — apresentam como uma de suas principais características a presença de um ensinamento, implícito ou explícito, ao fim da narrativa. Por meio da leitura de cantigas e fábulas apresentadas na unidade, os estudantes poderão reconhecer as características desse gênero, utilizar as

1 2

3

OBSERVE AS FOTOGRAFIAS. DE QUE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO?

ONDE ELAS ESTÃO BRINCANDO?

As crianças estão brincando de roda. Elas estão brincando ao ar livre, em uma comunidade urbana e em uma comunidade indígena.

VOCÊ CONHECE A CANTIGA QUE ACOMPANHA AS IMAGENS? JÁ CANTOU ESSA CANTIGA ALGUMA VEZ?

Respostas pessoais.

FOI, FOI, MARINHEIRO, FOI O PEIXINHO DO MAR.

BNCC

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP07

• EF12LP18

• EF15LP01

• EF15LP03

• EF15LP09

• EF15LP13

• EF15LP15

• EF15LP18

ENCAMINHAMENTO

FOI, FOI, MARINHEIRO, FOI O PEIXINHO DO MAR.

[QUEM TE ENSINOU A NADAR?].

[S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

CRIANÇAS XAVANTES BRINCANDO DE RODA EM COMUNIDADE INDÍGENA NO MUNICÍPIO DE GENERAL CARNEIRO, NO ESTADO DE MATO GROSSO, EM 2010.

habilidades de leitura para compreender a história, identificar o ensinamento e transferir o aprendizado para o dia a dia.

O desenvolvimento de conhecimentos alfabéticos e de produção escrita prossegue nesta unidade, em que os estudantes devem copiar trechos da fábula e escrever espontaneamente frases, mantendo as características da distribuição gráfica, o espaço entre as palavras e a pontuação, a fim de perceber a função dos sinais de pontuação na expressividade da leitura.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

14/09/25 12:59

• Localizar informações explícitas no texto.

• (Re)conhecer e identificar a função social de uma cantiga.

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, uma cantiga.

• Compreender expressões de acordo com o contexto da cantiga.

Conversar com os estudantes para saber se já participaram de brincadeiras de roda, se as cantigas fazem parte do dia a dia deles, quais cantigas conhecem, quem as ensinou, como aprenderam. Explorar as fotografias, pedindo a eles que as descrevam — o que abre espaço para a reflexão proposta na atividade 2. Chamar a atenção dos estudantes para a presença de uma pessoa idosa na segunda imagem e valorizar a importância de incluí-la na brincadeira. Na atividade 1, chamar a atenção deles para as diferenças entre as fotografias. Embora elas mostrem crianças de diferentes lugares, as duas fotografias retratam brincadeiras de roda. Explorar os ambientes e as roupas. Chamar a atenção também para o texto que acompanha as fotografias e, em seguida, ler com a turma as informações correspondentes a cada imagem e comentar que esse texto é chamado legenda. Na atividade 3, recomenda-se cantar essa cantiga com os estudantes e fazer uma roda para que eles ouçam a cantiga em sua prática social. Se possível, utilizar outros espaços da escola, como o pátio ou a quadra de esportes. Após a leitura, perguntar a eles se já conheciam essa cantiga. Verificar se a versão que conhecem é a mesma apresentada aqui. Como se trata de uma cantiga popular, pode haver variações. Se possível, apresentar diferentes versões em vídeo, como: PEIXINHOS do mar. Publicado por: Palavra Cantada. 10 nov. 2016. 1 vídeo (ca. 2 min). Disponível em: https://youtu.be/6zGsrmTrLvg. Acesso em: 27 ago. 2025.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar personagem principal em uma narrativa.

• Reconhecer palavras de sentido semelhante.

• Compreender informações explícitas no texto.

• Reconhecer palavras separando-as para compor o texto.

BNCC

• EF15LP15

• EF15LP16

• EF15LP18

• EF15LP03

• EF15LP01

• EF01LP02

• EF01LP12

• EF02LP01

• EF02LP10

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

A atividade 1 (nível defasagem) permite avaliar a capacidade de compreensão dos estudantes acerca das informações que a narrativa traz, se conseguem analisar os acontecimentos e identificar a personagem principal. Na história lida, eles deverão reconhecer que o cão é a única personagem, portanto é a principal.

O QUE JÁ SEI

ACOMPANHE A LEITURA DO TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 3.

O CÃO E O OSSO

UM DIA, UM CÃO IA ATRAVESSANDO UMA PONTE, CARREGANDO UM OSSO NA BOCA.

OLHANDO PARA BAIXO, VIU SUA PRÓPRIA IMAGEM REFLETIDA NA ÁGUA. PENSANDO VER

OUTRO CÃO, COBIÇOU-LHE

LOGO O OSSO E PÔS-SE A LATIR. MAL, PORÉM, ABRIU A BOCA, SEU PRÓPRIO OSSO CAIU

NA ÁGUA E SE PERDEU PARA SEMPRE. MAIS VALE UM PÁSSARO NA MÃO

QUE DOIS VOANDO.

A HISTÓRIA

COBIÇOU: DESEJOU MUITO PARA SI.

SÃO PAULO (ESTADO). SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. LER E ESCREVER: LIVRO DE TEXTOS DO ALUNO. 3. ED. SÃO PAULO: FDE, 2010. P. 138.

D) UM PEDAÇO DE OSSO. 1

LIDA TEM COMO PERSONAGEM PRINCIPAL:

A) UM RIO.

B) X UM CÃO.

C) UMA PONTE.

Com a atividade 3 (nível intermediário), pretende-se avaliar o quanto os estudantes sabem sobre palavras de sentido semelhante (sinônimas), conteúdo que será estudado nesta unidade. Perguntar a eles que palavra poderia ser usada no lugar de cão e explicar que precisa ser uma palavra usada também para nomear esse animal.

Por meio da atividade 4 (nível adequado), pode-se aferir o conhecimento dos estudantes acerca dos gêneros textuais digitais (textos utilizados em meios eletrônicos, como internet, smartphone, adaptados às novas tecnologias de comunicação). Caso algum estudante não identifique o texto como mensagem de celular/smartphone, promova a reflexão sobre o tipo de balão

A atividade 2 (nível intermediário) busca avaliar a capacidade de os estudantes localizarem informações explícitas do texto. Trata-se de uma habilidade importante no 1 o ano, em que os estudantes estão em processo de apropriação da leitura e precisam aprender a localizar informações diretamente no texto lido. Além da compreensão literal de que a personagem principal viu outro cão refletido na água ao atravessar a ponte, é importante proceder à interpretação do texto e destacar, caso os estudantes não tenham chegado a essa conclusão, que o cão viu a si mesmo refletido na água. Essa percepção dos estudantes deve ser valorizada, pois mostra que eles observaram o recurso narrativo da história: o reflexo confundido com outro cão, o equívoco, a cobiça e a perda do objeto valioso.

AO ATRAVESSAR UMA PONTE COM UM OSSO NA BOCA, O QUE ELE VIU NA ÁGUA?

A) X OUTRO CÃO

C) UM PATO

B) OUTRO GATO

D) A ÁGUA PASSANDO

NO TÍTULO, PODERÍAMOS SUBSTITUIR A PALAVRA CÃO , SEM

ALTERAR O SENTIDO DA HISTÓRIA, PELA PALAVRA:

A) BOCA.

C) PÁSSARO.

B) PONTE.

D) X CACHORRO.

O TEXTO SERVIRÁ PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 4 A 6.

LUIZACOMPREIOSEUBOLOFAVORITOVENHAMEVISITARBEIJOSTIAMÁRCIA

TIA MÁRCIA 4 5 6

QUE TIPO DE TEXTO É ESSE?

É uma mensagem de celular.

É POSSÍVEL LER A MENSAGEM COM CLAREZA? POR QUÊ?

Não. Porque as palavras estão unidas.

• SEPARE, COM UM TRAÇO, AS PALAVRAS DA MENSAGEM.

ESCREVA A SEGUIR O RECADO DA MENSAGEM APLICANDO OS ESPAÇOS.

LUIZA,

COMPREI O SEU BOLO FAVORITO. VENHA ME VISITAR.

BEIJOS!

15/09/25 17:43

de fala utilizado, favorecendo a compreensão. Além disso, esta atividade é uma oportunidade de avaliar a escrita de palavras pelos estudantes, verificando se as separam corretamente, sem trocas ou omissões de letras.

A atividade 5 (nível defasagem) permite verificar a habilidade dos estudantes de reconhecer a separação de palavras na escrita. Propõe-se iniciar a atividade com a separação de palavras primeiramente de forma oral. Os estudantes poderão levantar um dedo da mão ou bater palmas a cada palavra falada. Em seguida, deverão responder às questões, inserindo um traço colorido para separar cada palavra. Com esta atividade, espera-se que os estudantes reconheçam a importância dos espaços entre as palavras na escrita.

Na atividade 6 (nível intermediário), busca-se verificar a capacidade dos estudantes de escrever uma frase respeitando os espaços entre as palavras. Antes de os estudantes escreverem a frase, pedir a eles que leiam novamente a frase da mensagem dando ênfase à pronúncia de cada palavra.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas com relação ao texto a ser lido apoiando-se em seus conhecimentos prévios.

• Desenvolver habilidades de leitura ao acompanhar a leitura com o apoio do professor.

• Localizar informações explícitas no texto para responder às questões.

• Inferir informações implícitas no texto com base no sentido das palavras.

• Compreender expressões de acordo com o contexto da cantiga.

• (Re)conhecer a função da cantiga popular.

BNCC

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP12

• EF12LP07

TCT

• EF12LP19

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP15

• EF15LP18

• Multiculturalismo

ORGANIZE-SE

• Computador conectado à internet.

• Projetor de vídeo.

• Mapa do Brasil.

ENCAMINHAMENTO

Antes de propor as atividades, verificar os conhecimentos prévios que os estudantes têm sobre cantigas. Aproveitar para conversar sobre a função social das cantigas populares, o que abre espaço para o trabalho com a atividade 7, explicando que elas fortalecem a identidade cultural de um povo, são fáceis de memorizar e servem para transmitir valores, tradições e conhecimentos de geração em geração, de forma lúdica e acessível. As cantigas promovem a integração social,

CANTIGAS PARA BRINCAR capítulo 1

• QUE OUTRAS CANTIGAS VOCÊ CONHECE?

Resposta pessoal.

LEITURA 1

LEIA ESTA CANTIGA COM A AJUDA DO PROFESSOR.

MEU GALINHO

HÁ TRÊS NOITES QUE EU NÃO DURMO, O LÁ LÁ

POIS PERDI O MEU GALINHO, O LÁ LÁ

COITADINHO, O LÁ LÁ

POBREZINHO, O LÁ LÁ

SE PERDEU LÁ NO JARDIM

ELE É BRANCO E AMARELO, O LÁ LÁ

TEM A CRISTA VERMELHINHA, O LÁ LÁ

BATE AS ASAS, O LÁ LÁ

ABRE O BICO, O LÁ LÁ

ELE FAZ QUIRIQUIQUI

JÁ RODEI O MATO GROSSO, O LÁ LÁ

AMAZONAS E PARÁ, O LÁ LÁ ENCONTREI, O LÁ LÁ

MEU GALINHO, O LÁ LÁ NO SERTÃO DO CEARÁ.

MEU GALINHO. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

218

CRISTA: PEQUENO PEDAÇO DE CARNE VERMELHA NA CABEÇA DO GALO E DE OUTRAS AVES.

estimulam a memória e a linguagem e também ajudam a preservar a história e a língua de uma comunidade. Muitas vezes elas acompanham rituais coletivos marcando ritmos, como o plantio e as colheitas, reforçando os laços comunitários, e brincadeiras, como as de roda ou de corda. É possível explorar nesse momento (ou após a realização das atividades), a importância da preservação dessa cultura. Explicar que o termo popular designa uma produção que tem origem na cultura popular, que as pessoas conhecem, mas não se sabe quem é o autor. Se considerar oportuno, exibir os vídeos que abordam as cantigas como elementos de preservação da cultura quilombola. EDUCAÇÃO que mantém viva a memória cultural dos quilombos. Publicado por: TVE Espírito Santo, 12 nov. 2021. 1 vídeo (3 min). Disponível em: https://youtu.be/3S9YpN_QaYk?i=Y9sOmnWlvQVWxHHr. Acesso em: 28 ago. 2025; BEM-ME-QUER: cantiga de roda: comunidade quilombola; série Auê: 1ª temporada. Publicado por: Canal Parabolé. 4 abr. 2019. 1 vídeo (2 min). Disponível em: https://youtu.be/CNZPef5S_QQ?si=22YOJCp-pwXlRHii. Acesso em: 28 ago. 2025. Após a exibição, promover uma roda de conversa, com a turma sentada em círculo, para que expressem suas

1

2

3

4

CONTORNE NA CANTIGA OS TRECHOS REPETIDOS NOS FINAIS DOS VERSOS.

• POR QUE A CANTIGA APRESENTA ESSA REPETIÇÃO?

Espera-se que os estudantes percebam que essa repetição confere ritmo à cantiga.

DESENHE E PINTE COMO VOCÊ IMAGINA SER O GALINHO.

Produção pessoal. Os estudantes devem pintar de acordo com a descrição do texto: branco, amarelo, com a crista vermelhinha.

5

6

7

O QUE ACONTECEU COM O GALINHO?

Ele se perdeu no jardim.

COMO SEU DONO SE SENTIU?

Seu dono ficou triste e preocupado com o galinho.

• ESCREVA QUAIS PALAVRAS INDICAM ESSE SENTIMENTO.

Coitadinho e pobrezinho.

ONDE O GALINHO FOI ENCONTRADO?

O galinho foi encontrado no Ceará.

POR ONDE O DONO DO GALINHO PASSOU?

O dono dele passou por Mato Grosso, Amazonas e Pará até chegar ao Ceará.

PARA QUE SERVEM AS CANTIGAS?

Espera-se que os estudantes mencionem que as cantigas servem para cantar enquanto brincam, como durante as brincadeiras de roda, ou para pular corda.

é um momento importante para que possam expressar seus pensamentos de maneira coerente e sejam capazes de inferir a tristeza do dono do galinho por tê-lo perdido, como é trabalhado na atividade 4 , desenvolvendo a capacidade de compreensão por meio da inferência, a fim de que apreendam o sentido do trecho “Há três noites que eu não durmo” como sinal de preocupação e tristeza. Na atividade 3, solicitar aos estudantes que apontem no texto o verso que mostra o ocorrido (o último verso da primeira estrofe). Na atividade 4, se achar necessário, pedir aos estudantes que copiem as palavras que evidenciam o sentimento de tristeza: coitadinho e pobrezinho Questioná-los sobre o significado dessas palavras: o que significam? Elas têm sentido semelhante? Solicitar que indiquem palavras de sentido oposto (como sortudo, feliz, alegre). Explorar também o aspecto afetivo dos diminutivos galinho e [crista] vermelhinha.

As atividades 5 e 6 podem ser desenvolvidas em interdisciplinaridade com Ciências Humanas, mostrando à turma o mapa do Brasil e apontando os lugares mencionados no texto. Perguntar: “O dono rodou muito ou pouco para encontrar o galinho?”. Espera-se que os estudantes concluam que ele rodou bastante para encontrar seu galinho.

14/09/25 12:59

impressões, se sabem o que significa quilombo e se conhecem outros aspectos da cultura quilombola. No boxe Conexão, há uma indicação com sugestões para trabalhar o tema em sala de aula. Fazer a leitura de um verso por vez e solicitar aos estudantes que repitam em seguida. Observar se acompanham as palavras com o dedo ou com os olhos. É importante promover a realização de leituras com diferentes estratégias para favorecer a progressão da leitura independente. Ao final da leitura, se possível, propor a audição da cantiga e incentivar os estudantes a acompanhar a letra enquanto ouvem a canção. (MEU galinho. Publicado por: Palavra Cantada. 19 nov. 2016. 1 vídeo (ca. 1 min). Disponível em: https://youtu.be/TZ3bkAEYB-g. Acesso em: 28 ago. 2025.).

Além da fluência em leitura oral, é importante que os estudantes compreendam o texto e localizem informações explícitas nele, como propõe a atividade 1. Chamar a atenção dos estudantes para o título da cantiga. A atividade 2 depende dessa compreensão, baseada na identificação de características do galinho, para que os estudantes possam produzir o desenho do animal. Em seguida, reconstruir com os estudantes a ordem dos acontecimentos relatados na cantiga. Esse

A atividade 7 trabalha a função social das cantigas populares, abordada no início.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• BREIM, Ana Claudia; BREIM, Mariana. Cantigas, adivinhas e outros versos. São Paulo: Melhoramentos, 2012. v. 1-2.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Reconhecer letras e identificar palavras.

• Reconhecer letras em palavras e/ou em pequenos textos.

• Identificar os sons de cada uma das letras.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP13

TCT

• Multiculturalismo.

ORGANIZE-SE

• Revistas, folhetos e jornais em que apareçam palavras com as letras K, W e Y.

• Tesoura de pontas arredondadas.

• Cola.

• Mapa-múndi.

• Computador conectado à internet.

• Projetor de vídeo.

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, os nomes das letras apresentadas nas pautas caligráficas –cá, dáblio e ípsilon. Solicitar que repitam esses nomes, a fim de praticar a pronúncia dos sons que essas letras representam. Mostrar cada uma

DE OLHO NAS LETRAS

LETRAS K, W E Y

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

K k KART K k

K

2

LEIA ESTES VERSOS DO POEMA.

K K K

TEM ALGUM BICHO COM A LETRA K?

CORRE KIWI, FUGINDO DO GATO, PRA CASA DA EMA

GUIMARÃES, TELMA. BICHODÁRIO SÃO PAULO: FTD, 2016. P. 19.

KIWI

• VOCÊ CONHECE OUTRAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA K? ESCREVA DUAS PALAVRAS COMO SOUBER.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: karaoke, kit, ketchup, Kelvin.

• NO TEXTO, QUAL PALAVRA COMEÇA COM A LETRA K ? ESCREVA.

Kiwi.

das letras e nomeá-las: letra de imprensa (maiúscula e minúscula) e letra cursiva (maiúscula e minúscula).

Sugere-se realizar, após as atividades 1 e 3, de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com as letras K e W, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir como proposta avaliativa do progresso dos estudantes. Na atividade 2, explorar o som que a letra K representa no início de palavras. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /k/. Pedir aos estudantes que citem outras palavras que comecem com o mesmo som e listá-las na lousa. No trabalho com a compreensão do texto, levantar o que a turma sabe sobre o animal kiwi. Essa exploração pode ser feita interdisciplinarmente com Ciências da Natureza e Geografia, mostrando no mapa-múndi onde fica a Nova Zelândia.

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

WINDSURFE

LEIA O TRECHO DO POEMA.

JÁ NO W TEM O WASABI QUE É RUIM DE ENCONTRAR, ENTÃO, USA-SE RAIZ-FORTE PARA O SUSHI TEMPERAR.

NEWAFRICA/SHUTTERSTOCK.COM

OBEID, CÉSAR. ABECEDÁRIO DE AROMAS: COZINHANDO COM TEMPERO E POESIA. SÃO PAULO: EDITORA DO BRASIL, 2017. P. 55.

• VOCÊ CONHECE OUTRAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM W? ESCREVA DUAS PALAVRAS COMO SOUBER.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Wilma, Wagner, wi-fi, waffle

PINTE NO QUADRO O NOME DO TEMPERO. 5

Os estudantes devem pintar a palavra wasabi

WASABI

WILLIAM WESLEY WANDA

Explicar que o kiwi é um bichinho bem especial que vive na Nova Zelândia, um país bem longe daqui, onde moram muitos animais que só existem lá. Ele parece um passarinho, mas não voa, é pequeno, fofinho e costuma andar devagar, principalmente à noite, caçando minhocas e insetos. O kiwi é tão importante para a Nova Zelândia que as pessoas de lá até se chamam de “kiwis”! E o bichinho virou um símbolo do país.

17/09/25 16:10

com uma raiz que nasce perto dos rios no Japão, também conhecida como raiz-forte, que tem um sabor muito forte e picante, e geralmente vem em forma de pasta verde, que acompanha o sushi. Pode-se aproveitar para apresentar outro animal que vive na Austrália, o wombat. Se possível, apresentar imagens do animal e explicar que é um animalzinho peludo e baixinho, muito tranquilo, que se alimenta de plantas, principalmente à noite, carrega seus filhotes em uma bolsa na barriga, como os cangurus e os coalas, e adora cavar, vivendo em tocas que são verdadeiros túneis subterrâneos.

Na atividade 3, antes de propor que tracem a letra, explorar a imagem e ler o nome do esporte que está sendo praticado, windsurfe. Nas atividades 4 e 5, explorar o som que a letra W representa no início de palavras. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /u/ na palavra wasabi. Mencionar que a letra W, além do som /u/, também representa o som /v/, como em Wagner. É possível trabalhar os sons que essa letra representa comparando com outras palavras, para isso, incentivar a turma a citar palavras com o mesmo som e listá-las separadamente, de acordo com o som /u/ ou /v/. Em seguida, explorar a compreensão do texto com os estudantes. Explicar que wasabi é uma palavra japonesa que designa um tempero feito

ENCAMINHAMENTO

Sugere-se realizar, após a atividade 6, uma revisão das vogais em combinação com a letra Y, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir de proposta avaliativa do progresso dos estudantes.

Nas atividades 7 e 8, explorar o som que a letra Y representa no início de palavras. Promover uma releitura do texto, marcando com a turma a pronúncia do som /y/ na palavra ylang-ylang Mencionar que a letra Y representa o som /i/ como em Yara e Yasmim.

Para a atividade 9, é interessante reorganizar a turma juntando algumas mesas para facilitar o compartilhamento dos materiais e também incentivar a troca entre os estudantes. Disponibilizar revistas, folhetos e jornais para que busquem as palavras conforme solicitado. Quando tiverem concluído, pedir que leiam em voz alta as palavras que colaram. Comentar os sons das letras iniciais e verificar se surgiu o W com som /v/. Caso não tenha aparecido, escrever alguns nomes na lousa para que percebam outros sons da letra W. Depois de realizadas as atividades do livro, formar duplas de estudantes e propor que escrevam frases utilizando as palavras que pesquisaram na atividade 10. Verificar se empregaram corretamente as letras K, W e Y e se usaram o ponto-final para encerrar as frases.

ATIVIDADES

O trabalho com as letras Y, K e W permite a exploração de um tema transversal relacionado ao Multiculturalismo, explorando os nomes das etnias indígenas brasileiras. Por exemplo, o etnônimo Yanomami, que designa uma

6

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

YAKISOBA

LEIA O TRECHO DO POEMA. COM Y NÃO TEM TEMPERO O QUE É QUE EU VOU FAZER? EU ENCONTRO O YLANG-YLANG, QUE SEU CHEIRO É UM PRAZER.

OBEID, CÉSAR. ABECEDÁRIO DE AROMAS: COZINHANDO COM TEMPERO E POESIA. SÃO PAULO: EDITORA DO BRASIL, 2017. P. 58.

• VOCÊ CONHECE OUTRAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM Y ? ESCREVA DUAS PALAVRAS COMO SOUBER.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: yoga, Yasmin, Yuri.

8

PINTE NO QUADRO OS NOMES DE PESSOAS. 7

Os estudantes devem pintar os nomes Yan, Ygor e Yara.

YAN YARA YLANG-YLANG YGOR

etnia que vive no norte da Amazônia, em um território situado no Brasil e na Venezuela. O nome Yanomami significa “seres humanos”, uma expressão que se opõe a duas categorias: yaro, que designa os animais de caça, e yai, que designa os seres invisíveis ou que não têm nome. Os nomes de muitas etnias são escritos com K e W, por exemplo: Kaiapó, povo indígena do Pará e de Mato Grosso; Krahô, povo indígena do Tocantins; Kaxinawá, povo indígena do Acre; Waimiri-Atroari, povo indígena do Amazonas; Wapichana/Wapixana, povo indígena de Roraima, ao qual pertence a advogada e deputada Joenia Wapichana. Pode-se realizar um trabalho interdisciplinar com Geografia e História, explorando imagens desses povos indígenas, mostrando no mapa onde ficam seus territórios e apresentando vídeos de crianças dessas etnias. O site Mirim Povos Indígenas dispõe de mapas, fotografias e vídeos que podem ser explorados com os estudantes.

POVOS INDÍGENAS NO BRASIL MIRIM. Brasília, DF: ISA, c2025. Disponível em: https://mirim. org/pt-br. Acesso em: 28 ago. 2025.

PROCURE EM REVISTAS, FOLHETOS E JORNAIS PALAVRAS INICIADAS COM AS LETRAS K, W E Y. DEPOIS, COLE AS PALAVRAS NO QUADRO. 9 Produção pessoal.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• MACHADO, Nílson José. Bichionário. Ilustrações: Dulce Osinski. 6. ed. São Paulo: Escritinha, 2023. Esse livro é um convite para que leitores iniciantes explorem o alfabeto por meio do jogo das palavras e da brincadeira com rimas, incluindo na edição atualizada as letras K, W e Y.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Yuri, yoga, Yanomami. 10

AGORA, ESCREVA COMO SOUBER OUTRAS PALAVRAS QUE VOCÊ CONHEÇA.

• PALAVRAS COM K

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: karaoke, Karina, Kamila.

• PALAVRAS COM W

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Wanda, web, Walter.

• PALAVRAS COM Y

14/09/25 12:59

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• SANTOMAURO, Beatriz. As letras K, W e Y são consideradas consoantes ou vogais? Nova Escola, 1o jun. 2009. Disponível em: https://novaescola. org.br/conteudo/193/ as-letras-k-w-e-ysao-consideradasconsoantes-ou-vogais. Acesso em: 28 ago. 2025.

• Observar imagens e identificar as letras iniciais das palavras referentes a elas.

• Comparar palavras e identificar as diferenças entre os sons das letras K, W e Y.

• Observar e comparar escritas de palavras.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Distinguir letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

• Escrever frase mantendo o espaço entre as palavras e a pontuação.

• Identificar e compreender a função do ponto-final na frase e no texto.

• Reconhecer o uso de ponto-final em trecho de cantiga.

• Perceber a função dos sinais de pontuação na expressividade da leitura.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP07

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP14

• EF12LP01

• EF12LP02

• EF12LP03

• EF12LP08

PALAVRAS EM AÇÃO

PALAVRAS COM K, W E Y

VOCÊ CONHECE ESTES ANIMAIS? SERÁ QUE ELES TAMBÉM PODEM APARECER EM CANTIGAS?

Respostas pessoais.

• AGORA, LEIA AS INFORMAÇÕES SOBRE CADA ANIMAL E CONTORNE AS PALAVRAS QUE O PROFESSOR VAI FALAR. 1

ENCAMINHAMENTO

O PEIXE KINGUIO É BASTANTE CONHECIDO COMO PEIXINHO-DOURADO.

YAK, CONHECIDO NA LÍNGUA PORTUGUESA COMO IAQUE, É PARECIDO COM O BOI.

ESSE ANIMAL PERTENCE À FAMÍLIA DO CANGURU E SE CHAMA WALLABY .

Antes de iniciar as atividades de palavras com K, W e Y, recomenda-se retomar com os estudantes o alfabeto e relembrar que o alfabeto da língua portuguesa é composto de 26 letras. Comentar que existem muitos nomes de pessoas iniciados com as letras K, W e Y (Karina, William, Yasmin), palavras estrangeiras (kart) e símbolos como km e kg, utilizados para representar as palavras quilômetro e quilograma

Antes de encaminhar as atividades de uso da pontuação e ponto-final, explorar o que sabem a respeito do sinal de pontuação em questão: como é chamado o ponto e em que situação é utilizado? Na atividade 1, propor aos estudantes que observem as imagens dos animais e leiam o nome de cada um deles. Promover um momento de leitura em voz alta e orientá-los a contornar as palavras conforme são citadas pelo professor. Observar se os estudantes leem as legendas com autonomia, associando-as às fotografias que elas acompanham. Ao final, enfatizar que yak

QUAL É O NOME DESTA FRUTA?

• AGORA, ESCREVA UMA FRASE COM O NOME DESSA FRUTA.

Resposta pessoal. Sugestão de resposta: Eu gosto de kiwi!

USO DA PONTUAÇÃO • PONTO-FINAL

FAÇA A LEITURA SILENCIOSA DO TRECHO DA CANTIGA.

OI, MARINHEIRO, MARINHEIRO, MARINHEIRO SÓ

QUEM TE ENSINOU A NAVEGAR?

MARINHEIRO SÓ

FOI O BALANÇO DO NAVIO, MARINHEIRO SÓ.

FOI O BALANÇO DO MAR, MARINHEIRO SÓ.

B) PARA QUE SERVE ESSE SINAL? 1 2 .

[MARINHEIRO SÓ]. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

PINTE DE AMARELO O SINAL NA CANTIGA.

A) QUANTAS VEZES ESSE SINAL APARECE NO TRECHO?

Quatro vezes.

Para finalizar uma ideia, marcar o final de uma frase.

14/09/25 12:59 e iaque têm a mesma pronúncia e as duas escritas são corretas. Chamar a atenção para o som que a letra K representa no final da palavra yak.

Na atividade 2, verificar se os estudantes sabem o nome da fruta indicada na imagem. Caso não a conheçam, contar a eles e verificar se notam que o nome é o mesmo da ave citada no início do capítulo. Comentar que a fruta, de origem chinesa, recebeu esse nome porque tem a casca marrom e peludinha, que lembra a plumagem da ave. Chamar a atenção para o fonema da letra W no meio da palavra.

Na atividade 1 da seção Uso da pontuação, verificar se os estudantes conseguem distinguir as letras do alfabeto dos sinais de pontuação. Na atividade 2a, chamar a atenção dos estudantes para o que é narrado em cada frase ou período.

