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UNIDADE

Coleção particular

Lugares de aprender e conviver

Escolinha, de Lucia Buccini. Óleo sobre tela, 2009.

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Coleção particular

Vamos à escola, de Lourdes de Deus. Óleo sobre tela, 2006.

1. Que lugar está retratado nas imagens?   Parque    

  Clube    

X

  Escola

2. Converse com os colegas e o professor. a) O que se faz nesse lugar? Resposta pessoal. b) Na escola, só os alunos aprendem. Você concorda com essa afirmação? Por quê? Resposta pessoal.

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Escola para todos

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Crianças escolhendo livros em uma biblioteca de escola em São Paulo, estado de São Paulo. Fotografia de 2006.

Crianças estudando ao ar livre em uma escola rural de Jacundá, estado do Pará. Fotografia de 1999.

3

João Wainer/Folhapress

1

Antonio Milena/AE

Raimundo Paccó/Folhapress

Observe as fotografias a seguir. Elas mostram algumas situações do dia a dia dos alunos nas escolas brasileiras.

Alunos usando computador em São Caetano do Sul, estado de São Paulo. Fotografia de 2009.

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Fernando Favoretto/Criar Imagem

Crianças no transporte escolar em Porto Velho, estado de Rondônia. Fotografia de 2009.

5

Fernando Favoretto/Criar Imagem

Ernesto Reghran/Pulsar Imagens

4

Hora do recreio em escola de São Paulo, estado de São Paulo. Fotografia de 2009.

6

Hora do lanche em escola de São Paulo, estado de São Paulo. Fotografia de 2009.

1. Que fotografias mostram situações parecidas com as que acontecem na sua escola? Marque com um X. Respostas pessoais. 1

  

2

  

3

  

4

  

5

  

6

2. Das situações retratadas nas fotografias, quais você vivencia? Respostas pessoais.

1

  pesquisa em biblioteca

4

  transporte em barco para a escola

2

  estudo ao ar livre

5

  brincar no recreio

3

  uso de computador

6

  lanchar

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Ler e compreender Leia o relato de Marcelo, um menino que, como você, também vai à escola, onde tem amigos, estuda e brinca.

Nádia Moya

[...] Na escola a gente vai para aprender. Mas, principalmente, a gente vai para aprender a pensar. Outro dia nós fomos ao pátio para brincar de gato e rato. Foi muito divertido.

Depois a professora leu pra nós a história do rato do campo e do rato da cidade. [...] Alguns de nós, que sabem escrever, escrevem. Os outros desenham. [...] Na aula de música a gente aprende a fazer chocalhos com latinhas e feijões. E aprende a tocar agogô, que é um instrumento de verdade! E aprende a cantar cada música engraçada! E na escola a gente aprende que é muito bom ter amigos. [...] E eu nem contei tudo que a gente faz na escola! Ruth Rocha. A escola do Marcelo. São Paulo: Editora Salamandra, 2001. p. 4-16.

1. Circule no texto as atividades que Marcelo e seus colegas fazem na escola. 2. Escreva uma semelhança e uma diferença entre a escola do Marcelo e a sua. Escola do Marcelo Semelhança

Sua escola

Resposta pessoal.

Diferença

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3. Leia as legendas e cole as fotografias correspondentes. Use os adesivos da página 19 do Material Complementar.

Colégio Estadual de Ensino Médio Barão do Rio Branco, em Rio Branco, estado do Acre. Fotografia de 2008.

Escola de Artes e Ofícios em João Pessoa, estado da Paraíba. Fotografia de cerca de 1929.

4. Converse com os colegas e o professor sobre as diferenças entre as Na fotografia 3 os alunos carregam pastas e o uniforme é composto fotografias 3 e 4. de camisa, bermuda, saia, sapato. Na fotografia 4, o aluno tem uma

3

4

Alunos na saída do Grupo Escolar em São Caetano do Sul, estado de São Paulo. Fotografia dos anos 1960.

Menino indo para a escola em São Caetano do Sul, estado de São Paulo. Fotografia de 2008.

