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GOLFE - HIPISMO - NÁUTICA - LUXO

SETEMBRO|2016|70


Mapa de Navegação

Diretor Executivo Fábio Trisotto Edição Manoela Hoffmann

06 Velocímetro

Departamento Comercial Cesar Bueno cesar@golfelazer.com.br

Cayene Turbo com 570 cavalos

Colaboradores Gisélle Araújo Grayce Rodrigues

10 Especial Arquitetura

Fotografia Fabrizio Motta

O melhor de Curitiba está em casa

Foto de capa Luís Ruas

14 Approach

Diagramação ED | Creative Studio

Caderno especial da Federação Paranaense de Golfe

Impressão Tipotil Gráfica e Editora Distribuição JDC Distribuidora Contato Fábio Trisotto 55 (47) 9932 0714 fabio@golfelazer.com.br A Revista Golfe & Lazer é uma publicação bimestral da Novocom com distribuição gratuita. Todos os direitos reservados. É proibida sua reprodução total ou parcial. A produção da revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e mensagens publicitárias que estão incluídas nesta edição. Siga-nos:

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32 Em alto mar O sucesso do Salão Náutico de Itajaí

38 Hispismo Os eventos da federação Paranaense de Hipismo

46 Arquitetura O estilo único de Alana Scheller

56 Gastronauta Tailandês com a melhor vista de Florianópolis

63 Joinville Iate Clube Regatas e outros eventos do Joinville Iate Clube


Velocímetro Da Redação Imagens Divulgação

SUV com motor de 570 cv Novo Cayenne Turbo S já está à venda no Brasil

O

novo Cayenne Turbo S já está sendo vendido pela Stuttgart Sportcar, importadora oficial da Porsche no Brasil. Por R$ 969.000,00, a nova versão oferece um desempenho excepcional graças ao motor V8 biturbo com 570 cv, capaz de fazer o carro acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,1 segundos. Tudo isso aliado aos altos padrões de luxo e conforto que consagraram o SUV da Porsche como um dos modelos mais desejados em seu segmento. As primeiras unidades serão entregues aos compradores brasileiros

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a partir de abril. Devido ao seu caráter exclusivo, o Cayenne Turbo S será vendido no Brasil mediante encomenda. A versão topo de linha do Cayenne tem 20 cv a mais que o Cayenne Turbo, apresentado no Brasil por ocasião do Salão do Automóvel, em novembro de 2014. O novo conceito de turbocompressores integrados aos coletores de escape possibilitou um aumento de 20 cv em relação ao Cayenne Turbo S anterior. O torque máximo do novo Cayenne Turbo S é de 800 Nm. A velocidade máxima é de 284 km/h. Um desempe-


nho à altura de um legítimo carro esporte, que permitiu ao Cayenne Turbo S percorrer os pouco mais de 20 km do traçado norte (Nordschleiffe) do circuito alemão de Nürburgring em 7min59s. Coerentemente com este alto desempenho, o Cayenne Turbo S oferece também uma dirigibilidade excepcional. Os freios são de cerâmica (PCCB, Porsche Composite Ceramic Brakes) e sistemas de estabilidade como o PDCC (Porsche Dynamic Chassis Control, controle dinâmico de chassi), o PTM (Porsche Traction Management, gerenciamen-

to de tração) e o PTV Plus (Porsche Torque Vectoring Plus, sistema de vetoramento de torque) reduzem de maneira pró-ativa a inclinação lateral nas curvas, contribuindo para uma precisão extrema de comportamento dinâmico. Entre os equipamentos de série, o Cayenne Turbo S possui rodas de 21 polegadas com design 911 Turbo e bordas em preto, faróis de LED com sistema de iluminação dinâmica (PDLS Plus, Porsche Dynamic Light System Plus), interior com acabamento em couro e sistema de escape esportivo.

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Velocímetro

Interior • •

Estofos interiores totalmente em Pele com escudo da Porsche gravado nos apoios de cabeça exteriores Frisos decorativos em Carbono.

Destaques de design • • • •

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Jantes de 21” com design 911 Turbo, com gola da jante pintada em Preto de alto brilho. Secção inferior dianteira Turbo com entradas de ar de grandes dimensões. Faróis principais em LED incluindo Porsche Dynamic Light System Plus (PDLS Plus), ópticas dianteiras e faróis de nevoeiro Cayenne Turbo. Carroçaria com destaques, por exemplo, entradas de ar pintadas em Preto de alto brilho na secção dianteira do veículo, bem como as partes inferiores e as bases dos retrovisores na mesma cor. Spoiler do tejadilho e frisos das cavas das rodas na cor da carroçaria.


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Arquitetura

Curitiba para viver bem! Integração, harmonia e mobiliário contemporâneo foram premissas deste projeto

A

arquitetura deste apartamento de alto padrão, localizado no bairro Água Verde, foi valorizada pelo projeto de interiores. A mescla entre peças especialmente selecionadas e o mobiliário em marcenaria detalhado pelo escritório de arquitetura formam um ambiente exclusivo, com destaque para a total integração entre a sala de estar, jantar e cozinha. Com a utilização de painéis deslizantes, o escritório atrás da sala de estar também pode ser integrado ao conjunto

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ou isolado para acomodar um hóspede. Tons de cinza, madeira natural e preto foram as cores escolhidas para estes ambientes. A iluminação e as janelas piso-teto com vista para a copa das araucárias completam o cenário. Na suíte, cores mais claras, nos tons de bege e branco, são quebradas pelo rosa, seguindo a solicitação da cliente. A total sintonia com o cliente permitiu que o projeto fosse elaborado e executado sem contratempos, o que contribuiu muito para o resultado final.

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Arquitetura

Loja Kraft The Home Store Av. Batel, 1114 – Batel Fone: 41 3233 4134 – Curitiba – PR E-mail: kraft@lojakraft.com.br Site: lojakraft.com.br | Facebook: kraftthehomestore FV Arquitetura Arquitetas: Michela Von Borstel Carvalho e Patricia Ribas Fouani Rua Visconde do Rio Branco, 1630 sala 302 – Centro Fone: 41 3077-6402 – Curitiba - PR E.mail: michela@fvarquitetura.com.br | patricia@ fvarquitetura.com.br Site: fvarquitetura.com.br Facebook: FV Arquitetura

Fornecedores

Artífice da Madeira Arquitetura e Mobiliário Rua Anna de Souza, 232 - Centro Industrial Mauá Fones: 41 3675 6976 - 4109 1163 - Colombo - PR E-mail: artifice.moveis@hotmail.com Site: artificemoveis.com.br Facebook: Artificedamadeira

ACDC Casa Rua Sete de Setembro, 6108 Fone: 41 3243 0517 – Curitiba - PR WhatsApp: 41 8838 7113 E-mail: contato@acdccasa.com.br Site: acdccasa.com.br Facebook: Acdccasa

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Persépolis Tapetes e Carpetes Alameda Julia da Costa 1648 - Bigorrilho Fone: 41 3029-1929 – Curitiba - PR E-mail: persepolisvendas@gmail.com Site: persepolis.com.br Facebook: Persepólis Tapetes

Sierra Móveis Rua Augusto Stresser, 1588 – Hugo Lange Fone: 41 3085 8900 – Curitiba – PR E-mail: curitiba.stresser@sierra.com.br Site: sierra.com.br | Facebook: Sierramoveis

Ton Sur Ton Decorações Alameda Dr. Carlos de Carvalho. 1285 Fone: 41 3224 6660 – Curitiba – PR E-mail: contato@tonsurton.com.br Site: tonsurton.com.br | Facebook: Tonsurton


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Approach

Golfe teve representantes nas Olimpíadas do Rio 2016

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epois de 100 anos o golfe volta à Olimpíada. E a modalidade, que reestreia no Rio 2016, teve representantes brasileiros. A paranaense Miriam Nagl, a paulista Victoria Lovelady e o gaúcho Adilson da Silva estiveram entre os classificados. Mirian e Adilson conseguiram pontuação necessária para participar dos Jogos por mérito, fazendo com que o Brasil possa abrir mão das vagas convites – direito do país sede em caso de não classificação de atletas por mérito. Victoria, que estava na reserva, garantiu classificação após a desistência da seleção feminina da Holanda. Para estar entre os atletas olímpicos é necessário figurar na lista dos 60 melhores do ranking.

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Posição conquistada pela dupla. A paranaense Miriam Nagl garantiu sua vaga ao terminar em 16º lugar no Tipsport Golf Masters, etapa do Ladies European Tour disputada na República Checa, em junho. Miriam melhorou 22 posições no ranking mundial e agora é a 435ª do mundo, subindo da 59ª para a 58ª colocação do ranking olímpico. outra brasileira que está na zona de classificação para os Jogos, a paulista Victoria Lovelady. Antes da desistência da equipe holandesa, Victoria, que rondava a 60ª posição, precisava torcer para que nenhuma golfista a ultrapassasse no ranking olímpico e para que nenhuma outra americana entrasse no Top 15 do ranking mundial. Países que possuam golfistas entre as 15 pri-


meiras do mundo levam até quatro representantes para os Jogos, e os EUA tem duas no Top 15. No masculino a conquista da vaga veio com a disputa do Zambia Open, etapa do Sunshine Tour, o circuito de golfe da África do Sul, disputada na Zâmbia. Adilson da Silva foi o 4o colocado e subiu de 55º para 51º no ranking olímpico, assegurando sua participação nos Jogos. No momento, o gaúcho tem 36,97 pontos no ranking mundial, mais do que o dobro do segundo melhor brasileiro do mundo, o paulista Lucas Lee, que totaliza 14,19.

FPCG também teve seus representantes na Olimpíada A Federação Paranaense e Catarinense de

Golfe foi representado nos Jogos por dois de seus membros. O presidente da Federação, Daniel Neves e o diretor de regras, François Cazabon, foram convidados para fazer parte da arbitragem no maior evento esportivo do mundo. Para atuar nesta função, é preciso passar pelo curso da R&A (a Fifa do Golfe) com grau de dificuldade altíssimo. “É uma grande honra poder participar dos Jogos Olímpicos como árbitro nacional. Fico feliz com a convocação e a oportunidade de ajudar na organização e participar dos bastidores deste histórico retorno de nosso esporte às Olimpíadas”, comemora Daniel Neves.

