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OUTUBRO | 2013 | ED 03

Revista Bom Neg贸cio

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Revista Bom Neg贸cio


EDITORIAL

REVISTA

O sucesso dos números anteriores da revista Bom Negócio eleva ainda mais a expectativa e a responsabilidade para esta terceira edição. Para manter a qualidade editorial, o cuidado na escolha da pauta é essencial, procurando manter a publicação sempre atualizada e antenada com tudo o que acontece no mercado imobiliário de Guaratinguetá. Nesta edição tratamos de um tema imprescindível para o desenvolvimento urbano dos municípios, especialmente de Guaratinguetá: a verticalização. O aquecimento do mercado de prédios comerciais e residenciais levanta também questões importantes sobre o planejamento urbano da cidade. Em nossa capa decidimos mostrar como tudo começou em Guaratinguetá, destacando o Edifício Rony. Construído por Ruy Ottoni de Mesquita, entre 1967 e 1970, o prédio é pioneiro no processo de verticalização no município. A revista traz ainda dicas sobre decoração, com a inovação dos pisos laminados, além de dicas de produtos e serviços para construção, e ofertas de imóveis comerciais e residenciais. A Bom Negócio é a sua revista sobre o mercado imobiliário e construção civil. Nos encontramos na edição 4. Boa leitura!

EXPEDIENTE

Danilo Rosas

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ESPECIAL

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ARQUITETURA

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DECORAÇÃO

Para o alto e avante

Drywall: A parede do futuro

Pisos Laminados

Revista Bom Negócio

Editor: Danilo Rosas Administração: Renata Rosas Projeto Gráfico: Studio DR Coordenadora Editorial: Lívia Fernandes Coordenador de Arte: Walder Guimarães Redação: Julio Maziero Operações Comerciais: Daniele Castro

REVISTA BOM NEGÓCIO | Outubro/13 Designers Gráficos: Walder Guimarães e Renan Mendonça Comercial: Benê Carvalho Colaboradores: Davis Querido Fotografias: Danilo Rosas Para anunciar ligue: (12) 3133-2449 ou pelo email: editoraexpedicoes@editoraexpedicoes.com.br Impressão: Resolução Gráfica

A Revista Bom Negócio - Imóveis e Construção é uma publicação da Editora Expedições em parceria com a Ramos e Gomes Construtora Editora Expedições: Rua Monsenhor Filippo, 367 Guaratinguetá/SP – CEP 12.501-410 email: editoraexpedicoes@editoraexpedicoes.com.br. site: www.editoraexpedicoes.com.br A Editora não se responsabiliza pelos conceitos emitidos nos artigos assinados.

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Foto: Danilo Rosas

Que vantagens a verticalização traz para o município e para o cidadão? A principal vantagem é a economia. Custa menos para o poder público permitir a verticalização em áreas já existentes, já que a expansão horizontal demanda elevado investimento prévio em novas vias de acesso, implantação de infraestrutura (água, esgoto, energia elétrica). E depois, a manutenção do viário, transporte público, coleta de lixo, etc. Também devemos considerar o efeito multiplicador na geração de receitas públicas, com o IPTU dos novos apartamentos. Para o cidadão também é mais barato morar próximo ao trabalho, ao lazer e aos serviços. O adensamento, via verticalização, é viabilizador do comércio e dos serviços do bairro. De que forma o poder público pode influenciar, de forma positiva ou negativa, o processo de verticalização de um município? O poder público dispõe de vários recursos que impactam de forma positiva ou negativa o desenvolvimento urbano, em especial a “Lei de Uso e Ocupação do Solo”, que determina, entre outros fatores, o zoneamento das cidades. O principal atributo do zoneamento é servir como instrumento de política urbana, direcionando o desenvolvimento, para resguardar o convívio e o bem estar entre os munícipes, diminuir os custos e implantar formas sustentáveis para as cidades.

A Bom Negócio conversou com Luciano Junqueira sobre o processo de verticalização da cidade, que abre novas perspectivas mas também cria a necessidade de infraestrutura e planejamento dos setores públicos.

Como está este mercado hoje em Guaratinguetá? Atrasado. A legislação municipal de zoneamento e uso do solo de é de 1986. Com isso, há poucas áreas com potencial para criação de novos loteamentos. A expansão urbana, assunto que merece estudos técnicos aprofundados, não foi pauta dos interesses públicos nos últimos 20 anos. Cabe exclusivamente aos poderes públicos municipais, executivo e legislativo, o reestudo da malha urbana. E antes da expansão urbana, deve vir o traçado urbano com planejamento prévio. Com a impossibilidade de expansão, surge a verticalização, com a produção de edifícios como alternativa para o mercado atender à crescente demanda por habitação. Mas também faltam áreas adequadas. O período de maior verticalização da cidade ocorreu nos últimos 10 anos. Existem ainda as restrições impostas pelas leis municipais, de tráfego aéreo do aeroporto e do patrimônio histórico, além dos altos preços e da pouca terra disponível. Com isso, está praticamente impossível atender ao crescimento populacional.

A verticalização é uma tendência irreversível? A verticalização é inevitável, e, ao que parece, irreversível em curto prazo, se levarmos em conta o crescimento populacional e a inércia do poder público quanto às questões urbanísticas. O ponto chave é que hoje é mais barato a verticalização, tanto para o poder público, quanto para iniciativa privada. Mas não deveria ser assim.