Fernando Favoretto/Criar Imagem

Coleção particular

mochila de rodinha e veste camiseta, calça jeans e tênis.

5. Pinte o quadrinho das fotografias que retratam épocas mais antigas. 1

2

3

4

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As escolas brasileiras do passado

Acervo da Escola Estadual Caetano de Campos, São Paulo

As escolas brasileiras são bastante antigas. Mas será que elas sempre foram como as que existem atualmente? Observe as fotografias a seguir.

1

2

Corbis/LatinStock

Alunas da Escola Modelo, em São Paulo, no estado de São Paulo, durante aula de prendas domésticas (costura e bordado), por volta de 1895.

Sala de aula de escola pública. Fotografia de 1890.

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1. O que há de semelhante entre as fotografias 1 e 2? As duas fotografias mostram crianças em sala de aula e são em preto e branco; são da mesma época.

2. O que há de diferente entre elas? Na fotografia 1 só há meninas e na 2, só meninos.

3. Quais são as diferenças entre a sua classe e as mostradas nas fotografias 1 e 2? Respostas possíveis: a classe é mista (meninos e meninas); não há aula de prendas

Antigamente, muitas escolas eram só para meninos e outras, só para meninas. Quando as escolas atendiam meninos e meninas, eles estudavam em salas de aula separadas. Se havia salas mistas, era comum as meninas se sentarem de um lado e os meninos, de outro. Naquela época, as meninas aprendiam na escola ou em casa, com suas mães, a bordar, costurar, cozinhar e cuidar das tarefas da casa. Hoje no Brasil, a maior parte dos meninos e meninas estudam juntos, têm as mesmas disciplinas e praticam as mesmas atividades.

Fernando Favoretto/Criar Imagem

domésticas; os alunos sentam em círculos, e não em fileiras.

Meninas e meninos lendo juntos livro na escola. Fotografia de 2009.

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Ler e compreender

Minha escola primária... [...] Repartida em dois períodos para a mesma meninada, das 8 às 11, da 1 às 4. Nem recreio, nem exames. Nem notas, nem férias. Sem cânticos, sem merenda... [...] A gente chegava [...] Sentava em bancos compridos, escorridos, sem encosto. [...] Não se usava quadro-negro. As contas se faziam em pequenas lousas individuais. Não havia chamada e sim o ritual de entradas, compassadas. “— Bença, Mestra...”

Iugo Koyama/Abril Imagens

A escola da mestra Silvina

Cora Coralina, a poetisa e contista goiana, era doceira de profissão. Fotografia de 1982.

Banco dos meninos. Banco das meninas. Tudo muito sério. Não se brincava. Muito respeito. [...]

Cora Coralina. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. São Paulo: Global, 1993. p. 75-76.

1. Há diferenças entre a escola da mestra Silvina e a escola onde você estuda? Anote uma delas. Sim. Respostas possíveis: aulas em dois períodos; não havia recreio, exames, notas, férias, merenda; não se usava quadro-negro; os bancos eram compridos e sem encosto; não havia chamada, mas as crianças “pediam bênção” à mestra.

2. Você gostaria de estudar em uma escola como a da mestra Silvina? Por quê? Converse com os colegas e o professor. Resposta pessoal. Cântico: canto religioso; na época relatada no poema eram cantos da religião católica. Escola primária: nome utilizado para se referir aos primeiros anos em que os alunos frequentavam a escola. Mestra: nome dado às professoras.

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A escola tem história

Ana Silva/Tribuna do Norte

Como você viu, as escolas brasileiras não foram sempre como as conhecemos hoje. O que se ensinava, as regras de comportamento, quem podia estudar nelas etc., tudo foi mudando. O Colégio Estadual do Atheneu Norte-Riograndense, em Natal, no estado do Rio Grande do Norte, fundado em 1834, é uma das primeiras escolas públicas brasileiras.

Colégio Estadual do Atheneu Norte-Riograndense, na cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Fotografia de 2009.