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Approach Entrevista Miriam Nagl

Golfista curitibana classificada para a Olimpíada entra na parceria da FPCG

www.graficapronto.com.br fone (47) 3481-8818

R

epresentante brasileira na Olimpíada Rio 2016, a golfista curitibana Miriam Nagl esteve na capital paranaense 10 dias antes do início dos Jogos. Na passagem pela cidade, ela treinou e aproveitou para visitar o Complexo Pequeno Príncipe, hospital pediátrico de referência. O encontro aconteceu graças à parceria entre a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe e o Pequeno Príncipe. Juntas, as instituições pretendem mobilizar pessoas e recursos em prol das atividades de assistência e pesquisa científica da instituição. A união é mais uma ramificação do programa ‘Gols pela Vida’, lançado pelo hospital em 2007 em parceria com o maior jogador de todos os tempos, o Rei Pelé. Diversos atletas de elite já vestiram a camisa do Programa. Além do camisa 10 da seleção, jogadores e técnicos de grandes times brasileiros já participaram de ações no Hospital, entre eles os craques da seleção de 70, o atacante Ronaldo Fenômeno, os meias Alex e Paulo Baier, e elencos de São Paulo, Atlético Mineiro e outros clubes. Do vôlei vieram Giba, Ana Moser e Emanuel – de praia. Rubens Barichello representou o automobilismo. Agora chegou a vez do

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golfe - e da principal jogadora brasileira da atualidade - abraçar a causa. “O que vocês fazem aqui é muito bom. Obrigada pela oportunidade de conhecer esse lugar. A parceria será, com certeza, um sucesso”, comemorou Miriam após a reunião que apresentou o projeto para a instalação de um campo de minigolfe às crianças no jardim da instituição. A nova área será preparada levando em conta, inclusive, a acessibilidade para as crianças que estejam com alguma dificuldade de locomoção. Além de Miriam, outro golfista participou do encontro. Daniel Celestino, jogador juvenil de apenas 15 anos é umas das grandes promessas para o futuro da modalidade no Brasil.


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Approach

Aberto do Paraná Reúne Corajosos Golfistas

D

esta vez a paisagem era de inverno. Os campos, dos clubes Curitibano e Alphaville, sempre verdinhos e floridos ganharam um tom amarelado. Folhas secas caíam entre uma tacada e outra, e o frio, principalmente no último dia da disputa, marcou o 27º Campeonato Aberto de Golfe do Estado do Paraná, que contou com golfistas corajosos para enfrentar as baixas temperaturas. Mais uma vez a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe misturou esporte e cultu-

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ra, e o cenário serviu de inspiração para a confecção dos troféus. Foi com imagens do esporte que o artista Marcelo Bittencourt pintou em aquarela as 25 obras que serviram como prêmio aos vencedores. Uma outra pintura, esta em tela e tinta óleo, foi feita ao vivo durante a disputa e mesclou ao golfe o personagem O Pequeno Príncipe, em referência a nova parceria fechada entre a FPCG e o Hospital infantil Pequeno Príncipe, que em breve trará novidades.


O torneio, válido para o ranking mundial, nacional e estadual, contou com participação de cerca de 200 golfistas que não desanimaram com o frio, nem mesmo sob a chuva. E foi debaixo dela, inclusive, que Maria Helena Vian acertou seu primeiro hole in one. O feito foi no próprio clube onde a golfista é capitã, o Curitibano, mais especificamente no buraco seis do campo. “Eu nem acreditei quando percebi que tinha feito. Foi uma surpresa! Estou muito feliz! Foi a recompensa por vir jogar com este tempo gelado e chuvoso”, brincou Maria Helena.

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Approach

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A recompensa veio também para o gaúcho Herik Machado e para a paulista Lauren Grinberg, que graças ao ótimo desempenho sagraram-se campeões do torneio. Herik jogou 6 abaixo do par virando o jogo na última rodada com um total de 210 tacadas. O

vice-campeão foi o carioca Daniel Ishii com 4 abaixo do par e 212 tacadas. Já Lauren liderou o torneio de ponta a ponta e foi a campeã com um total de 223 gross. O segundo lugar ficou com a local player Ana Beatriz Cordeiro com 239 gross.

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Approach

Circuito Sênior FPCG

E

les são experientes e nem por isso menos entusiasmados que os jovens golfistas. São os jogadores acima de 30 anos que participam de uma das maiores competições de Golfe do Brasil, o Circuito Sênior da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe, disputado em 8 etapas durante a temporada. Até agora, metade delas já foram realizadas em diferentes campos paranaenses, sempre cumprindo seu principal objetivo: reunir os golfistas federados promovendo o espírito competitivo

e a integração entre eles. A disputa, feita na modalidade Stroke Play – 18 buracos – é dividida em três categorias: Pré-sênior, até 54 anos de idade; Sênior, de 55 a 69 anos e Super Sênior, jogadores acima de 70 anos. Os participantes precisam ser filiados à FPCG ou possuir handicap oficial de outra federação. As quatro etapas restantes acontecem em agosto, setembro e novembro nas cidades de Ponta Grossa, Joinville, Colombo e Quatro Barras (ver calendário na pág 31).

Os vencedores das primeiras quatro etapas foram: 1ª Etapa Alphaville Graciosa Clube

2ª Etapa Londrina Golf Club

Geral Anderson Stachechen

Geral Ricardo Correa

Geral Eduardo Leal Macedo

Pré-sênior Ouro - Ulisses de Morais Prata - Michel Calixto

Pré-sênior Ouro - Walter Yadomi Prata - Edson S. Miyoshi

Pré-sênior Ouro - Sergio Hirai Prata - Ismael dos Santos

Sênior Ouro - Bruno Krick Prata - Walter Souza

Sênior Ouro - Henrique K. Okoshi Prata - Antonio Carlos Vianna

Sênior Ouro - Antonio Capistrano Prata - Giovani Gionedis

Super Sênior Ouro - Adriano Bidá venceu Prata - Heinz Bruske

Super Sênior Prata - Haruo Arabori

Super Sênior Ouro - Yasume Takeda Prata - Keiiti Suguimati

4ª Etapa - Maringá Golf Clube Geral Lucio Minoru Hiratomi Pré-sênior Ouro - Luiz Lourenço Jr. Prata - Robenson M. Fim Jr.

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3ª Etapa Las Palmas & Country Club

Sênior Ouro - Silvio Nunes Pereira Prata - Ricardo Koji Tomita Super Sênior Prata - Luiz Fernando Cunha


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Approach

Os Melhores Campos

S

e nos jogos de futebol a qualidade do gramado é dada como fundamental para a boa prática da modalidade, servindo até como desculpa para muitos jogadores na hora de justificar más atuações e resultados adversos, o que dizer da importância da grama na disputa do golfe? Pois neste quesito, o Brasil não deixa nada a desejar. Somos primeiro mundo quando o assunto é campo de golfe. E dois dos melhores campos do país, estão no Paraná. Quem atesta é a publicação britânica Top 100 Golf Courses, especializada em avaliar campos de todo o mundo. O ranking leva em consideração a opinião de diversos golfistas e se mantém sempre atual. Na última publicação o número de campos

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avaliados entre os melhores subiu de 15 para 20, com oito novidades, entre eles, o campo olímpico do arquiteto Gil Hanse. Mas o estreante de maior destaque foi o Santapazienza Golf Club que, de cara, já entrou como o primeiro da lista. O campo particular é do empresário Paulo Malzoni e desenhado por Tom Fazio - arquiteto que tem mais campos de golfe entre os 100 melhores dos EUA. O campo olímpico, instalado no Rio de Janeiro, ficou na segunda posição, e o Terravista Golf Course, de Trancoso na Bahia, desenhado por Dan Blankenship - número 1 dos últimos anos - aparece agora em terceiro lugar. Os paranaenses, Alphaville Graciosa Clube e Clube Curitibano estão entre os 15 primeiros.


Ranking Campo

Estado

Alphaville

1

Santapazienzia

SP

Localizado em Pinhais, na região metropolitana da capital Curitiba, este campo de golfe é famoso por possuir um dos maiores graus de dificuldade do jogo, pelo que só os profissionais mais experientes costumam lá jogar. Inaugurado no ano de 2001 possui uma área de 40 hectares e um comprimento de cerca de 6600 jardas e é um dos campos de golfe mais inspiradores do Brasil.

2

Campo Olímpico

RJ

3

Terravista

BA

4

Fazendo Boa Vista (Palmer)

SP

5

Ilha de Comandatuba

BA

6

São Paulo GC

SP

7

São Fernando

SP

Curitibano O campo de golfe do clube está localizada no município de Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba. Referência estadual para a prática de Golfe, com 602 mil metros quadrados de terreno.

8

Fazenda da Grama

SP

9

Gávea

RJ

10

Alphaville Graciosa

PR

11

Quinta da Baroneza

SP

12

Damha

SP

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Itanhangá

RJ

14

Porto Alegre

RS

15

Curitibano

PR

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Approach

Curiosidades Mercado do Golfe • Segundo a Advertising Age, principal publicação de propaganda dos EUA, o patrocínio de competições esportivas cresceu em média de 17% ao ano desde meados dos anos 80 em comparação com um crescimento médio anual de 7,5% dos investimentos em publicidade e 7,4% na promoção de vendas. • O relatório da IEG Sponsorship (consultoria de marketing esportivo americana) diz que a “moda” de usar o esporte para a venda de serviços e produtos está causando uma intensa competição entre as empresas anunciantes e valorizando o preço cobrado pelas associações promotoras das competições e os atletas internacionais. • O marketing esportivo é a ferramenta de maior crescimento de custo para anunciantes.

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• A IEG Sponsorship acredita que enquanto a mídia tradicional e as promoções estão perdendo o brilho, o marketing esportivo passa a ocupar um lugar cada vez mais importante nos orçamentos de propaganda das grandes multinacionais. • Os investimentos das empresas em marketing com esportes incluem desde propaganda, patrocínio de competições, contratação de atletas famosos para endossar produtos, convites a personalidades, clientes e fornecedores para assistir competições esportivas, até o pagamento das despesas de viagem de delegações esportivas. No Golfe, as estrelas são Tiger Woods e Phil Mickelson. Ambos na lista dos 10 atletas mais bem pagos do mundo no ano passado.


No Oriente • Os títulos de clubes de golfe japoneses são cotados na Bolsa de Tóquio e o de mais prestígio é o Koganei Clube Tóquio, cujo título vale US$ 2 milhões. • No Japão, onde as planícies são reservadas exclusivamente para a agricultura,

especialmente para o plantio de arroz, os campos de golfe são construídos nas montanhas. Os construtores rebatem os picos das montanhas para os vales, em enormes trabalhos de terraplenagem, e um único campo chega a custar 100 milhões ou mais de dólares.

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Approach

Galeria de fotos

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Approach

Diminua suas variáveis!

Dica do Pro

O

jogo de golfe, já nos apresenta uma série de variáveis das quais precisamos nos ajustar, portanto, faça um swing mais simples, a fim de preparar-se melhor para as adversidades do jogo. Um movimento muito comum entre os jogadores, são os laterais da parte de baixo do corpo, vulgarmente conhecidos como ‘’sway’’ e ‘’slide’’ (fotos 1 e 2), os quais geralmente são decorrentes de pouca mobilidade do quadril, ou então, provenientes de muita vontade de bater na bola. Uma ótima dica é abrir ligeiramente a ponta dos seus pés (fotos 3 e 4) a fim de permitir uma rotação mais efetiva e, por sua vez, uma estabilidade muito maior. Desta forma, há o aumento não só da potência da tacada, mas também da consistência dela.

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Por fim, vale lembrar que é necessário respeitar a individualidade de cada um. Sendo assim, experimente abrir a ponta dos seus pés em vários ângulos, e conforme você se sentir confortável - e com melhores resultados, eleja tal abertura para todos os outros movimentos. Um bom jogo a todos e até a próxima! Luiz Felipe Miyamura é coach regional (Paraná e Santa Catarina) da Confederação Brasileira de Golfe, membro do instituto americano de performance da Titleist e treinador dos principais jogadores de alta performance do país.


