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Claro 99317­‑2800 | Tim 98335­‑4094 Caixa Postal 1820 – 13360­‑000 – Capivari-SP Ano 19 • número 91 • Julho de 2018

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Editora EME - 36 anos

LANÇAMENTOS O evangelho Q Após escrever O evangelho de Judas e O evangelho de Maria Madalena, o dr. José Lázaro Boberg nos traz mais um evangelho perdido: a Fonte Q Neste livro, o autor esclarece como o povo de Q pensava sobre Jesus sem as histórias dramatizadas dos evangelhos de Marcos, Mateus, Lucas, e João, criando um distanciamento do Jesus ‘filho de Maria’, para o espírito do ‘Cristo’. Páginas 2 e 3

Novas técnicas de expositor espírita Cristiano Portella Estudo • 14x21 cm • 208 páginas • R$ 33,90 Cada trabalhador irá se sentir atraído por uma função dentro da casa espírita, incluindo aqueles que assumirão o papel de expositores espíritas. Se você se enquadra neste grupo e se sente atraído pelas atividades de difusão do espiritismo, então este livro foi feito especialmente para você.

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ã Reediç

A história de Matilde Dineu de Paula • Bernardo (espírito) Romance mediúnico • 16x22,5 cm • 248 páginas • R$ 35,90 Bernardo narra experiências de entes que com ele dividiram seus caminhos em encarnações pretéritas, entre os quais sobressai a figura de Matilde, sua amada. Com isso, pretende fazer um alerta aos que ainda se deixam levar pela busca equivocada do prazer por meio da satisfação de instintos primários.

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Neste espaço, leitores comentam obras da EME. Saiba o que eles acharam de nossos livros Página 3

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+ Lançamentos EME: Saiba maiores detalhes sobre os outros livros em destaque nesta edição Página 4


Editorial Olá, tudo bem? Os destaques desta edição começam pelo novo livro de José Lázaro Boberg, O evangelho Q, uma caminhada desafiadora e instigante para quem deseja saciar a curiosi‑ dade sobre quem foi, efetiva‑ mente, Jesus de Nazaré. Já Novas técnicas de expositor espírita apresenta, na forma de um roteiro de tra‑ balho, um conteúdo para a formação de pessoas prepa‑ radas doutrinariamente para serem palestrantes. E, por fim, A história de Matilde. Devido ao grande suces‑ so, a Editora EME está lançan‑ do uma nova edição deste belo romance mediúnico que relata a trajetória de um grupo de almas que compartilham seus caminhos ao longo de algumas existências na Idade Medieval. Uma boa leitura!

Expediente Leitor EME é um boletim informativo da Editora EME, distribuído gratuitamente Editor: Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo Jornalista responsável: Rubens Toledo – MTb 13.776 Jornalista: George De Marco Diagramação: vbenatti Impressão: Gráfica EME Tiragem: 3.200 exemplares Vendas: (19) 3491­‑7000 Vivo (19) 99983­‑2575 Claro (19) 99317­‑2800 vendas@editoraeme.com.br As respostas das entrevistas e os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, e não refletem necessariamente a opinião da Editora EME.

Missão, visão e valores Missão: transformar vidas para melhor, por meio de conteúdos que proporcionam crescimento, evolução e liberdade, baseados nos princípios espíritas de caridade e imortalidade da alma. Visão: ser a mais relevante editora de espiritualidade, com excelência em atendimento. Valores: dedicação – entusiasmo – profissionalismo – transparência – responsabilidade social – espiritualidade 2

LANÇAMEN

O autor

Entrevista Qual a importância de O evangelho Q para os espíritas? O Evangelho Q, por ser um trabalho de pesquisa, traz não só aos espíritas, bem como a todo o mundo cristão, uma nova visão sobre os Evangelhos canô‑ nicos, em especial sobre os de Mateus e Lucas. De um modo geral, o mundo cristão aceita, sem qualquer contestação, que os Evangelhos de Mateus e de Lucas foram escritos por eles. Não é bem assim. O que seria a Fonte Q? Com o desenvolvimento do estudo comparativo dos evan‑ gelhos, na busca do Jesus histó‑ rico, perceberam os estudiosos que os escritores dos Evange‑ lhos ‘atribuídos’ a Mateus e Lucas, utilizaram-se, além do Evangelho de Marcos, ainda de outra Fonte, que foi denomina‑ da de Q (Quelle do alemão, que quer dizer “Fonte”). O que o leitor irá encontrar em O evangelho Q? Faça-nos uma resenha. • Em primeiro lugar, há de se considerar que se trata de um trabalho de pesquisa realiza‑ da pelas maiores autoridades sobre as origens cristãs. • Pesquisadores do Seminário de Jesus, dos Estados Unidos, na busca do Jesus histórico chegaram à conclusão de que apenas 18% (dezoito por cento) do total de palavras e apenas 16% (dezesseis por cento) do total de ações atri‑ buídas a Jesus nos Evangelhos

JOSÉ LÁZARO BOBERG é formado em Pedagogia e em Direito. Advogado e mestre em Direito, foi professor dos ensinos médio e superior. Pro‑ fessor emérito e ex-Diretor da Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro, de Jacare‑ zinho (PR), onde, há muitos anos, vem atuando no movi‑ mento espírita, sendo funda‑ dor e primeiro presidente do Centro Espírita Nosso Lar.

