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ECO

A nova maneira de construir estradas!


© 2012 — Above Publicações Editora Daiane Benedet Revisão Igor de Carvalho Capa Pedro Henrique Diagramação Samuel Medeiros

Todos os direitos reservados à ECOSTRADA. É proibida a reprodução parcial ou total sem a permissão escrita da ECOSTRADA. Editora Above (27) 4105-3374 www.aboveonline.com.br


ECO “Um aditivo de solos ecologicamente correto; desenvolvido e fabricado na Europa há mais de quarenta anos”. No modelo atual de construção de estradas, sustentabilidade tem sido a palavra chave. Sabemos também que muitas estradas são construídas com materiais de pouca efetividade quando se trata de manter a qualidade e a resistência do solo. Nosso produto, o ECOSTRADA, visa equilibrar ambos os fatores, tanto o aspecto ecológico quanto o econômico. ECOSTRADA é um Aditivo Permutador Iônico de Solos (APIS); utilizado para melhorar a qualidade dos solos onde é aplicado. É desenvolvido e fabricado na Europa há mais de quarenta anos, sendo uma referência em sua área e tendo, portanto, tradição devido à sua confiabilidade e alta qualidade. Hoje, ele é comercializado em construções civis nos cinco continentes. A ação do ECOSTRADA contribui para uma melhor execução dos serviços de terraplanagem e pode ser aplicado em múltiplos segmentos, tais como: • No aumento da resistência da rodovia à erosão, dando a ela maior vida útil, mesmo quando exposta à chuva e ao vento; • No aumento da capacidade de carga suportada. É importante dizer que os efeitos de ECOSTRADA são aumentados com o tempo e a intensidade do tráfego, assim, quanto maior o fluxo de veículos de grande porte na estrada, melhores os resultados em longo prazo;

• Na estabilização de sub-base e base de rodovias, às quais aumenta a resistência antes da pavimentação; • Pátios de fábricas, nos quais são armazenados caminhões de diversas proporções, maquinário pesado diverso e cargas de grande peso em geral; • Controle de pó nas rodovias, evitando a necessidade de selamento da estrada com óleo (por não ser ecologicamente correto) ou betume (por ser de menor resistência); • Estradas particulares, onde circulam veículos de porte variado, inclusive em fazendas; • Aeroportos e outros locais que se utilizam de pistas de decolagem e pouso de aeronaves; Após a compactação final, este solo pode ser usado não apenas como base, ostentando uma elevada capacidade de carga, mas também como produto final que estará pronto para ser utilizado por veículos.


O que aumenta? - Densidade do solo; - Compactação; - Capacidade de carga; - Durabilidade; - Impermeabilidade do solo, evitando erosão pela chuva; - Superfície durável; - Impermeável à influência da água; - Impede a ascensão capilar de água; - Impermeável à geada.

O que é reduzido? - A necessidade de manutenção, gerando grande economia; - O pó na superfície da rodovia; - Limite de Plasticidade, impedindo que o solo se torne quebradiço; -Inchaço do solo, que ocasiona rachaduras.

Um processo de baixo custo e ecologicamente correto que permite que empresas privadas e instituições públicas pavimentem suas estradas com qualidade, reduzindo custos de manutenção, e garantindo maior vida útil às rodovias.


Explicação detalhada da ação do produto ECOSTRADA O produto ECOSTRADA é um líquido transparente, na cor âmbar, composto de água, juntamente com uma substância ativa. Um dos principais componentes desta substância ativa é uma mistura de vários ácidos sulfônicos que têm em comum o grupo funcional SO3H, combinado com um componente orgânico hidrofóbico R. Estes são representados por R-SO3-H. Os ácidos sulfônicos se dissociam (separaram-se em íons) na água. ECOSTRADA trabalha no solo como um agente de troca iônica e catalisador. [Catalisador = uma substância que promove ou acelera uma reação química, permanecendo inalterada em si]

Como ECOSTRADA funciona no solo Redução da adsorção da concha de água através de:

Mecanismo de troca 1 Os íons de hidrogênio (H+) que aderem à superfície das partículas do solo (e com eles a água, vinculada a esses íons através de pontes de hidrogênio) são substituídos por cátions metálicos presentes nas conchas de água. Nesta reação, uma grande parte da água vinculada na adsorção é removida, ficando solta, podendo ser retirada do solo (utilizando muito menos energia do que a água vinculada pela adsorção) ou forçado por compressão nos poros.