Calendário AGOSTO

OUTUBRO

06 e 14 – Olimpíada Rio de Janeiro/RJ Campo Olímpico

01 e 02 – 34o Aberto do Clube Curitibano Quatro Barras/PR Clube Curitibano (FPCG)

24 – 5o Etapa – Sênio e Pré Sênior Ponta Grossa/PR Ponta Grossa Golf Clube (FPCG)

15 e 16 – 4o Aberto Pine Hill Toledo/PR Pine Hill Golf Club (FPCG)

SETEMBRO 03 – 6o Etapa – Sênio e Pré Sênior Joinville/SC Joinville Country Club (FPCG)

16 a 18 – 15o Aberto de Golfe da FPCG Quatro Barras/ PR Clube Curitibano (FPCG RN RM)

22 e 23 – 15o Aberto do Alphaville Pinhais/PR Alphaville Graciosa Clube (FPCG)

29 e 30 – 16o Aberto da Cidade de Maringá Maringá/PR Maringá Golf Club (FPCG)

20 – Best Golf – 3a etapa Quatro Barras/ PR Clube Curitibano

Expediente Jornalista responsável: Sabrina Coelho Contato: admgolfe@fprgolfe.com.br www.fpcg.com.br

Endereço Federação Paranaense e Catarinense de Golfe: Rua Pastor Manoel Virginio de Souza, 1020 CEP 82810-400 - Capão da Imbuia Curitiba - PR Telefax: (41) 3366.9159 - (41) 3267-4620

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Em Alto Mar

Salão Naútico atrai olhares na Marina Itajaí Modernos equipamentos e serviços exclusivos do complexo são destaque no evento

O

s visitantes que passaram pelo Salão Náutico realizado entre os dias 21 a 24 de julho puderam conhecer a ampla estrutura e as novidades da Marina Itajaí. Em termos de inovação e aprimoramento técnico, o complexo náutico trouxe recentemente aos navegadores o óleo diesel Verana Petrobras, considerado o combustível premium do mercado náutico. “Um dos principais objetivos da Marina Itajaí é contribuir para o desenvolvimento do mercado náutico em Santa Catarina e do país e, por isso, temos investido constantemente em modernas tecnologias, produtos e serviços de alta qua-

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lidade acompanhando as tendências mundiais do setor. Trouxemos pela primeira vez ao sul do Brasil o diesel Verana que é mais sustentável proporcionando redução do nível de poluição, aumenta o rendimento dos motores e é aromatizado o que garante mais conforto durante a navegação já que evita o odor característico”, destaca o diretor técnico do Complexo Marina Itajaí Carlos Oliveira. O diesel Verana, graças ao pacote de aditivos e ao eficiente sistema de filtração, também contribui para proteger o motor do barco contra corrosão, o que garante maior durabilidade e segurança no mar. Outra vantagem é a rapidez


no abastecimento já que evita a formação de espuma o que possibilita encher o tanque em menos tempo e sem derramamentos. Nos equipamentos, destaque para o recém-chegado Travel Lift de 75 toneladas com capacidade para erguer embarcações com mais de 85pés para reparos e manutenção. É uma das únicas marinas do Brasil a contar com um Travel Liftcom essa capacidade. “O mercado náutico no Brasil, apesar de jovem, cresce a passos largos e o seu desenvolvimento reflete sig-

nificativamente na economia das regiões em que atua. Dessa forma, cresce também o número de barcos com maiores dimensões. Contudo, é necessário ter uma estrutura adequada não apenas para atender embarcações pequenas, mas também as de maiores dimensões, acima de 70 pés”, conta Carlos Oliveira. Já para barcos de até 45 pés ou 12 toneladas, a Marina Itajaí dispõe também de Fork Lift. Possui ainda uma área destinada para os reparos dos iates.

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Em Alto Mar

Negócios, gastronomia e lazer Com objetivo de gerar negócios e apresentar produtos e serviços que compõe a cadeia náutica, além de complementar o desenvolvimento do polo náutico catarinense, o Salão Náutico Marina Itajaí apresentará de motos aquáticas a veleiros e luxuosos iates de mais de 80 pés de renomados estaleiros nacionais e internacionais. Entre os mais de 60 expositores, também estarão presentes opções de motores, acessórios, decoração, despachantes, moda náutica, serviços financeiros e outros. Gastronomia de alto padrão além de cervejas artesanais, vinhos e espumantes serão mais atrativos do evento que tem a estimativa de reunir mais de 5 mil visitantes.

Sobre a Marina Itajaí Inaugurada em dezembro de 2015, a Marina Itajaí pode ser considerada um marco do desenvolvimento náutico brasileiro. Está localizada no centro da cidade catarinense de Itajaí – na Avenida Vereador Carlos Ely Castro n° 100 - importante polo náutico, naval, turístico e industrial. A marina oferece atualmente 320 vagas, sendo 155 vagas secas e 165 vagas molhadas que comporta desde pequenas embarcações até iates e veleiros com mais de 120 pés. Modernos equipamentos como Fork Lift de 12 toneladas e Travel Lift de 75 toneladas; posto de combustível com bandeira BR e única marina no sul do país com diesel Verana; heliponto, além de opções de lazer como sofisticado espaço gastronômico e amplo estacionamento também fazem parte de sua estrutura.

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Publieditorial

Esculpido para você

C

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Em Alto Mar

Tedesco Marina amplia vagas Inaugurada em 2006, a catarinense ĂŠ referĂŞncia no setor nĂĄutico brasileiro

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O

grupo Tedesco, após participar em 2013, de uma licitação federal está expandindo suas vagas molhadas no molhe da Barra Sul. Com previsão de término para o segundo semestre de 2016, as obras para as novas vagas molhadas da Marina Tedesco visam aumentar a capacidade do serviço prestado as embarcações que navegam pelos mares do Sul do país. Ao todo serão 32 vagas padrão Tedesco Marina para iates de até 140 pés ou, dependendo da demanda do mercado, podem se tornar 64 vagas para iates até 70 pés. Atualmente, a marina conta um calado de 2.5 e 3 metros. Já as novas vagas contarão com um calado de 4 metros de profundidade que aumenta a capacidade de navegação. Com um píer de concreto de quatro metros de largura, as novas vagas contarão com toda a infraestrutura que já existe na marina, com água, energia elétrica, internet, internet wi-fi, carrinho elétrico para acesso aos iates pelo píer e uma lancha exclusiva que fará o transporte dos clientes para o molhe e vice-versa. Dessa forma, todo o apoio de estacionamento. Posto de Combustível, Loja de Conveniência e serviços serão na marina. Localizada em Balneário Camboriú, conhecida por ser a cidade que mistura belezas naturais com o mercado de luxo em ascensão na região, à marina unem essas duas características em um único empreendimento.

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Hipismo

Avante Hipismo!

É

com enorme satisfação que passamos a participar da Revista Golfe e Lazer, que tem todas as características para a propagação do Hipismo e a competência para bem informar os apaixonados por esportes. Aliás, no “país do futebol” o Hipismo acaba por vezes sendo relegado a um segundo plano, juntamente com outros esportes. No entanto, é fato que o Hipismo vem sentindo vertiginosa evolução no Brasil. No Estado do Paraná, por exemplo, os torneios que vem sendo realizados estão atraindo não só o público “hípico” como interessados em esportes, animais e natureza. A prática do Hipismo está diretamente relacionada à natureza, gera a cumplicidade do cidadão com o cavalo e desperta a importância na preservação ambiental. O Hipismo ressalta naturalmente a fascinante convivência com o animal, que há séculos serve o homem e ajuda até hoje nas conquistas humanas. De necessidade de transporte à animal de guerra; de fonte de energia para a produção agrícola à conquista olímpica: esse é e sempre será o cavalo. Este vigoroso animal é o símbolo e a fonte do Hipismo, esporte olímpico desde 1900 e que já deu ao Brasil duas medalhas de bronze por equipe e uma de ouro individual na era moderna. O calendário de provas hípicas pelo Brasil é intenso, mas especificamente no Paraná os torneios hípicos ocorrem todos os meses, em

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um ritmo frenético. No primeiro semestre de 2016 foram realizados dois concursos internacionais, sendo um deles uma das únicas quatro seletivas para a Copa do Mundo de Hipismo, quatro concursos nacionais, campeonatos brasileiros em sete categorias e dez subcategorias e oito torneios interestaduais. Durante o segundo semestre não haverá um mês sequer sem a realização de torneios. O calendário inserido nesta edição denuncia isso. Despeço-me convidando todos os leitores para desfrutarem deste apaixonante esporte, seja mediante o contato com os animais e a prática do Hipismo, seja mediante a mera contemplação, que também inspira e nos transporta a um mundo harmonioso.


Hipismo Fotos Gabriela Lutz

CSN indoor Sucesso total!

Andre Miranda e Trumpt

N

os dias 23, 24 e 25 de junho, foi realizado o CSN INDOOR de Curitiba, que contou com cavaleiros e amazonas de diferentes estados. Durante o final de semana, ocorreu a Copa Ouro, a 1,35 m que teve como campeões Andre Miranda e Trumpf, que foram seguidos por Giovanna de Finis Sobania, com Atomo Clasi. Pedro Junqueira Muylaert, com Donadoni BH, foram os terceiros colocados, enquanto o quarto lugar foi de Jose Roberto Reynoso F. Filho, com Cullinan GMS. Fernando Sperb, montando Hanna Pulman, ficou na quinta posição e Felipe Juares de Lima com o sexto lugar. O Grande Prêmio Clássico, com obstáculos a

1,45m encerrou o evento. O cavaleiro Francisco Musa, tetracampeão brasileiro Senior Top, foi o grande vencedor do Clássico, principal disputa do Concurso de Salto Indoor na Sociedade Hípica Paranaense na noite desse sábado, 25/6. Montando Criz Wood JMen, com o qual já havia vencido a primeira prova a 1,40 metro em 23/6, Musa foi o único a garantir duas pistas limpas. Artemus de Almeida, com Casillero, foi o segundo colocado, Antonio Fortino Neto, com Cionne Copper garantiu o terceiro lugar, Giovanna de Finis Sobania com VDL Careana foi a quarta colocada, os paulistas, Francisco Musa e Jose Roberto Reynoso completaram o placar.

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Hipismo

Andre Miranda

Giovanna Sobania e Careana

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Giovanna Sobania


Francisco Musa

Cavalos novos no Indoor Curitiba Dentro do Concurso Indoor aconteceram disputas de Cavalos Novos. Na categoria Cavalos Novos Quatro Anos, os campeões foram Carthano Jmen com Daniel de Mello Gobbo e Anderson Tonon Rodrigues com Champ HR. Já na categoria Cavalos Novos Cinco Anos o vencedor foi Top Horse MS Dama do Bosque conduzida por Maurício de Oliveira Franco, vice-campeão foi Barnett RJ com Sergio Rubens Abib Filho e na terceira posição ficou Uca das Cataratas com a amazona Giovanna de Finis Sobania. Os três conjuntos representam a Federação Paranaense

de Hipismo. Entre os Cavalos Novos Seis Anos a campeã foi a égua Clarita Adal com o cavaleiro Sergio Rubens Abib Filho, o vice-campeão foi Salamandra Chap Quicka com Bianca de Souza Rodrigues e em terceiro lugar o cavalo Quintender I Jmen com Mario Lucio de Almeida Vilela. Glen Close Jmen II com Michel da Silva Feitosa foi o vencedor da categoria Cavalos Novos Sete Anos, seguido por Salamandra Chaplowa e Herique Albertini Affonso. Já na terceira posição ficou Centauro Dolimpo, com Caio Gracco.