‘podem’ ser realmente consi‑ deradas autênticas. • “Os evangelhos não são bio‑ grafias ou relatos factuais da vida de Jesus. Todo o edifício da doutrina cristã está basea‑ do em histórias de pescadores galileus no séc. I”. Ex-padre LUZ, Marcelo. Onde a religião termina? • Não há nada do que o Jesus dos Evangelhos alguma vez disse e fez – desde o Sermão da Montanha até os mila‑ gres, desde a fuga de Hero‑ des quando bebê até a pró‑ pria Ressurreição – que não possa ser mostrado como tendo se originado milhares de anos antes, nos ritos de mistérios egípcios e em ou‑ tras liturgias sagradas, como o Livro dos Mortos egípcio – Tudo já existia nas fontes egípcias. Ex-pastor Anglica‑ no, HARPUR, Tom. O Cristo dos Pagãos. • O texto de Q era apenas com‑ posto de um programa de sentenças, sem histórias dra‑ matizadas, como foram escri‑ tos os evangelhos narrativos de Marcos, Mateus, Lucas, e João. Há, assim, um distan‑ ciamento do Jesus de Nazaré, filho de Maria, para o espírito do “Cristo” que morrera e res‑ suscitara. Daí a necessidade de separar o homem, Jesus de Nazaré e o Cristo – este uma construção teológica. Os mitos aparecem nos evange‑ lhos narrativos.

Participa também do Centro Espírita João Batista, onde criou o Clube do Livro Espírita, Ban‑ ca e Livraria. Como expositor é convidado para palestras em vá‑ rias casas espíritas pelo Brasil. Vereador por duas legislatu‑ ras, radialista e comunicador em diversos veículos de comu‑ nicação, é autor de 16 livros, sendo 15 publicados pela EME, como O evangelho de Judas e O evangelho de Maria Madalena.

Detalhe importante e funda‑ mental a ser dito é que esses membros de Q, não foram cristãos, no sentido empre‑ gado hoje. Eles não viam Jesus como um “Messias” nem como “Cristo”. Eles uti‑ lizavam apenas seus ensina‑ mentos, mesmo porque esse negócio de “acusação ao ju‑ daísmo”, “morte como evento divino, trágico ou redentor”, sua “ressurreição dos mortos para governar um mundo à deriva”, nada representava para Q, que dava a estes tex‑ tos outro sentido. • Os ensinamentos de Q eram usados para enfrentar a turbu‑ lência do dia a dia. Mas nada de ‘cultos’, ‘louvores’ em que Jesus é venerado como um deus, nada de ritual, hinos para venerar a memória dele, tais como se fazem até hoje. É por isso que, com acrés‑ cimos constantes nos textos canônicos, o cristianismo se transformou numa estrutura mística, em que Jesus foi di‑ vinizado como ”fazedor de milagres”, um ser mitológico, transportado de civilizações mais antigas, principalmente com a influência greco-roma‑ na- egípcia. • Não fosse a inclusão por Ma‑ teus e Lucas das sentenças em seus evangelhos, elas teriam sido perdidas. A recuperação do livro, que foi chamado de Q, segundo os pesquisadores, leva à conclusão de que am‑ •


MENTO EME Na entrevista a seguir, Bo‑ berg nos fala sobre esta sua nova e interessante pesquisa, a fonte Q, um texto dos di‑ tos de Jesus, admitido como fontes escritas usadas como referência pelos escritores dos evangelhos de Mateus e Lucas, mas que não é encon‑ trada no evangelho de Mar‑ cos, e que resultou no livro O evangelho Q, lançamento EME.

bos eram detentores de um exemplar desse evangelho. • Houve uma ‘divinização’ das sentenças, como se fossem de origem divina, embora, hu‑ manas. Eram utilizadas pelo povo de Q, sem qualquer atribuição religiosa ou divi‑ na, mas como instruções para o cotidiano. • Se contarmos trinta anos por geração, podemos classificar os evangelhos “por geração”, de cada 30 anos. É o tempo de vida daquela época (Jesus viveu, segundo os textos canô‑ nicos, trinta e três anos). Esses dois evangelhos, o de Q e o de Tomé (também de senten‑ ças), são considerados “Evan‑ gelhos de primeira geração”. A descoberta de Q obrigou os estudiosos a rever a construção dos ‘mitos’ em torno de Jesus? Neste caso, qual seria o propósito de seu livro, O evangelho Q? O espiritismo segundo Kar‑ dec, deve acompanhar a ciên‑ cia, mudando, se for o caso, no ponto em que a ciência descobriu, sob pena de se des‑ caracterizar. Lembremo-nos de que o espiritismo, segundo seu organizador, “é uma filosofia, calcada na ciência com conse‑ quências morais”. O propósito deste livro é buscar a verdade (Conhecereis a verdade e a ver‑ dade vos libertará!), separando o que é do Jesus histórico (real) do que é do Cristo de fé, cons‑ trução teológica, por interesse das organizações religiosas.

