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Coleção

Os professores nos fazem sentir sempre renovados e próximos de onde a educação acontece: na sala de aula.


Linha do tempo 4a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Fundamental I 8a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Fundamental II Lançamento de Português: linguagens na coleção CONECTE!

5a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Fundamental II

2014

5a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Fundamental I aprovada no PNLD do segmento!

2010

3a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Fundamental I 6a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Fundamental II 7a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Médio – aprovada no PNLD do segmento!

2009 2008

O governo lança o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), incluindo diagnóstico detalhado sobre o ensino público e ações com foco na formação do professor. O Plano tem como principal característica o estabelecimento de metas para diminuir a defasagem da Educação brasileira em relação a países desenvolvidos.

4ª edição da coleção Português: linguagens – Ensino Médio

FNDE institui o Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio.

2007 2006

2a edição da coleção Português: linguagens para o Ensino Fundamental I 3a edição da coleção Português: linguagens para o Ensino Fundamental II 5a edição da coleção Português: linguagens para o Ensino Médio aprovada no PNLD do segmento!

2004

O Prouni (Programa Universidade para Todos) vincula a concessão de bolsas em universidades brasileiras ao desempenho obtido no Enem. Assim, o exame é popularizado.

2003 2002

2ª edição da coleção Português: linguagens para o Ensino Fundamental II

3a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Médio.

Com o intuito de avaliar os conceitos aprendidos no Ensino Médio, cria-se o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Agora, junto com o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) e a Prova Brasil, entre outros, temos uma cultura de avaliação no Brasil.

1997 1996

2a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Médio, uma revolução na diagramação do livro didático.

Lançamento da coleção Português: linguagens para o Ensino Fundamental I.

1999 1998

O PNLD passa a ser responsabilidade do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). O Programa é ampliado, e o MEC passa a adquirir, de forma continuada, livros didáticos de alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Estudos Sociais, História e Geografia para todos os alunos da 1a à 8a série do Ensino Fundamental.

6a edição da coleção Português: linguagens – Ensino Médio

É promulgada a nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB). O MEC (Ministério da Educação e Cultura) edita os Parâmetros Curriculares Nacionais. É iniciado o processo de avaliação pedagógica dos livros inscritos no PNLD (Programa Nacional do Livro Didático), sendo publicado o primeiro Guia de Livros Didáticos de 1a a 4a série.

1994 1990

É publicada a primeira edição da coleção Português: linguagens, para o Ensino Médio.


UM PROJETO PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Trabalho INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS DVD COM RECURSOS

VEJA AS VANTAGENS QUE CADA OBRA LHE TRAZ

DVD COM RECURSOS

DIGITAIS

DIGITAIS

NO LIVRO DO 5º ANO

NO LIVRO DO 5º ANO

DA COLEÇÃO

DA COLEÇÃO

DVD COM RECURSOS

DIGITAIS

DA COLEÇÃO CONTÉM

CONTÉM

CD

CD

CD

DE ÁUDIO

DE ÁUDIO

DE ÁUDIO

DE ÁUDIO

DE ÁUDIO

NO LIVRO DO 5º ANO

INTERPRETACAO DE TEXTO 2 - capa professor.indd 7

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INTERPRETACAO DE TEXTO 3 - capa professor.indd 11

18/06/15 11:00

DVD COM RECURSOS

CONTÉM DVD COM

DA COLEÇÃO

D I G I TA I S

DIGITAIS

RECURSOS

DA COLEÇÃO

NO LIVRO DO 5º ANO

INTERPRETACAO DE TEXTO 1 - capa professor.indd 3

Capa PORTUGUES LINGUAGENS 1 - LP - Mercado.indd 1

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INTERPRETACAO DE TEXTO 4 - capa professor.indd 15

CD INCLUSO PARA ALUNO E PROFESSOR

Coleção

DVD INCLUSO PARA O PROFESSOR

18/06/15 11:09

página

4

20

DVD INCLUSO PARA O PROFESSOR

o

GÊNEROS

ORAIS

NO 6ºANO

GÊNEROS

ORAIS

NO 6ºANO

WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

PORTUGUÊS

ORAIS

NO 6ºANO

8

PORTUGUÊS

LINGUAGENS

ISBN 978-85-357-1775-4

9 788535 717754

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Reflexiva

William Cereja • Ciley Cleto

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Interpretação de

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

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Desenvolvendo a competência leitora

William Cereja • Ciley Cleto

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Interpretação de

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ISBN 978-85-357-1777-8

9 788535 717778

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TODOS OS TEXTOS 7 - capa professor.indd 1

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William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática

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TODOS OS TEXTOS 6 - capa professor.indd 1

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Gramática

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Desenvolvendo a competência leitora

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Com essa perspectiva, além dos conceitos gramaticais clássicos, são abordados con­ ceitos novos, como enunciado, discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. ano Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — em gêneros textuais variados, como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

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volume úniCo

William roberto Cereja thereza CoChar magalhÃes

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática

Reflexiva

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ano

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ISBN 978-85-357-1779-2

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DVD - GÊNEROS ORAIS PARA O PROFESSOR página

32

Gramática

Reflexiva

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

William Cereja • Ciley Cleto

Interpretação de

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Desenvolvendo a competência leitora

Desenvolvendo a competência leitora

A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

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LITERATURA

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática Reflexiva

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William Cereja • Ciley Cleto

Coleção

William Roberto Cereja • Thereza Cochar Magalhães

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Gramática

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ISBN 978-85-357-1781-5

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reja William Cechar Co Thereza

O LIVRO DS OR PROFES

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LITERATURA PORTUGUESA

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O LIVRO DS OR PROFES

em diálogo com outras literaturas e outras linguagens

William Cereja Thereza Cochar

LITERATURA

ISBN 978-85-357-1872-0

GRAMÁTICA

ISBN 978-85-02-21093-6

ISBN 978-85-02-21095-0

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GRAMÁTICA

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Literatura e outras linguagens

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GRAMÁTICA

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GRAMÁTICA

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L IT E R A T U R A

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ISBN 978-85-02-21104-9

ISBN 978-85-02-21105-6

731.984.001.001

731.984.001.001

731.984.001.001

LITERATURA

G R A M Á T IC A

caderno de revisão PROFESSOR

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caderno de competências PROFESSOR

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GRAMÁTICA

GRAMÁTICA

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LIVRO DO PROFESSOR

VOLUME ÚNICO

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DO LIVRO R ESSO PROF

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CONECTE PORTUGUES LINGUAGENS VU - capa professor.indd 1

CONECTE PORTUGUES LINGUAGENS VU - caderno competencia - capa professor.indd 1

PORTUGUÊS - CONECTE - VU-PLP

PDF1

Diagramador: Cris

CONECTE PORTUGUES LINGUAGENS VU - caderno revisão - capa professor.indd 1

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PORTUGUÊS - CONECTE - VU-PCCP

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Diagramador: Cris

9 788502 211049

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PORTUGUÊS - CONECTE - VU-PCR

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Diagramador: Cris

WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

LITERATURA

9 788535 718669

BLOCO DE REDAÇÃO

VOLU

LITERATURA PORTUGUESA

EM DIÁLOGO COM OUTRAS LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

ISBN 978-85-357-1866-9

Dos mesmos autores de Português: linguagens — a coleção de língua portuguesa mais adotada nos ensinos fundamental I e II e no ensino médio —, Interpretação de textos é uma obra pioneira, já que é a primeira a sistematizar, de forma didática e simples, as mais recentes teorias de aprendizagem sobre o desenvolvimento de competências e habilidades em leitura.

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WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

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ências

pet Construindo Com s em Leitura e Habilidade

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Literatura e outras linguagens

Literatura brasileira

Cereja Cochar

16/08/12 18:02

de textos

texto, semântica e interação

Organizada em torno das competências e habilidades, a obra desenvolve a competência leitora do estudante, partindo da análise de questões atuais do Enem e dos vestibulares. Além disso, em cada capítulo é proposto um conjunto de questões originais, com as características das apresentadas pelo Enem, a fim de preparar os estudantes para esse exame. Complementam as atividades questões de exames anteriores do Enem e dos vestibulares.

Literatura Produção de texto Gramática Interpretação de texto

Gramática Interpretação de texto

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Interpretação de textos – Construindo competências e habilidades em leitura é uma obra concebida com este objetivo: preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo contemporâneo, inclusive as avaliações do novo Enem e dos atuais vestibulares.

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

ão

Interpretaç

Literatura brasileira

08/08/13 17:06

Sintonizada com o nosso tempo e com as mais modernas propostas de ensino Literatura de língua portuguesa, Português: linguagens é uma obra indispensável para um curso de língua portuguesa estimulante, dinâmico e significativo. Produção de texto

Gramática Interpretação de texto

LINGUAGENS

Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo contemporâneo, já que a linguagem e a leitura são ferramentas transdisciplinares, que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento, garantindo assim a inserção do indivíduo nas diferentes esferas da vida social e profissional.

TEXTO E INTERAÇÃO

William Cereja Thereza Cochar

William Cereja Thereza Cochar

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Capa PLVU-Professor-Mercado 2014.indd 1

Sintonizada com o nosso tempo e com as mais modernas propostas de ensino Literatura de língua portuguesa, Português: linguagens é uma obra indispensável para um curso de língua portuguesa estimulante, dinâmico e significativo. Produção de texto

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Ao final de cada unidade, os Intervalos apresentam projetos alternados de produção textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos.

um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados objetivos da realidade; seja para comparar dois mapas; seja para ler um texto de opinião e identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos utilizados; seja para interpretar um texto literário; etc.

Gramática Reflexiva

24/07/12 16:52

Gramática Reflexiva

DVD LITERATURA E OUTRAS LINGUAGENS PARA O PROFESSOR

LINGUAGENS

No estudo da gramática, a novidade é a inserção de um capítulo sobre funções da linguagem. Além disso, foram revistos e ampliados capítulos sobre teoria da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação linguística, pronomes, entre outros, aprofundando-se a perspectiva textual e discursiva que já vinha norteando o trabalho.

A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo

Português

DE TEXTOS

LIVRO DO PROFESSOR

Literatura Produção de texto Gramática Interpretação de texto

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Ao final de cada unidade, os Intervalos apresentam projetos alternados de produção textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos.

Competê Leitura Construindo em e Habilidades

INTERPRETAÇÃO

TEXTO E INTERAÇÃO

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Sintonizada com o nosso tempo e com as mais modernas propostas de ensino de língua portuguesa, Português: linguagens é uma obra indispensável para um curso de língua portuguesa estimulante, dinâmico e significativo.

ISBN 978-85-357-1868-3

9 788535 718683

LINGUAGENS

No estudo da gramática, a novidade é a inserção de um capítulo sobre funções da linguagem. Além disso, foram revistos e ampliados capítulos sobre teoria da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação linguística, pronomes, entre outros, aprofundando-se a perspectiva textual e discursiva que já vinha norteando o trabalho.

Português

A produção de texto mantém seu enfoque inovador — o dos gêneros textuais ou discursivos —, procurando dar conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que circulam socialmente, como a notícia, as cartas argumentativas, o seminário, o debate regrado, etc. Nesta edição, foram incluídos dois gêneros novos — o comentário e o tutorial de Internet — e, em cada capítulo, roteiros com orientações para o planejamento do texto e para a revisão e reescrita. O trabalho com o texto dissertativo-argumentativo, antes circunscrito ao volume 3, nesta edição passa a ser desenvolvido nos três anos do ensino médio.

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OS VEST

LIVRO DO PROFESSOR

discursiva que já vinha norteando o trabalho.

Ao final de cada unidade, os Intervalos apresentam projetos alternados de produção textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos.

Na área de interpretação de texto, os capítulos foram reformulados, levando-se em conta os eixos cognitivos e as competências propostos pela Matriz de referências do Enem, e foram incluídas, em cada capítulo, questões originais, com características semelhantes às apresentadas pelo Enem, a fim de que o aluno se prepare melhor para esse tipo de exame.

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INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

No estudo da gramática, a novidade é a inserção de um capítulo sobre funções da linguagem. Além disso, foram revistos e ampliados capítulos sobre teoria da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação lin-

VOLUME ÚNICOguística, pronomes, entre outros, aprofundando-se a perspectiva textual e

Português

A produção de texto mantém seu enfoque inovador — o dos gêneros textuais ou discursivos —, procurando dar conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que circulam socialmente, como a notícia, as cartas argumentativas, o seminário, o debate regrado, etc. Nesta edição, foram incluídos dois gêneros novos — o comentário e o tutorial de Internet — e, em cada capítulo, roteiros com orientações para o planejamento do texto e para a revisão e reescrita. O trabalho com o texto dissertativo-argumentativo, antes circunscrito ao volume 3, nesta edição passa a ser desenvolvido nos três anos do ensino médio.

Os capítulos de literatura mantêm as seções Para quem quer mais, que consiste numa antologia suplementar de textos literários, com roteiro de estudo, e Para quem quer mais na Internet, com indicação de sites nos quais o aluno internauta pode conhecer mais textos dos autores estudados ou textos de outros autores do mesmo movimento literário.

W ILLIAM C EREJA • T HEREZA C OCHAR • C ILEY C LETO

LINGUAGENS

Na área de interpretação de texto, os capítulos foram reformulados, levando-se em conta os eixos cognitivos e as competências propostos pela Matriz de referências do Enem, e foram incluídas, em cada capítulo, questões originais, com características semelhantes às apresentadas pelo Enem, a fim de que o aluno se prepare melhor para esse tipo de exame.

Nesta edição, são mantidas e aprofundadas as diretrizes estabelecidas na edição anterior. No trabalho de literatura, por exemplo, são propostos novos estudos de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica no trabalho com a literatura, que se abre para vários diálogos, seja a leitura comparada entre textos de diferentes épocas, seja entre textos de autores brasileiros e autores estrangeiros (incluindo aqui os autores africanos de língua portuguesa), seja entre linguagens diferentes, como a literatura, a música e o cinema.

Interpretação de textos

A produção de texto mantém seu enfoque inovador — o dos gêneros textuais ou discursivos —, procurando dar conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que circulam socialmente, como a notícia, as cartas argumentativas, o seminário, o debate regrado, etc. Nesta edição, foram incluídos dois gêneros novos — o comentário e o tutorial de Internet — e, em cada capítulo, roteiros com orientações para o planejamento do texto e para a revisão e reescrita. O trabalho com o texto dissertativo-argumentativo, antes circunscrito ao volume 3, nesta edição passa a ser desenvolvido nos três anos do ensino médio.

Os capítulos de literatura mantêm as seções Para quem quer mais, que consiste numa antologia suplementar de textos literários, com roteiro de estudo, e Para quem quer mais na Internet, com indicação de sites nos quais o aluno internauta pode conhecer mais textos dos autores estudados ou textos de outros autores do mesmo movimento literário.

Português: linguagens, obra reconhecida por professores e alunos como a mais moderna e completa do segmento, chega à sua oitava edição, inteiramente reformulada e atualizada.

W ILLIAM C EREJA • T HEREZA C OCHAR • C ILEY C LETO

Sintonizada com o nosso tempo e com as mais modernas propostas de ensino de língua portuguesa, Português: linguagens é uma obra fundamental para um curso de língua portuguesa estimulante, dinâmico e significativo.

Português

Nesta edição, são mantidas e aprofundadas as diretrizes estabelecidas na edição anterior. No trabalho de literatura, por exemplo, são propostos novos estudos de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica no trabalho com a literatura, que se abre para vários diálogos, seja a leitura comparada entre textos de diferentes épocas, seja entre textos de autores brasileiros e autores estrangeiros (incluindo aqui os autores africanos de língua portuguesa), seja entre linguagens diferentes, como a literatura, a música e o cinema.

William Cereja & Thereza Cochar

Ao final de cada unidade, os capítulos denominados Vivências apresentam projetos alternados de produção textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos.

Na área de interpretação de texto, os capítulos foram reformulados, levando-se em conta os eixos cognitivos e as competências propostos pela Matriz de referências do Enem, e foram incluídas, em cada capítulo, questões originais, com características semelhantes às apresentadas pelo Enem, a fim de que o aluno se prepare melhor para esse tipo de exame.

Português: linguagens, obra reconhecida por professores e alunos como a mais moderna e completa do segmento, chega à sua oitava edição, inteiramente reformulada e atualizada.

William Cereja & Thereza Cochar

No estudo da gramática, a novidade é a inserção de um capítulo sobre funções da linguagem. Além disso, foram revistos e ampliados capítulos sobre teoria da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação linguística, entre outros, aprofundando a perspectiva textual e discursiva que já vinha norteando o trabalho.

Os capítulos de literatura mantêm as seções Para quem quer mais, que consiste numa antologia suplementar de textos literários, com roteiro de estudo, e Para quem quer mais na Internet, com indicação de sites nos quais o aluno internauta pode conhecer mais textos dos autores estudados ou textos de outros autores do mesmo movimento literário.

William Cereja & Thereza Cochar

William Cereja & Thereza Cochar

A produção de texto mantém seu enfoque inovador, do qual foi pioneiro — o dos gêneros textuais ou discursivos —, procurando dar conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que circulam socialmente, como a notícia, as cartas argumentativas, o seminário, o debate regrado, etc. Nesta edição, foi incluído um gênero novo — o comentário — e, em cada capítulo, foram introduzidos roteiros com orientações para o planejamento do texto e para revisão e reescrita.

Nesta edição, são mantidas e aprofundadas as diretrizes estabelecidas na edição anterior. No trabalho de literatura, por exemplo, são propostos novos estudos de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica no trabalho com a literatura, que se abre para vários diálogos, seja a leitura comparada entre textos de diferentes épocas, seja entre textos de autores brasileiros e autores estrangeiros (incluindo aqui os autores africanos de língua portuguesa), seja entre linguagens diferentes, como a literatura, a música e o cinema.

Português LINGUAGENS

Na área de interpretação de textos, os capítulos foram reformulados, levandose em conta os eixos cognitivos e as competências propostos pela Matriz de referências do Enem, e foram incluídas, em cada capítulo, questões originais, com características semelhantes às apresentadas pelo Enem, a fim de que o aluno se prepare melhor para esse tipo de exame.

Português: linguagens, obra reconhecida por professores e alunos como a mais moderna e completa do segmento, chega à sua oitava edição, inteiramente reformulada e atualizada.

Português LINGUAGENS

Nesta edição, são mantidas e aprofundadas as diretrizes estabelecidas na edição anterior. No trabalho de literatura, por exemplo, são propostos novos estudos de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica no trabalho com a literatura, que se abre para vários diálogos, seja a leitura comparada entre textos de diferentes épocas, seja entre linguagens diferentes, como a literatura, a música e o cinema.

Português LINGUAGENS

Português LINGUAGENS

Português: linguagens, obra reconhecida por professores e alunos como a mais moderna e completa do segmento, chega à sua quarta edição, inteiramente reformulada e atualizada.

ENSINO MÉDIO

volume úniCo

Reflexiva

Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra adota uma perspectiva que une reflexão crítica sobre a língua e desenvolvimento de competência leitora do estudante.

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Capa Gramática TRU LP.indd 1 Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. 24/07/12 17:06 Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

William Cereja • Ciley Cleto

8 TEXTOS

TherezaEsta Cochar Magalhães te reformulada e atualizada. edição mantém o enfoque inovador que caracte­ rizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do Discurso.

ano

GR7-Capa Professor.indd 2

texto, reflexÃo e uso

texto, reflexÃo e uso Cereja Gramática — Texto,William reflexão eRoberto uso chega à sua quarta edição, completamen­

Reflexiva

DVD - GÊNEROS ORAIS PARA O PROFESSOR

Desenvolvendo a competência leitora

A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, 30/07/13 09:54 a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

Reflexiva

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

Desenvolvendo a competência leitora

Capa-PL6-M 14_15-LP.indd 1

Gramática

Gramática 7 TEXTOS

6 TEXTOS Desenvolvendo a competência leitora

A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

William roberto Cereja thereza CoChar magalhÃes

LINGUAGENS

WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

DVD

GÊNEROS

texto, reflexÃo e uso

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PORTUGUÊS LINGUAGENS

A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, são concretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

PORTUGUÊS LINGUAGENS

PORTUGUÊS LINGUAGENS

LINGUAGENS

LINGUAGENS DVD

Desenvolvendo a competência leitora

LINGUAGENS

PORTUGUÊS

PORTUGUÊS

WILLIAM CEREJA | THEREZA COCHAR

PORTUGUÊS

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A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, são concretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

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WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

LINGUAGENS DVD ORAIS

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A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, são concretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

PORTUGUÊS GÊNEROS

WILLIAM CEREJA | THEREZA COCHAR

WILLIAM CEREJA | THEREZA COCHAR

PORTUGUÊS LINGUAGENS

A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, são concretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

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WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

LINGUAGENS DVD

William Cereja • Ciley Cleto

PORTUGUÊS

William Cereja • Ciley Cleto

ENSINO FUNDAMENTAL II

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William Cereja • Ciley Cleto

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GRAMÁTICA

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LINGUAGENS

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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PORTUGUÊS

INTERPRETACAO DE TEXTO 5 - capa professor.indd 19

William Roberto Cereja • Thereza Cochar Magalhães

CONTÉM

CD

Gramática Reflexiva

CONTÉM

CD

Gramática Reflexiva

CONTÉM

William Roberto Cereja • Thereza Cochar Magalhães

LÍNGUA PORTUGUESA ENSINO FUNDAMENTAL I

por frentes

SA_Conecte_LIT_VU_Prof.indd 1 SA_Conecte_GRAM_VU_Prof.indd 1

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GRAMÁTICA - CONECTE - VU - LP

3ª Prova

Diagramador: Felipe

7/29/14 7:12 PM

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LITERATURA - CONECTE - VU - LP

3ª Prova

Diagramador: Felipe

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Caro(a) professor(a): No último ano, apresentamos aos professores do Ensino Fundamental I a nova edição da coleção Português: linguagens, completamente reformulada. Essa nova edição trouxe muitas mudanças: nova e criteriosa seleção de textos de autores consagrados, textos mais curtos nos dois anos iniciais, redistribuição e inclusão de gêneros textuais, aprofundamento e inclusão de novos conteúdos gramaticais, uso de letras maiúsculas até a metade do 2º ano, além da inclusão de uma Provinha diagnóstica, que, criada levando em conta os descritores da Provinha e da Prova Brasil, oferece aos professores a oportunidade de avaliar seus alunos a partir de critérios oficiais. A nova edição de Português: linguagens foi e vem sendo muito bem recebida pelos professores. Neste ano, temos outra importante novidade para o segmento: o lançamento da coleção Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora, voltada para o público do 1º ao 5º ano. Essa coleção complementa e completa nosso projeto de desenvolvimento de competência leitora, iniciado com a publicação de Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura (ensino médio) e Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora (Ensino Fundamental II). Concebidas para reforçar o trabalho de leitura e interpretação de textos, as obras dessa coleção têm foco no desenvolvimento da competência leitora e, com uma aula semanal, podem ser utilizadas em conjunto com outras obras e materiais didáticos. Nos anos iniciais, cumprem também o papel de um rico material complementar ao processo de alfabetização e letramento. Com uma rigorosa seleção de textos verbais e não verbais, de linguagens e gêneros variados, com questões dissertativas e de múltipla escolha, as obras dessa coleção constituem uma importante ferramenta para escolas e professores que veem a competência leitora como meio de melhorar o trabalho com leitura não apenas em Língua Portuguesa, mas também em todas as outras disciplinas. E, a longo prazo, oferecem condições para que o jovem enfrente com tranquilidade exames em que a leitura tem papel destacado, como o Enem e os vestibulares, e participe ativamente da vida social e profissional. Tanto a coleção Português: linguagens quanto a coleção Interpretação de textos são acompanhadas, na versão do professor, de um DVD com recursos digitais, como jogos, filmes, animações, músicas, declamações, contação de histórias, travalínguas, parlendas, entrevistas, documentários, reportagens, etc., que enriquecem ainda mais as aulas.

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Coleção Coleção

Português: Linguagens

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Lançamento

Interpretação de Textos

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A coleção de Língua Portuguesa mais adotada pelos professores do Brasil!

CONTÉM

CD DE ÁUDIO

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CD DE ÁUDIO

Capa PORTUGUES LINGUAGENS 2 - LP - Mercado.indd 1

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CD DE ÁUDIO

Coleção

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COLEÇÃO

PORTUGUÊS: LINGUAGENS

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CD DE ÁUDIO

Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Capa PORTUGUES LINGUAGENS 4 - LP - Mercado.indd 1

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CONTÉM

CD DE ÁUDIO

Diferenciais da coleção: Games que ajudam na aprendizagem! Obra mais adotada do segmento. Textos e temas atuais. Preocupação com a formação ética do aluno. 4

Capa PORTUGUES LINGUAGENS 5 - LP - Mercado.indd 1

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Conheça os recursos digitais da coleção: J NP –C

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PARA O PROFESSOR: DVD com objetos educacionais digitais da coleção (encartado no volume do 1o ano).

1o ANO: Atividade interativa de reconhecimento de animais e associação aos respectivos nomes.

4o ANO: Trechos de filmes, como Toy Story, introduzem o tema da unidade de forma lúdica e estimulam os alunos para o trabalho com outros textos.

5o ANO: Jogo que explora situações de pronúncia de forma lúdica e em ambiente digital. ido duz Pro

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PORTUGUÊS: LINGUAGENS

REFLEXÃO SOBRE A LINGUAGEM

•• •• ••

EXPRESSÕES DE NOSSA LÍNGUA

Professor: Após ler as perguntas abaixo, estimule os alunos a dar as respostas, como preparação para a leitura do poema. Talvez seja necessário explicar o sentido de algumas expressões, como “cavalos de um motor”, “piano de cauda” e “bolo esportivo”.

RESPONDA: MANGA DE CAMISA SE CHUPA? SERÁ QUE A XÍCARA BATE AS ASAS PARA VOAR? O PÉ DA MESA CALÇA SAPATO? ONDE FICA A CASA EM QUE O BOTÃO MORA? DENTE DE ALHO MORDE? QUEM ALIMENTA OS CAVALOS DE UM MOTOR?

Textos literários de autores brasileiros contemporâneos

AGORA, COM AUXÍLIO DO PROFESSOR E DOS COLEGAS, LEIA ESTE POEMA:

INUTILIDADES NINGUÉM COÇA AS COSTAS DA CADEIRA. NINGUÉM CHUPA A MANGA DA CAMISA. O PIANO JAMAIS ABANA A CAUDA. TEM ASA, PORÉM, NÃO VOA, A XÍCARA.

O trabalho com a gramática orienta-se por um enfoque textual, semântico e discursivo que busca explorar os recursos da língua em situações reais de interação verbal.

DE QUE SERVE O PÉ DA MESA SE NÃO ANDA? E A BOCA DA CALÇA SE NÃO FALA NUNCA? NEM SEMPRE O BOTÃO ESTÁ NA SUA CASA. O DENTE DE ALHO NÃO MORDE COISA ALGUMA. AH! SE TROTASSEM OS CAVALOS DO MOTOR... AH! SE FOSSE DE CIRCO O MACACO DO CARRO... ENTÃO A MENINA DOS OLHOS COMERIA ATÉ BOLO ESPORTIVO E BALA DE REVÓLVER. Adolar

(José Paulo Paes. E isso ali. Rio de Janeiro: Salamandra, 1993.)

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Português: linguagens, 2o ano, p. 32 7/27/14 1:38 PM

CA PÍ TU LO

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MEU BICHO, MEU AMIGO

Professor: O filme tem 96 minutos. Se possível, promova duas ou três sessões de cinema e apresente o filme aos alunos em partes. Caso não seja possível exibi-lo na escola, peça aos alunos que assistam ao filme em casa e, em data combinada, desenvolva uma discussão sobre ele, aproveitando no todo ou em parte as questões propostas. Enriqueça a discussão com outras questões.

LEITURA DE FILME

Além dos textos verbais, a coleção apresenta uma excelente e atualizada seleção de textos não verbais ou mistos, que recebem um tratamento único: filmes, pinturas, fotos, cartuns e quadrinhos são explorados com roteiros de leitura e análise.

Twentieth Century Fox Animation

Assista ao filme Rio, de Carlos Saldanha.

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Português: linguagens, 2o ano, p. 4:11 220 6/27/14 PM


ENSINO FUNDAMENTAL I

UN I D AD E

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PEQUENO CIENTISTA

Novos temas! Pequeno cientista

Há tantas coisas no mundo que gostaríamos de compreender melhor... Por exemplo: por que os passarinhos não levam choque quando encostam nos fios elétricos? Seja um pequeno cientista e procure respostas para uma série de perguntas que todo o mundo faz.

Viagem pela palavra Navegando na rede ose Luis Pelae z/C or

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Lições de sabedoria

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Valores

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Os projetos estimulam o trabalho coletivo.

OFicina DE cRiaÇãO PROJETO

FaZEnDO aRTE

Professor: O objetivo deste projeto é retomar e ampliar as atividades desenvolvidas na unidade, promovendo a interação entre os alunos e entre a escola e a família, bem como a socialização das crianças por meio do trabalho em equipe.

PARA ENCERRAR AS ATIVIDADES DESTA UNIDADE, PARTICIPE COM OS COLEGAS DE UMA MOSTRA INTITULADA FAZENDO ARTE. VOCÊ VAI DIVULGAR SEUS TEXTOS E DESENHOS E APRESENTAR PARA TODA A ESCOLA, PARA AMIGOS E FAMILIARES NúMEROS DE MÁGICA Professor: Planeje a mostra com a colaboração dos pais. Peça que ajudem a E TEATRINHO DE FANTOCHES. organizar uma agenda com os horários das apresentações e a montar “oficinas”

Diversidade de textos: Clássicos da literatura universal. Notícias, entrevistas, textos instrucionais, relatos e vários outros gêneros do cotidiano.

1

Vai cOmEÇaR O EsPETÁcULO!

APRESENTEM AO PúBLICO O TEATRINHO DE FANTOCHES QUE VOCÊS CRIARAM NO CAPÍTULO 3. SE QUISEREM APRESENTAR OUTROS TEXTOS, ALéM DO DIÁLOGO QUE INVENTARAM, FORMEM DUPLAS E ESCOLHAM UM DOS POEMAS A SEGUIR. DEPOIS, PREPAREM NOVOS FANTOCHES, MEMORIzEM AS FALAS E ENSAIEM BASTANTE. DURANTE A APRESENTAÇÃO, LEMBREM-SE DE MOVIMENTAR OS FANTOCHES ENQUANTO FOREM DIzENDO AS FALAS DELES.

Roberto Weigand

de desenho, de criação de bonecos e textos, bem como planejar a exposição das produções textuais do bimestre. Assim, você ficará menos sobrecarregado de trabalho e, ao mesmo tempo, estará promovendo a integração entre a família e a escola.

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7


Jogos e atividades oferecidos em uma exclu O poder motivador e lúdico dos games associado aos conteúdos curriculares do Ensino Fundamental I, para uma aprendizagem mais efetiva. Para os alunos: o mundo de VIVAZ acende a imaginação com seus desafios, personagens curiosos e jogos criativos. Para os educadores: o mundo de VIVAZ oferece ferramentas inovadoras de gestão da aprendizagem, que permitem monitorar o percurso e o desempenho dos alunos nos jogos, sondagens e atividades propostos na plataforma. Em Língua Portuguesa, a plataforma VIVAZ – o game do conhecimento contribui com jogos e atividades que exploram os gêneros textuais e a reflexão sobre a língua.

COLEÇÃO

PORTUGUÊS: LINGUAGENS

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Coleção Português: Linguagens EFI CONTÉM

CONTÉM

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CD

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DE ÁUDIO

DE ÁUDIO

CD DE ÁUDIO

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Capa PORTUGUES LINGUAGENS 1 - LP - Mercado.indd 1

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Capa PORTUGUES LINGUAGENS 2 - LP - Mercado.indd 1

CONTÉM

CONTÉM

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DE ÁUDIO

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Capa PORTUGUES LINGUAGENS 5 - LP - Mercado.indd 1

acesse: vivaz.saraiva.com.br

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siva plataforma de aprendizagem adaptativa Coração da Árvore

Vila

A Vila é o ambiente onde ocorrem as atividades de aprendizagem dos conteúdos do ano escolar.

Palácio dos Divertimentos

É o ambiente onde os jogadores poderão encontrar games com muitos desafios.

Aguardar textos.

É o local onde o aluno realizará atividades de diagnóstico, ajudando o professor a identificar o que cada um já sabe.

Sala dos Desafios

O primeiro desafio! Ao responder às questões, o jogador saberá qual será o seu ponto de partida no jogo.

9


PORTUGUÊS: LINGUAGENS

A produção de textos enfoca os gêneros do discurso e volta-se para a realização de projetos que dão sentido à produção dos alunos.

Português: linguagens, 2o ano, p. 236

Juntamente com os colegas, reescreva a história imaginando uma lição para a pomba. No final, inventem uma moral para a fábula Professor: Sugerimos que essa atividade seja desenvolvida coletique vocês criarem. vamente. Contudo, fica a seu critério a forma de organização e de

produção escrita dos alunos, pois ela deve ser compatível com o nível de escrita da classe.

• •• • •• •

Inserção de novos gêneros e das seções Planejamento do texto e Revisão e reescrita.

Roberto Weigand

PLANEJAMENTO DO TEXTO Primeiramente, é preciso imaginar o que vai acontecer: — Será que o caçador de pássaros vai prender a pomba? — Será que vai aparecer na história uma nova personagem? Ela vai dar uma lição na pomba por não ter ajudado a formiga? Que tipo de animal pode ter reparado no que aconteceu na fonte? Imaginem como vai ser a moral. O que ela vai ensinar às pessoas? Considerem que o texto será lido por crianças como vocês. Usem uma linguagem parecida com a das fábulas. REVISÃO E REESCRITA No final inventado para a fábula “A formiga e a pomba”, a pomba recebe uma lição? A moral da fábula transmite um ensinamento? A linguagem está parecida com a das fábulas? Modifiquem o que for necessário, passem o texto a limpo e ilustrem-no.

Guardem o texto para publicar no livro de fábulas que a classe irá produzir no final da unidade. 236 231a248-U4-Cap2-PL2.indd 236

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Português: linguagens, 2o ano, p. 273

PASSANDO A LIMPO UNIDADe 1 CAPítULO 1 AtIvIDADe 1 AJUDE MARQUINHOS A CHEGAR AO OUTRO LADO DO CAMPO E FAZER O GOL. BASTA SEGUIR AS LETRAS NA ORDEM ALFABÉTICA. A

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Ilustrações: Paulo Borges

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Mais exercícios complementares para o trabalho em sala de aula, avaliação ou desenvolvimento de atividades extraclasse (lição para casa).

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ENSINO FUNDAMENTAL I

Português: linguagens, 2o ano, p. 245

BRINCANDO COM PALAVRAS

A ortografia, tratada em seção específica, ganha o reforço da seção Brincando com palavras, que retoma os conteúdos trabalhados por meio de jogos e brincadeiras.

Descubra quais são as palavras e resolva a cruzadinha. 1. União entre duas pessoas. 2. Residência, lar. 3. O contrário de futuro. 4. Onde se assa alguma coisa. 5. Comunicação, ato de avisar. 6. Mistura de farinha, água e outros ingredientes. 7. O contrário de solto. 8. O contrário de relaxado. 9. Instrumento que corta. 10. Superfície onde se pisa.

Ilustrações: Felipe Camêlo

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Português: linguagens, 2o ano, p. 298

PROVINHA DIAGNÓSTICA EXEMPLO

Professor: O objetivo desta avaliação é verificar se, ao final do 2º ano, os alunos desenvolveram habilidades básicas compatíveis com a fase em que se encontram no processo de alfabetização. A avaliação se baseia na Matriz de Referência da Provinha Brasil e, nesta fase, explora os descritores 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 8. Veja, no Manual do Professor, a lista completa dos descritores e o que é exigido em cada um. Estimule os alunos a fazer a provinha. Desenvolva a questão-exemplo com eles, para que vejam como resolver as questões (se necessário, reproduza a questão na lousa). Explique que terão de resolver sozinhos cada questão, sem olhar na prova do outro e sem falar as respostas em voz alta. Explique que, se não souberem a resposta, não precisam marcar o X. O ícone do megafone indica as partes da questão que você precisa ler para eles. Leia sempre duas vezes cada uma das partes indicadas.

MARQUE UM X NO QUADRADINHO EM QUE A PALAVRA COMEÇA COM A PRIMEIRA LETRA DO NOSSO ALFABETO. A) B)

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BOLA

C)

CASA

AMORA

D)

DEDO

A seção Provinha diagnóstica oferece questões nos moldes da Prova Brasil.

Descritor: 1 – Reconhecer letras.

QUESTÃO 1 FAÇA UM X NO QUADRADINHO ONDE APARECEM SOMENTE NÚMEROS.

Kátia Machado/Marcos Bernstein/Passaro Films/Globo Filmes

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Maps World

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Thinkstock/Getty Images

WMO

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Os exercícios estimulam o uso das habilidades adquiridas.

Descritor: 1 – Reconhecer letras.

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27/07/14 12:34

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Conheça aqui as obras da Editora Saraiva presentes na coleção Português: linguagens. São títulos de literatura infantojuvenil e informativos recomendados pelos autores William Cereja e Thereza Cochar.

1o ANO Página 10

Bel Linares e Alcy

Bel Linares e Alcy

SE ESSA RUA FOSSE MINHA

SE ESSA RUA

Denise Rochael Formato • 20,5 x 27 cm • 16 páginas

Textos poéticos sobre brincadeiras populares. Maré Amarelinha

Brincadeira de Roda

FOSSE MINHA

Meu Pião Denise Rochael

Página 10

10/20/14 3:24 PM

SE ESSA RUA FOSSE MINHA

Página 10

Página 62

UM AVIÃO E UMA VIOLA

TEM DE TUDO NESTA RUA...

Bel Linares e Alcy

Ana Maria Machado

Marcelo Xavier

Formato • 20 x 26 cm • 40 páginas

Formato • 21 x 21 cm • 36 páginas 5a EDIÇÃO

Formato • 22 x 30,5 cm • 16 páginas 25a EDIÇÃO

MEU PIÃO

E

NROLA, DESENROLA, LANÇA, RODA, GIRA, RODA, PIÃO! GIRA COMO O MUNDO NO CHÃO E NA PALMA DA MÃO. QUEM CONSEGUIR FAZÊ-LO GIRAR POR MAIS TEMPO É QUEM VAI GANHAR A COMPETIÇÃO.

4a EDIÇÃO

5a EDIÇÃO

pipa

Pique-Esconde

2a EDIÇÃO

Capa-Meupião-Aluno.indd 1

Denise Rochael

5/15/15 2:32 PM

3.a Edição

Pique-Esconde Pique-esconde, esconde-esconde não importa o nome que a brincadeira tem. Brincar de se esconder é uma aventura e quem conseguir o melhor esconderijo é que vai se dar bem.

3a EDIÇÃO

Capa-Pique Esconde.indd 1

Página 63

Página 63

Página 93

SE CRIANÇA GOVERNASSE O MUNDO...