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Hipismo Foto Ju Ribas

Ranking de Adestramento Paranaense aquece dia frio no Haras Adal

A

conteceu no dia 12 de junho a 2a Etapa do Ranking de Adestramento Paranaense no Haras Adal, competição com a chancela da Federação Paranaense de Hipismo. Com número expres-

sivo de concorrentes de diferentes entidades da FPrH, o evento foi um sucesso. Apesar do dia frio a disputa nas categorias Escola, Iniciante, Elementar, Preliminar e Média I aqueceram o final de semana.

Amazona Paranaense é Campeã Brasileira de Escola

A

conteceu nos dias 01, 02 e 03 de julho o Campeonato Brasileiro de Escola na Sociedade Hípica Porto Alegrense. Vanessa Persson, do Paraná, montando Polo Black, venceu o desempate da final individual da série principal do Campeonato Brasileiro de Escolas de Equitação, na Sociedade Hípica PortoAlegrense.

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A equipe paranaense de 0,60 m conquistou o terceiro lugar. Equipe formada pelos atletas; Camille Oliveira, Maria Eduarda Pacheco, Caroline Oliveira E Vitoria Biesuz Bertolin. Na série principal 0,80 m a equipe paranaense conquistou o quarto lugar; Vanessa Persson, Fernanda Brandes, Giovana Cobbe Wassmer E Lais Hoeltgebaum.


Hipismo Fotos Ju Ribas

Confira as fotos do Campeonato Brasileiro de Salto de Mini-mirim, Pré-mirim, Mirim, Pré-júnior, Júnior e Young Rider

Daneli Miron e equipe

Rafael Moderno

Victoria Junqueira

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Hipismo Fotos Ju Ribas

Campeonato de amadores No dia 31 de julho foi realizada de decisão individual no Campeonato Brasileiro de Amadores na Sociedade Hípica Paranaense

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uatro Estados tiveram representantes no alto do pódio nas quatro séries de 1, 1,10, 1,20 e 1,30 metros que computaram 200 inscrições. A armação esteve a cargo do course-designer internacional Helio Pessoa. Na categoria Amador Top, a 1,30 metro, a mineira Vitória Rabello Nolli montando CHJR Quorum 3 K faturou o bicampeonato

2014/2015. Ao todo quatro conjuntos fecharam a terceira e última prova com 4 pontos (1 falta) levando a decisão ao desempate. Vitoria e CHJR Quorum 3 K levaram a melhor sem faltas, em 38s52. Lucas Conde com Carantina foi vice por São Paulo, pista limpa, 40s20. E a medalha de bronze ficou com Stephanie Behar Braga apresentando GR Armani, em 37s18, mas com uma falta. Amador Top – 1.30/1.35 metro – 50 conjuntos 1º

Vitória Rabello Nolli / CHJr Quorum 3K FHMG

4 pp

0/38s53

Lucas Amoedo Conde / Carantina

FPH

4 pp

0/40s20

Stephanie Behar Braga / GR Armani

FPH

4 PP

4/38s18

Lucas Amoedo Conde / Chicago O

FPH

4 PP

4/38s8

Jayme Canet / Tirus Adal

FPrH

8 PP

Michel Nocchi P. Assunção / Ufa boy

FPrH

8 PP

Na categoria Amador, a 1,20 metro, dois conjuntos chegaram zerados ao final da terceira prova. Pelas cores do Rio Grande do Sul Fernando Wallay com CRM Tricos sagrou-se campeão brasileiro sem faltas em 41s72. O vice-campeonato ficou com a mineira Paula Xisto Camara e Umidwar van het JuxshotZ, pista limpa, 43’05”. Enquanto o 3º posto ficou com Nathalia Mendes Schaadt com R2D Voberlina H, uma falta, por Santa Catarina. Amador – 1.20/1.25 metro – 68 conjuntos

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Fernando Wallau / CRM Tricos

FGEE

0 pp

0/41s72

Paula Xisto Camara / Umidwar van het JuxshotZ

FHMG

0 pp

0/43s05

Nathalia Mendes Schaadt / R2D Vo- FCH berlina H

4 PP

Giancarlo Aquino / Latina do Gerezin

FPH

4 PP

Stefania Carmori / Cachetana Jme

FPrH

8 PP

Ruy Menescal Couto / Imperius

CDE

8 PP


Podio Amador Top

Na mais concorrida série do Brasileiro de Amadores, a 1,10 metro, nada menos que cinco conjuntos sem faltas levaram a decisão ao desempate e outros oito fecharam com apenas uma falta. Mas somente um terminou o desempate com mais um percurso limpo: o brasiliense Pedro Oliveira apresentando MC Carmelite em 45s79. Com uma falta em 42s56, o carioca João Luiz Olynthio com Aclaro Joter foi vice. Já a medalha de bronze ficou com a pernambucana Gabriela Duque com Cusco HV, uma falta, 46s35.

Amador A – 1.10/1.15 metro- 106 conjuntos 1º

Pedro Oliveira / MC Carmelite

FHBr

0 pp

0/45s79

João Luiz Olynthio / Aclaro Joter

FEERJ

0 pp

4/42s56

Gabriela Duque / Cusco HV

FEP

0 pp

4/46s35

Fabiana Turuguet Vallias / Carezino JMen

FPH

0 pp

12/38s6

Marco Aurelio Viola / Surprise

FPH

0 pp

19/62s25

Thays Hoaegen / Zelda Cooper

FAHI

4 pp

Amador B – 1/1.05 metro – 66 conjuntos 1º

Antonio José Povoa Vilela/ JCR Bom- FPH bardier

0 pp

0/38s62

Leonardo Henrique Rosa / Top Team Casimiro Método

0 pp

EL

Cesar Sperinde / CRM Canelando Jo- FGEE ter

1 pp

Leonardo Henrique Rosa / Top Team Balthazer

FHMG

1 pp

Carolina Moreno / Dioniso Método

FPH

4 pp

Marcos Tadeu Machado Jr / A1 Investimentos FS Fredje van de Barlegius

FHMG

4 pp

FHMG

Na categoria Amador B, dois conjuntos sem faltas também levaram a decisão pela medalha de ouro para o desempate e o título foi para Antonio José Povoa Vilela apresentando JCR Bombardier, sem faltas, em 38s62, por São Paulo. Sagrou-se vice-campeão o mineiro Leonardo Henrique Rosa com Top Team Casimiro Método que não concluiu o desempate. Com apenas um ponto perdido ao longo da competição, Cesar Sperinde montando Canelando Joter faturou a medalha de bronze pelo Rio Grande do Sul.

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Arquitetura Da Redação Fotos Fabrizio Motta

Ampliar e modernizar: o desafio de Alana Scheller Projeto preza aconchego dos pacientes em visita à Clínica Dias

A

Clinica Dias, especializada em Otorrinolaringologia e cirurgia estética facial, localizada na Rua Luiz Brockmann, 127 America em Joinville – SC, sentiu a necessidade de ampliação e modernização do seu espaço para a realização de exames complementares, sala de vacinas e sala de exames de fonoaudiologia. Para valorizar o espaço, a ideia foi trabalhar com materiais com aspectos naturais (cimento queimado, madeira, vegetação), prezando pelo aconchego dos pacientes e, assim, tirar o aspecto formal da maioria das clínicas médicas.

A entrada A escada vazada - revestida pelo Tecnocimento da empresa NSBRAZIL-, no acabamento de cimento queimado, com corrimão em vidro é um dos destaques da entrada da clínica. O jardim de inverno, abaixo da escada, é o charme especial criado pela profissional para o acesso principal. O segundo acesso é pelo elevador, que permite acessibilidade a todos os pacientes.

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Pelo conforto A recepção possui piso vinílico da Tarkett 3 mm, com acabamento madeirado e rodapé Scandian de 15 cm, forma uma sala de estar, complementada pelas confortáveis poltronas e sofá para a espera do paciente. O local possui uma mesinha para as crianças e um espaço para guardar revistas. O cimento queimado repete-se no painel na

recepção e é demarcado pela iluminação e decoração cromada. As alturas dos balcões de atendimento também variam atendendo as exigências de acessibilidade. A área de espera é climatizada e possui som ambiente para o conforto dos pacientes. Foram utilizadas persianas solar que além de proteção aos móveis funcionam também como isolantes térmicos.

Iluminação Especial Por se tratar de um teto inclinado em madeira, foi utilizado trilhos e spots direcionados para a parede, deixando um teto mais clean. Pendentes espelhados compõem a bancada da recepção. Na sala de espera um pendente em vidro transparente com lâmpada em filamento em carbono destaca a mesa lateral. Um pendente

em barra de led na cor bronze define a mesa do consultório do Dr. Aldo. O ambiente geral recebeu uma iluminação difusa. Na meia parede foi utilizada arandelas de efeito em facho, jogando luz para cima e para baixo. Os demais ambientes receberam rebaixo em forro de gesso acartonado e iluminação de led.

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Arquitetura

Proximo as banheiros há uma area de café, chá e biscoitos priorizando mais uma vez o bem estar no paciente.

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Toaletes

Consultório 2: Dr. Gabriel Dias

Os pacientes tem disponíveis dois banheiros, um deles adaptado (PNE). No feminino foi colacada uma cuba esculpida no mármore Crema Marfil, com toneira e dosador de sabonete, ambos com sensor, da Docol. O papel de parede reveste o toalete, que ganha espelho em toda a parte reservada à bancada, para ampliar o espaço.

Lâminas neutras entram em contraste com a madeira e vidro branco da mesa, que acende e funciona como um negatoscópio. As bancadas foram preparadas conforme a solicitação do médico para abrigar todos os equipamentos e instrumentos necessários na posição mais adequada.


Consultório 1 : Dr. Aldo Dias Nesta sala um ponto bastante importante foi a preocupação com a iluminação, já que alguns exames são feitos com determinada intensidade de luz. Para isso, foi incluído um dimerizador nas lâmpadas e persianas com guias laterais, da marca Reflexa, que permitem o fechamento e escurecimento total da sala.

O layout foi estudado juntamente com o médico para o melhor aproveitamento e uso da sala, de acordo com o atendimento e tipos de procedimentos realizados. Os materiais se assemelham aos de toda a clínica. Lâminas de cores claras e neutras e peças de destaque, como a mesa com o tampo totalmente em pedra.

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Arquitetura

A fachada ainda passa por processo de reforma, mas já foi modificado o piso de acesso para um porcelanato com desenho amadeirado na cor wood mogano da Stato Dell’Arte, e a fachada

principal foi revestida com um tijolinho claro Brique Lisser Areia, integrando-se com o já existente. Será feito um novo jardim, iluminação e também toda a programação visual.