A obra

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Estudo

O EVANGELHO Q José Lázaro Boberg 16x23 cm • 320 paginas R$37,90

O HOMEM QUE VEIO DA SOMBRA Adorei! Este livro é muito bom!

Elicéia Bohrer Schihino Nova Friburgo-RJ

A fonte Q seria um material baseado na tradição oral do cristianismo primitivo, e con‑ teria os ensinamentos de Je‑ sus, talvez até mesmo ditado por ele. Como o texto pode ser es‑ tudado independentemente dos narrativos de Mateus e Lucas, surge um evangelho “perdido” há mais de 1.800

anos, cuja reconstrução – e consequentemente a recons‑ trução da figura de Jesus – José Lázaro Boberg apresenta neste seu novo livro, com o propósito de mostrar o que é ‘histórico’ e o que é ape‑ nas ‘construção teológica’ do personagem Jesus, fruto dos acréscimos constantes nos textos canônicos.

Trecho da obra Segundo a grande maioria dos cristãos, Jesus teria afirmado que o batismo é necessário para a “salvação” e que só pode ser “cristão” (e “salvar-se”) “quem crer e for batizado” (Mc 16,16). Os mesmos cristãos, baseados numa passagem do Evangelho de Mateus (Mt 28,19), assegu‑ ram que Jesus ordenou o se‑ guinte: “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as “em nome do Pai, do Filho e do Es‑ pírito Santo”. Trata-se, obviamente, de uma ‘construção’ teológica, que foi colocada na boca de Jesus. A verdade, porém, ao que se tem notícia, é que o Jesus histórico nunca disse isso. “Tanto o ver‑ sículo bíblico de Marcos (Mc 16,16) como o de Mateus (Mt 28,19) não são autênticos, uma vez que não se encontram em versões mais antigas dos mes‑ mos evangelhos. Isto quer di‑ zer que, por interesse político,

O HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA Fabuloso! Gostei muito das partes que colocam alguns pontos na visão dos espíritos, como o perdão. Es‑ tou lendo pela segunda vez. Amei! Abraços.

Patrícia de Melo Luiz São Paulo-SP

foram acrescentados por algum copista. Além disso, a passa‑ gem de Mateus foi copiada do chamado Pseudoevangelho de Marcos (Mc 16,9-20), que, por sua vez, é um caso de acrésci‑ mo ao Evangelho de Marcos, uma vez que não consta nas versões mais antigas desse mes‑ mo Evangelho”. “Uma descoberta impressio‑ nante do pesquisador Bart Ehr‑ man, ao revelar que o relato da ressurreição de Jesus, no Evange‑ lho de Marcos (o primeiro a ser escrito) foi acrescentado muitos anos depois”. Usando do mé‑ todo histórico-crítico, que con‑ siste em comparar os manuscri‑ tos mais antigos com as cópias mais novas, descobre que hou‑ ve acréscimo nos doze últimos capítulos (Mc 16:12-20). Esses doze versículos falam das apa‑ rições de Jesus ressuscitado (...). Trecho extraído do capítulo Pregação de João

SEM NUNCA DIZER ADEUS Gostei muito do livro, nunca ha‑ via me interessado em livros espí‑ ritas, mas assim que li o primeiro, tenho lido outros e outros, a ponto de estar muito interessado e já indo à reunião espírita.

Ademar Sales Filho Belo Horizonte-MG

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO Fiquei maravilhada com a qua‑ lidade, o acabamento moderno e resistente. Parabéns à Editora EME.