Na atividade 2b, explorar todas as hipóteses a respeito da função do ponto-final nos textos. Pedir que peguem alguns livros na biblioteca e observem onde esse sinal aparece.

ENCAMINHAMENTO

A atividade 3 pode ser realizada em duplas, para que os estudantes se ajudem na escrita das frases. Aproveitar para avaliar a capacidade de cada um de compreender as imagens da atividade e efetuar a prática de escrita de frases. Se necessário, auxiliar os estudantes perguntando a eles o que está acontecendo em cada cena e apoiando a descrição.

Pedir às duplas que leiam em voz alta as frases que escreveram. Escrever algumas na lousa e discutir as diferenças entre elas. Propor questões: “Podemos escrever sobre o mesmo fato de um jeito diferente?”; “Existem palavras diferentes com o mesmo significado?”; “A quantidade de palavras é a mesma nas frases que se relacionam com a mesma imagem?”; “O sentido da frase mudou?”; “Quais frases têm alguma palavra que vocês não conheciam?”. Verificar se todos utilizaram o ponto-final.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• LIMA, Claudia Novaes. Fazendo uso da pontuação. Nova Escola. Disponível em: https:// novaescola.org.br/ planos-de-aula/funda mental/1ano/linguaportuguesa/fazendouso-da-pontuacao/3949. Acesso em: 26 set. 2025.

3

O SINAL QUE VOCÊ OBSERVOU NAS ATIVIDADES É CHAMADO PONTO-FINAL ELE É USADO NA ESCRITA PARA ENCERRAR UMA FRASE.

OBSERVE AS ILUSTRAÇÕES E COMPLETE AS FRASES DE ACORDO COM AS CENAS, USANDO O PONTO FINAL.

A) O MENINO Resposta pessoal.

Sugestão de resposta: ganhou a competição.

B) AS CRIANÇAS

Resposta pessoal.

Sugestão de resposta: decidiram tocar juntas.

C) OS ESTUDANTES

Resposta pessoal.

Sugestão de resposta: estão estudando.

D) NOSSA PROFESSORA

Resposta pessoal. Sugestão de resposta: conta histórias no fim da aula.

1

LEITURA 2

• VOCÊ SABE O QUE É FIAR? JÁ VIU UMA PESSOA FIAR?

Respostas pessoais.

LEIA E CANTE ESTE TRECHO DA CANTIGA COM O PROFESSOR.

EXPECTATIVAS DE

A VELHA A FIAR

ESTAVA A VELHA EM SEU LUGAR

VEIO A MOSCA LHE FAZER MAL

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR

ESTAVA A MOSCA EM SEU LUGAR

VEIO A ARANHA LHE FAZER MAL

A ARANHA NA MOSCA

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR

ESTAVA A ARANHA EM SEU LUGAR

VEIO O RATO LHE FAZER MAL

O RATO NA ARANHA

A ARANHA NA MOSCA

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR.

A VELHA A FIAR. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

FIAR: TRANÇAR FIOS DE UM TECIDO COM UM EQUIPAMENTO CHAMADO ROCA.

• Levantar hipóteses sobre o significado da palavra fiar no título do texto com base em conhecimentos prévios.

• Localizar informações explícitas no texto lido.

• Reconhecer versos e estrofes.

• Compreender o sentido do texto e inferir respostas de acordo com o que foi lido.

• Identificar elementos característicos do gênero cantiga de repetição.

BNCC

• EF01LP04

• EF01LP16

• EF01LP18

• EF01LP19

• EF12LP07

• EF12LP19

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

Para verificar se os estudantes compreenderam o significado de fiar , pedir que observem a ilustração que acompanha a cantiga e perguntar o que a senhora está fazendo. A atividade permite tanto explorar a compreensão de texto por meio de análise de imagem, relacionando-a ao texto, como também o desenvolvimento de vocabulário, explorando o significado de fiar.

Na atividade 1, propor que leiam a cantiga, dando aos estudantes apoio enquanto desenvolvem a fluência em leitura oral. Observar como eles fazem essa leitura e se eles conseguem acompanhar as palavras escritas. Se julgar relevante, exibir o vídeo da cantiga para que escutem enquanto leem o texto: A VELHA a fiar. Publicado por: Tiquequê. 3 maio 2017. 1 vídeo (ca. 3 min). Disponível em: https:// www.youtube.com/watch? v=DyEq-BL32tY. Acesso em: 28 ago. 2025.

Recomenda-se explorar a leitura com diferentes estratégias, como uma leitura conjunta, em que os estudantes repetem em voz alta após a leitura professor, ou uma leitura em grupo, em que cada estudante lê um verso, por exemplo.

• EF15LP04

• EF15LP18

• EF15LP19

Após a primeira leitura, pode-se solicitar aos estudantes que registrem as palavras que se repetem e explorar as que terminam com o mesmo som. Ressaltar que essa é uma das características das cantigas: apresentar versos, trechos ou palavras repetidas para dar ritmo ao texto, assim como é comum a presença de vários versos com palavras com o mesmo som final. É fundamental trabalhar a compreensão do texto. Por isso, recomenda-se perguntar, ao final da leitura, quem são as personagens que aparecem na cantiga. Espera-se que notem que

as personagens são a velha, a mosca, a aranha e o rato. Pedir a eles que expliquem o que essas personagens estão fazendo (a velha está fiando e cada animal aparece para atrapalhar a velha e o animal anterior, exceto a mosca, que atrapalha apenas a velha).

Na atividade 2, se considerar produtivo, é possível observar os efeitos de sentido da expressão “fazer mal”, pois é ela que, no texto, é usada como sinônimo de atrapalhar. Perguntar aos estudantes de que maneira uma mosca pode fazer mal a um humano. Nesse ponto, é possível que os estudantes infiram que a velha não se incomodou com a mosca. Em seguida, perguntar de que maneira uma aranha pode fazer mal a uma mosca, ou um rato a uma aranha. Se houver disponibilidade, é possível desenvolver alguns conhecimentos sobre cadeia alimentar, em interdisciplinaridade com Ciências da Natureza, comentando que algumas espécies de aranhas podem se alimentar de moscas.

A atividade 3, que trabalha a recuperação de informação explícita no texto, pode ser ampliada com base na audição da cantiga completa.

Na atividade 4, é possível desenvolver noções de números ao explorar a contagem de estrofes no texto. Na atividade 5 , espera-se que os estudantes percebam que o número de versos aumenta a cada nova estrofe, com um efeito cumulativo que dita o ritmo da cantiga.

Na atividade 6, espera-se que os estudantes percebam que vão surgindo novos animais cada vez maiores, e que sejam capazes de citar outros animais que podem entrar na cantiga, seguindo o tamanho crescente dos animais, de modo que cada um pode “engolir” o outro que está atrapalhando a velha.

2 3

QUAL FOI O PRIMEIRO ANIMAL QUE APARECEU PARA ATRAPALHAR?

ARANHA RATO X MOSCA

DÊ SEQUÊNCIA À CANTIGA ESCREVENDO QUEM ATRAPALHOU QUEM.

VELHA ARANHA RATO MOSCA

UM CONJUNTO DE VERSOS RECEBE O NOME DE ESTROFE.

4 5

6

QUANTAS ESTROFES APARECEM NA CANTIGA? 3

ESCREVA O NÚMERO DE VERSOS DE CADA ESTROFE.

PRIMEIRA ESTROFE 3

SEGUNDA ESTROFE 4

TERCEIRA ESTROFE 5

EXPLIQUE POR QUE O NÚMERO DE VERSOS AUMENTA EM CADA ESTROFE

Espera-se que os estudantes relacionem o aumento do número de versos ao aparecimento de um novo animal.

• QUEM AINDA PODE APARECER PARA ATRAPALHAR O TRABALHO DA VELHA? EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA, FAÇA UM DESENHO PARA MOSTRAR AOS COLEGAS.

Produção pessoal.

A atividade abre espaço para uma brincadeira de improvisação e memorização em que os estudantes, em roda, vão acrescentando um animal à cantiga e repetem os versos anteriores. Ao final, retomar a acumulação como um aspecto que incentiva a memorização ao mesmo tempo que diverte o leitor. Explicar que, muitas vezes, alguém esquece um trecho e a diversão recomeça para ver quem consegue cantar tudo até o final. Pode-se propor a cada estudante que desenhe o animal que acrescentou à canção nessa brincadeira.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• MARQUES, E; PITTIER, M.; SZTOK, F. Ei, ei, ei, Vanderlei. São Paulo: Melhoramentos, 2011. (Histórias que cantam).

DE OLHO NAS LETRAS

PALAVRAS COM Ç

1

CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO A LETRA.

2

LEIA O TRECHO DE UMA PARLENDA.

LENCINHO NA MÃO

CAIU NO CHÃO. MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO.

[LENCINHO NA MÃO]. [S. L.: S. N.], [19--]. PARLENDA POPULAR.

• AGORA, ESCREVA UMA PALAVRA QUE TENHA Ç . Resposta pessoal. Sugestões de resposta: maçã, açude, caçula, paçoca.

3

PINTE DA MESMA COR AS FORMAS DIFERENTES DE GRAFAR A MESMA PALAVRA.

LAÇO moça

DOÇURA doçura moça laço

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Traçar letras.

• (Re)conhecer as letras nas diferentes formas: de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Identificar e compreender a função do Ç em palavras.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP03

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP07

ENCAMINHAMENTO

— cê-cedilha. Não é necessário explicar o nome nem a função sonora da adição do sinal diacrítico cedilha à letra C. O importante é solicitar que, após a leitura do professor, os estudantes repitam esse nome, a fim de praticar a pronúncia do som /s/ que essa letra representa.

Sugere-se realizar, após a atividade 1 de escrita de traçado, uma revisão das vogais em combinação com Ç, com a finalidade de ampliar o leque de palavras utilizadas nas atividades e desenvolver o vocabulário dos estudantes, além de servir de proposta avaliativa do progresso dos estudantes. Para isso, levantar outras palavras que eles queiram saber como são escritas ou que façam parte do dia a dia deles.

Na atividade 2 , é importante que os estudantes percebam que o Ç não vem antes do E nem do I. Explorar o som representado nas palavras do poema: moça , coração , pronunciando-as em voz alta e dando ênfase ao Ç. Recomenda-se apresentar outras palavras em que esse mesmo trabalho de pronúncia pode ser feito com Ç (como calça, calçada, aço, taça, terço, maço).

14/09/25 12:59

• EF01LP10

• EF01LP11

Antes de iniciar as atividades desta seção, ler em voz alta, com os estudantes, o nome da letra apresentada na pauta caligráfica

Na atividade 3 , comentar que o C, quando recebe o sinal cedilha, representa o som /s/ e ele aparece antes das vogais A, O, U (ÇA, ÇO, ÇU). É possível que os estudantes notem, no poema, que a palavra lencinho tem o mesmo som /s/ representado na sílaba CI. Com base no uso de Ç diante de algumas vogais, perguntar aos estudantes por que essa palavra não é escrita com Ç, mas sua forma radical lenço é. Espera-se que eles notem que, em lenço, o Ç vem antes de O; em lencinho, vem antes de I e, por isso, não requer o sinal da cedilha.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Identificar e compreender a função de Ç em palavras.

• Relacionar os fonemas à representação escrita.

• Relacionar as sílabas à representação escrita.

• Distinguir letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

BNCC

• EF01LP02

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• EF01LP05

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• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP10

• EF01LP11

• EF01LP12

• EF12LP01

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 1, é importante ler em voz alta as palavras da atividade, a fim de que os estudantes observem as diferentes pronúncias. Recomenda-se realizar uma leitura compartilhada, em que o professor lê as palavras e eles repetem juntos em voz alta. É essencial verificar se conseguiram identificar a diferença entre o som das sílabas finais das palavras e também se sabem a diferença de significado de cada uma. Espera-se que eles identifiquem que o uso de cê-cedilha alterou as palavras, mudando também o significado delas. Na atividade 1c, se considerar adequado, explicar que, ao pronunciarmos as duas palavras, não somente o som da sílaba final foi modificado: em coco, o som final /k/ é representado pela letra C; em coço, o som final /s/ é representado por Ç. Chamar a atenção dos estudantes também para a mudança dos sons das

PALAVRAS EM AÇÃO

PALAVRAS COM Ç

c) Não. Os estudantes devem perceber que, na palavra coco, a letra c representa o som /k/ nas duas ocorrências e, na palavra coço, a letra c representa o som /k/ e o ç representa o som /s/.

LEIA AS PALAVRAS E OBSERVE AS IMAGENS. 1

COCO COÇO

A) EXPLIQUE O SIGNIFICADO DE CADA PALAVRA.

Espera-se que os estudantes percebam que coco é uma fruta e coço é uma

ação, o ato de coçar.

B) AS PALAVRAS SÃO FORMADAS PELAS MESMAS LETRAS? EXPLIQUE.

Sim, as palavras possuem a mesma grafia, exceto pelo ç

C) O SOM DESSAS PALAVRAS É SEMELHANTE?

D) NA ESCRITA, O QUE DIFERENCIA AS LETRAS C E Ç?

Espera-se que os estudantes observem o sinal que aparece abaixo da letra c , a cedilha.

2

ESCREVA DUAS PALAVRAS COM Ç .

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: cadarço, açúcar, caroço, calça.

vogais: coco tem som /o/ fechado, coço tem som /o/ aberto. Na atividade 1d, espera-se que os estudantes observem o sinal que aparece embaixo da letra C.

Na atividade 2, recomenda-se fazer a correção coletivamente das palavras escritas. Podem-se selecionar alguns estudantes para ir à lousa escrever e a turma corrige, ou pedir a eles que leiam e o professor anota na lousa e os estudantes comparam com o que escreveram para realizar a correção.

Na atividade 3, recomenda-se ampliar a lista de palavras trabalhadas para que os estudantes observem a regularidade do uso de Ç antes das vogais A, O, U. Nessa ampliação, é possível incluir algumas palavras escritas com C diante de E e I, para que eles compararem o som /s/ representado diante de vogais diferentes.

COMPLETE AS PALAVRAS COM AS SÍLABAS DO QUADRO.

ÇA   ÇO   ÇU

CARO ÇO

A ÇÚ CAR

CABE ÇA

PALHA ÇA/ÇO

BAGUN ÇA

A) QUAIS VOGAIS APARECEM APÓS O Ç?

As vogais A, O, U.

B) COMPLETE A FRASE COM O QUE VOCÊ DESCOBRIU.

O SINAL CEDILHA É USADO ABAIXO DA

LETRA C ANTES DAS VOGAIS A, O, U PARA REPRESENTAR O MESMO SOM DA LETRA S INICIAL EM SAPO, SONO E SUCO

COMPLETE AS CRUZADINHAS COM OS NOMES DOS ANIMAIS. 4

15/09/25 17:47

Na atividade 4, trabalhar a leitura das imagens antes da escrita das palavras. Talvez os estudantes identifiquem outros animais nessa leitura, comutando onça por tigre, camelo por dromedário, corça por veado. Após a atividade, pedir aos estudantes que escrevam com outras formas de letras os nomes das figuras que escreveram nas cruzadinhas. Observar se os estudantes já conseguem escrever os nomes das figuras de maneira convencional. Caso ainda não consigam, verificar a hipótese de escrita de cada um para planejar novas atividades com o intuito de incentivá-los e ajudá-los a construir novas hipóteses.

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 1, sobre pontuação, orientar os estudantes a fazer uma leitura silenciosa do trecho da cantiga A velha a fiar . Em seguida, pedir a eles que leiam em voz alta o trecho, observando se conseguem perceber a entonação adequada sem a presença dos sinais de pontuação. Na atividade 1b, perguntar-lhes que outros versos poderiam ter esse sinal. Espera-se que eles identifiquem o último verso de cada estrofe.

Na atividade 2, observar a entonação que os estudantes imprimem à frase com e sem o ponto de exclamação. Recomenda-se escrever na lousa outros exemplos de frases com ponto de exclamação que exprimam alegria, surpresa, ordem etc. e incentivá-los a ler e a interpretar a função da exclamação em cada caso. Depois de relerem o trecho na atividade 3, escrever na lousa outras frases para que percebam que a falta do ponto de interrogação altera o sentido, por exemplo: “O ônibus para aqui.” ou “Você não vai ao jogo”.

Na atividade 4, espera-se que os estudantes identifiquem o ponto de interrogação. Para a atividade 5, espera-se que eles entendam a interjeição como expressão de alegria e a associem com o ponto de exclamação. Na atividade 5c, solicitar a cada estudante que leia sua frase enquanto o professor escreve cada uma delas na lousa para que faça a correção da escrita.

PONTO DE EXCLAMAÇÃO E PONTO DE INTERROGAÇÃO

1

RELEIA ESTE TRECHO DA CANTIGA.

ESTAVA A VELHA EM SEU LUGAR

VEIO A MOSCA LHE FAZER MAL

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR

ESTAVA A MOSCA EM SEU LUGAR

VEIO A ARANHA LHE FAZER MAL

A ARANHA NA MOSCA

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR

A VELHA A FIAR. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

A) O QUE FALTA NA CANTIGA?

Espera-se que os estudantes percebam que a cantiga está sem pontuação.

B) O PRIMEIRO VERSO PODERIA SER PONTUADO COM PONTO-FINAL?

Espera-se que os estudantes percebam que sim, pois a frase tem sentido completo.

2

AGORA, LEIA O SEGUNDO VERSO COM PONTUAÇÃO.

VEIO A MOSCA LHE FAZER MAL!

• SE O VERSO FOSSE ESCRITO COM PONTO-FINAL, SUA LEITURA SERIA DIFERENTE?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compreendam que, sem o ponto de exclamação, a frase não expressaria o mesmo incômodo ou o mal que a mosca fez à velha.

O SINAL ! É CHAMADO PONTO DE EXCLAMAÇÃO. NA ESCRITA, O PONTO DE EXCLAMAÇÃO É USADO PARA EXPRESSAR UM SENTIMENTO.

Ponto de interrogação. 3 4

RELEIA O TRECHO DA CANTIGA MARINHEIRO SÓ.

QUEM TE ENSINOU A NAVEGAR?

QUAL SINAL DE PONTUAÇÃO TEM NO TRECHO?

O SINAL ? É CHAMADO PONTO DE INTERROGAÇÃO

NA ESCRITA, O PONTO DE INTERROGAÇÃO É USADO PARA INDICAR UMA PERGUNTA.

LEIA O TRECHO DE OUTRA CANTIGA POPULAR.

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ

E COMPREI UM PIANINHO

PLIM, PLIM, PLIM, UM PIANINHO

AI OLÉ, AI OLÉ

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UM VIOLÃO

DÃO, DÃO, DÃO, UM VIOLÃO

PLIM, PLIM, PLIM, UM PIANINHO

[FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ].

[S. L.: S. N.], [19 ]. CANTIGA POPULAR.

A) O QUE O VERSO DESTACADO INDICA?

Indica uma comemoração, um estado de felicidade por ir à loja do mestre André e adquirir um instrumento musical.

A PALAVRA OU EXPRESSÃO USADA PARA MOSTRAR UM SENTIMENTO OU UMA EMOÇÃO É CHAMADA INTERJEIÇÃO

B) QUAL É A MELHOR PONTUAÇÃO PARA O VERSO DESTACADO?

C) SE VOCÊ FOSSE À LOJA DO MESTRE ANDRÉ, QUAL INSTRUMENTO COMPRARIA? ESCREVA UM VERSO, COMO NA CANTIGA. Resposta pessoal. Sugestão de resposta: Fui na loja do mestre André e comprei um cavaquinho tim tim tim, um cavaquinho.

5. b) Espera-se que os estudantes percebam que a expressão poderia ser pontuada com um ponto de exclamação, a fim de contribuir para a interpretação da frase.

EXEMPLOS: AH!, UFA! 233

15/09/25 17:48

ATIVIDADES

Selecionar uma das cantigas populares exploradas no capítulo para ser reescrita com os estudantes, exercendo o papel de escriba. Atividades de reescrita coletiva são uma oportunidade para retomar e ampliar os conhecimentos linguísticos já construídos. À medida que o professor escrever a cantiga, os estudantes deverão observar a escrita das palavras e o desenvolvimento dos versos. O uso da letra bastão também pode facilitar a leitura autônoma do texto.

Durante a atividade, incentivar a participação dos estudantes e atuar como mediador no processo de construção do texto. Intervir no desenvolvimento dos seguintes aspectos: construção dos versos, organização das estrofes, uso e função dos sinais de pontuação e vocabulário adequado ao texto. Os sinais de pontuação também devem ser trabalhados, marcando, por exemplo, seus efeitos expressivos na leitura da cantiga.

Ao final, pedir que ilustrem a cantiga reescrita e organizar uma exposição no mural da sala de aula.

PARA OS ESTUDANTES

• EDUAR, Gilles. Diálogos fabulosíssimos. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2011.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer as letras do alfabeto.

• Desenvolver a coordenação motora fina ao seguir os traçados com precisão.

• Consolidar a orientação gráfica correta ao seguir o sentido do traçado: de cima para baixo, da esquerda para a direita.

• Estabelecer relação entre a letra inicial e o som correspondente.

• Observar a letra escrita em palavras do cotidiano.

• Desenvolver autonomia e atenção durante a realização da tarefa.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP15

ENCAMINHAMENTO

A atividade integra desenvolvimento motor, linguagem escrita e consciência fonológica, pilares da alfabetização. Ao traçar letras pontilhadas, os estudantes fortalecem a mão e o controle do lápis, habilidades essenciais para a escrita.

É importante ter sempre em mente que cada criança aprende de um jeito único. Estudantes com necessidades educacionais específicas podem precisar de mais tempo, apoio ou estratégias diferentes para desenvolver habilidades como coordenação motora fina, leitura e escrita. Por isso, é essencial observar, acolher e adaptar as atividades com base nas necessidades individuais de cada estudante. Deve-se respeitar o diagnóstico, se houver (como TDAH, dislexia, autismo, baixa coordenação motora), mas é preciso ter em mente que o diagnóstico não define o estudante.

HORA DO TRAÇADO

TRACE A LETRA W . 2 W W W W W W W W W W W

Para as atividades de traçar letras e completar palavras, sugerem-se algumas adaptações possíveis:

• Baixa coordenação motora fina: usar letras maiores; permitir o uso de giz de cera grosso, caneta com apoio ou lápis com pegador adaptado; iniciar com traços simples (linhas, curvas) antes das letras.

• Dificuldade de atenção: dividir a atividade em etapas curtas; oferecer pausas ativas; usar reforço positivo (por exemplo: “Você está se saindo muito bem!”).

• Dificuldade visual ou percepção espacial: usar folhas com linhas mais destacadas, cores contrastantes (fundo amarelo, letras pretas); disponibilizar modelos grandes e bem visíveis.

• Autismo ou sensibilidade sensorial: evitar folhas com muitos estímulos visuais; oferecer opções, como escrever no quadro, em bandeja de areia, com o dedo em um tablet, como o estudante preferir.

TRACE A LETRA Y . 3

TRACE A LETRA Ç 4

Ç Ç Ç Ç Ç Ç
Ç Ç Ç Ç Ç

• Dislexia ou dificuldade fonológica: reforçar o som da letra antes de escrever (por exemplo, o Ç faz o som de “ssss” em açaí).

14/09/25 13:00

• Deficiência intelectual: reduzir a quantidade de palavras ou de repetições; oferecer apoio visual, como o alfabeto móvel; usar atividades lúdicas, como encaixe de letras, letras de espuma etc.

ENCAMINHAMENTO

A atividade de completar palavras com base na letra inicial exercita o processo de decodificação, conectando som e grafia — passo fundamental para que os estudantes se tornem leitores e escritores. Além disso, o trabalho com palavras do cotidiano e nomes próprios ajuda a criar significado, tornando a aprendizagem mais significativa.

Destacar que essas letras são pouco comuns no vocabulário do dia a dia e aparecem principalmente em nomes (próprios, de pessoas, de lugares); palavras de origem indígena, africana ou estrangeira; em marcas, termos relacionados à tecnologia (aplicativos, redes sociais) e à cultura pop (nomes de personagens do universo infantil, como Pikachu, Yoda, Kim).

Aproveitar o momento para explorar nomes indígenas e africanos, como: Paraty, Krenak, Munduruku, Yawalapiti, Kuarup, kimbundu (pode-se aprofundar mostrando à turma palavras do português que vieram do kimbundu, uma das línguas faladas em Angola, como moleque, cafuné, canjica, ginga, fubá, marimbondo). Comentar a origem da palavra açaí, que vem do tupi ïwasa’i, que significa “fruta que faz sair a água”, por causa de suas propriedades digestivas e textura úmida. O fruto é nativo da Amazônia e faz parte da cultura alimentar dos povos indígenas há milhares de anos.

Para estudantes com autismo, deficiência intelectual ou necessidades sensoriais, recomenda-se trabalhar o reconhecimento de letra inicial em

AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

AGNER ARAOKE ART

associação com imagem, com foco em identificação, não em escrita. Podem ser usadas letras em relevo (pode-se colar massinha, lã ou EVA) para que o estudante trace com o dedo. Também é válido oferecer alternativas à escrita para evitar que o estudante se sinta frustrado diante das dificuldades, como poder recortar e colar a letra certa em vez de escrevê-la, ou contornar a letra correta que completa a palavra.

PARA OS ESTUDANTES

CARO

14/09/25 13:00

• YAGUARÊ YAMÃ. Falando tupi. Ilustrações: Geraldo Valério. Rio de Janeiro: Pallas, 2012. Esse livro é uma iniciação ao universo da língua que falavam os que habitavam Pindorama antes de sua descoberta pelos portugueses. Uma forma divertida de apresentar aos estudantes um pouco da origem das palavras faladas e escritas pelos povos originários.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Desenvolver as habilidades de leitura ao acompanhar a leitura do texto feita pelo professor.

• Reconhecer e identificar a função social do gênero textual cantiga.

• Reconhecer as principais características do gênero cantiga.

• Planejar, produzir, reler, revisar e editar, com a ajuda dos colegas e do professor, versos que faltam na cantiga.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP05

• EF01LP12

• EF01LP13

• EF01LP18

• EF12LP03

• EF12LP05

• EF12LP07

• EF12LP18

• EF12LP19

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP05

• EF15LP06

• EF15LP07

• EF15LP08

ENCAMINHAMENTO

É recomendável reler a cantiga A velha a fiar para que os estudantes relembrem toda a cantiga antes de iniciar as atividades. Deixar que observem a cantiga por alguns momentos e explorar o que leram. Solicitar que acompanhem a leitura com o dedo.

Após essa atividade, retomar as principais características do gênero cantiga, exploradas anteriormente com a turma, e verificar se eles se identificam as palavras que rimam na cantiga.

A atividade de produção favorece ao professor observar a capacidade dos estudantes de escrever palavras e produzir textos. Ao analisar a produção escrita dos estudantes, é possível perceber quais palavras eles já conseguem escrever e quais ainda necessitam de retomada para a aprendizagem.

MÃO NA MASSA!

ESCRITA DE VERSOS DE CANTIGA

1 VOCÊ VAI ESCREVER MAIS DUAS ESTROFES DA CANTIGA

A VELHA A FIAR.

A) LEIA A ÚLTIMA ESTROFE QUE FAZ PARTE DA CANTIGA.

ESTAVA O RATO EM SEU LUGAR

VEIO O GATO LHE FAZER MAL

O GATO NO RATO

O RATO NA ARANHA

A ARANHA NA MOSCA

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR

A VELHA A FIAR. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

B) PLANEJE O QUE VAI ESCREVER PARA CRIAR OS VERSOS SEGUINTES.

• OBSERVE QUAIS VERSOS DEVEM SER REPETIDOS.

• LEMBRE-SE DA ORDEM EM QUE OS ANIMAIS APARECEM NA CANTIGA.

• PENSE EM MAIS ANIMAIS QUE POSSAM PARTICIPAR DA CANTIGA.

• USE AS PALMAS PARA MARCAR O RITMO.

• CANTE PARA UM COLEGA PARA VER O QUE ELE ACHOU.

Apresentar a proposta de produção textual e esclarecer a eles quem serão os interlocutores e onde o texto vai circular. Como se trata de uma cantiga, se possível, marcar uma data para apresentação coletiva e convidar os responsáveis pelos estudantes ou alguma outra turma da escola. Antes de realizar a atividade 2, é interessante copiar as quatro primeiras estrofes da cantiga na lousa e retomar a organização do texto. Chamar a atenção dos estudantes para os versos que se repetem.

Explicar que as propostas da atividade 1 são etapas de planejamento da produção de escrita. Na atividade 1b, os estudantes devem pensar em como podem expandir a cantiga e acrescentar novos versos a ela.

Na atividade 2, é possível formar duplas para que os estudantes completem os versos que faltam. É importante orientá-los a revisar seus versos e verificar o espaço entre as palavras. Orientar

2

RELEIA OS VERSOS PARA COMPLETAR A SUA CRIAÇÃO.

ESTAVA O GATO EM SEU LUGAR

VEIO O CACHORRO LHE FAZER MAL

O cachorro no gato

O gato no rato

O rato na aranha

A aranha na mosca

A MOSCA NA VELHA E A VELHA A FIAR

Produção pessoal.

3

REVISE O TEXTO COM A AJUDA DO PROFESSOR.

• DIGITE OS VERSOS. VOCÊ E OS COLEGAS VÃO FORMAR O LIVRO DA TURMA.

14/09/25 13:00

os estudantes a pedir ajuda aos familiares ou responsáveis para completar a atividade com a estrofe final. Na atividade 3, orientá-los a comparar a escrita dos nomes dos animais com os nomes que aparecem nas estrofes anteriores (tanto no texto do livro quanto no texto da lousa). Ao final da atividade, solicitar a alguns estudantes que apresentem sua versão aos colegas. Em seguida, propor que cantem juntos a cantiga, seguindo o ritmo original.

