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Agrupamento

1ª Edição abril/2012

Troquideias de Escolas do Crato Ficha Técnica Edição: Agrupamento de Escolas do Crato Coordenação: Clotilde Soares Colaboração: Manuela Matos Impressão : Câmara Municipal do Crato Distribuição: Jornal Alto Alentejo

publicação integrada no projeto “Viver o Saber”, financiado, no âmbito do projeto EMA, pela FCG

Contactos: jornal.crato@gmail.com http:\\ebi-crato.drealentejo.pt

II Feira da Saúde e da Natureza

Editorial

Mais uma vez oTroquideias sai à rua ! Desta vez, até podia falar polaco, francês ou inglês, pois o melhor é trocar ideias com o mundo e a nossa escola tem vindo a desenvolver projetos que levam professores e alunos à Europa em viagens de estudo, partilha e procura de aperfeiçoamento. Uma escola aberta ao mundo não esquece a comunidade que lhe está mais próxima e, por isso, também abre as suas portas para oferecer à população momentos de convívio e valorização de saber e cultura. Foi o que acont eceu com a concretização da II Feira da Saúde e da Natureza que teve bom acolhimento junto da comunidade local cuja presença deu mais vida, cor e dinâmica ao espaço escolar entendido, não só como fisíco, mas, sobretudo, como espaço de cooperação e partilha na nobre tarefa de educar. Continuamos a contar convosco e esperamos colorir alguns dos momentos do vosso dia, com uma leitura sem outras pretensões senão as de partilhar caminhos e promover proximidade. Clotilde Soares

A Segurança ombreou com a Saúde e a Natureza contando com a colaboração ativa da GNR que organizou várias atividades que, divertindo os nossos alunos, também promoveram comportamentos seguros. A população do Crato aderiu à iniciativa e a nossa escola viveu mais um dia diferente, alegre e saudável!

A EBI/JI foi a França à Polónia, e a Londres

Nesta Edição De alunos a professores de música (pág. 3) Sala de convivio ganha novo visual (pág.7) Grande GAAF! (pág.8) Mais vale prevenir (pág.2) A BE em notícia (pág. 6)

E mais...


2 Troquideias

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publicação integrada no projeto “Viver o Saber”, financiado, no âmbito do projeto EMA, pela FCG

José Carlos Lopes (Coordenador - Programa ECO-Escolas)

“Escola Electrão”

No âmbito da iniciativa nacional “Gincana Rock in Rio”, a que a nossa escola aderiu, promovida por várias entidades, tais como a Sociedade Ponto Verde, a Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos (Amb3E) e a SIC Esperança, com apoio do Ministério da Educação, realizou-se na nossa escola, no passado mês de Janeiro, a tarefa “Escola Electrão”. Com objetivo de proceder à recolha para reciclagem e posterior valorização dos resíduos elétricos e eletrónicos (REEE) e dos resíduos de pilhas e acumuladores portáteis (RPA), a nossa escola conseguiu recolher uma tonelada deste tipo de resíduos, provenientes de toda a comunidade escolar. Tratando-se de uma iniciativa nacional, na qual participaram centenas de escolas, podemos honrar-nos de uma classificação na primeira metade da tabela. Independentemente da classificação o mais gratificante foi o sucesso de adesão por parte de toda comunidade escolar, que ficou sensibilizada para a importância de uma correta separação, reencaminhamento e reciclagem deste tipo específico de resíduos. Estamos todos de parabéns!!! Marisa Serra

Mais vale prevenir...

No âmbito da implementação do Plano de Emergência da Ebi c/Ji – Profª Ana Maria Ferreira Gordo, foi efectuada uma Acção de Formação na cozinha que contemplou a realização de: • manobras com extintores, • manobras de conjugação com o posto de comando, • manobras com manta de extinção • e aberturas de portas em segurança. O objectivo desta acção de formação centrou-se na divulgação dos riscos existentes para conhecimento dos trabalhadores, de forma a prevenir e evitar acidentes indesejados em ambiente escolar. A instrução sobre o modo de funcionamento e utilização dos extintores é imprescindível, para uma intervenção rápida e eficaz em caso de incêndio tendo com objectivo evitar a propagação do fogo para as restantes instalações e/ou equipamentos. A formação é essencial e indispensável e todos devemos ter consciência de que mais vale prevenir… para não ter que remediar!


