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Este livro propõe uma abordagem paleoecológica inovadora e integrada a modelos ecológicos para analisar as causas das extinções no Quaternário tardio. A estrutura analítica foi construída para estimar e desdobrar a magnitude relativa dos impactos climáticos e antrópicos (caça) sobre a megafauna extinta. Essa abordagem, que integra Ecologia e Paleoecologia, permite avanços teóricos importantes em função do discernimento dos efeitos aditivos e individuais resultantes de interações bióticas e abióticas ao longo da história ecológica da Terra. Particularmente, entender como o clima e o Homem afetaram o risco de extinção das espécies no passado é ainda desejável para reverter a atual crise da biodiversidade.

Matheus Souza Lima-Ribeiro é graduado em Ciências Biológicas (2002), mestre (2006) e doutor (2013) em Ecologia & Evolução pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Atualmente é professor no Campus Jataí da mesma universidade e tem interesse em estudar os efeitos das mudanças climáticas sobre a biodiversidade, abordando, particularmente, amplas questões paleoecológicas e biogeográficas. Ultimamente, tem analisado as causas da extinção da megafauna usando métodos analíticos quantitativos.

José Alexandre Felizola Diniz-Filho é graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Sergipe (1989), mestre (1992) e doutor (1994) em Zoologia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atualmente é professor Titular em Ecologia & Evolução na Universidade Federal de Goiás (UFG) e Pesquisador 1A do CNPq, com interesse em métodos estatísticos aplicados à macroecologia, macroevolução, biologia da conservação e genética populacional.

Modelos Ecológicos e a Extinção da Megafauna: Clima e Homem na América do Sul  

Matheus Souza Lima-Ribeiro e José Alexandre Felizola Diniz-Filho

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