Bel Linares e Alcy

SERAFIM

Amigos do peito

Formato • 20 x 26 cm • 40 páginas

Marcelo Xavier

Cláudio Thebas Formato • 19 x 27 cm • 28 páginas

Formato • 22,5 x 28 cm • 32 páginas 7a EDIÇÃO

Página 119

COLEÇÃO encontro com a arte brasileira

10/7/14 4:25 PM

Página 63

COLEÇÃO Todo Mundo Tem

Anna Claudia Ramos e Ana Raquel Formato • 20 x 26 cm • 32 páginas

A coleção foi criada para falar de diferenças. As autoras procuram mostrar que existem jeitos diferentes de ser, de fazer, de sentir, de viver. amigo

casa

Rosane Acedo e Cecília Aranha Formato • 22 x 21 cm • 40 páginas

O gosto pela arte e pela educação reuniu as autoras Rosane Acedo e Cecília Aranha neste projeto que fala da arte brasileira para crianças. Rosane Acedo | Cecília Aranha

Encontro com

KRAJCBERG Rosane Acedo | Cecília Aranha

Descubra quem foi Candido Portinari; o menino Candinho do interior de São Paulo, o pintor que mostrou o Brasil para o mundo. Sua vida e sua obra se revelam nas páginas deste livro através de imagens, jogos e perguntas.

1 Rosane Acedo Cecília Aranha

krajcberg

COLEÇÃO ENCONTRO COM A ARTE BRASILEIRA

rans Krajcberg: pintor, avador e fotógrafo, o Brasil como sua ontrou na natureza a ua arte e de sua vida.

Encontro com

5ª edição

PORTINARI

portinari 5a EDIÇÃO

Rosane Acedo Cecília Aranha

Da mesma coleção: Encontro com Tarsila Encontro com Segall

PORTINARI

6a EDIÇÃO

3a EDIÇÃO

medo

família

Encontro com

Encontro com KRA JCBERG

Coleção Encontro com a Arte Brasileira Capa-Encontro com Portinari-Aluno.indd 1

08/04/14 08:18

segalL

Cecília Aranha

2a EDIÇÃO

2 Rosane Acedo

3/24/12 1:10 PM

tarsila

Encontro com

TARSILA

4a edição

4a EDIÇÃO

Cecília Aranha Rosane Acedo

TARSILA

Descubra quem foi Tarsila do Amaral, a menina sonhadora de Capivari, que gostava de desenhar e queria ser a pintora de sua terra. Da caipirinha da fazenda São Bernardo até a revolucionária artista da Semana de 22, sua vida e sua obra revelam-se nas páginas deste livro através de imagens, jogos e perguntas.

Encontro com

sua obra se revelam s deste livro através , jogos e perguntas.

COLEÇÃO BRINCADEIRAS

ANDO BRINC COM GAS CANTI

6a EDIÇÃO

Coleção Encontro com a Arte Brasileira

Capa-Encontro com Tarsila-Aluno.indd 2

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Legenda:

7/15/15 10:21 AM

Letra bastão

Também na versão digital.

6a EDIÇÃO


Carolina Michelini

O Violino

A música, além de sensibilizar, estimula e inebria. De onde será que ela vem? De que lugar indefinido? De fora ou de dentro da gente? É o que este livro de imagens, de Carolina Michelini e Michele Iacocca, procura mostrar ao narrar a grande transformação de uma garota que, do seu quarto, ouve uma música que entra suavemente pela sua janela.

Ilustrações Michele Iacocca

Curiosa, a menina segue para descobrir de onde ela vem. Então, acontece um encontro inspirador, que desperta nela o desejo de tocar um instrumento: o violino.

SONIA JUNQUEIRA

"A música, apesar de exigir horas e horas de estudo para alcançar o nível técnico necessário, tem um outro lado não menos importante: o afetivo. Para fazer música é preciso amar. Neste livro, o que desperta a menina é o coração, a emoção de ouvir, a paixão pelo instrumento que faz a música soar. O restante... é o que o livro vai contar!" Carolina Michelini

E daí começa uma linda história de desafios, encontros e desencontros, amizade, busca e perseverança, em que a ajuda de um professor se torna muito importante.

OS SETE SAPATOS DA PRINCESA

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas – as preferidas –, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas. Sonia Junqueira Os sete sapatos da princesa conta a história de uma enigmática donzela que gasta sete pares de sapatos todas as noites, até o dia em que um aventureiro se dispõe a descobrir a origem desse misterioso encantamento...

"Para mim, o importante foi tentar passar, no desenho, todas as emoções, muitas delas contraditórias, de um primeiro encontro, onde enfrentamos o desconhecido. Uma nova situação, uma nova amizade ou um instrumento musical, como no caso do violino."

Leia o QR Code e ouça a canção composta pelos autores especialmente para este livro!

Alguns títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei Os sete sapatos da princesa

Michele Iacocca

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado Princesa Dona Sapa

www.carameloed.com.br

I S B N 978-85-7056-643-0

ISBN: 978-85-7208-837-4

9 788572 088374 Impresso na China.

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Página 174

Página 174

CHAPEUZINHO VERMELHO E O ARCO-ÍRIS — UMA HISTÓRIA SEM LOBO

O LOBO NÃO MORDE!

23/05/2013 15:20:14

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A CARTA, O VIOLINO O PÁSSARO

Carolina Michelini

Emily Gravett

Caramelo • 25,5 x 25,5 cm • 32 páginas

Sonia Junqueira

Marcia Muraco Schobesberger

Formato • 22 x 30,5 cm • 16 páginas

Atual • 19 x 21 cm • 24 páginas 11a EDIÇÃO

Formato • 21 x 21 cm • 24 páginas

Infantil/Música

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ADIVINHA, ADIVINHÃO!

Ilustrações de Luiz Maia

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Angela Leite de Souza

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Ilustrações de Luiz Maia

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Coordenação Theodora Maria Mendes de Almeida

– -26 02 01 .07 /00 3.5 07/ 139 000 00. 1-0 60.5 9-S PJ ob lic - CN ença d ores e Saraiva S.A. Livreiros Edit

CD-vai e vem II.indd 1

CAPA_Histórias_de_Vai_e_Vem_I_P3.indd 2,4

10/9/13 5:00 PM

8/8/13 1:54 PM

ISBN 978- 857340068-7

capa_canta_01_merc.indd 1

Página 10

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Mais músicas, parlendas, adivinhas e trava-línguas

Ilustrações de Luiz Maia

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9 788573 400540

O CD e as imagens criadas por Luiz Maia tornam ainda mais fácil e prazeroso o exercício de guardar a letra de cada história-canção.

Angela Leite de Souza

Histórias de

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www.carameloed.com.br

Coordenação Theodora Maria Mendes de Almeida

Histórias de A proposta deste segundo volume, também acompanhado de um CD, é continuar a desenvolver a musicalidade e a capacidade de memorização dos leitores de forma lúdica, pois saber cantar as sequências sem errar pode ser um jogo divertido para qualquer número de participantes.

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FOSSE MINHA

BORBOLETA

ISBN 978- 857340054-0

O CD e as imagens criadas por Luiz Maia tornam ainda mais fácil e prazeroso o exercício de guardar a letra de cada história-canção.

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IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

os da princesa da caveira ivinhão! misteriosa antado do pastoreio

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(...)

“As criações populares resgatadas neste livro são pura magia, diversão.”

ro re o liv Comp o CD com e tis e ganh as infan músic

Histórias de Vai e Vem

Sonia Junqueira

“Dei o primeiro volume desta coleção para duas sobrinhas de quatro anos e os CDs foram tocados à exaustão, para desespero das mães. Desespero e alegria, porque eram coisas ‘do tempo delas’, renascidas nas filhas.”

em muito esperto, mas o com seu extraordiná-

A proposta da obra, acompanhada de um CD, é desenvolver a musicalidade e a capacidade de memorização dos leitores de forma lúdica, pois saber cantar as sequências sem errar pode ser um jogo divertido para qualquer número de participantes.

Angela Leite de Souza

SE ESSA RUA FOSSE MINHA

BANDEIRA

SE ESSA RUA

Angela Leite de Souza

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Quem canta seus males espanta Quem canta seus males espanta

Quem não se lembra da música de “Boi da cara preta”? Ou da letra de “Ciranda, cirandinha”? Intemporais, as cantigas continuam emocionando diversas gerações, pois cantar ainda é uma das brincadeiras mais divertidas para as crianças (e para os adultos também). Quem canta seus males espanta resgata 73 cantigas do folclore brasileiro, ricamente ilustradaspor crianças a partir de seu “Este é o segundo volume de uma série que pode ser entendimento de cada canção. infindável e deve ser mantida até o momento em que se diga: não existe mais nada para ser recuperado.” Um livro que vai unir gerações! (...)

Quem canta seus males espanta

BICHINHO

ADIVINHA, ADIVINHÃO!

ANDO BRINC COM GAS CANTI

Infantil/Música

Quem canta seus males espanta

Bel Linares e Alcy

SONIA JUNQUEIRA

istórias. Qualquer tipo de dicionais, ou folclóricas: divinhação, ou lendas que istórias eram de autores ouco) foram contadas de o, muito antigas... Várias ueci. E resolvi escolher as pra contar pra você do u, você também se deixe

Bel Linares e Alcy

ro re o liv Comp o CD com e tis e ganh as infan músic

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2o ANO

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Formato • 19 x 27 cm • 32 páginas

OS SETE SAPATOS DA PRINCESA

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Neusa Sorrenti

1/15/15 5:16 PM

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Chorinho de riacho e outros poemas para cantar

788570 566430

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Capa_Os setes sapatos_Novo.indd 1

I NCL UI

Página 94

29/11/11 17:14

www.carameloed.com.br

Página 10

10/20/14 3:24 PM

SE ESSA RUA FOSSE MINHA

Sonia Junqueira

Bel Linares e Alcy

Atual • 19 x 21 cm • 24 páginas 12a EDIÇÃO

Formato • 20 x 26 cm • 40 páginas

9 788573 400687

Página 11

Página 11

QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA I e II

VAMOS BRINCAR DE RODA!

Theodora Maria Mendes De Almeida Caramelo • 16 x 23 cm • 96 páginas 15a EDIÇÃO

CAPA_Vai_e_Vem_2_P2.indd 2-4

Palavra Cantada (Paulo Tatit e Sandra Peres)

Página 49

10/30/13 2:54 PM

Histórias de vai e vem I e II

Angela Leite de Souza Caramelo • 20,5 x 27,5 cm • 48 páginas

caramelo • 16 x 23 cm • 64 páginas

Qual criança nunca sentiu, pelo menos uma vez, vontade de ter um animal de estimação? Pois foi sem querer que Babe acabou indo parar nos braços de Igor. E tudo por causa de um certo anúncio e de uma estranha mulher... Essa e as outras aventuras pelas quais passariam só estavam começando. Com as irreverentes ilustrações de Orlando, esta obra mostra a bonita relação de amizade e cuidado entre as pessoas, crianças ou adultos, e os seus bichos queridos.

Lino de Albergaria ilustrações de

Orlando

Página 80 Página 51

Poesia Futebol Clube e outros poemas

DO JEITO QUE VOCÊ É

Adote_um_amigo_CAPA_aluno_07.indd 1

Telma Guimarães Formato • 20 x 22 cm • 24 páginas

Página 81

26/06/2012 09:49:04

ADOTE UM AMIGO

Página 81

Amigos do peito

Lino de Albergaria

Cláudio Thebas

Formato • 20 x 22 cm • 20 páginas

Formato • 19 x 27 cm • 28 páginas

Paulo Netho

Página 81

COISAS DE AMIGO

Telma Guimarães Formato • 20 x 22 cm • 20 páginas

Formato • 15 x 26 cm • 48 páginas

Página 217

Página 137

A carta

Carolina Michelini Formato • 20 x 27 cm • 32 páginas

Chorinho de riacho e outros poemas para cantar

Páginas 219, 227 e 262

Planeta bicho — um almanaque animal! poemas

Página 219

Página 242

Poeminhas animais

Voa, palavra

Neusa Sorenti

Luiz Roberto Guedes

Alexandre Azevedo

Formato • 19 x 27 cm • 32 páginas

Formato • 21 x 30 cm • 24 páginas

atual • 18 x 26 cm • 24 páginas

Libério Neves

Formato • 15 x 26 cm • 44 páginas 3a EDIÇÃO

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3o ANO Angela Leite de Souza

Histórias de

Ilustrações de Luiz Maia

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Ilustrações de Luiz Maia

O COM AS HIST ÓR

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Histórias de

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Histórias de Vai e Vem

O CD e as imagens criadas por Luiz Maia tornam ainda mais fácil e prazeroso o exercício de guardar a letra de cada história-canção.

Angela Leite de Souza

Histórias de

UM

A proposta deste segundo volume, também acompanhado de um CD, é continuar a desenvolver a musicalidade e a capacidade de memorização dos leitores de forma lúdica, pois saber cantar as sequências sem errar pode ser um jogo divertido para qualquer número de participantes.

Angela Leite de Souza

O CD e as imagens criadas por Luiz Maia tornam ainda mais fácil e prazeroso o exercício de guardar a letra de cada história-canção.

I N CL UI

A proposta da obra, acompanhada de um CD, é desenvolver a musicalidade e a capacidade de memorização dos leitores de forma lúdica, pois saber cantar as sequências sem errar pode ser um jogo divertido para qualquer número de participantes.

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Angela Leite de Souza

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Ilustrações de Luiz Maia 960739

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CAPA_Histórias_de_Vai_e_Vem_I_P3.indd 2,4

– -26 02 01 .07 /00 3.5 07/ 139 000 00. 1-0 60.5 9-S PJ ob lic - CN ença d ores e Saraiva S.A. Livreiros Edit

10/9/13 5:00 PM

8/8/13 1:54 PM

Página 32

Páginas 34 e 269

Página 58

Chorinho de riacho e outros poemas para cantar

Poemas malandrinhos

Senta que lá vem história

Neusa Sorrenti

O

a. Ltd

-C NP J

CD-vai e vem II.indd 1

CAPA_Vai_e_Vem_2_P2.indd 2-4

Página 72

Página 78

10/30/13 2:54 PM

O almoço

Histórias de vai e vem I e II

Almir Correia

Flavio de Souza

Angela Leite de Souza

atual • 17 x 28 cm • 32 páginas 14a EDIÇÃO

atual • 15,5 x 23 cm • 136 páginas

Caramelo • 20,5 x 27,5 cm • 48 páginas

Mario Vale

Formato • 25 x 25 cm • 8 páginas 10a EDIÇÃO

Formato • 19 x 27 cm • 32 páginas

Página 91

Um trem de janelas acesas

Teresa Noronha

atual • 15,2 x 22,4 cm • 64 páginas 25a EDIÇÃO

Página 140

Planeta bicho — um almanaque animal! poemas

Página 141

Página 141

Páginas 148 e 242

Amigos

Blog do sapo Frog

Libério Neves

Luis Díaz

Voa, palavra

Almir Correia

Formato • 20x 23 cm • 32 páginas 3a EDIÇÃO

Formato • 15 x 26 cm • 44 páginas 3a EDIÇÃO

Formato •21 x 21 cm • 48 páginas 2a EDIÇÃO

Luiz Roberto Guedes Formato • 21 x 30 cm • 24 páginas

Página 196

5

F lo r e

ho

JEss MIKhaIl

Impresso na China.

o rio e a cidade dos homens

Floreqnutiinnah e o Por vão fazer um piquenique

Eva KatzlEr

Inclui receitas e dicas para você preparar um piquenique igual ao de Florentina e Porquinho!

Jess Mikhail

cuidado, dona mata!

Leia também:

Eva Katzler

Histórias que abordam a preocupação com o meio ambiente.

em Um dia de chuva

Inclui receitas culinárias e dicas de artesanato para você transformar um dia de chuva em uma incrível aventura de pirata!

Formato • 19,5 x 21 cm • 12 páginas

em

Um dia de

Conheça Florentina (inteligente e organizada) e seu amigo Porquinho (pequeno, mas aventureiro) e junte-se a eles para preparar uma refeição saborosa e nutritiva. Isso se eles conseguirem encontrar maçãs para fazer seus bolinhos favoritos. . .

Florentina e Porquinho vão Fazer um Piquenique

Junte-se a eles nesta aventura pelos sete mares, em busca da Ilha do Tesouro Pirata (macacos me mordam!!! ) – com uma pequena pausa para fazer uma boquinha, é claro! Será que nossos intrépidos bucaneiros encontrarão o que procuram?

Florentina e Porquinho

Quando Florentina e Porquinho se veem presos dentro de casa em um dia de chuva, logo começam a pensar em algo divertido para fazer. E o que pode ser mais divertido do que procurar um tesouro de pirata? Arre!

Regina Siguemoto

a e Porq

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COLEÇÃO Lá na mata

ntin

2 melhores amigos + muita diversão na cozinha = um delicioso piquenique!

uma com ia histórceitas!

re

www.carameloed.com.br

Eva Katzler

Impresso na China.

eva Katzler

Ilustrações Jess Mikhail

ilustrações Jess mikhail www.carameloed.com.br

Página 196

Página 245

Bem-te-verde

Florentina e Porquinho em um dia de chuva

capa_florentina.indd 1

Santuza Abras

formato • 19,5 x 21 cm • 36 páginas 7a EDIÇÃO

11a EDIÇÃO

14

13a EDIÇÃO

PBC UK

15/03/13 10:32

Job no: 82244 Title: Florentine and pig Have A very Lovely Picnic-UK Client: BB_14240-1 Scn: #175 Size: 494(w)274(h)mm Co: M5 (All To Spot) Dept: DTP D/O: 31.01.12 Job no: 82244C1 D/O: 22.03.12 Co: CM11)

Página 245

Florentina e Porquinho vão fazer um piquenique

Eva Katzler

Eva Katzler

caramelo • 24,5 x 27,5 cm • 32 páginas

caramelo • 24,5 x 27,5 cm • 32 páginas

5


Página 298

Página 283

Página 253

O pássaro

Jacaré com janelinha — quem já viu que me apresente! e outros poemas

Casas

Roseana Murray Formato • 15,5 x 26 cm • 24 páginas 9a EDIÇÃO

Carolina Michelini Formato • 18 x 26 cm • 32 páginas

Maria Augusta de Medeiros

Formato • 19 x 27 cm • 32 páginas

4o ANO

Página 11

Página 10

O filho do meio

Lília Gramacho Calmon

Formato • 22,5 x 22 cm • 20 páginas 4a EDIÇÃO

Quando vovô virou borboleta

Luiz Galdino

Saraiva • 17 x 24 cm • 48 páginas 3a EDIÇÃO

Página 11

Página 34

Página 72

Pela estrada afora

Minidicionário Soares Amora da Língua Portuguesa

Princesas são diferentes

Leo Cunha

atual • 18 x 23 cm • 32 páginas 17a EDIÇÃO

saraiva • 11,5 x 15,5 cm • 1024 páginas 20a EDIÇÃO

Tânia Alexandre Martinelli

atual • 18 x 26 cm • 48 páginas

Página 73

Página 94

Página 133

Página 285

Página 279

Apenas diferente

O cão azul e outros poemas

A menina dos olhos mágicos

Guia prático para fazer as coisas

Treze contos

Anna Claudia Ramos Formato • 19 x 21 cm • 48 páginas 3a EDIÇÃO

Legenda:

Gláucia Lemos

Cecília Vasconcelos

Cláudio Thebas

Formato • 17,5 x 25 cm • 32 páginas 3a EDIÇÃO

Formato • 19 x 21 cm • 24 páginas 7a EDIÇÃO

Formato • 19 x 20,7 cm • 60 páginas

Também na versão digital.

Edson Gabriel Garcia atual • 18 x 26 cm • 48 páginas 23a EDIÇÃO

15


5o ANO Página 119

COLEÇÃO encontro com a arte brasileira

Rosane Acedo e Cecília Aranha Formato • 22 x 21 cm • 40 páginas

O gosto pela arte e pela educação reuniu as autoras Rosane Acedo e Cecília Aranha neste projeto que fala da arte brasileira para crianças. krajcberg

Jardim zoilógico

Rosane Acedo | Cecília Aranha

Encontro com

KRAJCBERG

Rosanequem Acedofoi|Candido Cecília Aranha Descubra Portinari; o menino Candinho do interior de São Paulo, o pintor que mostrou o Brasil para o mundo. Sua vida e sua obra se revelam nas páginas deste livro através de imagens, jogos e perguntas.

Descubra Frans Krajcberg: pintor, escultor, gravador e fotógrafo, que adotou o Brasil como sua terra e encontrou na natureza a razão de sua arte e de sua vida.

5ª edição

Rosane Acedo Cecília Aranha

Da mesma coleção: Encontro com Tarsila Encontro com Segall

PORTINARI

Sua vida e sua obra se revelam nas páginas deste livro através de imagens, jogos e perguntas.

Encontro com

PORTINARI

Encontro com

Formato • 21,5 x 24 cm • 32 páginas 8a EDIÇÃO

1

Encontro com KRAJCBERG

Carlos Pimentel

portinari

COLEÇÃO ENCONTRO COM A ARTE BRASILEIRA

Rosane Acedo Cecília Aranha

Página 35

Coleção Encontro com a Arte Brasileira

5a EDIÇÃO

Capa-Encontro com Portinari-Aluno.indd 1

Capa-Krajcberg Formato - Aluno.indd 1

3/24/12 1:10 PM

segall

08/04/14 08:18

tarsila 2

Encontro com

Rosane Acedo

TARSILA

4a edição

Cecília Aranha

Cecília Aranha Rosane Acedo

Encontro com

TARSILA

Descubra quem foi Tarsila do Amaral, a menina sonhadora de Capivari, que gostava de desenhar e queria ser a pintora de sua terra. Da caipirinha da fazenda São Bernardo até a revolucionária artista da Semana de 22, sua vida e sua obra revelam-se nas páginas deste livro através de imagens, jogos e perguntas.

Páginas 74 e 95

Guia prático para fazer as coisas

Coleção Encontro com a Arte Brasileira

Capa-Encontro com Tarsila-Aluno.indd 2

2a EDIÇÃO

4 EDIÇÃO a

7/15/15 10:21 AM

Cláudio Thebas

Formato • 19 x 20,7 cm • 60 páginas

Página 142

Pão e circo

Leo Cunha e André Salles-Coelho atual • 18 x 26 cm • 40 páginas 3a EDIÇÃO

16

Páginas 142 e 179

Página 143

Teatro

Histórias de Guignard

Raquel Coelho Formato • 22 x 29 cm • 44 páginas 5a EDIÇÃO

Priscila Freire

Formato • 20 x 26 cm • 40 páginas 4a EDIÇÃO


Página 206

Página 206

Cidadania agora

Uma carta para Deus

Edson Gabriel Garcia

Fernando Bonassi

Saraiva • 21 x 28 cm • 128 páginas

Formato • 21 x 21 cm • 28 páginas

Página 234

Página 294

Poeminhas fenomenais

Treze contos

Alexandre Azevedo atual • 18 x 26 cm • 24 páginas 5a EDIÇÃO

Edson Gabriel Garcia atual • 18 x 26 cm • 48 páginas 23a EDIÇÃO

17


PORTUGUÊS: LINGUAGENS - ENSINO FUNDAMENTAL I

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 1o ANO UNIDADE 1

VAI COMEÇAR A BRINCADEIRA!

UNIDADE 3

FAZENDO ARTE

CAPÍTULO 1: Vem brincar comigo! CAPÍTULO 2: É hora de diversão! CAPÍTULO 3: Brincar não tem idade! OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Vem brincar você também!

CAPÍTULO 1: Artes caninas CAPÍTULO 2: É mágico! CAPÍTULO 3: Eu também sou artista! OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Fazendo arte

UNIDADE 2

UNIDADE 4

EU E MINHA GENTE

CAPÍTULO 1: Família CAPÍTULO 2: Planeta eu CAPÍTULO 3: Irmãos, amigos OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Quem sou eu?

ERA UMA VEZ...

CAPÍTULO 1: Histórias para sempre CAPÍTULO 2: Quem conta um conto... CAPÍTULO 3: As aparências enganam! OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: De história em história

2o ANO UNIDADE 1

NA BOCA DO POVO

UNIDADE 3

PEQUENO CIENTISTA

CAPÍTULO 1: Você quer brincar de pique? CAPÍTULO 2: Entre na roda você também! CAPÍTULO 3: Diga um verso bem bonito! OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Sarau literário

CAPÍTULO 1: Fazendo experiências CAPÍTULO 2: Você quer saber por quê? CAPÍTULO 3: Compreendendo fenômenos OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Pequenos cientistas, grandes descobertas

UNIDADE 2

UNIDADE 4

AMIGOS

CAPÍTULO 1: Eu quero um amigo! CAPÍTULO 2: Amigos para sempre! CAPÍTULO 3: Amigos do peito OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Mostra de quadrinhos

18

ESSES BICHOS SÃO DEMAIS!

CAPÍTULO 1: Meu bicho, meu amigo CAPÍTULO 2: Lição de vida CAPÍTULO 3: Bichos de estimação OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Fabulando histórias


3o ANO UNIDADE 1

SER CRIANÇA

UNIDADE 3

É O BICHO!

CAPÍTULO 1: Fantasia ou realidade? CAPÍTULO 2: Perder para crescer CAPÍTULO 3: Inventor de sonhos OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Eu sou criança!

CAPÍTULO 1: O renascer da floresta CAPÍTULO 2: Senhora das alturas CAPÍTULO 3: O rato apaixonado OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Conhecendo bichos

UNIDADE 2

UNIDADE 4

VIVA A SAÚDE!

CAPÍTULO 1: Saúde mesmo! CAPÍTULO 2: Tempo de chuva? Tempo bom! CAPÍTULO 3: Saúde em primeiro lugar OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Sabor e saúde

PLANETA TERRA, NOSSA CASA

CAPÍTULO 1: O salto mortal CAPÍTULO 2: O planeta pede socorro CAPÍTULO 3: O preço da liberdade OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Do fato faz-se a notícia

4o ANO UNIDADE 1

EM FAMÍLIA

UNIDADE 3

A MAGIA DA LEITURA

CAPÍTULO 1: Pausa para descanso CAPÍTULO 2: Rumo ao desconhecido CAPÍTULO 3: No fundo do baú OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Álbum de família

CAPÍTULO 1: A leitura e suas viagens CAPÍTULO 2: Eterno maluquinho CAPÍTULO 3: O voo da palavra OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Leitura: embarque nesta viagem!

UNIDADE 2

UNIDADE 4

VIVA A DIFERENÇA!

CAPÍTULO 1: Meu pai é um cachorro! CAPÍTULO 2: Pequenos que são grandes! CAPÍTULO 3: A brincadeira que não tem graça: bullying OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Somos todos diferentes e iguais

NAVEGANDO NA REDE

CAPÍTULO 1: A magia do toque CAPÍTULO 2: A criança e a tecnologia CAPÍTULO 3: A internet e seus riscos OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Eu também dou meus palpites!

5o ANO UNIDADE 1

LIÇÕES DE SABEDORIA

UNIDADE 3

EM CENA

CAPÍTULO 1: A visão do paraíso CAPÍTULO 2: A força e a astúcia CAPÍTULO 3: As faces da verdade OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Quem conta um conto aumenta um ponto

CAPÍTULO 1: Uma homenagem ao cinema CAPÍTULO 2: Em cena, o teatro CAPÍTULO 3: Teatro: a arte de ser o outro OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Fazendo teatro

UNIDADE 2

UNIDADE 4

VALORES

CAPÍTULO 1: Valores em contraste CAPÍTULO 2: Animais de laboratório: uma questão de ética? CAPÍTULO 3: Valores: suas cores, suas dores OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Valores em debate

SER CIDADÃO

CAPÍTULO 1: Dois mundos CAPÍTULO 2: O pulo do gato CAPÍTULO 3: Infância roubada OFICINA DE CRIAÇÃO: PROJETO: Criança cidadã

19


Lançamento

DVD COM RECURSOS

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DA COLEÇÃO NO LIVRO DO 5º ANO

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DA COLEÇÃO NO LIVRO DO 5º ANO

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18/06/15 11:13

DVD COM RECURSOS

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DA COLEÇÃO NO LIVRO DO 5º ANO

INTERPRETACAO DE TEXTO 1 - capa professor.indd 3

18/06/15 10:53

INTERPRETACAO DE TEXTO 3 - capa professor.indd 11

18/06/15 11:00

COLEÇÃO

Interpretação de Textos

DVD COM RECURSOS

DIGITAIS

DA COLEÇÃO NO LIVRO DO 5º ANO

Desenvolvendo a competência leitora

Autores: William Roberto Cereja e Ciley Cleto

INTERPRETACAO DE TEXTO 4 - capa professor.indd 15

18/06/15 11:09

Diferenciais da coleção: CONTÉM DVD COM

RECURSOS

Novidade: obra inédita no segmento! Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Provinha e da Prova Brasil, a obra desenvolve a competência leitora do estudante, trabalhando um a um os descritores avaliados.

20

Os estudos se desenvolvem por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e incluem questões dissertativas e mais de 200 testes de múltipla escolha.

D I G I TA I S DA COLEÇÃO

INTERPRETACAO DE TEXTO 5 - capa professor.indd 19

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PARA O PROFESSOR: DVD com jogos, filmes, músicas e declamações. (Encartado no volume do 5o ano.) 2o ANO:

3o ANO:

4o ANO:

5o ANO:

21


INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

Cada volume da coleção compõe-se de 10 capítulos, divididos nas seguintes seções: CAPÍTULO

1

Meu Brasil brasileiro! Texto de abertura e leitura inicial: leitura de texto verbal, não verbal ou multimodal, na qual são exploradas diferentes operações de leitura, expressas pelos descritores da Provinha ou Prova Brasil (todas sinalizadas para o professor).

Você gosta de seu país? Você gosta de ser brasileiro? Do que você mais gosta no nosso país? Se lhe perguntassem o que é ser brasileiro, o que você diria?

MUSEU HERMITAGE, SÃO PETERSBURGO, RÚSSIA

Observe esta pintura, de Tarsila do Amaral:

O pescador (1925). 7

007-019-Cap01-IT4-M15_16.indd 7

o Interpretação de textos, p. 7 4/10/154 2:14ano, PM

Palavras em contexto: trabalho com trechos do texto de abertura de uma perspectiva semânticodiscursiva e textual, visando identificar efeitos de sentido decorrentes de uma repetição, ambiguidade, onomatopeia, interjeição, etc. Nessa seção, também são identificados os descritores para o professor.

7

A menina chegou até a pensar que devia ser grande na frente e pequena atrás, ou o contrário. Por que, mais tarde, ela mesma achou que essa conclusão estava errada? Porque ela se apalpava, se pegava, se olhava e, ao fazer isso, notou que tinha um tamanho só. Descritor: 10 – Inferir informação.

8

Seus pais consideram que você, como a menina da história, é grande para algumas coisas e pequeno(a) para outras? Você concorda com eles? Conte para os colegas.

Palavras em contexto 1

A expressão Era uma vez... indica que o texto lido é: X

a) uma história inventada. b) um relato de fatos reais. c) uma notícia de jornal. d) uma receita.

Descritor: 10 – Inferir informação.

2

Releia este trecho: “Mas ela não tinha espelho mágico nenhum. Até mesmo espelho sem ser mágico, não era fácil. Na casa dela só tinha um, pequeno e muito alto, em cima da pia.”

Nele, a palavra um, destacada, se refere a: a) casa. b) espelho mágico.

Descritor: 10 – Inferir informação.

3

X c)

espelho.

d) pia.

Em “espelho sem ser mágico”, qual palavra poderia substituir a expressão sem ser mágico? Sugestão: comum, normal. Descritor: 10 – Inferir informação. 105

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22

Interpretação de textos,4/10/15 3o ano, 11:00 AM p. 105


ENSINO FUNDAMENTAL I

Exemplo de leitura comparada de uma canção de Dorival Caymmi com a pintura O pescador, de Tarsila do Amaral.

Texto e intertexto Leia, a seguir, a letra de uma canção do compositor baiano Dorival Caymmi. Professor: Se possível, apresente aos alunos a canção, disponível na Internet.

Suíte do pescador

LUCIA BUCCINI

Texto e intertexto: apresenta um novo texto para estudo com o objetivo de estabelecer uma leitura comparada com o texto de abertura do capítulo. Dessa forma, aproxima textos de diferentes gêneros, procurando identificar semelhanças e diferenças do ponto de vista do tema, do gênero, da forma, do suporte ou da situação de produção.

Minha jangada vai sair pro mar Vou trabalhar, meu bem querer Se Deus quiser quando eu voltar do mar Um peixe bom eu vou trazer Meus companheiros também vão voltar E a Deus do céu vamos agradecer Adeus, adeus Pescador não se esqueça de mim Vou rezar pra ter bom tempo, meu bem Pra não ter tempo ruim Vou fazer sua caminha macia Perfumada com alecrim.

Peixe na praia (2008), de Lucia Buccini.

(Disponível em: http://letras.mus.br/dorival-caymmi/45589/. Acesso em: 30/8/2014.)

Professor: Solicite aos alunos que numerem os versos, a fim de facilitar o estudo.

1

Na canção há duas vozes. a) Quem fala nos versos de 1 a 6? É uma pessoa que diz que vai pescar no mar, ou seja, um pescador. Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

b) Quem fala nos versos de 7 a 12? É uma pessoa muito próxima do pescador, provavelmente sua mulher. Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

2

Para o pescador, a pesca é um lazer ou é a sua profissão? Justifique sua resposta com um verso da canção. Para ele é profissão, conforme demonstra o emprego da palavra trabalhar em “Vou trabalhar, meu bem querer”. Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

11

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Interpretação de textos, 4o ano, p. 11 4/10/15 2:14 PM

23


INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

2

RESPONDA ORALMENTE: A) QUEM FALA NO POEMA É UM ADULTO OU UMA CRIANÇA? Quem fala é uma criança. Descritor: 10 – Inferir informação.

B) ONDE ESTÁ O AMIGO DE QUEM FALA NO POEMA? O amigo viajou para longe. Descritor: 6 – Localizar informação explícita em textos.

C) COMO É ESSE AMIGO?

Vamos debater? / Vamos declamar? / Vamos cantar?: é apresentada apenas no 1O ciclo (1O ao 3O ano) e tem como objetivo trabalhar o eixo da oralidade e propiciar aos alunos uma vivência rica em reflexões, interações e ludismo, constituindo um rico material de apoio ao trabalho de alfabetização e letramento.

É companheiro, está sempre junto para brincar e para ajudar ou socorrer. Descritor: 10 – Inferir informação.

3

RESPONDA ORALMENTE: A) POR QUE A BOLA ESTÁ NA SACOLA? A bola está na sacola porque, sem o amigo, não tem graça jogar bola. Descritor: 10 – Inferir informação.

B) COMO O AMIGO PODERÁ VOLTAR? Ele poderá voltar de barco ou de trem. Descritor: 6 – Localizar informação explícita em textos.

C) O QUE VAI ACONTECER SE O AMIGO NÃO VOLTAR? A criança que fala no poema vai chorar. Descritor: 6 – Localizar informação explícita em textos.

4

DESENHE O SEU MELHOR AMIGO E ESCREVA O NOME DELE:

VAMOS DECLAMAR? COM A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR, DECLAME COM A CLASSE UMA PARTE DO POEMA “O MEU AMIGO”. SE QUISEREM, PODERÃO FAZER UM JOGRAL: UMA PARTE DA CLASSE LÊ ALGUNS VERSOS, E A OUTRA PARTE LÊ OS OUTROS VERSOS. 70

Professor: Sugerimos que peça aos alunos para numerarem os 10 primeiros versos do poema. Depois, divida a classem em dois grupos: um grupo declama os versos ímpares (que contêm as perguntas) e o outro grupo declama os versos pares (que contêm as respostas). Na sequência, você, professor, lê os versos finais do poema, dando um tom emotivo à voz.

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Interpretação de textos, 1o ano, 6/2/15 p. 10:3870 AM

Como identificar a finalidade de um texto? Leia a questão a seguir e dê a resposta solicitada.

Parte teórica: é apresentada apenas no 2O ciclo (4O e 5O anos) e visa desenvolver, em linguagem acessível, um conteúdo relacionado com os descritores da Prova Brasil e com as competências transversais (“Como identificar o tema de um texto?”, “Como ler um infográfico?”, etc.).

©MAURICIO DE SOUSA EDITORA LTDA

Professor: O objetivo principal da atividade de leitura a seguir é levar os alunos a trabalhar o descritor 9 da Prova Brasil — Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.

O objetivo do texto é: a) alertar.

b) anunciar.

c) criticar.

X d) divertir.

(Disponível em: portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_ download&gid=7997&Itemid=. Acesso em: 19/9/2014.) 123

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24

Interpretação de textos,4/10/15 4o ano, 3:53 PM p. 123


ENSINO FUNDAMENTAL I O objetivo da obra é preparar os estudantes para a leitura e para avaliações oficiais (Saeb, Provinha e Prova Brasil) por meio de atividades que contemplam as bases da competência leitora.

EXERCÍCIOS LEIA O TRAVA-LÍNGUA A SEGUIR, COM A AJUDA DO PROFESSOR.

HÉLIO SENATORE

Professor: Embora explorem também outros descritores, as questões a seguir têm como objetivo principal o trabalho com o descritor 3 da Provinha Brasil (Estabelecer relação entre unidades sonoras e suas representações gráficas).

Exercícios visam explorar, de forma sistematizada e predominante, um dos dez descritores da Provinha e da Prova Brasil.

O SAPO SALTOU NA SOPA DE UM SUJEITO QUE, SEM MAIS PAPO, DEU-LHE UM SOPAPO E GRITOU: — OPA! NÃO TOMO SOPA DE SAPO!

(José Paulo Paes. Uma letra puxa a outra. São Paulo: Companhia das Letrinhas. 1992.)

1 RESPONDA ORALMENTE.

A) EM QUE LUGAR O SAPO CAIU?

O sapo caiu na sopa. Descritor: 6 – Localizar informação explícita em textos.

B) O QUE O SUJEITO FEZ COM O SAPO?

O sujeito deu um sopapo no sapo. Descritor: 6 – Localizar informação explícita em textos.

C) O SUJEITO TOMOU A SOPA? POR QUÊ? Não, ele não tomou a sopa, porque não costuma tomar sopa de sapo. Descritor: 6 – Localizar informação explícita em textos.

2

COMPARE ESTAS PALAVRAS: SOPA

SAPO

TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E RESPONDA ORALMENTE: O QUE É PRECISO FAZER PARA SOPA VIRAR SAPO E SAPO VIRAR SOPA? Trocar as vogais, isto é, trocar o o pelo a e o a pelo o. Descritor: 10 – Inferir informação.

71

o Interpretação de textos, ano, p. 71 6/2/15 110:38 AM

064-081-Cap05-IT1-M15_16.indd 71

EXERCÍCIOS Professor: As questões a seguir, embora explorem também outros descritores, têm como objetivo principal o trabalho com o descritor 2 da Provinha Brasil (Reconhecer sílabas).