Quais as perspectivas para o futuro? A situação tende a agravar-se. Com o crescimento da população, cuja maioria encontra-se hoje entre os 15 e 19 anos de idade, podemos supor que entre 15 e 20 mil novos cidadãos necessitarão de cerca de 6 mil novos imóveis até 2020 em Guaratinguetá. É preciso censo de urgência!

ESPECIAL

PARA O ALTO E AVANTE! Por Julio Maziero

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ARQUITETURA

DRYWALL – A PAREDE DO FUTURO

DRYWALL

A PAREDE DO

FUTURO Por Julio Maziero

O mercado da construção civil não cessa de apresentar soluções criativas e práticas para facilitar o processo de erguer ou reformar a casa de seus sonhos. Um destes sistemas, o Drywall, não é exatamente novo, já que é largamente utilizado nos EUA e na Europa, mas se tornou um grande sucesso no Brasil, onde continua em rápida expansão. Para se ter uma ideia dos números, somente no primeiro semestre de 2013 foram vendidos 21,6 milhões de metros quadrados de chapas de gesso, cerca de 10,2% a mais que o total registrado no mesmo período do ano passado. Mas, afinal, o que é o Drywall? Ele consiste em um sistema de construção baseado numa estrutura de guias de aço galvanizado que são afixadas no teto, nas laterais e no piso do imóvel, transpassadas e revestidas por uma manta de lã mineral que garante melhor isolamento acústico e térmico. Em seguida, chapas de gesso são instaladas em ambos os lados para fechar a estrutura, que é selada com massa. Com este acabamento, a aparência é de uma parede normal, perfeita. O sistema pode ser usado também para fazer forros, com a diferença de que não apresenta trincas como os forros de gesso comuns.

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Indicado para paredes internas, o Drywall possui uma série de vantagens, entre elas a maior qualidade de acabamento, controle de fungos e insetos, flexibilidade e personalização de projetos de construção e reformas residenciais. Outros quesitos importantes são a praticidade na limpeza, o isolamento acústico superior ao das paredes de alvenaria, o custo reduzido em comparação à edificação tradicional e o menor desperdício de material durante o trabalho. O Drywall também facilita a vida dos instaladores já que é mais leve que os da construção tradicional e a parede pode ser erguida num tempo quatro vezes mais rápido que as de alvenaria. Outra vantagem é que ele pode ser instalado sem quebrar paredes ou piso. Utilizando chapas especiais, resistentes à umidade, o Drywall também pode ser utilizado em cozinhas, banheiros e lavanderias. Outro cuidado que se deve ter é quanto ao peso dos eventuais objetos a serem pendurados na parede. No caso do Drywall, é preciso um planejamento prévio para garantir a resistência necessária ao uso desejado. Está construindo, ou reformando, consulte uma empresa de Drywall e descubra todas as vantagens desta tecnologia.

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PISOS LAMINADOS

www.flickr.com/photos/floorsmk

DECORAÇÃO

RESISTÊNCIA, PRATICIDADE E ECONOMIA Por Davis Querido (Arquiteto e Proprietário da Persiana & Cia)

Com o crescimento da economia brasileira, o ramo da construção civil foi um dos setores do mercado que mais se desenvolveu nos últimos anos. Esse desenvolvimento fez com que produtos básicos da construção como cimento, pedras e, principalmente, a madeira passassem a serem usados em larga escala. Devido a isso, a indústria viu uma possibilidade de oferecer novos produtos aos consumidores, de forma que atendessem à demanda de maneira mais rápida e econômica. O desenvolvimento de produtos alternativos se intensificou e várias opções de materiais e revestimentos surgiram no mercado. Dentre eles, falaremos mais especificamente do piso laminado. O piso laminado surgiu como uma alternativa ao piso de madeira convencional, porém com preços mais reduzidos, o que acabou chamando a atenção do consumidor. Sua popularidade cresceu bastante de uns tempos para cá. Esse revestimento também apresenta uma série de vantagens além da economia, como a facilidade de limpeza e instalação, praticidade e acabamento impecáveis quando bem executado. Pode ser instalado em cima de pisos frios, sem precisar removêlos, o que evita o tão conhecido transtorno com pedreiros e entulhos. A instalação se torna limpa e rápida.

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Outra vantagem com relação ao piso de madeira é a manutenção. Enquanto num assoalho de madeira, a manutenção é periódica, com aplicação de sinteco e cera, no laminado nada disso é necessário, precisando apenas limpeza com pano úmido ou algum outro produto de limpeza específico indicado pelo fabricante. Isso sem mencionar o isolamento acústico, que é uma ótima alternativa para quem mora em apartamento e sofre com o ruído dos vizinhos. Para intensificar essa característica, alguns fabricantes ainda oferecem uma manta especial, proporcionando silêncio e conforto ao ambiente. E, para você estar em paz com o meio ambiente, o piso é ecologicamente correto, pois suas réguas são produzidas com madeira de reflorestamento. Apesar de ser feito basicamente de madeira recomposta, o piso laminado apresenta um alto grau de resistência. Isto é assegurado por uma norma da ABNT que regulamenta os revestimentos laminados e garante que os pisos deste tipo tenham alta resistência tanto a impactos quanto à abrasão. Grande parte desta resistência vem de avanços tecnológicos dos fabricantes, que estão sempre em busca de novas maneiras para desenvolver um produto de primeira linha. E você? Está pronto a render-se a mais essa sofisticada novidade?

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Revista Bom Negócio edição 03