Você conhece a história da sua escola? Um dos jeitos de conhecer a história de uma escola é consultar documentos existentes sobre ela. Outra forma é entrevistar professores e antigos funcionários ou conversar com pessoas que moram perto da escola há bastante tempo. 1. Faça uma entrevista com uma pessoa de 60 anos ou mais sobre a escola em que ela estudava quando tinha a sua idade. Siga o roteiro e registre em uma folha avulsa. ◆◆ Nome do entrevistado. ◆◆ Nome da escola. ◆◆ Era perto ou longe de onde morava? ◆◆ Como eram as carteiras? ◆◆ O que era ensinado? ◆◆ Tinha recreio? Descreva como era e o que fazia no recreio. ◆◆ O que havia de muito diferente das escolas de hoje?

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A história da escola nos objetos

Jupiter Unlimited/Image Plus

Other Images

Na vida escolar são usados diversos objetos. Alguns deles foram mudando de modelo e materiais. Outros raramente são usados ou simplesmente não são mais encontrados. Veja.

Mala escolar usada entre os anos 1950 e 1960.

Hazel Gwatkin/Alamy/Other Images

Alamy

Carteira escolar usada nos anos 1930.

Estojo escolar e canetas de madeira com pena metálica usados nos anos 1900.

Mata-borrão usado nos anos 1910.

Respostas pessoais.

1. Escreva os nomes dos objetos que você não conhece.

2. Assinale o quadrinho dos objetos que você conhece, mas são diferentes dos que você usa. 3. Faça uma pesquisa e descubra para que servem ou serviam os objetos que você não conhece. Depois, registre abaixo.

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Registros históricos

Gentilmente cedido por Ir. Valentina

O boletim é um documento escolar que também contribui para conhecer a história de uma pessoa, escola ou mesmo de uma época em determinado lugar. Veja este boletim.

Boletim escolar, 1950.

1. Circule no boletim as disciplinas iguais às que você estuda. Resposta pessoal.

2. Esse boletim poderia ser de um menino? Por quê? Não, pois a disciplina Trabalhos de agulha era ensinada somente para as meninas, já que se acreditava que elas tinham de aprender trabalhos domésticos.

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A convivência na escola

Alexandre Matos

Imagine como seria se na escola onde você estuda todos pudessem fazer o que quisessem. Observe o desenho.

1. Por que você acha que as duas meninas estão com a mão levantada? Elas estão pedindo autorização (ou a vez) para falar.

2. Quais das atitudes mostradas na imagem prejudicam a convivência? A brincadeira com a bolinha de papel e a conversa entre os dois meninos durante a aula.

3. Por que é importante a existência de regras de convivência? As regras de convivência são importantes para manter a ordem e o respeito entre todos.

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Fernando Favoretto/Criar Imagem

Ed Viggiani/AE

Na escola, convivemos sempre com muita gente: colegas de nossa sala e de outras salas, professores, funcionários, familiares etc. Para que todos possam viver bem, é preciso respeitar uns aos outros e também seguir algumas regras de convivência.

Troca de ideias 1. Quais são as regras de convivência de sua escola?

Respostas possíveis: respeitar todas as pessoas, colocar o lixo no lugar apropriado, manter a escola limpa, cuidar do material escolar, cumprimentar todas as pessoas, entre outras. 2. Existe alguma regra da qual você não gosta? Por quê? Resposta pessoal.

3. Em sua opinião, quais regras poderiam ser mudadas? Explique sua resposta. Resposta pessoal.

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Ampliar horizontes A convivência em todos os lugares Você tem seu modo de ser, de pensar e de agir. Cada um de seus familiares, amigos, colegas, também tem. Mas as diferenças devem ser respeitadas, porque sem isso não existe convivência harmoniosa. Cada um tem os seus gostos e preferências. 1. Destaque os adesivos da página 19 do Material Complementar e cole nos quadros correspondentes. Ler

Pescar

Futebol

Brincar de boneca

Video game

2. Entre as atividades mostradas acima existe alguma que você não praticaria? Por quê? Resposta pessoal.

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3. Leia o texto abaixo.