1

LEIA ESTA ADIVINHA, COM A AJUDA DO PROFESSOR: OUTRA ADIVINHAÇÃO

ILUSTRAÇÕES: ADOLAR

O QUE É? O QUE É? É VERMELHO COMO SANGUE E PARECE UM CORAÇÃOZINHO TÃO APAIXONADO... MAS NÃO SENDO CORRESPONDIDO, SE ENCHEU DE PINTINHAS. [...] (Elias José. Poesia é fruta doce e gostosa. São Paulo: FTD, 2006. p. 38.)

DICA: É UMA FRUTA E TEM TRÊS SÍLABAS. ESCREVA A RESPOSTA: Descritores: 2 – Reconhecer sílabas. 10 – Inferir informação. MO

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QUAL FIGURA TEM NOME QUE TERMINA COM A SÍLABA FINAL DA PALAVRA QUE VOCÊ ESCREVEU NO EXERCÍCIO ANTERIOR? Descritor: 2 – Reconhecer sílabas.

Questões dissertativas e mais de 200 testes de múltipla escolha semelhantes aos propostos pela Provinha e pela Prova Brasil.

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Interpretação de textos,6/2/15 1o ano, 10:33 AM p. 135

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Conheça aqui as obras da Editora Saraiva presentes na coleção Interpretação de textos. São títulos de literatura infantojuvenil e informativos recomendados pelos autores William Cereja e Cley Cleto.

1o ANO Infantil/Música

Quem canta seus males espanta

Infantil/Música

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Quem canta seus males espanta Quem canta seus males espanta

“Dei o primeiro volume desta coleção para duas sobrinhas de quatro anos e os CDs foram tocados à exaustão, para desespero das mães. Desespero e alegria, porque eram coisas ‘do tempo delas’, renascidas nas filhas.” “As criações populares resgatadas neste livro são pura magia, diversão.”

IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

ISBN 978- 857340054-0

Página 9

Chorinho de riacho e outros poemas para cantar

Neusa Sorrenti

www.carameloed.com.br

Página 12

Página 33

Jardim zoilógico

Papagaio gaio

Carlos Pimentel

9 788573 400540

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Quem canta seus males espanta

Quem não se lembra da música de “Boi da cara preta”? Ou da letra de “Ciranda, cirandinha”? Intemporais, as cantigas continuam emocionando diversas gerações, pois cantar ainda é uma das brincadeiras mais divertidas para as crianças (e para os adultos também). Quem canta seus males espanta resgata 73 cantigas do folclore brasileiro, ricamente ilustradaspor crianças a partir de seu “Este é o segundo volume de uma série que pode ser entendimento de cada canção. infindável e deve ser mantida até o momento em que se diga: não existe mais nada para ser recuperado.” Um livro que vai unir gerações! (...)

(...)

73

Coordenação Theodora Maria Mendes de Almeida

Mais músicas, parlendas, adivinhas e trava-línguas Coordenação Theodora Maria Mendes de Almeida

ISBN 978- 857340068-7

capa_canta_01_merc.indd 1

Celina Ferreira

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www.carameloed.com.br

9 788573 400687

Página 132

Formato • 22 x 28 cm • 32 páginas

Formato • 21,5 x 24 cm • 32 páginas 8a EDIÇÃO

QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA I e II

Theodora Maria Mendes de Almeida

Formato • 19 x 27 cm • 32 páginas

Caramelo • 16 x 23 cm • 96 páginas • 15a EDIÇÃO

2o ANO Carolina Michelini

A música, além de sensibilizar, estimula e inebria. De onde será que ela vem? De que lugar indefinido? De fora ou de dentro da gente? É o que este livro de imagens, de Carolina Michelini e Michele Iacocca, procura mostrar ao narrar a grande transformação de uma garota que, do seu quarto, ouve uma música que entra suavemente pela sua janela. Curiosa, a menina segue para descobrir de onde ela vem. Então, acontece um encontro inspirador, que desperta nela o desejo de tocar um instrumento: o violino.

O Violino Ilustrações Michele Iacocca

"A música, apesar de exigir horas e horas de estudo para alcançar o nível técnico necessário, tem um outro lado não menos importante: o afetivo. Para fazer música é preciso amar. Neste livro, o que desperta a menina é o coração, a emoção de ouvir, a paixão pelo instrumento que faz a música soar. O restante... é o que o livro vai contar!" Carolina Michelini

E daí começa uma linda história de desafios, encontros e desencontros, amizade, busca e perseverança, em que a ajuda de um professor se torna muito importante.

Leia o QR Code e ouça a canção composta pelos autores especialmente para este livro!

"Para mim, o importante foi tentar passar, no desenho, todas as emoções, muitas delas contraditórias, de um primeiro encontro, onde enfrentamos o desconhecido. Uma nova situação, uma nova amizade ou um instrumento musical, como no caso do violino." Michele Iacocca

ISBN: 978-85-7208-837-4

9 788572 088374

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Página 11

Página 33

Página 75

Páginas 82 e 144

Casas

Papagaio gaio

Amigos do peito

Carolina Michelini

Roseana Murray

Celina Ferreira

Formato • 15,5 x 26 cm • 24 páginas 9a EDIÇÃO

Formato • 22 x 28 cm • 32 páginas

O_Violino_Capa_P1.indd 1-5

Cláudio Thebas Formato • 19 x 27 cm • 28 páginas

O violino

Formato • 18 x 26 cm • 32 páginas

23/05/2013 15:20:14


3o ANO

Páginas 10, 91 e 113

Página 37

Amigos do peito

Celina Ferreira

Raquel Coelho

Formato • 22 x 28 cm • 32 páginas

Formato • 22 x 29 cm • 44 páginas

Cláudio Thebas

Papagaio gaio

Página 127

Teatro

Formato • 19 x 27 cm • 28 páginas

4o ANO

Páginas 113

Amigos do peito

Cláudio Thebas Formato • 19 x 27 cm • 28 páginas

5o ANO

Página 82

Almanaque da bola

Alcy e José Santos

Formato • 20 x 26 cm • 40 páginas

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INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS - ENSINO FUNDAMENTAL I

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 1o ANO CAPÍTULO 1

BICHOS

CAPÍTULO 6

O QUE VOCÊ, CRIANÇA, QUER?

CAPÍTULO 2

O ABC E OS NOMES

CAPÍTULO 7

PRATIQUE ESPORTE!

CAPÍTULO 3

S.O.S. MATA ATLÂNTICA

CAPÍTULO 8

O QUE É DIVERSÃO PARA VOCÊ?

CAPÍTULO 4

É PROIBIDO?

CAPÍTULO 9

SURPRESAS E DESCOBERTAS

CAPÍTULO 5

O SABOR DA AMIZADE

CAPÍTULO 10

VIVA A DIFERENÇA!

2o ANO CAPÍTULO 1

FAMÍLIA

CAPÍTULO 6

CUIDANDO DA NATUREZA

CAPÍTULO 2

VAI COMEÇAR O ESPETÁCULO!

CAPÍTULO 7

EU E O OUTRO...

CAPÍTULO 3

BRINCAR? HUM... QUE DELÍCIA!

CAPÍTULO 8

DESCOBERTAS

CAPÍTULO 4

MEUS AMIGOS

CAPÍTULO 9

VAMOS FAZER ARTE?

CAPÍTULO 5

MEU PET!

CAPÍTULO 10

SER CIDADÃO

3o ANO

28

Capítulo 1

JANELA PARA O MUNDO

Capítulo 6

NEM TUDO O QUE CAI NA REDE É PEIXE!

Capítulo 2

SER EDUCADO, SER AMADO

Capítulo 7

UM OLHO NO PRATO, OUTRO NO GATO!

Capítulo 3

DIGA NÃO AO PRECONCEITO!!!

Capítulo 8

LIÇÃO DE AMOR

Capítulo 4

COM TRABALHO NÃO SE BRINCA!

Capítulo 9

ESPELHO, ESPELHO MEU

Capítulo 5

AVENTURA NA COZINHA!

Capítulo 10 O HOMEM E AS VIAGENS


4o ANO Capítulo 1 MEU BRASIL BRASILEIRO!

Capítulo 6 AS APARÊNCIAS ENGANAM

Capítulo 2 HISTÓRIAS DESENCANTADAS

Capítulo 7 SOMOS O QUE FALAMOS!

Capítulo 3 QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA!

Capítulo 8 O QUE ELES VÃO PENSAR?

Capítulo 4 S.O.S. MEIO AMBIENTE!

Capítulo 9 “VAI, VAI, VAI, COMEÇAR A BRINCADEIRA...”

Capítulo 5 O MILAGRE DA VIDA

Capítulo 10 RSRSRSRS...  

5o ANO Capítulo 1

PSIU!!!

Capítulo 6

SOU DIFERENTE... E QUEM NÃO É?

Capítulo 2

NA ARTE, NADA SE INVENTA, TUDO SE RECRIA

Capítulo 7

O DESCUECADO

Capítulo 3

A NATUREZA PEDE SOCORRO

Capítulo 8

É JUSTO?

Capítulo 4

UM PEIXE LETRADO

Capítulo 9

TV: VER OU NÃO VER?

Capítulo 5

A ARTE DA PALAVRA

Capítulo 10 QUERES UM AMIGO? CATIVA-ME!

29


Prezado(a) professor(a): No Ensino Fundamental II, procuramos oferecer aos professores várias obras didáticas — todas enriquecidas por recursos digitais —, a fim de atender a diferentes necessidades. Português: linguagens é uma obra completa, com atividades de leitura e interpretação, produção de textos pela perspectiva dos gêneros do discurso e gramática pela perspectiva semântica e discursiva. A nova edição, lançada no ano passado, foi e vem sendo muito bem recebida pelos professores. Interpretação de textos – Desenvolvendo a competência leitora (4 volumes) tem foco específico na competência leitora. Com uma rica e criteriosa seleção de textos, trabalha com linguagens verbais e não verbais e com diferentes gêneros textuais. Questões dissertativas e de múltipla escolha preparam para os exames da atualidade, como o Enem, em que a leitura tem destaque. Concebida como complemento e reforço a outros livros e materiais didáticos, a obra pode ser usada com uma aula por semana. Gramática: Texto, reflexão e uso (volume único) e Gramática reflexiva (4 volumes) são duas opções para um trabalho consistente de gramática contextualizada. As obras tomam sempre o texto como centro das atividades de estudo e, sem desprezar a gramática normativa, abordam a reflexão sobre a língua de um ponto de vista inovador, ao mesmo tempo semântico e discursivo, com as vozes e contribuições da Linguística mais recente. No campo da produção textual, a novidade deste ano é a reformulação da coleção Todos os textos (4 volumes). Concebida a partir da proposta de trabalho com os gêneros do discurso, esta edição apresenta nova e criteriosa seleção de textos, inclusão de gêneros textuais e novos temas e atividades. Além disso, traz também duas novas seções — Planejamento do texto e Revisão e reescrita —, que auxiliam o aluno a planejar o seu texto e a compreender melhor os critérios para avaliar o próprio texto ou o de outros autores. O objetivo da coleção é fazer com que os alunos incorporem não apenas os procedimentos verbais, mas também as práticas sociais de linguagem e as condições de produção que configuram cada gênero. Para isso, a realização de projetos cumpre um papel fundamental, pois cria interlocutores reais e situações concretas de interação verbal.

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Coleção Coleção

Português: Linguagens

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Gramática: Texto, Reflexão e Uso

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Gramática Reflexiva

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Interpretação de Textos

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reformulado

Todos os Textos

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WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, são concretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

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Coleção

PORTUGUÊS LINGUAGENS

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A coleção de Língua Portuguesa preferida da maioria dos 6 de Ensino professores Fundamental II

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COLEÇÃO

PORTUGUÊS

Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães

DVD

GÊNEROS

ORAIS

NO 6ºANO

PORTUGUÊS LINGUAGENS

A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, são concretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

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PORTUGUÊS: LINGUAGENS LINGUAGENS

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Novos temas, novos textos literários e jornalísticos, novas leituras de filmes e de imagens. Enriquecimento do trabalho de interpretação e produção de texto. Obra líder de mercado!

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Conheça os recursos digitais da coleção: LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para aluno e professor.

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No mundo da fantasia Esta é a história de Rapunzel. E por que ela se chama Rapunzel? Pois bem, dizem que Rapunzel é o nome de uma espécie de alface verde que existe em algumas plantações. E por que esta história tem o nome de uma planta? Calma, calma, eu já vou contar. [...]

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PORTUGUÊS: LINGUAGENS Português: linguagens, 6o ano, p. 14

CAPÍTULO

1

O trabalho de leitura abrange desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de textos e gêneros.

Professor: Antes de iniciar o trabalho com este capítulo, sugerimos que leia para os alunos alguns contos maravilhosos, encontrados em livros que são comuns nas bibliotecas das escolas. Se quiser, valha-se das indicações feitas na seção Fique ligado! Pesquise!. Você pode, primeiramente, explorar conhecimentos prévios dos alunos, estimulando-os a tecer comentários sobre diferentes versões de um mesmo conto, a linguagem em que o conhecem (se verbal ou cinematográfica), o enredo de alguns mais conhecidos, as personagens, etc. Peça que tragam de casa livros para emprestar aos colegas, que leiam os trechos de que mais gostaram, etc.

Era uma vez

“Era uma vez...”. Basta que alguém pronuncie essas palavras para sabermos que lá vem história. E histórias povoadas de príncipes e princesas, crianças em perigo, soldadinhos de chumbo, gigantes e dragões... Essas histórias, conhecidas como contos maravilhosos, não morrem nunca: são contadas de geração a geração. E estão em toda parte: na voz da mãe ou da avó, nos livros, nas histórias em quadrinhos, nos desenhos animados, no cinema.

As três penas

Professor: Os contos maravilhosos são normalmente longos. Por essa razão, sugerimos que você leia o conto a seguir até certo ponto, dando a entonação adequada aos diálogos, resolvendo possíveis problemas de vocabulário, compreensão, etc., e depois retome a leitura. Se você já tiver feito outras leituras antes, é provável que os alunos queiram ler o conto sozinhos.

Ricardo Dantas

Era uma vez um rei que tinha três filhos. Dois deles eram inteligentes e sensatos, mas o terceiro não falava muito, era simplório e só chamado de Bobalhão. Quando o rei ficou velho e fraco e começou a pensar no seu fim, não sabia qual dos seus filhos deveria herdar o seu reino. Então ele lhes disse: – Ide-vos em viagem, e aquele que me trouxer o mais belo tapete, este será o meu herdeiro, após a minha morte. E para que não houvesse discussões entre eles, o rei levou-os em frente do castelo, soprou três penas para o ar e falou: – Para onde elas voarem, para lá ireis. A primeira voou para Oeste, a segunda, para Leste, e a terceira voou reto para a frente, mas não foi longe, logo caiu ao chão. Então um irmão partiu para a direita, outro para a esquerda, e eles zombaram do Bobalhão, que teria de ficar lá mesmo, no lugar onde ela caiu. O Bobalhão sentou-se no chão, tristonho. Aí ele reparou de repente que ao lado da pena havia uma porta de alçapão. Ele levantou-a, viu uma escada e desceu por ela. Então chegou a outra porta, bateu e ouviu lá dentro uma voz, chamando: “Donzela menina, / Verde e pequenina, Pula de cá pra lá, / Ligeiro, vai olhar / Quem lá na porta está”. A porta se abriu, e ele viu uma grande e gorda sapa sentada, rodeada por uma porção de sapinhos pequenos. A sapa gorda perguntou o que ele queria. Ele respondeu: – Eu gostaria de ter o mais lindo e mais fino tapete. Aí ela chamou uma sapinha jovem e disse: “Donzela menina, / Verde e pequenina, Pula de cá pra lá, / Ligeiro, vai buscar / A caixa que lá está”.

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Passando a limpo •••

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Leia o poema a seguir, de Elias José, e responda às questões 1 e 2.

A seção Passando a limpo apresenta textos de múltipla escolha que exploram os diversos descritores e propiciam o desenvolvimento da competência leitora.

A professora pedia e a gente levava, achando loucura ou monte de lixo: latas vazias de bebidas, caixas de fósforo, pedaços de papel de embrulho, fitas, brinquedos quebrados, xícaras sem asa, recortes e bichos, pessoas, luas e estrelas, revistas e jornais lidos, retalhos de tecido, rendas, linhas, penas de aves, cascas de ovo, pedaços de madeira, de ferro ou de plástico.

Filipe Rocha

Morada do inventor

Um dia, a professora deu a partida e transformamos, colamos e colorimos. E surgiram bonecos esquisitos, bichos de outros planetas, bruxas e coisas malucas que Deus não inventou. Tudo o que nascia ganhava nome, pais, casa, amigos, parentes e país. E nasceram histórias de rir ou de arrepiar!… E a escola virou morada de inventor! (Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/linguaportuguesa/pratica-pedagogica/morada-inventor423524.shtml. Acesso em: 10/12/2013.)

1. O poema sugere que, pela imaginação, é possível: X a)

de OLHO na imagem

transformar e dar significado a coisas aparentemente sem sentido.

b) combinar elementos e formar um mundo sem criatividade.

Professor: Por meio desta seção, presente em cada início de unidade, pretendemos desenvolver habilidades de leitura de textos não verbais, tais como observar, comparar, levantar hipóteses, inferir, identificar, explicar, estabelecer relações de causa e consequência. Para atingir esses objetivos, não há necessidade de que os alunos respondam às questões por escrito. Sugerimos, pois, que a atividade seja desenvolvida oralmente, a fim de haver maior interação e troca entre os alunos.

Observe este cartum, de Mordillo:

c) criar um mundo já existente no mundo real. Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto. Mordillo

d) transformar lixo em coisas inúteis.

2. A enumeração de palavras, predominante no poema, tem uma finalidade. Qual? a) Resumir tudo o que compõe o “monte de lixo” mencionado na segunda estrofe. b) Comprovar que, de fato, aquilo tudo era maluquice. c) Indicar a qualidade do material que os alunos tinham levado para a escola. X d) Relacionar

as coisas reais e comuns que os alunos recolheram (2ª estrofe) e aquelas que eles criaram (4ª estrofe). Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

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Textos não verbais ou mistos: a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. 34

(Mordillo. Opus. Lisboa: Meribérica/Liber. v. 2.)

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Português: linguagens, 6o ano, p. 12 28/05/14 15:16


ENSINO FUNDAMENTAL II

Thinstock/ Getty Images

INTERVALO

O trabalho em grupo constrói o espírito de equipe e desenvolve as habilidades e as competências de cada um.

Em cada um dos capítulos desta unidade, você produziu textos a respeito de si mesmo(a). Neste Intervalo, você vai produzir mais alguns textos e vai também pedir a amigos e familiares que escrevam sobre você, a fim de completar a sua história. Ao final deste trabalho, propomos que você monte um livro ou um blog com os textos para apreciação e leitura de outras pessoas.

Projeto •• Eu também faço história Produzindo novos textos Jótah

1. Eu, por mim mesmo De onde vem meu nome Escreva um relato contando a história de seu nome: quem o escolheu, por que, qual é o significado dele, se há outras pessoas na família com o mesmo nome, se isso causa (ou já causou) algum tipo de confusão, se você tem apelido, qual, por que, etc. Moon Jimin & Lee Hyerim/TongRo

Eu e os meus Faça um relato da história de seus antepassados: qual é a origem deles, se vieram de outra cidade ou de outro país, por quais dificuldades passaram, que episódios marcantes viveram em suas vidas, em que trabalharam, quantos filhos tiveram, etc. O que eu mudaria no mundo, se pudesse Mostre um pouco mais de você mesmo(a), dando sua opinião: o que está errado no mundo em que vivemos? Se você pudesse, o que faria para mudar essa realidade?

Agora, quem vai escrever são os outros. E o assunto é você, claro!

Jótah

2. Eu, pelo olhar dos outros Peça a seus pais que escrevam um pequeno relato de como é a experiência de serem pais de uma pessoa como você. Se eles quiserem, poderão falar sobre a gravidez de sua mãe, de sua infância e até contar coisas que você ainda não sabe.

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Português: linguagens, 6o ano, p. 210 28/05/14 16:36

A língua em foco FLEXÃO DOS SUBSTANTIVOS E DOS ADJETIVOS: GÊNERO E NÚMERO CONSTRUINDO O CONCEITO Leia o poema:

Lavradores no rio Weichuan

Fine Art Images/Heritage Image/Grupo Keystone

O pôr do sol resplandece na aldeia. O gado chega, de volta pela trilha. O avô, de bengala, junto ao portão da vinha, perto dos espinheiros, espera pelo menino pastor. Os faisões chamam. O trigo flameja. Nas amoreiras nuas, dormem os bichos-da-seda. Com enxadas nos ombros os lavradores retornam. Alegres, reencontram-se, e jogam conversa fora. Atrás dessa vida tranquila, um dia aqui cheguei; e, suspirando, lhe digo: se tudo vai de mal a pior, venha e fique também. (Wang Wei. Poemas clássicos chineses. Tradução de Wang Wei. Porto Alegre: L&PM, 2012. p. 235.)

1. O poema descreve o final de um dia no campo. Qual substantivo indica esse momento? pôr do sol 2. No cenário descrito no poema, destacam-se seres dos reinos animal e vegetal em situações relacionadas a ações. Quais são os substantivos que designam esses seres?

reino animal: avô, lavradores, gado, faisões, bichos-da-seda; reino vegetal: trigo

3. O eu lírico também faz parte do cenário que descreve. Em que verso do poema isso fica evidenciado? um dia aqui cheguei (verso 18)

se dirige ao leitor, com a finalidade de convidá-lo para ir ao 4. A quem o eu lírico se dirige no poema? Com que finalidade? Ele lugar que descreve e ali permanecer.

5. Veja, no verso 9, o plural de faisão. A palavra portão, empregada no verso 6, é pluralizada da mesma maneira? E as palavras mão e pão?

O estudo da gramática aprofunda o trabalho de leitura e a reflexão sobre a língua, mantendo o espírito de inovação: o texto, objeto de ensino básico das aulas de língua, é abordado a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso.

A palavra portão é pluralizada da mesma maneira: portões. O mesmo não acontece com mão, cujo plural é mãos, e com pão, cujo plural é pães.

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Conheça aqui as obras da Editora Saraiva presentes na coleção Português: linguagens. São títulos de literatura infantojuvenil e informativos recomendados pelos autores William Cereja e Thereza Cochar.

6o ANO Página 57

coleção baú de histórias

Sonia Junqueira atual • 19 x 21 cm • 24 páginas

Lendas brasileiras, contos de encantamento de assombração e de advinhação em linguagem leve e bem-humorada. advinha, advinhão!

a lenda da gralha azul

a noite assombrada SONIA JUNQUEIRA

SONIA JUNQUEIRA

ADIVINHA, ADIVINHÃO!

muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de das populares, ou tradicionais, ou folclóricas: e assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me diziam que essas histórias eram de autores o tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de ação. E que eram muito, muito antigas... Várias anto que nunca as esqueci. E resolvi escolher s do meu baú de histórias pra contar pra você do s. Espero que, como eu, você também se deixe

A NOITE ASSOMBRADA

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas. Sonia Junqueira

Sonia Junqueira

Páginas 62 e 64

A noite assombrada conta a história de uma moça e sua velha mãe que, sem ter um teto para morar, resolvem ocupar a famigerada casa dos gemidos, onde coisas muito estranhas acontecem...

a história de um homem muito esperto, mas ganhar algum dinheiro com seu extraordiná-

Alguns títulos da coleção Os sete sapatos da princesa A vingança da caveira Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O negrinho do pastoreio

A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei O macaco e a boneca de cera Os sete sapatos da princesa A vingança da caveira

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O Negrinho do Pastoreio O causo do gato preto Princesa Dona Sapa

I S B N 978-85-7056-594-5

9

12a EDIÇÃO

04/11/13 10:34

a maravilhosa roupa do rei

788570 565945

15a EDIÇÃO

10a EDIÇÃO

Capa.indd 1

a serpente misteriosa

O cavalo encantado

9a EDIÇÃO

10a EDIÇÃO

12/1/14 12:14 PM

Minidicionário Soares Amora da Língua Portuguesa

saraiva • 11,5 x 15,5 cm • 1024 páginas 20a EDIÇÃO

Página 138

Poesia Futebol Clube e outros poemas

Paulo Netho

Formato • 15 x 26 cm • 48 páginas

SONIA JUNQUEIRA

A MARAVILHOSA ROUPA DO REI

va muito de ler e ouvir histórias. Qualquer tipo de madas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: u de assombração, ou de adivinhação, ou lendas velhos me diziam que essas histórias eram de urante muito tempo (até hoje, um pouco) foram geração para geração. E que eram muito, muito as me encantaram tanto que nunca as esqueci. s preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias to, com as minhas palavras. Espero que, como ntar por elas. Sonia Junqueira

i conta a história de dois tecelões trapaceiros monarca o tecido mais lindo do mundo, cuja rar-se invisível às pessoas pouco inteligentes.

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O Negrinho do Pastoreio Princesa Dona Sapa I S B N 978-85-7056-644-7

9

788570 566447

10a EDIÇÃO

11/6/14 12:50 PM

o espelho da princesa

o negrinho do pastoreio

SONIA JUNQUEIRA

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

Leila Rosa Canguçu

O Negrinho do Pastoreio conta a história de um menino escravo, numa fazenda do Rio Grande do Sul, que, depois de ser castigado por perder uma corrida de cavalos na qual seu senhor apostara muito dinheiro, acaba se transformando numa lenda de todo o pampa gaúcho.

Títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei

O negrinhO dO pastOreiO

Sonia Junqueira

Sonia Junqueira

O espelho da princesa conta a história de um rapaz pobre e solto no mundo que, com a ajuda de seus amigos animais, enfrenta o desafio de conquistar a mão de uma bela princesa.

Títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei Os sete sapatos da princesa

Os sete sapatos da princesa Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado

Página 147

Devezenquandário Quando papai foi pra guerra de leila rosa Ana França Suzuki canguçu atual • 15,2 x 22,4 cm • 64 páginas

SONIA JUNQUEIRA

o espelho da princesa

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

Página 147

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 128 páginas

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O Negrinho do Pastoreio Princesa Dona Sapa

ISBN 978-85-7056-587-7

9 788570 565877

11a EDIÇÃO Capa-Negrinho.indd 1

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10/28/14 12:04 PM

os sete sapatos da princesa

8a EDIÇÃO

princesa dona sapa

SONIA JUNQUEIRA

PRINCESA DONA SAPA

eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

Sonia Junqueira

Sonia Junqueira

Os sete sapatos da princesa conta a história de uma enigmática donzela que gasta sete pares de sapatos todas as noites, até o dia em que um aventureiro se dispõe a descobrir a origem desse misterioso encantamento...

Princesa Dona Sapa conta a história de uma sapinha muito esperta que se casa com um príncipe boboca e arma as maiores trapaças contra as suas cunhadas para cair nas graças do rei.

Alguns títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei Os sete sapatos da princesa

SONIA JUNQUEIRA

OS SETE SAPATOS Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de DA PRINCESA história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas:

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas – as preferidas –, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

9/12/14 5:02 PM

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado Princesa Dona Sapa

Títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei O Negrinho do Pastoreio

Princesa Dona Sapa Os sete sapatos da princesa Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado

I S B N 978-85-7056-643-0

9

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Legenda:

1/15/15 5:16 PM

Página 147

Quem, eu?

Senta que lá vem história

José Paulo Paes

788570 566430

11a EDIÇÃO

Página 147

5a EDIÇÃO

Também na versão digital.

17/10/12 10:51

atual • 15 x 21 cm • 88 páginas 5a EDIÇÃO

Flavio de Souza

atual • 15,5 x 23 cm • 136 páginas


Página 229

Página 181

Página 213

Viva a poesia viva

Júlio Emílio Braz

Ulisses Tavares saraiva • 13,8 x 20,8 cm 80 páginas • 9a EDIÇÃO

Saguairu

atual • 13,8 x 20,8 cm 72 páginas

O diário (nem sempre) secreto de Pedro

Telma Guimarães Castro Andrade Formato • 15,2 x 22,4 cm 80 páginas • 25a EDIÇÃO

Página 275

Página 275

A árvore de tamoromu

Onde o céu acontece

Ana Luísa Lacombe

Sônia Barros

Formato • 18 x 27,5 cm • 24 páginas

atual • 15,2 x 22,4 cm 72 páginas

7o ANO

Página 22

Heróis, deuses e monstros da mitologia grega

Página 77

Páginas 77, 89 e 224

Páginas 77 e 153

Amor adolescente

Cantigas de adolescer

Ulisses Tavares

Elias José

Elias José

atual • 15,5 x 23 cm • 64 páginas 5a EDIÇÃO

atual • 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 20a EDIÇÃO

Página 97

Página 145

Página 145

Poesia Futebol Clube e outros poemas

Uma história só pra mim

Moacyr Scliar

Paulo Netho

atual • 15,2 x 22,4 cm • 64 páginas 16a EDIÇÃO

Bernard Evslin

benvirá • 16 x 23 cm • 232 páginas

Formato • 15 x 26 cm • 48 páginas

Página 211

Memórias malassombradas de um fantasma canhoto

Luiz Antonio Aguiar

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas

Página 271

A arte da animação

Rachel Coelho Formato • 22 x 29 cm • 48 páginas 3a EDIÇÃO

Perseguição

Tânia Alexandre Martinelli

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 104 páginas

Viva a poesia viva

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 9a EDIÇÃO

Página 178

Diário do outro

Ronald Claver

atual • 15,2 x 22,4 cm • 104 páginas 15a EDIÇÃO

Página 211

A múmia que dançava rock´n´roll e outras histórias

Luiz Antonio Aguiar

Formato • 15,5 x 18,5 cm • 84 páginas 3a EDIÇÃO

37


8o ANO

Página 47

Pela estrada aFora

Leo Cunha

atual • 18 x 23 cm • 32 páginas 17a EDIÇÃO

Página 86, 87, 109 e 248

Página 87

Página 87

Página 153

Cantigas de adolescer

Amor adolescente

Primeiras lições de amor

Cidade maravilhosa

Elias José

Elias José

atual • 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 20a EDIÇÃO

atual • 15,5 x 23 cm • 64 páginas 5a EDIÇÃO

Elias José

Ivan Jaf

atual • 15,2 x 22,4 cm • 112 páginas

Formato • 13 x 21,5 cm • 88 páginas 12a EDIÇÃO

Página 153

Página 215

Páginas 215 e 260

Página 280

O bonequeiro de sucata

Jane Tutikian

A cor do azul

Nó na garganta

Almanaque da bola

Eliana Martins

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 72 páginas

atual • 15,2 x 22,4 cm • 104 páginas 22a EDIÇÃO

Mirna Pinsky

Alcy e José Santos

atual • 15,2 x 22,4 cm • 88 páginas 53a EDIÇÃO

Formato • 20 x 26 cm • 40 páginas

9o ANO

Página 11

a face oculta — uma história de bullying e CYBERBULLYING Maria Tereza Maldonado

Página 11

Página 11

Página 27

Página 271

Só entre nós — Abelardo e Heloísa

Liberdade virtual

Cantigas de adolescer

três terrores

Júlio Emílio Braz e Janaina Vieira

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas 12a EDIÇÃO

Saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas

38

Legenda:

Também na versão digital.

Sylvio Gonçalves

Elias José

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 5a EDIÇÃO

atual • 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 20a EDIÇÃO

Bram Stoker, Robert L. Stevenson e Leo Cunha atual • 15,2 x 22,4 cm • 120 páginas


Página 73

Amor adolescente

Página 73

Página 73

Páginas 73 e137

Contos de amor novo

De Paris, com amor

Enquanto meu amor não vem

Elias José

Edson Gabriel Garcia

Lino de Albergaria

Isabel Vieira e outros

atual • 15,5 x 23 cm • 64 páginas 5a EDIÇÃO

atual • 13,8 x 20,8 cm • 72 páginas 13a EDIÇÃO

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 88 páginas

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas 2a EDIÇÃO

Página 73

Página 137

Página 137

Três amores

O artista na ponte num dia de chuva e neblina

Página 137

Manual de sobrevivência familiar

Roseana Murray e Suzana Vargas

William Shakespeare, Emily Brontë e Marcia Kupstas atual • 15,2 x 22,4 cm • 128 páginas 2a EDIÇÃO

Stella Maris Rezende saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas 2a EDIÇÃO

Ivan Jaf

atual • 15,2 x 22,4 cm • 112 páginas 11a EDIÇÃO

Porta a porta

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 3a EDIÇÃO

Página 155

Páginas 214 e 215

Página 215

O navio negreiro e outros poemas

Viva a poesia viva

Ulisses Tavares

Melhores dias virão

Castro Alves

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 200 páginas

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 9a EDIÇÃO

Giselda Laporta Nicolelis

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 5a EDIÇÃO

39


PORTUGUÊS: LINGUAGENS - ENSINO FUNDAMENTAL II

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 6o ANO UNIDADE 1

NO MUNDO DA FANTASIA

7o ANO UNIDADE 1

HERÓIS

CAPÍTULO 1: Era uma vez

CAPÍTULO 2: Pato aqui, pato acolá

o equilíbrio cósmico

CAPÍTULO 3: O dia da verdade

CAPÍTULO 2: O herói problemático

INTERVALO:

CAPÍTULO 3: É fácil ser super!

INTERVALO:

PROJETO: Histórias de hoje e sempre

CAPÍTULO 1: A preservação da vida e

PROJETO: Heróis de todos os tempos

UNIDADE 2

CRIANÇAS

CAPÍTULO 1: O fazendeiro da cidade

UNIDADE 2

CAPÍTULO 2: Entre irmãos

CAPÍTULO 3: Uma questão de valor

a realidade

INTERVALO:

CAPÍTULO 2: Palavra: abrir janelas

CAPÍTULO 3: As palavras e suas histórias

INTERVALO:

PROJETO: Quadrinhos: eu também faço!

UNIDADE 3 DESCOBRINDO QUEM SOU EU

VIAGEM PELA PALAVRA

CAPÍTULO 1: Palavra: entre a ficção e

PROJETO: Viva a poesia viva!

CAPÍTULO 1: No frescor da inocência

UNIDADE 3

CAPÍTULO 2: O preço de pensar diferente

CAPÍTULO 1: Revelação

CAPÍTULO 3: O encantador de melros

CAPÍTULO 2: A outra face

INTERVALO:

CAPÍTULO 3: A covardia do cyberbullying

INTERVALO:

PROJETO: Eu também faço história

EU E OS OUTROS

PROJETO: Seja solidário, seja voluntário!

UNIDADE 4

VERDE, ADORO VER-TE

CAPÍTULO 1: Asas da liberdade?

CAPÍTULO 2: A natureza pede socorro

UNIDADE 4 AVENTURA

CAPÍTULO 3: O ser-coisa

CAPÍTULO 1: Aventura no mar

INTERVALO:

CAPÍTULO 2: O continente perdido

CAPÍTULO 3: A aventura da criação

INTERVALO:

PROJETO: Se é meio ambiente, estou no meio

MEDO, TERROR E

PROJETO: Aventura em cena

40


8o ANO UNIDADE 1 HUMOR: ENTRE O RISO E A CRÍTICA

9o ANO UNIDADE 1

CAIA NA REDE!

CAPÍTULO 1: Posto... Logo, existo!

CAPÍTULO 1: Infância perdida

CAPÍTULO 2: Eu: entre o real e o ideal

CAPÍTULO 2: O humor vai à mesa

CAPÍTULO 3: Tecnologia: heroína ou vilã

CAPÍTULO 3: Humor: a arte de pensar rindo

INTERVALO:

INTERVALO:

PROJETO: Jovem: o que você quer?

PROJETO: Fazendo cena

UNIDADE 2 UNIDADE 2

ADOLESCER

AMOR

CAPÍTULO 1: O primeiro amor

CAPÍTULO 1: Na porta da vida

CAPÍTULO 2: O verdadeiro presente

CAPÍTULO 2: É difícil crescer

CAPÍTULO 3: Ritos de amor

CAPÍTULO 3: A pérola da solidão

INTERVALO:

INTERVALO:

PROJETO: Quem conta um conto aumenta

PROJETO: Retratos do cotidiano

um ponto

UNIDADE 3

UNIDADE 3

CONSUMO

SER JOVEM

CAPÍTULO 1: O inútil necessário

CAPÍTULO 1: O brilho do consumo

CAPÍTULO 2: Templos de consumo

CAPÍTULO 2: A primeira vez

CAPÍTULO 3: Compro, logo existo!

CAPÍTULO 3: De frente para a vida

INTERVALO:

INTERVALO:

PROJETO: Consumo adolescente

PROJETO: Jovem: cadê sua opinião?

UNIDADE 4

UNIDADE 4

SER DIFERENTE

NOSSO TEMPO

CAPÍTULO 1: Alto risco

CAPÍTULO 1: “Mais louco é quem me diz...”

CAPÍTULO 2: Preconceito invisível?

CAPÍTULO 2: Quando estiver com pressa,

CAPÍTULO 3: Racismo? Estou fora!

vá devagar

INTERVALO:

CAPÍTULO 3: Ciranda da indiferença

INTERVALO:

PROJETO: Viver com saúde!

PROJETO: No nosso tempo

41


texto, reflexÃo e uso

flexÃo e uso

quarta edição, completamen­ nfoque inovador que caracte­

mais recentes contribuições da

volume úniCo

gramática descritiva, a obra

e a língua e desenvolvimento

agem direta e acessível, a obra

e as situações cotidianas de mo o jornal, os quadrinhos, os s letras de música, os textos

volume úniCo

William roberto Cereja thereza CoChar magalhÃes

William roberto Cereja thereza CoChar magalhÃes

a mais atraente, dinâmico e

texto, reflexÃo e uso

clássicos, são abordados con­ o, intencionalidade discursiva, malidade e informalidade no

13/09/12 11:06

Gramática: texto, reflexão e uso Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Diferenciais da coleção: Trabalho com grande diversidade de textos. Abordagem contextualizada e moderna, com uma perspectiva enunciativa da linguagem. Estudo da língua voltado para o texto e o discurso. A obra propõe uma reflexão crítica sobre a rigidez da norma-padrão em algumas situações. 42


ENSINO FUNDAMENTAL II

Apresenta grande número de exercícios contextualizados e desafiadores, que estimulam o uso das habilidades adquiridas.

5. Para escrever o poema, Patativa do Assaré utilizou a variedade linguística falada pelos sertanejos cearenses. Releia o poema em voz alta, mas adaptando a linguagem à norma-padrão.

Resposta pessoal. Professor: As duas formas são válidas do ponto de vista poético; contudo,

a) Qual das formas é mais expressiva? como forma de combater o preconceito linguístico, é importante que o aluno perceba que também é possível fazer poesia em uma variedade diferente da norma-padrão. b) Considerando o perfil do eu lírico e sua relação com o sertão, responda: Que uso da língua é mais adequado nesse poema: a norma-padrão ou a variedade que foi empregada pelo poeta? Por quê? Resposta pessoal. Sugestão: Como o eu lírico é um sertanejo que fala de sua terra e se sente integrado a ela, fica mais natural e autêntica como forma de expressão a variedade linguística usada pelos sertanejos da região.