Fornecedores

Maria Rosaflor Decorações Sandra_amedeiros@hotmail.com 47 9163 9490

Alana Scheller - Arquiteta Rua Henrique Meyer, 280 B – Sala 1112 – Ed. Helbor Office – Joinville - SC alanascheller.com.br arquitetura@alascheller.com.br 47 3801 2256 / 9929 2256

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Daniel – Instalações Elétricas ddellandrea@gmail.com 47 9700 8169


Light Luz – Iluminação e Design Rua Blumenau 835 - América | Jlle/SC - 47 3027 7889 | Rua Reinoldo Rau 787 - Centro | Jaraguá do Sul | SC – 47 3371 6704 lightluz.com.br | facebook.com/lightluz.com.br comercial@lightluz.com.br

Difatto Revestimentos e Interiores Rua Visconde de Taunay 1174 - Atiradores | Jlle / SC difattointeriores.com.br facebook.com/difatto.interiores vendas@difattointeriores.com.br 47 3439 0970

Revestire Revestimentos Piso Vinílico | Tecnocimento |Persianas | Rodapés Rua Benjamin Constant 148 - América | Jlle/SC revestire.com | facebook.com/revestire.revestimentos contato@revestire.com 47 3026 6636

Marmoraria Arte Final Rua Rio do Ferro 846 - Aventureiro | Jlle/SC marmorariaartefinalwix.com facebook.com/marmoraria.artefinal marmorariaartefinal@gmail.com 47 3435 1890

VRF Engenharia de Climatização Rua Rolf Colin 109 | sala 02 – América |Jlle/SC vrfengenharia.com.br joinville@vrfengenharia.com.br 47 3033 9401

Alcidir – Gessos e Acabamentos decorar_gesso@hotmail.com 47 9608 0398

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Gastronauta Por Grayce Rodrigues Foto Marcos Molina

Tailandês é sabor A Golfe & Lazer foi até o charmoso May, em Florianópolis, conhecer os segredos do restaurante que é mais do que alta gastronomia: proporciona experiências inesquecíveis

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May é um daqueles restaurantes que marcam pela experiência que proporciona aos seus frequentadores. A luz emoldura o salão de cores sóbrias e a decoração que remete a Ásia e seus encantos. Na área externa, um aquecedor, mantas macias e o barulho do mar proporcionam um relaxamento sem igual. Por fim, os aromas dispersos pelo ar não nos deixam mentir: o cardápio da casa detém uma trinca poderosa em sabores, formada pelas gastronomias tailandesa, vietnamita e malaia. O administrador Bruno Bittencourt é proprietário e chefe executivo deste que é um dos mais charmosos restaurantes de Florianópolis, aberto há dois anos e meio no Caminho dos

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Açores, em Santo Antônio de Lisboa. Bruno fala sobre o que acredita ser um dos maiores diferenciais do espaço. “Existe toda a mágica do lugar, do ambiente que conseguimos criar a beira do mar. Não é só a comida que tem que ser muito boa. Acreditamos que as coisas boas marcam, as pessoas lembram de uma forma especial. Não é só alimentação, só serviço: no May, servimos a experiência completa”. A inspiração do cardápio vem do sudeste asiático, conhecido pelos sabores acentuados. Desde a abertura do May, o menu da casa passou por quatro modificações. “No início, apostamos nos currys, que é bem de raiz tailandesa. Depois ampliamos, incluímos polvo e camarão e começamos a dar uma brincada. Por exemplo, não existem ostras na Tailândia, mas pegamos os ingredientes que existem lá, como curry verde e a tangerina, e temperamos a ostra, que é de Santo Antônio de Lisboa e ganhou um tempero tailandês”, conta Bittencourt. Para os vegetarianos e intolerantes a glúten e lactose, uma boa notícia: o May faz adaptações nos pratos para atender todos os públicos.

A cozinha é comandada pelo chefe gaúcho Denilson Amaral Pereira, que preparou um prato especial para a equipe da Golfe & Lazer: o Polvo Mandarim, carro-chefe do May. A casa tem capacidade máxima para até 50 pessoas, dependendo da disposição das mesas, e também recebe eventos. Mais informações sobre o May no site mayfloripa.com.br.

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Publieditorial Por Jefferson Lauro Olsen

Partilha do saldo do FGTS em divórcio

V

enho repetidamente afirmando que o direito de família está sofrendo grandes alterações, de modo que aquilo que era tido como entendimento consolidado pelos Tribunais vem apresentando alterações significativas, sendo que os operadores do direito e a sociedade como um todo devem estar atentos e, principalmente, nós advogados que defendemos interesses de terceiros devemos estar constantemente estudando para que ao instruirmos nossos clientes não nos apeguemos a entendimentos já ultrapassados e até mesmo reclamarmos direitos que já não encontram amparo legal, algumas vezes prolongando batalhas judiciais desnecessárias, ou deixando de reclamar direitos que poderiam ser exigidos. Exemplo claro desta mudança é o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, que até recentemente o Superior Tribunal de Justiça – STJ tinha o firme entendimento de que pertencia exclusivamente ao trabalhador e, por tratar-se de direito personalíssimo, não era partilhável em caso de divórcio, somente existindo partilha dos valores caso o FGTS tivesse sido sacado na constância do casamento. Este entendimento foi mantido durante muitos anos, sendo que esta questão sequer gerava dúvidas em conflitos judiciais, tanto que é possível afirmar que nem mesmo pedido para partilha do FGTS existia na esmagadora maioria dos casos quando do divórcio do casal. Entretanto, em recente decisão a 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça - STJ, entendeu que os proventos do trabalho recebidos, por um ou outro cônjuge, na vigência do casamento, compõem o patrimônio comum do casal, a ser partilhado no divórcio, tendo em vista a formação de sociedade de fato, configurada pelo esforço comum dos cônjuges, independentemente de

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Jefferson Lauro Olsen - Advogado - OAB/SC 12.831 Especialista em Direito de Família Membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família, e Sócio do Escritório Olsen Advocacia – Tel. 3435-0628 www.olsenadvocacia.com.br

ser financeira a contribuição de um dos consortes e do outro não, de modo que reconheceu o direito à meação dos valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS auferidos durante a constância do casamento, ainda que o saque dos valores não seja realizado durante a constância do casamento ou imediatamente à separação do casal, determinando ainda que para viabilizar a realização do direito reconhecido, a Caixa Econômica Federal - CEF deverá ser comunicada para que providencie a reserva do montante referente à meação, para que num momento futuro, quando da realização de qualquer das hipóteses legais de saque, seja possível a retirada do numerário. Tal decisão já vem sendo acompanhada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina – TJSC que igualmente vem reconhecendo o direito do cônjuge à partilha do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS, de modo que aquilo que encontrava-se pacificado tornou-se novamente matéria controvertida, havendo amparo legal para exigir-se a partilha do FGTS da parte contrária em casos de divórcio.


BRINDE SEUS

Melhores momentos

COM VINHO A Bodega Aresti, com seis décadas de tradição na produção dos melhores vinhos no Vale de Curicó, central do Chile, produz o Espiritu de Chile Winemakers. Um Assemblage composto pelas uvas Cabernet Sauvignon, Shiraz e Petit Verdot, envelhecido por 12 meses em barricas de carvalho francês. Estruturado, com taninos macios, traz notas de ameixas secas, amoras, café e aromas florais. Ideal para harmonização com carnes e queijos com sabores bem definidos e bons temperos.

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Publieditorial Foto Divulgação

“ Fazemos parte da conquista de vida dos nossos clientes” A Jaguar Land Rover Top Car participa das histórias de sucesso de pessoas vendendo os veículos mais admirados do mundo

A Top Car tem muitos clientes em Santa Catarina, como consegue mantê-los e fidelizá-los?

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eferência em qualidade, sinônimo de sucesso e da capacidade de conquistar a admiração das pessoas. Todos esses conceitos atribuídos a Jaguar Land Rover fizeram com que Cláudio Cândido Silva, gerente comercial da Jaguar Land Rover Top Car, de Florianópolis, se tornasse um apaixonado pela marca. Há sete anos no Grupo Top Car, Silva fala do lifestyle Top Car e o padrão de excelência da concessionária que conquistou centenas de clientes em duas décadas e meia de vida em Santa Catarina. Concessionária exclusiva da Jaguar Land Rover, a empresa faz jus à responsabilidade que carrega de representar em Santa Catarina esta que é uma das marcas mais luxuosas e bem sucedidas do mundo. “Na Jaguar Land Rover Top Car oferecemos um atendimento personalizado e exclusivo, que faz parte da filosofia do Grupo Top Car”, afirma o gerente comercial.

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Cláudio: Nossos clientes são muito exigentes, gostam de detalhes, do requinte, da sofisticação, mas, principalmente, gostam de qualidade e de ser bem atendidos. Além disso, o nosso pós-vendas é muito pró-ativo. Mantemos contato com o cliente, o trazemos constantemente às nossas lojas e eventos que promovemos. Afinal, fazemos parte da conquista de vida dos nossos clientes. Acho que conseguimos atender com êxito todos esses quesitos, pois quem compra na Top Car torna-se cliente e, na maioria dos casos, um amigo. É comum virem trocar uma Land Rover por outra, ainda mais com os nossos planos de financiamento, que são bem vantajosos.

A equipe Land Rover Top Car é conhecida pelo bom atendimento com que realiza suas vendas. O que mais motiva a equipe? Quando alguém vem trabalhar na Top Car adquire uma filosofia de vida. Tanto que temos manifesto que se chama “Welcome to the Top” que explica o que é ser Top Car. É um estilo de vida de quem gosta de sucesso, de relacionamento de confiança, de respeito, de elegância e de qualidade. Vender algo em que se acredita é fundamental, isso torna o processo prazeroso, tanto para nós, quanto para o cliente.


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Publieditorial Por Rosi Dedekind Foto Adriana Machado

A importância dos Convention Bureaux para o destino

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objetivo dos Conventions & Visitors Bureaux é a promoção de seu destino, visando o aumento do fluxo turístico e consequentemente dos negócios de suas empresas mantenedoras. O seu papel é o de desenvolver ações para alcançar este objetivo. A existência de um Convention & Visitors Bureau profissionaliza o destino, tornando a indústria turística local mais visível e atuante. A mobilização de toda cadeia produtiva do turismo é fundamental para o sucesso do destino e, por isso, as ações devem estar sempre alinhadas entre o poder público e a iniciativa privada, para somar esforços. Nem sempre os resultados dessa ação são facilmente visíveis. Como mecanismo de relógio, um bom Convention & Visitors Bureau é o que atua silenciosamente nos bastidores, sem perder de vista que a sua atividade é vital para o desenvolvimento do turismo na cidade. A principal dificuldade é a conscientização das empresas do setor e de toda a cadeia produtiva que gira em torno da indústria turística local sobre a importância do

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Rosi Dedekind, presidente do JCVB

nosso trabalho. O retorno dos investimentos nem sempre vem de forma direta. O setor de viagens de negócios é uma das atividades que responde com maior rapidez ao combate ao desemprego e está presente em todas as regiões do país, proporcionando a distribuição de renda em todos os níveis desse segmento da economia. Necessitamos respeito e reconhecimento ao setor que rapidamente gera emprego e renda e impulsiona o desenvolvimento regional.


