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ano 12 • número 27 • Outubro de 2011

Telefone/Fax: (19) 3491-7000 • Caixa Postal 1820 – 13360-000 – Capivari – SP www.editoraeme.com.br • vendas@editoraeme.com.br • blog.editoraeme.com.br

IMPRESSO

LANÇAMENTOS Perda de pessoas amadas

Baseado nas Reuniões de Entes Queridos realizadas em Juiz de Fora, livro objetiva auxiliar pessoas emocionalmente abaladas pelo desencarne de familiares ou amigos queridos Numa linguagem simples e objetiva, além de informações esclarecedoras sobre crenças e valores a respeito da morte, a obra aborda relevantes questões, tais como: desencarnações coletivas, o verdadeiro sentido do verbo “perder”, quem pode ver e ouvir espíritos e contato com espíritos desencarnados através do sono físico. Leia mais sobre o autor e a obra.

páginas 2 e 3

O drama de um desconhecido

Luiz Gonzaga Pinheiro Estudo romanceado • 14x21 cm • 192 pp. • R$ ??,?? A história acontece numa região de intenso sofrimento, onde espíritos cruéis aprisionam e escravizam recém-desencarnados. O complexo de prédios, dirigido por poderoso espírito, é amparado por alta tecnologia e muitos obstáculos. Mas a atuação do grupo de atendimento soluciona o complexo caso de obsessão.

Tudo pela música

Wanda A. Canutti • Eça de Queirós (espírito) Romance mediúnico • 14x21 cm • 264 pp. • R$ ??,?? Para encontrar novas oportunidades e se dedicar ao grande sonho de sua vida – tornar-se exímio pianista e importante compositor –, Antonino tem que abandonar a casa e sua amada mãe, por determinação do pai. Mas como ele se comportará diante das tentações e dos desafios encontrados ao longo do caminho?

TAMBÉM NESTA EDIÇÃO

! K O Li e gostei

AGUARDE!

Comentários sobre dois livros da editora que tratam da perda de pessoas queridas

Livro do psicólogo Valci Silva chega à 6ª edição, com conteúdo revisto e ampliado

página 3

página 4

DIA DE FINADOS A comunhão de pensamentos com os espíritos em textos especialmente selecionados

página 4 1


LANÇAME

Editorial Olá! Aproveite mais uma edição do Leitor EME, que chega até você com muita informação e novidades. Na entrevista deste mês, conheça o escritor mineiro Armando Falconi Filho e o seu lançamento Perda de pessoas amadas. O livro já é um sucesso! Veja ainda um lançamento que apresenta o tratamento de um complexo caso de obsessão, o novo romance da parceria entre Eça de Queirós e Wanda Canutti e a nova edição da obra de Valci Silva, que trata de drogas e de dependência química. Leia ainda comentários de leitores sobre dois dos nossos livros e, na última página, um texto especial voltado para o Dia de Finados. Aguarde a próxima edição. E conte sempre com a Edito­ ra EME!

Expediente Leitor EME é um boletim informativo da Editora EME, distribuído gratuitamente Editor: Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo Jornalista responsável: Rubens Toledo – MTb 13.776 Diagramação: Editora EME Fotolitos e impressão: Gráfica EME Tiragem desta edição: 3.200 exemplares Vendas: (19) 3491-7000 vendas@editoraeme.com.br

SAL

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O autor

Armando Falconi Filho é mineiro de Astolfo Dutra, mas reside em Juiz de Fora, MG, desde 1979. Nesta cidade iniciou a Fundação

Espírita Allan Kardec, FEAK, e o S.O.S. Preces (telefone 32 32361122). Faz parte da sua diretoria, ocupando atualmente o cargo de vice-presidente. Foi casado com Kátia Rodrigues Vieira Falconi e dessa união nasceram Amélie Gabrielle e Armando Falconi Neto. Com o desencarne da primeira esposa, casou-se com Andréa Ferreira Carvalho Falconi, e hoje estão grávidos.

É formado em contabilidade, acupuntura chinesa, terapias holísticas, programação neurolinguística e bacharel em direito. Fundou o Centro de Cultura Oriente Ocidente, onde exerce as terapias holísticas e naturais. Realiza atendimento individual com terapia breve, hipnose, acupuntura e fitoterapia, além de ministrar cursos e palestras motivacionais em empresas.

