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AmoSTRA Ensino Fundamental II

CIÊNCIAS NATURAIS Aprendendo com o cotidiano Professor, esta amostra apresenta uma seleção de conteúdos da coleção Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano. Nela, você poderá conhecer a estrutura e o conteúdo programático desenvolvido para proporcionar aulas mais dinâmicas e completas.

CIÊNCIAS NATURAIS Aprendendo com o cotidiano EdUArdo lEiTE do CANTo

Com base em quatro eixos temáticos – Vida e Ambiente, Ser Humano e Saúde, Terra e Universo e Tecnologia e Sociedade –, a coleção prepara os alunos para um aprendizado significativo que explora conteúdos atitudinais e procedimentais. A disciplina é tratada de modo a permitir a reflexão sobre assuntos do dia a dia em sociedade.

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CoNfIRA: Nossos consultores estão à sua disposição para fornecer mais informações sobre esta obra.

• Sumário de cada livro • Seleção de conteúdos didáticos para análise do professor.


Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano

Eduardo Leite do Canto

4ª edição

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Eduardo Leite do Canto É licenciado em Química pela Universidade Estadual de Campinas (SP) e doutor em Ciências pelo Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (SP). Lecionou em escolas particulares do estado de São Paulo. É autor de obras didáticas e paradidáticas destinadas ao Ensino Fundamental e Médio.

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Apresentação Com a ajuda deste livro, você irá descobrir que as Ciências da natureza são

muito interessantes e estão relacionadas com várias coisas que acontecem com você e ao seu redor. Para aproveitar ao máximo este livro, observe algumas recomendações importantes: • Procure desenvolver, a cada dia, o gosto pela leitura e pelo estudo. São atividades muito prazerosas. • Seu professor poderá trabalhar os capítulos em uma sequência diferente da apresentada no livro. • Consulte um dicionário toda vez que aparecer uma palavra cujo significado você não conheça. O dicionário é um grande companheiro de quem estuda. Quanto mais você fizer uso dele, mais “craque” em consultá-lo ficará. • Se tiver dúvidas, consulte seu professor. Troque ideias com ele sempre que achar necessário. • Neste livro não cabem todas as informações sobre os temas que você vai estudar. Pesquisar em bibliotecas e outras fontes de informação é muito importante. E você não precisa esperar uma instrução do professor para pesquisar assuntos sobre os quais quer saber mais, não é? • No final do ano, observe o seu crescimento, ao aprender, de verdade, coisas novas e adquirir novas capacidades. Nas páginas seguintes você encontra algumas informações sobre a estrutura deste livro. Compreender essa estrutura também é importante para aproveitar ao máximo o que a obra tem para lhe oferecer. Então, observe as páginas com atenção. Tenha um ótimo aprendizado. O autor

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HABITUE-SE HABITUE-SECOM COMAAESTRUTURA ESTRUTURADESTE DESTELIVRO LIVRO

MOTIVAÇÃO

DECOMPOSITORES

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

4

Em destaque

desenVolVImento do temA ATIVIDADE

‘Disseminação do vírus 4 da dengue é previsível’

1

Certifique-se de ter lido direito

“A disseminação do vírus da dengue tipo 4 no País é previsível, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. ‘Não há dúvida de que a circulação vai ocorrer. A presença do novo vírus deve funcionar apenas como mais um argumento para reforçar o que tem de ser feito: combate aos criadouros e organizar o sistema de saúde para atendimento rápido dos pacientes.’ Para Barbosa, a preocupação reside no fato de haver circulação de vírus com grande quantidade de pessoas suscetíveis. ‘E isso vale para qualquer tipo, seja 1, 2, 3 ou 4.’ A virologista Rita Nogueira, chefe do Laboratório de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz, confirma que o vírus não é mais agressivo que os demais, mas ressalta que infecções sequenciais por diferentes vírus podem levar a casos mais graves.” Fonte: L. Formenti. O Estado de S. Paulo, 25 mar. 2011, p. A20.

O texto acima refere-se a um problema presente em muitas cidades brasileiras: a propagação da doença conhecida como a dengue (ou o dengue). Seus sintomas incluem forte dor de cabeça, sensação de muito cansaço, manchas vermelhas na pele e dor atrás dos olhos, nos músculos e nas articulações. Quando contraída pela primeira vez, geralmente não é fatal. Porém, numa próxima vez em que se adquire essa doença, ela pode ser acompanhada de hemorragia, isto é, perda de sangue, que pode levar à morte: é a dengue hemorrágica.

Saiba de onde vêm as palavras A palavra “dengue” vem do espanhol dengue, que significa melindre, choradeira, manha. É uma referência ao estado de desânimo e cansaço sentido pelo doente.

comprimento: 5 mm

A semente de feijão tem reserva de alimento

Quando uma semente de feijão encontra condições adequadas de umidade e temperatura, ela inicia seu desenvolvimento. Esse início de desenvolvimento é chamado de germinação da semente. Nas sementes de feijão há uma reserva de alimento para a nova planta iniciar seu desenvolvimento. Essa reserva dura alguns dias. No entanto, logo a planta precisará de alimento. E de onde vem esse alimento?

Qual é o tema central dessa notícia? Que problema é relatado? Lembre-se de procurar no dicionário toda palavra cujo significado você não conheça.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

CAPÍTULO

Ao abrir um grão de feijão você pode ver a reserva de alimento para a nova planta começar seu desenvolvimento.

A germinação de uma semente marca o nascimento de uma planta. A planta da foto (girassol) mede cerca de 3 centímetros de altura.

Embrião vegetal, uma jovem planta que eclodirá da semente quando esta germinar. Reserva de alimento Folha

Estes são os dois cotilédones da semente de feijão que contêm as reservas nutritivas.

Solo

Semente plantada

Minúscula raiz

Revestimento da semente se solta

Os cotilédones diminuem de tamanho, pois as reservas são consumidas. Caule

Use a internet

Raiz

Você encontra mais informações sobre a dengue nas seguintes páginas: http://www.combatadengue. com.br http://www.ioc.fiocruz.br/ dengue

Os seres vivos decompositores, como os cogumelos da foto, são importantíssimos para o nosso planeta. Neste capítulo, você saberá por quê. Cogumelos Coprinus sp., com aproximadamente 7 cm de altura.

ou busque por combatadengue e por Fiocruz dengue.

Ilustração da germinação de uma semente de feijão plantada em solo com umidade e temperatura adequadas. (Visão em corte do solo.)

Todo ser vivo precisa de energia para sobreviver. Os animais conseguem essa energia dos alimentos que ingerem. Mas e as plantas? Sem água e sem luz, uma planta morre. Será que a água é o alimento da planta? Será que é a luz?

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Note as listras brancas que lhe são características.

Vivendo nas cidades

Mudanças com o passar dos dias

Produtores

123

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FOTO DE ABERTURA

MOTIVAÇÃO

Na abertura de cada capítulo existe uma foto que está relacionada ao assunto que será abordado. Na legenda dessa foto você encontra um breve comentário ou uma pergunta. Se for uma pergunta e você ficar curioso para saber a resposta, ótimo! É essa mesmo a intenção. A pergunta será respondida durante o estudo do capítulo.

É sempre a primeira seção do capítulo, logo após a foto de abertura. Nela você encontrará uma notícia de jornal ou revista, um texto da internet ou de livro, um experimento prático ou a descrição de alguma situação. A ideia é despertar seus conhecimentos prévios para ajudá-lo a aprender algo novo, relacionado ao tema em estudo. Às vezes, essa seção pode voltar a aparecer no capítulo.

DESENVOLVIMENTO DO TEMA Nessa seção você irá aprender coisas novas que estão associadas ao que foi inicialmente apresentado na seção Motivação.

ATIVIDADES EM QUADROS LATERAIS Reflita sobre suas atitudes

Tema para pesquisa

Pretende dar umas “chacoalhadas” nas suas atitudes, por meio de perguntas que se referem ao modo como você vive e encara a vida. Às vezes, por causa dessas “chacoalhadas”, você pode desejar mudar para melhor alguns de seus hábitos. Se isso acontecer, parabéns!

Sugere temas que irão ajudá-lo a praticar o processo de busca de informações em outras fontes, como livros, enciclopédias, internet etc. É muito importante pesquisar para que você não fique preso somente a este livro e perceba que é gostoso aprender e que existem muitos meios de fazer isso.

Trabalho em equipe

Certifique-se de ter lido direito

Apresenta atividades para serem executadas em grupo. Além de colocar em prática aquilo que está aprendendo, você exercitará algo muito importante para a vida: como atuar em conjunto para atingir uma finalidade comum.

Alerta para certos detalhes do texto que está sendo lido. Às vezes, é apenas relembrado que o dicionário deve ser consultado sempre que necessário. Outras vezes, é algo mais específico, como salientar alguma ideia ou passagem do texto. Saber ler com atenção é algo fundamental para a vida.

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A fotossíntese e as cadeias alimentares

8

O que aconteceria se, por algum motivo, todas as plantas do planeta fossem impedidas de fazer fotossíntese?

ORGANIZAÇÃO DE IDEIAS: MAPA CONCEITUAL

Dia e noite

Animal

Planta

realiza

realiza

acontece

Respiração

Energia

Glicose

vem do

libera

consome

Fotossíntese

requer

consome

ocorre se houver

Nutrientes Energia da luz

Água Gás carbônico

Gás oxigênio

Iluminação adequada

vem do

para beber vem de um poço. É seguro beber essa água do jeito que ela saiu do poço? Explique.

3. No mesmo dia em que o texto da abertura

Solo

vem do

deste capítulo foi publicado, um site da internet (http://www.oeco.com.br) divulgou que: “55% dos municípios [brasileiros], ou 3.059 do total, precisam de R$ 22 bilhões de investimentos em sistemas de captação e distribuição de água até 2015.”

ATIVIDADE

A critério do professor, as atividades a seguir poderão ser feitas em grupos. DESENHO

Observe atentamente o desenho a seguir.

9. As estações de tratamento de água não fervem a água para matar os microrganismos. Explique por quê.

10. O filtro de água doméstico, que muitas pessoas usam em suas casas, deve ser lavado de tempos em tempos. Explique por quê.

Aproveitando também essa informação, explique quais devem ser as causas do problema relatado.

4. Consulte o gráfico sobre Consumo de água no Brasil, apresentado no capítulo, e diga qual é a atividade que mais consome água no país.

5. O conceito de pegada hídrica, criado recentemente pelo pesquisador holandês Arjen Hoekstra, é bastante útil para que a sociedade visualize o gasto de água por trás de seus hábitos de consumo. Explique o que é pegada hídrica.

6. Diariamente, entra e sai água do seu organismo. Apresente dois modos pelos quais a água chega a ele e quatro modos pelos quais ela sai.

7. A água de um certo rio é transparente e não

Gavião

Capim

11. Leia as informações a seguir e anote no

tem cheiro. Ela pode conter microrganismo?

Ar

caderno quais dessas providências são adequadas para ajudar a economizar água, sem provocar sérios riscos à população: a) Fechar a torneira enquanto escova os dentes. b) Não lavar as calçadas, apenas varrê-las. c) Não irrigar as lavouras. d) Tomar apenas um banho por semana. e) Aumentar o preço da água que é distribuída para as casas. f ) Irrigar as plantações bem cedo ou ao entardecer, para diminuir a perda de água por evaporação. g) Consertar torneiras com vazamentos. h) Limpar os pratos usados nas refeições com papel em vez de lavá-los. i) Só usar a descarga quando houver evacuação. j) Fazer rodízio de água, ou seja, cortar a distribuição em alguns dias previamente estabelecidos. k) Realizar uma campanha publicitária para esclarecer a população.

Gafanhoto

Sapo Serpente

(Esquema fora de proporção.)

1. a) Esse desenho pode representar uma relação

2. Considere a relação representada no desenho

entre os cinco seres vivos que nele aparecem. Cientificamente, como é denominada essa relação?

da atividade anterior. Se os sapos forem mortos por um poluente, o que se espera que aconteça com o número de serpentes no ambiente? E com a quantidade de gafanhotos? Que consequências isso traria para o capim existente nas imediações?

b) Escreva no caderno o papel desempenhado, nessa relação, pelos seres vivos que aparecem no desenho. TIRINHA

Ar ATIVIDADE

produz

Água

Gás oxigênio Glicose

realizada na presença de

Para discussão em grupo

vai para o serve de

Alimento

Debater cada uma das providências apresentadas no exercício 11, levando em conta suas vantagens e desvantagens.

3. Considere a informação dada na tirinha. Podemos dizer que minhoca e

Clorofila

gato não fazem parte de uma mesma cadeia alimentar? Por quê?

Capítulo 3

103

A água: bem precioso ::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 6 – 2ª Prova – Mercado ..::

ORGANIZAÇÃO DE IDEIAS: MAPA CONCEITUAL Os mapas conceituais são um modo organizado de relacionar os conceitos aprendidos. Você poderá achá-los um pouco difíceis no começo, mas logo se acostumará com eles e verá como o ajudam a estudar.

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Capítulo 2

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::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 6 – 2ª

EXPLORE DIFERENTES LINGUAGENS

USE O QUE APRENDEU Trata-se de uma lista de exercícios um pouco diferente da usual. A maioria dos exercícios deste livro pretende relacionar os conceitos estudados à sua aplicação em problemas práticos.

Apresenta exercícios que envolvem diferentes formas de expressão, como esquemas, tabelas, gráficos, desenhos, cartazes, slogans, texto jornalístico, encenações, charges, tirinhas etc.

IDADE

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Gás carbônico

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8. Você está em um lugar onde a água usada

55% dos municípios do país podem enfrentar um problema a partir de certa data. Releia o texto e responda: Que problema é esse? texto, quantas pessoas viverão nos municípios que podem ser atingidos pelo problema?

de onde a planta também obtém

EXPLORE DIFERENTES LINGUAGENS

ATIVIDADE

1. Segundo o texto da abertura deste capítulo,

2. Segundo estimativa apresentada naquele

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Capivara se alimentando ao sol. (Pantanal, MT.)

capim → capivara → onça A onça se alimenta da capivara. A capivara se alimenta do capim. E o alimento do capim, de onde vem? O capim produz seu próprio alimento. Isso ocorre por meio da fotossíntese, a partir da água e do gás carbônico, na presença de luz e com a participação da clorofila. A fotossíntese é um processo muito importante. Por meio dela, as plantas produzem alimento para si mesmas. Esse alimento serve também para os animais que comem plantas. Esses animais consumidores de plantas são, por sua vez, alimento para os consumidores de animais. E então, a onça depende da fotossíntese? E o ser humano? Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

comprimento: 1 m

USE O QUE APRENDEU

Considere a seguinte cadeia alimentar:

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

ATIVIDADE

Para discussão em grupo

Para discussão em grupo Apresenta temas para você discutir com seus colegas. Aprender a trocar ideias e respeitar as opiniões das pessoas é fundamental para a vida em sociedade.

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Apresenta curiosidades sobre diversos assuntos, entre eles a origem de algumas palavras (Saiba de onde vêm as palavras).

após

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vida. ego rh Rhizobiu m que É um íza, ra a iz, ” ve legumse asso forma e bío m inosa cia às de vid s, raíze a s. s da s

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go. U com m exem colh eça com plo de mar Rio ou fra seeita do o culti rotação m Dep guinte ilho, pl vo de m de cultu , trig ilho. anta io! ras sbu milh oi dilár o, -s A ss ca e o, a o-so na pr e soja pós a sso vo no no Além ja-trigo- sequên óxim . Na sa IDADE do so ATIV a, entra cia de m feijã Isso é re feijão. lo inim o. esgoto redu petid iene tica na regi toe de izar • hig a: tamenão, a zir a oc o ssa sépde m train osas • fo pres orrê esgota o co do açã capim? 3 As onças dependem en nc m m — • est de ia de pr ento pera o a soja isto é, çaonças de- agas asqu plan que acha você r e os Onças não comem capim. Então, o fe tas de m nu e anei trientes ijão — tem va legupendem dele? ra na quase ni todo oajud capim gens tura tro Vamos imaginar que uma seca acabe com nado a a recu , l. asge Nest capivaras? com s do de uma região. O que você acha que acontecerá a solo te foto ulo 8 o sis rreno aérea, CapítE com as onças? es é temuitas poderão dividi possíve a de tácapivaras Se a seca destruir quase todo o capim, m l ve do ro em também r co çãoonças morrer de fome. Havendo menos desses animais,taas de cu regiõ mo o perceber, es passarão fome, e muitas poderão morrer. Como vocêChpode atea lturas. para (A ub ssis rianddele, mesmo não se alimentando de capim, as onças dependem , PR pois, se ele desaparecer, elas sofrerão com a falta de alimento. .)

4

ano:

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Este

Próx

As capivaras dependem das onças?

Você acha que as capivaras dependem das onças? Se você acha que não, pense por um momento no seguinte: vamos imaginar que uma doença acometa todas as onças de um lugar, ou que as onças sejam mortas por caçadores. Se não existirem mais onças, muitas capivaras deixarão de ser mortas, e, certamente, a quantidade delas irá aumentar. Quanto mais capivaras houver, mais capim será consumido. Já imaginou? O capim pode acabar e, assim, muitas capivaras irão

morrer de fome. Nesse caso, a existência de onças é importante porque o número de capivaras é mantido sob controle e, com esse controle, não faltará alimento para as capivaras sobreviventes. comprimento: 50 cm

A preguiça consome folhas e pode servir de alimento para uma onça-pintada. Então, temos: folhas → preguiça → onça-pintada. Esse é mais um exemplo de cadeia alimentar.

a de as Rhizo imag raízes, bium ens pe dê . la

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do

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Rep

Sugere buscas ou visitas a páginas da internet, que trazem informações complementares aos assuntos que você está estudando.

Ano

al e

de Estação o de ent tratam

de fevereiro de 1998.

Sugere atividades para você utilizar o que aprendeu e registrar suas conclusões no caderno. Essa atividade o ajudará a aprender melhor o que está estudando.

Use a internet

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Para fazer no seu caderno

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O carrapato-estrela suga o sangue da capivara. Assim, ele participa da cadeia alimentar: capim → capivara → carrapato-estrela.

ATIVIDADE

Para fazer no seu caderno

comprimento: 56 cm

O carcará (ou caracará) se alimenta, por exemplo, de ratos, sapos e minhocas. Assim, ele participa de várias cadeias alimentares diferentes.

No local em que você vive, mesmo que seja uma cidade, existem muitas cadeias alimentares. Certamente você conhece algumas delas. Pense um pouco sobre isso e, a seguir, represente em seu caderno algumas cadeias alimentares que existem em sua região.

Produtores e consumidores

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HABITUE-SE COM A ESTRUTURA DESTE LIVRO

TEXTOS INFORMATIVOS

Esquema simplificado do ciclo da ĂĄgua Vapor de ĂĄgua transportado dos oceanos para os continentes 36

Precipitação sobre os continentes 95

Evaporação Evaporação direto dos de rios, lagos, vegetais represas, reservatórios (transpiração) etc. 59

7. O que significa, nesse contexto, a sigla RSS? 8. O que os RSS contĂŞm que os tornam perigosos?

Evaporação dos oceanos 319

Fluxo subterrâneo Fonte: Esquema elaborado a partir dos dados numÊricos de S. Freeman. Biological Science. 4. ed. San Francisco: Benjamin Cummings. p. 1.095.

ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulårio! • geleira

• granizo

• precipitação

• lençol

atmosfĂŠrica hidrolĂłgico ou ciclo da ĂĄgua

freĂĄtico

141

206

DESENHO

13. Observe os seguintes desenhos e, a seguir, explique por que cada uma das atitudes, 1, 2 e 3, ĂŠ ERRADA.

Umidade do ar, orvalho e geada

4

Uma das etapas do ciclo da ågua Ê a evaporação da ågua de rios, lagos, oceanos etc. Portanto, o ar atmosfÊrico contÊm vapor de ågua, ou seja, o ar contÊm umidade. Durante a noite, quando a temperatura cai bastante em relação ao dia, parte desse vapor encontra a superfície fria das folhas das plantas, dos vidros das janelas e dos carros, dos pisos cerâmicos da parte externa das casas. Aí ele sofre condensação — passa de gasoso para líquido — e forma as gotas de orvalho. Se a temperatura noturna for ainda mais baixa, o vapor de ågua pode esfriar tanto que passa para o estado sólido. Os pequenos cristais de gelo formados constituem a geada. Esse acontecimento pode causar a perda de lavouras, como às vezes ocorre em alguns locais, principalmente na Região Sul do Brasil. Lixo e qualidade de vida

tal ĂŠ perigoso? DĂŞ um exemplo que justifique sua resposta.

seguida faça um texto no caderno, com no mínimo quatro linhas, descrevendo a ideia que, na sua opinião, o desenho pretende transmitir.

Os números indicam as quantidades relativas de ågua movimentadas anualmente pelo ciclo, expressas em quilogramas (kg). As setas exemplificam alguns dos caminhos percorridos pela ågua. O Sol, que não aparece na figura, fornece o calor necessårio para que algumas mudanças de estado físico da ågua aconteçam. (Representação fora de proporção.)

• ciclo

lixĂŁo?

11. Todo e qualquer lixo produzido em um hospi-

12. Observe atentamente o desenho ao lado. Em

Oceano

36 Ă gua que retorna do continente ao oceano

Terra

9. Que risco hĂĄ se os RSS forem parar em um 10. Apenas hospitais produzem RSS? Explique.

DESENHO/TEXTO

Rio

Lago Infiltração no solo

As atividades 7 a 11 referem-se aos dois textos do quadro O risco dos RSS, deste capĂ­tulo.

Precipitação sobre os oceanos 283

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

ATIVIDADE EM GRUPO

Nossa cidade e seus problemas

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

ISSO VAI PARA O NOSSO MURAL!

1. Jogar o lixo em terreno baldio ou cĂłrregos.

3. Colocar o saco de lixo na calçada em dia que não haja coleta ou muito antes da hora programada.

Seu aprendizado não termina aqui Os jornais e as revistas de circulação nacional, bem como alguns programas de tevê, costumam apresentar informaçþes sobre as condiçþes de saneamento de diversas localidades brasileiras. Esteja atento a esse tipo de notícia e preste especial atenção às diferenças regionais. Como estå o saneamento de sua localidade comparado ao de outras regiþes? 140

CapĂ­tulo 16

2. Pegar o lixo sem estar usando luvas.

Capítulo 10 ::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 6 – 2ª Prova – Mercado ..::

ISSO VAI PARA O NOSSO MURAL!

ISSO ENTRA NO NOSSO VOCABULĂ RIO!

SEU APRENDIZADO NĂƒO TERMINA AQUI

Atividade que estimula a pesquisa de informaçþes sobre tema de relevância (em jornais, revistas, livros, enciclopÊdias, internet e outras fontes), seguida da leitura e da seleção do material para afixar no mural, bem como da discussão sobre o material exposto. A atividade desenvolve competências referentes ao acesso e ao tratamento de informaçþes, à discussão em grupo, à cooperação, à interação com os colegas. Frequentemente, os temas escolhidos favorecem reflexþes que podem produzir mudanças benÊficas de atitude.

Destaca palavras cujo significado deve ser compreendido pelo estudante e incorporado ao seu vocabulĂĄrio. Sugere-se que a classe discuta o significado de cada palavra e que, com a supervisĂŁo do professor, o significado das palavras seja esclarecido. A critĂŠrio do professor, as palavras e seu significado devem ser relacionados em cartazes, em fichas ou nas pĂĄginas finais do caderno de cada aluno. Ao longo do ano, a lista de palavras irĂĄ aumentando e o vocabulĂĄrio da turma tambĂŠm.

Sempre ĂŠ possĂ­vel aprender mais. NĂŁo pensando em provas ou em “passar de anoâ€?, mas porque aprender ĂŠ agradĂĄvel e nos permite conhecer melhor as coisas que acontecem conosco e ao nosso redor. Nesta seção, hĂĄ recados que procuram incentivar a continuidade do aprendizado.

ATIVIDADE

ATIVIDADE

No texto a seguir, faltam palavras designadas por đ?– , đ?–Ą, đ?–˘, đ?–Ł etc.

Analise-o e, a seguir, transcreva-o em seu caderno substituindo os nĂşmeros 1 a 5 por uma ou mais palavras que poderiam ser usadas para completar adequadamente o mapa.

A ĂĄgua pode ser encontrada na natureza nos estados sĂłlido, đ?– e đ?–Ą. A maior parte da superfĂ­cie da Terra estĂĄ coberta por ela, que, no estado lĂ­quido, forma đ?–˘, đ?–Ł, đ?–¤ e lençóis đ?–Ľ. No estado sĂłlido, constitui as đ?–Ś.

Ser humano

participa de precisa de

Cadeias alimentares

Energia

Substâncias de que o organismo precisa podem vir de envolvem

Animais

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Seres vivos produtores

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Seres vivos consumidores

Seres vivos decompositores

3

Solo fĂŠrtil

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FotossĂ­ntese

4

GĂĄs carbĂ´nico e ĂĄgua

5

GĂĄs oxigĂŞnio e glicose

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Alimentos

cultivadas na

As grandes massas de ågua influenciam tremendamente o � de uma região, ou seja, influenciam os padrþes de temperatura måxima, temperatura mínima, quantidade de chuvas e outras precipitaçþes atmosfÊricas, ventos, umidade do ar, tipos de nuvem e eventual ocorrência de neblina e de tempestades. A ciência que se ocupa com o estudo desses fenômenos Ê a �. Com os progressos dessa årea do conhecimento humano, pode-se fazer a

previsão do �, de grande utilidade para atividades humanas. Muitos fenômenos meteorológicos podem ser explicados com base em conhecimentos científicos. Sabe-se, por exemplo, que o ar aquecido apresenta tendência a �, enquanto o ar resfriado tende a �. Com isso, pode-se explicar a direção em que sopra a brisa à beira-mar. Durante o dia, o ar sobre o continente se aquece mais rapidamente que o ar sobre o oceano e ocorre a brisa �, que sopra do oceano em direção ao continente. A partir do entardecer, o ar sobre o mar mantÊm-se mais aquecido que o ar sobre o continente e, por causa disso, acontece a brisa �, que sopra da praia para o mar.

Escreva no caderno as palavras que faltam no texto. (Cada quadrinho indica uma letra. Algumas letras estĂŁo reveladas, como pistas. Outras estĂŁo numeradas, para uso a seguir.).

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ESTABELEÇA CONEXÕES

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Agora, tambĂŠm no caderno, troque os nĂşmeros a seguir pelas letras correspondentes, descubra qual ĂŠ a pergunta e responda-a. Quando ĂŠ que podemos 1 2 3 4 5 6 7 8 ĂĄgua na 9 10 11 12 13 14 15 ?

90

CapĂ­tulo 6

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Indicação de Objeto digital relacionado ao assunto de capítulo.

A critĂŠrio do professor, esta atividade poderĂĄ ser realizada em grupos.

O mapa conceitual abaixo relaciona conceitos estudados em diferentes capĂ­tulos.

Plantas

Objeto digital

ESTABELEÇA CONEXÕES

ESTABELEÇA CONEXÕES A critÊrio do professor, esta atividade poderå ser realizada em grupos.

1

::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 6 – 2ª Prova – Merca

PrevisĂŁo do tempo

245

Atividade que promove a inter-relação de conteúdos estudados em diferentes partes do livro.

8/12/13 11:07 AM


SUPLEMENTO DE PROJETOS O Suplemento de projetos, no final do livro, apresenta propostas de atividades que os alunos poderão realizar sob a supervisão do professor. Tais atividades ajudarão o estudante a ampliar sua compreensão de conteúdos estudados no livro.

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SUPLEMENTO DE PROJETOS

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Açã o p o da ape luz l de so jor bre nal

Ob jeti vo u Ve rifi car Vo cês oe feit v •u ma ão p oq folh recis ue a lu Pro a ad zs ced e jo r de: ola ime rna r te 1. nto l m Co sob •d rte 2. ia e re m Gu op nso ard a fo 3. ape lara lh e Co l de do loq m um a de tod ue jorn jorn ad m al a as •t al. ten o. Co a o eso me om 4. u lo d ura eio Ao ida. quem tra m tade de um etad s den . po voc final nta d pes e em tro ês sa exp o dia de oe lo rre , c m lica com do cad cal qu asa, m nd e tal pare ac e ada ant rece m loc m dif s ere as m a o d ba nça a fo luz l que ? etade não lha sola sd para r d rec a fo ir e e b ela t a lu lha não a. De .Q z s ue ola voa ixem dif r. -n re ere fica a lá nça r b o dia voc em ês esno tam ?C om o

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

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Pro ced ime nto Um ano terr estr Supe e co da 4 rres dia ano veíc rfície de pon inte ulo s, a . de a expl Marte ir o som O t d o e3 orat , e, a ET en 365 a da 65 ório fotogr ssim OJ am dias (h s4 n Spir afada O PR á um , te bse fraçõ cio it. ma pelo m-s rve s d is fun a a ia e e a n u s d pro um o? O cale am e a xim ndá rs nd ano de apro ais a n o c S ú a d ri e me upo fi dam biss e x m fe ro d os de nha arr exto imada ente 1 veri vere s ca e d e a m if le q t , no s sem e iro). m u ente 1 ndá on da qua ana rentes rio p e o se 4 de dia mu ue ep e q co l s , d r apa 4 tota ara a . a no nté ra aqu huma rece ura ano nos: Q pa li a m6 esiv de n ele de m 3 za cerc 69 u eso desiv é ex ad ma m plan o vai •t dias 66 a a de rc ato antas fita tura a fi co eta dias ta ?E s ma dev iano. 1 o, om inia . Pa loniza • fi s rcia nos eman A em erá vo s, c ess ra do r am as h nos e: vez ano de o elab 1. jeti ele as exc r d ano um á ma 6 isso, v Marte ora Ob Qua cidir: er md isa is . Su s bisse ao to solt ocê p tar u c u r n s n e lq o a 2 re is tos pre a ta do a x . C a p cale 1 d Mo nta nte od cisa cad qu dia em om refa tos? u ndá 0 e dia om po vão drad arba um sab em em od rio, b a núm o será s apare tro cês er q é cria . Fix iua você cort . e 3. mm ce il Vo ço qu ço de lar e e qu q u r fe t , u t ro e e rã da o n s lg um n to não ita a Qua s o em au da mode ra ua salga da? rba áa ano prime fio men • le ão pe cad ba nta so à ág lga ir eh ri Com ntos d exato comp e ma ,n tro m a de se aces r da água sa e rcia o ia ad de ms ua comp ara ju •u o 4. nço e tives ue dias nsaçã ano? no ços p parti ass sq Qua se ch s terá o le fiq da potável do esmo elar pura a a num o pe a se •m eri pe o. oa : ento m água obter água to d seu ntos25 7 ma .V ano lo im o fi en o m ra esse se mo s no mes rão es mana atro nç ho Vá além ? ced a estiv ria realizar pa qu do le prim com nte . ma en ses e de m e sso p s V pe m Pro e a rc hav á alé s? dias iana pode am nço uma ss rte tos o com ente sem erá • Se ad ? ma ento ela Co can de m: ? Q ? qu do le • Fa m am de eu 1. dos procedim de s uais ça are xat nha ms o a onta serã li mp s e um um re nd eja Co á-lo a bo g de nas p o edit ev ço 2. deix or d istro de as o. ren Len um ed r p fios e te sse qu oltá-l ive os sem x ca t ra to s U que lendá pa ra s ão e rrem 3. fios. ri con m o o pa a n ama stru o usan lte d a ta esiv so, So uad bela o carto 4. adeq ta ad z dis ante s ou lina ve Barb a fi entã ou pa Se . Em o um pel q 5. zem pro uadri gra cula ma de p do. Se lanilh prefe a ele rir, use iva es trôn ad ica. Fita so e p a e s no a rm id ça o, fo duz des id c ro le t e o t er in que e d 3 e s 5 o 2 ra at m sa d 251 rm ode , pa Mas elar p e fo mod eja ho etc.) ou s an s te, am do s, t usa ficien is fio os teria ais e d nto ma o m me elar, rná-l ões. t pri o d om e mo ara t uges s p s (c as m: õe sa d as alé ificaç mas ued m su Vá e mod ha de e paraq Teste Qu bolin dess ente? • da jeto vem a pro is su ma

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sumário SUMÁRIO do liVro 6 VIDA E AMBIENTE capítUlO

capítUlO

capítUlO

1

Fatores ViVos e Fatores nÃo ViVos presentes nos amBientes

2

produtores e consumidores

3

produtores

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Os seres vivos nascem, se desenvolvem e morrem 2. Os seres vivos precisam de energia 3. Os seres vivos podem se reproduzir 4. Os seres vivos dependem do ambiente 5. Os seres vivos interagem uns com os outros 6. Semelhanças entre os ambientes 7. Diferenças entre os ambientes Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. O que é cadeia alimentar? 2. Produtores e consumidores 3. As onças dependem do capim? 4. As capivaras dependem das onças? 5. Há um equilíbrio na cadeia alimentar Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. A semente de feijão tem reserva de alimento 2. Os animais e as plantas respiram 3. As plantas, além de respirarem, fazem fotossíntese 4. Sem luz não ocorre fotossíntese

8/8/13 4:22 PM


5. De onde vêm a água e o gás carbônico? 6. As plantas comem terra? 7. A importância da fotossíntese 8. A fotossíntese e as cadeias alimentares Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítulo

capítulo

4

5

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decompositores Motivação Desenvolvimento do tema 1. Que são seres decompositores? 2. Decompositores reciclam nutrientes 3. Decompositores e cadeias alimentares 4. O que é aquilo que apareceu no pão? 5. E o que é que apareceu na laranja? 6. Fungos e bactérias atuam como decompositores Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

o solo Motivação Desenvolvimento do tema 1. De que uma planta necessita? 2. O que é solo fértil? 3. Os nutrientes no solo 4. No solo existe um delicado equilíbrio 5. Os solos variam de região para região 6. Esgotamento do solo e adubação 7. Esgotamento do solo e rotação de culturas 8. Solo exposto, erosão e desertificação 9. Prevenindo erosão e desertificação Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

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SER HUMANO E SAÚDE capítUlO

capítUlO

capítUlO

6

alimentos

7

a água: Bem precioso

8

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Importância dos alimentos 2. Alimentos são fonte de energia 3. Alimentos são fonte de substâncias necessárias ao organismo 4. Os vários tipos de nutrientes 5. Fibras da dieta 6. O que é se alimentar direito? Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Para que serve a água? 2. A água e o ser humano 3. Captação de águas 4. Microrganismos na água 5. Água potável e tratamento caseiro 6. Distribuição de água encanada 7. Evite desperdícios Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

contaminaÇÃo da água Motivação Desenvolvimento do tema 1. As águas servidas 2. O destino das águas servidas 3. A atividade dos microrganismos 4. Doenças veiculadas pela água 5. Higiene pessoal 6. Os tipos de fossa 7. Tratamento de esgoto Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – Higiene

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capítUlO

capítUlO

capítUlO

9

ViVendo nas cidades Motivação Desenvolvimento do tema 1. Cidades: ambientes construídos 2. As cidades são centros de consumo 3. Os seres vivos e as cidades 4. O problema das enchentes Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

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liXo e qualidade de Vida

11

reaproVeitando o liXo

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Lixão 2. Aterro sanitário 3. Incineração do lixo 4. Saneamento básico Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – Nossa cidade e seus problemas

Motivação Desenvolvimento do tema 1. O nosso lixo de cada dia 2. O lixo de uma grande cidade 3. Compostagem 4. A produção de gás combustível 5. Reciclagem 6. Coleta seletiva de lixo Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

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capítUlO

12

a Vida É a melhor opÇÃo Motivação Desenvolvimento do tema 1. O que são drogas? 2. As drogas e a saúde 3. As drogas e os problemas sociais 4. As drogas e a dependência 5. O álcool é uma droga 6. O fumo é uma droga Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

TERRA E UNIVERSO capítUlO

capítUlO

13

dia e noite: regularidades da natureza

14

propriedades do ar

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Ciclo dia/noite 2. Ritmo biológico 3. O seu ciclo dia/noite 4. O período diurno tem sempre a mesma duração? 5. A variação dos períodos diurno e noturno ao longo do ano 6. As estações do ano 7. O nascente e o poente do Sol 8. O nascente e o poente das demais estrelas e da Lua Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. O ar ocupa espaço 2. Resistência do ar 3. Vento Motivação Desenvolvimento do tema 4. O ar ocupa todo o espaço disponível

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Motivação Desenvolvimento do tema 5. O ar tem massa! 6. O ar exerce pressão Motivação Desenvolvimento do tema 7. O poder da pressão atmosférica Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítulo

capítulo

15

16

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principais gases que compõem o ar Motivação Desenvolvimento do tema 1. O ar é uma mistura 2. O gás oxigênio 3. O gás nitrogênio Motivação Desenvolvimento do tema 4. O gás carbônico Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

o caminho da água na natureza Motivação Desenvolvimento do tema 1. Mudanças de estado físico da água Motivação Desenvolvimento do tema 2. A formação da chuva 3. O ciclo da água 4. Umidade do ar, orvalho e geada 5. Umidade relativa do ar 6. O arco-íris Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

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TECNOLOGIA E SOCIEDADE CAPÍTULO

CAPÍTULO

17

18

GELADEIRAS, CHAMINÉS E BALÕES DE AR QUENTE Motivação Desenvolvimento do tema 1. O volume do ar e a temperatura 2. Quantidade de ar em um recipiente e pressão interna 3. A pressão do ar e a temperatura 4. O ar quente tende a subir Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

PREVISÃO DO TEMPO Motivação Desenvolvimento do tema 1. As brisas à beira-mar 2. Ventos: o ar em movimento 3. Ciclone, furacão, tufão e tornado 4. As correntes marítimas 5. Tempo e clima 6. O movimento das massas de ar 7. A previsão do tempo 8. A previsão do tempo e a atividade humana Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

Suplemento de projetos Projeto 1 – Ação da luz sobre o papel de jornal Projeto 2 – Investigando o nível da água Projeto 3 – Construção de uma composteira Projeto 4 – O calendário marciano Projeto 5 – Construindo uma bússola Projeto 6 – Paraquedas Projeto 7 – Concurso de aviõezinhos Projeto 8 – A luva sem a mão Projeto 9 – Inflando um balão com gás carbônico Projeto 10 – A chuva pode ser salgada? Projeto 11 – Determinando a umidade relativa do ar Projeto 12 – As cores do arco-íris (I) Projeto 13 – As cores do arco-íris (II) Projeto 14 – Construção de um cata-vento

Bibliografia

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sumário sumário SUMÁRIO do liVro 7 VIDA E AMBIENTE capítUlO

capítUlO

1

2

001-036-Inicias Amostra-CNC-M.indd 15

BiodiVersidade Motivação Desenvolvimento do tema 1. O que significa fazer uma classificação? 2. A variedade dos seres vivos 3. Classificando os seres vivos 4. O conceito de espécie 5. Nome das espécies: o sistema de Lineu 6. Gênero 7. Diferenças individuais em uma espécie 8. Biodiversidade 9. O que é extinção de uma espécie? Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

a adaptaÇÃo dos seres ViVos Motivação Desenvolvimento do tema 1. O que é adaptação? 2. Como acontece a adaptação? 3. O conceito de ecossistema 4. Ecologia 5. Adaptações aos fatores não vivos 6. Adaptação e cadeias alimentares 7. Adaptações ligadas à alimentação 8. Adaptações relacionadas à propagação da espécie 9. Interação com outros seres vivos Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

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capítulo

capítulo

capítulo

3

DAS CÉLULAS AOS REINOS DE SERES VIVOS

4

A EVOLUÇÃO DOS SERES VIVOS

5

DIVERSIDADE DA VIDA ANIMAL: VERTEBRADOS (PARTE 1)

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Quem descobriu as células? 2. Células são estruturas vivas 3. Seres pluricelulares e seres unicelulares 4. Noção da estrutura de uma célula animal 5. Noção da estrutura de uma célula vegetal 6. Procariotos e eucariotos 7. Os reinos de seres vivos Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Registros do passado 2. O conceito de evolução 3. A explicação lamarckista para a evolução 4. A explicação darwinista para a evolução 5. Como se formam novas espécies? 6. Evolução não é um processo individual 7. Árvores filogenéticas Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Endoesqueleto e exoesqueleto 2. A coluna vertebral 3. A diversidade dos vertebrados 4. Noções sobre reprodução animal 5. Peixes Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

8/8/13 4:23 PM


capítulo

6

DIVERSIDADE DA VIDA ANIMAL: VERTEBRADOS (PARTE 2) Motivação Desenvolvimento do tema 1. Anfíbios 2. Répteis Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítulo

7

DIVERSIDADE DA VIDA ANIMAL: VERTEBRADOS (PARTE 3) Motivação Desenvolvimento do tema 1. Aves 2. Mamíferos 3. O controle da temperatura corporal Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

capítulo

8

001-036-Inicias Amostra-CNC-M.indd 17

DIVERSIDADE DA VIDA ANIMAL: INVERTEBRADOS Motivação Desenvolvimento do tema 1. Poríferos 2. Cnidários 3. Platelmintos 4. Nematódeos 5. Anelídeos 6. Moluscos 7. Artrópodes 8. Equinodermos Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões Isso vai para o nosso mural! – Diversidade da vida animal

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CAPÍTULO

CAPÍTULO

9

10

DIVERSIDADE DAS PLANTAS Motivação Desenvolvimento do tema 1. Qual a função de uma flor? 2. Angiospermas: plantas com flores, sementes e frutos 3. Gimnospermas: plantas com sementes, mas sem flores e sem frutos 4. Pteridófitas: plantas sem sementes 5. Briófitas: plantas muito simples Motivação Desenvolvimento do tema 6. Os órgãos de uma planta 7. Seiva mineral e seiva orgânica 8. E o resultado dos três últimos experimentos? 9. Classificando as plantas Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – Diversidade das plantas

DIVERSIDADE DA VIDA DOS FUNGOS Motivação Desenvolvimento do tema 1. O fermento biológico é constituído por fungos 2. Fungos 3. As leveduras 4. Os bolores 5. Os cogumelos e as orelhas-de-pau 6. Liquens Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

SER HUMANO E SAÚDE CAPÍTULO

11

001-036-Inicias Amostra-CNC-M.indd 18

DIVERSIDADE DOS PARASITAS HUMANOS Motivação Desenvolvimento do tema 1. Parasitismo: uma estratégia de vida 2. Esquistossomose 3. Teníase 4. Cisticercose 5. Amarelão

8/9/13 7:13 PM


6. Ascaridíase Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

capítUlO

12

diVersidade da Vida microscÓpica

13

meninos e meninas, homens e mulheres

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Protozoários 2. Há protozoários que causam doenças 3. Bactérias 4. Há bactérias que causam doenças 5. Reprodução das bactérias 6. Vírus 7. Como ficamos gripados? 8. Então os vírus são seres vivos? 9. Doenças causadas por vírus Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

Motivação Desenvolvimento do tema 1. O recém-nascido 2. A infância 3. A adolescência e a puberdade 4. As mudanças trazidas pela puberdade 5. A idade adulta 6. O envelhecimento Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – ciclo de vida do ser humano

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8/8/13 4:23 PM


capítUlO

capítUlO

14

a reproduÇÃo humana

15

seXo, saÚde e sociedade

Motivação Desenvolvimento do tema 1. O sistema genital masculino amadurece na puberdade 2. O sistema genital feminino amadurece na puberdade 3. A fecundação 4. A gravidez 5. O parto 6. A amamentação Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Ciclo menstrual regular e ciclo menstrual irregular 2. Data da ovulação e gravidez 3. Gravidez desejada e gravidez indesejada 4. Alguns métodos anticoncepcionais 5. Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) 6. Aids Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

TERRA E UNIVERSO capítUlO

16

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FÓsseis: registros da histÓria Motivação Desenvolvimento do tema 1. Fósseis 2. Ossadas fósseis 3. Os fósseis e a história da Terra 4. A história da Terra em 1 metro! 5. Fósseis na América do Sul Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões Isso vai para o nosso mural! – Fósseis e espécies extintas

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capítUlO

17

as Fases da lua e as constelaÇões Motivação Desenvolvimento do tema 1. As fases da Lua 2. A Lua e seus horários 3. As estrelas no céu noturno 4. As constelações do zodíaco Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

TECNOLOGIA E SOCIEDADE capítUlO

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alÉm do que os nossos olhos podem Ver Motivação Desenvolvimento do tema 1. Algumas propriedades das lentes 2. Instrumentos ópticos 3. Microscópio composto 4. Luneta astronômica, telescópio, luneta terrestre e binóculo 5. Máquina fotográfica 6. Projetor multimídia e projetor de cinema 7. O olho humano Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

Suplemento de projetos projeto 1– Camuflagem e seleção natural projeto 2 – A coluna vertebral projeto 3 – Geotropismo projeto 4 – Fototropismo projeto 5 – Amadurecimento dos frutos – 1a parte projeto 6 – Amadurecimento dos frutos – 2a parte projeto 7 – A transpiração das plantas projeto 8 – Época certa para plantar projeto 9 – Acompanhando a decomposição da banana projeto 10 – Simulando a formação de fósseis projeto 11 – Uma lente de garrafa plástica projeto 12 – O uso do microscópio Bibliografia

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sumário SUMÁRIO do liVro 8

SER HUMANO E SAÚDE capítUlO

1

corpo humano: um todo Formado por muitas partes Motivação Desenvolvimento do tema 1. Os níveis de organização do corpo humano 2. Célula: a unidade que compõe a diversidade 3. A diversidade das células 4. Tecidos 5. Órgãos 6. Sistemas 7. A integração entre os sistemas Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

2

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ossos e mÚsculos Motivação Desenvolvimento do tema 1. Ossos e músculos 2. Articulações ou juntas 3. Os três tipos de músculos 4. Músculos esqueléticos e movimentos do corpo 5. Alavancas no corpo humano 6. A coluna vertebral Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – Saúde óssea e muscular

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capítUlO

capítUlO

3

nÓs “somos” o que comemos?