A produção de escrita pode render um livro de cantigas da turma. Se possível, orientar os estudantes a reescrever o texto em uma folha de papel avulsa ou, caso haja disponibilidade, em software ou programas de edição de texto em um computador. Se preferir, é possível que o professor seja o digitador ou o escriba da turma, reorganizando os textos em um arquivo para ser impresso. Pode-se propor que busquem imagens em revistas, jornais ou em meios digitais para ilustrar o que escreveram ou que façam desenhos. O texto ilustrado pode ser afixado no mural da sala de aula e, no dia da apresentação, servir de cenário.

PARA OS ESTUDANTES

• PRADO, Zuleika de A. Uma viagem desastrada e outros contos cumulativos. São Paulo: Mundo Mirim, 2010. A obra compila contos de acumulação e pode propiciar momentos de leitura com os familiares ou responsáveis, em que os estudantes retomam características como as vistas na cantiga A velha a fiar e trabalham também a alfabetização e a memória.

BEATRIZ MAYUMI

• Desenvolver habilidades de leitura ao acompanhar a leitura de cantiga.

• Utilizar cantiga em brincadeira.

• Desenvolver habilidades de memorização da cantiga e habilidades motoras em brincadeira de roda.

• Participar de brincadeira, expressando-se oralmente com autoconfiança.

• Expressar-se em situações de intercâmbio oral.

• Opinar e identificar a finalidade da interação oral em diferentes contextos comunicativos.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP06

• EF01LP16

• EF01LP18

• EF01LP19

• EF12LP05

• EF12LP07

• EF15LP01

• EF15LP05

• EF15LP09

• EF15LP10

• EF15LP13

ORGANIZE-SE

• Computador conectado à internet.

ENCAMINHAMENTO

Antes de iniciar a leitura do texto e a produção oral, recomenda-se organizar uma brincadeira de roda com os estudantes, reproduzindo a cantiga RODA pião. Publicado por: Lula Canario. 31 mar. 2014. 1 vídeo ( ca . 2 min). Disponível em: https://youtu. be/9leBiTBDNpQ. Acesso em: 28 ago. 2025. Perguntar se conhecem essa cantiga e se a versão conhecida é igual à que ouviram. Se preferir, é possível reproduzir a cantiga com uma letra mais extensa em que também é possível acompanhar uma maneira de dançar a cantiga, para que eles descubram outra

ORALIDADE EM AÇÃO

CANTIGA EM BRINCADEIRAS DE RODA

1 LEIA ESTA CANTIGA COM O PROFESSOR.

O PIÃO ENTROU NA RODA

O PIÃO ENTROU NA RODA, O PIÃO

O PIÃO ENTROU NA RODA, O PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

SAPATEIA O DIA INTEIRO, PIÃO

SAPATEIA O DIA INTEIRO, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

E AJOELHA O DIA INTEIRO, PIÃO

E AJOELHA O DIA INTEIRO, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

E ABANA O DIA INTEIRO, PIÃO

E ABANA O DIA INTEIRO, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

O PIÃO ENTROU NA RODA. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

BAMBEIA: FICA SEM EQUILÍBRIO.

ABANA: AGITA-SE, MOVE-SE RAPIDAMENTE.

maneira de cantar e brincar com cantiga: RODA pião: Samba Lelê. Publicado por: Tiquequê. 25 fev. 2015. 1 vídeo (ca. 3 min). Disponível em: https://youtu.be/6N7PNgkOrjI. Acesso em: 28 ago. 2025. Propor a brincadeira dessa nova maneira para que escolham de qual delas gostam mais. Depois da leitura, propor que cantem a cantiga e verifiquem se é igual à versão que escutaram anteriormente. Pedir que apontem semelhanças e diferenças entre as versões da cantiga. Visando ao desenvolvimento de vocabulário dos estudantes, é importante certificar-se de que eles conhecem o significado de todas as palavras. Apresentar os outros significados dessas palavras, contextualizando-os com exemplos. Recomenda-se também explorar o glossário.

Na atividade 1, propor uma leitura compartilhada com os estudantes. Para isso, fazer a leitura de um verso por vez e solicitar aos estudantes que repitam em seguida. Observar se acompanham a leitura com o dedo ou os olhos.

Na atividade 2, permitir que conversem sobre o modo de brincar. Ajudar os estudantes a estabelecer as regras, anotando-as na lousa. Propor as perguntas: “Quem sabe como se brinca?”;

2 ESSA CANTIGA É USADA EM BRINCADEIRAS DE RODA. O PROFESSOR VAI EXPLICAR AS REGRAS DA BRINCADEIRA.

• FORME UM GRUPO COM MAIS QUATRO COLEGAS.

• CADA GRUPO ESCOLHE QUEM SERÁ O PRIMEIRO PARTICIPANTE A ENTRAR NA RODA.

• O PARTICIPANTE ESCOLHIDO É O PIÃO. ELE FICA DO LADO DE FORA DA RODA.

• ASSIM QUE OS OUTROS PARTICIPANTES COMEÇAREM A CANTAR, O PIÃO ENTRA NA RODA.

• O PIÃO DEVE TAMBÉM CANTAR E FAZER OS GESTOS DE ACORDO COM A CANTIGA.

• QUANDO TERMINAR A CANTIGA, O GRUPO ESCOLHE UM NOVO PIÃO.

FIQUE LIGADO

• PALAVRA CANTADA: CANTIGAS DE RODA. PRODUÇÃO: SANDRA PERES E PAULO TATIT. BRASIL: MCD WORLD MUSIC, 1996. 1 DVD. 10 FAIXAS. AS CANÇÕES TRADICIONAIS BRASILEIRAS SÃO DIVERTIDAS NÃO SÓ PARA AS CRIANÇAS, MAS PARA TODA A FAMÍLIA!

• BRITO, TECA ALENCAR. DE RODA EM RODA: BRINCANDO E CANTANDO O BRASIL. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2013. NESSE LIVRO, SÃO APRESENTADAS CANTIGAS DE DIVERSAS REGIÕES DO BRASIL E TAMBÉM UM DICIONÁRIO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS.

“Quantos participantes formarão a roda?”; “O que o pião significa nessa brincadeira?”; “Como ele é escolhido?”; “O que o pião deve fazer?”; “O que acontece quando termina a cantiga?”. Essa brincadeira pode ser desenvolvida em interdisciplinaridade com Educação Física, a fim de que os estudantes brinquem de roda em um espaço adequado. É fundamental trabalhar as proximidades entre as produções escritas e orais dos estudantes. Nesse sentido, caso eles queiram brincar oralmente com outras cantigas como aquelas que escreveram na seção anterior, é possível abrir esse espaço enquanto estiverem sendo desenvolvidas as atividades orais.

A escolha do pião pode ser feita com uma das parlendas trabalhadas anteriormente neste volume. Ao realizar a brincadeira, incentivar a participação de todos os estudantes, de modo que cantem e brinquem com autoconfiança. É importante que eles cantem com tom de voz audível, com boa articulação e ritmo.

ATIVIDADES

Providenciar uma folha de papel tamanho A3 ou cartolina para fazer um quadro de palavras para consulta na sala de aula. As palavras do quadro de consulta podem ser organizadas em ordem alfabética.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• ALMEIDA, Theodora Maria M. Quem canta seus males espanta 2. São Paulo: Caramelo, 2000. Esse livro pode ser sugerido para que um familiar ou responsável leia as cantigas populares, parlendas e poemas com o estudante.

EXPECTATIVAS

• Observar e analisar elementos que compõem obra de arte.

• Identificar informações sobre obra de arte.

• Perceber semelhanças e diferenças entre a época em que a obra foi produzida e os dias de hoje.

• Analisar legenda e relacionar informações à obra de arte.

• Criar ilustração de uma brincadeira preferida e produzir uma legenda para a obra produzida.

BNCC

• EF01LP02

• EF12LP01

• EF12LP17

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

ORGANIZE-SE

• Computador conectado à internet.

• Projetor de vídeo.

• Folhas A4 e materiais de pintura, como lápis de cor, giz de cera, pincéis e tinta guache.

• Potes com água e plástico para forrar a superfície de trabalho.

ENCAMINHAMENTO

IDEIA PUXA IDEIA

VAMOS NOS DIVERTIR!

Resposta pessoal.

• VOCÊ SABE O QUE É UMA OBRA DE ARTE?

OBSERVE A OBRA DE ARTE A SEGUIR. 1

DANÇA, DE HEITOR DOS PRAZERES, 1965. ÓLEO SOBRE TELA, 50,2 CENTÍMETROS x 61,3 CENTÍMETROS. ACERVO DO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO.

HEITOR DOS PRAZERES NASCEU EM 1898 E FALECEU EM 1966 NO RIO DE JANEIRO. ELE É CONSIDERADO UM GRANDE COMPOSITOR, CANTOR E PINTOR DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA. SUAS OBRAS RETRATAM A CULTURA AFRO-BRASILEIRA POR MEIO DA VIDA COTIDIANA, AS FESTAS POPULARES, OS SAMBISTAS, AS FAVELAS E OS TRABALHADORES.

HEITOR DOS PRAZERES EM FRENTE A UMA DE SUAS OBRAS, EM 1958.

Explorar a atividade 1 incentivando os estudantes a conversar entre si sobre o que é uma obra de arte. Incentivá-los a expressar suas hipóteses, ressaltando que devem falar em um tom de voz audível, usando palavras ou expressões adequadas, e, enquanto o colega estiver falando, escutá-lo com atenção e respeito. Essa é uma oportunidade de trabalhar competências socioemocionais ligadas às habilidades de relacionamento, como comunicar-se de forma efetiva. Incentivar os estudantes a perguntar sempre que tiverem dúvidas. Ouvir os comentários deles e explorar oralmente se as obras tratam dos mesmos temas, se os materiais utilizados são sempre iguais ou não. Essa exploração pode ser feita interdisciplinarmente com Arte. Espera-se que concluam que obras de arte são as produções realizadas por um pintor, um escultor, um desenhista etc., que usa sua criatividade e imaginação para expressar uma ideia, um sentimento, uma emoção. Após a explicação, retomar as hipóteses apresentadas inicialmente para verificar se elas foram ou não confirmadas.

4

5

A) QUEM FEZ ESSA OBRA DE ARTE?

O artista Heitor dos Prazeres.

B) QUANDO ESSA OBRA DE ARTE FOI PRODUZIDA? Em 1965.

C) ONDE VOCÊ ENCONTROU AS INFORMAÇÕES PARA RESPONDER ÀS ATIVIDADES ANTERIORES?

Na legenda da obra de arte.

D) PENSANDO NAS ATIVIDADES ANTERIORES, PARA QUE SERVE UMA LEGENDA EM OBRAS DE ARTE?

UMA LEGENDA PARA SUA OBRA DE ARTE. 2 3

QUE TIPO DE CULTURA FOI RETRATADA NA OBRA DE ARTE DA PÁGINA ANTERIOR?

A cultura afro-brasileira.

A OBRA DE ARTE TRAZ PESSOAS DANÇANDO E SE DIVERTINDO. O QUE VOCÊ FAZ PARA SE DIVERTIR?

Resposta pessoal.

EM SUA OPINIÃO, O QUE MUDOU COM O PASSAR DOS ANOS EM RELAÇÃO AO MODO COMO AS CRIANÇAS SE DIVERTEM?

Resposta pessoal.

AGORA, NO ESPAÇO A SEGUIR, DESENHE O QUE VOCÊ GOSTA DE FAZER PARA SE DIVERTIR. DEPOIS, ESCREVA

Produções pessoais.

1. d) Espera-se que os estudantes respondam que as legendas servem para dar informações relativas à obra, como o título, a autoria, a técnica utilizada, o tamanho da obra e quando foi produzida.

14/09/25 13:00

Se houver disponibilidade, projetar a obra da página para que os estudantes a vejam em detalhe. Perguntar se eles conhecem outras obras de temática semelhante e se possível, projetar outras obras com a mesma temática. Ler com a turma a biografia do artista.

A atividade 1 trabalha a habilidade de localizar informação no texto, por isso, é necessário incentivá-los a voltar ao texto, explorar a legenda e auxiliá-los, se necessário, a localizar as informações solicitadas. Na atividade 1d, ouvir com atenção as ideias que levantarem sobre a função das legendas e, se achar oportuno, anotar na lousa. Se necessário, ajudar os estudantes a buscar as informações na legenda. É fundamental que os estudantes reflitam sobre a legenda e explorem os itens que aparecem nesse texto, como o título da obra, o nome do autor, a data da produção e o tamanho do quadro. Se necessário, reproduzir na lousa o tamanho aproximado da obra (50 cm × 60 cm) para que os estudantes tenham a dimensão adequada ou comparar essas medidas com elementos presentes na sala de aula.

Na atividade 2 , lançar questões que os ajudem a perceber os elementos culturais presentes na obra.

Na atividade 3, proporcionar um momento para a troca de informações sobre como os estudantes se divertem.

Conduzir oralmente a atividade 4 levando os estudantes a comparar as brincadeiras do passado das quais os estudantes têm conhecimento às brincadeiras atuais, com as quais brincam.

Na atividade 5, recomenda-se listar os nomes das brincadeiras mencionadas pelos estudantes e pedir que escolham entre elas a de que mais gostam e expliquem o motivo. A atividade 5 pode ser desenvolvida de maneira interdisciplinar com Arte. Sugere-se organizar a sala de aula reunindo algumas mesas no centro para que os materiais destinados à criação possam ser compartilhados e os estudantes tenham espaço para se deslocar pela sala de aula. Auxiliá-los individualmente na elaboração de uma legenda para a criação e incentivá-los a assinar suas obras. Ao final, reservar um tempo para organizar a sala de aula e guardar os materiais utilizados com os estudantes. Esse procedimento deve ser sempre incentivado, pois colabora para o desenvolvimento de competências socioemocionais relacionadas às habilidades autogestão e tomada de decisão responsável.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Ler cantiga e identificar em qual tipo de brincadeira ela é usada.

• Compreender informação da cantiga.

• Interpretar informações que fazem parte da cantiga.

• Escrever frase de despedida endereçada a alguém.

• Escrever frases empregando pontuação adequada com base em cantiga.

BNCC

• EF01LP07

• EF01LP11

• EF01LP16

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

A atividade 1 (nível defasagem) explora o conhecimento dos estudantes acerca das cantigas. Ler a cantiga com a turma e, se possível, pedir que a cantem para reconhecer o assunto de que ela trata e como é recitada. Em seguida, perguntar quem a conhece ou já participou de brincadeiras com essa cantiga. Essa exploração ajudará os estudantes a chegar à resposta da atividade.

A atividade 2 (nível intermediário) busca promover a compreensão de textos da tradição oral e requer dos estudantes a habilidade de ler e de interpretar a cantiga, reconhecendo uma informação central do texto. Caso algum estudante não consiga fazer a identificação solicitada, pode indicar que está com dificuldade de compreensão leitora, que

O QUE ESTUDEI

LEIA A LETRA DESTA CANTIGA PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 6

CIRANDA, CIRANDINHA

CIRANDA, CIRANDINHA, VAMOS TODOS CIRANDAR. VAMOS DAR A MEIA-VOLTA, VOLTA E MEIA VAMOS DAR.

O ANEL QUE TU ME DESTE ERA VIDRO E SE QUEBROU. O AMOR QUE TU ME TINHAS ERA POUCO E SE ACABOU.

POR ISSO, DONA

ENTRE DENTRO DESTA RODA, DIGA UM VERSO BEM BONITO, DIGA ADEUS E VÁ-SE EMBORA.

CIRANDA, CIRANDINHA. [S L.: S N.], [19 ]. CANTIGA POPULAR.

ESSA CANTIGA GERALMENTE É USADA EM BRINCADEIRAS DE:

A) PULAR CORDA.

B) PEGA-PEGA.

C) BAMBOLÊ.

D) X RODA.

envolve decodificação e compreensão. Para sanar essa dificuldade, é possível desenvolver atividades de interpretação guiada de textos, por meio da apresentação de textos variados.

A atividade 3 (nível adequado) avalia a habilidade dos estudantes de interpretar a cantiga e verificar o significado de um trecho dela. Se preciso, cante a cantiga com a turma para que possam compreender de qual trecho se trata.

A atividade 4 (nível defasagem) permite avaliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes com relação às palavras escritas com a letra C em início de palavra ou não. Pedir a eles que citem em voz alta as palavras que contêm a consoante C. Em seguida, utilizar o alfabeto móvel para que depois escrevam as palavras no espaço indicado.

Com a atividade 5 (nível intermediário), busca-se avaliar a capacidade dos estudantes de reconhecer palavras repetidas em um texto e de escrevê-las. Durante a escrita, observe como os estudantes seguram o lápis. Se julgar necessário, fazer uma demonstração para a turma da pega com três pontos de apoio (pega tripoide), para que eles tentem reproduzir o movimento de apreensão.

POR QUE O ANEL SE QUEBROU?

A) PORQUE O AMOR ACABOU.

B) X PORQUE ERA DE VIDRO.

C) PORQUE A CIRANDA DEU MEIA-VOLTA.

D) PORQUE ALGUÉM ENTROU NA RODA.

NA TERCEIRA ESTROFE DA CANTIGA, HÁ UM ESPAÇO PARA QUE OS INTEGRANTES:

A) DEEM MEIA-VOLTA.

B) FIQUEM EM SILÊNCIO.

C) FALEM QUEM QUEBROU O ANEL.

D) X CITEM O NOME DE UMA CRIANÇA DA RODA.

QUAL É A LETRA QUE MAIS SE REPETE NA CANTIGA?

A letra c (ciranda, cirandinha, coração).

RELEIA A CANTIGA E ESCREVA AS PALAVRAS QUE APARECEM MAIS DE UMA VEZ.

Ciranda, volta, dar.

NO FINAL DA CANTIGA, APARECE “DIGA ADEUS E VÁ-SE EMBORA”. ESCREVA UMA FRASE QUE VOCÊ USARIA PARA SE DESPEDIR DE ALGUÉM.

Resposta pessoal. Sugestão de resposta: “Tchau, até amanhã!”.

14/09/25 13:00

Nesse momento, não é preciso reforçar a pega, pois é algo que se desenvolverá com o tempo, mas é importante mostrar-lhes a maneira ideal e enfatizá-la à medida que forem desenvolvendo a coordenação motora fina e a escrita.

A atividade 6 (nível adequado) permite avaliar a compreensão dos estudantes acerca de frases de despedida. Eles deverão criar uma frase para complementar um verso da cantiga de roda e utilizar, para isso, um sinal de pontuação: o ponto de exclamação. A atividade exige atenção dos estudantes para que criem uma frase com coerência e lógica. Se julgar conveniente, primeiro pedir a eles que produzam a frase em voz alta e avaliar a coerência e adequação ao contexto. Anotar a frase na lousa e depois orientá-los a copiar a frase corrigida.

• Estabelecer expectativas com relação ao texto a ser lido com base no título.

• Inferir o conteúdo do texto com base no título.

• Inferir o desfecho da história, considerando seu desenvolvimento.

• Observar e reconhecer as características do gênero fábula.

• Identificar elementos da narrativa no gênero textual fábula.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Expressar opinião sobre a fábula lida e justificá-la.

• Escutar, com respeito, a opinião dos colegas.

• Identificar o ensinamento da fábula e transferir o aprendizado para o dia a dia.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Localizar as referências da publicação da obra citada.

BNCC

• EF01LP26

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP15

• EF15LP16

• EF15LP18

ENCAMINHAMENTO

Pedir aos estudantes que observem as imagens e as descrevam. Explorar o título do capítulo e relacioná-lo à ilustração do texto, questionando-os sobre que tipo de histórias imaginam que serão lidas. Propor algumas questões a respeito da abertura do capítulo, como: que animais vocês veem na imagem? Vocês conhecem alguma história com esses animais?

O que o título da história sugere? Ouvir as hipóteses dos estudantes. Essas questões

MUITAS FÁBULAS

LEITURA 1

LEIA A FÁBULA.

A RAPOSA E A CEGONHA

A RAPOSA CONVIDOU A CEGONHA PARA JANTAR. DISPOSTA A PREGAR UMA PEÇA NA OUTRA, SERVIU A SOPA NUM PRATO RASO. ENQUANTO A RAPOSA COMIA A VALER, A CEGONHA, COM O SEU BICO ENORME, NÃO CONSEGUIU PROVAR UMA GOTA QUE FOSSE. FICOU MORRENDO DE FOME, COM O ESTÔMAGO A RONCAR, MAS NÃO DISSE NADA. NO DIA SEGUINTE, UM POMBO-CORREIO ENTREGOU UM BILHETE PARA A RAPOSA, NO QUAL ESTAVA ESCRITO:

“VENHA JANTAR EM MINHA CASA HOJE À NOITE. CEGONHA”

POMBO-CORREIO: AVE TREINADA PARA LEVAR MENSAGENS ESCRITAS DE UM LUGAR A OUTRO.

fomentam a habilidade de produzir inferências e estabelecer expectativas sobre o texto a ser lido. Espera-se que, com base no título, os estudantes infiram que a raposa e a cegonha são as personagens da narrativa. Além de explorar o título, recomenda-se basear-se nos comentários sobre o título da fábula para incentivar os estudantes a imaginar o que acontecerá, incentivando-os a desenvolver habilidades de antecipação.

Recomenda-se pedir aos estudantes que primeiro façam uma leitura individual silenciosa. A leitura pode ser desenvolvida em dois momentos, pedindo que leiam até o terceiro parágrafo, e solicitar que formulem hipóteses sobre o desfecho da história. Ouvi-los e pedir que prossigam a leitura para descobrir se conseguiram aproximar-se do final.

Observar se os estudantes conseguem ler sozinhos, se acompanham a leitura com o dedo ou se pronunciam as palavras em voz baixa. É importante ficar atento às perguntas que eles fazem enquanto leem, se explicitam suas dúvidas a respeito da história ou do significado das palavras. Essas observações podem fornecer informações sobre o nível de leitura e compreensão de cada um.

A RAPOSA ACEITOU O CONVITE E, NA HORA MARCADA, ESTAVA CHEIA DE GENTILEZAS NA CASA DA OUTRA.

QUANDO SE SENTARAM À MESA, A RAPOSA TEVE UMA DECEPÇÃO E TANTO. O DELICIOSO ENSOPADO DE CARNE FOI SERVIDO EM JARRAS ALTAS COM GARGALO ESTREITO. PARA A CEGONHA BASTAVA COLOCAR O BICO, MAS A RAPOSA NÃO CONSEGUIA COMER DE JEITO NENHUM.

FOI EMBORA MUITO ANTES DO QUE PLANEJAVA, COM O RABO ENTRE AS PERNAS.

TRATE OS OUTROS DA MESMA FORMA QUE VOCÊ DESEJA SER TRATADO.

LA FONTAINE, JEAN DE. FÁBULAS DE ESOPO. ADAPTAÇÃO: LÚCIA TULCHINSKI. SÃO PAULO: SCIPIONE, 2006. P. 36-37.

Após a leitura, recomenda-se explorar com eles a ordenação dos principais acontecimentos da fábula. Propor perguntas como: a raposa e a cegonha eram mesmo amigas? Elas reconheciam as diferenças uma da outra? Levar os estudantes a perceber os múltiplos sentidos que o leitor pode produzir durante a leitura das fábulas, discutindo o ensinamento. A compreensão de um texto é uma tarefa que precisa ser ensinada; não basta pedir que respondam às questões apresentadas, é preciso estabelecer estratégias e reflexões na busca de significados. Propor aos estudantes que se reúnam em duplas e recontem os pontos principais da história um para o outro antes de começarem a responder às questões.

Após a leitura da fábula e do ensinamento final, conversar com a turma sobre a função da fábula. Verificar se percebem que as fábulas eram contadas oralmente, de geração a geração, e atualmente são reproduzidas em livros. Discutir as diferenças entre contar e ouvir uma fábula ou ler em um livro.

14/09/25 11:55

Após a leitura silenciosa, propor uma releitura em voz alta com os estudantes. As estratégias podem variar, desde uma leitura guiada pelo professor, em que eles acompanham a leitura, até uma leitura compartilhada, caso a turma já tenha autonomia, em que os estudantes se sucedem na leitura de trechos do texto. Essa leitura em voz alta permite avaliar aspectos da fluência de leitura dos estudantes, como velocidade, precisão e prosódia.

Recomenda-se retomar as hipóteses iniciais sobre as personagens e perguntar se elas agem como animais ou como pessoas. Espera-se que notem que, nas fábulas, os animais agem, sentem e pensam como seres humanos. Recomenda-se também retomar as hipóteses do desfecho da fábula, observando quais hipóteses dos estudantes foram confirmadas.

Perguntar se os estudantes gostaram da história. É importante que sintam autoconfiança para expressar suas ideias, assim como é fundamental que saibam escutar e respeitar as ideias dos colegas. Essa é uma excelente oportunidade para desenvolver competências socioemocionais: manifestar curiosidade pelo conhecimento; exercitar valores e atitudes de respeito com o outro; reconhecer-se como responsável por suas ações; relacionar sentimentos, valores e pensamentos; identificar normas sociais; comunicar-se de forma efetiva.

ENCAMINHAMENTO

Se julgar necessário, retomar a fábula “A raposa e a cegonha” oralmente para dar continuidade às atividades. É importante também reforçar quais hipóteses e expectativas dos estudantes foram confirmadas durante a leitura. Comentar quais não foram confirmadas e observar os aspectos que não foram contemplados. Essa retomada é importante para que os estudantes expressem também sua apreciação com relação aos textos do campo literário. Esse intercâmbio oral ajuda a desenvolver a autoconfiança para que eles expressem suas ideias, assim como a escuta atenta e respeitosa das ideias dos colegas.

Na atividade 1, chamar a atenção para o fato de que o título da história já indica quais personagens participam da narrativa. Recomenda-se explicar o conceito de personagem principal (ou protagonista). Na resposta sobre o espaço da narrativa, é interessante aproveitar para explorar também a noção de tempo, perguntando aos estudantes: quanto tempo esses acontecimentos duraram? Espera-se que os estudantes percebam que os fatos ocorrem nas casas da raposa e da cegonha e duram cerca de dois dias (destacar o marcador temporal “no dia seguinte”).

Na atividade 2, recomenda-se trabalhar com os efeitos de sentido de cada uma das respostas: explorar a compreensão dos estudantes das expressões “ser muito amigo”, “pregar uma peça” e “não ter o que comer”. O trabalho com os sentidos dessas expressões será retomado na atividade 4.

QUEM SÃO AS PERSONAGENS DA HISTÓRIA?

Uma raposa e uma cegonha.

• ONDE SE PASSA ESSA HISTÓRIA?

Na casa da raposa e na casa da cegonha.

POR QUE A RAPOSA CONVIDOU A CEGONHA PARA JANTAR?

PORQUE ELAS ERAM MUITO AMIGAS.

X PORQUE ELA QUERIA PREGAR UMA PEÇA NA CEGONHA.

PORQUE A CEGONHA NÃO TINHA O QUE COMER.

A CEGONHA GOSTOU DO JANTAR? EXPLIQUE.

A) COMO ELA MOSTROU QUE NÃO GOSTOU DA ATITUDE DA RAPOSA?

Ela convidou a raposa para jantar em sua casa e serviu um ensopado de carne em uma jarra alta, impossibilitando a raposa de comer

B) DE QUE FORMA A CEGONHA CONVIDOU A RAPOSA PARA O JANTAR?

Escreveu um bilhete, entregue por um pombo-correio.

3. Não. Ela não conseguiu tomar a sopa, pois tinha um bico enorme e a sopa foi servida em um prato raso.

A atividade 3 trabalha a compreensão e a interpretação do texto, solicitando o resgate de informação explícita no texto. Na atividade 4, é importante exercitar o desenvolvimento de vocabulário dos estudantes. Recomenda-se trabalhar com outras expressões ou palavras que tenham o mesmo sentido. Em seguida, propor que escrevam, em duplas ou trios, frases que usem algumas delas. No caso de “pregar uma peça”, espera-se que notem que podem usar: “fazer uma pegadinha”, “enganar por brincadeira”, “surpreender de modo inconveniente”, “falsear” etc. No caso de “comia a valer”, espera-se que notem que podem usar: “comia muito”, “se empanturrava”, “se deleitava” etc.

As alternativas de a a d da atividade 5 devem ser feitas oralmente. Nessa atividade, recomenda-se organizar uma roda de conversa, com as cadeiras em círculo ou com a turma sentada no chão, e conversar sobre o ensinamento que aparece em destaque ao final da fábula; propor as questões e incentivar os estudantes a se expressar. Perguntar a eles como tratam os outros e como gostariam de ser tratados. Aproveitar o momento para discutir sobre as atitudes que representam boas ações na escola e em outros lugares. É uma oportunidade de trabalhar competências socioemocionais ligadas às habilidades de relacionamento e à demonstração de empatia. Na

4

PESQUISE COM A AJUDA DE UM ADULTO O SIGNIFICADO DAS EXPRESSÕES DESTACADAS NESTES TRECHOS.

DISPOSTA A PREGAR UMA PEÇA NA OUTRA

Significa “fazer uma brincadeira para enganar o outro”.

ENQUANTO A RAPOSA COMIA A VALER

Significa “comia muito”.

FOI EMBORA MUITO ANTES DO QUE PLANEJAVA, COM O RABO ENTRE AS PERNAS.

Significa “sem reclamar, em silêncio”.

5. c) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes percebam a importância de tratar bem as pessoas, com respeito, para também serem respeitados.

5 d) Essa fábula foi publicada no livro Fábulas de Esopo

RELEIA O ENSINAMENTO AO FINAL DA HISTÓRIA.

a) Resposta pessoal.

A) EM SUA OPINIÃO, A RAPOSA APRENDEU A LIÇÃO?

B) ESSE ENSINAMENTO É DIRIGIDO A QUEM?

