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[ 180 ] Capítulo 3. [ 181 ] Cf. Wolfgang Smith, Christian Gnosis, Angelico Press/Sophia Perennis, 2012, livro no qual apresento a noção de realismo antrópico (no capítulo 2), e mostro que ele subjaz às cosmologias tradicionais, da cosmologia védica à de Meister Eckhart. Para ser preciso: o realismo antrópico se revela o único realismo defensável “diante da gnose”. [ 182 ] “Tanto o observador quanto o observado”, ele nos diz, “são parte de um mundo que tem uma existência objetiva” (43). [ 183 ] Para um resumo e uma análise das descobertas de Gibson, ver capítulo 4. [ 184 ] James Gibson, The Ecological Theory of Visual Perception, Lawrence Erlbaum, Hillsdale, NJ, 1986, p. 197. Precisamos ter em mente que Gibson não chegou às afirmações em questão especulativamente, e sim com base em evidências empíricas que, com efeito, refutam a hipótese reducionista. [ 185 ] Para uma discussão detalhada sobre “os neurônios e a mente”, ver capítulo 5. [ 186 ] Cf. O Enigma Quântico, Vide Editorial, Campinas, 2012, onde essa questão foi tratada com todo o detalhamento necessário. [ 187 ] Cf. capítulo 2. [ 188 ] A visão de que o universo físico é, com efeito, “construído” − de que “a matemática não está ali até que lá a coloquemos” −, foi primeiro enunciada por Sir Arthur Eddington. Embora jamais tenha sido aceita pela comunidade científica como um todo, a alegação de Eddington, recentemente, recebeu forte amparo das descobertas de Roy Frieden (cf. Physics from Fisher Information, Cambridge University Press, 1995). Para uma discussão detalhada acerca do ponto de vista “construtivista”, remeto o leitor à minha tese: The Wisdom of Ancient Cosmology, The Foundation for Traditional Studies, 2003, cap. 3. [ 189 ] Falando de maneira tomista, o domínio físico constitui uma espécie de materia secunda situada entre a matéria prima e o ser corpóreo. Cf. O Enigma Quântico, op. cit., cap. IV. [ 190 ] A descrição quântica deixa de fora um ingrediente essencial − em verdade, o ingrediente essencial − do ser corpóreo: aquilo a que a filosofia chama de “essência”. Tratamos dessa questão no cap. 2. [ 191 ] De minha parte, sustento que isso não é realmente pensável. Falando estritamente, a suposta ontologia de Hawking não é nem ciência e nem filosofia, mas um uso indevido da linguagem: um novíssimo sofisma que seduz os crédulos a acreditar no absurdo. [ 192 ] Wolfgang Smith, O enigma quântico, op. cit., cap. 6. Cf. também “Intelligent Design and Vertical Causation”, em: Wolfgang Smith, The Wisdom of Ancient Cosmology, op. cit. [ 193 ] William Dembski, The Design Inference, Cambridge University Press, 1998. Acerca desse assunto, remeto o leitor também ao Capítulo 10 de: Wolfgang Smith, The Wisdom of Ancient Cosmology, op. cit. [ 194 ] O adjetivo é essencial: o teorema de Dembski assevera que a IEC do objeto não pode ser produzida por causas naturais. Para utilizar esse resultado, é necessário, portanto, excluir o caso em que a IEC em questão é suprida desde fora, como seria o caso, por exemplo, se o design fosse copiado pelo artesão de uma fonte externa. Vemos, especialmente, que o teorema não se aplica no caso da produção artificial ou mecanizada. [ 195 ] Roger Penrose, The Emperor’s New Mind, op. cit., p. 412. [ 196 ] Wolfgang Smith, The Wisdom of Ancient Cosmology, op. cit., p. 194-198. [ 197 ] A única ciência tradicional sobrevivente até hoje, no ocidente, parece ser a astrologia. Sua ciência irmã, a alquimia, praticamente desapareceu durante o século XVII. [ 198 ] Para um vislumbre do que a ciência tradicional pode realizar − o escopo, a precisão e o valor explicativo estupendo que pode alcançar −, ver o cap. 6. [ 199 ] O enigma quântico, op. cit., cap. 7. [ 200 ] Os trabalhos sérios antidarwinistas de nossa época, embora amplamente ignorados pela mídia, têm sofrido um crescimento espetacular nas décadas recentes. Para mencionar, ao menos, uns poucos títulos representativos: Michael J. Behe, Darwin’s Black Box: The Bio-Chemical Challenge to Evolution, Free Press, NY, 1996; William A. Dembski, The Design Revolution, Inter-Varsity Press, Downers Grove, IL, 2004; Michael Denton, Evolution: A Theory in Crisis, Adler & Adler, Bethesda, MD, 1986; Douglas Dewar, The Transformist Illusion, Sophia Perennis, San Rafael, CA, 2005; Phillip E. Johnson, Darwin on Trial, Inter-Varsity Press, Downers Grove, IL: 1993. [ 201 ] A esse respeito, cabe a menção ao notável tratado, em dois volumes, de Robert A. Sungenis e Robert J. Bennet, intitulado Galileo Was Wrong (cuja quinta edição foi publicada em 2008), trabalho que constitui, provavelmente, o estudo mais exaustivo dessa questão já feito. O livro contém mais de mil e cem páginas e fornece milhares de referências, boa parte das quais provêm de revistas científicas especializadas, para embasar o argumento de que a física einsteiniana foi desqualificada de jure. Mas, conquanto muito do que os autores trazem à luz seja de fato cogente e pese negativamente contra as alegações einsteiniana, o trabalho, no todo, infelizmente está desfigurado por uma polêmica excessiva que, às vezes, erra o alvo. [ 202 ] The Large-Scale Structure of Space-time, Cambridge University Press, 1973, p. 134. [ 203 ] Já tratei dessas questões em: Wolfgang Smith, The Wisdom of Ancient Cosmology, op. cit., cap. 7. [ 204 ] Já mencionei a literatura crescente que efetivamente tem «desmascarado» o darwinismo biológico. [ 205 ] Apud Phillip Johnson, em Darwin on Trial, op. cit., p. 38. [ 206 ] The New York Times Review of Books, 9 de janeiro de 1997. Apud Bruce L. Gordon, em “Balloons on a String: A Critique of Multiverse Cosmology” in: The Nature of Nature, B.L. Gordon e W.A. Dembski, eds., Intercollegiate Studies Institute, 2001, p. 584. [ 207 ] Cf. capítulo 2.

Ciencia e mito wolfgang smith  

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