4

circulaÇÃo e eXcreÇÃo

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Visão geral da atuação do sistema digestório 2. Nutrientes e suas funções 3. A ingestão 4. A digestão 5. A absorção 6. A eliminação 7. Visão geral do processamento dos alimentos 8. Nutrientes com função energética 9. Afinal, nós “somos” o que comemos? Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Visão geral da atuação do sistema circulatório 2. O sangue 3. Os vasos sanguíneos 4. Circulação 5. Frequência cardíaca e eletrocardiograma 6. Coagulação do sangue 7. O sistema linfático 8. Excreção 9. O sistema urinário Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – Doenças do sistema circulatório

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capítulo

capítulo

5

RESPIRAÇÃO PULMONAR

6

SISTEMA NERVOSO

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Visão geral da atuação do sistema respiratório 2. A estrutura do sistema respiratório 3. Os movimentos de inspirar e de expirar 4. As trocas gasosas nos pulmões 5. Frequência cardíaca e frequência respiratória 6. O controle automático da respiração pulmonar 7. Distúrbios do sistema respiratório Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu  Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – As defesas do nosso corpo

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Atos voluntários e atos reflexos 2. Neurônios 3. Estrutura geral do sistema nervoso 4. O papel dos nervos 5. O papel da medula espinal 6. O papel do encéfalo 7. SNP somático e SNP autônomo 8. O risco dos danos à medula espinal 9. Sinapse 10. Drogas psicoativas Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu  Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

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capítUlO

7

sistema endÓcrino Motivação Desenvolvimento do tema 1. O controle das funções do corpo 2. Glândulas: exócrinas e endócrinas 3. O sistema endócrino 4. Exemplo de atuação hormonal: a adrenalina 5. A tireoide e o bócio 6. O pâncreas e o controle da glicose no sangue 7. Hormônios sexuais e mudanças na puberdade Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

TECNOLOGIA E SOCIEDADE capítUlO

8

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Balinhas e perFumes Motivação Desenvolvimento do tema 1. Sentidos humanos 2. Olfato e paladar: dois sentidos relacionados 3. O olfato 4. O paladar 5. O verdadeiro “sabor” dos alimentos Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

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capítUlO

capítUlO

capítUlO

9

som e instrumentos musicais Motivação Desenvolvimento do tema 1. O conceito de onda 2. Ondas apresentam efeitos detectáveis 3. Som 4. Propriedades do som 5. Instrumentos musicais Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

10

sons que ouVimos e sons que nÃo ouVimos

11

o tato, o quente, o Frio e a nossa pele

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. O sentido da audição 2. A orelha humana 3. Surdez 4. O papel da orelha interna no equilíbrio 5. Velocidade do som no ar Motivação Desenvolvimento do tema 6. O som não se propaga apenas no ar 7. Reflexão e absorção do som. Eco 8. Ultrassom e infrassom Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

Motivação Desenvolvimento do tema 1. O tato 2. As sensações táteis 3. A dor 4. A percepção da posição do corpo 5. As sensações térmicas

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6. Sensações térmicas não são precisas Motivação Desenvolvimento do tema 7. Glândulas sebáceas 8. Glândulas sudoríparas Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

12

luz, olho humano e Óculos Motivação Desenvolvimento do tema 1. Raios de luz Motivação Desenvolvimento do tema 2. O sentido da visão 3. A lente do olho e a “focalização” de imagens Motivação Desenvolvimento do tema 4. Visão binocular Motivação Desenvolvimento do tema 5. O cinema 6. A correção de alguns distúrbios visuais Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

VIDA E AMBIENTE capítUlO

13

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FluXo de matÉria e FluXo de energia nos ecossistemas Motivação Desenvolvimento do tema 1. Ecossistemas 2. Produtores: fotossíntese e respiração celular 3. Fluxo de energia nos ecossistemas 4. Fluxo de matéria nos ecossistemas

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5. Pirâmide de biomassa Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

TERRA E UNIVERSO capítUlO

14

desenVolVimento sustentáVel Motivação Desenvolvimento do tema 1. Desenvolvimento sustentável 2. Ação humana e desequilíbrios ambientais 3. Recursos renováveis e recursos não renováveis 4. Recursos energéticos 5. Recursos materiais para o sistema produtivo 6. Os seres vivos como fonte de recursos 7. Ameaça aos recursos renováveis 8. O crescimento da população humana Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – Nosso planeta é uma ilha

Suplemento de projetos projeto 1 – Um teste para o amido projeto 2 – Investigando a presença de amido em alguns alimentos projeto 3 – Saliva e digestão do amido projeto 4 – O conteúdo calórico de dietas projeto 5 – Coletando o ar expirado projeto 6 – Coletando uma impressão digital

Bibliografia

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sumário SUMÁRIO do liVro 9 TERRA E UNIVERSO capítUlO

capítUlO

1

Velocidade e aceleraÇÃo

2

massa, ForÇa e aceleraÇÃo

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Motivação Desenvolvimento do tema 1. Algumas contribuições de Galileu Galilei 2. Conceitos introdutórios à Mecânica 3. Velocidade média 4. Velocidade instantânea 5. Movimento uniforme e movimento variado 6. Aceleração 7. Queda livre 8. Aceleração da gravidade Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Massa: uma abordagem inicial 2. Grandezas escalares 3. Grandezas vetoriais 4. Força Motivação Desenvolvimento do tema 5. Primeira Lei de Newton 6. Segunda Lei de Newton 7. Força peso Motivação Desenvolvimento do tema 8. Força de tração 9. Medida da força peso Motivação Desenvolvimento do tema 10. Terceira Lei de Newton Motivação Desenvolvimento do tema 11. Equilíbrio de corpos extensos

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Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

capítUlO

3

4

neWton e a graVitaÇÃo Motivação Desenvolvimento do tema 1. O conceito de força centrípeta 2. Força centrípeta e objetos em órbita 3. A Lei da Gravitação Universal 4. Geocentrismo versus heliocentrismo Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

garraFa tÉrmica, estuFa e aquecimento gloBal Motivação Desenvolvimento do tema 1. Escala de temperatura 2. Calor e troca de calor 3. Condução térmica 4. Convecção térmica 5. Irradiação térmica 6. Como funciona a garrafa térmica? 7. Aquecimento global Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

TECNOLOGIA E SOCIEDADE capítUlO

5

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cargas elÉtricas Motivação Desenvolvimento do tema 1. Eletricidade 2. Cargas elétricas 3. Eletrização por atrito 4. Condutores elétricos e isolantes elétricos

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5. Eletrização por contato 6. Aterramento de um objeto 7. Descargas elétricas no ar Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

6

geraÇÃo e aproVeitamento de energia elÉtrica Motivação Desenvolvimento do tema 1. Introdução 2. Diferença de potencial elétrico 3. Corrente elétrica 4. Energia elétrica 5. O uso doméstico de energia elétrica 6. Segurança no uso da energia elétrica Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – O Brasil e a energia elétrica

capítUlO

7

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BÚssolas, ÍmÃs, discos rÍgidos e magnetismo terrestre Motivação Desenvolvimento do tema 1. Magnetismo 2. Eletromagnetismo 3. Para que servem os ímãs? 4. Eletroímãs 5. Magnetismo e registro de informações 6. A bússola e o magnetismo terrestre Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

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capítUlO

8

suBstÂncias quÍmicas e suas propriedades (i) Motivação Desenvolvimento do tema 1. Mudanças de estado físico 2. Ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE) 3. Matéria 4. Densidade 5. Substâncias químicas 6. Misturas 7. Separação de misturas Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

9

reaÇões quÍmicas: uma aBordagem microscÓpica Motivação Desenvolvimento do tema 1. Reação química Motivação Desenvolvimento do tema 2. Substâncias: simples e compostas 3. A Lei da Conservação da Massa 4. A Lei das Proporções Constantes 5. A Teoria Atômica de Dalton 6. Símbolos e fórmulas 7. Equação química 8. Explicação para as Leis de Lavoisier e de Proust Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

capítUlO

10

suBstÂncias quÍmicas e suas propriedades (ii) Motivação Desenvolvimento do tema 1. Um modelo mais recente para o átomo 2. Conceituação atual de elemento químico 3. A tabela periódica 4. Isótopos 5. Gases nobres: modelo de estabilidade

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6. Ligação iônica 7. Ligação covalente 8. Ligação metálica 9. Comparação entre os tipos de substâncias Use o que aprendeu  Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões Isso vai para o nosso mural! – A importância da Química para a sociedade

capítulo

capítulo

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LUZ E COR Motivação Desenvolvimento do tema 1. Conceitos introdutórios à Óptica 2. As componentes da luz branca 3. Cores primárias de luz 4. Cores primárias de luz e visão 5. Cores primárias de corantes Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

LUZ, SOMBRAS E ESPELHOS Motivação Desenvolvimento do tema 1. Materiais transparentes, materiais opacos e materiais translúcidos 2. Reflexão, absorção e refração 3. A formação das sombras Motivação Desenvolvimento do tema 4. Imagens em espelhos planos Motivação Desenvolvimento do tema 5. Imagens em espelhos convexos 6. Imagens em espelhos côncavos Motivação Desenvolvimento do tema 7. Refração da luz Organização de ideias: mapa conceitual Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

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capítUlO

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ondas eletromagnÉticas Motivação Desenvolvimento do tema 1. Ondas 2. Ondas: mecânicas versus eletromagnéticas 3. Características e aplicações das ondas eletromagnéticas Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Estabeleça conexões

VIDA E AMBIENTE capítUlO

capítUlO

14

a eVoluÇÃo da diVersidade

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reproduÇÃo dos seres ViVos e VariaBilidade dos descendentes

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Fósseis são evidências da evolução 2. A explicação lamarckista NÃO é aceita atualmente 3. A explicação darwinista para a evolução 4. Genes e Genética 5. A origem da vida 6. Uma visão sobre a vida na Terra Use o que aprendeu Seu aprendizado não termina aqui

Motivação Desenvolvimento do tema 1. Divisão celular 2. Material genético 3. Cromossomos homólogos e número haploide 4. Cromossomos e reprodução humana 5. Reprodução sexuada em animais 6. Reprodução assexuada em animais 7. Reprodução sexuada em angiospermas 8. Reprodução assexuada em plantas 9. Variabilidade dos descendentes e seleção natural Organização de ideias: mapa conceitual

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Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui

SER HUMANO E SAÚDE capítUlO

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pais, mÃes e Filhos: um pouco soBre a genÉtica Motivação Desenvolvimento do tema 1. Mendel e as ervilhas 2. Alelos localizam-se em cromossomos homólogos 3. Genótipo 4. Fenótipo e influência do ambiente 5. Hereditariedade em humanos 6. Os grupos sanguíneos 7. Parecidos, mas geralmente diferentes! 9. Doenças hereditárias e aneuploidia Organização de ideias: mapa conceitual Use o que aprendeu Explore diferentes linguagens Seu aprendizado não termina aqui Isso vai para o nosso mural! – a Genética é notícia Estabeleça conexões

Suplemento de projetos projeto 1 – Determinação da velocidade média de um móvel projeto 2 – Verificando algumas ideias de Galileu projeto 3 – O palhaço equilibrista projeto 4 – Investigando o centro de gravidade do corpo humano projeto 5 – Um móbile bem planejado projeto 6 – Retardando a troca de calor projeto 7 – As uvas-passas mergulhadoras projeto 8 – Separação de misturas (I) projeto 9 – Separação de misturas (II) projeto 10 – Tinta invisível projeto 11 – Qual será o sexo do bebê? Bibliografia

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Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano

6

º

ano

Capítulo 16

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CAPÍTULO

16

O CAMINHO DA ÁGUA NA NATUREZA

Gotas de orvalho em teia de aranha. Como se forma o orvalho?

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mOtiVAÇÃO ATIVIDADE

motivo

Certifique-se de ter lido direito

Fernando Paixão

O poema ao lado parte de uma informação atribuída aos livros e faz uma pergunta. Qual é a informação? Qual é a pergunta? elabore uma resposta para essa pergunta e registre-a em seu caderno.

se os livros contam que as nuvens saem da água do mar sobem até o céu caminham com o vento devagar

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

por que é que eu nunca senti batendo na minha cara uma gota uma gotinha só de chuva salgada? Fonte: F. Paixão. in: H. lisboa et al. Varal de poesia. 1. ed. são Paulo: Ática. p. 7. (Col. Quero ler poesia.)

desenVOlVimentO dO temA 1

Mudanças de estado físico da água

A água pode ser encontrada em três estados físicos: • O estado líquido da água é o mais familiar para nós, pois é assim que ela sai das torneiras e a utilizamos diariamente para muitas finalidades. • A água no estado sólido é conhecida como gelo. • A água no estado gasoso, isto é, o vapor de água, se forma, por exemplo, quando a roupa seca no varal. Quando fazemos a temperatura da água variar, isto é, quando a aquecemos ou a esfriamos, isso pode provocar mudanças de estado físico. Veja o esquema: Esquema das mudanças de estado físico da água Mudanças de estado físico que podem ser provocadas por diminuição de temperatura (a água é esfriada) Solidificação

Condensação O vapor de água é incolor e, misturado com o ar, é invisível

Fusão Água sólida (gelo)

Água líquida

Vaporização Vapor de água

Mudanças de estado físico que podem ser provocadas por aumento de temperatura (a água é aquecida)

O caminho da água na natureza

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Vaporização dependendo de como ocorre, é denominada

evaporação

ebulição

Durante a secagem da roupa em um varal, a água passa do estado líquido para o estado gasoso. É a mudança de estado físico, chamada vaporização. Como não conseguimos ver o vapor formado, temos a impressão de que a água líquida desaparece. Na verdade, ela passa a fazer parte do ar, na forma de vapor de água. A vaporização pode receber nomes diferentes, dependendo de como ela ocorre. Quando a vaporização é lenta, como no caso da roupa secando no varal, podemos chamá-la de evaporação. A roupa molhada seca porque a água evapora. Quando a vaporização é rápida e há formação de bolhas, o que pode ser conseguido pelo aquecimento, dizemos que ocorre ebulição ou, popularmente, fervura. Assim, quando aquecemos água no fogão, chega um momento em que ela começa a ferver, ou seja, em que ela entra em ebulição. ATIVIDADE

• solidificação

• evaporação

• fusão

• ebulição

• condensação

• fervura

• vaporização

mOtiVAÇÃO A critério do professor, esta atividade poderá ser realizada em grupos.

Objetivo Gelo

uu Ajudá-lo

a entender como se forma a chuva.

Você vai precisar de: • um frasco de “boca” larga, com tampa (pote de maionese, por exemplo) • pedras de gelo • água morna, isto é, ligeiramente aquecida, obtida de um chuveiro

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Isso entra no nosso vocabulário!

Tampa virada com a concavidade para cima

Procedimento

1. Coloque um pouco de água morna no frasco e cubra a “boca” desse frasco com a tampa virada ao contrário. 2. sobre a tampa coloque algumas pedras de gelo. Veja a figura ao lado. 3. Observe o que acontece, com o passar do tempo, com a parte superior do frasco. 4. Proponha uma explicação para o que você observou.

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Observe

Água morna

Capítulo 16

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A critério do professor, esta atividade poderá ser realizada em grupos.

Objetivo uu Ajudá-lo

a entender como se forma a chuva.

Você vai precisar de: • conta-gotas • pedaço de plástico rígido transparente • água • colher de café

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Procedimento

1. Com o auxílio do conta-gotas, coloque sobre o pedaço de plástico o maior número possível de gotas de água separadas. 2. Vire rapidamente o pedaço de plástico de cabeça para baixo. Observe o que acontece. 3. Use o cabo da colher para unir as gotas. Observe o que acontece e procure explicar o que você observou.

desenvolvimento do tema 2

O vapor se condensa, formando gotas de água.

A formação da chuva

No experimento proposto na página anterior, notamos que aparecem gotas de água sob a tampa. A explicação é a seguinte: a água morna se evapora, isto é, passa do estado líquido para o gasoso. O vapor de água é invisível. Esse vapor atinge a tampa fria e se condensa, ou seja, passa do estado gasoso para o líquido. Com isso, formam-se gotas de água na parte da tampa voltada para o interior do frasco, como na figura ao lado. Já no experimento descrito acima, percebemos que, ao juntar as gotas, chega um momento em que a gota formada se desprende do plástico e cai. A união das gotas forma gotas maiores, que são mais pesadas. É o peso que faz essas gotas maiores se desprenderem do plástico e cair. Esses dois experimentos servem para explicar como se forma a chuva. Aquecida pela luz do Sol, a água da superfície terrestre, dos mares, lagos e rios se evapora e o vapor de água se mistura com a atmosfera. Quando esse vapor atinge partes mais altas e mais frias da atmosfera, a poucos quilômetros de altitude, ele é resfriado e sofre condensação, ou seja, passa do estado gasoso para o líquido, como no primeiro experimento. Muitas pequeninas gotas de água se formam. Elas têm tamanho inferior a 1 milímetro. Olhe em uma régua para ter ideia do

O vapor de água sobe.

A água se evapora.

Representação esquemática do primeiro experimento.

O vapor se condensa, formando gotículas de água. O vapor de água sobe.

A água se evapora.

Representação esquemática da formação de nuvens.

O caminho da água na natureza

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que é esse tamanho. Essas gotinhas ficam dispersas na atmosfera, formando as nuvens. Assim, podemos dizer que uma nuvem é formada por pequeninas gotas de água líquida. Com o passar do tempo, as gotículas de água vão se unindo, formando gotas maiores e mais pesadas. Chega um momento em que elas começam a cair, como no segundo experimento. Isso forma a chuva. As gotas de chuva têm, em geral, um tamanho que vai de 2 a 6 milímetros.

nuvens de todo tipo

“As nuvens brancas e fofas que vemos em geral nas manhãs de verão chamam-se cúmulos. elas existem em todo o mundo, duram entre 20 e 30 minutos e são formadas quando há inversão térmica. O que é isso? Bom, [...] a temperatura da atmosfera diminui com o aumento da altitude. mas, em determinados níveis atmosféricos, a temperatura aumenta com a altitude ao invés de diminuir. só depois de centenas de metros ela volta a diminuir quanto mais alto fica. esse fenômeno é chamado de inversão térmica. ele impede a nuvem de ultrapassar a espessura entre 500 metros e um quilômetro. As nuvens de chuva são chamadas cúmulos-nimbos. A cor escura é sua marca registrada. e sabe por que isso ocorre? Porque os raios solares, em sua maioria, são refletidos no topo desse tipo de nuvem por cristais de gelo! Os aviões evitam passar por essas nuvens por causa da turbulência que elas provocam. se houver nuvens cúmulos-nimbos à vista, pode apertar os cintos porque a aeronave vai chacoalhar!

Saiba de onde vêm as palavras Os nomes dos tipos de nuvem vêm de palavras em latim. “Cúmulo” vem de cumulus, que significa montão, amontoamento. “nimbo” vem de nimbus, nuvem carregada de chuva. “Cirro” vem de cirrus, caracol de cabelo. “estrato” vem de stratum, coberta, cobertura, estender por cima.

Cúmulos são nuvens com aparência fofa e que duram relativamente pouco tempo. (Parque nacional da serra do Cipó, mG.)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Em destaque

Os cúmulos-nimbos são nuvens escuras e típicas de tempestades. (são Paulo, sP.)

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Capítulo 16

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

A turbulência é causada pelas fortes correntes de ar que há dentro da nuvem. São jatos de ar voltados para cima – provocados pelo levantamento de ar quente da superfície – e também jatos de ar direcionados para baixo, criados quando as gotas se formam e caem. O movimento do ar provoca turbulência à sua volta. Tempestades causadas por nuvens cúmulos­‑nimbos podem formar jatos de ar que chegam até 12 quilômetros de altitude. Nessa altura, [...] a temperatura é de 60 graus abaixo de zero! Por isso, o vapor-d’água imediatamente [...] passa do estado gasoso para o sólido. As gotas de água que forem expostas a temperaturas tão baixas congelam. Viram, portanto, gelo. Esses cristais de gelo vão formar as nuvens cirros, que parecem suaves faixas brancas no céu. Na altitude em que são formadas, há ventos com velocidade de 150 quilômetros por hora. Eles espalham os cristais por lugares distantes, que não estão sendo atingidos pela tempestade. As nuvens cirros podem durar dias, porque demoram muito a se dissolver.

Isso acontece porque, apesar de haver ventos fortes nos locais em que elas se formam, eles não criam turbulências. Além disso, a temperatura baixa favorece a preservação dos cristais de gelo por longos períodos. As nuvens estratos ou de camadas cobrem áreas imensas e formam chuvas finas. Elas surgem com a passagem de uma frente fria. Aposto como você sempre quis saber o que isso significa! Pois bem, a frente fria é uma massa de ar frio vinda de regiões muito frias, os polos da Terra. As frentes frias que atingem o hemisfério Sul vêm do polo Sul, enquanto as que alcançam o hemisfério Norte vêm do polo Norte. Essas frentes frias empurram para cima o ar quente que encontram. Ao subir, o ar quente esfria, condensa e forma nuvens estratos ou de camadas. O tamanho desse tipo de nuvem está relacionado com o tamanho das frentes frias, que podem ter mil quilômetros de comprimento e cem quilômetros de largura. [...]” Fonte do texto: M. Figueira e M. A. Dias. Ciência Hoje das Crianças, n. 120.

Os cirros se formam em altitudes elevadas e demoram a se dissipar. (Corumbá, MS.)

As nuvens do tipo estratos são cinzentas, frequentemente cobrem todo o céu e podem causar garoa fina. (Chapada Diamantina, BA.)

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Alimento

Quantidade de água (gramas)

Alface

94

Tomate

93

Champignon

91

Leite

89

Cenoura

89

Beterraba

88

Laranja

87

Maçã

86

Batata

79

Ovo

76

Fonte: M. B. Grosvenor e L. A. Smolin. Nutrient composition of foods. Hoboken: John Wiley.

3

O ciclo da água

Os seres vivos são completamente dependentes da água. Sem ela, todos morreriam. No dia a dia utilizamos a água para beber, cozinhar, tomar banho, lavar roupas e louças. A água é necessária na agricultura para que as plantas possam crescer. Muitas indústrias utilizam água para as mais diferentes finalidades. A água é a substância presente em maior quantidade em todos os seres vivos. De cada 10 quilogramas do corpo de um ser humano adulto, 6 correspondem à água. A contribuição da água para o peso do corpo humano diminui com o envelhecimento, sendo, portanto, maior nas crianças e menor nos idosos. Nos alimentos que consumimos, a água é encontrada em altíssima quantidade, como você pode perceber pelos dados da tabela ao lado. Das substâncias existentes na superfície do nosso planeta, a água é a que está presente em maior quantidade. Há 1 milhão de milhão de milhão de toneladas de água na superfície da Terra. Esse número pode ser escrito assim: 1.000.000.000.000.000.000 toneladas A água líquida está distribuída em lagos, riachos, solos, organismos vivos e, principalmente, nos oceanos. No estado sólido, ela aparece nas geleiras polares e no topo das montanhas mais altas. Na atmosfera, a água é encontrada no estado gasoso e no estado líquido. A ilustração a seguir dá uma ideia da distribuição da água na Terra.

Esquema de distribuição da água na Terra

Fazendo uma comparação, podemos dizer que, se toda a água dos oceanos estivesse em um balde, então

as geleiras corresponderiam aos cubos de gelo dentro desse copo,

a água do subsolo preencheria menos da metade de uma xícara de café

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Quantos gramas de água existem em 100 gramas de alguns alimentos

e a água da atmosfera e a dos lagos, rios e riachos corresponderia a pouquíssimas gotas.

(Representação esquemática fora de proporção.) Fonte: Figura elaborada a partir de dados de D. B. Botkin e E. A. Keller. Environmental Science; Earth as a living planet. 8. ed. Hoboken: John Wiley. p. 370.

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Capítulo 16

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Toda essa água não permanece sempre no mesmo lugar. Ela participa de um processo conhecido como ciclo da água ou ciclo hidrológico. A água se evapora dos oceanos e forma as nuvens. Ela também se evapora de lagos, rios, riachos, solos e organismos vivos. A evaporação de água presente em um ser vivo é denominada transpiração. Ela é notável nas plantas. De cada 100 litros de água que uma planta absorve do solo, 97 são perdidos para a atmosfera devido à transpiração. É por isso que a agricultura necessita de tanta água. Só para você ter uma ideia, um único pé de repolho de um quilograma absorveu aproximadamente 200 litros de água, desde seu nascimento até amadurecer e ser colhido. A água das nuvens volta à terra e aos oceanos por meio da precipitação. A chuva, a neve e o granizo (conhecido popularmente como “chuva de pedras”) são formas de precipitação. Parte da água que cai em forma de chuva escorre pela superfície do solo até os rios. Uma vez nos rios, a água se movimenta até os oceanos. Outra parte da água que cai sobre a terra se infiltra no solo, descendo até encontrar uma camada de rocha que não deixe a água passar. A água se acumula no subsolo, nos pequenos espaços entre os grãos dos minerais, formando um depósito subterrâneo de água, conhecido como lençol de água ou lençol freático. É essa água subterrânea que sai pelos poços cavados pelo ser humano. É ela também que sai do solo nas chamadas nascentes de água mineral, comuns nas re­giões montanhosas onde chove muito. O ciclo da água é essencial à vida. É ele que faz com que os mananciais, isto é, as fontes naturais de água — rios, riachos, lagos e lençóis de água —, não desapareçam. A água passa para a atmosfera por meio da evaporação e da transpiração e retorna por meio da precipitação. As geleiras correspondem à maior quantidade de água doce, isto é, não salgada, do planeta. (Geleira na Argentina.)

Foto da pororoca no rio Araguari (no Amapá), que é uma grande onda de maré alta que invade a foz do rio, provocando intenso ruído ao se chocar com as águas que vêm descendo o rio. A palavra pororoca vem do tupi pororoka, que significa “estrondo”.

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Esquema simplificado do ciclo da água Vapor de água transportado dos oceanos para os continentes 36

Evaporação de rios, lagos, represas, reservatórios etc.

Evaporação direto dos vegetais (transpiração) 59

Evaporação dos oceanos 319

Oceano

Rio

36 Água que retorna do continente ao oceano

Lago Terra

Infiltração no solo

Fluxo subterrâneo Fonte: esquema elaborado a partir dos dados numéricos de s. Freeman. Biological Science. 4. ed. san Francisco: Benjamin Cummings. p. 1.095.

Os números indicam as quantidades relativas de água movimentadas anualmente pelo ciclo, expressas em quilogramas (kg). As setas exemplificam alguns dos caminhos percorridos pela água. O sol, que não aparece na figura, fornece o calor necessário para que algumas mudanças de estado físico da água aconteçam. (Representação fora de proporção.) ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • geleira

• granizo

• precipitação

• lençol

atmosférica • ciclo hidrológico ou ciclo da água

4

freático

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Precipitação sobre os continentes 95

Precipitação sobre os oceanos 283

Umidade do ar, orvalho e geada

Uma das etapas do ciclo da água é a evaporação da água de rios, lagos, oceanos etc. Portanto, o ar atmosférico contém vapor de água, ou seja, o ar contém umidade. Durante a noite, quando a temperatura cai bastante em relação ao dia, parte desse vapor encontra a superfície fria das folhas das plantas, dos vidros das janelas e dos carros, dos pisos cerâmicos da parte externa das casas. Aí ele sofre condensação — passa de gasoso para líquido — e forma as gotas de orvalho. Se a temperatura noturna for ainda mais baixa, o vapor de água pode esfriar tanto que passa para o estado sólido. Os pequenos cristais de gelo formados constituem a geada. Esse acontecimento pode causar a perda de lavouras, como às vezes ocorre em alguns locais, principalmente na Região Sul do Brasil. 46

Capítulo 16

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Assim, podemos dizer que o orvalho e a geada são manifestações decorrentes da presença de vapor de água no ar. Cada região do Brasil possui características próprias de umidade atmosférica. As cidades próximas do mar possuem sempre alta umidade do ar, graças à evaporação da água do oceano. Já algumas cidades do interior do país ficam com o ar muito seco, isto é, pouco úmido, nas épocas do ano em que chove pouco. Isso pode provocar sérios problemas à saúde das pessoas, como você perceberá ao ler o texto a seguir.

O orvalho se forma quando ocorre condensação de vapor de água presente na atmosfera, por redução da temperatura.

Em destaque

ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • umidade

do ar

• orvalho • geada

A geada é a formação de cristais de gelo a partir da água atmosférica devida a uma acentuada diminuição de temperatura.

A umidade do ar e a saúde

O ar que inspiramos entra em nosso organismo pelo nariz. em seguida, passa por uma sequência de tubos até chegar aos pulmões. todo esse caminho é conhecido como vias respiratórias. As partículas de poeira existentes no ar são retidas por pequenos pelos que existem dentro do nariz. As partículas menores conseguem passar por esses pelos, mas acabam grudando num líquido que contém água e reveste as vias respiratórias, sendo impedidas de chegar aos pulmões, onde seriam muito prejudiciais à saúde.

Pulmões

Pelas vias respiratórias (representadas em tom alaranjado), o ar que entra pelo nariz chega até os pulmões. (esquema em cores fantasiosas, empregadas para facilitar a visualização das estruturas.)

Quando o ar está muito seco, parte da água que existe nas vias respiratórias se evapora, o que provoca tosse e dificuldade para respirar. isso também facilita a entrada de poeira nas vias respiratórias e nos pulmões. A presença de vapor de água no ar é importantíssima para ajudar nosso organismo a respirar adequadamente. As épocas do ano em que o ar fica mais seco são aquelas em que, como consequência, ocorrem mais problemas respiratórios na população, principalmente em crianças e idosos.

As crianças e os idosos podem sofrer bastante com problemas respiratórios em épocas de ar seco. na foto, menina inalando vapor de água para umidificar as vias respiratórias.

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5 Localize páginas da internet que forneçam a umidade relativa para a sua região. Sugestões: • http://tempo.cptec.inpe.br • http://www.inmet.gov.br • http://br.weather.com • http://www.climatempo.com.br • http://jornaldotempo.uol.com.br Use essa informação para evitar atividades físicas ao ar livre quando a umidade estiver muito baixa (30%, ou menor), pois isso é muito prejudicial ao sistema respiratório.

Umidade relativa do ar

Quando a umidade relativa do ar é citada num jornal ou na tevê, esses meios estão informando o quanto o ar está próximo da sua capacidade máxima de conter vapor de água. Se a quantidade de vapor superar esse máximo, ocorrerá a condensação do vapor, ou seja, serão formadas gotinhas de água líquida. Digamos que certa quantidade de ar, na temperatura de determinado dia, possa conter no máximo 100 kg (cem quilogramas) de vapor de água. Se a quantidade de vapor de água existente nesse ar for 40 kg, dizemos que a umidade relativa é de 40% (lê-se “quarenta por cento”), ou seja, 40 em 100. Se a quantidade de vapor for 75 kg, a umidade relativa será de 75%, e assim por diante. Umidade relativa do ar = 75%

Umidade relativa do ar = 40%

Quantidade máxima de vapor de água que certa massa de ar pode conter (100 kg)

Quantidade de vapor de água presente (40 kg)

Quantidade máxima de vapor de água que certa massa de ar pode conter (100 kg)

6

Foto de reprodução do experimento de Isaac Newton no qual a luz branca se separa em cores ao passar por um prisma de vidro.

48

Quantidade de vapor de água presente (75 kg)

O arco-íris

Isaac Newton (1642-1727), cientista inglês, descobriu que a luz branca é formada por várias cores misturadas. Com um prisma de vidro ele conseguiu separar essas cores. Esse processo se chama dispersão da luz. As cores obtidas são as mesmas do arco-íris. Newton também elaborou um meio de conseguir o inverso, ou seja, “misturar” as cores do arco-íris e obter a luz branca. Ele pintou um círculo com as cores do arco-íris. A seguir, colocou o círculo em alta rotação. Nessas condições, o círculo passava a ser visto como branco.

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Use a internet

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Quando o disco gira muito rápido, o que os nossos olhos veem é a mistura de todas as suas cores. A partir desse experimento, feito com o chamado disco de Newton, também se pode concluir que a luz branca é a “mistura” das cores do arco-íris.

Saiba de onde vêm as palavras A origem da expressão “arco-íris” está na mitologia grega. Íris era a mensageira dos deuses para a humanidade. O arco-íris era a ponte pela qual ela vinha, do céu à terra. Íris foi representada na arte como uma jovem vestindo uma longa túnica branca e com asas douradas.

A experiência com o disco de newton pode ser feita por você. Pinte um disco de cartão branco com cada uma das cores que você vê no arco-íris. Atravesse o centro do disco com um lápis e coloque esse disco em rotação como se fosse um pião. mas atenção: como as cores usadas (canetinha, lápis de cor etc.) não são exatamente iguais às do arco-íris, normalmente o que se obtém é um bege, cinza ou amarelado.

Então, como se forma o arco-íris? A resposta está relacionada com o fato de que as gotas de água da chuva atuam como pequenos prismas. Quando a luz branca passa por dentro delas, é separada em várias cores. Assim, das muitas gotas de chuva saem raios de luz coloridos, alguns dos quais chegam aos nossos olhos, fazendo com que enxerguemos as cores do arco-íris.

Para que o arco-íris se forme é necessário que haja, ao mesmo tempo, chuva e luz do sol. esse fenômeno se deve à dispersão da luz pelas gotas de chuva, que atuam como se fossem prismas de vidro. (salvador, BA.)

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ORGAniZAÇÃO de ideiAs: MAPA CONCEITUAL Água encontrada nos estados físicos

sólido

líquido

Gasoso (vapor de água)

Arco-íris associada à formação de em forma de

neve

Precipitação

que envolve

Ciclo de água

que abastece

mananciais

ser humano importantes para o

Granizo que envolve a água presente em

Atmosfera

Oceanos

lagos

Rios

Use O QUe APRendeU 1. Após uma chuva, notamos que as poças de água que ficam nas ruas vão, lentamente, desaparecendo. O que acontece com a água? Para onde ela vai? Justifique suas respostas.

Poça na rua, secando após chuva.

50

subsolo

Geleiras

seres vivos

ATIVIDADE

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que participam do

Chuva

2. Quando um morador de uma cidade do Rio Grande do Sul toma um banho quente, nos dias mais frios do ano, ele percebe que o espelho do banheiro e o vidro do boxe ficam embaçados. Explique esse acontecimento.

Vidro de boxe de banheiro embaçado.

Capítulo 16

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3. Procure observar se a roupa seca mais rápido

12. Na temperatura de determinado dia, certa

no varal quando está ventando ou quando não está ventando. Escreva a resposta em seu caderno.

quantidade de ar pode conter até 100 kg de vapor de água (umidade), mas contém apenas 84 kg. Qual é a umidade relativa do ar nesse dia?

4. Lave as mãos. Sem enxugá-las, mantenha um dos braços imóvel e agite bastante o outro. Responda em seu caderno: qual das mãos seca mais rápido?

5. Que relação você vê entre as respostas dos dois exercícios anteriores?

6. O destino de toda a água que corre pelos rios

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é o oceano. Só o Rio Amazonas, por exemplo, despeja no Oceano Atlântico 180 mil toneladas de água por segundo! Por que, então, os oceanos não transbordam?

7. A água dos lagos está continuamente se evaporando. Por que, então, os lagos não secam?

8. Para fazer esta atividade, consulte o esquema da página 206, que mostra as quantidades relativas de água em cada uma das diversas partes do ciclo da água. a) Considere a quantidade de água que evapora dos oceanos e a que precipita sobre eles. Qual valor é maior? Qual é a diferença entre os dois valores? b) Considere a quantidade de água que evapora dos continentes e a que precipita sobre eles. Qual valor é maior? Qual é a diferença entre os dois valores?

13. Leia o seguinte texto: “A cidade de São Paulo decretou na tarde desta quarta-feira estado de atenção devido à baixa umidade relativa do ar, que se encontra em torno de 27%, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) — órgão da prefeitura responsável pela previsão meteorológica.” Fonte: UOL Notícias.

a) Como se lê (escreva por extenso) a indicação “27%”? b) O que significa dizer que a umidade relativa do ar é de 27%? c) O que você entende por “estado de atenção”?

14. Em um local muito frio, quando uma pessoa expira (solta ar), forma-se uma “fumacinha” branca. a) Do que é constituída essa “fumacinha”? b) Como ela se forma?

c) Qual é o significado da diferença calculada por você no item a? E a calculada no item b?

9. Seria possível chover se todo o ar da atmosfera terrestre fosse seco? Explique.

10. Cite um problema de saúde que pode ocorrer quando o ar está muito seco.

11. “Toda água que cai na forma de chuva veio da evaporação da água dos oceanos.” Diga se essa frase está certa ou errada. Justifique sua resposta.

A “fumacinha” sobre uma xícara de chá quente, em um local frio, forma-se por um processo semelhante ao acontecimento abordado na questão 14. Compare ambos os casos.

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eXPlORe diFeRentes linGUAGens

ATIVIDADE

A critério do professor, as atividades a seguir poderão ser feitas em grupos. QUADRINHOS

1. O personagem canino, impropriamente retratado com características humanas, estava impaciente com a demora em obter o que desejava. Ele usou um método para apressar uma mudança de estado físico. Que mudança de estado é essa?

2. Qual é a fonte de calor que estava provocando a mudança de estado desejada pelo personagem canino? 3. Qual é a fonte de calor usada pelo animal para apressar o processo?

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As atividades 1 a 3 são sobre a história em quadrinhos.

RELATO E INTERPRETAÇÃO

4. Pegue um saco plástico transparente (que não esteja rasgado nem furado) e envolva com ele uma planta de vaso. Prenda com fita adesiva a boca do saco plástico ao redor do caule da planta, como mostra o desenho. Dois dias depois, observe o conteúdo do saco e relate em seu caderno o que você observou. Escreva um pequeno texto que relacione sua observação ao ciclo da água, ressaltando a importância do fenômeno observado para esse ciclo.

Fita adesiva

Remova o saco com cuidado para não agredir a planta e encaminhe-o para reciclagem.

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Capítulo 16

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TIRINHA

As atividades 5 e 6 são sobre a tirinha.

A expressão “crise de liquidez”, que é empregada por profissionais da área de economia e de finanças, significa “falta de dinheiro em circulação”.

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A tirinha cria uma situação de humor porque dá a essa expressão um significado novo, que não tem relação alguma com o significado original.

5. Escreva, com suas palavras, qual seria a “crise de liquidez” a que se refere o personagem.

6. Qual é a mudança de estado físico envolvida na situação retratada pela tirinha? Qual é a possível causa dessa mudança?

7. As geleiras do topo das montanhas estão bem longe do oceano. Por que algum fator que afete o clima do planeta, tornando-o mais quente e derretendo as geleiras, pode causar o aumento do nível oceânico?

RELATO E INTERPRETAÇÃO

Antes de responder às perguntas de 8 a 11, faça o seguinte experimento:

• • •

Coloque água em um copo até a metade. O copo deve estar seco do lado de fora. Coloque três pedras de gelo dentro da água. Observe, durante pelo menos 15 minutos, a parte de fora do copo.

8. Relate o que você observou. Para enriquecer seu relato, você pode incluir desenhos esquemáticos.

mesmo que você observou no experimento. Como se chama esse acontecimento natural?

9. Explique o acontecimento observado, usando

11. Uma garrafa de refrigerante foi tirada da

corretamente o vocabulário científico.

10. Em algumas noites, em certas regiões, acontece — sobre as folhas das plantas e sobre as superfícies das janelas e dos carros — o

geladeira e deixada sobre a mesa por alguns minutos. Verificou-se que ela ficou coberta de gotas de água do lado de fora. Explique esse fenômeno em seu caderno. O caminho da água na natureza

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MAPA

12. Realize esta atividade baseando-se no mapa a seguir, obtido na internet, referente a um determinado dia. a) Encontre a localização aproximada de sua cidade no mapa e faça a leitura da umidade relativa do ar prevista para ela. b) Qual é o nome do estado em que fica a região com a menor umidade relativa prevista para esse dia? (Consulte um atlas ou a internet se necessário.) Brasil: Umidade Relativa do Ar %

OCEANO ATLÂNTICO EQUADOR

90 85 80 10°

75 70 60 50 40

20° PRICÓRNIO

TRÓPICO DE CA

30

23°27’

OCEANO

OCEANO

PACÍFICO

ATLÂNTICO

20

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95

30°

420 km 70°

60°

50°

40°

30°

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia.

Seu aprendizado não termina aqui Tente relacionar a água utilizada por você com o ciclo da água. De onde vem a água que chega à sua residência? Quais são os caminhos para a água (utilizada ou descartada) sair das residências? Que caminhos ela segue depois, em seu ciclo? Nas cidades com água encanada, cada casa tem seu medidor de consumo de água. Na grande

54

maioria dos edifícios, porém, ainda não há um medidor para cada apartamento — apenas um medidor geral. Por que será? Pesquise como são distribuídos os encanamentos hidráulicos na sua residência e analise o trajeto da água desde a entrada até a utilização ou descarte.

Capítulo 16

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ESTABELEÇA CONEXÕES ATIVIDADE

A critĂŠrio do professor, esta atividade poderĂĄ ser realizada em grupos.

No texto a seguir, faltam palavras designadas por đ?– , đ?–Ą, đ?–˘, đ?–Ł etc. precipitaçþes atmosfĂŠricas de ĂĄgua, por exemplo sob a forma de đ?–Ľ, đ?–Ś ou đ?–§.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

O ar tem vĂĄrias propriedades importantes como, por exemplo, oferecer đ?– aos movimentos e exercer đ?–Ą.

Durante a noite, parte do vapor de ĂĄgua da atmosfera pode mudar de estado fĂ­sico e se depositar sobre as superfĂ­cies que estĂŁo ao relento. As gotinhas de ĂĄgua formadas recebem o nome de đ?–¨. E, se forem formados cristais de gelo, dizemos que aconteceu uma đ?–Š.

O ar Ê formado por vårios componentes. O que estå presente em maior quantidade Ê o gås �. Em segundo lugar, vem o gås �, essencial para a nossa respiração e tambÊm para a combustão dos materiais. O gås � Ê um componente do ar presente em pequena quantidade, mas fundamental para a fotossíntese.

As mudanças de estado físico da ågua recebem nomes específicos. A � Ê a passagem de líquido para sólido. O inverso dela, a passagem de sólido a líquido, Ê a �. A mudança de líquido a vapor Ê a �, e o contrårio dela Ê a �.