C) EXPLIQUE O QUE VOCÊ ENTENDEU DO ENSINAMENTO.

D) ONDE ESSA HISTÓRIA FOI PUBLICADA?

b) Espera-se que os estudantes percebam que o ensinamento é dirigido ao leitor.

249

ATIVIDADES

É possível ampliar o trabalho com fábulas analisando com os estudantes os principais elementos desse gênero textual: finalidade do gênero, suportes em que circulam, personagens e seus comportamentos, ensinamento ou moral final. Recomenda-se levantar essas características do gênero e pedir aos estudantes que escolham outra fábula para fazer uma leitura e verificar se as características estão presentes nela.

Se na sala de aula houver um cantinho de leitura, essa é uma oportunidade de recorrer a ele e incentivar as crianças a explorar os livros disponíveis e se reunirem em pequenos grupos para explorar novas histórias com autonomia. Se não houver, é possível reunir alguns livros de fábulas na biblioteca e levar a turma até lá ou trazer os livros para a sala e improvisar um cantinho de leitura, fazendo-os se sentir à vontade para explorar, formular perguntas e, assim, desenvolver o hábito da leitura e da troca de ideias sobre o que leram.

11/09/25 17:08

atividade 5d, explorar as informações que compõem a referência da obra citada, desenvolvendo noções de autoria. Sugere-se ler com os estudantes as referências da publicação e explorar os dados: autor, nome do livro, local, editora, data da publicação e páginas em que se encontra a fábula em questão. Chamar a atenção para a referência “Adaptação de Lúcia Tulchinski” e esclarecer que essa escritora reescreveu o texto, mantendo, porém, suas características principais. Essa fábula e muitas outras são atribuídas a Esopo (daí o nome do livro), um escravizado que viveu na Grécia Antiga e era um contador de histórias, que séculos depois foram retomadas pelo escritor francês Jean de La Fontaine.

Uma possibilidade é reunir a turma em pequenos grupos, distribuir uma fábula para cada grupo e depois promover um momento de contação de histórias em que cada grupo conta a história que leu ao restante da turma, a qual deve ouvir sem intervenções. Após a escuta, propor questões como: quem são as personagens da fábula? O que aconteceu com tal personagem no início da história? O que ela aprendeu no final da história? Além de desenvolver o hábito da leitura, esse procedimento permite avaliar os estudantes quanto à capacidade de compreensão e de interpretação do texto.

• Compreender sinônimos e antônimos.

• Reconhecer e empregar palavras sinônimas e antônimas.

• Substituir palavras por sinônimos e observar o efeito causado pela substituição.

• Desenvolver habilidades de leitura e compreensão de textos.

• Reconhecer os fonemas representados pelos dígrafos LH, CH e NH na língua portuguesa.

• Separar em sílabas palavras escritas com LH, CH e NH.

• Reconhecer a composição das sílabas com LH, CH e NH (consoante + consoante + vogal).

• Reconhecer a posição das sílabas com LH, CH e NH nas palavras.

• Identificar palavras escritas com LH, CH e NH.

• Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais, mediais e finais.

• Ler, compreender e reconhecer, com a ajuda do professor, palavras em diagrama.

BNCC

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP13

• EF01LP15

• EF12LP01

ORGANIZE-SE

• Cartazes ilustrados com pares de palavras antônimas.

• Cartões contendo pseudopalavras.

• Figuras que representem palavras com LH, CH e NH.

PALAVRAS EM AÇÃO

SINÔNIMO E ANTÔNIMO

1

QUAL É O SIGNIFICADO DA PALAVRA SABIDO NESTE TRECHO?

Espera-se que os estudantes respondam que sabido significa alguém que é sábio, capaz, conhecedor.

O VISCONDE DE SABUGOSA, CÉLEBRE PERSONAGEM DE MONTEIRO LOBATO, ERA UM BONECO DE MILHO. E COMO ERA SABIDO!

PAMPLONA, ROSANE. ALMANAQUE PÉ DE PLANTA SÃO PAULO: MODERNA, 2013. P. 28.

• QUAL OUTRA PALAVRA TEM SIGNIFICADO SEMELHANTE A SABIDO?

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: Inteligente, habilidoso, esperto, entre outras.

2

O QUE VOCÊ ENTENDE DESTE DITADO POPULAR?

Resposta pessoal.

3

DE GRÃO EM GRÃO

A GALINHA ENCHE O PAPO

[DE GRÃO EM GRÃO]. [S. L.: S. N.], [19--]. DITADO POPULAR.

A) COMO FICARIA O DITADO SE A PALAVRA ENCHE FOSSE SUBSTITUÍDA POR UMA PALAVRA COM SIGNIFICADO OPOSTO?

Sugestão de resposta: De grão em grão a galinha esvazia o papo.

B) O SIGNIFICADO DO DITADO CONTINUA O MESMO?

Espera-se que os estudantes percebam que a troca da palavra alterou o significado do ditado popular, que deixou de ter sua mensagem inicial.

AGORA, O PROFESSOR VAI DISTRIBUIR UM CARTÃO COM UMA LISTA DE PALAVRAS.

A) LEIA AS PALAVRAS DESSA LISTA.

B) ESSAS PALAVRAS TÊM ALGUM SIGNIFICADO? POR QUÊ?

Espera-se que os estudantes percebam que essas palavras não existem na língua portuguesa e, portanto, não têm significado.

ENCAMINHAMENTO

Preparar antecipadamente cartões com pares de palavras e suas respectivas ilustrações que transmitam ideia de oposição, por exemplo: doce e salgado, alegre e triste, claro e escuro, fino e grosso, bonito e feio, grande e pequeno, quente e frio, leve e pesado etc., para que os estudantes se familiarizem intuitivamente com o conceito de antônimo. Organizar a turma em roda e espalhar os cartões aleatoriamente. Solicitar a alguns estudantes que formem os pares de palavras. Depois, selecionar algumas palavras e pedir que os estudantes indiquem outras com o mesmo sentido (sinônimos).

Propor a realização das atividades em duplas ou grupos. Caso a realização seja em duplas, promover a correção coletiva.

Após a realização do item da atividade 1, ressaltar que sabido e a palavra encontrada para substituir o termo são chamadas de sinônimos, pois têm significados semelhantes.

PALAVRAS COM LH, CH E NH

LEIA AS PALAVRAS EM VOZ ALTA. 1

MILHO DEBULHE SOBRANCELHA RETALHO

A) SEPARE AS SÍLABAS DESSAS PALAVRAS.

mi-lho

de-bu-lhe

2

so-bran-ce-lha

re-ta-lho

B) CONTORNE A ÚLTIMA SÍLABA DE CADA PALAVRA.

• COMO SÃO FORMADAS ESSAS SÍLABAS FINAIS?

X CONSOANTE + CONSOANTE + VOGAL

CONSOANTE + VOGAL + CONSOANTE

CONSOANTE + VOGAL + VOGAL

ESCREVA A POSIÇÃO DA SÍLABA LHA NAS PALAVRAS, DE ACORDO COM A LEGENDA.

SÍLABA INICIAL SÍLABA MEDIAL

SÍLABA FINAL

Sílaba inicial.

A) LHAMA

B) TELHADO

C) CALHA

Sílaba medial.

Sílaba final.

Propor aos estudantes que realizem as atividades individualmente ou em duplas. Circular pela sala de aula auxiliando-os, se necessário. Antes de realizarem a atividade 1, orientá-los a falar as palavras em voz alta, batendo palmas a cada sílaba. Essa é uma prática importante para desenvolver a consciência fonológica e fonêmica dos estudantes. Retomar o conceito de sílaba: cada som ou grupo de sons de uma palavra pronunciados de uma só vez (em uma única emissão de voz). Incentivá-los a usar as sílabas móveis do Material complementar para trabalhar a separação silábica. Depois, escrever na lousa a palavra coelho, por exemplo, e pedir que identifiquem as sílabas. Após a separação oral das sílabas, escrevê-las na lousa, enfatizando que as letras L e H ficam juntas na mesma sílaba. Por fim, propor que façam a atividade.

Na atividade 2, propor que falem as palavras em voz alta para descobrir as sílabas de cada uma. Depois, pedir que releiam o enunciado para separar as sílabas das palavras e verificar em qual posição está a sílaba LHA.

PARA O PROFESSOR

• BECHARA, Evanildo. Gramática fácil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. CONEXÃO

11/09/25 17:08

Na atividade 2, que deve ser feita oralmente, verificar a compreensão do texto pelos estudantes.

As alternativas a e b da atividade 3 devem ser feitas oralmente. Essa atividade tem como objetivo trabalhar com a leitura de pseudopalavras. Providenciar um cartão com uma lista de pseudopalavras para cada estudante: TAPI, LOBE, RISTOS, UNAS, LABERIN, JOLHA, ASPRONA, PRINA, TONECOTE, CLOBOS. A leitura dessa lista favorece a verificação da fluência em leitura oral. Avaliar a leitura individual de cada um. Para isso, podem-se gravar as leituras dos estudantes em áudio.

Na seção Palavras com LH, CH e NH, apresentar à turma algumas imagens que ilustrem palavras escritas com LH, CH e NH. Propor a escrita coletiva dessas palavras, registrando-as na lousa. Questionar os estudantes: o que há em comum nas palavras escritas? Espera-se que apontem os dígrafos LH, CH e NH como elementos comuns em cada grupo de palavras. Contornar o LH, o CH e o NH nas palavras escritas, lendo-as e reforçando os sons produzidos por essas letras.

Na atividade 3, perguntar aos estudantes se as sílabas com as letras CH estão no começo, no meio ou no final da palavra. Pedir que observem os sons (dos dígrafos) e percebam qual é a vogal que os acompanha. Para que os estudantes leiam essas palavras, evidenciar que, quando a letra H aparece depois de C, essas duas letras juntas (CH) representam o som /š/. Falar outras palavras com CH acompanhadas de outras vogais. Solicitar aos estudantes que citem exemplos de outras palavras em que apareçam CHA, CHE, CHI, CHO, CHU. Observar que o som representado pelo dígrafo CH é o mesmo som representado pelo X. Chamar a atenção dos estudantes para esse caso e pedir que leiam as palavras com CH e outras com X em voz alta para perceberem essa relação.

Antes de os estudantes realizarem a atividade 4, solicitar que leiam as palavras em voz alta, separando as sílabas oralmente. Ressaltar que o H no início de uma palavra não é pronunciado. O som emitido é o da vogal que o acompanha.

Na atividade 5, orientar os estudantes a observar a posição que a sílaba que tem NH ocupa na palavra — inicial, medial ou final. Para isso, escrever as palavras na lousa e separar as sílabas oralmente com os estudantes, depois, contornar as que têm NH para que possam observá-las.

ATIVIDADES

Propor a construção de um jogo da memória com palavras escritas com LH, CH e NH. Elaborar coletivamente um banco de palavras registrando-o em um cartaz para ser afixado no mural da sala de aula. Sugestões de palavras: coelho, abelha, ampulheta, toalha, olho, palhaço, milho, agulha, alho, baralho,

CONTORNE NAS PALAVRAS A SÍLABA COM NH.

NHOQUE PINHEIRO CASTANHA

folha, ovelha, chocalho, chave, chalé, chuva, chiado, choro, mochila, cochilo, marcha, banho, canhoto, unha, linha, minha, pinho, unha etc.

Distribuir aos estudantes 10, 12 ou 14 cartões com 5 cm × 10 cm, conforme considerar mais produtivo, e orientá-los a selecionar de cinco a sete palavras do banco de palavras para produzir as cartas de seu jogo da memória. Orientar a turma a registrar as palavras e ilustrá-las, formando pares de cartões. Por fim, proporcionar um momento para que os estudantes formem duplas ou trios para brincar com o jogo produzido. É possível sugerir que escolham cartas com palavras diferentes produzidas pelos integrantes do grupo para que tenham um jogo da memória mais desafiador, com mais pares de palavras.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• MASUR, Jandira. O frio pode ser quente. Ilustrações: Michele Iacocca. 19. ed. São Paulo: Ática, 2015.

CHAPÉU
CHUVA
CHINELO
SANDUÍCHE

REDE DE LEITURA

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

NO INÍCIO DA HISTÓRIA, O FRANJINHA ESTAVA LENDO UM LIVRO. BIDU FICOU CURIOSO, CHEGOU PERTO DO LIVRO E... OLHE SÓ O QUE ACONTECEU!

LEIA OS QUADRINHOS. 1

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas com relação ao gênero textual com base em conhecimentos prévios.

• Localizar informações explícitas no texto.

• Identificar a intertextualidade entre a história em quadrinhos apresentada e a fábula “A lebre e a tartaruga”

Antes da leitura, orientar os estudantes a observar o texto e perguntar-lhes se sabem que tipo de história é essa. Espera-se que identifiquem uma história em quadrinhos. Incentivá-los a emitir opiniões: vocês gostam de ler histórias em quadrinhos? Por quê? Quais são as suas preferidas? Quem se lembra de uma história divertida para contar? Verificar os conhecimentos prévios dos estudantes a respeito desse gênero textual e dos interesses deles. Recomenda-se desenvolver, para a realização da atividade 1 , uma estratégia de leitura individual e silenciosa. Após a leitura, sondar se a turma entendeu que, para compreender a história em quadrinhos, é necessário ler os balões de diálogo, as onomatopeias em cores e a sequência de imagens.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• COELHO, Paulo. Fábulas: as histórias de Esopo e La Fontaine para o nosso tempo. São Paulo: Benvirá, 2011.

17/09/25 16:19

• Reconhecer as características do gênero fábula no texto lido.

• Identificar o efeito de sentido dos recursos expressivos gráfico-visuais na história em quadrinhos.

BNCC

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP04

• EF15LP12

• EF15LP14

• EF15LP15

• EF15LP16

• EF15LP18

• EF15LP19

SOUSA, MAURICIO DE. CASCÃO: FÁBULAS, SÃO PAULO: GLOBO, N. 49, P. 121, 2006. (COLEÇÃO UM TEMA SÓ).

ENCAMINHAMENTO

A atividade 2 permite desenvolver um reconto da fábula “A lebre e a tartaruga”. É possível orientar os estudantes a discorrer sobre a fábula e construir hipóteses sobre como Bidu intervém e modifica a fábula original. Trata-se de uma oportunidade de avaliar se, de fato, os estudantes compreenderam o enredo da fábula.

Para ampliar a atividade, pode-se propor a criação coletiva de uma narrativa, prática que desenvolve não só o raciocínio e a criatividade, como também a competência e o conhecimento dos estudantes a respeito do gênero em questão — no caso, a fábula. Iniciar contextualizando o trecho do quadrinho lido e criar uma continuação da história. Depois de desenvolver uma cena, uma ação ou uma personagem, chamar um estudante e pedir a ele que dê seguimento à narrativa, inventando uma continuação para o trecho narrado. Depois que esse estudante desenvolver algo, chamar outro para que faça o mesmo, e assim por diante. É fundamental incentivar a participação de todos. Sugere-se avaliar a memória, a concentração e a expressividade de cada estudante. A seção Conexão indica um brinquedo focado na construção de narrativas de maneira lúdica, em que dados com imagens fornecem temas e tropos criativos para narrar histórias de maneira aleatória.

Na atividade 2, espera-se que os estudantes notem que Bidu entrou na fábula “A lebre e a tartaruga”. Em seguida, perguntar a eles: que elementos da imagem vocês observaram para concluir isso? Espera-se que eles notem as personagens no último quadrinho. Além disso, pode ser que eles observem também a presença de outros animais na cena.

Nas atividades 3 a 5 , é possível identificar o efeito de

EM QUAL HISTÓRIA O BIDU “CAIU”?

Na história A lebre e a tartaruga

• QUE ELEMENTOS DA IMAGEM VOCÊ OBSERVOU PARA CONCLUIR ISSO?

Espera-se que os estudantes notem as personagens lebre e tartaruga no último quadrinho prestes a iniciar uma corrida.

O QUE ESSA HISTÓRIA EM QUADRINHOS E A FÁBULA DAS PÁGINAS 246 E 247 TÊM EM COMUM?

AS DUAS APRESENTAM DESENHOS E BALÕES DE FALA PARA CONTAR OS ACONTECIMENTOS.

NOS DOIS TEXTOS, ALGUÉM FALA O QUE ACONTECEU.

X NAS DUAS HISTÓRIAS, OS PERSONAGENS AGEM COMO SERES HUMANOS.

NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, ALÉM DOS DESENHOS E DOS BALÕES, OUTROS ELEMENTOS AJUDAM A CONTAR OS ACONTECIMENTOS.

• NO PRIMEIRO QUADRINHO, QUE ELEMENTOS MOSTRAM O MOVIMENTO DO BIDU ENTRANDO DE CABEÇA NO LIVRO DE HISTÓRIAS DO FRANJINHA?

Espera-se que os estudantes percebam a onomatopeia ZUP (mesmo sem nomeá-la) e os traços que indicam a trajetória do Bidu ao “mergulhar” de cabeça no livro.

sentido dos recursos expressivos gráfico-visuais dessa história em quadrinhos — texto multissemiótico. Na atividade 4, em particular, recomenda-se rever a história em quadrinhos com os estudantes, comparando os formatos dos balões e os tamanhos diferentes das letras. Chamar a atenção também para o sentido transmitido pelo ponto de exclamação.

A atividade 6 oferece um momento de leitura em que se pode observar o progresso na fluência em leitura oral dos estudantes. Propor mais de uma leitura se achar necessário para incentivá-los. É importante dar um tempo para que as duplas ensaiem suas falas. Ressaltar a importância de fazer uma leitura expressiva, de acordo com cada acontecimento. Sugere-se observar a entonação da fala indicada pelos sinais de pontuação.

Realizar a atividade 7 oralmente ecomentar com os estudantes que uma história contada só por meio de um texto permite ao leitor imaginar os ambientes, as cenas, as personagens etc., o que não ocorre na HQ. Aproveitar a conversa e perguntar aos estudantes se a história da raposa e da cegonha poderia ser contada em forma de HQ e o que seria preciso fazer para transformá-la.

EM ALGUNS BALÕES DA HISTÓRIA, OS PERSONAGENS ESTÃO GRITANDO OU FALANDO ALTO.

• COMO É POSSÍVEL PERCEBER ISSO?

Espera-se que os estudantes percebam que o uso do negrito e o uso de letras maiores em algumas falas, bem como o formato dos balões, indicam fala em voz alta ou grito.

COM UM COLEGA, LEIA A HISTÓRIA EM QUADRINHOS EM VOZ ALTA.

• ESCOLHAM QUEM SERÁ O BIDU E QUEM SERÁ O JUIZ.

• NO INÍCIO, OS DOIS JUNTOS FALAM A PALAVRA ZUP

• DEPOIS, CADA UM DIZ A FALA DE UM PERSONAGEM.

VOCÊ PREFERE UMA HISTÓRIA CONTADA EM QUADRINHOS OU UMA HISTÓRIA CONTADA SÓ COM TEXTO?

Resposta pessoal.

11/09/25 17:08

PARA OS ESTUDANTES

• BANDEIRA, Pedro. A hora do desconto: fábulas recontadas em versos e comentadas. São Paulo: Salamandra, 2011.

EXPECTATIVAS DE

• Estabelecer expectativas com relação ao gênero textual a ser lido com base em conhecimentos prévios.

• Ler e compreender, com a ajuda do professor, texto do campo artístico-literário (fábula).

• Identificar, na fábula, elementos da narrativa.

• Localizar informações explícitas na fábula.

• Reconhecer as características do gênero no texto lido.

• Compreender o ensinamento da fábula.

BNCC

• EF01LP26

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• EF15LP04

• EF15LP15

• EF15LP16

• EF15LP18

• EF15LP19

ENCAMINHAMENTO

Iniciar propondo aos estudantes a leitura de uma nova fábula: “A cigarra e as formigas”. É importante verificar os conhecimentos prévios da turma sobre essa fábula. Recomenda-se também explorar a relação entre o título do capítulo e o título da fábula. Nesse momento inicial, vale a pena ouvir as expectativas dos estudantes a respeito do texto e aproveitar o levantamento de conhecimentos prévios deles para retomar as características do gênero textual fábula.

Ouvir as hipóteses dos estudantes a respeito da função das fábulas. É possível que já tenham se apropriado do conceito.

LEITURA 2

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que uma das funções da fábula é apresentar um ensinamento com caráter instrutivo.

• FAÇA A LEITURA DE OUTRA FÁBULA. VOCÊ SABE QUAL É A FUNÇÃO DE HISTÓRIAS COMO ESTA?

• LEIA A FÁBULA SILENCIOSAMENTE. DEPOIS, COMENTE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE O QUE VOCÊ LEU.

A CIGARRA E AS FORMIGAS

ERA UMA VEZ UMA JOVEM CIGARRA QUE NÃO FAZIA OUTRA COISA NA VIDA A NÃO SER CANTAR. ENQUANTO ISSO, AS FORMIGAS TRABALHAVAM SEM PARAR.

[...] TRANSPORTAVAM GRÃOS PARA QUE NO INVERNO TIVESSEM O QUE COMER. [...] O INVERNO CHEGOU. O FRIO ERA TANTO QUE A CIGARRA QUASE FICOU CONGELADA. ENTÃO, BATEU NA PORTA DO FORMIGUEIRO À PROCURA DE UM LUGAR QUENTINHO PARA SE ABRIGAR. — OLÁ! SERÁ QUE EU POSSO ENTRAR? ESTOU COM FRIO E COM FOME!

A GUARDIÃ DO FORMIGUEIRO NÃO SE CONTEVE: — O QUÊ? ENQUANTO NÓS TRABALHÁVAMOS DURO, VOCÊ SÓ PENSAVA EM SE DIVERTIR. POIS AGORA: BOA DIVERSÃO! — DISSE.

E BATEU A PORTA NA CARA DA CIGARRA, QUE FOI OBRIGADA A CANTAR EM OUTRA FREGUESIA.

OS PREGUIÇOSOS NADA TÊM A COLHER.

LA FONTAINE, JEAN DE. FÁBULAS DE ESOPO ADAPTAÇÃO: LÚCIA TULCHINSKI. SÃO PAULO: SCIPIONE, 2006. P. 13.

Após a leitura silenciosa do texto, propor uma leitura compartilhada, em que você, professor, lê e os estudantes repetem em seguida, acompanhando as palavras com o dedo ou com os olhos. É fundamental trabalhar a compreensão do texto. Por isso, recomenda-se explorar termos e expressões que possam ser desconhecidos. Perguntar o que, na opinião dos estudantes, significa a expressão “cantar em outra freguesia” (cantar em outro lugar).

Na atividade 1, abre-se oportunidade para trabalhar, de maneira lúdica, questões relacionadas à prática de traçado e ao desenvolvimento motor dos estudantes.

Na atividade 2, direcionar questões aos estudantes de modo que concluam que, nas fábulas, o título geralmente apresenta os nomes das personagens, que são animais que falam e agem como seres humanos. Se for necessário, retomar os títulos das fábulas desta unidade.

5. Espera-se que os estudantes citem algumas destas características: o título das fábulas geralmente apresenta os nomes das personagens, que são animais que falam e agem como seres humanos; as fábulas trazem um ensinamento no final; e fazem parte da tradição oral, podendo assim apresentar variações em alguns trechos.

CUBRA O TRAÇADO DAS FORMIGAS.

QUEM SÃO AS PERSONAGENS DESSA FÁBULA?

A cigarra e as formigas.

O QUE A CIGARRA E AS FORMIGAS FAZIAM ANTES DO INVERNO?

A cigarra cantava o tempo todo. As formigas trabalhavam sem parar.

A) ONDE A NARRATIVA OCORRE?

No formigueiro e em seus arredores.

Na atividade 4, retomar o trabalho com o ensinamento da história como marca do gênero textual. Orientar os estudantes a reler o ensinamento. Perguntar a eles a quem esse ensinamento é dirigido. Levá-los a concluir que o ensinamento da fábula é dirigido ao leitor.

Na atividade 5 , explorar outras características das fábulas, como sua origem na tradição oral, seu público leitor, seu meio de circulação — embora ainda calcado na oralidade. É importante observar que hoje o gênero tem grande disseminação em obras impressas, como livros e revistas, e em meios digitais. No passado, quando o livro não era um objeto acessível e difundido, as fábulas eram apenas contadas oralmente de geração a geração.

B) O QUE ACONTECEU COM A CIGARRA QUANDO O INVERNO CHEGOU?

Ela quase ficou congelada e resolveu pedir abrigo no formigueiro.

C) COMO AS FORMIGAS REAGIRAM AO PEDIDO DA CIGARRA?

A guardiã do formigueiro bateu a porta na cara da cigarra.

D) É POSSÍVEL DETERMINAR A DURAÇÃO DA NARRATIVA?

Pode-se perceber que a história passa por algumas estações do ano, pois as formigas trabalharam para armazenar alimentos para o inverno. 4

CONTORNE NA FÁBULA A FRASE QUE TRAZ O ENSINAMENTO DESSA HISTÓRIA.

• QUAL É O SIGNIFICADO DO ENSINAMENTO DESSA FÁBULA?

Espera-se que os estudantes concluam que não se ganha nada sendo preguiçoso. 5

QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DAS FÁBULAS?

As alternativas de a a d da atividade 3 devem ser feitas oralmente. Essa atividade desenvolve a compreensão dos estudantes a respeito de aspectos da narrativa, como o espaço e o tempo em que ela ocorre, o desenvolvimento do enredo e o desfecho. Na atividade 3a, pode-se refletir sobre o espaço da narrativa: o formigueiro e seus arredores. Destacar as passagens “bateu na porta do formigueiro” e “lugar quentinho para se abrigar”, que mostram como a cigarra chegou a esse espaço e qual era a expectativa dela sobre a parte interna do lugar. Na atividade 3d, pode-se explorar o tempo da narrativa, levando os estudantes a perceber que, nessa versão da fábula, não é possível determinar exatamente a duração da narrativa, mas pode-se entender que, para ter suprimentos no inverno, as formigas trabalhavam durante as outras estações do ano. Destacar a expressão “era uma vez” no início da narrativa, perguntando a eles se conhecem outras histórias que começam com essas palavras. Fazer questionamentos que os ajudem a perceber que essa expressão indica que a história se passou há muito tempo, mas não determina a data/ época exata.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Relacionar imagens às palavras correspondentes.

• Ler e escrever corretamente palavras com os dígrafos RR e SS.

• Reconhecer palavras que têm SS.

• Ler e compreender uma cantiga.

• (Re)conhecer palavras com GUE e GUI.

• Observar a letra que aparece depois da letra G em GUE e GUI.

• Compreender o som representado pelas letras GU nas sílabas GUE e GUI.

BNCC

• EF01LP05

• EF01LP06

• EF01LP07

• EF01LP08

• EF01LP09

• EF01LP13

• EF01LP16

• EF01LP19

• EF12LP18

ORGANIZE-SE

• Livros e revistas variados.

• Computador conectado à internet.

ENCAMINHAMENTO

Na atividade 1 de Palavras com RR e SS , recitar o texto do trava-língua aos estudantes várias vezes e, quando considerar pertinente, solicitar que o repitam com você. A recitação deve começar devagar, dando tempo para que os estudantes consigam pronunciar corretamente e articular bem os sons. Aos poucos, aumentar a velocidade até que os estudantes falem o mais rápido que conseguirem. Chamar a atenção para o som do RR, que representa o som forte da letra R, entre vogais. O item da atividade 1 pode ser feito

PALAVRAS EM AÇÃO

PALAVRAS COM RR E SS

1

LEIA ESTE TRAVA-LÍNGUA.

A ARANHA ARRANHA A JARRA, A JARRA ARRANHA A ARANHA; NEM A ARANHA ARRANHA A JARRA NEM A JARRA ARRANHA A ARANHA. [A ARANHA ARRANHA A JARRA]. [S. L.: S. N.], [19--]. TRAVA-LÍNGUA POPULAR.

• QUANTAS VEZES O RR APARECE? 8 vezes.

A) PINTE TODAS AS VEZES QUE APARECE O RR NO TRAVA-LÍNGUA.

B) COM UM COLEGA, ESCREVA COMO SOUBER PALAVRAS COM RR.

Resposta pessoal. Sugestões de resposta: arrastar, terra, amarrado, jorrar,

barro, burro, erro.

C) QUE LETRAS APARECEM ANTES E DEPOIS DE RR?

CONSOANTES X VOGAIS

PINTE DE AZUL AS PALAVRAS QUE TÊM SS. 2

SAPO

interdisciplinarmente com Matemática. Antes de realizar a contagem do número de vezes que o dígrafo RR aparece, retomar a sequência numérica de 1 a 10 , pedindo aos estudantes que recitem com você e representem os números com os dedos. Na atividade 1b , os estudantes podem pesquisar as palavras em livros, revistas ou, se for possível, na internet com o acompanhamento de um adulto. Após a realização, compartilhar as palavras e fazer uma lista para afixar no mural da sala de aula. Chamar a atenção para o RR em todas as palavras escritas.

Na atividade 2, ressaltar aos estudantes que SS representa o mesmo som que S em posição inicial (o som /s/), como em sapo e suco, que aparecem no quadro. Solicitar que citem outras palavras que tenham esse mesmo som.

Na atividade 1 da seção Palavras com GUE e GUI, deixar que leiam silenciosamente e depois pedir que cantem a cantiga. Chamar a atenção para a palavra caranguejo que está na cantiga. Escrever na lousa as palavras caranguejo e gelo e pedir aos estudantes que as leiam em voz alta.

PALAVRAS COM GUE E GUI

LEIA O TRECHO.

CARANGUEJO NÃO É PEIXE, CARANGUEJO PEIXE É CARANGUEJO SÓ É PEIXE NA ENCHENTE DA MARÉ.

[CARANGUEJO NÃO É PEIXE]. [S. L.: S. N.], [19--]. CANTIGA POPULAR.