Entrevista com o autor Qual a importância do Espi­ ritismo em sua vida? Eu costumo exemplificar minha vida como sendo simbolizada por um tamborete de três pernas: família, trabalho e Espiritismo. Eu vivo e dedico integralmente todo o meu tempo disponível para o Espiritismo na FEAK, e ainda encontro tempo para continuar a divulgação desta doutrina na região, pelo Brasil e mesmo no exterior. Tenho um site espírita, um hotsite do livro que estou lançando, um blog e um site profissional, com postagens diárias. Qual a principal motivação para escrever Perda de pessoas amadas? Nos meses de maio e junho do ano de 2003, meus familiares e eu passamos pelo processo de morte de uma tia, do meu pai e da minha mãe, isso tudo num período de apenas trinta e quatro dias. A situação de vivenciar a morte de entes tão queridos e de forma sucessiva muito me abalou, mesmo com as informações da doutrina espírita nesse âmbito. Dessa experiência nasceu um desejo ardente de ajudar pessoas que estivessem passando por um processo similar e no segundo semestre de 2004, Matheus Fraga, o mentor da FEAK, recomendoume iniciar uma nova tarefa, dedicada a prestar esclarecimentos sobre morte/desencarnação. Iniciei a tarefa de forma mensal e, em agosto de 2005, veio a desencarnação da minha esposa

Kátia, como mais um desafio na área da desencarnação. Sem o conhecimento espírita esses eventos seriam um convite à depressão e à revolta. Graças a Deus, o auxílio foi o da mensagem espírita que sempre nos esclarece liberta e nos consola de maneira incomparável. O aprendizado de todos que participam da reunião tem sido expressivo e posso afirmar que de minha parte ainda maior. Teve alguma surpresa ou di­ ficuldade para realizar o livro? Quais? Sim, algo muito interessante aconteceu quando eu escrevia o segundo capítulo do livro, intitulado “Explicando a palavra perda”. Digitei-o pela primeira vez, arquivei-o e no dia seguinte não conseguia encontrá-lo, ele havia praticamente desaparecido do meu computador. Refiz o capítulo e providenciei “backup” do mesmo em locais diferentes e para minha surpresa, no terceiro dia, o mesmo fato se repetiu. Fiquei a refletir sobre o acontecido, até que o espírito Matheus Fraga se manifestou relatandome que aqueles acontecimentos tratavam-se de ação espiritual, isso porque o texto precisava ser melhorado. O que deseja transmitir aos leitores com esta obra? A certeza de que a vida continua plena, exultante e cheia de oportunidades após a morte física, pois o que morre é apenas o corpo; já o espírito sobrevive com a toda a carga emocional

que vinha construindo durante a vida corporal, e com possibilidades de aperfeiçoar-se nos caminhos do bem no plano espiritual. Desejo que o leitor se interesse mais sobre o tema morte/desencarnação e aumente o seu autoconhecimento nessa área. Como funciona a reunião de entes queridos da FEAK? A reunião acontece de forma mensal, toda primeira terça-feira de cada mês. Eu falo durante vinte minutos sobre o tema, e depois é aberto espaço para que os participantes façam suas perguntas. Uma pergunta objetiva por pessoa. Na reunião ofereço respostas sob a ótica espírita e, ainda, algumas vezes, dou orientações que os benfeitores espirituais passam no momento. Posso afirmar que as pessoas chegam chorando e saem sorridentes com o que ouvem e aprendem. A consolação é mais intensa quando a pessoa recebe algu­ ma mensagem direta da pessoa amada? O benfeitor Matheus Fraga ensina que “informação sem transformação gera estagnação!”. A mensagem direta é uma ferramenta extraordinária quando correta e responsável, mas se não gera mudanças de comportamento por parte de quem a receba, na realidade, funciona mais como mais uma placa de sinalização na estrada da sua própria vida. O temor da morte é realmente o resultado da ignorância a res­ peito da vida?


ENTO EME

OK!

Li e gostei

A obra Espírita atuante, vem dedicando seu tempo à exposição doutrinária por inúmeras cidades no Brasil e no mundo. Tem dois livros publicados na sua área profissional, lançando agora pela Editora EME o seu primeiro livro espírita. É também articulista de sites, jornais e revistas e radialista, e seus endereços na internet podem ser todos conferidos em: www.falconi.com.br

Certamente. Tememos o que desconhecemos, ou o que dominamos apenas na teoria. Estudar o nascer, o viver, o morrer, o renascer e o progredir é sempre uma tarefa de sair da teoria para a vivência, para a reflexão e a integração em cada dia de nossa vida. Aprender e viver para libertar-se do medo, da igno­rância. Quais são seus próximos pro­ jetos literários? Estou em andamento com vários outros trabalhos literários, tanto na área profissional quanto na área espírita, que deverá tratar, dentre outros assuntos, do perdão. Deixe um comentário final para o leitor. Viva a vida com plenitude. Valorize cada minuto, cada palavra, cada oportunidade de ampliar os seus conhecimentos sobre a jornada terrestre e, principalmente, de viver na prática os valores que já domina na teoria. Saia do comodismo, seja físico, intelectual ou moral. Temos a eternidade, mas o dia de hoje jamais voltará. Acredite mais no seu potencial e use-o para a sua felicidade, de sua família e de todas as pessoas com quem conviver. Seja trabalhador voluntário ativo no bem. Invista mais em viver com unção religiosa os ensinamentos de Allan Kardec, para entender melhor a proposta de Jesus. Respeite a tudo e a todos, faça-se respeitável, espírita-cristão, seja um homem de bem!