No ar tambĂŠm hĂĄ vapor de ĂĄgua, que toma parte do ciclo hidrolĂłgico. Parte dos acontecimentos desse ciclo sĂŁo as

Escreva no caderno as palavras que faltam no texto. (Cada quadrinho indica uma letra. Algumas letras estĂŁo reveladas, como pistas. Outras estĂŁo numeradas, para uso a seguir.)

đ?– đ?–Ą đ?–˘ đ?–Ł đ?–¤ đ?–Ľ đ?–Ś đ?–§ đ?–¨ đ?–Š đ?–Ş đ?–Ť đ?–Ź đ?–­

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Agora, tambĂŠm no caderno, troque os nĂşmeros a seguir pelas letras correspondentes, descubra qual ĂŠ a pergunta e responda-a. Quando a 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 ĂŠ chamada de 12 13 14 15 16 17 18 19 ?

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Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano

7

º

ano

Capítulo 1

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CAPÍTULO

1

BIODIVERSIDADE

Filhote de bugio (Alouatta seniculus), um primata da Amazônia, região famosa pela variedade de formas de vida que abriga. O Brasil é um dos países com maior biodiversidade no mundo (comprimento total do corpo do filhote: 30 cm).

::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 7 – 1ª Prova – Mercado ..::

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MOTIVAÇÃO

O Brasil é “megadiverso”

“Ainda não se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. [...] até agora menos de 2 milhões foram classificadas e nomeadas. O Brasil é o mais importante dos dezessete países considerados “megadiversos” pela comunidade ambiental, nações que reúnem em seu território imensas variedades de espécies animais e vegetais. Sozinhos, os megadiversos detêm 70% de toda a biodiversidade global. São países como Colômbia, Peru, Indonésia e Malásia, que possuem grandes regiões de floresta úmida. Nenhum deles, porém, chega perto do Brasil. O Brasil abriga aproximadamente 20% de todas as espécies animais do planeta. Entre as espécies vegetais, uma em cada cinco está aqui. O cálculo da biodiversidade é feito através da quantidade de ecossistemas, espécies vivas, patrimônio genético e endemismo, ou seja, ocorrências biológicas exclusivas de uma região. O Brasil é o país com maior quantidade de espécies endêmicas. São 68 mamíferos, 191 aves, 172 répteis e 294 anfíbios. Porém, as atuais estatísticas sobre biodiversidade são baseadas apenas nas espécies conhecidas até hoje. A explicação para tamanha abundância de vida está na imensa extensão territorial e na grande variação de zonas climáticas distribuídas nos 8,5 milhões de quilômetros quadrados do território brasileiro. Entre elas estão a equatorial do Norte, a semiárida do Nordeste e a subtropical do Sul. O Brasil é dono de sete biomas, entre eles a maior planície inundável, o Pantanal, e a maior floresta tropical úmida do mundo, a Amazônia. Segundo o estudo “Amazon Alive!” da organização ambientalista internacional WWF, uma nova espécie foi descoberta a cada três dias na Região Amazônica entre 1999 e 2009. Os números comprovam que a Amazônia é um dos lugares de maior biodiversidade da Terra. Foram catalogados [somente nesse período] 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.”

ATIVIDADE

Certifique-se de ter lido direito A palavra bioma pode ser entendida como uma grande comunidade de seres vivos, adaptada às condições de certa região, e que tem uma vegetação que lhe é característica. A Floresta Amazônica é um exemplo de bioma. É o maior bioma do mundo, em tamanho e em número de espécies. Procure no dicionário qualquer palavra cujo significado você não esteja certo de conhecer.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Em destaque

Fonte: F. Pontual. O desafio de produzir sem deixar de preservar. Terra da Gente, Especial Biodiversidade, n. 79, p. 50.

DESENVOLVIMENTO DO TEMA 1

O que significa fazer uma classificação?

Imagine que você fosse o gerente de um supermercado. Como parte de sua atividade, deveria orientar os funcionários para que arrumassem as mercadorias nas prateleiras de modo que facilitasse aos consumidores encontrar o que procuram. Para isso, você teria de escolher um critério para separar as mercadorias e explicar esse critério aos funcionários. 58

Capítulo 1

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Você poderia separar os produtos pelo preço, pelo tipo de embalagem ou pela quantidade, em gramas; ou, ainda, pelo nome, em ordem alfabética. Outra possibilidade seria agrupar as mercadorias pela finalidade a que se destinam — limpeza, alimentação, vestuário, brinquedos, eletrodomésticos etc. Algumas maneiras de arrumar as mercadorias podem ser mais vantajosas que outras. Agrupar as mercadorias seguindo um critério escolhido é fazer uma classificação delas. Há muitas maneiras diferentes de organizar um supermercado. Cada uma tem suas vantagens e suas desvantagens. Uma coisa porém é certa: qualquer critério de classificação deve se basear na observação das características das mercadorias, pois são elas que permitem estabelecer a classificação.

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A variedade dos seres vivos

Desde pequenas, as crianças começam a perceber que há muitos tipos de seres vivos. Ao notar as diferenças entre eles e usar um nome diferente para cada um, a criança demonstra curiosidade em conhecê-los e, desde cedo, habilidade para agrupar e para distinguir os seres vivos de acordo com suas características. Ao crescer, muitas pessoas acabam perdendo essa curio­sidade, enquanto outras a mantêm. Os biólogos são cientistas que se preocupam em conhecer melhor os seres vivos e suas características. A Ciência estudada por eles é a Biologia. Uma parte muito importante no estudo dos seres vivos é conseguir perceber as semelhanças e as diferenças entre eles para, então, classificá-los. Um critério deve ser adotado. No entanto, há muitos critérios possíveis. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens.

Classificando os seres vivos Plantas e algas são autotróficos 3

Uma maneira de classificar os seres vivos seria pelo seu tamanho, ou pela letra inicial do nome ou, ainda, pela sua cor. Muitas outras maneiras diferentes poderiam ser elaboradas. Veremos algumas delas neste capítulo e nos seguintes. Um dos critérios que os biólogos escolheram diz respeito à maneira como o ser vivo obtém alimento. As plantas e as algas são exemplos de seres vivos que fazem fotossíntese. Esse é um processo pelo qual água e gás carbônico são transformados em açúcar (empregado como alimento) e gás oxigênio. Os seres vivos que são capazes de produzir seu próprio alimento são denominados auto­tró­ficos.

altura: até 20 m

As plantas produzem o próprio alimento por meio da fotossíntese. Na foto, folhas do açaizeiro, palmeira cujo fruto é o açaí.

comprimento: 30 cm

Animais são heterotróficos Os animais, diferentemente das plantas e das algas, não realizam fotossíntese. Por isso se alimentam de outros seres vivos. Os organismos que não produzem seu próprio alimento são chamados de heterotróficos.

Animais são heterotróficos. Papagaio comendo fruto de palmito juçara.

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Fungos são heterotróficos

ATIVIDADE

Seres vivos podem ser divididos em

Isso entra no nosso vocabulário! • autotrófico

ou autótrofo ou

Animais

• heterotrófico

Plantas

Fungos

Outros Serão mencionados no capítulo 3.

heterótrofo

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O conceito de espécie

Um pé de alface não dá tomates como fruto. Nem o tomateiro produz laranjas. Uma cadela não dá à luz gatos. Tampouco uma gata tem sapos como filhotes. De observações simples como essas surgiu a ideia de espécie de ser vivo: grupo de seres vivos que podem cruzar em condições naturais e originar descendentes férteis. Indivíduos de uma certa espécie geram descendentes que pertencem a essa mesma espécie. Um indivíduo de determinada espécie não pode nascer de um indivíduo de outra espécie. Uma espécie se distingue de outra pelas características comuns compartilhadas por seus indivíduos. 5 Saiba de onde vêm as palavras A palavra “autotrófico” vem do grego autós, por si próprio, e trophé, nutrição. Ela se refere ao ser que se nutre por si próprio. A palavra “heterotrófico” vem do grego hétero, outro, e trophé, nutrição. Ela se refere ao ser que se nutre de outros organismos.

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Fungos são heterotróficos. (Na foto, cogumelos sobre galho caído; diâmetro do maior: 15 cm.)

Os cogumelos não fazem fotossíntese e, portanto, não são autotróficos. Eles crescem sobre restos de matéria em decomposição, como folhas caídas, fezes e cadáveres, dos quais se alimentam. Logo, os cogumelos são heterotróficos. Os biólogos não colocam os cogumelos no grupo dos animais nem no das plantas. Eles são classificados como fungos. Além dos cogumelos, o grupo dos fungos inclui muitos outros seres, como é o caso dos bolores que crescem sobre as frutas e o pão. São conhecidos muitos seres vivos que não se encaixam no grupo dos animais, no das plantas ou no dos fungos, tais como as bactérias e as algas. Vamos mencionar os grupos que englobam esses outros seres vivos no capítulo 3.

Nome das espécies: o sistema de Lineu

O sistema de classificação dos seres vivos usado atualmente pelos biólogos é baseado no trabalho do cientista sueco Carolus Linnaeus (1707-1778), conhecido como Lineu. Ele passou boa parte da vida estudando os seres vivos, observando suas características e agrupando-os conforme suas semelhanças. Um mesmo ser vivo pode ser chamado por nomes diferentes, de acordo com o lugar. Para contornar esse problema, Lineu propôs que cada espécie fosse chamada por um nome constituído por duas palavras, ambas geralmente derivadas do latim ou do grego. (O latim é uma língua que foi falada no antigo Império Romano. Dele derivam muitas línguas atuais, como o português, o espanhol, o francês e o italiano.)

Capítulo 1

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Deve-se escrever a primeira palavra do nome de uma espécie com a inicial maiúscula e todas as outras letras minúsculas. A segunda palavra deve ser escrita com letras minúsculas. O nome todo deve estar destacado do restante do texto, sendo normalmente escrito em itálico — quer dizer, com aquelas letras inclinadas — ou sublinhado. O nome científico do gato doméstico, por exemplo, pode ser escrito como Felis catus ou Felis catus.

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comprimento: 56 cm

Ramphastos toco, o tucanuçu.

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comprimento: 46 cm

comprimento: 1 m

Ramphastos dicolorus, o tucano-de-bico-verde.

Chelonia mydas, a tartaruga-verde.

Gênero

Lineu reuniu as espécies que tinham muitas semelhanças em um grupo maior, chamado gênero. Assim, por exemplo, a onça-pintada, o leão, o tigre e o leopardo pertencem ao mesmo gênero, o gênero Panthera. Da mesma forma, o cão doméstico e o lobo são espécies diferentes, mas que pertencem ao mesmo gênero. No nome de uma espécie, a primeira palavra indica o gênero, e as duas palavras juntas indicam a espécie. A segunda palavra do nome da espécie, sozinha, não tem significado. Ela deve ser sempre escrita acompanhada do gênero, formando o nome da espécie. Assim, por exemplo, no caso do gato doméstico, Felis catus, o gênero é Felis. A espécie não é catus, mas sim Felis catus. comprimento: 1,7 m

comprimento: 2,5 m

comprimento: 2,8 m

Onça-pintada: Panthera onca.

Leão: Panthera leo.

Tigre: Panthera tigris.

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O comedor de formigas

Embora possam parecer complexos, os nomes científicos das espécies têm uma origem lógica. Vejamos, por exemplo, o caso do tamanduá: Myrmecophaga tridactyla. Essas palavras vêm do grego. O nome do gênero, Myrmecophaga, vem de myrmeco, formiga, e phaga, que se alimenta de. E a palavra tridactyla vem de tri, três, e daktylos, dedos. Na verdade, o tamanduá não tem só três dedos, mas três deles são mais desenvolvidos, dando essa impressão. Muitos dos nomes não científicos também têm origem lógica. “Tamanduá” vem do tupi tamonduá, que é composto de ta, formiga, e monduá, caçador.

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comprimento do focinho à cauda: 2,2 m

O formato do focinho e a comprida língua do tamanduá-bandeira permitem que ele alcance formigas em locais pouco acessíveis. (Mato Grosso do Sul.)

Diferenças individuais em uma espécie

Mesmo dentro de uma determinada espécie, os indivíduos não são exatamente iguais. Veja, por exemplo, o caso da espécie humana. Todos os seres humanos pertencem à mesma espécie, mas existem notáveis diferenças de uma pessoa para outra. Apesar de possuírem características individuais eventualmente bem distintas, existe a possibilidade de que um homem e uma mulher, não importa em qual lugar do mundo tenham nascido, deem origem a descendentes. Estes, por sua vez, também poderão ter descendentes, que também pertencerão à espécie humana. Outro exemplo em que podemos observar as diferenças individuais com facilidade é no caso dos cães domésticos: todos pertencem à mesma espécie, apesar da grande diversidade de aspectos. Variação nas características individuais é algo que acontece em todas as espécies.

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Em destaque

Todos os seres humanos pertencem à mesma espécie: Homo sapiens. Os membros dessa espécie, como os de qualquer outra, apresentam diferenças individuais.

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Capítulo 1

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Em destaque

A classificação dos seres vivos envolve outras categorias

Apenas para que você tenha uma noção, além de gênero e espécie, os biólogos utilizam outras categorias para agrupar os seres vivos. Uma ou mais espécies formam um gênero. Um ou mais gêneros constituem uma família. Uma ou mais famílias compõem uma ordem. Uma ou mais ordens constituem

uma classe. Uma ou mais classes formam um f ilo. Vários filos são reunidos em um reino. Um ou mais reinos constituem um domínio. Neste livro, nossa atenção estará voltada para os conceitos de espécie e reino. Os reinos de seres vivos serão apresentados no capítulo 3.

Domínio (Eukarya, eucariotos) Reino (Animalia, animais)

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Filo (Chordata, cordados) Classe (Mammalia, mamíferos)

(Imagem dos seres vivos sem proporção entre si.)

Ordem (Primates, primatas) Família (Hominidae, hominídeos) Gênero (Homo) Espécie (Homo sapiens)

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O ser humano (Homo sapiens) dentro da classificação dos seres vivos. (Os nomes em itálico vêm do latim ou do grego.) Fonte do esquema: C. Belk e V. Borden. Biology: Science for life. 2. ed. Upper Saddle River: Prentice Hall. p. 235.

Biodiversidade

Você já tinha ouvido falar em biodiversidade? Provavelmente já, pois essa palavra vem sendo cada vez mais usada. Mas o que ela significa? Biodiversidade é a palavra usada para expressar a variedade de espécies de seres vivos que existem em nosso planeta (ou em uma região em particular), a variedade de aspectos que existem dentro de uma mesma espécie e também a complexidade das interações entre as diversas espécies de uma região. A variedade de formas de vida é muito importante, por diversas razões. Veja, por exemplo, o caso dos seres vivos decompositores. A vida seria impossível sem eles, pois decompõem fezes e organismos mortos, liberando no ambiente, na forma de nutrientes, os materiais neles presentes, que, agora, podem ser utilizados pelas plantas. Muitos animais, algas e plantas constituem fontes de alimento para nós e para outros animais. As algas e as plantas, além de serem o começo das cadeias alimentares, são importantes fontes de substâncias que atuam como medicamentos.

ATIVIDADE

Para discussão em grupo O ser humano depende da biodiversidade? Por quê? Que motivos temos para conservá-la?

ATIVIDADE

Trabalho em equipe Redigir uma (simulação de) carta a uma autoridade federal (deputado, senador ou presidente) expondo a importância de conservar a biodiversidade de um determinado ambiente e as razões que justificam tal preocupação.

Biodiversidade

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A cura do câncer e da aids: esperanças destruídas?

Ninguém sabe ao certo quantas espécies de seres vivos existem em nosso planeta, pois nem todas as espécies foram descobertas. O número de espécies que já foram catalogadas não chega a 2 milhões. É muito difícil ter o número exato, pois, além de esses dados estarem espalhados por muitos jornais de circulação no meio científico, a cada dia várias novas espécies são identificadas e catalogadas. As estimativas sobre quantas existem ao todo variam muito. Há quem diga que podem existir 100 milhões de espécies diferentes na Terra, mas as opiniões frequentemente convergem para algo em torno de 10 milhões. O ser humano, com suas intervenções no ambiente, está destruindo cada vez mais espécies. Muitas foram destruídas antes de serem descobertas e estudadas pelos cientistas. E se alguma dessas continha as substâncias para curar a aids ou o câncer? Uma vez que elas desapareceram, jamais se saberá!

ATIVIDADE

Em destaque

Tema para pesquisa Existem espécies em risco de extinção no Brasil? Em caso afirmativo, dê exemplos delas.

Use a internet Um estudo recente estima que o número total de espécies é de 8,7 milhões, com incerteza de 1,3 milhão, para mais ou para menos. Para você ler o que a imprensa divulgou sobre o estudo, dê uma busca pela expressão “8,7 milhões de espécies”.

Como a biodiversidade está ligada à diversidade cultural?

“Desde que surgiram, os seres humanos modelaram e administraram a biodiversidade e o mundo natural, [...] ecossistemas e paisagens. As culturas, por sua vez, foram moldadas por seus ambientes naturais. Hoje, as comunidades indígenas e locais frequentemente desempenham um papel fundamental na conservação da biodiversidade, mantendo sistemas complexos de conhecimento e prática. Seus territórios, muitas vezes em áreas protegidas, estão entre os mais biologicamente diversos do planeta: cobrem até 24% da superfície terrestre e contêm 80% dos ecossistemas ainda saudáveis.”

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Em destaque

Fonte: A. Candau. Tudo o que você sempre quis saber sobre biodivesidade. Unesco/Planeta, n. 458.

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ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • espécie • gênero • biodiversidade • extinção

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de uma espécie

O que é extinção de uma espécie?

Quando o último indivíduo de uma espécie morre, tal espécie foi extinta. Nunca mais existirá um indivíduo vivo que pertença a essa espécie. A extinção de uma espécie pode ocorrer por causas naturais, como mudanças climáticas, aparecimento de novas doenças, incêndios naturais, erupções vulcânicas, secas e enchentes. Contudo, a principal razão para a grande extinção de espécies que vem ocorrendo atualmente é a alteração radical do meio ambiente pelo ser humano. Um dos principais exemplos dessa alteração é o desflorestamento de extensas áreas, por meio de queimada e corte, para o crescimento das cidades ou para a agricultura e a pecuária.

Capítulo 1

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Além disso, a introdução de espécies em ambientes em que elas não ocorrem naturalmente (que, nesse caso, são conhecidas como espécies invasoras ou espécies exóticas), a caça predatória, o tráfico de animais e a poluição do ar, da água e do solo também contribuem para a perda de várias espécies. Quando os indivíduos vivos de uma espécie correm risco de desaparecer da natureza dentro de pouco tempo, dizemos que a espécie está ameaçada de extinção. Nesses casos, se não forem tomadas providências, é bastante provável que a extinção da espécie aconteça. Muitas espécies estão ameaçadas por causa da caça ou da pesca predatórias realizadas pelo ser humano. Outras estão em perigo em consequência da destruição do ambiente natural em que vivem.

ORGANIZAÇÃO DE IDEIAS: MAPA CONCEITUAL Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Seres vivos formam diferentes

Biodiversidade

que mostram a

que recebem um

Espécies

Nome científico

reunidas em

Gêneros que formam grupos maiores

Plantas que são seres

Animais

Fungos

que são

Autotróficos

que são

Heterotróficos

USE O QUE APRENDEU

Outros Serão mencionados no capítulo 3.

ATIVIDADE

1. Que motivos levam os biólogos a classificar

3. Um ouriço-do-mar aparece na foto a seguir. Na

uma roseira como planta e não como animal?

parte de baixo de seu corpo, que não aparece na foto, há uma boca que permite a ele ingerir algas como alimento. O ouriço-do-mar tem o corpo revestido de espinhos e possui muitos pequenos pés que lhe permitem uma lenta locomoção pelo fundo do mar.

2. Uma anêmona -do -mar aparece na foto ao lado. Anêmona-do-mar com 10 cm de diâmetro.

Ela é dotada de tentáculos que possuem estruturas que permitem imobilizar ou matar pequenos peixes que lhe servem de alimento. Com base nessas informações, responda em seu caderno: a) A anêmona-do-mar é um ser auto trófico ou hetero trófico? b) Trata-se de um animal ou de uma planta?

Ouriço-do-mar com 7 cm de diâmetro.

Conhecendo essas características, é mais correto classificar o ouriço-do-mar como um animal ou como uma planta? Explique. Biodiversidade

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4. Os musgos são organismos que vivem em lu-

5. A população mundial está crescendo conti-

gares úmidos e formam “tapetes” verdes sobre rochas, barrancos e troncos de árvores. Embora vivam em locais com sombra, eles dependem da iluminação, pois realizam fotossíntese.

nuamente. Esse crescimento ameaça a biodiversidade? Justifique sua resposta.

Responda em seu caderno: a) O s musgos são autotróficos ou heterotróficos?

não descobertas ou não estudadas pelos cientistas, que podem conter substâncias capazes de combater diversas doenças. Se uma planta não contiver substâncias que possam atuar como medicamento, pode-se dizer que essa espécie não tem valor e não precisa mais ser preservada? Explique.

7. Imagine que uma espécie de animal que não é naturalmente encontrada em certo local seja introduzida nesse ambien te pelo ser humano. Essa espécie invasora pode se transformar numa praga nesse ambiente em que foi introduzida? Por quê?

b) Os musgos devem ser classificados como fungos, como animais ou como plantas?

EXPLORE DIFERENTES LINGUAGENS

ATIVIDADE

A critério do professor, as atividades a seguir poderão ser feitas em grupos. TEXTO JORNALÍSTICO

As atividades 1 a 7 referem-se ao texto O Brasil é “megadiverso”, apresentado na abertura deste capítulo.

1. O conceito de biodiversidade é central para a compreensão do texto. O que se entende por biodiversidade?

2. O que o texto chama de país “megadiverso”? 3. Quais são os países citados como exemplos de “megadiversos”? Desses exemplos citados, quais se encontram na América do Sul? Se necessário, consulte um atlas ou outra fonte de informação.

4. Procure o trecho em que o texto explica o que é endemismo de espécies, interprete-o e, a seguir, responda: O que significa dizer que determinada espécie de ser vivo é endêmica no Brasil?

5. Uma informação apresentada é de que 68 espécies de mamíferos, 191 de aves, 172 de répteis e 294 de anfíbios são endêmicas em nosso país. Podemos concluir que, além desses, 66

não há no Brasil outros mamíferos, aves, répteis e anfíbios? Explique.

6. Segundo a autora, o Brasil tem sete biomas, e dois deles são mencionados. (A explicação do que é bioma é dada no quadro que aparece junto do texto.) Quais são os dois biomas mencionados? Pesquise quais são os outros cinco (sugestões: portal do Ministério do Meio Ambiente, http://www.mma.gov.br, e portal do Instituto Chico Mendes, http://www. icmbio.gov.br).

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Musgos sobre rochas, em local úmido.

6. Provavelmente existem muitas plantas, ainda

7. Indique no caderno qual das seguintes ideias está presente no texto. A – Os cientistas finalmente conseguiram ter certeza do número total de espécies de seres vivos que há na Terra. B – A explicação para a biodiversidade brasileira é o clima, que quase não varia em toda sua extensão. C – O Brasil é o país com o maior número de espécies endêmicas. D – Só recentemente as espécies brasileiras foram estudadas e catalogadas.

Capítulo 1

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TIRINHA

As atividades 8 e 9 referem-se à tirinha a seguir, que propõe uma situação fictícia.

8. O cruzamento entre uma pomba e um papagaio não ocorre em ambiente natural. Interprete essa informação utilizando o conceito de espécie de ser vivo.

9. Mesmo que esse cruzamento fosse tentado em laboratório, de modo artificial, é de se esperar que os

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descendentes não sobreviveriam ou, se sobrevivessem, não seriam férteis. Com base em que é possível fazer essa previsão? TRECHO DE DISCURSO

10. Durante um discurso, um político de um país desenvolvido teria dito: “Ser a favor da natureza é ser contra o progresso!”. Escreva um texto em seu caderno expres sando sua opinião sobre essa fala do político. TRECHO DE ENTREVISTA

11. Durante uma entrevista, o presidente de uma Organização Não Governamental (ONG) voltada para a conservação ambiental afirmou: “Uma das formas de ajudar a conservar a biodiversidade é conversar com as pessoas sobre problemas como poluição e desma tamento.” Explique de que maneira conversar com as pes soas sobre esses problemas pode ajudar na conservação da biodiversidade. TEXTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

Vida de borboleta “Espécie que vive apenas no Brasil está ameaçada de extinção [...] Há milhares de borboletas no mundo. Mas algumas delas só ocorrem no Brasil. É o caso da borboleta-da-praia. Seu corpo alongado sustenta quatro belas asas negras e brancas, com desenhos avermelhados. Mas antes de se transformar neste belo animal [...], que visita flores e embeleza a paisagem, ela tem uma longa história de vida para contar.

Tudo começa com a postura dos ovos, cerca de cem, que a borboleta-da-praia põe sobre as folhas de uma trepadeira conhecida como jarrinha. Quando esses ovos eclodem, sai de cada um deles uma lagarta, que se alimenta das folhas da jarrinha. Após 60 dias, a lagarta para de comer e tece um casulo em torno de si, transformando-se em pupa. Dentro do casulo ocorre um Biodiversidade

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12. Utilize as informações dadas no terceiro parágrafo para fazer uma estimativa do tempo total de vida do inseto mencionado.

13. O texto informa que a borboleta-da-praia está ameaçada de extinção. Explique o que significa estar ameaçado de extinção.

14. A borboleta-da-praia corre esse risco porque outro ser vivo também está ameaça-

praia, onde a jarrinha também cresce, estão acabando por dar lugar a condomínios de casas e apartamentos. Além disso, a espécie foi, ao longo da história, caçada para compor quadros e outros objetos decorativos. Não seria muito melhor se a borboleta-da­‑praia pudesse voar livremente?” Fonte: S. F. Bruno e A. L. Mello (UFF). Ciência Hoje das Crianças, n. 217.

envergadura das asas: 4,5 cm

Borboleta-da-praia (Parides ascanius).

do. Que ser vivo é esse e por que ele está ­ameaçado?

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fenômeno conhecido como metamorfose. Em três semanas, uma linda borboleta surge de seu interior. Seu ciclo de vida é breve: termina logo após a reprodução e postura dos ovos, o que leva em média 25 dias. Quer saber por que a borboleta-da-praia só coloca os seus ovos em folhas e galhos da jarrinha ou bem próximos a ela? Porque essa planta possui uma substância chamada lantanina, que, apesar de ser bastante tóxica para outras espécies, mais tarde se torna o escudo protetor do animal na natureza. As lagartas, ao se alimentarem da planta, armazenam a lantanina em seu corpo, e a substância permanece no organismo do animal mesmo depois de se transformar em borboleta. Os animais que gostam de comer borboletas, como alguns pássaros, evitam comer essa espécie, pelo horrível e inesquecível sabor amargo de seu corpo. Assim, ela está protegida dos predadores. Mas é por depender exclusivamente da jarrinha para garantir sua reprodução que a borboleta-da-praia corre risco de extinção. As planícies úmidas do estado do Rio de Janeiro – como brejos e pântanos onde esta planta se desenvolve – têm sofrido grandes transformações, principalmente pela destruição da vegetação nativa dessas baixadas. Para piorar, as áreas de restinga próximas à

15. Que relacionamento há entre a borboleta-­ -da-praia e a espécie citada na resposta anterior, que faz com que o risco sofrido por esta última ameace também a borboleta?

16. Há outro motivo, também mencionado no texto, que contribui para colocar a borboleta- -da-praia em risco. Qual é ele?

Seu aprendizado não termina aqui Jornais e revistas estão sempre noticiando situações criadas pelo ser humano que colocam em risco a biodiversidade. Preste atenção a essas notícias. Estar informado é possuir ­argumentos que podem ser utilizados para tentar conscientizar outras pessoas sobre a importância de conservar a biodiversidade, entre outras questões.

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Capítulo 1

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Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano

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º

ano

Capítulo 7

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CAPÍTULO

7

SISTEMA ENDÓCRINO

A adrenalina é um hormônio descarregado na corrente sanguínea em situações de medo, ainda que a pessoa tenha escolhido voluntariamente passar por elas, como acontece nos parques de diversão. neste capítulo estudaremos os hormônios e o sistema endócrino, responsável por sua produção.

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motivação

Incidência de diabete subirá 54% até 2030

“[…] Estima-se que, no mundo, o crescimento [da população com diabete] nos próximos 20 anos deverá ser de 54%, segundo a Federação Internacional de Diabete. De 284 milhões, o total de portadores [deve] subir para 439 milhões até 2030. Ironicamente, a concentração no aumento de casos deve se dar em países emergentes como o Brasil, segundo Roger Mazze, diretor do Centro Internacional de Diabete […]. […] Segundo dados do Ministério da Saúde, 5,8% dos brasileiros com mais de 18 anos têm diabete tipo 2, o equivalente a 7,6 milhões de pessoas. Mas, segundo associações de portadores, o número ultrapassa 12 milhões se considerados aqueles que convivem com a doença sem saber.

A boa notícia é que o diabete tipo 2 – que corresponde a mais de 90% dos casos no País – pode ser evitado. ‘Estudos recentes mostram que a adoção de hábitos saudáveis pode prevenir ou, no mínimo, retardar o aparecimento da doença e torná-la menos grave’, afirma Antonio Carlos Lerário, da Sociedade Brasileira de Diabetes. Para ele, a explosão nos casos de diabete acompanha o aumento da obesidade. ‘Tem o fator genético, mas ele sozinho não explica.’ O aumento da expectativa de vida no País também contribui. ‘Aquele paciente que deixou de morrer de tuberculose aos 40 anos vai ser um portador de doença crônica aos 60.’” Fonte: G. Chacra e K. Toledo. O Estado de S. Paulo. 14 nov. 2010, p. A28.

Neste capítulo você irá aprender um pouco sobre o sistema endócrino e, como consequência, poderá entender o que é a diabete melito, em que diferem seus dois tipos (chamados tipo 1 e tipo 2) e como pode ser controlada para não oferecer sérios riscos aos seus portadores.

desenvolvimento do tema

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Em destaque

O controle das funções do corpo Dois sistemas coordenam funções do corpo 1

Nosso corpo apresenta muitas e complexas estruturas que, atuando em conjunto, são responsáveis pela manutenção da saúde e do bem-estar. Para que a atuação de todas as partes do corpo seja harmoniosa, é necessária a coordenação de suas atividades, função desempenhada pelo sistema nervoso (capítulo 6) e pelo sistema endócrino. O modo de controle utilizado por ambos os sistemas é diferente, e a velocidade de comunicação entre as diversas partes do corpo também. O sistema nervoso estabelece essa comunicação por meio de uma rede de nervos. Quando um impulso nervoso é enviado pelos nervos, chega ao destino e desencadeia uma ação em milésimos de segundo. É uma comunicação rápida e direcio­na­da a uma parte específica do corpo, músculo ou glândula. 72

Capítulo 7

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O sistema endócrino utiliza hormônios “Hormônio” vem do grego hormôn, que significa pôr em movimento, excitar.

Glândulas: exócrinas e endócrinas

Corrente sanguínea

Célula de glândula endócrina

Célula sensível ao hormônio

Ducto

Glândula sudorípara

Glândula sebácea

Pelo Epiderme

A palavra glândula designa órgãos especializados em produzir e liberar substâncias, quer sejam para uso interno do corpo quer para excreção ao meio externo. As glândulas exócrinas possuem ductos (canais), por meio dos quais descarregam, no exterior do corpo ou em cavidades internas a ele, as substâncias que produzem. Nossa pele, por exemplo, possui dois tipos de glândulas exócrinas: as glândulas sudoríparas, produtoras de suor, e as glândulas sebáceas, produtoras de material oleoso protetor da pele. Em ambas, o material produzido é despejado no meio externo por ductos (esquematizados na figura ao lado). As glândulas salivares também são exemplos de glândulas exócrinas. Elas produzem a saliva, que, por meio de ductos, é liberada na cavidade bucal. Já as glândulas endócrinas não possuem ductos e liberam as substâncias que produzem, os hormônios, diretamente na corrente sanguínea, que os transportará até os locais em que atuarão. Essa atuação está representada na figura abaixo.

Ducto (pequeno espaço ao redor do pelo)

Derme

2

Saiba de onde vêm as palavras

Tecido adiposo (gorduroso)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

O sistema endócrino não usa nervos nem impulsos nervosos. Esse sistema utiliza a corrente sanguínea como meio de transporte para substâncias específicas, os hormônios. Pelo sangue, os hormônios espalham-se por todo o corpo, chegando a todas as suas células. Desencadeiam, porém, reações apenas nas células sensíveis a eles. A comunicação por meio de hormônios é um pouco mais demorada que por impulsos nervosos. De fato, os efeitos de um hormônio levam segundos ou minutos para serem desencadeados. Apesar de mais demorada, essa comunicação pode atingir grande quantidade e grande variedade de células, não apenas células de músculos ou de outras glândulas, e pode ter efeito duradouro. O sistema nervoso e o endócrino atuam em conjunto, muitas vezes de forma interligada, permitindo ao corpo adaptar-se a variações externas do ambiente e manter as condições internas razoavelmente constantes e adequadas ao funcionamento saudável do organismo.

Glândulas exócrinas

Tanto as glândulas sudoríparas quanto as sebáceas são exócrinas. (Ilustração esquemática, em corte, fora de proporção e em cores fantasiosas.)

Hormônio

As glândulas endócrinas produzem hormônios e os liberam no sangue. (Representação esquemática, fora de proporção e em formas e cores fantasiosas.)

Sistema endócrino

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Objeto digital

Sistema endócrino

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O sistema endócrino

O sistema endócrino é formado pelas glândulas endócrinas, entre as quais estão a hipófise, a pineal, a tireoide, as paratireoides e as suprarrenais. Além das glândulas endócrinas, há outros órgãos do corpo que, apesar de não atuarem exclusivamente como glândulas endócrinas, possuem células endócrinas, que produzem e liberam hormônios. É o caso do pâncreas, do hipotálamo (região do encéfalo), dos testículos e dos ovários. Tais órgãos também fazem parte do sistema endócrino, como mostra a ilustração seguinte.

Glândula pineal – produz hormônio que afeta o relógio biológico, isto é, o ciclo natural do corpo de atividade e repouso (ritmo circadiano).

Glândula tireoide – libera hormônios, entre os quais a tiroxina, que controla a velocidade do metabolismo (atividade) das células, o desenvolvimento e o funcionamento de vários órgãos.

Glândula hipófise (anteriormente denominada pituitária) – é considerada a glândula-mestra, pois seus hormônios influenciam e controlam a atividade de várias outras glândulas.

Glândulas paratireoides (são quatro, duas de cada lado, na parte posterior da tireoide) – seu hormônio influencia a concentração de cálcio no sangue; o cálcio é essencial, entre outras coisas, para o funcionamento dos músculos, a coagulação sanguínea e a saúde óssea.

Glândulas suprarrenais (são duas) – produzem vários hormônios, entre os quais a adrenalina, que é liberada em situações de medo, tensão e estresse.

Na mulher

Ovários ou gônadas femininas (são dois) – produzem a progesterona e um conjunto de hormônios chamados estrógenos; a progesterona e os estrógenos são os hormônios sexuais femininos.

Pâncreas – produz, entre outros, o glucagon e a insulina, que atuam na manutenção da concentração normal de glicose no sangue.

No homem

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Hipotálamo (faz parte do encéfalo) – produz vários hormônios que influenciam a glândula hipófise.

Testículos ou gônadas masculinas (são dois) – produzem um conjunto de hormônios sexuais masculinos, os andrógenos, entre os quais se destaca a testosterona.

O sistema endócrino é formado por órgãos que produzem e liberam hormônios, seja essa sua função exclusiva (glândulas endócrinas) ou não (pâncreas, hipotálamo e gônadas, por exemplo). Essa ilustração esquemática e em cores fantasiosas dá uma noção da localização interna de alguns dos órgãos do sistema endócrino. Fonte: C. Starr et al. Biology: the unity and diversity of life. 12. ed. Belmont: Brooks/Cole. p. 599. ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • glândula

• sistema

• glândula

• hormônio

exócrina • glândula endócrina

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endócrino

Capítulo 7

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4

Exemplo de atuação hormonal: a adrenalina

Ao lado está esquematizado, num mapa conceitual, o mecanismo de atuação dos hormônios na regulação da atividade das células sobre as quais atuam, as “células-alvo”.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Adrenalina é liberada ao levarmos um susto Um exemplo muito interessante da atuação hormonal pode ser percebido por você quando leva um susto. Vamos supor que você esteja andando distraidamente pela rua e, ao passar em frente ao portão de uma casa, um enorme cachorro avance latindo em sua direção. Muito antes de perceber que entre você e ele há um portão fechado e que o animal não conseguirá feri-lo, seu corpo exibe uma série de sinais decorrentes da descarga de adrenalina no sangue. Sob efeito da adrenalina, hormônio produzido pelas duas glândulas suprarrenais, o coração bate mais rápido, o ritmo respiratório aumenta, as contrações dos músculos ficam mais potentes e o corpo fica menos sensível ao cansaço. Isso é uma preparação para uma resposta rápida e intensa como fugir ou brigar. O fluxo de sangue para os intestinos e para a bexiga urinária é reduzido, pois atividades como digestão e excreção podem esperar até que o perigo passe. Você empalidece, porque o sangue flui menos para a pele e mais para os músculos, onde é necessário para supri-los de gás oxigênio durante a fuga ou a luta. Não importa se você não vai fugir do cão nem brigar com ele. Seu corpo exibiu uma resposta automática: a descarga de adrenalina no sangue.

Órgão do sistema endócrino produz

Hormônio que é liberado na

Corrente sanguínea

atua em

“Células-alvo”, às vezes distantes que exibem

Reações em resposta ao hormônio

Saiba de onde vêm as palavras “Adrenal” vem do latim ad, junto, e renalis, dos rins. As glândulas suprarrenais, anteriormente chamadas glândulas adrenais, ficam acima dos rins (veja a ilustração da página 142). A palavra “adrenalina” tem a mesma origem, como referência à glândula que a produz. Esse hormônio também é chamado de epinefrina, do grego epí, sobre, em cima, e néphrós, rim.

A duração dos efeitos hormonais é variável Alguns minutos depois, o susto terá passado. Cessados os efeitos da adrenalina, tudo voltará ao normal: a pulsação, a respiração, a cor da pele etc. Esse é um exemplo de atuação hormonal que dura poucos minutos. Há, por outro lado, hormônios que desencadeiam respostas bem mais duradouras. É o caso, por exemplo, do hor mônio do crescimento. Ele é produzido pela hipófise (glândula anteriormente denominada pituitária) e controla o crescimento dos ossos e a produção de proteínas, regulando, assim, o aumento da estatura até atingir o tamanho adulto.

A chinesa Yao Defen teve crescimento acentuado do corpo em razão da liberação exagerada do hormônio do crescimento pela hipófise. Ela tinha 2,36 m de altura (faleceu em 2012).

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A tireoide e o bócio

Vértebra

A tireoide é uma glândula situada na base do pescoço. Entre os hormônios produzidos por ela está a tiroxina, que tem efeito sobre a maioria das células do corpo, controlando o metabolismo, conjunto das atividades realizadas pela célula. A tiroxina tem papel marcante na manutenção da pressão arterial, da frequência cardíaca, da atividade muscular e de funções digestórias e reprodutivas. A importância da atuação da tireoide é claramente percebida nas pessoas que apresentam distúrbios nessa glândula, os quais a fazem produzir quantidades anormais de tiroxina.

Traqueia

Hipotireoidismo

Língua Epiglote

Glândula tireoide

Esquema da localização da glândula tireoide. (Corte parcial. Cores fantasiosas.) Fonte: P. Köpf-Maier. Atlas de Anatomia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. p. 40, 84, 112.

Quando a tireoide produz pouca tiroxina, fala-se em hipotireoidismo. A velocidade do metabolismo diminui muito, ou seja, as células passam a trabalhar em baixa velocidade. Adultos com hipotireoidismo frequentemente são obesos, têm a pele seca, são intolerantes ao frio e apresentam lentidão em atividades físicas e mentais. Em crianças, os efeitos do hipoti­ reoidismo são ainda mais sérios, pois a tiroxina é fundamental no desenvolvimento dos ossos e das células nervosas. Crianças que nascem com hipotireoidismo, se não receberem tratamento apropriado, podem ter pequeno desenvolvimento do esqueleto e atraso mental. O hipotireoidismo pode ser consequência de distúrbios da própria glândula ou então da falta de um nutriente mineral na dieta, o iodo. Neste último caso, a glândula trabalha demais para tentar produzir a tiroxina, mas não consegue porque falta a “matéria-prima”, o iodo. Essa intensa atividade resulta num aumento da tireoide, conhecido como bócio (veja na foto abaixo). No Brasil e em vários outros países há leis que obrigam os fabricantes de sal de cozinha a acrescentar iodo ao sal a fim de reduzir a incidência de bócio na população. A

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

5

Boca

B

A O bócio caracteriza-se por um crescimento exagerado da tireoide.

B A lei que exige o acréscimo de iodo ao sal de cozinha visa evitar a ocorrência de bócio como consequência da falta desse nutriente na dieta.

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Capítulo 7

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Hipertireoidismo Quando distúrbios da tireoide fazem essa glândula entrar em atividade exagerada e produzir muita tiroxina, a pessoa passa a sofrer de hipertireoidismo. O doente tem o metabolismo acelerado, torna-se agitado e irritado, perde massa corporal, desenvolve alta pressão arterial, sua em abundância e pode ter considerável aumento da temperatura corporal. O hipertireoidismo também pode conduzir ao bócio. ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • adrenalina

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

6

• tireoide

• bócio

O pâncreas e o controle da glicose no sangue

Um nutriente muito importante para nós é a glicose. Esse carboidrato pode ser obtido diretamente de alguns alimentos, como a uva. Também pode ser obtido do açúcar comum (açúcar de cana) e do amido (presente por exemplo no pão, nas massas, na batata, na mandioca), pois a digestão desses nutrientes produz glicose. A glicose é uma fonte de energia para as células, que a utilizam na respiração celular. Algum tempo após a ingestão de carboidratos, a glicose entra na corrente sanguínea. No fígado (e, em menor quantidade, nos músculos), parte dela é convertida em glicogênio, que é a substância que o corpo produz para “armazenar” glicose. Quando a glicose é necessária no sangue, o glicogênio é transformado novamente em glicose, que é liberada na circulação.

Não confunda respiração celular com respiração pulmonar Se necessário, releia o texto da página 100 para recordar essa importante diferença.

Glicose quando necessário convertido novamente em

armazenada na forma de

Glicogênio

A concentração de glicose no sangue não pode ser muito elevada (hiperglicemia) nem muito baixa (hipoglicemia). A hiperglicemia pode provocar, com o tempo, problemas na visão e nas artérias. A hipoglicemia põe em risco o suprimento de energia para as células, o que é especialmente perigoso para os neurônios, que são muito dependentes de glicose. A hipoglicemia pode provocar tonturas, desmaios e até convulsões, estado de coma e morte. Sistema endócrino

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Atuação da insulina O pâncreas libera dois hormônios que, atuando em conjunto, regulam a concentração de glicose no sangue. Um desses hormônios é a insulina, produzida por algumas células do pâncreas e liberada quando a concentração de glicose no sangue está muito alta. Esse hormônio estimula a transformação de glicose em glicogênio. Dessa forma, favorece o armazenamento de glicose e permite reduzir a concentração desse carboidrato no sangue. A insulina também atua em muitos tipos de células do organismo, particularmente as musculares, estimulando a entrada de glicose nelas. O efeito da insulina coloca glicose à disposição da respiração celular, já que estimula sua entrada nas células.

ATIVIDADE

Para fazer no seu caderno

O outro hormônio envolvido na regulação da concentração de açúcar no sangue é o glucagon, produzido por outras células do pâncreas quando a concentração sanguínea de glicose está muito baixa. O glucagon estimula a conversão de glicogênio em glicose e a subsequente liberação dela na corrente sanguínea. O esquema abaixo resume a atuação do glucagon e da insulina na regulação do metabolismo da glicose. Analise-o atentamente, seguindo os números.