Mecanismo de troca 2 ECOSTRADA torna-se mais eficaz à medida em que os cátions de metais ligados às partículas do solo não são mais capazes de armazenar água de hidratação, visto que os íons do ácido (grupo de sulfato) contido no ECOSTRADA estão ligados com os íons metálicos.


Ação Hidrofóbica [Hidrofóbico = hostil à água, repelente à água, não solúvel em água] O grupo de sulfato contido no ECOSTRADA, quando combinado aos íons metálicos, é agrupado ao grupo hidrofóbico orgânico. Isso funciona de tal maneira que as partículas de solo perdem a capacidade de atrair água para a sua superfície e de transportar água nos capilares.

Neutralização Os íons de hidrogênio (H+) que são liberados na dissociação química produzida pelo ECOSTRADA (através do seu fracionamento em água) reagem imediatamente com os íons de hidroxila (OH-) presentes nas conchas de água para tornarem-se íons de hidrônio H3O+ e, em um outro passo, em água H2O. Desta forma, a acidez é eliminada.

Durabilidade do efeito As reações químicas provocadas pelo ECOSTRADA no solo são irreversíveis. As mudanças nas características da terra são, portanto, permanentes. A adsorção das conchas de água reduzidas através da ação de ECOSTRADA não pode ser reconstruída.

Resultado do tratamento do solo com ECOSTRADA Como resultado da redução das conchas de água ao redor das partículas do solo, a terra tratada com ECOSTRADA pode, após secagem ao teor de umidade ótima, ser compactada com muito mais eficiência do que a terra não tratada. Através da compactação das partículas do solo, os efeitos de aproximação e atração entre as partículas do solo são ativados, levando a um aumento considerável da força de cisalhamento e, consequentemente, da capacidade de carga. As mudanças são permanentes. O componente hidrofóbico (repelente à água) do ECOSTRADA funciona de tal forma que, em solo tratado e compactado com o produto, a absorção de água capilar é impedida por todos os lados, inclusive por baixo.


Política Ambiental Garantimos manter o meio ambiente limpo, especialmente as águas subterrâneas, tanto ao adicionar ECOSTRADA ao solo como também na construção da camada de acabamento. Temos pareceres e relatórios de peritos com relação a testes efetuados em estradas já construídas em diversas partes do mundo que serão disponibilizados quando necessário. Você poderá solicitar também o relatório completo feito pela empresa Analytical Solutions LTDA de testes realizados com o produto aqui no Brasil.

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Modo de aplicar o produto São utilizados procedimentos básicos de terraplanagem

• O solo deve ser escarificado e gradeado até que fique homogêneo.

• Com um caminhão pipa asperge-se a solução ECOSTRADA já diluída em água.

• Passa-se a grade até que o solo fique homogêneo com o produto


ECOSTRADA • Com a moto niveladora aplaina-se a estrada.

• Com o rolo pata-de-carneiro compacta-se toda a extensão da via.

• Aplica-se um rolo liso ou de pneus para dar acabamento.


Perguntas Frequentes • Qual é a capacidade de suporte de carga em estradas tratadas com o produto ECOSTRADA? A capacidade de carga aumenta com o tempo com a compactação em curso e não é finito. A estrutura da estrada finalizada é praticamente inviolável, mesmo sob condições adversas. • A densidade diminui com os anos? Não, ao contrário, a densidade de solo tratado aumentará progressivamente. • Que tipo de solo é o mais adequado para o tratamento com ECOSTRADA? A maioria dos tipos de solo é apropriada, sendo as únicas exceções o solo puramente arenoso, o solo estéril que não contenha colóides, bem como todos os solos de turfa e pantanoso com apenas húmus. Quanto mais pesado for o solo, mais fácil será sua compactação. • Qual é o comportamento do ECOSTRADA em solos argilosos, densos e pesados? Como salientamos acima, quanto maior o conteúdo de argila no solo, mais elevado será o teor de colóides que facilitam a sua compactação. No entanto, solos argilosos extremamente pesados devem receber um tratamento especial. Neste caso, a concentração da solução ECOSTRADA a ser aplicada deve ser aumentada de acordo com a recomendação do fabricante; será baseada nos resultados de uma análise do solo. • Como o solo tratado com ECOSTRADA reagirá às variações de temperatura? As variações de temperatura não têm efeito algum sobre ECOSTRADA. Estradas tratadas na Austrália e em regiões da África com estabilizadores de solo ionizante — em condições extremamente quentes — não têm demonstrado nenhum efeito negativo. Existem também muitas estradas na Europa que forWam tratados com o produto e não foram influenciadas pelas condições climáticas de congelamento. • Estradas tratadas com ECOSTRADA são resistentes a óleo, gasolina, diesel, etc.? Nenhuma influência negativa foi observada. • Os solos de estradas tratadas apresentam algum perigo em relação à água do solo e ao meio ambiente? Não, em absoluto, porque ECOSTRADA não é tóxico, e quando diluído em água é ambientalmente seguro.


