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Dia de Neve


Dia de Neve

Kacrhys

S達o Paulo 2011


Copyright © 2011 by Editora Baraúna SE Ltda Capa e Projeto Gráfico Aline Benitez Revisão Priscila Loiola

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ _______________________________________________________________ K13d Kacrhys Dia de neve / por Kacrhys. - São Paulo : Baraúna, 2010. ISBN 978-85-7923-273-2 1. Romance brasileiro. I. Título. 10-6176.

CDD: 869.93 CDU: 821.134.3(81)-3

29.11.10 13.12.10 023193 _______________________________________________________________

Impresso no Brasil Printed in Brazil DIREITOS CEDIDOS PARA ESTA EDIÇÃO À EDITORA BARAÚNA www.EditoraBarauna.com.br Rua João Cachoeira, 632, cj.11 CEP 04535-002 Itaim Bibi São Paulo SP Tel.: 11 3167.4261 www.editorabarauna.com.br


Agradecimentos Agradeço a Deus, por me presentear com uma imensa imaginação e constante criatividade; à minha mãe, por me incentivar a ser sempre uma pessoa melhor; ao meu irmão, por compreender minha grande necessidade de ler e escrever em paz; ao meu padrasto, por sempre estar de bom-humor e dizer que está tudo bem. Agradeço também imensamente à minha prima Regiane Marly, por me apoiar neste projeto, perder horas de sono fazendo as correções necessárias e fazer críticas construtivas à história de Clara. Também não posso deixar de agradecer aos meus amigos por me aturarem em minha ansiedade pelo livro, pois ouviam com paciência eu falar dos personagens como se fossem pessoas reais. Agradeço ao meu noivo, por me apoiar e me ajudar a correr atrás de meios para realizar este sonho. A todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuíram para este projeto. E à Editora Baraúna, por me dar a oportunidade de realizá-lo.


Para meu amado pai, que jaz hĂĄ muitos anos no cĂŠu. Sinto sua falta.


“Quando tudo nos parece dar errado Acontecem coisas boas Que não teriam acontecido Se tudo tivesse dado certo.” Renato Russo


Sumário Prólogo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 I. Planos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 II. Surpresa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 III. A Guerra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 IV. Pesadelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 V. Segredo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 VI. Invasão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 VII. Raças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 VIII. Viagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 IX. Corte. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 X. Inconsciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 XI. Despertar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 XII. Decisão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 XIII. Proposta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109 XIV. Poderes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 XV. Espera. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 XVI. Mudança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 XVII. Depoimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 XXIII. Veredicto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 XIX. Prisão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193 XX. Praia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211 XXI. Fuga. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225


XXII. Destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239 XXIII. Despedida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253 EpĂ­logo: Adeus. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267


Prólogo Quando sua vida e a das pessoas que você ama estão nas mãos de seus inimigos, você pensa que é o fim da linha, que não há nada pior que possa acontecer. Mas as pessoas mudam. Os inimigos se tornam voláteis e as divergências do destino os transformam em aliados ou, até em alguns casos, em amigos. Assim como as pessoas, tudo pode mudar de uma hora para outra. Um sonho pode virar pesadelo, sua vida pode mudar de direção, o perigo pode mudar de forma e a claridade pode virar escuridão. Uma escuridão de face má e perversa que avança em sua direção lhe impede de correr, e a sua única opção é ceder a ela deixando-se levar em direção ao abismo, para que, assim, aqueles que você ama perpetuem. Mas até que ponto você pode ceder à escuridão? Até que ponto você pode deixá-la guiar você sem correr para a luz?

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I. Planos Eu estava em uma praia deserta e o dia estava lindo. O sol tocava a água de maneira mágica, criando ondas de luz coloridas. A areia, fina e branca, acomodava meus pés descalços e a água do mar vinha acariciar meus dedos em pequenas ondas. Ao longe, ouvi alguém chamar meu nome, virei e me deparei com uma densa floresta que acompanhava a praia. Ela era linda, de um verde imponente e cheio de vida. Fechei os olhos e respirei fundo o aroma da gostosa maresia. Abri meus olhos e vi uma claridade, branca e brilhante, entrando pela minha janela. Pulei da minha cama com excitação e fui direto para a janela, espremendo meu nariz contra o vidro. Não parecia nada com o meu sonho, mas o cenário era tão irreal, um paraíso branco, claro, simples e pacifico. Eu adorava dia de neve, adorava tudo nele: as guerras de bola de neve, os anjos, os bonecos, enfim, tudo mesmo. Me vesti com algo bem confortável e quente. Desci as escadas cantarolando minha música favorita, “Friday Dia de Neve

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Dia de Neve  

Dia de Neve é o inicio da história de Clara e sua família. Uma obra recheada de mistérios, suspense que narra a trajetória de Clara, uma ado...

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