Atuação do glucagon 2

O pâncreas libera glucagon.

Atuação da insulina

1 Diminuição da glicose no sangue (por exemplo, após longo tempo em jejum).

1

Aumento da glicose no sangue (por exemplo, após uma refeição).

2

Pâncreas

Pâncreas

3

O pâncreas libera insulina.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Atuação do glucagon

Exercícios físicos prolongados provocam alteração na concentração de glicose no sangue. Redija uma proposta de explicação para isso. Inclua no seu texto uma previsão de qual hormônio, insulina ou glucagon, será liberado pelo organismo em resposta a essa alteração.

4

O glucagon estimula a transformação de glicogênio em glicose no fígado.

glicogênio

glicose

Fígado

A concentração normal de glicose no sangue é restabelecida.

3

glicose

A insulina estimula a entrada de glicose nas células do corpo e a conversão de glicose em glicogênio no fígado.

glicose

glicogênio

Células do corpo Fígado

(Esquemas em formas e cores fantasiosas, fora de proporção.) Fonte: Esquema elaborado a partir de D. Sadava et al. Life: the Science of Biology. 9. ed. Sunderland: Sinauer. p. 1.086.

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Em destaque

Diabete melito

Há dois tipos da doença denominada diabete melito (ou diabetes melito). Um deles é a diabete do tipo 1 ou diabete insulinodependente. A doença decorre da incapacidade do organismo para produzir insulina. A glicose absorvida no sistema digestório passa para o sangue, mas não consegue entrar em muitos tipos de células, pois é necessária insulina para permitir essa entrada. O distúrbio faz com que as células fiquem sem glicose, embora ela exista em grande concentração no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são sede intensa, produção de muita urina e muita fome, particularmente de coisas doces. A diabete do tipo 1 manifesta-se geralmente na infância ou no início da adolescência. Use a internet Se não for tratada pode provocar problemas circulatórios, Um portal recomendado visuais, renais e até estado de caso você precise saber mais sobre diabete é o da coma e morte. Uma vez diagSociedade Brasileira de nosticada, ela pode ser controDiabetes: lada com injeções regulares de http://www.diabetes.org.br/ insulina e com dieta adequada, com restrição de açúcar. A outra forma da doença, a diabete do tipo 2 ou diabete não insulinodependente, deve-se à redução na capacidade de produzir insulina ou à perda de sensibilidade das células a esse hormônio. Manifesta-se em pessoas, em geral, acima dos 40 anos. Porém, o número crescente de casos de obesidade infantil tem contribuído para o aumento da incidência de diabete do tipo 2 em crianças e jovens. A doença pode ser controlada com uma dieta adequada, pobre em carboidratos, e, se necessário, com o uso de medicamentos por via oral. Existem evidências de que a obesidade favorece a diabete do tipo 2, razão pela qual se recomenda ao doente obeso emagrecer. Embora tenham ocorrido avanços, muita coisa ainda precisa ser esclarecida sobre a diabete. Há evidências de que ambas as formas, principalmente a do tipo 2, sejam de origem genética, ou seja, há maiores chances de sofrer de diabete quando se tem ancestrais diabéticos. Fatores ambientais também podem estar envolvidos no desencadear da doença. Ainda não foi descoberta a cura para a diabete, mas, se diagnosticada no início e adequadamente tratada, a doença pode ser mantida sob controle, evitando-se que seja fatal.

A hipoglicemia também pode ser muito perigosa para um diabético Ao contrário das células em geral, os neurônios não utilizam ácidos graxos (que vêm dos óleos e gorduras) e aminoácidos (que vêm das proteínas) na respiração celular. Eles dependem da glicose para a respiração celular e, portanto, para sua sobrevivência e atividade. Também ao contrário do que acontece nas células em geral, a entrada de glicose nos neurônios não depende da insulina. Por causa da alta concentração de glicose no sangue, o organismo de um diabético se adapta, reduzindo um pouco a entrada desse açúcar nos neurônios. A consequência ruim disso é que, se a concentração de açúcar no sangue diminuir por causa de uma injeção de insulina ou de algum outro tratamento, os neurônios podem ficar sem glicose suficiente. Isso pode acarretar confusão mental, irritabilidade e desmaio. Uma hipoglicemia muito severa pode ser fatal para um diabético.

Emagrecer é uma medida que pode ajudar a pessoa obesa a prevenir a diabete do tipo 2.

Sistema endócrino

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ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • glicogênio

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• insulina

• glucagon

• diabete

melito

Hormônios sexuais e mudanças na puberdade

A adolescência, período da vida humana que sucede a infância e que, de modo genérico, vai dos 12 aos 20 anos ou mais, é uma fase marcada por muitas mudanças, não apenas no corpo, mas também na mente. A adolescência transforma, gradualmente, crianças em adultos. Seu início é acompanhado da puberdade, etapa da vida que dura 3 ou 4 anos, em que os órgãos genitais (que compõem o sistema genital) amadurecem e o indivíduo se torna biologicamente apto a gerar filhos.

As alterações corporais trazidas pela puberdade devem-se à ação dos hormônios e, de modo geral, começam mais cedo nas meninas (por volta dos 12 anos) e mais tarde nos meninos (por volta dos 14 anos). Essas mudanças não se iniciam exatamente na mesma idade para todos. Os testículos, no homem, e os ovários, na mulher, são denominados gônadas. São os órgãos que produzem as células envolvidas na reprodução, chamadas gametas. A atividade das gônadas é muito baixa até o início da puberdade. Nessa fase, porém, o hipotálamo (região do encéfalo) estimula a glândula hipófise e esta, por sua vez, libera hormônios que desencadeiam o desenvolvimento e o amadurecimento das gônadas.

As gônadas produzem hormônios sexuais Testículos

Ovários

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As gônadas amadurecem na puberdade

Além de gametas, as gônadas também produzem hor mônios. Os testículos produzem um conjunto de hormônios, os andrógenos, dos quais a testosterona é o mais importante. Os ovários produzem a progesterona e um conjunto de hormônios chamados estrógenos. Na puberdade, sob atuação desses hormônios sexuais, os meninos passam a produzir esper matozoides e as meninas, a ovular e a menstruar. Ambos tornam-se biologicamente capazes de gerar filhos.

Características sexuais secundárias Os testículos são as gônadas masculinas, e os ovários, as femininas. (Representação esquemática da localização interna, em cores fantasiosas.)

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No sexo masculino, a testosterona produz, juntamente com outros andrógenos, mudanças corporais em diversos locais além do sistema genital. A voz se modifica, a estatura aumenta, os músculos podem sofrer aumento de massa (principalmente se houver prática de exercícios físicos regulares), pelos crescem no rosto, nas axilas, na região genital e, eventualmente, em outras partes do corpo.

Capítulo 7

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

No sexo feminino, os hormônios sexuais desencadeiam o aumento do tamanho das mamas, o crescimento de pelos nas axilas e na região genital, e a redistribuição da gordura corporal, que causa o alargamento dos quadris e dá à adolescente formas mais curvilíneas.

O aparecimento das características sexuais secundárias é desencadeado por mudanças hormonais na puberdade. Ocorre de modo mais ou menos simultâneo ao amadurecimento dos órgãos genitais.

Tanto em garotos quanto em garotas, as glândulas su­do­rí­pa­ras são estimuladas e o material que liberam, sob ação de bactérias, pode produzir odor corporal mais forte. Todas essas alterações, desencadeadas pelos hormônios em várias regiões do corpo mais ou menos na época do amadurecimento dos órgãos genitais, compõem as chamadas características sexuais secundárias. Alteração na voz Pelos no peito, no rosto, nos membros (a quantidade varia de um rapaz para outro) Pelos na região genital (também nas axilas) Sistema genital maduro

Mamas mais volumosas

Sistema genital maduro Quadris arredondados Pelos na região genital (também nas axilas)

Aumento da massa muscular Antes da puberdade.

Depois da puberdade.

Depois da puberdade.

Antes da puberdade.

Alguns exemplos de alterações típicas da puberdade. Fonte: A. Roberts et al. The complete human body. Londres: Dorling Kindersley. p. 409.

Sistema endócrino

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No homem, a testosterona é essencial para a produção de espermatozoides. Na mulher, a atuação conjunta de hormônios produzidos pela hipófise e pelos ovários resulta no ciclo menstrual, e a progesterona prepara o útero para uma eventual gravidez. ATIVIDADE

Isso entra no nosso vocabulário! • gônadas • hormônios

sexuais sexuais secundárias

• características

ORGANIZAÇÃO DE IDEIAS: MAPA CONCEITUAL

atua em conjunto com o

Sistema nervoso

formado por

Órgãos produtores de hormônios atua em que são

Controle/coordenação de funções do organismo por meio de

Hormônios Órgãos que, entre outras atividades, têm também função endócrina

Glândulas endócrinas

que são liberados na

Corrente sanguínea

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Sistema endócrino

por exemplo

por exemplo

agem em

Suprarrenais

que produzem, entre outros,

que produz, entre outros,

Adrenalina

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Tireoide

Tiroxina

Pâncreas

que produz, entre outros,

Gônadas

“Células-alvo”

que produzem que desencadeiam

Glucagon

Insulina

Hormônios sexuais

Reações específicas

Capítulo 7

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USE O QUE APRENDEU 1. Explique o que é considerado uma glândula.

ATIVIDADE

6. O hipotireoidismo e o hipertireoidismo são distúrbios relacionados a uma glândula. a) Que glândula é essa? b) Cite um hormônio produzido por ela. c) Qual é a doença que pode ser decorrente de hipotireoidismo ou hipertireoidismo e que causa um sintoma observável na região do pescoço?

2. Há uma diferença entre glândula exócrina e glândula endócrina. Explique qual é.

3. Comente o que é hormônio e como é transportado até os locais onde atua.

4. Tanto o sistema nervoso quanto o endócrino estabelecem a comunicação entre diferentes partes do corpo. Em que diferem os meios de comunicação usados por eles?

5. Alguns chamam a adrenalina (epinefrina) de

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

“hormônio do lutar ou fugir”. Explique a razão desse nome, baseando-se nos efeitos desse hormônio.

7. No Brasil existe uma lei que obriga a presença do nutriente iodo no sal de cozinha. Justifique essa obrigação.

8. O que são as características sexuais secundárias? Qual é a relação do sistema endócrino com essas características?

EXPLORE DIFERENTES LINGUAGENS

ATIVIDADE

A critério do professor, as atividades a seguir poderão ser feitas em grupos. FRASE POPULAR

1. “Meu coração disparou de susto!” Em seu caderno, elabore um texto sobre a atuação hormonal nesse processo. TEXTO TÉCNICO

As atividades a seguir se referem ao texto extraído de um livro de Medicina:

“Pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 apresentam pouca ou nenhuma capacidade secretória de insulina e dependem da insulina exógena para prevenir a descompensação metabólica e o óbito. Classicamente, os sintomas surgem abruptamente (i. e., durante dias ou semanas) em crianças ou adultos jovens previamente saudáveis, não obesos, que podem ter parentes próximos com a doença, mas que, mais comumente, não os têm. Os pacientes mais velhos, muitas vezes a apresentam mais gradualmente. [...]” Fonte: L. Goldman et al. (ed.). Cecil Medicina. 23. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. v. 2, p. 1.993.

ATIVIDADE

Certifique-se de ter lido direito Significado de alguns termos do texto: Diabetes mellitus – mesmo que diabete melito. Capacidade secretória – capacidade de realizar a secreção, a liberação. Exógena – que vem de fora do organismo. Descompensação metabólica – incapacidade de o metabolismo voltar ao seu correto funcionamento após ter sido alterado por algum problema. Abruptamente – de repente. i. e. – sigla do latim que introduz uma explicação; pode ser entendida como “isto é”.

Sistema endócrino

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que órgão é produzido? Que papel esse hormônio desempenha?

3. Qual é o nome do outro hormônio, não mencionado no texto, que é produzido no mesmo órgão e que atua de modo oposto ao hormônio citado no texto? Qual é o papel que desempenha no organismo?

4. Explique o que vem a ser a diabete do tipo 1 e qual é a relação dessa doença com o hormônio da resposta à questão 2.

5. A diabete do tipo 2 (não mencionada no texto) é outra variedade de diabete melito. Em que fase da vida a diabete tipo 1 e a tipo 2 costumam se manifestar?

6. Maria, que tem 9 anos, acabou de receber o diagnóstico de que tem diabete. Ela sabe que

seu avô, de 70 anos, é diabético há 20 anos. Maria não compreende por que ela tem de receber injeções regulares, mas seu avô não. a) Que tipo de diabete Maria tem? b) Que tipo de diabete o avô de Maria tem? c) De que são as injeções regulares que Maria precisa receber?

7. A palavra “diabete” vem do latim diabetes e refere-se à excreção abundante e frequente de urina. A palavra “melito” vem do latim mellitu e significa “de mel”. Pesquise como é feito o diagnóstico da diabete melito e, a seguir, proponha uma explicação para o nome da doença.

8. A obesidade infantil, que tem se tornado cada vez mais frequente, pode antecipar a ocorrência de algum tipo de diabete?

Logotipo internacional do dia mundial da diabetes, divulgado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF).

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

2. Que hormônio é mencionado no texto? Em

Seu aprendizado não termina aqui A reposição hormonal é um procedimento que tem sido usado por alguns médicos em mulheres, na menopausa ou depois dela, para diminuir desconfortos provocados pela redução da produção de certos hormônios. Os meios de comunicação divulgam informações a respeito dessa conduta, sobre a qual há

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especialistas a favor e outros contrários a ela. Também têm relatado pesquisas sobre o uso de outros hormônios para atenuar certos problemas que aparecem com a idade. Acompanhe essas notícias e aproveite-as para aprender mais sobre a atuação dos hormônios e as pesquisas em andamento a respeito deles.

Capítulo 7

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ESTABELEÇA CONEXÕES ATIVIDADE

Nesta página e nas duas seguintes aparecem ilustrados, de modo esquemático e numerados de 1 a 10, alguns dos principais sistemas do corpo humano. Esses esquemas modelo não estão em proporção e as cores usadas são fantasiosas.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Após analisar os desenhos e fazer as consultas necessárias, realize as atividades a seguir em seu caderno. 

Identifique pelo nome cada um dos sistemas ilustrados.



Relacione os principais componentes de cada sistema.



Comente a atuação e a importância de cada um desses sistemas.



Escolha dois dos sistemas apresentados e dê exemplo(s) de como eles atuam em conjunto. 1

2

Fonte das figuras: P. H. Raven et al. Biology. 9. ed. Nova York: McGraw-Hill. p. 874.

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ESTABELEÇA CONEXÕES 3

4

5

6

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

ATIVIDADE

Fonte das figuras: P. H. Raven et al. Biology. 9. ed. Nova York: McGraw-Hill. p. 874-875.

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ESTABELEÇA CONEXÕES

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ATIVIDADE

7

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9

10

Na mulher No homem No homem

Na mulher

Fonte das figuras: P. H. Raven et al. Biology. 9. ed. Nova York: McGraw-Hill. p. 874-875.

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Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano

9

º

ano

Capítulo 6

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CAPÍTuLO

6

GERAÇÃO E APROVEITAMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA

as turbinas eólicas transformam a energia do movimento do ar (vento) em energia elétrica. o vento é uma fonte de energia renovável, limpa e disponível em diversos lugares. (Parque Eólico de osório, RS.)

::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 9 – 2ª Prova – Mercado ..::

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motivação A critério do professor, esta atividade poderá ser realizada em grupos.

Objetivo uu Ajudá-lo

atenção!

a entender o que é um circuito elétrico.

Você vai precisar de: • pilha comum de lanterna de 1,5 V (lê-se “1,5 volt”) • lâmpada de 1,5 V • soquete para a lâmpada • fita adesiva • 3 fios elétricos com 10 centímetros de comprimento e com as pontas desencapadas (peça a um adulto que desencape as pontas); se o soquete já tiver dois fios saindo dele, aproveite-os

Por razão de segurança, para realizar qualquer experimento de Eletricidade você deve ter a AuTOrIZAçÃO e a SuPErVISÃO de seu professor, mesmo que aparente ser algo inofensivo.

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Procedimento A

1. Usando a fita adesiva, faça uma montagem como a que aparece na figura ao lado. Observe se a lâmpada acende. 2. Encoste a extremidade A do fio na extremidade B e observe a lâmpada. 3. Separe a extremidade A da extremidade B e observe novamente a lâmpada. 4. O que você observou? Por que aconteceu isso?

B

desenvolvimento do tema 1

Introdução

Ao realizar o experimento descrito, você construiu um circuito elétrico. Quando as extremidades A e B estão separadas, dizemos que o circuito está aberto. Quando A e B estão unidas, o circuito está fechado. Como você pôde observar, a lâmpada acende quando está ligada adequadamente à pilha. Isso acontece quando o circuito está fechado. Nessa situação, passa pelo circuito elétrico fechado o que os cientistas chamam de corrente elétrica. Uma corrente elétrica não pode ser vista, mas seus efeitos podem ser percebidos. No caso do experimento, os efeitos da corrente elétrica são o acendimento da lâmpada e o aquecimento do seu bulbo. As extremidades A e B funcionam como um interruptor, porque elas permitem interromper a passagem da corrente elétrica. Os interruptores elétricos que permitem acender as lâmpadas na sua casa têm esse princípio de funcionamento. Uma lâmpada de filamento incandescente é formada por um filamento metálico, protegido por um envoltório (bulbo) de vidro. O filamento é um fio metálico muito fino. Cada ponta do filamento está ligada, por fios metálicos, não tão finos quanto o filamento, a uma parte distinta da base metálica da lâmpada.

Circuito fechado Uma corrente elétrica passa pelo circuito

Circuito aberto Interrupção no circuito

A B

(Representações esquemáticas fora de proporção.)

Geração e aproveitamento de energia elétrica

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A B

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Assim, quando a lâmpada faz parte de um circuito, a corrente elétrica pode fluir através do filamento como mostram os esquemas abaixo. A corrente elétrica provoca aquecimento do filamento, que, de tão quente que fica, passa a emitir luz. Lâmpada de lanterna

Lâmpada doméstica incandescente Filamento

Filamento O trajeto da corrente elétrica está indicado em vermelho

A ponta de um dos fios está ligada à rosca metálica

A ponta do outro fio está ligada ao terminal metálico inferior

Fios internos

Isolante que impede o contato direto da rosca metálica com o terminal metálico inferior

Diferença de potencial elétrico O voltímetro mede diferença de potencial 2

O voltímetro é um aparelho usado, por exemplo, no estudo da eletricidade e na manutenção de equipamentos eletrônicos. Do aparelho saem dois fios metálicos encapados com plástico isolante, geralmente um vermelho e outro preto, com extremidades de metal rígido desencapado. Mostrador em que se faz a leitura da medida

Fios metálicos encapados com plástico

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A passagem de corrente elétrica, cujo trajeto está esquematizado em vermelho, pelo filamento de uma lâmpada incandescente produz calor e luz. (Representação esquemática do interior dos dispositivos, fora de proporção e em cores fantasiosas.)

Fios internos

Extremidades encapadas com plástico

Extremidades metálicas

Normalmente encontramos, nas oficinas de eletrônica, o multímetro, aparelho que tem outras funções, além de voltímetro. A função desejada é escolhida por meio de uma chave seletora.

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O voltímetro mede a diferença de potencial elétrico (ddp) entre as extremidades de seus dois fios. A ddp, também denominada tensão elétrica, é medida na unidade volt, cujo símbolo é V. Para fazer uma medida, encosta-se em um determinado local a extremidade do fio preto e, em um outro local, a extremidade do fio vermelho. O voltímetro indica quantos volts o potencial elétrico da extremidade do fio vermelho é maior ou menor do que o potencial elétrico da extremidade do fio preto.

Capítulo 6

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Um primeiro exemplo

3,0 V

Imagine, por exemplo, duas esferas de metal, uma delas neutra e outra eletrizada com carga positiva. Usando um voltímetro, podemos determinar a diferença de potencial elétrico entre ambas, como mostram as figuras A e B. A medida realizada na figura A indica que o potencial elétrico da esfera eletrizada é 3 V maior que o da esfera neutra (lê-se 3 V como “três volts”). A medida realizada na figura B indica que o potencial elétrico da esfera neutra é 3 V menor que o da esfera eletrizada. Assim, pelas figuras A e B observamos que: • a diferença de potencial elétrico entre as esferas é de 3 V; • o potencial elétrico da esfera com carga positiva é maior que o da esfera neutra. Se um fio metálico tocar simultaneamente as duas esferas, como na figura C, a carga positiva se distribuirá por ambas. No final, as duas estarão carregadas positivamente. Uma nova medida ­(figura D) mostra, agora, que a diferença de potencial entre as esferas é zero, ou seja, o potencial elétrico delas é igual.

Maior potencial + ++ + + + ++

A Menor potencial

3,0 V + ++ + + + ++

B Fio metálico permite a distribuição da carga + +

+ +

+ +

C zero +

Um segundo exemplo

+

Considere duas esferas de metal, uma eletrizada negativamente e outra neutra. Imagine que, empregando um voltímetro, obtiveram-se os resultados esquematizados nas figuras E e F*. A figura E indica que o potencial elétrico da esfera neutra é 3 V maior que o da esfera eletrizada. E a figura F indica que o potencial elétrico da esfera eletrizada é 3 V menor que o da esfera neutra. Nas figuras E e F verificamos que: • a diferença de potencial elétrico entre as esferas é de 3 V; • o potencial elétrico da esfera neutra é maior que o da esfera com carga negativa. Caso um fio metálico toque as duas esferas, como ilustra a figura G, isso permitirá que a carga negativa se distribua por elas. Uma nova medida (figura H) indica que o potencial elétrico de ambas as esferas agora é igual, ou seja, a diferença de potencial é zero.

+ +

+

+

+

+

Potenciais elétricos iguais

– – – – – – – –

3,0 V

D

Maior potencial

E Menor potencial –– – – – – – – – –

3,0 V

F

Conclusões dos dois exemplos Os dois exemplos que acabamos de apresentar ilustram algumas importantes conclusões científicas: • a carga positiva flui espontaneamente para uma região de menor potencial elétrico (primeiro exemplo); • a carga negativa flui espontaneamente para uma região de maior potencial elétrico (segundo exemplo); • a carga elétrica não flui de uma região para outra quando a diferença de potencial entre elas é zero. * O valor da diferença de potencial (3 V) neste caso é igual ao do primeiro exemplo. Mas não precisaria ser. Esse valor depende, entre outras coisas, da quantidade e do sinal da carga elétrica das esferas.

Fio metálico permite a distribuição da carga –

– –

G zero – –

– –

– –

Potenciais elétricos iguais

Geração e aproveitamento de energia elétrica

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+

+

H

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atenção!

Você NÃO deve abrir pilhas nem baterias, pois muitas delas contêm METAIS TÓXICOS. Pilhas e baterias NÃO devem ser jogadas no lixo comum, pois com o tempo sofrem vazamento e contaminam o solo e a água. Elas devem ser encaminhadas ao fabricante para que sejam recicladas. ­Informe-se em seu município sobre locais de recolhimento de pilhas e baterias usadas e leve a sério a necessidade do correto descarte desses produtos.

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O atrito com o ar, em um dia seco, pode fazer um carro de Fórmula-1 se eletrizar a ponto de atingir uma diferença de potencial de 30.000 V em relação ao solo. A aproximação da mangueira de reabastecimento pode provocar uma descarga elétrica que incendeia o vapor de combustível. (Na foto, incêndio durante o reabastecimento de um carro, na década passada. Atualmente, o reabastecimento não é permitido no decorrer das corridas de Fórmula-1.)

Valores de tensão elétrica Impulso nervoso

0,1 V

Pilha de lanterna

1,5 V

Bateria de automóvel

12 V

Tomada de parede

127 V ou 220 V

Linhas de transmissão

até 750.000 V

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

O atrito da criança agasalhada com o plástico do escorregador, em dia seco, eletriza a criança, que fica com potencial elétrico diferente do da sua mãe. Quando a criança toca na mãe, ambas podem levar um pequeno choque: a faísca que salta se deve à carga elétrica transitando entre dois corpos com diferença de potencial elétrico.

Corrente elétrica O conceito de corrente elétrica 3

Nos dois exemplos da página anterior, havia inicialmente uma diferença de potencial entre as esferas. Quando elas foram tocadas simultaneamente pelo fio metálico, ocorreu através dele um movimento ordenado de cargas elétricas, que chamamos corrente elétrica. Porém, assim que a diferença de potencial passou a ser zero, a corrente elétrica deixou de existir. E se fosse possível manter a diferença de potencial entre as duas regiões conectadas pelo fio, a corrente elétrica se manteria?

Pilhas e baterias: dispositivos que mantêm diferença de potencial Existem dispositivos capazes de manter uma diferença de potencial por um certo período de tempo, por exemplo, pilhas e baterias.

Capítulo 6

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Ao testar com um voltímetro uma pilha de lanterna nova, podemos obter resultados como os mostrados nas figuras A e B. Nelas  1,5 V verificamos que: • a diferença de potencial elétrico entre os polos da pilha é de 1,5 V; + • o potencial elétrico do polo positivo é maior que o do polo – negativo.  1,5 V

+

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

A

voltímetro diferença de potencial elétrico • corrente elétrica • circuito elétrico •

B

Ao testar uma bateria de nove volts nova (empregada, por exemplo, em alguns+ tipos de brinquedo com controle remoto), podemos obter 9,0 V resultados como os das figuras C e D. Nelas, observamosque: – • a diferença de potencial elétrico entre os polos da bateria é   de 9 V; • o potencial elétrico do polo positivo é maior que o do polo negativo.  9,0 V

 9,0 V  

 

 9,0 V

Isso entra no nosso vocabulário!

 1,5 V

+

 1,5 V

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C

atenção!

você NÃO DEVE fazer experimentos de Eletricidade que envolvam diferença de potencial superior a 9 v, pois existe rISCO DE CHOQuE ELÉTrICO, QuEIMADurAS E MOrTE. além disso, para realizar um experimento de Eletricidade você SEMPrE DEVE ter a AuTOrIZAçÃO e a SuPErVISÃO de seu professor, mesmo que aparente ser algo inofensivo.

D

  A corrente elétrica em um metal é formada por cargas negativas

Em circuitos metálicos, a corrente elétrica é formada por cargas negativas que se movimentam do polo negativo para o polo positivo da pilha, da bateria ou de outro dispositivo usado para manter a diferença de potencial. Veremos, no capítulo 10, que as minúsculas partículas dotadas de carga negativa que se movimentam ordenadamente através de um metal quando nele se estabelece uma corrente elétrica são denominadas elétrons. E por que essas cargas negativas se movem do polo negativo para o polo positivo? A resposta está ligada ao que aprendemos antes sobre potencial elétrico. Cargas negativas movimentam-se espontaneamente de uma região de menor potencial elétrico (o polo negativo) para outra, de maior potencial elétrico (o polo positivo), como está esquematizado ao lado. A corrente elétrica e suas propriedades são objetos de estudo da área da Física denominada Eletrodinâmica.

Maior potencial elétrico elétrons 

elétrons

Pilha comum

elétrons

 elétrons Menor potencial elétrico

elétrons

Geração e aproveitamento de energia elétrica

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4

Energia elétrica

Para movimentar um automóvel é preciso energia, que vem da queima do combustível no motor. Para nosso corpo se mover, também é necessário energia, obtida dos alimentos. Tanto para acender uma lâmpada como para colocar em funcionamento qualquer aparelho elétrico ou eletrônico, é necessário energia. Essa energia está associada à passagem de corrente elétrica e é, por isso, denominada energia elétrica.

Pilhas e baterias contêm substâncias que liberam energia elétrica, no momento em que se transformam em outras, dentro do dispositivo.

Quando uma bicicleta equipada com dínamo (indicado pela seta) está em movimento, as luzes acendem sem a necessidade de usar pilhas ou baterias. O dínamo transforma energia do movimento em energia elétrica.

Há dois meios principais para gerar energia elétrica. Um deles é pelo uso de substâncias químicas apropriadas, que são armazenadas dentro de uma pilha ou bateria. Quando essas substâncias transformam-se em outras, ocorre a produção da energia elétrica. Após um tempo de uso, as pilhas e as baterias deixam de fornecer energia elétrica, porque as substâncias inicialmente presentes acabam. Quando isso ocorre, costuma-se dizer que elas se “descarregaram”. Outro modo de produzir corrente elétrica é movimentando a roda de um aparelho conhecido como dínamo ou gerador elétrico, projetado para transformar em energia elétrica a energia do movimento, chamada energia cinética. Assim, quando uma pessoa pedala uma bicicleta equipada com um dínamo, parte da energia do movimento dos pedais (energia cinética) é aproveitada para gerar energia elétrica, que acende as luzes da bicicleta.

Dínamo ou gerador elétrico

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Geração de energia elétrica

Esta representação esquemática mostra que, quando o ciclista movimenta os pedais, o movimento de giro é transferido para o gerador, que, por sua vez, transforma a energia desse movimento em energia elétrica. (Fora de proporção e em cores fantasiosas.)

Geração de energia elétrica em larga escala

Objeto digital Hidrelétrica

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Nas usinas hidrelétricas existem grandes barragens que represam a água de um rio. A água represada cai por dentro de uma tubulação e, nesse trajeto, movimenta uma imensa roda, chamada turbina. Esse movimento gira a roda de um grande gerador de energia elétrica. Assim, a energia do movimento da queda da água (energia cinética) é aproveitada para gerar energia elétrica.

Capítulo 6

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Além desse, existem outros meios para a geração de energia elétrica em larga escala, a fim de abastecer muitas cidades, com suas casas, escolas, indústrias, hospitais etc. Alguns desses modos aparecem ilustrados abaixo.

Objeto digital Energia eólica

Usina hidrelétrica

1 A água é represada

2 e, caindo por

3 movimenta a roda

4 que transforma

2 para girar

3 movimenta a roda

4 que transforma

3 O vapor passa por

4 movimenta a roda

5 que transforma

3 O vapor passa por

4 movimenta a roda

5 que transforma

uma tubulação,

de um gerador,

energia cinética em energia elétrica.

Usina eólica

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

1 A usina utiliza

uma hélice, que

o vento

de um gerador,

energia cinética em energia elétrica.

Usina termelétrica

1 O combustível é

2 e o calor é usado

queimado

para ferver a água.

uma tubulação e

de um gerador,

energia cinética em energia elétrica.

Usina nuclear

1 Um complexo

2 produz calor, usado

processo nuclear

para ferver a água.

uma tubulação e

de um gerador,

energia cinética em energia elétrica.

Usina solar

1 A luz do Sol incide em

2 que transformam

energia luminosa em energia elétrica.

painéis solares (chamados células fotovoltaicas)

Representação esquemática de formas de geração de energia elétrica. (Fora de proporção e em cores fantasiosas.) Fonte: Elaborada a partir de m. delbrück et al. The Science book. Washington: national Geographic. p. 348-353.

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Isso entra no nosso vocabulário! • Eletrodinâmica

• pilhas

• energia

• gerador

elétrica

e baterias elétrico ou dínamo

Geração e aproveitamento de energia elétrica

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5

O uso doméstico de energia elétrica

Os aparelhos que utilizam energia elétrica podem ter diversas finalidades. De acordo com sua principal finalidade, podemos agrupar alguns aparelhos que usam energia elétrica, por exemplo, da seguinte maneira: Iluminação

Calor

Som/imagem

Movimento

Refrigeração

Lâmpadas fluorescentes compactas são econômicas Use a internet veja as dicas para economizar energia do Procel (Programa nacional de Conservação de Energia) em: http://www.eletrobras.com/ elb/procel clicando em “dicas Conservação” ou realize uma busca por Procel dicas economia energia.

atenção!

a rede elétrica e também a parte interna de equipamentos elétricos podem oferecer rISCO DE CHOQuE ELÉTrICO, QuEIMADurAS E MOrTE. Por isso, consertos de instalações e equipamentos elétricos devem ser feitos por profissionais treinados. Esquema (fora de proporção) do percurso da energia elétrica desde a usina até os aparelhos domésticos.

98

Potência da lâmpada incandescente (watts) 40 60 75 100 150

Potência das lâmpadas fluorescentes compactas equivalentes (watts) 9 a 11 13 a 15 18 a 20 23 a 25 30 a 35

Fonte: R. Zampil. Salve o meio ambiente. Rio de Janeiro: Reader’s digest. p. 26.

Circuito elétrico doméstico

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

aparelhos que usam energia elétrica.

Ao ligarmos um aparelho elétrico, estamos fechando um circuito e permitindo que a corrente elétrica passe por dentro dele. Essa passagem de corrente faz com que o aparelho receba a energia elétrica de que necessita para funcionar. A instalação elétrica de uma residência é construída de modo que possamos, ao mesmo tempo, ligar e desligar circuitos elétricos diferentes, em aparelhos diversos. Rede elétrica da residência Medidor de consumo Fusível ou disjuntor

Rede de distribuição de energia elétrica

Usina elétrica

Fonte: Esquema elaborado a partir de J. t. Shipman et al. An introduction to Physical Science. 12. ed. Boston: Houghton mifflin. p. 198, 215.

Capítulo 6

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

A conta de energia elétrica No local onde os fios da rede de distribuição de energia elétrica entram numa casa existe um quadro com o chamado “relógio de luz”. Na verdade ele não é um relógio, pois não mostra as horas. Ele é um medidor da energia elétrica que é gasta naquela residência. A energia gasta é expressa numa unidade apropriada, o quilowatt-hora, simbolizado por kWh. Todos os meses, um funcionário da companhia distribuidora de energia elétrica passa pelas casas e prédios de apartamentos para fazer a leitura desse medidor. Fazendo a subtração entre o valor lido e o do mês anterior, obtém-se o consumo mensal de energia elétrica, ou seja, quantos quilowatts-hora foram gastos pelos moradores no último período de um mês. A “conta de luz”, mais corretamente chamada conta de energia elétrica, traz todos os meses o consumo da residência, quanto custa cada quilowatt-hora e o valor em dinheiro a ser pago.

Um medidor de consumo de energia elétrica.

Economia de energia elétrica Quando economizamos energia elétrica não estamos apenas poupando dinheiro. Estamos também colaborando no uso racional dos recursos da natureza. Nos locais em que existem usinas termelétricas, por exemplo, economia de energia elétrica significa menos combustível queimado. Isso acarreta menos poluição, menor contribuição para o aquecimento global e, ao mesmo tempo, poupa recursos não renováveis, como petróleo, carvão mineral e gás natural.

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Tema para pesquisa Para que servem as resistências elétricas? Em que aparelhos utilizados em casa elas são encontradas?

Segurança no uso da energia elétrica O uso de fusíveis e disjuntores 6

A passagem da corrente elétrica pode produzir calor, como nos aquecedores e nas lâmpadas. Mas não é só nesses casos que acontece produção de calor a partir da energia elétrica. Todo aparelho elétrico em funcionamento sofre aquecimento. Pode-se perceber, por exemplo, que algumas partes externas da televisão e da geladeira ficam quentes quando esses aparelhos estão ligados. Instalações malfeitas, uso de materiais de baixa qualidade ou desgaste de materiais antigos podem provocar curto-circuito. Quando isso ocorre, a corrente elétrica passa por um caminho diferente do usual e produz tanto calor que pode até provocar um incêndio. Para evitar o risco de incêndio, as instalações elétricas devem conter disjuntores adequados. Os disjuntores possuem uma chave liga-desliga, como os interruptores. Só que eles realizam uma tarefa ainda mais importante que os interruptores: quando ocorre um curto-circuito, o disjuntor  se

Saiba de onde vêm as palavras “disjuntor” vem do latim dis, separação em duas partes, e junctu, junto. Ele atua “desjuntando” o circuito, interrompendo-o. “Fusível” significa material que pode ser fundido, derretido, sofrer fusão.

Geração e aproveitamento de energia elétrica

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Trajeto normal da corrente elétrica Disjuntor armado

Um curto-circuito acontece

desarma (isto é, desliga-se) automaticamente e interrompe o circuito. (Veja o esquema ao lado.) Após o conserto do defeito na instalação, basta rearmá-lo, ou seja, religar sua chave, e ele continuará funcionando. Antes de os disjuntores serem inventados e se popularizarem, a segurança das instalações elétricas de edificações era garantida por fusíveis, dispositivos que ainda são usados em automóveis e aparelhos eletrônicos. Os fusíveis possuem em seu interior um fio que se derrete com facilidade quando muito aquecido. Caso haja um curto-circuito, a fiação esquenta, o fusível se derrete e, por causa disso, o circuito elétrico é interrompido. Para de passar corrente elétrica na instalação e um incêndio é evitado. Após resolver o problema que causou o curto-circuito e trocar o fusível por um novo e de iguais características, a instalação volta a funcionar e continua protegida. A

B 1

2

3 5 A Quadro de disjuntores. Cada um deles dá segurança a uma parte da instalação. O disjuntor se desarma e interrompe o circuito

B diferentes modelos de fusíveis: 1 e 2 são antigos fusíveis residenciais (agora preferem-se os disjuntores), 3 é fusível de automóvel, 4 e 5 são fusíveis de aparelhos eletrônicos.

(Representações esquemáticas fora de proporção.)

O risco de choque elétrico

o choque elétrico ocorre quando a corrente elétrica passa através do corpo. isso acontece, em geral, quando um indivíduo não está eletricamente isolado do solo e encosta num fio ou objeto metálico ligado à rede elétrica.

O corpo humano conduz razoavelmente a corrente elétrica. Quando ela passa pelo corpo humano, vinda, por exemplo, de um fio ou dispositivo ligado à rede elétrica, os músculos sofrem violenta contração e há a sensação de dor. Trata-se de um choque elétrico, que pode causar desde pequenas sensações desagradáveis e dor até sérias queimaduras e paradas cardíaca e respiratória. Pode até mesmo matar! Isso também vale para outros animais em geral; passarinhos, por exemplo. Quando um deles pousa sobre os fios elétricos desencapados nas ruas, não toma choque, porque a corrente elétrica não passa através do seu corpo. Mas, se ele encostar no outro fio, a corrente passará pelo seu corpo em direção a esse outro fio e, nesse caso, a ave sofrerá um choque elétrico fatal. Tocar num fio desencapado ligado à rede elétrica, estando com os pés descalços sobre o chão, provoca choque elétrico, pois a corrente elétrica atravessa o corpo em direção ao solo. Sapatos com solas de borracha reduzem a possibilidade de choque, porque a borracha não conduz corrente elétrica, mantendo a pessoa eletricamente isolada do solo. Estar com a pele molhada, particularmente no ponto de contato com a rede elétrica ou com o chão, aumenta muito a chance de sofrer sério choque elétrico. Por isso pessoas que estão em banheiras não devem manusear interruptores ou objetos elétricos. É também por esse motivo que os chuveiros elétricos precisam ser muito bem instalados.

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Capítulo 6

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O uso do fio terra em aparelhos elétricos Alguns aparelhos elétricos têm carcaça (envoltório externo) de metal. Imagine que, por algum problema de fabricação ou desgaste pelo tempo, um fio ligado à rede elétrica, interno ao aparelho, encoste nessa carcaça. Ela poderá dar choque elétrico em quem tocar nela. Esse tipo de problema pode ser evitado com o uso de um fio terra, que nada mais é do que um fio que liga a carcaça metálica à terra. No caso acidental de ela se ligar à rede elétrica, a corrente será desviada para o solo por meio do fio terra e não haverá o risco de choque. Quando o fio terra de um aparelho está corretamente instalado, dizemos que o aparelho está aterrado. O aterramento é um importante procedimento para evitar acidentes com aparelhos elétricos.

atenção!

a rede elétrica e também a parte interna de equipamentos elétricos podem oferecer rISCO DE CHOQuE ELÉTrICO, QuEIMADurAS E MOrTE. Por isso, consertos de instalações e equipamentos elétricos devem ser feitos por profissionais treinados para isso.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Geladeira

Defeito: fio ligado à rede elétrica encostou na carcaça.

Motor

alguns aparelhos têm um fio terra (indicado pela seta) que deve ser conectado à fiação de aterramento da residência. É o caso de freezers, geladeiras, fornos de micro-ondas, máquinas de lavar louça ou de lavar roupa, chuveiros (foto) e aquecedores de água.

Fio terra

outros aparelhos, como computadores, impressoras e monitores, possuem uma tomada de três pinos, na qual um deles (indicado pela seta) está ligado à carcaça do aparelho e proverá o aterramento se conectado a uma tomada adequada.

atIVIDaDe

Isso entra no nosso vocabulário! • fusível

• curto-circuito

• disjuntor

• fio

terra

Geração e aproveitamento de energia elétrica

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oRGaniZação dE idEiaS: MAPA CONCEITuAL usada para obter

Energia elétrica

obtida por meio de

iluminação

Som/imagem

Hidrelétricas

movimento da roda de um gerador elétrico

pode provocar

Eólicas

acidentes Calor

o que ocorre nas usinas

como

termelétricas

nucleares

Refrigeração

movimento

está cujos efeitos associada à prejudiciais são passagem prevenidos de com o

Circuito elétrico fechado

por um

Solares

prevenido, em certos casos, com o

Uso de fusíveis ou disjuntores

Corrente elétrica

em usinas

Painéis solares (células fotovoltaicas)

Choque elétrico

Uso do fio terra (aterramento)

Substâncias químicas apropriadas

o que ocorre nas

USE o QUE aPREndEU

atIVIDaDe

1. Nas figuras a seguir, o voltímetro está indican-

2. Considerando que as pilhas abaixo sejam de 1,5 V, qual deve ser o valor indicado pelo voltímetro em cada caso?

do um valor positivo ou negativo? B

A

?

C

?

+

?

?

+

?

– – – – – –––

––– – – –––

C

B

+++ + + + ++

+

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+

A +++ + + +++

Pilhas e baterias

?

?

?

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Curto-circuito

– – + – +

?

Reflita sobre suas atitudes você é atento aos riscos relacionados à eletricidade? ou você acha que acidentes só acontecem com os outros?

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E

D

atIVIDaDe

– + +

+

– +

F

? +

G

– – +

H

Capítulo 6

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3. Limpe um pedaço de arame com palha de aço

6. Observe os esquemas deste capítulo que

até ficar brilhante. Use esse pedaço de arame, uma lâmpada e uma pilha, ambas de 1,5 V, para montar os seis experimentos esquematizados abaixo. Observe, em cada caso, se a lâmpada acende ou não. Registre os resultados em seu caderno e tente explicá-los.

mostram como são as lâmpadas por dentro. A seguir, responda: o que você acha que acontece quando a lâmpada “queima”?

7. Observe a montagem E abaixo. Duas lâmpadas ligadas em série

E

atenção!

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Por razão de segurança, para realizar qualquer experimento de Eletricidade você deve ter a AUTORIZAÇÃO e a SUPERVISÃO de seu professor, mesmo que aparente ser algo inofensivo.

   

 

 

 

1

 

 



 

2

 

4

8. Se a represa secar, o que acontece com a 3

 

 

 

produção de energia numa hidrelétrica? Justifique e compare essa situação com a de uma bicicleta com dínamo.

9. Por que as lâmpadas fluorescentes compactas 6

5

Muitos cordões de lâmpadas de Natal são construídos dessa maneira, com várias lâmpadas em série. O que você acha que acontece com as outras lâmpadas quando uma delas queima? Por quê?

são mais recomendadas que as lâmpadas incandescentes?

10. Num secador de cabelos, a energia elétrica é 4. Usando lâmpadas adequadas para 3 V e pilhas de 1,5 V cada, foram feitas as montagens A e B abaixo. Em qual delas o brilho da lâmpada será maior? A

B

 

11. Pesquise o significado da palavra “blecaute” e escreva-o em seu caderno. A seguir responda: que prejuízos um blecaute de alguns dias pode trazer a uma cidade? (Sugestão: lembre-se das atividades desenvolvidas, por exemplo, em hospitais, indústrias, açougues, residências, bancos etc.)

12. Que motivo leva os eletricistas a instalarem



disjuntores nas instalações elétricas?

5. Usando uma lâmpada adequada para 3 V e fios metálicos foram feitas as montagens C e D, abaixo. Explique, em cada caso, por que a lâmpada não acende. C

usada para realizar quais tarefas?