Caderno especial


CONSELHO DELIBERATIVO Mandato 2014/2017 Jackson Hertenstein Klaus Driesnack João de Deus Assis Filho Orlando Volkmann José Mário Gomes Ribeiro Marco Antonio Corsini Edson Fajardo Nunes da Silva Mandato 2015/2018 Acyr Leye Antonio Carlos Minatti Carlos Werner Heinzelmann Eugênio Alberto Fleischer Gert Heinz Schulz Rubens Moura Waldir Harger Mandato 2016/2019 Celso Kupsch Rubens Petry Ivo Birckholz Edmundo Kochmann Júnior Marcelo Hack Horst Dieter Hardt Alberto Raposo de Oliveira

DIRETORIA Comodoro Ivo Brickholz Vice-Comodoro Klaus Driesnack Diretor Secretário José Mário Gomes Ribeiro Diretor de Patrimônio Edson Fajardo Nunes da Silva Diretor Financeiro Orlando Volkmann Diretor de Esportes Adam Max Mayerle Diretor Cultural Horst Dieter Hardt

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rezados amigos leitores, Aqueles que navegam por nossa Baía Babitonga, ou conhecem a região, têm percebido que o assoreamento vem afetando muitos canais, prejudicando a navegabilidade. É um fato que conhecemos, pois está próximo da nossa realidade. Por esta razão chamamos atenção para o uso sustentável deste estuário, e o grande potencial da Babitonga para expansão de atividades náuticas, turísticas, lazer, portuárias e produtivas, contribuindo para a geração de emprego e renda, e competitividade de nossa região. Lembramos que algumas iniciativas e projetos já foram propostos para a Baía, como há alguns anos atrás, na tentativa de criação de Unidade de Conservação no modelo Reserva de Fauna por órgãos ambientais federais, que foi alvo de medida judicial dos Municípios do entorno, diante da zona de amortecimento e ausência de estudos dos impactos socioeconômicos e não realização de audiências públicas, ou seja, sem a participação da comunidade. Outras iniciativas estão sendo apresentadas, como no meio acadêmico, e pelo governo estadual. E neste sentido, destacamos o comprometimento do Estado de Santa Catarina com a elaboração do Zoneamento Ecológico e Econômico da Baía Babitonga, coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento, com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e FATMA, como uma política pública legítima, prevista no Estatuto das Cidades. A conservação e uso sustentável da Baía Babitonga é um assunto que precisa ser refletido, amplamente discutido e tratado, mas com o envolvimento de todos os setores e atores que fundamentam o tripé da sustentabilidade, quais sejam: o social, o ambiental e o econômico, isso é desenvolvimento econômico sustentável e só assim teremos assegurada a conservação dos recursos naturais. Uma coisa é certa, nós associados, não podemos ficar alheios a este debate. Para um navegador que não sabe o rumo, nenhum vento lhe é favorável! Marco Antonio Corsini Conselheiro

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Escola de Vela Fotos Dieter Hardt

Nos 165 anos de Joinville, Escola de Vela participa do desfile cívico A passagem dos alunos e das embarcações foi uma oportunidade para mostrar à comunidade que o esporte náutico está presente na cidade

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o aniversário de 165 anos da maior cidade de Santa Catarina (9/3), os alunos da Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC) participaram do desfile oficial. Eles caminharam pela Avenida Beira Rio representando o clube. Além disso, os barcos a vela utilizados pelos alunos no projeto foram apresentados ao público. Pelo menos quatro mil pessoas ocuparam a Beira Rio para prestigiar o evento. Para o diretor cultural do JIC, Dieter Hardt o projeto da Escola de Vela representa o elo en-

tre a educação e a tradição náutica de Joinville. Este projeto materializa a contribuição do Joinville Iate Clube, enquanto instituição das mais representativas do meio náutico de nossa cidade. “Para nossos alunos, quase todos da rede municipal de ensino, participar do desfile oficial não é apenas homenagear Joinville, mas é também uma grande oportunidade para mostrar à comunidade que o esporte náutico está vivo na Baía Babitonga”, aborda. Na cidade, 44 bairros acolhem os seus quase 600 mil moradores.

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Escola de vela Fotos Patrícia Katzmann Zumbach

Escola de Vela visita navio-veleiro Cisne Branco Embarcação atracou no Porto de São Francisco do Sul

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o mês de maio, os alunos da Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC) visitaram o navio-veleiro Cisne Branco da Marinha do Brasil, que atracou no Porto de São Francisco do Sul para visitação. Dentro do navio, eles puderam caminhar pelo convés, tirar fotos e conversar com a tripulação sobre a história da embarcação. O mais alto mastro mede 46 metros e as inúmeras ficaram registradas nas fotos e memórias dos visitantes. Curiosos, os velejadores mirins questionavam sobre tudo: motor, como funcionam as velas, o dia a dia da tribulação. “Tivemos o convite de estar visitando o “grande” veleiro Cisne Branco. Fomos bem recebidos por um dos oficiais, que em seguida foi fazendo um tour por todo o barco, foi sensacional. Passeamos por dentro de um dos sím-

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bolos da Marinha brasileira”, destaca Eduardo Cleiton da Silva. Gustavo Wiemes de Souza disse que foi um momento de muitas apreciações e aprendizagem. “Confesso que fiquei impressionado com o tamanho da embarcação. Nunca tinha entrado em um barco tão grande. Fiquei surpreso também com a quantidade de pessoas que abriga o navio-veleiro e com o tamanho de seus três mastros”, comenta Gustavo. Para ele, outro aspecto surpreendente foi a velocidade que o Cisne Branco alcança, que é mais alta com a vela do que com o motor. O aluno da Escola de Vela salientou ainda as conquistas do Cisne Branco: “ganhou troféus, medalhas e quadros ao longo do tempo”. Esta edição do NVe Cisne Branco (U-20) tem apenas 16 anos, apesar de parecer uma em-


barcação mais antiga pelo seu design. Foi encomendado de um estaleiro da Holanda para as comemorações dos 500 anos de Descobrimento do Brasil (2000). A embarcação, que conta com tecnologia de ponta, é utilizada para servir representação diplomática em eventos náuticos nacionais e internacionais e para a formação de novos marinheiros. Para o comodoro do JIC, Ivo Birckholz, o navio-veleiro Cisne Branco é um símbolo nacional e traz o sentimento de patriotismo. Ele começou a ser construído em novembro de 1998 e ficou pronto oito meses depois, em agosto de 1999. A embarcação, que tem capacidade para atingir a velocidade máxima de 17,5 nós, apenas com as velas, exerce funções diplomáticas e de relações públicas. É o terceiro navio a utilizar esta designação na Marinha do Brasil. O nome faz referência ao hino da Força. Os outros dois eram embarcações de menores dimensões.

História do Cisne Branco O Cisne Branco, o primeiro, foi uma embarcação brasileira que afundou na madrugada de 27 de setembro de 1943, no litoral do Ceará, ao largo do município de Aracati, próximo à Praia de Canoa Quebrada. A verdadeira causa do naufrágio continua indeterminada. Sabe-se que o barco estava retornando ao Rio de Janeiro, com carga sigilosa, quando a tripulação sentiu um violento impacto que partiu o navio em dois. As baleeiras foram destruídas e uma balsa salva-vidas caiu na água, onde 13 pessoas conseguiram subir na tentativa de se salvarem, porém a balsa foi levada para o mar alto, deixando os náufragos três dias e três noites à deriva e sem alimentação. Aqueles que conseguiram se agarrar em pedaços dos destroços do navio foram resgatados no início da manhã, com a ajuda dos jangadeiros da região, que saíram em suas pequenas embarcações para socorrê-los.

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Regata Fotos Fabrizio Motta

Regata da FNCVO no último dia do verão 2016 A prova contornou a Ilha do Maracujá, na Babitonga

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m um sábado ensolarado do último dia de verão (19/3), aconteceu a 2ª etapa do Ranking 2016 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO). Onze barcos iniciaram a prova e dez deles concluíram pelas classes Regata, RGS A e Bico de Proa. Foram feitas duas largadas, uma às 13 horas para a categoria Bico de Proa (veleiros de cruzeiro amador) e às 13h30 foi dada a largada das categorias Regata e RGS.

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O ponto de saída foi em frente ao Joinville Iate Clube (JIC). “O vento estava bom, intenso e até forte em alguns momentos”, comenta o capitão da flotilha, Caio Gozzi. Os barcos saíram do JIC contornaram a Ilha do Maracujá e voltaram para o JIC. “A diferença de tempo de largada fez com que todos os barcos chegassem com pouco intervalo de tempo”, completa o capitão. Após a regata, a confraternização dos comandantes e da tripulação foi na tenda do JIC.


Regata Fotos Fabrizio Motta

Sol e maré fortes na 3ª etapa do ranking da FNCVO 2016 Previsão de vento em torno de 10 nós não se confirmou

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Regata de Abril, terceira do ranking 2016 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO), foi realizada no último sábado (9/4) com direito a sol, muita maré, mas pouco vento. Os veleiros das classes Regata, RGS A e Bico de Proa seguiram baseados no triângulo olímpico. Mais a montante do porto, próximo a Ilha dos Araujos, foi colocado o portão de partida, com um boia no través do porto no canal. Outra boia foi posicionada próximo à Vila da Glória, no través do portão de partida. Os velejadores vivenciaram o ditado que diz: “um

olho no peixe e outro no gato”, para driblar os desafios do percurso, mas também apreciar a paisagem local. A previsão de vento em torno de 10 nós e vento de E (Leste) não se concretizou. Depois de uma hora aguardando, às 14 horas entrou um vento de 4 a 5 nós de ENE (Este/Nordeste), logo em seguida, deu-se a largada. O vento se fez presente em toda a regata. “A maré estava muito forte. Tivemos dificuldade de montar a primeira boia. Deixamos a raia deslocada do canal, também por questões de tráfego de navios”, explica o vice-capitão de Flotilha, Antônio Weinfurter.

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Regata Fotos Edenilson Kulkamp Rosa

Regata de maio teve o patrocínio do Itapoá Marina Hotel Veleiros de oceano competiram pelas classes regata, RGS e Bico de Proa

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Regata Itapoá Marina Hotel marcou a 4ª etapa do ranking 2016 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO), em maio. Onze veleiros participaram pelas Classes Regata, RGS e Bico de Proa. Com o vento Leste de intensidade moderada fraca, a regata foi pelo triângulo barla-sota. De acordo com o capitão da flotilha, Caio Gozzi, os velejadores saíram da frente do hotel e fizeram uma perna de barla-sota

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(contra e a favor do vento) até o Capri, de lá, iam até a boia de triângulo, em frente ao Porto de Itapoá, com a chegada no hotel. Pela Classe Regata, a embarcação Paranoya do comandante Roberto Alvarenga Assis ficou em primeiro lugar. Na RGS, sob o comandando de Sérgio Penteado, o barco Zuriel ocupou a 1ª posição. Renato Hardt, com a embarcação Moleque, venceu a competição pela classe Bico de Proa. Para o vice-capitão da flotilha, Antônio


Weinfurter, quando há boa vontade, toda a natureza conspira a favor. “O vento rondou mais fraco, não levantou o mar, mas se manteve constante e o mar moderou a corrente”, aborda. Para ele, o espírito esportivo dos participantes e a excelente qualidade da Comissão de Regata (CR) são pontos-altos da regata. “Teve uma bandeira de alteração de percurso que acabou dando um diferencial à regata, como o vento se manteve até o fechamento do triângulo a CR decidiu adri-

çar a bandeira Charlie tendo então, mais um barla-sota. O fato inusitado foi a participação dos navios e empurradores que colaboraram para as manobras dos velejadores”, explica. Após a regata, houve a confraternização. Os barcos ancoraram em frente ao Itapoá Marina Hotel, patrocinador da regata, que recepcionou os tripulantes e ofereceu uma moqueca, acompanhada da cerveja alemã Paulaner, também apoiadora do evento.