• Quantos anos dura uma estrada quando tratada com ECOSTRADA? As estradas tratadas com ECOSTRADA não podem ser descompactadas pela chuva, que é uma das principais causas da deterioração das estradas. A intensificação do tráfego rodoviário é uma grande vantagem. Naturalmente, a resistência de uma estrada frequentemente usada — principalmente por trafego pesado — vai depender principalmente do tipo de acabamento ou camada final colocada na mesma. • É possível escavar o solo tratado com ECOSTRADA onde trabalho em tubulações de esgoto se fazem necessários? Sim, é possível e o solo pode ser recolocado e recompactado quando o trabalho de escavação estiver completo. • Esterco de gado influencia o solo tratado com ECOSTRADA? Não. • ECOSTRADA pode ser usado em uma superfície inclinada? Sim, ele pode ser usado de forma eficaz. Uma superfície inclinada tratada com ECOSTRADA já não poderá ser levada pela enxurrada, eliminando assim a erosão. • Por que a escarificação e o gradeamento do solo são tão importantes antes de se iniciar o tratamento com ECOSTRADA? É imperativo que o líquido penetre o suficiente no solo para otimizar o tratamento em todas as camadas de solo. • Como o ECOSTRADA reage em estradas florestais que são permanentemente sombreadas e úmidas, também onde existem gradientes consideráveis e solos de argila presentes? É fato que nem a chuva nem a umidade são capazes de provocar a deterioração do solo compactado com ECOSTRADA. • O que acontece com solos tratados com ECOSTRADA no caso de chuva torrencial? ECOSTRADA ioniza os colóides no solo e a mesma já não pode absorver água. A reação eletro-cinética que acontece é permanente e irreversível. O solo simplesmente não irá se alterar uma vez que tenha sido compactado, e a chuva não lhe poderá causar dano. • Em que momento uma estrada tratada com ECOSTRADA poderá ser aberta ao tráfego? Logo após a compactação. Se a estrada se tornar escorregadia, uma fina camada de pó de brita triturada poderá ser aplicada. • É possível aplicar ECOSTRADA em tempo chuvoso? Sim, mas no caso de solos saturados, é aconselhável que o teor de umidade esteja dentro da especificação do fabricante antes da aplicação.


Venda Nova do Imigrante ES - 164 - Caxixe Frio Fevereiro - 2011

O relatório completo e os vídeos estão disponíveis em nosso site www.ecostrada.com.br


Escarificação

Nivelamento

Aplicação ECOSTRADA

5 meses após aplicação

Compactação

8 meses após aplicação

Teste com Produto Ecostrada 34 -meses após aplicação ES-140 Caxixe Frio - Entre as estacas 0 - 25 Resumo Geral Sem Ecostrada Proctor 26 golpes Intermediario L.L. 32,10 I.P. 10,67 HOT. 15,2 ρ MAX. 1742 ρ CAMP. 1750 Hum. Campo 12,37 % CAMP. 100,3 I.S.C. Final 33,5 EXP. 0,61 #200 42,20 I.G. 1 H.R.B. A-4

Com Ecostrada Proctor 26 golpes Intermediario L.L. 33,25 I.P. 9,19 HOT. 5,5 ρ MAX. 1742 ρ CAMP. 1750 Hum. Campo 12,37 % CAMP. 100,3 I.S.C. Final 101,5 EXP. 0,14 #200 41,37 I.G. 1 H.R.B. A-4

Com Ecostrada Proctor 55 golpes Modificado L.L. 33,25 I.P. 9,19 HOT. 5,5 ρ MAX. 1992 ρ CAMP. 1750 Hum. Campo 12,37 % CAMP. 99,9 I.S.C. Final 101,5 EXP. 0,14 #200 41,37 I.G. 1 H.R.B. A-4

Foto da estrada agora

Faixas ABNT DNER L.L. I.P.