• AGORA, CONTORNE AS PALAVRAS EM QUE APARECE GUE.

CONTORNE AS PALAVRAS QUE APRESENTAM GUE OU GUI.

GUITARRA AMIGUINHO GIRAFA

GUERREIRO PESSEGUEIRO MÁGICO

GELO GUEPARDO GOLFINHO

GERÂNIO ÁGUIA

A) NAS PALAVRAS QUE VOCÊ CONTORNOU, PINTE AS DUAS LETRAS QUE APARECEM DEPOIS DO G.

Os estudantes devem pintar UI e UE

B) ESCREVA AS LETRAS QUE VOCÊ PINTOU NA ATIVIDADE ANTERIOR.

UI e UE.

ATIVIDADES

Pedir aos estudantes que façam um diagrama com seis linhas e dez colunas para esconder palavras com GE, GUE ou GUI. Depois que os diagramas estiverem prontos, cada estudante deve trocar o seu com um colega para que ele encontre as seis palavras escondidas. Em seguida, propor que escrevam uma frase com cada uma das palavras encontradas e pedir atenção ao uso da pontuação ao final das frases. Promover a correção coletiva da escrita.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• NÓBREGA, Maria José. Como eu ensino: ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2013.

• ARCANGELI, Donatella; MORÁS, Francisco. TDAH: o que fazer e o que evitar: guia rápido para professores do ensino fundamental. Petrópolis: Vozes, 2022.

11/09/25 17:08

Perguntar: o som representado nessas palavras é o mesmo? Espera-se que percebam que em gelo o som representado é /ž/ e, em caranguejo, o som representado é /g/. Depois, verificar se contornam corretamente as palavras com GUE e GUI na atividade 2. No caso de estudantes com necessidades específicas: pedir que risquem as sílabas que já foram usadas, diminuindo assim o risco de erros por desatenção e auxiliando os estudantes com dificuldades de planejamento e organização, principalmente no caso de estudantes com TDAH, que costumam apresentar essas características. No caso de estudantes que ainda estejam no processo de alfabetização, uma alternativa seria levar as sílabas em papel cortado e escritas com as cores correspondentes, para que possam montar com esse auxílio. A atividade ficaria mais dinâmica e o material concreto auxiliaria no processo de aprendizagem.

EXPECTATIVAS

• Reconhecer visualmente os dígrafos RR, SS, GUE e GUI em palavras escritas em letra bastão.

• Seguir com precisão o percurso do traçado, respeitando o sentido (de cima para baixo, da esquerda para a direita).

• Desenvolver a coordenação motora fina ao manter o controle do lápis sobre o pontilhado.

• Consolidar a orientação gráfica correta (início do traço, direção, ligação entre letras).

• Perceber a diferença gráfica e sonora entre RR e SS, e o uso correto de GUE/GUI.

BNCC

• EF01LP01

• EF01LP02

• EF01LP04

• EF01LP06

ENCAMINHAMENTO

O objetivo da proposta é desenvolver a coordenação motora fina, a memória gráfica das letras e a consciência ortográfica no uso dos dígrafos RR, SS, GUE e GUI, por meio do acompanhamento de traçados pontilhados.

Antes de encaminhar a escrita, ler com a turma as palavras que os estudantes deverão escrever acompanhando o traçado. Durante a realização da escrita, é importante observar a postura da criança, se ela se senta corretamente e como ela segura o lápis, se realiza a preensão adequada, com três pontos de apoio (pinça trípode). Se necessário, demonstrar a pega correta e deixar que o estudante tente copiar a posição dos dedos do professor. Avaliar individualmente se o estudante respeita o sentido do traçado e se inicia no ponto correto.

HORA DO TRAÇADO

CUBRA OS PONTILHADOS PARA COMPLETAR AS PALAVRAS. 1

Avaliar também seu controle motor, observando se o traçado sai do pontilhado com frequência, se há tremores, pressão excessiva ou hesitação. Outro aspecto importante a observar é se a criança reconhece onde estão os dígrafos RR, SS, GUE ou GUI, e se consegue nomeá-los ao terminar. Por fim, observar o grau de autonomia: consegue realizar a atividade com pouca intervenção? Sabe pedir ajuda quando necessário?

No caso de crianças que ainda estão no processo de alfabetização ou tenham deficiência intelectual, fornecer para o estudante não alfabetizado letras móveis ou uma folha extra com o alfabeto ou auxiliá-lo lembrando com ele oralmente as letras do alfabeto. Oferecer outras formas de realização do exercício, como mediadores visuais, por exemplo, que podem auxiliar no processo de fixação e aprendizado do conteúdo, pois acionam diferentes áreas do cérebro.

Outra possibilidade é colocar um quadro com as letras no mural, em folhas sulfite, A3 ou cartolina. Mediadores visuais podem auxiliar no processo de fixação e armazenamento da informação.

PÁ ARO

BÚ OLA

11/09/25 17:08

PARA OS ESTUDANTES

• STRASSER, Suzanne. A raposa vai de carro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2022.

ATIVIDADES

Uma maneira divertida de trabalhar os dígrafos é realizar o jogo Caça aos dígrafos!

• Dividir a turma em equipes.

• Escrever as palavras em cartões ou na lousa.

• Sortear ou apontar uma palavra e perguntar a um dos grupos:

• “Qual é o dígrafo?”.

• “Onde ele está: no início, no meio ou no fim?”.

• “Qual som faz?”.

• Cada acerto vale 1 ponto!

• Desafio extra: usar a palavra em uma frase. Vale 2 pontos!

• Se errar, passa a vez para a próxima equipe.

• Ganha a equipe que marcar mais pontos quando se esgotarem as palavras. Outra forma lúdica de trabalhar com dígrafos é o Bingo de dígrafos.

Preparar fichas com imagens cujos nomes contenham NH, CH, LH, SS, RR, GUE, GUI. Por exemplo: imagens de guarda-chuva, joaninha, vassoura, carro, chaveiro, guitarra, pinguim, foguete, guizo, sagui, linguiça, chute, chapéu, chuchu, chupeta, folha, galho, mulher, ninho, lanche, lancha, passarinho, passo, assobio, bússola, massa, barra, arroz, serra.

Produzir as cartelas dividindo uma folha A4 em quadrados com os dígrafos espalhados aleatoriamente e distribuir uma para cada estudante. O professor sorteia uma ficha com uma figura, as crianças falam o nome, marcam na cartela qual é o dígrafo (ou os dígrafos, como em passarinho, por exemplo) e escrevem a palavra naquele espaço. Quem preencher a cartela fala “BINGO!” e entrega sua ficha para a correção coletiva. Se houver um erro, escrever a palavra correta na lousa com a ajuda da turma e recomeçar o sorteio.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• WOOD, Audrey e Don. O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado. São Paulo: Brinque-Book, 2012.

11/09/25 17:08

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Reconhecer as características do gênero fábula.

• Planejar, reescrever, reler, revisar e editar, com a ajuda do professor, uma fábula individualmente.

• Aplicar na escrita de texto sinais de pontuação e elementos textuais característicos do gênero fábula.

BNCC

• EF01LP14

• EF01LP25

• EF01LP26

• EF12LP05

• EF15LP01

PARA ASSINALAR AS CARACTERÍSTICAS DA FÁBULA.

X NO TÍTULO APARECEM OS NOMES DAS PERSONAGENS.

• EF15LP05

• EF15LP06

• EF15LP07

• EF15LP08

ENCAMINHAMENTO

Propiciar um momento para alguns estudantes contarem os fatos principais de algumas fábulas. Se achar conveniente, anotar os títulos das fábulas na lousa para que eles possam reler quando forem escrever.

A atividade 1 retoma os conhecimentos dos estudantes sobre as características das fábulas. Recomenda-se explorar diversos aspectos da compreensão, em perguntas abertas sobre o gênero e seus temas, a descrição de personagens, as situações desenvolvidas e outras marcas que dependem da inferência dos estudantes. É importante observar se os estudantes marcam alternativas que não se relacionam às fábulas — as personagens das fábulas geralmente são animais que representam características, comportamentos e sentimentos humanos; e o final das fábulas nem sempre é feliz (característica mais comum dos contos maravilhosos), mas envolve sempre a explicitação de um ensinamento final.

AS PERSONAGENS, EM GERAL, SÃO PESSOAS.

X OS ANIMAIS FALAM.

X AS PERSONAGENS SÃO ANIMAIS.

X O ENSINAMENTO NO FINAL DA FÁBULA É DIRIGIDO AO LEITOR.

O FINAL DAS FÁBULAS É SEMPRE FELIZ.

X A FINALIDADE DA FÁBULA É MOSTRAR ASPECTOS OU COMPORTAMENTOS QUE SÃO PRÓPRIOS DO SER HUMANO.

2 RELEMBRE AS FÁBULAS QUE VOCÊ CONHECE E

SE

PREPARE PARA ESCREVER COMO SOUBER A FÁBULA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.

Na atividade 2, propiciar um momento para alguns estudantes contarem pontos principais de algumas fábulas. Orientá-los a buscar na biblioteca ou no cantinho de leitura da sala de aula, caso haja, alguns livros de fábulas e selecionar algumas para ler com os colegas. Em seguida, solicitar que escolham, entre as fábulas conhecidas que leram com os colegas, uma de que mais gostam. Informar que ela será publicada no livro de fábulas da turma.

A atividade 3 corresponde à etapa de planejamento do texto a ser produzido. Essas atividades promovem o desenvolvimento das habilidades para identificar informações relevantes do texto com intuito de fazer os estudantes pensarem sobre os pontos principais da história que vão recontar. Demonstrar a eles que as questões respondidas nesta atividade correspondem aos elementos que devem fazer parte do texto a ser produzido. Se achar propício, propor a eles que ilustrem a situação inicial, a cena principal do desenvolvimento e a situação final da fábula que escolheram em sequência, de modo que possam se apoiar nessa ilustração ao redigir o texto.

3 PARA ESCREVER, RELEMBRE ESTES ASPECTOS DA FÁBULA QUE VOCÊ ESCOLHEU. Respostas pessoais.

• QUAL É O TÍTULO?

• QUEM SÃO AS PERSONAGENS?

• COMO A HISTÓRIA COMEÇA?

• COMO OS FATOS SE DESENVOLVEM?

• ONDE OCORRE A HISTÓRIA?

• É POSSÍVEL DETERMINAR O TEMPO DE DURAÇÃO DA HISTÓRIA?

• COMO A SITUAÇÃO TERMINA?

• QUAL É O ENSINAMENTO?

4 EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA, RECONTE COMO SOUBER OS PONTOS PRINCIPAIS DA HISTÓRIA PARA O LEITOR COMPREENDER OS ACONTECIMENTOS.

5 RELEIA O QUE VOCÊ ESCREVEU E FAÇA A REVISÃO COM A AJUDA DO PROFESSOR.

• ENTREGUE SEU TEXTO AO PROFESSOR. Produção pessoal.

ATENÇ ÃO

VERIFIQUE SE ESCREVEU AS PALAVRAS CORRETAMENTE E SE USOU OS SINAIS DE PONTUAÇÃO!

• DEPOIS DA REVISÃO FEITA PELO PROFESSOR, AJUSTE O QUE FOR NECESSÁRIO PARA MELHORAR SUA FÁBULA.

• REESCREVA A FÁBULA UTILIZANDO OS MEIOS DIGITAIS DISPONÍVEIS.

• SE FOR POSSÍVEL, PUBLIQUE AS FÁBULAS DA TURMA. 265 11/09/25 17:08

Durante a atividade 4, circular pela sala de aula incentivando os estudantes e ajudando-os a se lembrar dos detalhes importantes da história que cada um escolheu. Comentar sobre a necessidade de manter a sequência dos acontecimentos nas narrativas.

Após a atividade 5, orientá-los a respeito da revisão de outros aspectos do texto. Listar na lousa, de forma geral, alguns aspectos principais que devem ser observados, como: título da fábula; início, desenvolvimento e final da história; ensinamento. Propor que revisem os textos individualmente, com sua ajuda, apontando questões relacionadas à ortografia e à pontuação que precisem ser corrigidas.

Ao final da seção, orientá-los a passar a limpo o texto, já com as correções, e fazer um desenho para ilustrar a fábula. Se houver disponibilidade, é possível apoiá-los no uso de ferramentas digitais como softwares de edição de texto e de imagem. Essa é uma oportunidade para trabalhar o uso supervisionado da tecnologia.

Caso considere interessante, esse material pode ser organizado coletivamente para compor o livro de fábulas da turma. Lembrá-los de que é preciso escrever também o título da fábula e anotar o próprio nome para indicar a autoria, retomando os dados que constam das referências que foram estudadas.

CONEXÃO

PARA O PROFESSOR

• LIMA, Renan de M. R. O uso das fábulas no ensino fundamental para o desenvolvimento da linguagem oral e escrita. Cippus, Canoas, v. 1, n. 1, maio 2012. Disponível em: https://revistas. unilasalle.edu.br/index. php/Cippus/article/ view/350/289. Acesso em: 21 ago. 2025.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• MENDES, Miguel. Monteiro Lobato em quadrinhos: fábulas. Ilustração: Luiz Podavin. São Paulo: Globinho, 2011.

• Planejar a apresentação/ encenação de uma fábula escolhendo os elementos textuais necessários para o bom entendimento.

• Expressar-se em situação de intercâmbio oral.

• Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos).

• Escutar os colegas com atenção e respeito.

• Recontar oralmente uma fábula com apoio de imagem.

BNCC

• EF12LP05

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP04

• EF15LP05

• EF15LP06

• EF15LP07

• EF15LP09

• EF15LP10

• EF15LP11

• EF15LP12

• EF15LP13

ORGANIZE-SE

• Computador conectado à internet.

• Projetor multimídia.

ENCAMINHAMENTO

De início, sugerir aos estudantes que assistam a encenações de fábulas antes da atividade proposta nesta seção, observando a caracterização do cenário e das personagens. Levá-los a perceber que os gestos e a entonação da voz também são importantes.

Para o desenvolvimento da atividade proposta nesta seção, organizar a turma em grupos de três ou mais estudantes. Em seguida, ler com eles cada item da atividade 1 e explicar como devem proceder. Ressaltar que a história

ORALIDADE EM AÇÃO

ENCENAÇÃO DE FÁBULA

1 O PROFESSOR VAI DIVIDIR A TURMA EM GRUPOS. CADA GRUPO VAI APRESENTAR UMA FÁBULA.

Produção coletiva.

A) VOCÊ E SEUS COLEGAS DE GRUPO VÃO ESCOLHER UMA FÁBULA QUE CONHECEM PARA RECONTAR.

B) DECIDAM QUEM RECONTARÁ A HISTÓRIA E QUEM FARÁ QUAL PERSONAGEM.

C) ENSAIEM AS FALAS DE CADA UM.

2 É HORA DE AVALIAR AS APRESENTAÇÕES. CONVERSEM SOBRE ESTAS QUESTÕES.

• SEU GRUPO RECONTOU TODA A FÁBULA?

• TODOS PRONUNCIARAM BEM AS PALAVRAS?

• OS GESTOS E AS EXPRESSÕES ESTAVAM DE ACORDO COM OS ACONTECIMENTOS E AS PERSONAGENS?

• O ENSINAMENTO ERA IGUAL NAS FÁBULAS QUE TINHAM O MESMO TEMA?

FIQUE LIGADO

• LA FONTAINE, JEAN DE. FÁBULAS DE ESOPO. SÃO PAULO: SCIPIONE, 2006. AS FÁBULAS DESSE LIVRO, ALÉM DE DIVERTIDAS, TRAZEM ENSINAMENTOS IMPORTANTES PARA AS PESSOAS.

• VIDA DE INSETO (A BUG’S LIFE). DIREÇÃO: JOHN LASSETER, ANDREW STANTON. ESTADOS UNIDOS, 1998. 1 VÍDEO (CA. 95 MIN). UMA HISTÓRIA CHEIA DE INVENTIVIDADE QUE MOSTRA A ORGANIZAÇÃO DE UM FORMIGUEIRO E AS AVENTURAS DE UMA FORMIGUINHA CRIATIVA.

escolhida deve ser bem conhecida por todos. Se possível, sugerir que os grupos selecionem fábulas diferentes para encenar.

Para a caracterização, os estudantes podem fazer as máscaras em casa, com a ajuda de um adulto, ou pode ser feito um trabalho interdisciplinar com Arte para a criação das máscaras e do cenário.

Na atividade 2, organizar uma roda de conversa para promover um momento de autoavaliação pelos grupos e de trocas entre eles. Essa é uma oportunidade de desenvolver competências socioemocionais relacionadas à consciência social, como demonstrar empatia, colocando-se no lugar do outro e considerando suas opiniões e perspectivas, reconhecer os pontos fortes dos outros; e às habilidades de relacionamento, como comunicar-se de forma efetiva, demonstrar cooperação, praticar trabalho em equipe e resolução colaborativa de problemas.

IDEIA PUXA IDEIA

A CIGARRA DA VIDA REAL E A DA FÁBULA

LEIA ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE A CIGARRA.

[...]

A SINFONIA COMEÇA A APARECER COM A CHEGADA DA PRIMAVERA E PERMANECE EM ALTA ATÉ MARÇO, COM SEUS ADULTOS EM PLENOS PULMÕES. APESAR DE ESPÉCIES MUITO CONHECIDAS, SUA IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA E OS HÁBITOS DESENVOLVIDOS NÃO SÃO TÃO FAMOSOS ASSIM.

[...]

O SOM DO MOVIMENTO

AO CONTRÁRIO DO QUE POSSA PARECER, A CIGARRA NÃO EMITE O SOM COM A BOCA OU COM ALGUMA VIBRAÇÃO VOCAL QUE REALIZA. É O ESFREGAR DAS ASAS NO PRÓPRIO CORPO, EM UM PAR DE ESTRUTURAS ABDOMINAIS CHAMADAS TIMBALES, QUE CONSEGUE PRODUZIR E AMPLIFICAR ESSA SINFONIA.

[...]

ENCAMINHAMENTO

A seção propicia um trabalho interdisciplinar com o componente curricular Ciências para estudar e conhecer as características dos seres vivos. Apesar de a fábula ser uma narrativa ficcional, que estimula a fantasia e a imaginação infantis, ela também possibilita dialogar com outras áreas do conhecimento. Por isso, é possível trabalhar com textos informativos sobre as espécies animais.

Nesta seção, os estudantes vão ler um texto com informações técnicas sobre a cigarra e comparar com as informações que aparecem na fábula. Assim, poderão perceber se as informações são reais ou fictícias.

VIBRAÇÃO: MOVIMENTOS COMO TREMORES MUITO RÁPIDOS.

O SOM EMITIDO PELAS ASAS DAS CIGARRAS É PARTE DE UMA ESTRATÉGIA DE ATRAÇÃO. O MACHO UTILIZA ESSE RECURSO PARA SE APROXIMAR DA FÊMEA, QUE, AO CONTRÁRIO DELE, TEM UM SOM QUASE IMPERCEPTÍVEL. HÁ, AINDA, ESTUDOS SOBRE A POSSIBILIDADE DO “CANTO” SER TAMBÉM UMA ESTRATÉGIA DE DEFESA CONTRA PREDADORES.

DIETA DE PÁSSAROS

PAR: CONJUNTO DE DOIS ELEMENTOS SEMELHANTES.

NÃO SÓ BARULHENTAS E FILHAS DE UMA GRANDE TRANSFORMAÇÃO, AS CIGARRAS TAMBÉM SÃO ESPECIAIS POR APRESENTAREM UM IMPORTANTE PAPEL ECOLÓGICO NA

A atividade de leitura desta seção permite avaliar se os estudantes já conseguem ler textos mais complexos com autonomia e independência, garantindo a compreensão.

Sugere-se a realização de uma leitura em voz alta pelo professor, que funciona como um leitor modelar do texto, seguida de verificação da compreensão dos estudantes a respeito dos pontos e das informações mais importantes do que leram.

Antes de ler o texto, permitir que os estudantes expressem livremente o que sabem sobre as cigarras. Ajudá-los com questões como: onde elas vivem? São grandes ou pequenas? O que será que elas comem?

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

• Estabelecer expectativas com relação ao texto a ser lido com base em conhecimentos prévios.

• Ler e compreender informações técnicas sobre a cigarra.

• Identificar informações no texto e relacioná-las aos fatos apresentados na fábula, observando quais são reais e quais são fictícios.

• Localizar informações explícitas no texto.

BNCC

• EF01LP22

• EF01LP23

• EF01LP24

• EF12LP03

TCT

• EF12LP17

• EF15LP01

• EF15LP02

• EF15LP03

• Meio Ambiente

ORGANIZE-SE

• EF15LP04

• EF15LP05

• Computador conectado à internet.

Após a leitura do texto, perguntar aos estudantes se as hipóteses apresentadas se confirmaram ou não. Após a leitura, é importante explicar os termos ou expressões que provavelmente eles desconheçam — envergadura (distância de uma extremidade a outra das asas abertas), ninfa (forma intermediária entre a larva e o inseto adulto), arborícola (que mora em árvores) e cortejar (conquistar) —, ajudando-os a desenvolver o vocabulário. Se possível, conduzir uma pesquisa supervisionada na internet para que busquem imagens de cigarras e vídeos que mostram o som produzido por elas.

Conduzir a atividade 1 oralmente. Recomenda-se reler as informações iniciais do texto com os estudantes para que eles consigam compreender o texto. Encaminhar a conversa de modo que os estudantes percebam que esse texto contém informações reais sobre a cigarra, ao passo que a fábula apresenta informações fictícias, isto é, inventadas.

Na atividade 2 , é importante pedir que indiquem onde encontraram a resposta (no caso, no primeiro parágrafo). Comentar com os estudantes que, com o tempo mais quente e as plantas brotando, as cigarras, que vivem debaixo da terra, saem do solo porque é o momento de se reproduzir. Com o canto, os machos atraem as fêmeas.

A atividade 3 permite avaliar a capacidade de compreender o texto. Nesta questão, é importante o trabalho interdisciplinar com Ciências para ampliar a compreensão do que significa cadeia alimentar . É recomendável apresentar à turma exemplos de cadeias alimentares e mostrar que os seres humanos também fazem parte de uma cadeia alimentar, destacando sua posição como animal onívoro (que come tanto plantas quanto animais).

CADEIA ALIMENTAR: QUANDO UM SER VIVO SERVE DE ALIMENTO PARA OUTRO.

CADEIA ALIMENTAR.

AS AVES SE ALIMENTAM DE MUITAS CIGARRAS

QUANDO ELAS

SAEM DE SEUS

A CIGARRA EMITE SOM ESFREGANDO AS ASAS NO PRÓPRIO CORPO.

ESCONDERIJOS E ESSES INSETOS SÃO ENCONTRADOS

FACILMENTE GRAÇAS AO SOM FORTE QUE EMITEM, FACILITANDO A LOCALIZAÇÃO.

5 CURIOSIDADES QUE VOCÊ NUNCA IMAGINOU SOBRE AS CIGARRAS. G1, 19 NOV. 2019. DISPONÍVEL EM: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2019/11/19/5curiosidades-que-voce-nunca-imaginou-sobre-as-cigarras.ghtml. ACESSO EM: 28 JUL. 2025.

COMPARE ESSE TEXTO COM A FÁBULA. QUAL É A DIFERENÇA ENTRE AS INFORMAÇÕES DADAS?

A) NA FÁBULA APARECE UMA INFORMAÇÃO SOBRE O CANTO DA CIGARRA QUE TEM BASE EM UM DADO REAL. QUAL É ESSA INFORMAÇÃO?

A cigarra emite um som forte, um canto.

B) COMO A CIGARRA PRODUZ SOM? CONTORNE NO TEXTO A INFORMAÇÃO.

1. Este texto apresenta dados reais sobre as características da cigarra, contendo informações sobre hábitos e algumas características, enquanto a fábula é uma ficção.

QUANDO AS CIGARRAS COSTUMAM APARECER?

Na primavera.

QUAL É A IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA DAS CIGARRAS?

Servem de alimento para os pássaros.

COM UM COLEGA, PESQUISE SOBRE A FORMIGA E ESCREVA AS INFORMAÇÕES EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA

Produção pessoal.

ATIVIDADES

Para aprofundar o tema sobre o comportamento dos seres vivos, pode-se propor a leitura da ficha técnica de outro animal. Por exemplo, a ficha do lobo-guará . ZOO. Lobo-guará. Brasília, DF: Fundação Jardim Zoológico de Brasília, 18 set. 2025. Disponível em: https://www.zoo.df.gov. br/lobo-guara. Acesso em: 21 ago. 2025. Após a leitura da ficha técnica, perguntar aos estudantes se eles conhecem fábulas que tenham o lobo como personagem. Propor que selecionem uma das fábulas e compartilhem a história com os colegas. Sugestões: “O lobo e a cegonha“, “O leão, a raposa e o lobo“, e “O lobo e o grou“. Observar as características do lobo apresentadas na ficha e verificar qual ou quais delas aparecem nas fábulas que selecionaram.

CONEXÃO

PARA OS ESTUDANTES

• PROCURA-SE: galeria de animais ameaçados de extinção. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2007.

O QUE ESTUDEI

LEIA A FÁBULA.

O LEÃO E O RATINHO

UM RATINHO, PASSEANDO, DESCUIDADO, FOI PARAR NAS GARRAS DE UM LEÃO.

DESESPERADO, O ANIMALZINHO SUPLICOU AO REI DOS ANIMAIS QUE POUPASSE A SUA VIDA.

— SOU TÃO PEQUENO, MAJESTADE! [...] EU LHE PEÇO QUE ME SOLTE! PROMETO-LHE QUE SEREI SEU AMIGO PARA SEMPRE E QUE LHE RETRIBUIREI O FAVOR!

[...]

DALI A ALGUNS DIAS, O LEÃO CAIU NUMA ARMADILHA, NUMA REDE ARMADA POR CAÇADORES. DEBATENDO-SE, VIU QUE ESTAVA PERDIDO: QUANTO MAIS TENTAVA SE SOLTAR, MAIS SE EMBARAÇAVA NAS MALHAS DA REDE. FOI QUANDO O RATINHO, AQUELE RATINHO MINÚSCULO, OUVIU SEUS URROS E LEMBROU-SE DA PROMESSA: SEM DEMORA, CORREU PARA SALVÁ-LO. COM SEUS DENTES AFIADOS, FOI ROENDO, ROENDO AS MALHAS ATÉ QUE CONSEGUIU CORTÁ-LAS E LIBERTAR O PODEROSO REI LEÃO.

PAMPLONA, ROSANE. MORAL DA HISTÓRIA...: FÁBULAS DE ESOPO. SÃO PAULO: ELEMENTAR, 2015. P. 31.

AS FÁBULAS TÊM A FUNÇÃO DE ENSINAR:

A) UMA RECEITA.

B) COMO BRINCAR.

C) X UMA LIÇÃO.

D) UMA ARMADILHA.

• Compreender acontecimentos da fábula.

• Interpretar uma informação presente em uma fábula.

• Identificar e escrever o conjunto das letras NH, CH ou LH que completa algumas palavras.

• Reconhecer palavras de sentido semelhante.

• Escrever palavras de sentido oposto.

BNCC

• EF01LP02

• EF01LP26

• EF03LP03

ENCAMINHAMENTO

A proposta desta seção é a de avaliação formativa do nível de aprendizagem dos estudantes. Cada atividade corresponde a um nível de aprendizagem sugerido. A proposta, no entanto, pode ser adaptada à realidade de sua turma.

A atividade 1 (nível defasagem) incentiva os estudantes a refletir sobre a função das fábulas. Pedir-lhes que leiam a fábula e analisem, por alguns momentos e em silêncio, o que ela representa. As fábulas eram utilizadas para mostrar padrões de conduta e ensinar lições importantes para o convívio em sociedade. Ajudar a turma a extrair a lição da fábula “O leão e o ratinho”.

ENCAMINHAMENTO

A atividade 2 (nível intermediário), de interpretação de texto, especialmente no que se refere à compreensão literal dos fatos, avalia se os estudantes localizarão a informação correta dentro da fábula, onde está descrito o que aconteceu durante o passeio do ratinho. Explorar o texto, destacando as atitudes das personagens em cada trecho, para que os estudantes concluam que o ratinho foi pego pelas garras do leão enquanto estava passeando, momento que inicia o conflito da história.

Na atividade 3 (nível adequado), avalia-se a habilidade dos estudantes em interpretar informações presentes em uma fábula, identificando uma parte do conflito da história. Retomar a leitura da fábula e os acontecimentos, destacando as ações das personagens, o que cada uma fez nos diferentes momentos da história.

Com a atividade 4 (nível defasagem) avaliam-se os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no estudo do capítulo com relação às palavras formadas com as letras NH, CH ou LH. Pedir a eles que tentem ler as palavras apresentadas sem as letras que faltam. Auxiliá-los na identificação das palavras e na escrita das letras faltantes, observando se não trocam as letras ou confundem os sons que elas produzem. Ler com a turma as palavras formadas.

A atividade 5 (nível intermediário) permite avaliar a compreensão dos estudantes acerca de palavras sinônimas (com sentidos semelhantes). No capítulo, foram apresentados alguns exemplos de palavras sinônimas e, com base no que estudaram, deverão identificar a palavra

O QUE OCORREU COM O RATINHO ENQUANTO PASSEAVA?

A) CAIU NO SONO.

B) BRIGOU COM O LEÃO.

C) X CAIU NAS GARRAS DO LEÃO.

D) FOI PRESO NA REDE DOS CAÇADORES.

O RATINHO TENTOU ESCAPAR DAS GARRAS DO LEÃO:

A) GRITANDO COM O LEÃO.

B) DEIXANDO O LEÃO DESESPERADO.

C) ROENDO A REDE PARA SE LIBERTAR.

D) X PEDINDO AO LEÃO QUE O SOLTASSE.