Petra Elster

Será que você sabe que cumprimentar os outros, falar “dá licença”, “por favor”, “muito obrigado”, “me desculpe” e outras palavras gentis revelam delicadeza e educação? Está certo que de vez em quando qualquer um se esquece... [...] Liliana Iacocca e Michele Iacocca. Eu e os outros. São Paulo: Editora Ática, 1999. p. 46.

◆◆

Você acha que utilizar expressões como as citadas no texto melhoram a convivência? Por quê? Resposta pessoal.

Gentil: educado, amável. Revelar: demonstrar.

4. Leia este texto, que fala sobre uma das maneiras como as crianças indígenas convivem com os adultos. [...] As crianças são criadas com muita liberdade e são geralmente bem comportadas. Na medida em que crescem, os adultos passam a pedir a elas pequenas tarefas, como buscar água, vigiar a comida que está no fogo ou chamar uma pessoa. Em qualquer situação, as crianças são sempre ouvidas e podem participar de todas as atividades. Dessa maneira vão conhecendo a vida social e aprendendo como devem se comportar em cada situação. Há coisas que são feitas apenas por adultos e as crianças ficam observando o que eles fazem. [...] Daniel Munduruku. Coisas de índio — versão infantil. São Paulo: Editora Callis, 2005. p. 28-29.

As crianças indígenas aprendem muitas coisas observando os adultos. ◆◆ Você já aprendeu algo dessa maneira? Em uma folha avulsa, descreva o que aprendeu.

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Vamos retomar 1. Complete as frases com uma dessas palavras.

tempo     direito     iguais     mudam     convivência iguais

a) As escolas não são todas direito

b) Todas as crianças têm

as escolas

à educação.

convivência

c) As regras de tempo

d) Ao longo do

.

são importantes.

, o jeito de estudar, as disciplinas e

mudam

.

Dawidson França

2. Descubra uma palavra importante para a convivência.

— de + S +

— na +

— greja +

— rneira

Respeito.

Caneta de plástico com ponta de metal criada na década de 1950 e ainda utilizada.

a) O que está representado nelas?

2

Jeffrey Coolidge/Getty Images

1

Fernando Favoretto/Criar Imagem

3. Observe estas fotografias e responda às questões a seguir.

Caneta de madeira com pena metálica, usada nos anos 1900.

Canetas.

b) Qual é o objeto mais recente? Como você chegou a essa conclusão? O da fotografia 1. Pelas diferenças, como o formato e os materiais de que é feito.

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Sugestões

◆◆

Ruth Rocha/Salamandra

Para ler A escola do Marcelo, de Ruth Rocha. São Paulo: Editora Salamandra, 2001. Mostra como a escola pode nos incentivar a ter nossas próprias ideias e desenvolver o raciocínio e a criatividade. ◆◆

A lagartixa que virou jacaré, de Izomar Camargo Guilherme. São Paulo: Editora Moderna, 2003. Esse livro trata de pessoas que não se aceitam como são.

◆◆

E eu com isso?! — aprendendo sobre respeito, de Brian Moses e Mike Gordon. São Paulo: Editora Scipione, 1999. (Coleção Valores) O livro traz situações do dia a dia em que se mostra o respeito entre as pessoas e consigo mesmo.

◆◆

Entre dois mundos, de Angela Papiani. São Paulo: Editora Nova Alexandria, 2010.

◆◆

Luiz Galdino/Editora Moderna

Sereru, um menino da aldeia xavante de Etenhiritpá, no Mato Grosso, é chamado pelos mais velhos para uma missão: passar alguns anos com uma família de não índios (warazu) para aprender sua língua e seus costumes.

O planeta perfeito, de Luiz Galdino. São Paulo: Editora Moderna, 1993. Uma menina, por usar óculos, ter sardas e ser tímida, tem problemas com os colegas na escola.

◆◆

Uma escola assim, eu quero pra mim, de Elias José. São Paulo: Editora FTD, 1998. A escola começou a mudar quando música, brincadeiras, poesia, violão, jogos e desenhos passaram a fazer parte do cotidiano da criançada. Todos adoraram!