Nívea Santos | Salvador-BA 3


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E

m uma palestra espírita nos deparamos com ex‑ periências e perspecti‑ vas diversas, que proporcionam importantes momentos de refle‑ xão e de aprendizado doutriná‑ rio que contribuem para nosso desenvolvimento moral. Assim, ser um palestrante espírita, dar palestras pela sua cidade, pelo Estado ou por todo o Brasil transmitindo seu conhecimento e fazendo disso sua missão de vida é algo mui‑ to importante. Nota-se, assim, que as pa‑ lestras espíritas devem ser en‑ tregues a pessoas preparadas doutrinariamente. Mas, apesar do notório crescimento na pro‑ cura pela doutrina espírita, bem como sua difusão por meio da internet, da televisão e do ci‑ nema, o número de novos ex‑ positores e oradores espíritas para satisfazer essa demanda é bem pequeno. Sempre preocupado com este tema, o professor Cristiano Por‑ tella passou a apresentar Ofici‑ nas para Formação de Exposi‑ tores Espíritas. Apesar dos bons resultados, o número de parti‑ cipantes é pequeno e, então, a solução foi reunir, na forma de um roteiro de trabalho, um con‑ teúdo para a formação de ex‑ positores espíritas preparados e firmemente lastreados, prontos para o trabalho de divulgação do espiritismo. Assim surgiu Novas técnicas de expositor espírita, um lança‑ mento da EME muito oportuno, pois, com tanto que o espiritis‑ mo tem a oferecer, é importante saber conciliar muito dos ensi‑

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namentos espíritas com a dinâ‑ mica de nosso tempo. Apresentando propostas efi‑ cientes para a formação de com‑ petentes expositores espíritas, o autor mostra que qualquer tema pode ser apresentado com pro‑ fundidade, sem que, para isso, se perca o interesse do público e que as casas espíritas preci‑ sam se atualizar, descartando os mesmos métodos de traba‑ lho usados desde os primórdios do espiritismo. Novas técnicas de expositor espírita permite ainda uma avaliação dos resul‑ tados que estão sendo obtidos, e confrontá-los com os objeti‑ vos que o palestrante busca al‑ cançar no estudo e na divulga‑ ção doutrinária. Além deste livro, a Editora EME está reeditando o sucesso A história de Matilde, romance mediúnico de Dineu de Paula ditado pelo espírito Bernardo, que relata a trajetória de um grupo de almas ao longo de quatro reencarnações. Em O Livro dos Espíritos, ca‑ pítulo 10, questões 843 a 850 da terceira parte, somos infor‑

mados que a “nossa liberdade é proporcional ao nosso estágio evolutivo”. Isso nos mostra o quanto é relativo o nosso livre‑ -arbítrio, pois que respondemos no tribunal de nossa intimida‑ de apenas por aquilo de que somos conscientes. E todos os seres existentes estão sujeitos a mesma lei, onde o limite de sua responsabilidade e liberdade é proporcional a consciência de cada ação. Isto fica claro em A história de Matilde onde as paixões, sobre‑ pondo-se à virtude, são o com‑ bustível para acirradas disputas por terras, títulos de nobreza e fortuna. Assim, muitos cairão por conta das próprias fraque‑ zas, até a redenção perante a própria consciência. Ao longo da narrativa, os au‑ tores ressaltam que cada um tem seu ritmo para atender ao imperativo da lei do progres‑ so, que sempre termina por se consolidar. Certas opções, feitas com leviandade, geram graves consequências, que terminam por educar e aprimorar os en‑ volvidos. Às vezes, parece de‑

salentador verificar a própria lentidão em superar alguma dificuldade. Ou então se tem tristeza com alguém amado que parece insistir em condutas des‑ trutivas ou infelizes. Mas o fato é que apenas há quem aprenda mais fácil a respeitar as leis da vida, enquanto outros precisam de uma dose maior de tempo – e de decepções. A liberdade igualmente fun‑ ciona na rapidez ou na lenti‑ dão com que cada um retifica os próprios rumos, para viver em paz. O mal transitório, fruto do livre-arbítrio mal utilizado, sempre acaba gerando um bem maior e permanente – a evolu‑ ção espiritual. Mesmo sendo um dos pro‑ tagonistas, Bernardo mantém‑ -se equidistante e imparcial na narrativa, ao esquadrinhar o perfil psicológico de cada um dos seus personagens, entre os quais sobressai a figura de Ma‑ tilde, sua amada, e Arnoldo. Ao final, é possível entender como alguns vínculos surgiram, envenenaram-se e causaram do‑ res até se purificarem.

A história de Matilde

Dineu de Paula • Bernardo (espírito) Neste romance, em que as paixões, sobrepondo-se à virtude, são o combustível para acirradas disputas por terras, títulos de nobreza e fortuna, muitos cairão por conta das próprias fraquezas, até a redenção perante a própria consciência. Romance mediúnico | 16x22,5 cm | 248 páginas

Novas técnicas de expositor espírita Cristiano Portella

As casas espíritas precisam se atualizar, descartando os mesmos métodos de trabalho usados desde os primórdios do espiritismo. Apresentando propostas para a formação de competentes expositores espíritas, este livro permite uma avaliação dos resultados que estão sendo obtidos na divulgação de nossos ideais cristãos. Estudo | 14x21 cm | 208 páginas

Leitor EME - Julho 2018  

Boletim Informativo da Editora EME - Leitor EME

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