COMPLETE COM LH E NH ESTAS PALAVRAS DA FÁBULA.

A) RATI NH O B) ARMADI LH A

QUE OUTRA PALAVRA FOI USADA PARA SE REFERIR AO RATINHO NO INÍCIO DA FÁBULA?

Animalzinho.

EM UMA FOLHA DE PAPEL AVULSA, REESCREVA ESTE TRECHO, TROCANDO AS PALAVRAS DESTACADAS POR OUTRAS DE SENTIDO CONTRÁRIO.

— SOU TÃO PEQUENO, MAJESTADE! [...] EU LHE

PEÇO QUE ME SOLTE!

Sugestão de resposta: “— Sou tão grande, Majestade! Eu lhe peço que me prenda!”

PAMPLONA, ROSANE. MORAL DA HISTÓRIA...: FÁBULAS DE ESOPO. SÃO PAULO: ELEMENTAR, 2015. P. 31.

animalzinho. Recomenda-se auxiliá-los nessa identificação e observar se conseguem entender os contextos em que as duas palavras foram empregadas. Pode-se ajudá-los a escrever corretamente, reforçando a correspondência grafema-fonema.

Com a atividade 6 (nível adequado), avalia-se a compreensão dos estudantes acerca das palavras antônimas (com sentidos opostos). No capítulo, foram apresentados alguns exemplos de palavras antônimas e, com base no que estudaram, deverão ler as frases extraídas da fábula e identificar as palavras que têm sentido contrário das que estão em destaque. Auxiliá-los nessa identificação e observar se conseguem entender os contextos em que as palavras foram empregadas e se conseguem escrevê-las corretamente, reforçando, se necessário, a correspondência grafema-fonema.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS

ADAMS, MARILYN JAGER; FOORMAN, BARBARA R.; LUNDBERG, INGVAR; BEELER, TERRI. CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA EM CRIANÇAS PEQUENAS. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2006.

• OFERECE RECURSOS PARA O ENSINO DA LEITURA E DA ESCRITA NA FASE PRÉ-ESCOLAR.

ALLIENDE, FELIPE; CONDEMARÍN, MABEL. A LEITURA: TEORIA, AVALIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2005.

• APRESENTA CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DA LEITURA.

ANDRADE, OLGA V. C. A.; ANDRADE, PAULO E.; CAPELLINI, SIMONE A. MODELO DE RESPOSTA À INTERVENÇÃO (RTI) : COMO IDENTIFICAR E INTERVIR COM CRIANÇAS DE RISCO PARA OS TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM. SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: PULSO, 2014.

• OFERECE CONHECIMENTOS PARA A IDENTIFICAÇÃO PRECOCE DOS PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM, O LEVANTAMENTO DOS RISCOS A ELES RELACIONADOS E UM MODELO DE INTERVENÇÃO PARA SER APLICADO EM CONTEXTO EDUCACIONAL.

BARBOSA, REGIANE DA SILVA; BUZETTI, MIRYAN CRISTINA; COSTA, MARIA PIEDADE RESENDE DA. EDUCAÇÃO ESPECIAL, ADAPTAÇÕES CURRICULARES E INCLUSÃO ESCOLAR : DESAFIOS NA ALFABETIZAÇÃO. SÃO CARLOS: PEDRO E JOÃO EDITORES, 2019.

• ESSA OBRA MOSTRA COMO É POSSÍVEL REALIZAR ADAPTAÇÃO CURRICULAR NA ÁREA DE ALFABETIZAÇÃO DIANTE DE DIFERENTES NECESSIDADES DOS ESTUDANTES.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR : EDUCAÇÃO É A BASE. BRASÍLIA, DF: SEB, 2018. DISPONÍVEL EM: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. ACESSO EM: 14 JUL. 2025.

• APRESENTA OS PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO NACIONAL, AS HABILIDADES E AS COMPETÊNCIAS QUE ORIENTAM O PLANEJAMENTO DAS AÇÕES EDUCATIVAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA, BEM COMO OS CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS E OS OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. COM DIREITO À PALAVRA : DICIONÁRIOS EM SALA DE AULA. ELABORAÇÃO: EGON DE OLIVEIRA RANGEL. BRASÍLIA, DF: SEB, 2012. DISPONÍVEL EM: https://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&%20 alias=12059-dicionario-em-sala-de-aula-pnldpdf&Itemid=30192. ACESSO EM: 14 JUL. 2025.

• O DOCUMENTO DISCORRE SOBRE AS CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS DE UM DICIONÁRIO DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA A QUE SE DESTINA, ALÉM DE COMENTAR SOBRE O USO DO DICIONÁRIO NA AMPLIAÇÃO DO VOCABULÁRIO.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. COMPROMISSO NACIONAL CRIANÇA ALFABETIZADA . BRASÍLIA, DF: SEB, 2021. DISPONÍVEL EM: https://www.gov. br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/ institucionais/ compromisso-nacional-criancaalfabetizada.pdf. ACESSO EM: 14 JUL. 2025.

• A CARTILHA APRESENTA O COMPROMISSO NACIONAL CRIANÇA ALFABETIZADA.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA . BRASÍLIA, DF: SEESP, 2001. DISPONÍVEL EM: https://portal. mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/diretrizes.pdf. ACESSO EM: 28 JUL. 2025.

• O DOCUMENTO OFICIAL APRESENTA ORIENTAÇÕES PARA A ADOÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ENSINO.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. LÍNGUA PORTUGUESA : ENSINO FUNDAMENTAL. ORGANIZAÇÃO: EGON DE OLIVEIRA RANGEL E ROXANE HELENA RODRIGUES ROJO. BRASÍLIA, DF: SEB, 2010. V. 19. (COLEÇÃO EXPLORANDO O ENSINO). DISPONÍVEL EM: https://portal.mec. gov.br/docman/abril-2011-pdf/7840-2011-linguaportuguesa-capa-pdf/file. ACESSO EM: 28 JUL. 2025.

• O DOCUMENTO APRESENTA REFLEXÕES E SUGESTÕES PARA ABORDAR O CONHECIMENTO EM SALA DE AULA, CONTRIBUINDO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA E PERMANENTE DO PROFESSOR.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. ORIENTAÇÕES PARA A OFERTA DE MATERIAL DIDÁTICO COMPLEMENTAR PARA OS ESTUDANTES DE ENSINO FUNDAMENTAL NO ÂMBITO DO COMPROMISSO NACIONAL CRIANÇA ALFABETIZADA BRASÍLIA, DF: SEB, 2023. DISPONÍVEL EM: https://www.gov. br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/113. DOCUMENTOORIENTACOESPARAAOFERTADEMA TERI_FlaviaCristinaPani.pdf. ACESSO EM: 14 JUL. 2025.

• O DOCUMENTO TRAZ OS PARÂMETROS ESPERADOS PARA O MATERIAL DIDÁTICO NO ÂMBITO DO COMPROMISSO NACIONAL CRIANÇA ALFABETIZADA.

CARINE, BÁRBARA. COMO SER UM EDUCADOR ANTIRRACISTA: PARA FAMILIARES E PROFESSORES. SÃO PAULO: PLANETA, 2023.

• A AUTORA DISCUTE E APRESENTA MANEIRAS DE SE CONCEBER PRÁTICAS ANTIRRACISTAS NA SALA DE AULA E NO DIA A DIA DAS FAMÍLIAS.

COSTA, SÉRGIO ROBERTO. DICIONÁRIO DE GÊNEROS TEXTUAIS. BELO HORIZONTE: AUTÊNTICA, 2008.

• O DICIONÁRIO TRAZ DEFINIÇÕES DE GÊNEROS TEXTUAIS, SEUS PRINCIPAIS USOS E SUAS VARIAÇÕES.

FERREIRO, EMILIA; TEBEROSKY, ANA. PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA . PORTO ALEGRE: ARTES MÉDICAS, 1986.

• CLÁSSICO ESTUDO QUE RELACIONA O DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA E AS FASES PSICOLÓGICAS DA CRIANÇA.

FORTUNATO, MÁRCIA VESCOVI. AUTORIA E APRENDIZAGEM DA ESCRITA. TESE (DOUTORADO EM EDUCAÇÃO) – FACULDADE DE EDUCAÇÃO, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, SÃO PAULO, 2009. DISPONÍVEL EM: https://teses.usp.br/teses/ disponiveis//48/48134/tde-02092009-142512/ptbr.php. ACESSO EM: 14 JUL. 2025.

• A AUTORA FEZ UM ESTUDO SOBRE APRENDIZAGEM DA ESCRITA E CONCLUIU QUE ESTA REQUER UM CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS DURANTE A FASE DE ESCOLARIDADE.

KAUFMAN, ANA MARÍA; RODRÍGUEZ, MARÍA HELENA. ESCOLA, LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. PORTO ALEGRE: ARTMED, 1995.

• NA OBRA, É APRESENTADA UMA CLASSIFICAÇÃO DE TEXTOS RELACIONANDO-OS COM PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA QUE A REFLEXÃO SOBRE A SUA PRODUÇÃO POSSA LEVAR OS ESTUDANTES AO APRENDIZADO.

LOUREIRO, CARLOS FREDERICO B. SUSTENTABILIDADE E EDUCAÇÃO : UM OLHAR DA ECOLOGIA POLÍTICA. SÃO PAULO: CORTEZ, 2012.

• TRATA DE DIVERSAS QUESTÕES RELACIONADAS À VIDA E À SUSTENTABILIDADE NO PLANETA, TÃO NECESSÁRIAS NOS DEBATES EM SALA DE AULA.

MORAIS, ARTUR GOMES DE. CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO. SÃO PAULO: AUTÊNTICA, 2019.

• APRESENTA UMA PROPOSTA DIDÁTICA DE ORIENTAÇÃO CONSTRUTIVISTA PARA SUBSIDIAR O ENSINO DE ALFABETIZAÇÃO.

MORAIS, ARTUR GOMES DE. SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA. SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2012.

• APRESENTA OS PROCESSOS E OS CAMINHOS QUE OS ESTUDANTES ENFRENTAM PARA A AQUISIÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA.

MOURA, CLÓVIS. SOCIOLOGIA DO NEGRO BRASILEIRO. S ÃO PAULO: PERSPECTIVA, 2019.

• E STUDO QUE APRESENTA AS ORIGENS E O DESENVOLVIMENTO DO RACISMO NA ESTRUTURA SOCIAL DO PAÍS.

PIAGET, JEAN. A LINGUAGEM E O PENSAMENTO DA CRIANÇA. TRADUÇÃO: MANUEL CAMPOS. SÃO PAULO: MARTINS FONTES, 1999.

• ABORDA, NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL, AS COMPLEXAS RELAÇÕES QUE CONSTITUEM O PLANO INTERNO, DA SUBJETIVIDADE, E O PLANO EXTERNO, DA RELAÇÃO COM OS OUTROS.

SOARES, MAGDA. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO SÃO PAULO: CONTEXTO, 2017.

• A AUTORA APRESENTA A ALFABETIZAÇÃO COMO UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM CONTÍNUO NA VIDA DE UMA CRIANÇA, QUE ENVOLVE PRÁTICAS SOCIAIS DE LINGUAGEM, E PROPÕE UMA REFLEXÃO SOBRE PRÁTICAS ESCOLARES DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO.

SOARES, MAGDA. ALFALETRAR . SÃO PAULO: CONTEXTO, 2020.

• O LIVRO APRESENTA A SÍNTESE DO PENSAMENTO DA AUTORA TRAZENDO EXEMPLOS PRÁTICOS E ABORDAGEM DE PONTOS FUNDAMENTAIS PARA QUE O EDUCADOR POSSA TRABALHAR A ALFABETIZAÇÃO E O LETRAMENTO DOS ESTUDANTES.

SOARES, MAGDA. LÍNGUA ESCRITA, SOCIEDADE E CULTURA: RELAÇÕES, DIMENSÕES E PERSPECTIVAS. REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO, CAXAMBU, N. 0, P. 5-16, OUT. 1995. DISPONÍVEL EM: http://anped. t empsite.ws/novo_portal/rbe/rbedigital/RBDE0/ RBDE0_03_MAGDA_BECKER_SOARES.pdf. ACESSO EM: 14 JUL. 2025.

• OS ELOS ENTRE LÍNGUA ESCRITA, SOCIEDADE E CULTURA SÃO ANALISADOS SOB DIFERENTES PONTOS DE VISTA COM O INTUITO DE COMPREENDER O FENÔMENO DO ALFABETISMO.

UNIDADE 1 CAPÍTULO 2 • PÁGINA 70 • ATIVIDADE 2

ALFABETO MÓVEL

A A A E E E I I I O O O U U U B B C C D

D F F G

G H J J K L L M M N N P P Q R R

SÍLABAS MÓVEIS

PA PE PI PO PU

BA BE BI BO BU

MA ME MI MO MU

TA TE TI TO TU

DA

NA NE NI NO NU

LA LE LI LO LU

CA CE CI CO CU

GA GE GI GO GU

SA

JA JE JI JO JU

XA GUE GUI QUE QUI

CHA CHE CHI CHO CHU

PRISMA

COLE AQUI

ORIENTAÇÕES GERAIS

A BNCC e a coleção

Esta coleção apoia-se em práticas de linguagem que implicam o contato com os mais variados gêneros textuais organizados em campos de atuação descritos na BNCC para o componente curricular Língua Portuguesa — anos iniciais: campo da vida cotidiana, campo artístico-literário, campo das práticas de estudo e pesquisa e campo da vida pública.

O documento considera que os gêneros textuais estabelecem relações entre a vida e a escrita. Nesse sentido, os textos relacionados ao campo da vida cotidiana favorecem o processo de aquisição da escrita, já que circulam em situações vivenciadas cotidianamente pelos estudantes; no campo de atuação na vida pública, os textos ampliam e qualificam a participação dos estudantes nas práticas referentes ao trato com a informação, debate de ideias e atuação cidadã. Já os gêneros textuais relativos ao campo das práticas de estudo e pesquisa ampliam e qualificam a participação dos estudantes nas práticas relativas ao estudo e à pesquisa. Por fim, o campo artístico-literário possibilita aos estudantes o contato com as manifestações artísticas e produções culturais e, em particular, com a arte literária.

Para que todos os estudantes tenham acesso à aquisição de saberes linguísticos necessários à promoção de práticas socioculturais e de formação cidadã, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe, para o componente Língua Portuguesa, o desenvolvimento de habilidades referenciadas nas seguintes competências.

1. Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.

2. Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir

conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social.

3. Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes campos de atuação e mídias, com compreensão, autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos, e continuar aprendendo.

4. Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos.

5. Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual.

6. Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.

7. Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

8. Selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos pessoais (estudo, formação pessoal, entretenimento, pesquisa, trabalho etc.).

9. Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso estético para fruição, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da experiência com a literatura.

10. Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos (nos processos de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: SEB, 2018. p. 87. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 12 maio 2025.

Tais competências distribuem-se em quatro eixos organizadores: oralidade, leitura/escuta, produção (escrita e multissemiótica) e análise linguística/semiótica.

• Oralidade: eixo que compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face.

• Leitura/escuta : eixo que compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos, bem como sua interpretação.

• Produção de textos : eixo que compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos, incluindo, nesse sentido, o desenvolvimento da coordenação motora fina e a manipulação de lápis para traçado de diferentes formas de letras, bastão e cursiva.

• Análise linguística: eixo que envolve procedimentos e estratégias cognitivas e metacognitivas de análise e avaliação consciente da materialidade dos textos, atravessando os demais eixos; e conhecimentos grafofônicos, ortográficos, lexicais, morfológicos, sintáticos, textuais, discursivos, sociolinguísticos e semióticos que operam nas análises necessárias à compreensão.

Cada eixo apresenta habilidades que implicam diferentes procedimentos e estratégias para a aprendizagem. A implantação da BNCC é um dos desafios contemporâneos da educação básica nacional.

A BNCC é um documento normativo que complementa documentos vigentes, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). Ela não é um currículo, mas determina competências gerais e habilidades essenciais que todos os estudantes brasileiros têm direito de desenvolver e define também os deveres de todos os envolvidos nesse processo.

Aos pressupostos da BNCC somam-se, para o desenvolvimento desta coleção, os princípios anunciados pelo Compromisso Nacional

Criança Alfabetizada (CNCA), cujos objetivos são assim resumidos:

Garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2o ano do ensino fundamental [...].

Garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização, de 100% das crianças matriculadas no 3o, 4o e 5o ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.

BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Brasília, DF: SEB, 2023. p. 7. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/institucionais/ compromisso-nacional-crianca-alfabetizada.pdf. Acesso em: 29 jul. 2025.

Para isso, o CNCA visa subsidiar ações concretas dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. Nesse sentido, propõe um trabalho diretamente voltado à administração escolar, dando suporte e orientação para a gestão e a formação de professores, além da criação de parâmetros e execução de instrumentos avaliativos. Suas premissas e eixos são assim apresentados:

• Gestão e governança.

• Formação de profissionais de educação.

• Infraestrutura física e pedagógica.

• Reconhecimento de boas práticas.

• Sistemas de avaliação.

BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Brasília, DF: SEB, 2023. p. 3. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/centraisde-conteudo/publicacoes/institucionais/compromissonacional-crianca-alfabetizada.pdf. Acesso em: 29 jul. 2025.

Pressupostos teórico-metodológicos

Esta coleção desenvolve o componente curricular Língua Portuguesa tendo como base as diretrizes e as normas gerais da educação brasileira. A BNCC preconiza que o ensino de Língua Portuguesa esteja centrado no texto como unidade de trabalho, assumindo uma perspectiva enunciativodiscursiva na abordagem do ensino da língua, o que implica relacionar o texto a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da

linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos (BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: SEB, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum. mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 12 maio 2025). É nesse sentido que cada volume desta coleção organiza-se em quatro unidades, que, por sua vez, dividem-se em capítulos estruturados ao redor de textos de variados gêneros. A partir dos textos, as propostas didáticas são apresentadas de forma a abordar aspectos fundamentais para a alfabetização inicial dos estudantes dos dois primeiros anos do ensino fundamental, partindo da apresentação das letras e caminhando progressivamente até a leitura de palavras e finalmente de textos.

Nesse percurso, o professor encontra uma série de seções a partir das quais poderá explorar toda a proposição didática da obra. Há desde seções que priorizam o trabalho com leitura ( Leitura , Rede de Leitura , Ideia puxa ideia ), escrita ( Mão na massa! ) e oralidade ( Oralidade em ação ), passando por espaços dedicados aos conhecimentos linguísticos ( Palavras em ação , De olho nas letras e Palavras no dicionário ) e à prática de traçado de diferentes formatos de letras ( Hora do traçado), até as seções puramente avaliativas ( O que já sei e O que estudei ). De onde fica evidente que se trata de uma obra elaborada com a finalidade de aliar conceitos e práticas eficientes para apoiar o professor no processo de ensino e que dá continuidade às aprendizagens desenvolvidas na etapa da educação infantil, ao mesmo tempo que avança na progressão do conhecimento e na ampliação das práticas de linguagem dos estudantes.

Sentido do texto: sistema alfabético, cultura do escrito e letramento Espaço social de troca, vivência e aprendizado, é na escola que os estudantes consolidam os fundamentos para sua formação cidadã. Esse movimento conta com a atuação do professor, responsável pela condução dos estudantes por um caminho que exige o rigor, o exemplo, o ensino e o compartilhamento de conhecimentos.

A formação inicia-se com o processo de alfabetização, compreendido como o aprendizado da relação entre grafemas e fonemas ou, ainda, a decodificação e a codificação das letras como representantes dos sons da fala. A apropriação do sistema alfabético é que garante a compreensão de textos em sentido amplo, essencial e base para a aquisição das competências e habilidades previstas para o sucesso na vida escolar e em comunidade.

Dessa forma, é preciso especial atenção por parte do professor na condução de estratégias, considerando as diferentes etapas do processo de aprendizagem de cada estudante, de modo que todos possam se apropriar de conhecimentos que os preparem para as práticas sociais que envolvem a língua oral e a língua escrita.

O professor precisa ter um olhar atento não somente para acompanhar o processo de aprendizagem dos estudantes, mas também observar as dificuldades para propor intervenções que levem ao desenvolvimento e crescimento pedagógico e pessoal do estudante, atuando como mediador.

Imersos na cultura do escrito, os estudantes estão sujeitos ao meio cultural produzido, absorvido e traduzido pelo texto, que faz a intermediação dos indivíduos com a realidade.

A compreensão do lugar no mundo de cada um passa, necessariamente, pela leitura e pela percepção da função social do texto, ou seja, pelo letramento dos estudantes.

Alfabetização e letramento, juntos, são fundamentais para a compreensão do texto como produto linguístico detentor de um sentido que vai além do que a utilização do sistema alfabético proporciona. Em outras palavras, vai além da prática de decodificação/codificação para fazer do texto um propulsor de ideias fundamentais para a consolidação das individualidades e da determinação dos indivíduos como seres sociais.

[...] a entrada da criança (e também do adulto analfabeto) no mundo da escrita ocorre simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema convencional de escrita — a alfabetização — e pelo desenvolvimento de habilidades de uso

desse sistema em atividades de leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita — o letramento . Não são processos independentes, mas interdependentes e indissociáveis [...].

SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2017. p. 44-45.

Por isso, a compreensão de textos deve ser incentivada desde a primeira infância. Ainda que as crianças não sejam capazes de ler palavras ou textos escritos, elas são capazes de acompanhar leituras orais de textos, histórias narradas, dramatizações, filmes, entre outros gêneros.

Língua oral: usos e formas

É uma das atribuições da escola colaborar para que os estudantes desenvolvam, em situações diversas, uma postura favorável para se expressarem com a língua oral. Compreender o contexto e saber adequar seu discurso ao interlocutor, utilizando um campo linguístico próprio ao contexto da fala e uma postura correspondente ao gênero empregado, são aspectos que devem ser desenvolvidos nas práticas comunicativas, seja em sala de aula, seja em propostas fora da sala de aula.

A seção Oralidade em ação contempla diferentes situações comunicativas, como declamação de textos de gêneros variados, contação de histórias, apresentações orais, entre outras. Com as atividades, os estudantes desenvolvem habilidades para justificar as próprias opiniões, saber ouvir os colegas, respeitar as diferentes posições, levantar hipóteses sobre os temas, solucionar dúvidas relativas a leituras e atividades de sala de aula e de casa, reconhecer sua vez de falar e de escutar e utilizar fórmulas de cortesia.

Ao mesmo tempo, nessa seção, incentivam-se a reflexão sobre o uso das marcas de oralidade e de expressões idiomáticas e o contato com as variantes regionais. Uma prática que tem como objetivo reconhecer a pertinência dos falares regionais e propiciar a adequação da linguagem oral segundo a intenção comunicativa, o contexto e seus interlocutores.

Língua

escrita: usos e formas

A diversidade de textos presentes nesta coleção prioriza práticas de leitura de textos verbais, não verbais e multimodais que exigem a localização de informações explícitas e implícitas, bem como a inferência dos sentidos de palavras e expressões. Tais práticas requerem que os estudantes entendam a finalidade dos textos em estudo, observem as situações de comunicação e de interação em que esses textos circulam, estabeleçam comparações entre gêneros textuais e suas relações com outras áreas do conhecimento.

Práticas de leitura

As propostas e as práticas de leitura desta coleção são variadas e englobam diferentes abordagens, procedimentos e atividades. Algumas dessas propostas levam os estudantes a interrogar o texto para perceber seu propósito, sua função; a inferir a intencionalidade do discurso; a interpretar o sentido figurado; a analisar efeitos de sentido decorrentes do uso de diferentes recursos linguísticos no texto, entre outras propostas que correspondam à realidade da turma.

Proporcionar o momento de leitura na rotina escolar desenvolve gradativamente nos estudantes o hábito de ler, levando-os a descobrir a literatura como possibilidade de fruição estética. Promover rodas de conversa para comentarem os livros escolhidos e lidos no decorrer da semana desenvolve a prática oral e também desperta curiosidade por novas leituras.

Desde o 1 o ano do ensino fundamental, é importante fomentar a prática da leitura de textos em voz alta, individual e coletivamente, a fim de contribuir com o desenvolvimento cognitivo dos estudantes.

Isso implica tomar a leitura em um sentido mais abrangente. Isto é, além do texto verbal, são considerados a imagem estática (fotografia, pintura, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos) e o som (música, podcast ). A pluralidade dos textos com os quais os estudantes têm contato no dia a dia requer abordagens que vão além da compreensão e da fruição de obras literárias,

estimulando os estudantes a pesquisar e a embasar opiniões com fatos, a conhecer e debater temas relacionados à cidadania, a sustentar reivindicações e a demandar medidas relacionadas à atuação na vida pública.

[...]

Formar leitores autônomos também significa formar leitores capazes de aprender a partir dos textos. Para isso, quem lê deve ser capaz de interrogar-se sobre sua própria compreensão, estabelecer relações entre o que lê e o que faz parte de seu acervo pessoal, questionar seu conhecimento e modificá-lo, estabelecer generalizações que permitam transferir o que foi aprendido para outros contextos diferentes [...].

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. p. 72.

Por isso, as unidades desta coleção são organizadas em capítulos que atuam como sequências didáticas que priorizam gêneros orais e escritos e estimulam os estudantes à prática da leitura, oferecendo diversidade textual e trabalhando diferentes estratégias de leitura individual ou em grupo, silenciosa ou em voz alta, de maneira autônoma ou com acompanhamento docente. Práticas que fomentam a socialização de experiências de leitura, a troca de informações e a utilização de indícios que possibilitam a seleção, a antecipação, a inferência, a analogia, a decodificação, a predição, a verificação e o reconhecimento automático de elementos de um texto.

Durante as atividades, o professor é orientado a propor diversas situações de leitura diária: de forma silenciosa, em voz alta, ou acompanhando a leitura de um colega. Na condução desse trabalho, é importante considerar que, toda vez que um estudante é colocado em situação de leitor em voz alta, a ele deve ser dada a oportunidade de ler o texto com antecedência, sempre deixando claros os objetivos da leitura: por que, para que e como ler.

Cabe ao professor desvelar os diferentes usos e modalidades de leitura, pois há

procedimentos próprios quando se lê para estudar, para revisar, para se divertir, para escrever ou para descobrir o que deve ser feito.

Para contemplar o universo de leitura, a coleção ainda incentiva a educação literária, como recurso e estratégia para a formação de leitores e para a prática da leitura. Os estudantes são incentivados a buscar e a conhecer diferentes autores, estilos e linguagens; a valorizar diferentes culturas e a própria literatura; a construir significados; a compartilhar histórias, saberes, ideias e, assim, ampliar o próprio repertório.

Os textos literários orais e escritos, bem como as sugestões de leitura de obras literárias — apresentadas no boxe Fique ligado —, estimulam a sensibilidade e a criatividade dos estudantes, ampliam seu conhecimento e sua visão de mundo por meio de diferentes culturas, saberes e experiências, favorecendo a formação de leitores competentes, autônomos e críticos. Neste livro do professor, também há sugestões de obras literárias que incentivam o desenvolvimento do gosto pela leitura na seção Conexão.

A seção Rede de leitura, por sua vez, apresenta textos diferentes e atividades que permitem aos estudantes aplicarem as estratégias de leitura para compreender como um texto pode dialogar com outro.

O trabalho com a leitura também ajuda a desenvolver o vocabulário dos estudantes, ao permitir que eles identifiquem novas palavras e as observem em contexto, seja nos glossários, seja na seção Palavras no dicionário, presente na coleção a partir do 2o ano.

Estratégias de leitura

O conjunto de textos da coleção, além de ser pensado para contemplar uma progressão de complexidade adequada no decorrer dos anos iniciais do ensino fundamental, também permite acionar estratégias de leitura variadas, como a seleção, a inferência, a antecipação e a verificação.

SELEÇÃO

Permite ao leitor ater-se aos índices relevantes para o objetivo de leitura.

INFERÊNCIA

Permite captar o que não está dito no texto de forma explícita. A inferência é aquilo que lemos sem que esteja escrito. Baseia-se tanto em indícios dados pelo próprio texto como em conhecimentos prévios do leitor.

ANTECIPAÇÃO

Torna possível prever o que ainda está por vir, com base em informações explícitas ou implícitas e em suposições.

VERIFICAÇÃO

Torna possível o controle da eficácia (e não das demais estratégias), permitindo confirmar ou não as inferências efetuadas.

Na condução da análise de textos verbais, não verbais e multimodais, as atividades propostas auxiliam o professor a observar o conhecimento prévio dos estudantes sobre o tema e/ou o gênero textual, a estimular o relato de experiências próprias vinculadas ao assunto tratado, a incitar a análise e a reflexão com questões que possibilitem o levantamento de hipóteses e de inferências sobre o texto e a intencionalidade discursiva, a socializar opiniões e/ou conclusões por meio de debates e a apontar as características e os usos do gênero textual.

As propostas de leitura nas unidades — nas seções Leitura — favorecem o desenvolvimento da análise tanto dos aspectos referentes ao gênero textual, quanto dos aspectos linguísticos e gramaticais. Para isso, os estudantes precisam aplicar as estratégias de leitura para buscar informações, antecipar o que poderá encontrar no decorrer do texto, fazer algumas inferências e verificar as informações e as suposições feitas antes de iniciar

a leitura. Ao mesmo tempo, são atividades que desenvolvem a compreensão ao aprofundar aspectos como a identificação das ideias principais do texto e de diferentes elementos característicos dos gêneros.

Práticas de escrita

A habilidade de produção de escrita refere-se à capacidade de escrever palavras e produzir textos. A escrita ajuda a reforçar a consciência fonológica e fonêmica, ou seja, a conhecer e utilizar/aplicar intencionalmente palavras, sílabas, aliterações, rimas (consciência fonológica) e os fonemas (consciência fonêmica), e o conhecimento do sistema alfabético, ao mesmo tempo que abre portas para entender os gêneros textuais e suas tipologias.