D

13. Instalações elétricas muito antigas ainda contêm fusíveis, para proteção em caso de curto-circuito. Algumas pessoas, de maneira irresponsável, substituem os fusíveis queimados (das instalações antigas que ainda os contêm) por moedas ou pedaços de arame. Que riscos isso oferece?

14. Um determinado equipamento elétrico do  

 

 

méstico está em uso sem que o fio terra tenha sido corretamente instalado. Que risco isso oferece? Geração e aproveitamento de energia elétrica

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EXPloRE diFEREntES linGUaGEnS

atIVIDaDe

A critério do professor, as atividades poderão ser feitas em grupos. DESENHO

1. O esquema ao lado mostra o circuito elétrico de uma lanterna comum. Usando duas pilhas de 1,5 V, um soquete, fios elétricos e fita adesiva você conseguiria fazer a mesma lâmpada acender fora da lanterna? Desenhe em seu caderno como você faria. Se for possível, faça o experimento para comprovar a resposta. Indique no seu desenho o sentido de movimento das cargas negativas (elétrons) nos fios.

Interruptor

Duas pilhas

TRECHO DE DISCURSO

“Estamos estudando a possibilidade de, em vez de geração térmica e hidrelétrica, empregar nesta região alternativas energéticas renováveis, tais como a energia eólica, a solar e a proveniente da biomassa”. Releia o capítulo, pesquise e responda às perguntas a seguir. a) O que é energia eólica? b) O que é energia solar? c) O que é biomassa? Como pode ser usada para gerar energia?

d) Por que essas três formas de energia são “alternativas energéticas renováveis”? e) O que o autor da declaração quis dizer com “geração térmica e hidrelétrica”?

TABELA

3. Pesquise nas contas de energia elétrica de sua casa quantos quilowatts-hora (kWh) foram consumidos em cada um dos últimos 12 meses. Monte uma tabela em seu caderno com esses dados. A seguir, analise a tabela e diga se existe alguma relação entre o consumo e a variação de temperatura ao longo do ano.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

2. Durante uma solenidade, um representante do governo deu a seguinte declaração:

COMERCIAL DE RÁDIO

4. Elabore um texto para um comercial de rádio de 30 segundos, informando a população sobre o risco de substituir fusíveis queimados por moedas ou pedaços de arame. SLOGAN

5. Crie um slogan que possa ser usado em uma campanha cujo objetivo é evitar mortes por choque elétrico.

Seu aprendizado não termina aqui Em certas instalações residenciais, quando um aparelho de elevado consumo elétrico é ligado — como, por exemplo, um secador de cabelos ou um ferro de passar roupa —, a claridade de uma lâmpada acesa diminui. tente pesquisar em livros ou em outras fontes de informação por que isso ocorre.

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Capítulo 6

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ISSO VAI PARA O NOSSO MURAL! O Brasil e a energia elétrica

atIVIDaDe eM GRUPo

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SUPLEMENTO DE PROJETOS

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PROJETO

9

Inflando um balão com gás carbônico

EXPERIMENTO

ATIVIDADE EM GRUPO

Objetivo

Produzir gás carbônico a partir de bicarbonato de sódio e vinagre e encher com ele um balão de borracha. Vocês vão precisar de: • água • funil • um pedaço de barbante • vinagre • colherinha (de café) • • • •

garrafa descartável PET de 2 litros copo grande (de requeijão, por exemplo) balão de borracha (para festas infantis) bicarbonato de sódio (pode ser adquirido em farmácia ou supermercado, por exemplo)

Procedimento

1. Certifiquem-se de que o funil está limpo e seco. Utilizem-no para colocar 4 colheradas (das de café) de bicarbonato de sódio dentro do balão (figura A). Deem batidinhas no gargalo do funil para ajudar o pó a entrar no balão. 2. Lavem bem o funil e encaixem-no na boca da garrafa. 3. Coloquem vinagre no fundo do copo, até 1 centímetro de altura, e terminem de encher o copo com água. Despejem essa mistura na garrafa. 4. Despejem mais um copo de água na garrafa. Retirem o funil. 5. Peçam a um colega que segure bem firme o balão a uns 4 centímetros de sua abertura, para que o bicarbonato não caia. Encaixem a boca do balão na borda da garrafa (veja figura B) e amarrem com o barbante (figura C). 6. Despejem na garrafa o bicarbonato de sódio que está no balão (figura D). Observem o que acontece quando o bicarbonato entra em contato com o líquido e o que ocorre com o balão.

Figura A

Figura B

Figura C

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u

Figura D

Vá além: •

O que acontece com a pressão no interior da garrafa e do balão durante o experimento? O que causa essa mudança? Se, ao final do experimento, o conjunto garrafa + balão fosse colocado na geladeira, o que vocês acham que aconteceria com o volume do balão? Por quê?

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CiĂŞncias Naturais Aprendendo com o cotidiano

6

Âş

ano

Caderno de Atividades

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CAPÍTuLO

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CONTAMINAÇÃO DA ÁGUA

2. Observe a charge ao lado e responda. a) Em debates políticos pelo rádio ou pela televisão existe o “direito de resposta”. Pergunte às pessoas mais velhas ou pesquise o que é “direito de resposta” e registre abaixo.

© CLAUDIUS

1. Trace o caminho para que as águas servidas passem pela estação de tratamento de esgotos e, depois de passar por ela, cheguem ao rio.

b) Como se chamam os coliformes provenientes das fezes? c) Que tipo de informação sobre coliformes é comum na imprensa? Por que essas informações são mostradas pela imprensa?

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Os exercícios 3 a 6 se referem ao gráfico, elaborado com dados hipotéticos. Porcentagem de habitantes de uma cidade que moram em casa com rede de esgoto 80

“Forte candidato à função de abastecer os moradores do Distrito Federal, como alternativa às barragens de Santa Maria e do Torto e à área de proteção ambiental do Rio Descoberto, o Lago Paranoá ainda é vítima do lançamento ilegal de esgoto e lixo. Levantamento da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) indica que, dos 173 pontos de drenagem localizados na beira do reservatório, 156 apresentam despejo irregular de dejetos. O Correio flagrou pelo menos dois casos nos quais detritos são lançados sem nenhum tratamento. O primeiro foi registrado no [...] Setor de Clubes Sul, ao lado da Ponte JK, próximo a uma praça inaugurada em abril [...]. O outro problema ocorre em uma galeria de águas pluviais [...]. Rupturas em uma divisão que separa a rede de esgoto [...] da tubulação de drenagem têm contaminado com detritos o líquido que chega ao lago. [...]”

2009 2010 2011 2012 2013 2014

Fonte: A. Temóteo. Correio Brasiliense, 20 ago. 2011.

68%

60 Porcentagem (%)

Adasa identifica diversos pontos de despejo de esgoto no Lago Paranoá

75%

70

50 40

34%

32% 30 20

16% 10%

10

0

Leia o texto para realizar as atividades 7 a 9.

Ano

Interprete os dados como neste exemplo: Em 2009, de cada 100 habitantes, 10 moravam em casa com rede de esgoto.

7. No subsolo das cidades existem duas tubulações. Uma delas é a de esgoto, a outra é a de águas pluviais, também chamada de galeria de águas pluviais. Pesquise e registre abaixo o significado da expressão águas pluviais.

3. Em 2010, de cada 100 pessoas do município, moravam em casa com rede de esgoto. 4. Em 2014, de cada 100 pessoas do município,

8. O texto dá a entender que, no lago, deveriam desembocar apenas as tubulações de um dos dois tipos. Qual é ele?

não moravam em casa com rede de esgoto. 5. Os anos em que houve duplicação do número de habitantes atendidos por rede de esgoto em relação ao ano anterior foram e

9. O texto também dá a entender que esgoto está indo parar no Lago Paranoá. Qual seria a causa do problema?

.

6. De 2010 a 2014 houve sempre aumento do número de habitantes atendidos por rede de esgoto em relação ao ano anterior. FFcerto

 errado 111

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CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A COLEÇÃO

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APRESENTAÇÃO DA OBRA Prezado professor, Esta coleção destina­se ao ensino de Ciências Na­ turais do 6o ao 9o ano.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Dentre os pressupostos envolvidos em sua elabo­ ração, destacam­se os seguintes: O ensino de Ciências Naturais na escola funda­ mental deve contribuir para o aprendizado de conteúdos necessários à vida em sociedade e para o desenvolvimento das capacidades do aluno. Não há por que incluir na prática docente temas que não tenham significação imediata para o estudante, sob o argumento de que poderão vir a ser úteis no futuro, em outras etapas da escolarização. Os conteúdos escolares ganham força e sentido se o aluno os aprende de forma significativa, relacionando­os com seus saberes prévios. A re­ lação entre o conhecimento escolar e os demais conhecimentos é indispensável, e a aprendizagem de conteúdos só é significativa se o aluno souber relacioná­los com seus conhecimentos prévios, sejam eles constituídos por ideias cientificamente corretas ou não. Aprender conteúdos científicos ajuda o aluno a compreender melhor o mundo em que vive e a interagir melhor com ele. O aprendizado de conteúdos ocorre se forem apresentados ao aluno desafios que estejam além do que ele pode ou sabe efetivamente naquele momento, mas que ele seja capaz de vencer se for corretamente estimulado. Os conhecimentos científicos contribuem para o pleno exercício da cidadania. O aluno deve ser incentivado a exercer e a desen­ volver suas capacidades de criação e de crítica. O aluno deve ser incentivado a produzir e a utilizar variadas linguagens para expressar o co­ nhecimento científico que adquire. Isso pode ser feito por meio de atividades como, por exemplo, colagens, encenações, debates, simulações de comerciais para rádio e tevê, produção de textos, desenhos e cartazes. A realidade local da comunidade em que o estu­ dante vive deve ser respeitada e valorizada como precioso elemento envolvido na aprendizagem.

A concatenação das ideias trabalhadas é funda­ mental. E os mapas conceituais são instrumen­ tos de aprendizagem que podem desempenhar importante papel nesse aspecto. Já que o aprendizado envolve a contínua re­ organização do conhecimento, não se deve ter receio de não esgotar temas. Por que um assunto tem de ser visto apenas em um ano “de modo completo”, para não ser sequer mencionado depois? É possível trabalhar um mesmo tema em diferentes anos. A cada vez, novos conflitos cognitivos são introduzidos, conduzindo à aprendizagem progressiva. Essa é a abordagem em espiral. Outras fontes de informação são importantes, além do livro didático. Jornais, revistas, internet e bibliotecas são exemplos de fontes de infor­ mações que os estudantes devem aprender a consultar. Os eixos temáticos Vida e Ambiente, Ser Humano e Saúde, Terra e Universo e Tecnologia e Sociedade, sugeridos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), são grandes orientações temá­ ticas para o ensino de Ciências Naturais. Temas transversais – como, por exemplo, Meio Ambiente, Saúde, Ética, Trabalho e Consumo –, pela urgência social que Ihes é própria, devem permear o ensino de Ciências Naturais. O trabalho de planejamento, produção e exe­ cução da prática educativa é um atributo do professor, e um livro didático deve fornecer a ele informações relevantes, a fim de contribuir para o planejamento pedagógico e a prática docente. Os diferentes tipos de conteúdos escolares – conceituais, procedimentais e atitudinais (veja páginas 9 e 10 deste Suplemento para o professor) –, cada um com suas características particulares, merecem atenção específica no planejamento do curso.

Suplemento para o professor

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Ser Humano e Saúde Terra e Universo Tecnologia e Sociedade

de página inteira Isso vai para o nosso mural! e Estabeleça conexões, que também serão comentadas adiante, neste Suplemento para o professor. O Suplemento de projetos, ao final do livro do aluno, contém propostas de atividades em grupos, cuja

Frequentemente, um capítulo tem relação com mais de um eixo temático. O capítulo Reaproveitando o lixo, do 6o ano, por exemplo, aparece no eixo Ser Humano e Saúde, mas também se relaciona com Vida e Ambiente e com Tecnologia e Sociedade. Assim, existem na obra várias possibilidades de inter-relação de capítulos e eixos temáticos.

realização, a critério do professor, permite um trabalho

A estrutura dos capítulos se mantém ao longo dos quatro volumes. Cada um deles começa com uma fotografia e com a seção Motivação. Trata-se de um momento em que o professor pode explorar concepções prévias dos estudantes para utilizá-Ias no ensino (veja mais à frente, neste Suplemento para o professor, considerações sobre “avaliação prévia”). Os assuntos são tratados, a seguir, em Desenvolvimento do tema. Essas duas seções podem voltar a aparecer no capítulo.

do livro do aluno acrescida de:

Atividades de diferentes tipos são propostas ao longo dos capítulos, não apenas no seu final. Os quadros laterais – que são de seis tipos, Reflita sobre suas atitudes, Trabalho em equipe, Tema para pesquisa, Certifique-se de ter lido direito, Para fazer no seu caderno e Para discussão em grupo – permitem trabalhar conteúdos procedimentais e atitudinais relacionados aos conteúdos conceituais que estão sendo abordados. A seção Organização de ideias apresenta um dos possíveis mapas envolvendo conceitos tratados no capítulo. (Sobre a elaboração de “mapas conceituais”, veja página 21 deste Suplemento para o professor.) Em Use o que aprendeu são propostas situações em que o aluno pode verificar seus conhecimentos sobre os temas estudados. E a seção Explore diferentes linguagens apresenta atividades em que diferentes formas de expressão (cartazes, encenações, desenhos, tabelas, gráficos, slogans, charges etc.) podem ser interpretadas e/ou elaboradas pelos alunos.

4

para o professor. Eventualmente aparecem as seções

mais aprofundado de alguns conteúdos estudados no livro.

O material destinado ao professor O manual do professor constitui-se de uma réplica a) comentários ao longo das páginas, sinalizados ; com o ícone b) Suplemento para o professor. Os comentários ao longo das páginas destinam-se a sugestões pontuais sobre o desenvolvimento dos temas em sala. Entre eles, há sugestões de momentos oportunos para a realização de atividades (exercícios, projetos, atividades relacionadas ao vocabulário científico etc.). O Suplemento para o professor divide-se em duas partes. A primeira delas, que é comum aos quatro volumes, apresenta a obra e oferece orientações e subsídios para que o professor possa escolher a sequência de conteúdos mais adequada à sua realidade local. A segunda parte, que é específica para cada volume: relaciona e comenta os conteúdos indicados para cada capítulo;

Is

O e

fornece respostas de atividades do livro e comentários sobre elas; apresenta textos complementares dirigidos ao professor;

.

Vida e Ambiente

aqui, que são comentadas a seguir, neste Suplemento

de 1998

Em cada um dos anos, os capítulos do livro do aluno estão agrupados em quatro eixos temáticos:

Os capítulos contêm ainda as seções Isso entra no nosso vocabulário! e Seu aprendizado não termina

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O livro do aluno

dá sugestões adicionais de atividades; oferece sugestões bibliográficas para alunos e professores.

Suplemento para o professor

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MANUAL DO PROFESSOR O vento Ê ar em movimento em relação à superfície terrestre. Para saber a direção dessa movimentação, utiliza-se um cata-vento ou uma biruta. Para medir a velocidade dos ventos, utiliza-se um anemômetro.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

O cata-vento aponta sempre para a direção de onde vem o vento.

O manual do professor apresenta comentĂĄrios destinados exclusivamente ao mestre. NĂŁo aparecem no livro do aluno. SĂŁo sinalizados com o Ă­cone .

O anemĂ´metro gira quando o ar em movimento bate nas suas conchas. A frequĂŞncia de seu giro permite medir a velocidade do vento.

A biruta se parece com um pĂŠ de meia (aberto nas duas extremidades) tremulando ao vento. A “bocaâ€? mais larga aponta para a direção de onde vem o vento.

Alguns ventos sopram durante praticamente todo o tempo em certas regiþes da Terra. Esses ventos são importantes, pois são úteis à navegação à vela praticada nos oceanos. Eles tambÊm possuem uma acentuada importância na formação das correntes marítimas de superfície e nas características do clima de uma região. Os ventos costumam ser chamados por diversos nomes — brisa, ventania, tempestade etc. —, dependendo de sua velocidade. Quanto mais velozes eles são, maiores estragos podem causar. A escala Beaufort, criada pelo almirante inglês Francis Beaufort, classifica os ventos de zero a 12, de acordo com a velocidade. A velocidade de um vento Ê a velocidade com que o ar se move em relação à superfície da Terra, e Ê expressa geralmente em quilômetros por hora (km/h). A tabela da próxima pågina mostra a relação entre a velocidade dos ventos e seus efeitos.

Comentårios e textos mais longos são deixados para o Suplemento para o professor. Nesse caso, hå mençþes a esses comentårios e textos ao longo do manual.

FuracĂŁo no MĂŠxico.

Tornado nos EUA.

PrevisĂŁo do tempo

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::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 6 – 2ª Prova – Mercado ..::

Para cada capĂ­tulo do livro do aluno hĂĄ um capĂ­tulo correspondente no Suplemento para o professor.

CAPĂ?TULO

10

LIXO E QUALIDADE DE VIDA

Conteúdos conceituais Coleta e destino do lixo Diferença entre lixão, aterro sanitårio e incineração do lixo. Suas vantagens e desvantagens Lixo e poluição da ågua, do ar e do solo

ConteĂşdos procedimentais

ConteĂşdos atitudinais

Redigir uma (simulação de) carta às autoridades municipais e uma (simulação de) nota à população sobre as condiçþes de saneamento na cidade e as melhorias necessårias

Valorizar a higiene ambiental como fundamento para a manutenção da saúde coletiva Ser consciente dos deveres de cidadão com relação ao ambiente Valorizar as medidas de proteção ambiental como promotoras da qualidade de vida

Lixo e saneamento bĂĄsico

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Preocupar-se com a saĂşde coletiva

Comentårio sobre os conteúdos conceituais O destino do lixo Ê um assunto atual e preocupante. Em alguns locais, Ê causa de mau cheiro e propagação de doenças. Em outros, Ê motivo de grandes despesas e problemas de falta de espaço. É um tema atual que deve ser trabalhado principalmente dentro da realidade local. O capítulo se preocupa principalmente com os restos de comida presentes no lixo urbano, como causa de mau cheiro e da propagação de doenças. A tônica Ê, portanto, a dificuldade encontrada para se livrar do lixo de forma que ele não prejudique a população e o meio ambiente. Ao discutir as medidas de saneamento båsico, Ê útil relacionå-las com ideias ligadas ao tratamento de ågua e ao despejo dos esgotos, caso os capítulos 7 e 8 jå tenham sido estudados. Como sempre, Ê importante partir do vivenciado pelo aluno: suas observaçþes sobre a realidade local da coleta de lixo e de saneamento.

ComentĂĄrio sobre os conteĂşdos procedimentais A partir do que aparece em SugestĂŁo de atividade, podem-se desenvolver habilidades de discussĂŁo, planejamento e expressĂŁo escrita.

Comentårio sobre os conteúdos atitudinais As atitudes que se pretende desenvolver com este capítulo podem ser explicitamente trabalhadas em sala após a realização do debate proposto no primeiro Para discussão em grupo desse capítulo. Ele aborda a realidade local de saneamento e då margem à discussão de atitudes como a valorização da higiene ambiental como fundamento para a manutenção da saúde coletiva, o cumprimento dos deveres de cidadão com relação ao ambiente, a valorização das medidas de proteção ambiental como promotoras da qualidade de vida e a responsabilidade pela saúde coletiva.

Sugestão de atividade Dividir a turma em grupos. Cada um deve fazer a redação de uma (simulação de) carta às autoridades municipais sobre as condiçþes de saneamento na cidade, reivindicando as melhorias necessårias. Para evitar que se cristalize nos alunos a ideia de esperar que as melhorias venham exclusivamente da atuação das autoridades, sugere-se, como atividade paralela a essa, que os grupos tambÊm redijam uma (simulação de) nota para publicação em jornal, cuja meta Ê a conscientização da população em geral sobre as condiçþes de saneamento na cidade e as melhorias necessårias. Ambas as atividades – em que Ê possível desenvolver habilidades de discussão, planejamento e expressão escrita – podem ser realizadas de forma inter disciplinar com Língua Portuguesa, História e Geografia.

Suplemento para o professor

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icude ve enças strados s e do esgoto assuntos mo to de ter os tamen ua, tra Ler e deba cusde ĂĄg a. ral e dis nos, hĂ­dric mu ĂŁo m lho laç . s alu a co tra ba tĂ­cias e tem ção do udo, vai pa nas no ção de ormaçþes rticipa e, sobret lhar ess a Isso a traba intensa pa a situa inf o, ser um ia de a do tem ar um ssem por rendizad A ide piciar rendizado O fato de opici ap ere e. ssĂľes, ĂŠ pro ivo: Pr s se int rtir de seu s de higien es. discu o ap sĂľes e, Objet os aluno a pa cendo o de atitud nhada de de higien uado e, eq ore e e ad pa os çã fav na e 8. em qu s Ă higien bitos orpora pal, acom de que hĂĄbit plicaçþes s 4, 7 am hĂĄ nte a inc gru im ĂŁo pĂ­tulo e no refere e mantenh pç Ca ad tĂŞm neâ€? el: m ativid ona a perce Ă  saĂşde, Esta “higie s adote desejĂĄv rci as, ios tema manda do bele po tor ito fĂ­c do pro ne s mo no ça co equis . enas sença de be nte de idade s PrĂŠ-r nexĂľ alĂŠm ncia social : A pre a importa , tratĂĄ-lo ap fors habil inserida n-Ob ita rio es mu as jetivo entĂĄo o ĂŠ um Contudo aba trans convivĂŞ volve amad partida. Co ati pĂĄgin Com : Integ ias. 6 an desen ais. As ch s ac e pode e nc de Ăľe a 21 do ad qu vilegie vidad rar CiĂŞ aç o nto de 5 livro ou pri propri e lĂşdica , em um A ativid e intelectu enas po inform to em alg sores ou a umap texto , alg inclua edad s iai nto de nte assun de provaâ€? al, sĂŁo profes ne de soc nju loc no co esstad es e Ă  co uns conc associado is be rta do alu realidade atĂŠria o da eitos como esse impo ga rea rgunta livro ĂĄgua mposição pe refere a uma ples “m e nĂŁo tra oa o de nd nd . sim e ao PrComo io a ntes ma sidera relevantes ciclo do ar, Ă s tico qu Em se uzido s. os por me o chulĂŠ? ĂŠ-re - isito muda Ă s hidrol icaqu que, E s e fot gu ser red o programĂĄ ra os aluno ntos ? nif ho tar nças po d Ăłg sig lito o esejĂĄ no sen ico. sencial ndo lugar, ral Ăşd cabe sa o mau hĂĄ ampliar Comen vel: Ca tos, de conte tudinais pa corpo ve para tĂĄrio iene ral tex mbĂŠm ati dem tip lvi cau pĂ­t a nossa m o gĂĄs hig Ta e po mu vo ios o : s ulo comb da no fĂ­c no s 14, mos. ao de ativid Este Es [đ?–Łđ?–Ł: “O qu ustĂŁo respir ncia o desen mĂŁos locar 15 e oxigĂŞ tabele como los?â€?, os alu crorganis s alu ade se co portâ s nto e ação do ĂŠ um 16. nio], mi nie tam Sugere- strem a im o crescime lavagem da peza a torn nos do 6 o lĂşdica qu ça conexĂľ comp s materiai eso de preve bĂŠm lim nceit e, em ia, onen s. O es us quan am ma rio, ano para çþes, do co que mo nvivĂŞnc gĂĄs [ te do ias tidad a um que o diĂĄ ge e na do tĂ­c nh int is ral a mi co int đ?–¤đ?–¤: ca ba e, ma a rodu de , intere ar pr as eli luir no veis: s fun para z tado, er-relacion safiado rbĂ´nic esen No ar ssa saudĂĄ Ăľes e apĂłs e bucal. Inc distribuição dame ra, ao alteraçþ conc o] a, nto tam ntal pa te em pe es e po eiç me eitos ien do liv bĂŠm do cic ento quen s, hig das ref ra a fot tratad r meio do mesmo temque ro. a lo hid hĂĄ vapor antes los e unha sobre tratam os em os tex po sĂ­n de de ro to s be tese. lĂłgico sse cic Reso ĂĄg difere apres de ca is e revista lução: . Parte ua, que enntes lo sĂŁ na tom ca o ĂĄg as do pĂ­t ua a de jor đ?– đ?–  R s acon precipi ulos pa , por E S tecim rte exem taçþe 5 [đ?–Śđ?–Ś: plo so entos s atm I S neve osfĂŠr đ?–Ąđ?–Ą P b a for T ĂŠ ] ou icas R E 6 [đ?–§đ?–§: ma de N C de Duran graniz S S [đ?–Ľđ?–Ľ: I A te a no o]. chuv Ăƒ O đ?–˘đ?–˘ N ra po ite, pa a], I T de mu rte do 19 dar de R O vapo LO as su r de ĂĄg perfĂ­c estad đ?–Łđ?–Ł O 16 CAPĂ?TU G ĂŠ o ies ua X I fĂ­s N da ais que es ico e ĂĄgua atmos I O 11 G itudin se de tĂŁo ao for ma feposit đ?–¤đ?–¤ C eĂşdos atĂŠ N I das rec relen E, ar se o sobre to. As A R forem ebem Cont dirOeit gotin for ma B Ă” eito e o o acon has de num dos cri nome de đ?–Ľđ?–Ľ C is 13 dir NpleIna, teceu seu [đ?–¨đ?–¨: stais enta C Hdicar uma vida or valho de ge edim [đ?–Šđ?–Š: Reivin U a Vuma , bonito e O As mu lo, diz gead ]. A do s proc danç đ?–Śđ?–Ś Nde todos cuida emos a]. eĂşdo as de 8 um que E bieVnte Cont mes esp estad para am E o fĂ­sico 12 texto is 30 dĂĄvel đ?–§đ?–§ G sau de lĂ­q ecĂ­ficos. A eitua rar um rĂĄdio (de Ă  da ĂĄg uido e [đ?–Şđ?–Ş: so Elabo R A ua rec de s conc l liqu pa do cia a ebem lidific ra sĂł eĂş N I de sĂł comer s) que exp maneira đ?–¨đ?–¨ lido. ação Cont noZ O lido a O inv ] ĂŠ a pa undo de que s na O R nĂŁo es s de seg lĂ­q ser ers ver 7 s uido, ssag V A lĂ­quid los biente o dela, lação ĂĄreas enchente ĂŠ a [đ?–Ťđ?–Ť o a va popu es: am struĂ­dos pe L H a passa em đ?–Šđ?–Š G tar ncia de por ĂŠ : fusĂŁo Cidad O gem 15 dela existĂŞ ajuda a evi m ais con E A a [đ?–Źđ?–Ź es ]. A mu to ĂŠ a [đ?–­đ?–­ pode e natur s cidad : vapo D A o o tex danç ades cidad no : cond s ais, as rizaç pĂşblic a de đ?–Şđ?–Ş S huma muito ĂŁo], e e as cid ĂŁo de A pe ensa s natur r em 2 O L ção]. rgunta de qu raç o contr Expo biente produzem cidade zido I D o dos am Noção a prolife a, apres a ĂĄrio iar produ o decodifica entad đ?–Ťđ?–Ť F 4 contrĂĄri I Fdos de for na prĂłpri enças propic da, ĂŠ: a no recem vin I an U , ao as do e C ecAer – e favo S Ăƒ teriais fin sim sas rm al As algum cau 14 da ati Ç Ăƒ tes. Quan m pe ambiente de ma O đ?–Źđ?–Ź pe açþes: vidad te do a O ndem 10 pode chen Inund uĂŞncias lmen e, jĂĄ de1V A Pque nĂŁo fora desse anas e en18 ipa nc s V A conseq Ă­duos3 O pa R raI nos, pri tica da gas urb đ?–­đ?–­ res pra P O C O levados 1 Z A dar aos alu a visĂŁo crĂ­ 2 nto de R I – sĂŁo N lvi de Ç 3 o, um gens. 4 vo D meE lo preten 9 urbĂƒanO Z A sobre tuais 5 ĂŠ cham Ă­tuN S biente desen 6 svanta Ç Ăƒ 7 tĂĄrio ser Ohu A Çgens e de Este cap no am 8 ncei 71 ada de tex 9 10 O s pelo Ăƒ O Comen eĂşdos co or E e vivem s vanta ruĂ­do e para to comp 17 11 B ofess leto ĂŠ:com sua const aos qu ades O nt 12 13 U O ntes ra o pr ativid ar toses, L Ç os co 14 suas ambie se au tem vĂĄcidad nto pa O ter o de 15 sĂŁo me nĂŁ ria Ăƒ O as mo va 16 17 por ex s pro ais, ades Suple pried poriz r algum natur gem emplo 18 As cid 19 ? ades ntes orece ação de lĂ­q , fav bie ofe vim impo ĂŠ am uido recer entos para rtante a vapo emprega sendo [đ?– đ?–  : Quan e exerc mano s como do pa NĂŁo r. res do o. er ist O ĂĄ-l ra a pa ar ĂŠ for ĂŞncia [đ?–Ąđ?–Ą : , cimen a vaporiz abrig ] aos ssapressĂŁ mado ação to tam. moo]. , força presen por vĂĄ forma (ou por red susten da po te em rios co çã ução r me maior mpon da pre de eb o de bolha quan entes uliçã s, ela ssĂŁo), io de aque tidad . O qu o (po tambĂŠ ocor e ĂŠ o gĂĄ e estĂĄ pular re co Quan s [đ?–˘đ?–˘ mente m pode ser ma do : nitrog , fer vu cham ĂŞnio] tamen , por outro ada ra). . te e se lado, a vapo pode m a for ser de rizaç maçã ĂŁo oc nomi o de or re nada bolha lenevap s, ela oraç tam ĂŁo. bĂŠm

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9

Seçþes claramente sinalizadas ajudam o professor a delinear o curso, preparar suas aulas, planejar as atividades e adaptar o uso do livro à realidade de suas turmas.

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pĂĄgin

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Uma tabela indica os conteĂşdos conceituais, procedimentais e atitudinais que podem ser desenvolvidos no capĂ­tulo.

Suple

ment

o pa

ra o

profes

sor

Nas påginas que contemplam as seçþes Isso vai para o nosso mural! e Estabeleça conexþes, estão indicados os objetivos das atividades ali propostas e os prÊ-requisitos desejåveis para a realização delas, alÊm de comentårios para o seu desenvolvimento.

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ESCOLHA A SEQUÊNCIA MAIS ADEQUADA

É do professor a atribuição de adaptar o uso do livro didático à realidade local. Isso inclui a sequência em que os temas serão tratados.

OS –

TEÚD

O 6O AN

inais

atitud diversiúdos por em sua Conte vivos eressar-se a zar seres Int E is  Valori a itar os a vida imenta  Respe lorizar a natureza e fonte parsaproced terre- dade  Va melhor important tar o pen er o ximos: . sob pei o com  Res conhec s pró etc biente , bosques anizar e observaçã rmações  de outros am es rsivar ntais sor  Org io de obter info opiniõ is sua dive por   Obser ças, qui me ceitua s   s em as, mento e as profes s (por r-se , pra os con es vivo Interessa zar a es vivoar, nos ntação do rmaçõe s, esquem úd ser ser ela info s: orie  Valori a dos Conte itar os a vida biente e- a istrar as dros, tab gerais  Respe lorizar a natureza e fonte parsa Va r ticas tes nos am smos  Difde reg enhos, qua ) ant e pen exis lho erís ort o s lo ani dad de er me o imp entare vive  peitar   Caract s presen , luz e org diversida res des as e textos Capítu conhec ação com s   Res ros nte s alim fato list Fatore , rochas bientes: çõe out erv cadeia o estuda ções de es dos obs rma er solo os am vivos es a, s dad rma que hec info niõ diversiFatore vivos águ ças entre particulari obter e as opi  Recon local em ar as info 1 por em sua no não ren vivos e registr vivos eressar-se a mento produ- tentes ores tes nos zar seres izar e e fat vivos  Int seres s  Valori a presen bientes itar os a vida  Organ  Seres es não vivo  Respe lorizar a natureza e fonte parsaam ares midor r ant por dade  Va pen aliment s consu lho ort o ão as me vivo de feij dessa conhecer o como imp Respeitar  Cadei o  Seres ente a sem germinaçã ar as observaçã rmações  de outros e tores rsiores a info var um niões reg istr Produt idores obter e as opi sua dive por  Obser  Observar niz ar e 2 s em ga r-se ais  mento consum s ger a dentron te   Or es vivo Interessa zar a ser tica erís  Valori a de um se me ções itar os a vida caract  Respe lorizar a natureza e fonte parsasuas a respiração ncia da informa a ant ese e e  Va melhor ortâ íntepen re par ort o sínt dad Imp ent   os er o imp speitar  Fotos aposição íntese fotoss a as cas eir denciem conhec o com  Re pela eto s evi  Contr e a fotossoxigênio íntese par es observaçã rmações  de outros s r obj que itor ore s es ula oss pos nta info gás cia niõ diversipla Produt da fot eriên obter e as opi decom ão de   Ma nip ações 3 por em sua liberaç portância s dos montar expde fungos as observ vivos eressar-se a mento are Im  Papel s seres  Int istrar se   lorizar a ação aliment itar os a vida itores  a atu izar e reg entare par za  Va cadeias  Respe lorizar ompos eias alim natureante fonte sa Organ s dec cad pen o de- dade  Va melhor a ort vivo o nas har es  Seres mpan ganizar conhecer o como imp Respeitar positor s  ros açã ta  Aco decom a hor plantas  Or observinformaçõe es de out itores ir um niõ obter e as opi  Constru ento das ações 4 Decompos erv mento o solo senvolvimar as obs com s ado ortân- e registr de cuid er a imp al básicos Reconhec de materi ios da a per  Princíp plantas inais são e as e atitud o e com evitar a ero iad a údos O sol o o var saúde Conte cia de co do sol 5 ent açã ão da E alim rentes enç orgâni is SAÚD zar a a manut ar as dife  VaNO E   Val orida para e repudi alimentos tes imenta proced HUMA sob re adequaber, criticar dício de em nutrienvive údos SER tivo s por  Perce de desper os ricos que se bucal Conte info rmafornecida var em as ent ene form os alim região a higi dad osenergia   Obser l is liza r -los ressas nos lorizar íveis na ados com de á Uti tua   potáve par ade   exp s dispon ar os cuid a não ren concei tares quantid os e com cionais de águ as dife r údos entare  Valoriz ent alimen  Os nutri sumo repudiar água  Se Conte ncias entos  n- alim rmações dutos alim e ar o con o de peitar info s de pro substâ de alim decorre  Rejeit ber, criticar perdíci de de res das cares rótulo a lo rgético saúde ções  Perce as de des essida s em e   Fun údo ene juízos à ivo de açú ead a Capítu vel form ciai da nec re a orig  Conte tes   Preo excess o bal anc s sob a disponí - tes sciente os manan entos con servar rmaçõeo da águuma maque nutrien consumAlim ent açã Alim info ão r ent   do pre taç 6 e tes dur as  Coletade tratam  Construir de de cap a tae gor trição aluno  e a rede uma cida ial de capciais form a do erc de ent e a cas  Desnu com res   Red Manan ndo s na que rep de águpara um l água a   ição explica te éstico potáve ia da o de águ dom uso de e distribu um texto undos) de beber a não itos dos ortânc seg ia ar em de águ na de háb en  Imp distribuiçã ia   Mo fervura e ização  Elaborio (com 30importânc e expor sumo e   Def l idia ânc util a: ada ar a a de nta ar o con tica cot saúde a: ção import da águ de rád ulação sido trat idos a evit A águ o e sua amento nto da águários par  Rejeit zar a prá veis à ão am bie  Ser à popque tenha produz , O 7  Valoriiene favorá pro teç coletiva peitar precios de trat  Tratamedos necess tex tosa água os textos de bem — commostre a de hig did as o à saúdede de res cloro  Cuidada água público me mu ral que para der star atençãnecessida públicaperdício ar um gens — poral en Pre nte da o des   Ela boros e colahigiene cor e o des rio, scie ciais e nto diá con enh da nan s fossas o des ortância o crescime: banho içõe os ma , refe Fatores vidas: eis s pel não vivo as ser vocado as de imp vivênciao saudávantes das a de cas os das águ de pros  Doenç ento con viment limpez pliar a(capítulo 1) ação ito de à saú vol das mãinações, al  Am erior o dire biente buc  Destins  Riscoso dos dejetode saneam esgoto lavagem ito e as elim higiene capítulo anttrataam Ambien oto ção de s rret dire o apre esg  No num no tes idados e apó unhas, o de sen seu tino incohídrica tratament inação dicar vida plena, el tam (capítulo os   Cuão dos belos e elaborada a estaçã que ção s de são dáv a te 1)   Reivin 8 Contamda água des a um veicula  Forma microrganism poluiç e sau a um maqueincluir nel s ercial todos , bonito tar a básico ção de e a evi para de esgoto ado um com Luz e a fun ários par para que expliqucia cuid mento texto tên os) (capítulo necess ciais ar um segundneira a exisa evitar 1) 30 Ar ma manan  Elabor da to (capí io (de que íde aju o tex tulos rád de1, stru o cida de con 14, 15 público e 17) urais de que à populaçã des na em Água não nat Noção ração relaáreas ver   Expor de cion ntes (capí s life tes bie tulos ano ado 1 e 7) s: am hum piciar a pro : causas enchen ido Solo ões  Cidadeos seres pro produzcom ndaç pel (capítulos podem s  Inu o dos 1 e 5) cidades doença Vivend des as algumas cias 9 de que pod nas cida sequên e ser e con

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28

Para elaborar a sequência de conteúdos, respeitando pré­requisitos, consulte os mapas conceituais das páginas 22 a 27.

Suple

fes ra o pro

cuja intensid ade varia de acordo com o

Ciclo da

(capítulo

Tempo

Água con

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(capítulo

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(capítulo

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idores

(capítulo

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2)

que part icipam das alimenta

(capítulos

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(capítulo

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onde um sério prob ma são leas

tulo 13)

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mplo é

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que necess ita de

uz

Cidades

(capítulo

res

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que outros , entre ambientes, pod e viver nas

noite

13)

que tem relacion regularidades adas aos Movime ntos dos astros no céu (capí

os orga

Produt

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1)

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Ciclo dia/ (capítulo

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(capítulo

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Água pot (capítulo

Fatores

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6)

cuja qua lidade depend e de

de con de alim servação entos (capítulo

Reprod

ução proibid

a. Art. 184

do Código

Penal e

Lei 9.610

de 19 de

fevereiro

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de 1998.

Veja a seguir, por exemplo, três sequências possíveis para o 6o ano, elaboradas com base no mapa da página 22.

6

Exemplo 1

Exemplo 2

1. Fatores vivos e fatores não vivos presentes nos ambientes 7. A água: bem precioso 8. Contaminação da água 16. O caminho da água na natureza 14. Propriedades do ar 15. Principais gases que compõem o ar 17. Geladeiras, chaminés e balões de ar quente 18. Previsão do tempo 2. Produtores e consumidores 3. Produtores 4. Decompositores   5. O solo   6. Alimentos Extra. Conservação dos alimentos   9. Vivendo nas cidades 10. lixo e qualidade de vida 11. Reaproveitando o lixo 12. A vida é a melhor opção 13. Dia e noite: regularidades da natureza

1. Fatores vivos e fatores não vivos presentes nos ambientes 2. Produtores e consumidores 3. Produtores 4. Decompositores 5. O solo 13. Dia e noite: regularidades da natureza 14. Propriedades do ar 15. Principais gases que compõem o ar 17. Geladeiras, chaminés e balões de ar quente 7. A água: bem precioso 8. Contaminação da água 16. O caminho da água na natureza 18. Previsão do tempo 6. Alimentos Extra. Conservação dos alimentos 9. Vivendo nas cidades 10. lixo e qualidade de vida 11. Reaproveitando o lixo 12. A vida é a melhor opção

Exemplo 3 1. Fatores vivos e fatores não vivos presentes nos ambientes 2. Produtores e consumidores 7. A água: bem precioso 8. Contaminação da água 10. lixo e qualidade de vida 11. Reaproveitando o lixo 14. Propriedades do ar 15. Principais gases que compõem o ar 17. Geladeiras, chaminés e balões de ar quente 16. O caminho da água na natureza 18. Previsão do tempo 3. Produtores   4. Decompositores 5. O solo   6. Alimentos Extra. Conservação dos alimentos 9. Vivendo nas cidades 12. A vida é a melhor opção 13. Dia e noite: regularidades da natu­ reza

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

DE CONT

ento par a o pro

Suplem

As tabelas das páginas 28 a 35 listam os conteúdos compreendidos nos quatro volumes.

MAPA

22

E esta obra pode ser adaptada. Os capítulos não precisam ser trabalhados necessariamente na sequência apresentada.

ida. Art.

184 do

Código

Pena

l e Lei

9.610

de 19

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de 1998

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ALGUMAS TERMINOLOGIAS USADAS NESTA OBRA PARA REFERÊNCIA AOS CONTEÚDOS

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

No ensino fundamental, os conteúdos esco­ lares devem estar intimamente relacionados com usos práticos e imediatos, revelando seu caráter funcional. Devem, também, propiciar ao aluno condições para que ele mesmo possa ampliar seus conhecimentos. Nas atividades escolares, os alunos devem construir significados e atribuir sentido àqui­ lo que aprendem, o que promove seu crescimento pessoal, contribuindo para seu desenvolvimento e socialização. Assim, conteúdos são conhecimentos ou formas culturais, cuja assimilação é considerada essencial para o desenvolvimento e a socialização dos estudantes.

Aprender a aprender Os conteúdos conceituais estabelecem o fio de continuidade que encadeia os temas nesta obra. A inclusão dos conteúdos procedimentais e dos atitudinais visa ao desenvolvimento do aluno em múltiplos planos. O desenvolvimento de atitudes positivas, vinculado aos conteúdos conceituais, con­ tribui para a vida pessoal e em sociedade. Ensinar procedimentos consiste em fazer a ponte entre o ponto de partida e o objetivo de uma sequência de ações; equivale a ensinar meios para alcançar, modos de fazer. É dotar o aluno de formas de agir. É ajudar o aluno a aprender a aprender. Ao longo dos quatro volumes, alguns exercícios e atividades envolvem temas polêmicos. Não se deve esperar unanimidade de opinião. A divergência de pontos de vista, acompanhada do respeito ao outro e às suas ideias, contribui para a troca de ideias e o amadurecimento individual e coletivo. Ao pretender o desenvolvimento das capacidades do aluno, a escola – e, no nosso caso, o ensino de Ciências Naturais – assume a necessidade de promover a autonomia do aluno e sua capacidade de interagir e cooperar.

anteriores. Exemplos de fatos ou dados são o nome de ossos do corpo humano, o nome de apa­ relhos de laboratório e uma tabela de resultados numéricos provenientes de uma experiência de laboratório. Conceito corresponde a um conjunto de acon­ tecimentos, símbolos, seres vivos, materiais ou objetos que apresentam algumas características comuns. Exemplos são os conceitos de vertebrado, de massa de ar, de corrente marítima, de reação química, de força e de rocha. Princípio designa um enunciado que relacio­ na as mudanças de um acontecimento, símbolo, ser vivo, material ou objeto (ou conjunto deles) com as mudanças em outro acontecimento, símbolo, ser vivo, material ou objeto (ou con­ junto deles). Em outras palavras, princípios correspondem a regularidades do tipo causa e efeito, sendo também conhecidos, em Ciências Naturais, como leis ou teorias. Como exemplos, podemos citar o ciclo da água, a lei da gravidade, o princípio da inércia, as teias alimentares, a conservação da energia, a repetição das estações do ano e a variação do comportamento animal em função da estação do ano. O aprendizado de fatos, conceitos e princípios implica que o aluno passe a ser capaz de, por exem­ plo, reconhecer, descrever e comparar ocorrências, ideias ou objetos. Assim, nesta obra, os seguintes verbos poderão aparecer intrinsecamente ligados aos conteúdos conceituais*: Identificar, reconhecer, classificar, descrever, comparar, conhecer, explicar, relacionar, situar (no espaço ou no tempo), lembrar, analisar, inferir, generalizar, comentar, interpretar, tirar conclusões, esboçar, indicar, enumerar, assinalar, resumir, distinguir.