Semântica e discurso

Lisboa: aventuras tomei um expresso subi num bonde pedi cafezinho quis comprar meias fui dar à descarga gritei “ó cara!”

Look/Getty Images

O estudo da gramática é inovador: toma o texto como objeto de ensino, abordando-o por meio da Linguística e da Teoria do Discurso.

Os conquistadores chegaram ao Brasil há mais de quinhentos anos e trouxeram consigo a língua falada em Portugal, o português. Desde então, a língua sofreu muitas variações nos dois países. Veja como o poeta José Paulo Paes sentiu essas diferenças ao visitar Lisboa:

cheguei de foguete desci de um elétrico serviram-me uma bica só vendiam peúgas disparei um autoclisma responderam-me “ó pá!” positivamente

as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá (Os melhores poemas de José Paulo Paes. 5. ed. São Paulo: Global, 2003. p. 166.)

Rua de Lisboa, tendo ao fundo, no alto, o Castelo de São Jorge iluminado.

expresso: trem que vai do ponto de origem ao seu destino sem fazer paradas ou parando muito pouco. gorjear: ação de cantar ou chilrear própria das aves canoras.

1. O poema contrapõe algumas palavras e expressões utilizadas no Brasil e as formas correspondentes a (trem) — foguete; bonde — elétrico; cafezinho — bica; elas em Portugal. expresso meias — peúgas; descarga — autoclisma; “ó cara” — “ó pá” Relacione as formas brasileiras e as formas lusitanas correspondentes.

2. No último verso, o poema de José Paulo Paes estabelece uma relação intertextual com o poema “Canção do exílio”, escrito em 1843 pelo poeta brasileiro Gonçalves Dias, quando ele se encontrava em Portugal, cursando a universidade. Leia, a seguir, alguns versos desse poema.

44

UNIDADE 1 • LÍNGUA E LINGUAGEM

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Gramática: texto, reflexão e uso, vol. único, p. 44 11/09/12 10:25

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GRAMÁTICA: TEXTO, REFLEXÃO E USO

Semântica e discurso Gaturro Nik, c. Nik/Dist. by Universal Uclick

Você conhece Gaturro, personagem criada pelo cartunista argentino Nik? Ele é um gato que vive apaixonado pela gatinha Ágatha, mas não é correspondido, pois ela não quer saber dele. Veja o cartum ao lado, no qual aparecem ele e Ágatha.

1. Que tipos de linguagem são utilizados no cartum?

Linguagem verbal e linguagem não verbal.

2. Gaturro e Ágatha estão no telhado de uma casa. Acima deles, há um coração.

a) Observe que a figura situada dentro do coração lembra um mostrador de tanque de combustível de veículos. Que combustível é esse? Justifique sua resposta. b) Pela posição do ponteiro, o que é possível deduzir: O tanque do veículo está vazio ou cheio? Por quê?

Trabalho com gramática descritiva, de uso e reflexiva.

Está vazio, pois E (de empty, em inglês) significa “vazio” e F (de

full, em inglês) significa “cheio”.

2. a) É o amor, pois abaixo do ponteiro está escrito love e level, ou seja, “amor” e “nível”, em português. (Gaturro a lo grande. Buenos Aires: Catapulta, 2009. p. 48.)

3. Observe a fala de Gaturro e associe-a ao coração e ao mostrador. a) O que representa a primavera para os animais? A época de acasalamento. b) Quando entrega a chave e diz “Cheio, por favor”, que intenção Gaturro revela ter?

A intenção de, nessa primavera, namorar muito.

Duda Oliveira/Leo Burnett

Leia o anúncio publicitário a seguir e responda às questões de 4 a 8.

16

U N I DADE 1 • L Í N GU A E L I N GU AGEM

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Gramática: texto, reflexão e uso, vol. único, p. 16 11/09/12 10:14

1. c) O homem à frente da multidão tem um papel na mão, no qual provavelmente está escrito um discurso, que está sendo lido; além disso, ele está diante de um microfone. Logo, o homem está se dirigindo ao público por meio da linguagem verbal.

As linguagens verbal e não verbal

na construção do texto

Joaquín Salvador Lavado (Quino)

Observe o cartum abaixo, de Quino.

3. b) No discurso, o homem pode estar propondo algo diferente de tudo o que as pessoas conhecem e fazem, talvez uma nova forma de viver ou de organizar a cidade.

Trabalho com grande diversidade de textos: poemas, letras de música, quadrinhos, cartuns e anúncios publicitários.

(Quino. Esto no es todo. Buenos Aires: Ediciones de la Flor, 2004. p. 321.)

1. O cartum retrata uma situação em que pessoas interagem pela linguagem. a) Quem são os interlocutores envolvidos nessa interação? Um homem que fala e uma multidão de ouvintes. b) Que tipo de linguagem é utilizada na interação entre as personagens? A linguagem verbal. c) Justifique a resposta que você deu no item anterior.

2. Observe o lugar retratado no cartum.

constituído de cubos, representando prédios, todos de mesmo tamanho e dispostos de modo a) Como ele é constituído? Éregular. Resposta pessoal. Sugestão: Transmite a sensação b) Que sensação a imagem apresentada no cartum transmite? de monotonia, repetição, mesmice, já que no lugar retratado tudo é igual.

3. No centro do cartum, atrás da pessoa que fala, há uma esfera. Deduza:

a) O que a esfera representa, nessa situação? Representa algo novo, diferente de tudo o que é conhecido ali. b) Que relação pode haver entre a esfera e o conteúdo do discurso que o homem está fazendo? c) Você acha que as pessoas estão interessadas no que o homem diz? Por quê? Sim, pois muitas pessoas

estão à volta do homem, ouvindo, e outras estão se juntando ao grupo. Elas devem estar interessadas por causa da novidade das ideias.

4. Considerando agora o cartum de Quino como um todo, responda:

linguagem não verbal, isto é, do a) De que tipo de linguagem o autor se serviu para construir seu texto? De desenho. b) Nesse caso, quem são os interlocutores (locutor e locutário)? O locutor é Quino, e o locutário são os leitores. Veicula uma crítica ou uma ironia quanto ao modo de viver da c) Que tipo de crítica ou de ironia o cartum veicula? sociedade, na qual todos pensam e agem de modo igual.

CAPÍTULO 1 • L i n g u a g e m: a ç ã o e i n t e r a ç ã o

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ENSINO FUNDAMENTAL II

2. A tira brinca com as diferenças de ideias entre as gerações. Analise a fala do filho de Wood: a) Geralmente, quem produz esse tipo de discurso: os pais ou os filhos? Os pais. b) Logo, o discurso do garoto aproxima-se do discurso do pai ou do discurso do avô? Por quê?

O estudo da gramática contribui para que o aluno compreenda e produza textos orais e escritos.

corretamente: x

x

a) linguagem descontraída, informal b) linguagem formal c) linguagem de acordo com a norma-padrão d) linguagem com emprego de gírias

4. Na linguagem de Wood há uma palavra que fazia parte da gíria empregada pelos jovens brasileiros nas décadas de 1960 e 1970.

a) Identifique essa palavra e explique o que ela significa. É a palavra bicho, que é uma forma de se dirigir ao interlocutor, assim como rapaz, cara, etc. b) Na linguagem que você usa com seus amigos, há uma palavra da gíria empregada com a mesma função? Resposta pessoal. Leia a seguinte receita, publicada em uma revista portuguesa, e responda às questões de 5 a 7.

Rebentos de soja com frutos frescos • • • • •

1 embalagem de rebentos de soja 3 tangerinas 2 fatias de ananás fresco cebolinho fresco 1 pedaço de gengibre fresco

Rita Barreto

Leitura e reflexão gramatical integradas para facilitar o aprendizado.

Do discurso

Molho • 2 c. (sopa) de molho de soja • 1 c. (sopa) de sumo de limão • 2 c. (sopa) de azeite • sal e pimenta Lave os rebentos de soja sob água corrente, num passador. Descasque as tangerinas e limpe os gomos dos filamentos brancos. Corte o ananás aos pedacinhos. Deite numa saladeira os rebentos, os gomos de tangerina e o ananás. Junte cebolinho picado e o gengibre ralado. Deite numa tigela o molho de soja, o sumo de limão, o azeite e sal e pimenta. Bata tudo com varas de arame até obter um molho cremoso. Deite-o na saladeira e envolva. Tape o recipiente com película aderente e guarde no frigorífico até servir. (Caras, nº 836, Portugal.)

Professor: Em algumas cidades brasileiras também se usa a palavra ananás como equivalente de abacaxi.

5. Entre o português brasileiro e o português lusitano, existem diferenças linguísticas nas situações mais comuns. Identifique na receita palavras que fogem ao uso do português brasileiro. Depois, troque ideias com os colegas para descobrir o sentido delas. rebentos: brotos (no caso, de feijão de soja); ananás: abacaxi; sumo: suco, caldo

6. Faça oralmente, com a classe e o professor, este exercício: releiam a parte da receita que explica como preparar o prato, substituindo as palavras que são próprias do português lusitano por outras mais usadas no português do Brasil. Adaptem o que for neSugestão: Lave os brotos de soja ... num escorredor. Corte o abacaxi cessário. ... Junte cebolinha ... Ponha numa tigela ... o suco de limão ... Bata

iStockphoto/Thinkstock/Getty Images

Exercícios dinâmicos e diversificados que estimulam o domínio do texto, da semântica e do discurso.

do avô, já que provavelmente era o que Wood ouvia do pai quando jovem.

3. Observe a linguagem com que filho e pai se comunicam e marque os itens em que ela é caracterizada

tudo com um batedor de claras ... guarde na geladeira ...

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CAPÍ T U L O 3 • As v a r i e d a d e s d e u ma l í n g u a p l u r a l

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Estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação, aproximando o estudo da realidade do estudante. Canção do exílio

Intertextualidade

Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.

Dizemos que há intertextualidade ou relação intertextual entre dois textos quando um cita o outro. No poema de José Paulo Paes, a intertextualidade ocorre no último verso, que é um reaproveitamento de dois versos da “Canção do exílio”.

Levando em conta a intertextualidade existente entre os dois textos:

Na seção Contraponto, a obra abre espaço para o estudo dos diferentes pontos de vista de renomados estudiosos da língua, permitindo ao aluno refletir criticamente sobre a norma prescrita pela gramática.

pessoal. Sugestão: O título pode sugerir as aventuras a) explique o título do poema de José Paulo Paes; Resposta e descobertas do poeta na língua lusitana. b) interprete os dois últimos versos desse poema. A citação dos versos de Gonçalves Dias (para quem as aves em Portugal cantam diferentemente das do Brasil) reforça a ideia de que há muitas diferenças entre Portugal e Brasil, inclusive no uso da língua portuguesa.

O Brasil exporta novelas e língua portuguesa As telenovelas brasileiras são muito apreciadas em Portugal e Angola, país africano de língua portuguesa. Só a Rede Globo chega a exportar para Portugal cerca de 3 700 horas de programação ao ano. Transmitidas diretamente, sem dublagem, nossas telenovelas vêm influenciando os costumes e a língua desses países. Depois da transmissão da novela O clone, por exemplo, as academias portuguesas de ginástica passaram a oferecer aulas de dança do ventre, as revistas femininas divulgaram a maquiagem das mulheres

da novela e houve aumento na procura de viagens para o Marrocos. Em Angola, o maior mercado popular se chama Roque Santeiro, por influência da novela brasileira de mesmo nome. Por extensão, várias palavras e expressões que antes eram de uso exclusivo dos falantes brasileiros agora são faladas normalmente no português angolano e lusitano, como “estar numa boa”, “estar numa naice”, “show de bola”, “oi”, “tirar do sério”, “legal”, “palestinos” (em vez de “palestinianos”), “estou indo” (em vez de “estou a ir”).

CONTRAPONTO No Brasil, algumas pessoas e grupos sociais que dominam a norma-padrão da língua consideram todas as outras variedades linguísticas como formas impuras e corrompidas de nosso idioma. Veja, por exemplo, o ponto de vista de Arnaldo Niskier, presidente da Academia Brasileira de Letras: [...] pode-se registrar o fato, facilmente comprovável, de que nunca se escreveu e falou tão mal o idioma de Ruy Barbosa. [...] A classe dita culta mostra-se displicente em relação à língua nacional, e a indigência vocabular tomou conta da juventude e dos não tão jovens assim, quase como se aqueles se orgulhassem de sua própria ignorância e estes quisessem voltar atrás no tempo. (Folha de S. Paulo, 15/1/1998.)

Esse ponto de vista, contudo, não coincide com o de alguns linguistas e estudiosos. Um deles é Luiz Carlos Travaglia, que afirma: [...] não há Português certo e errado: todas as variedades são igualmente eficazes em termos comunicacionais nas situações em que são de uso esperado e apropriado. O que há na verdade são modalidades de prestígio e modalidades desprestigiadas em função do grupo social que as utiliza. (Gramática e interação – Uma proposta para o ensino de gramática no 1o. e 2o. graus. São Paulo: Cortez, 1996. p. 63.)

E você, o que pensa disso? Na sua opinião, somente a norma-padrão é que deve ser prestigiada? Por quê? Troque ideias com os colegas.

CAPÍ T U L O 3 • As v a r i e d a d e s d e u ma l í n g u a p l u r a l

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GRAMÁTICA: TEXTO, REFLEXÃO E USO ENSINO FUNDAMENTAL II

SUMÁRIO DA OBRA UNIDADE 1

CAPÍTULO 1: Linguagem: ação e interação

CAPÍTULO 2: Da língua ao texto, do texto ao discurso

CAPÍTULO 3: As variedades de uma língua plural

UNIDADE 2

Fonologia

CAPÍTULO 4: Fonema e letra

CAPÍTULO 5: A expressão escrita (I): ortografia – divisão silábica

CAPÍTULO 6: A expressão escrita (II): acentuação e emprego do hífen

UNIDADE 3

46

Língua e linguagem

Morfologia

CAPÍTULO 7: Estrutura e formação de palavras

CAPÍTULO 8: O substantivo

CAPÍTULO 9: O adjetivo

CAPÍTULO 10: Flexão dos substantivos e dos adjetivos

CAPÍTULO 11: O artigo

CAPÍTULO 12: O numeral

CAPÍTULO 13: O pronome (I)

CAPÍTULO 14: O pronome (II)

CAPÍTULO 15: O verbo (I)

CAPÍTULO 16: O verbo (II)

CAPÍTULO 17: O advérbio

CAPÍTULO 18: A preposição

CAPÍTULO 19: A conjunção

CAPÍTULO 20: A interjeição


UNIDADE 4

Sintaxe

CAPÍTULO 21: Morfossintaxe: a seleção e a combinação das palavras

CAPÍTULO 22: A predicação: transitividade verbal

CAPÍTULO 23: Predicativo do sujeito – Predicativo do objeto

CAPÍTULO 24: Tipos de sujeito – Vozes do verbo – O agente da passiva

CAPÍTULO 25: Tipos de predicado

CAPÍTULO 26: O adjunto adnominal

CAPÍTULO 27: O complemento nominal

CAPÍTULO 28: O adjunto adverbial

CAPÍTULO 29: Aposto e vocativo

CAPÍTULO 30: Período simples e período composto

CAPÍTULO 31: Orações subordinadas substantivas

CAPÍTULO 32: Orações subordinadas adjetivas

CAPÍTULO 33: Orações subordinadas adverbiais

CAPÍTULO 34: Período composto por coordenação – As orações coordenadas

CAPÍTULO 35: Pontuação

CAPÍTULO 36: Figuras de sintaxe

CAPÍTULO 37: Concordância nominal e concordância verbal

CAPÍTULO 38: Sintaxe de regência: regência nominal e verbal – A crase

CAPÍTULO 39: Colocação – Colocação pronominal

UNIDADE 5

Semântica e estilística

CAPÍTULO 40: A palavra e seu significado

CAPÍTULO 41: Figuras de linguagem

CAPÍTULO 42: Versificação

Apêndice

CAPÍTULO 43: Alguns problemas notacionais da língua

CAPÍTULO 44: Tabelas

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William Roberto Cereja • Thereza Cochar Magalhães

Reflexiva

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

ática

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William Roberto Cereja • Thereza Cochar Magalhães

senciais: Construindo o conceito, A categoSemântica e discurso. Em cada uma delas, uístico-textuais, que cumprem finalidades ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio ruturante de um texto, ora observar a sua sivas. a inclusão de conceitos novos, como enun, interlocução, intencionalidade discursiva, rmalidade e informalidade no discurso, etc. a que o aluno domine a norma-padrão, a crítica ao ensino tradicional de gramática na abordagem dos conteúdos, a obra abre iscussão crítica sobre a rigidez da gramática portuguesa de uso em nosso país. uma linguagem direta e acessível, a obra ais e as situações cotidianas de comunicaas anedotas, os anúncios publicitários, as ornando o estudo da língua mais atraente,

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática

Reflexiva

º 6 ano

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática Reflexiva

dição, completamente reformulada e atur que caracterizou as edições anteriores e da Linguística e da Análise do discurso. gramática descritiva, a obra procura aborre a língua e desenvolvimento da compe-

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática Reflexiva

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Gramática reflexiva

Gramática

Reflexiva

Gramática reflexiva chega à sua terceira edição, completamente reformulada e atualizada. Esta edição mantém o enfoque inovador que caracterizou as edições anteriores e incorpora muitas das mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do discurso. Sem abandonar os conteúdos consagrados da gramática descritiva, a obra procura abordá-los por uma perspectiva que une reflexão sobre a língua e desenvolvimento da competência leitora do estudante. Os capítulos são organizados em três partes essenciais: Construindo o conceito, A categoria gramatical estudada na construção do texto e Semântica e discurso. Em cada uma delas, o texto é o ponto de partida para os estudos linguístico-textuais, que cumprem finalidades diferentes: ora construir um conceito gramatical, ora aprofundá-lo e sedimentá-lo por meio de exercícios, ora examiná-lo como elemento estruturante de um texto, ora observar a sua riqueza semântica em diferentes situações discursivas. Com essa perspectiva, torna-se indispensável a inclusão de conceitos novos, como enunciado, discurso, situação de produção do discurso, interlocução, intencionalidade discursiva, coerência, coesão, variação linguística, graus de formalidade e informalidade no discurso, etc. Sem abrir mão de conteúdos essenciais para que o aluno domine a norma-padrão, Gramática reflexiva coloca-se numa perspectiva crítica ao ensino tradicional de gramática normativa. Assim, além da diferença no enfoque e na abordagem dos conteúdos, a obra abre espaço na seção Contraponto para a reflexão e a discussão crítica sobre a rigidez da gramática normativa e suas contradições em relação à língua portuguesa de uso em nosso país. Com um projeto gráfico jovem e moderno e uma linguagem direta e acessível, a obra estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação — como o jornal, os quadrinhos, os cartuns, as anedotas, os anúncios publicitários, as letras de música, os textos instrucionais, etc. —, tornando o estudo da língua mais atraente, dinâmico e enriquecedor.

Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães

William Roberto Cereja • Thereza Cochar Magalhães

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William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

Gramática Reflexiva

COLEÇÃO

GR8-Capa Professor.indd 3

Gramática

Reflexiva 9º

ano

ano

Diferenciais da coleção:

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Promove a leitura e a reflexão gramatical de maneira integrada para facilitar o aprendizado. Desenvolve a reflexão sobre a língua e a competência leitora do estudante.

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Conheça os recursos digitais da coleção:

LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para o professor.

E-book para

aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais. Plataforma de aprendizagem: Acompanhamento do desempenho escolar com aferição digital de resultados dos alunos e da classe.

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GRAMÁTICA REFLEXIVA

c)

Andrea Ebert

Giralua Gira lua meia-noite passa lua meio-dia lua louca pela rua meia lua rua lua passa rua passam dias meio lua meia lua passa noite ao meio dia

Trabalho com grande diversidade de textos: poemas, letras de música, quadrinhos, cartuns e anúncios publicitários.

(Sérgio Capparelli. 111 poemas para crianças. Porto Alegre: L&PM, 2003. p. 100.)

linguagem verbal

As linguagens verbal e não verbal na construção do texto Joaquín Salvador Lavado (Quino)

Observe o cartum ao lado, de Quino. 1. O cartum retrata uma situação em que pessoas interagem pela linguagem. a) Quem são os interlocutores envolvidos nessa interação? Um homem que fala e uma multidão de ouvintes.

b) Que tipo de linguagem é utilizada na interação entre as personagens? A linguagem verbal.

c) Justifique a resposta que você deu no item anterior. O homem à frente da multidão tem um papel na mão, no qual provavelmente está escrito um discurso, que está sendo lido; além disso, ele está diante de um microfone. Logo, o homem está se dirigindo ao público por meio da linguagem verbal.

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(Quino. Esto no es todo. Buenos Aires: Ediciones de la Flor, 2004. p. 321.)

CAPÍTULO 1

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Gramática Reflexiva, 6o ano, p. 12 13/06/12 16:20

Semântica e discurso Leia o poema a seguir, de Ferreira Gullar, e responda às questões de 1 a 5.

Dois e dois: quatro

Incorpora as mais recentes contribuições da Linguística e da Análise do Discurso.

— sei que dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena mesmo que o pão seja caro e a liberdade, pequena. Marcos Guilherme

Como dois e dois são quatro Sei que a vida vale a pena Embora o pão seja caro E a liberdade pequena Como teus olhos são claros E a tua pele, morena como é azul o oceano E a lagoa, serena como um tempo de alegria por trás do terror me acena e a noite carrega o dia no seu colo de açucena (Ferreira Gullar. Poemas escolhidos. Rio de Janeiro: Ediouro. Col. Prestígio.)

1. O eu lírico do poema manifesta seu sentimento em relação à vida e ao tempo em que vive. a) Como ele se sente em relação à vida? Ele se sente otimista, apesar de tudo.

b) Como o mundo se mostra a ele? Justifique sua resposta com expressões do texto. O mundo se mostra opressor, negativo, conforme demonstra o emprego de expressões como “pão caro”, “liberdade pequena”, “terror”, “noite”. Professor: Aproveite para dizer que boa parte da obra do poeta foi produzida durante o regime militar. Portanto, as metáforas do poema estão relacionadas com um tempo de censura e opressão.

2. Observe a primeira estrofe do poema. a) Que palavra constitui a oração principal desse período? Sei

b) As conjunções como e embora introduzem, cada uma, uma oração subordinada adverbial. Qual é o valor semântico de cada conjunção? Associe: • como

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• embora

consecutiva concessiva

CAPÍTULO 10

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causal comparativa conformativa

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ENSINO FUNDAMENTAL II

A variação linguística na construção do texto Você já ouviu falar em Patativa do Assaré? Esse é o nome artístico do poeta Antônio Gonçalves da Silva (1909-2002), nascido em Assaré, Ceará. A fim de evitar estranhamento ou eventual comportamento preconceituoso dos Leia um de seus poemas: Professor: alunos em relação à língua, sugerimos que você faça uma leitura expressiva do poema, procurando destacar a sonoridade e a beleza das imagens que ele apresenta.

Sertão

[...] Sertão, minha terra amada De bom e sadio crima Que me deu de mão bejada Um mundo cheio de rima O teu só é tão ardente Que treme a vista da gente Nas parede de rebôco Mas tem milagre e virtude Que dá corage, saúde E alegria aos teus cabôco.

[...] Porém, se ele é um portento de riso, graça e primor Tem também seu sofrimento Sua mágoa e sua dor Esta gleba hospitaleira Onde a fada feiticeira Depositou seu condão É também um grande abismo Do triste analfabetismo Por falta de proteção. [...] No rompê de tua orora meu sertão do Ciará, quando escuto as voz sonora

do sodoso sabiá do canaro e do campina sinto das graça divina o seu imenso pudê e com munta razão vejo que a gente sê sertanejo é um dos maió prazê. [...] Tu é belo e é importante tudo teu é naturá ingualmente o diamante ante de argúem lapidá.

3

(Digo e não peço segredo. Organização de Tadeu Feitosa. São Paulo: Escrituras, 2002. p. 21-5.)

João Prudente/Pulsar Imagens

Estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação.

Sertão, arguém te cantô, Eu sempre tenho cantado E ainda cantando tô, Pruquê, meu torrão amado Munto te prezo, te quero E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá. A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá.

[...] Desta gente eu vivo perto Sou sertanejo da gema. O sertão é o livro aberto Onde lemos o poema Da mais rica inspiração Vivo dentro do sertão E o sertão dentro de mim Adoro as suas belezas Que valem mais que as riquezas Dos reinados de Aladim.

condão: magia, poder. gleba: porção de terra não urbanizada. portento: maravilha, prodígio, milagre. torrão: pedaço de terra, lugar de origem, pátria.

AS VARI EDADES DE UMA LÍ NGUA PLURAL

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Leitura e reflexão gramatical integradas para facilitar o aprendizado.

Semântica e discurso

Claus Stellfeld/Almap BBDO

Leia o anúncio publicitário a seguir e responda às questões de 1 a 3.

Exercícios dinâmicos e diversificados, que estimulam o domínio do texto, da semântica e do discurso.

2

(26º Anuário do Clube de Criação de São Paulo, p. 199.)

1. No canto esquerdo superior do anúncio, há um texto verbal conhecido como anúncio classificado, ou seja, um texto que oferece, de modo resumido, um produto ou um serviço. Considerando apenas o conteúdo do anúncio classificado, responda: Ele atrai a atenção do leitor interessado em adquirir um carro? Por quê? Sim, pois são muito positivos os comentários a respeito do carro.

2. No anúncio, o texto contrapõe-se à foto do carro que está sendo oferecido. a) Você diria que a foto é mentirosa em relação ao texto verbal? Por quê? Não, pois de fato o carro parece nunca ter ido ao mecânico.

b) Apesar disso, o sentido do anúncio classificado se altera quando ocorre a contraposição entre ele e a foto do carro? Por quê? Sim, pois, apesar de o carro ser todo “original”, ele não foi bem conservado.

3. O anúncio foi criado por uma escola de arte que oferece vários tipos de curso, entre eles cursos de desenho, desenho de moda, design gráfico, design de joias, fotografia, artes plásticas, publicidade, etc. Considerando que, abaixo do classificado, há o enunciado “Quando o visual não ajuda, não há texto que salve”, responda: DA LÍ NGUA AO TEXTO, DO TEXTO AO DI SCURSO

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GRAMÁTICA REFLEXIVA - ENSINO FUNDAMENTAL II

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 6o ANO

CAPÍTULO 1: Linguagem: ação e interação

CAPÍTULO 2: Da língua ao texto, do texto ao discurso

CAPÍTULO 3: As variedades de uma língua plural

CAPÍTULO 4: Fonema e letra

CAPÍTULO 5: O substantivo

CAPÍTULO 6: O adjetivo

CAPÍTULO 7: O artigo

CAPÍTULO 8: O numeral

CAPÍTULO 9: O pronome

CAPÍTULO 10: O verbo

7o ANO

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CAPÍTULO 1: O pronome

CAPÍTULO 2: O verbo

CAPÍTULO 3: O advérbio

CAPÍTULO 4: A preposição

CAPÍTULO 5: A interjeição

CAPÍTULO 6: Morfossintaxe: a seleção e a combinação das palavras

CAPÍTULO 7: A predicação: transitividade verbal

CAPÍTULO 8: O adjunto adnominal

CAPÍTULO 9: Tipos de predicado

CAPÍTULO 10: O adjunto adverbial


8o ANO

CAPÍTULO 1: Formação dos tempos verbais

CAPÍTULO 2: Sujeito indeterminado e oração sem sujeito – Vozes do verbo

CAPÍTULO 3: Predicativo do objeto e predicado verbo-nominal

CAPÍTULO 4: O complemento nominal

CAPÍTULO 5: Aposto e vocativo

CAPÍTULO 6: Pontuação

CAPÍTULO 7: Figuras de sintaxe

CAPÍTULO 8: Figuras de linguagem

CAPÍTULO 9: A conjunção (I)

CAPÍTULO 10: A conjunção (II)

9o ANO

CAPÍTULO 1: Período simples e período composto

CAPÍTULO 2: Orações subordinadas substantivas

CAPÍTULO 3: O pronome relativo

CAPÍTULO 4: Orações subordinadas adjetivas

CAPÍTULO 5: Orações subordinadas adverbiais

CAPÍTULO 6: Período composto por coordenação – As orações coordenadas

CAPÍTULO 7: Estrutura e formação de palavras

CAPÍTULO 8: Concordância nominal e concordância verbal

CAPÍTULO 9: Regência verbal e regência nominal

CAPÍTULO 10: Colocação – Colocação pronominal

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7

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ano

William Cereja • Ciley Cleto

William Cereja • Ciley Cleto

6 TEXTOS

7 TEXTOS o

ano

Desenvolvendo a competência leitora

ISBN 978-85-357-1777-8

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A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

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A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

William Cereja • Ciley Cleto

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ISBN 978-85-357-1779-2

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COLEÇÃO

A todo momento, nas inúmeras situações sociais de que participamos — lendo um jornal ou um livro, assistindo a um filme ou a um debate, navegando na Internet ou estudando —, utilizamos nossas competências e habilidades de leitura, seja para ler um texto de opinião, identificar o ponto de vista do autor e analisar os argumentos que ele utiliza; seja para interpretar um texto literário; seja para ler gráficos e tabelas e relacioná-los com dados da realidade; seja para ler mapas e infográficos, etc. Assim, saber ler e interpretar textos nos mais variados códigos e linguagens tornou-se uma imposição para o ser humano no mundo de hoje, já que a linguagem e a leitura são ferramentas que perpassam e aproximam diferentes áreas do conhecimento e constituem, por isso, requisitos para a inclusão do indivíduo na vida social e profissional. Interpretação de textos — Desenvolvendo a competência leitora é uma obra produzida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências em leitura do mundo atual — inclusive para as avaliações do Saeb e da Prova Brasil — e para levá-lo a construir as bases da competência leitora que lhe possibilitará enfrentar com tranquilidade desafios posteriores, como as provas do Enem e dos vestibulares. Organizada em torno de competências e habilidades e também dos descritores da Prova Brasil, a obra trabalha um a um os descritores, bem como competências transversais, como análise, comparação, relação, levantamento de hipóteses, inferência, interpretação. O estudo se desenvolve por meio de textos atuais, de autoria de escritores consagrados e de variados gêneros do discurso, e inclui, além de questões dissertativas, mais de 160 testes de múltipla escolha do tipo das questões da Prova Brasil. A obra conta também com uma versão digital, que inclui diferentes objetos educacionais digitais, como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos e links, além do sistema de avaliação Acompanha. Dos mesmos autores do livro Interpretação de textos — Construindo competências e habilidades em leitura, destinado ao ensino médio, esta coleção, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano, amplia e complementa o projeto de leitura que os autores vêm desenvolvendo com coerência metodológica, seriedade e profundidade.

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Autores: William Roberto Cereja e Ciley Cleto

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Diferenciais da coleção:

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ISBN 978-85-357-1781-5

Desenvolve a competência leitora dos alunos. 9 788535 717815

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Prepara os estudantes para os exames nacionais: Prova Brasil, Saeb, Pisa, Enem. Pode ser utilizada como reforço ou como obra principal.

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Conheça os recursos digitais da coleção:

LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para o professor.

E-book para aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais.

aguardar

Plataforma de aprendizagem: Acompanhamento do desempenho escolar com aferição digital de resultados dos alunos e da classe.

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Interpretação de textos

Nas interpretações de texto, as informações explícitas mais solicitadas costumam dizer respeito a identificar a personagem principal de uma história, identificar o local e o tempo de uma narrativa e identificar dados contidos em gráficos e tabelas. Portanto, para responder a questões que querem avaliar se você é capaz de identificar informações explícitas em um texto, leia o texto uma vez, depois leia as assertivas e, em seguida, leia o texto novamente, a fim de identificar as informações solicitadas. Com atenção e paciência, você certamente chegará à resposta correta.

Trabalha com diferentes gêneros textuais e linguagens, como reportagens, artigos de opinião, crônicas, contos, cartuns, quadrinhos, pinturas, anúncios publicitários, gráficos, tabelas, infográficos, etc.

Exercícios Professor: Nestes exercícios, o foco de interesse principal é a localização de informações explícitas em um texto, embora também sejam trabalhados outros descritores e competências.

Oscar

Leia o cartum a seguir e responda às questões de 1 a 3.

(Oscar. Ecocartoon — 3º Salão Internacional Pátio Brasil de Humor sobre o Meio Ambiente. Brasília: Pátio Brasil Shopping, 2010. p. 108.)

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Texto e intertexto A seca nordestina foi tema de muitas obras de pintura, literatura, teatro e cinema no Brasil. Na literatura, um dos textos mais conhecidos é Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, publicado em 1955. Leia, a seguir, dois trechos da obra.

Texto I Neste trecho, depois de se apresentar, o retirante Severino conta sua história de migrante, que sai do sertão em busca de trabalho.

[...] Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas, iguais também porque o sangue que usamos tem pouca tinta. E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual,

mesma morte Severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença é que a morte severina ataca em qualquer idade, e até gente não nascida). [...] (Poesias completas. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979. p. 204.)

Criança morta (1944), de Portinari, outra tela da série Retirantes.

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Apresenta obras de Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Ferreira Gullar, Rubem Braga, Fernando Sabino, Ignácio de Loyola Brandão, Rubem Alves, Mário Quintana, João Cabral de Melo Neto, Luis Fernando Verissimo, Antonio Prata, Portinari, Norman Rockwell, Almeida Júnior, Verger, Caulos, Quino, Mordillo, Laerte, etc.


ENSINO FUNDAMENTAL II

Texto e intertexto Leia este miniconto, de Milu Leite:

Obra concebida e desenvolvida a partir dos descritores da Prova Brasil/Saeb, apresenta questões dissertativas e mais de 600 testes de múltipla escolha, aprimorando a competência leitora do aluno e preparando-o para os exames oficiais.

Eles estavam conversando pelo computador. Ela digitava rápido. Tec tec tec. Logo vinha a resposta dele. Tec tec tec ;) Ela começou uma poesia: Viro a xícara. Ele completou: Plaft. Ela, tec tec: Empurro o balanço. Ele, bem depressa: Zum. Ela: Masco chiclete. Logo apareceu na tela: Nhoc. Ela pensou um pouco. Em seguida, enviou: Cadê o grilo? Ele respondeu: Cri. Ela: Cadê o sorvete?

1.

Ivan Coutinho

Tec tec tec;)

Ele: Hummm! Ela arriscou: Cadê você? No dia seguinte, o coração dela bateu forte assim que ele entrou na sala de aula. Ele baixou os olhos quando disse oi pra ela. Não se falaram. Os dois não viam a hora de voltar pra casa e tec tec tec no computador. (Folha de S. Paulo. Folhinha. Disponível em: http://www1.folha.uol. com.br/folhinha/dicas/di20050618.htm. Acesso em: 8/1/2013.)

Pelo que se depreende da leitura do miniconto, as ações ocorrem em ambientes diferen-

1 – Localizar informações explícitas em um tes. Quais são eles? Justifique sua resposta. Descritores: texto. 4 – Inferir uma informação implícita em um texto. Provavelmente na casa de uma e outra personagem, onde elas estão quando teclam no computador, e na escola, onde se encontram no dia seguinte, na aula.

2.

Dê sua opinião: a) As personagens já se conheciam antes da cena retratada? Por quê? Sim, pois elas tinham o endereço eletrônico uma da outra. Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

b) Se sim, provavelmente tinham se conhecido onde? Provavelmente, ele e ela tinham se conhecido na escola. Descritor: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto. 41

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Exercícios

Shopping Frei Caneca

O texto abaixo costuma ser posto no para-brisa de automóveis que ocupam indevidamente, em um shopping, as vagas reservadas a portadores de necessidades especiais. Leia-o e responda às questões de 1 a 5.

Os exercícios estimulam o uso das habilidades adquiridas. 1.

Considerando os interlocutores do texto, ou seja, quem é nele o locutor (aquele que produz) e quem é o locutário (destinatário), indique a alternativa correta. a) locutor: portadores de necessidades especiais; locutário: público em geral b) locutor: público em geral; locutário: portadores de necessidades especiais

X

c) locutor: Shopping Frei Caneca; locutário: público que frequenta o local d) locutor: Shopping Frei Caneca; locutário: portadores de necessidades especiais

2. X

Descritores: 4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

A que gênero do discurso pertence o texto? 5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, fotos, etc.).

a) cartaz

c) bilhete

b) folheto

d) anúncio publicitário gêneros.

Descritor: 12 – Identificar a finalidade de textos de diferentes 45

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Interpretação de textos - ENSINO FUNDAMENTAL II

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 6o ANO

CAPÍTULO 1: Por favor, a conta!

CAPÍTULO 2: Amigos?

CAPÍTULO 3: Um dia difícil...

CAPÍTULO 4: Uma pesquisa diferente

CAPÍTULO 5: O ramo da esperança

CAPÍTULO 6: “Sorria: você está sendo filmado”

CAPÍTULO 7: Um tesouro em mim

CAPÍTULO 8: Meio ambiente: nossa casa!

CAPÍTULO 9: Ficar ou não conectado?

CAPÍTULO 10: Minha história

7o ANO

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CAPÍTULO 1: Mãe-natureza: a teia da vida

CAPÍTULO 2: Ufa... que confusão!

CAPÍTULO 3: Canção de um operário triste

CAPÍTULO 4: Superar é preciso

CAPÍTULO 5: O amanhã chegou!

CAPÍTULO 6: Ser ou ter?

CAPÍTULO 7: A arte de fazer arte

CAPÍTULO 8: Doce missão

CAPÍTULO 9: Carinho não tem preço!

CAPÍTULO 10: É brincadeira?


8o ANO

CAPÍTULO 1: Quem olha vê?

CAPÍTULO 2: Foi mal!...

CAPÍTULO 3: Quais são meus direitos?

CAPÍTULO 4: Brasil de contrastes

CAPÍTULO 5: Descartando o lixo, descartando a vida

CAPÍTULO 6: O efêmero e o eterno

CAPÍTULO 7: Somos muitos severinos!

CAPÍTULO 8: Violência gera violência?

CAPÍTULO 9: A magia das palavras

CAPÍTULO 10: Você sabe com quem está falando?

9o ANO

CAPÍTULO 1: Justo agora?!

CAPÍTULO 2: Encontros e desencontros

CAPÍTULO 3: Palavras: pássaros encantados!

CAPÍTULO 4: Ser tão... sertão!

CAPÍTULO 5: A música do corpo

CAPÍTULO 6: Máscaras

CAPÍTULO 7: Espelhos da vida

CAPÍTULO 8: Amar: verbo transitivo...

CAPÍTULO 9: Eu e as versões de mim mesmo

CAPÍTULO 10: A lembrança da dor

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reformulado

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FALTA CAPAS TODOS OS TEXTOS

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COLEÇÃO

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todos os textos

Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar

FALTA CAPAS TODOS OS TEXTOS

Diferenciais da coleção: Voltada ao verdadeiro uso da linguagem, a coleção promove o estudo e a produção dos mais variados gêneros textuais que circulam socialmente.

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Estimula o desenvolvimento de projetos e promove a prática da autoavaliação. Promove o debate de temas fundamentais ao exercício da cidadania. Grande diversidade de textos enriquecem o trabalho com gêneros discursivos, orais e escrito.