≤ ≤

34,00 6,00

ρ MAX. ρ CAMP. Hum. Campo % CAMP. I.S.C. Final EXP. #200 I.G. H.R.B.

≥ ≥ = ≥ ≥ = ≤ = =

2050 MÁX ± 2.0% 1,0 80,0 0,00 25,00 1 A-4


Prefeitura de Santa Maria do Jetibá, ES Estrada de Rio das Pedras - Fevereiro 2012

Relatórios e os vídeos estão disponíveis em nosso site www.ecostrada.com.br


Testes Realizados em Laboratório DER-ES Superintendência Regional de Operações-1 Sro-1 Vila Velha - ES - Maio de 2012

Tabela de

resultado

:

dos ensaios

ISC tação Expansão mpac LL IP ra co aUm t tação p ho . a ,0 S c tr LO 23 osade pa TAÇÃO SO amid om a ns l -seDe a ocst COMPAC0,0 ra Nm io- 12,40 Materia ). A dic,50 26 procedi- ,5 parou etreiiara 8,8al foi a os m re m ri p te P lo 24 CORREÇ u . Nº: REG a granu 2,084 se amen CONCLUSÃO 0,0RO ÃO CURV maq rigoros e indro Primeeir RODOVIA: REI ,40 RA - SOB A PRESSÃ 12 indo,50 ta co os cil APIS. A DA TERdo erbosrgtra O x PENE prove e ensaios8,8seguTRE26 CHO: LARANJ u-se AttAm TRAÇÃO TRECHO: 45:,0 a- adição -s 03 ACA retiro m adareaaliz2,1 e de Segu a LARANJA ou ESTEnsaios e , z it nd se MATER li l D 0,0 lo ra DA ti ia Os resultados dos realizados demonstraram que o Aditivo Permutador im IAL . TER u u so er A: : ARGILA ARE a OVI RA - SOBREI o trROD samos matm solo ,20 o (l ac a m 10,05 o ã ICO NOSA MA RO n co s ç o IÔN e tra ó OR a os nd os p RRO ra TAD p 26 M COM ADI a ei Am coM riz A izad esta SA , im , s al te o TIVO PERMU satisfatórios com relação lpr 8,0 E TIVOaumentos RRO c re ADI : u iv MA a m ro CUR s UDO m N it d Iônico Ecoestrada alcançaram resultados aos de ra R ILO A EST 100,0 ENERGIA: E ENERGI E IAL:2,1 fora ad IA ARGilin a NTER s re REG. Nº: ARE14 PROCTOR A ão IT/D do de ca Neir 0,0 MODIFICA MA com OST0RA: 01 dos c caractner AM9,9 DO IS. aTeDrc çãizoaç aios ESTACA: águaRO-1 águasaios deeDIF ,80 o APnorm Amostra bte determinados pelo Ensaio de ISC, conforme mostrados na ta25% oICA DO .resistência mecânica e ens alsdem nada -1 S mento SOLOS AMOSTRA: com eRGIen e, ta PROCTO 01 uar enRtoMO ISC 7,7 foi de 23 qão ISC ACTAÇÃO DE 14 adicioAÇÕESo percentu ENE A: p n im MP 2,1 i CO ICA ta /94 fo CÓP Qu aç m 129 -de resultados e nos resumosUMI m ct de E HIGROS R rnia DADEnsaios. m não ESTUDO: DNER-MEbela ãomepa pre ado ro ADITIVO Arsco os te Califó OPgEua co liztra Ama PERMUTAD s, e 113 OR IÔNICO , ime e re de Supor aEa á L índro AaLdD 115 ãodi,ce tação .Aida Ín avaliação dos resultados demonstra a eficácia do produto em solos fino nesse de: asns DATA os cilUMIDADEISC IONn CAPSÚLA tura RA compac ISC. im,eors rm s De G na o 05/04/12 x T o PR m % n in E 7 it ES N e 57,0 0 SÃ es R O x PENE sfe co dos Vaolor 4956 10 em po e CE Após IA e Molde N d s m 56,12Tempo Pen TR d Seco C s te i AÇ áfi Peso d IO caso específico um solo Cargiloso, ocasionando um aumento do ISC considerável e ó Gr etração ÃO fo +S+A R nti oo 22 DÊN P. padrão 106 5000o co os ap do btido min 56,74 Leit. ATÓ Molde N corrid 110 mm Pressão (Kg TEN OR m feit Peso Úmi pol 55,72 ado o padrã /cm ) água, como 115alterações das características Kg/cm à absorção de de de 25 ligadas ISC 0,5 C + S do solo diretamente 112 