Controlar o que e como escrever não é tarefa simples. Os estudantes precisam aprender a atuar sobre aspectos de conteúdo e estrutura e representá-los em um texto. Pensar em como escrever e organizar o sistema de escrita é um processo complexo que deve estar

apoiado não só nas orientações seguras do professor, mas também em um material didático adequado.

O desenvolvimento dessas capacidades linguísticas não se esgota nos anos iniciais do ensino fundamental; faz parte de todas as etapas escolares do processo de formação dos indivíduos, permitindo sua inserção na sociedade.

Ao iniciar o processo de escrita, os estudantes precisam conhecer as relações entre grafemas e fonemas; além disso, precisam desenvolver habilidades motoras para traçar corretamente as letras. O uso de formas

DIREÇÃO

A leitura e a escrita são feitas da esquerda para a direita, de cima para baixo.

ALTURA

As letras apresentam diferenças de altura entre si, nas formas maiúscula e minúscula.

FORMA

particulares de escrita, especialmente a escrita cursiva, requer muita prática, o que envolve a aprendizagem de diversos conceitos que governam o sistema da escrita. Esses processos envolvem variadas práticas e conhecimentos (SASSOON, 1990 apud VIEIRA, Gastão. Grupo de trabalho alfabetização infantil : os novos caminhos: relatório final. 3. ed. rev. Brasília, DF: Instituto Alfa e Beto, 2019. p. 58. Disponível em: http://alfabetizacao.mec.gov.br/images/pdf/ alfabetizacao_infanti_novos_caminhos_gastao_ vieira.pdf. Acesso em: 6 ago. 2025), que dizem respeito a:

MOVIMENTO

As letras têm traçados com começo e fim, nas formas de imprensa ou cursiva.

DISCRIMINAÇÃO

Há letras muito parecidas no traçado, (b-d, m-w, n-u, p-q) e que precisam ser ensinadas com cuidado especial.

As letras têm diferenças nas formas e no uso de letras maiúsculas e minúsculas.

ESPAÇAMENTO

A leitura e a escrita demandam espaçamento entre as palavras e, em alguns casos, entre letras.

A seção De olho nas letras fomenta a prática da escrita de letras, identificando os traçados e os sons que as letras do alfabeto representam, dos mais simples aos mais complexos. Assim como a seção Hora do traçado explora e desenvolve o traçado das letras, palavras e frases. O traçado das letras segue uma ordem progressiva ao longo dos anos, desenvolvendo o trabalho com o traçado de letra bastão e cursiva em pauta caligráfica, com e sem pontilhado. A organização da progressão propicia o desenvolvimento da coordenação motora fina levando os estudantes a dominar os movimentos da escrita.

Nesta coleção, o trabalho com a escrita envolve um conjunto de práticas de produção, de revisão, de reescrita e de edição de textos. A seção Mão na massa! principia e sistematiza as produções escritas de maneira progressiva, considerando a complexidade dos gêneros trabalhados. As sequências didáticas elaboradas para esse trabalho contribuem com o desenvolvimento da competência de escrita e abrangem as diversas etapas da produção de texto: planejamento, escrita, revisão, reescrita, edição e publicação. Nesse sentido, esta coleção promove uma abordagem de práticas de escrita de maneira a avançar pelos diferentes níveis da competência de produção.

Revisão e correção

A revisão e a correção dos textos são processos indissociáveis da produção escrita e podem ser feitos com base no próprio texto dos estudantes ou nos textos de colegas. A intenção é criar uma postura que considere o erro como balizador do processo de construção do conhecimento, de forma que estudantes e professor não contemplem apenas a correção pela correção. É necessário considerar os dados observados para propor novas atividades que propiciem o aprimoramento do conhecimento dos estudantes, intervindo de forma produtiva no processo de cada um. É fundamental priorizar o que deve ser observado e revisado, como os aspectos gráficos, lexicais, sintáticos, ortográficos e, também, de coerência textual, entre outros. Assim, no decorrer de cada unidade, há atividades que favorecem a retomada e/ou a sistematização do conteúdo abordado.

[...] São os processos de revisão que acionam a leitura e a tornam auxiliar da escrita. A competência leitora do escritor exerce nesse momento papel fundamental, pois, ao ler o seu próprio texto, leva em conta o conhecimento acumulado de textos lidos anteriormente como referência para a análise crítica. É por meio desse diálogo entre o texto em produção e o repertório de textos acumulado que o leitor educa o escritor. [...] A revisão, procedimento de autoria por excelência, reúne as ferramentas mais valiosas para a atividade de escrita porque obriga o escritor a observar a forma, aprender a buscar uma estética que responda melhor aos seus objetivos, a moldar o seu texto experimentando diferentes recursos, a manipular o signo e a conhecê-lo melhor. A revisão ensina o escritor a compreender que um texto é uma construção complexa porque envolve todo o conhecimento de que dispõe. [...]

FORTUNATO, M. V. Autoria e aprendizagem da escrita. 2009. fls. 130-148. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em: https:// www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde02092009-142512/publico/TeseMarciaVescovi.pdf.

Acesso em: 4 set. 2025.

A revisão de texto desenvolve o olhar crítico de análise da qualidade da produção escrita,

seguida do aprimoramento do texto final. Após escrever um texto, de maneira individual ou coletiva, os estudantes são convidados a reler o texto produzido, analisando-o e refletindo sobre ele. Orientações pontuais do professor e/ou de um roteiro os encaminharão para verificar se foram respeitadas a estrutura do gênero em estudo, a linguagem apropriada à finalidade discursiva, a correção e a organização de seu texto.

Na atividade de escrita, o processo de produção e o produto final são, normalmente, separados (salvo nas interações escritas diretas, como no caso da Internet, por exemplo). Dito de outra forma, o escritor pode considerar seu texto como um objeto a ser retrabalhado, revisto, refeito, mesmo a ser descartado, até o momento em que o dá a seu destinatário. O texto permanece provisório enquanto estiver submetido a esse trabalho de reescrita. Podemos até dizer que considerar seu próprio texto como objeto a ser retrabalhado é um objetivo essencial do ensino da escrita. O aluno deve aprender que escrever é (também) reescrever. A estruturação da sequência didática em primeira produção, por um lado, e em produção final, por outro, permite tal aprendizagem. [...]

SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. et al Gêneros orais e escritos na escola. Tradução e organização de Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, 2011. p. 94-95.

Dessa maneira, a revisão e a correção devem prezar pela competência dos estudantes em produzir textos que sejam adequados à situação de enunciação, ao contexto de produção, aos estatutos dos interlocutores, ou seja, que sejam adequados ao que apregoa o gênero textual. Isso implica uma abordagem em que a correção de “erros ortográficos” não pode predominar sobre outros aspectos mais relevantes e fundamentais do texto, como a qualidade genérica e tipológica do texto, a coerência de seu conteúdo, a coesão de sua organização, a pertinência à situação de enunciação.

A pega do lápis

O desenvolvimento físico tem grande importância para a criança porque o corpo constitui a base orgânica sobre a qual se assentará a

personalidade infantil. Além do brincar com a linguagem corporal, existem relações que se estabelecem entre o pensamento e a ação, ou seja, o movimento atua sobre o desenvolvimento intelectual.

A essa integração entre o desenvolvimento fisiológico e o psicológico com vistas à educação do movimento para atuação sobre o intelecto dá-se o nome de psicomotricidade (JOSÉ, Elisabete da A.; COELHO, Maria T. Problemas de aprendizagem . São Paulo: Ática, 1999). O desenvolvimento psicomotor envolve equilíbrio, tônus, precisão, ritmo e força muscular, sendo dividido em esquema corporal, orientação espacial, orientação temporal, lateralidade, coordenação motora global e fina.

Esquema corporal

Consiste na aquisição da consciência sobre o próprio corpo e nas possibilidades de expressar-se por meio dele.

Orientação espacial

Diz respeito à capacidade de localizar-se no espaço e situar as coisas umas em relação às outras.

Orientação temporal

Relaciona-se com a capacidade que a criança desenvolve de situar-se no tempo, identificando presente, passado e futuro. Por envolver noções de abstração, é uma das últimas habilidades a ser plenamente construída.

Lateralidade

Capacidade de a criança olhar e agir em todas as direções com equilíbrio, com coordenação corporal e noções de espaço mínimas. O desenvolvimento da lateralidade ocorre gradualmente. No decorrer do processo de escolarização, cabe ao professor permitir que a realização de tarefas com ambas as mãos possa ocorrer livremente e sem censuras.

Coordenação motora ampla

É a primeira condição que deve ser desenvolvida no espaço infantil porque permitirá apurar os movimentos tanto dos membros superiores como dos membros inferiores.

Coordenação motora fina

Diz respeito aos trabalhos que podem ser realizados com o auxílio das mãos e dos

dedos e, mais especificamente, aqueles que requerem a coordenação visomotora, ou seja, o movimento dos olhos e das mãos. Quando a criança adquire a habilidade de coordenação motora fina, observa-se que sua tonicidade muscular, tanto nos membros inferiores como nos superiores, está bem desenvolvida. É essa habilidade que permitirá à criança pegar objetos delicados sem quebrar, apanhar um copo de plástico com água sem derramar, colorir desenhos nas mais diferentes texturas, expressar seu pensamento no papel por meio da escrita com um bom traçado das letras.

Todos os elementos do desenvolvimento psicomotor apresentados podem e devem ser motivados pelo professor por meio das práticas escolares.

O desenvolvimento motor

O desenvolvimento motor da criança se dá por meio de brincadeiras que impulsionam o movimento de pinça: pregadores para abrir e fechar, abotoar e desabotoar botões, recortar, entre outros movimentos semelhantes. Há outras brincadeiras que também propiciam a pega do lápis: usar uma pinça para pegar pequenos objetos e transferi-los a um recipiente, apertar, cutucar e enrolar massa de modelar, rasgar papéis, brincar de dedoches, encaixar peças de jogos de montar ou quebra-cabeças.

[...] É esperado que, ao longo do seu percurso evolutivo, a criança siga uma progressão natural ao nível da preensão que executa, que vai desde usar uma preensão de mão fechada até a tríade funcional (polegar, indicador e 3o dedo para segurar o lápis).

Por esta razão, é extremamente importante deixar a criança experimentar diferentes formas de preensão à medida que vai desenvolvendo as suas capacidades motoras finas e ir respeitando a sua evolução mediante a sua idade (Alaniz, Galit, Necesito, & Rosario, 2015). [...]

PEGAR no lápis: existe uma forma correta? c2025. Disponível em: https://osteoperformance.pt/ existeounaoumaformacorretadepegarnolapis/. Acesso em: 3 set. 2025.

Preensão cilíndrica ou preensão palmar (1 e 2 anos)

A criança usa toda a mão para pegar o lápis. O movimento procede de segmentos proximais, ou seja, move o ombro e o braço para mover a mão. Esse movimento é conhecido como pega estática.

CAPACIDADE MOTORA FINA

Preensão digital pronada (2 e 3 anos)

Os dedos seguram a ferramenta. O ombro começa a ser mais estável e os movimentos procedem de segmentos mais distais (cotovelo e antebraço).

Pinça quadrípode (3 e 4 anos)

Os quatro dedos participam na preensão do lápis. Agora o movimento procede do pulso e da mão. E há maior estabilidade de ombro e cotovelo. Inicialmente, é uma pega estática, ainda que possa evoluir e se tornar dinâmica.

Pinça trípode (4 e 6 anos)

Aparece entre os 4 anos e se desenvolve e perfecciona até os 7 anos. Nela participam os dedos médio, polegar e o indicador. Inicialmente, os três dedos funcionam de maneira unitária para, posteriormente, amadurecer até a pinça trípode dinâmica.

Fonte: COLÉGIO IEMP. Quais são as fases do desenvolvimento da preensão do lápis durante a escrita? Belo Horizonte, ago. 2022. Disponível em: https://manoelpinheiro.com.br/dica-iemp/quais-sao-as-fases-dodesenvolvimento-da-preensao-do-lapis-durante-a-escrita/. Acesso em: 16 ago. 2025.

Para que o desenvolvimento motor fino seja encorajado, pode-se:

• Deixar o lápis em uma posição estável entre o polegar, o indicador e o dedo médio;

• Treinar a coordenação motora fina antes de segurar o lápis;

• Pegar o objeto pela ponta;

• Pulso dobrado suavemente para trás e o antebraço em posição de descanso.

COLÉGIO IEMP. Quais são as fases do desenvolvimento da preensão do lápis durante a escrita? Belo Horizonte, ago. 2022. Disponível em: https://manoelpinheiro.com.br/dica-iemp/quais-saoas-fases-do-desenvolvimento-da-preensao-do-lapisdurante-a-escrita/. Acesso em: 16 ago. 2025.

Em relação ao uso do lápis, é mais conveniente iniciar utilizando os mais grossos e, de acordo com o desenvolvimento observado, passar ao uso dos lápis mais finos. Essa transição deve levar em consideração o conforto observado pelo professor no manuseio dos instrumentos pelos estudantes. A pega deve ser adequada para tornar a escrita leve e confortável. Observe uma série de ilustrações com as pegadas adequadas e as não adequadas.

Pega mais adequada do lápis

1. Pega em oposição (a mais correta).

3. Lápis perpendicular à mesa.

2. Dedos próximos ao ponto.

4. Dedão enlaçando o indicador.

Pega anormal do lápis

5. Indicador enlaçando o dedão.

8. Lápis entre o indicador e o terceiro dedo.

6. Pega de dois dedos e dedão.

9. Uso do punho na pega do lápis.

7. Pega de três dedos e dedão.

10. Palma.

Fonte: OLIVEIRA, Gislene de Campos. Psicomotricidade: educação e reeducação num enfoque psicopedagógico. Petrópolis: Vozes, 2007.

ILUSTRAÇÕES: RENATO BASSANI

Análise e reflexão sobre a língua

A análise e a reflexão sobre a língua envolvem procedimentos e estratégias de análise e avaliação dos processos de leitura e de produção de textos no que diz respeito a seus efeitos de sentido e à situação de produção. A BNCC preconiza, nesse eixo, o trabalho de conhecimentos necessários à compreensão e à produção textual (BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: SEB, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum. mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 12 maio 2025).

A análise e a reflexão sobre os usos da língua — grafofônicos, ortográficos, lexicais, morfológicos, sintáticos, textuais, discursivos, sociolinguísticos e semióticos — estão presentes, de forma planejada. Há seções específicas em que a análise linguística é conduzida de forma a levar os estudantes a construir um sentido, partindo sempre que possível do texto trabalhado e garantindo a progressiva aquisição de recursos que ampliam sua competência leitora e escritora. Cabe aos estudantes construir o conhecimento dos usos da língua por meio da observação, do levantamento de hipóteses e de inferências.

Esse trabalho também considera o desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica dos estudantes. Nesse processo de análise e reflexão sobre a língua, enfoca-se de início o desenvolvimento desse componente, que engloba diferentes aprendizagens, como a identificação, o reconhecimento, a apreensão e o uso dos sons (consciência fonêmica) e a formação, a organização, a escrita e a pronúncia de sílabas, palavras e rimas (consciência fonológica).

A consciência fonêmica enseja trabalhos relacionados à consciência dos sons de letras e sílabas, ao isolamento e à segmentação de sons iniciais e finais de palavras, à síntese e à substituição de sons em palavras para formar outras. A consciência fonológica enseja trabalhos relacionados à consciência das palavras, ao reconhecimento e à contagem de sílabas em palavras, à identificação de aliterações e rimas. Recomenda-se seguir um percurso consistente e sequenciado de alfabetização (SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA,

Fernando César. Alfabetização: método fônico. 6. ed. São Paulo: Memnon, 2010).

Nesta coleção, em primeiro lugar, são apresentadas e trabalhadas as vogais. Em segundo, são apresentadas e trabalhadas as consoantes prolongáveis — cujos sons podem ser pronunciados de forma isolada, sem uma vogal — e regulares — cujos sons têm apenas uma realização. É o caso de F, J, M, N, V e Z. Em terceiro, são apresentadas e trabalhadas as consoantes facilmente pronunciadas de forma isolada, porém irregulares quanto à realização sonora, como L, S, R e X, em que se prioriza no início da alfabetização o som regular e mais frequente de cada uma, abordando as irregularidades em momento posterior. Em quarto, são apresentadas e trabalhadas as consoantes cujos sons são mais difíceis de pronunciar de forma isolada. É o caso de B, C, P, D, T, G e Q. Também no caso dessas consoantes, prioriza-se o trabalho com os sons regulares em um primeiro momento, deixando as realizações irregulares para trabalho subsequente. Em quinto lugar, é apresentada e trabalhada a consoante H, que não tem som realizável. Em sexto, abre-se espaço para o trabalho com as letras K, W e Y, que, embora pertençam ao alfabeto, têm uso bastante limitado e particular em palavras da língua portuguesa.

Ao final, são apresentadas e trabalhadas as correspondências grafofonêmicas irregulares, com atividades específicas para a introdução de dígrafos — CH, NH, LH, RR, SS, GU e QU —, para a introdução dos sons irregulares de consoantes já abordadas anteriormente — como C, G, R, S, L, M e X — e para a introdução da cedilha e dos encontros consonantais.

Sempre em contextos significativos, os estudantes são incentivados a conhecer, a refletir e a dominar o sistema de escrita, a observância às regras ortográficas, a paragrafação, o emprego da pontuação, das concordâncias verbal e nominal e a utilização de elementos de coesão, além de outros aspectos metalinguísticos.

Aprendizagem na diversidade

Partindo do princípio de que todas as crianças têm o direito de aprender a ler e a escrever, é necessário entender que o processo de aprendizagem acontece de formas diferentes.

Nessa perspectiva, é papel da escola planejar ações que possibilitem o desenvolvimento de práticas educativas diversificadas para atender a todos os estudantes.

Assim, a escola depara-se com um grande desafio: como ensinar de modo a despertar o interesse dos estudantes, incitando-os a construir conhecimentos significativos. Se, de um lado, o educador precisa superar esse desafio, de outro, há inúmeros recursos e procedimentos que podem ajudá-lo a atingir seus objetivos.

Nesse sentido, se considerarmos o levantamento dos conhecimentos prévios dos estudantes como ponto de partida da aprendizagem, as diversidades cultural e social tornam-se recursos valiosos, tanto para o professor quanto para os estudantes.

Ao compartilhar experiências e vivências, os aprendizes se sentem parte do processo de ensino e aprendizagem, pois percebem que seus saberes, seus jeitos de viver e suas características individuais são valorizados e respeitados. Dessa forma, os estudantes comparam, analisam e ampliam o que já sabiam a respeito do conhecimento discutido e, assim, começam a reconhecer que as diferenças, sejam elas culturais, sociais, intelectuais ou físicas, são próprias dos seres humanos e de uma vida em sociedade.

Os agrupamentos também auxiliam os estudantes a estabelecer vínculos de amizade. Nos trabalhos cooperativos, ao mesmo tempo que devem se mostrar dispostos a interagir, aprendem a incluir o outro, respeitando as diferenças e colaborando para que todos se sintam parte do grupo.

A interdisciplinaridade constitui igualmente uma estratégia de ensino a favor da diversidade, pois oferece a possibilidade de reconhecimento de que os conteúdos estudados têm significados e intenções, motivando os estudantes a participar ativamente do processo de aprendizagem.

A interdisciplinaridade é a interação entre duas ou mais disciplinas, que pode ir desde a simples comunicação de ideias até a integração recíproca dos conceitos fundamentais e da teoria do conhecimento, da metodologia e dos dados de pesquisa. [...].

ZABALA, Antoni (org.). A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 143.

Nesse sentido, a Língua Portuguesa é uma área do conhecimento privilegiada. O trabalho com os gêneros textuais desenvolvido na coleção favorece a discussão de temas e conhecimentos que permitem inserir os estudantes na sociedade em que vivem, sem excluir nem fragmentar saberes. Além das seções do livro do estudante mencionadas anteriormente, este livro do professor indica, em diferentes momentos de cada unidade, as possibilidades de trabalho interdisciplinar para os encaminhamentos das atividades. O trabalho em Língua Portuguesa pode ser complementado, ampliado e apoiado pelas diferentes áreas do conhecimento e dos componentes curriculares.

As práticas de leitura e escrita podem se tornar prazerosas para os estudantes quando inseridas em meios digitais. Utilizar pedagogicamente dispositivos como computadores, tablets , câmeras digitais, entre outros, é uma ação cada vez mais presente na sala de aula. Sempre que forem necessários para a realização ou a ampliação das propostas pedagógicas e sequências didáticas, os dispositivos e as ferramentas estarão indicados neste livro do professor.

Educação inclusiva

Segundo Ferreira (2024), a inclusão educacional vai além da presença física de estudantes com deficiência em salas de aula regulares: ela envolve a adaptação do ensino para garantir a participação ativa de todos, respeitando suas necessidades e promovendo um ambiente de aprendizagem colaborativo e acessível (FERREIRA, A. B. et al . Inclusão escolar no Brasil: políticas públicas e desafios na educação especial. ISCI Revista Científica, v. 11, n. 3, p. 13, 2024. Disponível em: https:// doi.org/10.5281/zenodo.13974544. Acesso em: 5 set. 2025).

A inclusão também envolve a construção de relações saudáveis, promovendo a empatia, o respeito mútuo e o senso de pertença. Mais do que uma exigência legal, a inclusão é um compromisso ético e um pilar fundamental para a construção de uma sociedade mais justa, mais gentil, mais diversa e menos desigual. Para promover a acessibilidade, a segurança e a consequente participação de estudantes

com Necessidades Educacionais Específicas (NEE), é necessário primeiramente organizar os espaços de aprendizagem. Por exemplo, manter espaço adequado entre as carteiras para permitir a circulação de pessoas em cadeiras de rodas, com andadores ou acompanhantes, evitando excesso de móveis ou objetos que dificultem a locomoção e deixando os objetos de uso diário sempre no mesmo lugar para facilitar a autonomia.

Alguns estudantes podem apresentar hipersensibilidade sensorial, então é importante sempre que possível um ambiente acolhedor com pouco ruído e luz suave. Além disso, é recomendado ter um espaço mais tranquilo para encaminhamento quando necessária a realização de pausas. No caso de uso de vídeos, é importante buscar aqueles que possuam audiodescrição e não estejam em volume muito alto.

Ao longo desta coleção, o professor encontrará sugestões de propostas e indicações de materiais simples que poderão ser utilizados para contextualizar informações. Também encontrará indicações de leitura que poderão auxiliar a preparação da aula, contribuindo para a sua adaptação e consequentemente para a sua acessibilidade.

No entanto, é possível que algumas das sugestões não sejam adequadas aos estudantes em razão da diversidade de realidades. Sendo assim, as sugestões podem ser replicadas em contextos diversos, a depender da escolha e da análise do professor, ou podem inspirá-lo em seu planejamento e em suas práticas, assim como as indicações de leitura.

É importante que o professor busque conhecer o histórico e as particularidades de cada estudante com NEE para planejar com antecedência e preparar os materiais de acordo com as suas necessidades. Além disso, é primordial que sensibilize os estudantes para o respeito às diferenças e à convivência inclusiva, possibilitando momentos de reflexão e escuta ativa.

No entanto, a inclusão não pode ser responsabilidade exclusiva do professor. É essencial envolver toda a comunidade escolar nesse processo, incluindo gestores, famílias, profissionais da saúde e membros da comunidade.

Avaliações

Diagnóstica, formativa e de resultado

Esta coleção propõe duas seções de avaliação: a primeira, diagnóstica, na seção O que já sei, no início de cada unidade, e outra formativa, na seção O que estudei, ao final de cada capítulo. As duas avaliações foram construídas de maneira a permitir que o nível de aprendizagem dos estudantes seja aferido.

Os parâmetros utilizados na elaboração dos materiais avaliativos seguem os objetivos pretendidos a cada unidade, em uma confluência entre objetivos de aprendizagem e práticas didáticas que procuram dar conta dos “conjuntos de aprendizagens previstas para o trabalho desenvolvido com os estudantes” (BRASIL. Ministério da Educação. Matriz de referência Língua Portuguesa 1o e 2o anos do ensino fundamental. Brasília, DF: MEC, 2025. (Compromisso Nacional Criança Alfabetizada). Disponível em: https://rosaurasoligo.wordpress. com/wp-content/uploads/2025/07/avaliacaono-1c2b0-e-2c2b0-anos.pdf. Acesso em: 12 ago. 2025).

A avaliação diagnóstica é um instrumento utilizado para investigar as habilidades dos estudantes em determinada área do conhecimento. De modo geral, trata-se de uma avaliação aplicada a fim de aferir os conhecimentos prévios. Esse instrumento permite ao professor analisar e eventualmente fazer intervenções no planejamento, com a intenção de levar os estudantes a atingir os objetivos esperados no decorrer do ano letivo.

Estruturadas em uma ordem crescente de dificuldade, as atividades diagnósticas da seção O que já sei giram ao redor da leitura de um texto de circulação social. Começando pela compreensão de leitura, a primeira questão é a mais simples e pretende medir se os estudantes estão em defasagem. A segunda exige um grau de aprendizado intermediário para ser respondida. A terceira, por fim, se respondida corretamente, atesta que os estudantes estão em seu nível de aprendizado adequado. Logo na sequência, mais três atividades exploram a habilidade escritora dos estudantes seguindo a mesma lógica.

A avaliação formativa (ou de processo), por sua vez, propõe práticas avaliativas recorrentes e periódicas para monitorar a aprendizagem. As questões da seção O que estudei remetem a conteúdos vistos na unidade e possibilitam medir os níveis de aprendizagem em defasagem, intermediário e adequado, seguindo a mesma lógica das avaliações diagnósticas. Tanto nas avaliações diagnósticas quanto nas de processo, o professor terá oportunidade de realizar avaliação da fluência em leitura oral.

Se achar conveniente, o docente pode ainda aplicar, ao final do ano letivo, uma avaliação de resultado (ou somativa), realizando para isso uma mescla dos elementos de leitura, escrita e oralidade com os pontos específicos de todo o período. Essa avaliação tem como objetivo mensurar a eficácia do processo de ensino e aprendizagem como um todo.

Tanto a avaliação formativa quanto a de resultado estão associadas à avaliação diagnóstica. Ou seja, as avaliações devem “jogar luz” sobre as diferentes fases do processo de ensino e aprendizagem, isto é, partir de situações iniciais com objetivos de aprendizagem bem definidos; desenvolver as sequências didáticas com base em um planejamento de intervenção fundamentado e flexível, a fim de que o professor possa direcionar o trabalho pedagógico às necessidades dos estudantes; e encaminhar, em sala de aula, atividades, tarefas e conteúdos que sejam adaptáveis e ajustáveis conforme essas mesmas necessidades (ZABALA, Antoni (org.). A prática educativa : como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010).

Nível de aprendizagem

Interdependentes, as habilidades escritora e leitora devem ser avaliadas para que o professor conheça o que seus estudantes já sabem e em que esferas precisa atuar com mais intensidade durante as aulas. Deve-se considerar, no entanto, que os processos de alfabetização e de letramento variam de um estudante para o outro, uma vez que dependem do contexto social e do desenvolvimento cognitivo e psicolinguístico de cada um.

Magda Soares, no livro Alfaletrar, estabelece algumas fases que podem ser identificadas

como representativas do nível de aprendizagem dos estudantes. Ela entende o desenvolvimento da alfabetização desde a primeira infância, quando as tentativas de escrita são apenas garatujas que, aos poucos, se desenvolvem em língua inventada.

No diagrama Ciclo de alfabetização e letramento , reproduzido na página XXII, é possível acompanhar essas fases. Veja que, a partir dos anos iniciais do ensino fundamental, podem ser encontrados estudantes na fase silábica com valor sonoro. Isso significa que eles já compreenderam que uma palavra é formada por sílabas e conseguem associar cada sílaba a um som. É o despertar da consciência fonológica.

Na fase seguinte, a silábico-alfabética, os estudantes alternam a associação de cada sílaba a um som com correspondências precisas de letras e sons. Esse movimento consolida-se na fase alfabética, na qual uma letra é associada a um som. É o momento de reconhecimento dos fonemas. E, então, a partir da fase alfabética, os estudantes passam a aprender as regras ortográficas, principiando a última etapa da alfabetização, a fase ortográfica.

Para aferir o nível dos estudantes, o professor pode realizar algumas atividades conforme os exemplos a seguir ou, ainda, aproveitar as avaliações que estão propostas a cada unidade desta obra.

Exemplo 1 – Escrita

Atividade: apresentar aos estudantes imagens variadas de objetos simples e de seu universo. Depois, solicitar que escrevam os nomes das imagens.

Modelo: imagem de uma BONECA.

Variações de respostas possíveis:

BOEC (silábico com valor sonoro)

BOENCA (silábico-alfabético)

BONECA (alfabético)

Fonte: SOARES, Magda. Alfaletrar São Paulo: Contexto, 2020. p. 121.

Exemplo 2 – Escrita

Atividade: pedir que os estudantes completem o verso de uma quadrinha popular com a palavra que falta.

Modelo: O _____(anel) QUE TU ME DESTE ERA VIDRO E SE QUEBROU.

Variações de respostas possíveis:

AEU (silábico com valor sonoro)

ALEU (silábico-alfabético)

ANEL (alfabético)

Na leitura, por sua vez, os estudantes realizam o movimento contrário ao da escrita. Eles precisam desenvolver a consciência grafofonêmica, ou seja, “relacionar as letras do alfabeto com os fonemas que elas representam [...]” (SOARES, Magda. Alfaletrar. São Paulo: Contexto, 2020. p. 193).

Exemplo 3 – Leitura

Atividade: Partir da frase ilustrada. Por exemplo, ilustração de um lobo entrando pela chaminé de uma casa. Ao lado da imagem colocar a frase: O LOBO ENTRA NA CASA PELA CHAMINÉ. (SOARES, p. 199)

Peça que o estudante leia.