Perda de pessoas amadas Armando Falconi Filho 16x23 cm • 160 páginas • R$ 22,00 Este livro é portador da mensagem consoladora do Espiritismo. Vai ajudá-lo a encarar a morte de uma forma menos dolorida, trazendo compreensão e fortaleza nesse momento tão delicado. Você vai perceber que o túmulo nos separa apenas fisicamente das pessoas que amamos, mas elas continuam vivas e estão ligadas a nós por meio dos laços de amor. Estão apenas numa outra dimensão, percebem nossas emoções e tudo o que sentimos em relação a elas. Traz esperanças e consolações, retirando da dor lições preciosas que apaziguam as aflições da alma, promovendo crescimento e maturidade.

Na maior das perdas – a divina consolação

Trecho da obra A perda de parentes, amigos, conhecidos, aqueles que chamamos de entes queridos, provoca uma dor de intensidade variada que atinge a todos, mais a uns, menos a outros. Aprendemos e ensinamos que a morte é natural, é uma realidade, uma lei que atinge a todas as famílias e pessoas, indistintamente. A grande maioria das pessoas não lê sobre o tema, não reflete, nem fala a palavra morte, demonstrando temor, recusando-se a pensar na possibilidade de seu afeto e, até mesmo, os membros mais idosos do clã, virem a morrer um dia. Esse comportamento induz a um sofrimento maior e mais intenso. Agindo dessa forma, torna-se mais delicada e dolorida a desencarnação de alguém mais jovem, principalmente os filhos. É imperioso explorar o assunto “morte” sempre procurando conversar sobre essa questão no âmbito doméstico. (...) Assim, aos poucos, vamos adquirindo intimidade, tranquilidade e equilíbrio com relação à palavra “morte”.

Ouvimos, com frequência, pessoas de nível cultural e social diferentes, em diversos pontos deste Brasil, pessoas que atendemos após as palestras e seminários, dizerem chorosas: “– Foi mais fácil enterrar um pai, uma mãe, até mesmo... o cônjuge, mas a dor maior foi enterrar um filho!” Recebemos esses desabafos com o máximo respeito, reconhecendo ser legítima a dor da separação entre pessoas que desenvolveram, ao longo de uma existência, laços de profundo afeto. Nos estudos, reflexões e vivências diárias da doutrina espírita, há um manancial de recursos e informações que nos ajudam a manter o equilíbrio necessário ao enfrentarmos essa prova. Saber que o dinamismo da vida continua pulsando noutra dimensão ajuda-nos a conviver com essa realidade, aceitando-a como experiência evolutiva do mundo em que vivemos. Trecho extraído do capítulo “Explicando a palavra ‘perda’”, páginas 23 e 24.

Há alguns anos minha filha caçula foi vítima de um atropelamento fatal. Ganhei este livro de presente, o qual me foi de grande valia, pois li e reli por muitas e muitas vezes... Me ajudou muito no pior momento de minha vida... Posso dizer que é um livro maravilhoso, pois na maior das perdas consegue descrever a dor que sentimos ao ficarmos sem um filho, e ajuda-nos a dar sentido à vida e continuar vivendo. MARIA F. B. mora em São José/SC

Perda de pessoas amadas Minha mãe morreu há poucos meses e eu só fazia chorar. Assisti ao seminário sobre perda de pessoas amadas, li o livro e, ao invés de chorar, estou agradecendo a Deus por ter vivido mais de quarenta anos com minha querida mãe. Obrigado pelas explicações. MARIA APARECIDA ROSA CAETANO mora em Juiz de Fora/MG

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Nova

edição

Chegou à 6ª edição a obra Drogas – causas, consequências e recuperação, escrita pelo psicólogo clínico Valci Silva. Desde 2008, a obra provoca um debate sobre este assunto polêmico e que precisa ser cada vez mais conhecido pela sociedade. Em linguagem bastante acessível, o autor dirige-se ao leitor espírita e não-espírita, esclarecendo sobre as drogas, seus componentes e efeitos, e também sobre os transtornos espirituais que os usuários e dependentes podem sofrer, tudo baseado em estudos científicos e no conhecimento espírita.