LAB ERIN mm ntos Leit. result o fora Molde N pois Cauc. Pressão (Kg 66,55 100 0,63 15,3 4 Corrig. dimNºeCápsula C, o zaçã SUP 0,02 /cm ) e 5 ri 59,30 IS c % 19 ISC 5 te 1,0 15,2 o ro c 62,2 d 220,0 foi fundamental paraCau Leit. Limite de Liquidez e1 LimiteC - Cáps deulaPlasticidade. O1,27estudo também Pressão (Kg 23,98 c. os p cara 58,20 0,05 Corrig. /cm ) tados 60,6 60,15 % ISC 0,330 1,5 indo s de u 320,0 io 54,85 45,0 g C+S+A a 1,90 e 34,8 Cauc. s 0,40 4,91 s 8 n 58,3 0,075 Corrig. lo a otimização do processo de execução o que ainda 160 não o 6 A - Água % 2,0 dos ensaios em laboratório, 55,3 s Os e 380 e 4 ,0 ,0 14,1 2,0 58,03 2,54 41,42 41,4 17,44 0,22 ad 0,10 13,76 0 C+S 70 3,040,47 9 14,4 mostr O 425,0 250,0 a havia sido estudado e direcionando neste sentido. 6,0 3,81 9 - Solo 46,33 S 27,2 14,4 a 0,65 5 0,15 T a 0 5,94 14,14 0,80 66,2 4,0 EN 485,0 4,45 390,0 parad 12,0 C - Cápsula 5,08 52,87 0,99 42,51 3,9 1,31 0,200 54,50 TAm Umidade 105 2,84 6,0 77,9 660,0 Demonstrando energia ,0 46,47 a necessidade da aplicação 19,0 2,12 7,82 0,890,30 de uma 545 59,41 de compactação DO 71,94 POR 2,07 41,09 0 A - Água 3,82 56,6 DE 8,0 Om O 43,81 600,0 ia 950,0 103 A L Méd C 35,0 d. 7 10,2 Umi 65,4 40,8 D 5,5 0 3,82 0,400 - na realização 8 - para ativação e 12,7 melhor comportamento do APIS de ensaios em ,55 110,09 104,8 LI SO 43,89 I DE 10,0 B E 3 10,8 Solo O 125 S0,0 136 D 55,0 12,7 8,90 ,25 0,500 6,00 VIA UD 7,30 6,95 ICO DE ização. amostras não trabalhadas. N 4,83 en EST 80,0 E og ô 7,0 m I DES 8,72 MOL Umidade IS R de ho L GEM tra LDA O á MO os N 39 da am CU A PR ) TAD VOLUME EA 1 Objetivando estudar a viabilidade ePESO os comportamentos de RV solos finos ESSÃde eparação 10 mU O xbaixa ADA PENETRAÇ N lo), e pr 13 PER ÃO ISC 8800 STR e no so 24 2049 8825 do molde resistência (argilas e siltes), principalmente (umidNad CO IVO 4325como opção de aditivo de solo em regiões ua E T 8970 ág ( I 24 de 8820 AD 4290 Adição 8500 ta 2093 u ão4205 M +S+A de escassez4215de materiais de boa qualidade; ç 4265 além de reduzir os impactos gerados erm ta c ra P 13 paost o 4265 m drão 4510 4325 sulditiv 2101 uanradacoAm entos-pa 4610 de jazidas eg M - molde oA pela granulares e pedreiras, materiais esses ideais m re 4205 4765exploração çSão p od procedim de materiais 10 ) co o 4555 peeniza 4175 taçã ada 2091 indo os2094 2094 gu entou-se o es homoSg+ A sen se 22 ostr sc o ic às camadas finais de pavimento (reforço, sub-base e base). Assim como a viabilic re re ad 4215 n p ac e iz 2101 c (E al2093o; A ão nd re 0té ge 1 ivoa:ência i aç Le it Series2 fo o ct 0,63 olo d itiv ri io na pa a S ad io 2157 m sa 1,27 tó m d sem en e : Solo2049 adic de preço à co otra 1,9 2091 apresentadas, tendo como 2202 aosmold Series3 da trme o de dade conforme buoaraco erinten am 4290 de serviços 2,5 osVolu 4 2268econômica ionase po de cura;litro s de soloplanilha ic2176 tem pgund 39 tação; ad málag Praimeira Am e Iônic m 3,81 u d e Seri r e ua es4 25 ac S o o s o ág 1912 comp d na 2038 m aditiv içã 5,08 , para e1986 ste da S a- se RO-1. Úmi Add energia dedisponíveis pelo DER-ES, onde