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Coleção pioneira no ensino de produção de textos pelo enfoque dos gêneros do discurso e do desenvolvimento de projetos e a única no mercado que adota de maneira sistematizada essa proposta, apresentando passo a passo as características dos gêneros e as orientações para o planejamento, revisão e reescrita do texto.

Conheça os recursos digitais da coleção:

LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para aluno e professor.

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E-book para aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais.

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DVD Gêneros orais (para o professor) com 14 gêneros dessa modalidade, para serem apresentados aos alunos ao longo da coleção.

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TODOS OS TEXTOS

Cada um dos volumes da coleção tem 4 unidades, organizadas em gêneros discursivos, e cada unidade, 4 capítulos: os três primeiros destinados ao trabalho com gêneros textuais, orais e escritos, e o último voltado à realização de um projeto cuja finalidade é retomar o gênero ou o tema enfocado na unidade.

Além desses capítulos regulares, no 6o ano, há um capítulo introdutório, que leva o aluno a refletir sobre a natureza dos textos que circulam socialmente e constituem os gêneros textuais, e três seções que compõem as aberturas de unidade: Fique ligado! Pesquise!, Fique ligado! Escreva! e De olho no gênero.

Fique ligado! Pesquise! Para você saber mais sobre correspondência, eis algumas sugestões.

FILMES • Adeus, primeiro amor, de Mia-Hansen-Love; Valiant, de Gary Chapman; Central do Brasil, de Walter Salles; Mens@gem para você, de Nora Ephron; Náufrago, de Robert Zemeckis.

Editora Saraiva

• Um e-mail em vermelho, de Eliana Martins e Manuel Filho (Saraiva); Mano descobre o @mor, de Gilberto Dimenstein e Heloisa Prieto (Senac/ Ática); Minha caixa de sonhar — Histórias de viagens para jovens de qualquer idade, de Luzia de Maria, volumes 1 e 2 (Globo); Ana e Pedro — Cartas, de Vivina de Assis Viana e Ronald Claver (Atual); O empinador de estrelas, de Lourenço Diaféria (Escrita); 33 ciberpoemas e uma fábula virtual, de Sérgio Capparelli (L&PM); Porta a porta, de Roseana Murray e Suzana Vargas (Saraiva); Só entre nós — Abelardo e Heloísa, de Júlio Emílio Braz (Saraiva); De Paris com amor, de Lino de Albergaria (Saraiva); romeu@julieta.com.br, de Telma Guimarães (Saraiva); Bilhetinhos, de Júlio Emílio Braz (Saraiva); O blog da Marina, de Janaína Vieira e Júlio Emílio Braz (Saraiva).

Editora Saraiva

LIVROS

SITES • http://www.voxcards.com.br/ • http://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/arte-postal-correspondencia-com-valor-artistico.htm • www.correio.gov.br

Fique ligado! Escreva!

Professor: O objetivo desta seção é desinibir os alunos e motivá-los para a produção textual e para o tipo de gênero que será trabalhado na unidade (gêneros da correspondência). Como a atividade é uma espécie de “quebra-gelo”, sugerimos que a promova num clima de descontração.

De todos os seres existentes na natureza, o ser humano é o que mais desenvolveu a capacidade de comunicação. E o mais poderoso instrumento com que contamos para isso é a palavra. Escrita ou falada, a palavra acabou resultando nos gêneros textuais, que nos possibilitam interagir com outras pessoas, transmitindo informações e ideias, experiências e emoções. Quando queremos transmitir uma mensagem curta, por exemplo, podemos falar ao telefone, enviar uma mensagem por WhatsApp ou por e-mail ou rabiscar apressadamente um bilhete. Neste último caso, colocamos no início o nome da pessoa a quem se destina o recado, depois, em linguagem simples e direta, expomos o assunto em poucas palavras e assinamos. Podemos ou não pôr a data. Escreva um bilhete para um colega de sua classe sobre o assunto que quiser. Terminando, entregue-o para a pessoa escolhida.

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Fique ligado! Pesquise!: apresenta sugestões de atividades que consistem em pesquisar, ler, assistir a filmes, ouvir determinadas músicas, etc.


ENSINO FUNDAMENTAL II

©20thCentFox/EVERETT COLLECTION / KEYSTONE BRASIL

Fique ligado! Pesquise! Para saber mais sobre livros e leitura, sugerimos:

FILMES

Fique ligado! Escreva!: o aluno é convidado a produzir um texto explorando seu conhecimento sobre o gênero ou o tema que será trabalhado na unidade.

Companhia Editora Nacional

• A menina que roubava livros, de Brian Percival; A língua das mariposas, de José Luis Cuerda; Adoráveis mulheres, de Gilliam Armstrong; A história sem fim, de Wolfgang Petersen; Pagemaster — O mestre da fantasia, de Maurice Hunt; Escritores da liberdade, de Richard La Gravenese.

LIVROS • A biblioteca mágica de Bibbi Bokken, de Jostein Gaarder e Klaus Hagerup (Companhia das Letras); Papirofobia — Leopoldo e a montanha de livros, de Susanna Tamaro (Rocco); Voa, palavra, de Libério Neves (Formato); Memórias de um aprendiz de escritor, de Moacyr Scliar (Nacional); coleção Desventuras em Série, de Lemony Snicket (Companhia das Letras); Um certo livro de areia, de Adriano Bitarães Netto (Formato).

SITES • www.bibliotecaruthrocha.com.br • www.ziraldo.com • http://www.dobrasdaleitura.blogspot.com.br • www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/ResultadoPesquisaObraForm.do?first=50&skip=0&ds_ titulo=&co_autor=&no_autor=&co_categoria=33&pagina=1&select_action=Submit&co_midia=2&co_ obra=&co_idioma=1&colu

VISITAS • Visite a biblioteca de sua escola e a de sua cidade. Professor: No capítulo Oficina de Criação desta unidade os alunos responderão novamente à pergunta abaixo. Seria interessante confrontar as duas respostas, pois eles terão então lido textos sobre livros e leitura, produzido textos e participado de debates; poderão, assim, dar uma resposta diferente da que darão neste momento.

Fique ligado! Escreva! Leia este texto:

Adolar

Dos diversos instrumentos do homem, o mais assombroso é, sem dúvida, o livro. Os outros são extensões de seu corpo. O microscópio, o telescópio, são extensões da vista; o telefone é a extensão da voz; temos o arado e a espada, extensões do braço. Mas o livro é outra coisa: o livro é a extensão da memória e da imaginação. (Jorge Luis Borges. O livro. Conferência pronunciada na Universidade de Belgrano, Buenos Aires, em 24 de maio de 1978. Apud: Catálogo 2002 da Companhia das Letrinhas.)

E para você, o que é o livro? Escreva sua resposta em um papel colorido. Depois, afixe-o no mural da classe junto com os de seus colegas, para que todos conheçam sua opinião. 141

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de OLHO no gênero

Professor: Há, a seguir, um roteiro de perguntas que tem por objetivo possibilitar a exploração do conhecimento prévio do aluno sobre os gêneros que serão trabalhados na unidade. As respostas não devem ser dadas por escrito, e sim oralmente, como forma de proporcionar uma conversa agradável para troca de conhecimentos, levantamento de hipóteses, etc.

The Bridgeman Art Library/Keystone Brasil

Certamente, você já leu ou ouviu muitas histórias que falam de príncipes e princesas, madrastas más, bruxas, objetos mágicos, animais que falam, etc. Considerando o que você conhece sobre essas histórias, troque ideias com seus colegas: • O que geralmente acontece quando uma pessoa diz “Era uma vez...”? • Você se lembra como se chamam os dois irmãos que são abandonados na floresta por seus pais? • Quem esqueceu um sapatinho de cristal na escada de um palácio quando bateu meia-noite? • Qual é o nome da história em que uma mulher possui um espelho mágico? • Quem encontrou o Lobo Mau na floresta? • O que a formiga disse à cigarra quando esta bateu à sua porta pedindo abrigo no inverno? • Como se chama a frase que geralmente aparece no final das fábulas?

Agora conte para os colegas um trecho de uma história e veja se eles conseguem adivinhar o nome dela. No dia combinado com o professor, traga para a sala de aula livros de contos maravilhosos e de fábulas. Troque esse material com os colegas, leia as histórias e converse sobre os livros, falando de suas impressões e experiências. Depois leia os textos a seguir. Professor: Sugerimos orientar a classe para a leitura e a troca de experiências em relação a contos

maravilhosos e fábulas. Incentive os alunos a fazer comentários, perguntando quando ganharam os livros, se alguém lia para eles quando eram menores, se gostavam, etc. Promova também uma troca de livros para leitura de contos e fábulas. Pergunte se conhecem outras versões de uma mesma história, em que elas diferem, se gostam mais de uma versão do que de outra, por que, que histórias já viram em filmes ou desenhos, que elementos costumam aparecer com mais frequência nos contos e fábulas, etc. Pergunte também o que entendem por conto maravilhoso e fábula, sem dar as respostas, pois chegar às características de cada um desses tipos de texto é parte das atividades propostas nos capítulos a seguir.

Príncipes e princesas, fadas e bruxas, objetos mágicos e animais que falam têm encantado crianças de todos os tempos e todos os lugares. Em contos, fábulas e lendas, essas personagens vivem incríveis aventuras que mexem com nossa imaginação. Gêneros como o conto maravilhoso e a fábula foram inventados pelos povos através dos tempos como tentativa não só de explicar nossos comportamentos e o mundo em que vivemos, mas também de nos emocionar, nos ensinar, nos divertir e, às vezes, até nos aterrorizar. Em quase todos eles há exemplos de virtudes e valores a que os seres humanos dão grande importância.

The Bridgeman Art Library/Keystone Brasil

CONTOS MARAVILHOSOS, FÁBULAS, LENDAS: ENCANTO E EXEMPLO

De olho no gênero: promove a leitura e a troca de ideias sobre os gêneros a serem trabalhados na unidade.

ERA UMA VEZ... Os contos maravilhosos existem há muito tempo. Acredita-se que os primeiros deles foram criados no Oriente. Durante a Idade Média, período compreendido entre o século V e o século XV, na Europa, os contos eram transmitidos oralmente, isto é, quem ouvia uma história memorizava-a e contava-a para outras pessoas, que contavam para outras, e assim por diante.

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TODOS OS TEXTOS

Os capítulos são organizados em três seções:

CAPÍTULO

O relato pessoal Grão Editora

1

O gênero em foco: desenvolve o conteúdo do ponto de vista teórico, partindo de um texto representativo de determinado gênero para extrair suas especificidades quanto a tema, estrutura, estilo e quanto à situação de produção e de recepção: locutor, interlocutor, finalidade do texto e esfera de circulação.

O gênero em foco Você já sonhou em viajar para um lugar distante e quase inexplorado, como o Polo Norte ou a Antártica? Pois esse sonho se tornou realidade para três irmãs — Laura, Tamara e Marininha —, filhas do navegador Amyr Klink e de Marina Bandeira Klink. Em janeiro de 2006, acompanhadas do pai, da mãe e de alguns amigos, as três irmãs partiram para a Antártica. Com suas experiências, as irmãs escreveram o livro Férias na Antártica, do qual foi extraído o relato que você vai ler a seguir. Antes de ler o texto, porém, assista, com a orientação do professor, no DVD Gêneros orais, à parte que trata do relato pessoal, na qual as autoras relatam oralmente o mesmo episódio.

Caça ao tesouro Editora Peirópolis

Desde pequenas, sabemos que os piratas dão a vida para encontrar tesouros. E nós ficamos impressionadíssimas quando nosso pai disse em nossa primeira viagem à Antártica que iríamos procurar um tesouro deixado anos atrás por ele e seus amigos em um lugar chamado Pleneau. Pensávamos: “Pleneau, onde fica esse lugar? O que será que é esse tesouro? Como iríamos encontrálo no meio da neve?” Estávamos curiosas. Não conseguimos descobrir mais nada. O que sabíamos Amyr Klink e filhas: em busca do tesouro. era que, quando esse tesouro foi guardado, cada um do grupo de amigos do nosso pai escolheu uma coisa que gostava para deixar escondida, e também que tudo estava dentro de uma caixa laranja. Provavelmente a caixa era desta cor para ficar mais fácil de ser encontrada no gelo. 42

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AGORA É A sua

Todos os Textos, 7o ano, 6/10/15p. 9:3742 AM

vez

Esquentando os motores A fim de se desinibir e soltar a imaginação, realize as atividades propostas a seguir, conforme a orientação do professor.

1 Leia este poema, de Fernando Paixão: Biry Sarkis

O que dizem sol Abro o olho todo dia

lua De noite espio a rua

cadeira Com quatro pés sento no chão

árvore Já fui somente uma semente

sapato Pé de pato não precisa de mim

chapéu Sou coroa de reis pobres

céu Meu espelho fica no fundo do mar

poeta Estou aqui dentro das letras

(In: Henriqueta Lisboa e outros. Varal de poesia. São Paulo: Ática, 2003. p. 7.)

Agora, escreva você o que dizem: livro

professor

86

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64

Todos os Textos, 7o ano, p. 15:04 86 19/05/15

Agora é a sua vez: voltada à produção do aluno, sugere o desenvolvimento de propostas que permitam a aplicação dos aspectos teóricos trabalhados e oferece ao aluno orientações sobre o planejamento, a revisão e a reescrita.


ENSINO FUNDAMENTAL II

Para escrever com

Para escrever/falar com adequação/ expressividade/ coerência e coesão: trata dos aspectos da textualidade (coerência, coesão, conectividade, etc.) e expressivos da língua (discurso citado, valor estilístico da pontuação, etc.) e aborda assuntos como avaliação apreciativa, recursos gráficos e grau de informatividade.

expressividade

A INTERTEXTUALIDADE E A PARÓDIA Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand

© Mauricio de Sousa Editora Ltda.

Observe e compare estas três pinturas:

Magali e Mônica de rosa e azul (1989), de Mauricio de Sousa. Coleção particular

Rosa e azul (1881), de Auguste Renoir.

Damas em Giverny (2005), de Washington Maguetas. 101

Todos os Textos, 7o ano, p. 15:08 101 19/05/15

Bloco de redação para professor e aluno, que visa reunir as produções de texto.

BLOCO DEAÇÃO s

Integra a obra Todos os Textos. Não pode ser vendido separadamente.

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RED

Folhas

definitivas

24/06/15 14:30

65


Conheça aqui as obras da Editora Saraiva presentes na coleção Todos os textos. São títulos de literatura infantojuvenil e informativos recomendados pelos autores William Cereja e Thereza Cochar.

6o ANO Página 57

coleção baú de histórias

Sonia Junqueira atual • 19 x 21 cm • 24 páginas

Lendas brasileiras, contos de encantamento de assombração e de advinhação em linguagem leve e bem-humorada. Página 12

Página 13

Cantigas de adolescer

ana e pedro — Cartas

Elias José

atual 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 20a edição

Vivina de Assis Viana e Ronald Claver

advinha, advinhão!

Página 13

Bilhetinhos

a lenda da gralha azul

a noite assombrada SONIA JUNQUEIRA

SONIA JUNQUEIRA

Júlio Emílio Braz

ADIVINHA, ADIVINHÃO!

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

A NOITE ASSOMBRADA

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas. Sonia Junqueira

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 48 páginas 6a edição

Sonia Junqueira

A noite assombrada conta a história de uma moça e sua velha mãe que, sem ter um teto para morar, resolvem ocupar a famigerada casa dos gemidos, onde coisas muito estranhas acontecem...

Adivinha, adivinhão! conta a história de um homem muito esperto, mas infeliz nos negócios, que resolve ganhar algum dinheiro com seu extraordinário talento para adivinhações.

Alguns títulos da coleção

atual • 15,2 x 22,4 cm • 88 páginas 30a edição

Alguns títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei O macaco e a boneca de cera

Os sete sapatos da princesa A vingança da caveira Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O negrinho do pastoreio

A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei O macaco e a boneca de cera Os sete sapatos da princesa A vingança da caveira

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O Negrinho do Pastoreio O causo do gato preto Princesa Dona Sapa

I S B N 978-85-7056-594-5

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12 EDIÇÃO a

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04/11/13 10:34

a maravilhosa roupa do rei

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10a EDIÇÃO

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15 EDIÇÃO a

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a serpente misteriosa

O cavalo encantado

9a EDIÇÃO

10a EDIÇÃO

SONIA JUNQUEIRA

A MARAVILHOSA ROUPA DO REI

Quando eu era criança, gostava muito de ler e ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas… Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas. Sonia Junqueira A maravilhosa roupa do rei conta a história de dois tecelões trapaceiros que oferecem a um vaidoso monarca o tecido mais lindo do mundo, cuja principal característica é mostrar-se invisível às pessoas pouco inteligentes.

Títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei Os sete sapatos da princesa

Página 13

De paris, com amor

Lino de Albergaria

Saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 88 páginas

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O Negrinho do Pastoreio Princesa Dona Sapa I S B N 978-85-7056-644-7

Página 13

O blog da Marina

Janaina Vieira e Júlio Emílio Braz saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 72 páginas 4a edição

Página 13

9

788570 566447

10a EDIÇÃO

Capa A Maravihosa Roupa do Rei.indd 1

porta a porta

11/6/14 12:50 PM

o espelho da princesa

Roseana Murray e Suzana Vargas saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 3a edição

o negrinho do pastoreio

SONIA JUNQUEIRA

SONIA JUNQUEIRA

o espelho da princesa

Sonia Junqueira

Sonia Junqueira

O espelho da princesa conta a história de um rapaz pobre e solto no mundo que, com a ajuda de seus amigos animais, enfrenta o desafio de conquistar a mão de uma bela princesa.

O Negrinho do Pastoreio conta a história de um menino escravo, numa fazenda do Rio Grande do Sul, que, depois de ser castigado por perder uma corrida de cavalos na qual seu senhor apostara muito dinheiro, acaba se transformando numa lenda de todo o pampa gaúcho.

Títulos da coleção

Títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei Os sete sapatos da princesa

A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei

O negrinhO dO pastOreiO

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

Os sete sapatos da princesa Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado

Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado O Negrinho do Pastoreio Princesa Dona Sapa

ISBN 978-85-7056-587-7

9 788570 565877

11a EDIÇÃO Capa-Negrinho.indd 1

Capa-O espelho da princesa.indd 1

10/28/14 12:04 PM

8a EDIÇÃO

9/12/14 5:02 PM

os sete sapatos princesa dona da princesa sapa SONIA JUNQUEIRA

Página 13

romeu@ julieta.com.br

Telma Guimarães

Saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 88 páginas 9a edição

Página 13

Só entre nós — UM E-MAIL EM VERMELHO abelardo e Eliana Martins e heloísa

Júlio Emílio Braz e Janaina Vieira

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas 12a edição

66

Legenda:

Página 13

Também na versão digital.

Sonia Junqueira

Manuel Filho

Capa_Os setes sapatos_Novo.indd 1

Sonia Junqueira Princesa Dona Sapa conta a história de uma sapinha muito esperta que se casa com um príncipe boboca e arma as maiores trapaças contra as suas cunhadas para cair nas graças do rei.

Alguns títulos da coleção Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado Princesa Dona Sapa

Títulos da coleção A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei O Negrinho do Pastoreio

Princesa Dona Sapa Os sete sapatos da princesa Adivinha, adivinhão! A serpente misteriosa O cavalo encantado

I S B N 978-85-7056-643-0

9

Saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 136 páginas 3a edição

PRINCESA DONA SAPA

eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas — as preferidas —, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

Os sete sapatos da princesa conta a história de uma enigmática donzela que gasta sete pares de sapatos todas as noites, até o dia em que um aventureiro se dispõe a descobrir a origem desse misterioso encantamento...

A noite assombrada O espelho da princesa A lenda da gralha azul A maravilhosa roupa do rei Os sete sapatos da princesa

SONIA JUNQUEIRA

OS SETE SAPATOS DA PRINCESA Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas:

Quando eu era criança, gostava muito de ler e de ouvir histórias. Qualquer tipo de história, principalmente as chamadas populares, ou tradicionais, ou folclóricas: eram contos de encantamento, ou de assombração, ou de adivinhação, ou lendas que me fascinavam. Os mais velhos me diziam que essas histórias eram de autores desconhecidos e que durante muito tempo (até hoje, um pouco) foram contadas de pai para filho, de geração para geração. E que eram muito, muito antigas... Várias dessas histórias me encantaram tanto que nunca as esqueci. E resolvi escolher algumas – as preferidas –, tirá-las do meu baú de histórias pra contar pra você do meu jeito, com as minhas palavras. Espero que, como eu, você também se deixe encantar por elas.

788570 566430

11a EDIÇÃO Capa-Princesa-Aluno.indd 1

1/15/15 5:16 PM

5a EDIÇÃO

17/10/12 10:51


Página 21

Página 57

Página 101

Página 141

Página 141

Amor adolescente

Telma Guimarães

Saci-pururuca

Tibica — O defensor da ecologia

Um certo livro de areia

Libério Neves

Elias José

atual • 15,5 x 23 cm • 64 páginas 5a edição

atual • 20 x 23 cm • 24 páginas 6a edição

Canini

Adriano Bitarães Netto

Formato • 20,5 x 27,5 cm • 96 páginas

Formato • 19 x 21 cm • 56 páginas

Voa, palavra

Formato • 15 x 26 cm • 44 páginas 3a edição

7o ANO

Página 7

Senta que lá vem história

Flavio de Souza

Página 29

Páginas 30 e 79

Páginas 31 e 79

Minidicionário Soares Amora da Língua Portuguesa

Cantigas de adolescer

Amor adolescente

Elias José

Elias José

atual • 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 20a EDIÇÃO

atual • 15,5 x 23 cm • 64 páginas 5a EDIÇÃO

atual • 15,5 x 23 cm • 136 páginas

saraiva • 11,5 x 15,5 cm • 1024 páginas 20a EDIÇÃO

Páginas 39 e 73

Página 39

Página 39

Página 79

O blog da Marina

O diário de Biloca

José Paulo Paes

Quem, eu?

Dúvidas, segredos e descobertas

Janaina Vieira e Júlio Emílio Braz saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 72 páginas 4a edição

Edson Gabriel

atual • 15,2 x 22,4 cm • 88 páginas 23a edição

atual • 15 x 21 cm • 88 páginas 5a EDIÇÃO

saRAIVA • 13,8 x 20,8 cm • 72 páginas

Página 79

Página 121

Página 121

Viva a poesia viva

O que é que eu posso fazer?

A arte da animação

Ulisses Tavares

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 80 páginas 9a EDIÇÃO

Tânia A. Martinelli

atual • 15,2 x 22,4 cm • 120 páginas 7a EDIÇÃO

Helena Carolina

Rachel Coelho Formato • 22 x 29 cm • 48 páginas 3a EDIÇÃO

67


8o ANO

Página 2

Páginas 41 e 79

Página 85

Página 85

A cozinha das escritoras

Amor adolescente

Cidadania agora

Pra você eu conto

Stefania Aphel Barzini

Elias José

Edson Gabriel Garcia

Moacyr Scliar

benvirá • 16 x 23 cm • 240 páginas

atual • 15,5 x 23 cm • 64 páginas 5a EDIÇÃO

Saraiva • 21 x 28 cm • 128 páginas

atual • 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 19a EDIÇÃO

Página 85

Página 133

Página 133

Página 133

Redes solidárias

Da matéria dos sonhos

livro aberto — Confissões de uma inventadeira de palco e escrita

Quem roubou o meu futuro?

Maria Tereza Maldonado

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 96 páginas 7a EDIÇÃO

Rosana Rios

Saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 136 páginas 7a EDIÇÃO

Sylvia Orthof

atual • 15 x 21 cm • 64 páginas 4a EDIÇÃO

68

Legenda:

Também na versão digital.

Sylvia Orthof

atual • 15,2 x 22,4 cm • 72 páginas 26a EDIÇÃO


9o ANO

Página 49

terra em alerta

Neide Simões de Mattos e Suzana Facchini Granato

Página 49

Página 99

Elian Alabi Lucci

Tadeu Pereira

Tânia Alexandre Martinelli

atual • 18 x 26 cm • 64 páginas

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 136 páginas

saraiva • 13,8 x 20,8 cm • 104 páginas

Luana Vida e sustentabilidade Carranca

Página 99

Perseguição

saraiva • 20,5 x 27,5 cm • 64 páginas

69


TODOS OS TEXTOS – ENSINO FUNDAMENTAL II

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 6o ANO unidade 1

Tão longe, tão perto...

unidade 3

Quadrinhos em ação

capítulo 1: A carta pessoal

CAPÍTULO 1: História em quadrinhos (I)

CAPÍTULO 2: O cartão-postal

CAPÍTULO 2: História em quadrinhos (II)

CAPÍTULO 3: Os gêneros digitais: o e-mail

CAPÍTULO 3: História em quadrinhos (III)

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto –

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – De quadrinho

A correspondência

em quadrinho...

unidade 2

unidade 4

No caminho da fantasia

Leitura: liberdade

CAPÍTULO 1: O conto maravilhoso (I)

CAPÍTULO 1: O cartaz

CAPÍTULO 2: O conto maravilhoso (II)

CAPÍTULO 2: O texto de opinião (I)

CAPÍTULO 3: A fábula

CAPÍTULO 3: O texto de opinião (II)

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Histórias

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Livros para

para sempre

toda a vida

7o ANO UNIDADE 1

Por dentro dos fatos

UNIDADE 3

A aventura da palavra

CAPÍTULO 1: A notícia

CAPÍTULO 1: O poema — o verso e a estrofe

CAPÍTULO 2: A entrevista

CAPÍTULO 2: O poema — as rimas

CAPÍTULO 3: A entrevista citada

CAPÍTULO 3: O poema no espaço

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Acontece

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Poesia para todos

UNIDADE 2

CAPÍTULO 1: O relato pessoal

UNIDADE 4 palpites

CAPÍTULO 2: O diário

CAPÍTULO 1: A discussão em grupo

CAPÍTULO 3: Os gêneros digitais: o blog,

CAPÍTULO 2: A crítica

o comentário, o facebook, o twitter

CAPÍTULO 3: A carta de leitor

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Quem, eu?

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Feira cultural

70

Quem sou eu

Eu também dou meus


8o ANO unidade 1 louros

Seguir regras, colher

UNIDADE 3

Cidadania

CAPÍTULO 1: O debate regrado público

CAPÍTULO 1: A receita

CAPÍTULO 2: As cartas argumentativas

CAPÍTULO 2: O texto de regras de jogo

CAPÍTULO 3: O abaixo-assinado

CAPÍTULO 3: O texto de campanha comunitária

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Feira de

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Da mesa à rua

cidadania

UNIDADE 2

UNIDADE 4

Do jornal para a literatura

No palco... na tela

CAPÍTULO 1: A crônica

CAPÍTULO 1: O texto teatral escrito

CAPÍTULO 2: A crônica de humor

CAPÍTULO 2: O texto teatral: leitura

CAPÍTULO 3: A crônica argumentativa

dramática

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – A crônica pede

CAPÍTULO 3: O roteiro de cinema

passagem

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Em cena!

9o ANO unidade 1

Tantos contos

UNIDADE 3

Cidadania é para todos!

CAPÍTULO 1: O conto (I)

CAPÍTULO 1: O anúncio publicitário

CAPÍTULO 2: O conto (II)

CAPÍTULO 2: A reportagem

CAPÍTULO 3: O conto fantástico

CAPÍTULO 3: O editorial

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – De conto em

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – A corrente do

conto

bem

UNIDADE 2

Ciência e cidadania

UNIDADE 4

Geração futuro

CAPÍTULO 1: O texto de divulgação

CAPÍTULO 1: O texto dissertativo-argumentativo

científica

CAPÍTULO 2: O parágrafo nos textos

CAPÍTULO 2: O resumo e o relatório

argumentativos

CAPÍTULO 3: O seminário

CAPÍTULO 3: O debate deliberativo

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Mundo em

OFICINA DE CRIAÇÃO: Projeto – Seja solidário,

mudança

não seja solitário

71


Prezado(a) professor(a): Para o Ensino Médio, apresentamos várias soluções de ensino. Português: linguagens (em três volumes ou volume único) é uma obra completa, com trabalho reconhecido nas diferentes frentes: literatura enfocada por uma abordagem dialógica, que inclui literatura africana, produção textual organizada em gêneros do discurso (orais e escritos), gramática abordada de maneira inovadora e interpretação de texto desenvolvida em capítulos específicos. Neste ano, a obra Português: linguagens para o Ensino Médio completa 25 anos! Durante esse tempo, ela se atualizou e se reinventou, acompanhando as principais tendências e transformações ocorridas na educação brasileira, tanto em relação às orientações e mudanças promovidas pelo MEC quanto em relação à chegada e ao uso da tecnologia em sala de aula. Por essa razão, é a obra mais reconhecida e adotada pelos professores do Ensino Médio. Texto e interação (volume único) é voltada especificamente para a produção de textos. Baseada na perspectiva dos gêneros do discurso, aborda gêneros de diferentes esferas, como o artigo de opinião, o comentário de Internet, o tutorial, a crônica, o conto, a entrevista, a reportagem, além de gêneros orais, como o seminário, a mesa-redonda, o debate regrado e o debate deliberativo. A obra também dá atenção a aspectos ligados à textualidade, tais como coerência, coesão e informatividade, e à dissertação argumentativa, solicitada no Enem e nos exames vestibulares. Gramática reflexiva (volume único) é uma referência no atual ensino de gramática no Ensino Médio. Conciliando os conteúdos clássicos da gramática normativa com os mais recentes estudos da Linguística e da Análise do Discurso, a obra apresenta uma abordagem inovadora, tomando o texto como objeto de estudo básico e explorando-o em seus aspectos textuais, semânticos e discursivos. Interpretação de textos – Construindo competências e habilidades em leitura (volume único) é uma obra organizada em torno de competências transversais e das habilidades propostas pela Matriz de Referência do Enem. Em 28 capítulos, desenvolve conceitos essenciais para as questões de interpretação de textos – como gênero, intertexto, interdiscurso e variedades linguísticas – e explora competências e habilidades de leitura, sempre a partir de questões do próprio Enem. Em cada capítulo, há questões originais do tipo das questões do Enem e inúmeros testes de exames anteriores para que os alunos possam se exercitar. Leve, a obra pode ser utilizada como complemento a outros materiais didáticos, com uma aula semanal. Literatura brasileira e Literatura portuguesa, como os títulos sugerem, tratam da literatura do Brasil e da literatura de Portugal, respectivamente. Com uma abordagem dialógica, apresentam os autores e movimentos literários por uma perspectiva sócio-histórica, porém abrindo espaço para estudos comparativos entre textos e autores de diferentes épocas, línguas e culturas, entre elas as literaturas africanas de língua portuguesa. Quase todas essas obras integram a coleção Conecte e apresentam objetos educacionais digitais, tais como trechos de filmes, entrevistas, músicas, jogos, declamações, etc.

72


Coleção Coleção

Português: Linguagens

74

Gramática reflexiva

88

Interpretação de textos Literatura brasileira

100

Literatura portuguesa Texto e interação

94

107 112

LIDi – Livro Interativo Digital, ferramenta digital interativa com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para o Livro do Professor e o Livro do Aluno.

73


Português LINGUAGENS

Português: linguagens, obra reconhecida por professores e alunos como a mais moderna e completa do segmento, chega à sua oitava edição, inteiramente reformulada e atualizada.

Português LINGUAGENS

Nesta edição, são mantidas e aprofundadas as diretrizes estabelecidas na edição anterior. No trabalho de literatura, por exemplo, são propostos novos estudos de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica no trabalho com a literatura, que se abre para vários diálogos, seja a leitura comparada entre textos de diferentes épocas, seja entre textos de autores brasileiros e autores estrangeiros (incluindo aqui os autores africanos de língua portuguesa), seja entre linguagens diferentes, como a literatura, a música e o cinema.

William Cereja & Thereza Cochar

Português LINGUAGENS

Português

internauta pode conhecer mais textos dos autores estu ou textos de é a inserção de um capítulo sobre funções No estudo dadados gramática, a novidade outros autores do movimento literário. da linguagem. Além disso, foram revistos e ampliados capítulos sobre teoria Português: linguagens, obra reconhecida por professores e mesmo alunos como a da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação linmais moderna e completa do segmento, chega à de suainterpretação oitava edição,deintexto, tei- os capítulos Na área foram reformulados, levanguística, pronomes, entreMatriz outros, aprofundando-se a perspectiva textual e ramente reformulada e atualizada. do-se em conta os eixos cognitivos e as competências propostos pela discursiva que já vinha norteando o trabalho. referências do Enem, na e foram Nesta edição, são mantidas e aprofundadas asdediretrizes estabelecidas ediçãoincluídas, em cada capítulo, questões originais, são compropostos características às apresentadas pelo unidade, Enem, a os fimIntervalos de Ao final de cada apresentam projetos alternados de proanterior. No trabalho de literatura, por exemplo, novos semelhantes estudos que o aluno se prepare melhor para esse tipodução de exame. textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos. de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica nomantém trabalho seu comenfoque inovador A produção de texto — o doscom gêneros textuais oue com as mais modernas propostas de ensino Sintonizada o nosso tempo a literatura, que se abre para vários diálogos, seja a leitura comparada discursivos —, procurando darentre conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que linguagens é uma obra indispensável para de língua portuguesa, Português: textos de diferentes épocas, seja entre textos de autores brasileiros e autores circulam socialmente, como a notícia, as cartas seminário, oestimulante, dinâmico e significativo. umargumentativas, curso de línguao portuguesa estrangeiros (incluindo aqui os autores africanos língua etc. portuguesa), seja foram incluídos dois gêneros novos — o codebatede regrado, Nesta edição, entre linguagens diferentes, como a literatura, a música o cinema. mentário e o etutorial de Internet — e, em cada capítulo, roteiros com orientao planejamento do texto Os capítulos de literatura mantêm as seçõesções Parapara quem quer mais, que con- e para a revisão e reescrita. O trabalho com texto dissertativo-argumentativo, siste numa antologia suplementar de textosoliterários, com roteiro de estudo, antes circunscrito ao volume 3, nesta edição passa ser desenvolvido nos três anos do ensino médio. e Para quem quer mais na Internet, com indicação deasites nos quais o aluno

LINGUAGENS VOLUME ÚNICO

William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães

William Cereja & Thereza Cochar

9 788535 718683

lidades de leitura. Além disso, é mantida a perspectiva dialógica no trabalho A produção de texto mantémcom seu enfoque inovador — o dos gêneros textuais ou a literatura, que se abre para vários diálogos,discursivos seja a leitura comparadadar entre —, procurando conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que textos de diferentes épocas, seja entre textoscirculam de autores brasileiroscomo e autores socialmente, a notícia, as cartas argumentativas, o seminário, o estrangeiros (incluindo aqui os autores africanos de língua portuguesa), seja debate regrado, etc. Nesta edição, foram incluídos dois gêneros novos — o coentre linguagens diferentes, como a literatura,mentário a música o cinema. e oe tutorial de Internet — e, em cada capítulo, roteiros com orientaplanejamento texto e para a revisão e reescrita. O trabalho com Os capítulos de literatura mantêm as seções ções Para para quemo quer mais, quedocono texto dissertativo-argumentativo, siste numa antologia suplementar de textos literários, com roteiro de estudo, antes circunscrito ao volume 3, nesta edição passa a sernos desenvolvido nos três anos do ensino médio. e Para quem quer mais na Internet, com indicação de sites quais o aluno

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ISBN 978-85-357-1868-3

Os capítulos de literatura mantêm as seções Para quem quer mais, que consiste numa antologia suplementar de textos literários, com roteiro de estudo, e Para quem quer mais na Internet, com indicação de sites nos quais o aluno internauta pode conhecer mais textos dos autores estudados ou textos de autores edoalunos mesmocomo movimento literário. Português: linguagens, obra reconhecida poroutros professores a mais moderna e completa do segmento, chega à sua edição, de inteiNa área de oitava interpretação texto, os capítulos foram reformulados, levanramente reformulada e atualizada. do-se em conta os eixos cognitivos e as competências propostos pela Matriz de referências do Enem,naeedição foram incluídas, em cada capítulo, questões origiNesta edição, são mantidas e aprofundadas as diretrizes estabelecidas nais,são com características às apresentadas pelo Enem, a fim de anterior. No trabalho de literatura, por exemplo, propostos novos essemelhantes tudos que o aluno se prepare melhor de textos literários, com ênfase no desenvolvimento de competências e habi-para esse tipo de exame.

Volume Único

No estudo da gramática, a novidade é a inserção de um capítulo sobre funções da linguagem. Além disso, foramCapa revistos e ampliados capítulos sobre teoria PL 2_professor.indd 1 da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação linguística, pronomes, entre outros, aprofundando-se a perspectiva textual e discursiva que já vinha norteando o trabalho. Ao final de cada unidade, os Intervalos apresentam projetos alternados de produção textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos. Sintonizada com o nosso tempo e com as mais modernas propostas de ensino de língua portuguesa, Português: linguagens é uma obra indispensável para um curso de língua portuguesa estimulante, dinâmico e significativo.

William Cereja & Thereza Cochar

internauta pode conhecer mais textos dosNo autores tugramática, dados ou textos de é a inserção de um capítulo sobre funções estudoesda a novidade outros autores do mesmo movimento literário. da linguagem. Além disso, foram revistos e ampliados capítulos sobre teoria Capa PL 3_professor.indd 1 da comunicação, teoria dalevanenunciação, figuras de linguagem, variação linNa área de interpretação de texto, os capítulos foram reformulados, guística, pronomes, outros, aprofundando-se a perspectiva textual e do-se em conta os eixos cognitivos e as competências propostosentre pela Matriz que já vinha norteando Literatura Produção de textodo Gramática Interpretação decada textocapítulo, de referências Enem, e foram incluídas, discursiva em questões origi- o trabalho. nais, com características semelhantes às apresentadas pelounidade, Enem, aosfiIntervalos m de Ao final de cada apresentam projetos alternados de proque o aluno se prepare melhor para esse tipo de exame. dução textual e literatura, retomando e ampliando os conteúdos desenvolvidos. A produção de texto mantém seu enfoque inovador — o dos gêneros textuais Sintonizada com o nosso tempoou e com as mais modernas propostas de ensino discursivos —, procurando dar conta dos diferentes gêneros, orais e escritos, que linguagens 08/08/13 de língua portuguesa, Português: é uma17:06obra indispensável para circulam socialmente, como a notícia, as cartas o seminário,estimulante, o um argumentativas, curso de língua portuguesa dinâmico e significativo. debate regrado, etc. Nesta edição, foram incluídos dois gêneros novos — o comentário e o tutorial de Internet — e, em cada capítulo, roteiros com orientações para o planejamento do texto e para a revisão e reescrita. O trabalho com o texto dissertativo-argumentativo, antes circunscrito ao volume 3, nesta edição passa a ser desenvolvido nos três anos do ensino médio.