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Regata Fotos Fabrizio Motta

Velejadores de monotipo no JIC Diversas embarcações coloriram a Baía Babitonga

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Sessenta velejadores em 49 barcos se concentraram em frente ao Joinville Iate Clube (JIC), em maio, de onde partiram pelas águas da Baía Babitonga na 7ª etapa do Ranking Norte Catarinense de Monotipos pelo percurso barla-sota. As classes que participaram da regata foram: Hobie Cat, Laser, Dingue, Holder, 470, Optimist e Shellback, que realizaram o percurso linear barla-sota com bóias entre a região dos Espinheiros e das Caieiras. Os alunos da Escola de Vela do JIC participaram nas classes Optimist, Laser 4.7 e Laser Radial. Para as classes Optimist e Shellback, que são mais lentos, o percurso foi de uma volta. Para os monocascos, duas voltas e, para os catamarãs, três voltas. Foram realizadas duas regatas sendo a primeira com maré forte e vento fraco fazendo com que alguns barcos não conseguissem finalizar. Tempo aproximado de uma hora e meia. Na segunda regata o vento aumentou

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e a maré diminuiu e todos finalizaram a prova. Tempo de uma hora de regata. “Na chegada da primeira regata alguns velejadores não consideraram a ação da maré e tiveram que fazer alguns bordos a mais para conseguir chegar, sendo que alguns mais atrás perceberam a dificuldade, alteraram o rumo e conseguiram passar na frente”, destaca o diretor de esportes do JIC, Adam Max Mayerle. O evento contou com a participação de quatro competidores da Associação Náutica de Itajaí (ANI), na classe Optimist, nas categorias Estreantes e Veteranos. Para este ano, estão previstas treze regatas. Pode participar qualquer classe de veleiro, onde as categorias mais numerosas têm classe própria e as com menor número são agrupadas nas categorias especial 1 para barcos com uma vela e especial 2, com duas velas. A próxima regata será no dia 11 de junho, em Porto Belo.


Classe Laser Standard 1º lugar – Roberto de Assis Classe Laser 4.7 1º lugar – Lucas Michalak Classe Laser Radial 1º lugar – Gustavo Wiemes Classe Hobie Cat 14 1º lugar – Adam Max Classe Hobie Cat 16 Sergio/Matheus Classe Hobie 3.9 Pastorello Classe 470 Rodolpho/Richele Classe Holder Antonio Luiz Classe Dingue Acir/Douglas Classe Optimist Veterano Thiago Soethe Classe Optimist Estreante Paulo Marcelino Classe Shellback Ari W.

Participação da Escola de Vela “O clima não esteve favorável devido ao vento que soprava fraco, aliado à forte correnteza da maré de lua nova, fez com que a técnica dos velejadores fosse fator principal na disputa da etapa”, explica Luciano Saraiva, instrutor da Escola de Vela do JIC. Foram realizadas duas regatas. Na primeira, o vento muito fraco e a correnteza forte exigiram muita paciência e posicionamento dos velejadores, que navegaram lentamente no contravento e lutaram também contra a correnteza. Na segunda, o vento aumentou um pouco e a correnteza começou a diminuir, fato que melhorou gradativamente a condição de velejar. “A comissão de regatas diminuiu o percurso

para que a competição fosse encerrada no tempo previsto”, explica Luciano. Destaque na primeira regata do dia na Classe Optimist para Thiago S. Paschoal, do JIC, e Mateus Leonardo, de Itajaí, que disputaram o primeiro lugar até a linha de chegada na categoria Veteranos, seguidos por Alejandro Riam e Matheus Meira, ambos do JIC. Já na categoria Estreantes, a ANI superou os dois alunos do JIC e levou as três primeiras posições, com Wellington Garcia e Karlos Loos em quarto e quinto lugares. Na classe Laser 4.7, a disputa pela primeira colocação ficou entre Lucas Michalak e Eduardo da Silva. Lucas venceu as duas regatas.

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Evento JIC Fotos Fabrizio Motta

Design Festa do Trabalhador do JIC e experiência Para o clube, o evento é uma forma de demonstrar a importância de cada colaborador

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Dia do Trabalho é data de comemorar. Todos os anos o Joinville Iate Clube (JIC) realiza um evento para reunir os seus colaboradores, onde todos aproveitam para estreitar as relações

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pessoais. Para a diretoria do clube e os organizadores do evento, esta é uma oportunidade de homenagear a quem tanto contribui com o sucesso da instituição.


Conheça a história No dia 1º de maio de 1886 milhares de trabalhadores foram às ruas de Chicago (Estados Unidos) para reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu uma grande greve geral dos trabalhadores. Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. O fato gerou a revolta nos trabalhadores, provocando

outros enfrentamentos com policiais. Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano. No Brasil, somente em setembro de 1925 a data passou a ser oficial.

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Evento Fotos Fabrizio Motta

Topembar do JIC registra a participação de 33 equipes No total, 88 pescadores lançaram o anzol nas águas da Baía Babitonga na 38º edição do evento

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XXXVIII Topembar - Torneio de Pesca Embarcada do Joinville Iate Clube (JIC) mais uma vez movimentou as águas da Baía Babitonga no mês de maio. No total, 88 pescadores participantes foram divididos em 33 equipes. Depois de uma manhã inteira de anzóis na água, no início da tarde foi realizada a avaliação dos peixes capturados. De acordo com o Ivo Romeu Grawe, árbitro do evento e gerente-geral do JIC, as equipes são premiadas em quatro categorias: pontuação por equipe, peso total por equipe, maior quantidade total por equipe e o maior peixe (no quesito peso) por pescador. “O objetivo do torneio de pesca é estimular a pesca esportiva entre os amantes e praticantes da pesca embarcada”, destaca. Para ele, esta é uma oportunidade para que os sócios amantes da pesca se reúnam para trocar experiências e passem um dia agradável entre amigos.

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A pontuação total é calculada conforme a quantidade de pessoas a bordo de cada embarcação e, no caso de empate, três critérios são adotados: vence a que obteve a maior quantidade de peixes, pelo maior peso total ou por sorteio. Na categoria por pontos, o 1º lugar do XXXVIII Topembar foi para a equipe Leisa, dos pescadores Alessandro Kruger, Romeu Cunha e Álvaro Cunha. Na sequência, no 2º lugar a equipe AWA Pesca, o 3º lugar para a equipe Soares, o 4º lugar ficou com a equipe RMS Carretas e na 5ª colocação, a Equipe Tudo Silva. Nas categorias peso total e maior quantidade total de peixes o 1º lugar foi para a equipe Leisa. O maior peixe foi para o pescador Nilson Correia, da equipe Albatroz, que fisgou uma Pescada de 1,610 Kg. Na 2ª colocação, o anzol de Daniele Harue, da equipe Abuboo, engatou um Caranha de 1,358 Kg. O 3º lugar de Edmundo Kochmann Júnior, da equipe Vivi. Ele pes-


cou um Peixe-galo de 1,25 kg. O troféu baiacu, destinado para quem não pesca nenhum peixe, foi para a equipe Repasses. O evento contou com o apoio da Sanáutica, Vip Boat, Griims, Liga Som, Formas, K&K e Nova

Onda. O Topembar, que acontece duas vezes por ano, é aberto a equipes que tenham o seu líder associado do JIC, associado de outro iate clube ou especialmente convidado por associado do Clube.

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Pelo JIC Por Gisélle Araujo

Comandante do 5º Distrito Naval visita o JIC Vice-almirante Victor Cardoso Gomes destaca a importância da aproximação da Marinha com os clubes náuticos

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m maio, o comodoro do Joinville Iate Clube (JIC), Ivo Birckholz recepcionou na sede da instituição o vice-almirante Victor Cardoso Gomes, que comanda o 5º Distrito Naval. O objetivo do encontro foi o de estreitar as relações entre a Marinha e o clube. A visita coincidiu com a estada do navio-veleiro Cisne Branco no Porto de São Francisco do Sul. Para o comodoro, a visita fortalece o relacionamento com a Marinha. “Neste período que estou no JIC, na função atual ou mem-

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bro da diretoria, sempre me preocupei em estar próximo das entidades ligadas à área”, aborda. Ele disse que é preciso reafirmar a responsabilidade social e ambiental do clube. O vice-almirante Victor Cardoso Gomes, que desde janeiro deste ano comanda o 5º Distrito Naval, responsável pelos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul disse que essas visitas são gratificantes: “Assim, podemos conhecer a comunidade náutica do estado catarinense”, explica. O vice-almirante


elogiou a estrutura do Joinville Iate Clube e também o fato de o local ser bem apreciado pela comunidade. Entre as missões do distrito naval, estão o acompanhamento e atividades voltadas à segurança no tráfego marítimo e exercer atribuições de patrulha costeira, polícia naval e de salvamento e socorro marítimo. Também no encontro, o delegado da Capitania dos Portos em São Francisco do Sul, o capitão tenente Francisco José Martins Cavalcanti. “É uma felicidade receber o almirante

em nossa cidade e poder partilhar discutir as ações ligadas à marinha para a nossa região”. A delegacia atende mais de 25 municípios da região, entre eles, Joinville. Representantes da Sociedade Amigos da Marinha de Santa Catarina (Soamar/SC) também participaram da visita. O presidente, César Amorim Krieger disse que são 53 unidades da Soamar no país e que instituição atua como um braço da Marinha. Para ele, é essencial este envolvimento das autoridades locais que atuam no setor.