Conteúdos conceituais Fato ou dado é uma informação que por si só (isto é, sem o auxílio de conceitos ou princípios) é desprovida de conexão significativa com ideias

* Segundo COll, C. Psicologia e currículo: Uma aproximação psicopedagógica à elaboração do currículo escolar. São Paulo: Ática, 1997.

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Procedimento é o conjunto de ações organi­ zadas para que se obtenha determinado objetivo. São exemplos de pro­ce­di­men­to o uso do micros­ cópio para examinar células de ce­bola, o emprego do computador para acessar uma página da inter­ net, a construção de uma maquete de estação de tratamento de água, a observação de insetos no gramado de uma praça e a busca de informações em uma biblioteca. Aprender um procedimento se traduz na capa­ cidade de empregá­‑lo de forma espontânea, a fim de enfrentar situações em busca de resultados. Ao longo desta obra, os seguintes verbos poderão ser encontrados na explici­ta­ção dos conteúdos proce­dimentais*: Manejar, confeccionar, utilizar, construir, coletar, repre­sen­tar, ob­ser­var, experimentar, testar, ela­ borar, si­mu­lar, demonstrar, re­construir, planejar, executar, compor.

Conteúdos atitudinais Valor é uma ideia que regulamenta o com­ portamento da pessoa em qualquer situa­ção ou momento, ou seja, trata­‑se de um princípio ético com o qual a pessoa sente forte compromisso emocional. Os valores são usados como referen­ cial para o julgamento das condutas próprias e alheias. Exemplos de valores são a solidariedade e o respeito à vida e à integridade física, tanto própria quanto alheia.

Norma é uma regra de comportamento que pessoas de um grupo devem respeitar quando em determinada situação. Em outras palavras, normas são padrões de conduta que membros de um mes­ mo agrupamento social compartilham. As normas são a concretização dos valores. Como exemplos delas, podemos citar o respeito ao silêncio em um hospital, a adequação do vocabulário à pessoa com quem falamos, o ato de não jogar lixo no chão e o ato de parar o carro quando o sinal está vermelho. Atitude é a disposição adquirida e relativa­ mente duradoura para se avaliar uma ocorrência, situação, pessoa ou objeto e para atuar em con­ cordância com essa avaliação. Em outras palavras, uma atitude corresponde à tendência a comportar­ ‑se de forma consistente com os valores e as normas, diante de ocorrências, situações, pessoas ou objetos. São as atitudes que trazem à tona o grau de respeito que o indivíduo tem aos valores e às normas, manifestando­‑o de forma obser­vável. Exemplificando, podemos relacionar a atitude sis­ temática de não fazer barulho num hospital como uma demonstração da interio­rização do respeito a normas e valores relacionados a essa prática. Há vários modos para explicitar aqueles conteú­ dos atitu­di­nais que se deseja que o aluno aprenda. Nesta obra, os seguintes verbos* poderão ser en­ contrados na expli­citação des­ses obje­ti­vos: Valorizar, comportar­‑se (de acordo com), respeitar, tolerar, apreciar, ponderar (positiva ou negativa­ mente), aceitar, praticar, ser consciente de, reagir a, conformar­‑se com, agir, conhecer, perceber, estar sensibilizado, sentir, pres­tar atenção a, interessar­‑se por, obedecer, permitir, con­cordar com, preocupar­‑se com, deleitar­‑se com, re­crear­‑se, preferir, inclinar­‑se a.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Conteúdos procedimentais

* Segundo Coll, C. op. cit.

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CONSIDERAÇÕES SOBRE A AVALIAÇÃO

Avaliar é uma das tarefas mais delicadas no en­ sino. A reflexão constante sobre quatro perguntas básicas — Por que avaliar? Quando avaliar? O que avaliar? e Como avaliar? — pode ajudar o professor a aprimorar cada vez mais o processo de avaliação.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Por que avaliar? Erros fazem parte do processo de aprendizagem. Não se pode considerar que a aprendizagem seja significativa somente se não ocorrerem erros. Ao contrário, são os erros que norteiam as alterações de rumo e as constantes intervenções pedagógicas, e tornam o processo de aprendizagem efetivo. A avaliação não pode se limitar a provas bimes­ trais ou mensais, principalmente se constarem de perguntas que cobrem a mera repetição de palavras ou frases tiradas do livro adotado. Considerar as provas como único modo de avaliar é perder a pers­ pectiva da avaliação como algo muito mais amplo e que engloba, entre outras possíveis metas, veri­ ficar o grau de aprendizagem dos alunos, orientar e ajustar a atuação dos professores e da escola e propiciar elementos para o constante repensar da prática do ensino.

Quando avaliar? Avaliar, nesse contexto, equivale a muito mais do que simplesmente saber o resultado final do processo de aprendizagem de um conjunto de conteúdos. Diz respeito ao acompanhamento des­ se processo em suas múltiplas etapas e facetas, avaliando o que realmente aconteceu durante a aprendizagem. Diz respeito ao acompanhamento das dificuldades e dos progressos dos alunos à luz da realidade local. Diz respeito ao constante cuida­ do em perceber falhas do processo e intervir nele a fim de eliminá­las ou, pelo menos, minimizá­las. Assim, faz­se necessário um processo de ava­ liação o mais contínuo possível, não se limitando apenas aos finais de capítulos ou blocos deles. A prática de uma avaliação bem distribuída ao longo do curso, se adequadamente implementada, reduz a tensão introduzida pelas provas mensais ou bimestrais e favorece a aprendizagem significativa em detrimento da pura e simples memorização.

Avaliação inicial Antes de iniciar novos capítulos ou blocos de conteúdos, é conveniente fazer uma avaliação inicial. Seu objetivo é sondar as ideias prévias que os alu­ nos têm sobre o tema. A partir delas, o professor prepara suas aulas e estratégias. Além disso, conhecendo essas ideias prévias, mesmo que sejam cientificamente incorretas, pode­ ­se utilizá­las como fontes de problematização e como ideias inclusoras. A avaliação inicial pode ser feita de modo informal, uma vez que os alunos invariavelmen­ te expressam suas concepções prévias ao se posicionarem perante fatos e situações. Não é conveniente que a avaliação inicial seja longa e cansativa.

O que avaliar? O que avaliar é decorrência dos objetivos es­ tipulados para a aprendizagem. Deve­se cobrar, portanto, aquilo que se colocou em jogo nas situa­ ções de aprendizado, o que não descarta todo um leque de aplicações do que se aprendeu a situações similares, mas não exatamente iguais às vivencia­ das durante o processo. Este Suplemento para o professor traz — na 2a parte, em uma tabela no início de cada capítulo — as sugestões de conteúdos conceituais, procedi­ mentais e atitudinais a serem desenvolvidos. Elas servem de roteiro para o que avaliar. Assim, o pro­ cesso de avaliação permitirá também ao professor tirar conclusões sobre o grau em que as condições de ensino criadas por ele e pela escola propiciaram a aprendizagem.

Como avaliar? No processo de avaliação, é essencial que o professor considere as diferentes maneiras de ex­ pressão — oral, escrita, pictórica etc. Assim fazen­ do, não estará privilegiando um aluno que escreve bem em detrimento de outro que se comunica com mais clareza de forma oral ou de outro que desenha melhor do que escreve, por exemplo. Suplemento para o professor

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Algumas sugestões Observação do processo de aprendizagem, no dia a dia da sala de aula. O registro em tabelas permite ao professor avaliar a evolução de cada aluno, dedicando atenção diferenciada àqueles que, por alguma razão, dela necessitem. O acompanhamento do empenho na realização das múltiplas atividades, aliado à evolução de­ monstrada ao longo do tempo, é fundamental no processo de avaliação. Observação das atividades em equipe e dos debates. Isso é particularmente importante para avaliar o apren­dizado de atitudes gerais — respeito às ideias alheias, por exemplo — e específicas — respeito à biodiver­sidade, por exemplo. Observação da produção dos alunos. Durante o desenvol­vi­mento de projetos e a realização de expe­rimentos, o professor tem excelente oportuni­ dade para avaliar o aprendizado de procedimentos. Análise das exposições em público de textos e outras produções. Atitudes, procedimentos e conceitos estão em jogo no momento dessas exposições. Provas escritas. A sugestão é evitar a concen­ tração de provas das várias disciplinas em um período. Fazer provas mais curtas e com maior fre­ quência, além de poupar os alunos da tensão que faz alguns deles se saírem tão mal, permite ava­ liar de modo mais contínuo. Nas provas, devem­‑ ­‑se evitar situações meramente repetitivas. Não se deve, contudo, tender ao extremo oposto, o de ofe­re­cer situações muito distintas das que ocorreram du­ran­te as aulas. Equilíbrio e bom senso são funda­men­­tais. Provas são instrumen­ tos úteis desde que sejam aplicadas juntamente com outros mecanismos de avaliação.

Avaliação de conteúdos conceituais Como o aprendizado de fatos requer a memo­riza­ ção, é fundamental que o professor avalie qual é a real necessidade de os alunos conhecê­‑los. Cobrar o conhecimento de fatos só se justifica na medida em que tal conhecimento seja útil no cotidiano ou poten­ cialize aprendizagens subsequentes. Caso contrário, é mais impor­tan­te trabalhar os procedimentos de 10

busca de informações, pois são eles que permitem acessar uma informação sempre que necessário. É mais difícil avaliar se um conceito foi aprendi­ do. Como formas de fazer essa avaliação, sugerimos: reconhecer a definição do conceito entre várias possibilidades oferecidas; identificar exemplos ligados ao conceito; separar em categorias exemplos ligados ao con­ ceito; fazer uma exposição oral sobre o conceito; aplicar o conceito à resolução de algum proble­ ma; e pedir a definição do significado do conceito. No ensino fundamental nem sempre pedir a definição é o melhor modo de verificar se um conceito foi aprendido. As outras sugestões apresentadas podem se mostrar mais adequadas, desde que convenientemente trabalhadas. Quando o processo de avaliação se resume a provas mensais ou bimestrais, a aprendizagem por memorização é estimulada. Os alunos tentam se adaptar a esse modelo de avaliação buscando o meio mais fácil de obter “nota”. Preferem, por isso, tentar memorizar definições de conceitos em vez de compreendê­‑los. Para favorecer a aprendizagem significativa, é necessário que o processo de avaliação seja o mais contínuo possível.

Avaliação de conteúdos procedimentais Avaliar um procedimento consiste essencial­ mente em saber se o aluno tem o conhecimento relativo a ele e se sabe executá­‑lo.

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Introduzir complicadores desnecessários no mo­ mento da avaliação, além de conturbar o processo, pode distorcê­‑lo. É também fundamental explicitar aquilo que está sendo avaliado, pois os alunos dão muita importância a isso e têm o direito de saber quais são as regras do processo.

Assim, aprender um procedimento não significa conhecer sua “receita”. Consiste em saber usá­‑la. Não adianta, por exemplo, saber que numa bibliote­ ca os livros estão catalogados em fichas. É preciso saber acessar uma informação desejada por meio delas. O grau de aprendizagem de um procedimento é tanto maior quanto maior a desenvoltura com que é executado. Para avaliar procedimentos, é preciso acompanhar sua execução. Imagine, por exemplo, que se deseje avaliar se o aluno consegue utilizar caixinhas, cola e tesoura para construir uma maquete. Se o procedi­ mento for deixado para ser feito em casa, o professor poderá apenas julgar se ele está finalizado ou não, e a qualidade do trabalho. Não pode, porém, julgar a desenvoltura do aluno ao executá­‑lo. Não pode sequer ter certeza de que foi mesmo o aluno que a construiu.

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O ensino explícito de procedimentos envolve uma avaliação compatível.

Avaliação de conteúdos atitudinais Talvez a maneira mais eficiente de verificar se um aluno adquiriu uma atitude seja a observação do seu comportamento. Isso inclui toda uma gama de situações, como a postura perante os colegas em situações de trabalho grupal, as posições de­ fendidas em debates cujo tema esteja relacionado à atitude em questão etc.

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Por exemplo, no 6o ano pode­‑se veri­ficar o aprendizado da atitude de “valorizar a vi­da em sua diversidade” observando as opiniões dos alunos ao debater um tema como “conservação das florestas versus pro­­gresso”. Existem, entretanto, determinados conteúdos atitudinais que não são facilmente observá­veis porque envolvem comportamentos que ocorrem fora do con­ texto escolar ou porque as manifestações comporta­ mentais não são muito claras. É o caso, por exemplo, das atitudes com relação a si próprio (­cui­dado consigo mesmo, aceitação própria, higiene íntima, rejeição ao consumo de drogas etc.). Nesses casos, é necessário solicitar aos alunos que se expressem por escrito ou oralmente sobre esses conteúdos.

O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) “Em resposta à necessidade de dados sobre desempenho do estudante que sejam compa­ ráveis internacionalmente, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE) lançou, em 1997, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA). [...] O PISA tem por meta produzir uma nova base para o diálogo entre políticas, e colaborar na definição e na imple­ mentação de metas educacionais, por meios inova­ dores que reflitam julgamentos sobre habilidades relevantes para a vida adulta. A primeira avaliação PISA foi realizada em 2000. [...] O PISA procura avaliar em que medida jovens adultos de 15 anos de idade estão preparados para enfrentar os desafios das atuais sociedades do conhecimento. [...] Esta orientação reflete uma

mudança nas metas e nos objetivos dos próprios currículos, que se preocupam cada vez mais com o que os estudantes podem fazer com aquilo que aprendem na escola, e não meramente se podem reproduzir aquilo que aprenderam. [...] [...] ‘letramento’ [...] diz respeito à capacidade dos estudantes de aplicar conhecimentos e habilida­ des em disciplinas básicas, e de analisar, raciocinar e comunicar­‑se de maneira eficaz ao propor, resolver e interpretar problemas em situações diversas [...]”

Letramento no PISA: o que se mede “As áreas de avaliação abrangidas pelo PISA são definidas em termos: do conteúdo ou da estrutura de conhecimento que os estudantes devem adquirir em cada área de avaliação [...]; dos processos que devem ser executados [...]; das situações nas quais os estudantes encontram problemas [...], e nas quais são aplicados conhe­ cimentos e habilidades relevantes (por exemplo, tomar decisões em relação à vida pessoal de uma pessoa, ou compreender assuntos mundiais).”

Como é medido o desempenho em Ciências no PISA “[...] Define­‑se letramento em ciências como a capacidade de usar conhecimento científico, identificar questões e tirar conclusões com base em evidências, para entender e ajudar a tomar de­ cisões sobre o mundo natural e as mudanças nele provocadas pela atividade humana. [...] Os estudantes foram solicitados a reconhecer e explicar fenômenos científicos, compreender in­ vestigação científica, e interpretar evidências, [...] por meio de tarefas extraídas de diversas situações científicas. [...] [...] A diversidade de tarefas de avaliação inclui problemas que afetam as pessoas como indivíduos (por exemplo, alimentação e uso de energia), como membros de uma comunidade local (por exemplo, a localização de uma usina elétrica), ou como cidadãos do mundo (por exemplo, o aquecimento global). [...]” APRENDENDO PARA O MUNDO DE AMANHÃ. São Paulo: Moderna. p. 3, 20, 25, 286, 287.

Nota: Embora não pertença à OCDE, o Brasil é um dos países parceiros no PISA. No Brasil, o PISA é coordenado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas em Educação Anísio Teixeira). A avaliação é realizada de três em três anos.

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COMENTÁRIOS SOBRE ALGUMAS SEÇÕES DO LIVRO DO ALUNO

CAPÍTULO

4

Foto de abertura

DECOMPO

SITORES

Na abertura de cada capítulo há uma foto alusiva a algo que nele é tratado. Com essa foto, inicia­se a problematização inicial, instiga­se a curiosidade do aluno, que, interessado no assunto, pode ter um aprendizado mais efetivo.

Motivação logo após a foto de abertura, todos os capítulos têm a seção Motivação. Ela permite ao professor continuar a problematização inicial por meio de notícias, experimentos, textos de outros livros ou da internet, situações cotidianas etc. Há capítulos em que essa seção também permite desenvolver conteúdos de natureza procedimental.

ATIVIDADE

O

MOTIVAÇÃ Em destaque

de 1998.

Fonte: L.

de 19 de e Lei 9.610 Código Penal Art. 184 do proibida. Reprodução

O professor pode aproveitar essa seção, bem como a foto de abertura, para realizar a avaliação prévia dos saberes que os alunos trazem de sua vivência pregressa.

Certifique-se ito dire de ter lido

s4 ção do víru ‘Dissemina previsível’ é da dengue

isíPaís é prev tipo 4 no stério da dengue e do Mini ação do vírus Vigilância em Saúd circulação “A dissemin io de de que a apenas há dúvida u o secretár funcionar osa. ‘Não vel, afirmo Jarbas Barb do novo vírus deve tem de ser feito: da Saúde, A presença para reforçar o que de saúde para rer. ocor to ma vai um argumen e organizar o siste como mais ouros circuaos criad entes.’ de haver combate o dos paci is. e no fato nto rápid oas suscetíve ta cupação resid atendime osa, a preo quantidade de pess virologis Para Barb de 3 ou 4.’ A com gran Instituto , seja 1, 2, ivírus do lação de vírus quer tipo que os rio de Flav para qual rató ssivo vale agre ‘E isso e do Labo não é mais por diferentes ueira, chef que o vírus ais Rita Nog rma enci Cruz, confi que infecções sequ Oswaldo ressalta graves.” p. A20. demais, mas levar a casos mais 25 mar. 2011, m de S. Paulo, vírus pode nti. O Estado

fevereiro

Às vezes, essa seção reaparece dentro do capítulo, para ajudar a iniciar outro bloco de conteúdo.

central Qual é o tema ema ia? Que probl de dessa notíc Lembre-se é relatado? toda dicionário você procurar no significado palavra cujo não conheça.

Forme

tas ente em mui a lema pres o ecida com a um prob a refere-se doença conh cabeça, O texto acim as: a propagação da forte dor de ileir mas incluem na pele e dor atrás s cidades bras dengue). Seus sinto elha verm o aço, manchas ões. dengue (ou é fatal. ulaç muito cans sensação de músculos e nas artic vez, geralmente não ça, ela nos primeira essa doen dos olhos, raída pela se adquire sangue, Quando cont ima vez em que perda de gia, isto é, a próx Porém, num panhada de hemorrahemorrágica. ue acom pode ser te: é a deng levar à mor que pode

onde Saiba de vras vêm as pala

“dengue” A palavra ue, nhol deng vem do espa melindre, que significa É uma , manha. choradeira de ao estado referência sentido e cansaço nimo desâ te. pelo doen

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dengue. missor da icas. uito trans característ pti, mosq Aedes aegy s brancas que lhe são Note as listra

..::

A seção Isso entra no nosso vocabulário! propicia um trabalho com as terminologias mais importantes que vão aparecendo nos capítulos.

Esquema

simplificado

do ciclo da água Vapor de água

Precipitação sobre os continentes 95

Os alunos discutem o significado dos principais termos estudados e elaboram, com a supervisão do professor, uma definição que se incorpora ao vocabulário da classe, uma espécie de dicionário de Ciências criado ao longo do curso.

Evaporação de rios, lagos, represas, reservatório s etc. 59

Evaporação dos ocean os 319

Oceano Infiltração no solo

Lago 36 Água que retorn do continente a ao oceano

râneo

fevereiro

Fluxo subter

de 1998.

Terra

Isso entra

no nosso

vocabulá

• precipita

• ciclo

4

206

Capítulo

16

ção atmo sférica hidrológic o ou ciclo da água

Umidade

de 19 de

Os números Fonte: Esque ma elabor indicam as ado a partir Biological quilogram quantidad Science. 4. dos as es relativas ed. San Franci dados numéricos figura, forne (kg). As setas exem de S. Freem sco: Benjam plificam algun de água moviment an. ce in Cummings. fora de prop o calor necessári adas p. 1.095. s dos cami o para que orção.) nhos perco anualmente pelo algumas ciclo, expre rridos pela mudanças ssas em água. O de estado físico da água Sol, que não apare ce na aconteçam ATIVIDADE . (Represen tação • geleira

12

Precipitação sobre os oceanos 283

Rio

A critério do professor, essas definições devem ser reunidas em cartazes, em fichas ou nas páginas finais do caderno de cada aluno. Esse trabalho participativo contribui efetivamente para a construção de conceitos e, por conseguinte, para ampliar o vocabulário dos alunos.

transportado dos os continentes oceanos para 36

Evaporação direto dos vegetais (transpiraçã o)

e Lei 9.610

– Mercado – 2ª Prova – Vol. 6

Código Penal

(Canto)

123

Art. 184 do

Naturais

cidades

rio! • granizo

• lençol

freático

proibida.

::.. Ciências

Vivendo nas

Reprodução

Isso entra no nosso vocabulário!

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Os seres vivos deco mpositores, importantís com sim quê. Cogume os para o nosso plan o os cogumelos da foto, eta. Neste los Coprinu capítulo, você são s sp., com aproximada mente 7 cm saberá por de altura.

do ar,

orvalho e Uma das etap geada as do ciclo lagos, ocea da água é a nos etc. Port evaporação água, ou anto, o ar da água seja, o ar contém umi atmosférico contém de rios, Durante a vapor de dade. ao dia, part noite, quando a tem pera e plantas, dos desse vapor encontra tura cai bastante em relação a superfíci vidros das e fria da parte exte janelas e dos carros, dos das folhas das gasoso para rna das casas. Aí ele pisos cerâ sofre cond líquido — micos ensação — ratura notu e forma as passa de rna for aind gotas de orv tanto que a mais baix alho. Se a passa para a, tem o vapo per de o estado sólid formados constituem o. Os pequ água pode esfriar a gea enos a perda de lavouras, com da. Esse acontecim cristais de gelo cipalmente o ento às veze pod e s na Região Sul do Bras ocor re em alguns loca causar il. is, prin-

::.. Ciências

Naturais

(Canto)

– Vol. 6 – 2ª Prova – Mercado

Suplemento para o professor

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TEXTOS

INFORMA TIVOS

As ativ idad es 7 a 11 refe rem -se text os do qua dro O aos dois risc o dos cap Ă­tulo. RSS , des te 7. O que significa, ness e contexto, 8. O que a sigla RSS? os RSS con tĂŞm que os gosos? tornam peri -

Seu aprendizado nĂŁo termina aqui

9. Que risco hĂĄ se os RSS lixĂŁo? forem para r em um

10. Apenas hosp

itais produzem RSS? Explique . lque tal ĂŠ perigoso r lixo produzido em um hospi? sua resposta DĂŞ um exemplo que justifique .

11. Todo e qua

DESENH

O/TEXTO

Esta seção convida o aluno a continuar buscando o conhecimento e desenvolvendo suas capacidades, independentemente de estar no ambiente escolar.

12. Observe aten

fevereiro

de 1998.

tamente o seguida faça desenho ao lado um texto no nimo quatro caderno, com . Em linhas, desc no mína sua opin revendo a ião, o dese ideia que, nho pretend e transmitir.

DESENH

e Lei 9.610

de 19 de

O

13. Observe os segu

intes dese nhos e, a segu des, 1, 2 e ir, explique 3, ĂŠ ERRADA por que cada .

Reprodução

proibida.

Art. 184 do

CĂłdigo Penal

uma das atitu

1. Jogar o lixo em terre no baldio ou cĂłrregos.

2. Pegar o lixo sem estar usando luvas .

3. Colocar o saco dia que não de lixo na calçada em haja coleta ou muito antes da hora programa da.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Seu aprend izado nĂŁo termina aqu Os jorn i

ais tevê, cos e as revistas de circu tum lação nac de diversas am apresentar info ional, bem como localidades rma Esteja aten brasileiras. çþes sobre as con alguns programas to a esse diçþes de de nais. Com saneamento o estå o san tipo de notícia e pres te especia eamento de sua loca l atenção às lidade com parado ao diferenças regio140 de outras Capítulo regiþes? 10

::.. CiĂŞncias

Isso vai para o nosso mural! Isso vai para o nosso mural! Ê uma seção que aparece em momentos estratÊgicos na obra.

ISSO VAI

Naturais

(Canto)

– Vol. 6 – 2ª Prov a – Merc ado

RAL!

OSSO MU

PARA O N

ATIVIDADE O EM GRUP

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blema e e seus pro

ad

Nossa cid

Estimula a pesquisa de informaçþes em diferentes fontes, a leitura e a seleção do material que serå afixado pelos alunos no mural da classe. Propicia discussþes sobre o material reunido e exposto. Desenvolve competências relativas ao acesso e ao tratamento de informaçþes, à discussão em grupo, à cooperação e à interação social. Os temas escolhidos favorecem reflexþes sobre as atitudes de cada um e podem produzir mudanças benÊficas.

idade de

Lixo e qual

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vida

141

EÇA CON

A critĂŠrio do

professor,

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ade poderĂĄ

ser realizada

No texto a

Estabeleça conexþes Estabeleça conexþes Ê outra seção que aparece em momentos estratÊgicos do livro. Desenvolve a inter-relação de conteúdos conceituais tratados em diferentes partes do livro, favorecendo uma visão abrangente e não compartimentalizada do conhecimento.

em grupos.

ATIVIDADE

seguir, falta m palavras designadas A ĂĄgua pod por đ?– , đ?–Ą, e ser enc đ?–˘, đ?–Ł etc. ontrada na nos estados natureza sĂłlido, đ?–  da superfĂ­ e previsĂŁo do đ?–Š, de cie da Terr đ?–Ą. A maior parte grande utili a estĂĄ cob ela, que, atividades no estado dade para erta por humanas. lĂ­quido, form đ?–¤ e lençóis Muitos fenĂ´ a đ?–˘, đ?–Ł, đ?–Ľ. No esta menos met as đ?–Ś. do sĂłlido, ser explicad eorolĂłgicos constitui os podem As grandes cien tĂ­fic os. com base em conhec massas de imentos Sab e-se , por exe tremendame o ar aqu ĂĄgua influ mp lo, que ecido apre enciam nte o đ?–§ de senta ten influenciam uma regiĂŁo, enquanto dĂŞncia a o ar resf ou seja, os padrĂľe đ?–Ş, riad mĂĄxima, s isso o de tend , temper pode-se e a đ?–Ť. Com temperatura mĂ­nima, qua atura de chuv sopra a bris explicar a direção as ntidade em a Ă  beira-m atm osf ĂŠric e o u t r a s p r e c i o ar sob ar. Durante que pitaçþe re o as, ven tos o dia, s tipos de , um idad rapidament continente se aqu nuvem e e ece e do que mai ar, eventual o ar sob s neblina e ocorre a ocorrĂŞncia re o oce de tempes bris de tades. A se ocupa em dire ção a đ?–Ź, que sopra do ano e ciĂŞncia que com oceano ao con tine ĂŠ a đ?–¨. Com o estudo desses fenĂ´ entardecer, nte . A par menos os progress o ar sobre tir do conhecime mais aqu os dessa o mar man ecido que nto humano ĂĄrea do tĂŠm-se o ar sobre e, por cau , pode-se o con sa faze disso, aco tinente r a Escreva no ntece a bris sopra da caderno as praia para a đ?–­, que Algumas palavras o mar. letras estĂŁ que faltam o revelada no texto. s, como pist (Cada qua drinho indi as. Outras ca uma letr estĂŁo num a. eradas, para đ?–  ? ? ? uso a seguir.) ? 13 ? . ?

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Agora, tam bĂŠm no cad ? R ? descubra erno, troq qual ĂŠ a perg ue os nĂşm eros a seg unta e resp Quando ĂŠ uir pelas onda-a. que podemo letras corr s 1 2 3 espondente 4 5 6 s, 7 8 ĂĄgu a na ?

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PrevisĂŁo

do tempo

245

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EIXOS TEMÁTICOS Os conteúdos dos livros são apresentados sob quatro eixos temáticos:

Vida e Ambiente

1

FATORES VIVOS E FATORES NÃO VIVOS PRESENTES NOS AMBIENTES

CAPÍTULO

12

Em um mesmo ambiente podemos observar fatores vivos e não vivos. Neste capítulo, vamos aprender quais são esses fatores e como eles interagem. (Na foto, tirada na Floresta Amazônica, um macaco-barrigudo, cujo comprimento da cabeça à cauda é 1,2 m.)

Você sabia que, apesar de a lei brasileira permitir a venda e o uso do fumo e do álcool para maiores de 18 anos, esses produtos são drogas?

Terra e Universo

Tecnologia e Sociedade

CAPÍTULO

16

A VIDA É A MELHOR OPÇÃO

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

CAPÍTULO

Ser Humano e Saúde

O CAMINHO DA ÁGUA NA NATUREZA

CAPÍTULO

17

GELADEIRAS, CHAMINÉS E BALÕES DE AR QUENTE

O que os balões de ar quente têm a ver com as chaminés e as geladeiras?

Gotas de orvalho em teia de aranha. Como se forma o orvalho?

::.. Ciências Naturais (Canto) – Vol. 6 – 2ª 1ª Prova – Mercado ..::

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“Os eixos temáticos representam uma organização articulada de diferentes conceitos, procedimentos, atitudes e valores para cada um dos ciclos da escolaridade [...] [...] foram elaborados de forma a ampliar as possibilidades de realização destes Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências Naturais, com o estabelecimento, na prática de sala de aula, de diferentes sequências de conteúdos internas aos ciclos; o tratamento de conteúdos em diferentes situações locais e o estabelecimento das várias conexões: entre conteúdos dos diferentes eixos temáticos, entre esses e os temas transversais e entre todos eles e as demais áreas do ensino fundamental.” PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ciências Naturais. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Fundamental. p. 35-36.

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Suplemento para o professor

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OBJETIVOS GERAIS DOS PCN Os objetivos gerais expressos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o ensino de Ciências Naturais no ensino fundamental seguem abaixo. Esta coleção foi elaborada visando a ajudar os alunos a atingir esses objetivos.

Objetivos gerais para o ensino fundamental

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Compreender a natureza como um todo dinâmico e o ser humano, em sociedade, como agente de transformações do mundo em que vive, em relação essencial com os demais seres vivos e outros componentes do ambiente. Compreender a Ciência como um processo de produção de conheci­ mento e uma atividade humana, histórica, associada a aspectos de ordem social, econômica, política e cultural. Identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecno­ logia e condições de vida, no mundo de hoje e em sua evolução histó­ rica, e compreender a tecnologia como meio para suprir necessidades humanas, sabendo elaborar juízo sobre riscos e benefícios das práticas científico­tecnológicas. Compreender a saúde pessoal, social e ambiental como bens indivi­ duais e coletivos que devem ser promovidos pela ação de diferentes agentes. Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir de elementos das Ciências Naturais, colocando em prática conceitos, procedimentos e atitudes desenvolvidos no aprendizado escolar. Saber utilizar conceitos científicos básicos, associados a energia, ma­ téria, transformação, espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida. Saber combinar leituras, observações, experimentações e registros para coleta, comparação entre explicações, organização, comunicação e discussão de fatos e informações. Valorizar o trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítica e coopera­ tiva para a construção coletiva do conhecimento. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS — Ciências Naturais. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Fundamental. p. 33.

Suplemento para o professor

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SOLUÇÕES PARA O 90 ANO Diferentes escolas têm diferentes situações no 90 ano e esta coleção oferece diversas soluções de adequação.

Um professor na turma Há inúmeras sequências possíveis para trabalhar os conteúdos, e o mapa conceitual das páginas 26 e 27 deste manual vai ajudá-lo na escolha da mais adequada às especificidades da escola e da turma.

Suplemento para o professor

Um professor pode se encarregar, por exemplo, dos capítulos com ênfase em conceitos da Física e o outro, dos capítulos mais próximos da Química e da Biologia.

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Caso 1 Ambos com mesma carga horária

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 9O ANO

Planeta Terra formado por sofre

Atração gravitacional

Um professor (capítulos com ênfase em Física)

pode possuir

Matéria

(capítulo 1)

relacionada ao Movimento de queda livre

é uma

(capítulo 1)

Força

Massa (capítulo 2)

Corrente elétrica

(capítulo 5)

(capítulo 6)

participa de processos de transferência de

(capítulo 4)

é uma forma de

(capítulo 7)

Energia

pode ser transportada pela é um dos exemplos de

Centro de gravidade (capítulo 2)

(capítulo 3)

Ímãs e eletroímãs

em uma de suas formas (energia elétrica) está associada à

Calor

conceitos essenciais para compreender Gravitação Universal

interage com

muitas, em movimento ordenado, constituem

Interação elétrica tem

(capítulo 2)

Carga elétrica (capítulo 5)

envolvida no fenômeno da

explica regularidades celestes, tais como

pode ser transferida de um ponto a outro por meio de

Luz

(capítulos 11 e 12)

Fases da Lua

Eclipses

(capítulo extra 1)

(capítulo extra 1)

Ondas

envolvida na percepção da

(capítulo 13)

sofre

Solstícios e equinócios

Passagem do Sol pelas constelações do zodíaco

(capítulo extra 1)

(capítulo extra 1)

podem ser

Reflexão

Refração

Cor

(capítulo 12)

(capítulo 12)

(capítulo 11)

Ondas eletromagnéticas

Ondas mecânicas

(capítulo 13)

(capítulo 13)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

onde encontramos

Outro professor (capítulos com ênfase em Química e Biologia)

História geológica

(capítulo 8)

à qual está associada a

Símbolo

que apresenta

(capítulo 9)

(capítulo 9)

Propriedades características

importantes para estabelecer o conceito de

(capítulo 8)

entre as quais estão a sua participação (ou não) em

algumas

representado por

História da evolução da vida

Sistema genital (capítulo extra 3)

(capítulo 14)

que pode ser interpretada com os conceitos de

Elemento químico

que possibilita a

(capítulo 9)

importantes para estabelecer o conceito de

Reações químicas

Reações de decomposição (capítulo 9)

são

Suplemento para o professor

formado por

Reprodução humana

Variabilidade dos descendentes

Seleção natural

(capítulos 14 e 15)

(capítulo 14)

(capítulo extra 3)

que exige cuidados relativos a que suscita precauções para evitar

Átomos (capítulos 9 e 10)

que se unem por meio de

Gravidez indesejada

Aids e DST (capítulo extra 3)

(capítulo extra 3)

Ligações químicas (capítulo 10)

que têm implicações ligadas à Indústria química e sociedade (capítulo extra 2)

que atuam na formação das

Substâncias naturais (não artificiais) (capítulo extra 2)

Substâncias sintéticas (artificiais) (capítulo extra 2)

estudada pela Genética (capítulo 16)

que permite a transmissão das regidas pelas leis da

Características hereditárias (capítulo 16)

27

Caso 2 Cargas horárias diferentes

Ser humano

(capítulo 14)

que apresentam

Fórmula

(capítulo 9)

onde habita e com o qual interage o

possui uma

Substâncias químicas cada qual representada por

O professor com maior carga horária trabalha os capítulos com ênfase em Física e Biologia e seu colega, os capítulos com ênfase em Química. Outra alternativa é um professor abordar Física e Química, e seu colega, Biologia.

26

26

Planeta Terra formado por sofre

Atração gravitacional

pode possuir

Matéria

(capítulo 1)

relacionada ao Movimento de queda livre

é uma

(capítulo 1)

Força

Massa (capítulo 2)

Ímãs e eletroímãs

Movimento de queda livre

(capítulo 7)

(capítulo 1)

em uma de suas formas (energia elétrica) está associada à

Calor

conceitos essenciais para compreender (capítulo 2)

(capítulo 3)

explica regularidades celestes, tais como

Eclipses (capítulo extra 1)

Solstícios e equinócios

Passagem do Sol pelas constelações do zodíaco

(capítulo extra 1)

(capítulo extra 1)

Refração

Cor

(capítulo 12)

(capítulo 11)

Solstícios e equinócios

Passagem do Sol pelas constelações do zodíaco

(capítulo 13)

(capítulo extra 1)

(capítulo extra 1)

à qual está associada a

importantes para estabelecer o conceito de

(capítulo 8)

entre as quais estão a sua participação (ou não) em

algumas

representado por

História da evolução da vida

Reações de decomposição (capítulo 9)

são

formado por

Reprodução humana

Variabilidade dos descendentes

Seleção natural

(capítulos 14 e 15)

(capítulo 14)

(capítulo extra 3)

Átomos que se unem por meio de

Gravidez indesejada (capítulo extra 3)

que atuam na formação das

Substâncias naturais (não artificiais) (capítulo extra 2)

Substâncias sintéticas (artificiais) (capítulo extra 2)

estudada pela Genética (capítulo 16)

que permite a transmissão das regidas pelas leis da

Características hereditárias

(capítulo 9)

algumas

Reações de decomposição (capítulo 9)

são

(capítulo 13)

onde habita e com o qual interage o Ser humano

à qual está associada a

Símbolo

representado por

que apresenta

História da evolução da vida

Sistema genital (capítulo extra 3)

(capítulo 14)

que pode ser interpretada com os conceitos de

Elemento químico

formado por

que possibilita a

Reprodução humana

Variabilidade dos descendentes

Seleção natural

(capítulos 14 e 15)

(capítulo 14)

(capítulo extra 3)

que exige cuidados relativos a que suscita precauções para evitar

Átomos (capítulos 9 e 10)

que se unem por meio de

Aids e DST (capítulo extra 3)

(capítulo 16)

Ondas mecânicas

(capítulo 13)

(capítulo 9)

importantes para estabelecer o conceito de

Reações químicas

que suscita precauções para evitar

(capítulos 9 e 10)

importantes para estabelecer o conceito de

(capítulo 8)

entre as quais estão a sua participação (ou não) em

Suplemento para o professor

Suplemento para o professor

(capítulo extra 2)

Propriedades características

que exige cuidados relativos a

Ondas eletromagnéticas

(capítulo 9)

que possibilita a

(capítulo 10)

Indústria química e sociedade

Cor (capítulo 11)

(capítulo 14)

que apresentam

(capítulo extra 3)

que pode ser interpretada com os conceitos de

Ligações químicas

que têm implicações ligadas à

Refração (capítulo 12)

História geológica

(capítulo 8)

(capítulo 9)

Sistema genital

(capítulo 14)

(capítulo 9)

importantes para estabelecer o conceito de

Reações químicas

Reflexão (capítulo 12)

possui uma

Substâncias químicas cada qual representada por

que apresenta

Fórmula

Elemento químico

(capítulo 13)

Gravidez indesejada (capítulo extra 3)

Ligações químicas (capítulo 10)

que têm implicações ligadas à Indústria química e sociedade (capítulo extra 2)

Um professor (ênfase em Física e Química)

podem ser

onde encontramos

onde habita e com o qual interage o Ser humano

(capítulo 14)

(capítulo 9)

Propriedades características

27

27

16

Ondas mecânicas

(capítulo 13)

possui uma

pode ser transferida de um ponto a outro por meio de Ondas

envolvida na percepção da sofre

Ondas eletromagnéticas

História geológica

Símbolo

Energia

(capítulos 11 e 12)

Eclipses (capítulo extra 1)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

(capítulo 9)

(capítulo 9)

explica regularidades celestes, tais como

Fases da Lua (capítulo extra 1)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

onde encontramos

(capítulo 7)

pode ser transportada pela é um dos exemplos de Luz

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

(capítulo 8)

que apresentam

é uma forma de

podem ser

Reflexão

Ímãs e eletroímãs

em uma de suas formas (energia elétrica) está associada à

Calor

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Substâncias químicas cada qual representada por Fórmula

participa de processos de transferência de

(capítulo 2)

(capítulo 3)

(capítulo 13)

(capítulo 12)

(capítulo 6)

Centro de gravidade

Gravitação Universal

pode ser transferida de um ponto a outro por meio de Ondas

envolvida na percepção da

Massa (capítulo 2)

interage com

Corrente elétrica

(capítulo 5)

conceitos essenciais para compreender

(capítulos 11 e 12)

Fases da Lua

Força (capítulo 2)

muitas, em movimento ordenado, constituem

Interação elétrica tem

(capítulo 4)

Energia

pode ser transportada pela é um dos exemplos de Luz

Centro de gravidade

é uma

Carga elétrica (capítulo 5)

envolvida no fenômeno da

(capítulo 6)

participa de processos de transferência de

pode possuir

Matéria

(capítulo 1)

Corrente elétrica

é uma forma de

(capítulo extra 1)

Planeta Terra formado por sofre

Atração gravitacional relacionada ao

(capítulo 5)

(capítulo 4)

Gravitação Universal

interage com

muitas, em movimento ordenado, constituem

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 9O ANO

Interação elétrica tem

(capítulo 2)

Carga elétrica (capítulo 5)

envolvida no fenômeno da

sofre

Outro professor (ênfase em Química)

Suplemento para o professor

Suplemento para o professor

Um professor (ênfase em Física e Biologia)

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 9O ANO

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Dois professores na turma – ênfase nas diferentes Ciências

que atuam na formação das

Substâncias naturais (não artificiais) (capítulo extra 2)

Substâncias sintéticas (artificiais) (capítulo extra 2)

estudada pela Genética (capítulo 16)

que permite a transmissão das regidas pelas leis da

Características hereditárias (capítulo 16)

Aids e DST (capítulo extra 3)

Outro professor (ênfase em Biologia)

Suplemento para o professor

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Dois professores na turma – ênfase em eixos temáticos Caso 1 Ambos com mesma carga horária Caso a opção seja pela orientação a eixos temáticos, uma divisão adequada para dois professores com igual número de aulas é um deles trabalhar Tecnologia e Sociedade e o outro se encarregar de Terra e Universo, Vida e Ambiente e Ser Humano e Saúde.

Nesse caso, o professor com maior número de aulas aborda os capítulos de Tecnologia e Sociedade e também de um dos outros eixos temáticos, de acordo com número adicional de aulas em relação ao colega.

Três professores na turma – ênfase nas diferentes Ciências Suplemento para o professor

Nesse caso, uma interessante possibilidade é cada professor tratar dos capítulos orientados a uma das três disciplinas: Física, Química e Biologia. Se for necessário equilibrar a distribuição em virtude da carga horária, alguns dos capítulos podem ser facilmente remanejados de um professor para o outro (por exemplo, o 4 e do 11 ao 13).

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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Caso 2 Cargas horárias diferentes

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 9O ANO

Planeta Terra formado por sofre

Atração gravitacional

pode possuir

Matéria

(capítulo 1)

relacionada ao Movimento de queda livre

é uma

(capítulo 1)

Massa

(capítulo 2)

(capítulo 2)

Corrente elétrica

(capítulo 5)

(capítulo 6)

participa de processos de transferência de

Calor é uma forma de

conceitos essenciais para compreender

(capítulo 7)

Energia

pode ser transportada pela é um dos exemplos de

Centro de gravidade (capítulo 2)

(capítulo 3)

Ímãs e eletroímãs

em uma de suas formas (energia elétrica) está associada à

(capítulo 4)

Gravitação Universal

explica regularidades celestes, tais como

pode ser transferida de um ponto a outro por meio de

Luz

(capítulos 11 e 12)

Eclipses

Fases da Lua

Ondas

envolvida na percepção da

(capítulo extra 1)

(capítulo extra 1)

(capítulo 13)

sofre

Solstícios e equinócios

Passagem do Sol pelas constelações do zodíaco

(capítulo extra 1)

(capítulo extra 1)

Ênfase em Física

interage com

muitas, em movimento ordenado, constituem

Interação elétrica tem

Força

Carga elétrica (capítulo 5)

envolvida no fenômeno da

podem ser

Reflexão

Refração

Cor

(capítulo 12)

(capítulo 12)

(capítulo 11)

Ondas eletromagnéticas

Ondas mecânicas

(capítulo 13)

(capítulo 13)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Alguns capítulos podem ser facilmente remanejados

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

onde encontramos

História geológica

(capítulo 8)

Ser humano

(capítulo 14)

que apresentam

à qual está associada a

Símbolo

que apresenta

(capítulo 9)

Fórmula (capítulo 9)

Propriedades características

importantes para estabelecer o conceito de

(capítulo 8)

entre as quais estão a sua participação (ou não) em

algumas

representado por

História da evolução da vida

Sistema genital

Reações de decomposição (capítulo 9)

são

que pode ser interpretada com os conceitos de

que possibilita a

formado por

Reprodução humana

Variabilidade dos descendentes

Seleção natural

(capítulos 14 e 15)

(capítulo 14)

(capítulo extra 3)

que exige cuidados relativos a que suscita precauções para evitar

Átomos (capítulos 9 e 10)

que se unem por meio de

Gravidez indesejada

Suplemento para o professor

(capítulo extra 3)

Ligações químicas (capítulo 10)

que têm implicações ligadas à Indústria química e sociedade (capítulo extra 2)

Ênfase em Biologia

(capítulo extra 3)

(capítulo 14)

Elemento químico (capítulo 9)

importantes para estabelecer o conceito de

Reações químicas (capítulo 9)

onde habita e com o qual interage o

possui uma

Substâncias químicas cada qual representada por

que atuam na formação das

Substâncias naturais (não artificiais) (capítulo extra 2)

Substâncias sintéticas (artificiais) (capítulo extra 2)

estudada pela Genética (capítulo 16)

Aids e DST (capítulo extra 3)

Ênfase em Química

que permite a transmissão das regidas pelas leis da

Características hereditárias (capítulo 16)

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Explore outras possibilidades... Como existem inúmeros relacionamentos possíveis entre os capítulos do livro, pode-se estabelecer, no planejamento, outra divisão de assuntos entre dois ou três professores que não seja necessariamente orientada às diferentes Ciências Naturais ou aos eixos temáticos. A distribuição pode considerar, por exemplo, projetos desenvolvidos pela escola ou pela comunidade, peculiaridades da realidade local e acontecimentos relevantes, nacionais ou internacionais.