Português

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Português Literatura Produção de texto Gramática Interpretação de texto

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Português Literatura Produção de texto Gramática Interpretação de texto

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William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhães Literatura Produção de texto Gramática Interpretação de texto

Seriado

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16/08/12 18:02

Disponível para o Livro do Professor

COLEÇÃO Coleção

Português: linguagens

Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Diferenciais da coleção: Reconhecida por alunos e professores como a mais moderna e completa obra do mercado. Trabalho com gêneros do discurso atuais, como o comentário da Internet, o tutorial e o resumo. O estudo da gramática privilegia o enfoque textual e enunciativo.

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A coleção campeã de adoções no Ensino Médio!


LIVRO DO PROFESSOR

VOLUME ÚNICO

VOLU

DO LIVRO SSOR E PROF

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Disponível para o Livro do Professor e o Livro do Aluno.

Conheça os recursos digitais da coleção: LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas.

DVD Literatura e outras linguagens: Para o professor adotante. Apresenta, em linguagem dinâmica, entrevistas, declamações, trechos de filmes e músicas para enriquecer as aulas. *Adotante da versão Conecte não recebe.

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Português: linguagens GRAMÁTICA A obra adota uma abordagem semântica e faz uso de elementos da análise do discurso. Apresenta novos estudos, como o que trata de funções de linguagem, desenvolvido de uma perspectiva histórica, partindo de Saussure e chegando ao dialogismo de Bakhtin.

Adão Iturrusgarai

6. Leia esta tira, de Adão Iturrusgarai:

(Folha de S. Paulo, 11/10/2004.)

O estudo da gramática é visto como um meio de compreender e produzir textos orais e escritos.

A tira provoca humor por meio de um jogo entre as palavras pessoal e impessoal. a) Qual é o significado do prefixo im- na palavra impessoal? “não”

b) Por que o resultado obtido com as plásticas não foi capaz de resolver a insatisfação da as plásticas eliminaram os traços particupersonagem? Porque lares dela, tornando-a uma pessoa comum.

O S E L E M E N TO S M Ó R F I C O S NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO

(2 ou + corpos no mesmo espaço. São Paulo: Perspectiva, 1997. p. 55.)

Felix Lima/Folhapress

Arnaldo Antunes

Poemas concretos são aqueles cuja construção se baseia na utilização de recursos visuais, sonoros e gráficos. Leia o poema concreto abaixo, de autoria do poeta e compositor Arnaldo Antunes, e responda às questões propostas.

Arnaldo Antunes.

1. O poema está organizado em duas partes, ou duas estrofes não convencionais, cada uma com o formato de um círculo. Observe as palavras e expressões que formam o círculo da esquerda, lidas no sentido horário: gera, degenera, já era, regenera. Sabendo que o verbo gerar origina-se da forma latina generare, responda: Sim, porque apresentam o mesmo radical, a forma latina generare. a) As palavras gerar, degenerar e regenerar podem ser consideradas cognatas entre si? Por quê? b) Que figura de linguagem se verifica na oposição entre degenerar e regenerar? Uma antítese. c) Que palavra desse círculo mantém com a expressão já era o mesmo tipo de oposição? A palavra gera (nascimento da vida) opõe-se a já era (a morte).

2. Observe o sentido dos prefixos de- e re-: de-: movimento de cima para baixo; origem, procedência; afastamento; extração; intensidade; significação contrária re-: movimento para trás; repetição; intensidade; reciprocidade; mudança de estado

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LÍNGUA: USO E REFLEXÃO

Conclua: a) Qual é o sentido habitual da palavra democracia? governo do povo b) Qual foi o sentido provavelmente atribuído pelo garoto ao radical demo?

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c) Por que motivo o garoto teria ficado preocupado, segundo ele afirma?

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Porque, por analogia com teocracia e levando em conta o sentido que ele provavelmente atribuiu a demo, democracia seria governo de espíritos malignos.

Leia a tira a seguir, de Angeli, e responda às questões 4 e 5: Angeli

espírito maligno, demônio, diabo

4. a) Cumprem o papel de estabelecer comunicação. Elas se cumprimentam e “conversam” apenas para não se cruzarem sem dizer nada.

4. Os dois primeiros quadrinhos são inteiramente construídos com base na função fática da linguagem, pois neles não há um assunto específico sobre o qual as personagens conversam. a) Se não há um assunto, que papel as falas das personagens cumprem? b) Identifique na tira três gírias e dê o signi-

ficado de cada uma, de acordo com o concomo vai?, tudo bem?; beleza?: você está bem?; mano: texto. aí?: amigo; cabeça: pessoa inteligente, intelectual.

5. Sabendo que Tantra, a personagem de calça verde e blusa branca, é apaixonada por Orelha e que esse sentimento não é correspondido, levante hipóteses: Por que a conversa não se desenvolve mais?

5. Porque Tantra fica tímida ao conversar com o garoto, e Orelha, por sua vez, por não estar interessado na garota, não se empenha em estender a conversa. Outra explicação possível é que há jovens que, embora amigos, apenas se cumprimentam quando se veem, sem alongar muito a conversa.

P R O C E S S O S D E F O R M A Ç Ã O D E PA L AV R A S N A CONSTRUÇAO DO TEXTO Leia, a seguir, a letra de uma canção de Zeca Baleiro. Se possível, ouça a canção, disponível na Internet.

Venha provar meu brunch Saiba que eu tenho approach Na hora do lunch Eu ando de ferryboat...

Marcelo Cortes/Fotoarena

Samba do approach

Eu tenho savoir-faire Meu temperamento é light Minha casa é hi-tech Toda hora rola um insight Já fui fã do Jethro Tull Hoje me amarro no Slash Minha vida agora é cool Meu passado é que foi trash...

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Português: linguagens, 1o ano,22/08/12 p. 428 17:21

Gramática no texto


ENSINO médio LITERATURA: Proposta pioneira: textos e autores de literatura estrangeira – europeus, americanos e africanos – são comparados a autores brasileiros. Estudo do contexto histórico feito a partir de painel de textos de Filosofia, História da Literatura, etc. Propostas de projetos: sarau, exposição, apresentação teatral, seminário, mural, painel, etc. Capítulos inteiramente novos sobre as literaturas brasileira e portuguesa contemporâneas. Português: linguagens, 1o ano, p. 156

A IMAGEM EM FOCO

Galleria degli Uffizi, Florença, Itália

Você vai fazer, a seguir, a leitura de uma das mais importantes pinturas do Renascimento. Observe atentamente a pintura abaixo.

Estabelece constantes relações entre a produção literária e as diferentes linguagens: o cinema, o teatro, a televisão, as artes plásticas, a música popular, a história em quadrinhos, etc.

O nascimento de Vênus (1485), de Sandro Botticelli.

1. Conta a mitologia que, ao nascer das espumas do mar, Vênus foi conduzida até a margem da ilha Citera, na costa sul da Grécia. No quadro de Botticelli: a) Quem é responsável pela condução de Vênus até a margem da ilha? Zéfiro, que sopra, produzindo vento.

b) Por que o pintor teria escolhido uma concha para servir de barco à deusa? Porque a concha está relacionada ao mar e, logo, à origem da deusa.

c) A ninfa Hora espera Vênus, em terra, com um amplo manto. Levante hipóteses: O que provavelmente Hora fará com o manto? Por quê? Provavelmente Hora irá cobrir Vênus, que está nua. 2. Observe que o vestido de Hora e o manto que ela tem nas mãos são estampados com desenhos de flores. Sabendo-se que cada uma das Horas representa uma estação do ano, provavelmente qual é a estação que a Hora do quadro representa? A primavera.

A presença da mitologia no quadro Vênus (a mulher no centro): Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos, ela é a deusa do amor, da beleza e da fecundidade. Eis sua origem: Urano (o céu) e Gaia (a terra) uniram-se para dar origem aos primeiros seres humanos, os Titãs. Porém, a pedido de Gaia, um dos filhos do casal castra o pai. Dos órgãos cortados e jogados ao mar, nasce uma espuma, da qual surge Vênus, a mais bela das deusas. Zéfiro e Flora (à esquerda, no ar): Zéfiro é deus do vento, e Flora, mulher de Zéfiro, tem o poder sobre a natureza. Alguns estudiosos acham que se trata não de Flora, mas de Aura, a deusa da brisa. Hora (à direita, na margem): é uma das quatro Horas, filhas de Zeus. Representam as quatro estações do ano.

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Português: linguagens, 1o ano, p. 447

Compara Diogo Álvares a um bárbaro 4. Em relação ao texto II: tigre, em seguida, chama-o de infame, a) Como Moema descreve Diogo Álvares e Pae traidor. A Paraguaçu chama de indigna, infame, raguaçu? cruel traidora, néscia e feia. b) Entre a fala do narrador e a fala de Moema não há diferenças linguísticas. A que conclusão se pode chegar a partir dessa constatação?

5. Comparando os episódios relatados nos dois textos, indique, justificando:

É característico da época observar sempre a norma culta da língua; além disso, era o objetivo dos escritores árcades elevar a literatura brasileira, igualando-a à literatura portuguesa e às demais literaturas europeias, e, para isso, tentavam eliminar qualquer vestígio local.

a) o mais dramático;

O episódio do texto II, pois ele não é apresentado de forma narrativa; a fala de Moema dá ao texto dramaticidade e dinamismo.

b) aquele que mais enaltece o indígena e o mostra mais integrado à natureza.

O do texto I, pois Lindoia ama o marido morto e prefere morrer a casar-se com um índio inimigo e, para morrer, escolhe um lugar que faz parte de seu hábitat.

l i t e r At u r A c o m P A r A d A

diáloGo entre A PoesiA modernA e A PoesiA árcAde A seguir, você vai ler e comparar quatro textos. O primeiro é de Cláudio Manuel da Costa, e o segundo, de Tomás Antônio Gonzaga, poetas árcades; o terceiro e o quarto são de Fernando Pessoa, poeta que participou da fundação do movimento modernista português, no início do século XX (leia o boxe lateral).

fernando Pessoa: o criador de poetas Fernando Pessoa é considerado um dos principais poetas da língua portuguesa. O que mais impressiona em sua obra é que, além de criar poemas, ele também criava poetas, com características biográficas, estilísticas, temáticas e ideológicas específicas. Esses poetas inventados por Pessoa são chamados heterônimos e, entre eles, destacam-se Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.

teXto i

teXto ii

Quem deixa o trato pastoril amado Pela ingrata, civil correspondência, Ou desconhece o rosto da violência, Ou do retiro a paz não tem provado. Que bem é ver nos campos transladado No gênio do pastor, o da inocência! E que mal é no trato, e na aparência Ver sempre o cortesão dissimulado! Ali respira amor sinceridade Aqui sempre a traição seu rosto encobre; Um só trata a mentira, outro a verdade. Ali não há fortuna, que soçobre; Aqui quanto se observa, é variedade: Oh ventura do rico! Oh bem do pobre!

Minha bela Marília, tudo passa; a sorte deste mundo é mal segura; se vem depois dos males a ventura, vem depois dos prazeres a desgraça. Estão os mesmos deuses sujeitos ao poder do ímpio fado: Apolo já fugiu do céu brilhante, Já foi pastor de gado. [...] Ah! enquanto os destinos impiedosos não voltam contra nós a face irada, façamos, sim, façamos, doce amada, os nossos breves dias mais ditosos. [...]

(Cláudio Manuel da Costa. In: Luiz Roncari. Literatura brasileira — Dos primeiros cronistas aos últimos românticos. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 234.)

civil: civilizado, polido. cortesão: o que frequenta a corte. dissimulado: fingido, disfarçado. soçobrar: naufragar, aniquilar-se.

transladado: que se mudou de um lugar para outro. trato: convivência. ventura: destino, felicidade, boa sorte.

Atividades de leitura comparada: entre textos de diferentes épocas, entre autores da literatura brasileira e da literatura estrangeira, entre literatura e pintura ou cinema.

(Tomás Antônio Gonzaga. In: Luiz Roncari, op. cit. p. 254.)

ditoso: feliz, afortunado. ímpio: cruel, desapiedado. irado: enraivecido, furioso.

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Português: linguagens

Português: linguagens, 1o ano, p. 461

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS: Capítulos dedicados ao trabalho com interpretação de textos incorporam as mais recentes discussões sobre leitura e desenvolvimento de competências e habilidades.

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

Português linguagens, 1o ano, p. 461

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CAPÍTULO 9

A explicação e a demonstração Nas unidades anteriores, você conheceu e exercitou operações ou esquemas de ação, como a observação, a análise, a identificação, a comparação e a memorização. Neste capítulo, vai conhecer a explicação e a demonstração. A explicação é uma das operações mais solicitadas em questões de interpretação de textos e em questões discursivas de qualquer disciplina. Já a demonstração é mais comum nas provas discursivas de ciências exatas. Leia as questões da Unicamp-SP a seguir e veja como essas operações costumam ser solicitadas nos exames oficiais.

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“paisagem esterilizada” a partir das nuances do contexto. Já na questão 2, era necessário descrever e explicar de maneira ordenada e pormenorizada, com exemplos extraídos do próprio texto, por que os autores dos textos reconhecem um caráter político na arte de rua. Assim, chegamos a estes conceitos: Explicar é elucidar a relação entre fatos e ideias ou fazer entender a veracidade (ou não) de alguma ideia, teoria ou fato por meio de elementos ou argumentos; nessa situação, a relação de causa e efeito é geralmente a mais enfatizada. Demonstrar ou mostrar é descrever e explicar de maneira ordenada e pormenorizada, com auxílio de exemplos; é provar com um raciocínio convincente.

PREPARE-SE PARA O ENEM E O VESTIBULAR 1.

Leia esta notícia:

Presidente Lula vira personagem animado em “South Park” presidente Lula virou personagem na série de animação “South Park”. É possível assistir ao episódio no site South Park Studios. No episódio que foi ao ar nesta quarta-feira (15), nos Estados Unidos, intitulado “Pinewood Derby”, Stan mata um alienígena tido como perigoso. Em seguida, a polícia espacial aterrissa na cidade e pergunta pelo alienígena. O pai de Stan, que está conversando por telefone com diversos líderes mundiais, entre os quais Lula, questiona se alguém viu o alienígena. [...] Outros líderes mundiais também podem ser identificados, como o presidente da França,

South Park

O

Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã, Angela Merkel, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, entre outros. (Folha de S. Paulo, 16/4/2009. www1.folha.uol.com.br/ folha/ilustrada/ult90u551549.shtml)

De acordo com a notícia, de 2009, o então presidente brasileiro aparecia como um “líder mundial” em um episódio de uma série de desenho animado da TV norte-americana. Escolha a alternativa em que é apresentada a mais possível explicação para esse fato. a) Tratava-se de uma campanha política a favor de Lula nas eleições de 2010. b) O episódio satirizava líderes políticos internacionais representantes do grupo chamado G8. X c) O episódio demonstrava a projeção do Brasil e do ex-presidente no cenário internacional. d) As cenas satirizavam o surgimento, na época, de um alienígena em Varginha. e) As cenas ridicularizavam a obsessão norte-americana por alienígenas.

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Questões inéditas servem como treino para o Enem e para os vestibulares.


ENSINO médio PRODUÇÃO DE TEXTO: Os textos selecionados estimulam o aluno a refletir sobre a realidade e a posicionar-se criticamente. Destaque para os gêneros orais públicos, como o seminário e o debate. Orientações passo a passo sobre produção do texto. O desenvolvimento de projetos amplia o trabalho com os gêneros textuais. Boxes de ampliação, curiosidade e interesse geral.

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Proposta organizada em torno dos gêneros de circulação social: o artigo de opinião, o conto, o e-mail, o comentário, a notícia, o editorial, o debate regrado público, o texto dissertativoargumentativo.

ProdUÇÃo de TeXTo

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Hipertexto e gêneros digitais: o e-mail e o comentário Com o surgimento e a popularização da Internet, alterou-se profundamente a noção de texto. Na Internet, o processo de ler ou escrever um texto deixou de ser linear, ou seja, da esquerda para a direita e de cima para baixo, um procedimento de cada vez. O internauta pode, simultaneamente ao processo de leitura de um texto, acessar links, ler outros textos, ouvir música, examinar imagens e planilhas, redigir e-mails e, finalmente, voltar a ler o texto que foi o ponto de partida para uma série de operações e de interações pela Internet. A essas múltiplas possibilidades oferecidas pelo texto digital, que envolve uma nova forma de acessar, produzir e interpretar informações, chamamos hipertexto. Assim, hipertexto exprime a ideia de leitura e escrita não linear de texto, em um contexto tecnológico, mediado pelo computador e pela Internet. A Internet permite ainda que os internautas, além de fazerem facilmente leituras simultâneas e não lineares, produzam e disponibilizem seus próprios textos na rede para a leitura de outros usuários. Assim, todos podem expressar seus pontos de vista, postando textos, vídeos e fotos em sites diversos: páginas de grandes jornais do país, YouTube, fóruns de discussão, páginas pessoais, como os blogs, ou perfis em redes sociais, como o Facebook e o Twitter. Entre os gêneros textuais que são produzidos e circulam na Internet, estão o e-mail, e o comentário.

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Faça sua revolução

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epois de 5 anos pesquisando campanhas e movimentos ao redor do globo, a jornalista norte-americana Tina Rosenberg chegou à conclusão de que as pessoas apoiam uma causa não por ela ser correta, justa, ou porque aquilo parece o melhor a ser feito, mas sim por

P l a n e j a m e n to

Apresenta seções que orientam passo a passo como produzir, revisar e reescrever o texto.

uma característica humana primitiva: a vontade de pertencer e ser aceito por um grupo. [...] Partindo da lógica de que todos nós queremos viver em bandos, as causas que mais conseguem adeptos são aquelas que formam os grupos mais atraentes. “Elas oferecem às

pessoas um novo e desejável clube a se juntar — na maioria das vezes, são grupos tão fortes e tão convincentes que a pessoa adota uma nova identidade por meio dele”, diz Rosenberg. [...] (Rafael Tonon e Marcelo Min. Revista Galileu, nº 247, p. 39-43.)

d o t e x to

Decida com os colegas e com o professor em que suporte os artigos de opinião irão circular. Vocês podem, por exemplo, publicá-los em um blog coletivo da sala ou em uma rede social, ou enviá-los a um fórum de debates na Internet. Se quiserem, poderão também expô-los para a escola toda, em um mural. Decidido o suporte, pense no perfil do seu leitor: você vai escrever para jovens como você e para adultos. A linguagem deve estar, portanto, adequada ao gênero e ao perfil desse público leitor. Anote as ideias e os argumentos dos textos lidos que podem ser úteis para fundamentar o ponto de vista que você pretende desenvolver. Pense em um enunciado (uma ou mais frases) que possa cumprir o papel de introduzir o texto e, ao mesmo tempo, expressar a ideia principal (a síntese de seu ponto de vista) que pretende defender e anote-o. Entre os argumentos que anotou, escolha aqueles que podem fundamentar de modo mais consistente a ideia principal do texto. Em vez de quantidade, dê preferência à qualidade e à profundidade dos argumentos. Se achar conveniente, acrescente novos argumentos. Pense na melhor forma de concluir seu texto: ou retomando o que foi exposto, ou confirmando a ideia principal, ou fazendo uma citação de algum escritor ou alguém importante na área relativa ao tema debatido. Dê ao texto um título que desperte a curiosidade do leitor. Lembre-se de que o artigo de opinião tem uma estrutura convencional e linguagem objetiva, de acordo com a norma-padrão. Se digitar o texto, formate-o em colunas. Faça as alterações necessárias e passe seu artigo de opinião para o suporte final.

Revisão

e R e e s c R i ta

Antes de fazer a versão final do seu artigo de opinião, releia-o, observando: se você se posiciona claramente sobre o tema; se o texto apresenta uma ideia principal que resume seu ponto de vista; se a ideia principal é fundamentada com argumentos claros e consistentes; se os argumentos são bem-desenvolvidos; se a conclusão retoma e confirma o ponto de vista defendido; se o título dado ao texto é, além de atraente, também coerente com as ideias desenvolvidas; se o texto como um todo é persuasivo; se a linguagem está de acordo com a norma-padrão da língua e com um grau de formalidade adequado ao público-alvo. PRODUÇÃO DE TEXTO

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Português: linguagens VOLUME ÚNICO E CONECTE

SUMÁRIO DA obra UNIDADE 1 A COMUNICAÇÃO. A LITERATURA DA IDADE MÉDIA AO QUINHENTISMO CAPÍTULO 1: Linguagem, comunicação e interação

CAPÍTULO 2: O que é literatura? CAPÍTULO 3: Introdução aos gêneros do

UNIDADE 3 HISTÓRIA SOCIAL DO ARCADISMO CAPÍTULO 15: A linguagem do Arcadismo CAPÍTULO 16: O artigo de opinião CAPÍTULO 17: Estrutura e formação de palavras

CAPÍTULO 18: O Arcadismo em Portugal e no

discurso

CAPÍTULO 4: O poema CAPÍTULO 5: As origens da literatura

Brasil

CAPÍTULO 19: O seminário CAPÍTULO 20: O Enem e os cinco eixos

portuguesa

CAPÍTULO 6: Texto e discurso – Intertexto e interdiscurso

CAPÍTULO 7: O texto teatral escrito CAPÍTULO 8: O Quinhentismo no Brasil VIVÊNCIAS: PROJETO: Palavra em cena

UNIDADE 2 BARROCO: A ARTE DA INDISCIPLINA CAPÍTULO 9: A linguagem do Barroco CAPÍTULO 10: Hipertexto e gêneros digitais: o e-mail e o comentário

CAPÍTULO 11: Introdução à semântica CAPÍTULO 12: O Barroco em Portugal e no Brasil

CAPÍTULO 13: O debate regrado público CAPÍTULO 14: A expressão escrita: acentuação

VIVÊNCIAS: PROJETO: Feira de inclusão digital

80

cognitivos

VIVÊNCIAS: PROJETO: A arte brasileira no período colonial

UNIDADE 4 HISTÓRIA SOCIAL DO ROMANTISMO

CAPÍTULO 21: A linguagem do Romantismo CAPÍTULO 22: O Romantismo em Portugal CAPÍTULO 23: A notícia CAPÍTULO 24: O substantivo e o adjetivo CAPÍTULO 25: O Romantismo no Brasil – a poesia

CAPÍTULO 26: A entrevista CAPÍTULO 27: O verbo e o advérbio CAPÍTULO 28: O Romantismo no Brasil – a prosa

VIVÊNCIAS: PROJETO: Sarau gótico: “Oh! My Goth!”


UNIDADE 5 HISTÓRIA SOCIAL DO REALISMO, DO NATURALISMO E DO PARNASIANISMO CAPÍTULO 29: A linguagem do Realismo, do Naturalismo e do Parnasianismo

CAPÍTULO 30: O Realismo em Portugal – O Realismo e o Naturalismo no Brasil

CAPÍTULO 31: A reportagem CAPÍTULO 32: O artigo e o numeral CAPÍTULO 33: O Parnasianismo no Brasil CAPÍTULO 34: A crônica VIVÊNCIAS:

PROJETO: Jornal mural: Os Focas

UNIDADE 8 A SEGUNDA FASE DO MODERNISMO: A PROSA E A POESIA CAPÍTULO 50: O romance de 30 CAPÍTULO 51: As cartas argumentativas CAPÍTULO 52: Regência verbal e regência nominal

CAPÍTULO 53: A poesia de 30 CAPÍTULO 54: O texto dissertativoargumentativo

CAPÍTULO 55: O Modernismo em Portugal: a segunda geração

CAPÍTULO 56: Competências e habilidades do Enem (II)

VIVÊNCIAS: UNIDADE 6 HISTÓRIA SOCIAL DO SIMBOLISMO

PROJETO: Mostra de Arte Moderna: duas gerações

CAPÍTULO 35: A linguagem do Simbolismo CAPÍTULO 36: A crítica CAPÍTULO 37: O pronome CAPÍTULO 38: O Simbolismo em Portugal e no Brasil

CAPÍTULO 39: O editorial CAPÍTULO 40: A preposição, a conjunção e a interjeição

CAPÍTULO 41: Competências e habilidades do Enem (I)

VIVÊNCIAS: PROJETO: Dois olhares: entre a razão e a antirrazão

UNIDADE 9 A LITERATURA CONTEMPORÂNEA CAPÍTULO 57: A geração de 45 CAPÍTULO 58: Como desenvolver as partes de um texto dissertativo-argumentativo

CAPÍTULO 59: A literatura portuguesa contemporânea: do Neorrealismo aos dias de hoje

CAPÍTULO 60: A colocação. Colocação pronominal

CAPÍTULO 61: Tendências da literatura brasileira contemporânea

CAPÍTULO 62: Competências e habilidades do UNIDADE 7 HISTÓRIA SOCIAL DO MODERNISMO

CAPÍTULO 42: O Pré-Modernismo

Enem (III)

VIVÊNCIAS: PROJETO: Sarau: poesia e música

CAPÍTULO 43: A linguagem do Modernismo CAPÍTULO 44: O cartaz e o anúncio publicitário CAPÍTULO 45: Concordância verbal e nominal CAPÍTULO 46: O Modernismo em Portugal: a primeira geração

CAPÍTULO 47: O conto CAPÍTULO 48: A pontuação CAPÍTULO 49: O Modernismo no Brasil: a primeira geração

VIVÊNCIAS: PROJETO: Arte em revista 81


Português: linguagens SERIADO

SUMÁRIOS DA COLEÇÃO 1o ANO UNIDADE 1

A LITERATURA NA BAIXA IDADE MÉDIA

CAPÍTULO 1: O que é literatura? CAPÍTULO 2: Introdução aos gêneros do discurso CAPÍTULO 3: Linguagem, comunicação e interação CAPÍTULO 4: O poema CAPÍTULO 5: A linguagem do Trovadorismo CAPÍTULO 6: O texto teatral escrito CAPÍTULO 7: As variedades linguísticas CAPÍTULO 8: A produção literária medieval CAPÍTULO 9: Figuras de linguagem CAPÍTULO 10: A fábula contemporânea e o apólogo CAPÍTULO 11: Competência leitora e habilidades de leitura INTERVALO:

PROJETO: Palavra em cena

UNIDADE 2

HISTÓRIA SOCIAL DO CLASSICISMO

CAPÍTULO 1: A linguagem do Classicismo renascentista CAPÍTULO 2: O relato pessoal CAPÍTULO 3: Texto e discurso – Intertexto e interdiscurso CAPÍTULO 4: O Classicismo em Portugal CAPÍTULO 5: A biografia CAPÍTULO 6: Introdução à semântica CAPÍTULO 7: O Quinhentismo no Brasil CAPÍTULO 8: Hipertexto e gêneros digitais: o e-mail, o blog e o comentário CAPÍTULO 9: A observação, a análise e a identificação INTERVALO:

PROJETO: Da espada à vela: o mundo em mudança

82


UNIDADE 3

BARROCO: A ARTE DA INDISCIPLINA

CAPÍTULO 1: A linguagem do Barroco CAPÍTULO 2: Os gêneros instrucionais CAPÍTULO 3: Sons e letras CAPÍTULO 4: O Barroco em Portugal CAPÍTULO 5: O resumo CAPÍTULO 6: A expressão escrita: ortografia – divisão silábica CAPÍTULO 7: O Barroco no Brasil CAPÍTULO 8: O seminário CAPÍTULO 9: A expressão escrita: acentuação CAPÍTULO 10: A comparação e a memorização INTERVALO:

PROJETO: Feira de inclusão digital

UNIDADE 4

HISTÓRIA SOCIAL DO ARCADISMO

CAPÍTULO 1: A linguagem do Arcadismo CAPÍTULO 2: O debate regrado público CAPÍTULO 3: Estrutura de palavras CAPÍTULO 4: O Arcadismo em Portugal CAPÍTULO 5: O artigo de opinião CAPÍTULO 6: Formação de palavras CAPÍTULO 7: O Arcadismo no Brasil CAPÍTULO 8: O texto dissertativo-argumentativo CAPÍTULO 9: A explicação e a demonstração INTERVALO:

PROJETO: Entre o Barroco e o Iluminismo: a arte brasileira no período colonial

83


Português: linguagens seriado

2o ANO UNIDADE 1

HISTÓRIA SOCIAL DO ROMANTISMO. A POESIA

CAPÍTULO 1: A linguagem do Romantismo CAPÍTULO 2: O cartaz e o anúncio publicitário CAPÍTULO 3: O substantivo CAPÍTULO 4: O Romantismo em Portugal CAPÍTULO 5: O adjetivo CAPÍTULO 6: O Romantismo no Brasil: primeira geração CAPÍTULO 7: O texto de campanha comunitária CAPÍTULO 8: O artigo e o numeral CAPÍTULO 9: O conto (I) CAPÍTULO 10: O Ultrarromantismo CAPÍTULO 11: O pronome CAPÍTULO 12: O Condoreirismo CAPÍTULO 13: Justificação e conclusão INTERVALO:

PROJETO: Campanha: Solidariedade em cartaz

UNIDADE 2

O ROMANTISMO. A PROSA

CAPÍTULO 1: O romance romântico e a identidade nacional. O romance indianista CAPÍTULO 2: O conto (II) CAPÍTULO 3: O verbo CAPÍTULO 4: O romance regional CAPÍTULO 5: O conto de mistério CAPÍTULO 6: O advérbio CAPÍTULO 7: O romance urbano CAPÍTULO 8: Palavras relacionais: a preposição e a conjunção CAPÍTULO 9: A prosa gótica CAPÍTULO 10: A notícia CAPÍTULO 11: A interjeição CAPÍTULO 12: Habilidades de leitura e suas operações: levantamento de hipóteses e relação

INTERVALO: PROJETO: Sarau gótico: “Oh! My Goth!”

84


ENSINO médio

UNIDADE 3 HISTÓRIA SOCIAL DO REALISMO, DO NATURALISMO E DO PARNASIANISMO

CAPÍTULO 1: A linguagem do Realismo, do Naturalismo e do Parnasianismo CAPÍTULO 2: A entrevista CAPÍTULO 3: O modelo morfossintático – o sujeito e o predicado CAPÍTULO 4: O Realismo em Portugal CAPÍTULO 5: A reportagem CAPÍTULO 6: Termos ligados ao verbo: objeto direto, objeto indireto, adjunto adverbial CAPÍTULO 7: O Realismo e o Naturalismo no Brasil CAPÍTULO 8: A mesa-redonda CAPÍTULO 9: O predicativo – Tipos de predicado CAPÍTULO 10: O Parnasianismo no Brasil CAPÍTULO 11: Habilidades de leitura e suas operações: a inferência e a interpretação INTERVALO:

PROJETO: Jornal mural: Os Focas

UNIDADE 4

HISTÓRIA SOCIAL DO SIMBOLISMO

CAPÍTULO 1: A linguagem do Simbolismo CAPÍTULO 2: O Simbolismo em Portugal CAPÍTULO 3: A crítica CAPÍTULO 4: Tipos de sujeito CAPÍTULO 5: O Simbolismo no Brasil CAPÍTULO 6: O editorial CAPÍTULO 7: Termos ligados ao nome: adjunto adnominal e complemento nominal CAPÍTULO 8: O teatro brasileiro no século XIX CAPÍTULO 9: O texto dissertativo-argumentativo: redação a partir de um painel de textos CAPÍTULO 10: Termos ligados ao nome: aposto e vocativo CAPÍTULO 11: As situações-problema nas provas do Enem e dos vestibulares INTERVALO:

PROJETO: Dois olhares: entre a razão e a impressão

85


Português: linguagens seriado

3o ANO UNIDADE 1

HISTÓRIA SOCIAL DO MODERNISMO

CAPÍTULO 1: O Pré-Modernismo CAPÍTULO 2: A linguagem do Modernismo CAPÍTULO 3: A crônica CAPÍTULO 4: Vanguardas em ação CAPÍTULO 5: Período composto por subordinação: as orações substantivas CAPÍTULO 6: O Modernismo em Portugal: a primeira geração CAPÍTULO 7: A crônica argumentativa CAPÍTULO 8: Período composto por subordinação: as orações adjetivas CAPÍTULO 9: A primeira fase do Modernismo. Os Andrades CAPÍTULO 10: O texto de divulgação científica CAPÍTULO 11: Manuel Bandeira e Alcântara Machado CAPÍTULO 12: O Enem e os cinco eixos cognitivos INTERVALO:

PROJETO: Arte e ciência em revista

UNIDADE 2

A SEGUNDA FASE DO MODERNISMO. O ROMANCE DE 30

CAPÍTULO 1: O romance de 30. Rachel de Queiroz CAPÍTULO 2: A carta de leitor CAPÍTULO 3: Período composto por subordinação: as orações adverbiais CAPÍTULO 4: O Nordeste no romance de 30: Graciliano Ramos, José Lins do Rego e Jorge Amado

CAPÍTULO 5: As cartas argumentativas de reclamação e de solicitação CAPÍTULO 6: Período composto por coordenação: as orações coordenadas CAPÍTULO 7: O Sul no romance de 30: Érico Veríssimo e Dionélio Machado CAPÍTULO 8: A carta aberta CAPÍTULO 9: A pontuação CAPÍTULO 10: O Modernismo em Portugal: a segunda geração CAPÍTULO 11: Competências e habilidades do Enem (I) INTERVALO:

PROJETO: Mostra de Arte Moderna: duas gerações

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ENSINO médio

UNIDADE 3

A SEGUNDA FASE DO MODERNISMO. A POESIA DE 30

CAPÍTULO 1: A poesia de 30. Carlos Drummond de Andrade CAPÍTULO 2: O debate regrado público: estratégias de contra-argumentação CAPÍTULO 3: Concordância. Concordância verbal CAPÍTULO 4: Murilo Mendes e Jorge de Lima: a poesia em pânico CAPÍTULO 5: O texto dissertativo-argumentativo: como fazer a introdução CAPÍTULO 6: Concordância nominal CAPÍTULO 7: Cecília Meireles e Vinícius de Morais CAPÍTULO 8: O texto dissertativo-argumentativo: como fazer o desenvolvimento CAPÍTULO 9: O teatro brasileiro nos séculos XX-XXI CAPÍTULO 10: Do Neorrealismo ao Existencialismo em Portugal CAPÍTULO 11: Competências e habilidades do Enem (II) INTERVALO:

PROJETO: Caia na rede!

UNIDADE 4

A LITERATURA CONTEMPORÂNEA

CAPÍTULO 1: Os anos 1940-50. Clarice Lispector CAPÍTULO 2: O texto dissertativo-argumentativo: como fazer a conclusão CAPÍTULO 3: Regência verbal e regência nominal CAPÍTULO 4: Guimarães Rosa: a linguagem reinventada CAPÍTULO 5: A redação no Enem e nos vestibulares CAPÍTULO 6: João Cabral de Melo Neto: a linguagem objeto CAPÍTULO 7: A colocação. Colocação pronominal CAPÍTULO 8: A literatura portuguesa contemporânea CAPÍTULO 9: Tendências da literatura brasileira contemporânea CAPÍTULO 10: Panorama das literaturas africanas de língua portuguesa CAPÍTULO 11: Competências e habilidades do Enem (III) INTERVALO:

PROJETO: Sarau: poesia e música

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Gramática Reflexiva

William Cereja Thereza Cochar

texto, semântica e interação

Gramática Reflexiva William Cereja Thereza Cochar

ISBN 978-85-357-1872-0

9 788535 718720

Gramática reflexiva Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Diferenciais da obra: Um convite à reflexão sobre a língua em uso, falada e escrita. Fonte de recursos para aprimorar a capacidade de análise, produção e recepção de textos. A mais completa e moderna gramática para o Ensino Médio. Enfoque semântico discursivo da linguagem.

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02/08/13 15:52


GRAMÁTICA

GRAMÁTICA

GRAMÁTICA

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GRAMÁTICA

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cadern

9 788502 211049

9 788502 211056

7/29/14 7:12 PM

GRAMÁTICA

ISBN 978-85-02-21104-9

ISBN 978-85-02-21105-6

Conecte_GramaReflex_Prof_CadComp.indd 1

caderno de revisão PROFESSOR

caderno de competências PROFESSOR

GRAMÁTICA

GRAMÁTICA

20/08/13 15:38

Conecte_GramaReflex_Prof_CadRev.indd 1

21/08/13 10:09

Versão CONECTE Disponível para o Livro do Professor e o Livro do Aluno.

Conheça os recursos digitais da obra: LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para aluno e professor na versão Conecte.

E-book para aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais.

89


GRAMÁTICA REFLEXIVA

Durante muito tempo se pensou que a unidade básica dos textos fosse a palavra e que as outras unidades seriam supérfluas, acessórias. Sabemos hoje, entretanto, que todas se complementam na construção de sentidos de um texto, não sendo possível estabelecer uma hierarquia entre elas. Mais recentemente, com o aparecimento da informática, surgiu também a linguagem digital, que permite armazenar e transmitir informações em meios eletrônicos. No anúncio lido, o anunciante prevê seu público-alvo e interage com ele por meio da linguagem, isto é, por meio de signos e construções compartilhadas por ambos (ainda que pertencentes a idiomas diferentes). Assim, pode-se concluir que a comunicação se estabelece por meio de textos (orais, escritos, verbais, não verbais, etc.) produzidos e lidos por pessoas — os interlocutores do processo comunicativo — que compartilham conhecimentos comuns e que constroem, solidariamente ou não, os sentidos desses textos.

interlocutores são as pessoas que participam do processo de interação por meio de linguagem(ns).

ADESF

Adota uma abordagem que toma o texto como objeto de estudo e o explora com base na semântica, na linguística textual e na teoria do discurso.

Estabelece relações entre os conteúdos gramaticais e as situações cotidianas de comunicação, aproximando o estudo da língua da realidade do estudante.

(http://labbioiee.blogspot.com/2009_06_01_archive.html)

Se consideramos apenas a parte verbal do anúncio, apreendemos um sentido oposto ao que é construído quando levamos em conta todos os elementos que o compõem: linguagem verbal, linguagem não verbal e contexto social em que ele circula (o das conhecidas campanhas contra o fumo e dos comprovados problemas de saúde causados pelo cigarro).

exercícios

Laerte

Leia os cartuns a seguir, de Laerte, e responda às questões de 1 a 3.

o que é cartum?

Laerte

Cartum é uma espécie de desenho humorístico ou anedota gráfica cujo objetivo é divertir o leitor e quase sempre fazer uma crítica a um tema da realidade.

(Classificados. São Paulo: Devir, 2004. v. 3, p. 49.)

14 Gramática Reflexiva, vol. único, p. 14 011-027-Un1-Cap1-GRVU-Merc2014.indd 14

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Gramática Reflexiva, vol. único, p. 12

CAPÍTULO

1

e w i s/ B ar r y L

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Linguagem, comunicação e interação CONSTRUINDO O CONCEITO Leia o anúncio publicitário: Reprodução

Ampliação e enriquecimento dos capítulos sobre teoria da comunicação, teoria da enunciação, figuras de linguagem, variação linguística, pronomes, entre outros, aprofundando a perspectiva textual e discursiva.

12

90

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06/08/13 16:48


ENSINO médio O estudo da gramática privilegia o enfoque textual e enunciativo.