Troquideias 3

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publicação integrada no projeto “Viver o Saber”, financiado, no âmbito do projeto EMA, pela FCG Maria de Fátima Saraiva Dias (Presidente do Conselho Executivo da APEE)

A Escola

A Escola, especialmente ao longo do Ensino Básico e Secundário, deixou de visar apenas a transmissão de conhecimentos para privilegiar o desenvolvimento de capacidades e aptidões dos alunos e atitudes de autonomia pessoal e de cidadania. Mas, para que essa finalidade se cumpra, é necessário aproximar a Escola ao Meio Familiar e Social em que a criança e o adolescente vivem, já que aos Pais e Encarregados de Educação cabeum papel decisivo nesse desenvolvimento. É-lhes pedido que acompanhem regularmente as atividades dos seus educandos; incentivando-os na realização das tarefas escolares; os ajudem a desenvolver hábitos de trabalho e atitudes de cooperação, nomeadamente de assiduidade, pontualidade e cumprimento, atempado, das suas obrigações escolares e de respeito pelo trabalho dos colegas e disponibilidade para a entreajuda. É pedido aos Pais que sigam, atentamente as informações fornecidas pela Escola, no que se refere a atividades desenvolvidas pela Escola; faltas dos educandos; resultados das avaliações e outras comunicações ao longo do ano escolar. É-lhes solicitado o contacto com os Professores, para troca de opiniões sobre aspetos relacionados com a integração na vida escolar dos seus educandos e do processo de aprendizagem. Que conheçam os planos de estudo e sua organização, de modo a poderem orientar os seus filhos na tomada de decisões sobre as alternativas que o percurso escolar vai oferecendo, nas suas diferentes etapas e que colaborem na vida da Escola, conhecendo e participando na elaboração do projeto educativo e do plano anual de atividades. A todos os Pais e Encarregados de Educação assiste o direito de participar no processo educativo dos seus filhos. Esta participação pode assumir duas formas distintas: individualmente, enquanto Encarregado de Educação de um aluno de determinada escola; Enquanto membro de uma Associação de Pais. Facilmente nos apercebemos que, cada vez mais, os Pais e os Encarregados de Educação – individualmente ou em associações – são chamados a intervir na vida escolar dos seus filhos e educandos. Esta mudança de atitude da Escola, antes tradicionalmente fechada sobre si e sobre os seus métodos e programas, reclama que os Pais e os Encarregados de Educação tenham, também, uma nova postura perante a Escola. Neste processo de envolvimento dos Pais na Escola assumem particular importância as Associações de Pais e Encarregados de Educação. Ana Ruas e Mariana Carvalho, 9ºA

De alunos a professores de música Tudo começou com uma proposta do Professor Picado em realizar uma oficina de música. Como o interesse era grande e também porque gostamos de experiências novas e enriquecedoras, não hesitamos em aceitar. Estas aulas baseiam-se na tentativa do ensino dos conceitos básicos da viola. Por enquanto as nossas espectativas estão elevadas, visto que os “alunos” nos motivam a continuar. As aulas realizam-se na sala de música, nas segundas-feiras, das 13:15 às 14:00, dirigidas por três alunos do 9ºano e uma aluna do 8ºano. Esperemos poder manter estas oficinas, tornando a nossa escola mais dinâmica.


4 Troquideias

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publicação integrada no projeto “Viver o Saber”, financiado, no âmbito do projeto EMA, pela FCG Alcino Silva / Clotilde Soares