Suplemento para o professor

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MAPAS CONCEITUAIS ta. Ela é capras não é gratui às nossas tornei ro. Desperdiçar A água que chega isso custa dinhei conta de água distribuída. Tudo o valor da nossa tada, tratada e que a do que aumentar idade de água quant a água significa mais tar significa aumen s que utilizem no final do mês, secas, outras cidade falta de água rio. Em regiões cidade retira do ter problemas de abaixo, podem o mesmo rio, mais , gastá-la poços de disso. meio causa por a do subsolo por que pode Se a água é retirad em risco o suprimento de água, ca pôr inutilmente signifi s sem chuva. roupas, dentes, manter se esgotar nas época ente, escovar os boa quaTomar banho diariam hábitos necessários para uma limpa são tudo. Ela deve isso casa a e para ima louças tantíss A água é impor a! lidade de vida. rdiçad despe não deve ser ser usada, mas

ATIVIDADE

Reflita sobre suas atitudes

a em Você se preocup água tratada? beber apenas que só as Ou você acha s é que ficam outras pessoa doentes? nte importa Você acha ício de evitar o desperd água? evita Você realmente desperdiçar água?

ATIVIDADE

Isso entra no nosso

vocabulário!

o ou micróbio

• microrganism

potável

• adutora

• estação

de tratamento

de água

UAL

CEIT S: MAPA CON AÇÃO DE IDEIA

ORGANIZ

pode ser

é necessária para a

Saúde

Higiene é encontrada em

pode conter

Mananciais

deve sofrer para se transformar em

que é fundamental à

Água

Não potável

Potável

por exemplo

Microrganismos causadores de doenças

Subsolo

Nascentes

Rios

Lagos

Tratamento que pode ser feito em casa com

Domésticos Agrícolas

Filtração tem usos

seguida de

Cloração

102

ou seguida de

Fervura

Industriais

Na geração de energia elétrica

Capítulo 7

Mapas conceituais são um modo organizado de expressar relações entre conteúdos conceituais (fatos, conceitos e princípios). Trata­se de um poderoso instru­ mento auxiliar da aprendizagem, no qual tais conteúdos são relacionados graficamente e de forma hierarqui­ zada.

o ..:: Prova – Mercad – Vol. 6 – 2ª Naturais (Canto) ::.. Ciências

Vantagens didáticas Para professores, os mapas conceituais ajudam a planejar o curso, a elaborar a melhor sequência (que não precisa seguir a ordem dos capítulos no livro adotado) e a buscar estratégias para favorecer a construção e a interligação de conceitos numa aprendizagem significativa. Para os alunos, a elaboração dos mapas ajuda a distinguir as infor­ mações fundamentais das acessórias ou supérfluas. Também os auxilia a estabelecer a relação dos conceitos mais abrangentes com outros, deles decorrentes ou a eles subordinados.

Há muitos mapas possíveis O que esta coleção apresenta, para cada capítulo e para cada volume, é apenas um entre os muitos mapas conceituais possíveis. Certamente será muito útil ao professor elaborar seus próprios mapas conceituais, que o ajudarão a adequar o curso à realidade local.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

• água

Espera­se que, com auxílio do professor, os alunos adquiram gradual desenvoltura na interpretação dos mapas mostrados no livro e, poste­ riormente, na elaboração dos seus próprios mapas. Se os alunos estiverem bem familiarizados com a interpretação de­ les, é de esperar que passem a construí­los com relativa facilidade. Um dos possíveis métodos para construir um mapa conceitual é sugerido na página seguinte. Boas oportunidades para usar essa técnica são as situações em que outros textos (paradidáticos, artigos etc.) são usados para trabalhar um tema.

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Proposições e palavras de ligação Consideremos, a título de exemplo, as expressões lixo urbano e restos de comida, que designam conceitos. Ao ouvi­las, fazemos uma imagem mental do significado de cada uma. Esses dois conceitos estão relacionados. Ao dizer que lixo urbano contém restos de comida, elaboramos uma proposição na qual a palavra “contém” atua como palavra de ligação, conexão ou enlace entre os dois conceitos. (Para elaborar uma proposição podem ser usadas uma ou mais palavras de ligação.) Essa proposição pode ser expressa graficamente assim:

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

lixo urbano

contém

Restos de comida

Como construir um mapa conceitual Os passos descritos a seguir mostram uma das maneiras para elaborar um mapa com os conteúdos conceituais de um texto. 1. Após a leitura atenta, listar os conceitos importantes, sejam eles abrangentes ou específicos. Ajuda bastante prestar atenção aos títulos, aos subtítulos e às palavras destacadas em itálico ou negrito, pois fre­ quentemente expressam fatos, conceitos ou princípios. 2. Agrupar os conteúdos conceituais mais forte­ mente relacionados. 3. Arranjar, em ordem de importância ou abran­ gência, os conteúdos conceituais de cada um desses grupos. 4. Escrever cada um desses conteúdos numa folha, dentro de um retângulo (ou um círculo, ou uma elipse etc.). De modo geral, é conveniente que os mais abrangentes fiquem em cima e os mais específicos, embaixo. 5. Interligar os retângulos com setas (ou linhas, simplesmente) e escrever próximo a elas uma

ou mais palavras de ligação que estabeleçam uma proposição. 6. Analisar o mapa para ver em que ele pode ser melhorado: remanejar blocos, estabele­ cer relações cruzadas, omitir partes menos importantes em prol da clareza, modificar a disposição para facilitar a visualização etc. Ao trabalhar com os alunos essas etapas, é conveniente escrever os conteúdos conceituais em retângulos de papel, para que possam ser facilmente trocados de lugar. É esperado que não haja concordância sobre a hierarquização e o estabelecimento das proposi­ ções. No caso de equipes, fazendo cada uma o seu mapa referente a um mesmo texto, mapas bem distintos podem surgir. Não há problema nisso. A apresentação em público desses mapas propicia uma discussão enriquecedora em que conteúdos são retrabalhados, dúvidas apareçam e sejam resolvidas.

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(capítulo 13)

Movimentos dos astros no céu

que participa do

(capítulo 18)

Água Solo

(capítulos 2 e 4)

onde um sério proble­ ma são as

Cidades (capítulo 9)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

(capítulos 10 e 11)

lixo

cuja qualidade depende de

(capítulo 6)

Alimentos

(capítulo extra)

Técnicas de conservação de alimentos

que produz

Ser humano

um exemplo é o

Cadeias alimentares

que necessita de

(capítulo 2)

Consumidores

que participam das (capítulo 3)

(capítulo 4)

Decompositores

que são os organismos

(capítulo 1)

Fatores vivos

Fotossíntese

que pode ser o responsável pelo aparecimento da

(capítulo 12)

Drogas

(capítulo 8)

que realizam

(capítulo 2)

Produtores

apresentam

que, entre outros ambien­ tes, pode viver nas

Água contaminada

(capítulo 8)

(capítulos 1 e 5)

Água potável

que pode ser

(capítulos 1 e 7)

envolvido diretamente com

(capítulo 16)

Ciclo da água

Tempo e clima

que tem regularidades relacionadas aos

(capítulo 13)

Ciclo dia/noite

cuja intensidade varia de acordo com o

relacionado com

Ar

(capítulos 1, 14, 15 e 17)

luz

(capítulo 1)

(capítulo 1)

(capítulo 1)

que são

Ambientes

Fatores não vivos apresentam

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 6O ANO


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(capítulo extra)

Máquinas e ferramentas

(capítulo 18)

Microscópio

estudados com ajuda de

(capítulo 11)

(capítulos 5, 6, 7 e 8)

(capítulo 10)

hospedeiro dos Ser humano

entre eles o

Animais

(capítulo 14)

Reprodução humana

ligada a

que engloba a

(capítulo 13)

Ciclo de vida

que possui seu

(capítulos 2 e 4)

Evolução dos seres vivos

consequências da

(capítulo 2)

Adaptações dos seres vivos

neles podemos perceber as

Fósseis

Gravidez

(capítulo 15)

Prevenção de DST e aids

(capítulo 15)

Métodos anticoncepcionais

(capítulo 14)

(capítulo 17)

Fases da lua

Ciclos naturais

nos quais percebemos a existência (muitas vezes reguladora de comportamen­ tos de seres vivos) dos

(capítulo 17)

Aparência do céu noturno

cujos exemplos são

(capítulo 4)

Seleção natural

revelada pelos explicada pela

(capítulo 16)

Ambientes

onde pode viver o

(capítulo 9)

Plantas

exemplos são

Fungos

que utiliza

Parasitas humanos

(capítulo 12)

Protozoários e bactérias

exemplos são

exemplos são alguns

(capítulo 3)

(capítulo 3)

exemplos são alguns

Seres pluricelulares

Seres unicelulares

que engloba

(capítulos 1, 2 e 3)

Biodiversidade

neles podemos perceber a

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 7O ANO


22

Suplemento para o professor

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8/12/13 10:12 AM

Muscular

(capítulo 2)

Esquelético

(capítulo 2)

que têm relação com

(capítulo 3)

Alimentação e nutrição

Urinário

Nervoso

(capítulo 1)

(capítulo extra)

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Olfato (capítulo 8)

Paladar

(capítulo 10)

Audição

percebidos pela

(capítulos 9 e 10) (capítulo 8)

percebidos pelo

Som e música Perfumes

(capítulo 11)

Tato

percebidas pelo

(capítulo 11)

Sensações táteis

por exemplo, relacionadas a

(capítulo 7)

Endócrino

(capítulo 12)

Visão

percebida pela

(capítulo 12)

Luz

capaz de receber

(capítulo 6)

relacionado às

(capítulo 5)

Respiratório

Informações sensoriais

relacionado a

(capítulo 4)

Ar puro e ar poluído

(capítulo 4)

Linfático

(capítulo 1)

Ser humano

(capítulo 8)

percebidos pelo

(capítulo 8)

Alimentos e bebidas

(capítulo 4)

relacionado a

(capítulo 3)

Digestório

Circulatório

tem organismo formado por

por exemplo

(capítulo 1)

Sistemas

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 8O ANO


Suplemento para o professor

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23

8/12/13 10:12 AM

Água

(capítulo 14)

Luz

(capítulos 12 e 13)

Ar

apresentam

Solo

(capítulo 13)

(capítulo 13)

(capítulo extra)

(capítulo extra)

(capítulo 14)

Desenvolvimento sustentável

desafios ao

Poluição do solo

cuja exploração deve ser realizada dentro de uma política de

(capítulo extra)

(capítulo 14)

(capítulo extra)

Poluição da água

Recursos naturais

(capítulo 13)

Teias alimentares

(capítulo 13)

(capítulo 13)

que leva em conta a capacidade de

(capítulo 13)

Reciclagem natural da matéria

que permite a

Fluxo de matéria

Fluxo de energia

nas quais há

que fornecem alguns

(capítulo 13)

Consumidores

que participam das

Decompositores

Produtores

de onde provêm

que provocam

(capítulo 13)

Seres vivos

que atuam como

apresentam

Resíduos da atividade humana

afetados pelos

(capítulos 13 e 14)

(capítulo 13)

Ecossistemas

Poluição do ar

(capítulos 13 e 14)

por exemplo

(capítulo 13)

Fatores não vivos

ameaça aos

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.


24

Suplemento para o professor

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8/9/13 8:23 PM

Massa (capítulo 2)

(capítulo 2)

Centro de gravidade

Passagem do Sol pelas constelações do zodíaco (capítulo extra 1)

Solstícios e equinócios

(capítulo extra 1)

Calor é uma forma de

Refração (capítulo 12)

Reflexão

(capítulo 11)

Cor

envolvida na percepção da

(capítulos 11 e 12)

Ondas mecânicas (capítulo 13)

Ondas eletromagnéticas (capítulo 13)

podem ser

(capítulo 13)

Ondas

pode ser transferida de um ponto a outro por meio de

em uma de suas formas (energia elétrica) está associada à

(capítulo 7)

Ímãs e eletroímãs

interage com

Energia

(capítulo 6)

Corrente elétrica

pode ser transportada pela é um dos exemplos de luz

(capítulo 4)

(capítulo 12)

sofre

participa de processos de transferência de

(capítulo 5)

(capítulo 5)

Carga elétrica

muitas, em movimento ordenado, constituem

pode possuir

Interação elétrica

envolvida no fenômeno da

Planeta Terra

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Eclipses (capítulo extra 1)

Fases da lua

(capítulo extra 1)

explica regularidades celestes, tais como

(capítulo 3)

tem

Matéria

Força

sofre

(capítulo 2)

é uma

conceitos essenciais para compreender

Gravitação Universal

(capítulo 1)

Movimento de queda livre

relacionada ao

(capítulo 1)

Atração gravitacional

formado por

MAPA DE CONTEÚDOS CONCEITUAIS – 9O ANO


112-147-GUIA-PG-CNC6-M.indd 25

(capítulo 9)

são

(capítulo extra 2)

Indústria química e sociedade

que têm implicações ligadas à

(capítulo 9)

Reações químicas

onde encontramos

(capítulo extra 2)

Substâncias naturais (não artificiais)

que atuam na formação das

(capítulo 9)

Reações de decomposição

importantes para estabelecer o conceito de

(capítulo 8)

Propriedades características

importantes para esta­ belecer o conceito de

que apresentam

(capítulo 8)

Substâncias químicas

algumas

cada qual representada por

Fórmula

entre as quais estão a sua participação (ou não) em

Suplemento para o professor

25

8/9/13 8:23 PM

(capítulo extra 2)

Substâncias sintéticas (artificiais)

(capítulo 10)

ligações químicas

que se unem por meio de

(capítulos 9 e 10)

Átomos

formado por

(capítulo 9)

Elemento químico

representado por

(capítulo 9)

Símbolo

possui uma

(capítulo 16)

Genética

regidas pelas leis da

que permite a transmissão das

(capítulo extra 3)

Aids e DST

que exige cuidados relativos a

(capítulo extra 3)

que suscita precauções para evitar

(capítulo extra 3)

(capítulo 16)

que possibilita a

(capítulo extra 3)

Sistema genital

que apresenta

Ser humano

onde habita e com o qual interage o

Reprodução humana

Gravidez indesejada

Características hereditárias

(capítulo 14)

(capítulos 14 e 15)

estudada pela

Seleção natural

Variabilidade dos descendentes

que pode ser interpretada com os conceitos de

(capítulo 14)

História da evolução da vida

à qual está associada a

(capítulo 14)

História geológica

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.


RELAÇÃO DE CONTEÚDOS – 6O ANO VIDA E AMBIENTE

Fatores vivos e fatores não vivos presentes nos ambientes

2

Produtores e consumidores

3

Produtores

4

Decompositores

5

O solo

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Características gerais dos seres vivos     Observar ambientes próximos: terre­ Fatores presentes nos ambientes: ar, nos, praças, quintais, bosques etc. sob água, solo, rochas, luz e organismos  Dife­ a orientação do professor  Organizar e renças entre os ambientes: diversidade de registrar as informações (por meio de seres vivos e particularidades dos fatores desenhos, quadros, tabelas, esquemas, não vivos listas e textos)  Cadeias alimentares  Seres vivos produ­ tores  Seres vivos consumidores

Conteúdos atitudinais Respeitar os seres vivos em sua diversi­ dade  Valorizar a vida  Interessar­se por conhecer melhor a natureza  Valorizar a observação como importante fonte para obter informações   Respeitar o pensa­ mento e as opiniões de outros

Reconhecer cadeias alimentares exis­  Respeitar os seres vivos em sua diversi­ tentes no local em que o estudante vive  dade  Valorizar a vida  Interessar­se por conhecer melhor a natureza  Valorizar a  Organizar e registrar as informações observação como importante fonte para obter informações   Respeitar o pensa­ mento e as opiniões de outros

Fotossíntese e suas características gerais   Observar uma semente de feijão por  Contraposição entre a respiração de uma dentro  Observar a germinação dessa planta e a fotossíntese   Importância da se men te   Or ga nizar e registrar as liberação de gás oxigênio pela fotossínte­ informações se   Importância da fotossíntese para as cadeias alimentares

Respeitar os seres vivos em sua diversi­ dade  Valorizar a vida  Interessar­se por conhecer melhor a natureza  Valorizar a observação como importante fonte para obter informações   Respeitar o pensa­ mento e as opiniões de outros

Seres vivos decompositores   Papel dos decompositores nas cadeias alimentares

Manipular objetos caseiros para montar experiências que evidenciem a atuação de fungos decompositores  Organizar e registrar as observações

Respeitar os seres vivos em sua diversi­ dade  Valorizar a vida  Interessar­se por conhecer melhor a natureza  Valorizar a observação como importante fonte para obter informações   Respeitar o pensa­ mento e as opiniões de outros

Princípios básicos de cuidados com o solo e com as plantas  Reconhecer a importân­ cia de evitar a erosão e a perda de material orgânico do solo

Construir uma horta  Acompanhar o de­ senvolvimento das plantas  Organizar e registrar as observações

Respeitar os seres vivos em sua diversi­ dade  Valorizar a vida  Interessar­se por conhecer melhor a natureza  Valorizar a observação como importante fonte para obter informações   Respeitar o pensa­ mento e as opiniões de outros

SER HUMANO E SAÚDE Capítulo

6

7

8

9

26

Alimentos

A água: bem precioso

Contaminação da água

Vivendo nas cidades

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Funções das substâncias alimentares   Conteúdo energético de alimentos   Os nutrientes   Prejuízos à saúde decorren­ tes do consumo excessivo de açúcares e gorduras   Alimentação balanceada  Desnutrição

Utilizar dados informativos sobre quantidade de energia fornecida por alimentos e compará­los   Observar informações nutricionais expressas nos rótulos de produtos alimentares

Valorizar a alimentação variada e adequada para a manutenção da saúde  Perceber, criticar e repudiar as diferentes formas de desperdício de alimentos  Va­ lorizar os alimentos ricos em nutrientes disponíveis na região em que se vive  Valorizar os cuidados com a higiene bucal

Importância da água   Rede de capta­ ção e distribuição de água   Mananciais e sua importância   Modos domésticos de tratamento da água: fervura e uso de cloro  Tratamento da água de utilização pública  Cuidados necessários para evitar o desperdício da água

Coletar informações sobre a origem e a forma de tratamento da água disponível na casa do aluno   Construir uma maque­ te que represente a rede de captação e distribuição de água de uma cidade  Elaborar um texto para um comercial de rádio (com 30 segundos) explicando à população a importância de beber água que tenha sido tratada e expor em público os textos produzidos

Rejeitar o consumo de água não potável  Perceber, criticar e repudiar as diferen­ tes formas de desperdício de água  Ser consciente da necessidade de respeitar e preservar os mananciais

Destinação das águas servidas: fossas e esgotos  Riscos à saúde provocados pelo destino incorreto dos dejetos  Doenças de veiculação hídrica  Noção de saneamento básico  Formas de tratamento de esgoto e a função de microrganismos   Cuidados necessários para evitar a poluição dos mananciais

Elaborar um mural — com textos, desenhos e colagens — que mostre a importância da higiene corporal para a convivência, o crescimento e o desen­ volvimento saudáveis: banho diário, lavagem das mãos antes das refeições e após as eliminações, limpeza de ca­ belos e unhas, higiene bucal  Ampliar a maquete elaborada no capítulo anterior para incluir nela uma estação de trata­ mento de esgotos

Rejeitar o consumo de água não potável  Valorizar a prática cotidiana de hábitos de higiene favoráveis à saúde   Defen­ der medidas de proteção ambiental  Prestar atenção à saúde coletiva  Ser consciente da necessidade de respeitar os mananciais

Cidades: ambientes não naturais construí­ dos pelos seres humanos  Noção de que as cidades podem propiciar a proliferação de algumas doenças  Inundações: causas e consequências

Elaborar um texto para um comercial de rádio (de 30 segundos) que explique à população de que maneira a existência de áreas verdes na cidade ajuda a evitar enchentes   Expor em público o texto produzido

Reivindicar seu direito e o direito de todos a uma vida plena, num ambiente cuidado, bonito e saudável

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Capítulo

1

Suplemento para o professor

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8/9/13 8:23 PM


Capítulo

10

11

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

12

Lixo e qualidade de vida

Reaproveitando o lixo

A vida é a melhor opção

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Coleta e destino do lixo Diferença entre lixão, aterro sanitário e incineração do lixo. Suas vantagens e desvantagens lixo e poluição da água, do ar e do solo  lixo e saneamento básico

Redigir uma (simulação de) carta às au­ toridades municipais e uma (simulação de) nota à população sobre as condições de saneamento na cidade e as melhorias necessárias

Valorizar a higiene ambiental como fun­ damento para a manutenção da saúde coletiva Ser consciente dos deveres de cidadão com relação ao ambiente Valo­ rizar as medidas de proteção ambiental como promotoras da qualidade de vida Preocupar­se com a saúde coletiva

Materiais recicláveis Compostagem do lixo   Reciclagem Coleta seletiva: procedimentos e vantagens   Vantagens e problemas das formas de reaprovei­ tamento do lixo

Coletar dados sobre o lixo produzido em sua própria casa Construir uma tabela com esses dados, na qual os componentes do lixo estejam separados em categorias Confeccionar uma tabela mais ampla, reunindo os dados obtidos por toda a clas­ se Implantar, se não houver, o descarte seletivo do lixo produzido pelos alunos na escola Se o descarte seletivo já existir, fazer uma campanha que o incentive

Reivindicar o seu direito e o direito de todos a um ambiente cuidado, bonito e saudável Defender medidas de proteção ambiental Colaborar na proposição e no desenvolvimento de atividades voltadas para a coleta seletiva, a reciclagem e o reaproveitamento de materiais

Agravos à saúde física ocasionados pelo uso de fumo, álcool e outras drogas  Agra­ vos à saúde psicológica ocasionados pelo uso de álcool e outras drogas

Manusear folhetos e livretos informa­ tivos sobre o fumo, o álcool e outras drogas   Entrevistar pessoas ligadas a entidades que combatem o uso das drogas, esclarecem dúvidas sobre elas e dão apoio aos dependentes, como os Alcoólicos Anônimos  Expor em público os resultados dessa entrevista

Dizer “não” diante da oferta de álcool, fumo e outras drogas   Valorizar o cui­ dado com a própria saúde  Não praticar automedicação

TERRA E UNIVERSO Capítulo

13

14

15

16

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Dia e noite: regularidades da natureza

Ciclo dia/noite entendido como uma re­ gularidade da natureza  Variação ao longo do ano do período iluminado e do período escuro nas regiões brasileiras mais distan­ tes da linha do Equador  Estações do ano

Buscar informações sobre o compor­ tamento de animais em função do ciclo dia/noite, com destaque para os animais de hábito diurno e os de hábito noturno

Ser consciente de que a observação permite perceber muitas das regulari­ dades da natureza  Valorizar o sono e o repouso como fundamentais à manu­ tenção da saúde

Propriedades do ar

O ar ocupa espaço  O ar oferece resis­ tência aos movimentos  O ar tem massa  O ar exerce pressão

Manejar materiais caseiros a fim de re­ alizar demonstrações de que o ar ocupa espaço, oferece resistência aos movi­ mentos, tem massa e exerce pressão

Perceber a importância da observação como meio para descobrir as regula­ ridades da natureza

O ar é uma mistura  Os principais gases componentes do ar e suas características mais importantes

Experimentar e concluir que um dos componentes do ar é essencial à com­ bustão  Manipular materiais simples a fim de produzir gás carbônico

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

Relações entre variações de temperatura e mudanças de estados físicos da água  Conceito de ciclo da água  Noções so­ bre umidade do ar  Dispersão luminosa e formação do arco­íris

Simular a formação do arco­íris por diferentes métodos  Realizar e observar uma demonstração, feita com materiais caseiros, de como se forma a chuva

Interessar­se pelas ideias científicas como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca  Estar atento aos problemas respiratórios que podem ocor­ rer nas épocas de baixa umidade do ar

Principais gases que compõem o ar O caminho da água na natureza

TECNOLOGIA E SOCIEDADE Capítulo

17

Geladeiras, chaminés e balões de ar quente

18

Previsão do tempo

Extra Conservação dos alimentos

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Noções do comportamento do ar quando aquecido ou resfriado   Princípio comum ao funcionamento de balões de ar quente, chaminés e geladeiras

Observar, por experimentação, a ten­ dência do ar de se contrair, quando res­ friado, e se expandir, quando aquecido

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

Formação de ventos  Distinção entre clima e tempo  Noção dos meios usados para fa­ zer a previsão do tempo  A previsão do tem­ po condicionando as atividades humanas

Interpretar e utilizar corretamente a previsão do tempo que aparece nos jornais

Valorizar a importância da previsão do tempo na realização de muitas atividades humanas

Condições de deterioração dos alimentos   Técnicas de conservação de alimentos: defumação, desidratação, salga, refrigera­ ção, pasteurização, esterilização e uso de aditivos  Risco de intoxicação associado à falta de cuidados com os alimentos

Evidenciar, por experimentação, a atu­ ação de um antioxidante de alimentos  Buscar informações sobre a produção dos diversos tipos de alimento presen­ tes na própria dieta

Prestar atenção aos cuidados com a qualidade dos alimentos   Valorizar o cuidado com a própria saúde  Perceber a importância da consulta à data de validade de um alimento   Valorizar os direitos do consumidor

Suplemento para o professor

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27

8/9/13 8:23 PM


RELAÇÃO DE CONTEÚDOS – 7O ANO

Capítulo

1

2

3

4

5 6 7 8 9

10

Biodiversidade

A adaptação dos seres vivos

Das células aos reinos de seres vivos

A evolução dos seres vivos

Diversidade da vida animal: vertebrados (partes 1, 2 e 3)

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Conceito de autotrófico e heterotrófico Noções sobre a nomenclatura de lineu: gênero e espécie Conceito de biodiversi­ dade Noção sobre a importância da bio­ diversidade para a vida no planeta e para o bem­estar da humanidade Extinção e ameaça de extinção de uma espécie

Redigir uma (simulação de) carta às au­ toridades federais sobre a importância de conservar a biodiversidade, apresen­ tando argumentos que justifiquem essa preocupação

Respeitar a vida em sua diversidade Preo cupar ­se com a proteção das diferentes formas de vida Perceber a necessidade de discussão constante do tema “desenvolvimento versus respeito ao ambiente”

Conceito de ecossistema Adaptação e sobrevivência Exemplos de adaptações aos fatores não vivos Interação com outros seres vivos como formas de adaptação Adaptação à alimentação: herbívoros, carnívoros, onívoros, decompositores e sua participação nas cadeias alimentares Cadeias alimentares terrestres e cadeias alimentares aquáticas

Visitar zoológicos e museus de história natural Coletar dados sobre plantas e animais que habitam, ou não, a locali­ dade Organizar e registrar as infor­ mações obtidas alusivas à adaptação dos seres vivos

Ser consciente de que a natureza não está a serviço do ser humano e de que ele é apenas um dos componentes dos ecos­ sistemas Respeitar a vida em sua di­ versidade Valorizar a observação como importante meio para obter informações

Noção introdutória ao conceito de célula Pluricelulares versus unicelulares Breves noções da estrutura das células animais e das células vegetais Célula procariótica versus célula eucarió tica Pro ca riotos versus eucariotos Noções sobre os reinos de seres vivos e seus representantes mais expressivos

Consultar uma tabela que contenha informações sobre os representantes expressivos de cada um dos reinos de seres vivos e, com base nessa consulta, determinar o reino no qual determinada espécie é incluída, atualmente, pelos cientistas

Respeitar a vida em sua diversidade Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como uma maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Perceber que a Ciência é dinâmica e que, ao longo do tempo, esquemas de classi­ ficação são aprimorados ou substituídos por outros, mais adequados

Conceito de evolução Explicação de lamarck para a evolução Explicação de Darwin para a evolução Seleção natural versus seleção artificial Adaptações dos seres vivos ao ambiente como decorrência da evolução por meio da seleção natural Árvores filogenéticas

Manusear materiais simples para a ela­ boração de uma demonstração sobre a cor de insetos e a dificuldade para serem vistos por predadores Interpretar árvo­ res filogenéticas não muito complexas

Ser consciente de que a natureza está a serviço do ser humano e de ele é apenas um dos componentes ecossistemas Apreciar a vida em diversidade

Distinção entre endoesqueleto e exoes­ queleto Presença de coluna vertebral como fator de distinção entre vertebrados e invertebrados Noções sobre os princi­ pais tipos de vertebrados e invertebrados

Buscar informações sobre os ossos do nosso corpo, caracterizando o ser humano como um vertebrado Visitar zoológicos, lojas para aquaristas e mu­ seus de história natural para observar e obter informações sobre representantes dos grupos de animais estudados

Apreciar a vida em sua diversidade Valorizar a proteção das diferentes formas de vida Valorizar a observa­ ção como importante meio para obter informações

Noção dos principais critérios para a divisão das plantas em grupos Presença de siste­ ma para circulação de seiva versus ausência Reprodução por sementes versus por esporos Presença de frutos versus au­ sência O papel e a estrutura das flores nas angiospermas

Observar uma flor e suas estruturas Verificar experimentalmente a circu­ lação de água por dentro de um cravo branco Observar as nervuras em folhas de plantas Manejar materiais simples para comprovar que as trocas gasosas ocorrem por uma das faces das folhas de uma planta

Apreciar a vida em sua diversidade Valorizar a proteção das diferentes formas de vida Valorizar a observa­ ção como importante meio para obter informações

leveduras Bolores Cogumelos Ore­ lhas­de­pau Noção de que há fungos comestíveis e fungos venenosos Papel dos fungos no ambiente Os fungos e o ser humano

Observar evidência experimental da atuação de levedura sobre o açúcar dissolvido em água Preparar pão ca­ seiro Observar, ao executar a receita, o crescimento do pão sob atuação das leveduras do fermento biológico

Apreciar a vida em sua diversidade Valorizar a proteção das diferentes formas de vida Valorizar a observação como importante meio para obter infor­ mações Valorizar a prática cotidiana de hábitos de higiene favoráveis à saúde

Diversidade da vida animal: invertebrados Diversidade das plantas

Diversidade da vida dos fungos

não que dos sua

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

VIDA E AMBIENTE

SER HUMANO E SAÚDE Capítulo

11

28

Diversidade dos parasitas humanos

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Parasita e hospedeiro Parasitismo como forma de adaptação Parasitas internos e parasitas externos Destaque para as verminoses importantes no país: esquistossomose, teníase (e cisticercose), ancilostomose e ascaridíase

Elaborar um texto para comercial de rádio (com 30 segundos) que explique à população a importância de medidas profiláticas relacionadas às verminoses Expor em público o texto produzido

Rejeitar o consumo de água não potável Praticar hábitos de higiene corporal e cuidados com os alimentos; ser conscien­ te de que essas atitudes são favoráveis à saúde Interessar ­se por temas e notícias relacionados à saúde

Suplemento para o professor

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8/9/13 8:23 PM


Capítulo

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

12

Protozoários e bactérias: unicelulares Importân cia das bactérias para o ambien te Vírus: acelulares, parasi­ tas obrigatórios no interior das células Principais doenças humanas causadas por protozoários, bactérias e vírus Noção sobre antibióticos e vacinas

Buscar informações referentes a doenças humanas causadas por bac­ térias e vírus Organizar e registrar as informações obtidas Expor à classe os resultados da pesquisa

Rejeitar o consumo de água não po­ tável Valorizar a prática cotidiana de hábitos de higiene favoráveis à saúde Reconhecer a importância da higiene corporal para a convivência Interessar­ ­se por temas e notícias relacionados à saúde

13

Noção do ciclo de vida humano Cresci­ mento, desenvolvimento e transformações do ser humano nas diferentes fases da vida Adolescência e puberdade Mudanças no corpo de meninos e meninas durante a puberdade Envelhecimento

Buscar informações sobre a vivência da adolescência e da puberdade em diversas culturas Relatar oralmente as informações obtidas Reunir notícias sobre formas de desrespeito a idosos e crianças em nosso país Montar um mural com o material reunido e discutir suas informações

Respeitar as diferenças individuais do corpo e de comportamento nas várias fases da vida Respeitar os colegas que apresentam desenvolvimento físico ou emocional diferente do seu Ter respeito por todas as pessoas com as quais convive, independentemente do sexo Ter respeito ao próprio corpo e ao corpo do outro

Anatomia interna dos sistemas geni­ tais masculino e feminino Fisiologia reprodutiva humana Papel do homem e da mu lher na fecundação Ovula­ ção e menstruação Gravidez Parto Amamentação

Buscar informação sobre o proces­ so re pro dutivo de outros animais Organizar e registrar as informações (desenhos, quadros, tabelas, esquemas, listas, textos) Analisar as informações e comparar o processo reprodutivo hu­ mano com o de outros animais

Praticar hábitos de higiene favoráveis à saúde Compreender que as mani­ festações da sexualidade fazem parte da vida e são prazerosas Reconhecer a necessidade de privacidade para de­ terminadas expressões da sexualidade Ponderar que as manifestações de sexualidade exigem momento e local adequados Perceber a importância do consentimento mútuo para um relacio­ namento a dois

Gravidez desejada e gravidez inde­ Ciclo menstrual e gravidez sejada Exemplos de métodos anticoncep­ cionais Doenças sexualmente trans­ missíveis (DST) e formas de prevenção Aids, suas vias de transmissão e formas de prevenção Distinção entre portador de HIV e acometido pela aids

Reunir informações (textos, fotos, ilustrações) acerca dos temas: gravidez desejada e gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis, formas de contágio pelo HIV, métodos contracep­ tivos Elaborar cartazes a partir dessas informações, compondo uma exposição sobre o tema

Comportar­se com tranquilidade quanto à sexualidade Conviver menos ansio­ samente com os medos referentes à contaminação por HIV e DST Ter respeito e solidariedade na relação com pessoas portadoras do vírus HIV ou do­ entes de aids Valorizar o cuidado com a própria saúde

Diversidade da vida microscópica

Meninos e meninas, homens e mulheres

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

14

15

A reprodução humana

Sexo, saúde e sociedade

TERRA E UNIVERSO Capítulo

16

Fósseis: registros da história

17

As fases da Lua e as constelações

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Fósseis como objetos de estudo científico Fósseis como preciosos registros da história evolutiva

Redigir uma (simulação de) carta às au­ toridades municipais sobre a importân­ cia de preservar um sítio paleontológico recentemente encontrado na cidade, exibindo argumentos em favor disso

Ter consciência da importância das pes­ quisas paleontológicas para desvendar o passado dos seres vivos

Fases da lua entendidas como uma regu­ laridade da natureza Conceito de conste­ lação As constelações do zodíaco como pontos celestes de referência Distinção entre Astronomia e astrologia

Buscar informações sobre como os povos antigos usavam o aspecto do céu noturno para a agricultura e a navegação

Perceber a importância da observação como meio para descobrir as regularida­ des da natureza Valorizar os conheci­ mentos de povos antigos para explicar os fenômenos celestes Ser consciente de que o horóscopo não é considerado uma previsão científica

TECNOLOGIA E SOCIEDADE Capítulo

18

Além do que os nossos olhos podem ver

Extra

Máquinas e ferramentas

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Conceito de lente Noções sobre aplica­ ções das lentes: microscópios, telescópios, máquinas fotográficas, projetores e corre­ ção de defeitos da visão

Construir “lentes” de aumento, usando garrafas plásticas e diversos líquidos transparentes Investigar se o líquido empregado influencia o poder de au­ mento da lente Usar microscópio para visualizar microrganismos

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Ponde­ rar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequência da utilização de princípios científicos

Conceito de máquina simples e sua presença no cotidiano Máquinas como facilitadoras do trabalho Ferramentas e máquinas complexas como aplicações das máquinas simples

Elaborar uma lista de ferramentas e seus princípios de funcionamento Registrar as informações com textos e desenhos

Ponderar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequência da utilização de princípios científicos Perceber que muito do conforto da vida moderna se deve à utilização de progressos científicos

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RELAÇÃO DE CONTEÚDOS – 8O ANO

Capítulo

1

2

3

4

5

6

7

30

Corpo humano: um todo formado por muitas partes

Ossos e músculos

Nós “somos” o que comemos?