Gramática Reflexiva, vol. único, p. 27

SEmâNTICA E DISCURSO

DM9DDB

Leia o anúncio:

Abordagem semântica Desenvolve trabalho integrado de leitura e reflexão sobre a língua portuguesa, enriquecido com aspectos ligados à semântica, à estilística e à análise do discurso.

A Philips lançou o primeiro gravador de DVD do mercado brasileiro. E já está na sua segunda geração. Mais uma inovação exclusiva da Philips, com a tecnologia DVD+RW, a mais compatível do mercado. Você grava e regrava, grava e regrava, sem perder nada em qualidade. Tudo em DVD. Tudo 100% digital. Gravador de DVD — foi a Philips que criou. E fez os outros parar para ver. Compre novidade, compre Philips. www.philips.com.br

(Veja, nº 1 823.)

1. De que tipo é a linguagem utilizada no anúncio: verbal, não verbal ou mista?

Linguagem mista.

2. No anúncio, foram utilizados dois dos símbolos que aparecem em aparelhos de som e de DVD. a) Nesses aparelhos, o que representa o triângulo? O sinal de play, que indica tocar ou ir para a frente. b) E o quadrado? O sinal de “parar”. 3. Lemos, abaixo desses símbolos, as frases “A Philips evolui” e “Os outros”. A ideia de evolução, ou seja, de mudança, de “ir para a frente” a) Que relação existe entre a primeira frase e o triângulo? é compatível com o símbolo play. b) A frase “Os outros” está incompleta. Como você a completaria? Sugestão: Os outros pararam. c) Logo, qual é a relação existente entre a segunda frase e o quadrado? A ideia de que as marcas concorrentes correspondem ao sinal de “parar”, porque não se renovam, não investem em novas pesquisas tecnológicas.

4. Leia o texto verbal da parte de baixo do anúncio. a) Qual é o principal argumento utilizado para promover a imagem do produto anunciado? O argumento de que, diferentemente de seus concorrentes, a Philips é líder em pesquisa tecnológica e em inovações nos produtos. b) As duas últimas frases desse texto sintetizam as ideias principais do anúncio. Associe-as aos símbolos utilizados. O quadrado está para a frase “E fez os outros parar para ver” assim como o triângulo está para a frase “Compre novidade, compre Philips”.

“E fez os outros parar para ver.” “Compre novidade, compre Philips.”

27 011-027-Un1-Cap1-GRVU-Merc2014.indd 27

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea – Vá pentear macacos. São Paulo: Devir, 2004. p. 9.)

sons e letras na construção do texto Leia este poema, de Arnaldo Antunes: Editora Iluminuras

O estudo da gramática é visto como um meio de compreender e produzir textos orais e escritos.

Na tira a seguir, no último quadrinho, foi eliminada uma palavra. Leia a tira e depois responda: De acordo com a norma-padrão escrita, que forma completa adequadamente o balão: carcereiro ou carceireiro? carcereiro Fernando Gonsales

6.

06/08/13 16:48

Gramática Reflexiva, vol. único, p. 49

“Vejo miro”. Palavra desordem. São Paulo: Iluminuras, 2002.

Em DIA COm O ENEm E O VESTIBULAR 1. (ENEM)

É água que não acaba mais Dados preliminares divulgados por pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram o Aquífero Alter do Chão como o maior depósito de água potável do planeta. Com volume estimado em 86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá. “Essa quantidade de água seria suficiente para abastecer a população mundial durante 500 anos”, diz Milton Matta, geólogo da UFPA. Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água do Aquífero Guarani (com 45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a maior reserva subterrânea do mundo, distribuída por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Época, nº 623, 26 abr. 2010.

Essa notícia, publicada em uma revista de grande circulação, apresenta resultados de uma pesquisa científica realizada por uma universidade brasileira. Nessa situação específica de comunicação, a função referencial da linguagem predomina, porque o autor do texto prioriza: a) as suas opiniões, baseadas em fatos. X b) os aspectos objetivos e precisos. c) os elementos de persuasão do leitor.

X

ça marcante da função emotiva ou expressiva, por 051-064-Un2-Cap4-GRVU-Merc2014.indd meio da qual o emissor: a) imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal, seus sentimentos. b) transmite informações objetivas sobre o tema de que trata a canção. c) busca persuadir o receptor da canção a adotar um certo comportamento. d) procura explicar a própria linguagem que utiliza para construir a canção. e) objetiva verificar ou fortalecer a eficiência da mensagem veiculada.

61 61

Gramática Reflexiva, vol. único, p. 61 07/08/13 19:00

Prepara para o Enem e para o vestibular.

3. (UNESP-SP) Leia os dois textos.

Texto 1 O livro de língua portuguesa ‘Por uma Vida Melhor’, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), contém alguns erros gramaticais. “Nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe” são dois exemplos de erros. Na avaliação dos autores do livro, o uso da língua popular, ainda que contendo erros, é válido. Os escritores também ressaltam que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer “preconceito linguístico”. A autora Heloisa Ramos justifica o conteúdo da obra. “O importante é chamar a atenção para o fato de que a ideia de correto e incorreto no uso da língua deve ser substituída pela ideia de uso da língua adequado e inadequado, de-

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Gramática reflexiva - ENSINO médio

SUMÁRIO DA Obra UNIDADE 1 LINGUAGEM COMO MEIO DE AÇÃO E INTERAÇÃO SOCIAL CAPÍTULO 1: Linguagem, comunicação e interação CAPÍTULO 2: As variedades linguísticas CAPÍTULO 3: Texto e discurso – Intertexto e interdiscurso UNIDADE 2

FONOLOGIA

CAPÍTULO 4: Sons e letras CAPÍTULO 5: A expressão escrita: ortografia – divisão silábica CAPÍTULO 6: A expressão escrita: acentuação UNIDADE 3 MORFOLOGIA: A PALAVRA E SEUS PARADIGMAS

CAPÍTULO 7: Estrutura de palavras CAPÍTULO 8: Formação de palavras CAPÍTULO 9: O substantivo CAPÍTULO 10: O adjetivo CAPÍTULO 11: O artigo e o numeral CAPÍTULO 12: O pronome CAPÍTULO 13: O verbo CAPÍTULO 14: O advérbio CAPÍTULO 15: Palavras relacionais: a preposição e a conjunção CAPÍTULO 16: A interjeição

UNIDADE 4

SINTAXE: A PALAVRA EM AÇÃO

CAPÍTULO 17: O modelo morfossintático – o sujeito e o predicado CAPÍTULO 18: Termos ligados ao verbo: objeto direto, objeto indireto, adjunto adverbial

CAPÍTULO 19: O predicativo – Tipos de predicado CAPÍTULO 20: Tipos de sujeito

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CAPÍTULO 21: Termos ligados ao nome: adjunto adnominal e complemento nominal

CAPÍTULO 22: Termos ligados ao nome: aposto e vocativo CAPÍTULO 23: Período composto por subordinação: as orações substantivas

CAPÍTULO 24: Período composto por subordinação: as orações adjetivas

CAPÍTULO 25: Período composto por subordinação: as orações adverbiais

CAPÍTULO 26: Período composto por coordenação: as orações coordenadas

CAPÍTULO 27: A pontuação CAPÍTULO 28: Figuras de sintaxe CAPÍTULO 29: Concordância. Concordância verbal e nominal CAPÍTULO 30: Regência verbal e regência nominal CAPÍTULO 31: A colocação. Colocação pronominal

UNIDADE 5 SENTIDO

SEMÂNTICA E ESTILÍSTICA: ESTILO E

CAPÍTULO 32: Introdução à semântica CAPÍTULO 33: Introdução à estilística: figuras de linguagem CAPÍTULO 34: Versificação

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Versão CONECTE

ULA RES

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de textos tências

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LIVRO DO PROFESSOR

Interpretação de textos

o ã ç a t e r p Inter

INTERPRETAÇÃO

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

E

W ILLIAM C EREJA • T HEREZA C OCHAR • C ILEY C LETO

W ILLIAM C EREJA • T HEREZA C OCHAR • C ILEY C LETO

DE TEXTOS ereja William C leto Ciley C

O LIVRO DS R O S E F O PR

ISBN 978-85-02-21095-0

9 788502 210950

Capa-Conecte-ITVU-Prof.indd 1

28/08/12 15:47

Disponível para o Livro do Professor e o Livro do Aluno.

Interpretação de textos Autores: William Roberto Cereja, Thereza Cochar Magalhães e Ciley Cleto Diferenciais da obra: Ajuda a preparar os alunos para o Enem. Didática simples e aplicação fácil. Desenvolve, passo a passo, habilidades de leitura.

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20/08/13 18:11


Conheça os recursos digitais da obra:

LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para aluno e professor na versão Conecte.

E-book para aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais.

aguardar

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Interpretação de textos

CAPÍTULO

26

xtos a e t e d o ã ç ta últipl Interpre m e d s e õ t es com qu escolha

Thinkstock/Getty Images

Uma obra concebida com o objetivo de preparar o estudante para as exigências do mundo contemporâneo, inclusive as das avaliações do Enem e dos vestibulares relativas à leitura.

Você já aprendeu que, para interpretar textos, precisamos ativar esquemas mentais e realizar determinadas operações, como analisar, identificar, comparar, levantar hipóteses, etc. O que muda quando se trata de uma questão do tipo teste, ou seja, de múltipla escolha?

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Interpretação de Textos, vol. único, p. 268 IT V.4 - Un3 cap.26-268a275.indd 268

31/08/12 16:29

Três capítulos novos exploram, em linguagem acessível, as competências e habilidades em leitura propostas pela Matriz de Referência do Enem. A seção Prepare-se para o Enem e os vestibulares oferece uma bateria de questões inéditas que servem de treino para esses exames.

UNIDADE

cia Competên e

2

leitora ades habilid

leitura Mark Edward Atkinson/Glowimages

de

Trabalho centrado nas competências e habilidades em leitura.

Nelson Rodrigues, escritor e dramaturgo (Língua Portuguesa, nº. 41.)

André Conti/AE

Ler é ganhar a alma Filho de ferroviário morando num subúrbio de Araraquara, o menino [Ignácio de Loyola Brandão] tímido e encabulado, que se achava magro e feio e se sentia marginalizado, encontrou na leitura um refúgio para sua solidão. “Meu pai lia e parecia feliz”, lembra. “Foi ele que me presenteou com os primeiros volumes. ‘O cisne e o negro’ e ‘O patinho feio’, como me encantaram. ‘Pinóquio’ era deslumbrante. Não me esqueço também de ‘Robinson Crusoé’, de ‘O Barba Azul’ e tantos mais.” [...] “A leitura era um modo de me abstrair de tudo o que incomodava, de colocar minhas raivas para fora”, conta Loyola. “Depois, passou a ser uma forma de resolver meus conflitos, de viver os personagens, de amar todas aquelas mulheres... [...] Ler era a maneira de entender a vida, de ir embora. Ainda é. Quando estou lendo, me concentro, levito, saio de mim. Ler é ganhar a alma. É ser sobrevivente. A leitura é uma boia salva-vidas. Um escaler.” 44

Interpretação de Textos, vol. único, p. 44 IT V.4 - Un2 cap.5-44a55.indd 44

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Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre, sempre e sempre, com obtusa pertinácia.

Ignácio de Loyola Brandão, jornalista e escritor (www.livrariacultura.com.br)

31/08/12 16:31


ENSINO médio

Capítulos inteiramente voltados para o Enem.

ção, A observa e

a a análfiisceação identi

6 Panoramic Images/Panoramic Images/Getty Images

CAPÍTULO

o s cinc o e m e n E s O cognitivo

CAPÍTULO

16 Fábio Cortez/DN/D.A Press

eixos

No capítulo anterior você viu como a competência leitora e as habilidades de leitura são exploradas nas provas do Enem e do vestibular. Conheça, neste capítulo, três importantes operações, a observação, a análise e a identificação, e veja como elas são avaliadas nesses exames.

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Interpretação de Textos, vol. único, p. 56 IT V.4 - Un2 cap.6-56a65.indd 56

Saber ler e interpretar um texto adequadamente é condição essencial para qualquer pessoa obter sucesso na vida pessoal e profissional. Nos exames oficiais, como o Enem e o vestibular, a interpretação de textos vem ocupando boa parte da prova e cumprindo, por isso, um papel decisivo no ingresso à universidade. Neste capítulo, você vai conhecer os cinco eixos cognitivos avaliados no exame do Enem e observar de que modo eles podem estar presentes em questões de diferentes áreas do conhecimento.

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Interpretação de Textos, vol. único, p. 154 IT V.4 - Un3 cap.16-152a169.indd 154

31/08/12 16:14

CAPÍTULO

Questões

A obra prepara o estudante para as exigências de leitura do mundo contemporâneo.

Getty Images

linares p i c s i d r e t in

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De acordo com a perspectiva do Enem e de muitos vestibulares, além de conhecimentos sólidos nas várias disciplinas, o estudante deve ter também competência para estabelecer relações e conexões entre diferentes tipos de conhecimento.

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Interpretação de Textos, vol. único, p. 246 IT V.4 - Un3 cap.24-246a257.indd 246

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Analisa questões de Língua Portuguesa e de outras disciplinas, orientando o aluno a lidar com questões complexas, interdisciplinares, que exigem diferentes habilidades. 97


Interpretação de textos - ENSINO médio

SUMÁRIO DA OBRA UNIDADE 1

CAPÍTULO 1: O que é leitura? CAPÍTULO 2: Texto verbal e texto não verbal CAPÍTULO 3: Texto e discurso – Intertexto e interdiscurso CAPÍTULO 4: Gêneros do discurso

UNIDADE 2 LEITURA

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A LEITURA E A INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

COMPETÊNCIA LEITORA E HABILIDADES DE

CAPÍTULO 5: Competência leitora e habilidades de leitura CAPÍTULO 6: A observação, a análise e a identificação CAPÍTULO 7: A comparação CAPÍTULO 8: A memorização CAPÍTULO 9: A relação CAPÍTULO 10: A inferência, a dedução e a conclusão CAPÍTULO 11: O levantamento de hipóteses CAPÍTULO 12: A explicação e a demonstração CAPÍTULO 13: A justificação CAPÍTULO 14: A contextualização CAPÍTULO 15: A interpretação


UNIDADE 3 A LEITURA NAS PROVAS DO ENEM E DOS VESTIBULARES

CAPÍTULO 16: O Enem e os cinco eixos cognitivos CAPÍTULO 17: Competências e habilidades do Enem (I) CAPÍTULO 18: Competências e habilidades do Enem (II) CAPÍTULO 19: Competências e habilidades do Enem (III) CAPÍTULO 20: As situações-problema nas provas do Enem e dos vestibulares

CAPÍTULO 21: Interpretação de textos não verbais e mistos CAPÍTULO 22: Comparação entre textos de diferentes gêneros CAPÍTULO 23: Comparação entre textos de diferentes épocas CAPÍTULO 24: Questões interdisciplinares CAPÍTULO 25: A leitura obrigatória nas provas de literatura CAPÍTULO 26: Interpretação de textos com questões de múltipla escolha CAPÍTULO 27: Painel de textos para questões discursivas e para redação CAPÍTULO 28: Preparando-se para a interpretação de textos do Enem Respostas das questões do Enem e dos vestibulares

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Literatura brasileira

Literatura brasileira em diálogo com outras literaturas e outras linguagens

William Cereja Thereza Cochar

Cereja Cochar

ISBN 978-85-357-1866-9

9 788535 718669

Literatura Brasileira Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Diferenciais da obra: Perfeita sintonia com as novas tendências das Provas do Enem e dos vestibulares. Proposta inovadora, voltada para o desenvolvimento da competência leitora e das habilidades de leitura do estudante. Traz sugestões de filmes, livros, músicas e pesquisas e indica sites sobre cada assunto tratado.

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LITERATURA

LITERATURA

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LITERATURA

ISBN 978-85-02-21114-8

ISBN 978-85-02-21115-5

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caderno de revisão PROFESSOR

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O LIVRO DS OR PROFES

caderno de competências PROFESSOR

LIVRO DO PROFESSOR

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LITERATURA

LITERATURA BRASILEIRA

LITERATURA BRASILEIRA

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Disponível para o Livro do Professor e o Livro do Aluno.

Conheça os recursos digitais da obra: LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para aluno e professor na versao Conecte.

aguardar

E-book para aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais.

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Literatura Brasileira Literatura Brasileira, vol. único, p. 96

l I t E r At U r A C o M P A r A D A

DIÁloGo ENtrE A lÍrICA CAMoNIANA E A CANÇÃo PoPUlAr

Os cruzamentos entre a literatura brasileira e outras literaturas e linguagens, introduzidos pioneiramente na edição anterior, foram aprofundados e atualizados.

A canção “Monte Castelo”, de Renato Russo, que integrava o grupo Legião Urbana, estabelece diálogos com um soneto de Camões e com um trecho da Bíblia. Conheça e compare os três textos. tEXto I Getty Images

Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor? (Luís de Camões. Lírica. São Paulo: Cultrix, 1976. p. 123.)

tEXto II

A suprema excelência da caridade Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria. (Primeira epístola de S. Paulo aos Coríntios, 13.1, 2, 3. A Bíblia sagrada. Trad. por João Ferreira de Almeida. Rio de Janeiro: Imprensa Bíblica Brasileira, 1962. Parte 2, p. 201.)

tEXto III

Monte Castelo Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É só o amor, é só o amor. Que conhece o que é verdade.

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Atividades de leitura comparada: entre textos de diferentes épocas, entre autores da literatura brasileira e da literatura estrangeira, entre literatura e pintura ou cinema.

Traz duas seções de leitura suplementares: Para quem quer mais, um rico painel de textos literários acompanhado de roteiro de estudo, e Para quem quer mais na Internet, que remete a sites nos quais é possível ter contato com outros textos dos autores estudados ou outros autores do mesmo movimento literário.

Para quem quer mais Se você deseja aprofundar os seus conhecimentos sobre literatura árcade no Brasil, leia os textos a seguir, de outros dois poetas árcades: Alvarenga Peixoto e Silva Alvarenga. Posteriormente, sozinho, em dupla ou em grupo, procure resolver as questões propostas pelo roteiro de estudo.

Ode ao Marquês de Pombal Não os heróis, que o gume ensanguentado da cortadora espada, em alto pelo mundo levantado, trazem por estandarte dos furores de Marte; ………………………………………………..… Ensanguentados rios, quantas vezes vistes os férteis vales semeados de lanças e de arneses? …………………………………………..………

Mas vives tu, que para o bem do mundo sobre tudo vigias, cansado o teu espírito profundo, as noites e os dias. Ah! quantas vezes, sem descanso uma hora, vês recostar-se o sol, erguer-se a aurora, enquanto volves com cansado estudo as leis e a guerra, e o negócio, e tudo? Vale mais do que um reino um tal vassalo: graças ao grande rei que soube achá-lo.

Que importam os exércitos armados, no campo com respeito conservados, se lá do gabinete a guerra fazes e a teu arbítrio dás o tom às pazes? que, sendo por mão destra manejada, a política vence mais que a espada.

Alvarenga Peixoto: a presença da ilustração

Que importam tribunais e magistrados, asilos da inocência, se pudessem temer-se declarados patronos da insolência? De que servirão tantas tão saudáveis leis, sábias e santas, se, em vez de executadas, forem por mãos sacrílegas frustradas?

Autor de poemas líricos e laudatórios (que homenageiam uma pessoa), talvez o melhor da produção de Alvarenga Peixoto esteja na poesia laudatória, pelo fato de esta veicular as ideias filosóficas e políticas que estavam em discussão na época. Em sua poesia, o poeta abordou temas como o pombalismo, a exploração colonialista, o nativo, a paz, a importância do saber e da razão, entre outros.

(Alvarenga Peixoto. In: Antonio Candido e José A. Castello, op. cit., v. 1. p. 172-4.)

O Beija-flor Deixo, ó Glaura, a triste lida Submergida em doce calma; E a minha alma ao bem se entrega, Que lhe nega o teu rigor.

Deixo, ó Glaura, a triste lida Submergida em doce calma; E a minha alma ao bem se entrega, Que lhe nega o teu rigor.

Neste bosque alegre e rindo Sou amante afortunado, E desejo ser mudado No mais lindo Beija-flor.

Vejo as penas e a figura, Provo as asas, dando giros; Acompanham-me os suspiros, e a ternura do Pastor.

Todo o corpo num instante Se atenua, exala e perde: É já de oiro, prata e verde A brilhante e nova cor.

E num voo feliz ave Chego intrépido até onde Riso e pérolas esconde O suave e puro Amor.

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ENSINO médio Para o professor adotante. Apresenta, em linguagem dinâmica, entrevistas, declamações, trechos de filmes e músicas, para enriquecer as aulas. * Adotante da versão Conecte não recebe.

Projeto DA ESPADA à VELA: O MUNDO EM MUDANçA

Other Images

Escolham uma das cantigas medievais estudadas nesta unidade ou uma das que compõem a seção Para quem quer mais na internet e preparem a declamação do texto. Se possível, usem uma peça de vestuário da época, como, por exemplo, uma túnica de mangas amplas, uma faixa de tecido passada sob o queixo e puxada sobre as têmporas, um chapéu ou um capuz.

Propostas de projetos: sarau, exposição, apresentação teatral, seminário, mural, painel, etc.

Procurem, na literatura de cordel, informações sobre o romance, termo que designa as produções baseadas em temas e histórias da tradição popular e que está ligado também a uma forma tradicional em verso cultivada na península Ibérica durante a ldade Média. Entre os romances estão os contos da carochinha ou contos de Trancoso e os inspirados nos chamados livros do povo. Os primeiros falam de príncipes, fadas, monstros, feitiços, reinos encantados e dragões; seus heróis, jovens corajosos, vencem muitos obstáculos para chegar a uma jovem linda e inacessível e, finalmente, desposá-la. Os livros do povo contam histórias da imperatriz Porcina, da donzela Teodora, de Roberto do Diabo, de Carlos Magno e os doze pares da França. Escolham um desses romances e façam para a classe a leitura dramatizada de um trecho dele.

ARcADISmO

BARROcO Quanto ao conteúdo

Antropocentrismo

Conflito entre visão antropocêntrica e teocêntrica

Racionalismo, busca do equilíbrio

Oposição entre mundo material e mundo espiritual, fé e razão

Paganismo; elementos da cultura greco-latina

Cristianismo

Imitação dos clássicos renascentistas

Restauração da fé religiosa medieval

Idealização amorosa, neoplatonismo, convencionalismo amoroso

Idealização amorosa, sensualismo e sentimento de culpa cristão

Fugere urbem, carpe diem, aurea mediocritas

Consciência trágica da enfermidade do tempo, carpe diem

Busca da clareza das ideias

Gosto por raciocínios complexos, intricados, desenvolvidos em parábolas e narrativas bíblicas

Pastoralismo, bucolismo

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Morbidez

Ideias iluministas

mais detença! Embarcai e partiremos”. Logo, ele acompanhará o diabo.

Influências da Contrarreforma

Quanto à forma Vocabulário simples

Vocabulário culto

Gosto pela ordem direta e pela simplicidade da linguagem

Gosto por inversões e por construções complexas e raras

Gosto pelo soneto e pelo decassílabo

Gosto pelo soneto e pelo decassílabo

Ausência quase total de figuras de linguagem

Linguagem figurada

O TEXTO E O cONTEXTO Em PERSPEcTIVA mULTIDIScIPLINAR Leia, a seguir, o infográfico e um painel de textos interdisciplinares que relacionam a produção literária do Arcadismo ao contexto histórico, social e cultural em que o movimento floresceu.

1755 1759 Terremoto Expulsão dos jesuítas de em Lisboa, Portugal e do Brasil que levou à reconstrução da cidade

A morte do general Warren na batalha de Bunker Hill (1786), de John Trumbull Circulação das Cartas chilenas em Vila Rica, atual Ouro Preto 1787-8

1776 Independência dos Estados Unidos O marquês de Pombal expulsando os jesuítas, de LouisMichel van Loo e Claude-Joseph Vernet.

Prisão dos poetas mineiros inconfidentes 1789

1789 1792 Revolução Francesa Enforcamento e, no Brasil, de Tiradentes Inconfidência Mineira Autor desconhecido. A tomada da Bastilha. s/d./Château de Versailles, França

1750 Nomeação do Marquês de Pombal para secretário de Estado, no reinado de D. José I

Fundação da Arcádia Lusitana, marco introdutório do Arcadismo em Portugal 1756

Publicação de Obras poéticas, de Cláudio Manuel da Costa, marco introdutório do Arcadismo no Brasil 1768

Superstock Fineart/Other Images/Yale University Art Gallery, EUA

Publicação de Verdadeiro método de estudar, de Pe. Luís Antônio Verney, em que a arte barroca é condenada 1746

Palácio dos Marqueses de Pombal, Oeiras, Portugal

Introdução do tema da Arcádia na pintura, apontando para a renovação neoclássica, com o quadro Et in Arcadia ego, de Nicolas Poussin 1638-40

3. Para livrar-se do inferno, o frade apresenta alguns argumentos ao diabo. a) Identifique dois desses argumentos. b) Pelas respostas do diabo, deduza: O frade deverá ir para a barca do inferno ou para a barCom certeza, para a barca do inferno, ca do céu? Por quê? conforme o veredicto: “Nom cureis de 4. O julgamento a que são submetidos os mortos que se dirigem ou à barca do inferno ou à do céu

Universalismo

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é na verdade um julgamento de toda a sociedade. No que se refere ao julgamento do frade, levante hipóteses: A intenção do autor é criticar a Igreja como instituição ou os homens? Justifique sua resposta. É criticar os maus religiosos, que mancham a imagem da Igreja e do cristianismo.

5. Na época de Gil Vicente, o teatro era escrito em versos. Observe o fragmento lido. Que tipo de verso foi utilizado? A redondilha maior, tipo de verso bastante utilizado durante a segunda época medieval, conforme se verifica na poesia palaciana.

o ClASSICISMo Classicismo ou Quinhentismo é o nome que se dá à literatura produzida durante a vigência do renascimento. Este foi um amplo movimento artístico, cultural e científico que ocorreu no século XVI, inspirado sobretudo nas ideias e nos textos da cultura clássica greco-latina. O interesse pela cultura clássica já vinha ocorrendo desde o final do século XIII, na Itália, onde escritores e intelectuais, chamados humanistas, liam e traduziam autores latinos e gregos. Desse grupo, destacaram-se Dante Alighieri, Petrarca e Boccaccio. Dante Alighieri, autor da Divina comédia, criou a medida nova (verso decassílabo), abandonando as redondilhas medievais, que passaram então a ser chamadas de medida velha. Petrarca compôs seu Cancioneiro com 350 poemas, na maior parte sonetos. O soneto italiano é uma forma fixa, que consiste de 4 estrofes, dispostas da seguinte forma: a primeira e a segunda, com 4 versos; a terceira e a quarta, com 3 versos. Nesses sonetos, Petrarca cantava o amor platônico espiritualizado por Laura. Já Boccaccio escreveu Decameron, obra de narrativas curtas e picantes, que retratavam criticamente a realidade cotidiana. Mona Lisa (1506), de Leonardo da Vinci. No século XVI, o Classicismo, em consonância com um contexto histórico de profundas transformações sociais, econômicas, culturais e religiosas, substituiu a fé medieval pela razão, o cristianismo pela mitologia greco-latina e pôs, acima de tudo, o homem como centro de todas as coisas (antropocentrismo). Diferentemente do homem medieval, que se voltava essencialmente para as coisas do espírito, o homem do século XVI se volta para a realidade concreta e acredita em sua capacidade de dominar e transformar o mundo.

o contexto histórico O Renascimento é a expressão artística e cultural de uma época marcada por fatos decisivos, que acentuaram o declínio da Idade Média e deram origem à Era Moderna. Entre eles, destacam-se: as navegações e os descobrimentos, no final do a Revolução Comercial, iniciada no século XV; século XV; o fortalecimento da burguesia comercial; a formação dos Estados modernos; a teoria heliocêntrica de Copérnico. a Reforma (1517);

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Fabio R. Martins

2. A tradição medieval na literatura de cordel

3a. Tenta fazer valer o hábito (a opção pela vida clerical) e, em seguida, diz ser “um padre tão namorado e tanto dado a virtude”.

Como síntese do estudo feito até aqui, compare as características do Arcadismo com as do Barroco:

Roupas e costumes na Idade Média.

Leonardo da Vinci

A contextualização histórica dos movimentos literários é feita por diferentes áreas do conhecimento e transforma-se numa rica aula de leitura interdisciplinar.

Selva/Leemage/Other Images

1. declamando cantigas

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15:57 Literatura Brasileira, vol.17/07/13 único, p. 87

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Literatura Brasileira - ENSINO médio

SUMÁRIO DA obra UNIDADE 1 FUNÇÕES

A LITERATURA E SUAS

CAPÍTULO 1: O que é literatura? CAPÍTULO 2: A plurissignificação da linguagem literária

CAPÍTULO 3: Gêneros do discurso e gêneros

UNIDADE 4 HISTÓRIA SOCIAL DO ARCADISMO CAPÍTULO 8: A linguagem do Arcadismo CAPÍTULO 9: O Arcadismo no Brasil INTERVALO: PROJETO: Tiradentes: culpado ou inocente?

literários

INTERVALO: PROJETO: Literatura em cena

UNIDADE 2 NO BRASIL

ORIGENS DA LITERATURA

CAPÍTULO 4: As origens da literatura portuguesa

CAPÍTULO 5: O Quinhentismo no Brasil INTERVALO:

UNIDADE 5 HISTÓRIA SOCIAL DO ROMANTISMO. A POESIA CAPÍTULO 10: A linguagem do Romantismo CAPÍTULO 11: O Romantismo no Brasil: primeira geração

CAPÍTULO 12: O Ultrarromantismo CAPÍTULO 13: O Condoreirismo INTERVALO: PROJETO: Romantismo em revista

PROJETO: Da espada à vela: o mundo em mudança

UNIDADE 3 BARROCO: A ARTE DA INDISCIPLINA

UNIDADE 6

O ROMANTISMO. A PROSA

CAPÍTULO 14: O romance romântico e a identidade nacional. O romance indianista

CAPÍTULO 6: A linguagem do Barroco CAPÍTULO 7: O Barroco no Brasil INTERVALO:

PROJETO: A arte brasileira no período

PROJETO: Sarau gótico: “Oh! My Goth!”

colonial

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CAPÍTULO 15: O romance regional CAPÍTULO 16: O romance urbano CAPÍTULO 17: A prosa gótica INTERVALO:


UNIDADE 7 HISTÓRIA SOCIAL DO REALISMO, DO NATURALISMO E DO PARNASIANISMO CAPÍTULO 18: A linguagem do Realismo, do Naturalismo e do Parnasianismo

CAPÍTULO 19: O Realismo e o Naturalismo no Brasil

UNIDADE 10 A SEGUNDA FASE DO MODERNISMO. O ROMANCE DE 30 CAPÍTULO 29: O romance de 30: Rachel de Queiroz

CAPÍTULO 30: O Nordeste no romance de 30: Graciliano Ramos, José Lins do Rego e Jorge Amado

CAPÍTULO 20: O Parnasianismo no Brasil INTERVALO:

CAPÍTULO 31: O Sul no romance de 30: Érico

PROJETO: Capitu no tribunal

INTERVALO:

Verissimo e Dionélio Machado PROJETO: Nordeste: palavra, imagem e som

UNIDADE 8 HISTÓRIA SOCIAL DO SIMBOLISMO

CAPÍTULO 21: A linguagem do Simbolismo CAPÍTULO 22: O Simbolismo no Brasil CAPÍTULO 23: O teatro brasileiro no século XIX INTERVALO:

PROJETO: Dois olhares: entre a razão e a impressão

UNIDADE 9 HISTÓRIA SOCIAL DO MODERNISMO

CAPÍTULO 24: O Pré-Modernismo CAPÍTULO 25: A linguagem do Modernismo CAPÍTULO 26: Vanguardas em ação CAPÍTULO 27: A primeira fase do Modernismo. Os Andrades

CAPÍTULO 28: Manuel Bandeira e Alcântara Machado

INTERVALO: PROJETO: Oficina de arte moderna

UNIDADE 11 A SEGUNDA FASE DO MODERNISMO. A POESIA DE 30 CAPÍTULO 32: A poesia de 30. Carlos Drummond de Andrade

CAPÍTULO 33: Murilo Mendes e Jorge de Lima: a poesia em pânico

CAPÍTULO 34: Cecília Meireles e Vinícius de Morais

CAPÍTULO 35: O teatro brasileiro nos séculos XX-XXI

INTERVALO: PROJETO: Poesia e música

UNIDADE 12 A LITERATURA CONTEMPORÂNEA CAPÍTULO 36: Os anos 1940-50. Clarice Lispector

CAPÍTULO 37: Guimarães Rosa: A linguagem reinventada

CAPÍTULO 38: João Cabral de Melo Neto: A linguagem objeto

CAPÍTULO 39: Tendências da literatura brasileira contemporânea

INTERVALO: PROJETO: Anos 60: cultura ou contracultura?

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Uma nova proposta de ensino para a literatura, com base no diálogo. Tendo como finalidade central o desenvolvimento de habilidades de leitura do estudante e a formação de leitores competentes, a obra apresenta exemplos práticos de como poderia ser conduzido o trabalho, situando como eixo central das atividades o diálogo entre textos da literatura brasileira de diferentes épocas e textos de outras literaturas – tanto as de língua portuguesa (incluindo as africanas) quanto as de outras línguas e culturas – e linguagens, como o cinema, a pintura e a canção, entre outras.

Com você da Educação Infantil ao Ensino Médio


WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

LITERATURA PORTUGUESA

LITERATURA PORTUGUESA

EM DIÁLOGO COM OUTRAS LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

Literatura portuguesa

07/08/12 16:17

Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Diferenciais da obra: Desenvolve um curso completo de literatura portuguesa, das origens aos nossos dias. Adota uma perspectiva dialógica da literatura e da linguagem. Apresenta a história da literatura portuguesa em seus momentos decisivos, sem cair na rigidez das estéticas literárias.

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Literatura portuguesa

a) O que elas estão fazendo? Elas estão trabalhando, peneirando o trigo. b) Levante hipóteses: Que vínculos pode haver entre elas?

Resposta pessoal. O mais provável é que pertencem à mesma família (mãe, filha e filho), mas também é possível que pertençam à mesma comunidade.

c) Para elas, o que representa o trigo? Representa o resultado de um trabalho e, ao mesmo tempo, garantia de sobrevivência.

3. As primeiras telas de Courbet escandalizaram os salões de arte parisienses, por causa dos temas que abordavam, até então inéditos.

Ao lado dos operários, que viviam nas cidades, os camponeses formavam a camada

a) Na hierarquia social, que posição ocupavam as personagens retratadas?

Promove o cruzamento de textos de autores portugueses de diferentes épocas e o diálogo de autores portugueses com autores brasileiros, africanos e europeus.

mais humilde da população.

b) Apesar da condição social das personagens, o quadro desperta algum sentimento de piedade

ou compaixão nos espectadores? Ao contrário, as personagens expressam dignidade e altivez, como se elas se orgulhassem do Museu de Belas Artes, Nantes

trabalho que fazem.

4. Certa vez perguntaram a Courbet se ele era capaz de pintar um anjo.

E ele respondeu: “Jamais poderei pintar um anjo, porque nunca vi nenhum”.

a) Qual é o princípio realista presente nessa resposta do pintor? O princípio da objetividade, isto é, o projeto de retratar a realidade como ela é.

b) Na sua opinião, o quadro põe em prática esse princípio realista?

Justifique sua resposta.

Professor: Lembre aos alunos que, em arte, não existe objetividade total. Apesar disso, comparando a pintura de Courbet com as pinturas do Romantismo, pode-se dizer que predomina a objetividade nesse quadro.

5. Observe as cores em destaque no quadro. Que relação elas têm com o tema abordado pelo pintor? As cores ocre e vermelho sugerem o trigo e a terra, respectivamente, reforçando a atmosfera telúrica, natural, campestre.

6. Em primeiro plano, destaca-se uma moça. a) O que sugerem os movimentos dela?

Sugerem energia, força, disposição.

b) Interprete: O que a moça representa nesse quadro?

7.

Ela representa a força de trabalho dos camponeses ou dos trabalhadores em geral, sua grandeza, seu poder de transformação da natureza.

Um dos traços do Realismo é a crítica social. Considerando-se o contexto da época, o quadro faz uma crítica à sociedade de então? Justifique sua resposta. Resposta pessoal. Sugestão: Indiretamente sim, pois, ao fazer o elogio da vida humilde e digna dos trabalhadores, o quadro acaba por fazer uma crítica à vida luxuosa dos salões frequentados pela burguesia.

Da obra Madame Bovary, do romancista francês Gustave Flaubert, nasceu o bovarismo, tema amplamente explorado por escritores do próprio Realismo e também por escritores posteriores a ele. Você fará, a seguir, a leitura comparada de dois textos que abordam esse tema: o primeiro é um fragmento da própria obra de Flaubert, e o segundo, um fragmento do romance português O primo Basílio, de Eça de Queirós. Album/LatinStock

TEXTO I Ema Bovary é uma mulher sonhadora, que vive em busca do amor ideal. Casa-se com Carlos Bovary, um médico inseguro e acomodado, e, depois de algum tempo, frustra-se com a rotina do casamento. No episódio a ser lido, ela está em vias de ter seu primeiro amante, Rodolfo, um jovem galante e conquistador. E apenas se viu livre de Carlos, subiu e trancou-se no quarto. Primeiro, sentiu-se numa espécie de atordoamento: revia as árvo-

Cena do filme Madame Bovary (1991), de Claude Chabrol.

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l I t E r At U r A C o M P A r A D A

DIÁloGo ENtrE A lÍrICA CAMoNIANA E A CANÇÃo PoPUlAr A canção “Monte Castelo”, de Renato Russo, que integrava o grupo Legião Urbana, estabelece diálogos com um soneto de Camões e com um trecho da Bíblia. Conheça e compare os três textos. tEXto I Getty Images

Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor? (Luís de Camões. Lírica. São Paulo: Cultrix, 1976. p. 123.)

tEXto II

A suprema excelência da caridade Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.

CAPÍTULO

16

Diálogos

(Primeira epístola de S. Paulo aos Coríntios, 13.1, 2, 3. A Bíblia sagrada. Trad. por João Ferreira de Almeida. Rio de Janeiro: Imprensa Bíblica Brasileira, 1962. Parte 2, p. 201.)

O Romantismo tem sido referência e fonte de inspiração para muitos escritores do século XX e da atualidade, sejam portugueses, sejam brasileiros, sejam africanos de língua portuguesa. As leituras que você fará neste capítulo expressam a força dessa influência.

tEXto III

Monte Castelo Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

Diálogo com a pintura romântica

É só o amor, é só o amor. Que conhece o que é verdade.

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Louvre, Paris

Você vai fazer, a seguir, a leitura de uma das mais importantes obras da pintura romântica, A jangada do Medusa (1819), um quadro de Theodore Géricault (1791-1824), um dos expoentes da pintura romântica.

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Proposta pioneira: atividades de leitura comparada entre literatura e pintura ou cinema.

A jangada do Medusa (1819), de Theodore Géricault.