Para assistir ◆◆

Tainá, uma aventura na Amazônia. Direção de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, Brasil, 2000. Uma pequena indígena de 8 anos vive na Amazônia com seu avô e mestre, um sábio indígena que ensina lendas de seu povo. Com o tempo, Tainá vai se tornando uma guardiã da floresta, desarmando armadilhas montadas por caçadores.

◆◆

A guerra dos botões. Direção de John Roberts, Estados Unidos, 1994. Dois grupos rivais de crianças traçam em sala de aula planos de ação em busca do prêmio máximo pela vitória: os botões das roupas de seus inimigos. O filme é uma divertida crítica à insensatez das guerras de verdade.

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Educação para todos

Rogério Reis/Pulsar Imagens

Rosa Gauditano/Studio R

Você já aprendeu que as crianças têm direitos e um deles é o direito de brincar. Além de brincar, todas as crianças têm direito à educação.

Per-Anders Pettersson/Getty Images

Crianças guarani estudam com computador, Brasil. Fotografia de 2006.

Alunos de escola rural em uma comunidade quilombola, Brasil. Fotografia de 2009.

Crianças na sala de aula de escola em Moçambique, país da África. Fotografia de 2006.

1. Para conversar. a) Todas as crianças estudam da mesma maneira? Justifique sua resposta. Não. As escolas funcionam em lugares e de formas diferentes; os recursos também variam.

b) Quais são as semelhanças e as diferenças que você observa entre sua escola e sua maneira de estudar e as que aparecem nas fotografias? As semelhanças e diferenças podem estar no uso ou não de uniforme, nos materiais escolares e do que são feitos etc.

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Crianças estudando em casa com professor particular na Índia, país da Ásia. Fotografia de 2010.

Picture Contact BV/Alamy/Other Images

Lee Foster/Alamy/Other Images

Sajjad Hussain/AFP/Getty Images

De norte a sul, de leste a oeste. Não importa onde, a educação é um direito de todas as crianças do mundo!

Crianças em aula de música em escola rural do Chile, país da América do Sul. Fotografia de 2006.

Meninas em uma escola da Tailândia, país da Ásia. Fotografia de 2008.

2. Para criar. a) Pesquise em jornais e revistas imagens que representam o direito à educação e traga para a sala de aula. b) Elabore cartazes com seus colegas. Além das imagens, vocês podem criar pequenos textos. E não se esqueçam de dar um título para o seu trabalho!

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Referências bibliográficas ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: LTC, 1991. ARRUDA, Angela (Org.). Representando a alteridade. Petrópolis: Vozes, 1998. BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: 1997. p. 19-41. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. São Paulo: Civilização Brasileira, 2001. CAVALLEIRO, E. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Contexto, 2000. CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987. FERREIRA, N. T. Cidadania: uma questão para a educação. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. FRIGOTTO, G. Escola pública da atualidade: lições da história. In: LOMBARDI, J. C.; SAVIANI, D.; NASCIMENTO, M. I. M. (Org.). A escola pública no Brasil: história e historiografia. Campinas: Autores Associados, 2005. GALVÃO, I. Conflitos sim, violência não: cenas do cotidiano escolar. Petrópolis: Vozes, 2004. GOFFMAN, E. Estigma. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. JENKINS, K. A História repensada. São Paulo: Contexto, 2001. KAMII, Constance; DEVRIES, Rheta. Jogos em grupo na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1991. MARCÍLIO, Maria Luiza. A história da escola em São Paulo e no Brasil. São Paulo: Imesp, 2005. PERROT, Michelle. Os excluídos da História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. SERRÃO, Margarida; BALEEIRO, Maria C. Aprendendo a ser e a conviver. São Paulo: FTD/Fundação Odebrecht, 1999. SCHWARCZ, Lilia M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e pensamento racial no Brasil: 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. VON, Cristina. A história do brinquedo. São Paulo: Alegro, 2001.

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Coleção Plural História  

Amostra da obra de História da coleção Plural – 2º ano

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