A Sociedade Espírita de Paris se reuniu no dia 2 de novembro de 1864 para oferecer uma lembrança a falecidos colegas e irmãos do Espiritismo. Nessa ocasião, Allan Kardec desenvolveu o princípio da comunhão de pensamentos. No encerramento, o codificador comenta: “Sendo nosso objetivo unir nossos propósitos para juntos realizarmos uma especial demonstração de simpatia a nossos irmãos falecidos, pode ter sido útil voltar nossas atenções para as vantagens da reunião. Graças ao Espiritismo, compreendemos o poder e os efeitos do pensamento coletivo, e sabemos explicar melhor o sentimento de bem-estar que se experimenta em um meio homogêneo e simpático. Mais que isso, sabemos que o mesmo ocorre com os espíritos, pois recebem os fluidos dos pensamentos bondosos que a eles se elevam como a essência de perfume. Os espíritos felizes experimentam uma grandiosa alegria com este concerto harmonioso; os que sofrem sentem um grande alívio. Cada um de nós, em particular, reza preferencialmente por aqueles que lhe interessam ou a quem se afeiçoam mais. Façamos com que, aqui, todos recebam sua parcela nas preces que dirigiremos a Deus.” Após o discurso de Kardec, transcorreu a sessão comemorativa e, ao final, diversos espíritos deram a sua palavra. Transcrevemos aqui trechos de duas destas mensagens, aproveitando a proximidade do Dia de Finados.

tarefa e receberam a recompensa por seu trabalho neste mundo de expiação e miséria. Estes, meus caros espíritas, velam por vocês – eles os protegem e, neste dia, participam de seus votos e das súplicas que dirigem ao Pai de todos nós. A maioria deles está entre vocês, feliz de ver o recolhimento em que estão neste momento solene. Mas é sobretudo em favor dos espíritos que não cumpriram sua missão neste mundo de passagem que vocês devem elevar os pensamentos e as preces. Oh!, eles sim necessitam de corações amigos, de almas complacentes que lhes ofereçam uma lembrança, uma prece – mas uma prece sincera, uma prece que suba até o trono do Eterno! Ah!, quantos desses espíritos foram abandonados, esquecidos, mesmo por aqueles que mais deveriam pensar neles – por parentes às vezes muito próximos! (...) Oh!, meus amigos espíritas, busquem suprir, com suas preces, o que não fazem esses seus irmãos – eles veem da morte apenas o despojo, o corpo, e esquecem que a alma vive para sempre. Orem, pois suas preces serão ouvidas pelo Altíssimo. Lalouze (médium sra. Lampérière)

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Agora com nova capa e novo projeto gráfico, a obra foi revista e ampliada. Soluções como a participação espiritual da família, contribuindo para a energização psicofísica, a desobsesão e o crescimento interior são abordadas, a fim de que medidas construtivas sejam tomadas, assegurando a harmonia e o bem-estar do dependente e da família. Valci Silva é coordenador do Programa de Atenção ao Dependente Químico do Ambulatório de Saúde Mental de Tupã, no interior de São Paulo, além de especialista em tratamento de dependência de álcool, cigarro e outras drogas. É presidente da USE Intermunicipal de Tupã e participa do Centro Espírita Irmã Izabel.

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Meus filhos, uma comunhão estreita religa os vivos aos que passaram desta vida. A morte continua a obra esboçada, e não parte os laços do coração – esta certeza só enriquece o tesouro de amor derramado sobre a criação. (...) O amor é a lei do Espiritismo – ele alarga o coração e faz o homem amar ativamente aqueles que desaparecem na penumbra vazia do túmulo. (...) Unam-se em suas intenções, como estão fazendo nesta reunião abençoada. A eletricidade que aquecida se desprende do coração preenche a distância que nos separa e dissipa os vapores da dúvida, do personalismo, da indiferença, que com frequência obscurecem a faculdade espiritual. João Evangelista (médium sra. Costel) •••

Amigos e irmãos em Espiritismo, vocês estão reunidos neste dia para dirigir ao Senhor votos e preces pelos espíritos que lhes foram caros e que cumpriram sua missão aqui na Terra. Muitos dentre eles, meus caros amigos, cumpriram dignamente esta

Os textos acima foram extraídos da Revista Espírita de dezembro de 1864 e estão presentes no livro Na maior das perdas – a divina consolação, de Regis de Morais. A obra procura atingir os corações de pessoas perderam seus familiares e amigos queridos, apresentando o conforto divino e mostrando que é possível àqueles que sofreram a maior das perdas entender as razões da lei de Deus.

Na maior das perdas – a divina consolação Regis de Morais Autoajuda • 14x21 cm • 152 pp. • R$ 19,50


Leitor EME - Outubro 2011