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Histórias do mar Por Giselle Araújo

Velejadores franceses incluem, por acaso, Joinvile como um dos destinos da viagem Adrien e Pierre pretendem retornar à França em agosto

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ois jovens, um barco, uma ideia e vários destinos. Os franceses Pierre-Yves Brac de La Perriere, 31 anos, e Adrien Montoille, 29 anos, em 2014, decidiram sair para velejar a bordo do Avalon Explorer, um veleiro de 34 pés. O pouco conhecimento em navegação não foi obstáculo para que eles desistissem do sonho e saíssem da terra natal em agosto de 2015. Foram oito meses de preparação. Em agosto do ano passado, zarparam da França. O primeiro destino foi Portugal. Depois, Ilhas Canárias, Caribe, Dominica, Colômbia, Panamá, Peru, Chile, Cabo Horn, Argentina. Adrien e Pierre, em abril, passaram por Itajaí. Joinville entrou por acaso na rota nos velejadores, estavam navegando a 250 milhas mar

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adentro quando levaram um susto e tiveram uma surpresa desagradável, o rompimento do “estai de proa”, que é o cabo de aço que segura o mastro para frente, o que provoca o risco de quebra total do mastro. Conseguiram improvisar um reparo provisório (armação de Fortuna) e seguiram velejando bem devagar e com muito cuidado até Itajaí. De lá, eles vieram a motor até o Joinville Iate Clube (JIC), onde Gunther Weber, técnico de mastreação, fez a substituição do estai. Depois de Joinville, Rio de Janeiro e Paraíba (Porto de Cabedelo) são os destinos. Deixando as águas brasileiras, a embarcação parte à Guiana Francesa. Os velejadores decidiram retornar ao Caribe, depois seguir para Açores e, enfim, regressar à França. Um ano para todo


este percurso, a previsão é que em agosto estejam em casa. A viagem dos dois está sendo bancada por um empréstimo. Ambos largaram seus empregos para transformar a ideia em realidade. Pierre é jornalista e garantiu que quando retornar tem garantido seu emprego. Já Adrien, engenheiro de computação, não tem a mesma garantia. Quando retornar se preocupará com isso. Eles se intitulam de loucos, mas para Pierre, “esta é a viagem dos sonhos”. Adrien disse que se surpreendeu com as Ilhas San Blas, no Panamá e sem dúvida, Cabo Horn é o sonho de consumo de todo velejador. No percurso do Panamá ao Chile. “Navegamos no contravento por quase dois meses, tínhamos dificuldade para dormir, comer, ler devido ao

acentuado adernamento (inclinação lateral de um veleiro) de até 35°”, relembra Adrien. O frio, com sensação de -5°C foi enfrentado do Chile para Cabo Horn, no Canal da Patagônia. “O pior é que não temos aquecedor”, explicam. As atividades em um veleiro, quando não estão em uma marina ou ancorados são: “dormir e ler. Ler e dormir”, brinca Pierre. A energia solar e a eólica substituem a facilidade da energia elétrica. A comida, eles mesmos preparam e revezam o comando da embarcação. Adrien disse que há muito burocracia com documentação nos locais que visitaram, mas, para eles, as dificuldades são pequenas comparadas à alegria em conhecer novos lugares e pessoas durante a viagem.

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Meio Ambiente Por Dieter Hardt Fotos Divulgação

Rosa dos Ventos, braço direito dos navegadores O termo “rosa” vem da aparência dos pontos cardeais da bússola que lembram as pétalas da flor.

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e hoje navegamos com toda a comodidade dos equipamentos eletrônicos associados à satélites, os conhecidos GPS, assumem funções de verdadeiros computadores; obviamente no passado não era assim. Já há muito tempo a orientação dos navegantes se deu pelo uso de agulhas magnéticas, que evoluíram para as bússolas. No uso destas, notadamente a evolução levou até representações gráficas que chamamos de Rosas dos Ventos. A Rosa dos Ventos, que já faz parte de instrumentos antigos de navegação, apareceu nas cartas e mapas a partir do século XIV é utilizada para auxiliar na localização relativa, isto é, como um ponto posiciona-se em relação a outro. O termo “rosa” vem da aparência dos pontos cardeais da bússola que lembram as pétalas desta flor. Nas primeiras cartas náuticas e mapas o Norte era marcado por uma ponta de seta. O símbolo evoluiu para uma flor-de-lis na época das grandes navegações e foi vista primeiramente nos mapas portugueses.A rosa dos ventos corresponde à volta completa do horizonte e surgiu da necessidade de indicar exatamente um sentido que nem mesmo os pontos intermediários determinariam, pois um mínimo desvio inicial torna-se cada vez maior, à medida que vai aumentando a distância. As Rosas dos Ventos geralmente usam 8 ou 16 pontos (cardeais, colaterais e subcolaterais), embora algumas possam apresentar 32 subdivisões. Assim, praticamente todos os pontos na linha do horizonte podem ser localizados com exatidão. Cada quadrante da rosa dos ventos corresponde a 90°: considera-se o norte a 0°; o leste a 90°; o sul a 180°, o oeste a 270°, e novamente o norte a 360°. Seu desenho em forma de estrela tem a finalida-

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de única de facilitar a visualização com o balanço da embarcação, portanto os quatro pontos cardeais principais são os mais fáceis de ser notados: norte (0° de azimute cartográfico), sul (180°), este ou leste (90°) e oeste (270°). Dependendo do tamanho da bússola podem caber mais quatro pontos que são chamados de colaterais: nordeste (45°), sudeste (135°), noroeste (315°),e sudoeste (225°); se o visor for maior ainda costumam incluir maispontos subcolaterais.

Pontos cardeais • E: este ou leste • N: norte • O ou W: oeste • S: sul Pontos colaterais • NE: nordeste • NO ou NW: noroeste • SE: sudeste • SO ou SW: sudoeste

Pontos subcolaterais • ENE: lés-nordeste • ESE: lés-sudeste • SSE: su-sudeste • NNE: nor-nordeste • NNO/NNW: nor-noroeste • SSO/SSW: su-sudoeste • OSO/WSW: oés-sudoeste • ONO/WNW: oés-noroeste


Dicas náuticas

Uma viagem desafiadora entre dois polos Agenda JULHO E AGOSTO

Regatas Ranking Norte Catarinense de Monotipos 2016

• 27/08 - JIC • 17/09 - Barra do Sul

Regatas Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano 2016

• 20/8 – 7ª etapa • 10/9 – 8ª etapa

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livro Paratii – Entre dois Polos, do autor Amyr Klink relata uma viagem entre a Antártida e o Ártico a bordo do veleiro Paratii. Para realizar seu sonho, ele partiu no final de 1989 em uma viagem de 22 meses. Navegando solitário por mais de 50 mil quilômetros, alcançou não apenas o continente gelado do Sul, mas também as geleiras do polo Norte. Passou um ano inteiro na Antártica, dos quais seis ficou imobilizado no gelo, na companhia de pinguins. Enfrentou de tudo: icebergs, tempestades, os desafios de estar sozinho. Os dias pareciam longos demais e as noites curtas. Neste período, nas visitas que fez conheceu pessoas e histórias que traz na memória. Interessou-se por esta, leia também outras obras do autor Amyr Klink, você vai se surpreender.

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Clubes

Clubes Conveniados Associação Marina do Sol Rua União da Vitória, 100 – Bairro: Piçarras 83280-000 – Guaratuba – PR Fone: (41) 3442-1178 e.mail: marinadosol@terra.com.br Site: www.marinadosol.org

Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha Rua Silva Jardim, 212 – Prainha 88020-200 – Florianópolis – SC Fone: (48) 32257799 – ramal 222 e.mail: icsc@icsc.com.br Site: www.icsc.com.br

Associação Náutica de Itajaí

Iate Clube de Santos

Av. Ministro Victor Konder, 1001 – Centro 88301-701 – Itajaí – SC Fone: (47) 9918-1618 e.mail: contato@culturanautica.org.br

Av. República do Líbano, 315 – Ibirapuera 04501-000 – Santos – SP e.mail: ics@br2001.com.br Site: www.icsantos.com.br

Capri Iate Clube (contrato)

Iate Clube do Rio de Janeiro

Av. Brasil, 14 – Balneário de Capri 89242-000 – São Francisco do Sul – SC Fone: (47) 3444-7247 e.mail: secretaria@capriiateclube.com. br Site: www.capriiateclube.com.br

Av. Pasteur, 333 – Urca 22290-240 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 25431244/1086 e.mail: cpd@icrj.com.br Site: www.icrj.com.br

Lagoa Iate Clube Iate Clube Camboriú Rua Dom Henrique, 1200 88330-000 – Balneário de Camboriú – SC Fone: (47) 3367-0452 e.mail: iateicc@terra.com.br

Rua Hypólio Vale Pereira, 620 – Lagoa da Conceição 88062-210 – Florianópolis – SC Fone: (48) 3232-0088 e.mail: diretoria.lic@hotmail.com Site: www.lic.org.br

Iate Clube de Caiobá

Iate Clube do Rio de Janeiro

Av. Silva Jardim, 2611 – Água Verde 80240-270 – Curitiba – PR Fone: (41) 3342-7010 e.mail: iateclube@icc.org.br Site: www.icc.org.br

Av. Pasteur, 333 – Urca 22290-240 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 25431244/1086 e.mail: cpd@icrj.com.br Site: www.icrj.com.br

Iate Clube de Guaíba

Lagoa Iate Clube (LIC)

Av. Guaíba, 777 – Cristal 91760-740 – Porto Alegre – RS Fone: (51) 3268-0397/3268-0376 e.mail: i.c.g@terra.com.br Site: www.iateclubeguaiba.com.br

Rua Hypólio Vale Pereira, 620 – Lagoa da Conceição 88062-210 – Florianópolis – SC Fone: (48) 3232-0088 e.mail: diretoria.lic@hotmail.com Site: www.lic.org.br

Iate Clube de Paranaguá Rua Benjamin Constant, 423 – Costeira 83203-450 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-5622 e.mail: iateclubepgua@uol.com.br ou secretaria@icpgua.com.br Site: www.icpgua.com.br

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Marlin Azul Marina Clube (MAMC) Rua Benjamin Constant, 435 – Bairro: Oceania 83203-190 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-7238

Yacht Club de Ilhabela Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2729 – 10º andar – Conjunto: 1010 01401-000 – São Paulo – SP Fone: (11) 3884-5313 01401-000 – São Paulo – SP Fone: (11) 3884-5313 e.mail: sec-ilha@yci.com.br

Yacht Clube Itaupu (Y.C.I) Rua Iate Clube Itaupu, 500 – Riviera Paulista 04928-260 – São Paulo – SP Fone: (11) 5517-6229 e.mail: secretaria@itaupu.com.br Site: www.itaupu.com.br

Iate Clube Lagoa dos Ingleses BR 040 – Km 559 – Nova Limas Minas Gerais Fone: (31) 3222-0344 e.mail: iateclubelagoa@terra.com.br Site: www.iclimg.com.br

Iate Clube de Itacuruçá Rua Evelina, 30 – Itacuruçá – Mangaratuba 23880-000 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 2680-7310 e.mail: comodoria@icilazer.com.br


NOVOS SÓCIOS: DANIEL HIRT Esposa: Flávia Gazoni Hirt RONIEL IDO DA SILVA Esposa: Jeniffer Aline Miguel Pedrelli   ANGELIN DE OLIVEIRA   PABLO IRAMI BALBIS GARCIA Esposa: Eliane M. Oliveira Balbis Garcia   MARIO ROBERTO BORBA Esposa: Cleia Heloisa da Veiga Borba   EVANDRO ODILON XAVIER Esposa: Alessandra Miquelute Xavier   FLAVIA REGINA BORBA VASQUES Esposo: Nelson Pessano Vasques   THIAGO BORBA    Esposa: Maisa Vargas Munhoz Borba   SERGIO MARCOS TIBINKA Esposa: Rafaela Morgana Crestani    SAÍDAS DE EMBARCAÇÕES: MARÇO – 171 ABRIL – 152 MAIO – 101 JUNHO - 74

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Golfe e Lazer 70  
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