A EBI/JI em Londres No âmbito do projeto “Viver o Saber”, os docentes Clotilde Soares e Alcino Silva foram visitar algumas escolas de Londres, entre os dias 11 e 16 de Março, integrando um grupo de pares representativo de seis escolas portuguesas que, no presente ano letivo, também desenvolvem projetos financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), no âmbito do projeto Estímulos à Melhoria das Aprendizagens. A visita foi promovida pela FCG em articulação com o Human Scale Education Movement (HSEM) que, no Reino Unido, também se apresenta como instituição catalisadora da promoção da qualidade educativa e teve como objetivo proporcionar aos professores o contacto e observação diretos de realidades que poderão abrir novas perspetivas de atuação docente. Em todas as escolas fomos recebidos na pessoa do diretor, de forma simpática e sempre disponível para esclarecer as nossas questões. Nos estabelecimentos o diretor é o principal responsável pelo projeto da sua escola e assume verdadeiramente a autonomia que lhe é concedida. Em termos gerais, foi patente a grande preocupação de centrar a aprendizagem nos alunos, de os envolver na construção do saber de forma transversal, com metodologias diferenciadas, proporcionando-lhes maior ou menor autonomia para desenharem o seu próprio percurso e selecionarem as suas tarefas/atividades, sem esquecer o aperfeiçoamento de atitudes que se revelaram educadas e imbuídas de espirito cívico. Na realidade não se observaram crianças a correr, envolvidas em conflitos evidentes ou aos gritos, apesar de não se registar a presença de auxiliares no espaço escolar nem se ouvirem campainhas. Também merecem referência particular a aproximação pessoal e a procura de um ambiente humano de confiança, respeito e compreensão, sem esquecer as regras de conduta, de acordo com a filosofia do projecto HSEM que procura desenvolver condições que humanizem a escola tanto ao nível da proximidade inter-relacional, como na organização física e apetrechamento dos edifícios. As escolas visitadas foram : “Stanley Park High School” em Carshalton, um edifício arquitetonicamente com elevado padrão de modernidade, com espaços amplos, bem identificados, passíveis de multiutilização e apetrechados com mobiliário e material igualmente atuais, funcionais e adequados a uma utilização diversificada. Nesta escola desenvolvem-se currículos próprios, embora aplique os currículos nacionais nas disciplinas de Inglês, Matemática, Ciências e Educação Física, porque os alunos estão sujeitos a exames nacionais. Na “Stanley Park High School” a autoavaliação parece ser encarada como motor de aprendizagem, permitindo a cada aluno desenvolver o seu pleno potencial, dando-lhe liberdade para construir o seu processo de aprendizagem e desenvolver as suas competências. “Biddenham Upper School and Sports College” em Bedford é uma escola edificada numa área bastante ampla, em diversos blocos consoante as áreas lecionadas. Os espaços organizados por área de estudo-sala viabilizam a criação de ambientes motivadores e funcionais. O desenvolvimento curricular centra-


Troquideias 5

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se nas atividades desportivas porque são entendidas como estímulo para aumentar as oportunidades dos alunos em todas as áreas da vida escolar. A multiculturalidade é muito acentuada (cerca de cinquenta culturas/línguas diferentes) e um terço da população escolar é oriundo de famílias desestruturadas e de nível socioeconómico baixo. “Oakdale Junior School” em South Woodford, é uma escola cujo edificio denota alguma antiguidade e apresenta exiguidade nos espaços que são exaustivamente aproveitados para a exposição de trabalhos, disponibilizar bibliografia e realização de diversas tarefas. O currículo nacional é trabalhado por temas, valorizando muito as áreas das expressões (dramática, musical e desportiva). Relativamente ao clima vivenciado, tanto os professores convidados como os responsáveis da FCG revelaram um espírito colaborativo e de respeito que permitiu abrir espaços de convívio informal promotores do desenvolvimento de relações pessoais tendentes a fomentar amizade, promovendo a construção de relações pessoais que decerto abrirão portas para futuras partilhas que enriquecerão cada um e contribuirão para o aperfeiçoamento profissional. Como nota final, podemos dizer que a observação permitiu perceber outras diferenças que se evidenciam fundamentais para viabilizar a construção de escolas com identidade, coesão e dinâmica própria. A visita foi uma mais-valia, não só para os professores envolvidos como para as escolas que representaram, na medida em que abriu oportunidades de inovar, bem como desenvolveu relações pessoais que proporcionarão partilhas, interações e colaborações que se refletirão, com certeza, num estímulo à melhoria das aprendizagens e num incremento da humanização da escola.