1. O quadro de Géricault retrata uma tragédia no mar. Essa obra difere da de outros pintores românticos, sobretudo aqueles da fase inicial, que incluem em suas telas certos valores trazidos pela Revolução Francesa, como heroísmo, glória e triunfo. Em contraposição a esses valores, o que se vê na tela A jangada do Medusa? Desespero, morte, catástrofe.

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Literatura Portuguesa, vol. único, p. 162 LitPort.indb 162

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ENSINO médio DVD LITERATURA E OUTRAS LINGUAGENS Para o professor adotante. Apresenta, em linguagem dinâmica, entrevistas, declamações, trechos de filmes e músicas, para enriquecer as aulas.

Gustave Moreau, Jupiter and Semele, Museu Gustave Moreau, Paris

Poeta distante Um poema atravessa as nuvens e pousa na minha mesa, como um ramo de flores pousa entre meus braços: “A lua já se pôs, as plêiades também. Passa o tempo e estou tão sozinha”, sussurra em meus ouvidos milhares de anos depois, a poeta Safo. Com ela aprendo que nunca estamos sozinhos. Há sempre alguém que sente o que sentimos.

Apresenta inúmeras sugestões de filmes, livros, músicas e sites que permitem relacionar o conteúdo literário com a cultura contemporânea.

(Roseana Murray. No cais do primeiro amor. 2. ed. São Paulo: Larousse do Brasil, 2007. p. 19.)

Júpiter e Semele, de Gustave Moreau.

Fique ligado! Pesquise! Para você ampliar seus conhecimentos sobre linguagens e sobre o mundo medieval, eis algumas sugestões:

A última legião, de Doug Lefler; As brumas de Avalon, de Uli Edel; Excalibur, de John Boorman; O feitiço de Áquila, de Richard Donner; O senhor dos anéis, de Peter Jackson; Mais estranho que a ficção, de Marc Forster; O baile, de Ettore Scola; Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore; A rosa púrpura do Cairo e A era do rádio, de Woody Allen; A última borboleta, de Karel Kachyna.

VÍDEOS

O mestre das iluminuras, de Brenda Rickman Vantrease (Sextante); A dama e o unicórnio, de Tracy Chevalier (Bertrand do Brasil); O nome da rosa, de Umberto Eco (Nova Fronteira); O cavaleiro inexistente, de Italo Calvino (Companhia das Letras); Nos passos de... Rei Artur, de Claudine Glot (Rocco); A demanda do Santo Graal (Ateliê Editorial); Contos e lendas da Távola Redonda, de Jaqueline Miranda (Companhia das Letras); Histórias medievais, de Hermann Hesse (Record); História da pintura, de Wendy Beckett (Ática); Uma breve história da música, de Roy Bennett (Jorge Zahar).

LIVROS

Ouça os discos Musikantiga I (que contém músicas medievais) e Cantigas de amigo, de La Bataglia; a canção “Love song”, do grupo Legião Urbana; os discos de Elomar Figueira de Melo, que apresentam canções inspiradas em cantigas medievais.

MÚSICA

www.filologia.org.br/pub_outras/sliit02_99-109.html planeta.terra.com.br/arte/mundoantigo/medieval/ www.instituto-camoes.pt/cvc/literatura/cantigasamigo.htm www.carcassonne.org www.carcassonne.culture.fr

SITES

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Literatura Portuguesa, vol. único, p. 11 31.08.09 10:45:02

LitPort.indb 11

2. No texto II, o eu lírico percorre a cidade durante a madrugada e descreve tanto elementos hu-

manos quanto elementos arquitetônicos da cidade. Como esses elementos são caracterizados? Justifique sua resposta com palavras e expressões do texto.

São caracterizados de modo que compõem uma paisagem urbana decadente, habitada por bêbados e prostitutas, um cenário da “Dor humana”. As construções são chamadas de “prédios sepulcrais”, reforçando o cenário degradante.

3. No texto III, Eça de Queirós mostra uma cena em que quatro personagens, reunidas em uma

sala, discutem o novo estilo literário da época, o Realismo. Alencar, o escritor do grupo, qualifica a nova estética com um único termo: “excremento”. Craft concorda com o ponto de vista de Alencar sobre o papel da arte? Se não, que concepção de arte ele tem? Craft não concorda com o ponto de vista de Alencar. Para ele, a arte era uma idealização e seu papel seria mostrar os tipos superiores de uma humanidade aperfeiçoada, as formas mais belas do viver e do sentir.

4. Ao criticar o Realismo, Carlos menciona os fundamentos científicos do Naturalismo.

a) Segundo ele, que correntes científicas e filosóficas do século XIX influenciaram o Realismo-

Naturalismo na literatura? O experimentalismo, o positivismo e o darwinismo. b) Na opinião de Ega, qual deveria ser o papel do Realismo?

Para Ega, o Realismo era ainda pouco científico; o ideal seria que deixasse de lado a criação literária e investisse na dissertação, na produção de uma tese.

5. Com base no estudo dos textos, faça uma síntese das principais características da linguagem do

Entre outras: objetivismo; descrições e adjetivação objetivas, tentando captar o real; denúncia da realidade; influência de correntes científicas como o positivismo, o determinismo, o experimentalismo, o darwinismo. Professor: Os textos não permitem depreender outras características, como mulher não idealizada, amor e outros sentimentos subordinados a interesses sociais, casamento como instituição falida, herói problemático, narrativa lenta, introspecção psicológica de personagens. No capítulo seguinte, nos estudos de textos, essas características serão enfocadas.

Realismo-Naturalismo.

Do texto ao contexto do Realismo e do Naturalismo As ideias de liberdade difundidas pela Revolução Francesa espalham-se pela Europa no começo do século XIX. No período que vai de 1820 a 1848, as nações europeias esforçam-se para conter tanto o avanço dessas ideias quanto a expansão napoleônica. O ano de 1848 antecipa aquilo que marcaria toda a segunda metade do século: lutas sociais e fermentação de ideias políticas.

A estrutura social A sociedade europeia da segunda metade do século XIX vive os efeitos da Revolução Industrial e do amplo progresso científico e tecnológico que a acompanham, tais como a substituição do ferro pelo aço e do vapor pela eletricidade; o desenvolvimento de maquinaria automática, dos transportes e das comunicações; o aprimoramento da estrada de ferro; as primeiras experiências com automóveis (triciclos motorizados), etc. É uma época de progresso material, de benefícios econômicos para a burguesia industrial; contudo, o operariado vive um período de intensa crise e miséria. No ano de 1848, em vários países europeus, como Itália, Alemanha e França, ocorrem intensas conturbações sociais, produzidas por movimentos de origem popular e assentadas em ideias liberais, nacionalistas e socialistas. No mesmo ano é publicado o Manifesto comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels, em que se defendia que o socialismo científico (sistema Cartaz da peça Germinal, adaptada do no qual existiria uma sociedade igualitária, sem a exploração romance Émile Zola. do homem pelo homem) só seria alcançado por meio da luta de classes e da extinção da burguesia e do sistema capitalista. Tal teoria contrapunha-se às ideias do socialismo utópico, de Robert Owen, Proudhon e outros, que acreditavam na possibilidade de se chegar a uma organização comunista da sociedade sem luta de classes.

The Bridgeman Art Library/Keystone

Estudo do contexto histórico.

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Literatura Portuguesa, vol. único, p. 175 31.08.09 10:48:22

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Literatura Portuguesa - ENSINO médio

SUMÁRIO DA obra UNIDADE 1

A LITERATURA NA BAIXA IDADE MÉDIA

CAPÍTULO 1: A linguagem do Trovadorismo CAPÍTULO 2: A primeira época medieval CAPÍTULO 3: A segunda época medieval CAPÍTULO 4: Diálogos

UNIDADE 2

HISTÓRIA SOCIAL DO CLASSICISMO

CAPÍTULO 5: A linguagem do Classicismo renascentista CAPÍTULO 6: O Classicismo em Portugal CAPÍTULO 7: Diálogos UNIDADE 3

HISTÓRIA SOCIAL DO BARROCO

CAPÍTULO 8: A linguagem do Barroco CAPÍTULO 9: O Barroco em Portugal CAPÍTULO 10: Diálogos UNIDADE 4

HISTÓRIA SOCIAL DO ARCADISMO

CAPÍTULO 11: A linguagem do Arcadismo CAPÍTULO 12: O Arcadismo em Portugal CAPÍTULO 13: Diálogos

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UNIDADE 5

HISTÓRIA SOCIAL DO ROMANTISMO

CAPÍTULO 14: A linguagem do Romantismo CAPÍTULO 15: O Romantismo em Portugal CAPÍTULO 16: Diálogos UNIDADE 6 HISTÓRIA SOCIAL DO REALISMO E DO NATURALISMO CAPÍTULO 17: A linguagem do Realismo e do Naturalismo CAPÍTULO 18: O Realismo em Portugal CAPÍTULO 19: Diálogos UNIDADE 7

HISTÓRIA SOCIAL DO SIMBOLISMO

CAPÍTULO 20: A linguagem do Simbolismo CAPÍTULO 21: O Simbolismo em Portugal CAPÍTULO 22: Diálogos UNIDADE 8

HISTÓRIA SOCIAL DO MODERNISMO

CAPÍTULO 23: A linguagem do Modernismo CAPÍTULO 24: O Modernismo em Portugal: a primeira geração CAPÍTULO 25: O Modernismo em Portugal: a segunda geração CAPÍTULO 26: Do Neorrealismo ao Surrealismo CAPÍTULO 27: Tendências da literatura portuguesa contemporânea CAPÍTULO 28: Panorama das literaturas africanas de língua portuguesa CAPÍTULO 29: Diálogos

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TEXTO E INTERAÇÃO

TEXTO E INTERAÇÃO

LIVRO DO PROFESSOR

ereja William Cochar C Thereza

O LIVRO DS OR PROFES

ISBN 978-85-02-21093-6

9 788502 210936

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Disponível para o Livro do Professor e o Livro do Aluno.

Texto e interação Autores: William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães Diferenciais da obra: Apresenta uma proposta de produção de textos orientada pela perspectiva de gêneros textuais. Os textos selecionados estimulam o aluno a refletir sobre a realidade e a posicionar-se criticamente. O trabalho com diferentes gêneros é organizado em torno de temas atuais. Sua versão digital apresenta variados recursos, tornando as aulas mais dinâmicas, estimulantes e completas. 112

Versão CONECTE


Conheça os recursos digitais da obra:

LIDi – Livro Interativo Digital: ferramenta digital interativa, com recursos pedagógicos multimídia integrados às páginas. Disponível para aluno e professor na versão Conecte.

E-book para aluno e professor: Apresenta o mesmo conteúdo do impresso, integrado a objetos educacionais digitais.

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Texto e interação

CAPÍTULO

13

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O debate regrado público TRABALHANDO O GÊNERO No trabalho, nas conversas com familiares, professores, vizinhos e amigos, assim como em outras situações cotidianas, temos a oportunidade de opinar sobre certos assuntos. Muitas vezes há divergência entre o que pensamos e o que nosso interlocutor pensa. Então, somos compelidos a defender nosso ponto de vista a fim de mostrar que temos razão ou a apresentar um ponto de vista mais adequado àquela situação comunicativa. Além dessas situações, em que a argumentação oral ocorre espontaneamente, existem aquelas em que duas ou mais pessoas participam de uma discussão que envolve um tema de interesse coletivo. Nesses casos a discussão se dá em torno de um confronto de ideias, e os participantes obedecem a certas regras preestabelecidas. É então utilizado o gênero argumentativo oral chamado debate regrado público, mais conhecido como debate, simplesmente. Embora o debate seja um gênero argumentativo oral, transcrevemos a seguir, com o objetivo de que sejam observadas algumas características do gênero, uma parte de um debate realizado em São Paulo sobre o tema Orkut, MSN, YouTube: paquera e narcisismo na Internet. O debate teve participação do escritor e dramaturgo Fernando Bonassi e da professora Lucia Santaella, do Centro de Investigação em Mídias Digitais, da PUC-SP, e mediação do escritor Marcelo Rubens Paiva e do jornalista Marcelo Tas. Há, a seguir, a transcrição de alguns trechos do debate.

Aborda os gêneros orais, o debate regrado, a entrevista, o seminário, a mesa-redonda, etc.

130 Texto e interação, vol. único, p. 130 05/08/13 11:32

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UNIDADE

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opinando e debatendo Reclame a seus olhos se o mundo não vai bem ....................... use lentes.................... do. ou transforme o mun ótica olho vivo ia. agradece a preferênc

Paulo: Cosac Naify, (Chacal. Belvedere. São 2007. p. 237.)

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Texto e interação, vol. único, p. 128 02/08/13 15:44

Amplia a competência linguística dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto. Obra concebida e organizada a partir da teoria dos gêneros do discurso e da linguística textual.


ENSINO médio Apresenta boxes de ampliação, curiosidades e interesse geral.

CIêNCIA E éTICA As pesquisas científicas no campo da medicina e da biologia avançam em muitos países, em busca da cura de doenças graves tidas como incuráveis. Um dos estudos em destaque nesse campo, nos últimos anos, é o das células-tronco embrionárias, que se configura como um dos mais promissores no tratamento de doenças como o câncer, a AIDS, o mal de Parkinson, a hepatite C e as degenerativas. Há países, como a Inglaterra e a Suíça, que permitem a criação de embriões para pesquisa. Em outros, como os Estados Unidos, a pesquisa é permitida, mas o financiamento para sua realização vem apenas de instituições privadas. No Brasil, após muita discussão, ela foi autorizada, porém com restrições. Os estudos precisam ser aprovados por comitês de ética e é proibida a comercialização de embriões e a clonagem humana. Ainda no campo das pesquisas científicas, os testes feitos com animais têm gerado polêmicas, estimuladas por grupos que defendem os animais. é inegável que as pesquisas científicas buscam melhorar a qualidade de vida dos seres humanos e, inclusive, salvar vidas. Entretanto, como se tem visto, muitas delas esbarram em questões polêmicas, que envolvem a moral, a religião e a ética. Para situar-se quanto à polêmica que envolve a relação entre ciência e ética e preparar-se para a apresentação de um seminário, leia o painel de textos a seguir.

Getty Images

projeTo

Promove o desenvolvimento de projetos: produção de um livro de crônicas, de poemas, de contos, de uma revista, de um jornal escrito ou falado.

o fim justifica os meios apesar dos avanços nas simulações por computadores, a medicina e a biologia ainda não podem abrir mão dos testes feitos com animais Como é feita a ciência? Como os cientistas chegam às suas conclusões sobre os mecanismos e propriedades do mundo natural, da vida e do corpo humano? Essa questão vai ao coração do que constitui ciência e verdade científica. Muita gente acredita que a ciência é sinônimo de verdade, que as afirmações dos cientistas são uma certeza absoluta. A coisa não é assim tão simples. Isso porque o próprio conceito do que é verdade evolui, muda com o tempo. O que era verdade na época de Cabral, um Cosmo fechado com a Terra imóvel no centro, não é mais verdade. Por outro lado, sabemos que, se alguém cair de um telhado, vai se espatifar no chão com uma velocidade calculável usando a lei da queda livre de Galileu, aprimorada nas leis de movimento de Newton. Essas leis não falham. Serão, então, uma verdade absoluta? Tudo depende da natureza do fenômeno. Se a teoria científica é baseada em medidas, ela tem de oferecer uma descrição precisa do que está sendo medido. Por exemplo, no caso da queda, Galileu mostrou que todos os corpos, independentemente de suas massas, caem com a mesma aceleração. Essa aceleração, mostrou Newton mais tarde, depende da massa e do raio da Terra. Ou seja, em outro planeta, a lei de Galileu também funciona, mas os corpos cairiam com uma aceleração diferente. Fenômeno descrito, assunto encerrado, certo? Errado! Teorias científicas estão sendo testadas. E se o corpo cair muito rápido? E se a massa do planeta, ou melhor, de uma estrela, for muito grande? Será que as leis de Galileu e Newton

70 Texto e 061-073-TIVU-Merc Interação, vol.70 único, p. 70 2014.indd

ProJeTo CAMPANHA: SOLIDARIEDADE EM CARTAZ

Professor: A preparação deverá ser feita alguns dias antes do lançamento da campanha, a fim de que toda a escola tenha tempo de ler o material de divulgação. Jim West/Alamy/Other Images

Bloco de redação (aluno) com folhas destacáveis para exercitar a produção textual.

31/07/13 16:29

Propõe projetos que estimulam a interação social. No mundo de hoje, muitas são as pessoas que têm procurado dar um pouco de si para outrem e, assim, fazem um exercício de cidadania. Nesta unidade, além da receita culinária, você produziu folhetos de campanha comunitária e cartazes. Agora, sob a orientação do professor e junto com os colegas, participe das campanhas comunitárias para as quais foram produzidos os folhetos e cartazes que você criou. Desse modo, você também estará exercendo o papel de cidadão que cabe a cada um de nós. Definam com o preofessor o Dia da Solidariedade, no qual a campanha deverá ser lançada para toda a escola, e o local do evento.

100 Texto e 093-103-TIVU-Merc Interação, vol.100único, p. 100 2014.indd

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Texto e interação - ENSINO médio

SUMÁRIO DA obra UNIDADE 1

CAPÍTULO 1: A carta pessoal CAPÍTULO 2: Hipertexto e gêneros digitais: o e-mail, o blog e o comentário CAPÍTULO 3: O relato pessoal PROJETO: Você já foi chamado?

UNIDADE 2

EXPONDO E COMPROVANDO

CAPÍTULO 4: O texto de divulgação científica CAPÍTULO 5: O resumo CAPÍTULO 6: O relatório CAPÍTULO 7: O seminário PROJETO: Ciência e ética

UNIDADE 3

RELATOS DO COTIDIANO

INSTRUINDO E CONVENCENDO

CAPÍTULO 8: Os gêneros instrucionais CAPÍTULO 9: O texto de campanha comunitária CAPÍTULO 10: O cartaz PROJETO: Campanha: Solidariedade em cartaz

UNIDADE 4

TEXTO EM CENA

CAPÍTULO 11: O texto teatral escrito CAPÍTULO 12: O texto teatral escrito: leitura dramática e encenação PROJETO: Teatro de todos os tempos UNIDADE 5

OPINANDO E DEBATENDO

CAPÍTULO 13: O debate regrado público CAPÍTULO 14: O debate regrado público: estratégias de contra-argumentação CAPÍTULO 15: O artigo de opinião PROJETO: Feira de inclusão social

UNIDADE 6

PALAVRA-IMAGEM

CAPÍTULO 16: O poema (I) CAPÍTULO 17: O poema (II) PROJETO: Poesia de todos os tempos 116


UNIDADE 7

NO ESCURINHO DO CINEMA

CAPÍTULO 18: O roteiro de cinema CAPÍTULO 19: O roteiro de vídeo PROJETO: A sétima arte UNIDADE 8

CAPÍTULO 20: A notícia CAPÍTULO 21: A entrevista CAPÍTULO 22: A reportagem PROJETO: Em tempo

UNIDADE 9

CAPÍTULO 24: A crônica argumentativa CAPÍTULO 25: A crônica: do jornal para a literatura PROJETO: Brasil em ondas curtas e longas

CAPÍTULO 27: O editorial CAPÍTULO 28: A carta de leitor CAPÍTULO 29: A crítica PROJETO: Nosso tempo, nosso mundo

CAPÍTULO 31: O conto (I) CAPÍTULO 32: O conto (II) CAPÍTULO 33: O conto fantástico PROJETO: Quem conta um conto aumenta um ponto

CIDADANIA EM CENA

CAPÍTULO 34: O manifesto e o abaixo-assinado CAPÍTULO 35: A carta aberta CAPÍTULO 36: As cartas argumentativas de reclamação e de solicitação PROJETO: Feira de cidadania

UNIDADE 13

QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO

CAPÍTULO 30: A fábula contemporânea e o apólogo

UNIDADE 12

NEM SÓ DE NOTÍCIAS VIVE O JORNAL

CAPÍTULO 26: O anúncio publicitário

UNIDADE 11

O COTIDIANO JORNALÍSTICO VIRA LITERATURA

CAPÍTULO 23: A crônica

UNIDADE 10

EM DIA COM O QUE ACONTECE

DISSERTANDO E ARGUMENTANDO

CAPÍTULO 37: O texto dissertativo-argumentativo CAPÍTULO 38: O texto dissertativo-argumentativo e suas três partes CAPÍTULO 39: A redação no Enem e nos vestibulares PROJETO: Brasil em debate

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118


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Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Geografia, História

Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Geografia, História

Inglês

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Língua Portuguesa

4

Eliana Maria Clara Neuza

Alexandre Daniela Padovan Angela Rama Alves Angélica Prado Maíra Rosa Carnevalle Letícia Fagundes de Oliveira Ivonildes Marcelo Moraes Paula Cristina Hülle Milan Regina Nogueira Borella

Matemática

Arte

Música 1

DENISE AKEL HADDAD DULCE GONÇALVES MORBIN PRISCILA DE CARVALHO OKINO

CONTÉM

CD DE ÁUDIO

1

Fazendo e Compreendendo

ano

Márcio Coelho Ana Favaretto

Ensino Fundamental

com com com com com

English

Língua Matemática Geografia Ciências História Portuguesa

1

Brincadeira

MATEMÁTICA 1º. ano

Márcio Coelho | Ana Favaretto

ARTE DE FAZER ARTE 1 - capa prof.indd 1

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Língua Portuguesa 6

CIÊNCIAS

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL

HERICK MARTIN VELLOSO

LUIZ CARLOS FERRER

CIÊNCIAS USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL

HERICK MARTIN VELLOSO

LUIZ CARLOS FERRER

USBERCO SALVADOR

EDUARDO SCHECHTMANN

LUIZ CARLOS FERRER

LUIZ CARLOS FERRER

HERICK MARTIN VELLOSO

HERICK MARTIN VELLOSO

JOSÉ MANOEL

JOSÉ MANOEL

EDUARDO SCHECHTMANN

LUIZ CARLOS FERRER HERICK MARTIN VELLOSO

EDUARDO SCHECHTMANN

USBERCO SALVADOR

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN

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USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN LUIZ CARLOS FERRER HERICK MARTIN VELLOSO

atualizar 732.601.001.001

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TODOS OS TEXTOS 6 - capa professor.indd 1

COMPANHIA DAS CIENCIAS 6 - capa professor.indd 1

19/06/15 10:16

Geografia LEVON BOLIGIAN WANESSA GARCIA

ROGÉRIO MARTINEZ ANDRESSA ALVES

Introdução à ciência geográfica

RogéRio MaRtinez andRessa aLves

Espanhol

Fernanda Rigoni

1

Componente CurriCular

Língua EstrangEira ModErna EsPanHoL 6o ano

a Fátim

08/07/13 12:12

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Língua EstrangEira ModErna EsPanHoL

ISBN 978-85-357-1733-4

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9 788535 717334

Capa-Historiar 6-MERCADO 2016-LP.indd 1

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o

DENISE AKEL HADDAD DULCE GONÇALVES MORBIN

6

ano

ISBN 978-85-357-1738-9

ISBN 978-85-357-1736-5

9 788535 717365

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Arte

6

6º ano

Floriano Guérios

!

A dinâmica dos espaços da globalização

9

1a PROVA

Diagramador: Paola

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Sílvia

ÑOL ESPA

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ENT6 CAPA Aluno (lombada).indd 1

• VERNIZ • 07/08/13 16:03

Espaço

ESPAÑOL

A dinâmica dos espaços da globalização

6

Edson Cortiano

Introdução à ciência geográfica

O espaço geográfico mundial

Levon BoLigian Wanessa gaRcia

Inglês Candida Palma

Fátima • margareth • Sílvia

GEOGRAFIA Espaço e vivência

7

08/07/13 12:08

9

8

andRessa aLves

GEOGRAFIA Espaço e vivência

Gilberto Cotrim Jaime Rodrigues

RogéRio MaRtinez

O espaço geográfico mundial

9 Historiar

A organização do espaço brasileiro

08/07/13 12:06

Levon BoLigian Wanessa gaRcia

GEOGRAFIA Espaço e vivência

Gilberto Cotrim • Jaime Rodrigues

7

Gilberto Cotrim Jaime Rodrigues

ANDRESSA ALVES

9 788535 717341

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8Historiar

ROGÉRIO MARTINEZ

ISBN 978-85-357-1734-1

ISBN 978-85-357-1732-7

9 788535 717327

Cotrim Gilberto Rodrigues Jaime

LEVON BOLIGIAN WANESSA GARCIA

A organização do espaço brasileiro

Gilberto Cotrim Jaime Rodrigues Capa-GEV6-aluno-Mercado 2014.indd 91

r Historia

6

Introdução à ciência geográfica

GEOGRAFIA Espaço e vivência

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6Historia

7

Introdução à ciência geográfica

Gilberto Cotrim Jaime Rodrigues

GEOGRAFIA Espaço e vivência

Historiar

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6 ANDRESSA ALVES

22/06/15 18:42

COMPANHIA DAS CIENCIAS 6 Capa Professor - Mercado 15/16

!

História ROGÉRIO MARTINEZ

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN

9.º ano

6 LEVON BOLIGIAN

ano

LUIZ CARLOS FERRER

06/07/12 11:17

WANESSA GARCIA

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Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Geografia, História

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LUIZ CARLOS FERRER

LUIZ CARLOS FERRER

LUIZ CARLOS FERRER HERICK MARTIN VELLOSO

HERICK MARTIN VELLOSO

HERICK MARTIN VELLOSO

LUIZ CARLOS FERRER

HERICK MARTIN VELLOSO

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN

JOSÉ MANOEL

JOSÉ MANOEL

EDUARDO SCHECHTMANN

LUIZ CARLOS FERRER HERICK MARTIN VELLOSO

EDUARDO SCHECHTMANN

EDUARDO SCHECHTMANN

LUIZ CARLOS FERRER

USBERCO SALVADOR

HERICK MARTIN VELLOSO

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN

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HERICK MARTIN VELLOSO

9.º ano 06/07/12 15:32

USBERCO SALVADOR

EDUARDO SCHECHTMANN

LUIZ CARLOS FERRER HERICK MARTIN VELLOSO

JOSÉ MANOEL

8.º ano CAPA Jornadas 06/07/12 Hist9-Professor.indd 14:40 1

ensino fundamental

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN

EDUARDO SCHECHTMANN

CAPA Jornadas Geo9-Professor.ind 1

LUIZ CARLOS FERRER HERICK MARTIN VELLOSO

Antonio Machado

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USBERCO SALVADOR

7.º ano

CAPA Jornadas Cie8-Professor.indd 1

LUIZ CARLOS FERRER

Maíra Rosa Carnevalle

Maria Luísa Vaz • Silvia Panazzo

Organizadora:

Fausto Arnaud Sampaio

6.º ano CAPA Jornadas Mat7-Professor.indd 1

Marcelo Moraes Paula Angela Rama

HERICK MARTIN VELLOSO

Marcelo Moraes Paula • Angela Rama

Dileta Delmanto • Laiz B. de Carvalho

Todos os livros do Projeto Jornadas estão disponíveis também Todos os livros do Projeto Jornadas estão disponíveis também Todos os livros do Projeto Jornadas estão disponíveis também Todos os livros do Projeto Jornadas estão disponíveis também Todos os livros do Projeto Jornadas estão disponíveis também como Livro Interativo Digital – como Livro Interativo Digital – como Livro Interativo Digital – como Livro Interativo Digital – como Livro Interativo Digital – , uma tecnologia exclusiva , uma tecnologia exclusiva , uma tecnologia exclusiva , uma tecnologia exclusiva , uma tecnologia exclusiva da Editora Saraiva. da Editora Saraiva. da Editora Saraiva. da Editora Saraiva. da Editora Saraiva.

História

JOSÉ MANOEL

Geografia LIVRO INTERATIVO DIGITAL

EDUARDO SCHECHTMANN

Ciências

USBERCO SALVADOR JOSÉ MANOEL EDUARDO SCHECHTMANN

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LINGUAGENS

PORTUGUÊS LINGUAGENS

Matemática

USBERCO SALVADOR

História

Geografia

Ciências

Matemática

Língua Portuguesa

Língua Portuguesa

das Port6-Professor.indd 1

WILLIAM CEREJA | THEREZA COCHAR

JORNADAS.hist

JORNADAS.geo

JORNADAS.cie

JORNADAS.mat

JORNADAS.port

JORNADASJORNADAS .port JORNADAS .mat JORNADAS .cie JORNADAS .geo .hist

LIVRO INTERATIVO DIGITAL LIVRO INTERATIVO DIGITAL INTERATIVO DIGITAL LIVRO INTERATIVO DIGITAL Uma proposta didática inovadora, em formato impressoUma e digital, proposta didática inovadora, em formato impresso eUma digital, proposta didática inovadora, em formato impresso e digital, Uma proposta didática inovadora, em formato impressoUma eLIVRO digital, proposta didática inovadora, em formato impresso e digital, Organizadora: concebida para trabalhar o domínio de conteúdos conceituais concebida para trabalhar o domínio de conteúdos conceituais concebida para trabalhar o domínio de conteúdos conceituais concebida para trabalhar o domínio de conteúdos conceituais concebida para trabalhar o domínio de conteúdos conceituais Dileta Delmanto Fausto Arnaud Sampaio e o desenvolvimento das competências e habilidades desde e o desenvolvimento das competências e habilidades desde e o desenvolvimento das competências e habilidades desde e o desenvolvimento das competências e habilidades desde e o desenvolvimento das competências e habilidades desde Maíra Rosa Carnevalle Laiz B. de Carvalho o Ensino Fundamental II. o Ensino Fundamental II. o Ensino Fundamental II. o Ensino Fundamental II. o Ensino Fundamental II.

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PORTUGUÊS

Osvaldo Dolce

Matemática e realidade

CIÊNCIAS

ORAIS

CIÊNCIAS

DVD

GÊNEROS

A coleção PORTUGUÊS LINGUAGENS, reconhecida por professores e alunos como a mais completa e inovadora, apresenta-se agora em sua 8ª edição, reformulada e atualizada. O trabalho de leitura, reconhecido como um dos aspectos mais destacados na obra, mantém sua consistência com uma seleção criteriosa de textos, que inclui desde clássicos da literatura universal e autores da literatura brasileira contemporânea até os mais variados tipos de texto e gêneros em circulação social. Também têm destaque os textos não verbais ou mistos, como a pintura, o cartum, a fotografia, a história em quadrinhos, o anúncio publicitário e, principalmente, o cinema. Além dessa multiplicidade de atividades de leitura, esta edição amplia o trabalho de interpretação, oferecendo uma nova seção – Passando a limpo –, que reúne questões com as mesmas características da Prova Brasil, ou seja, testes de múltipla escolha que exploram os descritores avaliados nessa prova e propiciam o desenvolvimento da competência leitora e da reflexão. O estudo da gramática mantém o espírito de inovação: tomando o texto como objeto de ensino básico das aulas de língua, aborda-o pela perspectiva textual e discursiva a partir das mais recentes contribuições da Linguística e da Teoria do Discurso. A produção de texto enfoca os gêneros textuais, orais e escritos, e os aspectos enunciativos da produção textual, tais como quem são os interlocutores, a finalidade principal do gênero, a variedade linguística mais adequada, etc. Esses aspectos, sistematizados em duas novas seções – Planejamento do texto e Revisão e reescrita – e ampliados em um DVD de gêneros orais oferecido aos professores, Maria Luísasão Vazconcretizados a partir da realização de projetos — produções de livros, revistas, jornais, murais, mostras, seminários —, que Silvia Panazzo tornam reais as condições da produção de textos. O conjunto das atividades promovidas por PORTUGUÊS LINGUAGENS, além de ampliar a competência linguística e discursiva dos alunos, tornando-os bons leitores e produtores de todos os tipos de texto, contribui para mobilizar seu espírito de participação, de troca e de interação social.

Matemática Gelson Iezzi

CIÊNCIAS

LINGUAGENS

Ciências

WILLIAM CEREJA THEREZA COCHAR

CIÊNCIAS

PORTUGUÊS

24/07/13 18:54

11/03/13 13:37

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ENSINO MÉDIO Conecte Seriado: Matemática, Geografia, História, Biologia, Física e Química

Química

Língua Portuguesa Lília Santos Abreu-Tardelli Lucas Sanches Oda Salete Toledo Maria Tereza Salete Toledo Maria Tereza Arruda Campos (Coord.)Arruda Campos (Coord.) Maria Tereza Arruda Campos (Coord.)

TERRITÓRIO E SOCIEDADE

O CA O CANTO O& O& TITNT TITO & CA TITNT TITO & CANTO

QUÍMICA

TITO & CANTO

Teoria e tabelas

Suplemento com tabelas, conceitos, leis e fórmulas fundamentais, agrupados de modo a agilizar a consulta a esses conteúdos.

na abordagem do cotidiano

Enem e vestibulares

Guia de revisão estruturado em temas, com resumos teóricos e listas de exercícios, orientado à preparação para o Enem e para os vestibulares.

Guia de estudo

LIVRO DO PROFESSOR

Instrumento de apoio com roteiros e esquemas (mapas conceituais) que inter-relacionam os principais conceitos dos capítulos e orientam o estudo em casa.

TITO & CANTO

LIVRO DO PROFESSOR

Salete Toledo Maria Tereza Arruda Campos (Coord.)

LIVRO DO PROFESSOR

LIVRO DO PROFESSOR

VOLUME ÚNICO

Lucas Sanches Oda Maria Tereza Arruda Campos (Coord.)

Encadernado em três partes, Química Geral e Inorgânica, Físico-Química e Química Orgânica, o livro apresenta linguagem acessível, explorando esquemas, diagramas, gráficos, mapas conceituais, modelos moleculares, fotografias e ilustrações, atentando sempre ao necessário rigor obra. na Conheça e utilize também os Conheça formatos e utilize digitais também desta os obra. formatos digitais desta os obra. Conheça e utilize também formatos digitais desta exposição de fatos, conceitos, definições, princípios, leis, teorias e convenções científicas em vigor. Oferece ampla coleção de exercícios, com exemplos resolvidos, incluindo vestibulares de diversas regiões do país e questões do Enem.

TITO & CANTO

TITO & CANTO

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

VOLUME ÚNICO

Lília Santos Abreu-Tardelli Salete Toledo Maria Tereza Arruda Campos (Coord.)

732.313.001.001

071.951.002.001

VOLUME ÚNICO

731.876.002.001

LITERATURA

LIVRO DO PROFESSOR

VOLUME ÚNICO

LIVRO DO PROFESSOR

VOLUME ÚNICO

Candida Palma • Edson Cortiano Fernanda Rigoni • Floriano Guérios

071.966.002.001

LIVRO DO PROFESSOR

074.786.001.001

KEYS

CO CO CO E ÚNI CO E ÚNI CO E ÚNI E ÚNI VOLUM VOLUM E ÚNI VOLUM VOLUM CO VOLUM E ÚNI VOLUM DO a DO DO DO Palm RO LIVRO R ida LIV LIVRO LIVRO Cand DO DO SOR SOR SOR no FESSO LIVRO LIVRO SOR ioPRO SOR PROFES PROFES PROFES Tomazi Edson Cortia PROFES PROFES Rigoni Nelson Dac Fernanda Guérios Floriano

LIVRO DO PROFESSOR

as ldo Vainf RO DO R RonaLIV i LucciDO FESSOElian Alab Castro Faria LIVROco SOR Sheila de PRO ira FES ro Bran LazaPRO Jorge Ferre Anse s lmo donça dos Santo Cláudio Men Georgina

VOLUME ÚNICO

CO E ÚNI

VOLUME ÚNICO

LIVRO DO PROFESSOR

VOLUM

GRAMÁTICA E REFLEXÃO

KEYS

CO E ÚNI VOLUME ÚNICO

VOLUM

Elian Alabi Lucci Anselmo Lazaro Branco Cláudio Mendonça

074.998.001.001

075.051.001.001

FILOSOFAR

LIVRO DO PROFESSOR

CO E ÚNI VOLUM DO LIVRO SOR PROFES

abordagem do cotidiano na abordagem dona cotidiano abordagem dona cotidiano

VOLUME ÚNICO

072.070.002.001

LIVRO DO PROFESSOR

074.790.001.001

VOLUME ÚNICO

LIVRO DO PROFESSOR

731.880.002.001

VOLUME ÚNICO

LIVRO DO PROFESSOR

VOLUME ÚNICO

es Sônia Lop so Sergio Ros

Acompanha DVD com conteúdos complementares indicados no livro.

Suplemento do professor Material dedicado ao professor adotante, com resoluções comentadas de atividades selecionadas e subsídios didáticos sugeridos para cada capítulo do livro do aluno.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO VOLUME ÚNICO VOLUME ÚNICO VOLUME ÚNICO

na abordagem do cotidiano

GRAMÁTICA E REFLEXÃO LITERATURA

731.984.001.001

volume único

076122.001.001

- capa professor.indd 1

CONECTE FISICA - Volume 1 - capa professor.indd CONECTE 1 QUIMICA - capa professor.indd 1

MATEMATICA- CONECTE - V1 - LP

CONECTE HISTORIA VU - capa professor.indd 1

PDF1- CONECTE - VU -PROFESSOR BIOLOGIA Diagramador: CRIS

PDF1

Diagramador:FISICA CRIS

- V1 - LP1

CONECTE GEOGRAFIA - capa professor.indd 1

PDF1 QUIMICA - VU LP Diagramador: CRIS

CONECTE FILOSOFIA 13/05/14 VU - capa 17:55 professor.indd 1

PDF1 - VU LP HISTORIA

Diagramador: CRIS

CONECTE SOCIOLOGIA - capa professor.indd 1 15/05/14 VU 15:47

PDF1 GEOGRAFIA - VU - LP

Diagramador: CRIS

CONECTE INGLES VU 13/05/14 - capa professor.indd 17:05 1

PDF1

FILOSOFIA Diagramador: CRIS

- CONECTE - VU LP

13/05/14VU16:14 CONECTE ESPANHOL - capa professor.indd 1

PDF2 SOCIOLOGIA - VU LP

Diagramador: Felipe

CONECTE PORTUGUES LINGUAGENS 14/05/14 15:46 VU - capa professor.indd 1

PDF1

Diagramador: INGLES -CRIS CONECTE

- VU -PROFESSOR

15/05/14 09:11

ESPANHOL - CONECTE - CP PDF1

02/06/14 18:10

PDF1- CONECTE - VU-PLP PORTUGUÊS Diagramador: CRIS

13/05/14 16:50

6/9/14 8:47 PM

13/05/14 15:56

16/05/14 14:25

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Diagramador: Cris

Conecte Volume Único: Língua Portuguesa, Produção de Texto, Interpretação de Texto, Gramática, Diagramador: Felipe

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2ª-prova

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2ª-prova QUÍMICA na abordagem do Cotidiano

Caixa – Professor SERIADO – Livro3 Autor: Eduardo Canto

15/07/15 15:14

CAPA DO PROFESSOR_VU.indd All Pages

2ª-prova

15/07/15 15:19

15/07/15 14:22

08/06/15 11:19

Diagramador: Simone

Literatura, Matemática, Geografia, História, Biologia, Química, Filosofia, Sociologia, Espanhol e Inglês

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