demonstra que perante Series5 seja dos m serviços tra: Solo co et.an -EN osto e te 2083valores Am enatrDens te, oubase de cura se a, nd ras DER 2035 Segu icadan - 1 Snorm br tado 7,82 fa 1944 esem itivo, 48 ho do lo actação; em õ m pe mp os O ç o co seca co . to ÇÃ lo id d de Dens TA So as distâncias pequenas de transporte de materiais, o produto ainda tem preço comnt coOpera opos za ostra: energia . COMP e AC prAm e imerso voira ciali do APIS horas de cura de adTeitirce l de tanque a 25mlm aditivo, 48 petitivo leou do aobaixo iona percentual que os de dosISmateriais convencionais. No entanto, esse estudo C: o vamais tra: Solo co tura osda Reg uaartmaisAm tamente 2150 ensaio ágQu ia no ed de l a im ur i tem como fundamento uma pré-análise dos benefícios e otimização dos estudos de rupt a 0 ado, fo 25 213 -se 430m a ct ad mpa aliz re co r lo se Series2 0 so 0 s 211 o 0,63 hora laboratório já citados anteriormente, sendo necessário uma amostra de ensaios com 1,27 Estando Series3 1,9 id0as 96 2,54 209 corr s: como is tra de os po , am de Series4 3,81 quatroAPIS pois maior reprodutibilidade, tipos e amostras de solos diversos, com5,0o8 intuito da 2070 2 para de liçsão do com diversos mpletosad Series5 ios cose /201 água, os resu % ISC. 2050planilhas e ensafe s ma itoanalisarmos e ISoC;quanto 5/04 mais a fundo é benéfico esse produto em obras de terra7,82 foi de 24Seguem as ram de A: 0 o pactação 2030 ização fo m m co co resultado s DAT s de racter sa plenagem mpatívei en cuiora e pavimentação. 14 ios de ca 2010 pamra riam co tra te po de Os ensa e não se 199 da0 amos - ES itivo. para asticidad de cura 197 lha do o ad e 0 dro uidez e pl ta po in m V en il te sc c 19 re ac noites 0de liq ili Vila houve ib a se o d ss C nã IS o po Series2 2 de lim 195 RE 0 LT nd veSU ioascta 0,6OS ação e mp 3 AD 201 cosa 1,2S 0 compact 7 EN 1,9 DO Series3 193 solo, ha dotrsaen SAIOS2,54 de tado ios191 ostra de Asmos sa Series4 am en 0 o. 3,8 s da 1 ad ct Eduardo Luiz Silva Americo Pereira da Silva mpa ento do cagem 5,08 Series5 15,00 1890 po de se 14,00 o solo co procedim REEngenheiro 13,00 SULTADO Massa Esp 12,00 um tem uve com Laboratorista 7,82 11,00 ecífica Aparente DOS ENSA 0 Máxima Sec dar-se-ia 1870 , o que não ho IOS 9,00 IDA10,0 DE % Um a 8,00 UM Deman ra 7,00 0 idad 185 cu e 6,00 e 2114 5,00 2 ma 13 Óti Expansão reação 4,00 43 iniciar a Kg/cm 2084 7,7 9 dade de % ÍNDICE : SUP o

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20,0

10,0 0,0

ica Massa Específ a Umidade Ótim

a Aparente Máxim

Seca

:

8,8

%

16

ORTE CALIF ÓRNIA

0,00

100,00

%

%

38

*Estes relatórios serão disponíbilizados quando solicitados.


Características do Produto Substância: facilmente solúvel em água e translúcido. Composto químico: mistura de ácidos sulfônicos com aditivos e água. Viscosidade: oleosa. Cor: dependendo da iluminação uma ligeira cor de mel para âmbar escuro. Cheiro: quase imperceptível de petróleo bruto. Efeito químico: catalisador e permutador iônico. Entrega: em barris de 200 litros.

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