Apoiar para atingir o sucesso, estimulando a aprendizagem Na sala de estudo encontras professores disponíveis para te apoiar. A sala de estudo funciona no 1º andar, sala GG (junto à sala de informática e à sala de música) Consulta o horário da sala de estudo e nele encontrarás informação. Informa-te também sobre o regulamento da SE

Porque o teu sucesso depende de ti… “Viver o Saber” um projeto integrado no EMA-Fundação Calouste Gulbenkian


6 Troquideias

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Virginia Pires (coordenadora da BE)

B E em notícia Março é por excelência o mês da leitura. Como tal, a BE não podia deixar de o celebrar. Muitas foram as iniciativas que levámos a efeito para essa celebração. Assim, no dia 5, inaugurámos uma Exposição subordinada ao tema “ilustrações nos livros infantis”, para homenagear alguns ilustradores portugueses e estrangeiros e ao mesmo tempo chamar a atenção para a importância destas como complemento para a compreensão do texto. O dia 6 foi dedicado ao Pré-Escolar. A avó de um dos meninos veio até à escola e contou-lhes “histórias do antigamente”. No dia 8 esteve prevista uma Bebéteca que não se concretizou por falta de participantes. A 9 de março, meninos do 2º Ciclo dramatizaram a história escrita por David Machado, “A noite dos animais inventados”, para os alunos do 1º Ciclo. No dia 13, realizou-se uma “Roda de Leitura” em colaboração com a Biblioteca Municipal, aberta a toda a comunidade. A participação do 3º Ciclo concretizou-se com a atividade “Escritores perdidos na vila do Crato”, no dia 14, com os alunos a vestirem a pele de alguns escritores/poetas portugueses e a lerem em vários locais textos da “sua” autoria e a pedirem à população que também os lesse.

No dia 16, recebemos o escritor David Machado na nossa escola e este abriu-nos o apetite com a leitura de excertos de algumas das suas obras. Os alunos que tinham livros seus ficaram com o seu autógrafo.

No dia 21 a BE participando na “Feira da Saúde e da Natureza” da escola, lembrou o Dia Mundial da Poesia expondo poemas de poetas portugueses. Finalmente, no dia 23, após uma dinamização da BE para o Concurso “Leitores Sonhadores”, a PB acompanhou os alunos selecionados nas várias turmas, a Portalegre para a final daquele concurso, encerrando assim estas comemorações do Mês da Leitura O nosso agradecimento à Biblioteca Municipal e principalmente à Câmara Municipal que foi nossa parceira e permitiu a realização de algumas destas atividades Acompanhe a nossa BE em http://becrato.blogspot.com/


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1ª Edição abril /2012

publicação integrada no projeto “Viver o Saber”, financiado, no âmbito do projeto EMA, pela FCG Adélia Palma (professora coordenadora do Projeto)

Projeto Europeu Comenius A Bet for a G.E.T. (Greener European Town) No âmbito deste Projeto, com duração de dois anos letivos, após as deslocações a Itália, no mês de Setembro, e à Grécia, no mês de dezembro, professores e alunos do terceiro ciclo deslocaram-se a França (Nantes) e à Polónia (Legnica) entre os dias 9 e 14 de março, onde apresentaram trabalhos sobre profissões ecológicas e energias renováveis. Em cada um dos países, encontraram-se professores e alunos dos nove países participantes (França, Polónia, Espanha, Itália, Alemanha, Roménia, Grécia, Turquia e Portugal) e aí deram continuidade aos trabalhos inerentes ao projeto: posters e desdobráveis sobre as temáticas, maquete de uma cidade verde e banda desenhada. Esta banda desenhada ficará completa até ao final do projeto com os previstos nove capítulos, localizando-se a ação de cada um deles em cada um dos países das escolas participantes. Os trabalhos que vão sendo realizados ao longo dos vários encontros podem ser consultados no sítio www.abetforaget.it. Em ambos os países, a avaliação das atividades realizadas foi muito positiva e a participação da escola muito elogiada. A próxima deslocação terá lugar no início do próximo ano letivo, já em setembro. Manuela Faria Assistente operacional