Circulação e excreção

Respiração pulmonar

Sistema nervoso

Sistema endócrino

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Corpo humano como um todo integrado Níveis de estudo do organismo humano: células, tecidos, órgãos e sistemas Noção da estrutura celular Tipos básicos de tecido

Elaborar texto para comercial de rá­ dio (com 30 segundos) sobre cada um dos seguintes temas de importância para a saúde: lazer, repouso, silêncio, alimentação, exame médico periódico, álcool, fumo, outras drogas, automedi­ cação etc. Expor em público os textos produzidos

Ter uma postura crítica diante de anúncios publicitários flagrantemente enganosos, principalmente os referentes à saúde e ao corpo Valorizar o repouso, o silêncio e o lazer como fundamentais à manutenção da saúde Recusar a oferta de álcool, fumo e outras drogas Não se automedicar Valorizar o cuidado com a própria saúde

Ossos Articulações ligamentos Músculos esqueléticos Músculos lisos Músculo cardíaco Tendões Atuação conjunta de músculos esqueléticos e ossos Comparação entre alguns movimentos do corpo humano e os tipos de alavancas Coluna vertebral

Evidenciar experimentalmente que os movimentos dos dedos médio e anular não são totalmente independentes (o que ajuda a entender o conceito de tendão)

Ser consciente da importância dos exercícios físicos para a saúde Ser consciente de que problemas podem decorrer da prática de exercícios físicos sem orientação adequada e sem acom­ panhamento médico periódico Ponderar sobre os riscos representados pelos esteroides anabolizantes

Nutrientes e suas funções (energética, plástica e reguladora) Sistema digestório Processamento dos alimentos: ingestão, digestão, absorção e eliminação Respira­ ção celular Conteúdo energético de ali­ mentos Prejuízos à saúde decorrentes do consumo excessivo de açúcar e de gorduras Alimentação adequada como fator essen­ cial para o crescimento e o desenvolvimento Alimentação e diversidade cultural

Manusear materiais caseiros a fim de realizar experimentos que ajudem a en­ tender o papel das enzimas digestórias e a atuação da bile Utilizar tabelas in­ formativas sobre nutrientes para avaliar o conteúdo calórico de uma dieta diária

Valorizar a alimentação variada e ade­ quada para a manutenção da saúde Ter autocuidado na alimentação: equilíbrio e adequação ao crescimento e ao desenvol­ vimento Aceitar a necessidade da visita regular ao dentista Ter uma postura crítica diante da propaganda de produtos alimentícios Interessar­se pelos próprios direitos de consumidor Respeitar os hábitos alimentares de outras culturas

Sistema circulatório e sua atuação no transporte de materiais pelo corpo Sangue e seus componentes Vasos sanguíneos Circulação sistêmica e circulação pulmo­ nar Coração e sua função no sistema circulatório Hipertensão Aterosclerose e complicações decorrentes dela: ataque cardíaco e acidente vascular cerebral Co­ agulação do sangue Breves noções sobre a atuação do sistema linfático Excreção Sistema urinário e sua atuação Desidra­ tação Insuficiência renal e cálculos renais

Manusear objetos caseiros para cons­ truir um estetoscópio e utilizá­lo para aus­ cultar os próprios batimentos cardíacos e os de outros Medir a própria pulsação e a de outros Comparar os resultados de medidas de frequência cardíaca (auscul­ tada com estetoscópio) e de medidas de pulsação realizadas numa mesma pessoa num mesmo intervalo de tempo Medir a própria pulsação após uma atividade física, comparar o resultado com o valor de repouso e elaborar uma explicação para a alteração verificada

Concordar com a necessidade de exames médicos periódicos como im­ portante modo de manutenção da saúde Prestar atenção aos próprios hábitos que possam ameaçar a saúde circulatória Valorizar os progressos da Ciência e suas aplicações médicas como agentes do bem­estar humano Preocupar­se com a correta hidratação do organismo, principalmente nas épocas mais quentes do ano

Sistema respiratório Distinção entre respiração pulmonar e respiração celular Inspiração e expiração Trocas gasosas nos alvéolos Noções de que a respiração pulmonar é controlada automaticamente pelo sistema nervoso Problemas respira­ tórios associados ao ar seco Importantes exemplos de doenças do sistema respira­ tório Fumo e saúde pulmonar: bronquite crônica, enfisema pulmonar e câncer

Medir a frequência respiratória e a pulsação de uma pessoa e compará­ ­las Verificar a alteração sofrida por ambas essas medidas após a pessoa realizar uma atividade física Manusear materiais simples para montar uma aparelhagem que permita coletar o ar expirado

Estar sensibilizado para os problemas respiratórios que podem principalmente ocorrer nas épocas de ar seco Ser consciente da importância dos exercícios físicos para a saúde, realizados com re­ gularidade, sob orientação adequada e com acompanhamento médico periódico Valorizar os progressos da Ciência e suas aplicações médicas como agentes do bem­estar humano Ser consciente dos riscos oferecidos pelo fumo

Sistema nervoso humano Atos voluntá­ rios e atos reflexos SNC e SNP Noção sobre as funções do sistema nervoso SNP somático e SNP autônomo Paraplegia e tetraplegia Problemas associados ao nervo isquiático Sinapse e neurotransmis­ sores Importância do repouso e do lazer Agravos à saúde física ocasionados pelo uso de fumo, de álcool e de outras drogas Agravos à saúde psicológica ocasionados pelo uso de álcool e de outras drogas

Manipular materiais caseiros a fim de realizar experimentos que constatem a ocorrência de reflexos nervosos e a percepção de estímulos Manusear folhetos e livretos informativos sobre o fumo, o álcool e as outras drogas Entrevistar pessoas ligadas a entida­ des que combatem o uso de drogas, esclarecem dúvidas sobre elas e dão apoio aos dependentes, como os Alco­ ólicos Anônimos Expor em público os resultados dessa entrevista

Valorizar o repouso e o lazer como fun­ damentais para a manutenção da saúde Dizer “não” diante da oferta de álcool, de fumo e de outras drogas Valorizar o cuidado com a própria saúde Não se automedicar

Sistema endócrino humano Glândulas endócrinas Noções sobre hormônios e suas funções Mudanças no corpo de me­ ninos e de meninas durante a puberdade e sua relação com a produção e liberação de hormônios

Coletar informações sobre o câncer de mama e o câncer de próstata Elaborar um texto para um comercial de rádio (com 30 segundos) que alerte a popula­ ção sobre tais enfermidades e incentive a sua prevenção

Respeitar as diferenças individuais do corpo e de comportamento nas várias fases da vida Respeitar os colegas que apresentam desenvolvimento físico ou emocional diferente do seu Respeitar o próprio corpo e o corpo dos outros

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

SER HUMANO E SAÚDE

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TECNOLOGIA E SOCIEDADE Capítulo

8

Balinhas e perfumes

9

Som e instrumentos musicais

10

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

11

Sons que ouvimos e sons que não ouvimos

O tato, o quente, o frio e a nossa pele

12

Luz, olho humano e óculos

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Olfato e paladar: noções sobre a percep­ ção de odores e sabores Aromatizantes naturais e artificiais O olfato como senti­ do importante na vida dos animais

Observar experimentalmente que o que costumamos chamar de “sabor” dos alimentos se deve, na verdade, à percepção simultânea das sensações de olfato e paladar

Perceber que paladar e olfato são importantes instrumentos de alerta para evitar intoxicações por alimentos estragados

Som e ondas sonoras Intensidade sonora Efeitos da intensidade sonora sobre o ser humano Altura de um som (grave/agudo) Noção sobre a frequência dos sons Princípios básicos de funcionamento dos instrumentos musicais de corda, de sopro e de percussão Fonação

Manipular materiais simples para in­ vestigar experimentalmente o princípio de funcionamento dos instrumentos mu­ sicais de corda e de sopro Verificar, nes­ sas investigações, o efeito dos principais fatores que interferem na altura (grave/ agudo) do som produzido por cordas vibrantes (tensão e com primento) e tubos sonoros (comprimento)

Preocupar ­se com os efeitos pre­ judiciais de ruídos muito intensos Valorizar o silêncio para o repouso Perceber a presença de conceitos científicos nas atividades artísticas da música e do canto

Audição: noções sobre a percepção dos sons Canais semicirculares e equilíbrio corporal Surdez Ruídos e suas conse­ quências para a saúde Poluição sonora Velocidade do som em diferentes mate­ riais Infrassom Ultrassom e suas aplicações

Construir, com materiais caseiros, um modelo para o funcionamento da audi­ ção humana Demonstrar que os sons parecem distorcidos quando chegam até nós se propagando por outros materiais diferentes do ar

Preocupar­se com os efeitos prejudiciais de ruídos muito intensos Sensibilizar­se com os efeitos nocivos da poluição sono­ ra e da prática de ouvir sistematicamente música “a todo volume” Valorizar o silên­ cio para o repouso Valorizar a lIBRAS como importante meio de comunicação para deficientes auditivos no Brasil

Percepção tátil Percepção da dor Noções sobre analgésicos Sistema braile de escrita Sensação térmica, temperatura e troca de calor Glândulas sebáceas e oleosidade da pele Glândulas sudoríparas, suor e seu papel regulador da temperatura Desodorantes Impressões digitais e sua aplicação na identificação de indivíduos

Obter evidência experimental de que as sensações de quente e de frio não são precisas Demonstrar experimen­ talmente como uma camada oleosa evita o ressecamento da pele Observar experimentalmente que a evaporação de um líquido da superfície da pele provoca resfriamento; relacionar essa constatação com a atuação do suor no controle da temperatura do corpo

Perceber que as sensações de quente e de frio são “proteções” do nosso or­ ganismo Valorizar o sistema braile como importante meio para deficientes visuais obterem informações e registrá­las Aceitar a necessidade de hábitos de higiene relacionados à pele e à convi­ vência social, percebendo que alguns desses hábitos devem merecer atenção redobrada a partir da puberdade Não praticar a automedicação

Propagação retilínea da luz Raio de luz Olho humano e visão Ilusões de óptica Princípio em que se baseia o cinema Alguns distúrbios visuais: miopia, hiper­ me tropia, presbiopia e astigma tis mo Noção sobre a correção desses distúrbios

Usar materiais simples para construir um modelo de olho humano Usar esse modelo para simular o funcionamento do olho humano normal, do olho míope e do olho hipermetrope

Praticar a leitura e outras atividades que requisitem demais a visão apenas em locais com iluminação adequada Ser consciente da importância dos exames periódicos de vista Valorizar os progressos da Ciência e suas aplicações como agentes do bem­estar humano

VIDA E AMBIENTE Capítulo

13

Fluxo de matéria e fluxo de energia nos ecossistemas

Extra

Ameaças à água, ao ar e ao solo

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Teias alimentares Importância da fotos­ síntese para as teias alimentares Fluxo de matéria nos ecossistemas Fluxo de energia nos ecossistemas

Redigir um texto para artigo de jornal que explique que o conceito de lixo é decorrência das atividades humanas; nos ambientes naturais não existe lixo

Valorizar a vida em sua diversidade Ser consciente de que a natureza não está a serviço do ser humano e de que ele é apenas um dos componentes dos ecossistemas

Poluição da água Poluição do ar Polui­ ção do solo Reaproveitamento do lixo: compostagem e reciclagem Praguicidas: vantagens e desvantagens Consumo consciente, bem­estar, ética e cidadania

Coletar, organizar e interpretar infor­ mações, na forma de fotografias, sobre transformações nos ambientes provo­ cadas pelos resíduos provenientes da atividade humana, particularmente da região em que vive o estudante

Repudiar o desperdício de água Perceber a importância da conservação dos mananciais e do respeito a eles Valorizar as medidas de proteção am­ biental como promotoras da qualidade de vida Rejeitar a participação em atos de destruição do ambiente

TERRA E UNIVERSO Capítulo

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

14 Desenvolvimento

Exploração do ambiente, produção de resíduos e desenvolvimento sustentável Conceito de recurso natural Recursos renováveis e recursos não renováveis Problemas agravados pelo crescimento populacional

ler um texto sobre a história da Ilha de Páscoa e interpretá­lo à luz do con­ ceito de desenvolvimento sustentável Reunir informações sobre os desafios para se estabelecer o desenvolvimento sustentável da sociedade humana e discutir quais desses desafios são en­ frentados na localidade onde os alunos moram Reunir notícias sobre pessoas e grupos de pessoas que contribuam para preservar o ambiente ou para destruí­lo Organizar e registrar as informações

Repudiar o desperdício de recursos; perceber e criticar as diferentes formas de desperdício Ser consciente de que a natureza não está a serviço do ser humano e de que ele é apenas um dos componentes dos ecossistemas

sustentável

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RELAÇÃO DE CONTEÚDOS – 9O ANO TERRA E UNIVERSO Capítulo Velocidade e aceleração

2 Massa, força e aceleração

3

Newton e a gravitação

Extra 1 Regularidades celestes

4

Garrafa térmica, estufa e aquecimento global

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Massa versus peso Noção das contri­ buições de Newton para o entendimento da relação entre massa, força e aceleração Dinamômetro e balança de um prato A gangorra e a balança de dois pratos Centro de gravidade Noção de equilíbrio estático Exemplos cotidianos simples da aplicação dos conceitos de centro de gravi­ dade e equilíbrio estático

Projetar e construir um móbile decorativo, utilizando o conceito de equilíbrio de uma balança Determinar experimentalmente o centro de gravi­ dade de uma figura feita de cartolina

Apreciar o entendimento das regulari­ dades da natureza Valorizar a observa­ ção como importante meio para obter informações Ponderar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequên­ cia da utilização de princípios científicos Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

Noções triviais da dinâmica do movimento Usar materiais simples para demons­ circular Geocentrismo versus heliocentrismo trar a atuação da resultante centrípeta Contribuições de Galileu para a Astronomia sobre um corpo em movimento circular Contribuições de Newton para a Astronomia Coletar e listar situações cotidianas Breves noções de gravitação universal de movimentos em que há resultante centrípeta agindo sobre um corpo

Apreciar o entendimento das regulari­ dades da natureza Valorizar a observa­ ção como importante meio para obter informações Ponderar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequên­ cia da utilização de princípios científicos Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

Movimentos anuais aparentes do Sol em relação a um observador posicionado na Terra Movimentos da Terra em relação ao Sol As linhas imaginárias do Equador e dos Trópicos e sua relação com solstícios e equinócios A pas­ sagem do Sol pelas constelações do zodíaco, entendida como consequência do movimento da Terra ao redor do Sol Explicação para as fases da lua Explicação para os eclipses

Construir um modelo para a pas­ sagem do Sol pelas constelações do zodíaco Construir um modelo para entender solstícios e equinócios Integrar ambos os modelos

Apreciar o entendimento das regularidades da natureza Valorizar a observação como importante meio para obter informações Valorizar os conhecimentos de povos antigos para explicar os fenômenos celestes

Temperatura Escala termométrica Celsius Calor e equilíbrio térmico Processos de transferência de calor (condução, convecção e irradiação) e sua presença no cotidiano Efei­ to estufa e vida na Terra Aquecimento global por gases originados da atividade humana

Investigar experimentalmente a troca de calor por condução Reunir notícias sobre o efeito estufa e montar um mural com elas, a fim de evidenciar que a Ciência é um processo dinâmico e que ela não tem a resposta pronta para todas as questões

Ponderar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequência da utilização de princípios científicos Valorizar a expe­ rimentação como importante meio para obter informações Valorizar as medidas de proteção ambiental como promotoras da qualidade de vida

TECNOLOGIA E SOCIEDADE Capítulo

5

Cargas elétricas

6

Geração e aproveitamento de energia elétrica

32

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Interação entre cargas elétricas Eletrização por atrito Condutores elétricos e isolantes elé­ tricos Eletrização por contato Aterramento de um objeto Descargas elétricas

Manipular materiais simples para realizar um experimento de eletri­ zação por atrito

Estar consciente da origem dos choques que podem acontecer, em épocas de ar seco, ao se tocar em objetos metálicos, tais como maçanetas e carcaças de automóvel Reconhecer a importância dos para­raios na prevenção de acidentes fatais

Noção sobre diferença de potencial elé­ trico e uso do voltímetro Pilhas e bate­ rias: dispositivos para manter diferença de potencial Conceito de corrente elé trica Circuito elétrico aberto e circuito elétrico fecha­ do Papel de um interruptor Aproveitamento da energia elétrica em aparelhos domésticos Formas de geração de energia elétrica Riscos de curto­circuito: uso de fusíveis e disjuntores Riscos de choques elétricos: uso do fio terra

Elaborar um texto para comercial de rádio (com 30 segundos) que informe à população sobre o risco de substituir fusíveis por moedas ou pedaços de arame Apresentar em público esse texto Comparar e classificar diferentes equipamen­ tos de uso cotidiano segundo sua finalidade, consumo de energia e princípios de funcionamento

Estar sensibilizado aos cuidados bási­ cos com a eletricidade Interessar­se pe­ las ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Ponderar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequên­ cia da utilização de princípios científicos Perceber que muito do conforto da vida moderna se deve à utilização de progressos científicos

Ímãs: polos norte e sul Atração e repulsão entre polos magnéticos Magnetismo terrestre Ação de ímãs sobre discos rígidos, disquetes e cartões magnéticos

Realizar um experimento que evidencie a influência de uma corrente elétrica sobre a agulha de uma bússola

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

7

Bússolas, ímãs, discos rígidos e magnetismo terrestre

8

Substâncias químicas e suas propriedades (I)

Ponto de fusão e ponto de ebulição Densidade Relação entre densidade e flutuação Misturas homogêneas e mis­ turas heterogêneas Conceito de solução Separação de misturas

Experimentar técnicas de separa­ ção de misturas homogêneas e de misturas heterogêneas

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

9

Reações químicas: uma abordagem microscópica

Conceito de transformação química: reagentes e produtos Noções sobre o aparecimento do modelo atômico de Dal­ ton, fundamentado nas reações químicas Elementos químicos e seus símbolos versus substâncias químicas e suas fórmulas

Utilizar moedas, fichas ou bolinhas de poliestireno expandido para elaborar modelos que representem, em nível microscópico, algumas reações químicas (não muito com­ plexas)

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

1

Conteúdos conceituais

Queda livre e as ideias de Galileu sobre esse Construir um relógio de água Em­ Apreciar o entendimento das regularidades tema Movimento com velocidade constan­ pregar esse relógio para verificar as da natureza Valorizar a observação como te Movimento acelerado e aceleração da ideias de Galileu sobre a queda livre importante meio para obter informações gravidade

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Capítulo

10

Substâncias químicas e suas propriedades (II)

Extra 2

11

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

12

Indústria química e sociedade

Luz e cor

Luz, sombras e espelhos

13

Ondas eletromagnéticas

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Noções sobre ligações químicas Algu­ mas substâncias químicas de importância cotidiana Noções sobre substâncias iônicas, substâncias moleculares e subs­ tâncias metálicas e suas propriedades Noções sobre distribuição eletrônica nas camadas e suas implicações na previsão de ligações químicas

Prever se uma substância é iônica, molecular ou metálica, com base em sua fórmula e consultando a tabela periódica

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Perceber que muito do conforto da vida moderna se deve à utilização de progressos da Química Prestar atenção aos rótulos de produtos industrializados

Processos químicos para obtenção de alguns materiais de interesse do mercado consumidor Exemplos de processos de transformação de recursos naturais em produtos de interesse do mercado consu­ midor Petróleo, carvão mineral, ar, água do mar e minérios como importantes recur­ sos naturais usados no sistema produtivo

Buscar informações sobre a produção de substâncias químicas presentes no cotidiano Elaborar uma tabela com os dados colhidos por toda a classe sobre produtos de uso cotidiano e a sua res­ pectiva origem (matérias­primas)

Valorizar as medidas de proteção am­ biental como promotoras da qualidade de vida Perceber que muito do conforto da vida moderna se deve à utilização de progressos da Química Prestar atenção aos rótulos de produtos industrializados

Propagação retilínea da luz Conceito de raio de luz, de fonte luminosa e de corpo iluminado A luz branca é composta por várias cores A absorção da luz e a cor dos objetos Cores primárias de luz Cores primárias de corantes

Demonstrar experimentalmente a propagação retilínea da luz Manipular materiais simples para constatar que a cor da luz usada para iluminar objetos influencia a cor com que os vemos

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Perceber que muitos princípios científicos estão presentes em nossa vida cotidiana

Propagação retilínea da luz e forma­ ção de sombras Sombra e penumbra Noções sobre reflexão da luz e refração da luz Noções sobre espelhos planos, espelhos côncavos e espelhos convexos e a presença deles no cotidiano

Investigar a formação de imagens em espelhos planos Investigar a formação de imagens em espelhos convexos e espelhos côncavos, usando uma colher limpa, polida e não riscada

Interessar­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Perceber que muitos princípios científicos estão presentes em nossa vida cotidiana

Noções sobre a diferença entre ondas mecânicas e ondas eletromagnéticas Noções da presença das ondas eletro­ magnéticas no cotidiano

Realizar uma demonstração relaciona­ da às ondas eletromagnéticas

Ponderar que os avanços técnicos são, quase sempre, consequência da utiliza­ ção de princípios científicos Interessar­ ­se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca

VIDA E AMBIENTE Capítulo

14

A evolução da diversidade

15 Reprodução dos seres vivos e variabilidade dos descendentes

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Adaptação e sobrevivência Fósseis como objetos de estudo científico Fósseis como preciosos registros da história evolutiva Evolução e seleção natural Noção da concepção científica sobre a origem da vida

Coletar informações sobre Charles Darwin e sua histórica viagem a bordo do Beagle, com destaque às evidências que o conduziram à elaboração da Teoria da Seleção Natural

Conscientizar­se da importância das pesquisas geológicas e paleontológicas para desvendar o passado do planeta Va­ lorizar a vida em sua diversidade Valorizar a proteção das diferentes formas de vida

Ciclos reprodutivos Reprodução asse­ xuada Reprodução sexuada Noção da importância da reprodução sexuada para a variabilidade dos descendentes

Coletar informações sobre o ciclo de vida de um animal, ou grupo de animais, de escolha de cada aluno (ou equipe) Organizar essas informações e elabo­ rar um cartaz — com textos, desenhos e colagens — que mostre esse ciclo Coletar informações sobre o ciclo de vida de uma planta, ou grupo de plantas, de escolha de cada aluno (ou equipe) Organizar essas informações e elabo­ rar um cartaz — com textos, desenhos e colagens — que mostre esse ciclo

Valorizar a vida em sua diversidade Valorizar a proteção das diferentes formas de vida

SER HUMANO E SAÚDE Capítulo

Extra 3 Reprodução humana e responsabilidade

16

Pais, mães e filhos: um pouco sobre a Genética

Conteúdos conceituais

Conteúdos procedimentais

Conteúdos atitudinais

Fisiologia reprodutiva humana Anatomia interna dos sistemas genitais masculino e feminino Papel do homem e da mulher na fecundação Ovulação e menstruação Gra­ videz e parto Poluções noturnas Gravidez desejada e indesejada Ciclo menstrual e gra­ videz Exemplos de métodos anticoncepcio­ nais Doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de prevenção Aids, suas vias de transmissão e formas de prevenção Distinção entre portador de HIV e acometido pela aids Comparação entre as formas de contato que propiciam contágio pelo HIV e as que não envolvem riscos de contaminação Aborto natural e aborto provocado

Buscar informações sobre o desen­ volvimento do feto durante a gestação e sobre os efeitos do álcool e do fumo na criança em gestação Reunir in­ formações (textos, fotos, ilustrações) acerca dos temas: gravidez desejada e indesejada, doenças sexualmente transmissíveis, formas de contágio pelo HIV, métodos contraceptivos (numa abordagem adequada ao momento físi­ co e psicológico dos alunos) Elaborar cartazes a partir dessas informações, compondo uma exposição sobre o tema

Ter tranquilidade quanto à sexualidade Compreender que as manifestações da sexualidade fazem parte da vida e são prazerosas Conviver menos ansiosamen­ te com o medo de contaminação pelo HIV Ter respeito e solidariedade na relação com pessoas portadoras do vírus HIV ou doentes de aids Valorizar o cuidado com a própria saúde Reconhecer a necessi­ dade de privacidade para determinadas expressões da sexualidade Ponderar que as manifestações de sexualidade exigem momento e local adequados Perceber a importância do consentimento mútuo para um relacionamento a dois

Genótipo Fenótipo Influência do meio sobre o fenótipo Noções sobre doenças hereditárias e aneuploidia

Realizar uma experiência sobre incidên­ cia estatística de um evento e probabili­ dade Construir tabela com os resultados e compará­los com os de outros colegas

Valorizar os conhecimentos e a pesquisa científica para o entendimento de distúr­ bios genéticos

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BIBLIOGRAFIA APRENDENDO PARA O MUNDO DE AMANHÃ: Primeiros resultados do PISA 2003 – PISA/OCDE. São Paulo: Moderna, 2005, p. 3, 20, 286, 287. BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. CARRERAS, l. l. et al. Como educar en valores: materiales, textos, recursos y técnicas. 5. ed. Madrid: Narcea, 1997. CARRETERO, M. Construtivismo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. COll, C. Psicologia e currículo: uma aproximação psicopedagógica à elaboração do currículo escolar. São Paulo: Ática, 1997. (Série Fundamentos)

. Os conteúdos na Reforma: ensino e aprendizagem de conceitos, procedimentos e atitudes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. MINGUET, P. A. (Org.). A construção do conhecimento na educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. MORAES, R. Aprender Ciências: reconstruindo e ampliando saberes. In GAlIAZZI, M. C. et al. (Orgs.) Construção curricular em rede na educação em Ciências: uma aposta de pesquisa na sala de aula. Ijuí: Unijuí, 2007. (Col. Educação em Ciências) ; RAMOS, M. G.; GAlIAZZI, M. C. A epistemologia do aprender no educar pela pesquisa em Ciências: alguns pressupostos teóricos. In MORAES, R.; MANCUSO, R. (Orgs.) Educação em Ciências: produção de currículos e formação de professores. Ijuí: Unijuí, 2004. NOVAK, J. D. Concept Mapping: A Useful Tool for Science Education. Journal of Research in Science Teaching, 27: 937­949, 1990.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

COll, C. et al. O construtivismo na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 1997.

ONTORIA, A. et al. Mapas conceptuales: una técnica para aprender. 7. ed. Madrid: Narcea, 1997. PARÂMETROS CURRICUlARES NACIONAIS. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Fundamental, 1998. PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. PUIG, J. M. Ética e valores: métodos para um ensino transversal. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998. (Col. Psicologia e Educação) WADSWORTH, B. J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 1996. . Piaget para o professor da pré-escola e 1o grau. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1989. WEISSMANN, H. (Org.). Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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COMENTÁRIOS SOBRE OS CAPÍTULOS DO LIVRO DO 6O ANO

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5. a) Resfriamento (redução da temperatura até abaixo da temperatura de ignição) e abafamento (impedir que o comburente tenha contato com o combustível). b) Resfriamento. c) Abafamento. d) Abafamento. e) Abafamento. f) Abafamento e resfriamento. 6. O número dos bombeiros é 193. Professor, aproveite para enfatizar que passar trote no número dos bombeiros (assim como no da polícia e no do SAMU) é crime. É uma atitude irresponsável, pois sobrecarrega os atendentes e impede que ligações comunicando perigo real sejam atendidas, colocando vidas em risco. 7. A gasolina será espalhada pela água, pois flutua nela. Isso espalhará o incêndio. (Evoque lembranças dos alunos de notícias sobre vazamentos de petróleo, nos quais esse líquido flutua na água. A gasolina é um derivado do petróleo e também flutua na água.) 8. a) Incêndio em equipamento ligado à rede elétrica. b) Porque a água conduz corrente elétrica e pode provocar curto-circuito e, pior do que isso, eletrocutar a pessoa que está tentando apagar o incêndio. 9. Espera-se que o aluno transcreva uma das seguintes frases do texto: “Sempre chame o corpo de bombeiros ao menor sinal de incêndio, pois todo grande incêndio começa de um pequeno foco.”

“Não queira bancar o herói, se você não tem nenhum conhecimento, pois você pode ser mais uma vítima.”

Sugestão de leitura complementar para o professor Textos de Química Nova na Escola são disponibilizados em http://qnesc.sbq.org.br AFONSO, J. C.; LIMA, A. C. S. A química do refrigerante. Química Nova na Escola. v. 31, n. 3, 2009, p. 210-215. Artigo que fornece ao professor informações acerca da composição e das propriedades dos refrigerantes. Inclui dados sobre a produção, os aditivos e a carbonatação. CAMILLO JÚNIOR, A. B. Manual de prevenção e combate a incêndios. 6. ed. São Paulo: Senac, 2008. O autor discute aspectos referentes à causa dos incêndios, aos diferentes tipos de fogos, à prevenção de incêndios e à sua extinção. CHAGAS, A. P. A história e a química do fogo. Campinas: Átomo, 2006. O autor aborda como a humanidade aprendeu a fazer o fogo e a utilizá-lo, controlá-lo e combatê-lo. Também trata das concepções científicas acerca da combustão, inclusive sob o ponto de vista termodinâmico. Merece destaque o capítulo dedicado à combustão usando outros comburentes que não o oxigênio. MARTINS, C. R. et al. Ciclos globais de carbono, nitrogênio e enxofre: a importância na Química da atmosfera. Cadernos temáticos de Química Nova na Escola, n. 5, 2003, p. 28-41. MOZETO, A. A. Química atmosférica: a Química sobre nossas cabeças. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola, n. 1, 2001, p. 41-49.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

4. d As outras afirmações, além de não estarem no texto, são incorretas.

CAPÍTULO

16

O CAMINHO DA ÁGUA NA NATUREZA

Conteúdos conceituais Relações entre variações de temperatura e mudanças de estados físicos da água Conceito de ciclo da água Noções sobre umidade do ar Dispersão luminosa e formação do arco-íris

36

Conteúdos procedimentais Simular a formação do arco-íris por diferentes métodos Realizar e observar uma demonstração, feita com materiais caseiros, de como se forma a chuva

Conteúdos atitudinais Interessar-se pelas ideias científicas como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca Estar atento aos problemas respiratórios que podem ocorrer nas épocas de baixa umidade no ar

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Comentário sobre os conteúdos conceituais

Comentário sobre os conteúdos atitudinais

Se as nuvens são formadas por muitas gotículas de água líquida, por que elas são brancas? E por que as nuvens de tempestade são cinzentas? Essas perguntas são comuns entre os estudantes. Para respondê-las, duas estratégias são sugeridas: a primeira é uma demonstração e a segunda, uma analogia. A fim de mostrar que muitas gotículas de água são vistas com a cor branca, borrife água — com um borrifador de plástico desses usados para molhar plantas — em local iluminado por uma luminária. Os alunos, tendo a lousa ao fundo, enxergarão uma névoa branca. Para falar sobre as nuvens cinzentas, pegue uma folha branca e mostre-a contra as luzes da janela ou das lâmpadas (escolha a mais intensa delas). A folha será vista com a cor branca. Dobre a folha ao meio e mostre-a novamente. A seguir, dobre a folha mais uma vez (ela já estará com uma espessura quatro vezes maior que a inicial), e assim sucessivamente, sempre mostrando-a contra a luz após fazer cada dobra. À medida que a folha se torna mais espessa, impede a luz de passar e fica mais escura. O mesmo acontece com as nuvens, que, quanto mais “carregadas” de gotículas de água e partículas de gelo estiverem, mais espessas se tornarão e, portanto, ficarão mais escuras.

Interessar-se pelas ideias científicas e pela Ciência como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca é uma das atitudes que se pretende desenvolver ao longo de todo o curso de Ciências Naturais. O presente capítulo é bastante ilustrativo da importância disso, de modo que, durante ou após o seu desenvolvimento, pode-se tocar nesse tema com os estudantes. Estar atento aos problemas respiratórios que podem ocorrer nas épocas de ar seco é uma atitude que se pode discutir e desenvolver a partir do texto A umidade do ar e a saúde, apresentado no livro do aluno.

Comentário sobre os conteúdos procedimentais Simular a formação do arco-íris por diferentes meios corresponde a procedimentos a serem desenvolvidos com os projetos 12 e 13, do final do livro do aluno. Realizar e observar uma demonstração, feita com materiais caseiros, de como se forma a chuva é o que se pretende com os dois experimentos que aparecem no capítulo, no livro do aluno.

Situações problemáticas É muito frequente ouvirmos pessoas (até alguns professores!) dizerem que a névoa esbranquiçada que sai do bico de uma chaleira é vapor de água. Isso cria uma situa­ ção problemática quando o aluno encontra no capítulo a informação de que o vapor de água é incolor e, misturado com o ar, não é visível. O que acontece, no caso da água fervendo numa chaleira, é que o vapor de água, tão logo sai pelo bico, encontra a atmosfera e se resfria. Ao se resfriar, o vapor (pelo menos uma parte dele) sofre condensação, formando muitas gotículas de água líquida, que compõem a névoa observada. Assim, a névoa que sai do bico da chaleira tem essencialmente a mesma composição da neblina: gotículas de água em meio a vapor de água. Outra situação problemática tem a ver com a experiência do disco de Newton. Caso algum aluno tente fazê-la em casa, provavelmente não obterá um branco perfeito. Isso porque as cores que irá usar — pintando com tintas, giz de cera, canetas hidrocor etc. — não serão exatamente as cores do arco-íris (que não são sete e sim infinitas). Recomendamos a leitura do Aprofundamento ao professor, logo mais à frente, que inclui informações sobre quantas cores tem o arco-íris. É mais interessante e ilustrativo, para a compreensão dos conceitos expostos, que os alunos realizem os projetos referentes a este capítulo.

Aprofundamento ao professor Distribuição da água no planeta A tabela a seguir mostra a distribuição da água no planeta. Como os alunos possuem, nesse estágio de escolaridade, dificuldades em entender porcentagem envolvendo valores com casas decimais, esses dados foram transformados no esquema que está no item 3 do livro do aluno.

Fonte: BOTKIN, D. B.; KELLER, E. A. Environmental Science: Earth as a living planet. 8. ed. Hoboken: John Wiley. p. 370.

Distribuição da água existente no planeta Localização

Parte do total (%)

Oceanos

97,2

Geleiras e topo de montanhas

2,15

Subsolo

0,31

Lagos

0,01

Atmosfera

0,001

Rios e riachos

0,0001

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Objeto digital

Objeto digital

Pode ocorrer de o ar com 100% de umidade relativa ser pobre em água?

Por que os aviões às vezes deixam rastros brancos no céu?

Esse texto está no boletim Em dia com as Ciências Naturais, número 16.

Esse texto está no boletim Em dia com as Ciências Naturais, número 17,

Quantas cores tem o arco-íris? Ao contrário do que se diz popularmente, o arcoíris não possui sete cores. A luz é uma onda eletromagnética (ou radiação eletromagnética), assim como o infravermelho, o ultravioleta, as ondas de rádio, as micro-ondas e outras mais. Todas as ondas eletromagnéticas possuem em comum o fato de não precisarem de um meio material para se propagar, ou seja, são capazes de se propagar no vácuo, o que acontece com a velocidade de c 5 3,0  108 m/s (c é o símbolo da velocidade das ondas eletromagnéticas no vácuo).

O que diferencia os vários tipos de onda eletromagnética é a frequência (f ) e o comprimento de onda (l). Tais grandezas se relacionam pela expressão:

Comprimento de onda (m) 108 107 106 105 104 103 102 10 Ondas longas

-1

-2

1 10 10

-3

10

-4

-5

10 10

-6

-7

10

-9

Ultravioleta

Infravermelho

Ondas de rádio

-8

-10

10 10 10 10

-11

10

-12

10

-13

10

-14

-15

-16

10 10 10

Raios gama

Raios X

10 102 103 104 105 106 107 108 109 1010 1011 1012 1013 1014 1015 1016 1017 1018 1019 1020 1021 1022 1023 1024 Frequência (Hz)

A

Comprimento de onda (nm) 500

400

Violeta

Vermelho

Alaranjado Amarelo

600

Azul

700

Verde

Figura. O espectro eletromagnético A, sua porção visível B e a parte utilizada em telecomunicações C.

Adilson secco

na qual l está em metros (m) e f em hertz (Hz 5 s21). O espectro eletromagnético aparece na figura A. A sensibilidade do olho humano às radiações eletromagnéticas se restringe a uma porção relativamente pequena desse espectro, apresentada na figura B. As frequências das ondas utilizadas em comunicação aparecem discriminadas na figura C.

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l?f5c

B

Espectro visível

104

Rádio AM

105

106

Rádio marítimo, aeronáutico e móvel

107

108

14 - 69

Usos marítimos e aeronáuticos

Canais de TV

7 - 13

Rádio FM

2-6

C

Rádio marítimo, aeronáutico, móvel e faixa-cidadão

109

1010

1011

Frequência (Hz)

Fonte da figura: HALLIDAY, D. et al. Fundamentals of Physics. 9. ed. Hoboken: John Wiley. p. 890.

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A parte visível do espectro eletromagnético corres­pon­de às radiações eletromagnéticas compreendidas aproximadamente entre os comprimentos de onda (l) 400 nm e 700 nm (1 nm 5 1 nanômetro 5 1029 m). Uma onda eletromagnética com l 5 690 nm corresponde à luz vermelha. Outra, com l 5 670 nm, também corresponde ao vermelho, porém com um matiz (“tonalidade”) diferente. Dentro da porção visível do espectro eletromagnético as cores variam, do vermelho ao ­violeta,

­ assando por um número infinito de matizes p ­diferentes. Assim, ao dizer que são sete cores – vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil (que não deixa de ser um tipo de azul!) e violeta – se está fazendo uma aproximação, dividindo o espectro visível em sete porções. Estabelecer a fronteira entre tais porções é extremamente subjetivo. Onde termina o vermelho e começa o alaranjado? Onde acaba o alaranjado e se inicia o amarelo? Na verdade, o arco-íris apresenta infinitas cores!

A atmosfera absorve e espalha uma parte da luz que a atravessa. Quanto mais próximo da linha do horizonte está um astro, maior é a espessura da atmosfera que a luz dele proveniente tem de atravessar até chegar aos olhos de um observador e maior é, portanto, a fração dessa luz que sofre absorção e espalhamento. A absorção e o espalhamento da luz pela atmosfera fazem, por exemplo, o brilho da Lua cheia no nascente ou no poente ter apenas cerca da metade da intensidade do que quando ela está no alto do céu. Verifica-se, experimentalmente, que, entre as várias componentes da luz branca, a luz azul é espalhada com maior eficiência. Também se verifica que a componente vermelha é a que menos sofre espalhamento. O espalhamento sofrido pela luz branca vinda do Sol é que dá ao céu a cor azul. Como a componente azul é espalhada em diversas direções, para qualquer

direção do céu diurno em que olhemos, veremos essa cor. Isso está esquematizado na figura 1. O espalhamento também é o responsável pela cor avermelhada que o Sol adquire quando está nascendo ou se pondo. Nessas circunstâncias, a luz solar atravessa uma espessa camada da atmosfera e, como a componente vermelha sofre menor espalhamento do que as outras, ela chega até os olhos de um observador em maior quantidade, proporcionalmente às outras. Assim, o Sol adquire cor avermelhada. Isso aparece no esquema da figura 2. E as nuvens, iluminadas diretamente por essa luz, parecerão vermelhas, como indica a figura 3. Mesmo quando está em sua posição mais alta no céu, o Sol não aparece totalmente branco. Isso porque, mesmo nessa circunstância em que sua luz atravessa menor camada da atmosfera, o espalha­ mento favorece a passagem da componente vermelha em relação às demais.

Sol

paulo manzi

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Por que o céu é azul? E por que o Sol fica avermelhado no nascente e no poente?

Luz espalhada (principalmente azul)

Observador Figura 1. A componente azul da luz do Sol é a que sofre espalhamento mais intenso ao atravessar a atmosfera. Isso dá origem à cor azul do céu. (Representação esquemática fora de proporção.)

Fonte: KRAUSKOPF, K. B.; BEISER, A. The physical universe. 14. ed. Nova York: McGraw-Hill. p. 250.

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Sol Luz não espalhada (principalmente vermelho) Observador Figura 2. A componente vermelha da luz do Sol é a que menos sofre espalhamento ao atravessar a atmosfera. Isso faz o Sol adquirir cor avermelhada quando está próximo ao horizonte. (Representação esquemática fora de proporção.)

Luz avermelhada é espalhada pela nuvem

A luz azul é mais espalhada pelo ar Luz do Sol (todas as cores)

Observador Figura 3. Quando o Sol está próximo ao horizonte, as nuvens diretamente iluminadas por ele ficam avermelhadas. (Representação esquemática fora de proporção.)

Fonte: TREFIL, J.; HAZEN, R. M. Física viva: uma introdução à Física conceitual. Rio de Janeiro: LTC. v. 2. p. 153.

Respostas do Use o que aprendeu

1. A água das poças está vaporizando (evaporando) e, por isso, parece desaparecer. A água das poças vai para a atmosfera na forma de vapor de água.

3. A roupa seca mais rápido quando está ventando. 4. A mão do braço agitado seca mais rápido.

5. Nos dois casos a água se evapora mais rápido quando está “ventando”. O vento ajuda a apressar a evaporação da água.

6. Ao mesmo tempo que muita água chega aos ocea­nos, o que faria seu nível subir e transbordar, a evaporação faz com que muita água saia

40

dos ocea­nos e vá para a atmosfera. (Professor, os exercícios 6 e 7 permitem ilustrar de forma bastante realista o ciclo da água.)

2. O chuveiro aquece a água, e parte dela evapora. Quando o vapor de água atinge a superfície fria do espelho ou do vidro do boxe sofre condensação, formando muitas gotinhas de água líquida. Isso deixa o espelho e o vidro do boxe embaçados.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Fonte: KRAUSKOPF, K. B.; BEISER, A. The physical universe. 14. ed. Nova York: McGraw-Hill. p. 250.

7. Porque as chuvas trazem água de volta ao lençol freático que forma o lago. 8. a) A quantidade de água que evapora dos oceanos (319 kg) é maior do que a que precipita sobre eles (283 kg). A diferença é de 36 kg. (Conforme a legenda do esquema, são quantidades relativas, não absolutas. Professor, as indicações numéricas do esquema também podem ser consideradas como indicando a quantidade absoluta anual de água, nesse caso, expressa em 1018 g de água, ou seja, em trilhões de toneladas de água.)

b) A quantidade de água que precipita sobre os continentes (95 kg) é maior do que a que deles evapora (59 kg). A diferença é de 36 kg.

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c) Os 36 kg calculados na questão a são deslocados, na forma de vapor ou nuvens, dos oceanos para os continentes. E os 36 kg da questão b correspondem à água que flui dos continentes para o mar (por rios ou fluxo subterrâneo).

9. Não, pois as nuvens se formam por meio da condensação do vapor de água que existe na atmosfera. Professor, essa questão tem dupla finalidade. A primeira é enfatizar que a chuva está associada à condensação do vapor de água presente na atmosfera. A segunda, que é mais ampla, e geralmente os alunos não a percebem, é que, se a atmosfera terrestre não tivesse vapor de água, não haveria água no planeta e, portanto, não existiria vida nele. Aproveite para fazer essa correlação entre ciclo da água e existência de vida na Terra.

10. O ar seco provoca problemas respiratórios, principalmente em crianças e idosos.

5. Excesso de água, proveniente do derretimento das geleiras.

6. Fusão (do gelo). A possível causa é uma alteração do clima, que teria ficado mais quente. (Professor, o que é o aquecimento global e quais suas causas são informações deixadas para outro volume.)

7. Porque a água proveniente do degelo vai para os rios e, por meio destes, ao oceano.

8. Espera-se o relato de que se formaram gotas de água do lado de fora do copo.

9. O vapor de água do ar, encontrando a superfície fria do copo, sofreu condensação, ou seja, passou do estado gasoso para o líquido.

10. Formação de orvalho. 11. O vapor de água da atmosfera sofre conden­sação na superfície da garrafa fria.

12. 84% (oitenta e quatro por cento).

12. a) Resposta que varia em função da localidade. A finalidade é desenvolver a capacidade de localização da própria cidade no mapa do Brasil e também de interpretar esse tipo de mapa.

13. a) Vinte e sete por cento.

11. Errada, pois há também a transpiração das plantas e a evaporação da água dos lagos, rios etc. Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

b) Certa quantidade de ar que poderia conter no máximo 100 kg de vapor de água está contendo apenas 27 kg.

c) É uma situação em que se chama a atenção da população para um problema público que requer procedimentos de cautela por parte dos cidadãos (no caso, por exemplo, evitar a prática de atividades físicas ao ar livre). Professor: no caso, os estágios são: observação (acima de 30%), atenção (entre 20 e 30%), alerta (de 12 a 19%) e emergência (abaixo de 12%).

b) São Paulo (estado em que está a única área indicada em laranja — 20% a 30% — para o dia em que foi feita a previsão).

Sugestão de leitura complementar para o aluno FIGUEIREDO, A.; PIETROCOLA, M. Luz e cores. São Paulo: FTD, 2000. (Col. Física, Um Outro Lado) Paradidático que trata de luz e cor, do colorido dos objetos, entre outros assuntos.

14. a) Gotículas de água líquida.

b) A água que sai com o ar expirado esfria em contato com o ar e condensa.

Respostas do Explore diferentes linguagens

1. Fusão (do sorvete).

2. O Sol.

3. Um secador de cabelos.

4. Espera-se que o aluno observe gotas de água na superfície interna do plástico, proveniente da condensação de vapor de água evaporada da planta (transpiração). O texto elaborado deve incluir a informação de que a transpiração é uma importante fonte de vapor de água participante do ciclo da água.

Sugestão de leitura complementar para o professor CAMPOS, M. L. A. M.; JARDIM, W. F. Aspectos relevantes da biogeoquímica da hidrosfera. Cadernos temáticos de Química Nova na Escola, n. 5, 2003, p. 18-27. (Textos de Química Nova na Escola são disponibilizados em http://qnesc.sbq.org.br) GREF (Grupo de Reelaboração do Ensino de Física). Leituras de Física GREF: Óptica para ver, fazer e pensar. (Disponibilizado em http://cenp.edunet.sp.gov.br/ fisica/gref/ ou http://www.if.usp.br/gref/, acesso: jan. 2013.) MILEO FILHO, P. R. Introdução à Óptica Geométrica. São Paulo: Senac, 2004. A obra apresenta os conceitos fundamentais de Óptica Geométrica.

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Estabeleça conexþes

pĂĄgina 215

Objetivo: Integrar, em um texto associado a uma

Em segundo lugar, vem o gås [�: oxigênio], essencial para a nossa respiração e tambÊm para a

atividade lúdica, alguns conceitos referentes às propriedades e à composição do ar, às mudanças de estado da ågua e ao ciclo hidrológico.

combustĂŁo dos materiais. O gĂĄs [đ?–¤: carbĂ´nico] ĂŠ um componente do ar presente em pequena quantidade, mas fundamental para a fotossĂ­ntese.

PrÊ-requisito desejåvel: Capítulos 14, 15 e 16. tipo de atividade lúdica que, em geral, interessa aos alunos do 6o ano e introduz alteraçþes que a tornam mais desafiadora, ao mesmo tempo que inter-relaciona, por meio do texto apresentado, conceitos tratados em diferentes capítulos do livro.

ĂĄgua, por exemplo sob a forma de [đ?–Ľ: chuva], [đ?–Ś: neve] ou [đ?–§: granizo].

Resolução:

đ?–

R E S

I

5

6

đ?–Ą

P R E S S Ăƒ O

đ?–˘

N

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S T ĂŠ N C

I

A

T R O G ĂŠ N

I

O

aconteceu uma [đ?–Š: geada].

16

O X

I

G ĂŠ N

I

O

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C A R B Ă” N

I

C O

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C H U V A

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N E V E

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O R V A L H O

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G E A D A

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S O L

đ?–Ť

F U S Ăƒ O

đ?–Ź

V A P O R

đ?–­

C O N D E N S A Ç Ăƒ O

11

de sólido a líquido, Ê a [�: fusão]. A mudança de

8

líquido a vapor Ê a [�: vaporização], e o contrårio dela Ê a [�: condensação].

12

Z O

7 15

D

I

F

I

C A Ç Ăƒ O

4

18

14 1

10

I

Z A Ç Ăƒ O

3

9

O texto completo ĂŠ:

O ar tem vĂĄrias propriedades importantes como,

O ar ĂŠ formado por vĂĄrios componentes. O que estĂĄ presente em maior quantidade ĂŠ o gĂĄs [đ?–˘: nitrogĂŞnio].

42

V

A

P O R

I

Z

A

Ç

Ăƒ O

1

2

3

5

6

7

8

9

10

Ç

4

11

ĂŠ chamada de B

U

L

I

12 13

E

14

15

16 17

Ăƒ O ?

18

19

O termo vaporização Ê empregado para a passagem de líquido a vapor.

Quando a vaporização, forçada por meio de aquecimento (ou por redução da pressão), ocorre com a formação de bolhas, ela tambÊm pode ser chamada de ebulição (popularmente, fervura).

Quando, por outro lado, a vaporização ocorre lentamente e sem a formação de bolhas, ela tambÊm pode ser denominada evaporação.

por exemplo, oferecer [đ?– : resistĂŞncia] aos movimentos e exercer [đ?–Ą: pressĂŁo].

Quando a

17

A pergunta apresentada no final da atividade, jĂĄ decodificada, ĂŠ:

2

I

As mudanças de estado físico da ågua recebem nomes específicos. A [�: solidificação] Ê a pas­sagem de líquido para sólido. O inverso dela, a passagem

13

I

Durante a noite, parte do vapor de ĂĄgua da atmosfera pode mudar de estado fĂ­sico e se depositar sobre as superfĂ­cies que estĂŁo ao relento. As gotinhas de ĂĄgua formadas recebem o nome de [đ?–¨: orvalho]. E, se forem formados cristais de gelo, dizemos que

19

I

No ar tambÊm hå vapor de ågua, que toma parte do ciclo hidrológico. Parte dos acontecimentos desse ciclo são as precipitaçþes atmosfÊricas de

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Comentårio: Este Estabeleça conexþes usa um

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AmoSTRA Ensino Fundamental II

CIÊNCIAS NATURAIS Aprendendo com o cotidiano Professor, esta amostra apresenta uma seleção de conteúdos da coleção Ciências Naturais Aprendendo com o cotidiano. Nela, você poderá conhecer a estrutura e o conteúdo programático desenvolvido para proporcionar aulas mais dinâmicas e completas.

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