Variações de respostas possíveis:

- conseguiu apenas algumas poucas palavras - defasagem

- consegue ler quase toda a frase - aprendizado intermediário

- consegue ler toda a frase - aprendizado adequado.

Exemplo 4 – Leitura

Atividade: apresentar três questões com graus de dificuldade crescente.

Questão 1: imagem de dois objetos simples com as palavras ao lado. Exemplos: MAÇÃ e ABACAXI. Pedir que leiam.

Questão 2: apresentar apenas palavras, sem as imagens. Exemplos: BOLA e LOBO. Pedir que leiam.

Questão 3: apresentar uma frase simples ilustrada.

Exemplo: O LOBO COME MAÇÃ.

Uma possibilidade de análise das respostas às questões levará à atribuição de um nível de compreensão da leitura:

- se não respondeu à questão 1 – defasagem;

- se respondeu corretamente à questão 2, mas não à questão 3 – aprendizado intermediário;

- se respondeu a todas corretamente – aprendizado adequado.

Vencida a fase de apropriação do sistema alfabético e das normas ortográficas básicas, a leitura é que se torna mais fácil que a escrita. [...] Ser capaz de ler e compreender textos e de escrever textos é o que se considera uma criança que, além de alfabética, se torna alfabetizada.

SOARES, Magda. Alfaletrar. São Paulo: Contexto, 2020. p. 196-200.

CICLO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO DE

Fase pré-fonológica

Garatuja Escrita com letras

Consciência silábica

Silábica sem valor sonoro

Conhecimento das letras

Monitoramento dos estudantes: documentação pedagógica

Consciência grafofonêmica

Silábica com valor sonoro

Silábica-alfabética Alfabética Ortográfica

Leitura, interpretação e produção de textos

Fonte: SOARES, Magda. Alfaletrar. São Paulo: Contexto, 2020. p. 137.

É fundamental que os processos avaliativos sejam acompanhados de maneira criteriosa, periódica e sistemática, para que o processo de ensino e aprendizagem atenda a seus objetivos pedagógicos; e que os procedimentos avaliativos sejam comparáveis ao longo do tempo, para que se possa observar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes.

Tal monitoramento reforça a responsabilidade do docente de direcionar suas ações e intervenções pedagógicas de modo assertivo, contando com instrumentos padronizados de acompanhamento. A constante revisão das práticas de monitoramento da aprendizagem implica projetar, selecionar, decidir, observar, realizar, registrar, refletir sobre as experiências e avaliá-las. As estratégias pedagógicas são bastante variadas, por isso, deve-se ressaltar que a realidade escolar tem predominância na seleção de estratégias de avaliação e monitoramento da turma.

A observação e o registro das primeiras semanas de aula são importantes para o acompanhamento dos estudantes nas vivências do ambiente escolar e do familiar. Recomenda-se documentar esse progresso, assim como compartilhá-lo com a escola e a família, para construir a confiança mútua. A documentação pedagógica pode ser usada em reuniões com os familiares para mostrar o desenvolvimento dos estudantes, individualmente e em grupo.

Uma sugestão é manter um diário de cada estudante. Nele, podem ser registradas observações e documentações sobre as atividades realizadas em um certo período. Outra sugestão é a realização periódica, inclusive no início do período letivo, de entrevistas com os familiares ou responsáveis pelos estudantes, a fim de trazer subsídios para observá-los por meio de diferentes olhares. Além de obter diversas informações, essas entrevistas permitem estabelecer um diálogo com as famílias e sondar as expectativas de cada uma em relação ao papel da escola.

A função principal da documentação pedagógica é sustentar, por meio da utilização de ferramentas, de elaborações apropriadas e de resultados, a construção e o compartilhamento de memórias e experiências, para dar visibilidade à identidade e ao protagonismo dos estudantes. É um registro que visa, assim, a colaborar e a garantir subsídios para a efetiva formação dos estudantes, amparando as atividades de avaliação constante e eminentemente formativa.

A documentação pedagógica pautada nas vivências dos estudantes deve ser pensada e produzida para constituir memória e experiência. Assim, sua ideia central é tornar consciente a relação entre teoria e prática: quando o docente tem consciência da teoria como forma de sustentar seu pensamento e suas ações, ele se torna agente de transformação do processo de ensinar e aprender.

Planejamento e conteúdos

Conteúdos e cronogramas — 1o ano

O quadro a seguir reúne os conteúdos do volume do 1o ano e sugere uma divisão deles ao longo das semanas letivas. Adapte o cronograma à realidade de sua turma. Combine estas informações para compor a matriz de rotina e de sequência didática.

CONTEÚDO E SEMANÁRIO — 1o ANO

UNIDADE 1 - PRIMEIRAS LETRAS

1

Gênero: quadrinha / Abertura / O que já sei: avaliação diagnóstica 14 - 19

CAPÍTULO 1 - Quantos nomes! / Leitura 1: quadrinha

2 Letras A, E, I, O, U 20 - 26

3 Letras iniciais e finais em nomes / Rede de leitura: página de calendário / Leitura 2: quadrinha/ Letra M / Nomes / Palavras terminadas em -ÃO 27 - 39

4

Traçado / Produção textual: quadrinha / Produção oral: sarau de quadrinhas / Ideia puxa ideia: Origem do nome e do sobrenome / O que estudei: avaliação de processo 40 - 51

5 CAPÍTULO 2 - Agenda de contatos / Leitura 1: agenda de contatos /  Letra J / Alfabeto / Reconhecimento de letras 52 - 59

6 Leitura 2: agenda de contatos / Letras N e Z  / Ordem alfabética / Rimas 60 - 67

7 Traçado / Produção textual: elaboração de agenda de contatos impressa 68 - 70

8 Produção oral: conversa telefônica  / Ideia puxa ideia: O uso do celular para pessoas com deficiência / O que estudei: avaliação de processo

9

- 75

CAPÍTULO 3 - Listas fabulosas / Leitura 1: lista / Letras F e V /  Vogais e consoantes 76 - 85

10 Leitura 2: lista / Letra X / Palavras com X / Masculino e feminino

11

12

13

14

15

16

17

Traçado / Produção textual: escrita de lista / Produção oral: brincadeira “Vou para a lua e vou levar...” / Ideia puxa ideia: Lixo na natureza / O que estudei: avaliação de processo

UNIDADE 2 - HORA DE BRINCAR

Gênero: parlenda / Abertura / O que já sei: avaliação diagnóstica

CAPÍTULO 1 - Brincadeiras com parlendas / Leitura 1: parlenda

Letras R e L / Letras iniciais / Número de letras / Rede de leitura: variações regionais de parlendas / Leitura 2: parlenda

Letra S / Escrita de palavras / Letras iniciais / Formação de palavras

Traçado / Produção textual: parlenda / Produção oral: declamação de parlenda / Ideia puxa ideia: Brincadeiras ribeirinhas / O que estudei: Avaliação de processo

- 91

- 109

- 119

- 125

- 133

CAPÍTULO 2 - Leia as instruções / Leitura 1: texto instrucional 134 - 136

Letra B / Sílabas / Palavras com P e B / Leitura 2: texto instrucional

- 144

18

19

20

21

Letra P / Palavras com P e B

Sílabas / Traçado / Produção textual: escrita de instruções de montagem

Produção oral: tutorial de montagem / Ideia puxa ideia: Brincadeiras indígenas. O que estudei: avaliação de processo

UNIDADE 3 - O IMPORTANTE É SE COMUNICAR

Gênero: convite pessoal / Abertura / O que já sei: avaliação diagnóstica

CAPÍTULO 1 - Conto com sua presença! / Leitura 1: convite

22 Letras G e C / Sílabas e segmentação de palavras

23

Segmentação de frases / Leitura 2: convite / Letra Q /  Masculino e feminino

24 Sílabas / Segmentação de palavras e de frases

25 Traçado / Produção textual: escrita de convite

26

Produção oral: convite oral e entrevista / Ideia puxa ideia: Festas populares / O que estudei: avaliação de processo

27 CAPÍTULO 2 - Bilhetes para todos / Leitura 1: bilhete / Letras D e T

28 Palavras com D e T / Organização de frases

29 Leitura 2: mensagem eletrônica / Letra H / Palavras iniciadas com H /

Segmentação e organização de frases

30 Sinais gráficos / Traçado / Produção textual: escrita de bilhete

31

32

Produção oral: mensagem de voz / Ideia puxa ideia: Teatro no escuro / O que estudei: avaliação de processo

UNIDADE 4 - CANTIGAS E FÁBULAS

Gênero: cantiga popular e fábula / Abertura / O que já sei: avaliação diagnóstica

- 147

- 152

a

- 165

- 168

- 174

- 177

- 181

- 191

- 195

- 202

- 207

- 213

214 - 223 CAPÍTULO 1 - Cantigas para brincar / Leitura 1: cantiga / Letras K, W e Y

33 Palavras com K, W e Y / Uso da pontuação / Ponto-final

34 Leitura 2: cantiga / Palavras com Ç / Ponto de exclamação e ponto de interrogação

35

36

Traçado / Produção textual: escrita de versos de cantiga

Produção oral: cantiga em brincadeiras de roda / Ideia puxa ideia: Vamos nos divertir! / O que estudei: avaliação de processo

- 226

- 233

- 239

- 245

37 CAPÍTULO 2 - Muitas fábulas / Leitura 1: fábula / Sinônimo e antônimo 246 - 250

38

39

40

Palavras com LH, CH e NH / Rede de leitura: história em quadrinhos / Leitura 2: fábula / Palavras com RR e SS / Palavras com GUE e GUI

Traçado / Produção textual: escrita de fábula

Produção oral: encenação de fábula / Ideia puxa ideia: A cigarra da vida real e a da fábula / O que já estudei: avaliação de processo

251 - 259

260 - 265

266 - 270

Matrizes de rotina e de sequência didática

Matriz de planejamento de sequência didática

A seguir, é apresentada uma matriz de planejamento de sequência didática. O planejamento detalhado de uma sequência didática busca garantir a coerência no processo de ensino e aprendizagem e a efetividade dos objetivos definidos. Essa matriz é uma sugestão e deve ser adaptada de acordo com cada turma e conteúdo a ser desenvolvido.

Etapa

Tema / Título da aula

Materiais necessários

Práticas de linguagem

Habilidades da BNCC

Objetivos pedagógicos

Estratégias de ensino

Avaliação

Observações

Matriz de planejamento de rotina

Descrição

Estabelecer o tema ou dar um título para a aula. É o primeiro passo para organizar o conteúdo.

Algumas aulas demandam materiais. Anotar para não esquecer.

Enumerar as práticas a serem trabalhadas.

As habilidades podem ser encontradas no livro. É importante têlas em mente durante a aula.

Associados às habilidades, são uma forma de definir a meta da aula.

Escrever como se pretende alcançar os objetivos. Este livro traz muitos desses caminhos nas margens em U.

Avaliar se os objetivos foram alcançados.

Usar este espaço para anotações variadas que julgar importantes.

A seguir, é apresentada uma sugestão de matriz de planejamento de rotina. Ela é um recurso importante para a organização da aula, pois cria uma rotina previsível, otimiza o tempo e os recursos, além de facilitar o atendimento de estudantes com diferentes ritmos de aprendizagem. Cabe destacar que esta é uma sugestão e deve ser adaptada de acordo com a realidade de cada escola e turma.

Momento Tempo

Acolhida variável

Ativação de saberes variável

Desenvolvimento do conteúdo variável

Prática variável

Socialização variável

Encerramento variável

Ação

Recepção dos estudantes

Correção de tarefa, revisão de conteúdo etc.

Apresentação e discussão do conteúdo

Realização de atividades ou seções

Correção das atividades e compartilhamento dos resultados

Retrospectiva da aula e revisão de estudo

Objetivo

Criar um ambiente acolhedor

Identificar conhecimento prévio e defasagens

Introduzir ou ampliar o estudo de conceitos

Desenvolver habilidades e competências

Estimular a reflexão e a troca de ideias

Avaliar se os objetivos da aula foram alcançados

Recurso

Roda de conversa, música etc.

Avaliação diagnóstica, jogos etc.

Lousa, atividades dinâmicas, vídeos etc.

Atividades individuais ou em grupo, jogos, brincadeiras etc.

Lousa, roda de conversa, correção cruzada etc.

Avaliação formativa ou de resultado, questionário, debate etc.

Habilidades da BNCC – 1º ano

O quadro a seguir traz todas as habilidades da BNCC que podem ser trabalhadas no primeiro ano. As habilidades desenvolvidas neste volume foram elencadas no decorrer das explicações do seu livro do professor.

HABILIDADES COMUNS DE 1O A 5O ANOS

TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO SOCIAL

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.

(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.

(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.

(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.

(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.

(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.

(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.

(EF15LP08) Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis.

(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.

(EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.

(EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor.

(EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz.

(EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.).

CAMPO DA VIDA COTIDIANA

(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).

LEGENDA:

Todos os campos de atuação social

Campo da vida cotidiana

Campo da vida pública

Campo das práticas de estudo e pesquisa

Campo artístico-literário

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO

(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.

(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas.

(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.

(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.

(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.

HABILIDADES COMUNS DE 1o E 2o ANOS

TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO SOCIAL

(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização.

(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses.

(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação.

CAMPO DA VIDA COTIDIANA

(EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.

(EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.

(EF12LP06) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, recados, avisos, convites, receitas, instruções de montagem, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.

CAMPO DA VIDA PÚBLICA

(EF12LP08) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF12LP09) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF12LP10) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cartazes, avisos, folhetos, regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

CAMPO DA VIDA PÚBLICA

(EF12LP11) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, digitais ou impressos, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF12LP12) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF12LP13) Planejar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans e peça de campanha de conscientização destinada ao público infantil que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF12LP14) Identificar e reproduzir, em fotolegendas de notícias, álbum de fotos digital noticioso, cartas de leitor (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.

(EF12LP15) Identificar a forma de composição de slogans publicitários.

(EF12LP16) Identificar e reproduzir, em anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil (orais e escritos, digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive o uso de imagens.

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA

(EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO

(EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição.

(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões, comparações, relacionando-as com sensações e associações.

HABILIDADES ESPECÍFICAS DE 1O ANO

TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO SOCIAL

(EF01LP01) Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página.

(EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética – usando letras/grafemas que representem fonemas.

(EF01LP03) Observar escritas convencionais, comparando-as às suas produções escritas, percebendo semelhanças e diferenças.

(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala.

(EF01LP06) Segmentar oralmente palavras em sílabas.

(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação por letras.

(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sílabas, fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita.

LEGENDA:

Todos os campos de atuação social

Campo da vida cotidiana

Campo da vida pública

Campo das práticas de estudo e pesquisa

Campo artístico-literário

TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO SOCIAL

(EF01LP09) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais.

(EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na ordem das letras.

(EF01LP11) Conhecer, diferenciar e relacionar letras em formato imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

(EF01LP12) Reconhecer a separação das palavras, na escrita, por espaços em branco.

(EF01LP13) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas mediais e finais.

(EF01LP14) Identificar outros sinais no texto além das letras, como pontos finais, de interrogação e exclamação e seus efeitos na entonação.

(EF01LP15) Agrupar palavras pelo critério de aproximação de significado (sinonímia) e separar palavras pelo critério de oposição de significado (antonímia).

CAMPO DA VIDA COTIDIANA

(EF01LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.

(EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto.

(EF01LP18) Registrar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cantigas, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF01LP19) Recitar parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, com entonação adequada e observando as rimas.

(EF01LP20) Identificar e reproduzir, em listas, agendas, calendários, regras, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros.

CAMPO DA VIDA PÚBLICA

(EF01LP21) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas de regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA

(EF01LP22) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, diagramas, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF01LP23) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF01LP24) Identificar e reproduzir, em enunciados de tarefas escolares, diagramas, entrevistas, curiosidades, digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO

(EF01LP25) Produzir, tendo o professor como escriba, recontagens de histórias lidas pelo professor, histórias imaginadas ou baseadas em livros de imagens, observando a forma de composição de textos narrativos (personagens, enredo, tempo e espaço).

(EF01LP26) Identificar elementos de uma narrativa lida ou escutada, incluindo personagens, enredo, tempo e espaço.

Referências bibliográficas comentadas

ADAMS, Marilyn Jager et al Consciência fonológica em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

• Nessa obra, é apresentada uma nova forma de ensino de leitura e escrita para as crianças na fase pré-escolar.

ALLIENDE, Felipe; CONDEMARÍN, Mabel. A leitura : teoria, avaliação e desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2005.

• O principal objetivo dos autores dessa obra é contribuir para melhorar o processo de ensino e aprendizagem da leitura.

ANDRADE, Olga V. C. A.; ANDRADE, Paulo E.; CAPELLINI, Simone A. Modelo de resposta à intervenção : como identificar e intervir com crianças de risco para os transtornos de aprendizagem. São José dos Campos: Pulso, 2014.

• Nessa obra, são oferecidos subsídios para a identificação precoce dos problemas de aprendizagem.

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.

• Obra que discute aspectos práticos do dia a dia em sala de aula, especialmente aqueles vinculados ao ensino da Língua Portuguesa.

ARCANGELI, Donatella. TDAH: o que fazer e o que evitar: guia rápido para professores do ensino fundamental. São Paulo: Vozes, 2022.

• O guia faz um panorama teórico para que o professor compreenda o que envolve a cognição de crianças com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.

BARBOSA, Regiane da Silva; BUZETTI, Miryan Cristina; COSTA, Maria Piedade Resende da. Educação especial, adaptações curriculares e inclusão escolar: desafios na alfabetização. São Carlos: Pedro & João, 2019.

• Neste trabalho, as especialistas buscam mostrar que a adaptação curricular é possível. Abordam o assunto desde seu aspecto legal até as adaptações a serem feitas no ambiente escolar voltado para a alfabetização.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: SEB, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_ EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 12 maio 2025.

• Documento de caráter normativo que apresenta os pressupostos da educação nacional, as habilidades e as competências que orientam o planejamento das ações educativas da educação básica.

BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada . Brasília, DF: SEB, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/ publicacoes/institucionais/compromisso-nacional-criancaalfabetizada.pdf. Acesso em: 29 jul. 2025.

• Documento oficial que apresenta os fundamentos do CNCA. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica. Brasília, DF: MEC, 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/ pdf/diretrizes.pdf. Acesso em: 12 maio 2025.

• Documento oficial que apresenta orientações para a adoção da educação inclusiva e para a universalização do ensino.

BRASIL. Ministério da Educação. Matriz de referência Língua Portuguesa 1o e 2o anos do ensino fundamental. Brasília,

DF: MEC, 2025. (Compromisso Nacional Criança Alfabetizada). Disponível em: https://rosaurasoligo.wordpress.com/wp-content/ uploads/2025/07/avaliacao-no-1c2b0-e-2c2b0-anos.pdf. Acesso em: 12 ago. 2025.

• Publicação oficial que aborda a questão de avaliação no CNCA.

BRASIL. Ministério da Educação. Orientações para a oferta de material didático complementar para os estudantes de ensino fundamental no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Brasília, DF: SEB, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/113. DOCUMENTOORIENTACOESPARAAOFERTADEMATERI_ FlaviaCristinaPani.pdf. Acesso em: 29 jul. 2025.

• Documento oficial que apresenta a discussão do material didático sob a ótica do CNCA.

BRASIL. Ministério da Educação. Temas Contemporâneos Transversais na BNCC : contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília, DF: SEB, 2019. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/ contextualizacao_temas_contemporaneos.pdf. Acesso em: 21 jul. 2025.

• Documento oficial que apresenta os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs).

COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2007.

• O autor apresenta possibilidades para reformular, fortalecer e ampliar o estímulo à leitura.

COSTA, Iara Bemquerer; FOLTRAN, Maria José (org.). A tessitura da escrita. São Paulo: Contexto, 2013.

• No livro, são apresentados conceitos teóricos para os professores, auxiliando-os na orientação da produção de textos dos estudantes.

DIAS, Natália M.; MECCA, Tatiana Pontrelli (org.). Contribuições da Neuropsicologia e da Psicologia para intervenção no contexto educacional. Campinas: Memnon, 2015.

• Esta obra apresenta as aplicações e as implicações dos modelos de Neuropsicologia e Psicologia visando aumentar o rendimento escolar.

ELIAS, Vanda Maria (org.). Ensino de Língua Portuguesa: oralidade, escrita, leitura. São Paulo: Contexto, 2011.

• Nessa obra, são abordadas a oralidade, a escrita e a leitura com o intuito de contribuir para o trabalho do professor em sala de aula.

FERREIRA, A. B.; CÔRTES, D. F. A.; OLIVEIRA, F. M. F.; PEREIRA, L. M. O.; MOTA, M. J. N. Inclusão escolar no Brasil: políticas públicas e desafios na educação especial. ISCI Revista Científica, v. 11, n. 3, p. 13, 2024. Disponível em: https://doi. org/10.5281/zenodo.13974544. Acesso em: 5 set. 2025.

• Artigo que se aprofunda na questão pública da inclusão.

FORTUNATO, M. V. Autoria e aprendizagem da escrita 2009. fls. 130-148. Tese (Doutorado em Educação) –Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em: https://www.teses.usp.br/ teses/disponiveis/48/48134/tde-02092009-142512/publico/ TeseMarciaVescovi.pdf. Acesso em: 4 set. 2025.

• Nesse trabalho, a autora apresenta um estudo sobre a aprendizagem da escrita e conclui que ela requer um conjunto de procedimentos durante a fase de escolaridade.

JOLIBERT, Josette. Formando crianças leitoras . Tradução: Bruno C. Magne. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

• Nesse livro, a autora aborda práticas de leitura atentando para o fato de que os textos precisam levar em consideração o leitor.

JOLIBERT, Josette. Formando crianças produtoras de texto Tradução: Bruno C. Magne. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

• A autora aborda as práticas escolares de produção de textos.

JOSÉ, Elisabete da A.; COELHO, Maria T. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.

• Nessa obra, são tratados os principais problemas de aprendizagem e são sugeridas possibilidades de intervenção no contexto escolar.

KAUFMAN, Ana María; RODRÍGUEZ, María Helena. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artmed, 1995.

• As autoras apresentam uma classificação de textos e os relacionam com propostas didáticas.

KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura : teoria e prática. Campinas: Pontes, 2012.

• A obra apresenta estratégias utilizadas na leitura de diferentes textos.

KLEIMAN, Angela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 2005.

• A autora propõe a descrição e a análise do texto escrito com o objetivo de oferecer subsídios para a formação de leitores.

KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2007.

• Nesse livro, são apresentadas questões relativas à compreensão das modalidades dos textos escrito e falado.

KOCH, Ingedore G. Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2010.

• As autoras propõem uma relação entre as teorias sobre texto e escrita e as práticas de ensino.

LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.

• Nessa obra, são abordadas as ações necessárias nas práticas docentes para possibilitar o desenvolvimento do processo de leitura e escrita.

LOUREIRO, Carlos Frederico. Sustentabilidade e educação: um olhar da ecologia política. São Paulo: Cortez, 2012.

• No livro, são apresentadas diversas perguntas relacionadas à questão da vida e à sustentabilidade no planeta.

MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. São Paulo: Autêntica, 2019.

• Nessa obra, é apresentada uma proposta didática de orientação construtivista para subsidiar o ensino de alfabetização.

MORAIS, Artur Gomes de. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2010.

• No livro, é apresentada uma discussão sobre a norma ortográfica e como esta pode ser ensinada por meio de situações de aprendizagem.

MORAIS, José. Criar leitores: para professores e educadores. Barueri: Minha Editora, 2013.

• Com base em estudos científicos, nessa obra, são sugeridas formas de intervenção e estratégias para evitar ou superar as dificuldades. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Tradução: Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya. Revisão técnica: Edgard de Assis Carvalho. 2. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: Unesco, 2000.

• Nessa obra, são apresentados eixos e caminhos para refletir sobre a educação de crianças e adolescentes.

MORIN, Edgar; CIURANA, Emílio-Roger; MOTTA, Raúl Domingo. Educar na era planetária: o pensamento complexo como método de aprendizagem no erro e na incerteza humana. São Paulo: Cortez, 2003.

• Nesse livro, são apresentados três eixos temáticos: o método como caminho que se inventa e nos inventa; a necessidade de esclarecer o uso da palavra complexidade e relacionar seu conceito com a ideia de pensamento complexo; e o destino da era planetária.

MOUSINHO, Renata; CORREA, Jane; OLIVEIRA, Rosinda. Fluência e compreensão de leitura : linguagem escrita dos 7 aos 10 anos para educadores e pais. Instituto ABCD, 2019. Disponível em: https://www.institutoabcd.org.br/ download/2535/. Acesso em: 6 ago. 2025.

• Essa obra trata dos variados procedimentos e habilidades desenvolvidos ao longo da aprendizagem da leitura, descrevendo de maneira simples esses processos fundamentais à alfabetização.

NÓBREGA, Maria José. Ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2013.

• A autora apresenta diretrizes sobre o ensino reflexivo da ortografia.

OLIVEIRA, J. B. A. e. ABC do alfabetizador. Brasília, DF: Instituto Alfa e Beto, 2008.

• A obra apresenta métodos e práticas de alfabetização calcados no princípio alfabético e na consciência fonêmica.

PONTIS, Marco. Autismo: o que fazer e o que evitar: guia rápido para professores do ensino fundamental. São Paulo: Vozes, 2022.

• O guia é voltado para os anos iniciais do ensino fundamental e apresenta ferramentas simples e eficazes para que o professor possa acolher as necessidades do estudante com Transtorno do Espectro Autista.

RIBEIRO, Rosana Mendes; SILVEIRA, Thais Gomes Braga da (orgs.). Meu aluno precisa de adaptação curricular: e agora?

Belo Horizonte: Artesã, 2024.

• A obra procura desmistificar a realização de adaptações curriculares, comentando estratégias e práticas eficientes.

ROJO, Roxane Helena. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012.

• Essa obra defende que é necessário permitir aos estudantes que compartilhem seus conhecimentos culturais em novas mídias.

RONCA, Paulo Afonso Caruso; TERZI, Cleide do Amaral. A aula operatória e a construção do conhecimento. São Paulo: Edesplan, 2001.

• Nessa obra, são apresentadas aos professores várias habilidades de pensamento.

SAVAGE, John F. Aprender a ler e a escrever a partir da fônica : um programa abrangente de ensino. Porto Alegre: AMGH, 2015.

• A obra apresenta aspectos teóricos e práticos sobre o trabalho com a temática em sala de aula.

SCHNEUWLY, Bernard et al Gêneros orais e escritos na escola . Tradução e organização: Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, 2011.

• No livro, são apresentadas questões sobre o ensino dos gêneros escritos e orais na escola, mostrando alguns “caminhos” possíveis em sala de aula.

SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Alfabetização: método fônico. 6. ed. São Paulo: Memnon, 2010.

• Esse livro articula a alfabetização em seis eixos: consciência fonológica, conhecimento das correspondências entre grafemas e fonemas (em que se incluem a codificação e a decodificação), vocabulário, fluência de leitura, interpretação e produção de textos.

SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2017.

• A autora apresenta a alfabetização como um processo de aprendizagem contínuo na vida de uma criança e que envolve práticas sociais de linguagem. Também propõe uma reflexão sobre práticas escolares de alfabetização e letramento.

SOARES, Magda. Alfaletrar. São Paulo: Contexto, 2020.

• A autora sintetiza seus conhecimentos sobre alfabetização, retrabalhando-os de uma forma orientada para a prática.

SOARES, Magda. Língua escrita, sociedade e cultura: relações, dimensões e perspectivas. Revista Brasileira de Educação, n. 0, p. 5-16, set./dez. 1995. Disponível em: http://anped.tempsite. ws/novo_portal/rbe/rbedigital/RBDE0/RBDE0_03_MAGDA_ BECKER_SOARES.pdf. Acesso em: 13 maio 2025.

• Nesse artigo, os elos entre língua escrita, sociedade e cultura são analisados sob diferentes pontos de vista, com o intuito de compreender o fenômeno do alfabetismo.

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura . 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

• Nesse livro, é apresentado o resultado de uma pesquisa realizada por Solé que auxilia professores a compreender o processo da leitura e promove a utilização de estratégias que permitem interpretar e compreender textos.

VIEIRA, Gastão. Grupo de trabalho alfabetização infantil: os novos caminhos: relatório final. 3. ed. rev. Brasília, DF: Instituto Alfa e Beto, 2019. Disponível em: http://alfabetizacao.mec.gov. br/images/pdf/alfabetizacao_infanti_novos_caminhos_gastao_ vieira.pdf. Acesso em: 6 ago. 2025.

• Esse documento é fruto de um seminário sobre educação infantil e alfabetização. A obra apresenta o estado da arte sobre os estudos de alfabetização no Brasil, discute casos de países estrangeiros e analisa as políticas e as práticas brasileiras sobre alfabetização.

VIGOTSKI, L. S. Aprendizagem e desenvolvimento intelectual na idade escolar. In: VIGOTSKI, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. 7. ed. São Paulo: Ícone, 2001.

• Apresenta aspectos do desenvolvimento infantil, como processos neurofisiológicos, relações entre linguagem e pensamento, funcionamento intelectual e cultural e como estes se relacionam com os processos de escolarização.

WEISZ, Telma; SANCHEZ, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.

• As autoras analisam os processos de ensino e aprendizagem, articulando-os para que atinjam os objetivos de ensino.

ZABALA, Antoni (org.). A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010.

• Nessa obra, o autor parte de análises e reflexões para propor orientações sobre a ação educativa com o objetivo de melhorá-la.

ZABALA, Antoni (org.). Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. Tradução: Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 1999.

• No livro, são abordados de maneira prática vários conteúdos procedimentais e como trabalhar com eles em sala de aula.

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