Sala de convívio ganha novo visual Exerço funções como Assistente Operacional da Escola Professora Ana Maria Ferreira Gordo e zelo pela sala de convívio dos alunos que, recentemente, sofreu algumas obras de remodelação. A sala foi dividida em três partes com portas de fole com a finalidade de se poderem fazer exposições, palestras e algumas peças de teatro das quais os nossos alunos são os protagonistas, orientados pelo professor José Luís. Também as portas e janelas foram substituídas por outras, em alumínio branco, o que deu à sala um aspeto muito alegre. O bar fica no mesmo espaço e agora tem mesas e cadeiras coloridas, serve os pequenos almoços e lanches aos nossos alunos, professores, funcionários, isto é, está aberto à comunidade escolar. Apesar de todas estas inovações que tornam o ambiente muito mais convidativo à permanência dos alunos, gostaria que os mesmos o soubessem desfrutar e ao mesmo tempo o conservassem limpo e arrumado conforme o encontram. Além de ser um princípio básico de convivência em sociedade, também faz parte do regulamento interno da escola levar a loiça suja ao balcão do bar, deitar fora as embalagens dos sumos, garrafas de água e guardanapos nos baldes do lixo, o que não tem acontecido com regularidade Nós, como assistentes operacionais e professores, temos o dever de os alertar para a aplicação de regras e desenvolvimento de valores de civismo para que não aconteçam situações menos agradáveis ou de desrespeito e procuramos fazê-lo. Na escola além de se aprender o que vem nos livros também se aprendem as regras da boa educação. Porém, acredito que os nossos alunos se sentem bem neste espaço renovado e, com o tempo, irão prestar mais atenção. A escola é de todos e sentirmo-nos bem nela é, com certeza, um objetivo comum.


8 Troquideias

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Equipa GAAF

Grande GAAF!

O gabinete de atendimento o lescência; Encontro sobre a Violênaluno e à família (G.A.A.F.) surgiu cia Doméstica e Escolar; Técnicas no âmbito do projeto “Viver o sa- Procura de Emprego em parceria com o GIP - Gabinete de Inserção Profissional; 30 Minutos de Psicomotricidade e Comportamentos de Risco – As substâncias psicoactivas. Por outro lado, e devido ao facto de ser inquestionável que a família e a escola são importantes pontos de apoio e sustentação para qualquer criança e jovem, julgámos ser pertinente a organização de um curso, para pais e mães, que decorreu entre 19 de Janeiro e 15 de Março de 2012. Ao longo das sesber”, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. A criação deste gabinete visou a cooperação entre a família, a escola e a comunidade no processo educativo, criando condições que contribuam para a consolidação do sucesso escolar da criança/jovem. Este projeto foi implementado e dinamizado no presente ano letivo, por uma equipa de técnicos composta por dois Psicólogos e uma sões foram abordadas temáticas Assistente Social. O trabalho desenvolvido pela como: Ambiente Escolar: Necessiequipa supracitada desdobrou-se dades de Desenvolvimento da Criem acompanhamento psicopedagógico, atendimento social, bem como vários workshops e formações direccionadas para pais, alunos, professores e comunidade escolar, nomeadamente: sessão informativa “Gerir e Poupar” em parceria com DECO – Associação Portuguesa para Defesa dos Consumidores; Formação: Violência no Namoro em parceria com UMARUnião de Mulheres Alternativa e Resposta; Bullying: Violência no ança e Adolescente; Educação dos Meio Escolar; Bullying: Estratégias Filhos: Castigos, Recompensas e na sala de aula; Sexualidade e Ado- Regras; Responsabilidade Parental;

Situações que mudam a vida familiar: Desemprego, Divórcio e Dependências Psicoactivas; Orçamento Familiar; Promoção de Estilos de Vida Saudável: Alimentação, Nutrição e Cuidados de Higiene. Muitos dos objetivos deste projeto (G.A.A.F.) acabam por se perder no t empo , já que a precaridade em termos contratuais obriga a que todos os anos lectivos se iniciem com novos técnicos, ficando muitas vezes os projectos entregues à boa vontade e ao interesse de quem chega de novo a cada escola. Esta situação pode desencadear uma de duas situações: ou existe um empenho para continuar o trabalho iniciado e novas ideias acabam por ser uma maisvalia, ou (o que normalmente se verifica) todo o esforço anteriormente aplicado, fica esquecido e perdido no tempo. O que de mais grave decorre destas circunstâncias é o facto de não existir uma garantia de continuidade, colocando-se um ponto final em algo que, com o tempo, poderia ser cada vez mais adaptado e conciso no que concerne às necessidades das nossas crianças e adolescentes. Este facto faz com que os resultados fiquem sempre aquém daquilo que, sabemos, poderia ser alcançado.


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Troquideias  

Revista escolar - mês de abril

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